(77) 99152-6666

Número de endividados no Brasil chega a maior patamar em 11 anos, aponta pesquisa


Número de endividados no Brasil chega a maior patamar em 11 anos, aponta pesquisa
Crédito da Foto: Pixabay

Com o fim do auxílio emergencial em dezembro, 2021 começou com um salto na taxa de pobreza extrema no Brasil. De acordo com pesquisa da Fundação Getúlio Vargas, publicada pela Folha de São Paulo, o país tem hoje mais pessoas na miséria do que antes da pandemia e em relação ao começo da década passada, em 2011.

Neste janeiro, 12,8% dos brasileiros passaram a viver com menos de R$ 246 ao mês (R$ 8,20 ao dia), linha de pobreza extrema calculada pela FGV Social a partir de dados das Pesquisas Nacionais por Amostra de Domicílios (Pnads) Contínua e Covid-19. No total, segundo projeção da FGV Social, quase 27 milhões de pessoas estão nessa condição neste começo de ano —mais que a população da Austrália.

Trata-se de um aumento significativo na comparação com o segundo semestre de 2020, quando o pagamento do auxílio emergencial a cerca de 55 milhões de brasileiros chegou a derrubar a pobreza extrema, em agosto, para 4,5% (9,4 milhões de pessoas) — o menor nível da série histórica.

A taxa neste começo de década é maior que a do início da anterior (12,4%) e que a de 2019 (11%). O efeito negativo da pandemia sobre a renda dos mais pobres já tenderia a ser prolongado levando-se em conta a recuperação difícil que o Brasil tem à frente (quase sem espaço no Orçamento público para novas rodadas de auxílio emergencial), o aumento das mortes pela Covid-19 e o atraso no planejamento da vacinação.

O pagamento do auxílio emergencial custou cerca de R$ 322 bilhões, a maior despesa do Orçamento de Guerra contra a Covid-19. Do Aratuon

Error, no Ad ID set! Check your syntax!

Caminhoneiros iniciam protestos em rodovias baianas, mas PRF garante que não há bloqueios


Caminhoneiros iniciam protestos em rodovias baianas, mas PRF garante que não há bloqueiosCrédito da Foto: reprodução/vídeo

Esta segunda-feira (1/2) começou para os brasileiros com um clima de expectativa e preocupação, em torno de uma possível paralisação das atividades dos caminhoneiros. Com a iminência de uma possível greve, a população fica apreensiva, diante do cenário que foi visto em ação da categoria, ocorrida em 2018.

Na manhã de hoje, o Ministério da Infraestrutura e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) utilizou suas redes sociais para informar que todas as rodovias federais, concedidas ou sob gestão do DNIT, encontram-se com o livre fluxo de veículos, não havendo nenhum ponto de retenção total ou parcial.

Na BR-116, caminhoneiros atearam fogo em pneus sobre a pista, em trecho do município de Itatim, mas guarnições da PRF estiveram no local e restabeleceram a ordem e o trânsito que foi normalizado na região. A PRF sobrevoou o local e fez um vídeo, mostrando o clima de tranquilidade por lá.

Em uma rodovia estadual, a BA-526, mais conhecida como Estrada CIA-Aeroporto, um grupo de caminhoneiros realiza uma caminhada, exibindo faixas e cartazes com suas reivindicações, na tentativa de chamar a atenção de outros profissionais da categoria, que ainda não aderiram ao protesto. A caminhada, no entanto, não causa obstrução da rodovia.

A categoria reivindica melhores condições de trabalho, protesta contra o aumento do preço do combustível, o marco regulatório do transporte marítimo (BR do Mar) e cobra direito a aposentadoria especial, entre outras pautas.

Maia ameaça abrir impeachment de Bolsonaro antes de deixar o cargo


Aliados de Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara dos Deputados, afirmam que o parlamentar tem ameaçado dar aval à sequência de um processo de impeachment contra Jair Bolsonaro, antes de entregar seu cargo.

Aliados de Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara dos Deputados, afirmam que o parlamentar tem ameaçado dar aval à sequência de um processo de impeachment contra Jair Bolsonaro (sem partido) até o final do seu mandato, que se encerra na próxima segunda-feira (1).

a

Reportagem do jornal Folha de S.Paulo ouviu três políticos próximos a Maia, além de outro parlamentar que afirma ter ouvido essa informação do coordenador político do governo, o general Luiz Eduardo Ramos.

Já são mais de 60 pedidos de impeachment engavetados por Maia e o parlamentar sofre pressão de diversas setores da sociedade para dar sequência ao processo.

Já que o parlamentar como presidente da casa de leis está ameaçando, que essa ameaça deixe de ser ameaça e parta para a realidade. pois agora é o Brasil todo que está pedindo o fora Bolsonaro. Caso o Rodrigo Maia não atenda os pedidos da sociedade e dos seus colegas, certamente vai ficar queimado perante o povo brasileiro.

Para dar entrada no pedido de impeachment, chegou o dia D e a hora H.

Fonte 247.

Pior que xingar, Bolsonaro diz que Covid pode ser “fabricada”. Por Fernando Brito


Do DCM
Bolsonaro xingou geral enquanto almoçava com artistas em churrascaria fechada só pra ele. Foto: Reprodução/Twitter

 

Mas houve algo grave, que pode representar – e Ernesto Araújo estava ao seu lado – uma nova onda de ataques à China, justo no momento em que o país precisa manter azeitados seus canais diplomáticos com aquele país para garantir o suprimento de matéria-prima para a produção de vacinas contra o novo coronavírus.

Em boca-livre de apoiadores numa churrascaria, Bolsonaro voltou a insinuar que a pandemia “pode ser fabricada”, repetindo o bordão dos seus seguidores – entre eles, Araújo – de que a doença teria sido criada propositalmente pelos chineses.

Não se sabe o que o levou a isso, talvez a possível manobra do vice Hamílton Mourão, antecipando uma possível demissão do chanceler brasileiro, no qual a China não pode nem ouvir falar.

Óbvio que não haverá retaliação imediata dos chineses, mas vai ficar bem anotado nos ideogramas de sua língua que o ex-capitão é incorrigível e inconfiável.

Bolsonaro soltou as patas para defender uma suposta “honestidade” de seu governo, algo a que ele se agarra em meio ao mar de fracassos que acumula.

É o que lhe resta, embora esteja formando um séquito de deputados de boca aberta para o dinheiro curto do orçamento, liberando emendas às centenas para ganhar a eleição de presidente da Câmara.

É Leite Moça que não acaba mais.

 

Em um ano, 11,5 milhões perderam emprego no setor privado, mas setor público seguiu contratando


Número reflete efeitos da pandemia de coronavírus

[Em um ano, 11,5 milhões perderam emprego no setor privado, mas setor público seguiu contratando]
Foto : Pedro Ventura / Agência Brasília

Entre os meses de setembro de 2019 e de 2020, 11,5 milhões de brasileiros saíram da população ocupada no setor privado, segundo um levantamento realizado pela consultoria IDados, com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Trimestral. O dado representa um recorde e reflete os efeitos da pandemia de coronavírus. Na contramão, nesse mesmo período, o setor público criou 145,4 mil postos de trabalho.

O Brasil tinha um total de 70,6 milhões de trabalhadores que atuavam no setor privado em setembro do ano passado, incluindo formais, informais, empregadores, conta própria, entre outros. Já no setor público, eram 11,8 milhões. Em 2019, eram 82,1 milhões no setor privado e 11,7 no setor público.

Funcionários do Banco do Brasil podem paralisar as atividades nesta sexta (29)


Eles estão mobilizados contra uma ação de reestruturação do banco, que pretende fechar agências em todo o país.

Funcionários do Banco do Brasil podem paralisar as atividades nesta sexta (29)

Foto: Divulgação

A presidente do sindicato dos bancários de Feira de Santana, Sandra Freitas explicou que na última teça-feira (25), os funcionários do Banco do Brasil acessaram a plataforma de votação e aprovaram um indicativo de paralisação de 24 horas para a próxima sexta-feira (29), contra a reestruturação promovida pela agência.

De acordo com a presidente, essa reestruturação acontece também em todo o país e pretende fechar mais de 300 agências, demitindo mais de cinco mil funcionários. Feira de Santana será prejudicada com o fechamento da agência da Avenida Getúlio Vargas.

“Essa reestruturação pretende fechar mais de 300 agências e aqui em Feira de Santana, será fechada a agência da Avenida Getúlio Vargas. Com esses fechamentos, querem transformar mais de 200 agências em pontos de atendimento, encerrando com os caixas, reduzindo gratificação de caixa dos empregados, além de demitir cinco mil bancários no país inteiro”, explicou.

Em Feira de Santana, existem 23 funcionários de forma excedente. Segundo Sandra Freitas, esses bancários precisam buscar outras agências para que possam ser transferidos.

“Somente em Feira de Santana são 23 funcionários que o banco chama de excedente. Eles estão em excesso e precisam buscar outras agências para serem transferidos, porque se não fizer a opção, o banco transfere do jeito que quiser. Pais de famílias, terão que sair daqui e se deslocar, Deus sabe para onde como forma de não ser demitido”, destacou.

Para a presidente, a população deve apoiar a causa dos trabalhadores, pois não é apenas pelo emprego, nem pelo trabalhador, mas pela própria sociedade que sofre para ser atendida nas agências.

“Estamos vendo muitos bancos terem lucros altíssimos, ou seja, é uma falta de respeito e isso é uma perversidade, uma barbaridade e entendemos que o intuito do Governo é privatizar o Banco do Brasil, assim como ele vem fazendo com a Petrobras e com tantas outras empresas do nosso país. Portanto os funcionários do Banco do Brasil estão resistentes a isso e toda a sociedade deve apoiar essa luta, não pelo trabalhador, nem pelos empregos, mas a luta também é pela população que sofre muito para ser atendida”, disse.

Segundo Sandra Freitas, nesta quarta-feira (27), os funcionários irão se reunir fazendo uma plenária de mobilização para organizar a movimentação que será realizada em Feira de Santana.

“Precisamos escutar os trabalhadores do Banco do Brasil e conseguir fazer um movimento forte, fazendo com que o Banco do Brasil deixe de fazer essa perversidade e maldade com o nosso povo. Já na quinta-feira, a Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe promove uma grande plenária com todos os funcionários dos dois estados com o mesmo intuito, esclarecer aos trabalhadores e organizar a nossa participação nessa paralisação nacional que deve acontecer na próxima sexta. Estamos aqui para apelar a sociedade que entenda os trabalhadores e nos apoie nesse momento crucial, um momento de pandemia, onde milhares de pessoas estão perdendo seus empregos e a pobreza vem se alastrando em nosso país. Esse banco quer colocar mais de cinco mil pais de família no olho da rua e isso é um absurdo, não podemos olhar esse tipo de coisa. Na próxima sexta de forma pacífica, estaremos fazendo nossa movimentação”, finalizou.
Com informações do Acorda Cidade.

 

“Fim da aventura humana na Barra-Ondina”: pela primeira vez em 40 anos, baianos não terão feriado de Carnaval


"Fim da aventura humana na Barra-Ondina”: pela primeira vez em 40 anos, baianos não terão feriado de CarnavalCrédito da Foto: ilustrativa/Pexels

Com um 2020 que parece infindável, arrastando-se pelos 26 dias já corridos neste janeiro, os baianos não poderão dizer, em 2021, que “o ano só começa depois do Carnaval”. A pandemia de Covid-19 levou e mudou vidas, o colorido e a tradição. Ficou só a ressaca de uma eterna Quarta-feira de Cinzas, obrigando a adaptar a canção: é o fim da aventura humana na Barra-Ondina, no Campo Grande, Pelourinho e demais circuitos da folia.

Pela primeira vez em 40 anos, os baianos não terão o feriado de Carnaval. A decisão – conjunta – do Governo do Estado e da Prefeitura de Salvador foi anunciada nesta terça-feira (26/1). O ponto/registro de trabalho será, então, facultativo nas datas em que seria comemorada a festa deste ano (15 e 16 de fevereiro).

Um decreto estadual de 1981 estabelece como ponto facultativo a segunda, terça e quarta-feira (até meio-dia). Porém, em 2021, em razão da pandemia de Covid-19 e cancelamento da festa em fevereiro, o Estado e a Prefeitura da capital baiana entendem que não há motivo para decretar ponto facultativo nos dias mencionados acima.

A ideia da decisão é desestimular a ocorrência de qualquer evento que possa gerar aglomeração e influenciar no aumento do número de vítimas da doença causada pelo coronavírus, como afirmou o prefeito de Salvador, Bruno Reis (DEM).

“Desde o início da pandemia, a nossa prioridade é salvar vidas. Já temos uma luz no fim do túnel: a vacina. Mas, enquanto não houver a imunização de todos, precisamos evitar aglomerações, redobrar os cuidados com a higiene e usar máscaras. Graças a Deus, ao trabalho das nossas equipes e à conscientização da população, estamos muito próximos de vencer a batalha contra a Covid-19 e virar essa página da nossa história, voltando à normalidade com total segurança”, declarou.

E o Carnaval na Bahia, oitava maravilha, fica para depois. Mais do que nunca, viver não será só festejar.

 

 

 

Sem prorrogação do auxílio emergencial, quase 70% dos beneficiados ficam sem renda, segundo Datafolha


Sem prorrogação do auxílio emergencial, quase 70% dos beneficiados ficam sem renda, segundo Datafolha
Crédito da Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Com o fim do pagamento do auxílio emergencial concedido pelo governo federal, logo após o início da pandemia do coronavírus, o número de famílias brasileiras que tiveram queda na renda, aumentou de forma significativa.

Segundo dados levantados em pesquisa realizada pela Datafolha, nos dias 20 e 21 de janeiro, 69% dos que foram beneficiados não possuem outra fonte que substitua o programa social que estava em vigor.

Ao todo, de acordo com a pesquisa, 40% da população solicitou o auxílio e, em média, foram pagas 4,5 parcelas para cada beneficiado. Entre aqueles que tiveram direito, 89% já receberam a última parcela e desses, apenas, 38% afirmaram ter economizado recursos para quando o benefício terminasse.

Diante do cenário, a situação econômica de grande parte da população brasileira pode ser considerada, pelo menos, crítica, já que a pandemia da Covid-19 continua mostrando números alarmantes de infectados e óbitos, fazendo com que algumas atividades de trabalho, principalmente do setor informal, sejam mantidas em suspensão.

COMPARAÇÃO COM PESQUISA ANTERIOR

Entre os que receberam alguma parcela do auxílio emergencial, 51% afirmaram ter a perda de renda na pesquisa realizada no início de dezembro. Agora, são 58%.

Na pesquisa anterior, 14% dos beneficiários apontavam ter tido aumento de renda. Agora, caiu para 12%. Em dezembro, o auxílio tinha garantido a manutenção do nível de renda familiar para 34% dos beneficiados entrevistados. Em janeiro, eram 29% os que estavam com o mesmo nível de renda anterior à pandemia.

REPROVAÇÃO DE BOLSONARO

O fim do auxílio está entre os fatores que contribuíram para o aumento na reprovação do presidente Jair Bolsonaro. Segundo a pesquisa, o presidente é avaliado como ruim ou péssimo por 40% da população, antes de 32% que assim o consideravam na rodada anterior da pesquisa, no começo de dezembro. Já quem acha o presidente ótimo ou bom passou de 37% para 31% no novo levantamento.

PRORROGAÇÃO DESCARTADA

Embora haja pressão para prorrogar o benefício, medida que é discutida inclusive candidatos à presidência da Câmara dos Deputados e do Senado, o gasto adicional é descartado pelo Ministério da Economia e visto como um risco para a política econômica grande parte do mercado financeiro.

De acordo com a Folha, a equipe econômica avalia que o momento não demanda medidas nesse sentido, a não ser que haja um novo fechamento amplo de atividades decretado por governadores e prefeitos.

Em 2020, o auxílio foi pago por meio de crédito extraordinário. Por isso, o dinheiro não foi contabilizado como despesa para apuração do limite do teto de gastos. Para que o mesmo não ocorra em 2021, seria necessário recorrer ao mesmo expediente.

Os dados levantados pelo Instituto Datafolha foram colhidos por telefone, devido às restrições sanitárias da pandemia. Foram ouvidas 2.030 pessoas em todo o Brasil e a margem de erro é de dois pontos percentuais.

 

 

Faustão decide não apresentar mais programas semanais



Fausto Silva — Foto: Divulgação/TV Globo

Fausto Silva — Foto: Divulgação/TV Globo

São 32 anos comandando o Domingão do Faustão. A cada ano, Fausto Silva e sua equipe levam diversão e inovação para o programa que ocupa as tardes de domingo do público brasileiro. Nesta segunda, dia 25, o apresentador anunciou que 2021 será seu último ano na TV Globo.

Ele decidiu encerrar sua trajetória na emissora e agradeceu pelos mais de 30 anos de parceria:

“Gostaria de deixar aqui registrada a minha gratidão à Globo, onde aprendi muito e com a qual tive a honra de viver nos últimos 32 anos uma parceria de respeito e sucesso. Repito aqui o que sempre disse no ar: a Globo é uma empresa quase perfeita!”, declarou Fausto Silva, com bom humor.

Fausto Silva durante a apresentação do 'Troféu Domingão - Melhores do Ano 2018' — Foto: Artur Meninea/Gshow

Fausto Silva durante a apresentação do ‘Troféu Domingão – Melhores do Ano 2018’ — Foto: Artur Meninea/Gshow

Confira o comunicado na íntegra:

Nestes mais de 30 anos de parceria, a TV Globo e o apresentador Fausto Silva sempre conversaram sobre novas oportunidades e inovações. Foi assim também nas últimas semanas, quando teve início o último ano do atual contrato.

Mas, diante da decisão do apresentador de encerrar sua jornada à frente de programas semanais, só cabe à TV Globo respeitar e aplaudir a história que ele construiu.

Fausto Silva é um dos maiores comunicadores da televisão brasileira e a Globo tem enorme orgulho dos 32 anos de parceria com ele no Domingão do Faustão.

Para honrar esta história de sucesso, a Globo está determinada a fazer em 2021 a melhor temporada de todos os tempos do programa, com edições sensacionais do Dança dos Famosos e do Show dos Famosos.

Ao longo dos próximos meses, a empresa vai reunir a sua comunidade criativa para definir qual dos projetos em discussão para o domingo é o mais adequado aos desafios de 2022 e a seu compromisso permanente com a inovação.

– Gostaria de deixar aqui registrada a minha gratidão à Globo, onde aprendi muito e com a qual tive a honra de viver nos últimos 32 anos uma parceria de respeito e sucesso. Repito aqui o que sempre disse no ar: a Globo é uma empresa quase perfeita! – declarou Fausto Silva, com bom humor.

Bahia: Caixão cai entre Correntina e São Desidério com corpo que tinha identificação de risco biológico por covid


O corpo que estava vedado com um plástico tinha uma identificação sobre risco onde estava escrito: “risco biológico classe III Covid-19”.

Um caixão foi encontrado por populares em uma estrada entre os município de Correntina e São Desidério, no oeste da Bahia, no último sábado (23). Nele, constava a identificação de risco biológico classe III por covid-19. O corpo do paciente vítima da doença infectocontagiosa também estava identificado por nome, foto e uma etiqueta de identificação do Hospital Geral do Oeste, que fica em Barreiras, a cerca de 166 quilômetros de Correntina.

Segundo informações publicadas no portal G1, a prefeitura de Correntina informou que o caixão era transportado em um carro funerário, caiu quando o veículo passava pela estrada e o motorista do carro funerário não percebeu a situação. O corpo foi encontrado por algumas pessoas que estavam no local. A população pegou o número de telefone da funerária, que estava em um papel preso no caixão, e ligou para o estabelecimento.

Ainda segundo informações da prefeitura de Correntina, a identificação é de Misael Vieira da Silva. O corpo que estava vedado com um plástico tinha uma identificação sobre risco onde estava escrito: “risco biológico classe III Covid-19”. Apesar do aviso, não há confirmação se o homem morreu vítima de complicações do coronavírus.

De acordo com o órgão municipal, os funcionários da funerária acionaram a equipe que fazia o transporte, que voltou ao local e pegou o caixão. Em nota, o Hospital Geral do Oeste confirmou que “o corpo do paciente foi retirado da unidade de saúde e que questões como contratação de funerária encarregada de realizar o transporte do corpo, velório e sepultamento são de responsabilidade da família”.  Com informações do portal G1.

Chapada: Itaberaba recebe 430 doses da vacina da Oxford e reforça a primeira etapa de imunização contra a covid


Iniciada no município, há cinco dias, a primeira etapa da vacinação contra covid-19 já contemplou 356 pessoas, entre funcionários de saúde, linha de frente no combate ao novo coronavírus e idosos, residentes do Lar dos Velhos e do abrigo Maria Milza.

O município de Itaberaba, portal de entrada da Chapada Diamantina, recebeu 430 doses do imunizante desenvolvido pela Biofarmacêutica Astrazeneca em parceria com a Universidade de Oxford, nesta segunda-feira (25), para dar seguimento ao plano municipal de imunização da população e reforçar a primeira etapa de imunização. “Mais doses de esperança para Itaberaba”, aponta a assessoria da prefeitura em redes sociais.

No último domingo (24), a Bahia recebeu 119.500 doses do imunizante e a distribuição para as cidades da Chapada e outras localidades do interior da Bahia teve início algumas horas depois da chegada da vacina em solo baiano. A imunização contra o novo coronavírus foi iniciada em Itaberaba, há cinco dias, e a primeira etapa da vacinação contra covid-19 já contemplou, até o momento, 356 pessoas, entre funcionários de saúde, linha de frente no combate ao novo coronavírus e idosos residentes do Lar dos Velhos e do abrigo Maria Milza.

O imunizante utilizado na primeira etapa, foi o CoronaVac, desenvolvido em parceria entre o Instituto Butantan em São Paulo e o Sinovac, laboratório chinês. Uma vez que a segunda dose da vacina de Oxford pode ser tomada em até 90 dias, “o estado vai adotar a estratégia de usar todas as vacinas que chegaram no domingo (24)”, como explicou o titular da Secretaria da Saúde do Estado, Fábio Vilas-Boas.

“Por possuir resposta imunológica precoce ampla, garantindo que se possa esticar o prazo de aplicação da segunda dose para 90 a 120 dias à frente, isso permitirá que apliquemos todas as doses sem que seja preciso guardar 50%, como ocorreu com a CoronaVac”, detalhou o secretário. Já o envio para os estados brasileiros foi feito pelo Ministério da Saúde.

Segundo a Secom, como o Brasil vai imunizar a população com vacinas fabricadas por laboratórios diferentes e com indicações de uso igualmente diferentes, é o cartão de vacinação que vai garantir que a segunda dose aplicada seja a mesma que a primeira e no prazo determinado. A Secretaria Estadual de Saúde (Sesab-BA), informa que caso tenha perdido o cartão, o cidadão receberá um novo cartão com a indicação de qual vacina contra a covid-19 recebeu. Jornal da Chapada com informações da Secom.

Esse é o pior governo que o Brasil já teve’, diz líder de paralisação que largou a boleia após 27 anos


Após pegar uma forte pneumonia que afetou seus dois pulmões em abril do ano passado e ficar em isolamento dentro do seu caminhão, parado em um posto de gasolina à beira de uma rodovia, o caminhoneiro Wanderlei Alves, mais conhecido como Dedeco, sofreu outro revés.

Com a queda de demanda e do preço do frete em meio à pandemia, Dedeco atrasou o pagamento das parcelas e teve tomados de volta pelo vendedor seus três caminhões.

Sem o ganha-pão depois de 27 anos passados na boleia e desgostoso com o aparelhamento da categoria pelo governo federal após a greve de 2018, o caminhoneiro, que foi uma das lideranças da mobilização que abalou a economia do país, decidiu mudar de ramo.

“Dos caminhões, só me sobraram os pneus. Foi o que eu vendi para abrir minha hamburgueria”, conta Dedeco, que agora é dono de uma lanchonete em Curitiba, no Paraná.

O ex-motorista, hoje com 46 anos, acredita que a greve chamada por parte da categoria para 1º de fevereiro não deve acontecer, já que boa parte dos caminhoneiros segue, na sua visão, “muito apaixonada ainda” pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Continua depois da publicidade

Conforme Dedeco, o anúncio da greve foi uma estratégia de parte dos caminhoneiros para reabrir o diálogo com o governo, que havia sido interrompido pela pandemia.

O fato de os motoristas de caminhão terem sido incluídos na última sexta-feira (22/01) entre as categorias prioritárias para vacinação contra a covid-19 e de o governo ter zerado o imposto de importação para pneus usados no transporte de cargas mostram que a pressão já surte efeito.

Greve de 2018 foi planejada e teve apoio do agronegócio

“A greve de 2018 foi uma greve planejada e bem trabalhada no sigilo, nos bastidores, durante seis meses para acontecer”, lembra Dedeco.

“Além disso, ela teve apoio da população quase em geral e do setor rural. Isso não tem mais, porque o setor rural hoje está todo do lado do governo. Ruralista rico gosta de governo ruim porque governo ruim faz o dólar subir e quem vende em dólar se dá bem. Então o agronegócio gosta do Bolsonaro, porque aí eles vendem a soja deles a R$ 5, R$ 6 o dólar”, provoca.

O dólar encerrou a segunda-feira (25/01) cotado a R$ 5,51, com uma valorização de 6,28% em apenas 25 dias de 2021. No ano passado, a moeda americana chegou a superar os R$ 5,90 em meados de maio.

Continua depois da publicidade

As exportações do agronegócio brasileiro somaram US$ 100,8 bilhões (R$ 551,1 bilhões) em 2020, segundo maior valor da série histórica, atrás apenas de 2018, quando somaram US$ 101,2 bilhões. Com isso, segundo o Ministério de Agricultura, o agronegócio foi responsável por quase metade das vendas externas totais do Brasil no ano passado, com participação recorde de 48%.

“Hoje, querem fazer a paralisação ‘no peito’. Não faz. Caminhoneiro não faz greve ‘no peito’. Não vai acontecer greve dia 1º”, avalia Dedeco.

“Pode acontecer de um louco numa pista ou outra querer parar, mas não vai conseguir. Porque boa parte dos caminhoneiros está muito apaixonada ainda pelo Bolsonaro. Principalmente aqueles que trabalham de empregados, não pagam pneu, não pagam óleo diesel, não pagam o caminhão. Para mim, são doidos igual ele.”

 

Na paralisação em 2018, caminhões de combustíveis foram escoltados para tentar garantir o abastecimento de postos(foto: ABR)

 

‘O pior governo que o Brasil já teve’

Dedeco afirma que nunca foi eleitor de Bolsonaro, nem fez campanha para o atual presidente. Filiado ao Podemos, pelo qual concorreu a deputado federal nas eleições de 2018, diz ter votado no primeiro turno em Álvaro Dias, candidato à Presidência pelo partido naquele ano.

No segundo turno, os ex-motorista diz que sequer foi votar.

“Quando eu estava indo em Brasília, com as portas abertas lá, ou eu baixava a bola ou não conversava. Porque eu já dava pau no Bolsonaro naquela época. Ou baixava a bola, ou não entrava no Ministério da Infraestrutura. Essa é a verdade. Quem é contra o Bolsonaro não tem acesso ao governo. É assim que funciona ali.”

Agora, Dedeco está rompido com o governo. Segundo ele, porque o ministro Tarcísio de Freitas (Infraestrutura) teria dito que o motorista estaria fazendo “showzinho” ao falar com a imprensa sobre sua pneumonia em abril passado e após Dedeco criticar publicamente a condução da gestão Bolsonaro com relação à pandemia.

“Me desliguei dele [Tarcísio de Freitas] também por causa daquela manifestação que foi feita pró-reforma da Previdência [em 2019]. Aquela manifestação foi combinada dentro do gabinete do ministro, com os empresários”, acusa Dedeco. “Eu acabei indo e meu nome foi usado. Eu era totalmente contra a reforma, porque ela não serviu para nada, só para prejudicar os aposentados.”

Depois de tudo isso, o ex-motorista não tem mais freio na língua para falar do governo.

“Esse é o pior governo que o Brasil já teve em toda sua história. O Bolsonaro é incompetente. Ele sempre foi”, afirma. “Como deputado, ele sempre foi baixo clero e o povo não conhecia. O que lançaram nas redes sociais não foi o Bolsonaro, foi um personagem. O Bolsonaro de verdade está sendo apresentado agora. Não vale nada e nunca prestou.”

‘Para o caminhoneiro, nada mudou desde 2018’

Na avaliação de Dedeco, pouco melhorou para a categoria desde a greve de 2018.

Continua depois da publicidade

“Não mudou nada”, afirma. “Veja o preço do óleo diesel hoje, chega a estar R$ 4,40, R$ 4,50. Na época que nós fizemos paralisação, nós paramos porque o diesel estava R$ 3,30. O caminhoneiro, lá em 2015, no governo Dilma, parou porque o diesel estava R$ 2,80. Hoje, o diesel já está quase R$ 5 em alguns lugares. E o caminhoneiro está lambendo esse governo.”

Segundo ele, a categoria é influenciada por algumas lideranças que têm se beneficiado de subsídios governamentais para cooperativas de caminhões. “Esses caras se renderam ao governo em troca de subsídios para as cooperativas que eles abriram de 2018 para cá”, critica o ex-líder caminhoneiro.

Conforme Dedeco, a situação dos caminhoneiros piorou com a pandemia.

“Começou uma concorrência muito desleal no valor do frete. Se você carregasse para o Nordeste, o dinheiro que você ia não dava para pagar o óleo para voltar, se você não arrumasse carga lá. E as cargas lá não estavam pagando nem o óleo para voltar também”, conta.

“Hoje, você bota uma carga de R$ 2 milhões no caminhão, para ir daqui ao Nordeste por um frete de R$10 mil e você gasta R$ 9 mil de óleo. Que vantagem tem?”, questiona.

“Aí eu decidi: não dá mais, eu preciso tocar a vida com a minha família, preciso sustentar minha família. Eu falei: ‘vou para o ramo alimentício, porque dando a pandemia que deu, o povo continua comendo’. E o povo comendo, mesmo que seja com pouco, você se mantém.”

Há pouco mais de seis meses à frente do novo negócio, Dedeco diz não se arrepender de ter largado a boleia.

“Eu prefiro ser dono de hamburgueria”, afirma. “Parei de ir para a estrada, estou em casa todo dia. Estou junto com a família. Acho que hoje não vale a pena ser caminhoneiro. Ficar desperdiçando sua vida na estrada para viver o que o caminhoneiro está vivendo hoje.”

“Aquele que for inteligente, lute, não desista dos seus sonhos. Mas, se puder fazer algo melhor do que ficar com o caminhão na estrada sofrendo, que vá e faça. Porque, enquanto esse governo estiver no poder, esquece. Caminhoneiro não tem valor e só vai ser enrolado. O que eu tenho a dizer é isso.”

Com informação do Estado de Minas

“PRESIDENTES FORAM LEVADOS À PRISÃO POR MUITO MENOS”RECADO DE KALIL PARA BOLSONARO:


O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), afirmou nesta segunda, 25, disse que a pandemia foi a ‘maior tragédia’ que aconteceu e mandou um recado para o presidente Jair Bolsonaro.

Acho que todos devem ser investigados. Esse negócio de pegar governador e prefeito que compraram respirador superfaturado é muito pouco para o que aconteceu nesse país. É a maior tragédia o que aconteceu aqui. Presidentes foram levados à prisão por muito menos. Nada é mais importante que uma vida”

Médico bolsonarista faz terrorismo com CoronaVac, é criticado e reage com ataques homofóbicos


Apoiador contumaz de Jair Bolsonaro (Sem Partido) nas redes sociais, Luciano de Castro Teixeira, que se declara “médico emergencista” do Hospital Osvaldo Cruz de Palmas, no Tocantins, reagiu com ataques homofóbicos ao ser criticado em uma publicação em que busca causar terror na população sobre a vacina CoronaVac, desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, de São Paulo.

Na publicação, feita na noite de domingo (23) em seu perfil no Facebook, Teixeira diz ter atendido um paciente “que vomitava sangue a madrugada seguinte ao aplicar a CoronaVac (SIC)”. A declaração, sem detalhes, recebeu uma enxurrada de críticas.

 

Na madrugada desta terça-feira (26), o médico voltou às redes e teve um chilique, desferindo uma série de ataques homofóbicos e expondo um dos seguidores que criticaram a publicação.

No texto, Teixeira diz que as críticas são de “um cara que escreve obsessivo com 4 “s” entre vários outros erros, um cara que suas postagens entre criticar as religiões, defender e apoiar comunistas, fazer vários posts sobre cús e falos, além de atacar Bolsonaro, vem agora me atacar por minha postagem”.

Com in formação da Revista Fórum

“Estão praticando eutanásia em Manaus”, diz presidente do Sindicato dos Médicos do Amazonas