Senado aprova aumento para ministros do Supremo, com impacto de R$ 4 bi


BRASÍLIA — O Senado aprovou nesta quarta-feira o aumento de 16,38% no salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal(STF). O aumento terá impacto bilionário no Orçamento para o presidente eleito, Jair Bolsonaro, e para os novos governadores. A aprovação deve gerar um rombo de R$ 4 bilhões para União e estados, segundo cálculos de técnicos da Câmara.

Como o projeto já foi aprovado na Câmara, em 2016, ele segue para sanção do presidente Michel Temer. A remuneração irá subir de R$ 33,7 mil para R$ 39,2 mil. O aumento tem efeito cascata, provoca reajustes para magistrados, e faz subir o teto salarial para o funcionalismo — que tem como referência o salário de ministros do STF. A proposta foi aprovada por 41 votos a favor, 16 contrários e uma abstenção.

O Senado aprovou ainda um outro projeto, que reajusta o salário do procurador-geral da República, para o mesmo valor.

O reajuste dos vencimentos dos ministros do STF deve gerar uma despesa extra de R$ 4 bilhões ao ano, contando o impacto nas contas públicas da União e dos estados, devido ao efeito cascata, segundo dados da Consultoria de Orçamento da Câmara.

Apenas para a União, a despesa estimada é de R$ 1,45 bilhão ao ano, sendo R$ 717 milhões no Poder Judiciário, R$ 258 milhões no Ministério Público da União; R$ 250 milhões no Executivo e R$ 220 milhões no Legislativo. No estados, que sofrem uma grave crise fiscal, estima-se um efeito anual de R$ 2,6 bilhões.

Os novos valores dos vencimentos dos ministros entrará em vigor na data da sanção do projeto.

O impacto cascata ocorre porque já existem hoje servidores ganhando, no papel, mais que os R$ 33,7 mil mensais permitidos pelo teto atual. Eles são alvo do chamado “abate-teto”. Com a aprovação do projeto, haverá servidores que terão um reajuste automático. Fonte O Globo

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“O Figueiredo é coisa nossa”, cantava Silvio Santos no seu programa em 1981


Após o SBT escancarar seu apoio a Jair Bolsonaro, resgatando o slogan da ditadura “Brasil, ame-o ou deixe-o”, foi desenterrado um vídeo do programa de Silvio Santos de 1981.

O vídeo mostra o auditório cantando uma adaptação da música Cosa Nostra, de Jorge Ben, que diz “Figueiredo é coisa nossa”, uma homenagem ao General João Figueiredo, último presidente da época da ditadura, em agradecimento pela concessão dos canais do SBT.

Dê uma conferida:

Vídeo: Mulher enfrenta criminosos para salvar cão durante tentativa de assalto em Natal


Foto/Reproducao

Câmeras de vigilância flagraram o momento de uma violenta tentativa de assalto em frente a um pet shop no bairro de Lagoa Nova, Zona Sul de Natal.

O fato aconteceu no início da tarde da última segunda-feira (05), e o alvo era a caminhonete de uma cliente do estabelecimento. As imagens mostram os criminosos abordando a vítima com pistolas e a obrigando a descer do veículo. A mulher, em um ato corajoso e irresponsável, enfrenta os assaltantes, e tira do carro o cachorro, que estava no banco de trás.

Os criminosos tentaram sair com o veículo, mas não conseguiram e fugiram no mesmo carro em que haviam chegado. Assista ao vídeo da tentativa de assalto:

Veja o vídeo:

Moro faz autodefesa e mostra afinidade com Bolsonaro, a quem chama de “bastante moderado”


“É um pouco estranho dizer isso, mas não há menor chance de usar o Ministério para perseguição política. Não fiz isso na Lava Jato, não é no Ministério que vou começar a fazer isso”, disse o juiz 

Jornal GGN – Sergio Moro convocou uma entrevista coletiva nesta terça (6), em Curitiba, para rebater críticas, antecipar planos para o Ministério da Justiça e Segurança e demonstrar sua “subordinação” a Jair Bolsonaro. O juiz da Lava Jato, apesar de todas as polêmicas já ditas pelo presidente eleito de extrema direita, chamou Bolsonaro de “pessoa bastante moderada” e admitiu que foi procurado para compor o governo pelo ministro anunciado Paulo Guedes (Fazenda) no dia 23 de outubro, durante o segundo turno da corrida presidencial.

Moro abriu a coletiva dizendo que quis fazer uma “homenagem” à imprensa, pela cobertura da Operação Lava Jato. O juiz disse que não “reconhece” todas as críticas que recebeu por sua atuação no processos, mas salientou que é este o trabalho da imprensa e demonstrou respeito com as opiniões divergentes.

A entrevista, que durou mais de uma hora e meia, também arrancou de Moro uma posição sobre o fato de não ter solicitado exoneração, mas execução de férias acumuladas ante a 13ª Vara Federal de Curitiba. Ele argumentou que não “enriqueceu” com a função pública e disse que não poderia deixar sua família “desamparada” enquanto não assume o ministério. “Eu preciso da remuneração”, disse Moro, prometendo pedir o desligamento oficial quando tiver próximo de tomar posse.

Moro rebateu também a crítica de que assume uma função política embora tenha dito, em 2016, que jamais deixaria a magistratura para isso. Ele disse que repensou a questão e que entende que está assumindo um cargo técnico no plano federal, com um objetivo maior: garantir que o combate à corrupção no nível inaugurado pela Lava Jato seja consolidado.

“Todas as sensações de que um dia a sorte poderia acabar e a gente poderia retornar ao padrão deletério de corrupção me levou a aceitar o convite.”

O juiz também negou que tenha atuado em favor de Bolsonaro no exercício do cargo. Sobre a prisão de Lula, ele disse que o petista foi “condenado e preso porque cometeu um crime, não por causa das eleições. A minha decisão já foi confirmada por um painel de 3 outros juízes e foi este tribunal [TRF-4] que ordenou a ordem de prisão. Eu apenas cumpri”, comentou.

“Sei que alguns eventualmente interpretaram a minha ida como espécie de recompensa, algo equivocado porque minha decisão [sobre Lula] foi tomada em 2017, sem qualquer perspectiva de que Bolsonaro fosse eleito. O que existe é um crime descoberto, investigado, provado e as cortes de Justiça apenas cumpriram seu dever.”

“Eu não posso pautar a minha vida com base numa fantasia, num álibi falso de perseguição política”, acrescentou.

PLANOS PARA O MINISTÉRIO

Moro disse que seu objetivo é “realizar o que não foi feito nos últimos anos”, ou seja, implantar uma “forte agenda anticorrupção e contra o crime organizado. A ideia aqui não é projeto de poder, mas de fazer a coisa certa num nível mais elevado. Fazer a diferença e afastar de vez a sombra de retrocessos.”

O futuro ministro pretende apresentar um pacote de lei inspirado nas 10 Medidas Contra a Corrupção que os procuradores de Curitiba desenharam em parceria com a Transparência Internacional e a FGV, após a primeira versão do projeto ser rejeitada pelo Congresso. A meta inicial “é apresentar uma coisa simples e de fácil aprovação”.
Moro ainda repeliu as críticas sobre uso político do aparato do Ministério da Justiça. “É um pouco estranho dizer isso, mas não há menor chance de usar o Ministério para perseguição política. Não fiz isso na Lava Jato, não é no ministério que vou começar a fazer isso.”
“Não há a menor chance de políticas discriminatória de minorias”, acrescentou o juiz, afirmando ainda que “crimes de ódio são intoleráveis, devem ser resolvidos pelas polícias locais, mas se for necessário, podemos movimentar as forças federais para solucionar.”
Moro também prometeu se informar melhor sobre o assassinato da ex-vereador Marielle Franco, em busca de solucionar a questão.
O juiz admitiu que irá convocar para compor o Ministério nomes da Lava Jato, porque eles já “foram testados” na operação e teriam provado “eficiência”.
O ministro anunciado bate na tecla, inúmeras vezes, de que pretende enfrentar o crime organizado com inteligência e evitar o confronto físico.
Questionado sobre demarcação de terras indígenas, política de fronteiras, a questão dos refugiados e outras pautas que dizem respeito ao Ministério da Justiça, ele respondeu que não está pronto para detalhar as propostas e que tudo precisará ser discutido com o “corpo do governo eleito”.
Em pautas polêmicas defendidas por Bolsonaro, como porte de armas, redução da maioridade penal, excludente de ilicitude, criminalização de invasões feitas por sem-terras, Moro demonstrou concordância com todos os assuntos, defendendo que sejam discutidos de maneira mais “moderada”.

Máquina dá cobertores para moradores de rua no frio


Máquina automática de cobertores - Foto: RTV6

Máquina automática de cobertores – Foto: RTV6

Olha que iniciativa legal! Moradores de Muncie, em Indiana, nos EUA, criaram uma máquina de vendas com cobertores e roupas quentes para os desabrigado, neste inverno que se aproxima no país.

A máquina automática, parecida com aquelas que vendem refrigerantes e salgadinhos, está disponível para os 200 moradores de rua que vivem atualmente na cidade e eles podem retirar tudo de graça.

Para pegar as roupas, basta que os sem-teto se registrem nos serviços da comunidade local.

Uma vez cadastrados, eles recebem uma espécie de moeda especial para acionar a máquina e retirar gratuitamente o que precisarem. A máquina não aceita dinheiro comum.

Doações

Todo o conteúdo da máquina foi doado por moradores locais para oferecer apoio aos necessitado no inverno que e aproxima.

“Nós sabemos que eles estão por aí. Alguns estão em abrigos, alguns estão em diferentes situações de vida ”, disse Karee Buffin, do Bridges Community Services Fund, à RTV6 .

“Nós queremos usar algo assim para alcançar as pessoas. Isso demonstra que nossa comunidade se importa ”, concluiu.

Veja como funciona:

MORO RELEVA CAIXA DOIS DE ONYX: ELE PEDIU DESCULPAS


LULA: QUEM COMETEU CRIMES FOI SÉRGIO MORO


RICARDO MIRANDA: SILVIO SANTOS, O LAMBE-BOTAS


Após reação negativa, SBT retira uma das transmissões que lembram ditadura


A emissora não explicou por que mensagens com músicas da época da ditadura e o slogan “Brasil: Ame-o ou deixe-o!” foram reproduzidas com a intenção de “unir o país”, logo depois de eleito presidente do Brasil o militar reformado Jair Bolsonaro
Reprodução
Jornal GGN – Após a polêmica transmissão do SBT em referência direta a um dos maiores símbolos da ditadura brasileira, o slogan “Brasil: ame-o ou deixe-o!”, a emissora de televisão retirou do ar as próximas transmissões da mensagem que faz referência a um dos períodos de chumbo do regime militar.
A informação divulgada pelo blog do Mauricio Stycer, que cobre bastidores da TV e celebridades, é que o próprio Silvio Santos foi quem decidiu levar ao ar a série de mensagens enaltecendo o Brasil, com músicas e outros slogans patriotas enaltecidos durante os anos de chumbo, um dos piores da ditadura,  sob o comando do general Médici (1969-1974).
“Como em várias outras situações, o dono do SBT não consultou ninguém, nem deu explicações. Chamou um assistente, transmitiu as mensagens que gostaria de ver no ar e ponto final”, informou o blog.
Entre as cenas de 15 segundos, uma particularmente chamou maior atenção: introduzindo com fotografias de pontos turísticos do Brasil, o locutor finaliza com a declaração “Brasil: ame-o ou deixe-o!”, slogan reconhecido no governo Médici por ameaçar quem se opunha a ditadura do regime militar.
De acordo ainda com o blog de Mauricio Stycer, se tratou de um “erro”, porque o objetivo de Silvio Santos “seria de promover uma mensagem de união do Brasil”. Por isso, apenas esse spot foi retirado do ar.
Entretanto, os outros spots continuam no ar. Um deles, traz a música “Eu te amo, meu Brasil”, da dupla Dom e Ravel, ainda no período da ditadura. Outro traz o ritmo do hino “Pra frente Brasil”, de Miguel Gustavo, popularizada na Copa de 1970, também na ditadura.
A emissora ainda não se pronunciou por que essas mensagens foram transmitidas. Uma especulação é de que se trata de um anúncio da novela “Amor e Revolução”, que será reprisada e trata da ditadura militar. Outros acreditam que seja uma homenagem ao capitão reformado do Exército eleito presidente do Brasil, Jair Bolsonaro.

PF realiza buscas em 23 prefeituras da Bahia nas Operações Sombra e Escuridão e Elymas Magus:


[PF deflagra operações para combater fraudes em licitações no sul da Bahia]

As Operações Sombra e Escuridão e Elymas Magnus, deflagradas hoje (6) pela Polícia Federal, realizaram buscas em 23 prefeitura do sul da Bahia com o objetivo de localizar e apreender processos licitatórios e de pagamentos suspeitos de fraude.

Os agentes da PF realizaram os procedimentos nas prefeituras de Aurelino Leal, Barra do Rocha, Buerarema, Camacã, Camamu, Eunápolis, Gongogi, Ibirapitanga, Ibirataia, Igrapiúna, Ilhéus, Ipiaú, Itabuna, Itagibá, Itapé, Ituberá, Maraú, Nazaré, Santa Luzia, Ubaitaba, Ubatã, Valença e Wenceslau Guimarães.

A Justiça Federal da Ilhéus expediu 13 mandados de prisão preventiva, dos quais 11 foram cumpridas, porém dois investigados ainda estão foragidos. Ocorreram ainda duas prisões em flagrante, por posse ilegal de arma de fogo, uma delas de um dos investigados contra o qual já havia mandado de prisão.

Foram cumpridos 50 mandados de busca, nas casas dos investigados, empresas e prefeituras municipais, onde foram apreendidos documentos, computadores, celulares e cerca de 18 mil reais em espécie.

Ainda foram bloqueados R$ 28,3 milhões de contas bancárias e bens dos investigados, pessoas físicas e jurídicas. Fonte Metrô.

Parabéns para o casal Wellington e Fabiana! O pastel do Maracaizinho está cada vez mais saboroso


Resultado de imagem para foto de pastel

Café com Leite Notícias: Para quem não conhece ainda, no Maracaizinho, na cidade de Maracás, bem na frente da quadra de esportes, está uma barraca com o casal Wellington & Fabiana, que são nota dez, produzindo salgados também nota dez. O grande problema que acontece quando a gente come um salgado nesta barraca, é o fato de querer comer mais um. Portanto, levem um dinheirinho a mais para ter bis. Mas isso não será um problema, pois o preço do salgado lá não é salgado. Pode conferir. Vai valer a pena saborear, principalmente o pastel.

 

Moro jura que prisão de Lula não teve nada a ver com as eleições


De acordo à matéria publicada no Blog no Esmael, o juiz Sérgio Moro concedeu nesta terça feira (6) a primeira entrevista coletiva após aceitar o convite para ser “superministro” do futuro governo de Jair Bolsonaro (PSL). Ele falou com a imprensa no auditório da Justiça Federal do Paraná, em Curitiba.

Entre outras assuntos, Sérgio Moro falou sobre condenação do ex-presidente Lula e jurou de pés juntos que a prisão não teve nada a ver com as eleições.

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“O que existe é um crime que foi descoberto, investigado e provado e as cortes apenas cumpriram a lei. Não posso pautar minha vida num álibi falso de perseguição política”, afirmou Sergio Moro.

Mas a verdade é que Moro revelou-se perseguidor e parcial em várias oportunidades conforme anotou a direção nacional do PT: quando gravou e vazou ilegalmente conversas privadas da presidenta da República; quando condenou Lula, sem provas e por “atos indeterminados”; quando fez malabarismo judicial para descumprir a ordem de soltura do TRF 4; quando manipulou o calendário do processo para impedir um depoimento de Lula, no qual poderia se defender e divulgou uma delação mentirosa de Antonio Palocci às vésperas do primeiro turno.


 

A Procuradora-Geral da República Raquel Dodge pediu nesta terça (6), por meio de Mandado de Segurança, a volta do ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB) para a cadeia.

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A procuradora requereu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a revogação da decisão do ministro Gilmar Mendes que soltou o tucano.

O mandado de segurança da PGR requer ainda que o processo seja distribuído ao ministro Luiz Fux, por prevenção, e que Gilmar fique impedido de examinar casos penais que envolvam condução coercitiva.

Gilmar Mendes mandou soltar Richa em virtude dele [ministro] ter sido o relator da Arguição por Descumprimento de Preceitos Fundamentais (ADPF 444), que resultou na proibição do instituto da condução coercitiva.

“Na petição individual, o ex-governador utilizou-se de subterfúgios processuais para ‘escolher’ o julgador do seu pedido de liberdade. Ele alegou que a medida, determinada em primeira instância, era, na verdade, condução coercitiva travestida de prisão temporária”, fundamentou Dodge.

Beto Richa tinha sido preso no dia 11 de setembro no âmbito da Operação Rádio Patrulha, do Gaeco, que investiga recebimento de “tico-tico” (propina) no programa Patrulha no Campo. Fonte Blog do Esmael.

Record em pânico com o fim dos programas de Sabrina e Porchat


Programas de Sabrina Sato e Fábio Porchat não terão continuidade em 2019 (Foto: Divulgação)

Do Notícias da TV

Já está instaurado o clima de pânico nos bastidores da Record. Funcionários que trabalham na produção e na equipe técnica estão com medo de perderem seus empregos às vésperas das festas de fim de ano por conta do cancelamento dos programas de Sabrina Sato e de Fábio Porchat. Alguns já se anteciparam e começaram a distribuir currículo.

“A Record está terceirizando tudo. Tirando o Jornalismo, o único programa de Entretenimento que teremos aqui no ano que vem é o do Rodrigo Faro. Muita gente vai ficar sem função e certamente muitos serão demitidos”, disse um funcionário da equipe técnica, que pediu para não ter seu nome revelado.

A Record tem optado por investir em formatos e quem se encarrega de toda a execução dos programas são as produtoras parceiras. Como a maioria das atrações é feita fora dos estúdios da emissora, as empresas contratadas utilizam mão de obra própria ou contratam ex-funcionários de Edir Macedo, mas apenas temporariamente.

A Record intensificou o processo de terceirização de suas produções em 2017, com o fim dos programas de Xuxa Meneghel e de Marcos Mion.

No início deste ano, foi a vez de Geraldo Luís perder seu auditório e espaço na grade, resultando na demissão de mais de 20 funcionários.

Com a saída de Fábio Porchat no final deste ano e o fim do Programa da Sabrina, em março, a Record não terá onde realocar o grande número de produtores, cinegrafistas, operadores de áudio, sonoplastas e assistentes de operações. Por isso o pânico.

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Após agressão, Nadja Pessoa é expulsa de “A Fazenda 10”


Do DCM

Durante a tarde desta terça-feira (6), após uma acusação de agressão contra Caique Aguiar, Nadja Pessoa foi expulsa de “A Fazenda 10”. A participante sumiu das câmeras por alguns minutos e os peões comentaram que ela foi chamada para a despensa pela produção do programa.

Depois de alguns minutos, a fazendeira da semana, Catia Paganote recebeu um aviso e leu uma bilhete enviado pela produção: “Atenção, peões. Segundo o manual de sobrevivência, um peão pode ser retirado do jogo por violência física e proposital ou qualquer atitude que possa colocar em risco a integridade física de um ou mais participantes. Por decisão da produção do programa, a participante Nadja está fora do jogo”.

Os peões especularam se algum participante vai entrar no lugar da empresária. “Estava na regra que poderia entrar alguém”, disparou Léo Stronda. João Zoli também apostou na hipótese: “Vão abrir o quarto e vai ter uma pessoa no lugar dela”. Depois de alguns minutos, a produção enviou malas para os peões guardarem as coisas da participante eliminada.

Horas antes, o diretor de “A Fazenda 10”, Rodrigo Carelli disse que a decisão seria revelada por Marcos Mion apenas no programa ao vivo desta terça-feira (6). A informação tinha sido divulgada pelo diretor durante visita aos estúdios do reality show em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo.

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