Bahia e mais 22 estados aplicaram doses vencidas da vacina da Astrazeneca, diz site


Levantamento indica que, em todo o país, 1.254 pessoas receberam doses com validade vencida

Bahia e mais 22 estados aplicaram doses vencidas da vacina da Astrazeneca, diz site

A Bahia está entre os 23 estados que aplicaram doses da vacina da Astrazeneca/Oxford após o prazo de validade, de acordo com um levantamento feito pelo site Metrópoles. De acordo com os dados, 160 cidades em 23 estados estão na mesma condição.

Ao todo, 1.254 pessoas foram vacinadas com doses de lotes do imunizante com prazo de validade vencido. O site cruzou as informações oficiais sobre vacinas aplicadas com os registros de envios de imunizantes para as unidades da federação, onde constam a data de vencimento para cada lote.

O problema está nas vacinas fabricadas na Índia e importadas prontas pelo Brasil, os lotes 4120Z001, 4120Z004 e 4120Z005. São grupos de imunizantes cuja data de validade, de seis meses, já expirou.

A bula da vacina publicada no site da Anvisa informa que a validade do imunizante é de seis meses a partir da data de fabricação, e o produto não deve ser usado após o prazo previsto. “Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original”, diz o documento oficial.

De acordo com o levantamento, na Bahia, foram aplicadas doses vencidas em Salvador (4) e em Pedro Alexandre (1). Procurado pelo CORREIO, o governo do estado da Bahia não se pronunicou até o momento dessa publicação.

A Secretaria Municipal da Saúde de Salvador esclareceu “que recebemos remessas do lote 4120Z005 nos meses de fevereiro e março e 100% dos  mesmos foram utilizados dentro do prazo de validade, seguindo o que preconiza o plano de vacinação. Ou seja, na logística de distribuição utilizamos (aplicamos) primeiramente os imunizantes que estavam com prazo de validade a vencer. As vacinas foram aplicadas dentro do prazo”.

A prefeitura de Pedro Alexandre não foi localizada para comentar a denúncia.

De acordo com o registro no Ministério da Saúde, o lote 4120z001 foi autorizado para ser distribuído em 24 de fevereiro e vencia em 29 de março. A maior parte dos casos de aplicação de vacinas vencidas mapeados pela reportagem se refere a esse lote. Foram 869 casos identificados em cinco estados. Já os lotes 4120Z004 – com 108 casos em cinco estados – e 4120Z005 – 277 casos em 17 Unidades da Federação – foram autorizados em 22 de janeiro e venceram em 13 e 14 de abril, respectivamente.

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Pazuello é flagrado sem máscara em shopping e questiona: “Onde compra isso?”


A autora da foto postou a imagem em seu perfil no Instagram e escreveu que questionou o ministro sobre o fato dele não estar usando máscara.

“Respondeu: Pois é né. Tem que comprar, onde compra isso?”, escreveu a dona do perfil que postou a foto.

Um homem desse era o Ministro da Saúde. Está explicado os quase 400 mil mortos no Brasil.

(…)

Bolsonaro atinge a maior desaprovação desde o início do governo, diz pesquisa Exame/Ideia


Nem as piadas sem graça e nem as arminhas vão resolver a queda gradativa do presidente diante da opinião pública

 

A avaliação do governo de Jair Bolsonaro chegou ao pior patamar desde que ele assumiu a presidência, em janeiro de 2019. Do total de entrevistados, 54% desaprovam a maneira como o presidente trabalha. O número é igual ao que foi registrado em junho de 2020, no auge da primeira onda de covid-19 no país. Outros 25% aprovam a gestão dele, e 20% nem aprovam ou desaprovam.

Os dados são da mais recente pesquisa EXAME/IDEIA, projeto que une InvPro, Exameest  braço de análise de investimentos da EXAME, e o IDEIA, instituto de pesquisa especializado em opinião pública. O levantamento ouviu 1.200 pessoas entre os dias 19 a 22 de abril. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. Clique aqui para ter acesso ao relatório completo.

“A avaliação ruim é consequência de três fatores. O primeiro é a sensação de que a o ritmo de vacinação ainda não decolou. Em segundo, a gente teve semanas com recordes em relação ao número de mortos em decorrência da covid-19, e isso atrapalha a avaliação presidencial. Por último, a população não percebeu até agora um efeito positivo da nova rodada do auxílio emergencial”, avalia Maurício Moura, fundador do IDEIA, instituto de pesquisa. (…)
A fonte foi o DCM

Bolsonaro tem recorde de “ruim/péssimo” e “regular” ultrapassa “ótimo/bom”, diz pesquisa


Mais da metade dos entrevistados avaliam negativamente o governo. Rejeição é maior entre os mais pobres, principais impactados pela pandemia.

De acordo à notícia que foi veiculada na Revista Fórum e outros meios de comunicação, uma pesquisa da Exame/Ideia divulgada nesta sexta-feira (23) aponta um novo derretimento na popularidade do presidente Jair Bolsonaro. O mandatário registrou a pior desaprovação desde o início de seu mandato, com 52% da população avaliando a atual gestão como “ruim” ou “péssima”.

Apenas 23% dos brasileiros hoje consideram o governo Bolsonaro como “ótimo” ou “bom”, número que vem registrando queda ao longo dos últimos meses. A avaliação positiva da atual gestão também já foi ultrapassada pela taxa do “regular”, que está em 24%. Ao todo, 1% dos entrevistados não soube responder.

Além disso, 54% dos brasileiros afirmam rejeitar a maneira como Bolsonaro trabalha. O número é igual ao que foi registrado em junho de 2020, no auge da primeira onda de Covid-19 no país. Outros 25% aprovam a gestão do ex-militar, enquanto 20% nem aprovam ou desaprovam.

A avaliação negativa de Bolsonaro é maior entre pessoas de 30 e 39 anos (57%), moradores das regiões Norte (60%) e Sudeste (58%). Em relação à classe social, a rejeição é maior entre os mais pobres, principais impactados pela pandemia e pelo valor baixo do auxílio emergencial. Entre as pessoas das classes D e E, 55% acreditam que Bolsonaro não faz um bom trabalho.

Já a avaliação positiva é maior entre os evangélicos (44%), principal base de apoio do presidente.

O levantamento ouviu 1.200 pessoas entre os dias 19 a 22 de abril. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

E Sobre Lula? 

Lula passa Bolsonaro e lidera também na pesquisa Exame/Ideia sobre as eleições 2022

 

Mais uma pesquisa, divulgada nesta sexta-feira (23), confirma o favoritismo do ex-presidente Lula (PT) nas eleições presidenciais de 2022. Levantamento encomendado pela revista Exame ao Instituto Ideia mostra que o petista ultrapassou Jair Bolsonaro (Sem partido) nas simulações de primeiro turno em três cenários propostos.

“No primeiro turno, gostaria de destacar uma vantagem numérica do ex-presidente Lula. É a primeira vez que Bolsonaro fica atrás numericamente, apesar de empatado na margem de erro”, diz Maurício Moura, fundador do IDEIA.

Em dois dos três cenários propostos, Lula está um ponto porcentual à frente de Bolsonaro – 33% a 32%, em cenário sem Sergio Moro e com João Doria (PSDB), e 31% a 30% com o ex-juiz e sem o governador de São Paulo.

Em um terceiro cenário, com o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) como candidato tucano, Lula e Bolsonaro aparecem tecnicamente empatados com 30% dos votos, com o petista numericamente à frente, como frisou Moura.

No entanto, a pesquisa mostra que Lula é o único candidato com curva ascendente em relação às pesquisas anteriores.

O petista saiu de 17% na pesquisa realizada em janeiro, para 18% em março e disparou para 30% das intenções de votos em abril.

Bolsonaro, que tinha 32% em janeiro foi à 33% em março e caiu 3 pontos porcentuais, com 30%. Já a soma dos outros candidatos, que partiu de 37% e chegou a 41% na segunda pesquisa, caiu para 32% no atual estudo.

Segundo turno
Nas simulações de segundo turno, apenas Lula vence Bolsonaro, com 40% a 38% dos votos. Em uma simulação contra Ciro Gomes (PDT), Lula também vence, com 42% a 36%.

O atual presidente derrota todos os candidatos do centro em simulações de segundo turno – 44% a 34% contra Ciro, 46% a 29% contra Doria, 40% a 38% contra Luciano Huck, 45% a 22% contra Eduardo Leite, 45% a 31% contra Moro, e 42% a 23% contra Luiz Henrique Mandetta (DEM).

A pesquisa Exame/Ideia, finalizada neste dia 22 de abril, ouviu 1259 eleitores em cidades das cinco regiões do Brasil. A margem de erro é de 3 pontos porcentuais para mais ou para menos e o grau de confiança é de 95%.

A informação é da revista Fórum.

 

Dupla de Marrone, Bruno posa em Dubai com brasileiro acusado de golpes de R$ 500 milhões


Dupla de Marrone, Bruno posa em Dubai com brasileiro acusado de golpes de R$ 500 milhões

Foto: Reprodução / Instagram

O cantor Bruno, que faz dupla com Marrone, postou em suas redes sociais um registro em Dubai ao lado de  lado de Danilo Dubaiano, nome artístico de Danilo Vunjão Santana, que tem dois mandados de prisão expedidos no Brasil, por chefiar um esquema de pirâmide financeira com Bitcoins, que lesou clientes em mais de R$ 500 milhões.

 

Em uma das imagens, o sertanejo  aparece num iate ao lado de Danilo, bebendo um drinque com um dos cartões-postais do país ao fundo. “A palavra tem poder, da uma olhada na minha última postagem! Obrigado por tudo, Danilo Dubaiano”, escreveu o cantor, que bloqueou os comentários, após inúmeras críticas. Depois, o artista mostrou mais uma foto rodeado de pessoas e ironizou. “Glória a Deus! O resto é inveja”.

Segundo as investigações do Ministério Público, ele lesou clientes no Brasil e no exterior, movimentando quase R$ 500 milhões ilegalmente (saiba mais aqui). O golpe era realizado através de um site de apostas esportivas, chamado de D9. Para se cadastrar, o cliente tinha que depositar uma quantia, com a promessa de ganhos de 30% do valor investido. Só que esse “lucro” não era resgatado. Quem ganhava o dinheiro eram os que estavam no topo da pirâmide, que iam convidando outras e aplicando os golpes. Inclusive, pessoas em Itabuna foram identificadas como vítimas na época (relembre aqui).

 

Em abril de 2018, ele chegou a ser preso nos Emirados Árabes, mas foi solto. Nos últimos tempos, ele tem investido na carreira musical. Vale dizer que após dar entrevista e dizer que devolveria o dinheiro de suas vítimas, ele gravou o clipe de uma música chamada “Estelionato do amor”, que faz parte de seu DVD “Sofrência em Dubai”.BN Noticias

 

Alok se junta a movimento para acelerar vacinação no Brasil


O artista e o povo brasileiro têm pressa

O DJ Alok entra novamente em ação e desta vez para ajudar o movimento criado pela empresária Luiza Trajano para acelerar o processo de vacinação contra a Covid-19 no Brasil.

Alok anunciou nesta quinta, 22, que faz parte do “Unidos pela Vacina” e doou aparato para armazenar os imunizantes. “Todos nós desejamos que isso logo passe, e vai passar”, disse Alok.

Uma das missões do projeto é identificar as necessidades dos municípios brasileiros e acelerar o processo de vacinação contra a covid-19 no país. A meta é contribuir para que todos os brasileiros acima dos 18 anos sejam imunizados até setembro de 2021.

Prioridades

Segundo a assessoria de imprensa do DJ, junto ao Instituto Alok, ele vai “apadrinhar” quatro municípios, sendo eles três em Goiás (Alto Paraíso, Calvalcante e Goiás Velho) e um na Bahia (Ituberá).

Esses locais vão receber câmaras refrigeradas, termômetros digitais com mira a laser, termômetros digitais via cabo, caixas térmicas e bobinas reutilizáveis de gelo.

Veja o que Alok disse:

“Queria agradecer e enaltecer esse trabalho, parabenizando Luiza Trajano e todos os envolvidos na iniciativa ‘Unidos pela Vacina’. Sabemos o quanto é importante a ajuda de todos em um momento tão delicado. Espero que cada pessoa que contribui da sua maneira, se torne inspiração para outros a sua volta. Todos nós desejamos que isso logo passe, e vai passar… Aproveito para reforçar a importância do isolamento social, o uso de máscaras, álcool em gel continuam como procedimentos imprescindíveis. Sairemos vitoriosos dessa batalha!”, disse o artista.

Por Andréa Fassina, da redação do Só Notícia Boa – Com informações do R7

Lula celebra vitória histórica com o verdadeiro power-point: o do sucesso de seu governo


Deltan Dallagnol e Lula

Como diziam os mais velhos que já se foram: “A mentira é como um foguete em noite festiva, que sobe estourando e aplaudido por muitos, mas depois desce murcho e em silêncio, sentindo vergonha até da própria sombra.

 

O ex-presidente Lula (PT) celebrou sua vitória histórica, nesta quinta-feira, 22. O Supremo Tribunal Federal (STF), em plenário, formou maioria pela suspeição do ex-juiz da Lava Jato em Curitiba, Sergio Moro.

Lula repercutiu a nota de sua defesa no Twitter e divulgou foto de um power-point verdadeiro, de seus feitos no governo, uma provocação à força-tarefa da Lava Jato, coordenada pelo procurador Deltan Dallagnol, que fez uma montagem para o ex-presidente aparecer como chefe de uma quadrilha.

Na foto compartilhada pelo petista, Lula mostra os programas sociais promovidos pelo PT quando era governo – como Bolsa Família, “maior crescimento econômico da história”, Fome Zero, etc.

STF define Moro parcial

Em julgamento nesta quinta-feira, 22, o STF confirmou a decisão anteriormente proferida pela Segunda Turma da Corte no sentido de declarar a suspeição do ex-juiz Sergio Moro nos processos movidos contra o ex-presidente Lula na Lava Jato.

Votaram a favor da decisão da suspeição os ministros Gilmar Mendes, Kassio Nunes Marques, Alexandre de Moraes, Ricardo Lewandowski, Cármen Lúcia, Dias Toffoli e Rosa Weber, deixando o placar em 7 a 2.

Votou com o relator, ministro Edson Fachin, pela anulação da decisão da Segunda Turma apenas o ministro Luís Roberto Barroso.

O julgamento foi suspenso em razão de pedido de vista (mais tempo para analisar o processo) de Marco Aurélio Mello e será retomado na próxima quarta-feira, 28.

A informação é do 247.

Salles quer formar milícia ambiental com dinheiro de países ricos para a Amazônia, denunciam ONGs


Governo Bolsonaro pediu ajuda financeira às nações desenvolvidas para combater o desmatamento. Entidades alertam para uso político da verba.

Entidades voltadas para questões climáticas denunciam que o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, quer criar o que chamam de “milícia ambiental” com o US$ 1 bilhão que está pedindo aos países ricos para combater o desmatamento na Amazônia. A informação é de Malu Gaspar, no jornal O Globo.

Em reuniões prévias à Cúpula do Clima com representantes dos Estados Unidos e de financiadores europeus, o ministro tem defendido a formação de um Força de Segurança Ambiental. Segundo ele, patrulha armada poderá substituir a ação da Polícia Federal e dos órgãos como o Ibama e ICMBio.

Para entidades, o interesse de Salles é direcionar as ações de combate ao desmatamento de acordo com objetivos políticos. Consultadas pelos países que participaram dos encontros com o ministro, as organizações deixaram claro que não aprovam a ideia da patrulha.

“Já existem órgãos capazes de realizar essa fiscalização, como Ibama e o ICMbio, que o ministério do Meio Ambiente vem desmontando. Só que esses órgãos priorizam o interesse público, e o que Salles quer de fato é ter uma milícia oficial que obedeça somente a ele”, afirmou Márcio Astrini, diretor  do Observatório do Clima, em entrevista ao jornal.

A informação é da Fórum

 

Pacheco fez ‘tabelinha’ com Bolsonaro contra CPI e agora tentam derrubar Renan, diz Humberto Costa


Membro titular da CPI da Pandemia, o senador e ex-ministro da Saúde Humberto Costa afirmou que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco faz uma “tabelinha” com Jair Bolsonaro contra a CPI da Pandemia. “Ele ajudou a estratégia de Bolsonaro, mas até agora não deu certo”, disse. O foco agora é o ataque a Renan Calheiros.

 Membro titular da CPI da Pandemia, o senador e ex-ministro da Saúde Humberto Costa (PT-PE) disse que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) tem feito  uma “tabelinha” com Jair Bolsonaro contra a comissão. “O presidente do Senado, na verdade, jogou na ‘tabelinha’. Ele ajudou a estratégia de Bolsonaro, mas até agora não deu certo”, disse o parlamentar durante , durante participação no programa Giro das 11, exibido pela TV 247, nesta quarta-feira (21). A dupla Bolsonaro-Pacheco agora atua para derrubar Renan Calheiros da relatoria da CPI, disse Costa.

Segundo Humberto Costa, a base governista fez pressão para que a CPI fosse instalada ainda na fase de coleta de assinaturas necessárias para levar o requerimento adiante. “Quando o Randolfe (senador Randolfe Rodrigues [Rede-AP]) começou a coletar as assinaturas, eles fizeram carga para ninguém assinar, do lado deles. O Randolfe obteve 32 assinaturas. Fizeram carga para as assinaturas serem retiradas, não foram. Aí a proposta foi aprovada. O presidente (presidente do Senado, Rodrigo Pacheco) começou a protelar para ver se conseguiam retirar assinaturas, mas eles não conseguiram”, ressaltou o ex-ministro.

Agora, segundo ele, a estratégia envolve o adiamento da instalação da CPI para a próxima semana. O objetivo da manobra seria tentar retirar o senador Renan Calheiros (MDB-AL) da relatoria do colegiado. “Este adiamento é para ver se conseguem tirar o Renan da relatoria. Eu acredito que também não vão conseguir. Então tenho a impressão que a partir da semana que vem vamos começar esta investigação com muita expectativa de que ela possa ser algo muito importante para o Brasil superar esta quadra trágica que estamos vivendo nesse quase um ano e meio de pandemia”, afirmou.

A informação é do 247

PF intima Boulos a prestar depoimento e o acusa de “ameaçar” Bolsonaro


Guilherme Boulos. Foto: Reprodução/Twitter

A Polícia Federal intimou o ex-candidato a prefeito de São Paulo Guilherme Boulos (PSOL-SP) para prestar depoimento em um inquérito aberto para investigá-lo com base na Lei de Segurança Nacional.

Ele terá que se apresentar na superintendência da PF em São Paulo no dia 29, às 16 horas.

Boulos é acusado de “ameaçar” o presidente Jair Bolsonaro por ter publicado no Twitter um comentário sobre o presidente.

Em abril de 2020, depois de participar de um ato em frente ao Quartel General do Exército, em Brasília, em que os manifestantes pediam intervenção militar, Bolsonaro afirmou: “Eu sou a Constituição”. A declaração remeteu a frase atribuída a Luís 14, rei da França por 72 anos no século 17: “O Estado sou eu”.

Boulos então escreveu: “Um lembrete para Bolsonaro: a dinastia de Luís XIV terminou na guilhotina…”.

(…)

Vacina russa Sputnik V tem eficácia de 97,6% em estudo no ‘mundo real’


A nova taxa de eficácia é mais alta que a de 91,6%, destacada em resultados de um estudo de grande escala com a Sputnik V e que foi publicado na revista médica The Lancet no início do ano

Vacina russa Sputnik V eficácia estudo mundo real
Vacina Sputnik V (Imagem: Evgeny Odinokov)

Polina Ivanov, Reuters

Cientistas russos concluíram que a vacina Sputnik V tem eficácia de 97,6% contra a Covid-19 no “mundo real” de acordo com uma avaliação de dados de 3,8 milhões de pessoas, anunciaram o Instituto Gamaleya de Moscou e o Fundo de Investimentos Diretos da Rússia (RDIF) nesta segunda-feira (19)

A nova taxa de eficácia é mais alta que a de 91,6%, destacada em resultados de um estudo de grande escala com a Sputnik V e que foi publicado na revista médica The Lancet no início do ano, e é favorável em comparação com dados sobre a eficiência de outras vacinas contra a Covid-19.

Os novos dados correspondem a 3,8 milhões de russos que receberam tanto a primeira dose quanto uma dose de reforço, como parte do programa nacional de vacinação com a Sputnik V.

Esses dados confirmam que a Sputnik V tem uma das melhores taxas de proteção contra o coronavírus entre todas as vacinas disponíveis“, disse Kirill Dmitriev, diretor do fundo soberano RDIF que está apoiando o imunizante.

A incidência de infecções foi calculada a partir do trigésimo quinto dia após a primeira injeção, diz a nota, mostrando uma taxa de incidência de 0,027%.

A incidência de infecção entre adultos não vacinados durante um período considerável após o lançamento do programa de vacinação em massa na Rússia foi de 1,1%, diz a nota, sem especificar o intervalo de datas utilizado.

Os novos dados serão publicados em uma revista médica revisada por pares no mês que vem, acrescenta a nota.

Os dados foram reunidos a partir de uma base de dados mantida pelo Ministério da Saúde do país e que registra pessoas vacinadas, assim como de uma base de dados de pessoas infectadas pela Covid-19 no país, segundo o comunicado. Do Pragmatismo Politico

 

Câmara aprova texto-base de projeto que torna aulas presenciais atividade essencial por Danielle Brant | Folhapress


Câmara aprova texto-base de projeto que torna aulas presenciais atividade essencial

Foto: Arquivo/ Agência Brasil

A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta terça-feira (20) o texto-base do projeto que considera aulas presenciais de educação básica e superior como serviços e atividades essenciais, inclusive durante a pandemia, e que cria diretrizes para o retorno às escolas.

O texto-base foi aprovado por 276 votos a favor e 164 contrários. Agora, os deputados vão votar propostas de modificação ao texto, que, na sequência, vai ao Senado.

O projeto diz que educação básica e superior, da rede pública ou privada de ensino, em formato presencial são reconhecidas como serviços e atividades essenciais, inclusive durante pandemia, emergência e calamidade pública.

Além disso, proíbe a suspensão das atividades educacionais em formato presencial, exceto quando as condições sanitárias de estados e municípios não permitirem, em situação que deverá estar fundamentada em critérios técnicos e científicos. Nesse caso, a decisão deverá constar em ato do chefe do Executivo estadual ou municipal.

Durante a pandemia de Covid-19, estados e municípios decidiram suspender aulas presenciais para diminuir a disseminação do vírus. Para a oposição, o projeto é uma maneira de forçar governadores e prefeitos a retomarem as aulas nessa modalidade, mesmo em caso de agravamento da crise sanitária.

“O que se quer aqui é enfrentar uma questão que está colocada diante da pandemia, obrigar as escolas a voltarem a funcionar de qualquer maneira, sem levar em consideração a orientação dos órgãos da saúde, as condições sanitárias”, afirmou o deputado Bira do Pindaré (PSB-MA). “É isso o que está sendo colocado aqui neste momento.”

O Conselho Nacional de Secretários de Educação se manifestou contra o projeto. “O projeto torna o ensino presencial atividade essencial, o que obriga estados e municípios a abrirem as escolas para ofertar aulas presenciais mesmo nos períodos de alto risco da pandemia”, indicou, em nota.

“Alguns deputados já se manifestaram pela inconstitucionalidade do projeto, pois ele fere a autonomia dos entes.”

A crítica é endossada pela União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação. Segundo a entidade, considerar a educação serviço essencial “apenas para promover um retorno forçado às aulas presenciais, sem considerar as condições sanitárias das diferentes redes de ensino em todo o país é, no mínimo, um entendimento equivocado, autoritário e antidemocrático, por demais preocupante, pois ignora as diferenças locais”.

Líder do governo na Câmara, o deputado Ricardo Barros (PP-PR) defendeu a volta presencial às aulas. “Infelizmente, o Brasil foi abduzido pelas corporações. Não tem razão para o professor não dar aula”, escreveu em uma rede social. “O profissional de saúde está indo trabalhar, o profissional do transporte e da segurança indo trabalhar, o pessoal do comércio está indo trabalhar, só professor não quer trabalhar.”

A oposição afirma ainda que o projeto coloca em risco o direito de greve dos professores. Segundo a relatora, Joice Hasselmann (PSL-SP), esse risco não existe porque o projeto não altera a lei que dispõe sobre o exercício do direito de greve.

O texto diz que diretrizes e ações da estratégia para o retorno às aulas presenciais em cada sistema de ensino serão adotadas após acordo entre os entes, respeitando orientações de autoridades sanitárias brasileiras, em especial do Ministério da Saúde.

Estados e municípios criarão seus protocolos de retorno às aulas a partir das diretrizes acertadas, e as escolas deverão observar os processos ao elaborar seus próprios procedimentos.

Essas diretrizes e ações serão regulamentadas pelos entes federados em até 30 dias após a publicação da lei.

O projeto diz que a estratégia para o retorno às aulas presenciais deve considerar o estabelecimento de critérios epidemiológicos para a decisão sobre o funcionamento das escolas e a prioridade na vacinação de professores e funcionários das escolas públicas e privadas.

Além disso, deve levar em conta a prevenção ao contágio de estudantes, profissionais e familiares, a igualdade de condições de acesso ao aprendizado, parâmetros de infraestrutura sanitária e a disponibilização de equipamentos de higiene, higienização e proteção, incluindo máscaras, álcool em gel 70%, água e sabão, na aula, no recreio, na alimentação e transporte escolar, entre outros.

As escolas poderão adotar estratégias de alternância de horários e rodízio de turmas para garantir o distanciamento físico. Também poderão adotar sistema híbrido, com atividades pedagógicas presenciais e não presenciais e manutenção dos vínculos profissionais e liberação de atividade presencial aos profissionais da educação que fizerem parte de grupo de risco ou que morem com pessoas que pertençam a esses grupos.

O texto indica que o calendário de retorno não precisará ser unificado e que cada escola poderá definir a data e ritmo da volta, considerando a situação sanitária local.

As escolas adotarão atividades pedagógicas em caso de faltas de alunos cujos familiares integrarem grupo de risco de contágio pela Covid. Os estudantes serão acompanhados nas atividades não presenciais.

Os pais de estudantes com idades entre 4 e 17 anos ou seus responsáveis terão direito de optar pelo não comparecimento dos filhos a aulas presenciais enquanto durar a pandemia, emergência e calamidade pública ou se os alunos ou familiares integrarem grupo de risco, desde que comprovado.

Nesse caso, escolas manterão contato com os alunos e oferecerão atividades não presenciais para acompanhamento dos conteúdos curriculares e enquanto durar a pandemia, emergência ou calamidade.

Os alunos cujos pais optarem pelo não comparecimento presencial não são dispensados das atividades não presenciais oferecidas pelas escolas, exceto se não tiverem acesso a meio tecnológico.

As escolas que adotarem educação híbrida poderão oferecer aos alunos o uso de equipamentos das escolas e acesso à internet para realizar as atividades, observando normas de segurança e segurança sanitária.

Mais cedo, os deputados aprovaram a urgência de um projeto que cria o cartão nacional de vacinação online, vinculado ao CPF de quem vai se imunizar. Pelo texto, o governo poderá descentralizar às secretarias estaduais de Saúde o cadastro, a emissão e a validação dessa carteira, assim como às demais unidades de saúde pública.

Os órgãos ficariam responsáveis por coletar dados e validar informações em sistema digital.

O sistema será atualizado pelo Ministério da Saúde, que coletará os dados junto aos entes federativos e os consolidará para que as informações direcionem as políticas de vacinação em todo território nacional.

No cartão do usuário serão anotados a data da vacinação e o dia em que o usuário deverá realizar a próxima imunização, se necessário.

O Ministério da Saúde deverá regulamentar a lei em 120 dias após a publicação, e as despesas de implantação da norma ficarão a cargo do Fundo Nacional de Saúde. BN Noticias

‘Distorção cognitiva’: Psicologia tenta explicar comportamentos autodestrutivos na pandemia por Jade Coelho


'Distorção cognitiva': Psicologia tenta explicar comportamentos autodestrutivos na pandemia

Foto: Reprodução/Getty Images

As máscaras são comprovadamente eficazes na proteção contra a infecção pelo Sars-Cov-2, que é um vírus de transmissão respiratória. E mesmo passado mais de um ano desde o inicio da pandemia no Brasil, e também das recomendações para que a população as utilizasse, ainda é comum ver pelas ruas quem não utilize ou use de forma errada o Equipamento de Proteção Individual (EPI).

 

O comportamento dessas pessoas é alvo de estudos científicos, e conceitos da psicologia tentam explicar esse fenômeno.

 

Marcus Vinicius Alves, psicólogo e professor doutor da UniFTC, explica que o comportamento das pessoas está em muitos casos associado ao sistema de crenças delas. Diante disso, alguns indivíduos vão ser muito mais influenciáveis em termos de personalidade, de acordo com a percepção de risco que têm do mundo.

 

“Por exemplo: se sua percepção de risco é inferior, é mais fraca do que sua concepção de liberdade. Para algumas pessoas a liberdade e a tomada de decisão para as coisas é mais importante do que o risco que elas vão ter”, explicitou ao tratar do uso de máscaras na pandemia da Covid-19.

 

O professor ainda ressalta que questões políticas também influenciam esses sujeitos. Nesse ponto, o especialista cita como exemplo o comportamento do presidente Jair Bolsonaro, que tem uma postura de minimizar a gravidade da pandemia da Covid-19, uso de máscaras e prática de distanciamento social, todos os fatos que a ciência já provou serem eficazes durante a crise sanitária. “Tem um grupo de Brasília que vai lançar um trabalho agora mostrando que pessoas que têm ideias políticas mais conservadores, mais relacionadas a por exemplo o que o presidente está falando, acreditam mais no presidente, vão se comportar com o não uso da máscara. Isso está relacionado também com essa ideia da personalidade, da percepção de risco, mas também com influência política”, analisou Marcus Vinicius. 

 

Um dos conceitos que podem ser aplicados para compreender o comportamento em relação ao não uso de máscaras é o de “dissonância cognitiva”, que é um tipo de distorção da realidade.

 

O psicólogo explica que essa teoria também está baseada no sistema de crenças das pessoas, que incluem o que alguém encara como certo e errado em relação ao mundo, comportamento e relações. Segundo Marcus Vinicius, os seres humanos que sofrem com distorção cognitiva têm um sistema de crença muito fixo sobre algumas regras. “Quando o mundo acaba colocando essas crenças à prova e falando ‘olha, isso aqui está errado’, a tendência dessas pessoas não é mudar o comportamento, é mudar a justificativa”, esclareceu.

 

Ainda conforme o professor, essas pessoas fazem isso de modo automático e muitas vezes não se dão conta do próprio comportamento. “Ela nem acreditam que vão ficar doentes. Outras acreditam que por serem jovens, por terem histórico de atleta, que é uma gripezinha. Muda até a forma das pessoas perceberem o mundo para não atingir essas crenças”, comentou Marcus Vinicius.

 

“Quando a gente fala por exemplo ‘olha, não fuma cigarro’ ou ‘não dirija bebendo’, aí ela vai pensar ‘ah, mais eu nunca tive problema com isso’, ‘Não tem problema, eu sou um bom motorista’. Entende como é mais ou menos essa distorção da realidade que a pessoa tem na cabeça?”, exemplificou. BN Noticias

Vizinho diz que pulou muro para tentar salvar criança que morreu após ataque de pit bull: ‘Cachorro estava grudado no pescoço dela’



Pit bull é morto após morder crianças em Luziânia — Foto: Reprodução/PM

Pit bull é morto após morder crianças em Luziânia — Foto: Reprodução/PM

Após o vizinho de 2 anos ser atacado pelo pit bull da família, Rubens Souza, que mora na casa ao lado, ouviu gritos e pulou o muro para tentar salvar a criança, em Luziânia, no Entorno do DF. Ele contou que viu o cachorro mordendo o menino e conseguiu separá-los. O garoto foi socorrido, mas morreu por causa do ferimento. O irmão da vítima, de 7 anos, foi mordido no braço e se recupera em casa.

“Eu vi a criança deitada com o cachorro grudado no pescoço dela. Abri uma brecha na boca dele, consegui botar minha mão para puxar. Consegui liberar”, descreveu Rubens.

O acidente aconteceu no domingo (19), no setor Parque Paulistano Gleba A. Quando policiais militares chegaram ao local, as crianças já haviam sido socorridas e levadas à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade. Segundo os PMs, o cachorro iria atacá-los também. Por isso, precisaram atirar. O animal morreu.

Rubens Souza, vizinho da família em que criança de 2 anos foi atacada por pit bull e morreu — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Rubens Souza, vizinho da família em que criança de 2 anos foi atacada por pit bull e morreu — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Investigação

A Polícia Civil está investigando o caso. O delegado Cassius Zamó é responsável pela apuração e afirmou que deve ouvir a família e testemunhas para saber como tudo aconteceu e apontar se alguém deve ser responsabilizado.

“Tudo indica que o cachorro estava em casa e, por uma questão de algum surto, o animal atacou as crianças. […] Pode haver desde uma contravenção penal até uma omissão ou crime mais grave”, disse o delegado.

No dia em que as crianças foram mordidas, a Polícia Civil relatou que ouviu os policiais e o pai dos garotos, quando avaliou que não havia necessidade para a prisão em flagrante de nenhum dos responsáveis. A mãe e outros familiares estavam na UPA com as crianças no momento do registro policial e, por isso, não foram ouvidos na ocasião.

O corpo do garoto de 2 anos foi levado ao Instituto Médico Legal (IML) para ser periciado. De acordo com a Polícia Técnico-Científica, foram feitos os exames necessários e o corpo foi liberado para a família na segunda-feira (19) para ser enterrado.

O corpo do pit bull foi recolhido por um técnico do Centro de Zoonoses. Segundo informações do órgão, o Núcleo de Vigilância Epidemiológica (NVE) deve levar a cabeça do animal para ser examinada em Goiânia para verificar se ele estava sadio. Por G1

Pela primeira vez em 2 meses, ocupação geral de leitos Covid na Bahia fica abaixo de 70%


Pela primeira vez em 2 meses, ocupação geral de leitos Covid na Bahia fica abaixo de 70%

Foto: Paula Fróes/GOVBA

Pela primeira vez desde 23 de fevereiro, a ocupação geral de leitos exclusivos de tratamento da Covid-19 chegou a menos de 70% na Bahia. Nesta terça-feira (20), de acordo com a Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), o índice chegou a 69%.

 

Vale ressaltar que esta porcentagem não é a que o governo do estado se baliza para tomar decisões sobre decretos restritivos. A gestão baiana se baseia na ocupação de leitos de UTI – esta, nesta segunda, está no patamar de 80% e, portanto, segue na mesma média desde o início do mês.

 

Enquanto isto, o boletim desta terça da Sesab trouxe a informação de que, nas últimas 24h, foram registrados 4.283 novos casos do novo coronavírus no estado, além de mais 85 óbitos.

 

Desta forma, o estado soma, desde o início da pandemia, 868.047 casos confirmados e 17.456 mortes.