O Ministério da Educação (MEC) concluiu a primeira fase da revitalização dos edifícios anexos, com destaque para o Edifício Anexo I, após um processo de reformas que ocorreu de janeiro a junho de 2026. Essa iniciativa visa proporcionar mais segurança, acessibilidade, sustentabilidade, eficiência operacional e preservação do patrimônio arquitetônico do ministério.
O secretário executivo do MEC, Rodolfo Cabral, ressaltou que a reabertura do prédio faz parte de um ciclo de melhorias na instituição, iniciado em 2023, que inclui também a renovação do Centro de Formação e Desenvolvimento dos Trabalhadores em Educação do Ministério. Já o Anexo II do ministério está previsto para passar por reformas até o final do ano.
A intervenção permitiu adequar o edifício de acordo com as normas contemporâneas de segurança, acessibilidade e ocupação de prédios públicos, oferecendo melhores condições de trabalho para os profissionais do MEC e melhor atendimento ao público.
Na primeira etapa, houve foco na modernização da infraestrutura predial, com investimento em segurança e eficiência energética. Diversos sistemas foram substituídos ou implantados para garantir a redução de consumo de energia, custos operacionais e o impacto ambiental, além de proporcionar um melhor ambiente de trabalho.
Além disso, o Edifício Anexo I agora conta com a cafeteria Educafé, Sala de Apoio à Amamentação do MEC e novas copas coletivas. Foram realizadas melhorias nos banheiros, nos espaços de circulação e convivência, e na adequação dos ambientes às normas de edificação pública.
A reforma do Edifício Anexo II incluirá espaços de convivência, o laboratório EducaLab, e novos auditórios para eventos institucionais. A revitalização ressaltou a modernização da infraestrutura e a valorização do patrimônio histórico, com ações como a recuperação do concreto original e a requalificação do paisagismo ideado por Oscar Niemeyer.
Esse trabalho, que contou com um investimento de R$ 30 milhões, tem como objetivo principal melhorar as condições de trabalho dos colaboradores do MEC e oferecer um ambiente mais acolhedor e eficiente. A previsão é de que a reforma completa proporcione um retorno do investimento em cerca de oito anos.