China fecha escolas e interrompe transporte público após novo surto de Covid-19


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Cidades da China fecham escolas e impõem restrições de viagem após aumento de casos de coronavírus. Novo surto em Pequim foi localizado em um mercado atacadista de alimentos
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Pequim proibiu que pessoas de alto risco deixem a cidade e limitou o transporte público nesta terça-feira (16) para deter a disseminação da alta mais grave nos casos de coronavírus desde fevereiro, o que provocou o temor de uma segunda onda de infecções.

A comissão de educação de Pequim determinou o fechamento das escolas da capital, em meio ao novo surto de coronavírus nesta cidade de 21 milhões de habitantes.

Em sua conta na rede social WeChat (o aplicativo de conversa mais popular na China), a comissão informou que todas as escolas vão retomar o ensino remoto a partir de quarta-feira. As universidades também devem suspender a volta dos alunos.

O polo financeiro de Xangai exigiu que alguns viajantes de Pequim passem duas semanas em quarentena, já que 27 casos novos de Covid-19 elevaram o surto atual da capital para 106 desde quinta-feira (11).

O coronavírus foi identificado pela primeira vez em um mercado de frutos do mar de Wuhan, capital da província chinesa central de Hubei, e se espalhou pelo mundo desde então, infectando mais de 8 milhões de pessoas e matando mais de 436 mil.

O novo surto em Pequim foi localizado no grande mercado atacadista de alimentos de Xinfadi, no sudoeste da cidade, onde milhares de toneladas de vegetais, frutas e carne trocam de mãos todos os dias.

Até segunda-feira, Pequim havia designado 22 bairros como áreas de risco médio, exigindo que eles sujeitem as pessoas ingressando a medições de temperatura e registros.

Os chamados grupos de alto risco de Pequim, incluindo pessoas que têm contato próximo com casos confirmados, não têm permissão de sair da cidade, noticiou a mídia estatal, citando autoridades municipais.

Todos os táxis e serviços de transporte com carro particular com destinos fora da capital foram suspensos, assim como algumas rotas de ônibus de longa distância entre Pequim e as províncias vizinhas de Hebei e Shandong.

Ao menos três serviços de traslado de ônibus de Hebei e outro da Mongólia Interior ao Aeroporto Capital de Pequim, polo de trânsito regional, foram suspensos. Os serviços de ônibus de Hebei a Daxing, o outro grande aeroporto de Pequim, foram reduzidos.

Alguns serviços de ônibus de longa distância de Pequim a Hebei também foram interrompidos. As rodovias que deixam a capital permaneceram abertas.

Preocupadas com os riscos de contágio, muitas províncias impuseram exigências de quarentena para visitantes vindos de Pequim. Nos últimos três dias, Hebei, Liaoning e Sichuan relataram casos novos ligados ao mercado atacadista da capital.

Ainda nesta terça-feira, Xangai começou a exigir que os viajantes de companhias áreas chinesas de risco médio a alto de Covid-19 se submetam a 14 dias de quarentena.

Embora não esteja em um isolamento como o de Wuhan, Pequim entrou em modo de “tempos de guerra” no nível distrital – bairros instituíram postos de verificação 24h, fecharam escolas e proibiram banquetes de casamento.Fonte:PragmatismoPolítico

 

 

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Whindersson vai construir dois teatros no Piauí: cultura pra população


Whindersson e Tirullipa - Fotos: reprodução e divulgação
Whindersson e Tirullipa – Fotos: reprodução e divulgação

Whindersson Nunes anunciou a realização de um sonho antigo: o humorista e influenciador digital informou nas redes sociais que vai construir dois teatros no Piauí.

Whindersson explicou que uma das casas será em Bom Jesus, sua cidade natal e a outra em Teresina, na capital do estado para levar artistas ao estado e oferecer cultura à população.

“É com muita emoção que eu vou anunciar um dos meus sonhos sendo realizados. Vou construir dois teatros no Piauí, um na minha cidade (100 lugares) e um na capital (700 lugares). O da minha cidade vai se chamar Teatro Tirullipa do Humor Piauiense, porque o Tirullipa para mim não é uma pessoa, é um estilo de vida. Quero que comediantes queiram se apresentar em minha cidade, quero entretenimento para o meu povo…. Comediantes de primeira viagem poderão se apresentar de graça pela primeira vez”, disse Nunes, no Twitter na última sexta, 5.

“O teatro da capital se chamará Teatro Dirceu Andrade, humorista piauiense que admiro muito e não vou esperar ninguém morrer para homenagear depois de morto não, é vivo e pronto”, afirmou.

Gratidão

Os comediantes Dirceu Andrade e Tirulipa agradeceram pelas redes sociais.

No seu Instagram, Tirulipa publicou: “Homenagem mais linda, pura, verdadeira e gratificante que um amigo possa oferecer ao outro. Além de ser um gesto nobre e de solidariedade para a classe humorística, pois nova safra de comediantes virão e você com sua generosidade abrirá portas para eles serem alguém na vida como você foi e é”.

O comediante piauiense Dirceu Andrade também agradeceu:

“Que linda homenagem, ainda mais que é mais um teatro para nossa cidade. Eu que sou de Piripiri, mas me sinto de Teresina porque moro aqui há 33 anos”, disse no Instagram.

“Nós artistas precisamos de um palco, porque além de expor ao público nosso trabalho, é com as apresentações que a gente aperfeiçoa. No Piauí, temos grandes companhias de teatro, atores, humoristas que precisam de espaço pra fazer isso. Independente do teatro ter o meu nome, estou bastante emocionado pela iniciativa”, falou o comediante.

Projetos

Whindersson anunciou que o Teatro Dirceu Andrade terá capacidade para 700 pessoas.

Ele contou que está usando a quarentena para arquitetar e desenhar os projetos dos teatros.

Após o isolamento, ele pretende iniciar as obras.

Whindersson explicou que os dois espaços serão construídos a partir de outros teatros que foram demolidos ou abandonados, preservando a história do Piauí.

“Você saberá de qual teatro destruído é a poltrona que está sentado. Como uma espécie de santuário do teatro. Para as pessoas saberem como a arte pode mudar sua vida assim como a minha.”

Com informações da Folha de Pernambuco e G1

Prefeito fecha Porto da Barra até Ondina após vídeo de aglomeração


Prazo inicial da interdição é de sete dias, válido a partir de terça

[Prefeito fecha Porto da Barra até Ondina após vídeo de aglomeração]
Foto : Jefferson Peixoto/Secom PMS

A Orla da Barra, em Salvador, será fechada a partir de amanhã (16). O anúncio foi feito hoje pelo prefeito ACM Neto, que determinou um prazo inicial de sete dias para a restrição. De acordo com o gestor, a interdição será do Porto até Ondina e foi motivada após imagens circuladas ontem, que mostravam aglomerações na região.

“Após as imagens divulgadas ontem pela imprensa, nós tomamos essa decisão. É muito ruim ter que ser o chato, ter que puxar a orelha, mas não tem jeito, infelizmente. Fazer aglomeração no Farol, gerar multidão nas ruas, é injustificável”, disse o prefeito.

Neto explicou ainda que somente moradores que cheguem de carro poderão circular no percurso. Ele ainda reiterou que o fechamento não inclui todo o bairro, apenas o trecho da orla, e que o acesso a outros cidadãos será liberado apenas para ida ao Hospital Espanhol. Fonte;Metro1

 

A briga na lama das duas loiras: Sara e Joice


Afinal, quem é Sara Winter?

Sara Winter

A reação de Sara Fernanda Giromini, a Winter, a um comentário de Joice Hasselmann dá a dimensão do nível da miliciana. Em resposta a um comentário inadequado, em que foi chamada de “vagabunda”, Sara disse que a oponente é vagabunda, gorda como uma leitoa e que, no passado, foi projeto de punheta para os “imbecis da direita que não comem uma mulher”. Confira você.

Joice Hasselman liga suposta demissão de Moro a processo de Flávio ...

Joice Hasselmann

Ah, ela disse que deixou de ser vagabunda depois que voltou para a igreja. Deve ter aprendido coisas bacanas com seu padre ou pastor.

Xiii, deu ruim para louca. Ontem tava me toda bancando uma de galo de briga. Hoje ta mansinha vendo o sol nascer quadrado. Tem q apodrecer na cadeia Veja o vídeo aqui https://t.co/O3CDrpdsct

Fonte DCM

 

 

Polícia Federal prende Sara Winter e mais cinco em investigação sobre atos antidemocráticos, em Brasília


Por Márcio Falcão, Marília Marques e Brenda Ortiz, TV Globo e G1 DF


A apoiadora do presidente Jair Bolsonaro Sara Winter defende o armamento da população e já publicou nas redes sociais fotos com revólveres — Foto: Sara Winter/Twitter/Reprodução

Sara Winter é acusada de atuar em crimes contra Lei de Segurança Nacional

A Polícia Federal prendeu a ativista Sara Winter e cumpre mandado de prisão de outras cinco pessoas investigadas por exercerem atos antidemocráticos, em Brasília, na manhã desta segunda-feira (15). A prisão foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

Winter é chefe do grupo 300 do Brasil, de apoio ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido). O outros 5 que tiveram prisão autorizada pelo STF, também são ligados ao grupo. Segundo a investigação do caso, eles são suspeitos de organizar e captar recursos para atos antidemocráticos, e de crimes contra a Lei de Segurança Nacional.

O grupo 300 do Brasil se define como militância organizada de direita. Ele foi responsável por um acampamento montado na Esplanada no início de maio e desmobilizado no último fim de semana. Em uma entrevista à BBC Brasil, Sara reconheceu a existência de armas entre os ativistas.

“Em nosso grupo, existem membros que são CACs (sigla para Colecionador, Atirador e Caçador), outros que possuem armas devidamente registradas nos órgãos competentes. Essas armas servem para a proteção dos próprios membros do acampamento e nada têm a ver com nossa militância”, afirmou na ocasião.

Ao pedir o fim do acampamento, o Ministério Público do DF tratou o grupo dos 300 como milícia armada, o que é proibido pela Constituição.

Sara Winter e Jair Bolsonaro em foto postada por ela em 2 de maio em uma rede social  — Foto: Reprodução/Facebook

Sara Winter e Jair Bolsonaro em foto postada por ela em 2 de maio em uma rede social — Foto: Reprodução/Facebook

Renata Tavares, advogada de Sara Winter, chegou à superintendência por volta das 9h30 desta segunda-feira, e disse a ativista “está super tranquila”. “Como defesa, vamos impetrar um habeas corpus. Vamos lutar de todas formas porque estamos vendo que isso é uma prisão política”, afirmou.

Integrantes do grupo 300 participaram de ato no último sábado (13), quando manifestantes lançaram fogos de artifícios contra o prédio do STF. Em 30 de maio, Sara chefiou uma manifestação com referências a grupos neonazistas e de supremacistas brancos americanos, na Esplanada dos Ministérios.

Em um vídeo gravado em frente ao STF, Sara conclama manifestantes a acamparem em frente à casa do ministro do STF, Alexandre de Moraes, e xinga o ministro. “A gente sabe onde o Alexandre de Moraes mora, a gente vai acampar lá na frente. Pessoal de São Paulo, saiam da Alesp, acampem na frente da casa do Alexandre de Moraes”, afirmou.

Veja matéria mais completa no G1

General Ramos descarta golpe, mas disse que se esticarem muito a corda ela pode quebrar


Luís Eduardo Ramos

Ao ser perguntado em entrevista para as páginas amarelas da Revista Veja, publicada nesta sexta-feira (12), sobre a possibilidade de um golpe militar no Brasil, o ministro chefe da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos, afirmou que “é ultrajante e ofensivo dizer que as Forças Armadas, em particular o Exército, vão dar golpe, que as Forças Armadas vão quebrar o regime democrático. O próprio presidente nunca pregou o golpe”.

Luiz Eduardo Ramos, no entanto, disse que “o outro lado tem de entender também o seguinte: não estica a corda”.

O general é quem controla as indicações para os cargos mais importantes, a aliança com o Centrão. Por ser general da ativa, também desperta algumas teorias conspiratórias que serviram de mote para os protestos do fim de semana.

Ele esteve disfarçado, de gorro e máscara, nas manifestações do último domingo contra o presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido-RJ) e ouviu chamarem Bolsonaro de fascista e nazista. “O Hitler exterminou 6 milhões de judeus. Fora as outras desgraças. Comparar o presidente a Hitler é passar do ponto, e muito. Não contribui com nada para serenar os ânimos”.

O general afirmou também que o impeachment do presidente “não é pertinente para o momento que estamos vivendo. O Rodrigo Maia (presidente da Câmara) já disse que não tem nenhuma ideia de pôr para votar os pedidos de impeachment contra Bolsonaro. Se o Congresso, que historicamente já fez dois impeachments, da Dilma e do Collor, não cogita essa possibilidade, é o TSE que vai julgar a chapa irregular? Não é uma hipótese plausível”.

Ramos lembra que foi muito criticado, “inclusive pelos meus companheiros de farda” quando participou ao lado de Bolsonaro de manifestação que pedia, entre outras coisas, o fechamento do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Congresso. “Não me sinto bem. Não tenho direito de estar aqui como ministro e haver qualquer leitura equivocada de que estou aqui como Exército ou como general. Por isso, já conversei com o ministro da Defesa e com o comandante do Exército. Devo pedir para ir para a reserva. Estou tomando essa decisão porque acredito que o governo deu certo e vai dar certo. O meu coração e o sentimento querem que eu esteja aqui com o presidente”.

Ramos ainda criticou decisão do ministro Celso de Mello, “que me mandou depor debaixo de vara, digo que a respeito, porque decisão judicial não se discute, se cumpre. Mas me incomodou, porque acho que foi desnecessário. Não precisava”. Ele lembra que o mesmo ocorreu com o pedido de apreensão do aparelho celular do presidente da República. “Isso gerou um calor desnecessário entre as instituições”, disse.

“Além disso, vazou a mensagem de WhatsApp em que o ministro do Supremo comparou o presidente Bolsonaro ao Hitler e os seus seguidores a nazistas. Isso contribui para o clima de diálogo e para buscar uma harmonia entre os poderes? Acredito que não. Aí, o presidente sobe no cavalo e todo mundo critica. São sinais trocados. É preciso superar esse ambiente de histeria”, alertou.

Fonte Fórum

JUIZ NÃO ACEITA ARQUIVAMENTO DO INQUÉRITO CONTRA FLÁVIO BOLSONARO


Não é 'esculacho', é a lei - Sincovaga

O inquérito eleitoral que investiga se o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) cometeu os crimes de lavagem de dinheiro e falsidade ideológica eleitoral por incongruências em suas declarações de bens à Justiça Eleitoral passará das mãos do Ministério Público do Rio (MP-RJ) para as do Ministério Público Federal (MPF) no estado.

A decisão é do juiz Flávio Itabaiana, titular da 204ª Zona Eleitoral, onde o caso tramita, e ocorreu o último dia 3, depois que o MP-RJ mudou sua posição anterior de dar prosseguimento às investigações. A defesa do senador entrou com mandado de segurança na Justiça para ter acesso aos autos.

Em março, a Polícia Federal, que participou das investigações, enviou à Justiça um relatório defendendo o arquivamento do caso. No início de maio, o promotor Alexandre Themístocles, titular do MP-RJ junto à 204ª Zona Eleitoral, discordou desse relatório, defendendo o prosseguimento das investigações e solicitando o apoio do Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção (Gaecc) do MP-RJ, cujos promotores atuam no caso das suspeitas de “rachadinha” no antigo gabinete de Flávio na Alerj.

No fim do mês passado, porém, Themístocles reviu sua posição, pedindo o arquivamento do caso. Procurado, o MP não retornou. Com a decisão do juiz Itabaiana, o caso ficará com a 2ª Câmara Criminal do MPF.

Fonte DCM

Record acusa homem de agiota, família não gosta e o clima esquenta ao vivo


 

Veja vídeo no final da matéria: O programa Cidade Alerta, da TV Record, voltou a causar polêmica nesta terça-feira (9). Enquanto cobria um assassinato, a repórter Luiza Zanchetta acusou, com base em relatos de vizinhos, o homem morto de ter sido agiota em vida. A informação revoltou a família, que disse que o morto foi acusado sem provas.

Os familiares e vizinhos chegaram a avançar contra a repórter e o cinegrafista José Filho. Após ameaças e um desabafo da filha órfã, Luiz Bacci pediu desculpas ao vivo pelo erro.

A reportagem e a forma como o progrma abordou o caso também revoltou o público. Na manhã desta quarta-feira (10), a hashtag “Record lixo” era o assunto mais comentado das redes sociais.

“Eles estão aqui um tanto revoltados porque nós temos a informação de que ele empresta dinheiro a juros… desculpa, por favor, não precisa de agressão”, disse Luiza Zanchetta, sendo interrompida por um rapaz.

“Você está falando merda!”, esbravejou. “Ninguém está ofendendo ninguém”, retrucou a jornalista. “Está falando merda, está falando coisa que não deve”, insistiu ele. “Você está impedindo o nosso trabalho”, rebateu Luiza Zanchetta.

“Ele emprestou dinheiro para você?”, questionou o rapaz. “Nós temos informações de vizinhos que confirmam isso”, respondeu a repórter. “Todo mundo deu informação para vocês falarem bosta?”, criticou o homem. Luiz Bacci interveio na discussão indignado com o ataque à sua colega.

“Eu peço, por favor, ao cinegrafista que está com a Zanchetta, pode mostrar quem está tentando agredir a nossa reportagem. A arma que nós temos é a câmera”, disse o apresentador, irritado com a passividade dos policiais durante a cena. Ele ainda orientou a jornalista a pedir que a polícia prenda o rapaz em flagrante.

Vídeo incorporado
Desabafo de filha

Amanda, filha da vítima, foi entrevistada ao vivo e desabafou sobre a cobertura da Record, classificada como “desrespeitosa” e “irresponsável”. Aos prantos, ela ainda corrigiu a repórter, que errou o nome do pai dela.

“O meu pai, eu perdi meu pai hoje e não estou vendo um pingo de respeito aqui, vocês falando que ele é agiota, gente! Como assim, qual é essa informação? Da onde vocês tiraram isso, por favor? Eu acho que vocês têm que ter um pingo de consideração!”, disse a filha do homem morto. Após publicidades continua a matéria.

 

A jornalista tentou interromper a fala: “Amanda, vamos focar no mais importante, que é descobrir quem matou o seu pai”. Bacci quis saber de onde surgiu a informação de agiotagem, e a repórter errou o nome da vítima: “A polícia não confirma essa informação, Bacci, mas eu conversei com vizinhos que conhecem bem o Josenildo…”.

O erro irritou ainda mais a filha: “Nem o nome vocês estão passando direito, gente, como vocês vão passar a profissão do meu pai? Meu pai tinha casa de aluguel… e o nome dele é Josivaldo”. Zanchetta se corrigiu: “Josivaldo, perdão, erro meu”. Porém, manteve a apuração obtida por meio da vizinhança.

“Vizinhos disseram que ele emprestava dinheiro a juros…”, afirmou a repórter, sendo interrompida mais uma vez pela filha de Josivaldo. Enquanto a discussão ao vivo acontecia, o Cidade Alerta trocava a legenda na TV, trocando “agiota” por “Josenildo” e, depois, “homem”.

“Eu não sei nem o nome desses vizinhos, para começo de conversa. O único vizinho que conheço é esse da frente”, falou Amanda. “Tudo bem, mas você concorda que a gente não pode descartar essa possibilidade”, insistiu Zanchetta.

Neste momento, a filha da vítima desabafou contra a emissora: “Vocês não podem afirmar uma coisa. De repente, vocês vêm com suposições de vizinho? Achei que o jornalismo da Record era mais responsável”.

Bacci interrompeu a crítica da filha de Josivaldo: “Amanda, eu entendo a sua dor. Nós chegamos agora aí. É claro que é o de menos se ele era ou não agiota…”. Ela continuou inconformada.

“Sim, mas acho que há um pingo de respeito que tem que ter, pô, eu estou sentindo uma dor aqui, cara, não sei se você tem o seu pai ou não. Mas tiraram a vida do meu pai, gente, e vocês vêm falar essas merdas!”, respondeu ela a Bacci.

Pedido de desculpas
Em outro momento, o rapaz que avançou contra a equipe da Record concordou em pedir perdão, mas exigiu que a emissora retire a ameaça de registrar um Boletim de Ocorrência (B.O.) contra ele, e um novo confronto aconteceu.

“Eu peço desculpas pelo que falei. Eu retiro pelo momento que eu tive de exaustão, só que eu quero que você peça desculpas em rede nacional porque você falou que eu agredi alguém aqui, e eu quero que você retire que vai fazer um B.O. contra mim pelo fato de eu ter agredido”, propôs o homem.

Bacci, ao ouvir a fala, negou o trato: “Não, nós não vamos retirar, desculpa”. Luiza Zanchetta defendeu a acusação: “Nós temos imagens”. O rapaz discutiu com a jornalista.

“Está todo mundo de prova. Eu quero que você vá por as imagens que eu estou agredindo alguém”, afirmou. “Está agredindo a nossa equipe”, retrucou o apresentador. “O Bacci assistiu a tudo”, reforçou a repórter, mas o homem o criticou: “Tudo bem, ele assistiu o que não existiu. A única coisa que eu fiz foi colocar a mão na frente da câmera pela falta de respeito”.

Preocupado, Bacci pediu reforço policial e foi atendido. “Nossa intenção é garantir a cobertura da imprensa, permitir que se possa fazer o trabalho de vocês”, disse o tenente Guedes ao apresentador, por telefone.

Minutos depois, Bacci conversou com a irmã do rapaz que se irritou contra a jornalista, identificada como Viviane, e pediu desculpas por ter acusado a vítima de ser agiota sem provas.

“Eu peço desculpas pela abordagem como agiota, nós vamos tratar como suspeito, como deve ser realmente, porque até que a polícia e a Justiça concluam se é agiota ou não existe uma distância. Se fosse outro repórter mais esquentado, levaria isso para a frente, para a polícia, iria dar a maior dor de cabeça, e eu sei que é um homem que, só de ter reconhecido o erro parece ser um cara gente boa, um cara da paz”, afirmou o apresentador.

“Ele, nervoso por ter muito contato com todo mundo da família, foi sim pedir desculpas, eu mesmo falei para ela que ele queria pedir. Como você também já se desculpou a respeito do que a polícia apurou, eu também fico agradecida e falo em nome da família, porque é uma situação muito difícil perder um ente querido. Mais uma vez, peço desculpas para a repórter por tudo que aconteceu e que vocês saiam daqui e continuem fazendo o trabalho de vocês. Obrigado, Bacci”, falou a mulher.

Com informação do Correio

Bolsonaro recria Ministério das Comunicações e o ministro será o genro de Sílvio Santos


Jair Bolsonaro anunciou desmembra o Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e nova pasta irá para o deputado Fábio Faria (PSD), que é casado com a apresentadora Patrícia Abravanel, filha de Silvio Santos, dono do SBT

Jair Bolsonaro anunciou nesta quarta-feira (10) a recriação do Ministério das Comunicações. O novo ministro será o deputado Fábio Faria (PSD-RN). Ele é casado com a apresentadora Patrícia Abravanel, filha de Silvio Santos, dono do SBT.

“Nesta data, via MP, fica recriado o Ministério das Comunicações a partir do desmembramento do Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. Para a pasta foi nomeado como titular o Deputado Fabio Faria/RN”, publicou Bolsonaro no Facebook.

O anúncio representa uma perda de prestígio político para o ministro Marcos Pontes, titular da pasta da CIência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

 

 

Bolsonaro em queda: Nova pesquisa aponta 47% de ruim e péssimo para Bolsonaro e apenas 28% de ótimo e bom


Brasília - DF. 21-05-2020

Nova pesquisa do DataPoder360 informa que Jair Bolsonaro tem desaprovação crescente. A pesquisa foi realizada entre 8 a 10 de junho de 2020, com 2.500 pessoas de todas as regiões do País. A pesquisa afirma que 47% avalia Bolsonaro como ruim/péssimo. Duas semanas atrás, a taxa era de 44%. Os que acham o trabalho bom/ótimo manteve-se em 28%.

A pesquisa também mostra que ele é mais rejeitado pelas mulheres. Enquanto 35% dos homens avaliam que Bolsonaro faz um trabalho bom ou ótimo, entre as mulheres, o percentual cai para 22%. A rejeição entre homens, por sua vez, é de 44% e, entre as mulheres, 50%.

Fonte 247.

Mulher vítima de violência doméstica chama a polícia e apanha dos PMs


Vídeo mostra mulher sendo agredida por PM. Foto: Reprodução

Publicado originalmente na Ponte:

Por Caê Vasconcelos

Imagine a situação. Você, mulher, sofre violência doméstica. Seu irmão é seu agressor. Com medo de perder a vida, você aciona a Polícia Militar. Mas, quando a força policial chega, você sofre outra agressão. Dessa vez, quem te agride é o PM que você chamou para te proteger. Após publicidade continua a matéria.

Isso aconteceu com uma jovem moradora de Presidente Prudente, município a 554 km da cidade de São Paulo, na noite de 23 de março, logo no início do isolamento social para contenção da pandemia do coronavírus.

Nesse primeiro mês, segundo estudo do Núcleo de Gênero do Ministério Público de São Paulo, a violência doméstica aumentou 29% no estado. No mesmo período, as prisões em flagrante por descumprimento de medida protetiva cresceram 51%.

Um vídeo divulgado nesta semana mostra o momento em que a vítima conversa com um policial militar. O motivo das agressões do PM teria sido a forma com que a jovem questionou o policial: “não fazer o B.O.? Não vou levar meu irmão?”. Como resposta, ela recebeu cacetadas.

Também é possível ver o momento em que a jovem é colocada na parte de trás da viatura, onde foi levada para a delegacia, de pijama, descalça e sem documentos.

Não foi a primeira vez que a jovem chamou a polícia para denunciar a violência doméstica que ela e sua mãe sofrem com frequência de seu irmão. A jovem está sendo acompanhada por duas advogadas que, assim como a vítima, preferem não se identificar ou conceder entrevistas por medo de retaliações.

A advogada Aline Escarelli, que está auxiliando a mobilização de caso, relatou à Ponte que quando chegou na delegacia se deparou com o B.O. pronto. As informações escritas ali eram de desacato, não de violência doméstica, como ela esperava. Com isso, veio a recusa de assinar o documento e a exigência de abrir um registro correto: por violência doméstica e abuso policial.

Só no dia seguinte, na Delegacia da Mulher, a jovem conseguiu registrar a queixa de violência doméstica e contra os policiais. O boletim de ocorrência de abuso policial gerou um inquérito que corre na Polícia Civil de Presidente Prudente.

Posteriormente, as advogadas da vítima protocolaram uma queixa crime, solicitando proteção da vítima, enquadramento do PM por denunciação caluniosa e outros outros delitos, como prevaricação e cárcere privado.

“Ela fez exame de corpo de delito, que apontou as agressões. Depois do ocorrido, a jovem mudou de cidade. O inquérito de violência doméstica foi concluído, mas nenhuma medida protetiva foi concedida à vítima até agora”, explicou Escarelli.

A advogada define como “dupla violência” o que a vítima sofreu. “Temos a violência doméstica, intensificada pela pandemia, e temos a violência do Estado, que é o maior violador de direitos humanos”, pontuou.

“Ficou vidente, para nós, que continuamos com um sistema de Justiça que é violento, tanto na delegacia quanto na rede que, em regra, tinha que atender, acolher e ter uma escuta qualificada com essa vítima”, lamentou Escarelli.

Para o advogado Ariel de Castro, conselheiro do Condepe (Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana), a ação mostrou um “total despreparo dos policiais”. “Ao invés de proporcionar proteção, ela foi revitimizada pelos PMs, o que inibe outras mulheres a chamarem a polícia em situação similares”.

Outro lado

A reportagem procurou a Secretaria da Segurança Pública, por meio da assessoria terceirizada InPress, e a assessoria da Polícia Militar para questionar a ação dos PMs.

Em nota, a pasta informou que o crime está sendo investigado por meio de inquérito policial, pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Presidente Prudente – relatada ao Poder Judiciário neste mês. “Já o desacato e o possível abuso de autoridade são investigados pela Central de Polícia Judiciária (CPJ) do município e também pela Polícia Militar, que instaurou um Inquérito Policial Militar (IPM) para apuração dos fatos. As diligências prosseguem”, diz a nota.

Ponte também consultou o Tribunal de Justiça de SP para entender por qual motivo a medida protetiva ainda não foi dada e aguardamos uma resposta.

Fonte DCM, porém a matéria original é da Ponte

Governador do Rio de Janeiro perde de 69 a 0 e abertura de impeachment será inevitável


Eleito governador do RJ é ex-magistrado e articulou candidatura por três  anos - 28/10/2018 - Poder - Folha

O presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), André Ceciliano (PT), anunciou nesta quarta-feira (10) a abertura do processo de impeachment do governador Wilson Witzel após consultar os deputados estaduais.

Por unanimidade, os 69 parlamentares votantes na sessão da Alerj defenderam a tramitação de um dos onze pedidos que se acumulavam na casa legislativa. Com uma base frágil, o governador viu até mesmo seus quatro correligionários aderirem à abertura do processo.

“Nós tivemos 70 deputados presentes. Votaram 69. 69 sim. Eu, André Luiz Ceciliano, baseado no parecer técnico da Procuradoria, dou início ao processo 5328 de 2020”, anunciou Ceciliano após a votação.

Leia também reportagem da agência Reuters sobre o assunto:

RIO DE JANEIRO (Reuters) – A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro atingiu número suficiente de votos para aprovar a abertura de processo de impeachment do governador Wilson Witzel (PSC) em votação realizada nesta quarta-feira.

Witzel tem ao menos 14 pedidos de impeachment protocolados na mesa diretora da Alerj, a maioria motivada por investigações sobre suspeitas de compras superfaturadas para o enfrentamento à pandemia de Covid-19 no Estado.

O governador foi um dos alvos da operação Placebo, da Polícia Federal, que apura desvios e irregularidades nas compras de equipamentos médicos e na contratação de hospitais de campanha para atender pacientes durante a pandemia.

Witzel nega ter cometido qualquer irregularidade.

Deputados da fragilizada base do governador na Assembleia votaram a favor da abertura do processo de impedimento, assim como o presidente da Casa, deputado André Ceciliano (PT-RJ).

“Acho que é a oportunidade que a gente vai ter para ter explicações do governador, e por isso voto sim”, afirmou.

Além das investigações das compras e contratações da área de saúde, Witzel também teve as contas de 2019 reprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado, e o governo fluminense ainda enfrenta problemas para renovar o plano de recuperação fiscal com a União.

Pelo rito do processo de impedimento no Estado, a decisão desta quarta-feira precisa ser publicada no diário Oficial do Estado. Depois, a Alerj tem prazo de 48 horas para que os partidos da Casa indiquem representantes para a comissão especial que irá analisar a admissibilidade da denúncia.

Posteriormente, o governador será notificado para apresentar defesa no prazo de 10 sessões, e a denúncia será lida em plenário. A comissão especial fica encarregada de emitir parecer sobre a admissibilidade da denúncia em até 5 sessões, contadas a partir do recebimento da defesa ou do fim do prazo de 10 sessões para a defesa.

Depois desse rito, o parecer da comissão especial é lido em plenário e, em seguida, é inserido na ordem do dia, ou seja, em pauta de votação e discussão. Encerrada a discussão, será aberta a votação nominal do impedimento do governador.

Caso os deputados decidam pelo recebimento da denúncia, por maioria absoluta, o acusado será afastado e será enviada a cópia do processo ao presidente do Tribunal de Justiça para a formação do tribunal misto de julgamento.

fonte 247.

Coronavírus pode ter contaminado sete vezes mais a quantidade notificada


Para cada caso confirmado de coronavírus no Brasil pelos dados oficiais do governo Bolsonaro, existem pelo menos 7 casos reais na população. A conclusão da subnotificação é da primeira fase do estudo massivo de testes de Covid-19, realizado entre os dias 14 e 21 de maio, pelo Centro de Pesquisas Epidemiológicas da Universidade Federal de Pelotas, no Rio Grande do Sul.

A pesquisa, cujos resultados não foram divulgados pelo Ministério da Saúde, foi encomendada pela própria pasta do governo Bolsonaro juntamente com o Ibope, após o Centro de Pesquisas detectar a alta subnotificação no estado do Rio Grande do Sul. Propondo-se a ser a primeira pesquisa massiva real de testes de coronavírus pelo Brasil, os primeiros resultados começam a surgir: “inéditos e preocupantes”, caracteriza o próprio relatório.

Durante uma semana de coleta de dados em 133 cidades espalhadas pelo país, os pesquisadores conseguiram testar 25.025 pessoas nessa primeira fase. Nos municípios com maior capacidade de testagem – 200 pessoas em 90 destas cidades – chegou-se ao contingente de 1,4% de contagiados.

Estes números representam aqueles que possuíam os anticorpos do novo coronavírus, ou seja, pessoas que estão contagiadas ou que já foram contagiadas pelo vírus. Nessa estimativa das 90 cidades mais populosas, de um total de 54,2 milhões de brasileiros, 760 mil estão infectados.

E o nível de subnotificação – de 7 vezes mais casos do que informam as autoridades – foi concluído pelos pesquisadores ao comparar os números informados publicamente por estas cidades com os resultados dos testes da pesquisa. Diferentemente de 760 mil contagiados, a somatória desses 90 municípios indicava 104.782 casos confirmados.

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É por isso que o coordenador geral do estudo, o epidemiologista e reitor da Universidade Federal de Pelotas, Pedro Hallal, defende a necessidade de ampliar a capacidade de testes de coronavírus no país, para justamente constatar a realidade da pandemia no Brasil.

“Os casos confirmados, que aparecem nas estatísticas oficiais, representam apenas a ponta visível de um iceberg cuja maior parte está submersa. Para conhecer a magnitude real do coronavírus, é obrigatória a realização de pesquisas populacionais”, informou no relatório.

“De cada 7 pessoas com o coronavírus, apenas uma sabe que está ou esteve infectada. Isso é preocupante, visto que as demais 6 pessoas que não sabem da infecção podem, involuntariamente, transmitir o vírus para outras pessoas”, salientou.

Fonte desta matéria GGN.

Fatos são fatos e morreu bola sete. Por Walter Salles


O governo veta dinheiro do combate à covid-19 e no Fantástico diz que lamenta as quase 40 mil mortes. É hora do povo brasileiro defender ao menos as suas próprias vidas. Normal um presidente dizer que lamenta a grande quantidade de mortes no seu país, porém, depois de lutar muito para salvá-las. Sem nada ser feito, ou quase nada, ou ainda pior, incentivar as pessoas a morrerem, como agora, não se pode aceitar as lamentações.

A imagem pode conter: Walter Salles, óculos de sol e close-up

Walter Salles: Já faz muito tempo que eu não assisto a TV Globo, o que não tem feito falta para os meus conhecimentos, pela informações direcionadas aos seus interesses. Se agora ela se mostra contra o Governo de Bolsonaro, por algum motivo, é um fato de mera coincidência com a maioria dos brasileiros, mas o fato é que ela é uma das culpadas do Brasil ter o governo que tem. Mas o que quero relatar aqui é outro assunto.

No domingo, vendo o Fantástico depois de muito tempo sem vê-lo, como já disse, teve um episódio que me chocou e chocaria qualquer um ser pensante. Quando a repórter questionou sobre a quantidade de mortes no país pela Covid-19, o presidente da república não falou desta vez que lamenta e que morrer é o futuro de todos. No entanto, disse que lamenta as mortes e que está torcendo para isso passar logo. Hora, quem está torcendo pra tudo acabar é o povo em geral. O presidente da República tem que ir além de torcer, tem que lutar e mostrar que é patriota e ama seu povo.

Quando começaram aurgir os primeiros casos, o presidente teria que se reunir com todos os governadores e ministros, também com empresários e instituições para juntos formarem meios de segurar o povo em casa, como fizeram muitos países e já conseguiram se livrar do vírus. Mas atitudes assim deste presidente é utopia.

Agora, em plena pandemia em que o povo está perdendo o senso e o medo, as portas são abertas para que o povo vá com sede ao pote, pois não teve o apoio merecido para permanecer em casa.

Talvez seja o único país do mundo que abre o comércio, incluindo empresas de ônibus transportando pessoas infectadas de um estado para outro do país, seja o Brasil. Já aconteceu com um ônibus de uma empresa por nome de Moacir Tur, que transportou agora, depois da abertura, nada menos que 10 passageiros contaminados de São Paulo para a cidade de Nova Soure na Bahia. A cidade estava com 15 casos e num piscar de olhos atingiu 25.

De que adianta abrir comércio, abrir empresas e depois ter que fechar por crescer a pandemia?

Um presidente realmente patriota e que coloca em primeira prioridade vidas humanas, teria separado 100 bilhões de Reais para gastar segurando famílias de menor renda, em casa. Aí você leitor ou leitora me pergunta, “com que dinheiro”? E eu respondo pra vocês: O atual presidente, juntamente com o seu ministro Paulo Guedes, que é quem trabalha com as finanças, encontraram, quando tomaram posse, nada menos que 377 bilhões de dólares na reserva internacional, que transferido em Real, soma quase 2 trilhões de Reais, com o Dólar quase a seis, como estava, e só agora que teve uma pequena queda. Pois é, separando 100 bilhões de Reais para segurar os mais precisos em casa, que podemos estipular 50 milhões de famílias com hum mil reais, por mês durante dois meses, ia ter um gasto exatamente de 100 bilhões de Reais, pois dois meses seriam suficientes para zerar a contaminação do vírus e tudo voltar ao normal, com segurança e não como está acontecendo.

Lembrando que 100 bilhões seria apenas 05% de dois trilhões encontrados na reserva internacional. Ou seja: ainda ficaria um trilhão e 900 bilhões de reais para outras finalidades. Vale lembrar mais uma vez, que quem deixou esse recurso lá como reserva foram os governos do PT, isso depois que pagou a dívida externa do FMI, que se arrastava, humilhando o Brasil e Brasileiros, desde os governos dos militares, que foi quem iniciaram a tomada de dinheiro emprestado lá no Fundo Monetário Internacional.

Mas, no entanto do entretanto, se o Governo for usar esse dinheiro para socorrer grandes empresários e banqueiros, deixando o povo não a ver navios, mas sim, muito pior, morrer pelo coronavírus, isso é inaceitavel, isso é crime, isso é algo muito pior, porque é deixar milhares de pessoas morrer. Isso é fato e o povo tem que defender ao menos as suas próprias vidas.

Walter Salles é fundador do Jornal Café com Leite impresso e criador do site Café com Leite Notícias.  

Ônibus de São Paulo entra no interior baiano com 10 infectados pela covid-19


Foto: Divulgação
Um ônibus saiu de São Paulo com destino a nove cidades baianas, com, pelo menos, 10 contaminados pela covid-19. Dos infectados, nove tinham como destino final a cidade de Nova Soure. O município, que antes tinha 15 casos, ganhou também um décimo vindo de São Paulo, em outro veículo, passando para 25 no boletim epidemiológico divulgado no último domingo. O ônibus da empresa Moacir Tur, que fez a viagem de forma clandestina, saiu do lado de fora da rodoviária de Socorro, na capital paulista, na sexta-feira de manhã, com 32 passageiros. Desses, 14 (nove contaminados e cinco que tiveram contato com eles) desembarcaram no sábado à noite em Nova Soure. As outras 18 pessoas desembarcaram em outras oito cidades: um homem em Santo Estevão, um homem em Feira de Santana, um homem em Alagoinhas, um homem em Sátiro Dias, quatro mulheres e três homens em Inhambupe, duas mulheres em Cipó, uma mulher e um homem em Crisópolis, e três homens em Olindina. Essa última cidade também teve um caso de coronavírus vindo do veículo, o que foi confirmado pela secretária de saúde do município, Sheila Matos de Oliveira. Nova Soure e Olindina fazem divisa entre si e estão localizadas no nordeste da Bahia, com uma população de cerca de 25 mil cada. Já a secretaria de Saúde de Cipó, cidade de 15 mil habitantes, informou que as duas passageiras testaram negativo e estão sendo monitoradas. A cidade possui cinco casos de coronavírus, três vieram de São Paulo. Fonte:Correio24horas