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Enfermeira canta para paciente grave, ele melhora e tem alta: vídeo


Foto: Reprodução Facebook

Foto: Reprodução Facebook

Uma enfermeira cantora transformou de uma maneira incrível a vida de um paciente em estado grave.

Quando Brenda Buurstra descobriu que ele gostava da música “You Light Up My Life”, de Debby Boone, ela começou a cantar para o idoso.

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Uma semana depois, o homem recebeu alta dos cuidados paliativos, dados a pacientes que têm doenças graves e irreversíveis.

O caso aconteceu no Hospital Bronson, em Kalamazoo, Michigan, nos EUA.

O pai de Lytle, Robert Olson, foi internado com insuficiência respiratória no mês passado.

O aposentado de 85 anos estava recebendo cuidados paliativos, porque o caso parecia irreversível.

“Ele tem problemas cardíacos, mas por causa da idade, não consegue colocar um marca-passo”, disse Lytle ao WMMT.

“Ele não conseguia respirar. Então eles o levaram para o Bronson Hospital. Ele estava lá a cerca de uma semana. Não achamos que ele voltaria pra casa desta vez.”

Surpresa

Lytle contou que o pai tinha dificuldades pra falar. Então Buurstra entrou e misteriosamente, a enfermeira fez Olson falar e cantar.

“Nós estávamos assistindo a um show em Pat Boone, e ele disse à enfermeira: ‘Eu não gosto dele, mas eu gosto de uma música que sua filha canta.’ E ela começou a cantar”, disse Lytle.

“Ele disse: ‘Minha música favorita é ‘You Light Up My Life’”. E eu comecei a cantar “, disse Buurstra.

Ela não sabia a letra toda, então prometeu imprimir e voltar no dia seguinte para cantar um pouco mais.

“Ele estava radiante”, disse Buurstra.

“Mesmo com uma máscara de ventilação, seus olhos se iluminaram. Seu semblante mudou, e ele tinha um grande sorriso. Você poderia dizer que aquela canção o iluminou, literalmente. ‘You Light Up My Life’ significa “Você iluminou a minha vida”.Você poderia dizer que tocou seu coração “, comemora.

“E fiquei deslumbrada. Ela tem uma grande voz.”

Lytle postou o momento emocionante no YouTube.

“Se você assistir ao vídeo, você poderá ouvi-lo tentando cantar no final.  Era como se ele soubesse que ele iria para casa”, disse Lytle.

Uma semana depois, Olson havia recuperado forças suficientes para receber alta do hospital.

“Só espero que ela saiba o que fez pelo meu pai”, disse Lytle. “Só espero que o Bronson Hospital saiba a enfermeira que tem.”

A enfermeira cantora

Buurstra vem iluminando a vida dos pacientes há mais de uma década e desta vez acabou sendo flagrada pela filha do paciente, Roberta Lytle, que fez o vídeo da cena emocionante.

“Eu canto para pacientes há 14 anos, e esta é a primeira vez que fui flagrada”, disse Buurstra à WWMT, afiliada da CBS.

Ela começou a cantar há 17 anos na Igreja e disse que ser enfermeira é muito mais do que apenas cuidar das necessidades médicas de um paciente:

“Não é apenas cuidar da doença em um paciente. É tocar sua vida e seu coração”.

“Eu queria estar em uma equipe de pessoas positivas, e é isso que temos aqui em Bronson. Isso é o que fazemos todos os dias.”

A enfermeira Brenda Buurstra Foto: CBS

A enfermeira Brenda Buurstra Foto: CBS

A filha de Robert, Roberta Lytle Foto: CBS

A filha de Robert, Roberta Lytle Foto: CBS

Assista a versão no YouTube e no Facebook com a entrevista para a CBS:

 

Com informações da CBS

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Bahia é o terceiro estado com pior investimento na saúde do Brasil


O Conselho Federal de Medicina divulgou hoje estudo sobre gastos na área em todo o país

[Bahia é o terceiro estado com pior investimento na saúde do Brasil]
Foto : Reprodução / Correio

Por Lara Ferreira

A Bahia é o terceiro estado com menor investimento na saúde no Brasil. O dado oficial é de estudo divulgado hoje (13) pelo Conselho Federal de Medicina, que pesquisou os gastos na área em todo o território nacional.

Na pesquisa, foi apurado que, no ano passado, o gasto por habitante com saúde na Bahia foi de R$ 777,80, colocando o estado em 24º no ranking nacional. Em todo o país, o gasto médio foi de R$ 1.271,65.

Entre os 26 estados, o pior investimento na saúde foi do Pará. Já o maior gasto na área foi identificado em Roraima, com o equivalente a R$ 1.771,13.

O estudo considerou despesas em Ações e Serviços Públicos de Saúde declaradas no Sistema de Informações sobre os Orçamentos Públicos em Saúde, do Ministério da Saúde.

MARACÁS: Mulheres realizam movimento em prol do fim da violência contra a mulher


No final da manhã do dia 13 de Novembro aconteceu na área de eventos de Maracás, um encontro de mulheres e adolescentes, onde também houve a participação de homens que foram apoiar a manifestação contra os abusos de violências de homens que acham que a mulher é objeto ou saco de pancadas. Estiveram fazendo parte do evento a Primeira Dama Magnólia (Guida), que é Secretária do Social; a Delegada regional Dra. Viviane Alcântara, Dra. Nide psicóloga, Policial Noélia que representou a Polícia Militar e outras autoridades que fizeram uso da palavra.

O evento foi realizado pela Secretaria de Assistência Social, mas que envolveu o Crea, Cras, Polícia Civil e Militar e uma boa quantidade de pessoas.

A policial Noélia conscientizou as mulheres, da importância de denunciar agressores, pois só assim pode ser colocado um ponto final nas agressões. Disse que é preciso quebrar o medo e deixar aflorar a coragem. A Dra. Viviane disse que de qualquer maneira a mulher que é espancada pelo seu companheiro já vive debaixo de ameaças, e que por isso, não faz diferença quando eles fazem ameaças se elas forem prestar queixa. “De qualquer forma vocês já vivem ameaçadas. Portanto, o caminho melhor e mais seguro é vocês prestarem queixas, pois assim a polícia vai tomar providências e vocês vão ficar mais seguras. O medo só vai piorar as coisas”.  A psicologa Nide também falou sobre o perigo que é o silêncio em casos de agressões de maridos, pois há uma tendência de as coisas só piorarem, enquanto soluções podem ser tomadas. Na verdade, a Dra  Nide, pela sua experiência como psicóloga, sabe que em muitos casos, a vítima será preciso passar por sessões psicológicas para que ela possa se recuperar de tudo que sofreu e se livrar de traumas profundos.

A Dra. Viviane Alcântara vem desenvolvendo um grande trabalho também na área social, através de rápidas palestras e visitas

 

Café com Leite Notícias:  Em uma rápida entrevista ao Café com Leite Notícias, a Dra. Viviane relatou que o número de queixas na delegacia tem aumentado, o que não quer dizer que os casos de violência contra a mulher aumentaram na cidade, mas sim, as mulheres é que têm criado coragem e aos poucos vêm entendendo que procurar a polícia é o melhor caminho. Ela lembrou de uma frase, que na verdade é uma espécia de pequeno poema, inclusive muito falado por Caetano Veloso, que “a mulher não foi criada para ser mal tratada, mas sim para brilhar”. A delegada lembrou muito bem que num relacionamento onde a mulher vive a maior parte do tempo chorando, é sinal de que este relacionamento não está bem e que providências tem que ser tomadas. A mesma coisa ela comentou sobre  as meninas mulheres que estão começando os seus relacionamentos, para não aceitarem agressividade nos seus namoros. Tudo que começa errado vai continuar dando errado. Quando perguntada sobre a questão de um trabalho social pioneiro, de casa em casa com assistentes sociais, psicólogos e outros profissionais, se não seria a principal solução, Viviane respondeu que certamente nem só ajudaria, como de fato já está ajudando, com o grande trabalho de conscientização dos órgãos Crea e Cras, que vêm desenvolvendo um grande trabalho, o que tem acontecido, como já foi dito, o crescente número de queixas das mulheres, porém a diminuição das agressões.

O blog Café com Leite Notícias  que é um formador de opinião tem atuado muito com matérias para que cresça o ser humano.Na verdade o trabalho de visitas nas casas para encorajar as mulheres a darem queixa dos seus namorados, noivos ou maridos, em caso de agressão, é realmente muito importante. Mas existe outro trabalho também de grande importância que é preciso maior atuação em nível de Brasil, que é um bate papo com os agressores. É preciso saber o que leva um homem achar que bater na sua companheira é algo normal. Mas é preciso saber que a violência psicológica é tão doída quanto a física. É preciso conhecer o que está por trás de uma agressão e de um agressor, para que o mal seja cortado pela raiz. Fora disso é o que se chamam de paliativo ou, sendo um pouco mais agressivo com o trabalho social na cidade, pode-se chamar de enxugar gelo.

A proza com o agressor seria mais ou menos assim: “Como vai seu Joaquim, tudo bem? O que lhe faz espancar a sua companheira a ponto dela ficar com o corpo marcado? Foi por que o senhor achou o feijão salgado? O senhor acha que ela está lhe traindo? Seu Joaquim, seja mais amigo da sua mulher! Dê um abraço nela toda noite, quando o senhor chegar do trabalho e pergunte como foi o dia dela!!! O senhor tem quantos filhos com ela? cinco, seu Joaquim? Família grande! O senhor imagina o que é uma mulher carregar um filho durante nove meses na sua barriga e depois sofrer grandes dores pra parir? Tem mais, seu Joaquim; quando a criança nasce ela ainda tem que levantar no meio da noite para trocar o bebê que está de cocô, enquanto o senhor dorme tranquilamente. No dia seguinte, ela que tem cinco filhos sendo um de colo, não tem tempo para descansar, mas o senhor acha pouco e ainda que bater na sua companheira, seu Joaquim? Venha cá dar um abraço nela e prometer não brigar mais. A mulher, seus joaquins da vida, foi feita pra brilhar, seu Joaquim, e não pra apanhar. Conversem com os seus Joaquins por aí a fora.   

As meninas que ficam noivas ainda bebês


Pela tradição dos oromas, povo nômade que habita o sul da Etiópia e o nordeste do Quênia, as meninas ficam noivas logo quando nascem.

“Ninguém mais pode casar-se com ela, mesmo que eu morra.”

“Ela vai esperar por ela. Nossa cultura é assim”, diz.

Para mostrar que a menina está noiva, o pai do futuro noivo amarra uma ‘daraaraa’ (espécie de pulseira de palha) no pulso dela.

Foto: BBC News Brasil

Os pais acreditam que isso garante que alguém tomará conta da filha caso algo aconteça com eles.

“Ela não pode dizer não para o pai; é a decisão dele, porque ele sabe o que é melhor para ela”, diz Godana.

A comunidade também diz que a tradição fortalece os laços entre as famílias.

BBC News Brasil 
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Eduardo Bolsonaro mostra que quer superar seu pai. Por Renato Bazan


Publicado originalmente no jornal GGN

POR RENATO BAZAN, jornalista

 

O que torna uma pessoa monstruosa? Eis um bom indício: a incapacidade de olhar no espelho e reconhecer o desejo pela tragédia alheia. É o motivo pelo qual monstros nunca se reconhecem como tal – falta-lhes a sensibilidade, inclusive, para que percebam o sentimento que move suas ações.

A entrevista de Eduardo Bolsonaro ao Estadão nesta segunda-feira (12) é uma vitrine de indignidades, mas a mais preocupante é a leveza com que descreve as violências pretendidas. O momento mais flagrante virou inclusive manchete: “Se for necessário prender 100 mil, qual o problema?”. Eduardo referia-se aos seus oponentes políticos, os movimentos sociais, caracterizados como “terroristas” por queimarem veículos e ocuparem imóveis desabitados.

A longa conversa demonstra, mais uma vez, a incapacidade da família Bolsonaro de lidar com a diferença. Eduardo fala que discutir o machismo “não contribui em nada”, que “todo mundo tem pena de bandido”, de professores que emboscam alunos em aula para doutrinar com o “marxismo cultural”. Depois elogia medidas de perseguição política como as aprovadas na Polônia e na Ucrânia, que criminalizam o “comunismo” – naquilo que é entendido pelos seus carrascos, evidentemente. Quanto tempo falta para pararmos na cadeia?

A fixação pela cadeia, inclusive, se exibe em Eduardo com a mesma intensidade que aparece em Jair, levando-o à paranoia. Por outro lado, há entre Eduardo e Jair uma diferença preocupante de preparação. Enquanto Jair se apoia em boataria de WhatsApp e preconceitos sufocados, seu filho abandonou o boteco faz tempo. Eduardo abraça a aparência de intelectualidade e, com ela, multiplica todas as promessas autoritárias de seu pai.

O exemplo fundamental é numérico: enquanto Jair vocifera que “quer matar 30 mil”, Eduardo fala calmamente em “prender 100 mil” (numa concepção de cárcere muito próxima do assassinato, da desumanização total). Enquanto Jair esbraveja sobre supostas conspirações da esquerda para chegar ao poder, Eduardo reflete sobre como poderia “aproveitar essa onda conservadora para dar uma resposta ao Foro de São Paulo”. Enquanto Jair dá respostas xucras para perguntas difíceis, Eduardo pede para “discordar da premissa” da pergunta e encaixar uma realidade paralela na qual o jornalista age por ignorância ou má-fé.

Enquanto Jair “é favorável à tortura”, Eduardo acha que “dá pra prender mais gente”.

Ao longo da entrevista, há poucos elementos que não sofram essa transformação de linguagem. Quando não reinterpreta, Eduardo reproduz letra por letra o que pensa o presidente-eleito. Sob a luz da psicologia, poderíamos teorizar que Eduardo tenta devorar seu pai – primeiro por reproduzí-lo em sua falta de humanidade, depois por levar suas ideias à escala industrial. Eduardo não quer apenas prender os bandidos, ele quer construir novos presídios para impedí-los de sair.

O Projeto Escola Sem Partido é um ponto que ilustra bem essa industrialização do obscurantismo: enquanto Bolsonaro quer revelar “A Verdade Sufocada” sobre a ditadura e impedir o “Kit Gay”, Eduardo tenta impor sobre os professores uma mordaça para “expor todas as versões históricas” e “impedir a doutrinação” sob pena de cadeia. É o mesmo projeto com palavras mais articuladas e, portanto, mais perigosas, que descartam o compromisso com a verdade e o rigor científico.

Esse aprimoramento neo-fascista é algo que merece atenção da resistência progressista. As intenções de Eduardo Bolsonaro soam mais alto que buzina de navio: em algum ponto futuro, ele se imagina como presidente do Brasil, levando adiante o projeto de aniquilação do pai. Arrogante, sem dúvida, mas possível. Diante da mentalidade neanderthal que conduz a nossa direita, até mesmo provável.

Temos a experiência internacional para nos dar uma luz. A França já assistiu a esse desenrolar e sobreviveu, evitando que a ultra-direitista Frente Nacional seduzisse a população com palavras mais doces em 2016. Naquele momento, Marine Le Pen tentava se eleger presidente, poucos meses depois de expulsar o próprio pai, Jean-Marie Le Pen, de seu partido de fundação.

Nada impede que o mesmo aconteça por aqui, se Jair Bolsonaro não conseguir entregar crescimento econômico. Por qualquer perspectiva, o PSL é hoje um balaio de abutres, banqueteando-se na carniça de Brasília enquanto é farta, e Eduardo é o líder de sua bancada. Quando acabarem os cadáveres, restará a essas figuras apenas o sentimento de justiçamento para continuarem seu voo.

Se Eduardo se portar como nessa entrevista, entregará ao pai um longo punhal de presente.

Gleisi: Ou a justiça serve a todos ou não serve ao país; assista


A senadora Gleisi Hoffmann, presidenta nacional do PT, fez um duro pronunciamento nesta terça (13) à véspera do depoimento do ex-presidente Lula na 13ª Vara Federal de Curitiba

Para a dirigente do PT, a prisão de Lula é um teatro patrocinado pelo juiz Sérgio Moro, Ministério Público e lava jato.

“Agora muitos olham e riem porque é Lula e do PT. Eu quero saber quando essa justiça de exceção bater na porta dos homens ditos de bem, que hoje de dedo em riste julgam os outros, e aí eles não tiverem para onde recorrer. Porque não haverá mais justiça no Brasil”, advertiu.

“Ou a justiça serve a todos ou não serve ao país”, protestou a parlamentar. Fonte Blog do Esmael.

Assista ao vídeo:

Plenário do Senado

#AOVIVO | O depoimento do presidente Lula que vai acontecer amanhã é outro teatro patrocinado pelo juiz Sérgio Moro, pela Lava Jato e pelo Ministério Público, que não está preocupado em mostrar provas. Mas para que eles mostrariam provas, se eles têm convicção? Não precisa de provas; basta a acusação. Acusa-se e condena-se. É uma barbaridade!

Posted by Gleisi Hoffmann on Tuesday, November 13, 2018

Fernando Bittar reafirma que é dono do sítio de Atibaia e diz que obras foram “superdimensionadas” na denúncia


Antes de você ler a matéria de depoimento do Fernando Botar, sobre ainda, a reforma do sítio de Atibaia, leiam o pouco do ponto de vista do blog Café com Leite.

O que o povo brasileiro, pelo menos o que não vive com a cara enterrada na Globo, não entende, é como uma pessoa pode ser tão perseguida sem que haja uma prova cabal, como vem acontecendo com o ex-presidente Lula, que os processos e condenações são baseados em uma reforma aqui, um AP inacabado que supostamente ganhou de presente ali, um terreno acolá, enquanto, apesar da mídia maior viver ocultando fatos, os que não tem como ocultar já seria suficiente para muitos estarem na cadeia pra nunca mais sair, no entanto estão soltos e se reelegendo. Não se deve tomar raiva de uma sigla e nem tampouco de um político porque outros interessados se ajuntam com uma mídia e faz o povo acreditar. É preciso que o povo brasileiro aprenda enxergar com os seus próprios olhos, para discernir quem deve e quem não deve ser preso. Em primeiro lugar o político foi criado pelo povo para servir ao povo e não o povo votar no político e continuar lhe servindo. Esse casamento da extrema direita com o judiciário e a mídia aberta, vai terminar afundando este país. Até aqui Café com Leite Notícias. Veja o depoimento do Fenando Bitar, publicado no DCM.

Fernando Bittar reafirmou em depoimento à juíza Gabriela Hardt nesta segunda-feira que o sítio de Atibaia é de sua família e que foi emprestado a Lula e à mulher dele, Marisa Letícia, falecida.

Negou ser laranja de Lula e disse que as obras feitas na propriedade eram para abrigar o acervo presidencial trazido de Brasília.

– Na minha cabeça, eles iam pagar, afirmou Bittar, ao ser perguntado se tinha ideia do valor das reformas.

Segundo Bittar, Jonas Suassuna comprou a outra parte do sítio apenas para ajudá-los, já que o antigo proprietário só vendia as duas partes juntas.

Bittar, que chama a ex-primeira dama de “tia”, afirmou que as duas famílias são amigas há 40 anos e que Lula e Marisa levaram o pai dele, Jacó Bittar, para morar em Brasília quando foi diagnosticado com mal de Parkinson.

Achou normal quando o pai, que havia lhe pedido para comprar o sítio, decidiu emprestá-lo a Lula.

Segundo ele, as obras foram “superdimensionadas” na denúncia.

“São quartos simples, feitos com material de segunda. A adega não é uma adega; é um quarto de empregada. Não foi uma adega de cinema, nada disso; foi um quarto adaptado”, relatou.

Idosa encontra amor aos 93 anos e se casa com namorado de 87


Dorothy e Richard Foto: Elmar Stewart

Dorothy e Richard Foto: Elmar Stewart

A frase “amor não tem idade” nunca fez tanto sentido para Dorothy Williams, de 93 anos e Richard Rola, de 87.

Eles se conheceram e se casaram numa grande festa que reuniu a família nos Estados Unidos.

Dorothy estava viúva havia 25 anos. Richard perdeu a esposa de 60 anos para o câncer e quase não saía de casa.

Depressão

“Eu estava realmente deprimido. Eu não queria falar com ninguém, eu dizia às pessoas para que me deixassem em paz”,  lembra ele sobre o tempo após a morte de sua esposa.

Um belo dia, o idoso teve um vazamento no telhado e ligou para John Williams, dono de uma empresa de reforma doméstica em Macomb, Michigan, nos EUA, onde mora.

Quando Williams chegou à casa de Richard, os dois começaram a conversar, e o idoso mostrou a Williams algumas de suas recordações polonesas na parede.

Williams percebeu que Richard era um homem legal e parecia solitário. Então ele o convidou para uma polca, que é uma dança típica, que sua família freqüenta uma vez por mês e ele surpreendentemente aceitou.

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O encontro

Quando Williams foi para casa e contou para a mãe Dorothy que morava com ele. “Ela se apavorou”, conta o homem.

“Ela disse: ‘Eu não quero que ninguém venha aqui’” e ele respondeu: ‘Mãe, ele não se importa com você, ele só quer se juntar à polca.”

No dia da dança, Dorothy Williams lembra que foi a contragosto. Ela não tinha planos de falar com o estranho que seu filho havia convidado.

Mas quando Richard apareceu na casa, ele caminhou até Dorothy Williams e perguntou: “Qual é o seu nome?”

“Dorothy”, respondeu ela.

Richard respondeu: “Eu nunca conheci uma Dorothy que eu não gostasse.”

Ela disse que imaginou que talvez ele não fosse tão ruim.

Todos se divertiram juntos na polca naquele dia, mas Williams disse que não tinha ideia de que os dois estavam se apaixonando.

A paixão

“Foi um pouco chocante quando o vi aparecendo na casa com flores por dois, três dias seguidos”, disse.

“Ele também trazia pequenos presentes para nós.”

John Williams olhou para sua mãe e viu que ela estava feliz.

Richard disse que seus sentimentos vieram do nada. “Nós fomos juntos, foi casual e, de repente, houve faíscas no ar”, disse ele.

Dorothy Williams contou que nunca namorou depois que o marido morreu, apesar de ter oportunidades. “Eu nunca, nunca quis”, disse ela.

“Então ele veio e eu não pude acreditar. Ele é um cavalheiro completo. Ele ainda abre as portas e leva você pelo braço, todas as coisas boas.”

Eles começaram a passar mais tempo juntos e a coisa foi ficando séria, depois de dois anos.

“Então as palavras mágicas saíram: ‘Quero passar o resto da minha vida com você’”, disse Richard. “Foi como ser atingido com um taco de beisebol.”

 

O pedido

Daí o pedido veio num jantar em família:

“Quando me ajoelhei, disse: ‘Dorothy Williams, você vai se casar comigo?”, disse ele.

Claro que ela disse sim.

O casamento

A família, incluindo seis crianças, 13 netos e cinco bisnetos, ajudou a planejar o casamento de 150 convidados.

Parentes vieram de todo o país para ver o casal feliz, que dançou a polca por horas em seu casamento no último dia 14 de setembro.

Dorothy Williams ficou emocionada por ter uma grande festa e disse que sua única preocupação era que suas pernas estavam um pouco doloridas de tanta dança.

Williams saiu da casa do filho e entrou na casa de Richard, do outro lado da cidade.

“Os dois estão andando como dois pássaros do amor, beijando e de mãos dadas”, contou John Williams.

Amor aos 90

Dorothy Williams disse que foi a melhor coisa da vida se apaixonar aos 90 anos. E ela quer que os outros saibam que o amor tardio é muito semelhante ao amor do início da vida.

“Você não tem toda a energia e a excitação, mas ainda está lá”, disse ela. “Não importa se você tem 93 ou 16 anos, você ainda tem os mesmos sentimentos.”

Os noivos no casamento Foto: Elmar Stewart

Os noivos no casamento Foto: Elmar Stewart

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Com informações do MSN/The Washington Post

 

Aos 76 anos, atriz Susana Vieira enfrenta leucemia


Atriz tem a doença há cerca de 3 anos, segundo colunista

(Foto: Divulgação)

A atriz Susana Vieira, 76 anos, enfrenta uma leucemia, câncer que atinge as células Segundo a assessoria da atriz informou ao Uol, ela tem a doença há cerca de 3 anos e já fez sessões de quimioterapia. A atriz tem se mantido afastada das novelas por conta da doença – seu último papel foi em “Os Dias Eram Assim”, do ano passado.

Segundo o colunista Leo Dias, do SBT, que noticiou primeiro a doença da atriz, Susana tem estado de saúde estável. Ela tem feito quimioterapia desde o início dete ano ano, mas não divulgou publicamente a leucemia até o sábado (10).

A revelação pública aconceteu durante a gravação do quadro “Pizza do Faustão”, que vai ao ar somente em janeiro, na celebração dos 30 anos do Domingão na Globo. Estavam na gravação artistas como Tom Cavalcante, Christiane Torloni, Leandro Hassum, Deborah Secco e Paolla Oliveira.

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Foto de mãe emocionada com desempenho escolar da filha viraliza


Eloá é a caçula dos três filhos da família – os irmãos deixaram escola para trabalhar

Uma foto mostrando uma mãe emocionada com o desempenho escolar da filha, escolhida a melhor aluna de sua instituição, viralizou nas redes sociais neste final de semana. A imagem foi postada em várias páginas e teve milhares de compartilhamentos. Na foto, aparece a estudante Eloá de Oliveira, Rosa, de 13 anos, com a mãe, Maria das Graças.

A premiação que escolheu Eloá a melhor da escola foi no sábado (10), no colégio estadual Dr. Fernando Amos Siriani, em Bragança Paulista, São Paulo. A escola recebeu pais, apresentou projetos de alunos e destacou alguns estudantes, incluve Eloá, que está no 7º ano e foi apontada como uma aluna nota 10.

Na foto ao lado da filha, Maria das Graças não conteve a emoção e foi às lágrimas.  “Eu quero para ela um futuro melhor”, explicou ela ao G1.

(Foto: Reprodução)

A mãe conta que deixou a escola com 15 anos e a única pessoa da família de Eloá a completar os estudos de Ensino Médio foi o pai, Gessy Roberto da Rosa, 54 anos, que morreu este ano de infarto. Ela conta que a família é simples, mas seu marido sempre fez de tudo para que a filha continuasse estudante. “Eu achei que sem ajuda ela não conseguiria e eu não sabia como ajudar. Achei que a falta do pai que ela sente todos os dias fizesse ela desanimar, mas não. Eu queria que ele estivesse lá para ver”, continua.

Eloá é a caçula dos três filhos da família – os outros saíram da escola sem terminar de estudar. Os dois irmãos hoje trabalham como feirante e auxiliar em um clube da cidade para ajudar a fechar as contas da casa. A esperança de dona Maria é que a filha consiga fazer uma facudade. “Ela quer fazer direito”.

“Nós passamos por muita coisa depois que perdi meu pai. Fui a melhor aluna e eu consegui e vou conseguir meus sonhos, sou dedicada”, diz Eloá, afirmando que não imaginava que a foto teria tanta repercussão.

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Advogado de 18 anos é o mais jovem a fazer sustentação oral no STF


Mateus de Lima ‘roubou a cena’ em sessão e recebe elogios de Edson Fachin, Barroso e Fux

Advogado 18 anos mais jovem sustentação oral no STF
Mateus de Lima Costa Ribeiro (reprodução)

Luiz Orlando Carneiro e Márcio FalcãoJota

Quando Mateus de Lima Costa Ribeiro foi anunciado e chamado para realizar sustentação oral na tarde desta quinta-feira (8/11) sua presença na tribuna logo provocou uma troca de olhares e cochichos no plenário do Supremo Tribunal Federal. De toga, o que impressionou aos presentes a aparência juvenil do causídico.

Com uma voz calma, Ribeiro, 18 anos, defendeu a inconstitucionalidade da Lei 12.258/2010 que trata da proibição da prática de revistas íntimas, assim como de qualquer ato de moléstia física, em funcionários, por todos os estabelecimentos industriais, comerciais e de serviços que possuam sede ou filial no Estado do Rio Grande do Sul. Ele representa o PDT no caso e foi responsável pela ação.

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O advogado utilizou os 15 minutos que são assegurados aos defensores e ao final fez questão de ressaltar o que ocupar a tribunal do STF representava para ele. “É com coração tomado profunda emoção que finalizo minha primeira sustentação oral. Para qualquer advogado é uma honra poder falar no mais alto tribunal do país e agradeço a oportunidade que é também um desafio pessoal já que faço no início da minha trajetória advocatícia aos 18 anos”.

Relator do caso, o ministro Edson Fachin elogiou a estreia de Mateus, mas fez uma provocação. O ministro disse que congratulava efusivamente o jovem advogado embora não fosse fazer o mesmo com a tese colocada por ele na Corte.

ministro Roberto Barroso reforçou o discurso afirmando que Mateus parecia um advogado experiente. Luiz Fux classificou de belíssima sustentação.

Em julho, Mateus recebeu da Ordem dos Advogados do Brasil sua carteira profissional. Aos 18 anos, ele é o mais jovem advogados do país, sendo formado pela Universidade de Brasília.

O advogado começou sua trajetória acadêmica em 2014, quando foi aprovado no vestibular da UnB com apenas 14 anos. Uma decisão liminar permitiu que ele entrasse na faculdade, desde que passasse em uma prova com o conteúdo do ensino médio.

Matriculado, Mateus quis quebrar mais paradigmas e concluiu os estudos em quatro anos, acumulando matérias, cursos de verão e atividades extraclasse. Sistema eletrônico da UnB indica que, normalmente, os alunos levam entre cinco e oito anos para concluir o bacharelado.

Mateus é filho de um casal de advogados, e também tem dois irmãos na área jurídica.

Aos 11 anos, Mateus recebeu convite para estudar no Center for Talented Youth (Centro de Jovens Talentos) da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos.

Em 2014, ganhou o prêmio anual de conquista acadêmica do programa International Talent Search, na renomada Universidade de Yale, em Connecticut, também nos EUA, por estar entre os 10% melhores alunos do programa para superdotados do Center for Talented Youth.

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A cada entrevista, Moro perde mais um pedaço de sua fantasia e logo está nu. Por Joaquim de Carvalho


A uma das visitas que recebeu na semana passada, Lula respondeu à perguntado sobre o que tinha achado da indicação de Sergio Moro para o Ministério da Justiça no governo Bolsonaro:

“Não tem surpresa nenhuma. Ele sempre quis fazer política”, disse.

Quando Moro começou a fazer de Lula e do PT alvos de um inquérito da Polícia Federal, Lula comentou com interlocutores:

“Esse juiz ainda vai entrar para a política”, observava.

Era 2014, ano da disputa entre Aécio Neves e Dilma Rousseff, e o inquérito que tomou a direção do PT já corria sob a autoridade de Moro desde 2006.

O alvo inicial era José Janene, deputado federal da região onde nasceu Sergio Moro, no norte do Paraná.

Em 2006, quando a PF grampeou o telefonema entre um advogado e seu cliente, assessor de Janene, havia motivos suficientes para indiciamentos e até denúncias.

Mas Moro deixou correr, mesmo sendo informado de que o telefonema dava conta de o doleiro Aberto Yousseff havia violado o acordo de colaboração celebrado com ele.

Logo depois, um delegado da Polícia Federal, Gérson Machado, o alertou de que Yousseff operava no mercado e havia mentido no acordo de colaboração.

Tinha omitido a existência de um fundo milionário com o qual mantinha suas operações de lavagem de dinheiro.

Moro ignorou o alerta e, um ano depois, Gérson foi afastado da Polícia Federal, em razão de uma junta médica, que apontou desequilíbrio psiquiátrico e recomentou sua aposentadoria

As razões dessa aposentadoria por invalidez nunca ficaram muito claras —é assunto sigiloso —, mas, em 2016, durante o depoimento de Gerson Machado como testemunha num processo da Lava Jato, o episódio quase veio à tona.

O advogado de Alberto Yousseff, incomodado com o testemunho de Machado, fez perguntas muito agressivas e, em uma delas, mencionou problemas mentais do delegado.

Moro proibiu o questionamento, e o advogado foi ousado, ao dizer que o juiz não estava interessado na busca da verdade.

Mais tarde, esse advogado, Antonio Figueiredo Basto, conhecido como o rei das delações na Vara de Moro, foi denunciado por doleiros como achacador.

Segundo Vinícius Claret, o Juca Bala, e Cláudio de Souza, que chegaram a ser presos pela Lava Jato do Rio de Janeiro, Antonio Figueiredo Basto cobrava 50 mil dólares de cada doleiro em troca de proteção na Polícia Federal e no Ministério Público Federal de Curitiba.

Depois da denúncia, Figueiredo Basto saiu de cena, mas antes, claro, negou o esquema, o que era esperado.

Entretanto, ao contrário do que se afirmou na época da denúncia, em maio deste ano, nada foi investigado.

O chefe de Juca Bala e de Cláudio de Souza, Dario Messer, conhecido como o “doleiro dos doleiros”, já tinha tido a prisão decretada, mas, antes que o mandado fosse cumprido, fugiu — no mercado, se diz que estaria vivendo em Israel, país em que tem cidadania.

Detalhe: a prisão não foi pedida por Moro, mas pelo juiz Marcelo Bretas, do Rio de Janeiro.

Dario Messer foi citado na operação Banestado, embrião da Lava Jato, mas nunca foi incomodado pelo titular da 13a. Vara Federal Criminal de Curitiba.

Messer, Yousself, Figueiredo Basto e Janene são esqueletos acumulados por Moro no armário da Justiça Federal em Curitiba.

Ao deixar a Vara, Moro poderá levar muitos dos presentes que recebeu de admiradores — antipetistas militantes —, mas por certo não tocará nesses cadáveres.

O problema é que não estão sepultados e, como acontece no universo dos políticos, são fantasmas que a qualquer momento podem se manifestar.

A partir de janeiro, diga o que disser, Moro não terá mais a toga para exorcizá-los, se tornará, como qualquer um de nós, sujeito à lei que rege a vida dos mortais.

Lula não disse, mas, certamente, sabe que Moro pode ter ido com muita rapidez matar sua sede na fonte do poder.

Vai continuar com a lenga-lenga de que será um ministro técnico, mas já exibe sua face de ministro político, ao blindar futuros companheiros de ministério, como Onyx Lorenzoni, flagrado com 100 mil reais de caixa 2 (qual a diferença entre caixa 2 e propina?) em sua campanha de 2014.

Vão surgir outros episódios como este, e Moro, aos poucos, deixará cair pedaços de sua máscara e de sua fantasia. Até que, um dia, estará totalmente nu. Fonte:DCM

Jovem de 16 anos morre ao tirar selfie com arma de policial


Adolescente de 16 anos morre ao atirar acidentalmente contra o próprio pescoço com a arma de um Policial Militar. Responsável pela pistola estava trabalhando no momento do disparo

Santhiago Kiss Camargo arma de fogo
Santhiago Kiss Camargo atirou contra si próprio acidentalmente

Um adolescente de 16 anos morreu na última sexta-feira (9) ao tentar tirar uma selfie com uma arma de fogo em São Paulo.

Santhiago Kiss Camargo atirou contra o próprio pescoço com a pistola de um Policial Militar.

O acidente ocorreu dentro do apartamento da amiga e vizinha de Santhiago. A menina de 14 anos é filha de PM e a arma do pai estava escondida em casa, em cima de um armário dentro de uma caixa.

Santhiago tentava tirar uma foto com a pistola calibre .40 quando houve o disparo acidental. No momento do acidente, o responsável pela arma estava trabalhando.

No Boletim de Ocorrência consta que ele chegou a ser socorrido por profissionais do helicóptero Águia, da PM, mas não resistiu aos ferimentos.

O caso foi registrado no 53º Distrito Policial (DP) como morte suspeita. A Policia Civil irá investigar eventuais responsabilidades pela morte do jovem.

‘A curiosidade aguça’

De acordo com o pai de Santhiago, Anderson Camargo, o filho sabia da existência da arma na casa da amiga. “Hoje, nesse mundo que a gente está, a curiosidade aguça. Infelizmente, meu filho foi uma vítima dessas, e veio entrar em óbito”, disse.

Além de Santhiago e da menina, filha do dono da arma, um terceiro amigo estava no apartamento no momento do disparo. Em depoimento, os adolescentes afirmam que o garoto morreu ao posar com a arma.

O delegado que investiga o caso foi até o apartamento e fez uma análise inicial da cena. Ele confirmou o depoimento dos adolescentes.

No boletim de ocorrência, registrou que a trajetória da bala, numa primeira análise, confirma que Santhiago disparou acidentalmente ao tentar fazer uma foto de si em frente ao espelho.

O PM dono da arma contou que deixou a pistola que pertence à corporação em casa e saiu para trabalhar com outra arma.

 

A bem-sucedida cirurgia de separação de gêmeas siamesas na Austrália


Por BBC


As gêmeas Nima e Dawa nasceram unidas pelo torso — Foto: EPA/BBCAs gêmeas Nima e Dawa nasceram unidas pelo torso — Foto: EPA/BBC

As gêmeas Nima e Dawa nasceram unidas pelo torso — Foto: EPA/BBC

Nascidas unidas pelo torso e dividindo o fígado, duas gêmeas siamesas do Butão foram separadas com sucesso em uma cirurgia feita na Austrália.

As meninas, de 15 meses, têm amplas chances de ter uma recuperação completa, segundo a equipe médica.

O cirurgião-chefe da operação, Joe Crameri, disse a repórteres que as meninas passaram “muito bem” pelo procedimento, que durou seis horas.

Crameri disse ter sido uma “alegria” informar à mãe, Bhumchu Zangmo, sobre o sucesso da cirurgia.

“Não há nada melhor em qualquer operação do que poder dizer aos pais que fomos capazes de cuidar bem de seus filhos”, comemorou.

Uma equipe com mais de dez profissionais

Com ajuda de instituição de caridade, mãe e filhas foram do Butão à Austrália para fazer cirurgia — Foto: EPA/BBCCom ajuda de instituição de caridade, mãe e filhas foram do Butão à Austrália para fazer cirurgia — Foto: EPA/BBC

Com ajuda de instituição de caridade, mãe e filhas foram do Butão à Austrália para fazer cirurgia — Foto: EPA/BBC

Nima e Dawa nasceram viradas uma para a outra e não podiam se sentar juntas. Elas só conseguiam ficar em pé ao mesmo tempo.

Elas foram levadas para Melbourne com a mãe no mês passado, mas os médicos haviam adiado a cirurgia até a última sexta-feira para melhorar o preparo nutricional das crianças.

Cerca de 18 especialistas, divididos em duas equipes – uma para cada menina -, participaram do procedimento no Hospital Royal Children’s de Melbourne.

Os médicos conseguiram dividir com sucesso o fígado das meninas. Já o fato de elas não compartilharem um intestino foi uma surpresa descoberta na operação.

“Sempre nos sentimos confiantes de que poderíamos conquistar isso (o sucesso da cirurgia)”, disse Crameri. “Mas simplesmente não sabíamos o que encontraríamos.”

Segundo ele, porém, “não havia nada dentro das barrigas das meninas para o qual não estivéssemos realmente preparados”.

“Haverá desafios nas próximas 24 a 48 horas, como em qualquer cirurgia. Nos sentimos confiantes de que teremos um bom resultado”, disse o médico.

Um em cada 200 mil nascimentos

Gêmeos siameses são um fenômeno raro: estima-se que haja um caso para cada 200 mil nascimentos. Em 40% a 60% destes casos, os bebês chegam natimortos.

Por ano, apenas algumas separações são realizadas, a nível mundial.

A família butanesa fez parte deste pequeno grupo por meio da organização de caridade Children First Foundation.

Elizabeth Lodge, representante da Children First Foundation, contou que a mãe das meninas ficou “um pouco assustada” durante o processo, mas estava “extraordinariamente calma” antes do procedimento.

Ainda segundo a organização, as meninas estão respirando sozinhas, sem o auxílio de aparelhos.

“Bhumchu viu suas meninas e deu um beijo em cada uma… Cada uma dormindo de forma separada pela primeira vez”, informou um comunicado da instituição.

Meninas têm pouco mais de um ano de idade e nasceram no Butão — Foto: EPA/BBCMeninas têm pouco mais de um ano de idade e nasceram no Butão — Foto: EPA/BBC

Meninas têm pouco mais de um ano de idade e nasceram no Butão — Foto: EPA/BBC

O Estado de Victoria, do qual Melbourne é a capital, ofereceu cobertura do custo a operação, no valor de 350 mil dólares australianos (cerca de R$ 940 mil).

A família deve retornar ao Butão, uma das nações mais pobres do mundo, depois que as gêmeas se recuperarem.

Em 2009, o mesmo hospital realizou uma operação bem-sucedida para separar siamesas de Bangladesh.

As meninas, Trishna e Krishna, que eram unidas pela cabeça, passaram por uma operação de 32 horas que salvou suas vidas.

Após assédio de Silvio Santos, Claudia Leitte desabafa: ‘Senti-me constrangida’


Artista se manifestou através do Instagram sobre o acontecido no palco do Teleton 2018

[Após assédio de Silvio Santos, Claudia Leitte desabafa: 'Senti-me constrangida']
Foto : Reprodução / SBT

Por Juliana Rodrigues

A cantora Claudia Leitte se manifestou, na manhã de hoje (12), sobre o ocorrido no palco do Teleton 2018, no último sábado (10). Na ocasião, Silvio Santos disse que ficou “excitado” ao vê-la de vestido curto. Através do seu perfil no Instagram, a artista declarou ter se sentido constrangida com a situação.

“Quando passamos por episódios desse tipo, vemos em exemplificação, o que acontece com muitas mulheres todos os dias, em muitos lugares. (…) A provocação vem disfarçada de piada, e as pessoas riem, porque acostumaram-se, parece-nos normal! E lá se vai a nossa vida, cheia de reflexões quanto ao que usar como artista, como empresária, como esposa, como patroa… como mulher”, escreveu.

Claudia ainda reiterou que nenhuma mulher é culpada pelo assédio sofrido e que roupas curtas não justificam atitudes do tipo. “Definitivamente a culpa não é do que estamos usando! A culpa é dessa atitude constrangedora e de dois pesos e suas medidas. Somos livres!”, disse.

Nos comentários, internautas manifestaram apoio à artista. “Eu me senti constrangida só de ver o episódio, então imagina você. É lamentável esse tipo nojento de comportamento!”, comentou uma seguidora.

Confira o texto completo: