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Vacinação no Brasil coloca Centrão e Anvisa frente a frente


Líder do governo na Câmara, Ricardo Barros lidera críticas à agência de saúde. Parlamentar ressalta que legislação se impõe sobre normas internas


Ricardo Barros, líder do governo na Câmara, e Antônio Barra Torres, presidente da Anvisa(foto: Cleia Viana/Camara dos Deputados - Anvisa/Divulgação)
Ricardo Barros, líder do governo na Câmara, e Antônio Barra Torres, presidente da Anvisa(foto: Cleia Viana/Camara dos Deputados – Anvisa/Divulgação)

A polêmica entre o líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), e o presidente da Anvisa, Antônio Barra Torres, é a primeira queda de braços entre os políticos do Centrão e os militares do governo Bolsonaro após a eleição do novo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).

Colega de bancada de Lira, Barros foi um dos protagonistas da campanha que conquistou 302 votos na Casa. Engenheiro e ex-prefeito de Maringá (PR), o líder do governo é um dos nomes cotados para substituir o general Eduardo Pazuello no Ministério da Saúde, do qual foi titular no governo Michel Temer. Quer liberar vacinas importadas em cinco dias, sem testagem no Brasil.

Médico e contra-almirante, Barra Torres comanda a Anvisa como se estivesse num navio. Responde por tudo a bordo e tem prestigiado o corpo técnico da autarquia, cujo padrão de excelência é reconhecido internacionalmente. A pressão de Barros sobre a Anvisa, segundo o próprio, é uma questão do Congresso e não do governo. Os deputados e senadores voltaram do recesso pressionados pelos eleitores a resolverem logo o problema da vacina. “A Anvisa tem seu ritmo e sua visão de velocidade e, o Congresso tem a velocidade do povo. Fomos para a base e vimos o retorno: o maior receio é da falta de vacina”, justificou. O parlamentar tem sido duro com os técnicos da Anvisa, defendendo a mudança de legislação, se for o caso, para liberação dos medicamentos.

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Barra Torres, que vem atuando sob fortes pressões do próprio presidente Jair Bolsonaro, dos governadores e do corpo científico, é diplomático, mas politizou a crise. “A quem interessa o enfraquecimento da Agência Nacional de Vigilância Sanitária?”, pergunta. Em entrevista, na semana passada, disse que sempre teve uma boa relação com Barros e defendeu a agência: “É a mais rápida do mundo em análise de protocolos vacinais”, disse. Barra Torres nega que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ou qualquer ministro da Saúde em sua gestão tenha feito qualquer tipo de pressão à Anvisa, antes ou durante a pandemia de covid-19: “O presidente da República, Jair Bolsonaro, nunca, em momento algum, exerceu qualquer tipo de pressão sobre a agência. Nunca fez um pedido, nunca disse ‘gostaria que aprovasse isso ou aquilo’. E ele é o chefe do Executivo. Nunca fez”, afirmou Torres.

 

Briga de laboratórios

O que esticou a corda entre o líder do governo na Câmara e o presidente da Anvisa foram as dificuldades para liberação das vacinas já aprovadas no exterior para uso imediato no Brasil, entre as quais a vacina russa Sputnik V. Das 11 vacinas já em uso no mundo, todas aprovadas por agências reguladoras reconhecidas internacionalmente, somente duas, até agora, estão sendo usadas no Brasil, o que aumentou o estresse entre os políticos e a agência. Segundo Ricardo Barros, a exigência de 10 dias para a liberação do uso emergencial, como queria a Anvisa, é ilegal. “O presidente deve sancionar a medida aprovada pelo Congresso que estabelece 5 dias; a própria Anvisa havia estabelecido um prazo de 72 horas”, esclarece.

 

Segundo Ricardo Barros, a exigência de testagem em território nacional para vacinas já aprovadas por agências reguladoras no exterior custa US$ 80 milhões, o que dificulta a compra de vacinas. “Sem essa exigência, não faltará vacinas; todos os governos e planos de saúde poderão comprar. Cerca de 50 milhões de brasileiros têm plano de saúde, haverá vacina pra todos”, argumenta o líder do governo.

 

No caso da Sputnik V, há um ingrediente a mais: a disputa entre a Fiocruz e o Butantan e a União Química, fabricante da Sputnik V no Brasil. O presidente da empresa, Fernando Marques, acusou os laboratórios públicos de dificultarem a chegada de vacinas produzidas por laboratórios privados. A Sputnik V é produzida pela farmacêutica, que tem um acordo com o Fundo Soberano da Rússia e o Instituto Gamaleya para receber tecnologia e trazer doses prontas do imunizante para o Brasil.

 

Até o momento, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária autorizou duas vacinas, produzidas por laboratórios públicos brasileiros: a Coronavac, do Butantan, e a AstraZeneca, da Fiocruz. A Sputnik é a primeira fabricante privada a firmar contrato de venda de vacinas com o governo brasileiro. Seriam 10 milhões de doses, inicialmente. Mas, antes da nova vacina ser utilizada, a União Química precisa obter a autorização de uso emergencial da vacina no Brasil. Com informações do Estado de Minas

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Arcebispo joga capoeira no Terreiro de Jesus e ganha elogios na internet; “pastor tem que ter o cheiro das ovelhas”


Arcebispo joga capoeira no Terreiro de Jesus e ganha elogios na internet; "pastor tem que ter o cheiro das ovelhas"Crédito da Foto: reprodução/vídeo

O arcebispo metropolitano de Feira de Santana, Dom Zanoni Demettino Castro, de 59 anos, “viralizou” nas redes sociais, neste domingo (7/2), após esbanjar simpatia e jogo de cintura ao jogar capoeira no meio do Terreiro de Jesus, no Centro Histórico de Salvador.

O vídeo foi compartilhado pelo próprio religioso por meio de seu perfil oficial no Instagram. Na gravação, ele aparece em frente à Catedral Basílica da capital, interagindo com os capoeiristas enquanto algumas pessoas assistem a cena de longe.

Dom Zanoni, que esteve em Salvador para prestigiar a apresentação dos novos bispos auxiliares, recebeu diversos elogios por ter participando de uma manifestação cultural de matriz africana. “Um viva as diferenças e o respeito” escreveu uma seguidora. “Parabéns Dom Zanoni, Igreja em saída, Evangelho encarnado no dia a dia. ‘O pastor tem que ter o cheiro das ovelhas’ “declarou outro.

“Não sou capoeirista mas aceitei o desafio” escreveu. Confira:

 

Vacinação contra Covid-19 para idosos acima de 80 anos começa nesta segunda-feira na Bahia


Vacinação contra Covid-19 para idosos acima de 80 anos começa nesta segunda-feira na BahiaCrédito da Foto: Juana Castro/Aratu On

Com a chegada de 186.200 doses da vacina contra o coronavírus (Covid-19), a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) autorizou que os 417 municípios iniciem a vacinação de idosos acima de 80 anos a partir da segunda-feira (8/2). O total de vacinados no estado já supera os 286 mil baianos, sendo o segundo do Brasil em número de imunizados.

Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 1.884 novos casos da doença, totalizando 607.946 confirmações desde o início da pandemia. Desse total, 13.394 encontram-se ativos e 40.616 referem-se a profissionais da saúde. Além disso, 584.179 já são considerados recuperados.

O número total de óbitos por Covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 10.373, representando uma letalidade de 1,71%.

Para fins estatísticos, a vigilância epidemiológica estadual considera um paciente recuperado após 14 dias do início dos sintomas da Covid-19. Já os casos ativos são resultado do seguinte cálculo: número de casos totais, menos os óbitos, menos os recuperados. Os cálculos são realizados de modo automático.

Os casos confirmados ocorreram em todos os 417 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (21,81%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100 mil habitantes foram: Ibirataia (12.114,68), Itororó (10.573,05), Itabuna (9.688,45), Muniz Ferreira (9.444,89) e Conceição do Coité (9.103,46)

O boletim epidemiológico contabiliza ainda 989.670 casos descartados e 140.416 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas deste domingo (7).

Para acessar o boletim completo, clique aqui ou acesse o Business Intelligence. Do Aratuon

Lula, Haddad e Dino moveram as peças do tabuleiro político


No último sábado, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva convidou o ex-prefeito Fernando Haddad para uma conversa reservada e disse a ele que não é mais possível aguardar uma decisão do Supremo Tribunal Federal sobre a suspeição do ex-juiz Sérgio Moro e a devolução de seus direitos políticos. A despeito das provas incontestáveis de que Moro orientou a acusação e, portanto, fraudou o processo penal, a decisão está nas mãos de um Supremo Tribunal Federal que foi cúmplice do golpe de 2016 e, portanto, do processo que destruiu a democracia brasileira com o afastamento irregular da ex-presidente Dilma Rousseff, a prisão política de Lula e as fraudes eleitorais contra Haddad, numa campanha marcada por fake news e vazamentos seletivos de delações, como a de Antônio Palocci.

Como o tempo escorre pelas mãos e Bolsonaro se mantém em campanha permanente, a avaliação pragmática é a de que chegou a hora de “colocar o bloco na rua”. Isso significa que Haddad viajará pelo Brasil como pré-candidato à presidência da República. Da mesma forma, Lula também fará o mesmo, para que ambos participem do debate público nos espaços de mídia ainda disponíveis. Caso o STF cumpra seu dever institucional e decida restaurar o estado de direito no Brasil e a vigência da própria Constituição Federal, o quadro será reavaliado e a candidatura presidencial de Lula passará a ter prioridade.

No dia de ontem, tive a oportunidade de entrevistar dois protagonistas da construção deste projeto popular contra a ameaça de destruição nacional representada pelo bolsonarismo. À noite, o próprio Haddad me confirmou, em entrevista à TV 247, que aceitou a convocação feita por Lula. Disse que não é mais possível esperar e deixou claro que, caso o STF cumpra seu dever, apoiará o ex-presidente Lula. De manhã, entrevistei o governador maranhense Flávio Dino, que também me confirmou que não será obstáculo à construção da unidade popular e democrática. Dino afirmou que retira seu nome da disputa assim que forem devolvidos os direitos de Lula, mas ele certamente manterá diálogo aberto com Haddad para que ambos articulem uma frente democrática e popular. Uma frente que necessitará também do Psol e de outras forças.

O movimento destas três peças fundamentais, Lula, Dino e Haddad, ocorre num momento de esfacelamento da direita tradicional, que se autoproclama como “centro”, mas que começa a se tornar cada vez mais parecida com a velha Arena, partido que deu sustentação ao regime militar. Com o enfraquecimento dos projetos alternativos da direita, o cenário de 2022 tende a repetir o de 2018, com uma polarização entre o fascismo destrutivo e genocida que está no poder e uma social-democracia comprometida com o desenvolvimento e com direitos civis e sociais. Não é e nunca foi uma escolha muito difícil.

Com informação do 247

Gilmar chama Moro de “chefe” da Lava Jato e defende fim da operação


Gilmar Mendes, ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), defendeu o fim da da Lava Jato no Paraná, decretado nesta semana. Ele criticou o principal nome da força-tarefa, o ex-ministro Sergio Moro, a quem chamou de “chefe” das operações.

Gilmar disse que a Lava Jato “tem méritos de combater corrupção”, mas estava passando por um processo de “descolamento institucional”. Gilmar citou os vazamentos de conversas do ex-juiz Sergio Moro. E defendeu que a inclusão da Lava Jato dentro do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) é a solução para acabar com essa ruptura.

“Todos fatos revelados indicam que a Lava Jato estava em outra estratosfera, sequer pertencia à Procuradoria Geral da República. Você não via ninguém ali. Não via presença de um corregedor. Quem é o chefe da Lava Jato, segundo diálogos vazados? É o Moro, a quem chamam de russo. Dizem que seguem código penal da Rússia. É um descolamento institucional. Por isso talvez essa importância de regresso ao Brasil. Talvez tenham que reestabelecer relações institucionais via Gaeco”, comemorou Gilmar Mendes, em entrevista exclusiva à CNN Brasil. (…)

Com informação do DCM

“LULA PEDIU E EU ACEITEI”, FOI O QUE DISSE HADDAD SOBRE CANDIDATURA À PRESIDÊNCIA


Ao que tudo indica, ao contrário de quando o Lula foi condenado, haverá agora, depois do STF reconhecer a parcialidade do Moro, o que certamente vai ocorrer é anulação do Lula, até porque, no caso de ter sido montado um plano macabro desde o golpe que cassou a Dilma, só tem acontecido tragédias. Portanto, uma vez que nunca tiveram provas do que condenaram o Lula, e mais, agora a descoberta  das maracutaias do Moro e Dallagnol, só resta o STF pedir desculpas ao Lula e anular todos os processos para que esse país seja resgatado das mãos que se encontra.

Enquanto isso, O Haddad vai viajando por todo Brasil conversando com os brasileiros, para que se houver a não anulação do ex-presidente Lula, ele, [o Hadda] será o candidato da Esquerda em 2022.

Haddad vai rodar o Brasil a pedido de Lula

“Ele me chamou para uma conversa no último sábado e disse que não temos mais tempo para esperar”, disse Haddad ao jornalista Leonardo Attuch.

“Ele me pediu para colocar o bloco na rua e eu aceitei”, afirmou Haddad, que disputou com Jair Bolsonaro o segundo turno das eleições presidenciais de 2018.

Fernando Haddad, no entanto, fez uma ressalva. Afirmou que, diante da evidente parcialidade do ex-juiz Sérgio Moro, espera que Lula recupere seus direitos políticos. “Caso isso ocorra, ele terá o apoio de todos nós”, afirmou.

Também em entrevista à TV 247, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) afirmou na manhã desta quinta-feira que no dia em que forem devolvidos os direitos do ex-presidente Lula, ele retira seu nome da sucessão presidencial em nome da unidade democrática.

Fonte desta matéria DCM.

 

Mãe de Luciano Hang, da Havan, morre após contrair Covid-19


Luciano Hang e a mãe, Regina Modesti Hang
Luciano Hang e a mãe, Regina Modesti Hang (Foto: Divulgação/Havan)

A mãe do empresário bolsonarista Luciano Hang, dono das lojas Havan, morreu nesta quarta-feira (3), em São Paulo, em decorrência da Covid-19, informou a jornalista Mônica Bergamo.

Regina Modesti Hang, de 82 anos, estava internada num hospital da rede Prevent Sênior da capital paulista desde o fim de dezembro, quando apresentou 95% dos pulmões comprometidos.

Ela precisou ser intubada e, com o agravamento do quadro respiratório, foi submetida a uma traqueostomia.

Defensor da cloroquina como tratamento precoce e crítico do isolamento social, Luciano Hang também contraiu Covid-19 e chegou a ser internado no mesmo hospital, junto com a esposa.

Mesmo depois de receber alta, no final de janeiro, ele continuou a defender o tratamento precoce contra a doença, algo inexistente no âmbito de estudos científicos.

Se ao invés do Luciano defender o não isolamento e uso da substância Cloroquina, tivesse aconselhado o Bolsonaro a acelerar a vacina, talvez a sua mãe e outros milhares de brasileiros que perderam as suas vidas, pudessem estar vivos.

Com informação do 247

Após a desmoralização completa de Moro, Lula diz que o tempo é o senhor da razão


Depois de obter provas de que o ex-juiz Sergio Moro fraudou a justiça e o perseguiu, o ex-presidente Lula foi às redes sociais e resgatou o vídeo de quando o questionou sobre se seria julgado por um juiz imparcial (assista).

Lula durante depoimento em Curitiba
Lula durante depoimento em Curitiba (Foto: Reprodução)

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva relembrou nesta quinta-feira (4), em seu perfil no Twitter, um vídeo de 2017 em que ele pergunta ao então juiz da Lava Jato Sergio Moro se ele, Lula, seria julgado por um juiz imparcial. O vídeo é o trecho de um depoimento prestado por Lula como réu no caso do triplex do Guarujá.

“Eu vou chegar em casa amanhã, vou almoçar com oito netos e uma bisneta de seis meses. Eu posso olhar na cara dos meus filhos e dizer que eu vim a Curitiba prestar depoimento a um juiz imparcial?”, indaga o ex-presidente a Moro.

A lembrança acontece após a desmoralização completa de Sergio Moro, depois da divulgação de diálogos entre ele e procuradores da Lava Jato e também entre os procuradores a respeito dos processos de investigados na operação. As conversas comprovam diversos crimes cometidos para perseguir, prender e tirar Lula das eleições.

Muita gente na época, já tinha certeza da parcialidade de Moro, mas no entanto, outra parte da população, a que analisa os fatos muito superficialmente, não teve capacidade para enxergar que por trás daquela falácia toda, existia uma mentira e um propósito, que era condenar o Lula para que ele não fosse candidato em 2018, pois os EUA queria na presidência do Brasil um da maraca de Bolsonaro, para entregar tudo e ficar como eles [os americanos] querem. Felizmente a mentira é fraca e logo se revela. Outra coisa que aconteceu quase no mesmo tempo, foi a derrota do Trump nos Estados Unidos, o que mostra que toda maldade tem seu preço a pagar. Como diz uma canção muito antiga do cantor Jerry Adriani, “Deixa o Mundo Girar”

Fonte 247

De herói a desmascarado num piscar de olhos: Com as provas de sua parcialidade, Moro desaba nas redes sociais


Ex-juiz tem sido cada vez mais desgastado pelas irregularidades da Operação Lava Jato reveladas tanto pelo Intercept, nos últimos dois anos, como pela defesa do ex-presidente Lula recentemente. Ao todo, 90% das interações contra Moro são negativas.

Sérgio Moro

As irregularidades cometidas durante a Operação Lava Jato estão desgastando cada vez mais o ex-juiz Sérgio Moro, que perdeu força nas redes sociais – 90% das interações contra ele são negativas, de acordo com informações publicadas pela Carta Capital

Na internet, o grupo antes classificado por alguns setores como “lulista” agregou jornalistas, juristas, liberais e movimentos de centro-direita, representando 60,6% dos atores e 73% das interações.

O polo bolsonarista, com 26% dos atores e 16,9% das interações, também teve impacto negativo sobre o ex-juiz. O agrupamento lavajatista tem apenas 11% dos atores e pouco mais de 7% das interações, bem abaixo dos demais.

As irregularidades de Moro estão sendo comprovadamente reveladas desde junho do ano passado, quando o Intercept passou a publicar mensagens que mostraram o conluio dele com procuradores, agindo como uma espécie de assistente de acusação.

Além da Vaza Jato, novos diálogos obtidos pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no âmbito da Operação Spoofing, apontaram que Deltan Dallagnol deixou clara a parcialidade da operação. “O material que o Moro nos contou é ótimo. Se for verdade, é a pá de cal no 9 e o Márcio merece uma medalha”, disse o então procurador.

Em uma das mensagens, trocadas em 16 de fevereiro de 2016 e incluída pela defesa de Lula na ação, Moro perguntou a Dallagnol se os procuradores têm uma “denúncia sólida o suficiente”.

O ex-juiz condenou Lula sem provas no processo do triplex em Guarujá (SP), após ser acusado de ter recebido um apartamento como propina da OAS. O petista nunca dormiu nem tinha a chave do imóvel. Em dezembro do ano passado foi divulgado um documento da consultoria Alvarez & Marsal (EUA), que contratou Moro, atribuindo o apartamento como sendo da OAS e não de Lula.

Fonte 247

 

As marretadas do padre Júlio Lancellotti na crueldade de Bruno Covas


De posse a uma marreta “afiada”, o padre Júlio Lancelotti removeu as pedras que o prefeito Bruno Covas (PSDB) mandou instalar sob viadutos para impedir que moradores de rua se abrigassem.

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As imagens do padre Júlio Lancellotti derrubando, nesta terça (2), pedras colocadas pela Prefeitura de São Paulo para impedir que pessoas em situação de rua pudessem descansar na Zona Leste da capital viralizaram nas redes sociais.

Se, por um lado, elas demonstram o pior da insensibilidade e do elitismo de nossa maior cidade, por outro deixam claro que a resistência é o que temos de melhor. Resistência que segue “derrubando pedras embaixo do viaduto a marretadas“, nas palavras do coordenador da Pastoral do Povo de Rua.

A administração municipal disse à Folha de S.Paulo que exonerou o responsável pela “obra“, sem dizer quem foi o gênio, e começou a retirada das pedras. Em última instância, contudo, o verdadeiro responsável não é anônimo: estava assistindo a Palmeiras e Santos, numa aglomerada arquibancada do estádio do Maracanã, neste sábado de pandemia.

FHC disse que o seu candidato em 22 é o Luciano Huck. Será que vai ter racha na tucanada?


FHC e sua última esperança para o PSDB

A hesitação do PSDB demonstrada na eleição para o comando da Câmara dos Deputados obriga o partido a “tomar um rumo”, avaliou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Para ele, cabe à sigla dar ao eleitor clareza sobre seu posicionamento como uma alternativa ao governo do presidente Jair Bolsonaro.

Na sua opinião, o PSDB necessita de líderes capazes de sintetizar um projeto que busque garantir saúde, emprego e renda, e consiga apontar os erros da atual gestão. Caso não seja capaz disso, é possível que o partido entre em um ciclo de declínio, disse o ex-presidente. FHC, no entanto, afirmou ver pouco impacto dos resultados das eleições para a cúpula do Congresso nas disputas de 2022.

(…) O governador João Doria, cuja pré-candidatura já está colocada, tem uma relação muito próxima com Rodrigo Maia e se envolveu na eleição na Câmara. De que forma esse resultado o afeta?

De alguma forma, mexe com as articulações políticas. No caso do PSDB, tem duas candidaturas mais fortes, a de Doria e a do Eduardo Leite, (governador) do Rio Grande do Sul. Não sei se o Eduardo Leite vai se candidatar. O Doria certamente tem possibilidade, como governador de São Paulo. Agora, o problema tanto de um quanto de outro é ganhar o resto do Brasil. Nasci no Rio, mas me lembro que era muito difícil entrar na Baixada Fluminense. O povo tem que sentir que o candidato que eles escolhem tem ligação com eles, expressam alguma coisa. Tem de tentar contato direto, algum fio que ligue com as regiões.

(…) Sobre Luciano Huck, um nome com quem o sr. dialoga, já seria hora de ele se posicionar sobre o ingresso ou não na política?

Está chegando a hora. O Luciano tem uma vantagem, ele é conhecido popularmente. Ele é conhecido como uma pessoa que sabe falar com o povo, mas não como líder político. Ele tem de se apresentar como líder político.

Fonte DCM.

Aécio atua nos bastidores para eleição de Lira e irrita João Doria e PSDB paulista


O Aécio ficou calado até agora, sem muita atuação, meio cabisbaixo pelos cantos, mas na hora que apareceu um da marca dele, até trair o seu partido, o PSDB, ele foi capaz para eleger o tal do Lira. O Dória ficou irritado com o fato. “Esse é dos meus” deve ter pensado Aécio.

De acordo a matéria publicada na Forum, o deputado federal Aécio Neves teria sido um dos principais responsáveis por parte do apoio do PSDB ao deputado Arthur Lira (PP-AL) na eleição para presidência da Câmara.

Ao menos oito deputados do PSDB, de um total de 31, são próximos a Aécio. Fontes da sigla afirmaram ao jornal O Globo, no entanto, que Aécio contava com o apoio de quase metade da bancada na eleição de Lira. A votação foi secreta.

O suposto apoio de parte dos parlamentares tucanos a Lira contraria a orientação do partido, já que a legenda integrava o bloco de Rodrigo Maia (DEM-RJ), que tentou emplacar Baleia Rossi (MDB-SP) no comando da Casa.

Aécio teria furado a orientação do partido e orientado parlamentares nos bastidores por conta de sua rivalidade com o governador de São Paulo, João Doria.

Pessoas próximas de Doria afirmaram ao jornal que a ação de Aécio seria uma retaliação às tentativas do governador para tirá-lo da sigla. Em agosto de 2019, quando o PSDB rejeitou o pedido de expulsão do ex-candidato à presidência, Doria afirmou que o “velho PSDB esconde sujeiras” e que iria “até o fim” para expulsar Aécio.

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Chefe do MP em Minas confirma acordo ‘bilionário’ com a Vale por Brumadinho


O procurador-geral de Justiça de Minas Gerais, Jarbas Soares Filho, confirmou a assinatura de um acordo com a Vale por conta do rompimento da barragem da mineradora em Brumadinho, na Grande BH, que deixou mais de 200 mortos em janeiro de 2019 
“Nesta quinta, assinaremos o bilionário acordo com a Vale em razão da tragédia de Brumadinho. O maior acordo da história se dá em 2 ações do MPMG e 1 do estado, e não incluem as ações penais, os danos desconhecidos e os direitos individuais. Respeito aos atingidos e ao povo de MG”, publicou o chefe do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) no Twitter, no fim da noite dessa terça-feira.

  • “A garantia de direitos dos atingidos, a recuperação integral do meio ambiente e as medidas de reparação são premissas básicas do acordo de Brumadinho. O acordo está adiantado, mas não está concluído. Aguardemos”, pontuou Jarbas Soares Filho.
A postagem também foi replicada no Instagram do procurador, que também escreveu: “Apesar da imensa dor, o sentimento do dever cumprido. O bilionário acordo não cicatriza nenhuma das nossas feridas, mas é um grande alento para aqueles que acreditaram nos caminhos da Justiça e no trabalho do Ministério Público e demais Instituições estatais. Minas Gerais dá um exemplo ao mundo em apenas dois anos”. Na rede social, ele também parabenizou o Ministério Público de Minas Gerais, o Ministério Público Federal, a Advocacia-Geral do Estado (AGE) e a Defensoria Pública de Minas Gerais.

Vacinação contra Covid só será feita com cartão SUS ou comprovante de residência em Feira


As pessoas que não apresentarem a documentação exigida ou que não morem em Feira de Santana não poderão tomar a vacina.
Vacinação contra Covid só será feita com cartão SUS ou comprovante de residência em Feira
Foto: Ed Santos/Acorda Cidade

 

Em Feira de Santana agora é um requisito apresentar o cartão SUS ou comprovante de residência para vacinação contra a Covid-19, a partir desta quarta (3). O intuito é garantir que a vacinação seja exclusiva dos munícipes.

As pessoas que não apresentarem a documentação exigida ou que não morem em Feira de Santana não poderão tomar a vacina. Neste momento a vacinação continua sendo limitada apenas aos profissionais e trabalhadores da saúde.

Esta exigência não exclui a necessidade de apresentar documento original com foto, CPF, comprovante de vínculo de trabalho em instituição de saúde ou carteira do conselho da área de atuação.

“É uma decisão necessária para garantir a imunização dos nossos munícipes”, pontuou o secretário de Saúde, Edval Gomes.

As informações são da Secom de Feira de Santana.

Pelas redes sociais, Fábio Vilas-Boas cobra e critica Anvisa pela demora na liberação de vacina russa; “barreiras injustificáveis”


Pelas redes sociais, Fábio Vilas-Boas cobra e critica Anvisa pela demora na liberação de vacina russa; "barreiras injustificáveis"Crédito da Foto: divulgação/GOVBA

O secretário estadual da saúde, Fábio Vilas-Boas, utilizou as redes sociais, na manhã desta quarta-feira (3/2), para cobrar e criticar a Anvisa pela demora na liberação da vacina russa: Sputink V.

“Onde estão os tribunais de ética em pesquisa? Cadê a CONEP? Como é possível a @anvisa_oficial exigir a realização de ensaio clínico de fase 3 de vacinas Covid19 em brasileiros, nos dias atuais, quando já há vacinas eficazes? Isso é inaceitável do ponto de vista da bioética!”, bradou.

Vilas-Boas foi além. Ele fez questão de ressaltar, em sua postagem, o que considera como ‘saldo’ positivo do imunizante russo. “Bastante impressionante agora com 6 testes de vacinas de Fase 3, acrescentando a Sputnik hoje: Nenhuma morte ou hospitalização devido a covid-19 nos braços da vacina em mais de 75.000 participantes. INCLUINDO IDOSOS”.

 

O Governo da Bahia chegou a recorrer Supremo Tribunal Federal com um pedido liminar de autorização para importação e registro emergencial da vacina russa contra a Covid-19, a Sputnik V.