Notícias Adventistas no Brasil


Ação Solidária Adventista recebe nota de aplauso da Câmara Municipal do Recife

Pastor Diego Gomes (esquerda) recebe placa de homenagem em nome da Ação Solidária Adventista (ASA) em Recife (Foto: Divulgação)

Ação Solidária Adventista (ASA) recebeu na manhã desta quarta-feira, 2 de junho, uma honraria da Câmara Municipal do Recife, capital de Pernambuco. O vereador Renato Antunes entregou ao pastor Diego Gomes a homenagem em forma de voto de aplauso, como reconhecimento do trabalho social realizado pela Igreja Adventista na região. Durante a reunião, Antunes confirmou a importância do esforço das instituições religiosas para a construção de uma sociedade mais humana e assistencial.

“A gente tem a oportunidade de homenagear uma instituição séria, que tem cuidado das pessoas e estendido o braço, sobretudo nesse momento de necessidade. É com grande alegria, hoje, que a gente faz essa homenagem a todos os adventistas, em especial à Ação Solidária Adventista, que tem cuidado de pessoas não apenas em Recife, mas em todo o Estado”, pontua Antunes.

Amazônia recebe 36 jovens que viverão em missão durante um ano

 

Nesta primeira etapa do OYiM, os jovens foram treinados no Instituto de Missões Noroeste (Foto: Jonatas Correa)

O sentimento de querer ser relevante para as pessoas e de fazer missão na prática foi o que fez com que Luana Collen, de 22 anos, deixasse o sexto período de Serviço Social na Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) para viver um ano em missão. “Em 2018, quando eu tinha 19 anos, participei pela primeira vez do projeto onde moro, no interior do Paraná. Agora, eu decidi sair do meu território e viver esta experiência aqui na Amazônia”, conta a voluntária.

Luana representa o grupo de 36 jovens que estão ligados ao projeto Um Ano em Missão (OYiM, na sigla em inglês) 2021, na região noroeste do Brasil. Todos deixaram casa, trabalho ou faculdade para viver a experiencia de serem missionários em tempo integral na região.

O programa inicial de capacitação normalmente acontece durante nove semanas, mas por conta do período pandêmico, nesta edição durou apenas cinco.”O treinamento é intensivo e começava cedo com limpeza da sede, prática na cozinha, nas aulas da Bíblia, entre outros”, explica a psicóloga e psicopedagoga Eunice Bertoso, que também é voluntária e coordenou o grupo de jovens neste primeira etapa do projeto.

Eunice enfatiza que ser missionária na Amazônia era um sonho desde pequena, quando ouvia as histórias de missões nas cartas de missionários que eram lidas aos sábados pela manhã em sua igreja. Assim que ela e o esposo se aposentaram, aconteceu a inscrição para o voluntariado na região.

Sede do Instituto de Missões Noroeste, em Puraquequara (Foto: Ivo Mazzo)

Preparo estratégico

O treinamento aconteceu no Instituto de Missões Noroeste, que fica em Puraquequara, bairro periférico de Manaus. O local, em meio à natureza, é um ambiente voltado para comunhão com Deus e para os primeiros contatos com os desafios de ser missionário na localidade. Ronivon Santos é pastor e diretor do Instituto, e explica que o local não recebe apenas o OYIM. “O Amazonas é uma região onde a necessidade de missionários é grande, por isso o coordenamos diversos projetos de missões de longo e curto prazo que acontecem simultaneamente aqui em nossa vasta região Amazônica”, detalha.

Para conhecer os projetos, acesse: missoesnoroeste.org

O intensivo que os jovens recebem assim que chegam faz parte da preparação para que depois sigam até o local destinado, com pontos em comunidades nos Estados do Amazonas, Acre, Roraima e Rondônia.

“É emocionante ver a juventude abrir mão de tantas coisas para serem missionários. A formatura que fazemos ao final do curso marca o início de um sonho pra eles”, enfatiza o líder de jovens adventistas na região noroeste e coordenador do OYiM, pastor Anderson Carneiro.

A cerimônia de formatura aconteceu às margens do afluente do Rio Amazonas onde os jovens moraram durante cinco semanas. (Foto: Tatiane Lopes)

Muita alegria com batismos em pleno rio na cidade de Santa Rita do Sapucaí, Sul de Minas

Pastor Odair faz uma oração antes de efetuar os batismos

 

Por Walter Salles: Fazendo parte dos tantos eventos importantes da Adventista do Sétimo Dia pelo que acontecem pelo Brasil e o mundo, em Santa Rita do Sapucaí, no Sul de Minas Gerais, aconteceu batismos em pleno rio de agua límpida. O Pastor Odair Vieira que é da cidade de Itajubá, mas que representa outras igrejas da região, que inclui Santa Rita do Sapucaí, esteve ministrando um culto neste sábado 05 de junho, onde ao lado de demais membros realizou o batismo de Cristiano, a sua esposa Tâmiza e o filho Eduardo. Na ocasião, Cristiano contou um pouco da sua trajetória como conhecedor da palavra, mas só agora que veio a se batizar juntamente com esposa e filho. Disse que veio do Pernambuco para São Paulo, onde desde 2016 vem frequentando a igreja Adventista, mas que na verdade cresceu frequentando a Assembléia de Deus. Quando questionado o por que de optar pela Adventista do Sétimo Dia, ele disse que além de ser uma denominação coerente com a verdade, com a bíblia, ainda tem um fator importante que é o acolhimento dos irmãos.

Logo após os batismos, aconteceu a Santa Seia para concluir o culto numa tarde de muita alegria. O Café com Leite teve uma rápida conversa com o pastor,  onde ele falou da satisfação de ter batizado mais três almas para Cristo, lembrando que foi iniciado neste sábado, dia 05, a semana de oração das mulheres e que até o próximo sábado, a meta é batizar no mínimo 15 almas. “Começamos cedo hoje, já houve batismo na cidade de Itajubá e agora mais três aqui, o que nos deixa bastante felizes. Quero dizer que apesar da pandemia, o trabalho para Cristo não vai parar. O inimigo é perverso e quer que a gente pare, mas não vamos parar”, assegurou o pastor, acrescentando que naturalmente todos estão tendo os cuidados básicos como utilizar o álcool em gel, manter uma certa distância e a utilização das máscaras de proteção.

O pastor Odair é responsável por quatro igrejas de Itajubá e outras nas  cidades vizinhas que são Cachoeira de Minas, Paraisópolis, Conceição das Pedras, Maria da Fé e Santa Rita do Sapucaí, totalizando 10 igrejas.

Acampamento virtual adventista reunirá membros de todo o mundo

Iniciativa também permitirá uma visão mais ampla sobre a Igreja Adventista em diferentes países (Foto: Divulgação)

A crise da covid-19 trouxe ao mundo desafios sem precedentes enquanto milhões de pessoas enfrentam isolamento social, graves problemas de saúde, perda de renda e até mesmo a morte. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), “a ruptura social e econômica causada pela pandemia é devastadora”. [1]

Como uma comunidade de fé, os adventistas do sétimo dia entendem a importância da comunhão com outros crentes. Como corpo de Cristo, devem encorajar e enaltecer uns aos outros durante tempos difíceis. Como diz 1 Tessalonicenses, “… exortem-se e edifiquem-se uns aos outros, como de fato vocês estão fazendo” (NVI).

 

Ao longo da pandemia, as congregações locais, as Associações e os escritórios regionais da denominação têm feito o melhor para fornecer conexão entre os membros por meio de cultos virtuais, conferências especiais e reuniões de oração virtuais, o que tem atendido a uma necessidade de muitos.

Um grupo colaborativo dos departamentos da Associação Geral, a sede mundial adventista, já estava planejando uma sala de exposição virtual para a assembleia em St. Louis, que teve que ser adiada devido a preocupações da covid-19. Com isso, decidiram usar o tempo agendado para realizar um evento alternativo que ainda reuniria os membros do mundo inteiro para encorajar uns aos outros, focar em crenças e se preparar para a missão.

“Nós pensamos: ‘Que maneira seria melhor do que fazer um grande acampamento?’”, afirma Tim Aka, tesoureiro associado e diretor de investimentos da Igreja Adventista do Sétimo Dia. “Eu cresci indo a acampamentos e gostava de tudo que acontecia lá”, pontua ele.

“É claro que um acampamento virtual não é a mesma coisa, mas pode ser um bom refrigério espiritual para as pessoas. Nós também pensamos que seria bom para ouvir de nossos líderes mundiais – de pensadores profundos, estudiosos e teólogos de nossa Igreja – o que cremos e o que consideramos ser a verdade. Este tempo de refrigério espiritual é algo necessário agora”, observa Aka.