Bolsonaro é recebido sob protestos em Alagoas, onde vai inaugurar obra de Renan Filho; veja vídeo


Vários movimentos populares bloquearam as proximidades do aeroporto. Visita é uma afronta à atuação de Renan Calheiros na CPI do Genocídio.

O presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido) é recebido em Maceió, nesta quinta-feira (13), no Aeroporto Zumbi dos Palmares, em Rio Largo, sob protestos.

Uma manifestação bloqueou as proximidades do aeroporto. Pneus foram queimados e manifestantes com cartazes, bandeiras e gritos de protesto impediram a passagem nas duas vias às 6h30. Após o vídeo continua a matéria

A Polícia Militar (PM) foi acionada. Com a chegada do Bope, por volta das 07:50, a saída foi liberada. A entrada, no entanto, segue bloqueada.

A visita de Bolsonaro foi decidida após o depoimento do ex-secretário de Comunicação, Fabio Wajngarten. Na ocasião, ele recebeu ordem de prisão do relator da CPI, o senador Renan Calheiros (MDB-AL). No final do depoimento, o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), que é filho do presidente, foi à CPI e chamou Renan de “vagabundo”.

Renan respondeu que vagabundo é ele que fica com dinheiro dos seus funcionários em forma de “rachadinha”.

Alagoas é governado pelo filho de Renan Calheiros (MDB-AL), Renan Filho (MDB), que não vai participar da visita do presidente.

Bolsonaro vai participar de várias agendas tanto na capital quanto no interior do estado. Entre elas está a inauguração de um viaduto que já foi inaugurado por Renan Filho, em dezembro de 2020.

A obra teve investimentos na ordem de R$ 77,4 milhões, conquistados após interferências do senador Renan Filho, nos governos Dilma e Temer.

A informação foi da Revista Fórum.

 

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Pfizer alertou Bolsonaro em carta: rapidez é crucial; siga ao vivo a CPI do Genocídio


CPI do Genocídio ouve o gerente-geral da farmacêutica Pfizer na América Latina, Carlos Murillo, que será indagado sobre as negociações para venda de vacinas contra a Covid ao Brasil

Da revista Fórum: Na carta, de setembro de 2020, entregue por Fabio Wajngarten à CPI do Genocídio, o CEO da Pfizer, Albert Bourla afirma que já havia feito uma oferta de venda da vacina ao Ministério da Saúde e alertou que a celeridade nas negociações era “essencial” e “crucial” em razão da alta demanda de outros países e ao número limitado de doses.

“Quero fazer todos os esforços possíveis para garantir que doses de nossa futura vacina sejam reservadas para a população brasileira, porém celeridade é crucial devido à alta demanda de outros países e ao número limitado de doses em 2020”, diz o texto.

Nesta quinta-feira (13), a CPI colhe o depoimento do gerente-geral da farmacêutica Pfizer na América Latina, Carlos Murillo, que será indagado sobre as negociações para venda de vacinas contra a Covid ao Brasil.

Em depoimento à CPI nesta quarta-feira (12), o ex-secretário de Comunicação da Presidência da República, Fabio Wajngarten afirmou que a carta, que cobrava uma posição do governo brasileiro, foi enviada ao vice-presidente da República, Hamilton Mourão, ao então ministro da Casa Civil (hoje Defesa), Walter Braga Netto, ao ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello, ao ministro da Economia, Paulo Guedes, e ao embaixador do Brasil nos Estados Unidos, Nestor Foster.

‘Para Kassab, eleitor brasileiro quer votar em Lula para dar a resposta por ter sido enganado. Está caindo na graça do povo que o Lula realmente é innocente


Protagonista nas articulações para 2022, o presidente do PSD, Gilberto Kassab, afirma que o Datafolha desta quarta-feira (12) mostra que o eleitor vê Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como vítima e parece tentar reparar o voto que deu em 2018.

O Datafolha mostrou que Lula atualmente lidera a corrida eleitoral de 2022, com 41% das intenções de voto no primeiro turno, contra 23% de Bolsonaro. Num eventual segundo turno contra Bolsonaro, o ex-presidente levaria ampla vantagem, com uma diferença de 55% a 32%.

Kassab diz que a pesquisa indica que os nomes que aparecem até agora não pegaram e que é preciso encontrar nova opção para o centro. Apesar de outros quadros políticos já considerarem inviável a empreitada, ele mantém o discurso de que o PSD tentará buscar 3ª via.

Walter Salles avalia

Bom, de acordo ao que avalia o Café com Leite Notícias, na pessoa do editor Walter Salles, o processo está em andamento e, seguindo tendências, certamente haverá uma diferença ainda maior ao passar do tempo. O que acontece, é que o presidente Jair Bolsonaro está sem combustível para virar o quadro. Ou seja, não vai ter o que mostrar. O que foi prometido não aconteceu, o desemprego aumentou, com a reforma da Previdência o governo não juntou um trilhão de Reais, como prometeu, pra obter apoio da população, o gás de cozinha não caiu para a metade do preço, como foi prometido, pelo contrário dobrou o preço; não iniciou grandes obras que possam impactar, o pouco que tenta mostrar pode fazer o tiro sair pela culatra, como aconteceu com a inauguração de um pequeno trecho de estrada em Conceição do Jacuípe, na Bahia; e, para piorar de vez a situação, as mortes por covid está caminhando para meio milhão e, todos sabem, que se o presidente não tivesse negado de comprar as vacinas que lhes foram oferecidas ainda em 2020, as milhares de pessoas que morreram poderiam estarem vivas junto com os seus famliares.

Auxílio Emergencial: Se o presidente resolver passar o auxílio emergencial para R$ 600 Reais, nem assim teria uma alavancada, pois o Brasil inteiro já sabe que existe uma briga da oposição para que o governo aumente a quantia para 600. Portanto, acontecendo isso, o reconhecimento certamente vai para a oposição. Por outro lado, quando o ex-presidente Lula deixou o seu segundo mandato, ele gozava de 87% de aprovação, isso pelos feitos nos seus dois governos. Isso é fato. Depois, a grande mídia, num jogo de interesse, agregada ao golpe e a enxurrada de mentiras, não deixou de mexer com as cabeças mais fracas do eleitorado, embora com bons corações, fazendo acreditar na culpa do Lula e com isso a sua credibilidade perante a sociedade brasileira ficou abalada, a ponto de não ter conseguido eleger o Haddad em 2018. Mas, como se diz por aí, existe uma justiça que pode até demorar um pouco, mas nunca falha, ao decorrer do tempo veio a comprovação da inocência de Lula e a parcialidade de Moro, o que não precisou muito tempo para o ex-presidente ultrapassar  50% para uma disputa no segundo turno com o atual presidente, caso ele [o Jair] chegue lá.

Bom, sem exagero e sem paixão, mas se tratando apenas de lógica, resumindo o texto aqui, pois se fosse falar a gente amanheceria o dia escrevendo, não é surpresa o Lula ganhar as eleições de 2022 no primeiro turno. Isso não é paixão e nem precisa os bolsonaristas ficarem nervosos. Aqui se trata de lógica. Como disse Kassab, o povo quer dar o troco por ter sido enganado em 2018..

 

Renan diz que irá requerer prisão de Wajngarten caso se confirmem mentiras do ex-secretário


Relator da CPI da Covid, Renan Calheiros afirmou que pode requerer a prisão do ex-chefe da Secom Fabio Wajngarten caso sejam confirmadas as mentiras dele em depoimento na comissão. O emedebista afirmou que irá requerer o áudio da revista Veja, que entrevistou o ex-secretário. “Se mentiu, vou querer a prisão do depoente”, disse.

Senador Renan Calheiros e o ex-chefe da Secom Fabio WajngartenSenador Renan Calheiros e o ex-chefe da Secom Fabio Wajngarten (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado)

O relator da CPI da Covid, Renan Calheiros (MDB-AL), afirmou que pode requerer a prisão do ex-chefe da Secom Fabio Wajngarten por causa de mentiras ditas por ele em depoimento na Comissão Parlamentar de Inquérito. O emedebista afirmou que irá requerer o áudio da revista Veja, que entrevistou o ex-secretário. “Vou cobrar da revista, que se ele mentiu, que se retrate. Se mentiu, vou querer a prisão do depoente”, afirmou o emedebista.

“Vossa senhoria é a primeira pessoa que incrimina o presidente, porque iniciou uma negociação em nome do ministério como secretário de comunicação e se dizendo em nome do presidente”, acrescentou Calheiros, que fez referência às negociações do governo com representantes da Pfizer para a aquisição de vacinas.

O presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM) também enviou um recado objetivo ao ex-secretário: “Com todo o respeito que o senhor merece aqui na comissão, se vossa excelência não for objetivo nas suas respostas, nós iremos dispensá-lo desta comissão, pediremos à revista Veja que mande a degravação e o convocaremos de novo, mas já não mais como testemunha e sim como investigado”.

A fonte desta matéria foi o 247.

Atraso na liberação de insumos pode afetar vacinação, diz diretor do Butantan


Segundo Doria, cerca de 10 mil litros de insumo produzidos pela Sinovac aguardam liberação para serem enviados ao Brasil
Atraso na liberação de insumos pode afetar vacinação, diz diretor do Butantan

Foto: Divulgação/Governo de SP

Por: Geovana Oliveira no dia 10 de maio de 2021 às 14:01

O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, afirmou nesta segunda-feira (10) que a incerteza na liberação da matéria-prima para a vacina CoronaVac pode afetar o cronograma de vacinação no Brasil a partir de junho.

O Instituto recebe os insumos da empresa chinesa Sinovac para poder finalizar o processo de envase e poder distribuir as vacinas. O processo foi suspenso na última quinta (6).

Segundo o governador João Doria (PSDB), que estava na entrevista coletiva, cerca de 10 mil litros de insumo produzidos pela Sinovac aguardam liberação para serem enviados ao Brasil.

Deputado baiano nega esquema com Bolsonaro e atribui recursos a “empenho individual”


Cajado afirmou ter indicado R$ 12 milhões em cota autorizada pela Segov
Deputado baiano nega esquema com Bolsonaro e atribui recursos a "empenho individual"

Foto: Divulgação/Câmara dos Deputados

O deputado federal Cláudio Cajado (PP-BA), citado na reportagem sobre o “tratoraço”, negou pedido de entrevista ao Metro1, mas disse, em nota, que não existe nenhuma negociação de apoio em troca de verbas que seriam originárias de um “orçamento secreto” do governo federal, ou que tenham responsabilidade sobre eventual compra superfaturada realizada com esse dinheiro.

Em reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, o deputado baiano foi citado junto ao colega Charles Fernandes — que também negou as afirmações — em um suposto esquema realizado pelo governo Jair Bolsonaro (sem partido) para aumentar seu apoio no Congresso.

Cajado afirmou ter indicado R$ 12 milhões em cota autorizada pela Secretaria de Governo da Presidência da República (Segov), então comandada pelo general Luiz Eduardo Ramos. O parlamentar disse que apoia o governo do Presidente Jair Bolsonaro, como vice-líder, e “caso tenha conseguido mais recursos que outros deputados e senadores o fato se deve somente ao seu empenho individual”.

A informação foi do Metro1

Vereador leva tiro e se esconde em carro forte para não morrer


Caso aconteceu em Teixeira de Freitas, no sul do estado

Vereador sofre atentado, é baleado e entra em carro-forte para escapar de atirador

Foto: Câmara de Vereadores de Teixeira de Freitas

O vereador Antônio Marques Ferreira da Silva (PCdoB), de Teixeira de Freitas, cidade no sul da Bahia, foi baleado durante um atentado na tarde de terça-feira (11), no bairro Caminho do Mar. Ele passa bem e recebeu alta nesta quarta (12).

Segundo a delegacia da cidade, o ataque aconteceu enquanto Antônio, que tem 46 anos, passava de moto na rua, falando ao celular. Ele foi abordado por um homem, que começou a disparar contra ele.

O vereador levou cinco tiros, sendo dois nas costas, um em um dos ombros e dois que atingiram a cabeça de raspão. Ele ainda conseguiu correr por cerca de 300 metros e escapou do atirador após entrar em um carro-forte que, para a sua sorte,  estava parado para manutenção. O suspeito fugiu do local.

Antônio foi levado para o Hospital Municipal de Teixeira de Freitas, onde passou por cirurgia e foi liberado. As motivações do crime são investigadas pela polícia. Devido ao caso, a sessão da Câmara de Vereadores da cidade foi suspensa nesta quarta.

A informação foi do Metro1.

Omar Aziz confronta Wajngarten após contradições na CPI: “Ninguém é imbecil aqui”


Wajngarten apresenta diversas contradições na CPI da Covid. Foto: Reprodução

Em oitiva na CPI da Covid, Wajngarten apresentou várias contradições com o que foi dito por ele mesmo à revista Veja no mês passado.

O presidente da comissão, Omar Aziz, se revoltou com o depoimento do ex-chefe da Secom.

“O senhor só tá aqui pela entrevista à revista Veja. Se não fosse isso, a gente nem lembraria que você existia. Não menospreze nossa inteligência, ninguém é imbecil aqui”, disse o senador.

Ele alertou ao ex-secretário que tomaria “medidas radicais” caso o depoimento de Wajngarten seguisse “tangenciando as perguntas”.

Renan Calheiros, relator da CPI, afirmou que ele “exagerou na mentira” ao citar as campanhas da Secom durante a pandemia.

Após o ex-secretário de Bolsonaro negar que chamou Eduardo Pazuello de “incompetente” em entrevista à Veja, Omar Aziz suspendeu a reunião e chamou o advogado de Wajngarten para conversar.

a informação foi do DCM.

Veja como funciona o sistema da Bahia que pode acabar com roubos de celulares


Veja como funciona o sistema da Bahia que pode acabar com roubos de celulares

A Secretaria de Segurança Pública da Bahia disponibilizou nesta terça-feira (11/5) o serviço “Alerta Celular”, que tem como objetivo dificultar a revenda de aparelhos furtados e roubados, além de facilitar a devolução dos itens subtraídos em ações criminosas

Para ter acesso ao serviço basta ir até o site alertacelular.ssp.ba.gov.br e fazer o cadastro do IMEI – número que identifica o aparelho, o proprietário vincula o equipamento ao seus dados.

O IMEI consta na nota fiscal, na embalagem original do bem e pode ser consultado discando *#06# do próprio aparelho. Com o cadastro realizado, caso o celular seja alvo de criminosos, o proprietário pode entrar no site e ativar o alerta.

Após esse passo, a vítima deve registrar o Boletim de Ocorrência na Delegacia Digital (nos casos de crimes sem violência física) ou em qualquer unidade da Polícia Civil e aguardar. O proprietário tem 48 horas para, após acionar o sistema de alerta no site, registrar o BO. Caso não conclua esse processo, o alerta é cancelado.

O “Alerta Celular” permite que, nas abordagens, policiais consigam consultar o banco de dados e verificar se o item apreendido ou em análise está cadastrado na página como fruto de roubo ou furto.

Confirmado de que se trata de um equipamento de origem ilícita, ele é apreendido, encaminhado à Delegacia e, com base nos dados cadastrados no site, o dono é acionado através do e-mail cadastrado e o aparelho é devolvido.

“O grande objetivo do sistema é facilitar a identificação de smartphones que são oriundos de crimes, interromper o ciclo da receptação. A polícia sabendo a origem ilícita do aparelho, fica muito mais fácil responsabilizar quem alimenta esse tipo de comércio ilegal”, afirmou o secretário da SSP, Ricardo Mandarino. Aratuon

Santa Inês: Após estragos das chuvas, estado reconhece situação de emergência


Santa Inês: Após estragos das chuvas, estado reconhece situação de emergência

Foto: Reprodução / Prefeitura de Santa Inês

O município de Santa Inês, no Vale do Jiquiriçá, teve nesta quarta-feira (12) um decreto de emergência reconhecido pelo Estado. A medida visa minimizar os danos causados pelas chuvas, sobretudo as que que caíram no dia 22 de abril (veja aqui). Segundo a prefeitura, neste dia, o município registrou 83,7 milímetros no período entre 18h30 e 21h.

 

As precipitações, acrescenta a prefeitura, provocaram alagamentos, inundações, transbordamento de canais, deslizamento de terra, o que afetou vários bairros. O temporal também teria desalojado e desabrigado moradores, além de ter causado prejuízos ao comércio local. Conforme a medida desta quarta, o decreto de emergência vale por 180 dias, a partir do dia 23 de abril – um dia após as chuvas intensas – em que o prefeito Hérmeson Eloi homologou a condição.

 

Durante o decreto de emergência, as gestões podem contratar obras e serviços sem necessidade de licitação, com limite em R$ 33 mil e R$ 17,6 mil, respectivamente. No entanto, as contratações precisam ser direcionadas à minimização dos danos causados, além de atender ao período previsto, no caso, de Santa Inês 180 dias. BN Notícias 

 

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Com aumento de mortes, Índia tem corpos no Ganges; governo orienta sobre despejo


Com aumento de mortes, Índia tem corpos no Ganges; governo orienta sobre despejo

Foto: Aftab Alam Siddiqui / ANI

Com mais de quatro mil mortes diárias por conta do novo coronavírus, o país vem sofrendo com o fenômeno de corpos nos rios. Na última semana, 71 corpos foram retirados do Ganges, no distrito de Buxar. Uma rede foi colocada no Ganges, em Ranighat, na fronteira do estado de Bihar, para impedir o avanço.

 

Os corpos foram encontrados boiando no rio e há apreensões de que os cadáveres possam ser de pacientes com Covid-19. Jha, que é ministro de Recursos Hídricos e Informação e Relações Públicas, disse que o governo de Bihar aconselhou a administração a ficar atenta ao assunto. 

 

“O Governo de Bihar é apreendido pela questão do infeliz caso de restos mortais flutuantes no rio Ganges, perto da aldeia de Chausa no distrito de Buxar. Os corpos flutuam para Bihar. Após a autópsia, os nossos médicos confirmaram que os mortos são de quatro ou cinco dias”, disse ele.

 

Com os eventos, foi lançada a Missão Nacional para Ganges Limpos (NMCG), nesta terça-feira (11), direcionada para impedir o despejo dos corpos. A tradição indiana pratica a queima dos corpos e arremessamento no rio. Muitos dos corpos, não identificados no rio Ganges e seus afluentes, de acordo com relatórios, apontam que os corpos estão inchados e decompostos. 

 

Entre os corpos estariam casos suspeitos de serem de vítimas da Covid-19, “causando choque e medo entre o público”.

 

No aviso emitido por Rajiv Ranjan Mishra, Diretor Geral, NMCG, o órgão disse que estão atuando para a eliminação de cadáveres não identificados.

 

“Todos os cadáveres não identificados com suspeitas de vítimas da Covid devem ser descartados de forma adequada de acordo com o protocolo de segurança da Covid das Diretrizes do governo da Índia sobre o gerenciamento de cadáveres da Covid- 19”, diz o aviso.

Professores decidem não retornar às aulas e votarão greve na próxima assembleia


Próxima assembleia será no dia 17. Professores exigem duas doses da vacina para retornarem às salas de aula

Professores decidem não retornar às aulas e votarão greve na próxima assembleia

Foto: Betto Jr – Secom

Os professores das escolas particulares decidiram na última terça-feira (12), em assembleia virtual, não voltarem às aulas. Foi também decidido que, na próxima segunda-feira (17), haverá uma nova reunião da categoria e, nesta, será votado o indicativo de greve.

Com a flexibilização do decreto do governo do estado, Salvador ficou entre as cidades com 75% de leitos ocupados que pode retornar o ensino fundamental e médio — antes a prefeitura já havia autorizado o retorno do ensino infantil.

Os professores, no entanto, exigem o retorno apenas quando a categoria for completamente imunizada, o que inclui a aplicação das duas doses. Dependendo da primeira vacina aplicada, como por exemplo a AstraZeneca/Oxford, isso pode durar até três meses. Por Metro

Em troca de apoio do Congresso, Bolsonaro criou orçamento secreto


 

Esquema incluiu aquisição superfaturada em 259% de tratores agrícolas, a pedido de parlamentares ligados ao agronegócio

troca apoio Congresso Bolsonaro criou orçamento secreto bolsolão
Bolsonaro e Alcolumbre (Imagem: Marcos Brandão | Senado Federal)

Michele de Mello, Brasil de Fato

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) criou um orçamento paralelo com cerca de R$ 3 bilhões em emendas, no final de 2020, para conseguir apoio do “centrão” no Congresso Nacional.

Reportagem publicada pelo jornal Estado de S.Paulo revela que a medida incluía a compra de tratores e equipamentos agrícolas por valores até 259% acima do preço de referência no mercado. Os dados foram encontrados em 101 ofícios enviados por deputados e senadores ao Ministério do Desenvolvimento Regional.

Os ofícios, obtidos pelo jornal ao longo dos últimos três meses, mostram que esse esquema também atropela leis orçamentárias, já que são os ministros e não os parlamentares que deveriam definir onde aplicar os recursos.

Os acordos e o direcionamento do dinheiro não foram públicos, assim como a distribuição não foi igual entre os congressistas, evidenciando um interesse eleitoral do governo.

O senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), por exemplo, determinou a aplicação de R$ 277 milhões de verbas públicas só do Ministério do Desenvolvimento Regional, assumindo a função do ministro Rogério Marinho. Se fosse liberar a verba pelas vias convencionais, o ex-presidente do Senado tardaria 34 anos, já que cada parlamentar tem direito a direcionar apenas R$ 8 milhões ao ano.

Alcolumbre enviou R$ 81 milhões à Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), estatal sob seu controle.

Os documentos ainda mostram que o senador destinou R$ 10 milhões para obras e compras fora do Amapá. As máquinas seriam destinadas a prefeituras para auxiliar nas obras em estradas nas áreas rurais e vias urbanas e também nos projetos de cooperativas da agricultura familiar no Paraná.

Sem questionar, o governo concordou em comprar as máquinas por R$ 500 mil, quando o preço de referência era R$ 200 mil.

ambém são citados os nomes dos deputados Vicentinho Junior (PL-TO), Ottaci Nascimento (SD-RR), Bosco Saraiva (SD-AM), Lucio Mosquini (MDB-RO) e da ex-deputada Flávia Arruda (PL-TO), hoje ministra-chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República, responsável justamente pela articulação com o Congresso.

Nas redes sociais, usuários começaram a denunciar que não se trata de um orçamento secreto, mas sim de um “Bolsolão”, um bolo de recursos que o presidente da República utilizou para comprar o apoio de parlamentares.

A informação foi do Pragmatismo.

Diz pesquisa: Governo Bolsonaro é ruim/péssimo para 49% e 58% desaprovam sua forma de governar


Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva

Pesquisa XP/Ipespe divulgada nesta terça-feira não é nada favorável para Bolsonaro: atuação na pandemia é péssima na visão de 58% da população e 63% avaliam que a economia brasileira está no caminho errado

Pesquisa XP/Ipespe divulgada nesta terça-feira (11) mostra a corrosão do governo Jair Bolsonaro. Para 49% da população brasileira, o governo federal é “ruim e péssimo” e 58% desaprovam a maneira de Bolsonaro governar o país. Somente 29% julgam o governo como “ótimo e bom” e 35% aprovam a administração do país pelo atual ocupante do Palácio do Planalto.

A atuação de Bolsonaro no combate à pandemia de Covid-19, na visão de 58% da população, é “ruim e péssima”, e somente 22% avaliam como “ótima e boa”.

O levantamento ainda mostra que 63% avaliam que a economia brasileira está no caminho errado, contra 26% que acham que está no caminho certo.

A informação foi do 247.

Grupo de advogados zomba de contratação de estagiários negros: “vou chamar meu primo macaco”


O caso foi denunciado pelo dono do escritório e pela Comissão de Direitos Humanos da OAB na Delegacia de Crimes Raciais em Brasília

Um grupo de advogados de Brasília fez zombarias através do WhatsApp de um escritório que postou anúncio para contratação de estagiário afrodescendente. O caso foi denunciado pelo dono do escritório, o advogado Max Telesca e o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB)/seção DF (OAB-DF), Beethoven Andrade, na Delegacia de Crimes Raciais (Decrin), nessa segunda-feira (10/5). As informações são da repórter Manoela Alcântara, no Metrópoles.

De acordo com Telesca, houve uma tratativa com a delegada Ângela Maria dos Santos, titular da especializada, para que não fosse registrado um boletim de ocorrência, mas sim feita uma representação para ser entregue a ela e ao Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT).

“Apesar de ter mais de 20 anos na área de advocacia, estamos falando agora de uma pauta inclusiva. Fizemos a ocorrência na Decrin e o próximo passo é uma representação dessa matéria junto ao MPDFT”, disse Telesca.

A denúncia também encaminhada pela seccional do Distrito Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-DF), no sábado (8), ao Tribunal de Ética e Disciplina para apuração do episódio.

O advogado Max Telesca comentou o caso ao Metrópoles: “Foram falas revoltantes. As pessoas ainda não entenderam o racismo e o racismo estrutural. A nossa ideia é fazer uma ação inclusiva e afirmativa. Jamais pensei que algo tão sério fosse tratado com um nível tão baixo. Perderam a noção, ou melhor, acho que nunca tiveram”, disse.

Com informações do Metrópoles.