(77) 99152-6666

Mias Notícias Empregos Estágios Cursos


Mulher doa 55 mil para professores comprarem material escolar


Foto: Pendleton County Schools

Foto: Pendleton County Schools

Um mulher desconhecida fez uma surpresa para 143 professores de uma cidade, em forma de gratidão pelo que eles fazem todos os anos.

Ela fez uma doação anônima que totalizou US$ 14.300 – quase R$ 55.000. Foram 100 dólares, quase 400 reais, para cada um dos professores de Pendleton, nos Estados Unidos.

O dinheiro é para que eles possam comprar material escolar para as aulas, sem precisar tirar do próprio bolso.

Quando os professores chegaram para o dia de abertura do ano letivo na semana passada, ficaram emocionados com o gesto.

Karen Delaney, da Pendleton County Education Foundation, diz que a mulher havia telefonado para fazer a doação.

Ela expressou seu desejo de agradecer aos professores por tudo o que fazem.

“Ela (a doadora) disse: ‘Eu só quero fazer algo para mostrar aos professores que há pessoas lá fora, que tem suporte e se preocupam com o que eles fazem todos os dias para os alunos, e que eles dão muito mais do que são compensados ”, informou Delaney.

Os professores ficaram sensibilizados pelo fato da doadora anônima entender o que eles passam a cada ano, muitas vezes usando seu próprio dinheiro para comprar material escolar.

“Só comunicaram que vamos receber uma nota de 100” disse a professora Abby Belcher, ainda incrédula com tanta generosidade.

Com informações do GNN

Error, no Ad ID set! Check your syntax!

ONU foi taxativo: “Quero Lula participando das eleições. E gora TSE? Vai se fingir de morto?


O Comitê de Direitos Humanos da ONU acaba de se pronunciar oficialmente e afirma que Lula tem direito de ser candidato a presidente e determinou ao Estado Brasileiro que “tome todas as medidas necessárias para permitir que o autor [Lula] desfrute e exercite seus direitos políticos da prisão como candidato nas eleições presidenciais de 2018″.

Essa notícia já está correndo o mundo, mas o judiciário brasileiro continua batendo na tecla de que o Lula é condenado e ficha suja, porém não apresenta provas de nada. Foi exatamente nesta falta de provas que a ONU tomou tal iniciativa de exigir o petista concorrendo as eleições.

Os direitistas e participantes do “Grupão” do golpe, não respeitam nem o falecimento de jornalista, escrafuncha alguns papeis e, segundo eles, em 2018 Lula havia criticado a ONU e que agora quer ajuda. Isso é meramente um sinal de desespero, pois já faz muito tempo que a areia da ampulheta começou a passar do lado supostamente grande, que não era grande, para o pequeno que também não era pequeno, mas que agora dá até pra contar os últimos grãos de areia que estão prestes a passar e acabar com a novela do triplex do Guarujá.

“É claro que a grande imprensa vai dizer que não vale, que é só mais um órgão da ONU. Não é esse o caso. O Brasil se obrigou a cumprir as decisões exaradas pelo Comitê de Direitos Humanos. É uma decisão de um órgão que o Brasil reconheceu a sua competência. (…) Não se trata de uma opinião de uma consultoria internacional qualquer”. Diplomata Paulo Sérgio Pinheiro, ex-ministro de Direitos Humanos no governo FHC e professor aposentado de Ciência Política da USP.

“Eu não peço para estar acima da lei, mas um julgamento deve ser justo e imparcial. Essas forças de direita me condenaram, me prenderam, ignoraram a esmagadora evidência de minha inocência e me negaram habeas corpus apenas para tentar me impedir de concorrer à Presidência. Eu peço respeito pela democracia. Se eles querem me derrotar de verdade, façam nas eleições. Segundo a Constituição brasileira, o poder vem do povo, que elege seus representantes. Então deixe o povo brasileiro decidir”. Trecho de artigo de Lula publicado no New York Times, no dia 14/8.

Por aqui, reina o céu de brigadeiros e generais e o silêncio omisso da (quase) unanimidade nos tribunais e do Ministério Público.

As eleições vem chegando, Lula é candidato registrado, foi aberto o prazo para impugnações, até o dia 22 – Dodge, Kim e Frota largaram na frente, trio representativo do momento político – e o ex-presidente caminha, a passos largos, para ser impugnado pela Lei da Ficha Limpa, condenado que foi, em segunda instância, a 12 anos e um mês por corrupção e lavagem de dinheiro. Teria supostamente recebido da OAS um apartamento triplex em Guarujá (SP) em retribuição a contratos firmados pela construtora com a Petrobras. O modelito do “fato indeterminado” recortado em Curitiba e emoldurado em Porto Alegre deve tirar Lula do pleito.

O roteiro para a eleição de um candidato de direita – Geraldo Alckmin derretendo, Bolsonaro expandindo, aliás, como infla a capa da falida Veja, que coloca o guru Paulo Guedes como futuro “Presidente do Brasil” -, encontrou, porém, uma pedra no caminho. Que deve chutar para longe, como já fez o Itamaraty. Mas não sem consequências. O Comitê de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas determinou nesta sexta, 17, que o Estado Brasileiro “tome todas as medidas necessárias para permitir que Lula desfrute e exercite seus direitos políticos da prisão como candidato nas eleições presidenciais de 2018”.

“As conclusões do Comitê têm caráter de recomendação e não possuem efeito juridicamente vinculante. O teor da deliberação do Comitê será encaminhado ao Poder Judiciário”, desdenhou, em nota, o Itamaraty. Imagino – tenho uma imaginação fértil, portanto, me perdoem – Raquel Dodge, Michel Temer, Aloysio Nunes Ferreira, Sérgio Moro, Luís Roberto Barroso, Edson Fachin, Victor Laus, João Pedro Gebran Neto e Leandro Paulsen, entre outros convidados ilustres, em uma grande festa a bordo de um Titanic remendado, brindando e rindo ao som de “Nearer, my God, to Thee” (“The Baptist Hymnal”, n° 458), de Sarah Fuller Flower Adams e Lowell Mason, enquanto leem a decisão da ONU. Risos gerais. Trata-se, porém, de uma decisão jurídica da ONU, não política – o que torna a posição do governo brasileiro ainda mais embaraçosa. E se refere a uma solicitação feita em 27 de julho pela defesa do ex-presidente. Por meio do Decreto Legislativo 311, o Brasil incorporou ao ordenamento jurídico pátrio o Protocolo Facultativo que reconhece a jurisdição do Comitê da ONU e obriga o cumprimento das suas decisões. Bom, obrigar, nesses tempos, é força de expressão.

Em canais nas redes sociais, e em coletiva à imprensa, advogados de Lula e o ex-chanceler Celso Amorim afirmaram que a decisão da ONU mostra que, ainda que contextualizemos a notícia a uma decisão liminar, é possível dizer que, para parte da comunidade internacional, e seus representantes, Lula tem que ser candidato. “Se o Brasil não cumprir essa decisão, está se colocando como pária internacional”, disse Amorim. Da mesma forma, o diplomata Paulo Sérgio Pinheiro, ex-ministro de Direitos Humanos no governo Fernando Henrique Cardoso, afirmou que o Estado brasileiro tem que acatar a decisão. Pinheiro destacou o peso da decisão e a relevância do órgão, que tem jurisprudência reconhecida pelo ordenamento jurídico brasileiro.

A defesa de Lula, que tem feito o que pode, entrará na próxima semana com recursos em série para tentar tornar elegível o candidato do PT à presidência. Seguindo a estratégia do partido, que tem Fernando Haddad como plano B, a equipe de advogados eleitorais e criminais tentará obter nas cortes superiores alguma medida que permita ao petista estar nas urnas até o dia 17 de setembro, prazo limite para trocar os candidatos – ou, pelo menos, postergar a provável decisão da Justiça de não conceder o registro. A tese corrente no partido – leia isso como especialmente relevante – é a de que a transferência de votos será mais eficiente se ocorrer próxima ao prazo limite de troca de candidato, dando pouco tempo ao eleitor para refletir sobre o novo nome, agindo, intuitivamente, como se Lula fosse o candidato. Arriscado? Sim. Inteligente? Muito.

Com o espaço midiático por aqui fechado para opiniões contrárias, a perseguição a Lula vem ganhando espaço no exterior – e isso não é pouca coisa. Jornais como o The Economist, Le Monde, The Guardian, e The Independent têm feito editorais mostrando que há algo errado com a prisão do ex-presidente Lula às vésperas de uma eleição onde é líder nas pesquisas.

Em artigo publicado no dia 14/8, no New York Times, Lula defendeu sua candidatura, destacando ter fé que a justiça prevalecerá. Contudo, admite que o tempo está correndo contra a democracia. A determinação da ONU, solenemente ignorada, e que terá decisão do mérito, aponta para isso. A areia está quase se esgotando na ampulheta.

Os três primeiros parágrafos foram do Café com Leite Notícia. Mas a fonte de toda matéria foi do Diário do Centro do Mundo.

 

Alckmin pode ser alvo de ações do MPF antes do 1º turno por improbidade


Resultado de imagem para foto de alckmin

G1 informa que o candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin, pode ser alvo de duas ações do Ministério Público de São Paulo ainda antes do 1º turno da eleição, dia 7 de outubro. Essa é a avaliação que se faz nos corredores do MP, órgão estadual responsável pelas investigações sobre improbidade administrativa envolvendo o tucano.

Alckmin depôs na quarta-feira (15) por quase duas horas na investigação, que tem como origem as delações da Odebrecht, segundo as quais as campanhas do tucano de 2010 e 2014 teriam recebido R$ 10,3 milhões de reais de caixa 2 da empreiteira. Os promotores querem saber se ele cometeu ato de improbidade administrativa, incorrendo em enriquecimento ilícito (auferir qualquer tipo de vantagem patrimonial indevida em razão do exercício do cargo).

O Ministério Público deve dividir o caso em duas ações distintas: uma contendo os eventos envolvendo a eleição de 2010, quando R$ 2 milhões teriam sido repassados por meio de caixa 2, e outra abordando a disputa de 2014, época em que os repasses teriam atingido R$ 8,3 milhões. Em ambos os casos, Alckmin disputou o governo paulista e foi eleito. Para Alckmin se tornar réu no caso, a Justiça teria de aceitar as ações propostas pelo MP.

Mesmo depois de ingressar em juízo com as duas ações, o MP pode manter os inquéritos abertos para que as investigações sejam complementadas. Os promotores solicitaram as prestações de contas completas das duas eleições, que já foram enviadas ao órgão na terça-feira (14) – há ainda outro procedimento contra Alckmin na Justiça Eleitoral para apurar, especificamente, a suspeita de caixa 2.

(…)

Inundações na Índia deixam mais de 320 mortos


Balanço desta sexta-feira reúne vítimas que morreram em uma semana no estado de Kerala. Governo local já considera inundação a pior do século.

Dilma lidera, com dobro, para senadora em Minas Gerais


presidente Dilma Rousseff (PT) e o jornalista Carlos Viana (PHS) são hoje os favoritos para ficar com as duas vagas do Estado em disputa para o Senado Federal nas eleições de outubro. É o que mostra pesquisa DataTempo/CP2 realizada entre os dias 8 e 11 de agosto em todas as regiões do Estado. O levantamento incluiu os 11 candidatos já confirmados ao Senado naquele momento. De lá para cá, outros quatro nomes também registraram suas candidaturas no Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG).

De acordo com o estudo, somando as respostas para as duas opções que cada eleitor terá para o Senado, Dilma Rousseff (PT) teria, se a eleição fosse hoje, 26,8% dos votos dos mineiros. Com a segunda vaga ficaria Carlos Viana (PHS), que registra 11,2%.

Considerando a margem de erro de 2,3 pontos percentuais para mais ou para menos, ele está em empate técnico com a professora Vanessa Portugal (PSTU), que somou 8,5% das intenções de voto. Ela ficou numericamente à frente de Dinis Pinheiro (SD), que somou 5%, e do deputado federal Rodrigo Pacheco (DEM) que alcançou 4,8%. A pesquisa foi feita dois dias após o parlamentar desistir da candidatura ao governo para apoiar Antonio Anastasia, aceitando uma vaga ao Senado na chapa.

Na sequência do levantamento ficaram: Rodrigo Paiva (Novo), com 4,6%, Jaime Martins (PROS), com 4,2%, Kaká Menezes (Rede) e Túlio Lopes (PCB), com 2,5%. Nas duas últimas posições ficaram Duda Salabert (PSOL), com 2,2%, e Edson André dos Reis (Avante), com 0,8%. Eleitores que apontam o voto em branco ou nulo são 32%. Os que não souberam ou não responderam somam 17,2%.

O total alcança 122,1% pois apenas 22,1% dos eleitores já decidiram seus dois votos para o Senado. O restante apontou apenas o primeiro escolhido para o cargo na pesquisa.

(…)… O Café com Leite Notícias pergunta…E o Aécio? Não é ele o “liderador” de Minas? Se contente com uma vaguinha como deputado, senhor Aécio. Lá, caso você seja eleito, terá chance de continuar fazendo as suas falcatruas, já que aqui no nosso Brasil, quem é ficha suja não é exatamente o que está enterrado na lama, mas sim o que é mais conveniente para o jogo. Fonte DCM.

‘Maníaco do táxi’, que já foi preso por 16 anos, é detido no Rio de Janeiro


Do Jornal O Dia.

Um taxista foi preso nesta quarta-feira acusado de cárcere privado após se masturbar e falar frases obscenas para uma passageira. Jaime de Oliveira Marques, de 60 anos, conhecido como ‘Maníaco do Táxi’, tem um longo histórico de crimes de natureza sexual e foi preso por 16 anos, de 1998 a 2014.

A violação contra a mulher foi no fim de maio, e desde então o taxista estava na mira da polícia. A passageira, de 30 anos, entrou no veículo na Rua Voluntários da Pátria, em Botafogo, para um destino na Zona Sul. No caminho, Jaime começou a se masturbar e falar frases sexuais para ela. A passageira pediu para descer do carro, mas foi impedida pelo taxista. “Ele violentou a passageira moralmente durante toda a corrida, uma espécie de sequestro libidinoso”, explicou o delegado da 10ª DP (Botafogo), Paulo Castelo Branco, responsável pela prisão.

A mulher conseguiu filmar pelo celular toda a ação do taxista, que começou a ser monitorado pela delegacia. “Por coincidência, ele estava envolvido em uma outra investigação e foi intimado para depor. Ele não imaginava que já havia um mandado de prisão preventiva expedido contra ele”, afirmou Paulo. O homem pode pegar até cinco anos de prisão.

Jaime de Oliveira tem 14 passagens criminais: 12 de natureza sexual, sendo seis estupros. Um deles foi abuso a uma jovem de 14 anos, também em Botafogo. O taxista tinha permissão legal para exercer a função e negou a autoria do crime contra a passageira. A expectativa da polícia é que outras possíveis vítimas denunciem.

(…)

O taxista já foi preso por 16 anos e tinha permissão para exercer função – DIVULGAÇÃO


Policial amamenta bebê faminto separado da mãe pela justiça


Policial Celeste Ayala - Foto: reprodução / Facebook

Policial Celeste Ayala – Foto: reprodução / Facebook

O instinto materno de uma policial falou mais alto em um hospital de Buenos Aires, na Argentina.

Celeste Ayala amamentou um bebê que tinha sido separado de sua mãe por ordem judicial e estava chorando de fome, informou o jornal “La Nación”.

A policial do Comando de Patrulhas de Berisso, que recentemente deu à luz, pediu permissão para os médicos do Hospital Infantil Sor Maria Ludovica de La Plata para amamentar o bebê que chorava muito.

Naquele momento Celeste trabalhava para uma empresa de segurança que atende a unidade de saúde.

Assim que ela escutou o bebê, pensou que ele pudesse estar com fome e sentiu que podia fazer algo para ajudá-lo.

De acordo com o jornal local, a criança tem seis irmãos e estava internada para se recuperar de uma desnutrição.

Emoção nas redes

Um colega de trabalho da policial contou a história em seu perfil do Facebook esta semana e publicou uma imagem de Celeste amamentando o bebê.

O post já ultrapassou 77 mil curtidas e 60 mil compartilhamentos.

O policial Marcos Heredia ressaltou que o gesto da colega foi realizado no dia da mulher policial.

“Eu quero publicar este grande gesto de amor que você teve hoje (terça-feira, dia 14) com aquele bebezinho, que sem conhecê-lo, não hesitou por um momento e realizou o ato como se você fosse sua mãe, não te importou a sujeira e o cheiro como os senhores profissionais do hospital expressavam. Coisas assim não são vistas todos os dias”, diz a publicação.

Com informações do La Nación e Extra

VÍDEO: ‘Se Lula não puder participar do debate da RedeTV, pediremos que vá um substituto, provavelmente eu’, diz Haddad


Posted by Lula on Thursday, August 16, 2018

Comer depois das 19h pode aumentar o risco de enfarto, sugere estudo


 A hora que comemos é tão importante quanto o que comemos, um estudo descobriu.

 

Pesquisadores verificaram que jantar duas horas antes de dormir pode ter um risco maior do que consumir uma dieta de alto teor de sódio. Com base em uma avaliação feita em mais de 700 adultos com hipertensão arterial, eles descobriram que a hora que comemos tem grande impacto sobre nossa saúde. O estudo examinou todos os tipos de alimentos consumidos, bem como ingestão de sal, se o café da manhã era comido regularmente e os horários das refeições noturnas, de acordo com informações do The Telegraph.

 

O estudo em questão foi apresentado no Congresso da Sociedade Europeia de Cardiologia em Roma, e afirmava que o “quando” das refeições era tão importante quanto “o que” é comido. Segundo os pesquisadores, uma dieta saudável significa comer um bom café da manhã e almoço, mas limitar a última refeição do dia a alimentos mais leves. Idealmente, o horário limite para essa última refeição é as 19 horas. Eles descobriram que pessoas que jantam tarde são quase duas vezes mais propensas a sofrer de hipertensão durante a noite.

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e texto

Entre 700 adultos analisados, um total de 24,2% que jantou em um prazo de duas horas antes de ir para a cama, experimentou sintomas de hipertensão que não reduziram durante o sono, em comparação aos 14,2% dos que comeram a refeição noturna antes da 19 horas.

 

De acordo com os pesquisadores, comer tarde pode deixar o corpo em alerta, encorajando-o a produzir hormônios do estresse, como a adrenalina, e atrapalhando o ritmo circadiano (relógio biológico). A pesquisa, que foi a primeira a examinar o vínculo entre refeições tardias e hipertensão, verificou ainda que aqueles que pulam o café da manhã também estão mais propensos a riscos semelhantes, uma vez que fazem refeições mais tardias.

 

Segundo a Dra. Ebru Özpelit, professora associada de cardiologia da Universidade Dokuz Eylül, em Esmirna, na Turquia, a vida moderna encoraja as pessoas a hábitos alimentares cada vez mais “erráticos”, e que a longo prazo podem ser extremamente prejudiciais.

A imagem pode conter: 1 pessoa, sorrindo

Devemos definir a frequência e o tempo ideal das refeições porque a forma como comemos pode ser tão importante quanto o que comemos“, afirmou. “Tomar café da manhã é importante, e ele deve ser reforçado, e não devemos saltar o almoço. Devemos fazer um pequeno jantar, que não deve ocorrer depois das 7 horas da noite”.

Özpelit acrescentou que o corpo humano não foi projetado para lidar com muitos aspectos da vida moderna. “Com o advento da iluminação artificial e industrialização a preços acessíveis, os humanos modernos começaram a experimentar horas de iluminação prolongadas todos os dias e o consumo prolongado de alimentos“, disse ela.

 

Segundo ela, embora o corpo tenha sido projeto para comer antes do anoitecer, a iluminação artificial fez com que as pessoas esquecessem esse limite, alimenta-se muito mais tarde. Para que o corpo descanse de verdade, é essencial que a pressão arterial caia pelo menos 10% à noite. Mas, se ela continua alta, há um risco maior para o desenvolvimento de doenças cardíacas e infarto.

 

Estudos anteriores associaram as refeições tardias a um risco maior para a obesidade e resistência à insulina, que pode levar à diabetes, enquanto que pular o café da manhã foi relacionado a uma maior chance de doença cardíaca.

Segundo o professor Peter Weissberg, diretor médico da British Heart Foundation, e que não esteve envolvido no estudo, “é normal que a pressão arterial reduza durante a noite, mesmo em pessoas com hipertensão”, mas que estudos em populações maiores devem ser feitos para confirmarem tais resultados.

 

Em alguns hipertensos, a pressão permanece elevada ao longo da noite colocando-os em risco potencialmente maior de futuras complicações“, acrescentou. “Esta pesquisa sugere que comer uma refeição tarde da noite pode contribuir para o fracasso da redução da pressão arterial. Esta observação, que precisa ser confirmada em estudos mais aprofundados e cuidadosamente planejados, sugere que comer no início da noite pode ajudar as pessoas a obter um melhor controle de sua pressão arterial“.

Diário de Biologia / Telegraph

Brasileiros pagam mais de R$ 100 mil para ter filhos em Miami com nacionalidade americana


Thiago Panes e Miriane Becker acreditam que investimento milionário representará mais oportunidades para o filho no futuro 

O primeiro choro do pequeno Marc, após vir ao mundo, representou a concretização do que o casal Miriane Becker, de 36 anos, e Thiago Panes, 40, considera um de seus maiores investimentos. O bebê nasceu em Miami, na Flórida, em 20 de junho. Os pais da criança acreditam que o nascimento nos Estados Unidos representa mais oportunidades ao garoto no futuro. Para que o parto do bebê ocorresse no país norte-americano, Miriane e Thiago desembolsaram, ao menos, R$ 100 mil.

O casal, que mora em Cuiabá (MT), fez economias por dois anos para o nascimento do filho nos Estados Unidos. Ele trabalha como piloto de avião e a esposa é advogada. Eles deixaram de trocar o carro, fizeram viagens mais baratas e reduziram os gastos com itens que consideram supérfluos. “Acredito que tudo isso valeu a pena, porque sei o quanto vai ser importante para o meu filho, no futuro, ter a nacionalidade americana”, declara Panes.

O casal recorreu ao serviço “Ser Mamãe em Miami”, oferecido pelo pediatra Wladimir Lorentz, de 49 anos. Brasileiro, o médico mora nos Estados Unidos, onde se formou, desde os 15 anos. Em Miami, notou o grande número de estrangeiros – em particular, o de russos -, que iam à região somente para ter o filho, para que a criança tivesse nacionalidade americana.

De olho nesse filão, Lorentz deixou a clínica em que trabalhava e criou, há três anos, a agência de partos para atender mães de todos os países que queriam ter filhos nos EUA. Logo nos primeiros meses, decidiu focar no Brasil e na América Latina. O pediatra relata que, nos últimos três anos, mais de 900 crianças nasceram nos EUA por meio do “Ser Mamãe em Miami”. Destas, segundo o médico, cerca de 500 são brasileiras. DCM

 

 

 

Mais de 350 jornais americanos lançam campanha em resposta a ataques de Trump


Mais de 350 veículos publicam editoriais em prol da liberdade de imprensa, rebatendo acusações de que mídia propaga ‘fake news’ e é inimiga do povo. ‘Isso é perigoso para a democracia’, diz ‘New York Times’.

Com a hashtag #EnemyOfNone (Inimigos de Ninguém, em tradução livre), a campanha foi organizada pelo jornal “The Boston Globe” e teve aderência tanto de publicações de peso como o “The New York Times” quanto de jornais menores.

“Hoje nos EUA temos um presidente que criou um mantra dizendo que membros da mídia que não apoiam abertamente as políticas do governo atual são ‘inimigos do povo’. Essa é uma das muitas mentiras que têm sido proclamadas por esse presidente”, afirma o editorial do “The Boston Globe”, intitulado “Jornalistas não são o inimigo”.

Para o “The Boston Globe”, o tratamento dado por Trump à imprensa também estaria encorajando outros líderes, como o presidente da Rússia, Vladimir Putin, e o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, a tratar jornalistas como inimigos.

Um exemplo dos ataques de Trump direcionados à imprensa foi uma publicação em sua conta no Twitter em fevereiro de 2017, em que acusa o “The New York Times”, a emissora CNN e outras organizações de mídia de publicarem fake news (notícias falsas) e serem inimigos do povo americano, falas que foram repetidas em diversas outras ocasiões.

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fala na Casa Branca, no dia 17 de julho, sobre encontro com presidente russo, Vladimir Putin, que aconteceu em Helsinque, na Finlândia (Foto: Leah Millis/Reuters)

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fala na Casa Branca, no dia 17 de julho, sobre encontro com presidente russo, Vladimir Putin, que aconteceu em Helsinque, na Finlândia (Foto: Leah Millis/Reuters)

A posição de Trump é vista por muitos no setor como uma ameaça ao papel da mídia de monitorar a classe política e evitar abusos de poder por parte do governo, podendo colocar em risco o direito à liberdade de imprensa garantido pela Primeira Emenda à Constituição dos EUA.

Para alguns ativistas dos direitos da mídia, os comentários de Trump acabaram incitando a ameaças contra jornalistas que cobrem política.

O “The New York Times”, frequentemente alvo das críticas de Trump, publicou um editorial de sete parágrafos com o título “Uma imprensa livre precisa de você”, todo em letras maiúsculas. O jornal afirma ser correto criticar a imprensa quando o objetivo é apontar algum erro.

“Mas insistir que verdades de que você não gosta são ‘fake news’ é perigoso para a força vital da democracia. Chamar jornalistas de ‘inimigos do povo’ é perigoso, e ponto final”, diz o editorial do “The New York Times”.

Alguns jornais, porém, mostraram-se céticos em relação à campanha, como o “The Wall Street Journal”, de propriedade do aliado de Trump Rupert Murdoch e que decidiu não participar. O colunista do jornal James Freeman disse que a iniciativa do “The Boston Globe” vai contra a independência dos conselhos editoriais. Trump tem direito à liberdade de expressão como qualquer outra pessoa, escreveu.

Embora tenha apoiado a iniciativa, o “Baltimore Sun” fez a ressalva de que “uma resposta coordenada de organizações de mídia independentes alimenta uma narrativa de que estamos, de alguma maneira, alinhados contra esse presidente republicano”.

Não está claro quanto impacto a campanha terá. “As pessoas que leem editoriais não precisam ser convencidas”, disse Ken Paulson, ex-editor-chefe do “USA Today”. “Não são elas que tentam calar você em comícios presidenciais.”

Paulson avalia que a mídia precisaria de uma campanha de marketing de maior alcance capaz de ressaltar a importância da liberdade de imprensa como um valor fundamental.

Republicanos nos EUA têm adotado uma postura cada vez mais negativa em relação à imprensa nos últimos anos. Uma pesquisa do Pew Research Center mostra que a percentagem de eleitores do partido e republicanos em potencial que acreditam que a mídia tem um efeito negativo sobre o país subiu de 68% em 2010 para 85% em junho de 2017.

O filho de Edmundo transformou o abandono parental em arte. Por Nathalí Macedo


Sempre que ouço alguém ensaiar um “o que falta no cinema brasileiro é…” sei que lá vem lorota, e provavelmente só o que falta é que o sujeito em questão consuma cinema brasileiro. 

Desde Cidade de Deus a safra de jovens cineastas que transvêem o mundo através do cinema não para de brotar.

O filme “Todos nós cinco milhões”, de Alexandre Mortágua, por exemplo, toca em um tema sensível e necessário nesses tempos: o abandono paterno. O filme é um doc-ficção, seguindo uma tendência mais ou menos recente do cinema brasileiro, que mistura ficção e realidade.

O realismo do filme fica por conta da bagagem empírica do diretor, que foi abandonado pelo ex-jogador de futebol Edmundo aos quatro anos de idade, teve a paternidade reconhecida só na fase adulta e até hoje não mantem qualquer contato com o “pai”.

Alexandre é formado em artes visuais, gay e filho do ex-atleta com a modelo Cristina Mortágua. Além do abandono paterno, ele teve dificuldades em ser aceito pela própria família em razão de sua orientação sexual. “Minha mãe promoveu até um princípio de exorcismo para me forçar a deixar de ser gay”, disse à IstoÉ.

Segundo Alexandre, seus pais se separaram quando ele tinha quatro anos, e Edmundo nunca mais voltou a aparecer, só reconhecendo a paternidade por força judicial. Em sua defesa, o ex-atleta diz que “ele [Alexandre] me liga para falar da pensão, mas nunca no meu aniversário ou no dia dos pais”.

Senta lá. 

 

Quer dizer que o pai ausente ainda tem a pachorra de se fazer de vítima? Quem, afinal, ia querer saber de um pai que nunca esteve nas festinhas da escola, não estava lá nas quedas no parquinho, nunca foi porto seguro na adolescência e preferia fingir que o próprio filho não existia? 

Alexandre transformou sofrimento em arte – uma das coisas mais bonitas que um ser humano pode fazer em sua efêmera existência – nesse filme que mistura depoimentos de jovens que sofreram abandono paterno a cenas de ficção que Alexandre construiu a partir de sua própria experiência, e é tão necessário quanto o debate que propõe: em um país com mais de cinco milhões de crianças sem o nome do pai no registro de nascimento, abandono paterno é um tema urgente. 

Além do abandono civil e material, o abandono afetivo é frequentemente perdoado pela família tradicional brasileira. Em pleno Século XXI, a sociedade aceita a exclusão do filho fora do casamento como natural, porque considera natural que o homem fuja à sua responsabilidade de pai – mas mãe que cai no mundo e deixa o filho pra trás? VADIA!

Antes de opinarem sobre aborto, por exemplo, os homens deveriam ver mais filmes como “Todos nós cinco milhões” e levar o tema pra a rodinha de amigos. Por ora, é o que lhes cabe. DCM

 

 

Universitários que combinavam estupros são investigados pela polícia


Polícia investiga grupo de estudantes que combinava cometer estupros na universidade. Por meio de aplicativo de mensagens, jovens determinavam quando cometeriam os atos e quem seriam as vítimas. Agressores também publicavam comentários contra negros

estupro denúncia UFRA

Um grupo de jovens da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), no Pará, está sendo investigado por combinar e cometer estupros no campus da instituição de ensino superior.

A polícia civil recebeu diversas denúncias de alunas e decidiu abrir uma investigação. De acordo com os relatos, os rapazes tinham um grupo em aplicativo de mensagens para combinar quando seriam os abusos e quais seriam as vítimas.

O histórico das conversas vazou nas redes sociais e provocou revolta. Segundo a denúncia, o grupo reunia alunos de vários cursos da universidade. Imagens de alunas nuas também foram compartilhadas. As mensagens possuíam teor machista e faziam incitação ao estupro.

“Bora logo meter o estupro” e “Come ela por todos nós”, são algumas das mensagens registradas. Outra pessoa retruca e fala “Estupro não. Sexo surpresa”.

Em outros comentários é possível ler frases de teor racista como “Aí depois me perguntam por que não gosto de preto” e “Tô querendo comprar um anão. Acho que branco deve tá caro. Um negro deve ser mais barato”.

Uma estudante, que preferiu não se identificar, divulgou um desabafo: “Isso não é fofoca. Isso coloca em risco a vida dessas garotas. É deprimente essa situação numa universidade. Estamos sem proteção. Em um ambiente universitário essas coisas ainda acontecem infelizmente”.

Depoimentos

Na última segunda-feira (13), a polícia civil colheu depoimentos de dois dos suspeitos de integrar o grupo pró-estupro. Informações atualizadas das investigações apontam que oito vítimas registraram ocorrência até então e cinco estudantes já foram identificados.

O reitor da Ufra, Marcel Botelho, disse que “a universidade repudia totalmente esse tipo de ação”. “Nós não podemos cultivar a cultura do ódio. Não se pode combater crime com crime. O caso precisa ser investigado para que sejam tomadas as medidas certas”, afirmou.

Em nota, a UFRA disse que repudia ações de apologia a crimes feitas por meio de aplicativos de celular, pelos quais incorrem em comentários de cunho capcioso, ilegal e indignos à pessoa humana, além de apresentarem-se inadequados ao ambiente acadêmico.

Acompanhe Pragmatismo Político no Twitter e no Facebook

 

Sentir-se jovem é o primeiro passo para se manter jovem


Estudo mostra que idade subjetiva tem reflexo no envelhecimento

Mulher é a mais jovem a receber transplante de rosto


Katie Stubblefield - antes e depois - Foto:National Geographic

Katie Stubblefield – antes e depois – Foto:National Geographic

Uma mulher de 21 anos se tornou a pessoa mais jovem dos Estados Unidos a receber um transplante de rosto, três anos depois de uma tentativa fracassada de suicídio.

Katie Stubblefield não se lembra mais do dia em que tentou se matar – em 25 de março de 2014, no Mississippi – e nem mesmo do que passou nos meses seguintes.

Ela foi transferida do hospital em que estava em Oxford para um em Memphis, Tennessee. Depois foi para Cleveland, Ohio, para que pudessem salvá-la.

2 anos depois

No início de 2016, ela foi declarada estável e, em 4 de maio de 2017 fez história ao passar por 31 horas de cirurgia na Cleveland Clinic para receber um transplante de rosto.

Katie recebeu o rosto de Adrea Schneider, que morreu de overdose de drogas aos 31 anos.

A nova aparência que reestruturou o rosto deu à jovem condições de mastigar, engolir e respirar de forma independente, pela primeira vez em anos.

“Tenho uma segunda chance na vida agora”, disse Katie, aos 22 anos, em um documentário da National Geographic , divulgado recentemente.

Katie é a 40ª pessoa no mundo a receber um transplante facial, e a terceira na Cleveland Clinic, que é considerada a pioneira na reconstrução facial nos EUA.

No entanto, a dela foi um pouco diferente das que vieram antes:

Não só ela é a mais jovem de todas, mas foi o transplante de rosto mais longo já realizado – levando a equipe cirúrgica a novos limites.

Antes e depois do transplante Foto: Cleveland Clinic

Antes e depois do transplante Foto: Cleveland Clinic

Os pais de Katie, Alesia e Robb, moraram na casa de Ronald McDonald em Cleveland durante o período de recuperação de Katie

Os pais de Katie, Alesia e Robb, moraram na casa de Ronald McDonald em Cleveland durante o período de recuperação de Katie – Foto: Cleveland Clinic

Katie recebeu o rosto de Adrea Schneider

Katie recebeu o rosto de Adrea Schneider

Veja o documentário da National Geographic:

Com informações do Daily Mail