Estradas vazias e povo em casa. Esse é o caminho para matar o Corona e viver o povo. Por Walter Salles


Estradas | Antes de pegar a estrada, programe-se e tome algumas ...

Via Anhanguera com pista vazia

Walter Salles: As estradas brasileiras e do mundo inteiro tiveram uma redução drástica no movimentação de veículos. Caminhoneiros e alguns viajantes  em carros pequenos são quem vêm ocupando a espaçosas rodovias do sul, sudeste e de todo Brasil. Nunca se imaginou que um ‘bicho’ invisível e tão minúsculo fosse dominar o ser humano, quando muitos desses se achavam do tamanho ou maior que Deus. Também não se imaginava que os carrões de luxo fossem ficar parados nas suas garagens sem poder pegar uma estrada. De um mês pro outro tudo muda e o homem volta pro seu tamanho real, ou seja, de um grão de areia, se comparado ao tamanho do Criador.

Não adianta muito, subir os preços dos combustíveis, pois barato ou caro, eles vão ficar nos tanques dos postos. Queiram ou não queiram, muita coisa mudou e certamente haverá uma nova era, em que bolsonaristas e lulistas terão de se abraçar e perceber que são iguais e que estão morando no mesmo país, no mesmo planeta em que um bicho de apelido Corona, vem dominando e aterrorizando, talvez pra mostrar que ninguém é maior que ninguém.

Muitas empresas gigantes estarão pedindo ajuda para sobreviver. A Renault acabou de avisar que está tomando um prejuízo de bilhões de dólares, e que se não for socorrida pelo seu país de origem, vai optar por fechar as portas.

Não adianta querer abrir o comércio a qualquer custo, como querem os paulistanos bolsonaristas, como também não adianta ir fazer queixa a Bolsonaro, pois ele nada pode fazer a não ser atrapalhar como já percebeu o mundo inteiro. Se o comerciante desobedecer e abrir o comércio, não vai mudar muita coisa, pois o consumidor, além de ter medo de sair, ainda está guardando o seu dinheirinho, que foi ganhado com muito trabalho no tempo em que conseguia ganhar, mas que agora não está ganhando mais, e por isso, na incerteza, vai comprar só comida. Não tenham dúvidas que a Renault não é  a primeira nem a única.

Portanto, relaxa, fica em casa, ajuda os que não tem nada ou quase nada, feche o seu comércio, reserve uma parte para você passar, e quando a gente conseguir matar o último vírus, aí vamos fazer um balanço da situação e recomeçar. Melhor que outro recomeçar no nosso lugar. Mas deixe o tempo passar ficando em casa, pois o vírus não tendo em quem grudar pra sobreviver, certamente ele irá morrer. Pois, se mandarem a gente fazer uma escolha entre morrer o vírus ou nós, claro que a resposta é: matemos o vírus e vivamos nós. Pois é, temos a arma nas mãos pra vencer a guerra. Ficar em casa é o segredo, como já disse e muitos disseram milhões de vezes. Quem tem que ajudar o povo permanecer em casa com dignidade é o Governo. Recurso tem, você sabia? Após publicidades continua a matéria.

Recurso para segurar o povo em casa: Vamos fazer aqui uma matemática rápida. Dos 200 milhões de brasileiros, 100 milhões vão precisar de ajuda de mil Reais por mês durante três meses, que vai dar um total de 100 bilhões por mês, que seria 300 bilhões o total. Vocês sabem quantos bilhões de Reais o governo do PT deixou em reserva internacional? Não sabem? Lhes digo agora! (Pesquisem para não achar que estou inventando) Deixou nada menos que dois trilhões de Reais na reserva internacional, exatamente para uma eventualidade no Brasil, como aconteceu agora com o Corona. (Estou falando de um governo que leva o nome de governo que quebrou o Brasil) Se gastar 300 bilhões, ainda ficará 1700 bilhões em caixa.

Portanto, ao invés de ficarem aceitando  ir pro corredor da morte trabalhar sem segurança em plena pandemia, exijam ser socorridos com dignidade. Porque eles vão gastar a grana, mas é para salvar grandes empresas e banqueiros.  Esse é o diferencial de um governo socialista e um capitalista selvagem como este que está aí. Pensem nisso. Um abraço! Mas façam uma pesquisa sobre o modesto recurso de dois trilhões de Reais, com a cotação do dólar a 544 como está hoje. Acreditamos que é por causa desta reserva que o Guedes está fazendo o Dólar subir, para poder especular com o nosso dinheiro e que se dane os brasileiros. Outro abraço!

 

 

 

 

 

 

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Inadimplência cresce 26,3% em instituições privadas de ensino superior


Pesquisa teve como base uma amostra de 146 instituições brasileiras, ouviu estabelecimentos de pequeno, médio porte e de grande porte

[Inadimplência cresce 26,3% em instituições privadas de ensino superior]
Foto : Elza Fiúza/ABr

A taxa de inadimplência nas instituições privadas de ensino superior ficou em 26,3% em abril, um crescimento de 72,4% na comparação com o mesmo mês de 2019, quando fechou em 15,3%. A informação foi divulgada pela Agência Brasil.

Dados são da pesquisa de inadimplência divulgada hoje (25) pelo Sindicato das Instituições de Ensino Superior Privado (Semesp) e já apontam impacto econômico da pandemia do novo coronavírus no setor.

As faculdades particulares são responsáveis por 75% do total de matrículas no ensino superior no país. Em 2018, foram registradas 8,4 milhões de matrículas nessa etapa.

O levantamento, feito com base em uma amostra de 146 instituições brasileiras, ouviu estabelecimentos de pequeno e médio porte (com menos de 7 mil estudantes) e de grande porte (com mais de 7 mil).

“As instituições de ensino superior de grande porte registraram a taxa mais alta de inadimplência. Em abril de 2020, o percentual ficou em 29,5%, enquanto que as instituições de pequeno ou médio porte atingiram 25,2% no mesmo período”, aponata a pesquisa.

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Moro diz que assinou portaria que aumentou munições por pressão de Bolsonaro


Ex-ministro da Justiça revelou que não se opôs a Bolsonaro para não abrir um novo ‘flanco’ de conflito no momento em que tentava evitar a troca no comando da Polícia Federal.

 

O ex-ministro da Justiça Sérgio Moro afirmou que sofreu pressão de Jair Bolsonaro para aprovar a portaria que aumentou em três vezes o acesso a munições no País.

“A portaria elaborada no MD (Ministério da Defesa) foi assinada por conta da pressão do PR (Presidente da República) e naquele momento eu não poderia abrir outro flanco de conflito com o PR”, afirmou Moro ao jornal O Estado de S. Paulo.

Moro revelou que não se opôs ao presidente para não abrir um novo ‘flanco’ de conflito no momento em que tentava evitar a troca no comando da Polícia Federal, o que ele considera que daria margem para uma interferência indevida no órgão.

A pressão de Bolsonaro para armar a população e aprovar a portaria ficou evidente com a divulgação da tensa reunião ministerial do dia 22 de abril. O vídeo veio à tona na última sexta-feira por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) e mostra Jair Bolsonaro determinando, nominalmente, que os ministros Sérgio Moro e Fernando Azevedo (da Defesa) providenciem a portaria que ampliava o acesso a munições. A norma foi publicada no dia seguinte.

Com informação do 247.

OMS suspende testes com cloroquina e hidroxicloroquina contra a Covid-19


A decisão se refere aos ensaios Solidariedade, iniciativa internacional com 100 países coordenada pela OMS para buscar tratamentos contra a doença. No Brasil, os ensaios são coordenados pela Fiocruz.

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, em coletiva nesta segunda-feira (9). — Foto: Fabrice Coffrini / AFP

 De acordo a matéria do G1 a Organização Mundial de Saúde (OMS) anunciou, nesta segunda-feira (25), que suspendeu temporariamente testes com a cloroquina e a hidroxicloroquina para tratar a Covid-19. A decisão foi tomada dentro dos ensaios Solidariedade, iniciativa internacional com 100 países coordenada pela OMS para buscar tratamentos contra a doença.

O diretor-geral da entidade, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que a suspensão foi determinada depois de um estudo publicado na sexta-feira (22) na revista científica “The Lancet”. A pesquisa, feita com 96 mil pessoas, apontou que não houve eficácia das substâncias contra a Covid-19 e detectou risco de arritmia cardíaca nos pacientes que as utilizaram.

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, em coletiva nesta segunda-feira (9). — Foto: Fabrice Coffrini / AFP

“Os autores reportaram que, entre pacientes com Covid-19 usando a droga, sozinha ou com um macrolídeo [classe de antibióticos da qual a azitromicina faz parte], estimaram uma maior taxa de mortalidade”, afirmou Tedros.

A OMS afirmou que o quadro executivo do Solidariedade, composto por 10 países, vai analisar dados disponíveis globalmente sobre as drogas, que são usadas para tratar malária e doenças autoimunes.

“Eu quero reiterar que essas drogas são aceitas como geralmente seguras para uso em pacientes com doenças autoimunes ou malária”, destacou Tedros.

Ele afirmou, ainda, que os outros testes dos ensaios Solidariedade vão continuar (veja detalhes abaixo) – a suspensão refere-se apenas às pesquisas com a cloroquina e a hidroxicloroquina.

Ensaios Solidariedade

Os ensaios Solidariedade foram anunciados por Tedros no dia 18 de março. Vários hospitais, no mundo inteiro, fazem parte da iniciativa: segundo a entidade, nesta segunda-feira (25) havia 35 países recrutando pacientes para estudos em mais de 400 hospitais ao redor do mundo. Outras 3,5 mil pessoas já participam de pesquisas em 17 países.

No dia 21 de abril, havia 100 países participantes dos ensaios.

Qualquer adulto com Covid-19 que seja internado em um hospital participante pode fazer parte das pesquisas. Os pacientes são distribuídos, de forma aleatória por um computador, entre 5 opções de tratamento:

  1. Um grupo de pacientes recebe apenas a forma de tratamento padrão do local onde está.
  2. O segundo grupo recebe essa forma de tratamento + o antiviral remdesivir, que já foi testado para o ebola e teve resultados promissores contra a Sars e a Mers, também causadas por vírus da família corona (como o Sars-CoV-2, o novo coronavírus).
  3. O terceiro grupo recebe o tratamento padrão + a cloroquina ou hidroxicloroquina (esse foi o “braço” suspenso da pesquisa).
  4. O quarto grupo recebe o tratamento padrão + os antivirais lopinavir e ritonavir, usados para tratar HIV. Ainda não há evidências de que sejam eficazes no tratamento ou prevenção da Covid-19, segundo a OMS.
  5. O quinto grupo recebe o tratamento padrão + interferon beta-1a, usado para tratar esclerose múltipla.

Antes do “sorteio” do tratamento, o paciente é avaliado por uma equipe médica para descartar medicamentos que definitivamente não poderiam ser dados a ele.

No Brasil, os ensaios do Solidariedade são coordenados pela Fiocruz. Segundo a OMS, a iniciativa pode diminuir o tempo necessário para ensaios clínicos, que geralmente levam anos para serem desenhados e conduzidos, em 80%.

Leia matéria completa no G1

 

“Brasil já paga preço alto pelas palhaçadas de Bolsonaro”, diz Financial Times


Arte feita pelo Financial Times

“O populismo de Jair Bolsonaro está levando o Brasil ao desastre”. A frase é o destaque da capa do jornal norte-americano Financial Times, nesta segunda-feira (25), em artigo ilustrado com Bolsonaro gritando a um holofote, rodeado por uma serpente, que seria o coronavírus.

O artigo de Gideon Rachman inicia com uma analogia comparativa entre a liderança brasileira e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A diferença, segundo uma economista reconhecida ouvida por ele, é que “Bolsonaro é muito estúpido”. “Essa resposta só me fez lembrar que o presidente dos EUA nem sequer é considerado por ter um intelecto imponente. E o coronavírus me fez lembrar esta observação”, disse o articulista.

Continuando a comparação, Rachman afirma que as primeiras posturas de ambas lideranças frente ao coronavírus foram similares, mas a de Bolsonaro “muito mais irresponsável e perigosa”.

“Ambos os líderes ficaram obcecados com as propriedades supostamente curativas da droga hidroxicloroquina. Mas enquanto Trump está apenas tomando o medicamento, Bolsonaro forçou o Ministério da Saúde brasileiro a emitir novas diretrizes, recomendando o medicamento para pacientes com coronavírus. O presidente dos EUA brigou com seus consultores científicos. Mas Bolsonaro tirou um ministro da saúde e provocou que o novo substituto se demitisse. Trump manifestou a sua simpatia por manifestantes contrários ao isolamento social; Mas Bolsonaro participou destes atos”, exemplificou o artigo, em tom incrédulo.

“Infelizmente, o Brasil já está pagando um preço alto pelas palhaçadas de seu presidente – e as coisas estão piorando rapidamente. O coronavírus atingiu o Brasil relativamente tarde. Mas o país tem a segunda maior taxa de infecção do mundo e a sexta maior taxa de mortes por Covid-19. O número de mortes no Brasil, responsável por aproximadamente metade da população da América Latina, agora está dobrando a cada duas semanas. (…) A composição econômica e social do Brasil significa que o país será severamente atingido à medida que a pandemia se acelera.”

Leia também:  Governo não quer aumentar benefício a trabalhador com corte salarial

Apesar de apontar que Jair Bolsonaro “não é o responsável pelo coronavírus, nem pela pobreza e superlotação que tornam o Covid-19 uma ameaça ao país”, sua “resposta caótica” foi sim responsável por “permitir que a pandemia saisse do controle”, acrescentando que até países com situações mais críticas de vulnerabilidade que o Brasil, como a África do Sul, “tiveram uma resposta muito mais disciplinada e eficaz”.

E continua “Se a realidade fosse um relato da moral, as palhaçadas de Bolsonaro contra o coronavírus levariam a população brasileira a se voltar contra o seu presidente populista.”

Fonte GGN

 

Ofensiva de Bolsonaro coloca Jornal Nacional e Celso de Mello, do STF, como alvos principais


Estratégia de Bolsonaro é tirar Celso de Mello da relatoria de investigação sobre interferência na Polícia Federal, enquanto fomenta ódio contra a Globo entre seus seguidores nas redes sociais

Bolsonaro no Jornal Nacional, da Globo, e Celso de Mello (M
  
Acuado com o cerco se fechando em torno do Palácio do Planalto após a divulgação do fatídico vídeo da reunião ministerial de 22 de abril, Jair Bolsonaro elegeu dois alvos principais em sua ofensiva: o Jornal Nacional, da Globo, e o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Neste domingo (24), Bolsonaro revelou a linha que deve seguir na ofensiva contra o decano, relator da investigação sobre a denúncia de interferência do presidente na Polícia Federal, feita pelo ex-ministro Sérgio Moro. Em publicação nas redes, Bolsonaro publicou reprodução de um artigo da lei 13.869, de 2019.

“Art. 28. Divulgar gravação ou trecho de gravação sem relação com a prova que se pretenda produzir, expondo a intimidade ou a vida privada ou ferindo a honra ou a imagem do investiga ou acusado: pena – detenção de 1 (um) a 4 (quatro) anos”, diz o texto.

O foco de Bolsonaro é tirar Celso de Mello da relatoria do caso alegando “parcialidade” nas decisões do ministro, que estariam sendo consideradas exageradas no núcleo duro do governo.

Além da divulgação do vídeo, com falas que permitem a abertura de novos inquéritos contra ele próprio e seus ministos, o pedido de parecer de Celso de Mello à Procuradoria-Geral da República para apreensão do aparelho celular de Bolsonaro causou irritação entre os palacianos, em especial à ala militar capitaneada pelo ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, General Augusto Heleno, que já vê a possibilidade de uma guerra civil no país.

Na outra frente, para mobilizar a milícia virtual nas redes sociais, Bolsonaro mira o Jornal Nacional, especialmente após o erro de William Bonner que na edição de sexta-feira (22) do telejornal se retratou após dizer que Bolsonaro teria afirmado ao então ministro da Justiça, Sérgio Moro, que queria ser blindado.

“E uma correção: há pouco nós dissemos erroneamente que o presidente Bolsonaro tinha pedido ao ministro Moro para ser blindado. Mas, como nós mostramos na voz do próprio presidente, foi o contrário: ele disse a Moro que não queria ser blindado, mas que o ministro tinha a missão de não deixar que ele fosse chantageado”, diz Bonner, complementando que “está feita a correção”.

O erro foi intensamente explorado pelo presidente nas redes sociais durante o fim de semana. Na noite deste domingo (24), Bolsonaro voltou ao Twitter para divulgar nova edição, em que um repórter teria cometido o mesmo erro de Bonner 4 horas após a edição do JN: “Qual o limite da Globo?”, indaga Bolsonaro.

Com informação da Revista Forum

Mais uma vacina mostra eficácia em testes humanos contra covid


Foto: reprodução Agência Brasil
Foto: reprodução Agência Brasil

Mais uma esperança! Pesquisadores tiveram sucesso em testes em humanos de uma nova vacina contra a Covid-19.

O resultado foi divulgado nesta sexta, 22, pela revista científica The Lancet. Segundo a publicação, a vacina é segura para o uso humano e foi testada, inicialmente, em 108 voluntários.

A vacina COVID-19 com vetor Ad5 foi desenvolvida pelo Instituto de Biotecnologia de Pequim e pela CanSino Biologics de Tianjin, ambos na China.

Anticorpos

Após 28 dias da aplicação do medicamento, a maior parte dos voluntários tinha gerado respostas de anticorpos e células T para se defender contra Sars-CoV-2 — e é exatamente isso que os especialistas buscam ao desenvolver uma vacina.

“Esses resultados representam um marco importante”, afirmou Wei Chen, um dos pesquisadores, em declaração à imprensa.

“O estudo demonstra que uma dose única da nova vacina (Ad5-nCoV) vetorizada com adenovírus do tipo 5 produz anticorpos e células T específicos para vírus em 14 dias, tornando-a um candidato potencial para investigação adicional.”

“Os desafios propostos pela covid-19 não têm precedentes, e a habilidade de acionar o sistema imunológico não significa, necessariamente, que estaremos protegidos da covid-19.

Grupo testado

O estudo avaliou a vacina Ad5-nCoV em pessoas com idades entre 18 e 60 anos que não tiveram infecção por Sars-CoV-2.

Os voluntários foram divididos em três grupos que receberam uma única injeção intramuscular em dose baixa, média ou alta, e realizaram exames de acompanhamento nas semanas após a aplicação.

Segundo os especialistas, a vacina foi bem tolerada em todas as doses, sem causar eventos adversos graves nos primeiros 28 dias após sua aplicação.

Os efeitos colaterais da formulação foram, na maioria das vezes, dor leve no local da injeção, febre, fadiga, dor de cabeça e dor muscular.

Um único participante, que recebeu a dose mais alta da vacina relatou sintomas como falta de ar, no entanto, essas reações adversas persistiram por menos de 48 horas.

A resposta imunológica criada pelo medicamento, no entanto, ainda não pode ser avaliada, mas os resultados finais dos testes clínicos serão divulgados em seis meses.

Outras vacinas

Entre as vacinas em testes no mundo, se destacam a dos Estados Unidos, que conseguiu produzir anticorpos em humanos e a da Universidade de Oxford, que acabou de convocar milhares de voluntários para as próximas fases de testes.

As duas se mostraram eficazes em testes iniciais.

Com informações da Galileu e Agência Brasil e fonte Notícias Boas.

Uma notícia boa para vocês: Veados lotam parque de cerejeiras na ausência de turistas


Foto: reprodução YouTube
Foto: reprodução YouTube

Uma cena inusitada e rara mostra veados passeando e descansando tranquilamente no Nara Park, no Japão, ocupando o local tradicional que vivia cheio de turistas antes da pandemia de coronavírus.

Um vídeo feito em abril pelo fotógrafo japonês Kazuki Ikeda mostra vários desses cervos relaxando calmamente sob lindas árvores de cerejeira. (vídeo abaixo)

O parque é atração popular por causa dessas imensas árvores, cheias de flores nesta época do ano, um espetáculo da natureza que atrai multidões.

Como muitos parques e locais públicos em todo o mundo, o Nara Park foi fechado para combater a propagação da covid-19 e sem turistas, os cervos agora podem desfrutar do local bem mais à vontade.

Patrimônio Nacional

O cervo no parque de Nara, localizado em Nara, no Japão, sempre foi um grande atrativo turístico.

O parque abriga mais de 1.200 veados sika selvagens, que percorrem livremente os 1.240 acres do parque.

Eles são extremamente mansos, por isso os visitantes são aconselhados a não incomodá-los com comida, para evitar que se tornem agressivos.

O Nara Park tem até um ‘Certificado de Excelência’ concedido pelo Tripadvisor, graças a milhares de comentários positivos dos visitantes.

Enquanto milhares de pessoas esperam que a crise da saúde passe para poder visitar este belo lugar, os cervos aproveitam um tempo sozinho, se acalmam e apreciam a beleza das cerejeiras.

Caso não fosse a mortandade de gente em todo o mundo, o ser humano poderia dizer que só assim os animais habitantes dos seus lugares puderam usufruir de forma melhor. Ou, melhor dizendo, a natureza de forma geral, está agradecendo a não exploração de forma perversa como estava acontecendo até a chegada do vírus.

O que se espera ´que a pandemia se acabe logo, mas, entretanto, fique o aprendizado ao ser humano, de que preservar é melhor que destruir. Fonte Notícias Boas.

Assista ao vídeo:

Com informações do Insider

Equipe de Aras já admitem possibilidade de crime de Bolsonaro


A equipe de investigadores da Procuradoria-Geral da República (PGR) avalia que as provas obtidas até o momento são suficientes para caracterizar que o presidente Jair Bolsonaro cometeu o crime de advocacia administrativa em sua pressão para trocar postos-chave da Polícia Federal.

A análise dos procuradores é que, após ter acesso ao vídeo da reunião do conselho de ministros no último dia 22 de abril, ficou claro que Bolsonaro pressionou o então ministro da Justiça, Sergio Moro, para fazer mudanças em cargos na PF motivado por interesses pessoais — no caso, a preocupação em proteger familiares e amigos, verbalizada pelo próprio presidente na referida reunião.

O vídeo inclusive, na avaliação dos investigadores, traz uma comprovação rara de se obter nesse tipo de crime que é o “dolo”, a vontade de cometer o delito.

No registro audiovisual, Bolsonaro cita seu desejo de trocar o superintendente da PF do Rio em troca da proteção de familiares e amigos. Ele usa a expressão “segurança nossa no Rio”, mas a avaliação dos investigadores é que o termo se refere à Superintendência da PF. O vídeo foi divulgado na sexta-feira por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello, relator do inquérito.

Com informação do DCM

Líder do governo no Senado defende demissão de Weintraub


Líder do governo no Senado defende demissão de Weintraub
Líder do governo no Senado defende demissão de Weintraub

De acordo ao G1, o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), defendeu neste sábado (23) a demissão do ministro da Educação, Abraham Weintraub.

Bezerra Coelho participou do programa GloboNews Debate e comentou o conteúdo do vídeo da reunião ministerial de 22 de abril, cujo conteúdo se tornou conhecido na última sexta (22).

Na gravação, Weintraub disse: “‘Eu, por mim, botava esses vagabundos todos na cadeia, começando no STF” – reveja no vídeo mais abaixo.

Ao ser questionado se demitiria o ministro caso fosse presidente da República, o senador Fernando Bezerra foi direto: “Sim, demitiria”.

Na avaliação do líder do governo, os comentários de Abraham Weintraub foram o pior momento da reunião ministerial que antecedeu a saída do ministro Sergio Moro do governo.

Fernando Bezerra revelou ter comentado com o presidente Jair Bolsonaro o conteúdo das declarações de Weintraub. Disse ao presidente que achou totalmente inapropriados os comentários do ministro da Educação.

Avaliou ainda, com Bolsonaro, que a gravação não traz informação relevante para o inquérito que tramita no STF contra o presidente da República. Vejam vídeo no G1, clik aqui

Weintraub chama ministros do STF de ‘vagabundos’ e defende mandá-los para prisão
Weintraub chama ministros do STF de ‘vagabundos’ e defende mandá-los para prisão

Sete tipos de coronavírus são encontrados em morcegos na África, cientistas temem uma nova pandemia


Segundo a publicação de uma recente pesquisa na revista Nature, exatamente 1.066 morcegos de cinco espécies diferentes, foram testados para o coronavírus.

Os resultados dos estudos deixaram os cientistas preocupados, após 18 deles apresentaram 7 sequências diferentes do vírus, diante da descoberta, os cientistas especularam se os novos coronavírus poderiam ser espalhados para os seres humanos, causando outra epidemia.

No entanto, de acordo com o estudo, outras pesquisas adicionais precisariam ser feitas primeiro.

Os responsáveis pela pesquisa disseram ainda que a maioria dos coronavírus encontrados em humanos têm transmissão zoonótica, ou seja, foram transmitidos de animais para pessoas.

Na África, em Gabão, o primeiro caso de Covid-19 foi detectado em março. Em abril, o governo proibiu a venda de pangolins e morcegos como iguaria.

Todos contra a Covid-19

Nesta sexta-feira, o Brasil atingiu a lamentável marca de 20.112 mortes pelo coronavírus e 312.074 pessoas infectadas. O novo coronavírus não é brincadeira, precisamos somar esforços para vencê-lo.  Fonte Plantão ao Vivo.

FIQUE EM CASA.

 

Cresce a oposição de evangélicos a Bolsonaro: “Clamor de fé pelo Brasil”


Manifesto de 35 organizações evangélicas propõe que TSE assuma seu papel constitucional e proceda à cassação da chapa Bolsonaro-Mourão.

Igrejas Evangélicas de São José de Mipibu descumprem decreto do ...

Os impactos e desdobramentos da crise de saúde pública com a pandemia da covid-19 têm se tornado ainda mais críticos com as sucessivas tensões políticas geradas pelo próprio governo brasileiro. Esta realidade tem movido grupos de evangélicos a posturas mais contundentes, uma vez que esta situação tem resultado em graves consequências, principalmente a perda de milhares de vidas, especialmente da população mais empobrecida.

Neste espírito, 35 organizações e movimentos evangélicos e centenas de pessoas vinculadas a igrejas deste segmento cristão assinam o manifesto “O governante sem discernimento aumenta as opressões – Um clamor de fé pelo Brasil”.

 

De solidariedade com famílias dos mais de 16 mil mortos por coronavírus e com os profissionais de saúde ao reconhecimento a universidades e a centros de pesquisa, os manifestantes evangélicos e evangélicas repudiam e se indignam com o comportamento antiético do presidente da República que “dá provas que não está à altura do cargo que ocupa”. A gestão é classificada no documento como inadequada que atenta contra a vida humana.

Os evangélicos e evangélicas que assinam o manifesto cobram respostas mais eficientes dos governos e reafirmam que igrejas devem ser responsáveis e não promoverem cultos públicos presenciais, abrindo seus espaços para ações de solidariedade. O texto conclama que as orientações e recomendações das instituições de saúde e científicas sejam seguidas e que o poder público atue de forma coordenada para promover uma economia justa, voltada para o benefício das pessoas, em especial, as mais empobrecidas.

Com base nestas afirmações o manifesto conclui com proposta ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para que assuma seu papel constitucional e proceda à cassação da chapa Bolsonaro-Mourão, marcada pela disseminação de mentiras que embasaram a campanha eleitoral em 2018. A justificativa para o pedido é que “a preservação de vidas e da democracia exigem ação imediata”.

Segue a íntegra do documento:

O governante sem discernimento aumenta as opressões – Um clamor de fé pelo Brasil

Nós, de diversas Igrejas, organizações e movimentos de evangélicas e evangélicos pela democracia, manifestamos publicamente:

  • Nosso luto e profunda solidariedade para com as famílias dos mais de 16 mil mortos que o Brasil identificou até recentemente em meio a pandemia do novo Coronavírus (Covid-19). É momento de “chorar com os que choram” (Rm 12:14-15). 
  • Nosso compromisso cotidiano em ações solidárias de apoio ao atendimento de necessidades específicas de pessoas e famílias que se encontram em situação de vulnerabilidade nesse  contexto de grave crise. “A fé, por si só, se não for acompanhada de obras, está morta” (Tg 2:17).
  • Nossa gratidão e solidariedade para com os profissionais de saúde que têm experimentado grande desgaste físico e emocional por estarem trabalhando no enfrentamento direto dessa situação. Nossa oração é para que Deus os guarde e que eles “mantenham a esperança”.
  • Nosso reconhecimento e apoio a Universidades e Centros de Pesquisa, bem como seus pesquisadores e cientistas que têm se dedicado na busca das melhores respostas e análises para juntos superarmos esta realidade. O momento exige que as tomadas de decisão sejam fundamentadas “no conhecimento que vem do bom senso” (Pv 1:4).
  • Nosso repúdio e indignação à forma antiética com que o presidente da República tem se comportado nesta grave situação do País, sem assumir a conduta exigida para uma pessoa que ocupa a liderança institucional executiva da nação. Ele tem dado provas de que não está à altura do cargo de Presidente da República. A gestão inadequada durante a pandemia atenta contra a vida humana ao invés de “praticar a justiça e compaixão pelos pobres” (Dn 4:27).

Diante disto, consideramos ser fundamental:

  • Que as respostas dos governos sejam mais eficientes em relação ao devido atendimento às necessidades das pessoas. É essencial que prefeituras e governos estaduais atuem para garantir o cumprimento do isolamento social recomendado, e que o governo federal opere de forma coordenada e adequada na execução de seus compromissos e responsabilidades.
  • Que igrejas e comunidades religiosas, compreendendo a gravidade e urgência do tempo presente, não promovam cultos públicos presenciais e considerem seriamente o uso de suas estruturas e pessoal para o desenvolvimento de ações que contribuam para o apoio a população e para o enfrentamento da pandemia. O momento exige responsabilidade e coragem a fim de preservar vidas.
  • Que sigamos as recomendações e orientações de instituições de saúde e científicas. Reconhecemos a ciência como dom de Deus para cuidar da vida humana e toda a sua criação. A fé e a ciência são aliadas, caminham juntas e exaltam o poder divino.
  • Que o poder público – executivo, legislativo e judiciário – atue de forma coordenada para promover uma economia justa e voltada para o benefício das pessoas, a partir dos mais empobrecidos. Não há nenhuma razoabilidade em se opor a crise na saúde à crise econômica. É falsa tal divisão. O momento é de grave crise na saúde pública e todos os esforços devem convergir para maior preservação possível de vidas. Não se pode minimizar uma situação de pandemia em favor de lucros. O foco precisa ser solidariedade e proteção social em prol da preservação da vida humana.

E propomos a seguinte ação:

  • Que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) assuma seu papel constitucional e proceda o imediato julgamento das Ações de Investigação Judicial no (TSE) e que pedem a cassação da chapa de Jair Bolsonaro e de Antônio Mourão em razão da disseminação de mentiras durante a campanha eleitoral; prática que tem se mantido durante o governo, sendo agora alimentada por dinheiro público, como tem sido demonstrado e noticiado. A preservação de vidas e da democracia exigem ação imediata. Não há motivos que justifiquem ainda mais a prorrogação desse julgamento. Para que a justiça seja feita, sob a égide do Estado de Direito e para o bem-estar social e da democracia.

Convidamos irmãs e irmãos a se juntar nesse clamor de fé e ação pelo Brasil.
Junte-se a nós e assine carta que será enviada ao TSE. Acesse o link: https://bit.ly/ClamorBrasil 

Aliança de Batistas do Brasil – Associação Projeto Videiras – AMSK Brasil – Coletivo Abrigo – Coletivo Cristãos Pela Justiça – Coletivo Memória e Utopia-  Comunidade Cristã da Lapa – Comunidade Cristã na Zona Leste – Congrega – Comunidade Presbiteriana Videiras – Cristãos Contra o Fascismo – Direitos Humanos nos Passos de Jesus – Evangélicas pela Igualdade de Gênero – Evangélicos Trabalhistas – Evangélicos pela Justiça – Evangélicos pela Diversidade – Fé e Afeto Cristão – Fórum Evangelho e Justiça – Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito  – Grupo Fé & Política: Reflexões – Igreja Batista de Direitos Humanos – Igreja Batista Nazareth – Instituto Guarani de Responsabilidade Socioambiental – Igrejas Libertárias! – Miquéias Brasil – Missão Aliança – Movimento Evangélico Progressista – Movimento Negro Evangélico do Brasil – Nossa Igreja Brasileira – Núcleo de Evangélicas e Evangélicos do PT – Núcleo Evangélico 23 – Paz e Esperança Brasil – Primavera Ecumênica – PSOL/PR – Plataforma Intersecções – Rede Fale – Redenção Baixada – Vozes Maria.

Com informação da Carta Capital 

 

Governos rígidos contra o coronavírus já colhem benefícios econômicos e políticos


Economia já volta a pulsar em países que implementaram as medidas mais rígidas de contenção contra a pandemia coronavírus. Mandatários também colhem frutos políticos e veem aprovação recorde em pesquisas de opinião.

Jacinda Ardern
Jacinda Ardern, Primeira Ministra da Nova Zelândia

Carina Martins, portal Ecoa

No exemplo neozelandês, o lockdown foi adotado imediatamente após o primeiro caso.

Depois de poupar muitas vidas, algumas nações cujas governantes agiram com agilidade e firmeza no combate à pandemia já começam a colher outros benefícios.

O administrador público que precisar de um empurrão extra para tomar medidas mais duras, com menos hesitação, ou para fazer uma injeção mais substancial na economia e nas compensações aos cidadãos, pode mirar-se no exemplo dessas mulheres.

Na Alemanha de Angela Merkel, que controlou o vírus com isolamento amplo, testes em massa e já vive o processo de desconfinamento, o índice de confiança na economia deu um salto e mostra que investidores esperam recuperação já no segundo semestre.

Essa recuperação, em boa parte, deve ser garantida graças à pesada participação do governo em programas de proteção aos empregos e às empresas atingidas pela crise.

Com PIB equivalente a 25% do PIB da UE, a Alemanha responde por mais da metade (52%) dos quase 2 trilhões de euros injetados pelos Estados em suas economias até agora. E não pretende parar por aí: com a França, propõe um plano de socorro econômico de 500 bilhões de euros, e ainda vai elevar a compensação aos trabalhadores com jornada reduzida.

Aprovação recorde

A Nova Zelândia teve sua primeira-ministra Jacinda Ardern considerada pela imprensa internacional a “líder mais eficaz do planeta” no combate à pandemia (da qual o país já está livre).

Não deu outra, e ela é hoje a mais popular premiê do país dos últimos 100 anos. Na pesquisa divulgada ontem, mais da metade dos neozelandeses aprovavam Jacinda e seu partido, e impressionantes 92% aprovavam as rigorosas medidas de isolamento implantadas por ela.

Nesta terça-feira (19) o país viveu seu segundo dia consecutivo sem novos casos. Ao todo, 21 pessoas morreram de Covid-19 na Nova Zelândia.

Enquanto isso

Em São Paulo, epicentro da pandemia no Brasil que luta (e perde) para manter o índice mínimo de isolamento social, prefeitura e governo se uniram na criação de um megaferiadão de última hora. A ação seria uma “última cartada” na contínua postergação de um lockdown.

Con informação do Pragmatismo

Brasileiros confiam nas Forças armadas e Escola, diz Pesquisa Fórum


2ª edição da Pesquisa Fórum, realizada neste mês de maio em parceria com a Offerwise, revela que Escola e as Forças Armadas são, respectivamente, as instituições que os brasileiros mais confiam. São 56,5% os que “confiam muito” nas escolas e 44% nos militares.

Entre os que responderam “confiar muito” nas escolas, a maioria tem ensino fundamental completo (64,6%) e é da região Centro-Oeste do país (72,6%). Apenas 6% dos entrevistados disseram confiar pouco nas escolas, enquanto 37,3% responderam confiar “um pouco”.

Com relação às Forças Armadas, o número de reprovação é um pouco maior, mas continua baixo: apenas 14% dos brasileiros “confiam pouco” nos militares e 41% confiam “um pouco”. Dos que disseram confiar muito, a maioria é homem (53,8%) e tem mais de 60 anos (55%).

Além disso, ao contrário do que foi visto na instituição escola, a maioria dos que confiam nas Forças Armadas tem ensino superior (51%) e ganham de 5 a 10 salários mínimos (62%).

Por serem instituições que sustentam os maiores índices de confiança, Jair Bolsonaro tem investido nas mesmas desde o início de seu mandato.

Em relação às Forças Armadas, o presidente vem aumentando o número de membros especialmente do Exército em seu governo e constantemente concede benefícios à categoria.

Em meio a pandemia do Coronavírus, o Ministério da Saúde é uma das pastas do governo de Bolsonaro que está sob comando de um militar, o general Eduardo Pazuello, que assumiu o cargo assim que Nelson Teich pediu demissão. No órgão, já são 13 os militares chamados para atuar cargos de comando, a maior parte sem ter formação ou experiência na área da Saúde. Leia matéria completa na Forum.