Como dizia meu pai e eu digo pra vocês: “Todo cuidado é Pouco”


Café com Leite Notícias:Em todos os acidentes que ocorrem nas estradas, certamente há um culpado, como este que aconteceu na estrada que liga BH à Brasília. Esta matéria não é apenas uma notícia dessas que se leem, pois os acidentes não são de agora, mas apenas para alertar os motoristas de que ser cauteloso é importante. Bem como é preciso que o condutor entenda de matemática, física e química, para poder ser um bom motorista.

Matemática para saber calcular a distância, velocidade, potência do motor do seu carro, tamanho do veículo que você pretende ultrapassar e, por fim, a velocidade que vai o carro à sua frente. Física para saber que ultrapassar uma carreta quando ela começa a descer uma ladeira, há um forte perigo de você não conseguir realizar a ultrapassagem e não ter mais tempo também de voltar para trás do veículo. Pra finalizar, é preciso também entender de química, para saber que bebida alcoólica e volante de carro nunca se deram bem, pois, em muitas vezes que tentaram misturar os dois produtos, deu em sangue. Entendendo desses três itens já vai ajudar muito a poupar a sua vida e outras. Mas lembre sempre de pedir a Deus para lhe orientar nas estradas, que o resultado será sempre bom.

Quem viaja pelas estradas brasileiras sabem que existem muitos trechos de estrada que apresentam muitos perigos. É muito bom que se saiba que é preciso lembrar também que que a vida aqui na terra é uma só e que deus nos deu para vivermos com cuidado e muita prudência.

não adianta querer culpar quem quer que seja quando acontece um acidente seja grave ou não sempre há um culpado. Ainda que seja uma falha mecânica, há culpado, pois é preciso que se faça periodicamente revisão no veículo, principalmente nos feios e direção, que são as partes da máquina que não deve falhar, pois falhando pode acontecer acidentes horríveis. Portanto, revise o seu carro, principalmente caminhão, pois uma coisa que não deve ser um quadro bonito é uma carreta com mais de 40 mil quilos sobre a carroceria, faltar freios numa serra. Aí, como disse a caminhoneira do vídeo, só a misericórdia de Deus.

Então fica assim: pra você que está lendo essa matéria, ainda que se considere cuidadoso e cauteloso na estrada, procure ser ainda mais, pois, como está a frase no título, em se tratando de dirigir nas estradas, principalmente as brasileiras, que possuem muitos trechos perigosos, “TODO CUIDADO É POUCO”.

Esse acidente aconteceu na rodovia Anhanguera km 303, em 2018, onde fatalmente pessoas morreram.

 

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A praia tomada por seringas e ampolas com sangue


Uma das praias preferidas dos turistas que visitam o paquistão foi tomada por lixo médico, como seringas e embalagens com sangue — Foto: Reprodução/Twitter/Iamshaniera

Uma das praias preferidas dos turistas que visitam o paquistão foi tomada por lixo médico, como seringas e embalagens com sangue — Foto: Reprodução/Twitter/Iamshaniera

Deveria ter sido um relaxante passeio matinal por uma das praias mais populares do Paquistão.

Em vez disso, tornou-se uma corrida contra o tempo para impedir que alguém fosse gravemente ferido pelas seringas usadas, frascos de sangue e outros resíduos médicos espalhados sobre a areia.

“Minha primeira reação foi que eu tinha de proteger as pessoas que vão à praia”, disse Shaniera Akram à BBC. “Foi muito chocante.”

Clifton Beach, na cidade de Karachi, no sul, é a praia preferida dos moradores locais. Mas, após fortes chuvas, 4 dos 5 km de suas areias geralmente douradas ficaram cobertas de lixo – os perigosos resíduos médicos, escondidos entre sacos plásticos.

Akram – que é casada com o conhecido jogador paquistanês de críquete Wasim Akram – rapidamente percebeu que a praia trazia um sério problema de segurança.

“Andei nesta praia todos os dias nos últimos quatro anos e nunca fiquei com medo até hoje”, ela tuitou, compartilhando fotos tiradas no litoral na terça-feira de manhã.

Na caminhada de 10 minutos, ela afirma ter contado “mais de quatro dúzias” de seringas na areia: “Clifton Beach, neste momento, está extremamente perigosa e precisa ser interditada”.

“É como se um hospital tivesse aparecido na nossa praia”, disse a mãe de três filhos, nascida na Austrália, à BBC. “É a primeira vez que ouço falar de algo assim.”

As imagens compartilhadas nas redes sociais mostram uma parte dos resíduos encontrados — Foto: Reprodução/Twitter/IamshanieraAs imagens compartilhadas nas redes sociais mostram uma parte dos resíduos encontrados — Foto: Reprodução/Twitter/Iamshaniera

As imagens compartilhadas nas redes sociais mostram uma parte dos resíduos encontrados — Foto: Reprodução/Twitter/Iamshaniera

De fato, o aparecimento de resíduos médicos numa praia é altamente incomum. Mas Karachi – uma cidade com mais de 14 milhões de pessoas – vem lutando contra a acumulação de lixo há algum tempo.

Segundo o jornal local Dawn, cerca de um terço das 13 mil toneladas de lixo descartadas pelos moradores da cidade todos os dias acaba nos esgotos.

Outra reportagem, desta vez do canal de notícias Al Jazeera, mostrou lixões perto da cidade onde os resíduos eram empilhados em “vários andares”. Também revelou como os esgotos a céu aberto estavam fluindo – como em uma esteira rolante de lixo – para o Mar da Arábia, que banha Clifton Beach.

Jamil Ahmed Khan, secretário parlamentar para assuntos marítimos, disse à Al Jazeera que o governo da província “falhou” em lidar com o assunto na última década.

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O lixo médico é particularmente chocante para Mohammad Moazzam Khan, que trabalha como consultor técnico da ONG World Wildlife Fund (WWF).

“Isso nunca aconteceu antes”, disse Khan. “Há 20 anos, quando a conscientização sobre o meio ambiente não era amplamente divulgada, não era incomum encontrar resíduos hospitalares jogados em lixões comuns.

“Mas o controle aumentou e o despejo de lixo hospitalar ficou mais organizado.”

Mas não se sabe de onde veio o lixo médico espalhado ao longo de Clifton Beach. Autoridades disseram à BBC que não sabiam sua origem.

Para Khan, o lixo da praia “veio basicamente de um lixão comum que teve seu conteúdo arrastado para o mar devido às chuvas extraordinariamente fortes que atingiram Karachi nas últimas duas semanas”, disse ele à BBC.

Pelo menos por enquanto, o lixo médico em Clifton Beach está sendo tratado adequadamente. Autoridades da cidade isolaram as áreas afetadas poucas horas após o pedido de ajuda de Akram no Twitter.

Mas ela espera que as imagens chocantes – e a resposta de impacto que eles provocaram de seus colegas residentes de Karachi – levem as autoridades a agir.

“As pessoas aqui estão em estado de luta ou fuga há muitos anos”, disse ela.

“Mas estamos chegando lá, um problema de cada vez. Fico feliz por ter recebido a resposta que recebi. Espero que isso se torne algo positivo. Tudo está se aproximando – as pessoas estão tentando.”

Moradora de rua ajuda cego a chegar em ponto de ônibus e vídeo encanta internautas


Viraliza pelas redes sociais, desde o início dessa quinta-feira (1º), um vídeo que tem dado o que falar e encantado internautas de diferentes partes do país. As imagens repercutem por mostrar uma moradora de rua ajudando um deficiente visual a atravessar uma rua até um ponto de ônibus.

O registro, que tem sido compartilhado em páginas e sites diversos, foi gravado em Cuiabá, no Mato Grosso, pelo jornalista Luiz Vieira. Repórter da TV Vila Real, afiliada da RecordTV, ele estava em uma praça da cidade aguardando para gravar uma entrevista quando se deparou com a cena.

Ao BHAZ, Vieira contou nesta sexta-feira (2) que a movimentação da moradora de rua chamou a atenção dele. “Eu estava dentro do carro esperando um entrevistado para fazer uma reportagem sobre a restauração de um monumento histórico quando a vi atravessando a rua com o deficiente visual”, disse. “Aquela cena me chamou muito a atenção, ela bastante debilitada o ajudou a atravessar a rua até o ponto de ônibus e, quando retornava, ainda desejou bom dia para pessoas que estavam aguardando a chegada dos ônibus”, explica.

O jornalista conta ainda que ao gravar a moradora de rua, identificada apenas como Cléia, a intenção não era a visibilidade das imagens em si, mas mostrar um outro lado da população em situação de rua. “É impressionante você pensar que o lado mais fraco da força estava ali oferecendo o que tem e a gente não fazendo o mínimo para ajudar o próximo”, reflete. “Pessoas em situação de rua são vistas e interpretadas, em sua maioria, como marginais e perigosas, mas esse é o exemplo de que talvez elas só precisem de um pouco de humanidade”, continua.

Vieira disse ainda ter voltado ao local onde gravou Cléia ajudando o deficiente para conversar com ela novamente. No primeiro encontro, eles trocaram algumas poucas palavras e o rapaz ofereceu à mulher um lanche. Da segunda vez, no entanto, ela acabou detalhando como foi parar nas ruas.

“Depois de gravar esse vídeo que viralizou, eu voltei lá para gravar com ela uma reportagem para a TV. Ela me contou que mora há mais de 20 anos na rua e que tem 38, apesar da aparência debilitada. A Cléia contou que foi parar na rua por conta de problemas familiares, que perdeu a guarda de duas filhas e que começou a usar drogas”, explica.

Segundo o jornalista, a mulher relatou ter vontade de “mudar de vida” e deixar as ruas. “A Cléia disse que tem vontade de mudar de vida, de deixar a rua e arrumar um lugar seguro para morar, mas que não sabe como. Ela contou já ter sido agredida e que não tem muitas perspectivas”, disse.

“A Cléia é muito querida naquela região. Uma pessoa até comentou que ela pediu dinheiro um dia e que, como não recebeu, pediu apenas que desejassem a ela um bom dia”, conta. “Ela é muito simpática, dizem que ela costuma ajudar as pessoas frequentemente, idosos e deficientes principalmente. Apesar disso, ela gosta da solidão, de ficar isolada e não se misturar muito com outras pessoas que circulam pela praça”, afirma.

Por fim, o jornalista contou que as pessoas têm se mobilizado para oferecer ajuda à mulher, mas que ainda não soube de nada mais concreto. “As pessoas estão dizendo que vão passar por lá e ajudá-la, mas ainda não soube de nenhuma outra ação nesse sentido”, conta.

 

Professora é presa por aliciar aluna de 13 anos: ‘família está destruída’, diz mãe


Mãe descobriu após encontrar fotos, vídeos e mensagens com teor sexual no celular da filha

Uma professora de matemática de 22 anos foi presa sob acusação de aliciar uma aluna de 13 anos. Segundo informações do advogado da família, Jerônimo Santana de Almeida Júnior, a mãe da adolescente percebeu uma mudança de comportamento da garota, mas só tomou conhecimento do relacionamento que a filha mantinha com a professora nesta semana, após encontrar mensagens de textos, vídeos e fotos com teor sexual no celular da filha. A professora foi presa na tarde de quinta-feira (5), no Colégio São Luís, no Jardim Cruzeiro.

“Foi tudo de surpresa, a mãe só ficou sabendo porque, há três dias, comprou um celular novo para ela e deu o antigo para a filha caçula. Quando a família restaurou a conta do Google é que teve acesso a todos os vídeos, fotos e mensagens”, informou o advogado da família. A primeira providência da mãe foi acionar o advogado e, acompanhada dele, foi informar a direção da escola o que estava acontecendo.

A menina, que é aluna do 8º ano já estudava na unidade há vários anos. Já a professora, só começou a ensinar no colégio particular esse ano. A prisão da professora ocorreu dentro da própria escola. No momento, ela não estava na sala de aula. A estudante não foi para a escola na quinta nem irá nessa sexta-feira. Após o incidente, a família decidiu mudar a adolescente de escola.

Advogado da família, Jerônimo de Almeida Júnior, diz que adolescente contou à mãe que foi pedida em namoro por professora e aceitou
(Foto: Acervo pessoal)

Ao ser questionada, a adolescente confirmou para a mãe que mantinha um relacionamento com a professora há dois meses, que foi pedida em namoro e aceitou, além de terem tido dois encontros fora da escola. Depois da descoberta, a garota teria tentado se matar, tomando água sanitária. “A mãe está em estado choque. Isso pode deixar marcar profundas em toda a família”, disse ele.

Ainda abalada com a descoberta, a mãe da adolescente, que preferiu não se identificar, mal consegue falar sobre o assunto. “A nossa família está destruída, está tudo muito recente, ainda não consigo falar sobre o assunto. O que posso dizer é que os pais passem a vigiar os celulares dos seus filhos e que não é só homem que comete o crime de assédio sexual. Pra mim, essa professora é uma psicopata. Minha filha só tem 13 anos”, disse, ponderando que a menina saía pouco de casa. “Se fosse uma menina à toa poderia ter acontecido algo muito pior”, diz. A menina mora com a avó em Salvador, enquanto a mãe reside em Salinas das Margaridas.

Segundo o advogado, as mensagens entre a adolescente e a professora começaram a ser trocadas no início do ano letivo. “A mãe percebeu que há uns dois, três meses, a filha passou a se comportar de um modo diferente. A professora deu de presente a ela uma camisa masculina e a menina passou a se comportar de forma masculina”, informa Jerônimo.

Em nota, a escola informou que no mesmo dia em que tomou conhecimento dos fatos, adotou, “de forma imediata e irrevogável” o desligamento da estagiária de matemática e informou à polícia e às entidades responsáveis pelo seu contrato: o CIEE e a Universidade Católica do Salvador. A nota diz ainda que “os fatos ocorreram fora do ambiente escolar e que todo o apoio está sendo prestado à família e à aluna e que a instituição se colocou à disposição da Justiça para eventuais esclarecimentos.”

“O Colégio São Luís refuta com veemência qualquer atitude que viole o bem-estar de seus alunos, portanto reforça o seu compromisso com a verdade e a justiça e repudia qualquer tipo de abuso contra menores ou contra qualquer ser humano”

Já a Polícia Civil informou que uma guarnição do Comando de Operações Policiais Militares (COPPM) conduziu a professora para a Central de Flagrantes, onde ela foi autuada por aliciar e assediar uma adolescente de 13 anos. A polícia informou também que a mãe da garota registrou ocorrência na Delegacia de Repressão aos Crimes contra a Criança e o Adolescente (Dercca), informando que a mulher estava assediando sua filha, enviando fotos e vídeos íntimos, além de mensagens com conteúdos pornográficos. Os celulares da autora e da vítima foram apresentados na especializada e serão encaminhados para a perícia. A professora vai passar por audiência de custódia.

Professor preso
Em 2016, o professor Raul Rodrigues Guimarães Neto, teve a prisão preventiva decretada, acusado de crime de estupro de vulnerável contra uma adolescente de 13 anos. Raul, dava aulas de Geografia no Colégio Anchieta, na Pituba, em Salvador, e era professor da garota, aluna do 8º ano.

Quando Raul foi denunciado pela família da garota à polícia, os dois já mantinham encontros íntimos há oito meses num apartamento alugado no Edifício Pituba Mar Residence, no Condomínio Pituba Ville, que fica ao lado do Colégio. Ele teria alugado o apartamento no condomínio para facilitar os encontros e não chamar a atenção dos pais da adolescente.

Quando o caso veio à tona na escola, Raul deixou o apartamento. Ele pediu demissão da escola e não contou o motivo do pedido segundo a direção da escola.

Diretor diz estar ‘apavorado’ com repercussão de filme sobre filha de Moro


Ministro da Justiça pediu que a PF investigue o responsável pelo curta de ficção que retrata o sequestro da filha do ex-juiz em troca da liberdade de Lula

O roteirista Alexandre Barata Lydia, de 55 anos, estava acostumado a produzir curtas-metragens que não passavam de algumas centenas de visualizações no YouTube. O cenário mudou quando ele decidiu se aventurar pelo campo político. O último filme de Lydia, intitulado Operação Lula Livre, o tornou alvo de um inquérito que a Polícia Federal (PF) abriu a pedido do ministro da Justiça, Sergio Moro, para investigar se o roteirista praticou ameaça e apologia ao crime.

Lydia afirma que o filme de 15 minutos estava há duas semanas no YouTube antes de viralizar em redes sociais na quarta-feira 4 e atingir quase 100 mil visualizações. O curta-metragem conta a história de um casal de guerrilheiros que sequestra a filha do ministro “Célio Mauro” para exigir a liberdade do ex-presidente “Luiz Jararaca da Silva”. O ministro Sergio Moro tem um casal de filhos adolescentes.

O cativeiro retratado no curta-metragem tem bandeiras a favor da libertação do verdadeiro Lula, preso em Curitiba por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá, e cartazes contra o presidente Jair Bolsonaro.

No filme, os guerrilheiros resolvem libertar a refém após ouvirem um apelo do ex-presidente. Antes, a dupla escreve na testa da garota a expressão “Lula Livre”, em ato inspirado nos caçadores de nazistas do filme Bastardos Inglórios (2009), do diretor Quentin Tarantino.

Em entrevista a VEJA, Lydia diz estar “apavorado” com a repercussão do filme. Ele deletou o curta do YouTube e vai apagar os perfis em redes sociais de sua produtora, a Cactos Intactos. “Não esperava essa reação. Achei melhor tirar o filme já que ele criou tantos celeumas e aborrecimentos. Pensei que seria algo localizado, mas até um jornalista da Noruega já me ligou”, disse.

Lydia afirma que é vítima de um processo de censura e teme o desfecho da investigação conduzida pela PF. “Não duvido que o Moro pode me prender. Se ele fez isso com o Lula, que, na minha opinião, não cometeu crime e nem tem culpa de nada, o que ele pode fazer com um zé ninguém como eu? Só porque ele ficou com raivinha por achar que estava sendo ameaçado, o que não está. Qual é a ameaça de um cara querer fazer um filme? Se um cara quer fazer um sequestro, ele vai lá e faz.”

Segundo o roteirista, o curta-metragem foi rodado com equipamentos próprios e sem que os atores cobrassem cachê. Ele diz que o filme tinha o propósito de ridicularizar militantes políticos que pregam a luta armada como uma solução para os problemas do Brasil. “O final da história mostra que a luta armada é ridícula. Em conversas, tomando cerveja, sempre ouço pessoas dando esse tipo de ideia. Para mim é um absurdo. Os guerrilheiros são dois quixotescos que não têm vontade nenhuma de fazer mal à menina”, afirma.

“É um absurdo quererem forçar uma barra dizendo que o filme é uma apologia à violência. O [programa humorístico] Zorra Total, da TV Globo, faz paródia com político e ninguém estranha. Você tem esse tipo de insinuação em comédias burlescas. Isso é histórico e sempre foi assim. O Sergio Moro quer proibir as pessoas de fazerem filmes”, declarou Lydia, que na última eleição votou em Fernando Haddad (PT) nos dois turnos.

Ele afirmou que não tomou nenhuma medida quanto ao inquérito porque não foi notificado oficialmente. “O Moro é um sujeito fascista. Ele só não é ditador porque não tem poder. A mesma coisa se aplica ao Bolsonaro”, diz. “Estou alarmado, estupefato e estarrecido. Não sou do PT, nunca fui filiado a partidos políticos e nem quero ser. Estou aguardando chegar alguma coisa até mim. O filme é uma comédia, mas vou responder ao inquérito. Não tenho outra opção.”

O Ministério da Justiça confirmou que um inquérito policial foi aberto contra os responsáveis pelo filme, mas não forneceu maiores detalhes. A PF ainda não se pronunciou sobre o caso.

matéria publicada na Veja Independente

Cobra venenosa com duas cabeças é encontrada nos EUA


 

.Cascavel rara de duas cabeças foi encontrada em floresta em Nova Jersey, nos Estados Unidos

Café com Leite Notícias: Uma cobra rara foi  encontrada por ambientalista e deixou todo mundo muito assustado por ser algo mais que raro, pois seria a primeira vez que se encontra algo assim.

Constataram que trata-se de uma Cascavel e que as cabeças são independentes, como se elas tivessem cérebros também independentes. O animal tem quatro olhos e duas línguas.

Na verdade, ao mesmo tempo em que parece que o perigo de encontrar um animal desse é dobrado, o perigo passa a ser mínimo, pois ela fica sem ação na hora de acontecer um possível ataque pelo animal. Para os pesquisadores, a serpente passa a ser uma presa fácil para os predadores, pois quando assustada ela se enrijece e não consegue escapar do perigo. Nesse caso, o que se imagina é que duas cabeças pensando para comandar um só corpo, termina atrapalhando na ação. Pois se uma cabeça prefere enfrentar o inimigo predador enquanto a outra prefere fugir, está ali formado o atrito, a cobra fica enrijecida e o predador certamente vai ter o almoço sem muita dificuldade.

Especialistas explicam que assim como outros seres, inclusive humanos, muitas vezes um embrião começa a dividir em gêmeos, mas o processo é interrompido no meio do caminho nasce um ser assim.

Sobe para quatro o número de casos confirmados de sarampo na Bahia


Segundo a Sesab, todos os pacientes contraíram o vírus fora do estado

[Sobe para quatro o número de casos confirmados de sarampo na Bahia]
Foto : Marcelo Camargo/Agência Brasil

O número de casos confirmados de sarampo na Bahia subiu de 3 para 4, segundo o último balanço divulgado ontem (5) pela Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab).

Todos os pacientes contraíram o vírus fora do estado, segundo a pasta. Há casos importados da Espanha, São Paulo e Minas Gerais.

Entre os pacientes, está uma menina de 12 anos, residente em Salvador. Outros dois casos foram registrados em Porto Seguro, no sul do estado, e um em Souto Soares, na Chapada Diamantina.

Além dos casos confirmados, a Sesab investiga 103, sendo 52 em Salvador, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS).

A cobertura da primeira dose da vacina contra a doença na Bahia está em 63%, muito abaixo da meta de 95%. A 2ª dose tem cobertura vacinal de apenas 49% no estado.

Chineses afirmam ter feito primeiro clone de um gato


Uma empresa chinesa de nome Sinogene afirma ter feito sua primeira clonagem bem-sucedida de um gato. O original é o falecido “Dasuan”, gatinho da raça British shorthair, que pertenceu à Huang Yu, de 23 anos.

A semelhança entre os dois gatos é de mais de 90%, afirma Huang Yu, e o procedimento custou 250.000 yuan (cerca de R$ 143,4 mil).

Dasuan-clone nasceu em julho, sete meses após a morte do animal original. O laboratório que lhe deu vida já realizou o procedimento de clonagem com mais de 40 cães – num processo custando mais de R$ 217 mil.

China News 中国新闻网

@Echinanews

Meet Garlic, China’s first clone cat. “The kitten named Garlic was born on July 21 in a laboratory of the biotechnology company Sinogene. It was born from an embryo carried by a surrogate mother. Garlic is currently in a good condition.

Vídeo incorporado

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Em entrevista à Agência France Presse, o diretor executivo Mi Jidong conta que o processo de clonagem é popular com clientes mais jovens, apesar do alto custo. “Independente da origem dos bichos, seus donos os vêem como parte da família. A clonagem de animais atende às necessidades emocionais das novas gerações”.

Huang Yu é parte deste grupo. “Quando Dasuan morreu, eu fiquei muito triste. Eu não conseguia encarar a realidade, porque foi uma morte repentina”, contou. “Eu me culpo por não o levar ao hospital a tempo, o que causou sua morte”.

Agora, o dono torce para que a personalidade do novo Dasuan seja igual à do original.

Após ovelhas, cães e gatos, a nova aposta de cientistas chineses é a clonagem de pandas. Apesar de ser ilegal em diversos países, a clonagem de animais domésticos é permitida em locais como a China, a Coreia do Sul e os Estados Unidos – onde a cantora Barbra Streisand, recentemente, clonou seu próprio cão.

Mulher indígena escravizada por casal de classe média é resgatada


Jovem indígena é resgatada de trabalho escravo doméstico. Ela era mantida no apartamento da família, prestando serviços de faxina e cuidando de um bebê e uma idosa sem remuneração e era proibida de manter contato com a família

mulher indígena trabalho escravo

Uma operação conjunta da Polícia Federal e do Ministério Público do Trabalho (MPT) resgatou nesta terça-feira (3) uma jovem indígena de 20 anos que era escravizada por um casal de classe média em São José dos Campos (SP).

A indígena foi trazida do norte do país e era mantida no apartamento da família, prestando serviços de faxina e cuidando de um bebê e uma idosa sem remuneração e contato com a família. O casal foi preso.

O casal assinou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para quitar os salários, dívidas trabalhistas e custear o retorno da jovem à aldeia, no Amazonas.

O MPT informou que a jovem teve o primeiro contato com o casal em Manaus (AM). Ela é membro da Aldeia Santa Rosa — a área urbana mais próxima fica a cinco dias de canoa.

Ainda segundo o MPT, a proposta era de que a jovem trabalhasse como babá da criança de dois anos do casal e recebesse R$ 500 ao mês — o salário mínimo paulista é de R$ 1.163,55 para domésticas.

Longe de casa, insegura e sem contato com os familiares, a jovem permaneceu trabalhando sem folgas e remuneração. Após o resgate, a mulher indígena contou à polícia que deixou a aldeia para ajudar a família, que vivia de subsistência.

Para a procuradora do caso, Mayla Alberti, a trabalhadora foi aliciada com falsa promessa. A polícia descobriu o caso após uma denúncia anônima.

“Ela nos relatou que cuidava dos afazeres da casa, cozinhava, cuidada do bebê e de uma pessoa idosa. Ela estava sem receber desde março, era uma situação muito grave, em que a jovem vivia em situação de isolamento”, disse.

O casal foi preso em flagrante e vai responder por tráfico de pessoas. A jovem indígena foi encaminhada para o acolhimento social da Secretaria de Justiça e Cidadania do estado. A Polícia Federal não informou as identidades do casal.

Mulher tenta contrabandear bebê de seis dias em pochete


Jennifer Talbot comprou o bebê da mãe da criança

Uma americana de 43 anos foi presa no aeroporto de Manila (Filipinas) tentando contrabandear aos EUA um bebê de apenas 6 dias, acondicionado em uma pochete grande.

A polícia filipina informou nesta quinta-feira (5/9) que Jennifer Talbot comprou o bebê da mãe da criança, que ela havia conhecido pela internet.

Foto: reprodução

O bebê ficou o tempo todo preso à cintura de Jennifer. A americana conseguiu passar pelos agentes de imigração, mas, no momento do embarque, um funcionário da Delta Airlines notou que “havia algo errado” e chamou a polícia.
Vestida de laranja e algemada, a americana foi apresentada em rede nacional por uma TV filipina. Jennifer vai responder por tráfico humano, abuso de criança e sequestro.
De acordo com a investigação, a mãe do bebê, Maricris Dulap, fez contato com Jennifer por meio de um site, quando as duas negociaram a adoção informal da criança, que ainda estava no ventre da filipina.

 

Veja vídeo: pela segunda vez, advogado discute com juíza e é retirado pela PM no Imbuí


A primeira confusão aconteceu junho e a atitude do defensor foi repudiada pela Associação dos Magistrados da Bahia (Amab)

[Veja vídeo: pela segunda vez, advogado discute com juíza e é retirado pela PM no Imbuí]
Foto : Divulgação

O advogado Paulo Kleber Carneiro Carvalho Filho voltou a se envolver em uma confusão com a juíza Isabela Kruschewsky, titular da 32ª Vara dos Juizados Especiais e da 2ª Turma Recursal da Comarca de Salvador, durante um julgamento ocorrido hoje (5), no Fórum Regional do Imbuí.

Vídeos enviados por leitores do Metro1, mostram Carneiro Filho discutindo com a magistrada Maria Lúcia Coelho. “Isabela Kruschewsky é casada com um advogado de banco, advogado do Itaú”, afirmou, durante a briga. Cercado de policiais militares, ele resistia a deixar o local. “Você é policial para vagabundo. Não me empurre”, bradava.

Após a confusão, presenciada por diversas pessoas, Maria Lúcia Coelho confirmou que a também juíza Isabela Kruschewsky é casada com um advogado que trabalha para instituições financeiras, mas ressaltou que a colega se declara impedida em ações que pedem o uso do instrumento.

Procurado pelo Metro1, Paulo Kleber Carneiro Filho disse que irá ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) contra as duas magistradas. “Eu pedi a palavra, como garante o estatuto da OAB, e ela [Isabela] não me deixou tomar a palavra. Tive que fazer juízo à minha prerrogativa e pedi esclarecimento sobre os ataques que sofri dela na última sessão. A partir disso, me foi tomada a palavra, ela falou por cima de mim, chamou a polícia e me impediu de exercer a minha função. Eu tinha processo lá, ela tirou de pauta. Ela chamou a guarda para me tirar, sendo que eu não estava fazendo nada mais que minha função. Ela julga a favor do banco, pois no momento que ela faz isso, ele [o marido] ganha os honorários de êxito e tudo mais, já vi multa sendo baixada de R$ 500 mil para R$ 0. Por conta disso, ela não deveria julgar Bradesco Saúde, Itaú. Ela favorece o escritório do marido! Vou ao CNJ”, protestou.

A primeira confusão aconteceu junho e a atitude do defensor foi repudiada pela Associação dos Magistrados da Bahia (Amab).

 

Até quando os brasileiros vão assistir o presidente do seu país criar tantas inimizades com outros países?


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Café com Leite Notícias: Até quando os brasileiros vão assistir o presidente do seu país criar tantas inimizades com outros países e instituições? É uma pergunta que está na cabeça e no coração da maior parte da sociedade brasileira, pois quase todos os dias aparece uma nova vítima. Será que o presidente da República Brasileira não sabe que viver com o ódio dentro de si, e ainda passar esse ódio pra parte da população brasileira, só vai causar mal, muito mal? Em quase todas as entrevistas com os jornalistas na saída do Planalto, o Presidente Jair Bolsonaro está pronto com as suas palavras de ódio na ponta da língua, carregadas de perversidade para descarregar em alguém, quando, ao contrário, deveria ter laços de parcerias. Em outros momentos, quando a pergunta do repórter não lhe é favorável, ele simplesmente dar as costas e sai com os seus subordinados, que, ao invés de dar alguns conselhos para o mandatário, vai é aprendendo com ele.

Agora mesmo, o ministro da Educação, Abraham Weintraub,  em meio a gracejos carregados de ódio e preconceito, divulgou em seu Twitter nesta quarta-feira (4) um vídeo em que menospreza uma jornalista da Rádio CBN, que pertence à Rede Globo, e satiriza a postura de virar as costas para a repórter.

“Acabo de falar com a Rede Globo da família Marinho”, ironizou o ministro, ao publicar o vídeo em que dá as costas e responde à jornalista: “Rede Globo? Esquece”.

É preciso que ao contrário dos ministros do presidente Bolsonaro, o povo brasileiro aprenda a se livrar das setas carregadas de ódio que vêm do Planalto, para que a sociedade brasileira possa viver em harmonia.

Veja a resposta do presidente do Chile às palavras de Bolsonaro sobre Michelle Bachelet

de acordo a matéria que circulou no DCM, o presidente do Chile, Sebastián Piñera, se manifestou sobre as atrocidades ditas por Bolsonaro a respeito de Michelle Bachelet e seu pai, Alberto, assassinado na ditadura de Pinochet.

Segundo Bolsonaro, Bachelet “se esquece que seu país só não é uma Cuba graças aos que tiveram a coragem de dar um basta à esquerda em 1973, entre esses comunistas o seu pai, brigadeiro à época”.

Alberto Bachelet morreu sob tortura de ex-colegas de farda em 1974, aos 51 anos.

“Não compartilho da alusão feita pelo presidente Bolsonaro com respeito a uma ex-presidente do Chile (Bachelet) e, principalmente, a um assunto tão doloroso quanto a morte de seu pai”, falou Piñera num pronunciamento.

Líder do Pará: “Sei que vou morrer. Só não quero que matem meu filho”


(FOTO: JOSÉ CÍCERO DA SILVA/AGÊNCIA PÚBLICA)

Maria Márcia Elpídia de Melo tirou filho de assentamento devido às ameaças que sofre por denunciar atividades ilegais de fazendeiros

Texto: Ciro BarrosMaria Márcia Elpídia de Melo não vê o filho há quatro meses. A presidente da Associação dos Produtores e Produtoras Rurais Nova Vitória, uma das cinco associações de assentados do Projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS) Terra Nossa, assentamento de reforma agrária situado entre as áreas rurais de Novo Progresso e Altamira (PA), disse à Agência Pública que se considera em cárcere privado.

Mais conhecida pelo segundo nome, Márcia vem sofrendo ameaças constantes por causa de denúncias que fez contra a exploração ilegal de recursos naturais (sobretudo madeira e ouro), venda de lotes e os assassinatos no interior do assentamento. Por causa do conflito, diagnosticado em trabalho técnico do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Márcia afirma ter medo de sair sozinha do lote que ocupa no assentamento que também foi o mais incendiado do Pará, em agosto.

O que mais dói, segundo ela, é ficar longe de seu filho, Elmiro, a quem retirou de seu convívio por questões de segurança. Ele vivia em um dos lotes do assentamento e no início deste ano foi espancado e ameaçado de morte na Vila Isol, uma comunidade próxima ao PDS.

A LÍDER PARAENSE MARIA MÁRCIA MOSTRA DOCUMENTO (FOTO: JOSÉ CÍCERO DA SILVA/AGÊNCIA PÚBLICA)

Segundo ela, durante o episódio os agressores fizeram referência à atuação militante de Márcia no interior do Terra Nossa. “Eu sei que eu vou morrer. Eu me conformo com a minha morte. Eu só não quero que matem meu filho”, diz emocionada. “Eu sei onde ele tá, mas eu não vou visitar com muito medo de alguém me seguir e matar ele. Não deixo ele chegar muito próximo de mim pra evitar”, afirma.

O ano de 2018 foi um dos mais sangrentos da história do assentamento Terra Nossa. Desde 2011, foram pelo menos cinco assassinatos relacionados a conflitos agrários no interior do PDS, segundo levantamento feito pela Comissão Pastoral da Terra (CPT) – quatro deles de assentados do PDS e um de um funcionário de uma das fazendas do PDS. Três deles ocorreram em 2018, quando foram mortos a tiros no interior de suas casas os irmãos Romar e Ricardo Roglin, assentados do local, e um funcionário de uma fazenda identificado apenas como Pedro pelos assentados ouvidos pela reportagem. Mas o número de mortes pode ser ainda maior: os agricultores falam em nove mortes desde que chegaram ao local, em 2007.

Segundo eles, todos os companheiros de assentamento mortos estavam sofrendo assédios de grileiros e madeireiros em seus lotes e foram mortos após oferecer resistência. “Aqui, os que vão pra cima morrem, desaparecem. E eles inventam qualquer história pra justificar. Aí vai a polícia lá e coloca que bebeu cachaça, brigou, morreu e acabou”, diz Márcia.

Ela diz não confiar nas instituições locais, sobretudo as polícias Civil e Militar e até mesmo o Ibama de Novo Progresso – município que ficou conhecido pelo episódio do “dia do fogo” e mais próximo ao assentamento. “Eles são uma quadrilha organizada que está em todo lugar. Tem até políticos influentes no meio”, afirma a assentada sobre seus ameaçadores.

Outra assentada que pediu para não se identificar denunciou um episódio quando foi registrar um boletim de ocorrência na delegacia da Polícia Civil de Novo Progresso. Quando chegou, ela diz, deu de cara com um fazendeiro que detém terras no interior do PDS sentado na cadeira do delegado. “Eu estava indo na delegacia para denunciar o cara e encontro na cadeira do delegado. O que você faz numa situação dessas?”, questiona. A reportagem tentou contato por telefone com a Polícia Civil para confirmar o episódio, mas as ligações não foram atendidas.

Em 2014, a associação presidida por Márcia foi a única das cinco associações de assentados a não assinar um acordo firmado entre representantes do Incra investigados pelo MPF, assentados e fazendeiros – há 142 fazendas no interior do PDS Terra Nossa – para reduzir a área do assentamento. Ela afirma ter sido visitada diversas vezes por fazendeiros, que a ameaçaram pedindo que interrompesse as atividades da associação, pois ela estava atrapalhando os planos de redução do assentamento. “Eles falaram que, se eu não parasse com aquilo, eu ia morrer”, revela Márcia.

Antônio Marcos Lacerda, o vice-presidente da associação de Márcia, também relatou à reportagem estar sob ameaça. Segundo ele, as ameaças estão relacionadas à atuação que mantém na Associação Nova Vitória. “Eu estava num comércio [dentro do assentamento] e o cara pediu pra falar em particular comigo. Eu disse que não ia. Aí ele falou: ‘Pois eu tô ganhando é pra te matar’. Aí eu falei: ‘Pois então você vai me matar aqui mesmo, porque eu não vou sair’”, relembra. O pistoleiro buscou então uma espingarda, mas foi interpelado pelo genro de Antônio, que conseguiu tomar a arma e evitar o pior. “Foi por causa de negócio de terra também”, revela.

O AGRICULTOR ANTÔNIO MARCOS LACERDA TAMBÉM FOI AMEAÇADO (FOTO: JOSÉ CÍCERO DA SILVA/AGÊNCIA PÚBLICA)

Assentado está desaparecido há mais de um ano

Além das três mortes citadas anteriormente, em 2018 houve o desaparecimento do assentado Antônio Rodrigues dos Santos, conhecido como “Bigode”. Ele sumiu no dia 15 de maio do ano passado, quando saiu para trabalhar em uma fazenda. A Comissão Pastoral da Terra (CPT), que acompanha o conflito no assentamento, já trata o caso como assassinato. Ele vinha denunciando desmatamento ilegal dentro de seu lote pelos grileiros locais e, segundo relatos dos assentados, estava em vias de ir denunciar um esquema de venda de lotes e grilagem no assentamento na Polícia Federal de Santarém (PA) quando desapareceu.

Segundo a CPT, tanto o desaparecimento de Antônio quanto as demais mortes estão longe de serem esclarecidas e os responsáveis por elas, punidos. A entidade oficiou o Ministério Público Estadual e a Polícia Civil de Novo Progresso e constatou que, em sua maioria, as investigações dos casos não foram muito além da comunicação dos crimes nos boletins de ocorrência; praticamente não ocorreram diligências in loco ou oitivas de testemunhas relacionadas às mortes na região.

Os assentados ouvidos pela reportagem acreditam que a morte de Aluísio Sampaio, ex-presidente do Sindicato de Trabalhadores e Trabalhadoras da Agricultura Familiar (Sintraf) de Castelo dos Sonhos, distrito de Altamira localizado às margens da BR-163, também tem relação com o conflito no Terra Nossa. Pouco antes de morrer, Aluísio (conhecido como “Alenquer”, publicou um vídeo em que dizia que, caso algo ocorresse com ele, um dos responsáveis seria um ex-sindicalista e assentado do Terra Nossa, Raimundo Barros Cardoso, conhecido como “Dico”. Além disso, Júlio Cezar Dal Magro, filho de Bianor Dal Magro, fazendeiro que detém áreas no interior do Terra Nossa, chegou a ser preso temporariamente, acusado de ser um dos mandantes da morte de Alenquer. Ele foi denunciado pelo Ministério Público pelo episódio, mas responde à acusação em liberdade.

TORAS DE MADEIRA DEIXADAS NA VICINAL QUE DÁ ACESSO AO LOTE DE MÁRCIA. ELA DIZ QUE A INTENÇÃO É CRIMINALIZÁ-LA (FOTO: JOSÉ CÍCERO DA SILVA/AGÊNCIA PÚBLICA)

Quando deu entrevista à Pública em agosto, Márcia se disse abandonada. A reportagem teve acesso a inúmeras reuniões, denúncias, boletins de ocorrência e termos de declaração formalizados por ela nos mais diversos órgãos. Mas a situação de abandono persiste. Ela está atualmente em atendimento no Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos (PPDH), após um pedido formal dela e da CPT, feito em fevereiro deste ano. A organização vem oficiando também órgãos como o Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH), o Ministério Público Federal e o próprio Incra a respeito das ameaças que a assentada vem sofrendo. Márcia se diz agradecida pelo apoio da CPT, a única organização que a acompanha continuamente, mas ressente-se da falta de empenho do Estado em solucionar a situação de conflito no assentamento. “Estamos à mercê da sorte, num tremendo abandono”, resume.

Outro lado

Pública tentou contato por e-mail e telefone com todos os nomes e empresas citados na reportagem, mas não obteve resposta até a publicação. Fonte:CartaCapital

 

Homem é preso suspeito de tráfico internacional de drogas na Bahia


Homem suspeito de tráfico internacional de drogas é preso (Foto: PRF)

Um homem suspeito de envolvimento com uma quadrilha internacional de tráfico de drogas foi preso pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), na BR-116, em trecho do município de Nova Itarana, no sudoeste da Bahia. Conforme informações da PRF, o suspeito, que não teve a identidade revelada, foi flagrado com 16 kg de substância análoga à pasta base de cocaína, dentro do tanque de combustível de um carro, no km 566, na noite de terça-feira (3). Segundo o órgão, os agentes da PRF perceberam que o motorista do veículo apresentou nervosismo durante a abordagem. Além do homem, uma mulher e duas crianças estavam no carro. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, as drogas estavam escondidas cobertas por uma bexiga inflável e sacos plásticos, dentro do tanque de combustível do veículo. A PRF informou que o homem disse que comprou a droga na cidade de San Matías, na Bolívia, para revender para um homem, em Feira de Santana. O suspeito também informou que já havia realizado mais de três viagens do Mato Grosso para o Nordeste do país transportando cocaína. A PRF informou que o suspeito e as drogas foram levados para à delegacia de polícia judiciária de Nova Itarana. O homem foi autuado por tráfico de drogas e está à disposição da Justiça. (G1)

Menino de 14 anos mata toda a família em cidade pacata dos EUA


Massacre nos EUA: adolescente de 14 anos descarrega arma de fogo contra o seu pai, sua madrasta e seus três irmãos, de 6 e 5 anos e um bebê de apenas seis meses

mata toda a família EUA
Policiais em frente ao local do massacre, em Elkmont (divulgação)

Um adolescente de apenas 14 anos matou toda a sua família na noite da última segunda-feira (2) na pacata cidade de Elkmont, no estado do Alabama (EUA). As informações são do The Washington Post e do The Independent.

A imprensa norte-americana acompanha o caso desde o início da semana. A princípio, não se sabia que o garoto era o autor do massacre, já que ele ligou para o serviço de emergência pedindo socorro.

No telefonema, o adolescente denunciou ter ouvido tiros no primeiro andar de sua casa. Posteriormente, ao ser interrogado, o jovem assumiu que assassinou todos os 5 membros da sua família.

O nome do adolescente não foi divulgado pelo Departamento de Polícia. Ele disparou contra seu pai, John Sisk, de 38 anos, sua madrasta, Mary, de 35 anos, e seus três irmãos – de 6 e 5 anos e um bebê de apenas seis meses. As crianças chegaram a ser socorridas com vida, mas morreram no hospital.

O adolescente está preso em um centro de detenção para jovens e responderá à Justiça pelos cinco homicídios. A polícia investiga a origem da arma usada e se havia outras pessoas na casa no momento dos assassinatos.

A pequena cidade de Elkmont tem apenas 430 habitantes e está chocada com o massacre. Ali nunca houve ato de tamanha violência, segundo Mike West, investigador do condado.

A escola de ensino médio de Elkmont informou ter colocado seus conselheiros pedagógicos à disposição das autoridades. Mary Sisk, madrasta do adolescente, era professora da escola secundária Mountain Gap.

Os investigadores ainda desconhecem a motivação do crime. Daisy McCarty, prima de John Sisk, afirmou à imprensa que ele havia contado ao filho que Mary não era sua mãe biológica na semana passada.

Para Daisy, esta teria sido a motivação do crime. “Ele não sabia quem era sua mãe. Eles contaram para ele recentemente, e eu acho que foi o que motivou o garoto, para ser honesta”, afirmou.

No entanto, ela afirma que o garoto dava sinais de que algo estava errado havia um ano. O adolescente chegou a queimar animais vivos e vandalizava a escola.

As mortes por armas de fogo são uma característica predominante na vida americana, com mais de 36.000 mortes por ano – número elevadíssimo para um país de primeiro mundo.

Há um mês, um homem descarregou uma AK-47 em um hipermercado Walmart em El Paso, no Texas, e deixou 22 mortos e dezenas de feridos.

No Brasil, um massacre familiar que ganhou repercussão nacional foi o da família Pesseghini. Na ocasião, um menino de 13 anos foi acusado de matar todos os familiares, mas o crime ainda permanece sem respostas (veja aqui).