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Deputado que ajudou a derrubar Aécio denuncia Moro por negociar com EUA espionagem no Facebook e WhatsApp


De acordo a matéria publicada no DCM, o deputado federal Rogério Correia, do PT de Minas Gerais, não dá maiores detalhes, mas o que escreveu no Facebook é suficientemente grave para despertar a atenção de todos.

Ele diz que Sérgio Moro negocia com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos um acordo para permitir acesso aos dados de brasileiros nas redes sociais como Facebook e WhatsApp, sem necessidade de pedido judicial.

Seria uma espécie da institucionalização de um estado controlador da vida de cada um, o famoso Big Brother que aparece no livro 1984, o clássico de George Orwell sobe o totalitarismo.

“Não causa espanto”, disse ele. “Moro sempre andou de mãos dadas com o abuso de poder — agora, quer apenas legalizá-lo”, acrescentou.

Rogério Correia lembrou que foi na calada da noite, em 2016, que o ex-juiz, hoje ministro da Justiça de Bolsonaro, derrubou o sigilo do ex-presidente Lula para divulgar o grampo de uma ligação com a então presidente, Dilma Rousseff.

“O próprio Moro admitiu depois a ilegalidade dessa ação”, destacou.

Para o deputado, é pretexto a alegação de que o acesso aos dados das redes sociais é necessário para combater o tráfico.

No início da Lava Jato, em 2014, ele usou uma denúncia de tráfico para deixar de cumprir uma determinação do ministro Teori Zavascki.

É que o ministro do STF havia mandado soltar os presos da operação, diante da ilegalidade da Lava Jato. Entre eles, estava Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras.

Para sustentar a operação, Moro disse que a Lava Jato tinha prendido também um traficante.

Se a operação fosse anulada e soltasse todos, Moro disse que teria que colocar na rua um integrante do crime organizado.

Todas essas ponderações não foram feitas diretamente por ele, mas por meio de vazamento para o site da Veja e repercussão no Jornal Nacional.

Teori recuou e a operação seguiu seu curso, apesar da ilegalidade flagrante, até hoje não julgada pelo STF.

Como a história mostrou, Moro não estava preocupado com o tráfico, mas com o alcance político da Lava Jato, que criou o ambiente para a derrubada de Dilma, a condenação sem provas de Lula e sua prisão.

Mais uma vez, ele repete a estratégia, na negociação com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos.

“Sabemos que isso não se trata de combate ao crime organizado, mas sim da aprovação de mais um instrumento de perseguição política do regime extremista de Bolsonaro”, afirmou.

“Pior: tudo negociado com os EUA. Ou seja, FBI e outras agências americanas poderão acessar nosso Whatsapp e Facebook sem precisar de autorização judicial. Isso inclusive rasga o Marco Civil da Internet, legislação que é referência internacional na proteção dos direitos de internautas”, diz.

Rogério Correia é estreante na Câmara dos Deputados e, por isso, poucos o conhecem nacionalmente.

Em Minas Gerais, onde sempre fez política, ele é conhecido pelas denúncias consistentes. Foi ele quem detonou o mensalão mineiro, que levou à prisão de Eduardo Azeredo, depois de receber os documentos do lobista e delator Nílton Monteiro.

Também investigou a Lista de Furnas, depois que a veículos nacionais de imprensa, como a Veja, cravarem que se tratava de um documento falso.

Ele conseguiu com Nílton Monteiro a lista original e a encaminhou para a Polícia Federal, que fez perícia e constatou sua autenticidade.

Por conta dessas denúncias, que envolveram políticos poderosos do Estado, como Aécio Neves, foi perseguido e ameaçado de cassação.

Resistiu, e mostrou que estava certo.

Agora ele investe contra o estado policial de Sergio Moro/Jair Bolsonaro.

Tem chamado a atenção. Tanto que um dos filhos de Bolsonaro, Carlos, lhe fez uma ameaça de maneira velada, depois que Rogério Correia fez críticas a seu pai.

“Teu ‘grito de coragem’ será respondido de outra forma!”, disse o filho do presidente, através do Twitter. “Prepara aí, amigão. Tudo encaminhado!”, escreveu.

Rogério não se intimidou.

“Quando alguém assim me faz ameaças, penso que a resistência é mesmo necessária, apesar dos riscos”, disse.

Que ele aprofunde a investigação sobre as (más) intenções de Sergio Moro. Fonte Diário do Centro do Mundo.

 

 

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Número de mortos em inundações na Indonésia chega a 89


Setenta e quatro pessoas estão desaparecidas; trabalhos de resgate e busca continuam

[Número de mortos em inundações na Indonésia chega a 89]
Foto : Reprodução

Por Juliana Rodrigues

As autoridades da Indonésia informaram hoje (19) que subiu para 89 o número de mortos após as inundações que atingiram a província de Papua, no leste do país, no último sábado (16). Setenta e quatro pessoas estão desaparecidas e os trabalhos de resgate e busca continuam.

O número de feridos também subiu para 159, sendo 84 em estado grave, segundo o porta-voz da Agência Nacional de Gestão de Desastres (BNPB, sigla em indonésio), Sutopo Purwo Nugroho.

Das mortes, 82 aconteceram por causa de enchentes na região de Sentani, a cerca de 20 km da capital provincial de Jayapura.

No total, mais de 11,7 mil famílias foram afetadas pelas inundações e mais de 6,8 mil pessoas precisaram deixar suas casas.

 

 

 

Incêndio continua em fábrica de colchões em Valéria


Quatro viaturas combatem o fogo com o resfriamento da região

[Incêndio continua em fábrica de colchões em Valéria]
Foto : Tácio Moreira / Metropress

Por Lis Grassi

O incêndio que começou por volta das 6h desta terça-feira(19) numa fábrica de colchões no bairro Valéria ainda está acontecendo. As chamas continuam em grandes proporções e assusta os moradores da região. Equipes do Corpo de Bombeiros atuam desde cedo no  incidente. De acordo com o major Ramon Diego, do Corpo de Bombeiros, quatro viaturas combatem o fogo com o resfriamento da região, tentando atacar as chamas por várias frentes, utilizando, inclusive, imóveis próximos, como lajes de prédios, para acessar os locais por onde o fogo ainda se alastra.

Apesar disso, ainda há bastante fumaça por conta do material inflamável da fábrica, que permite que as chamas se propaguem rapidamente. Não há registro de vítimas e as causas do incêndio ainda são desconhecidas.

O trânsito na região de Valéria ainda está bem complicado, atingindo quem trafega pela BR 324 e pela Estrada da Base Naval de Aratu.

 

 

 

Adolescente que morava nas ruas passa em 17 universidades


Dylan Chidick - Foto: reprodução / Instagram
Dylan Chidick – Foto: reprodução / Instagram

Esse adolescente que vivia nas ruas, passou em 17 universidades, para surpresa dos que o julgavam pela situação financeira, pela cor e pela obesidade.

Dylan Chidick, de 17 anos, saiu de Trinidad e Tobago com sua família quando tinha 7 anos, e teve que morar nas ruas mais de uma vez.

O adolescente hoje vive em New Jersey, nos EUA e virou notícia na imprensa norte-americana ao ser aceito em “pelo menos” 17 faculdades americanas.

Dylan é filho de mãe solo, Khadine Phillip, e tem irmãos que sofrem de problemas cardíacos.

Determinação

Para ele, foi sua determinação e a coragem de sua mãe que o ajudaram a superar a pobreza e a falta de moradia.

“Eu preciso ter muita determinação”, disse, em entrevista à CNN.

“Muitas pessoas disseram que eu não iria conseguir. Essas cartas de aceitação [das faculdades] confirmam o que eu venho dizendo: que eu posso, e eu consigo”.

Dylan, que está no último ano do colégio, na Cidade de Jersey, foi introduzido à Honor Society, organização norte-americana que reconhece o mérito acadêmico e profissional.

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Além da mãe, ele também agradece à Women Rising, uma organização não-governamental que auxilia mulheres em necessidade e também suas famílias.

“Ela ter se exposto daquela forma, me tornou mais determinado para nunca deixar que voltemos àquela situação”.

A ONG ajudou a família Chidick a conseguir moradia permanente, um local de estudo para Dylan, que aguarda sua última e mais importante carta de aceitação.

O estudante pretende entrar para o College of New Jersey, onde deseja estudar ciências políticas.

Com informações do Metro

 

 

Feira de Maracás: Animais de qualidade porém, poucos negócios


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Currais lotados de animais de várias regiões

Aconteceu no ultimo domingo 17 de março, a primeira feira de animais realizada pelo Governo do Estado com apoio da Prefeitura Municipal. O local foi no Parque dos Eucaliptos, o mesmo local que já aconteceram grandes exposições em tempos de outrora, que tinha no comando da prefeitura o saudoso Fernando Carvalho.

 

O Café com Leite Notícias esteve no local e conversou com algumas pessoas  sobre o evento, onde muita gente comentou sobre a quantidade e qualidade dos animais, porém, até o momento, em torno de onze horas, a comercialização estava menos que o esperado. Também estava lá instalada a Feira de Agricultura Familiar, mas, de acordo aos donos de barracas, o movimento estava a desejar.

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Bruno Andrade da Bahiater com Walter Salles fundador do jornal Café com Leite

 

Numa rápida conversa com um integrante da Bahiater, órgão do Governo do Estado, Bruno Andrade, ele explicou como funciona as feiras, que acontecem em uma ampla região, como Lafaiete, Irajuba, Amargosa e muitos outros municípios, sendo Maracás, apesar de ser considerado o município que tem a quantidade e qualidade melhor de rebanho, aconteceu pela primeira vez e com um movimento aquém do esperado.

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Feira da Agricultura Familiar

 

Bruno comentou sobre as grandes secas que a região tem enfrentado, onde relembrou a pior de todas que foi a de 2012 e 13, em que criadores perderam muitos animais.

“Mas os criadores de Maracás e toda a região não podem temer a seca, mas sim aprender a enfrentá-la com novos métodos de criar o seu animal”, comentou Andrade.

A reportagem do Café com Leite esteve circulando pelos corredores que dão acesso aos currais, constatando que realmente ali estavam rebanhos de qualidade. Ao conversar com algumas pessoas, maioria curiosos, perguntou se iam comprar algumas cabeças, as respostas eram sempre que estavam apenas olhando.

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Bruno com Rossi da Macpral

O que se acredita, é que já chegando o fim de Março. que é um mês que se espera muita chuva pra fechar o verão, como diz a canção de Tom Jobim, mas que até agora o sol vem imperando, pastos murchando e águas baixando, o que tem deixado os criadores pensativos na hora de ampliar os seus rebanhos. Só que, como disse o Bruno, é preciso que o criador aprenda e já está aprendendo, a enfrentar a seca com técnicas, dentre elas trocar um pouco de quantidade por qualidade.

Como foi a primeira, o que se espera é que a próxima seja de maior movimento. Vale lembrar que o projeto do Governo do Estado, segundo Bruno, é acontecer em cada município da região banhada pelo Rio Jiquiriçá, uma feira em cada dois meses, para assim aquecer a criação de bovinos em toda a região.

BOLSONARO LIBERA VISTO PARA AMERICANOS E NÃO PEDE RECIPROCIDADE


Alan Santos/PR

Conforme já era previsto, o presidente Jair Bolsonaro assinou um decreto para dispensar o visto de visita para turistas dos Estados Unidos ao Brasil, sem exigir qualquer troca ao governo norte-americano. Também foram liberados vistos de turistas de Canadá, Austrália e Japão que viajarem ao Brasil. Isso quer dizer que brasileiros que viajarem para esses quatro países continuarão precisando dos vistos.

A medida passa a valer a partir de 17 de junho. O decreto foi publicado em uma edição extra do Diário Oficial da União nesta segunda-feira 18, primeiro dia da viagem da cúpula do governo brasileiro aos Estados Unidos, confirmando ainda mais a rápida entrega que Bolsonaro está disposto a fazer a Donald Trump, numa relação de clara subserviência com os EUA.

Em janeiro de 2017, o presidente dos EUA, Donald Trump, editou um decreto que passou a dificultar a concessão de visto a cidadãos de diversos países, entre ele o Brasil. O documento publicado à época, classificado como “Ato do Executivo para proteger a nação contra a entrada de terroristas estrangeiros nos Estados Unidos”, revogou a isenção de entrevistas para quem renovasse o visto na mesma categoria até 48 meses após o vencimento. A regra da liberação da entrevista passou a valer apenas para quem fosse renovar após 12 meses após o vencimento. 247.

Cabeça de Marielle foi encomendada por R$ 200 mil, diz juiz


Assassinato de Marielle contou com ‘modus operandi’ sofisticado e foi encomendado por R$ 200 mil, afirma juiz que aceitou denúncia contra Ronnie Lessa e Elcio Queiroz

Ronnie Lessa Marielle Franco

O juiz Gustavo Gomes Kalil, da 4ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, aceitou denúncia do Ministério Público e colocou no banco dos réus os ex-policiais militares Ronnie Lessa e Elcio Vieira de Queiroz, suspeitos de assassinato da ex-vereadora Marielle Franco (PSOL). Em decisão, o magistrado considera o modus operandi da dupla como “sofisticado” e pensado para “garantir a impunidade” no crime.

Em relatório, Kalil descreve que as investigações sobre Lessa começaram após a Divisão de Homicídios da Polícia Civil receber uma denúncia anônima informando que o policial reformado era o autor dos disparos contra Marielle. O crime teria sido encomendado por R$ 200 mil.

O magistrado também relata informações apresentadas pelo Ministério Público, nos quais constam pesquisas feitas por Lessa envolvendo políticos e partidos de esquerda. Os termos incluem “Morte ao PSOL”, “Marcelo Freixo”, “Morte de Marcelo Freixo”, “Lula Enforcado” e “Dilma Rousseff Morta”. Há também pesquisas por “ditadura militar” e “Estado Islâmico”.

Em fevereiro de 2018, Lessa teria pesquisado sobre parlamentares que votaram contra a intervenção militar decretada pelo então presidente Michel Temer no Rio de Janeiro. À época, Marielle Franco era relatora da comissão instalada na Câmara de Vereadores para acompanhar a ação das Forças Armadas.

A partir disso, Lessa teria pesquisado sobre a vereadora e também mulheres negras “com o similar engajamento político”, incluindo “Kenia Maria” e “Iza Cantora”.

“De acordo com as autoridades de investigação, as pesquisas realizadas pelo acusado revelariam, pois, que ele, em tese, monitorava de perto a vítima Marielle”, afirma Kalil. “Além disso, segundo a autoridade policial e o MP, o acusado Ronnie, poucos meses antes do crime, teria realizado pesquisas ‘online’ acerca de acessórios para submetralhadora HK MP, especialmente ‘silenciadores’, entre os dias 10/11/2017 e 26/02/2018.”

Após o dia 14 de março de 2018, data do assassinato de Marielle, Lessa parou de buscar sobre a vereadora na internet. Durante as investigações, policiais descobriram que câmeras de segurança e sinais de GPS no local do crime foram neutralizadas.

“O ‘modus operandi’, como informado pelo MP e indiciado nas investigações, revela sofisticação, devendo o Poder Judiciário agir com rigor a fim de garantir a ordem pública”, anotou Kalil. “O próprio planejamento do crime, conforme alegado pelas autoridades da persecução, revela que os acusados atuariam de forma a garantir a impunidade, neutralizando sinais de GPS, escondendo/destruindo elementos de convicção”

O juiz ressalta se tratar de “suposto cometimento de três crimes de natureza hedionda”, sendo dois homicídios triplamente qualificados contra Marielle e o motorista Anderson Gomes e um homicídio tentado duplamente qualificado contra a assessora Fernanda Chaves.

“Segundo a denúncia, eles teriam ceifado a vida de uma vereadora no exercício do mandato e seu motorista, mediante execução sumária, fatos imputados estes que, segundo a versão ministerial, apresentam uma gravidade concreta, considerando, em especial, o ‘modus operandi’ empregado nos delitos”, afirma Kalil.

Ao aceitar a denúncia, o magistrado destaca “ligações com suposta organização miliciana composta por policiais militares da ativa” para garantir a transferência de Lessa e Queiroz para unidade prisional federal de segurança máxima. O presídio deverá ser indicado pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen).

Kalil também determinou a perda de bens após constar que Lessa teria tentado ocultar o próprio patrimônio, incluindo diversas armas, dois automóveis, um deles no valor de R$ 150 mil. “Seu local de residência,um condomínio luxuoso na Barra da Tijuca, seria incompatível com seus proventos de policial militar reformado”, afirma o juiz. Fonte Pragmatismo.

 

 

Mãe dá comida na boca de filho de 13 anos com vício extremo em videogames após jogar 48 horas seguidas


Um vídeo mostrando uma mãe filipina alimentando uma adolescente de 13 anos, recentemente, tornou-se viral na internet, tendo quase 1 milhão de visualizações na postagem oficial.

A mulher, Lilybeth Marvel, de 37 anos, precisou ir até um cybercafé com um prato de comida para alimentar Carlito, seu filho, que estava jogando por 48 horas seguidas, sem parar nem mesmo para tomar água ou ir ao banheiro.

Lilybeth, que é de Nueva Ecija, nas Filipinas, percebeu que havia algo de errado com Carlito há dois anos, quando ele começou a ficar até tarde em um cybercafé perto de casa. As coisas pioraram com o passar do tempo, ao ponto em que o garoto agora passa o dia inteiro na frente da tela jogando o game “Battle Royale – Rules of Survival”.

Recentemente, ela foi filmada levando o alimento ao filho que já estava há mais de 48 horas sem comer. “Minha pobre criança… Aqui! Coma!”, disse ela no áudio do vídeo ao chegar perto do filho. “Você tem muito dinheiro. Pode demorar muito para voltar pra casa. Você precisa fazer xixi? Meu Deus, sinto tanta pena do meu filho”, lamentou a mãe.

Ao longo do vídeo, que dura três minutos, o garoto mal reconhece a presença da mãe. Sem olhar para ela, mantém os olhos na tela enquanto mastiga a comida que coloca em sua boca.

O vídeo reacendeu um debate sobre o vício em videogame e como os pais lidam com isso. Enquanto alguns usuários sentiam pena da mulher, a maioria a culpava por permitir o comportamento do filho, uma vez que não o levou para casa.

 

 

Depois que a filmagem se tornou viral, Lilybeth usou a internet para explicar que ela e o marido já haviam tentado uma abordagem mais dura e severa no começo, proibindo Carlito de sair para jogar. O garoto, no entanto, sempre encontrava maneiras de fugir, pulando a janela e saindo escondido. Agora, os pais então tentando fazer as coisas diferentes.

Eu costumava apenas reclamar sobre seus jogos online. Mas isso não funcionou. Então, estou tentando uma abordagem diferente“, disse Lilybeth. “Eu tento fazê-lo sentir que o que quer que esteja acontecendo em sua vida, eu sou sua mãe que o ama e cuida dele”.

Os pais precisaram tirar Carlito da escola, uma vez que costumava faltar escondido e não frequentava as aulas, tudo isso para ficar jogando. Eles disseram estar tentando administrar o vício, mas admitiram ser muito difícil e até pediram ajuda online por não saberem o que fazer.

O que é o vício em videogames?

Durante a reunião da 11º Classificação Internacional de Doenças (CID), a condição “Distúrbio de Games” foi incluída oficialmente como uma doença mental. Segundo classificações médicas atuais, é um problema de vício tão grave que a pessoa prefere fazer qualquer outra coisa do que sair de perto do videogame, se afastamento ou perdendo interesse por coisas corriqueiras da vida – até mesmo se alimentar, como neste caso.

Em alguns países já existe até clínicas de internação, não somente para viciados em games, mas também para pessoas com distúrbios de vício e compulsão pela internet – necessitando de auxílio medicamentoso, terapia e acompanhando de um psiquiatra. Veja o vídeo abaixo:

Fonte: Oddity Central ]

 

 

 

 

PT quer investigar Paulo Preto e feminicídio na Assembleia de SP, e tucanos escamoteiam


De acordo a matéria do DCM o conflito se estabeleceu entre governistas e oposição na Assembleia Legislativa de SP, dois dias após a posse dos novos deputados.

Para evitar incômodo ao governo, o PSDB colocou um exército se revezando na fila do protocolo desde sexta-feira:  é que, conforme o regimento interno, apenas cinco CPI’s podem funcionar simultaneamente.

Sozinhos, os tucanos protocolaram 11 pedidos.

A Bancada do PT protocolou quatro: CPI do Paulo Preto, Feminicídio, Renúncia Fiscal e da Cava Subaquática de Cubatão.

Paulo Preto foi um operador de corrupção nas obras do Rodoanel e é apontado com um agente operador no esquemas de superfaturamento de obras viários nos governos do PSDB no Estado.

A CPI do Feminicídio tem como motivação e escala de violência contra mulher e o número recorde de mulheres assassinadas no Estado de SP sendo que o governo Doria, segundo os deputados petistas, não apresenta ações e medidas governamentais para conter este fenômeno e, ainda, vetou o projeto de delegacias da mulher 24 horas.

Sobre a Renúncia Fiscal a Bancada tem denunciado que nos últimos anos o governo do Estado abriu mão de pelo menos R$ 20 bilhões sem informar aos deputados e sociedade paulista os critérios e a contrapartida das empresa beneficiadas.

E, por fim, a Cava Subaquática de Cubatão que apresenta um quadro temerário de risco de acidentes socioambiental.

Agora os deputados acompanham o processo de adesão às CPI´s. São necessárias 32 assinaturas autenticadas.

Nesta segunda, foram contabilizados 22 pedidos, mas ainda não há informações de quais temas serão alvos das Comissões de investigações.

Lula falava de igual para igual com os grandes líderes mundiais. Quanta diferença!


Por Ricardo Kotscho, no Balaio do Kotscho e para o Jornalistas pela Democracia

 

Durante dois anos, em 2003 e 2004, tive a oportunidade de viajar com Lula para 26 países, como secretário de Imprensa do ex-presidente.

Lula manteve encontros com os principais líderes mundiais da época e, com todos eles, falou de igual para igual, de forma altiva, serena e respeitosa, como se espera do presidente de um país soberano como o Brasil.

“Eles não são melhores nem piores do que eu. Não tenho medo de nenhum deles. Cada um tem que defender os interesses do seu país e é conversando que a gente se entende”, disse-me Lula, num intervalo da sua primeira viagem ao exterior, em janeiro de 2003.

Fomos ao Fórum de Davos, na Suíça, onde ele seria longamente aplaudido, ao final do seu discurso de meia hora, e não deixou nenhuma pergunta sem resposta.

Teve encontros com todos os presidentes e empresários que lhe solicitaram audiência, concedeu um sem número de entrevistas a jornalistas brasileiros e estrangeiros, não parou um minuto.

Na viagem de volta, ainda visitou a França e a Alemanha, e levou um susto em Berlim, quando, do lado de fora do palácio, começaram a gritar seu nome, já tarde da noite. Eram brasileiros aplaudindo seu presidente. O primeiro ministro alemão, cujo nome não me recordo, ficou encantado com a cena.

O presidente da França era o conservador Jacques Chirac, eleito no ano anterior numa campanha acirrada, em que Lula apoiou seu adversário, do Partido Socialista, o que fez nossa diplomacia temer pelo encontro.

Ao final de uma longa reunião-almoço, os dois já pareciam velhos amigos, na hora da conferência de imprensa, num salão superlotado de jornalistas do mundo inteiro.

Lula estava tão à vontade que, durante a fala de Chirac, ele me fez um sinal para ir falar com ele.

“Ricardinho, dá uma olhada naquela mulher de chapéu verde no fundo do salão… Você já viu mulher mais feia?”

Claro que os colegas brasileiros queriam saber o que de tão importante ele me falou no ouvido. Maior saia justa, mas escapei ileso com uma desculpa qualquer.

(Conheça e apoie o projeto Jornalistas pela Democracia)

Não era fácil ser assessor do Lula, que não seguia muito os protocolos e os horários, e parava no caminho para atender qualquer pessoa que queria falar com ele.

Nem parece que Lula e Jair Bolsonaro são do mesmo país. Quanta diferença!

Diante do comportamento sabujo e subalterno do atual presidente nos Estados Unidos, na sua primeira viagem oficial a outro país em quase três meses de mandato, Lula mandou um recado direto e duro para o capitão nesta segunda-feira, interpretando o sentimento da maioria dos brasileiros:

“Tem gente que confunde defender a soberania brasileira, independência e cabeça erguida com anti-americanismo. Está explicada a submissão atual. Ninguém respeita quem não se respeita”.

Antes mesmo de desembarcar, Bolsonaro tinha se vangloriado no Twitter de ser “o primeiro presidente brasileiro não anti-americano a visitar os Estados Unidos em muitos anos” e, suprema honra, ficar hospedado na Blair House, a casa oficial de hóspedes do governo americano.

Duas basófias, fake news, mentiras. Por acaso, Fernando Henrique Cardoso pode ser chamado de anti-americano? Pois ele, Dilma e Lula ficaram hospedados na mesma Blair House.

Além disso, todo mundo sabe que Lula tinha excelentes relações com George Bush e Barack Obama, os dois presidentes americanos com quem se encontrou durante seus dois mandatos.

Obama, como até Bolsonaro deve se lembrar, foi aquele que chamou Lula de “o cara”, dizendo que tinha inveja da popularidade dele.

Eram tão amigos os dois que saiam juntos de reuniões para fumar um cigarrinho escondidos do lado de fora.

Com posições políticas muitas vezes antagônicas, Bush e Lula se tratavam como velhos companheiros.

Certa vez, em Guadalajara, no México, se a memória não me falha, num encontro de presidentes da região, encontrei os dois conversando sozinhos, às gargalhadas, sem intérprete, no fundo do salão, quando as portas foram abertas.

Como ambos tinham dificuldades para falar inglês, perguntei depois ao nosso ex-presidente em que língua eles estavam conversando.

“Você sabe de onde é o Bush? Do Texas, pô. E onde fica o Texas? Não é encostado no México? Pois, então, falamos em bom portunhol…

Quando eu quis saber o assunto, Lula desconversou:

“E você acha que vou contar pra você assuntos de chefes de Estado?” E deu outra gargalhada.

Ao contrário da cara sempre sombria e tensa de Bolsonaro, Lula tirava essas viagens de letra, e até se divertia, lembrando de causos engraçados que aconteciam nas conversas de fim de semana no Alvorada ou no Torto.

Pois agora Bolsonaro quer passar como um panzer sobre as conquistas de Lula na área social e na política externa, como se estivesse à frente de um exército de ocupação para dizimar o adversário.

Na pajelança da extrema-direita deste domingo, na Embaixada do Brasil, parece que o capitão endoidou de vez.

Depois de dizer que o Brasil “caminhava para o comunismo” (com Michel Temer???), teve a coragem de dizer estas barbaridades à turma convocada por Olavo de Carvalho e Steve Bannon, seus dois gurus:

“O Brasil não é um terreno aberto onde nós pretendemos construir coisas para o nosso povo. Nós temos é que desconstruir muita coisa. Desfazer muita coisa. Para depois nós começarmos a fazer. Que eu sirva para que, pelo menos, eu possa ser um ponto de inflexão, já estou muito feliz”.

Que Deus nos livre e guarde diante desta ameaça.

Só espero que os americanos não o levem muito a sério. Ele não sabe o que diz.

Bem, eles são governados por Donald Trump…

Vida que segue. Fonte DCM.

 

 

 

Moro assina hoje acordos com FBI e Departamento de Segurança Nacional americano


 

Da Veja:

O ministro da Justiça, Sergio Moro, afirmou nesta segunda-feira, 18, que assinará ainda hoje dois acordos de cooperação e troca de informações com os Estados Unidos para o combate ao crime organizado e a lavagem de dinheiro. Os entendimentos serão fechados com o FBI e com o Departamento de Segurança Nacional americano.

“Há pontos de união, de convergência e esses encontros, além desses acordos, contribuem para que nós possamos atuar mais rapidamente nessas áreas”, disse Moro a jornalistas em Washington, onde acompanha a visita oficial do presidente Jair Bolsonaro aos Estados Unidos. “Informação é tudo. (Os acordos) são sobre casos criminais, sobre criminosos”, afirmou.

Segundo o ministro, na medida que as informações estiverem disponíveis entre os dois países, “ganham o Brasil e os Estados Unidos”

REVOLTA, REVOLTA E REVOLTA: POR WALTER SALLES


 

Por Walter Salles

Café com Leite Notícias: O título deste artigo parece de alguém que está  bastante revoltado e estou.  Quem viajar pelo país e começa a se deparar com as mazelas nas estradas e se sente castrado, no sentido de não ter a quem reclamar, não tem como não se revoltar.

Naturalmente que se a pessoa não estiver ligado nos seus direitos e deveres, vai fazer a viagem inteira e achar tudo muito normal. Vai logo dizer: “pior é viajar montado num Jumento e eu já viajei muito”.  Mas vamos seguindo em frente com a nossa viagem, que até o sul de Minas, região que viajei, se perde as contas da quantidade de pardais, (lombadas eletrônicas), que muitos a chamam de “chupa cabra”, mas que o nome mais coerente que se possa dar seria “Chupa Bolso do Trabalhador Brasileiro”. Pior é que em grande parte elas são apagadas, não piscam e qualquer distração do motorista, até mesmo por ter olhado uma paisagem ou uma conversa descontraída, ele se depara com o pardal e vamos frear bruscamente, podendo até ocasionar um acidente.  É muito comum se ver as marcas dos pneus no asfalto. Tudo isso em nome de arrecadar mais e mais verbas com o suor do trabalhador, pra que finalidade? O que fazem com o dinheiro das multas que hoje é uma renda bilionária para os cofres públicos.

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Aqui o limite é 30 km hora e quase não se vê o pardal armado

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As lombadas teriam que ser todas assim. Nesse caso o motorista só seria multado se não dirigisse prestando atenção na estrada

 

Tudo bem, segui a viagem com a minha família, ouvindo canções lindas para descontrair, esquecendo o terrorismo dos pardais, apenas dirigindo muito tenso, com o olhar mais no ar, para não perder de vista a “serpente armada para me dá um bote”.

Mais à frente, mas um fator chama a atenção. A estrada que liga Montes Claros a 040, que liga BH à Brasília, uma estrada de mão dupla, com 300 km de extensão, está recebendo uma grande obra, onde a construção está a todo vapor. Pois é. A construção aí é a dos pedágios, já que a estrada acaba de ser privatizada. O que mais revoltou, é que não se viu uma única obra sendo construída em todo percurso de 1500 km, mas em compensação os pedágios estavam em ritmo acelerado, acredito que hoje, dia 18 de Março, já esteja cobrando pra você ter o direito de trafegar naquela estrada.

 

Na Bahia a buraqueira imperou

A imagem pode conter: céu, árvore, nuvem, atividades ao ar livre e natureza

Na volta, já próximo a nossa terra, que é a linda e amável Maracás, depois do distrito de Suçuarana,  a estrada que liga Anagé à Chapada Diamantina, está uma buraqueira só. Como se diz por aí, a estrada parece uma peneira. Mas a ironia de tudo, é que em meio aquela buraqueira toda, que terminou fazendo os faróis do nosso carro apagarem, talvez foi um fusível ter se desprendido, a gente se depara com um posto da Polícia Rodoviária, o que multou o veículo por o mesmo está com os faróis apagados, acontecimento dentro dos buracos.

Conclusão: o cidadão pega a família, coloca no carro pra um passeio e termina se tornando uma tristeza. Fico imaginando os motoristas, que apesar de bons motoristas, moradores da zona rural que não tendo o costume com os pardais, corre o risco de numa viagem para São Paulo ou qualquer outro lugar distante, no retorno ter que vender o carro para pagar as multas. Se liguem, as “arapucas” estão armadas por todo país.

Walter Salles é fundador do Jornal Café com Leite, que está fazendo 30 anos de existência, também vem editando o Café com Leite Notícias digital.

Eduardo Bolsonaro ajudaria mais o governo parando de falar asneira, diz Malafaia


O pastor Silas Malafaia criticou o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) por ele ter afirmado que brasileiros em situação ilegal nos Estados Unidos são “uma vergonha” para o país.

Pelo Twitter, o pastor que é apoiador do presidente Jair Bolsonaro (PSL), afirmou não ter vergonha dos imigrantes ilegais e que essas pessoas são “trabalhadores que foram tentar a vida fugindo do desemprego”.

“EU SOU EXATAMENTE AO CONTRÁRIO DO QUE PENSA EDUARDO BOLSOBARO > Não tenho vergonha dos brasileiros ilegais q estão em diversas nações poderosas. Ñ são vagabundos nem pilantras, pelo contrário, trabalhadores q foram tentar a vida fugindo do desemprego. ISSO É A MAIORIA DELES!”, escreveu Malafaia na noite de ontem (17).

Malafaia afirmou ainda na rede social que o filho do presidente fala “asneira”.

“O FILHO DO PRESIDENTE, Eduardo Bolsonaro, ajudaria muito mais ao governo do seu pai, parando de falar asneira. Poderia ter ficado de boca fechada na questão dos imigrantes ilegais brasileiros. Não conhece a realidade da questão. A maioria, quase q absoluta, vai para trabalhar”, completou.

A fala de Eduardo Bolsonaro aconteceu no domingo (17) ao fim de um evento organizado pelo ex-estrategista do presidente norte-americano Donald Trump, Steve Bannon, em Washington. Esmael.

 

 

Nova moda? Homem remove parte interna das orelhas


Foto foi postada pelo especialista em body modification Chai Maibert

(Foto: Reprodução/Instagram/chaiatcalm)

O artista de modificação corporal (body modification artist) Chai Maibert viralizou após compartilhar um procedimento inusitado na última sexta-feira (15): a transformação de um cliente que pediu para remover a parte interna das orelhas.

No post, o artista explica que a alteração se chama “remoção de concha” e não causa nenhum dano auditivo, embora possa provocar alguma confusão no começo da adaptação: “Para esclarecer alguns fatos, este procedimento não te deixa surdo. Pode atrapalhar a identificar a direção da qual o som está vindo nas primeiras semanas até que sua mente se ajuste às novas orelhas”.

Ainda segundo Chai, essa modificação aumenta a percepção auditiva de sons que estão atrás da cabeça. “Ouvir atrás vai de fato melhorar”, explica, e acrescenta: “Nossos ouvidos não ‘capturam’ o som como há muitos anos, quando eram maiores, por isso temos que criar um ‘ouvido’ maior, colocando nossas mãos ao redor do ouvido para ouvir melhor”.

O procedimento foi realizado no estúdio de Chai, o CALM Body Modification, que fica em Estolcomo, a capital da Suécia.

Leia a íntegra da carta de Lula ao Encontro Nacional Lula Livre


Meus amigos e minhas amigas,

Quero, em primeiro lugar, agradecer a solidariedade e o carinho que tenho recebido do povo brasileiro e de lideranças de outros países, neste quase um ano em que me encontro preso injustamente. Agradeço especialmente aos companheiros da vigília em Curitiba, que me confortam todos os dias, aos companheiros que constituem os comitês Lula Livre dentro e fora do Brasil, aos advogados, juristas, intelectuais e cidadãos democratas que se manifestam pela minha libertação.

A força que me faz resistir a essa provação vem de vocês e da convicção de que sou inocente. Mas resisto principalmente porque sei que ainda tenho uma missão importante a cumprir neste momento em que a democracia, a soberania nacional e os direitos do povo brasileiro são ameaçados por interesses econômicos e políticos poderosos, inclusive de potências estrangeiras.

Como sempre fiz em minha vida, e lá se vão mais de 45 anos de atividade sindical e política, encaro essa missão como um desafio coletivo. A luta que faço para ter um julgamento justo, em que minha inocência seja reconhecida diante das provas irrefutáveis da defesa, só faz sentido se for compreendida como parte da defesa da democracia, da retomada do estado de direito e do projeto de desenvolvimento com inclusão social que o país quer reconstruir.

A cada dia que passa fica mais claro para a população e para a opinião pública internacional que fui condenado e preso pelo único motivo de que, livre e candidato, seria eleito presidente pela grande maioria da população. Minha candidatura era a resposta do povo ao entreguismo, ao abandono dos programas sociais, ao desemprego, à volta da fome, a todo o mal implantado pelo golpe do impeachment. É uma luta que temos de levar juntos, em nome de todos.

Para me tirar das eleições, montaram uma farsa judicial com a cobertura dos grandes meios de comunicação, tendo a Rede Globo à frente. Envenenaram a população com horas e horas de noticiário mentiroso, em que a Lava Jato acusava e minha defesa era menosprezada, quando não era simplesmente censurada. A Constituição e as leis foram desrespeitadas, como se houvesse um código penal de exceção, só para o Lula, no qual meus direitos foram sistematicamente negados.

Como se não bastasse me prender, por crimes que jamais cometi, proibiram que eu participasse dos debates e das sabatinas no processo eleitoral; proibiram minha candidatura, contrariando a lei e a ONU; proibiram que eu desse entrevistas, proibiram até que eu comparecesse ao velório de meu irmão mais velho. Querem que eu desapareça, mas não é de mim que têm medo: é do povo que se identifica com nosso projeto e viu em minha candidatura a esperança de recuperar o caminho de uma vida melhor.

Dias atrás, ao me despedir do meu querido neto Arthur, senti todo o peso da injustiça que atingiu minha família. O pequeno Arthur foi discriminado na escola por ser meu neto e sofreu muito com isso. Então, prometi a ele que não vou descansar até que minha inocência seja reconhecida num julgamento justo.

Na emoção daquele momento, recordo-me de ter dito: “Vou te mostrar que os verdadeiros ladrões são os que me condenaram”. Pouco depois, o jornalista Luís Nassif revelou ao público o acordo ilegal e secreto entre os procuradores da Lava Jato, a 13a. Vara Federal de Curitiba, o governo dos Estados Unidos e a Petrobras, envolvendo uma quantia de 2,5 bilhões de reais.

Essa quantia foi tomada à maior empresa do povo brasileiro por uma corte de Nova Iorque, com base em delações levadas a eles pelos procuradores do Brasil. 
E eles foram lá aos Estados Unidos, com a cobertura do então procurador-geral da República, para fragilizar ainda mais uma empresa que é alvo de cobiça internacional.

Em troca dessa fortuna, a Lava Jato se comprometeu a entregar ao estrangeiro os segredos e informações estratégicas da nossa Petrobras.

Não se trata de convicções, mas de provas concretas: documentos assinados, atos de ofício de autoridades públicas. Estes moralistas sem moral ocupam hoje altos cargos no governo que só foi eleito porque eles impediram minha candidatura. Mas quem está preso é o Lula, que nunca foi dono de apartamento nem de sítio, que nunca assinou contratos da Petrobras, que nunca teve contas secretas como essa fundação que foi descoberta agora.

Mais do que manifestar indignação com esses fatos, quero dizer a vocês que o tempo está revelando a verdade. Que não podemos perder a esperança de que a verdade vencerá, e ela está do nosso lado. Por isso, peço a cada um e a cada uma que fortaleçam cada vez mais a nossa luta pela democracia e pela justiça. E só vamos alcançar esses objetivos defendendo os direitos do povo e a soberania nacional, porque foi contra estes valores que fizeram o golpe e interferiram na eleição. Foi para entregar nossas riquezas e reverter as conquistas sociais. Que os comitês Lula Livre tenham isso bem claro e atuem cada vez mais na sociedade, nas redes, nas escolas e nas ruas.

Tenho fé em Deus e confiança em nossa organização para afirmar com muita certeza: nosso reencontro virá. E o Brasil poderá sonhar novamente com futuro melhor para todos.

Muito obrigado, e vamos à luta, companheiros e companheiras.

Um grande abraço do

Luiz Inácio Lula da Silva”

Curitiba, 16 de março de 2019