Fazer ciência nos lugares mais frios e remotos do planeta é o foco da série documental Paralelo 60: a Ciência Brasileira nos Extremos do Planeta. A produção convida o público a acompanhar pesquisadores brasileiros em expedições à Antártica e ao Ártico, revelando descobertas importantes e os desafios enfrentados nesses ambientes extremos. Além disso, destaca a relevância dessas pesquisas para compreender as mudanças que afetam o mundo inteiro. A série está sendo exibida na Rede Minas e estará disponível na Minas Play.
Composta por 13 episódios de 26 minutos, a série mostra os bastidores das pesquisas conduzidas por cientistas brasileiros nos polos, abordando temas como mudança climática, biodiversidade, oceano, geologia, microbiologia e biotecnologia. O documentário também retrata o cotidiano das expedições científicas, os desafios logísticos enfrentados e as histórias dos pesquisadores dedicados ao estudo dos ambientes extremos.
A atuação integrada de instituições como o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, a Marinha do Brasil, o Ministério das Relações Exteriores, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima e o CNPq, juntamente com universidades e centros de pesquisa de diferentes regiões do Brasil, é fundamental para garantir a continuidade das pesquisas e fortalecer a participação do país em iniciativas internacionais voltadas à compreensão e preservação dos ecossistemas polares.
A série também destaca a importância da primeira expedição científica oficial brasileira ao Ártico, realizada em 2023 no arquipélago de Svalbard, na Noruega. Essa iniciativa ampliou a presença brasileira nas pesquisas polares e fortaleceu a inserção do país em redes internacionais de cooperação científica para compreender as transformações ambientais globais.
Por meio de imagens inéditas da Antártica e do Ártico, a produção aproxima o público do universo da ciência polar, mostrando como as descobertas nos extremos do planeta contribuem para a compreensão de fenômenos que impactam diretamente a vida no Brasil e no mundo.
A iniciativa é da Qu4rto Studio, com recursos do edital Olhar Independente, resultado de uma parceria entre a Rede Minas de Televisão e a Agência Nacional do Cinema.