Trabalhadores rurais são intoxicados por agrotóxico em plantação de soja


Do G1 DF.

O Corpo de Bombeiros do Distrito Federal prestou atendimento a sete trabalhadores rurais que passaram mal na manhã desta quarta-feira (14), próximo à BR-251, no Km 78 – região entre o Paranoá e Planaltina. Segundo a corporação, as pessoas estavam em uma plantação de soja e teriam sido intoxicadas por um inseticida despejado na lavoura.

As vítimas apresentaram desmaios, tosse, falta de ar, ânsia de vômito, oscilação da frequência cardíaca e inchaço nos olhos e faces. De acordo com os bombeiros, todas foram transportados para o Hospital Regional do Paranoá.

Outras nove pessoas, que não manifestaram sintomas de intoxicação, mas tiveram contato com as vítimas e a plantação de soja que recebeu a carga do agrotóxico, receberam orientação para fazerem exames médico.

O Corpo de Bombeiros apontou que o último inseticida jogado na lavoura foi o Hero Damec, usado para o combate de pragas e que é classificado como “extremamente tóxico”. A corporação explicou que após a aplicação do produto recomenda-se, no mínimo, 48 horas para se fazer manuseio do plantio. 

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Bombeiros prestam socorro aos trabalhadores rurais intoxicados por inseticida em plantação de soja no DF — Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

 

 

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Acredite se quiser: Candidata de Bolsonaro repassou verba pública para filha, neta e própria loja


Reportagem de Paula Sperb na Folha de S.Paulo informa que empresária que se apresentava como “candidata de Bolsonaro” na disputa por uma vaga ao Senado pelo Rio Grande do Sul, Carmen Flores fez repasses de verba pública de campanha do PSL para a filha, a neta e a própria loja. Os pagamentos aparecem em sua prestação de contas à Justiça Eleitoral. Carmen era a presidente do partido no estado e se desfiliou da sigla em dezembro passado. A candidata obteve 1,5 milhão de votos, mas não foi eleita. Quarta colocada, ficou atrás de Luiz Carlos Heinze (PP) e Paulo Paim (PT), eleitos para as duas vagas, e Beto Albuquerque (PSB), o terceiro. Ela recebeu R$ 200 mil da direção nacional do PSL, valor proveniente do fundo partidário, dinheiro público para financiar as legendas e as campanhas eleitorais. Parte desse montante foi parar nas contas de familiares.

 

 

De acordo com a publicação, questionada pela Folha sobre o motivo dos pagamentos à filha e à neta, a candidata respondeu, sem detalhar: “Quem sabe elas trabalharam?”. “Não entrei para ganhar o Senado, mas para dar 28 segundos [na TV] para o Bolsonaro. Ele não tinha horário político, eu não tinha intenção de me eleger, em nenhum momento”, disse. A filha, Maribel Lopes, por exemplo, recebeu R$ 40 mil pelo aluguel de seis meses de um imóvel com o mesmo endereço da loja de móveis da mãe, em Porto Alegre. Ao lado, funcionou a sede do PSL durante a campanha, local agora vazio. Antes, o endereço do PSL era o apartamento residencial da candidata.

Já a neta da candidata recebeu R$ 1.155,45 para fazer panfletagem na rua, de acordo com os recibos. Por meio de seu advogado, Lucas Ceccacci, respondeu ainda que suas contas ainda não foram julgadas pelo Tribunal Regional Eleitoral e que toda a movimentação financeira foi registrada e tem origem. Sobre o pagamento a familiares, disse que “não há ilegalidades nas contratações”. Resolução 23.553, do TSE, que regulou a arrecadação e aplicação dos recursos da eleição de 2018, não trata sobre a possível ilegalidade da contratação de parentes. A Justiça Eleitoral pode entender como ilegal se, ao julgarem as contas, constatarem que os serviços não foram prestados, por exemplo, como gráficas de fachada, completa a Folha.

Carmen Flores, que concorreu ao Senado pelo PSL-RS, ao lado do então presidenciável Jair Bolsonaro – Reprodução/Facebook

Boulos: “Grandes empresas devem 476 bilhões para a Previdência. Estranho não ver na reforma uma iniciativa pra cobrar estas dívidas”


 

Do Twitter de Guilherme Boulos, ironizando a reforma de Bolsonaro:

Grandes empresas devem R$476 bilhões para a Previdência. Ao contrário do que mistificam alguns, 82% são ativas. Entre elas a Vale, o Bradesco, o Itaú e a JBS. Estranho não ver na reforma que diz “combater privilégios” uma iniciativa pra cobrar estas dívidas dos poderosos.

Governador de Roraima diz que fronteira com a Venezuela está fechada


Reportagem de Daniel Carvalho na Folha de S.Paulo informa que a fronteira terrestre entre Brasil e Venezuela foi fechada às 15h desta quinta-feira (21), seis horas antes do que havia sido anunciado pelo presidente venezuelano Nicolás Maduro, disse à Folha o governador de Roraima, Antonio Denarium (PSL). “Já fechou”, informou o governador, que está em Brasília cumprindo agenda administrativa. Denarium disse ainda não ter informações sobre eventual corte de energia no estado, já que ela é oriunda da Venezuela.

De acordo com a publicação, em uma operação coordenada com os EUA, o governo Jair Bolsonaro anunciou que vai permitir o uso de território brasileiro para que opositores de Maduro tentem levar ajuda humanitária à Venezuela no sábado (23). O governador de Roraima disse que a ideia é manter o apoio logístico para que os caminhões venezuelanos sejam abastecidos com alimentos e remédios.

Segundo Denarium, os caminhões serão abastecidos em Boa Vista e escoltados pela Polícia Rodoviária Federal até a fronteira. A operação, de acordo com o governador, acontecerá “nos próximos dias”, mas sem divulgação para evitar saques ou outros tipos de dificuldades. O governador afirmou que, mesmo que os caminhões não consigam atravessar para a Venezuela, os suprimentos serão distribuídos aos venezuelanos que estão do lado brasileiro da fronteira, completa a Folha.

Outras fontes informam que o vice presidente Hamilton Mourão já está de viagem marcada para uma reunião de emergência.

De acordo com a assessoria da Vice-Presidência, Mourão viaja no domingo à noite e volta ao Brasil na segunda, logo após o encontro.

O governo brasileiro decidiu elevar o nível de participação no encontro —normalmente tocado pelo ministro das Relações Exteriores— depois que o governo americano decidiu enviar à reunião também seu vice-presidente, Mike Pence, e pelo agravamento da crise.

Até o fim da tarde desta quinta-feira, o governo brasileiro não havia se manifestado sobre a decisão de Maduro de fechar a fronteira a partir da noite desta quinta. A entrada da ajuda humanitária arrecadada pelo autodeclarado presidente interino da Venezuela Juan Guaidó está marcada para sábado, dia 23.

Venezuelanos apressam para comprar mantimentos no Brasil

Em meio à ordem do presidente da Venezuela Nicolás Maduro para fechar a fronteira com Brasil na noite desta quinta-feira (21), venezuelanos estão entrando no país para comprar estoques de mantimentos em Pacaraima (RR).

“Estamos correndo contra o tempo o mais rápido possível para poder passar antes que a fronteira feche”, disse o venezuelano Genson Medina, de 22 anos, que nesta tarde comprava mantimentos em um comércio de Pacaraima, a 215 km da capital Boa Vista, onde há intensa movimentação.

No pronunciamento, o líder chavista disse que a fronteira entre os dois países será “fechada total e absolutamente até novo aviso”. Até às 16h (17h de Brasília) a fronteira Brasil – Venezuela permanecia aberta.

O anúncio de Maduro foi feito em meio à pressão para que ele permita a entrada de ajuda humanitária oferecida pelos EUA e por países vizinhos, incluindo o Brasil, após pedido do auto-proclamado presidente interino Juan Guaidó. Maduro vê a oferta dessa ajuda como uma interferência externa na política do país.

(…)

As contrárias visões da sociedade brasileira sobre a situação atual do Brasil. Por Walter Salles


Por Walter Salles: Para muitas pessoas que vêm acompanhando a história do Brasil há muito tempo, ou melhor, há muitas décadas, têm observado cada momento da história, o retrocesso da comunicação, o que é ou não conveniente à mídia e ao poder, e assim vai se tocando a história mal contada do Brasil.

Enquanto muitos percebem que as coisas andam fervendo e os escândalos sendo acobertados, outros se preocupam apenas em dizer amém em todas as atitudes do presidente Bolsonaro, como se uma medida errada não fosse cair sobre todos estes defensores do homem.

A reforma da previdência não mexeu nos grandes, deixando assim bem claro que os pequenos vão continuar pagando caro para os grandes não serem atingidos.

O cidadão de bem, que mora no campo e passa quase a sua vida toda no trabalho pesado, na lida da lavoura, onde muitos começaram a trabalhar com menos de 12 anos, vão ter que trabalhar até os 67, (O Rodrigo Maia disse que o homem pode trabalhar até os 80 tranquilamente), enquanto um deputado que nem vou dizer aqui o que mais gosta de fazer lá em Brasília, pelo menos boa parte, com dois ou três mandatos estão se aposentando e levando uma fatia grande de dinheiro que sai do suor do trabalhador. O que vai ser mudado para essa classe? O que esperar do futuro deste país se não ajudar o pequeno?

O ódio e a rivalidade continua

Não é preciso lembrar que a última campanha foi regada de ódio e regrada de bom senso, para que o depois, já não importando quem ganhou, pudesse ser  mais saudável.

Infelizmente, boa parte do povo não está conseguindo vê a gravidade de tudo isso. Outro dia uma pessoa me perguntou se esse comportamento do povo que votou em Bolsonaro, naturalmente a maioria, se é “tietisse” mesmo, se faz algum sentido ou se é realmente burrice? Respondi que nem uma das três coisas. Que trata-se de um povo de boa inteção, mas que foi atingido por uma avalanche de algo que ainda não sei o nome, só sei que está ligada à nova forma de se comunicar, que são as redes sociais, onde tudo cai de graça no celular de cada um, sem nenhum tipo de fiscalização, onde os maus caráter não se importam de mexer de forma tão perversa na cabeça de pessoas simples, que de tão simples acreditaram em tudo que viram e vêem no celular e continuam acreditando. Quando para muitos, que viram aquela foto da camiseta da Manuela D’ávila, por exemplo, onde a original tinha uma frase escrita (Rebele-se), que apagaram a palavra rebele-se e escreveram (Jesus é travesti), uma pequena parte foi  investigar e descobriu a fraude, só que uma quantidade muito maior diziam: “quem vai votar num candidato que a sua vice sai vestida com uma camiseta assim”?

Foi essa avalanche que fez uma espécie de arrastão por todos os cantos do país e continua fazendo. Hoje o povo vive mostrando pesquisas que não saem na mídia televisiva; mostram depoimentos de Boris Cazoi, também falando coisas que não condiz; mostram texto que o Lulu Santos colocou que não é verídico e assim a enxurrada gigante continua levando tudo que há na frente.

A verdade é que diante das medidas tomadas até agora, por parte do governo, atestam que a classe trabalhadora e de menor renda, vai penar um pouco, pois até agora ainda não apareceu uma única medida que venha favorecer a classe trabalhadora deste país.

A verdade é que o povo brasileiro, sobretudo a classe menos favorecida, é de boa qualidade e toca a vida acreditando que essa é a vez do Brasil. Eu gostaria de estar redondamente enganado e que todos esses que eu tenho falado que foram tocados pelo vírus, estejam certos. O difícil é achar caminhos pra enxergar. Esse país precisa parar de ser quintal de americanos e tocar a vida pra frente com independência e moral. Riquezas naturais e um povo bom para sermos assim, o Brasil tem de sobra.

Mas, me diga aí… com essa obediência ao Tramp, a ponto de bater continência para a bandeira americana e querendo invadir a Venezuela atendendo ordens dos EUA, mostra que estamos a caminho da independência? Um abraço a todos!

PAULO PRETO AMEAÇA DELATAR SÓCIOS TUCANOS EM SUAS CONTAS NA SUÍÇA


A Matéria do 247 traz a notícia de que o Paulo Preto, operador do PSDB, que foi preso pela terceira vez e sem a possibilidade de receber o habeas corpus de Gilmar Mendes (pois o relator dos casos ligados à Lava Jato é o ministro Edson Fachin), vem fazendo ameaças graves e inéditas à cúpula tucana e promete entregar nomes graúdos à Justiça. Preto diz ter uma informação bombástica para revelar: a de que a conta da Suíça com saldo de R$ 132 milhões, em valores atuais, não era só dele. O operador do PSDB diz que a conta era o que ele chamava de “conta ônibus”, ou seja, de vários titulares, todos cardeais tucanos, como Aloysio Nunes Ferreira e José Serra, e o próprio PSDB.

Segundo a reportagem do jornal Folha de S. Paulo, “a informação da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba de que Aloysio recebeu um cartão de crédito ligado à conta de Paulo Preto aponta, na visão de procuradores, que os recados do ex-diretor da Dersa podem não ser apenas ameaças.”

O recado – de acordo com o jornal – tinha um tom óbvio de chantagem, com um subtexto que dizia “ou vocês me salvam ou entrego todo mundo”.

Após a pressão de Paulo Preto, Aloysio Nunes trocou de advogado: saiu Daniel Bialski e entrou José Roberto Santoro, que já cuidava da defesa de Aloysio e que conseguiu soltar Paulo Preto com um habeas corpus de Gilmar Mendes.

A matéria ainda destaca que “não era a primeira vez que Paulo Preto mandava recados intimidatórios para a cúpula do PSDB. Na campanha presidencial de 2010, quando ele se tornou uma figura central nos debates entre Dilma Rousseff e José Serra, Paulo Preto pronunciou aquela que se tornaria a sua frase mais famosa. ‘Não se abandona um líder ferido na beira da estrada’, afirmou logo depois de o então candidato tucano à Presidência ter dito num evento de campanha em Goiânia (GO) que não conhecia o ex-diretor da Dersa.”

NOTAS INTERNACIONAIS (POR ANA PRESTES) 21/02/19


A coluna da Ana Freitas do blog Cafezinho, desta quinta feira, vem tratando assuntos voltados para o impasse da Venezuela, que tem como presidente o Maduro, com o Brasil que o presidente é Jair Bolsonaro. O grande interesse do presidente dos EUA de mandar na Venezuela, segundo depoimentos de outros americanos, é o olho ter crescido sobre o petróleo da Venezuela, que é muito e de qualidade. Quanto ao presidente do Brasil, que respeitosamente deu continência à bandeira americana, na verdade, está prestando serviço aos Estados Unidos nessa questão da Venezuela, com imposição do Tramp, essa é a verdade. Só que os homens das Forças Armadas brasileiras, inclusive o vice presidente, Hamilton Mourão, não estão de acordo a essa participação na invasão contra a Venezuela, da fora que o Tramp Planeja. E agora José?…ou melhor: E agora Jair? Sem os homens da farda fica difícil. Até Café com Leite Notícias.

 

O Alto Comando do Exército brasileiro, acompanhado da ala militar do governo Bolsonaro, é contra a ideia de forçar passagem para entregar “ajuda” aos venezuelanos, segundo texto de Igor Gielow e Patrícia Campos Mello na FSP. O governo Maduro enviou tanques para Santa Elena, a 15 km da fronteira entre Venezuela e Brasil.

– Na Venezuela, a oposição tenta organizar cerca de 300 caminhões, conduzidos por caminhoneiros membros de “sindicatos anti-Maduro”, para buscar a “ajuda humanitária” enviada pelos EUA e estocada na Colômbia.

– Guaidó “exigiu” ontem (20) via twitter que a Força Armada Nacional Bolivariana (FANB) permita a entrada da “ajuda humanitária” dos EUA no país. Os militares teriam três dias para acatar a ordem. Conclamou também o povo venezuelano a se mobilizar ir até os quarteis da FANB exigindo a entrega da mercadoria. A oposição venezuelana estabeleceu o sábado, 23, como o “dia da entrega”.

– Um grupo de sete pessoas invadiu ontem o consulado venezuelano em Guayaquil, no Equador. Segundo o cônsul, Fernando Bello, os invasores tinham armas de fogo e ameaçaram as pessoas que estavam no consulado, entre elas membros do corpo diplomático. O grupo levou todo o dinheiro da renda consular do posto. A Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas garante a inviolabilidade dos postos diplomáticos.

– O ataque ao consulado de Guayaquil ocorreu pouco depois de outro posto diplomático venezuelano ter sido invadido na Costa Rica. Um grupo entrou a força na sede da Embaixada da Venezuela na Costa Rica, entre eles estava a “embaixadora” nomeada por Guaidó para o país, Maria Alejandrina Faría. Em sua conta no twitter, ela registrou: “em cumprimento das funções diplomáticas, assignadas pelo presidente J. Guaidó e reconhecidas pelo gov da Costa Rica assumimos o controle da sede administrativa da Embaixada da Venezuela em San José.” Semana passada, o presidente da Costa Rica, Carlos Alvarado, havia pedido aos diplomatas venezuelanos que representam o governo de Nicolás Maduro para deixarem o país.

– No dia de ontem (20), milhares de pessoas protestaram na Puente Angostura, sobre o rio Orinoco, próxima à fronteira com o Brasil contra a tentativa de invasão da Venezuela. A ponte seria uma das hipotéticas passagens de “ajuda humanitária” proveniente do Brasil no próximo dia 23.

 

– Para o chanceler venezuelano, Jorge Arreaza, a Venezuela estaria no epicentro geopolítico do mundo multipolar tal como há 200 anos atrás. Em sua conta no twitter ele escreveu: “o tempo e o dinheiro que os imperialistas tem gasto com a Venezuela Bolivariana só pode significar uma coisa: como há 200 anos atrás, hoje nós também estamos no epicentro geopolítico do mundo multipolar ao fazer a #manosfueradevenezuela”. A mensagem foi uma resposta a uma postagem no twitter de John Bolton que dizia: “qualquer ação efetuada pelos militares venezuelanos para atacar ou instigar a violência contra civis pacíficos nas fronteiras da Colômbia e do Brasil não serão esquecidas. Líderes ainda tem tempo para fazer a escolha correta”.

 

– A vice-presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, anunciou o fechamento da fronteira aérea e marítima com as ilhas de Aruba, Curaçao e Bonaire, que estão servindo de base de apoio para a tentativa de entrega de “ajuda humanitária” estadunidense na Venezuela.

 

– O assessor militar adjunto da Venezuela na ONU, Pedro José Chirinos Dorana, declarou ontem (20) que não reconhece o governo de Maduro e manifestou seu apoio a Guaidó. Gravou um vídeo que circulou ontem nas redes.

 

– Em evento ontem (20) em Miami, o almirante Craig Faller, chefe do Comando Sul, mandou recado para os militares venezuelanos: “(…) vocês serão responsabilizados por suas ações. Façam o correto. Salvem as pessoas de seu país.” Faller estava acompanhado de Luis Navarro Jiménez, comandante geral das Forças Militares da Colômbia, que chegou ontem à sede do Comando Sul em Miami.

 

– Um início de incêndio foi controlado na última segunda (18) em uma sala de bombas da Estação Ero da PDVSA, na Venezuela. A informação foi dada ontem (20) pelo presidente da PDVSA, que também é ministro para Petróleo, Manuel Quevedo. Segundo ele, tratou-se de uma ação de sabotagem da oposição. A estação Ero tem uma capacidade instalada de 300 mil barris de petróleo/dia extraídos da Faixa Petrolífera do Orinoco localizada ao norte do Rio Orinoco, na Venezuela.

 

– O governo venezuelano recebeu ontem (20) 300 toneladas de medicamentos e insumos de atendimento à saúde fruto de cooperação com a Rússia. As entregas começarão hoje no estado de Anzoátegui e amanhã no estado de Táchira e serão coordenadas por Aristóbulo Istúriz, vice-presidente setorial para o Desenvolvimento Social e Territorial. Aristóbulo disse ainda que nos dias 22, 23 e 24 serão oferecidas 20 mil caixas CLAP (alimentos) ao povo colombiano de Cúcuta. Segundo ele, “a sede do encontro para agredir a Venezuela abriga uma população em que 50% vivem na pobreza, sendo 10% na pobreza extrema, mais de 20 mil crianças trabalham das ruas, a taxa de desemprego supera 20%, os hospitais públicos estão fechados e 25% tem acesso a agua potável”. Pediatras, cirurgiões e odontólogos também irão estarão disponíveis para o povo colombiano. Foi anunciado ainda que no dia de hoje, 21, serão entregues 11.548 habitações à população venezuelana em Carabobo, Sucre, Guárico, Monagas e Táchira.

 

– Em seu discurso anual ao conselho de Estado, o presidente russo Vladimir Putin, fez clara ameaça à OTAN e aos EUA. Segundo ele, se Washington colocar seus mísseis na Europa, a Rússia também posicionará e apontará seus mísseis, e não só para a EU, mas também para os EUA. “Estamos prontos para entrar em negociações sobre o desarmamento, mas não vamos bater em uma porta fechada”.

 

– O democrata norte-americano Bernie Sanders superou a arrecadação de 6 milhões de dólares apenas quatro horas após anunciar sua candidatura para as primárias do Partido Democrata. O montante é quatro vezes maior do que ele arrecadou em 2016. Cerca de 220 mil pessoas contribuíram na vaquinha por Sanders presidente 2020.

 

– A dança das cadeiras dos parlamentares britânicos continua. Agora foram três conservadores que deixaram o partido de Theresa May e se uniram aos sete parlamentares que deixaram o partido trabalhista. Formaram um bloco independente. Com a saída, a coalizão do governo May ficou com só 8 MPs a mais do que a oposição.

 

– Na Espanha, o parlamento da Andaluzia, recebeu a proposta de parlamentares do partido de ultra-direita Vox para que o governo da junta inste o Governo da Espanha a preparar um contingente militar para participar da intervenção na Venezuela. Na justificativa da proposta está: “Esta interención debería aprobarse com toda celeridade si el Presidente Juan Guaidó solicita ayuda para defender al pueblo venezuelano do usurpador Maduro e seus aliados comunistas cubanos”.

– O premiê português Antônio Costa (PS) sobreviveu ontem a um voto de desconfiança proposto pela oposição. A moção apresentada pelo partido conservador PP foi rejeitada por 115 votos a 103. O PS é apoiado no parlamento pelo PCP e pelo Bloco de Esquerda. Portugal terá eleições gerais em outubro.

 

– A homofobia é crime em mais de 40 países. A maior parte deles está na Europa e nas Américas. Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Peru e Uruguai já tem a homofobia tipificada como crime. Matéria na íntegra do Cafezinho.

 

 

MADURO REAGE À AÇÃO DE BOLSONARO E MANDA TANQUES PARA A FRONTEIRA


Sempre na obediência

Reprodução

O governo do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, começou a mobilizar tropas e tanques de guerra para a fronteira entre seu país e o Brasil na tarde desta quarta. É uma reação ao inesperado anúncio da participação do governo brasileira na entrega da ‘ajuda internacional’ urdida pelos Estados Unidos, a partir de um pedido feito pelo presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, autoproclamado presidente interino. O início das operações dos EUA, Brasil e Colômbia está previsto para o próximo sábado (23).

O envolvimento do Brasil na primeira fase da operação foi uma surpresa até mesmo para a oposição venezuelana e levou funcionários brasileiros a mergulharem num ritmo vertiginoso de trabalho em Brasília para organizar em menos de três dias o envio de medicamentos e alimentos à cidade de Boa Vista, em Roraima, doados pelos governos do Brasil e dos Estados Unidos, segundo informação de O Globo.

Apesar de Bolsonaro dizer que os militares não irão participar da ação, uma fonte declarou o contrário a O Globo: “o que os militares brasileiros estão fazendo é trabalhar na contra-inteligência”.

“Esse trabalho implica estar monitorando cada passo dado pelo governo Maduro para tentar boicotar o canal humanitário, passar informações aos venezuelanos e tentar ajudar a que a iniciativa de Guaidó dê certo. Nossos militares estão participando, mas não de uma forma evidente e que possa levar a acusações de ingerência ou até invasão estrangeira”, afirmou a fonte, na reportagem da jornalista Janaína Figueiredo.

Show de pega bobos

Maduro qualificou a falsa ajuda humanitária dos EUA como um “show” e “trapaça pega-bobos” e destacou que a Venezuela já irá receber uma ajuda humanitária da Rússia, que irá entrar “legalmente” na Venezuela e “que foi paga por seu governo”.

No total, serão 300 toneladas de remédios e alimentos entregues por cargueiros russos no território venezuelano.

Governo assume que se prepara para invasão militar na Venezuela 

Em Brasília, fontes do governo Bolsonaro asseguram que todos os cenários estão sendo avaliados, inclusive os militares.

“É claro que isso não será dito publicamente, mas a verdade é que o Brasil está preparado para tudo, inclusive para uma eventual ação militar” enfatizou a fonte ao jornal.

 

 

OPOSIÇÃO DECLARA TOTAL REJEIÇÃO AO TEXTO DA REFORMA DA PREVIDÊNCIA


Resultado de imagem para fotos oposicão contra a reforma

Os deputados da oposição ao governo receberam a proposta do governo com perplexidade. Após algumas horas de análise do texto, as reações tem sido de total rejeição ao que consideram como uma reforma absolutamente injusta com os trabalhadores.

A deputada federal Jandira Feghali, líder da Minoria, fez uma série de duras intervenções contra a reforma. Vale a pena ver a sua resposta à deputada governista Joyce Hasselmann (PSL-SP)

A bancada do PDT na Câmara declara sua total rejeição à proposta de Reforma da Previdência apresentada pelo Governo nesta quarta-feira (20) e anuncia que vai oferecer resistência à aprovação do texto. Entre os pontos da proposta considerados graves pelos deputados pedetistas, está a chamada “desconstitucionalização” da matéria, que passa a poder ser regulamentada por meio de lei complementar, sujeita a menor quórum de aprovação no Congresso.

Para o líder pedetista, deputado André Figueiredo, o texto é confuso e injusto para os trabalhadores que já estão em atividade. Segundo o parlamentar, a idade mínima para a aposentadoria de 62 anos para as mulheres e 65 para os homens é uma falácia, já que, na prática, será preciso ter 40 anos de contribuição para não haver perdas no valor do benefício. “A grande maioria dos trabalhadores, além de precisarem trabalhar mais tempo, vão ter uma grande redução na aposentadoria”, adverte.

Outro ponto da proposta rejeitado pelos deputados do PDT é a redução do valor do Benefício de Prestação Continuada (BPC), que passa a ser de R$ 400,00 para idosos com idades entre 60 e 69 anos. Pelas novas regras, apenas os maiores de 70 anos em condição de miserabilidade terão direito ao benefício no valor de um salário mínimo (R$ 998,00). Para André Figueiredo, a reforma vai gerar uma “legião de idosos sem direitos”.

Entre as mudanças que desagradam a bancada, também estão o corte no valor das pensões por morte, que pode chegar a 40%, o endurecimento excessivo das regras para professores e trabalhadores rurais e a omissão, no texto, quanto à contribuição patronal no regime de capitalização. “Não somos contra discutir a reforma da previdência, mas vamos exigir que a comissão especial ouça os especialistas e os diversos segmentos da sociedade. Vamos mobilizar as ruas e os movimentos sociais”, afirma André Figueiredo.

 

 

Os gêmeos da Previdência: mórbida desigualdade. Por Fernando Brito


 

 

Publicado originalmente no Tijolaço

POR FERNANDO BRITO

Vinícius Torres Freire e Ana Estela de Souza Pinto, na Folha, didaticamente, mostram o quão estapafúrdias são as situações geradas pelo emaranhado de regras da proposta de Reforma da Previdência e sigo o roteiro criado por eles.

João e José são gêmeos e se na idade têm os mesmos 51 anos, José tem 33 anos de contribuição e José, que amargou uns meses de desemprego, tem 32.

Pela regras dos gênios do Paulo Guedes, João pode se aposentar, usando a regra dos dois anos faltantes mais um de pedágio, aos 54 anos de idade, em 2022, com 36 anos de contribuição.

Já o José, adotando a regra “mais vantajosa”, só em 2030, quando terá 62 anos e 43 de contribuição, perfazendo os tais 105 pontos exigidos naquele ano.

João vai receber menos 30% que José, por conta do fator previdenciário. Calculando, como na reportagem, com o teto do INSS – esta diferença ficaria na casa de R$ 1.840 mensais.

Se João, ainda novo, conseguir continuar trabalhando até os mesmos 62 com que seu irmão gêmeo irá se aposentar e aplicar a aposentadoria que recebe – e o outro, não – a juros de 0,4% ao mês, terá acumulado R$ 468.889,42, o equivalente a quase 22 anos da diferença com que o irmão receberá a mais.

Se a mesma situação for imaginada com duas gêmeas, ambas com 49 anos, mas com 28 e 27 anos de contribuição respectivamente, a diferença é um pouco menor: a primeira se aposenta em 2022, com 52 anos e 31 de contribuição e a segunda só em 2029, com 59 anos de idade e 37 de contribuição. Ah, sim: e ainda perdendo 6% do benefício cheio.

Não pense, porém, que a multidão de guarda-livros do Ministério da Fazenda provocou tais absurdos por distração ou erro. Tiveram quatro meses e vários programas de computador para simular isso e muito mais.

É que quando, na ânsia de produzir “caixa” rapidamente optaram por uma regra de transição muito mais curta, provocaram estas desigualdades gritantes.

Quer dizer: gritantes para nós, que temos senso de justiça. Eles, que não vêem pessoas, mas cifrões, são surdinhos para isso.

 

Como mostra o JN de hoje, Globo vai poupar Bolsonaro em nome da reforma da Previdência. Por Joaquim de Carvalho


Quem esperava pela continuidade dos ataques da Globo a Bolsonaro ficou frustrado ao ver o Jornal Nacional desta quarta-feira.

O negócio é que ambos tem algo em comum: Servir à elite e ferrar o trabalhador

 

De acordo a matéria do jornalista Joaquim de Carvalho, na sua análise, o  noticiário da Globo dedicou a maior parte do tempo à cobertura da Reforma da Previdência, com um viés positivo.

E aí é que Bolsonaro e Globo dão as mãos: ambos estão comprometidos com a mudança radical nos sistemas de aposentadoria.

Por isso, quem viu a Globo ficou sem saber que a conta dessa reforma será paga pelos mais pobres.

O jornal até cita algumas dessas mudanças, mas sem explicá-las.

Algumas nem são mencionadas, como é o caso do fim da multa de 40% sobre o o saldo do FGTS quando o trabalhador já estiver aposentado.

Também existe a possibilidade de não recolher o FGTS para aposentados que continuarem trabalhando.

O que o recolhimento do FGTS e a multa sobre o saldo do FGTS têm a ver com o alegado déficit nas contas da Previdência?

Em princípio, nada.

Parece muito mais um contrabando para fazer uma alteração que depende de reforma da Constituição.

Entra tudo na conta da Previdência.

E vai gerar uma situação confusa.

Haverá, na mesma empresa, desempenhando as mesmas funções, trabalhador que recebe FGTS e outros que não.

Será um incentivo para que os aposentados continuem trabalhando, o que dificultará o ingressos dos mais jovens no mercado de trabalho.

Também sinaliza a mudança trabalhista que está sendo gestada, como já anunciou a equipe econômica de Paulo Guedes.

O governo quer criar a carteira verde e amarela, como alternativa à tradicional carteira azul. Quem aceitar a carteira nova abrirá mão de direitos para ter emprego — o FGTS seria um deles.

O que acontecerá?

Quem não aceitar a carteira verde e amarela não terá emprego. Será um opção compulsória, como ocorreu na ditadura militar em relação à estabilidade no emprego.

No final da década de 60, a estabilidade foi substituída pelo FGTS. Com a mesma estratégia, agora poderá ser sepultado o FGTS.

São interesses que unem Globo e Bolsonaro neste momento.

Nem tudo, portanto, é guerra nesta relação conflituosa.

De fato, não se gostam.

Mas vão se tolerar, e a Globo se manterá neste morde e assopra pelo menos até que os trabalhadores sejam tratados como, historicamente, ela sempre quis: sem direitos.

Em 1962, o jornal do grupo publicou em manchete: “Considerado desastroso para o país um 13o. mês de salário.

Não foi, mas a emissora, com o jornalismo contaminado pela posição dos donos da empresa, continua rejeitando benefícios legais a trabalhadores que vivem num país que tem a maior concentração de renda do mundo.

Depois da reforma, Bolsonaro corre riscos.

Mas só depois dela.

Em 1992, Fernando Collor caiu depois que seu ministro da Economia, Marcílio Marques Moreira, bateu o martelo da renegociação da dívida externa, com um acordo muito elogiado pela banca internacional.

Bolsonaro não será alvo de campanha para cair até que a tal Nova Previdência esteja vigorando e o trabalhador comece a pagar a conta.

 

 

 

‘Lula só foi preso porque ganharia a eleição’, diz Roger Waters


Roger Waters fez homenagem a Marielle Franco em show no Maracanã

 

O ativista e músico Roger Waters, vocalista da banda britânica Pink Floyd, saiu em defesa da liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em entrevista à revista Brooklyn Vegan, Waters relembrou sua passagem pelo Brasil em 2018 e classificou a prisão de Lula como política. “Obviamente, a única razão pela qual Lula está na prisão é porque ele teria vencido a eleição com as duas mãos amarradas nas costas. Se ele pudesse concorrer, o que ele não pôde, porque eles o colocaram na prisão sob acusações falsas de corrupção”, afirmou o músico.

Waters lembrou que chegou a tentar visitar o ex-presidente Lula na prisão, pedido que foi negado pela Justiça brasileira. “Eu queria ir visitar Lula quando chegamos ao Sul, onde ele estava na prisão e o juiz local me negou essa oportunidade. Porque era um momento muito sensível, estava chegando a eleição”, relembrou. “As pessoas simplesmente dizem: ‘Ah, sim, outro político corrupto’. Não, ele não é. Ele não é um político corrupto; ele está na prisão por acusações forjadas colocadas pelos poderes que estão no Brasil”.

Repressão

O líder do Pink Floyd ressaltou ainda as ameaças que sofreu durante sua tour pelo Brasil. Em uma série de shows, Waters denunciou as tendências de ultra direita materializadas na candidatura de Jair Bolsonaro. Um dia antes da eleição, na apresentação em Curitiba, cidade onde Lula está preso, o músico chegou a receber uma notificação judicial. “Eles ameaçaram me jogar na prisão no Brasil porque eu estava colocando meu remo na eleição, juntando-me ao movimento #EleNão. Você sabe, o fascista Bolsonaro foi eleito apesar da resistência a ele”.

Depois de eleito 

O pior de tudo é que algo, tipo um antídoto qualquer, entranhou nos corações e nas mentes de boa parte dos brasileiros, que vivem repetindo uma frase sem ter inovações nas suas falas. “O maior ladrão é Lula”, ou “Bolsonaro vai ser o melhor presidente que esse país já teve”. Muito vago.  Quando aconteceu a greve dos caminhoneiros, por exemplo, muita gente esperava o que era mais coerente nos líderes do movimento, que era o grito por Lula Livre, pois durante 12 anos o país viveu uma grande paz na questão da alta de combustíveis e menos estradas ruins. Entretanto, começou outro tipo de som soar aos ouvidos brasileiros, q já podia esperar que alguma coisa não natural dos caminhoneiros estava por trás, que foi, ensinado por mensageiros, que foi: “Queremos intervenção já. Digam isso que a polícia nada vão fazer com vocês”. E assim seguiram com o refrão.

Um exemplo: Muita gente não tomou raiva da Gleisi por ela ter feito algo de ruim, mas sim por ela ser resistente às críticas, ter coragem de enfrentar barreiras pesadas e tantas outras atitudes que chocam a muita gente em defesa daquilo que ela acredita. Mesmo que seja comprovado algo de bom que ela faça para o Brasil e brasileiros, tipo trazer aquela lua linda de ontem e transforma-la em ouro e dividir com os apaixonados por Bolsonaro, eles irão criar algum tipo de simpatia por ela.  A mesma coisa é se o Bolsonaro chegar a prejudicar os próprios familiares, com as medidas tomadas nesse novo momento em que o Brasil atravessa, muitos continuarão com o mesmo amor pelo que eles chamam de Mito. Acho que a hora agora é de todos os brasileiros deixar aflorar a sua capacidade de raciocínio, até porque o povo brasileiro é um povo inteligente e forte, para analisar melhor o desenrolar dos trabalhos do novo governo.

A gente vê, por exemplo, obras sendo executadas, principalmente estradas, que já vinham sendo tocadas, até porque ainda não se teve tempo de realizar licitações, tem a questão de prazos de espera para então iniciar as obras e muitas outras burocracias. Muitas são obras que não param na passagem de um governo para outro. Portanto, dizer que esse governo está trabalhando e achar que em um pouco mais de um mês já mostraria a diferença em nível de obras, é apenas querer exaltar por exaltar quem quer que seja. O que se espera é que as obras não parem e que outras muitas sejam iniciadas. Tipo…se for merecedor de aplausos estaremos aqui para aplaudir, mas se for merecedor de críticas e cassação que assim seja, como muitas medidas que foram tomadas até agora, que nem uma favorece o trabalhador e o menos favorecido deste país. Vida que segue.

Durante gravações da nova novela Globo, Fernanda Montenegro passa mal e é levada para o hospital


GauchaZH:

A atriz Fernanda Montenegro, 89 anos, passou mal durante as gravações da próxima novela das nove da Globo, A Dona do Pedaço, e precisou ser levada a um hospital de Jaguari, na região central do Rio Grande do Sul, por volta das 13h de terça-feira (19).

Segundo informações da produção e da prefeitura da cidade, ela sofreu uma queda de pressão devido ao calor. Por volta das 15h, ela retornou ao hotel. Às 16h, o Hospital da Caridade confirmou que o quadro dela era estável e que estava tudo bem. Ao jornal Extra, a assessoria da atriz confirmou que Fernanda ficou desidratada, tomou soro e foi liberada do hospital.

Mais tarde, à noite, Fernanda foi levada de ambulância até o aeroporto de Santa Maria . Lá, um avião particular, marcado para as 22h, a levaria até o Rio de Janeiro. A informação foi confirmada pela prefeitura de Santa Maria. A reportagem tentou contato com as assessorias da Globo e da atriz, mas ainda não obteve retorno.

Globo abre guerra contra Bolsonaro declaradamente. A queda de braço é forte


Muito estranho ver a Globo batendo num governo de extrema direita como o atual, onde o caldo promete engrossar. O Governo tem como vice presidente um Militar que tem mostrado, depois das eleições, principalmente depois da posse, um cidadão mais sensato e politicamente correto diante da crise que vem passando o Planalto. O que os brasileiros acham, pois nada está às claras, é que ele já deve está se preparando para assumir de vez o destino do país. Depois da briga com a Globo e acrise com o Babianno, a tendência é a cada dia o desgasre crescer.  Bolsonaro, que tem ouvido muitos os seus filhos, não deve ter ouvido deles, que “a Globo é um mal necessário” e que o melhor seria fazer as pazes. Seria! Pois, talvez, não tenha mais espaço para um abraço entre emissora e governo.  Até aqui Café com Leite Notícias.

 

Renata Vasconcellos e William Bonner no Jornal Nacional da Globo. Foto: DCM

 

Para o DCM, o 19 de fevereiro foi provavelmente o primeiro dia em que o Jornal Nacional terá iniciado uma guerra diária contra Jair Bolsonaro. A edição de ontem contou longos e intensos minutos, repletos de expressões sisudas de seus apresentadores.

Quem te viu, quem te vê. Em menos de dois meses, o governo que se elegeu pelo falacioso discurso anticorrupção passa a ter tratamento similar ao dispensado aos anteriores, quando desafetos da Globo. Praticamente metade do JN foi dedicado a denúncias das diversas espécies de laranjais bolsonaristas, com ênfase, claro, no diz-que-diz digno de novela mexicana que envolve aquele bando de orangotango.

Um governo que se elegeu por whatsapp e por whatsappgoverna (ou tenta)irá permanecer batendo na tecla de que Gustavo Bebianno era um ‘infiltrado’, alguém que estava vazando informações para a ‘imprensa inimiga’. Bebianno era ministro da Secretaria Geral, foi presidente interino do partido, cuidou da campanha de Bolsonaro desde aprimeira hora. Agora é um ‘infiltrado’?

As redes sociais do clã Bolsonaro simplesmente ignoram o laranjal do PSL. Nem mesmo o vídeo que o presidente gravou como despedida a Bebianno foi compartilhado. Ou seja, os apoiadores deste governo, que na escuridão vivem, na escuridão votaram, na escuridão permanecerão em termos de informação.

Mas eis que o destino prega uma peça. Ironicamente, o whatsapp que elegeu será o mesmo que irá derrubar o presidente. Sobretudo se novas mensagens vierem apúblico com teor mais explosivo. Bebianno já trocou sua foto de perfil por uma na qual está com uma metralhadora em mãos. Teria ele gastado todo o pente de munição ontem mesmo? A ver.

Declarar como persona non grata um alto executivo da Globo, Paulo Tonet Camargo, foi dar combustível para a emissora que conversa com a grande maioria de brasileiros que não votou em Bolsonaro. Algo como 89 milhões de pessoas aptas ao voto.

Bolsonaro comprova ser totalmente desqualificado para o posto ao demitir aquele ministro com um mínimo de interlocução política no congresso. O resultado pode ser visto ontem mesmo com derrotas na Câmara (que derrubou o projeto que facilitava a decretação de sigilo absoluto a documentos públicos) e no Senado (que resolveu chamar Bebianno para que se explique sobre o imbróglio todo dos últimos dias).

Ato contínuo, o governo saiu dando suas já costumeirascaneladas. O porta-voz disse que não eram derrotas e, poucos minutos depois, o general – e vice-presidente – Hamilton Mourão concordou que sim, eram. “Perdi. Perdeu, playboy”, disse ele.

Não há duas frases seguidas em concordância no primeiro escalão da equipe bolsonarista. Pudera. Este governo foi montado às pressas, sob um partido nanico que se mostrou receptivo a centenas de aventureiros. Prova contundente é um dos trechos de áudio tornados públicos ontem no qual Bebianno defende-se com um “Não sabemos quem é quem”, sobre as laranjas nas campanhas estaduais.

A tal ‘comunicação direta’ entre governante e seguidores, baseada em tuítes e posts de Facebook, mostra-se um voo de galinha tão logo a campanha chegue ao fim. Mal gerenciada, como é o caso do atual e despreparado governo, torna-se um tiro no pé.

A Globo irá ganhar a simpatia de adversários em alta velocidade nos próximos dias. Aguarde para ver. E quando ela quer derrubar alguém, meu caro, é páreo duro.

Movimentação sobre reforma da previdência. E os privilégios dos grandes, algo vai mudar ou só quem vai ser penalizado é o trabalhador?


O povo precisa ficar atento ao que está acontecendo, com essa pré reforma, para então ficar sabendo como vai ficar a situação do brasileiro em geral.

Bolsonaro chega ao Congresso para entregar a Reforma da Previdência. Acompanhe ao vivo.

Posted by O POVO Online on Wednesday, February 20, 2019