Apresentador da Globo “mete a mão na cara de telespectadora” no meio da rua


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O TV Foco informa que o programa Bem Estar surpreendeu com uma atitude inesperada por parte do apresentador Fernando Rocha na Globo. Ele falava sobre o uso do protetor solar em um link ao vivo diretamente da 25 de Março, em São Paulo, quando abordou algumas moradoras de uma forma inusitada.

Rocha as questionou sobre os cuidados com a pele e perguntou se haviam passado protetor solar. Com a negativa, o apresentador tomou a iniciativa de passar a mão no rosto das três com uma grande quantidade de protetor.

Sem pedir permissão, ele foi direto e disse que elas eram obrigadas a usar, mesmo não gostando. Uma das mulheres, revoltada, não gostou nada e desabafou. “Eu não estou acreditando que ele está fazendo isso comigo”, disse ao vivo na Globo.

Mariana Ferrão deixou claro que a moça estava chateada: “Ela ficou brava mesmo. Você viu isso? Virou outra coisa”. “Só vou perdoar porque é o Fernando, porque não é bem assim. Porque fica essa sensação de meleca, que é o que a gente não quer”, explicou a convidada especialista no assunto.

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Após ser diplomado, Caetano diz ter ‘certeza absoluta’ que tomará posse


Fui diplomado hoje. É mais uma etapa que eu venci na vida”

[Após ser diplomado, Caetano diz ter 'certeza absoluta' que tomará posse]

Caetano foi prefeito de Camaçari e presidente da UPB

 

Reeleito deputado federal, mas com pedido de registro de candidatura indeferido pelo Tribunal Superior Eleitoral(TSE), Luiz Caetano (PT) disse ter certeza que irá tomar posse em 1º de janeiro.

“Fui diplomado hoje. É mais uma etapa que eu venci na vida. Minhas contas foram aprovadas e tenho certeza que vou vencer a ação, seja no TSE ou no STF”, afirmou Caetano, ao Metro1.

O TSE reformou a decisão do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), que considerava o petista apto a concorrer, mesmo após condenação em segunda instância. A decisão, tomada em 27 de novembro, foi unânime: 7 votos a 0.

Eduardo Bolsonaro diz que pena de morte é assunto para o Congresso


 

Parlamentar minimizou a diferença nas declarações dele e do pai e disse que, na semana anterior, também citou que o tema estava consagrado em cláusula pétrea da Constituição

São Paulo – O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), um dos filhos do presidente eleito, Jair Bolsonaro, voltou a falar de pena de morte e afirmou que o assunto cabe ao Congresso Nacional. Na semana passada, ele chegou a defender a proposta para crimes hediondos. Na sequência, o futuro presidente disse que não pretende propor pena de morte em seu governo e que o assunto estava “encerrado”.

Nesta terça-feira, porém, Eduardo Bolsonaro não descartou a possibilidade de debater o tema no Congresso. “Eu acredito que é um assunto para o Congresso Nacional. Se for debatido, vai ser no âmbito do Congresso”, disse o parlamentar ao Broadcast Político, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

Eduardo minimizou a diferença nas declarações dele e do pai. O deputado afirmou que, na semana anterior, em entrevista ao jornal O Globo, também citou que o tema estava consagrado em cláusula pétrea da Constituição e que a reportagem deu a entender que ele tinha uma opinião diferente da que afirmou o pai.

“Não houve desacordo nenhum. Quando eu dei a entrevista eu falei do artigo quinto, da cláusula pétrea. Só saiu a parte dando a entender que eu sou favorável e meu pai é contrário. Não tem nada disso, não. Está tudo certo, lá em casa continuamos fazendo churrasco da mesma maneira.”

Na opinião de muita gente, o Brasil não tem nem um preparo para que seja acionada a lei de Pena de Morte. Um país em que a corrupção e a impunidade andam de braços dados, não tem como aceitar tal medida. Caso isso acontecesse, correria o risco de muitos monstros ficarem soltos e encobertado por grandes poderes. O certo é acontecer leis, não de leis que punam com prisão ferrenha os verdadeiros ladrões. O Dia, sendo o último parágrafo de Café com Leite Notícia. 

Famílias mais ricas do planeta vão exterminar 20% da população até 2029


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As forças das sombras por trás da NWO (Nova Ordem Mundial) seguem uma agenda de controle total sobre a humanidade e os recursos do nosso planeta

As massas desconhecem o fato de que suas liberdades estão sendo gradualmente retiradas, enquanto o poder da NWO (New World Order) cresce de forma assustadora.

No alto da pirâmide, figura uma organização elitista conhecida como o Conselho das 13 famílias .

É essa organização que orquestra todos os grandes eventos mundiais.

O Conselho é composto pelas famílias mais influentes do planeta, que são:

Rothschild (Bauer ou Bower), Bruce, Cavendish (Kennedy) , De Medici , Hanover , Habsburgo , Krupp , Plantagenet , Rockefeller , Romanov , Sinclair (St. Clair), Warburg (del Banco) e Windsor e (Saxe-Coburg-Gothe). Apesar da corrupção no país do carnaval, nenhum brasileiro aparece na lista.

99% da população da Terra é controlada por uma “elite” de menos de 1%. 

Eles detêm 70% de toda a riqueza do mundo e os outros 30% são disputados por 7 bilhões de pessoas.

A cidade de Londres ( finanças , controlado pelos Rothschilds) – não faz parte do Reino Unido;

O Federal Reserve (finanças – private bank , de propriedade dos Rothschilds) – não faz parte dos EUA;

A Cidade do Vaticano (doutrinação, decepção e táticas de intimidação) – não faz parte da Itália;

Washington DC (militar, programação mente, lavagem cerebral e despovoamento) – não faz parte dos EUA;

O funcionamento dessas instituições acima citadas e muitas outras são operadas com leis próprias e não há (no mundo) tribunal de justiça que poderia processá-las.

As Sociedades Secretas operam como galhos de uma mega-corporação que é de propriedade do Conselho das 13 famílias.

A lavagem cerebral é usada como método de controle da massa através do sistema educacional .

Nas escolas, as crianças são induzidas a memorizar sem pensar e obedecer sem questionar.

E tem mais, muitos que pensam que estão manipulando, na verdade são os mais manipulados. Lideranças são usadas por forças maiores, sem perceberem, e muitas vezes terminam prestando serviços para poderes de degraus mais altos. Fonte Correio Brasileiro, sendo o último parágrafo do Café com Leite Notícias.

 

MULHER É MANTIDA EM CÁRCERE PRIVADO DURANTE UM ANO POR HOMEM QUE CONHECEU NO FACEBOOK


Uma mulher, de 36 anos, e o filho dela, de 7, foram resgatados de uma propriedade rural onde eram mantidos em cárcere privado há cerca de um ano, em Conselheiro Pena, na região do Rio Doce. Eles eram agredidos e obrigados a trabalhar em plantações de café e milho. O responsável, um homem de 57 anos, foi preso nessa segunda-feira (17) pela Polícia Militar e as investigações estão a cargo da Delegacia de Conselheiro Pena.

Segundo a tenente Thaís Moura, a mulher, de origem humilde, contou que conheceu o homem pelo Facebook e veio de Rondônia, estado do Norte do Brasil, para encontrá-lo.

“Ele dizia que daria uma boa vida aqui para ela e para o filho, porque na cidade dela eles também não tinham muitas condições. E ela veio iludida com isso e acabou sendo impedida de sair da propriedade durante todo esse período”, conta.

O homem morava sozinho em um povoado conhecido como Chapada do Bueno, em Conselheiro Pena, e vivia das suas plantações. Quando a vítima chegou na região, ele passou a impedi-la de ter contato com seus familiares e qualquer outra pessoa.

“Ela não podia nem sair para comprar comida, era ele que trazia tudo, e só as coisas básicas. A criança disse que nunca tinha tomado uma Coca-Cola”, relata a militar.

No local, a mulher era obrigada a trabalhar e nunca teve nenhum retorno financeiro. “Ela trabalhava pesado pra ele, plantava e colhia café, descascava e carregava os sacos de milho, e não tinha um real“, comenta.

Além disso, a vítima era constantemente agredida pelo homem, que chegou a cortar o cabelo dela com um facão. O filho dela também era agredido com uma correia de couro e forçado a trabalhar. O homem, com frequência, ameaçava de morte a mulher e ela nunca podia falar nada com ninguém.


foto: otempo

Após receber várias denúncias anônimas, a Polícia Militar realizou uma operação e prendeu o homem em flagrante por porte de arma de fogo, já que ele tinha uma espingarda calibre 32 em cima do guarda-roupa e vários cartuchos de munição. Na cabeceira da cama, foram encontrados o facão e a correia de couro, principais instrumentos utilizados nas agressões e ameaças.

As vítimas foram retiradas do local e estão em um abrigo da Assistência Social do Município, que está providenciando o retorno da mulher e seu filho para Rondônia. Fonte:– hojeemdia

JUDICIÁRIO RECRIA AUXÍLIO-MORADIA, APÓS RECEBER AUMENTO DE 16%


O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) acaba de aprovar a recriação do auxílio-moradia. O texto aprovado, que não foi divulgado oficialmente antes da sessão, prevê pagamento de até R$ 4,3 mil, mesmo valor que era pago até o mês passado a todos os juízes.

A nova resolução, que foi aprovada sem qualquer discussão do Conselho, o juiz terá direito ao benefício quando: não houver imóvel funcional à disposição; se o conjugue não receber auxílio nem ocupar móvel funcional; ele ou o cônjuge não tenham imóvel na comarca onde atuar; estiver em cidade diferente da comarca original.

O texto prevê que o benefício será revogado se o magistrado recusar imóvel funcional ou passar a conviver com “outra pessoa que ocupe imóvel funcional ou receba ajuda de custo para moradia”.

O fim do auxílio-moradia foi resultado de um acordo entre o STF e o presidente Michel Temer para garantir o reajuste dos salários dos ministros. Ao derrubar o benefício para cumprir acordo com o Palácio do Planalto e permitir a sanção de reajuste de 16,38% nos salários do Supremo Tribunal Federal (STF), Fux deixou em aberto a possibilidade de regulamentar o auxílio para casos específicos.

O texto será reeditado em conjunto com o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) para prever as mesmas regras para

promotores e procuradores. 247.

Ana Hickmann dá presentaço e ganha pedra no amigo secreto da TV Record


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Gabriel Perline no site Notícias da TV informa que Ana Hickmann fez um alto investimento em seu presente de amigo secreto da Record, gravado na segunda-feira (10). A apresentadora do Hoje em Dia tirou a jornalista Carla Cecato e a presenteou com uma viagem internacional. Mas não teve a mesma sorte com seu outro par e acabou ganhando algo muito mais modesto: uma pedra.

O Notícias da TV apurou que, enquanto Ana fez a alegria da jornalista com uma viagem com tudo pago a Curaçao, ilha caribenha conhecida por suas praias paradisíacas, incluindo um acompanhante, ela não foi retribuída à altura e saiu da emissora carregando uma rocha decorativa para sua mansão.

Tirar Ana Hickmann no amigo secreto da firma deve ser uma das situações mais ingratas que um colega de trabalho pode ter. Afinal, o que dar de presente a uma das apresentadoras mais bem pagas da emissora e que ostenta uma vida de luxo?

A apresentadora do Hoje em Dia é experiente em receber presentes inferiores aos que costuma dar no amigo secreto da Record.

No ano passado, ela havia tirado Luiz Bacci e lhe presenteou com uma bolsa de uma grife internacional, além de camisetas personalizadas para toda a família do apresentador do Cidade Alerta, incluindo para seu cachorrinho, Thor.

Em contrapartida, ganhou de Buddy Valastro um kit com itens para cozinhar e uma coleção de livros com receitas do chef norte-americano.

A troca de presentes será exibida no tradicional Família Record, previsto para ir ao ar nesta terça (18) e na quinta (20), às 22h30. E presentear amigos secretos com pedras foi a sensação desta temporada entre os funcionários da Record. Teve até comentários nos bastidores de que a peça decorativa estava em oferta na Black Friday.

Compositora de sucessos de Roberto Carlos morre aos 61 anos


Autora de sucessos como ‘Outra Vez’ e ‘Um Jeito Estúpido de Te Amar’ era parceira musical de longa data do cantor

Isolda Bourdot, compositora de clássicos na voz de Roberto Carlos, morreu aos 61 anos. De acordo com informações em seu perfil nas redes sociais, ela faleceu no domingo, 16, por conta de um enfarte.

O velório será nesta terça-feira, 18, no Cemitério São Pedro, na Vila Alpina, em São Paulo (SP), às 10h.

Isolda e Roberto Carlos, em foto de setembro de 2018
Isolda e Roberto Carlos, em foto de setembro de 2018

Com o irmão Milton Carlos, Isolda participou dos festivais de música do Brasil no fim dos anos 1960 e fez sucessos nos anos 1970. Canções comoOutra Vez, Elas por Elas e Um Jeito Estúpido de Te Amar são dela.

Milton morreu em 1977 em um acidente de carro.

Vídeo flagra atos de bondade e gentileza de desconhecidos. Assista!


Foto: Reprodução Facebook

Foto: Reprodução Facebook

Imagens de desconhecidos, que praticam atos de bondade e gentileza sem ganhar nada em troca, estão correndo o mundo.

A página Daily HeartBeat publicou um vídeo com vários atos aleatórios de bondade protagonizados por pessoas comuns, que fazem a diferença no mundo.

São atos simples que vão desde cobrir um cãozinho que está dormindo num papelão na rua, até dar flores para um policial. Coisas raras que fazem falta no dia-a-dia.

Tem também uma senhora distribuindo refrigerantes numa tarde quente para lixeiros, um rapaz dando água para um cãozinho na rua, um abraço de um garotinho num policial, uma menininha distribuindo flores na porta das casas.

E mais: uma menina dando um prato de comida para um necessitado fora do restaurante, um passageiro de metrô vestindo uma pessoa, um bebezinho abraçando várias pessoas no parque, um adolescente dando um par de tênis para pessoas na rua, um cliente recompensando alguém por um bom atendimento…

É muita coisa pra fazer com que a gente renove a fé no humano.

Compartilhamentos

Em 3 semanas o vídeo teve 40 mil compartilhamentos e 20 mil curtidas.

Sinal de que nem tudo está perdido e que as pessoas ainda se comovem com estes gestos descompromissados, de gentileza.

“Um ato aleatório de bondade é uma ação não premeditada e inconsistente, projetada para oferecer gentileza ao mundo exterior”, dia a mensagem do vídeo.

E não custa nada ser gentil…O desafio é este.

Inspirado? Que tal dar o seu exemplo?

Se quiser dar o seu exemplo e mandar um vídeo pro SóNotíciaBoa a gente vai selecionar e publicar no nosso Instagram.

Assista:

Por Andréa Fassina, da redação do SóNotíciaBoa

O que há em comum entre o caso Lula e as disputas comerciais dos EUA. Por Cristiano Zanin Martins e Valeska Teixeira Z. Martins


 

Já faz algum tempo que as leis e os procedimentos jurídicos têm sido deturpados e mal utilizados em diversos lugares do mundo para promover verdadeiras perseguições contra indivíduos ou grupo de pessoas — organizados sob as mais diversas formas (grupos políticos, grupos empresariais, grupos temáticos e até mesmo países).

Charles Dunlap Jr., general aposentado da Força Aérea norte-americana, escreveu um importante artigo[1] em 2001 no qual usou pela primeira vez o termo lawfare[2] para designar esse fenômeno sob o enfoque militar. Segundo expôs à época, o lawfare seria “a estratégia de utilizar ou mal utilizar a lei em substituição aos meios militares tradicionais para se alcançar um objetivo operacional”[3]. O trabalho apresentava os Estados Unidos como vítima de lawfare[4], situação que, na forma atual do fenômeno e tal como o compreendemos, permite em algumas situações conclusão em sentido exatamente oposto.

Há estudiosos sobre o tema em importantes universidades do mundo, como Harvard e Oxford. Trabalhos científicos mostram que o lawfare se desenvolve em três dimensões: a escolha da lei; a escolha da jurisdição e as externalidades. Estas últimas estão associadas ao papel da comunicação e da mídia na ocorrência do fenômeno, com vistas a promover verdadeiras operações psicológicas[5]. Busca-se, em suma, mediante estratégias cuidadosamente definidas de comunicação, criar um ambiente favorável perante a opinião pública para viabilizar a prática do lawfare.

No Brasil, o termo lawfare foi utilizado pela primeira vez em coletiva de imprensa que fizemos em 10 de outubro de 2016 na condição de advogados do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva[6]. Na ocasião, a partir de estudos anteriores e de entrevistas que fizemos com renomados professores que se dedicam à matéria, como os antropólogos John e Jean Comaroff[7][8][9], da Universidade de Harvard, propusemos esse termo para expressar que Lula estava sendo alvo de uma perseguição política por parte de alguns membros do Sistema de Justiça a partir da utilização abusiva da lei e dos procedimentos jurídicos em associação com uma intensa campanha midiática que tinha por objetivo minar a reputação do ex-presidente e a proteção da garantia constitucional da presunção de inocência[10][11].

O caso Lula é, indiscutivelmente, um dos mais relevantes paradigmas no mundo de lawfare com objetivos políticos. Por outro lado, é possível dizer, com sólida base de apoio, que o lawfare não se limita aos objetivos militares — como foi afirmado originariamente por Charles Dunlap Jr. — ou, ainda, à perseguição política. A prática de lawfare com desígnios comerciais e até mesmo geopolíticos já possui um enorme gama de fatos que permitem constatar o fenômeno também nessas áreas.

Em uma face mais simples, é possível identificar o lawfare em iniciativas jurídicas múltiplas adotadas por uma empresa ou outra forma de associação contra seus concorrentes ou oponentes. A iniciativa busca inviabilizar tais concorrentes ou oponentes acionando o aparato regulatório e persecutório do Estado com acusações frívolas ou desprovidas de suporte probatório mínimo. Enquanto o concorrente ou o oponente — ou, ainda, seus dirigentes e colaboradores — são enredados pelas teias do Estado, abre-se a oportunidade de consolidação ou expansão dos negócios em favor da empresa ou da entidade que deflagrou as providências jurídicas.

Há, por outro lado, uma espécie mais complexa de lawfare com finalidade comercial e geopolítica se desenvolve por meio da utilização de mecanismos transnacionais de persecução. Como exemplo eloquente, o Foreign Corrupt Act (FCPA), que é uma lei norte-americana projetada originariamente para punir empresas daquele país que praticassem corrupção no exterior, atualmente é utilizado para tentar conferir jurisdição mundial aos Estados Unidos.

Empresas e empresários de todo o mundo estão sendo punidos e obrigados a pagar elevadas quantias aos cofres norte-americanos porque acusados, com o auxílio de autoridades locais, de violação ao FCPA a partir de exóticas interpretações[12]. Há, também, efeitos colaterais dessas ações dos órgãos norte-americanos com autoridades locais que acabam por resultar em acordos comerciais favoráveis a empresas ou a setores daquele país. Exemplos recentes podem ser mencionados.

Em 2016, empresas brasileiras como a Embraer sofreram atos de persecução do Departamento de Justiça norte-americano e acabaram por firmar acordos com aquele órgão estrangeiro, em sintonia com as autoridades locais. Tais acordos estabeleceram obrigações pecuniárias e de outras naturezas, tais como o monitoramento interno da companhia. Dois anos depois, foi anunciada uma operação da Embraer com a Boeing, uma estratégica empresa norte-americana[13]. Difícil crer que apenas uma afinidade comercial tenha orientado esse resultado.

Orde F. Kittrie, importante estudioso do assunto[14][15], cita como exemplo de lawfare comercial e geopolítico aquilo que ocorreu com a empresa Siemens entre 2006 e 2008. Após se negar a observar o embargo comercial decretado pelos Estados Unidos ao Irã, a Simens passou a ser alvo de procedimentos investigatórios em diversos países no mundo, que resultaram no pagamento de quantias bilionárias a título de multas e indenizações. Independentemente da ocorrência admitida de práticas indevidas, a motivação para deflagrar as investigações, segundo o autor, estava ligada à intenção dos Estados Unidos de elevar a pressão externa contra o Irã — para atender aos interesses geopolíticos daquele país.

Na mesma linha, elementos já disponíveis permitem suspeitar que a prisão da empresária chinesa Meng Wanzhou, uma das principais acionistas da gigante Huawei, estão ligadas à prática do lawfare. A detenção ocorreu no Canadá a pedido dos Estados Unidos, em meio a uma intensa disputa comercial entre os norte-americanos e a China, na qual a Huawei ocupa lugar de destaque. Os elementos disponíveis também tornam difícil aceitar a tese de que a prisão nesse momento tão delicado das relações entre tais países foi uma mera coincidência — e não um capítulo de uma guerra jurídica para fins comerciais e geopolíticos.

Enfim, o lawfare é uma prática atualmente realizada com os mais diversos objetivos: militares, políticos, comerciais e até mesmo geopolíticos. O sucesso no enfrentamento desse fenômeno está ligado à sua correta identificação e à utilização de técnicas específicas de combate, que associam o conhecimento adequado da legislação aplicada, o comportamento que deve ser adotado pelas vítimas e as associações necessárias entre a resistência jurídica e outras ferramentas importantes como a investigação e a comunicação.


[1] DUNLAP JR., Charles. Law and Military Interventions: Preserving Humanitarian Values in 21st Conflicts. Artigo apresentado na Humanitarian Challenges in Military Intervention Conference, Washington, DC, 2001.

[2] O termo decorre da junção das palavras inglesas “law” e “warfare”. Ao pé da letra significa “guerra jurídica”.

[3] DUNLAP JR., Charles. Lawfare Today: A Perspective, em Yale Journal of International Affairs, 2008, p. 146: “Although I’ve tinkered with the definition over the years, I now define ‘lawfare’ as the strategy of using – or misusing – law as a substitute for traditional military means to achieve an operational objective”.

[4] O foco do trabalho estava voltado a processos e denúncias envolvendo violação de direitos humanos nas intervenções militares realizadas pelos Estados Unidos, sobretudo perante órgãos internacionais especializados nesse tema.

[5] GOMÉZ, Santiago. Lawfare y operações psicológicas. Disponível em http://www.agenciapacourondo.com.ar/patria-grande/lawfare-y-operaciones-psicologicas.

[6] https://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/defesa-de-lula-diz-que-lava-jato-usa-leis-como-arma-de-guerra-para-desmoralizar-inimigo/

[7] COMAROFF, John L. e COMAROFF, Jean. Law and Disorder in the Postcolony, em The University of Chicago Press, 2006, p. 29-30: “In the process, too, it becomes clear that what imperialism is being indicted for, above all, is its commission of lawfare: its use of its own rules—of its duly enacted penal codes, its administrative law, its states of emergency, its charters and mandates and warrants, its norms of engagement—to impose a sense of order upon its subordinates by means of violence rendered legible, legal, and legitimate by its own sovereign word”.

[8] COMAROFF, John L. e COMAROFF, Jean. Ethnicity, Inc., em The University of Chicago Press, 2009, p. 56: “Lawfare, the use of legal means for political and economic ends is endemic to the technology of modern governance. Democratic and authoritarian states alike have always relied on constitutions and statutes, on charters, mandates, and warrants, on emergency and exception—on the violence inherent in the law—to discipline their citizenry”.

[9] Uma das conversas que tivemos com o Professor John Comaroff está disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=skCRotOT1Lg

[10] Nesse sentido é o que expusemos em nota à imprensa divulgada em 17/10/2016. Disponível em: http://www.averdadedelula.com.br/pt/2016/10/17/defesa-identifica-taticas-de-lawfare-em-denuncia-contra-lula/.

[11] O Professor John Comaroff concedeu entrevista ao jornal Folha de S. Paulo em 18/11/2016 na qual expôs essa situação: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2016/11/1829175-professor-de-harvard-ve-presuncao-de-culpa-contra-lula-na-lava-jato.shtml

[12] Mike Koehler, em interessante artigo, explica que o FCPA vem sendo utilizado sem qualquer escrutínio judicial pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos para impor sanções a empresas dos mais diversos países a partir de interpretações e teses jurídicas bastante discutíveis. Disponível em: https://papers.ssrn.com/sol3/papers.cfm?abstract_id=1705517.

[13] A nota à imprensa divulgada pela Embraer para anunciar a operação comercial está disponível em: https://ri.embraer.com.br/list.aspx?IdCanal=PXlq+a4Z+bixVnURyPcmLw==

[14]Disponível em: https://scholarlycommons.law.case.edu/cgi/viewcontent.cgi?referer=https://www.google.com/&httpsredir=1&article=1162&context=jil

[15] Orde F. Kitrrie é autor da obra Lawfare: Law as a weapon of war (Oxford, University Press, 2016).

Depois de processo de Fernanda Lima da Globo, Eduardo Costa ataca João de Deus


Eduardo Costa defende movimento feminista da Globo (Foto: Reprodução)

Lucas Medeiros do site TV Foco informa que o cantor Eduardo Costa decidiu voltar a comentar assuntos polêmicos em seu perfil no Instagram e saiu em defesa do movimento #MexeuComUmaMexeuComTodas, popularizado por atrizes da Globo, em um desabafo contra o médium João de Deus, que está sendo acusado de estupro.

Na rede social, ele disse que voltou atrás na decisão de dar um tempo na internet e disparou: “To aqui de boca aberta com esse João de Deus, esse cara é um pedófilo,estuprador pervertido, tem que ser preso e morrer numa cela. Pior que estuprar uma mulher e estuprar mulheres frágeis, doentes, e que estão no fundo do poço…”.

“Meu DEUS do céu, até que ponto vai a maldade do ser humano, que tristeza. A justiça de DEUS não falha, ele vai ter o que merece em nome de JESUS. Isso sim tem que causar protesto, revolta, e manifestações em todas as redes sociais do planeta, mexeu com uma mexeu com o mundo, com todos e com todas”, disse ainda.

Maduro se diz preparado para a guerra contra Bolsonaro; assista ao vídeo


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O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, advertiu a seu homólogo brasileiro Jair Bolsonaro para “aventuras militares” contra o povo venezuelano.

Como o seguro já morreu de velho, o dirigente bolivariano determinou aumentar a milícia civil venezuelana para 1,6 milhão membros

“Nós iremos armar a milícia bolivariana até os dentes. Uma força imperialista invasora pode entrar em uma parte da nossa pátria, mas os imperialistas precisam saber que eles não vão sair daqui vivos”, advertiu Maduro.

Além de triplicar o efetivo miliciano desde o início deste ano, Nicolás Maduro também recebeu caças russos para reforçar o espaço aéreo venezuelano.

A tensão entre Bolsonaro e Maduro se elevou esta semana com odesconvite para Cuba e Venezuela participarem da posse do presidente eleito brasileiro.

“Ninguém no Brasil quer que o futuro governo de Jair Bolsonaro se meta numa aventura militar contra o povo da Venezuela”, completou Maduro ao denunciar que o capitão reforma do Exército faz parte do complô dos Estados Unidos para assassiná-lo.

Não tem explicação o Governo brasileiro querer enfrentar uma guerra contra o país vizinho, justamente num momento em o Brasil voltou quase a pedir esmolas, que depois de uma temporada de dois anos, só falta ir ao FMI pedir dinheiro emprestado e deixar por garantia parte da própria, como fazia o FHC. Querer partir pra um confronto, quando todos sabem que é uma espécie de mandado do governo americano, que, talvez, não queira “sujar as suas mãos”, é falta de inteligência.  Mas será que a população brasileira apoia essa atitude?  Todos sabem que o único interessado no fim do Maduro é o governo americano, ou melhor dizendo, o Ronald Trump. A verdade é que o povo brasileiro começa a ficar apreensivo com a conversação. Recentemente a Rússia, que é aliada da Venezuela, mandou uns aviões especializados para guerra. Agora fica a pergunta: um país na situação que está o Brasil, acontecendo uma gurra de alto calibre, como ficará a situação pós guerra? Fonte Blog do Esmael, último parágrafo Café com Leite Notícias.

Assista ao discurso de Maduro:

Fátima Bernardes, apresentadora da Globo, exalta sua filha, Bia, cantando: ”ecoa em mim”


Crédito: Reprodução/TVGloboFátima Bernardes teve seu nome associado ao do agressor de Jair Bolsonaro

Caras informa que Fátima Bernardes mostrou seu lado de mãe nesta segunda-feira, 17.

Através de suas redes sociais, a apresentadora compartilhou um vídeo da apresentação de canto de sua filha, Beatriz Bonner, que ocorreu no fim de semana. O momento foi tão especial para a jornalista que ela se declarou para a amada.

“A apresentação foi no sábado, mas ainda ecoa em mim. Parabéns, filha. Parabéns”, escreveu em sua legenda. Para completar o orgulho que estava sentindo da jovem, Fátima usou as hashtags “mãe coruja” e “Moana”.

Bia cantou Saber Quem Eu Sou, da animação Moana, da Disney. A cantora é fruto do relacionamento entre Fátima e William Bonner, que também são pais de Laura Bonner e Vinícus Bonner. Fonte: DCM.

Uma volta no tempo: Geraldo Vandré: o último show e a volta silenciosa


Documentos comprovam que o artista foi levado ao Dops no mesmo dia em que voltou ao Brasil, em 1973, quatro anos depois de sair do país. Ele declarou que nunca teve filiação e sentia saudade da pátria

Geraldo Vandré último show volta silenciosa ditadura militar
Geraldo Vandré (reprodução)

Por Vitor Nuzzi, RBA

Em 5 de setembro de 1969, a Comissão de Investigação Sumária do Exército (Cisex) aprovou parecer que pedia suspensão dos direitos políticos por 10 anos e demissão do emprego público do servidor Geraldo Pedrosa de Araújo Dias, mais conhecido como Geraldo Vandré, “em virtude de suas atividades nocivas aos princípios moralizadores consagrados pela Revolução de 1964“.

O parecer foi sucintamente aprovado pelo ministro do Exército, Lyra Tavares, que o remeteu ao Ministério da Justiça. Seria mais um funcionário público exonerado depois do Ato Institucional número 5, editado em 13 de dezembro de 1968, abrindo a fase mais dura do regime.

Coincidentemente, nesse mesmo dia Vandré e seu grupo, o Quarteto Livre, faziam em Anápolis (GO) aquele que seria o último show do cantor como artista profissional no Brasil. A apresentação marcada para o dia 14, no Iate Clube de Brasília, não aconteceu. O quarteto era formado simplesmente por Franklin da Flauta, Geraldo Azevedo, Naná Vasconcelos e Nelson Ângelo.

Uma pesquisa no Arquivo Nacional mostra, além da decisão do Cisex, que o misterioso retorno de Geraldo Vandré ao Brasil incluiu um interrogatório no exato dia em que ele tornou a pôr os pés em sua pátria, 16 de julho de 1973. Durante muito tempo, acreditou-se que ele havia voltado em agosto, por causa de uma entrevista exibida pela TV Globo no Jornal Nacional, mostrando o artista como se ele tivesse acabado de desembarcar. Uma entrevista “montada“, com a presença de agentes policiais.

Vandré havia deixado o Brasil durante o carnaval de 1969, depois de um tempo escondido. Seu crime? Compor e cantar Pra não Dizer que não Falei das Flores (Caminhando), consagrada em setembro do ano anterior no Festival Internacional da Canção (FIC), da Globo.

Uma composição cuja letra “é injuriosa às Forças Armadas“, segundo exposição de motivos do Conselho de Segurança Nacional, em documento assinado pelo secretário-geral do órgão, o general João Baptista de Oliveira Figueiredo, que em 1979 se tornaria o último presidente da ditadura civil-militar brasileira.

Insegurança

Naquele 16 de julho de 1973, uma segunda-feira, vindo do Chile, um abatido Vandré mal chegou ao Galeão, no Rio de Janeiro, e já foi interpelado por agentes. Por tempos, especulou-se para onde teria sido levado.

Conforme arquivo confidencial do Serviço Nacional de Informações (SNI), o destino foi o Dops do Rio, na sede da Coordenação Regional Policial do Departamento de Polícia Federal da Guanabara, na Praça Marechal Âncora, vizinha à Praça XV, centro da capital. Ali também funcionou um centro de tortura, mas não há qualquer registro ou evidência de que Vandré tenha sofrido violência física.

No início do termo de declaração ao Dops, Geraldo Vandré informa que deixou o país “possivelmente no mês de março” pela fronteira com o Uruguai, de automóvel, medida tomada “em face da insegurança existente no País contra a sua pessoa, uma vez que admitiam estar o declarante envolvido em política partidária, quando, na verdade, isso não ocorria“.

Do Uruguai, ele foi para o Chile, onde permaneceu durante seis meses, rumando posteriormente para a Europa – também fez viagens à Argélia e aos Estados Unidos.

Vandré afirma aos policiais que em todos os países em que esteve “nunca fez qualquer comentário desairoso contra as autoridades governamentais do País, limitando-se, unicamente, ao exercício da sua profissão“. Ele “sempre alimentou a esperança de retornar ao Brasil, isto porque, a nostalgia e a tristeza da falta de seus familiares, amigos e do convívio geral faziam com que o declarante sempre pensasse em retornar e, esse estado de ânimo ocasionou um descontrôlo nervoso no declarante“. Na embaixada brasileira no Chile, foi informado que seu visto de retorno era negado.

A tristeza causada pela distância forçada de sua pátria o fez adoecer. Um outro documento sigiloso do SNI mostra que a mãe do cantor, dona Maria Martha, esteve na agência do órgão no Rio em dezembro de 1972 para informar que seu filho estava adoentado, com depressão, e em tratamento no Chile.

Ela manifestou o desejo de ver seu filho poder retornar ao Brasil e informou que em breve iria a Santiago com seu marido, José Vandregíselo – de cujo sobrenome vem o nome artístico do cantor –, para visitar o filho durante 10 dias e pleitear à representação diplomática “a concessão de documento que possibilite seu regresso, face o seu estado de saúde“.

Crônica da realidade

Esse regresso levaria ainda sete meses. Vandré deixou o país por causa de uma canção, que conforme avaliação feita pela Quarta Zona Aérea, na véspera do AI-5, era uma “hábil síntese, na melhor forma estética, de postulados básicos da doutrina marxista“.

Segundo o texto do Ministério da Aeronáutica, a apresentação das ideias na música Caminhando “é especialmente eficaz, pois atua por meio de inconsciente das pessoas, levando à lenta aceitação do que se diz nos versos, por um processo de repetição inadvertida“. Para esses militares, a igualdade dos homens como seres sociais “(e não como seres morais, pois isto os marxistas não aceitam) é abundantemente fundamentada“.

O documento chama ainda a atenção para o fato de a composição ter sido aplaudida durante 10 minutos por mais de 30 mil pessoas no ginásio do Maracanãzinho, no FIC de 1968, evidenciando alto grau de “politização e conscientização“. Um risco.

Em junho de 1970, um inquérito policial militar instaurado no 1º Distrito Naval “para apurar atividades subversivas e/ou contra-revolucionárias” de Vandré foi arquivado. O IPM incluía o escritor e autor teatral Dias Gomes.

Ao longo dos anos, Vandré esforçou-se para demonstrar que sua obra mais famosa não era um hino contra os militares. Chegou a chamá-la de “crônica da realidade“. De fato, ele nunca foi antimilitarista – nem filiado a partido ou ligado a qualquer grupo político.

Acabou sendo marcado por uma canção, que só voltaria a cantar em solo brasileiro em 22 e 23 março deste ano, em duas apresentações realizadas em João Pessoa, onde nasceu, em 1935. Tornou a fazê-lo em 24 de outubro, em Sorocaba, interior paulista, onde foi homenageado – ao lado da pianista Beatriz Malnic e do músico Sabiá, cantou Caminhando e recitou poemas.

Em 31 de maio de 1968, ele esteve naquela cidade para conversar com estudantes. Ainda nem havia composto Caminhando, que “nasceu” depois da Passeata dos 100 mil, em 26 de junho, último grande protesto de rua contra a ditadura.

Em seu depoimento no dia da volta, ele reafirma que “nunca foi filiado a qualquer agremiação político-partidária” e que “está de pleno acordo em observar a orientação traçada pelas autoridades constituídas“. Insiste: o que o fez retornar “foi, na realidade, a saudade que sentia da sua Pátria“. Ele diz não se conformar em viver fora do Brasil, “pois que se sente um patriota e que objetiva para o seu País um futuro promissor que possa nivelá-lo às grandes nações do mundo“.

No segundo semestre de 1973, Geraldo Vandré lançou no Brasil Das Terras de Benvirá, quinto e último LP do cantor. Parte desse material havia sido lançada ainda na França, em 1970, no compacto La Passion Bresilienne. Ele se apresentou no Paraguai, na fronteira com o Brasil, nos anos 1980. Não retomou carreira como artista profissional, mas a obra permaneceu. Fonte Pragmatismo.

Pedido de habeas corpus de João de Deus é analisado pela justiça de Goiás


[Justiça pode decidir hoje sobre habeas corpus de João de Deus]

A Justiça de Goiás pode decidir hoje (18) o pedido da defesa do médium João Teixeira de Faria, o João de Deus, de 76 anos, que entrou com habeas corpus para transformar a decisão judicial de prisão preventiva em prisão domiciliar com tornozeleira. O argumento utilizado se baseia na idade avançada e no estado de saúde de João de Deus.

A decisão ocorre no momento em que a força-tarefa, criada pelo Ministério Público de Goiás, para apurar as acusações de abuso sexual contra o médium, recebeu 506 relatos de mulheres que denunciam crimes sexuais. Há uma semana, desde que o grupo foi criado, o número de denúncias aumenta.

Pela segunda noite consecutiva, João de Deus dormiu em uma cela de 16 metros quadrados com pia e vaso sanitário, no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, denominado Núcleo de Custódia. O pedido de prisão preventiva se sustentou em 15 denúncias já formalizadas em Goiânia – todas por crimes sexuais.

No domingo (16) à tarde, João de Deus se entregou em uma estrada de terra na região de Abadiânia, em Goiás. De acordo com os advogados, o lugar foi escolhido para preservar o médium. Porém, policiais confirmaram que houve uma longa negociação para ele se entregar.

Os advogados reiteram a inocência do médium e levantam dúvidas sobre o comportamento das possíveis vítimas e o conteúdo de seus depoimentos. A polícia também investiga a a movimentação de cerca de R$ 35 milhões nas contas de João de Deus.

Nesse país se acredita em delação de pessoas presas para se livrar da prisão, se acredita em evidências que se transformam e convicção para que prendam pessoas, que são convenientes que sejam presas, para que o plano maquiavélico dê certo, e, no momento, o assunto é o João de Deus que quer um a habeas corpus para ficar em casa, e, pasmem, mas já começam a comentar sobre a sua inocência. Nesse caso as centenas de pessoas que foram vítimas podem estarem mentindo? E por falar nisso tudo, em se tratando da justiça que cuida dos altos padrões, cadê o Freitas? Fonte Metrô1, último parágrafo Café com Leite Notícias.