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Animais nos seus passeios urbanos na cidade de Maracás


Foto Vandinho Maracás

 

Café com Leite Notícias: Ultimamente é muito comum se vê animais pelas ruas e praça da cidade de Maracás. São muitas as reclamações que chegam à nossa redação de que vacas, cavalos, jumentos estão passeando pelas ruas. Dessa vez foi a vez de dois jumentos curtirem a área urbana da cidade, próximo à rótula, na saída para Lajedo do Tabocal.

É preciso que os responsáveis por esses animais, tanto os donos quanto  o poder público, terem mais cuidado de não deixar acontecer essas coisas. A mesma coisa é com a quantidade de cães e cadelas soltas nas ruas da cidade só procriando e os filhotes crescerem sem donos e sem cuidados. Quando um maracaense visita cidades mais organizadas logo percebe a diferença. Uma pessoa chegou para a nossa redação e contou sobre o que viu numa cidade do Sul de Minas, onde não se vê um único cachorro solto pelas ruas. Assim como, existem poucos quebra molas, pois os motoristas leem placas e os donos dos seus cachorros os criam presos. É realmente uma diferença muito grande, mas essa nossa bela cidade chamada Maracás, também pode ser uma cidade que chame atenção no futuro,mas em coisas boas. Um dia se chega lá.

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Haddad e a estrada aberta nas pesquisas: como candidato do Lula, pode chegar a 49%. Por Joaquim de Carvalho

Eles

 

Segundo uma matéria que circulou no Diário do Centro do Mundo, a pesquisa Datafolha revela dados muito mais positivos para Haddad do que os 16% dos eleitores que declararam que votarão nele para presidente — um índice que o coloca em segundo lugar na disputa por duas vagas no segundo turno.

De acordo o Datafolha, 33% dos eleitores dizem que votarão, com certeza, no candidato que Lula indicar e 16% talvez façam isso. Haddad poderia ter, portanto, 49%  dos votos no primeiro turno.

E por que está muito longe disso?

A principal razão: Haddad é o candidato menos conhecido entre os cinco primeiros colocados — 26% dos eleitores nunca ouviram falar dele, contra 9% em relação a Marina Silva, 13% em relação a Alckmin e 14% em relação a Ciro Gomes e Bolsonaro.

Entre os indecisos, o percentual de eleitores que não conhecem Haddad é ainda maior: 44%. Ciro Gomes, por exemplo, é desconhecido apenas por 18% dos eleitores que ainda não decidiram em quem votar no dia 7 de outubro.

O Datafolha também perguntou aos eleitores se poderiam trocar de voto. Entre os que decidiram votar em Ciro Gomes, 57% admitem que podem trocar de candidato e, destes, praticamente metade migrariam para Haddad.

A mesma pergunta foi feita aos eleitores de Haddad, e apenas 25% declararam que poderiam trocar de candidato. Nesse caso, se mudassem, 34% migrariam para Ciro Gomes.

O que a pesquisa mostra é a conexão que existe entre eleitores de Ciro e Haddad, mas no caso do candidato do PT voto é mais consolidado.

Isso significa que, à medida em que Haddad for crescendo na pesquisa, ele pode tirar votos de Ciro. Mas não apenas dele.

Esta é, efetivamente, uma tendência, já que 33% do total de eleitores disseram que votarão no candidato indicado por Lula e 16% talvez.

Para Ciro Gomes, restará tentar explorar o rejeição a Bolsonaro como estratégia de campanha. Suas chances aumentarão se conseguir convencer o eleitor de que Haddad não tem chances de derrotar o capitão reformado no segundo turno.

Mas, para isso, ele terá que fazer um discurso em que preserve tanto Haddad quanto Lula, para não provocar rejeição à sua candidatura entre os eleitores do PT.

É difícil.

O cenário mais provável de segundo turno é entre Haddad e Bolsonaro, e as próximas pesquisas devem confirmar o que os trackings — consultas por telefone — feitos pelas campanhas já indicam: Haddad deve aparecer com mais de 20 pontos.

Veja a íntegra do último Dafolha:

 

Você deveria se preocupar com o plano econômico de Jair Bolsonaro


Ler o programa de governo de Jair Bolsonaro é aventurar-se pela cabeça do candidato e de sua equipe. E esse é o lado ruim. Assusta que um candidato apresente um projeto tão pífio para uma campanha presidencial

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Alexandre Andrada, The Intercept

Matéria do Pragmatismo: Ler o programa de governo de Jair Bolsonaro, intitulado O Caminho da Prosperidade, é aventurar-se pela cabeça do candidato e de sua equipe. E esse é o lado ruim.

Assusta que um candidato apresente um projeto tão pífio para uma campanha presidencial. Assusta que esse candidato seja o atual líder nas pesquisas de opinião. Bolsonaro é uma ameaça não só para nossa democracia, mas também para nosso desenvolvimento econômico e para os nossos frágeis avanços sociais.

Vamos ao que interessa: a economia. O documento começa afirmando que a área será liderada por duas instituições: o Banco Central e o Ministério da Economia. Esse último seria resultado da junção dos ministérios da Fazenda, do Planejamento e da Indústria & Comércio, além da Secretaria Executiva do Programa de Parcerias de Investimentos. As instituições financeiras federais, diz o documento, também estarão subordinadas ao novo Ministério.

Não é uma novidade. O Brasil já teve um Ministério da Economia resultante da junção dessas mesmas pastas. A ideia de Bolsonaro nada mais é que um plágio do que foi feito por Fernando Collor de Mello durante seu breve governo (1990-1992). A ideia, tanto lá em 1990 quanto hoje em 2018, é de sinalizar para o público que o governo é sério, austero, evita o desperdício.

O resultado prático, porém, pode ser negativo.

Assim como Collor entregou poderes excessivos para uma economista sem qualquer experiência na alta burocracia federal (no caso, Zélia Cardoso de Melo), (vídeo) Bolsonaro promete fazer algo similar, dotando Paulo Guedes de superpoderes. Responsável pelo Plano Collor, Zélia confiscou o dinheiro da poupança e da conta corrente dos brasileiros, provocando uma grave crise econômica. E falhou no combate à hiperinflação.

Paulo Guedes é confiável e capaz de gerenciar tão amplo espectro da administração pública? É provável que não.

Pérsio Arida, principal economista da equipe do tucano Geraldo Alckmin, usualmente diplomático, recentemente classificou Guedes como “mitômano e afirmou: “Ele nunca produziu um artigo de relevo. Nunca dedicou um minuto à vida pública, não faz ideia das dificuldades”.

Arida, goste-se ou não de suas ideias, é um acadêmico de peso e foi um dos elaboradores intelectuais do que viria a ser o Plano Real. Também ocupou diversos cargos na burocracia federal, chegando à presidência do Banco Central e do BNDES.

Os outros economistas por trás dos principais candidatos também têm experiência prática: Mauro Benevides, coordenador do projeto econômico de Ciro Gomes (PDT), além de acadêmico, tem mais de 20 anos de experiência como Secretário de Fazenda no Ceará. Na campanha está outro professor da Universidade Federal do Ceará, Flávio Ataliba, reconhecidamente um grande estudioso da questão previdenciária no país. Marina Silva conta com a colaboração de nomes como André Lara Resende e Ricardo Paes de Barros, dois pesos-pesados da teoria e da política econômica nacional há décadas.

Fernando Haddad (PT) tem na sua retaguarda gente como Nelson Barbosa, cuja experiência como ministro do Planejamento e da Fazenda são importantes, além de ter começado a manter conversas com economistas de alto nível e críticos de seu partido, como Samuel Pessoa e Marcos Lisboa (que ocupou cargo de relevo no Ministério da Fazenda na gestão Palocci).

O superministro de Bolsonaro, Paulo Guedes, por outro lado, ainda que seja portador de um vistoso título de PhD pela Universidade de Chicago, jamais desempenhou uma função de relevo na burocracia federal. Pior ainda, sequer dedicou tempo e recursos para a elaboração de um plano – isto é, de um conjunto claro e factível de medidas – para sanear a economia brasileira.

Paulo Guedes, pelo visto, tem consciência de seu despreparo para tal função. Talvez por isso mesmo tenha fugido do debate com os economistas das demais candidaturas, realizado recentemente pela TV Cultura.

Quando tenta ir além de chavões pavorosos e sem significado algum – como “o liberalismo reduz a inflação” –, o resultado é sofrível e risível.

A campanha de Bolsonaro fala, por exemplo, em zerar o déficit primário – o prejuízo nas contas públicas – em 2019 e gerar um superávit no ano seguinte. Ou seja: Em 2017, o déficit primário foi de R$ 124 bilhões. Para 2018, a previsão é que ele chegue a quase R$ 150 bilhões. Isso é muito preocupante.

Como Paulo Guedes fará isso é uma gigantesca incógnita. A única pista é quando ele diz: “Esse processo de redução de dívida será reforçado com a realização de ativos públicos.” Em outras palavras, venda de estatais e privatizações.

Essa é uma afirmação que faz transparecer todo o despreparo da equipe de econômica de Bolsonaro.

Há ineficiência ou má fé da PF na prorrogação do inquérito sobre Bolsonaro. Por Geraldo Seabra


Jair Bolsonaro no hospital. Foto: Reprodução/Globo

Depois de falhar na proteção que devia oferecer com seus 21 agentes ao candidato Jair Bolsonaro (PSL), e se estender de forma demasiada nas investigações para descobrir as reais motivações para a agressão à faca sofrida pelo ex-capitão durante passeata em Juiz de Fora, a Polícia Federal volta a dar provas da sua ineficiência – ou má fé – ao pedir a prorrogação das investigações para elucidação de um crime cujo principal suspeito foi preso em flagrante, minutos depois de consumar a agressão.

Ao prorrogar por mais 15 dias as investigações, a PF marca a divulgação do resultado do seu inquérito exatamente para as vésperas da eleição que tem por vítima exatamente o líder das pesquisas. E que já se beneficiou do atentado como deixa claro seu crescimento nas pesquisas, em razão da cobertura da mídia que noticia a evolução do seu quadro clínico desde os primeiros momentos do atentado.

Resta saber a quem pretende servir a PF, ao marcar para as vésperas da eleição a conclusão do inquérito. Como se recorda, nas eleições de 1989, procurou-se vincular ao PT o sequestro do empresário Abílio Dinis, então dono do grupo Pão de Açúcar. Presos no cativeiro de Diniz usando camisas da campanha de Lula, os envolvidos no sequestro do empresário disseram depois que a Polícia os obrigou a vestir as roupas.

Até mesmo teses acadêmicas já provaram que ao ser relacionado ao PT e desmentido logo após a eleição, a cobertura pela mídia (O Globo, Estadão, O Globo, Veja, Tv Globo etc.) do sequestro de Abílio Diniz pode ter sido decisiva para o resultado do segundo turno da eleição, que deu a vitória de  Fernando Collor sobre Lula.

Sempre às vésperas de eleição arranja-se um fato para vinculá-lo ao PT. No início da semana, insinuou-se por vias transversas que o dinheiro apreendido pela Polícia Federal no aeroporto de Guarulhos na bagagem do vice-presidente da Guiné Equatorial seria destinado à campanha de Fernando Haddad.

No domingo passado, em entrevista ao Estadão, o comandante do Exército, general Eduardo Villas Boas, justificou o crescimento da candidatura de Bolsonaro nos quarteis “porque ele procura se identificar com as questões que são caras às Forças Armadas”.

Essas questões com que se identificam Bolsonaro e os militares não são diversas das que fizeram da Polícia Federal linha auxiliar dos órgãos de repressão da ditadura militar (1964-1985).

Isso faz com que esse papel de polícia política, que voltou a contaminar a Polícia Federal no episódio do ex-reitor da Universidade Federal de Santa Catarina, que levado à morte depois de preso sem provas e afastado de suas funções da UFSC, seguida da perseguição que faz ao corpo docente da instituição, torna questionável as intenções da PF ao marcar para a véspera do pleito presidencial a conclusão do seu inquérito sobre o atentado a Jair Bolsonaro.

Homem usa ônibus escolar para resgatar 64 animais ameaçados por furacão nos EUA


Animais transportados por Tony Alsup na traseira de seu ônibus escolar na Carolina do Sul — Foto: Reprodução/Facebook/Tony Alsup

Animais transportados por Tony Alsup na traseira de seu ônibus escolar na Carolina do Sul — Foto: Reprodução/Facebook/Tony Alsup

Pouco antes do Florence chegar à Carolina do Sul, Tony Alsup deixou sua casa em Greenback, no estado do Tennessee, e correu para chegar antes com seu ônibus escolar a abrigos de animais em quatro cidades na rota do furacão.

Com o veículo, ele visitou North Myrtle Beach, Dillon, Georgetown e Orangeburg e recolheu 53 cães e 11 gatos que corriam risco de vida caso permanecessem ali.

Ele então os transportou até um abrigo em Foley, Alabama, que ofereceu espaço para recebê-los provisoriamente. De lá, eles serão distribuídos a outros abrigos em diversos locais do país, para que possam ser adotados.

Mas esta não foi a primeira vez que Alsup fez isso. Ele comprou o veículo especialmente para essa finalidade, inclusive.

Tony Alsup ao volante de seu ônibus, na Carolina do Sul, quando foi transportar animais ameaçados pelo furacão Florence — Foto: Reprodução/Facebook/Tony Alsup

Tony Alsup ao volante de seu ônibus, na Carolina do Sul, quando foi transportar animais ameaçados pelo furacão Florence — Foto: Reprodução/Facebook/Tony Alsup

 

Em entrevista ao jornal “Greenville News”, ele explicou que tudo começou durante a passagem do furacão Harvey, quando viu um apelo para que voluntários ajudassem a transportar animais de abrigos em Houston para outros locais mais seguros.

Na época, ele tinha uma pequena camionete e se ofereceu para buscar alguns cães e gatos. Mas um mal-entendido fez com que os responsáveis pelos abrigos acreditassem que ele poderia carregar muito mais animais do que os que seu veículo comportava.

Brincando, ele disse que, por ser “um homem de palavra”, não poderia desapontar aqueles que contavam com ele. “Então, eu disse, quer saber, por que eu não compro logo um ônibus?”

O ônibus usado por Tony Alsup para transportar animais resgatados em áreas atingidas por furacões nos EUA — Foto: Reprodução/Facebook/Tony Alsup

O ônibus usado por Tony Alsup para transportar animais resgatados em áreas atingidas por furacões nos EUA — Foto: Reprodução/Facebook/Tony Alsup

 

E foi assim que, por US$3.200, Alsup comprou um velho ônibus escolar, que dirigiu até o Texas e usou para transportar dezenas de animais. Feliz com o resultado, ele passou a coletar doações para comprar combustível e suprimentos e desde então sempre viaja a regiões atingidas por furacões para colaborar.

Ele leva ração, água e caixas de transporte e ajuda a retirar cães e gatos de locais onde eles correm risco e os leva até abrigos que possam recebê-los em segurança. Muita gente, diz, o chama de louco, mas ele garante amar o que faz. “Eles (os animais) sabem que eu sou o cão alfa e não estou aqui para fazer mal a eles”.

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Noam Chomsky conta como foi a visita a Lula


O linguista e filósofo Noam Chomsky e o ex-ministro Aloizio Mercadante falam após visita ao Presidente #Lula em Curitiba.

Posted by PT – Partido dos Trabalhadores on Thursday, September 20, 2018

FHC, que apoiou o golpe, diz, em carta, que “democracia é valor pétreo” e pede para se deter a “radicalização atual”


O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (YASUYOSHI CHIBA/AFP)

Publicado originalmente na fanpage do Facebook de FHC

Carta aos eleitores e eleitoras

Em poucas semanas escolheremos os candidatos que passarão ao segundo turno. Em minha já longa vida recordo-me de poucos momentos tão decisivos para o futuro do Brasil em que as soluções dos grandes desafios dependeram do povo. Que hoje dependam, é mérito do próprio povo e de dirigentes políticos que lutaram contra o autoritarismo nas ruas e no Congresso e criaram as condições para a promulgação, há trinta anos, da Constituição que nos rege.
Em plena vigência do estado de direito nosso primeiro compromisso há de ser com a continuidade da democracia. Ganhe quem ganhar, o povo terá decidido soberanamente o vencedor e ponto final.
A democracia para mim é um valor pétreo. Mas ela não opera no vazio. Em poucas ocasiões vi condições políticas e sociais tão desafiadoras quanto as atuais. Fui ministro de um governo fruto de outro impeachment, processo sempre traumático. Na época, a inflação beirava 1000 por cento ao ano. O presidente Itamar Franco percebeu que a coesão política era essencial para enfrentar os problemas. Formou um ministério com políticos de vários partidos, incluída a oposição ao seu governo, tal era sua angústia com o possível despedaçamento do país. Com meu apoio e de muitas outras pessoas, lançou-se a estabilizar a economia. Criara as bases políticas para tanto.
Agora, a fragmentação social e política é maior ainda. Tanto porque as economias contemporâneas criam novas ocupações, mas destroem muitas outras, gerando angústia e medo do futuro, como porque as conexões entre as pessoas se multiplicaram. Ao lado das mídias tradicionais, as “mídias sociais” permitem a cada pessoa participar diretamente da rede de informações (verdadeiras e falsas) que formam a opinião pública. Sem mídia livre não há democracia. 
Mudanças bruscas de escolhas eleitorais são possíveis, para o bem ou para o mal, a depender da ação de cada um de nós.
Nas escolhas que faremos o pano de fundo é sombrio. Desatinos de política econômica, herdados pelo atual governo, levaram a uma situação na qual há cerca de treze milhões de desempregados e um déficit público acumulado, sem contar os juros, de quase R$ 400 bilhões só nos últimos quatro anos, aos quais se somarão mais de R$ 100 bilhões em 2018. Essa sequência de déficits primários levou a dívida pública do governo federal a quase R$ 4 trilhões e a dívida pública total a mais de R$ 5 trilhões, cerca de 80% do PIB este ano, a despeito da redução da taxa de juros básica nos últimos dois anos. A situação fiscal da União é precária e a de vários Estados, dramática. 
Como o novo governo terá gastos obrigatórios (principalmente salários do funcionalismo e benefícios da previdência) que já consomem cerca de 80% das receitas da União, além de uma conta de juros estimada em R$ 380 bilhões em 2019, o quadro fiscal da União tende a se agravar. O agravamento colocará em perigo o controle da inflação e forçará a elevação da taxa de juros. Sem a reversão desse círculo vicioso o país, mais cedo que tarde, mergulhará em uma crise econômica ainda mais profunda.
Diante de tão dramática situação, os candidatos à Presidência deveriam se recordar do que prometeu Churchill aos ingleses na guerra: sangue, suor e lágrimas. Poucos têm coragem e condição política para isso. No geral, acenam com promessas que não se realizarão com soluções simplistas, que não resolvem as questões desafiadoras. É necessária uma clara definição de rumo, a começar pelo compromisso com o ajuste inadiável das contas públicas. São medidas que exigem explicação ao povo e tempo para que seus benefícios sejam sentidos. A primeira dessas medidas é uma lei da Previdência que elimine privilégios e assegure o equilíbrio do sistema em face do envelhecimento da população brasileira. A fixação de idades mínimas para a aposentadoria é inadiável. Ou os homens públicos em geral e os candidatos em particular dizem a verdade e mostram a insensatez das promessas enganadoras ou, ganhe quem ganhar, o pião continuará a girar sem sair do lugar, sobre um terreno que está afundando.
Ante a dramaticidade do quadro atual, ou se busca a coesão política, com coragem para falar o que já se sabe e a sensatez para juntar os mais capazes para evitar que o barco naufrague, ou o remendo eleitoral da escolha de um salvador da Pátria ou de um demagogo, mesmo que bem intencionado, nos levará ao aprofundamento da crise econômica, social e política. 
Os partidos têm responsabilidade nessa crise. Nos últimos anos, lançaram-se com voracidade crescente ao butim do Estado, enredando-se na corrupção, não apenas individual, mas institucional: nomeando agentes políticos para, em conivência com chefes de empresas, privadas e públicas, desviarem recursos para os cofres partidários e suas campanhas. É um fato a desmoralização do sistema político inteiro, mesmo que nem todos hajam participado da sanha devastadora de recursos públicos. A proliferação dos partidos (mais de 20 na Câmara Federal e muitos outros na fila para serem registrados) acelerou o “dá-cá, toma-lá” e levou de roldão o sistema eleitoral-partidário que montamos na Constituição de 1988. Ou se restabelece a confiança nos partidos e na política ou nada de duradouro será feito.
É neste quadro preocupante que se vê a radicalização dos sentimentos políticos. A gravidade de uma facada com intenções assassinas haver ferido o candidato que está à frente nas pesquisas eleitorais deveria servir como um grito de alerta: basta de pregar o ódio, tantas vezes estimulado pela própria vítima do atentado. O fato de ser este o candidato à frente das pesquisas e ter ele como principal opositor quem representa um líder preso por acusações de corrupção mostra o ponto a que chegamos. 
Ainda há tempo para deter a marcha da insensatez. Como nas Diretas-já, não é o partidarismo, nem muito menos o personalismo, que devolverá rumo ao desenvolvimento social e econômico. É preciso revalorizar a virtude da tolerância à política, requisito para que a democracia funcione. Qualquer dos polos da radicalização atual que seja vencedor terá enormes dificuldades para obter a coesão nacional suficiente e necessária para adoção das medidas que levem à superação da crise. As promessas que têm sido feitas são irrealizáveis. As demandas do povo se transformarão em insatisfação ainda maior, num quadro de violência crescente e expansão do crime organizado. 
Sem que haja escolha de uma liderança serena que saiba ouvir, que seja honesto, que tenha experiência e capacidade política para pacificar e governar o país; sem que a sociedade civil volte a atuar como tal e não como massa de manobra de partidos; sem que os candidatos que não apostam em soluções extremas se reúnam e decidam apoiar quem melhores condições de êxito eleitoral tiver, a crise tenderá certamente a se agravar. Os maiores interessados nesse encontro e nessa convergência devem ser os próprios candidatos que não se aliam às visões radicais que opõem “eles” contra ”nós”. 
Não é de estagnação econômica, regressão política e social que o Brasil precisa. Somos todos responsáveis para evitar esse descaminho. É hora de juntar forças e escolher bem, antes que os acontecimentos nos levem para uma perigosa radicalização. Pensemos no país e não apenas nos partidos, neste ou naquele candidato. Caso contrário, será impossível mudar para melhor a vida do povo. É isto o que está em jogo: o povo e o país. A Nação é o que importa neste momento decisivo.

Deputado Bobô relembra grandes momentos da sua vida e fala bem de Otto Alencar


[‘Otto Alencar me salvou e por pouco não me levou para o Vitória’, revela Bobô]

Ex-jogador e atual deputado estadual pelo PCdoB, Bobô lembrou, em entrevista à Rádio Metrópole, da primeira grande contusão que teve na carreira, aos 17 anos, quando ainda estava na Catuense.

“Fiquei lá por cinco anos, muito bem. Tive um ano difícil, rompi ligamentos, fiquei 11 meses sem jogar e quase encerrei a minha carreira”, afirmou.
Hoje, aliado do senador Otto Alencar (PSD) na política, o ex-atleta iniciou a relação com o parlamentar antes de ingressar na vida pública.

“Otto era o médico que fez a cirurgia, me salvou. Por pouco não me levou para o Vitória. Ele era conselheiro do clube e tentou. Ele me chama até hoje de traíra, diz: ‘Botei você pra jogar e você me traiu’”, contou.

Campeão brasileiro pelo Bahia em 1988, ele assumiu dar trabalho à arbitragem. “Com o árbitro eu era um pouquinho enjoado. Mantive equilibro nos momentos mais importantes. Na disputa, ou tem controle ou se perde”, avaliou.

Atualmente, do futebol só boas lembranças. Bobô hoje é um deputado Estadual pelo PC do B, onde vem desenvolvendo um bom trabalho. Na área de esportes, ele que tem um grande conhecimento, vem ajudando a muita gente.

Aqui em Maracás, ele é representado pelo vereador Marcos de Clóvis que tem conseguido muitos benefícios para o povo, principalmente nas áreas de saúde e esportes.

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MARACÁS: “ACADEMIA MENINA MULHER CHEGOU PRA SOMAR E NÃO PARA CONCORRER”


Café com Leite Notícias

 

Mulheres em atividade depois do Pique do Bem

 

A academia Menina Mulher não chegou para concorrer, mas sim para somar: Foi o que disse Najara, proprietária da academia, em um rápido bate papo com a reportagem Café com Leite Notícias durante evento no dia sete de Setembro, que foi um encontro de mulheres em um passeio pelas ruas da cidade de Maracás, que foi denominado de Pique Pelo Bem.

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Na ocasião dezenas de mulheres se reuniram e, apesar da chuva fina que caía, deu tudo certo e o evento foi realmente um pique pelo bem da saúde física e mental da mulherada, além de ter feito um grande bem também para quem assistiu das janelas das suas residências.

Na volta, depois de uma hora de pique, na área da academia  ainda teve muitos exercícios e danças, para então rolar aquele lanche saudável e começar a pensar no próximo evento, já que aquele foi o primeiro Pique Pelo Bem.

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Mulheres durante percurso pelas ruas de Maracás

 

Najara disse que quando teve a ideia para o projeto da Menina Mulher, ela não pensou em apenas ter uma academia na cidade para concorrer com as que já existiam, mas sim somar para que a mulher de Maracás pudesse encontrar um espaço que encaixasse nas suas exigências, já que a academia oferece uma grande variedade de segmentos para o corpo, mente e alma da mulher.

Questionada se o projeto deu certo, se tem atingido as expectativas, ela disse que sim e que está muito satisfeita, não apenas olhando o lado rentável, o financeiramente, mas sim e principalmente, pelo fato de ter sido algo que veio preencher o que faltava para a mulher maracaense, em nível de estética. O personal Ricardo disse que trata-se de uma academia que tem muito a oferecer para as mulheres de Maracás, por ser inovadora e que sempre vai querer agregar algo novo, pois os diretores assim planejam.

Tendo o seu primeiro dia de funcionamento em 20 de janeiro de 2017, a  academia Menina mulher já é uma das mais equipadas do interior da Bahia, mas, de acordo à informação de Najara, ainda tem muito a agregar. Vale a pena conferir.

 

Garoto faz 5 anos e doa seus presentes para crianças carentes


Benício entrega os brinquedos - Foto: Sara Braga/Arquivo pessoal
Benício entrega os brinquedos – Foto: Sara Braga/Arquivo pessoal

Um garoto de apenas 5 anos deu um exemplo de desapego e solidariedade. Benício dos Santos doou todos os presentes que ganhou na festa de aniversário para crianças carentes do Ramal do Pica-Pau, em Rio Branco, no Acre.

A entrega dos brinquedos foi no domingo, dia 9 e a festa no dia 25 de agosto.

A ideia foi da mãe de Benício, a psicóloga Sara Braga e o garoto gostou tanto que resolveu entregar ele mesmo os brinquedos.

No dia da entrega, a psicóloga contou que o filho fez questão de ele mesmo distribuir os brinquedos. A ação foi possível através de uma amiga de Sara, que faz trabalho voluntários na comunidade. Além delas, a policial civil Josenice Peixoto, do Projeto Pacificar, levou cachorro quente, refrigerantes e outras comidas para a criançada.

“Benício é uma criança muito diferente. É um menino muito esperto, converso muito com ele sobre se preocupar com o próximo, ser sempre uma pessoa do bem. É um menino muito elogiado na escolinha, na natação porque se preocupa muito com o próximo. No futebol se um amiguinho cai ele quer parar o jogo para ajudar. Me sinto uma mãe muito abençoada”, comemorou.

Como

Dois meses antes da festa, quando o menino contou os presentes que queria ganhar, a mãe aproveitou para lembrar que o filho tinha muitos brinquedos e que haviam crianças que não tinham nem o que comer.

“Antes de eu propor ele já falou ‘mãe, eu já sei! Quer que eu dê meus presentes para as criancinhas?”.

Falei que era uma ideia, que ele não era obrigado, que é muito criança. Ele colocou a mão na minha perna e falou ‘não mãe, eu entendo que tem criança que não tem mãe e nem pai. Está tudo bem dar meus presentes, não vou ficar chateado’”, relembrou.

A mãe achava que Benício mudaria de ideia quando os convidados começassem a chegar com os brinquedos. Mas, para surpresa de Sara, o garoto estava decidido e não voltou atrás.

A mãe revelou também que contou para os convidados que os presentes seriam doados e pediu brinquedos para meninas também.

“Muitos amigos trouxeram presentes pra doar e alguma lembrança para ele também. Só que ele quis colocar tudo para doar. Doamos tudo”, afirmou.

“Minha mãe me disse para doar e eu doei. As crianças não têm muito presentes. Dei os presentes, tinha uma bola do Ben 10, duas bolas, uma boneca, carrinho, máscara. Gostei [de conhecer as crianças]”, disse o menino ao G1.

Benício é uma criança comum, afirma a mãe.

“Não vou dizer que ele é o melhor menino para dividir as coisas, porque não é. Mas divide, converso muito com ele. Somos praticamente só ele e eu, porque o pai dele não mora aqui, mas tem uma irmãzinha de 2 meses, gosta muito dela, mas ainda não tem isso de dividir”, contou.

Benício com os brinquedos - Foto: Sara Braga/Arquivo pessoal

Benício com os brinquedos – Foto: Sara Braga/Arquivo pessoal

Com informações do G1

Jejum intermitente ajudou Luísa Sonza a perder 15 kg: conheça o método


A cantora sofreu com o peso e já fez dietas malucas, mas hoje garante que vive sem paranoias

cantora Luísa Sonza, de 20 anos, já sofreu com oscilações de peso e perdeu 15 kg nos últimos dois anos, de acordo com entrevista ao GShow. Porém, hoje, com mudanças na alimentação, a prática de exercícios, como surf e futebol, além de realizar o jejum intermitente, ela se vê muito mais satisfeita e feliz. “Eu tinha a maior paranoia com o meu corpo. Tinha vergonha de ir na praia e usar short porque as pernas eram brancas, com celulites e estrias”, ela contou.

luisa-sonza - Foto: Reprodução/Instagram
luisa-sonza – Foto: Reprodução/Instagram

Foto: Foto: Reprodução/Instagram / Minha Vida

Ela chegou a fazer diversas dietas radicais que não traziam resultados duradouros. “Um dia resolvi mudar e comecei a me assumir e a me amar, sem me importar com a opinião dos outros. Comecei a fazer atividade ao ar livre e tudo melhorou. Foi natural”, revela.

Alimentação sem industrializados

Ela contou ainda que em seus pratos não entram enlatados, nem comidas industrializadas. “Prezo por alimentos saudáveis. Sempre comi muita salada e nunca cortei o glúten e a lactose. Essas dietas da moda não são para mim. Acho que meu segredo é não ligar para o doce”, afirma.

E se a correria do dia a dia acaba atrapalhando a sua alimentação, saiba que para Luísa isso acaba se tornando uma oportunidade de fazer o jejum intermitente. “Às vezes, acabo fazendo o jejum intermitente por causa da correria do trabalho. Acabo ficando longos períodos sem comer e costumo beber sucos naturais pela praticidade. Sinto que isso acabou ajudando bastante para perder peso”, afirma. Os pratos dela, no geral, costumam ter arroz, feijão e carne. O básico que funciona!

Conheça os tipos de jejum intermitente

Veja aqui como fazer o JEJUM INTERMITENTE

Jejum de 12 horas

Esse é o tipo mais comum, em que você passa metade do dia sem comer (incluindo as oito horas recomendadas de sono). Nele é indicado que você faça três refeições ao longo do dia, ficando, por exemplo, das 20h da noite até às 8h da manhã sem se alimentar.

Sistema Leangains

O método foi desenvolvido pelo sueco Martin Berkhan e propõe que a pessoa fique de jejum por 16 horas, podendo fazer entre duas e três refeições nas oito horas restantes, a chamada janela de alimentação. Você escolhe o melhor momento para criar sua janela de alimentação.

Protocolo Coma – Pare – Coma

Nesse sistema, a pessoa escolhe um ou dois dias da semana em que ficará completamente de jejum. Ou seja, nestes dias, ela fará uma refeição e depois só comerá de novo no mesmo horário no dia seguinte. Este método costuma ter uma adaptação mais difícil e é importante fazer refeições ricas em fibras antes do jejum.

 

Cláudia Rodrigues, Globo e o direito de trabalhar. Por Daniel Trevisan


Matéria original no dcm.

 

A atriz Cláudia Rodrigues postou na rede social uma foto sorrindo com a crachá da Globo. Ela segura o documento de identificação funcional como se estivesse exibindo um troféu. E em certo sentido, está mesmo segurando um troféu.

O troféu da persistência, de quem venceu a luta contra um gigante.

Cláudia Rodrigues foi demitida da emissora em 2013, depois de ser diagnosticada com uma doença rara, a esclerose múltipla, que dificulta os movimentos de seu corpo.

Há imagens de Cláudia em cadeiras de roda, chorando, em situação de muita debilidade. Na foto que postou na rede social, ela agora ri, triunfante.

Cláudia é hoje a imagem de uma vencedora.

Ela venceu a batalha judicial contra a Rede Globo e foi reintegrada ao quadro de funcionários da emissora.

Além do direito de voltar a trabalhar, ela também receberá os salários referentes aos últimos três anos.

A decisão foi sacramentada no último dia 3. Adriane Bonato, empresária da atriz, contou que Claudia fez exame médico admissional e também um check-up para provar à emissora que está em condições de trabalho.

“Agora permanece tudo como se ela nunca tivesse sido mandada embora. Ela está há cinco anos se preparando para essa volta”, contou a empresária.

Na época em que foi desligada, a Globo se comprometeu a pagar mais alguns meses de plano de saúde. Mas, segundo a atriz, não foi bem o que ocorreu.

Ela teve que pagar pelo próprio tratamento e foi vítima de discriminação por ser portadora da doença.

A Globo poderá recorrer da decisão. Mas, se o fizer, arranhará ainda mais sua imagem. Como mostrou o exame médico admissional, a atriz, mesmo portadora da doença, pode trabalhar.

A emissora que arrume um papel para ela. Quem sabe possa fazer um programa para mostrar as injustiças no mercado de trabalho ou sobre políticas de inclusão.

Cláudia pode fazer isso com leveza. Talento não lhe falta. Inteligência também não.

Na vida real, é o oposto da personagem Ofélia, um de seus sucessos na TV, cujo bordão mais famoso era:”Eu só abro a boca quando tenho certeza.”

Quando Cláudia entrou na justiça contra a antiga empregadora, quem não a levou a sério se deu mal. Cláudia provou que tem valor, não era um objeto a ser descartado.

E quanto a demissão dela contribuiu para o agravamento da doença nos primeiros meses?

Os portadores de deficiência não são descartáveis porque invalidez é um conceito muito relativo.

Deve haver na TV (e no mercado de trabalho como um todo) espaço para abrigar talentos que estão muito além dos rostinhos bonitos e dos corpos sarados do elenco de Malhação.

A gasolina mais cara do Nordeste está na Bahia


Para quem viaja para outros estados brasileiros, inclusive o Nordeste,  deve está dizendo que essa matéria é uma pura verdade. Aqui na Bahia realmente há uma grande diferença no preço do combustível, comparando com outros estados. A capital da Bahia, Salvador, é muito boa de ser visitada quando os acordos entre donos de postos entram em desacordo e partem para o que seria normal, que é uma concorrência livre. Um vende mais caro, porém tem um brinde, outro não tem brinde, mas vende o produto mais barato, outros criam outros atrativos, mas tudo dentro de normalidade. Mas quando entram em acordo entre si, com auxílio do sindicato, o produto é tachado em um único preço, com diferença de um posto a outro, de 3 ou 4 centavos. No interior também acontece a mesma coisa e o dono do carro termina ficando sem opção ou optando para qualquer posto, pois quase todos são iguais, ou seja: vende a gasolina mais cara do nordeste. claro que tem um ou outro que prefere vender num preço justo. Café com Leite Notícias.

[Bahia tem a gasolina mais cara do Nordeste, segundo ANP]

A Bahia tem a gasolina mais cara do Nordeste, de acordo com levantamento da Agência Nacional do Petróleo. No estado, o combustível vale em média R$ 4,807.

O preço também é o sexto maior do país e está quase R$ 0,20 acima da média nacional, que é de R$ 4,628. Foram pesquisados 330 postos baianos, no período entre os dias 8 e 15 de setembro.

A gasolina mais cara está em Porto Seguro, onde o litro custa R$ 5,249. Já o município que tem o combustível mais barato é Lauro de Freitas, com valor médio de R$ 4,403.

O preço da gasolina na Bahia pode estar ligado à alta margem de lucro média, que corresponde à diferença entre o preço pelo qual o combustível é vendido ao consumidor e o valor pelo qual ele é comprado pelos postos. A margem média do estado é a segunda maior do Brasil, com lucro de R$ 0,615 por litro de combustível.

Além de aparecer em primeiro lugar na margem de lucro média, com R$ 0,734 por litro, o Acre é também o estado com a gasolina mais cara do país. Lá, o litro é vendido a uma média de R$ 5,129. Já no Amapá, o combustível pode ser encontrado pelo valor mais barato: R$ 4,129. Fonte Metrô 1

Chomsky visita Lula nesta quinta-feira


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso político há quase seis meses, recebe nesta quinta-feira (20) a visita do célebre linguista e ativista norte-americano Noam Chomsky.

“Vinte anos atrás tive o privilégio de conhecer Lula. Fiquei muito impressionado e continuo. Há 100 anos, o Brasil foi considerado o colosso do Sul, e isso esteve próximo de acontecer. O Brasil tornou-se o país mais respeitado do mundo sob a liderança de Lula”, afirmou na semana passada o autor de, entre outros livros, ‘Quem Manda no Mundo?’.

Noam Chomsky (1928) é professor do Massachusetts Institute of Technology. Desenvolveu uma teoria que revolucionou o estudo da linguística. Chomsky é um crítico radical contra a política, a sociedade e a economia americanas, particularmente a política externa. Foi contra a Guerra do Vietnã e mais tarde contra a Guerra do Golfo Pérsico. Escreveu “American Power and the New Mandarins”(1969) e “Human Rights and American Foreign Policy”(1978).

Após a visita, que ocorre às 16h, Chomsky concede entrevista coletiva na porta da sede da Polícia Federal em Curitiba.

Enfermeira leva tapa no rosto de PM após tentar impedir entrada em sala restrita


A mulher ainda recebeu uma gravata e um pisão na panturrilha. Funcionários do local se rebelaram e policial fugiu do local

enfermeira agredida pm rio verde

Um crime que aconteceu no último dia 10 de setembro não obteve muita repercussão na imprensa brasileira, mas causou revolta na comunidade local.

Na ocasião, uma enfermeira da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade de Rio Verde (GO) foi agredida após barrar a entrada de um policial militar em uma sala exclusiva para funcionários e pacientes.

A Secretaria Municipal de Saúde informou que a a mulher levou uma “gravata” no pescoço e um “pisão” na panturrilha após tentar impedir o policial de entrar em uma sala.

O local restrito é identificado como sala vermelha, dedicado para pacientes que necessitam de cuidados e vigilância intensivos enquanto aguardam a definição do diagnóstico.

“A entrada no espaço é expressamente proibida para qualquer pessoa que não faça parte do quadro de colaboradores”, afirmou a Secretaria de Saúde. No momento do ocorrido, enfermeiras e médicos da UPA advertiram os policiais a não entrarem no local.

Ainda não se sabe por qual motivo os PMs queriam entrar na sala da UPA.

“Eu jamais esperaria [ser agredida], acho que ninguém ali esperaria uma atitude dessas. Na verdade, eles estão aqui para proteger a gente. No que eu disse olha, não pode, já senti o policial atrás me dando uma gravata. Eu senti uma dor na perna, mas eu não entendi, eu não sei se eu perdi os sentidos. Só vi a hora que a doutora já estava falando que isso não poderia ter acontecido”, relatou a enfermeira.

Em um vídeo, gravado por funcionários da UPA, é possível ver algumas médicas e enfermeiras do local discutindo com o PM depois da agressão. Nas imagens, uma médica repudia a atitude do policial.

“Ele desceu o tapa nela, na nossa cara. O serviço que vocês prestam aqui é de envergonhar a corporação de vocês. É esse tipo de gente que socorre os outros, que não tem preparo psicológico e bate em mulher? Não é a primeira vez que acontece, é uma vergonha”, desabafa uma médica.

Logo após a confusão, vários colaboradores da UPA tentaram impedir a fuga do policial, mas o PM teria tomado o controle do guarda para abrir o portão. Este outro vídeo registrou o momento em que os PMs tentam sair do estacionamento da unidade:

Afastamento

A Polícia Militar afirmou ter determinado o afastamento do policial e a abertura de sindicância para apuração da conduta do agente. Além disso, a força revela repudiar “qualquer ação que macule a boa imagem da corporação com as demais instituições”.⠀Leia a íntegra da nota da PM:

A assessoria de Comunicação do 2º Batalhão de Polícia Militar, traz a público esclarecimentos acerca do fato ocorrido na Unidade de Pronto Atendimento-UPA da cidade de Rio Verde.

A Polícia Militar (PM) informa que diante da veiculação do incidente envolvendo profissional de segurança pública, tão logo tomou conhecimento da ação policial promovida naquela unidade de saúde, determinou preliminarmente, o afastamento do serviço operacional do policial ora envolvido nos fatos, bem como a abertura de sindicância para apuração da conduta do policial militar.

Em virtude das informações veiculadas em redes sociais sobre o fatídico, fez o comando do 2ºBPM, vir a público externar repúdio a qualquer ação que macule a boa imagem da corporação policial militar com as demais instituições.

Conselho Estadual de Saúde de Goiás

O Conselho Estadual de Saúde de Goiás (CES-GO) também se pronunciou sobre a agressão à enfermeira. Em uma moção de repúdio, o Conselho diz esperar que o Ministério Público faça o controle externo da Polícia Militar e proteja trabalhadores e usuários dos Sistema Único de Saúde de Goiás contra o abuso de autoridade da polícia, além de afirmar que é o SUS que acolhe os goianos contra a violência que se espalhou no Estado de Goiás. Leia a nota:

O presidente do Conselho Estadual de Saúde de Goiás – CES-GO, no uso de suas atribuições regimentais e Ad Referendum do Plenário do CES-GO, vem de público manifestar o repúdio à invasão da Polícia Militar na Unidade de Pronto Atendimento (UPA), na cidade de Rio Verde (Goiás), no dia 10 de setembro de 2018. Repudiamos também o crime cometido por um dos PMs que desferiu um tapa no rosto de uma trabalhadora de Saúde na UPA.

Esperamos que o Ministério Público Estadual faça o controle externo da Polícia Militar e proteja trabalhadores/as e usuários/as dos Sistema Único de Saúde de Goiás contra o abuso de autoridade da polícia. A PM e a Guarda Municipal devem respeitar os trabalhadores/a e gestores/as das unidades de saúde e só agirem na defesa da segurança e sob orientação de gestores e profissionais de saúde nas unidades de saúde.

O SUS é um dos poucos locais públicos onde a população goiana tem encontrado acolhimento contra a violência que se espalhou nas ruas e espaços públicos das cidades. É o SUS que cuida diariamente dos goianos e goianas que são vítimas de agressão, espancamento, estupro e tentativa de homicídio, por absoluta falta de segurança pública no nosso estado.

Colocamos o Conselho Estadual de Saúde a disposição dos comandantes das Polícias Militares e Guardas Municipais para ministrarmos palestras sobre os direitos de saúde de usuários/as e trabalhadores/as no SUS de Goiás e o papel da Segurança no respeito às leis, aos direitos humanos e a saúde da população.