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sexta-feira, 6 de novembro de 2026
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Após Chuva no RS, País se Prepara para Seca na Amazônia.

Livia Campos28 de maio de 20242 min de leitura

Apesar dos trabalhos de resposta às enchentes no Rio Grande do Sul ainda estarem em andamento, o governo brasileiro já demonstra preocupação com a possibilidade de ocorrer um novo evento climático extremo no país. De acordo com a secretária nacional de Mudança do Clima, Ana Toni, está prevista uma seca “muito terrível” na região da Amazônia em breve.

Ana afirmou que o governo está se antecipando e já está estudando formas de prevenção para os municípios que podem ser afetados pela seca. O Ministério da Integração Regional, em parceria com a Secretaria Nacional de Defesa Civil, está liderando essas ações preventivas.

Na última semana, a Defesa Civil do Amazonas emitiu um alerta informando que a estiagem deste ano no estado poderá ser ainda mais severa do que a registrada em 2023. A orientação é para que as pessoas façam estoques de água, alimentos e medicamentos para enfrentar o período mais crítico da seca.

A seca na Amazônia acontece no segundo semestre, com o pico da vazante dos principais rios da região entre os meses de outubro e novembro. Em 2023, a região já tinha passado por uma das piores secas de sua história, o que prejudicou o acesso a água, comida e remédios das comunidades ribeirinhas devido à redução do nível dos rios.

Estudos apontam que a principal causa para o fenômeno foi a mudança do clima, decorrente da ação humana. A secretária enfatiza que é necessário ter recursos não só para mitigação e adaptação, mas também para reconstruções.

O presidente do BNDES também expressou preocupação com a necessidade de financiamento para a reconstrução de locais afetados por eventos climáticos extremos. Ele ressaltou a importância de criar solidariedade e fundos para a reconstrução, além de destacar a realização de seminários para discutir experiências internacionais nessa área.

O BNDES vai operar uma linha de financiamento no Rio Grande do Sul e contará com bancos parceiros para fornecer recursos para a reconstrução do estado. É importante ter taxas de juros mais baixas para viabilizar essa reconstrução.

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