Editorial do El País espanhol diz que o tempo deu razão a Lula


Lula

“O tempo está provando que Lula estava certo em dois aspectos: ele sempre proclamou sua inocência e sua confiança na Justiça. E sempre se considerou vítima de perseguição judicial no âmbito da Lava Jato”, diz o texto da publicação espanhola.

Editorial do El País espanhol desta quinta-feira (21) afirma que “o tempo provou que Lula estava certo”. O texto relata que Lula tinha razão quando se dizia inocente e vítima de uma perseguição judicial por meio da Lava Jato, capitaneada pelo ex-juiz Sergio Moro, declarado parcial pelo Supremo Tribunal Federal (STF), e pelo ex-chefe da força-tarefa Deltan Dallagnol.

“O tempo está provando que Lula estava certo em dois aspectos: ele sempre proclamou sua inocência e sua confiança na Justiça brasileira. E sempre se considerou vítima de perseguição judicial no âmbito da operação Lava Jato. Especificamente, Lula denunciou ser prisioneiro do juiz Moro, cuja atuação parcial foi demonstrada por seus pares”, diz o jornal.

O veículo ainda destaca o favoritismo de Lula para a eleição presidencial de 2022, mas diz que o petista precisará “girar bem” para conseguir o apoio necessário para transformar seu favoritismo em votos. “O líder do PT lidera as urnas com facilidade”, diz o editorial, “mas é improvável que os votos da esquerda sozinhos” consigam derrotar Jair Bolsonaro. “Muitos brasileiros se arrependeram de ter votado no militar aposentado, mas isso não significa vontade de apoiar o Partido dos Trabalhadores dentro de um ano, embora o ódio a Lula e seu partido perca força à medida que avança o antibolsonarismo. Lula, que ao longo de sua carreira tem se mostrado um bom estrategista, terá que girar bem para construir uma coalizão que dilua a rejeição que ainda desperta e reúna forças para transformar a presidência do populista de extrema direita Jair Bolsonaro em um pesadelo passageiro”. Do 247.

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Dólar dispara após Guedes falar em ‘licença’ para furar teto de gastos


dólar opera em forte alta nesta quinta-feira (21), após o ministro Paulo Guedes confirmar que o governo pagará R$ 400 de Auxílio Brasil até dezembro de 2022 e falar em “licença” para furar o teto de gastos para financiar o benefício.

Às 9h40, a moeda norte-americana saltava 1,37%, vendida a R$ 5,6345. Na maior cotação do dia até o momento chegou a R$ 5,6750, renovando máximas que não eram atingidas desde abril. Veja mais cotações.

Lá fora, os ativos brasileiros negociados nos mercados externos despencavam nesta manhã em reação às declarações feitas pelo ministro na noite de quarta-feira e temores de descontrole fiscal. Nos EUA, o ETF que acompanha o Ibovespa caía perto de 4%, indicando mais um dia de turbulência na bolsa brasileira

‘Licença’ para gastar coloca fim ao teto de gastos e pode causar alta dos juros e da inflação’, diz economista

O Banco Central não anunciou venda de dólares venda líquida de dólares – seja na forma de swap cambial, seja de moeda física – para esta quinta, mas dada a disparada do dólar agentes financeiros não descartam que o Bacen intervenha de surpresa no mercado.

Na terça-feira, as notícias sobre as intenções do governo de pagar parte do Auxílio Brasil fora do teto de gastos já tinham azedado o humor dos mercados, provocando queda na bolsa, elevação dos juros futuros e aumento do dólar frente ao real.

Na quarta-feira, o dólar fechou em queda de 0,65%, a R$ 5,5583, após ter atingido R$ 5,5944 na terça-feira. Com o resultado da véspera, passou a acumular alta de 2,07% no mês e de 7,15% no ano.

Furo do teto de gastos

fala do ministro Paulo Guedes dizendo que o governo estuda alternativas para viabilizar o valor de R$ 400 para o Auxílio Brasil foi interpretada pelo mercado como o fim do teto de gastos, tido como âncora fiscal do Brasil, o que golpearia um já fragilizado cenário para as contas públicas no país. A regra em vigor desde 2016 não permite o crescimento das despesas do governo acima da inflação do ano anterior.

“Temos a regra fiscal e ela está sendo desmontada. Esse ‘waiver’ que o ministro pediu ontem é o fim do teto de gastos”, afirmou o economista e especialista em contas públicas Guilherme Tinoco, em entrevista à GloboNews (veja vídeo mais acima).

O ministro disse que o governo avalia se o benefício temporário que irá vitaminar o novo Bolsa Família será pago fora do teto, o que demandaria uma licença, chamada pelo ministro de “waiver”, para um gasto de cerca de R$ 30 bilhões, ou se haverá opção por uma mudança na regra constitucional do teto de gastos para acomodá-lo.

Guedes defendeu que o governo busca ser “reformista e popular” e “não “populista”, em meio a críticas generalizadas de que a burla ao teto de gastos seria uma medida eleitoreira e que não representaria uma mudança efetiva para o Bolsa Família.

Leia Matéria completa no G1

Pazuello é aconselhado a não disputar vaga no Senado após relatório da CPI


Pazuello de máscara
Eduardo Pazuello. Foto: Sérgio Lima

Com o desgaste causado pela CPI da Covid, Eduardo Pazuello tem sido aconselhado a disputar vaga na Câmara. Aliados avaliam que seria melhor concorrer como deputado do que como senador. Ele já admitiu a aliados que vai disputar vaga no Congresso, mas ainda não decidiu qual posto.

Interlocutores do ex-ministro e membros do governo Bolsonaro acreditam que ele não vai vencer a eleição para o Senado. Acreditam que o Planalto vai escolher somente um nome para apoiar, segundo a coluna de Bela Megale no Globo.

Pazuello é um dos indiciados no relatório da CPI

O general sofre desgaste por ter sido indiciado no relatório da CPI da Covid. O documento atribui a ele cinco crimes: causar epidemia com resultado em morte, emprego irregular de verbas públicas, prevaricação e comunicação falsa de crime. Ele também é acusado de cometer crimes contra a humanidade, nas modalidades extermínio, perseguição e outros atos desumanos.

Ele é um dos 69 citados no documento final da CPI. Além dele, estão no relatório Élcio Franco e Mayra Pinheiro, também funcionários da pasta. Do DCM

”O povo merece”: diz Lula ao defender auxílio emergencial de R$ 600


O ex-presidente lembrou que o PT já reivindicou que o governo desse auxílio maior e apresentou proposta para um novo Bolsa Família, no valor de R$ 600.

É preciso que se lembre, que com o aumento dos preçõs da cesta básica, principalmente o excencial para a alimentação da família, 600 reais não compra o que 300 comprava a alguns meses. Essa é a avaliação do Lula, que defende alimento na mesa do pobre.

Em entrevista à rádio A Tarde, de Salvador (BA), nesta quarta-feira (20), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que o presidente Jair Bolsonaro deve dar um auxílio de R$ 600 para os brasileiros pobres que passam por dificuldades. Ele lembrou que PT, há mais de cinco meses, pediu que o valor do auxílio se fixasse em R$ 600 e, além disso, o partido mandou uma proposta para a Câmara dos Deputados de um novo Bolsa Família, também no valor dos 600 reais. O ex-presidente disse não se importar que Bolsonaro possa tirar proveito eleitoral do auxílio, porque o povo merece receber o dinheiro.

“Estou vendo agora que Bolsonaro vai dar um auxílio emergencial de R$ 400 que vai durar até o final do ano que vem. Muita gente diz que a gente não pode aceitar porque é um auxílio emergencial eleitoral. Não, não penso assim. Faz mais de cinco meses que o PT pediu um auxílio emergencial de R$ 600, aliás, o PT pediu e mandou uma proposta para a Câmara dos Deputados de um novo bolsa família de R$ 600. Então, o que nós queremos é que o Bolsonaro dê um auxílio emergencial de R$ 600. Ele vai tentar tirar proveito disso? É problema dele. Se alguém acha que vai ganhar o povo porque vai dar um auxílio emergencial de R$ 600, paciência. Eu acho que o povo merece os R$ 600 e acho que ele tem que dar e nós já reivindicamos isso”, disse o Lula.

Na entrevista, Lula disse ainda que está trabalhando num plano de reconstrução do Brasil, um plano que coloque o pobre o orçamento. “Precisamos apresentar para a sociedade brasileira que tipo de política nós precisamos fazer de desenvolvimento para que o Brasil possa retomar aquilo que ele já foi”, afirmou. O ex-presidente disse ser plenamente possível fazer “uma coisa mais saudável, mais civilizada, pensar nas pessoas mais humildes”.

“Eu não acredito em nenhum modelo econômico que não coloque o pobre dentro do orçamento. Eu provei que o pobre não é problema, é solução”, disse, acrescentando que está muito otimista com a perspectiva de voltar a fazer o povo sorrir outra vez de alegria.

Questionado sobre polarização na política, o ex-presidente afirmou que é importante o Brasil recuperar o sentimento da civilidade. Para Lula, o ódio na política começou após a derrota do PSDB nas eleições de 2014 e se agravou com o golpe na ex-presidenta Dilma Rousseff. “Você pode ter um adversário político e se cumprimentarem de forma civilizada. É assim que deve ser a política. Acontece que foi estabelecido um ódio e isso não existia no Brasil. Essa guerra começou a ser estabelecida quando Aécio Neves perdeu para Dilma Rousseff (2014) e não aceitou a derrota eleitoral, e aumentou com o golpe contra a Dilma. Agora temos que voltar à normalidade”.

A informação é 247

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Mulher com tumor gigante é confundida com grávida e busca por cirurgia: ‘Não aguento mais dor’


À esquerda, Elza antes do tumor; à direita, Elza recebendo medicamento na veia devido às dores intensas — Foto: Arquivo Pessoal

Elza Mar Fidalgo de Jesus, de 38 anos, moradora de São Vicente, no litoral de São Paulo, começou a sentir fortes dores abdominais em junho de 2021, e foi diagnosticada com um tumor teratoma. A doença evoluiu rapidamente, e a barriga cresceu ao ponto de ela ser constantemente confundida com gestante. Desde então, ela luta para conseguir uma cirurgia de remoção do tumor, ainda sem sucesso.

“Não aguento mais tanta dor, ir a hospitais para tomar medicação para dor. Meus braços estão cheios de veias estouradas”, relata.

Elza mora com o marido, Ricardo Sergio da Silva Souza, de 39 anos. Em entrevista ao g1, o casal falou sobre a saga para tentar conseguir o procedimento. Em junho, Elza começou a sentir as dores e logo buscou atendimento médico. Mesmo antes de conseguir o diagnóstico, o abdômen dela começou a crescer muito, tornando comum a confundirem com uma grávida.

A partir de agosto, com a confirmação do tumor teratoma, que surgiu de um cisto no ovário, o atendimento nos hospitais públicos mudou para pior, segundo Elza.

“Era bem atendida nos hospitais enquanto achavam que eu estava grávida. Quando percebiam que era um tumor, o atendimento mudava completamente”, relata a paciente.

Barriga de Elza está bastante inchada devido ao crescimento do tumor — Foto: Arquivo Pessoal

Barriga de Elza está bastante inchada devido ao crescimento do tumor — Foto: Arquivo Pessoal

Rotina

O marido Ricardo explica que, com a piora do quadro clínico da companheira, ele optou por largar o trabalho. “Moramos só eu e ela. Não posso sair para trabalhar e deixar ela sozinha, ela precisa de mim para tudo agora”, desabafa.

Como consequência do tumor, Elza também está com água na barriga e falta de cálcio. Por isso, os ossos e veias dela estão mais fracos. Recentemente, ao levantar da cama, ela trincou a costela, o que aumentou ainda mais suas dores.

Para aliviar o sofrimento, a paciente precisa receber medicação na veia, porque o casal não tem condições para comprar remédios. A rotina nos hospitais, porém, também é conturbada, porque suas veias estão muito frágeis e estouram com facilidade.

“Eu preciso internar para operar”, desabafa Elza.

Ricardo e Elza antes do diagnóstico do tumor teratoma — Foto: Arquivo Pessoal

Ricardo e Elza antes do diagnóstico do tumor teratoma — Foto: Arquivo Pessoal

O casal conta que conseguiu marcar uma cirurgia para 14 de agosto. O procedimento aconteceria no Hospital Municipal de São Vicente. Dois dias antes, entretanto, chegou a informação de que não havia vaga na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), e o procedimento foi cancelado.

Elza desabafou sobre o sofrimento de viver com dores intensas e não ter o amparo médico necessário. “Não consigo dormir à noite, não tenho posição. Meu problema é a dor, que sinto muita”, relata.

A doença

O médico oncologista André Perdicaris explicou ao g1 que o tumor teratoma, sob o ponto de vista histológico, é benigno, mas clinicamente é algo maligno, porque interfere nos órgãos internos da paciente.

“O tumor teratoma é desenvolvido a partir de células embriológicas. Portanto, cria tecidos que seriam utilizados na formação de um embrião. Por isso, é comum crescer cabelo, olhos e dentes nesse tipo de tumor”, explica Perdicaris.

Hospital

A Prefeitura de São Vicente, por meio da Secretaria de Saúde (Sesau), informou ao g1 que Elza teve a cirurgia cancelada porque o profissional que realizaria o procedimento precisou ser afastado por Covid-19. Na sequência, o médico entrou com pedido de licença paternidade.

A Sesau ainda pontuou que o procedimento se trata de uma cirurgia eletiva, portanto, não é um procedimento de emergência. Conforme informações da Diretoria de Atenção Especializada, a paciente é a primeira da fila do mutirão de cirurgias ginecológicas. Em breve, a pasta entrará em contato para comunicar a nova data do procedimento.

Elza dentro de ambulância em uma das idas a hospitais para receber medicamento contra a dor — Foto: Arquivo Pessoal

Elza dentro de ambulância em uma das idas a hospitais para receber medicamento contra a dor — Foto: Arquivo Pessoal

Por  g1

 

Padrasto é preso por tortura de menina de 11 anos morta pela mãe; vídeo mostra agressão



Vídeo mostra mãe agredindo menina de 11 anos na frente de padrasto, em Guarujá, SP

O padrasto da menina de 11 anos encontrada morta com sinais de espancamento em Guarujá, no litoral de São Paulo, foi preso por tortura nesta terça-feira (19). Um vídeo obtido pela Polícia Civil mostra Maicon Saustino de Souza, de 32 anos, incentivando a mãe da menina, que está presa pelo crime, a continuar as agressões contra a criança (veja vídeo acima).

Clara Regina Pereira Santos foi encontrada morta pelas irmãs e pelo próprio padrasto na noite de 24 de agosto. Ela estava deitada em um colchão, coberta por um lençol, na casa da irmã mais velha. A residência, no Morro do Engenho, fica no mesmo terreno onde a menina morava com a mãe, o padrasto e outros irmãos. Ela apresentava sinais de espancamento.

Clara Regina morreu após ser espancada. Suspeita do crime é a própria mãe, segundo a polícia — Foto: g1 Santos

Clara Regina morreu após ser espancada. Suspeita do crime é a própria mãe, segundo a polícia — Foto: g1 Santos

A mãe dela, Lucilene Pereira dos Santos, apontada como autora do crime, fugiu de casa pouco tempo depois de a morte ser descoberta pelos familiares. Ela foi encontrada pela Polícia Militar no dia seguinte, e permanece presa preventivamente por homicídio qualificado, aguardando julgamento.

Segundo informado pela Polícia Civil ao g1 nesta terça, pouco tempo depois da prisão da mãe, uma testemunha enviou um vídeo às autoridades mostrando que, em situações de espancamento anteriores à morte da menina, o padrasto aparece incentivando a mulher a continuar as agressões.

Padrasto de menina de 11 anos foi preso por participação em tortura nesta terça-feira (19). Mãe foi presa pela morte em agosto — Foto: Reprodução

Padrasto de menina de 11 anos foi preso por participação em tortura nesta terça-feira (19). Mãe foi presa pela morte em agosto — Foto: Reprodução

Apesar de o padrasto não aparecer no vídeo, é possível ouvi-lo, ao fundo, incentivando a companheira (veja vídeo acima). Um vizinho confirmou à polícia que a voz pertence a Maicon Saustino de Souza, companheiro da mulher.

Assim, o delegado responsável pelo caso, Otaviano Toshiaki Uwada, da Delegacia Sede de Guarujá, pediu a prisão preventiva do homem por participação no crime de tortura. O mandado foi cumprido na manhã desta terça, na casa onde o homem morava com a criança e a mãe dela.

Caso ocorreu na Avenida Benedito Lemos, no Morro do Engenho, em Guarujá — Foto: Reprodução

Caso ocorreu na Avenida Benedito Lemos, no Morro do Engenho, em Guarujá — Foto: Reprodução

Denúncias de maus-tratos no dia da morte

Conforme o relato de uma testemunha próxima da família ao g1a mãe não se dava bem com a menina. Clara seria submetida a agressões físicas pela mãe com frequência.

“Apanhava com madeira, borracha. As outras filhas, geralmente, não apanhavam”.

Diversas denúncias foram feitas ao Conselho Tutelar da cidade, para relatar as agressões sofridas por Clara. A última delas foi feita justamente no dia da morte da menina. Pela manhã, segundo a testemunha, conselheiros tutelares e assistentes sociais teriam ido à residência da família.Por Juliana g1

Menina de 11 anos morre após ser espancada em Guarujá; mãe é principal suspeita

Menina de 11 anos morre após ser espancada em Guarujá; mãe é principal suspeita

Vídeo mostra menina de 11 anos sofrendo agressão de mãe em Guarujá, SP — Foto: Reprodução

Vídeo mostra menina de 11 anos sofrendo agressão de mãe em Guarujá, SP — Foto: Reprodução

 

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MASSA FINANenhuma descrição de foto disponível.

Maquiadora é roubada em Salvador e faz vakinha para recuperar material perdido


Tainá Melo perdeu 80% dos seus produtos após ter sido assaltada a caminho de um serviço no bairro Santo Antônio Além do Carmo

Maquiadora é roubada em Salvador e faz vakinha para recuperar material perdido

Foto: Reprodução

A maquiadora Tainá Melo perdeu praticamente todo o seu material de trabalho em um assalto ocorrido nesta terça-feira (19) em Salvador. Ela conta que estava a caminho de um serviço no bairro de Santo Antônio Além do Carmo, quando foi abordada por dois homens armados. Após o ocorrido, as suas amigas e apoiadoras do seu trabalho se juntaram para realizar doações e lançaram uma campanha de arrecadação para recuperar as coisas roubadas.

“Eu estava indo fazer um trabalho para uma ótica de Salvador, que eu faço a beleza dos modelos. Eles tinham alugado um hotel para fazer as fotos. Desci do carro e pedi informação para uma moça, porque não conhecia o lugar, e segui andando com a minha mochila. Daí um rapaz falou comigo e eu não entendi o que ele queria e falei ‘o que?’, aí ele disse ‘passe tudo, não esconda nada e puxou uma arma da cintura na minha direção”, conta.

Tainá relata que perdeu cerca de 80% do seu seu material de trabalho. Na semana passada, ela havia investido R$ 1.600 em novas maquiagens. A maquiadora publicou um vídeo nas suas redes sociais explicando, emocionada, a situação pela qual passou e recebeu um grande apoio. Um grupo de amigas doou produtos para que ela possa trabalhar no próximo final de semana e fizeram uma ‘vakinha’ para recuperar os materiais perdidos e pagar a dívida da compra recente.

“Acho que Deus estava comigo porque eu não reagi, fiquei tranquila e só fiz o que eles pediram. Em um primeiro momento, acho que fiquei anestesiada, mas depois eu chorei tanto, loucamente. Eu não consegui fazer as coisas que precisava durante o resto do dia, nem comer. Ainda tive que prestar queixa, bloquear o celular e conta no banco, refazer documentos, porque eles levaram tudo. Estou tentando me recuperar disso tudo, mas estou feliz porque percebo o quanto as pessoas se importam e estão ajudando”, diz.

Até então, a campanha de arrecadação, com meta estabelecida no valor inicial de R$ 6 mil em um prazo de 10 dias, já acumulou mais de R$ 4 mil, com a ajuda de mais de 60 contruibuintes. Para participar, basta acessar este link e realizar uma doação.

 

Alfabetização no Brasil retrocedeu 15 anos durante a pandemia, diz FGV


Investimentos em educação diminuíram em 93% dos municípios brasileiros neste ano

Segundo levantamento da FGV, 5,5% das crianças estavam fora da escola em 2020Segundo levantamento da FGV, 5,5% das crianças estavam fora da escola em 2020Prefeitura de Jundiaí

Durante a pandemia da Covid-19, o país retrocedeu 15 anos na alfabetização de crianças em um cenário que já não era considerado ideal pelos especialistas. O levantamento da Fundação Getúlio Vargas (FGV) aponta que, em 2019, a taxa de crianças fora das escolas era de 1,39%. Em 2020, esse número saltou para 5,5%.

Os motivos que agravaram a situação foram a evasão escolar e pouco tempo em sala de aula, por conta das restrições impostas pelo coronavírus. Além disso, os investimentos considerados essenciais para a recuperação do patamar educacional antes da pandemia foram reduzidos em 93,5% dos municípios brasileiros, de janeiro a agosto de 2021, de acordo com a Frente Nacional de Prefeitos (FNP).

Segundo o economista e pesquisador da FGV, Marcelo Neri, há um atraso educacional muito relevante. A grande piora foi observada nos alunos dos cinco aos nove anos de idade, grupo em que os indicadores educacionais estavam em maior melhora nos últimos 40 anos.CNN

Globo faz propaganda da 3ª via; youtuber fala do esquema de compra de sites pró-Ciro. DCM TV


No DCM ao Meio-dia, Kiko Nogueira analisa as principais notícias e conversa com o historiador Carlito Neto.

 

Não é só o jornal O Globo que tem sido usado para promover a tal “terceira via”, o veículo só escancarou as intenções.

Recentemente, a GloboNews organizou um outro debate com Ciro Gomes, Alessandro Vieira e Luiz Henrique Mandetta.

O Grupo Globo está articulado para promover a tal terceira via, que tem poucas chances de vingar em 2022. Todas as pesquisas mostram que o segundo turno na próxima eleição será entre Lula e Jair Bolsonaro.

O debate entre os pré-candidatos no Globo está sendo visto pelo partido como muito importante, principalmente pelo impacto midiático que pode produzir.

Advogado diz que promoção do Globo não é crime eleitoral

O DCM consultou os advogados Hélio Silveira e Alberto Rollo acerca da possibilidade de crime eleitoral na promoção do veículo.

Eles discordam desta hipótese, no entanto, e consideram não haver “alguma forma de abuso ou ilícito”.

Argumentam que a promoção não poderia se configurar uma doação de empresa privada. E lembram que as prévias são de autonomia dos partidos, não tendo interferência da Justiça Eleitoral.

O DCM contatou o jornal O Globo e o questionou acerca da promoção e da retirada do link, mas o veículo não respondeu até a publicação desta matéria.

Assista aos comentários no DCM ao Meio Dia e leia a matéria a seguir

 

 

CPI amenizando: A palavra ”genocídio” foi substituída por ”crimes contra humanidade”


De acordo a matéria circulada na Revista Fórum, a reunião com os integrantes do grupo majoritário da CPI da Covid, conhecido como G7, que reúne opositores e os considerados independentes, ficou decidido trocar do relatório do senador Renan Calheiros (MDB-AL) o termo “genocídio” por “crime contra a humanidade”).

A informação foi dada aos repórteres pelo presidente da comissão, senador Omar Aziz (PSD-AM).

“A questão do genocídio está pacificada e deverá ser retirada do relatório. Estamos discutindo agora as tipificações em relação ao presidente Bolsonaro“, declarou Aziz.

De acordo com o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), vice-presidente da CPI, a reunião serviu para criar um consenso em torno do texto produzido por Renan. “Os sete membros titulares da CPI votarão unidos no relatório do senador Renan Calheiros”, contou.

Randolfe também explicou que o nome do pastor Silas Malafaia, que tem aconselhado o presidente Bolsonaro, permanecerá citado no relatório da CPI, mas não mais constará na lista de indiciados.

O crime de “homicídio” também poderá ser retirado do rol dos 11 indiciamentos de Bolsonaro. No lugar, os senadores poderão classificar os atos negacionistas como sendo de “epidemia com resultado de morte”, afirmou Aziz.

Também estaria pacificada, informou o senador amazonense, a retirada do crime de advocacia administrativa do filho “01” do presidente, o senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ). Os senadores ainda discutem os crimes atribuídos ao parlamentar pela divulgação de fake news.

O senador Rogério Carvalho (PT-SE) classificou as mudanças no relatório como sendo apenas de “ajustes” na escrita e “nos tipos penais”.

O G7 é composto por Omar Aziz, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Renan Calheiros (MDB-AL), Otto Alencar (PSD-BA), Humberto Costa (PT-PE), Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e Rogério Carvalho (PT-SE).

Ajudante de ordens confirma encontro entre Bolsonaro e Luis Miranda, que denunciou corrupção no governo


Em depoimento à PF, Jonathas Diniz Vieira Coelho disse que recebeu mensagem de Miranda na qual ele pedia para avisar o presidente sobre um “esquema de corrupção pesado” no Ministério da Saúde

 

O deputado federal Luis Miranda (DEM-DF), que está no centro da investigação envolvendo denúncias na compra da Covaxin, se encontrou com o presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido) em março deste ano, segundo informações dadas à Polícia Federal pelo ajudante de ordens de Bolsonaro Jonathas Diniz Vieira Coelho.

De acordo com reportagem do “O Globo”, no depoimento prestado à PF no último dia 1º, o capitão-de-corveta da Marinha confirmou quem em 20 de março deste ano, após voltar de um evento em Taguatinga, onde acompanhava o presidente, recebeu uma mensagem de Miranda na qual ele pedia para “Avisar o PR que está rolando um esquema de corrupção pesado na aquisição das vacinas dentro do Min. da Saúde”.

O deputado Luis Miranda e seu irmão Luis Ricardo Miranda, servidor do Ministério da Saúde, denunciaram à CPI supostas fraudes na documentação e nas negociações na compra da Covaxin, que foram intermediadas pela empresa Precisa Medicamentos. Do FORUM

 

 

Médicos descobrem novo tratamento para câncer de mama agressivo


equipe de médicos e cientistas do Centro Nacional do Câncer de Cingapura identificou um novo método para tratar o câncer de mama triplo-negativo Foto: reprodução
equipe de médicos e cientistas do Centro Nacional do Câncer de Cingapura identificou um novo método para tratar o câncer de mama triplo-negativo Foto: reprodução

Uma equipe de médicos e cientistas do Centro Nacional do Câncer de Cingapura identificou um novo método para tratar o câncer de mama.

Ele será utilizado para o chamado triplo-negativo (CMTN), mais agressivo do que outros tipos de câncer de mama. A descoberta foi publicada na revista News Medical.

A equipe usou um medicamento antineoplásico chamado bexaroteno para facilitar esse processo antes da quimioterapia que ainda é o tratamento padrão básico.

Bexaroteno

Ser Yue Loo e seus colegas descobriram que as células cancerosas mudam entre diferentes estados celulares, incluindo mudar de menos agressivas (epiteliais) para mais agressivas (mesenquimais) e vice-versa.

Ao converter células cancerosas altamente agressivas para o formato menos agressivas, os tumores são “preparados” para responder melhor à quimioterapia, que funciona eliminando as células cancerosas.

Este processo biológico é denominado transição mesenquimal-epitelial, e a equipe usou um medicamento antineoplásico chamado bexaroteno para facilitar esse processo no trabalho pré-clínico do câncer de mama, antes da aplicação da quimioterapia.

Testes clínicos

A equipe já anunciou o início de um ensaio clínico humano, com previsão de duração de três anos, para investigar se esta abordagem funciona fora do ambiente de laboratório. O ensaio chama-se BEXMET, sigla em inglês para transição mesenquimal-epitelial induzida por bexaroteno.

O bexaroteno, vendido sob a marca Targretin, é um agente aprovado nos EUA e na Europa para o tratamento de linfoma cutâneo de células T.

“As descobertas laboratoriais publicadas em um jornal científico nem sempre se traduzem no ambiente clínico por várias razões. Para nosso estudo, existe uma versão de grau clínico do indutor de transição mesenquimal-epitelial (bexaroteno), o que facilitou significativamente a tradução direta para o cenário clínico. Esperamos que os resultados do BEXMET sejam o primeiro passo na introdução de um novo conceito no tratamento do câncer,” disse a Dra. Elaine Lim, coordenadora do estudo.

Com informações do Diário da Saúde

Auxílio Brasil: Governo adia anúncio do substituto do Bolsa Família; lançamento repercutiu mal no mercado financeiro


Auxílio Brasil: Governo adia anúncio do substituto do Bolsa Família; lançamento repercutiu mal no mercado financeiro

O governo Bolsonaro anunciou na tarde desta terça-feira (19/10), o adiamento do evento de lançamento do Auxílio Brasil,  o substituto do Bolsa Família. O evento estava marcado para as 17h, mas foi cancelado um pouco antes.

De acordo com o Uol, o anúncio de que Bolsonaro teria decidido subir o valor do auxílio para R$ 400 repercutiu negativamente no mercado financeiro, com o dólar comercial disparando e a Bolsa tombando mais de 3%. Dentro do governo, no entanto, ainda não havia um consenso sobre como viabilizar o programa sem ultrapassar o teto de gastos, a regra fiscal que limita a despesa pública ao orçamento do ano anterior corrigido pela inflação.

 

O pagamento de R$ 400 aos beneficiários representaria uma derrota para o ministro da Economia, Paulo Guedes. Isso porque o ministério vinha defendendo um auxílio de O pagamento de R$ 400 aos beneficiários representaria uma derrota para o ministro da Economia, Paulo Guedes. Isso porque o ministério vinha defendendo um auxílio de R$ 300, o que permitiria manter os gastos do governo dentro do teto, informou o Uol.

Segundo o Estadão, a ideia é pagar o Auxílio Brasil nos valores que cabem hoje no Orçamento do programa (R$ 35 bilhões) a 17 milhões de famílias. Parecer do Ministério da Cidadania aponta que esse valor médio seria de R$ 194,45, mas ainda pode mudar conforme o público do programa. Não haverá reajuste nos valores pagos pela política social permanente. Além dessa parcela, haverá duas complementações. A primeira delas será um repasse de R$ 100 para todos os beneficiários do Auxílio Brasil, já a partir de novembro. O gasto com esse adicional ficará entre R$ 24 bilhões e R$ 25 bilhões e estará dentro do teto de gastos, informa também o Estadão.

O objetivo do governo é proporcionar um benefício próximo dos R$ 400 para as famílias. Todos os pagamentos extras ocorrerão até dezembro de 2022. Nesse novo arranjo, os beneficiários que hoje estão no auxílio emergencial, mas ficam de fora do Auxílio Brasil, deixarão de receber os repasses do governo no fim deste mês.Creditos da foto: Agência Brasil

Crianças indígenas são sugadas por maquinário de garimpeiros em Roraima


Crianças indígenas brincavam em rio quando foram sugadas por draga de garimpeiros. Corpo de uma das vítimas, de apenas 5 anos, já foi localizado. Terra Yanomami é alvo da maior invasão de garimpo ilegal da história

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Rios que cercam comunidades indígenas em Roraima estão contaminados pelo mercúrio do garimpo ilegal

Uma brincadeira de crianças acabou em tragédia na tarde de terça-feira (12/10) no rio que banha a comunidade Makuxi Yano, região do Parima, Terra Indígena Yanomami, em Roraima.

Duas crianças que nadavam perto de uma balsa de garimpeiros foram “sugadas” pela draga que faz a retirada de minérios na região do rio Uraricuera, no município de Alto Alegre. Nesta quarta-feira, um dos meninos, de 5 anos, foi encntrado sem vida. O outro, primo dele, de 4 anos, segue desaparecido.

“A draga gigante puxou as crianças, sugou as crianças e elas desapareceram. É uma situação grave, estamos preocupados, muito tristes e revoltados. Para nós Yanomami e Yekuana as vidas das crianças são sagradas, pois serão futuros guerreiros”, afirmou Dario Kopenawa Yanomami, vice-presidente da Hutukara Associação Yanomami.

“As crianças estavam brincando no rio, banhando. Elas já são acostumadas. Não precisam ir acompanhados dos pais, porque desde que quando nascem já aprendem a atravessar e nadar nos rios. Tudo isso faz parte da nossa cultura, isso nunca tinha acontecido”, lamentou Dario.

Dario afirma que a balsa de garimpeiros onde está localizada a draga fica a apenas 300 metros da comunidade Makuxi Yano, na calha do rio Uraricuera e atua, de maneira ilegal, sem que nunca tenha sido incomodada pelas autoridades. “Um dos mais antigos garimpos da região do Parima e que nunca teve uma operação contra eles, nem Polícia Federal, Exército, Ibama, nunca pisou lá. Os maquinários continuam na ativa”.

Funai ignorou denúncia

A denúncia do desaparecimento das crianças foi feita pelo Conselho de Saúde Indígena Yanomami e Ye’kuana (Condisi-YY). Dario afirma que a Fundação Nacional do Índio (Funai) foi avisada, mas não deu retorno aos indígenas.

Em nota, o Corpo de Bombeiros Militar de Roraima afirma que enviou, na tarde de quarta-feira, por volta das 16h30, uma equipe de quatro mergulhadores para realizar as buscas pelas duas crianças indígenas vítimas de afogamento na região do Parima.

“Devido a distância e a dificuldade de acesso, o CBMRR ficou aguardando a disponibilização de uma aeronave pela autoridade indígena solicitante, o que só ocorreu no final da tarde. Os mergulhadores estão no local realizando as buscas desde as primeiras horas desta quinta-feira”, conclui a nota.

Terra sem lei

Mais de 20 mil garimpeiros continuam a explorar ilegalmente a Terra Indígena Yanomami mesmo com ordens do Supremo Tribunal Federal (STF) e da Justiça Federal para a retirada dos invasores. De acordo com a Hutukara, até setembro de 2021, a área de floresta destruída superou a marca de 3 mil hectares – um aumento de 44% em relação a dezembro do ano passado.

Somente na região do Parima, onde está localizada a comunidade de Macuxi Yano e uma das mais afetadas pela atividade ilegal, 118,96 hectares de floresta foram devastados, o que representa um aumento de 53% sobre dezembro de 2020. Além das regiões já altamente impactadas, como Waikás, Aracaçá, e Kayanau, o garimpo avança sobre novas regiões: em Xitei e Homoxi, a atividade teve um aumento de 1000% entre dezembro e setembro de 2021.

Entidades e povos indígenas afirmam que, desde a chegada de Jair Bolsonaro ao poder, as invasões e apropriações ilegais de terra se multiplicaram. Em diversos discursos, o atual presidente já incentivou que áreas ambientalmente preservadas sejam ocupadas por garimpos e pelo agronegócio.

“O aumento da atividade garimpeira ilegal na Terra Indígena Yanomami está se refletindo em mais insegurança, violência, doenças, e morte para os Yanomami e Ye’kwana. As autoridades brasileiras precisam continuar atuando para proteger a Terra-Floresta, e impedir que o garimpo ilegal continue ameaçando nossas vidas”, diz nota da Hutukara.

A invasão garimpeira causa a contaminação dos rios e degradação da floresta, o que reflete na saúde dos Yanomami, principalmente crianças, que enfrentam a desnutrição por conta do escasseamento dos alimentos.

O número de casos de Covid entre indígenas que habitam a região, aumentou em razão da presença de garimpeiros. No ano passado, em apenas três meses, as infecções avançaram 250%.

Redação Pragmatismo

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Maquinário de garimpo na Terra Yanomami — Foto: Chico Batata / Greenpeace

Em tempo: Na quinta feira Rovai perguntou se o Ciro pirou? veja vídeo


Todos os dias, às 15h, tem Fala, Rovai no Youtube. É um video curto. De aproximadamente 10 min, onde comento algum assunto do dia. Neste que postei ontem tratei dos ataques do candidato do PDT, Ciro Gomes, à ex-presidente Dilma e ao ex-presidente Lula. Ciro foi tão longe nas grosserias, que pessoas que o apoiam, como a vereadora trans de BH, Duda Salabert, o músico Tico Santa Cruz e ex-senador Cristovam Buarque, o criticaram.

O que Ciro quer com isso? É um jogo de marketing para ocupar espaço e tentar se construir como a alternativa de terceira via ou se tornou apenas um jogo de ódio, onde o fígado comanda suas decisões e não mais o cérebro? O que João Santana tem a ver com isso?

Ciro pirou?