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Exclusivo: Irmão de ex-reitor da UFSC fala sobre Erika Marena e o “balcão de negócios de delações” da Lava Jato


Delegada Erika Marena – Foto: Arquivo

Da Revista Forum.

Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) pediram a André Mendonça, ministro da Justiça,a abertura de inquérito para investigar a conduta da delegada da Polícia Federal (PF), Erika Mialik Marena. Conforme conversas apreendidas pela Operação Spoofing, ela teria falsificado o depoimento de uma testemunha no âmbito da Operação Lava Jato.

A delegada é a mesma que, em 2017, comandou o inquérito que acusou o ex-reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Luiz Carlos Cancellier de Olivo, por corrupção, na Operação Ouvidos Moucos.

Cancellier acabou se suicidando, após ser preso ilegalmente e ter sofrido humilhação pública, com a proibição de ingressar nas dependências da universidade.

O pesquisador aposentado do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Acioli Cancellier de Olivo, irmão do ex-reitor da UFSC, afirma que não se surpreende com o comportamento da delegada.

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“Fachin foi coisa de Deus”, disse Deltan Dallagnol em novos diálogos da Lava Jato


Dallagnol e Fachin

Novas mensagens entre procuradores da República mostram que a Lava Jato confiava no ministro Edson Fachin para resolver seus problemas.

Os diálogos foram apreendidos pela PF na Operação Spoofing e enviados pela defesa de Lula ao ministro Ricardo Lewandowski nesta segunda-feira, dia 22.

No dia 2 de fevereiro de 2017, um dos integrantes da força faz um alerta a Dallagnol.

“Te liguei mais pra te preparar sobre a morte da Marisa Letícia: acredito que o PT está planejando como capitalizar sobre a morte dela e também acredito que eles irão colocar a culpa em vocês e principalmente em você”, escreve.

“Vão com certeza rsrsrs”, responde Deltan. “Fachin foi coisa de Deus”.

A mulher do ex-presidente tinha 66 anos e estava internada depois de ter sofrido um acidente vascular cerebral hemorrágico provocado pelo rompimento de um aneurisma.

Matéria do Intercept já registrava o deboche lavajatista sobre a morte de Marisa. “Um amigo de um amigo de uma prima disse que Marisa chegou ao atendimento sem resposta, como vegetal”, afirmava Deltan.

Também já se conhecia, através do Intercept, o teor de uma manifestação de Deltan no grupo do Telegram depois de um encontro com o magistrado no Supremo em 13 de julho de 2015.

“Caros, conversei 45 m com o Fachin. Aha uhu o Fachin é nosso”, vibrou.

Edson Fachin substituiu Teori Zavascki como relator da Lava Jato no Supremo.

Na última edicação da Veja, deixou clara sua posição — absurda para um juiz, acrescente-se — pró-Moro e cia.

“O contexto é preocupante: forma-se uma frente ampla contra a democracia e a favor da não apuração nem punição a quem se imputa, no devido processo, a prática de delitos como corrupção, lavagem de direito e organização criminosa”, declarou.


Com i nformação do DCM

‘Não tem sido uma experiência fácil, essa é uma doença traiçoeira’, diz secretário estadual de Saúde diagnosticado com a covid-19


Ele apela pelo fim das aglomerações e queda na taxa de transmissão da Covid-19.
'Não tem sido uma experiência fácil, essa é uma doença traiçoeira', diz secretário estadual de Saúde diagnosticado com a covid-19
Foto: Reprodução/Instagram

 

Há uma semana diagnosticado com a Covid-19, o secretário da Saúde do Estado da Bahia, Fábio Vilas-Boas, faz um apelo para que não existam aglomerações e a taxa de transmissão seja reduzida.

“Tenho permanecido internado, fazendo uso de oxigênio, tomando medicações. Não tem sido uma experiência fácil, essa é uma doença traiçoeira. Ninguém sabe quem vai melhorar ou piorar. Ter a garantia de uma vaga em um hospital, não é garantia de que você sobreviverá”, afirma Vilas-Boas.

Portanto, ressalta o secretário, “precisamos lutar para que a taxa de transmissão diminua. Precisamos evitar que as pessoas continuem se contagiando, pois não haverá vaga para todo mundo. Os hospitais não vão dar conta”, explica o titular da pasta estadual da Saúde.

“Lhe faço um apelo. Lute para que não exista aglomerações em seu bairro. Denuncie a Polícia. Combata quem está fazendo aglomerações indevidas”, finaliza Vilas-Boas, em vídeo divulgado nas redes sociais. Fonte; Acorda Cidade

 

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Mercadante manda recado aos generais: “não se rendam ao mercado financeiro e defendam a Petrobrás para os brasileiros”


Filho de um general nacionalista, o ex-ministro Aloísio Mercadante falou à TV 247 nesta segunda-feira e mandou um recado direto aos militares, em especial ao general Joaquim Luna e Silva, escolhido para comandar a Petrobrás. “Parem a privatização, tragam uma política de preços justa para o povo brasileiro e não se rendam aos interesses especulativos”

Do 247

O economista Aloizio Mercadante, que foi ministro da Educação, da Ciência e Tecnologia e da Casa Civil, e que hoje preside a Fundação Perseu Abramo, que elabora as políticas públicas do Partido dos Trabalhadores, mandou um recado para os militares brasileiros. “Não se rendam ao mercado financeiro e aos interesses especulativos nesta terça-feira. Parem a privatização das refinarias, defendam uma Petrobrás forte e tragam uma política de preços justa para o povo brasileiro, para os caminhoneiros e para os motoristas de aplicativos”, afirmou, em entrevista à TV 247.

Filho de um militar nacionalista, o recentemente falecido general Oswaldo Oliva, Mercadante diz ter boa impressão do general Joaquim Luna e Silva, que foi escolhido para substituir o entreguista Roberto Castello Branco, que ainda está à frente da Petrobrás. “Até onde eu sei, o general Luna é também um militar nacionalista”, afirma. No entanto, Mercadante critica o estilo atabalhoado do governo Bolsonaro, que anunciou a mudança na Petrobrás sem antes definir uma nova política de preços para a estatal. “Sem uma nova política, de nada adiantará a mudança”, afirma ele, que apresentou propostas neste fim de semana (saiba mais aqui).

Questionado sobre os eventuais impactos positivos de uma nova política de preços da Petrobrás para a popularidade de Jair Bolsonaro, Mercadante afirmou que o PT deve ser coerente em suas propostas. “Ao contrário daqueles que nos golpearam, não apostamos no quanto pior, melhor. Assim como defendemos o auxílio-emergencial, temos que defender  uma Petrobrás para os brasileiros. O povo brasileiro está sofrendo agora”, disse ele.

 

Como sempre, mentiras e mentiras: Redes bolsonaristas dizem que intervenção do presidente na Petrobras foi para tirar “funcionários comunistas ligados a Zé Dirceu”


A mais nova fake news bolsonarista

Após Jair Bolsonaro demitir o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, e indicar para o seu lugar o general Joaquim Silva e Luna, circula nos grupos bolsonaristas de WhatsApp e Facebook uma teoria da conspiração sobre a troca no comando da estatal.

Os apoiadores do presidente estão espalhando que a empresa tinha um “ninho de petistas e comunistas” e que o “plano foi descoberto”.

É preciso que a população brasileira aprenda a discernir de uma vez por todas o que é mentira e verdade, para que seja recuperado o que se perdeu por acreditar em tantos fake news . Cadê o kite gay? e o que tinha na tal da caixa preta do BNDS, que uma empresa americana recebeu do governo brasileiro (dinheiro do povo) 48 milhões para abrir essa dita caixa preta e nada anormal encontrou? Até quando o povo brasileiro em parte, vai aceitar mentiras e mais  mentiras para enganar o povo e afundar o Brasil? Vejam o que estão inventando para justificar a intervenção da Petrobras.

Pessoal, vocês sabem por que Bolsonaro trocou o presidente da Petrobras?”, pergunta uma seguidora. “Na empresa tem um ninho de petistas e comunitas (sic) e o plano era aumentar os combustíveis toda semana para fazer com que os caminhoneiros fizessem greve e o povo se revoltasse contra o governo”, denuncia.

O Brasil e brasileiros precisam é ver obras de impacto ser ao menos iniciadas. Até agora só se falou em vender as riquezas do país e dar armas para os bolsonaristas. Claro, gente de esquerda, além de ser uma classe com menos poder aquisitivo para comprar armas, ainda é contra, na sua maioria, a liberação da arma quase que aleatoriamente. Pelo contrário, os esquerdas, que pensam mais no futuro das crianças brasileiras, preferem uma campanha de trocar uma arma por um livro para melhorar esse país.

Mas siga em frente lendo as fake de fazer nojo…

Até o nome de José Dirceu, chefe da Casa Civil durante o Governo Lula, é citado nas fake news. Uma mensagem que tem sido muito compartilhada via WhatsApp diz o seguinte:

“Nesse momento: mais de 300 funcionários ligados a José Dirceu foram demitidos da Petrobras. Um andar inteiro foi esvaziado para acomodação de militares e Polícia Federal.”

Na verdade, o atual presidente da estatal ainda não deixou o cargo. Ele já avisou a pessoas próximas que não está disposto a renunciar e cumprirá o mandato de dois anos até o dia 20 de março.

Um dos bolsonaristas narra um cenário apocalíptico na empresa e inventa que todos os funcionários estão se demitindo, graças à “quadrilha petista”.

“Vocês não têm noção do furacão aqui no DF. Está caindo diretor, supervisor, funcionários, igual manga madura no pé. O expurgo na Petrobas tá gigante, sem falar que várias descobertas cabulosas vindo à tona, muitos com raízes fincadas na quadrilha petista”, diz.

Os apoiadores do presidente acreditam que o general indicado por Bolsonaro vai “fazer uma faxina” na Petrobras e que os militares vão “mudar o Brasil de forma estratégica”.

Com montagens toscas e mensagens em caixa alta, inventam que os “petistas infiltrados na estatal” ganhavam “rios de dinheiro inflacionando o preço dos combustíveis”.

Justiça Brasileira: 72 horas é o prazo que Bolsonaro tem para explicar intervenção na Petrobras


Determinação atende ação popular de dois advogados que pedem uma liminar para impedir a troca de comando na Petrobras. Eles alegam que o general Silva e Luna não cumpre os requisitos determinados pela lei, como ter 10 anos de experiência na área de petróleo.

O juiz André Prado de Vasconcelos, da 7ª Vara da Justiça Federal da Primeira Região, em Belo Horizonte, deu prazo de 72 horas para Jair Bolsonaro, a União e a Petrobras explicarem a indicação do general da reserva Joaquim Silva e Luna para a assumir a presidência da estatal em lugar de Roberto Castello Branco.

A determinação atendeu a uma ação popular impetrada pelos advogados Daniel Perrelli Lança e Gabriel Senra da Cunha, que consideram as mudanças ilegais e pedem uma liminar para impedir a troca no comando da estatal.

O juiz determinou que os citados sejam ouvidos antes de conceder a liminar. “Assim, intimem-se os réus tão-somente para manifestação, no prazo de 72 horas, sobre o pedido de liminar, articulando, de forma concisa e objetiva, as razões e argumentos que entender pertinentes e relevantes à discussão da causa”, decidiu o magistrado.

Os advogados alegam que o general Silva e Luna não cumpre os requisitos determinados pela lei, como ter 10 anos de experiência na área de atuação da empresa, além de formação acadêmica compatível com o cargo.

Com informação da Revista Fórum

Mãe e filho de três anos são mortos na Bahia; mulher estava amordaçada e criança foi jogada em cisterna ainda com vida


Mãe e filho de três anos são mortos na Bahia; mulher estava amordaçada e criança foi jogada em cisterna ainda com vida
Crédito da Foto: arquivo pessoal/Instagram

A Polícia Civil da Bahia investiga a morte de uma jovem de 18 anos e do filho dela, de apenas três, em Conceição do Jacuípe, a 99 km de Salvador. Conforme informações do Berimbau Notícias, parceiro do Aratu On, o corpo de Leandra Silva de Lima foi encontrado pelo pai dela, já em estado de decomposição. Ele passava em frente ao imóvel quando, após desconfiar do mau cheiro e do excesso de moscas no local, decidiu entrar.

Segundo a Polícia Militar, equipes da 20ª Companhia Independente (CIPM/Santo Amaro) foram acionadas por volta das 17h10 da última quinta-feira (18/2) e alertadas sobre de um corpo encontrado dentro de uma residência. No interior da casa, situada na Rua Cecília Uzêda de Castro, bairro Ilicuritiba, a jovem estava com a boca amordaçada e com diversos ferimentos causados por facas, na região da cabeça. A guarnição isolou a área e acionou a perícia técnica para a remoção do corpo e realização da perícia.

O corpo da criança, que não teve a identidade divulgada, só foi localizado na manhã do sábado (20/2), dentro de uma cisterna nas proximidades da casa em que morava. Segundo o laudo do Departamento de Polícia Técnica (DPT), o menino foi sufocado até desmaiar e jogado no local ainda com vida.

O ex-companheiro de Leandra chegou a se apresentar voluntariamente a Delegacia Policial de Conceição do Jacuípe e alegou que o relacionamento havia chegado ao fim há cerca de um mês. O rapaz, identificado apenas como “Binho”, afirmou às autoridades, que seguem investigando o caso, não possuir envolvimento nos crimes.  Do Aratuon

2 milhões de doses da vacina de Oxford contra Covid chegam ao Brasil


Foto: reprodução Agência Brasil/CNN
Foto: reprodução Agência Brasil/CNN

2 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca chegaram num avião da companhia Emirates em São Paulo, ás 6h27 desta terça 23.

As  vacinas vão para o Rio de Janeiro, onde serão levadas para o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos – Bio-Manguinhos da Fundação Oswaldo Cruz, Fiocruz.

A aeronave havia deixado a cidade indiana de Mumbai por volta das 10h30 da manhã, no horário local, desta segunda, 22.

A carga fez escala em Dubai, nos Emirados Árabes, de onde decolou para São Paulo às 22h40, no horário local, 15h40, em Brasília.

As doses foram produzidas pelo Instituto Serum, parceiro da AstraZeneca na Índia e maior produtor mundial de vacinas.

Mesmo prontas, as vacinas precisarão passar primeiro por Bio-Manguinhos para que possam ser rotuladas antes de serem distribuídas ao Programa Nacional de Imunizações (PNI).

A importação de doses prontas é uma estratégia paralela à produção de vacinas acertada entre a AstraZeneca e a Fiocruz.

Além dos 2 milhões que chegaram nesta terça-feira ao país, mais 8 milhões estão previstas para os próximos dois meses.

Enquanto negocia a chegada das doses prontas, a Fiocruz trabalha na produção local das vacinas Oxford/AstraZeneca. Segundo o acordo com a farmacêutica anglo-sueca, a Fiocruz vai produzir 100,4 milhões de doses de vacinas até julho, a partir de um ingrediente farmacêutico ativo (IFA) importado.

A primeira remessa desse insumo já chegou ao Bio-Manguinhos e o primeiro milhão de doses produzido na Fiocruz tem entrega prevista para o período de 15 a 19 de março.

De acordo com a fundação, os dois primeiros lotes estarão liberados internamente nos próximos dias. Esses lotes são destinados a testes para o estabelecimento dos parâmetros de produção.

“Com esses resultados, a instituição produzirá os três lotes de validação, cuja documentação será submetida à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Esses lotes somarão cerca de 1 milhão de doses e seus resultados serão enviados à Anvisa até meados de março.”

Também está em andamento na Fiocruz o processo de transferência de tecnologia para a produção do IFA no Brasil, o que tornará a fundação autossuficiente na produção das vacinas.

A previsão é que as primeiras doses com IFA nacional sejam entregues ao Ministério da Saúde em agosto, e, até o fim de 2021, seja possível entregar mais 110 milhões de doses, elevando o total produzido no ano pela Fiocruz para 210,4 milhões.

Com informações da Agência Brasil/CNN

País está ‘refém’ de especuladores da Faria Lima, avalia Fernando Haddad


Ex-prefeito de São Paulo avalia impactos da política do governo na economia e fracasso de Bolsonaro

[País está 'refém' de especuladores da Faria Lima, avalia Fernando Haddad]
Foto : Metropress

O ex-ministro e ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), comentou a política econômica do governo de Jair Bolsonaro (Sem partido) diante da crise nas finanças públicas do país. Pré-candidato à presidência da República, o petista foi entrevistado por Mário Kertész na Rádio Metrópole hoje (23), durante o Jornal da Bahia no Ar. Haddad comentou que o Planalto não soube conduzir a pandemia e agora paga o preço pelo desgoverno.

“Eu acho que um presidente deve ter liberdade de correr o país e falar com as pessoas. Mas tem que governar. Não vejo um gabinete de crise instalado no governo federal coordenando as ações, não apenas dos ministérios, mas também dando o apoio técnico e financeiro para governadores e prefeitos diante da crise que está instalada e do sofrimento das famílias com vários assuntos. Não é um assunto só, tem um problema de carestia. O preço dos alimentos e combustíveis explodiu, o fim do auxílio emergencial é um fato, o desemprego e fechamento de 800 mil empresas é um fato”, avaliou o petista

Ainda segundo o ex-ministro, o governo Bolsonaro não tem metas definidas sobre qual a prioridade do país: ajudar o povo ou o mercado financeiro. Para Haddad, o anúncio da pré-candidatura dele à presidência serve para explicar sobre o atual panorama do Brasil. “Ele não sabe se atende o povo ou se atende o mercado financeiro. Esse é o drama do Bolsonaro, não sabe quem é o patrão dele, se é o povo ou o mercado financeiro e os bancos. Enquanto ele continuar assim, vai derreter o país. Por isso não vamos esperar 2022. A gente reuniu todas as lideranças do PT e decidimos botar o bloco na rua para conversar com as pessoas. Isso que explico aqui eu explico o Brasil inteiro. Vai ajudar o país a compreender o rumo que temos que tomar para sair dessa confusão que é o governo Bolsonaro”, afirmou.

Haddad comentou a falta de estratégias do governo para solucionar o problema econômico do Brasil na economia. “Quando se tem um projeto de país, é a sexta economia do mundo, tem 370 bilhões de dólares em caixa, paga o FMI e reduz a dívida pública, a bolsa sobe não é porque você atendeu especulador. A bolsa sobe porque você tem um país por trás das empresas dando sustentação para a economia. Esse cassino que está sendo criado no Brasil está deixando o Brasil refém de meia dúzia de especuladores da Faria Lima. Só se fala em Faria Lima. É uma rua. Quantas ruas tem neste Brasil? Aqui em São Paulo tem 17 mil km de rua e estão preocupados com uma rua”, ironizou o ex-prefeito. Por Metro1

Após intervenção de Bolsonaro, Petrobras tem 2ª maior perda de valor de mercado em um dia


Maior companhia do Brasil, a Petrobras sofreu nesta segunda-feira (22) a segunda maior perda de valor de mercado em um único dia nas negociações da Bolsa desde o Plano Real. A queda foi de R$ 74,2 bilhões. E acontece depois da intervenção de Jair Bolsonaro (sem partido) na empresa. Na última sexta-feira (19), ele anunciou que o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, seria substituído pelo general da reserva Joaquim Silva e Luna, que era diretor-geral da Itaipu.

As ações preferenciais da companhia, que são as mais negociadas, desabaram 21,51%. As ordinárias, com direito a voto, caíram 19,96%.

A estimativa de R$ 74,2 bilhões foi elaborada pela XP Investimentos. Desde sexta-feira, a estatal já acumula quase R$ 100 milhões de perda de valor de mercado com a desvalorização de seus papeis na Bolsa brasileira.

A troca no comando da estatal foi anunciada depois de Bolsonaro criticar o aumento sucessivo nos combustíveis, em política comandada pela Petrobras. O titular do Planalto estava incomodado com a pressão popular por causa dessas altas. Neste ano, já foram anunciados quatro aumentos, o último na quinta-feira (18).

Gabriele também falou a respeito: 

Gabrielli: Preços de combustíveis são apenas uma pequena peça da destruição da Petrobras

Se a Presidência da Petrobras será mudada, qual o futuro das privatizações de refinarias e da política de preços?

Será que o presidente Bolsonaro resolveu dar uma reviravolta na sua política privatista e voltada para o mercado, intervindo na direção da Petrobras, demitindo seu presidente, muito ligado ao ministro Guedes e defensor de uma política de mercado para privatização acelerada e preços internacionais instantâneos na companhia?

Com informações da Revista Fórum

“Não pegaremos Lula só com sítio e triplex. Os filhos dele podem ser o caminho”, diz procuradora da Lava Jato


Procuradores da Lava Jato: gang de caçadores

 

Do DCM: Em mais um dos diálogos periciados pela Polícia Federal na Operação Spoofing, de um aplicativo de conversas por celular entre procuradores da extinta Operação Lava Jato, um dos participantes deixa claro que as autoridades do Ministério Público Federal em Curitiba tinham um grande objetivo principal: “pegar Lula”.

O trabalho da força-tarefa ganha ares de caçada quando os procuradores deixam de apurar crimes e passam a investigar não apenas uma pessoa, mas também seu familiares, com o objetivo de prender aquele é considerado o inimigo a ser batido.

No diálogo transcrito abaixo, a procuradora federal Anna Carolina Rezende conversa com o chefe da operação, Deltan Dallagnol, e se mostra receosa, no dia 23 de agosto de 2016, com a possibilidade de “não conseguir pegar Lula” apenas com as investigações relacionadas a um sítio em Atibaia e um triplex no Guarujá. Ela sugere, então, que a caçada passe a incluir os filhos do ex-presidente:

23 AUG 16
• 18:32:44 o nosso maior risco hoje ainda é uma nulidade no STF, mais do que uma opinião pública contrária
• 18:39:28 a OAS pilotou essa matéria, Deltan. Ela nunca quis colaborar de vdd. Os anexos são muito ruins. Não condizem com a empresa. Não vamos pegar Lula se nos limitarmos ao sítio e ao triplex. Precisamos buscar novas linhas, os filhos podem ser o caminho. 

Um pouco adiante na conversa, a procuradora federal Anna Carolina Rezende passa a defender que os procuradores tomem lado nas disputas políticas do país, em de uma estratégia para conquistar a opinião pública. Deltan Dallagnol discorda, diz querer “bater em todos, com alguma estratégia”:

• 19:24:32 Carol PGR Deltan, p termos certeza a teremos a opinião pública sempre conosco, precisamos assumir posição na briga política do país. Sem isso, tenderemos a desagradar cada vez mais
• 19:25:06 Pq sem lado, num momento como o q vivemos, todos desconfiam
• 19:25:56 Deltan Acho que não Carol. Se batermos em todos, com alguma estratégia, creio que mantemos. Aumentamos o número de inimigos fortes, mas isso vai acontecer de qq modo.

Crédito: STF

Desde que o ministro do STF Ricardo Lewandowisk tornou públicos os autos referentes à perícia da Polícia Federal nos diálogos apreendidos com um hacker – entre procuradores e policiais da Lava Jato e, em muitos casos, com a participação do ex-juiz Sergio Moro -, uma série de novas revelações sobre o modo de agir da Lava Jato têm vindo à tona.

Em uma delas, por exemplo, os procuradores comemoram o fato de o ex-juiz ter concedido mandados de busca e apreensão no processo do triplex antes mesmo que a Lava Jato tenha pedido. Em outra, Moro e Dallagnol conversam sobre manter um investigado preso por mais tempo para força-lo a assinar um acordo de delação premiada.

Salvador começa semana com ocupação de UTIs em 79% e três hospitais com 100%


Salvador começa semana com ocupação de UTIs em 79% e três hospitais com 100%

Foto: Paula Fróes/GOVBA

Salvador começou esta segunda-feira (22) com ocupação de leitos de Tratamento Intensivo Covid-19 em 79% e taxa geral (enfermaria e UTI) em 81%. Algumas unidades de saúde da capital já operam em capacidade máxima desde a semana passada (leia mais aqui). 

O painel de transparência da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) mostra que entre as unidades com 100% de UTIs Covid-19 adulto ocupadas estão o Hospital Português, o de Campanha do Itaigara, e a Maternidade Professor Maria de Magalhães Neto. 

Perto disso, com mais de 95% Salvador tem os hospitais Municipal (95%), o do Subúrbio (95), o Sagrada Família (97%). 

Os leitos de UTI contratualizados no Hospital Evangélico já estão 90% utilizados. Enquanto no Instituto Couto Maia (Icom), unidade estadual referência no tratamento de doenças infecciosas, o índice é de 82% na manhã desta segunda.

O hospital Espanhol, que é inteiramente dedicado ao tratamento de pacientes com a Covid-19 a taxa está em 58% e o Geral Ernesto Simões Filho registra 60%.

LEITOS DE ENFERMARIA
As unidades hospitalares que estão com a totalidade de leitos clínicos utilizados são o Hospital Santa Izabel, o de Campanha do Itaigara e o do Subúrbio. 

No Sagrada Família e no Santa Clara o índice é de 90% e no Icom 92%.

 

Bahia: Vinte e três pessoas desrespeitam toque de recolher no segundo dia da medida no estado


O ‘tour’ começou pelo bairro de Mussurunga | FOTO: Alberto Maraux |

“Ronda” em bairros da capital

Dez bairros de Salvador foram visitados, na madrugada deste domingo (21), pelo secretário e subsecretário da Segurança Pública, Ricardo Mandarino e Hélio Jorge, respectivamente. A “ronda” foi promovida com o objetivo de avaliar como a população se comportava no segundo dia do toque de recolher.

O ‘tour’ começou pelo bairro de Mussurunga. Em uma das ruas, um bar instalado na varanda de uma casa foi flagrado aberto. Para tentar despistar a polícia, a porta metálica ficou fechada até a metade. Dentro do local, dois homens consumiam bebida alcoólica. Assim que o proprietário foi advertido, fechou o estabelecimento.

Nos bairros de Cabula, Narandiba, Pau Miúdo, Pero Vaz, Liberdade, Uruguai, Ribeira, Barra e Rio Vermelho não houve anormalidade. “Percebemos uma grande adesão da população em todo o estado. Esperamos que baianos e turistas continuem cumprindo o toque de recolher”, declarou Ricardo Mandarino. Fonte: Jornal da Chapada

Até assintomáticos da Covid podem apresentar sequelas


Até assintomáticos da Covid podem apresentar sequelas

Foto: Paula Fróes / GOVBA

Ao entoar os primeiros acordes na guitarra de “Oh, Pretty Woman”, o músico Wagner Bernardo de Figueiredo, 64, de São Paulo, assustou-se. Ele havia esquecido a canção que está no repertório dos seus shows há 20 anos.

“Foi ridículo. Somos em três [músicos], e eles não acreditaram, achavam que estava estava tirando sarro, brincando. Não saiu, não aconteceu. Achei que estivesse com princípio de mal de Alzheimer”, lembra ele.

Em maio do ano passado, Figueiredo precisou fazer uma cirurgia cardíaca de urgência e descobriu, no hospital, que o teste de Covid-19 havia dado positivo, embora ele não manifestasse sintomas.

Recuperado da cirurgia, retomou a rotina, mas nos meses seguintes passou a ter falhas de memória. “Levantava para ir ao banheiro ou pegar alguma coisa dentro de casa e me perguntava: o que é que vim fazer aqui mesmo?”

Além dos esquecimentos, Figueiredo diz que começou a se sentir “nervosinho” demais, apresentar queda de cabelo e desequilíbrio corporal. “Começava a andar em linha reta e ia para a diagonal. Tudo muito esquisito.”

Ao pesquisar sobre o assunto na internet, ele e a mulher descobriram um estudo em andamento no InCor (Instituto do Coração) do Hospital das Clínicas da USP que investiga disfunções cognitivas causadas pela Covid-19, mesmo em pessoas assintomáticas ou que tiveram sintomas leves da doença.

À época, vários relatos como o do músico começaram a chegar para a neuropsicóloga Lívia Stocco Sanches Valentin, professora da USP e autora do estudo.

Alguns deles: “Lembro-me de fazer o pedido da comida e de pagar por ele. Mas não me lembro de ter comido”. “Dormi em pé tomando banho.” “Meu marido sofreu traumatismo craniano enquanto andava de bicicleta e dormiu.” “Tive que vender minha moto, desaprendi a andar, não consigo mais ter coordenação e nem equilíbrio para ficar em cima dela!”.

Hoje, mais 400 pacientes “recuperados” da Covid-19 estão sendo acompanhados na pesquisa que investiga o uso de um jogo digital chamado MentalPlus na avaliação e reabilitação da função cognitiva, uma espécie de “musculação mental”.

Segundo Valentin, resultados preliminares indicam que 80% dos seus pesquisados relatam dificuldade de concentração ou atenção, perda de memória ou dificuldade para lembrar-se das coisas, além de mudanças comportamentais e emocionais e queda da coordenação motora.

A hipótese, explica a pesquisadora, é que a infecção viral possa afetar a função executiva do cérebro. De acordo com ela, o quadro é passível de reversão por meio de exercícios cognitivos específicos.

Figueiredo diz que, com os exercícios propostos pelo jogo, conseguiu melhorar “uns 70%” a sua função cognitiva. Mas, como precaução, passou a deixar a sequência melódica das músicas de lado para não passar pelo apuro anterior.

Quase um ano depois do início da pandemia no Brasil, muitas pessoas, assim como o músico, têm travado lutas diárias contra as sequelas tardias da Covid-19.

A dona de casa Liliane da Luz, 36, por exemplo, teve confirmação da Covid-19 em junho de 2020. À época, teve perda de paladar e de olfato, limitações que a acompanham até hoje.

“Não sinto nem gosto nem cheiro. Arroz e carne já queimaram. Tive dificuldade no começo, precisei colocar despertador para ficar atenta ao tempo da comida.”

Resultados preliminares de uma outra pesquisa com pacientes recuperados da doença, acompanhados pela FMRP (Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto) da USP, revelam que 64% têm algum sintoma persistente seis meses depois do início da infecção.

O médico Marco Tulio Ribeiro, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade e professor na Universidade Federal do Ceará, afirma que na atenção primária têm aparecido muitos pacientes com queixas respiratórias, motoras ou emocionais após a infecção pelo coronavírus.

Abalos na saúde mental também são frequentes, inclusive entre as pessoas que não precisaram de internação, segundo ele.

“Medo de se infectar novamente, medo de ir para o hospital e ter que ficar internado. Há muitos casos de ansiedade, de depressão e de estresse pós-traumático, inclusive de familiares dos doentes”, relata Ribeiro.

É o caso do motorista Pedro Souza Scapellini, 38. Em julho passado, ele teve diagnóstico de Covid, com sintomas leves como perda de paladar, olfato, dores atrás dos olhos e prostração forte.

Ele conta que, após se curar da Covid, foi tomado pela apatia, um desânimo que nunca havia sentido. “Não tinha vontade de fazer nada. Se me deixassem, ele ficava na cama o dia todo.”

Em setembro, ele procurou um psiquiatra, que diagnosticou depressão. Do Bahia Noticias

Presidente da Petrobras não renunciará e vai ficar no cargo até 20 de março


O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, participa de audiência pública na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados

O economista Roberto Castello Branco decidiu que não vai renunciar e ficará até o fim do mandato, dia 20 de março, no cargo.

Havia muita dúvida se ele sairia ou não, mas a informação é de que ele ficará até o fim.