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Covid-19: casos de infecção avançam em 9 capitais e ocupação de UTIs dispara no Brasil


UTI de hospital em Porto Alegre (RS) em meio à pandemia de coronavírus

Do Brasil 247

Nos últimos meses, o Brasil conseguiu manter a curva de estabilidade de novos infectados pela Covid-19, mas especialistas em saúde alertam que nove Estados da federação voltaram a registrar aumento preocupante no número de internações decorrentes do vírus, segundo levantamento do sistema InfoGripe publicado em reportagem do Globo.

De acordo com o levantamento, uma forte tendência (superior a 95%) de avanço da pandemia foi detectada em Florianópolis, em João Pessoa e Maceió. Houve uma probabilidade moderada de crescimento (maior que 75%) da Covid-19 em Belém, Fortaleza, Macapá, Natal, Salvador e São Luís.

Marcelo Gomes, coordenador do InfoGripe, explica na reportagem que “o Brasil voltou cedo demais à normalidade”, em referência à flexibilização do isolamento social. “Por isso, nossa segunda onda pode ser mais grave do que a vista na Europa. Lá, o número de casos foi bastante reduzido até a pandemia atingir novamente a população. Aqui, nunca chegamos a um índice confortável, estacionamos em um nível alto. Então, se houvesse uma nova leva da doença, ela nos pegaria no meio de uma pista, e não no começo”.

O aumento de novas infecções já reflete nas internações. Na rede municipal de saúde, a taxa de ocupação de leitos de UTI chegou a 95% nesta quarta-feira (11), com 239 pacientes internados, o maior número desde o início da pandemia, em março.

Na rede privada, o aumento também é preocupante. Segundo informou a jornalista Mônica Bergamo, em sua coluna na Folha de S.Paulo, hospitais privados da capital voltaram a registrar aumento preocupante no número de internações por Covid-19.

O Hospital Sírio-Libanês, que atende à população com alto poder aquisitivo, teve picos de até 120 internações em abril e viu o número cair para 80 em outubro. Agora, subiu outra vez para 120. Do total de doentes, 50 estão em UTI. Já o HCor chegou a internar cem pessoas por Covid-19 nos meses de pico. O número caiu para 18 —e agora voltou a subir, para em torno de 30 pacientes.

 

A alta das internações em hospitais particulares tem uma razão. O inquérito sorológico feito pela prefeitura de São Paulo já havia ressaltado que os casos de infecção pelo novo coronavírus estavam crescendo nas classes A e B, que ficaram em isolamento durante a quarentena e agora relaxaram as medidas de proteção ao vírus, frequentando restaurantes, participando de grandes reuniões sociais, viagens e até festas com aglomerações.

Nos bares da capital paulista frequentados pela classe alta e média, é corriqueiro ver aglomerações de descumprimento da determinação de isolamento de dois metros entre as mesas.

Apesar dos índices, nesta quarta-feira (12), o governador de São Paulo, João Doria, negou que as internações pela Covid-19 estejam aumentando.

Apelo 

A infectologista Christina Gallafrio Novaes, do Hospital das Clínicas de São Paulo, fez um relato preocupante do cenário de saturação dos hospitais por conta da Covid-19 e pede para que a população respeite o distanciamento social e evite encontros. Leia a íntegra de seu apelo, que foi publicada pela jornalista Mônica Bergamo e viralizou nas redes sociais:

“Caros:

Nunca achei que fosse fazer um pedido desses, mas aqui estou, por exaustão. Peço desculpas antecipadamente por meu pedido.

As infecções por Covid têm aumentado na cidade de São Paulo entre as classes A e B nas últimas 3 semanas, e vários hospitais de que tenho informação ou vivência direta (Sírio, Oswaldo, 9 de Julho, Samaritano, Santa Paula, São Luiz…) tiveram aumento significativo de atendimentos e, pelo menos dois desses, estão lotados. As nossas consultas aumentaram exponencialmente. E não é por ônibus ou metrôs lotados. É por festas, encontros, jantares. Espero que esse aumento não passe para a população menos favorecida, porque o HC já não tem condições de reservar novamente um instituto inteiro, como fez na primeira onda, para tratar Covid, uma vez que está lotado agora com as internações por outras doenças que estavam represadas. Não teremos mais condições de ter, como antes, 500 leitos de UTI.

Venho então pedir encarecidamente que usem máscaras, mantenham distância e façam pelo menos uma pausa (2 ou 3 semanas já ajudariam bastante) nos encontros não essenciais. Se forem inevitáveis, que sejam ao ar livre, com poucas pessoas. Nós, da saúde, estamos exaustos. Considerem isso antes de promover encontros. Está sendo muito difícil manter nossa saúde mental e física com uma carga de trabalho tão grande de forma contínua desde o início do ano. O descaso vem de cima, eu sei, contra isso não temos muitas armas. Mas aqui, neste grupo querido, tenho certeza que posso contar com a compreensão, apoio e esforço de vocês.

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Russomanno leva para debate fake news contra Boulos que Justiça mandou tirar do ar


“Russomanno, você quer trazer o gabinete do ódio pra São Paulo. Estamos entrando com um pedido de apreensão do seu celular e do bolsonarista preso pelo STF para saber quem paga essas fake news que você está divulgando”, disparou Boulos.

Da Revista Fórum

O candidato de Jair Bolsonaro à prefeitura de São Paulo, Celso Russomanno (Republicanos), trouxe para o debate da TV Cultura, na noite desta quinta-feira (12), uma denúncia contra Guilherme Boulos (PSOL) que a Justiça Eleitoral já classificou como fake news e, inclusive, mandou retirar do ar.

A “denúncia”, feita pelo blogueiro bolsonarista Oswaldo Eustáquio, que chegou a ser preso pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no âmbito do inquérito das fake news, seria de que Boulos justificou gasto de R$500 mil em sua campanha com empresas fantasmas.

“Te perguntei sobre as empresas fantasmas usadas em sua campanha e você não respondeu”, disse Russomanno.

De acordo com o juiz Emílio Migliano Neto, da 2ª Zona Eleitoral de São Paulo, as acusações feitas por Eustáquio e reproduzidas por Russomanno são “sabidamente inverídicas”. O magistrado, ao mandar retirar a “denúncia” do ar, afirmou ainda que o vídeo é “integralmente dedicado à propagação de mentiras” e destaca que as acusações não foram noticiadas “por nenhum veículo de mídia profissional”.

 

Em jantar com empresários paulistas, Luciano Huck assume intenção de se candidatar em 2022


Da coluna de Lauro Jardim

Luciano Huck. Foto: Divulgação

Luciano Huck foi o protagonista de um jantar ontem em São Paulo com 23 empresários do varejo, da área de saúde e do mercado financeiro, entre outros.

O assunto principal à mesa foram as ideias de Huck para o Brasil. O apresentador deixou claro que pensa em se candidatar a presidente em 2022.

Se declarou capitalista e citou Arminio Fraga e Jorge Paulo Lemann como, entre o empresariado, pessoas que o ajudam a pensar soluções para o Brasil.

Disse que seu grupo político junta Paulo Hartung e ACM Neto, mas defendeu que é fundamental agregar outros atores — e , neste sentido, defendeu seu encontro recente com Sergio Moro. (…)

Braço direito de Luciano Hang na Havan, autor de várias “ideias” do Véio, morre de covid-19


Morreu em Blumenau (SC) de covid-19, nesta quinta (12), Cláudio Fraga.

Ele tinha 72 anos e atuava como consultor de marketing e serviços da Havan.

Era também “consultor pessoal” de Luciano Hang há mais de 12 anos.

Muitas das “ideias” do Véio da Havan, inclusive a criação do tragicômico personagem, são atribuídas a seu braço-direito.

Sabia que o palhaço oficial era o patrão, com seu histrionismo, e cultivava a discrição.

Ele foi internado na UTI no dia 7 de outubro e não resistiu.

Entre suas sacadas na Havan está o famoso “sino” tocado nas lojas para comemorar vendas.

“Com espírito jovem e empreendedor, Fraga era o responsável pela motivação dos nossos mais de 20 mil colaboradores”, diz uma nota oficial.

O executivo foi instrumental na coação de funcionários para declarar apoio a Bolsonaro durante a campanha presidencial.

Ele foi citado em reportagem do extinto site da VICE, que falou com empregados para entender a rotina de “uma companhia regida pela coação, insegurança, assédio e medo”.

Além da Havan, foi secretário de comunicação da prefeitura de Brusque, onde trabalhou de 2005 a 2008.

Comunicado no WhatsApp dos funcionários da Havan

Com informação do DCM

Datafolha: rejeição a Bolsonaro em SP chega a 50% e aprovação no Rio cai 6 pontos


Presidente Jair Bolsonaro durante posse do ministro das Comunicações, Fábio Faria (Crédito: Alan Santos/PR)

A imagem do presidente Jair Bolsonaro piorou nos dois principais centros urbanos do país, São Paulo e Rio de Janeiro, aponta pesquisa do Datafolha.

Os levantamentos foram feitos nos dias 9 e 10, com margem de erro de três pontos para mais ou menos. Eles também ocorreram em Belo Horizonte e Recife, que registraram estabilidade na avaliação do presidente ante a rodada anterior, nos dias 3 e 4 passados.

Em São Paulo, a rejeição a Bolsonaro é de 50%, oscilação positiva sobre os 48% da pesquisa anterior. Já a aprovação oscilou para baixo, de 25% para 23%, com a avaliação regular estável (26% ante 27%).

Bolsonaro é mais bem avaliado (30%) entre os mais velhos, e tem maior rejeição (66%) entre os mais jovens. (…)

Fonte DCM

Forças Armadas obrigam militares a se vacinarem


Na contramão do que vem defendendo, incisivamente, Jair Bolsonaro, o principal setor aliado do governo, as Forças Armadas, determina a vacinação obrigatória. É o que estabeleceu o Ministério da Defesa, em portaria que obriga os militares a tomarem vacina.

A portaria foi publicada nesta quarta (11), no Diário Oficial da União (DOU), e determina que todos os militares da ativa das Forças Armadas terão um prazo de 6 meses para apresentarem comprovante de vacinas. Estão entre as obrigatórias a de difteria, tétano, febre amarela, sarampo, caxumba, rubéola e hepatite B.

Ainda, a exigência de vacinação é uma condição para qualquer um que quer se matricular nos cursos do Sistema de Ensino das Forças Armadas e aptidão para o serviço.

Em meio ao colapso do coronavírus no Brasil, que já matou mais de 163 mil pessoas no país, Bolsonaro está em uma briga interna e no Judiciário para impedir a obrigatoriedade de vacinação contra a Covid-19, alegando ser uma decisão pessoal.

Fonte GGN

BRUMADO: Ex-deputado morre de Covid-19 menos de um mês após perder esposa


Do Agência Sertão Guananbi

Morreu na manhã deste domingo (8), o ex-deputado estadual da Bahia José Clemente Alves Gondim, de 77 anos. Ele estava internado há cerca de um mês e meio após ser diagnosticado com a Covid-19.

O ex-parlamentar estava em tratamento em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital em Vitória da Conquista e apresentou piora em seu quadro de saúde neste sábado (7) e acabou não resistindo.

José Clemente era natural de Ituaçu e atuava como médico oftalmologista em Brumado e em outras cidades da região. Ele perdeu a esposa Isabel Cristina Santana Gondim há menos de um mês. Ela foi vice-prefeita de Brumado, tinha 68 anos e também morreu após as complicações da Covid-19.

Clemente foi a 31ª vítima da doença em Brumado. O município registra 2.564 casos confirmados da Covid-19. No momento, 239 pacientes permanecem ativos com o vírus, entre eles, oito estão internados. São 61 pacientes com suspeita da doença ainda aguardando resultado do exame laboratorial.

O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), deputado Nelson Leal, decretou luto pelo falecimento do ex-deputado estadual, que exerceu o mandato parlamentar por duas ocasiões.

Ele foi suplente de deputado estadual pelo PTB na legislatura 1995-1999, efetivando-se titular em janeiro de 1997. De novo suplente pelo PTB na legislatura 1999-2003, efetivou-se em outubro de 2000, em substituição ao deputado Antônio Honorato.

Em moção de pesar apresentada na Alba, o presidente da casa definiu Clemente como um gentleman, um deputado que honrou a sua terra. Ituaçu e uma das vozes políticas mais respeitadas do sudoeste.

Na Alba, entre as principais atividades, foi vice-presidente da comissão de desenvolvimento econômico e turismo e titular das comissões de saúde, saneamento, defesa do consumidor, seca e recursos hídricos e da irrigação.

 

 

Filha do cantor Belo é uma das 12 mulheres presas acusadas de integrar quadrilha de golpes eletrônicos


Do EXTRA: Filha do cantor Belo, Isadora Alkimin Vieira tem 21 anos e é estudante de Odontologia Foto: Reprodução/Instagram
Luana Dandara
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A filha caçula do cantor Belo, Isadora Alkimin Vieira, de 21 anos, foi uma das 12 mulheres presas, nesta quarta-feira, pela Delegacia de Combate às Drogas (DCOD). Ela é acusada de integrar uma quadrilha especializada em golpes por meio eletrônico, ligada à maior facção criminosa do Estado do Rio.

Belo, que tem outros três filhos, se disse “muito surpreso e arrasado” com a prisão da caçula, que é estudante de Odontologia.

– Eu não sabia de absolutamente nada, falei com ela semana passada por telefone e ainda perguntei de tudo, da faculdade e tal. Dei sempre todo suporte como pai, pensão, faculdade, educação e amor. Me sinto muito triste e quero ser respeitado nesse momento – disse ele.

Segundo a Polícia, Isadora e outras 11 mulheres são suspeitas de serem as responsáveis por induzir as vítimas a repassarem seus dados bancários e a entregarem seus cartões a outros integrantes do grupo, no caso, motoboys que pegavam os objetos, para, posteriormente, serem utilizados. Estima-se que o valor com os golpes varie entre R$ 600 mil a R$ 1 milhão por mês.

Em abril, a filha de Belo fez uma homenagem em suas redes sociais para o cantor. “Pai, gostaria de te escrever mil coisas, mas só posso dizer obrigada por tudo, por me ensinar respeito com as pessoas, humildade, simplicidade e amor. Obrigada por tudo que sempre fez por mim, apesar de todos pesares conte comigo para o que precisar, pois seja o que for estarei sempre aqui. Espero que essa data se repita por um milhão de anos. Um beijo da sua filha que tanto te ama e te admira. Feliz aniversário”, escreveu Isadora.

Lula: Bolsonaro chama brasileiro de “marica” como se ele fosse o grande “macho” nesse país


Lula e Bolsonaro

Lula e Bolsonaro (Foto: Ricardo Stuckert | PR)

O ex-presidente Lula condenou mais uma fala agressiva de Jair Bolsonaro, que desta vez disse que o “Brasil tem que deixar de ser um país de maricas”. “Não é possível que a gente subordine a ciência à ignorância desse presidente”, disse Lula.

“O Bolsonaro chama a sociedade brasileira de ‘marica’ como se ele fosse o grande ‘macho’ nesse país. Não é possível que a gente subordine a ciência à ignorância desse presidente”, disse Lula.

 

 

Na verdade, já faz muito tempo que o Bolsonaro vem testando a ignorância dos seus eleitores, onde o que parece é que pensa que seus eleitores são mais sem cabeça e sem raciocínio que na verdade são. Outro dia foi espalhado um vídeo por todo país, que um cara, supostamente bandido, (porque pode ter sido um vídeo preparado), onde mostra um cara chegando num local parecido com um ponto de ônibus e ao anunciar um assalto, uma mulher saca uma arma e o acerta.

Enquanto o Bolsonaro fazia uma apresentação da montagem do vídeo com uma fala dele num local de muita gente, ele ironizava a Lei de Feminicídio de forma brutal e desrespeitosa. Como se não bastasse, ele ainda incentiva as pessoas a reagirem a um assalto. Depois daquela infeliz apresentação dele, como tudo foi armado, a galera gritava lá dentro: ‘mito, mito, mito…Tudo isso é muito triste.

Ontem ele disse que lamenta as mortes por covid 19, “mas…e daí? Todos vão ter que morrer mesmo”!

Antes, achando que o Trump ia ser eterno lá nos EUA, Bolsonaro estava entregando tudo de mão beijada e ainda batia continência para a bandeira americana. Agora que o Baden ganhou as eleições, já fala em pólvora.

É preciso mais amor pelo povo brasileiro e menos proteção aos filhos dele. A justiça tem que acontecer de forma correta neste país.

Bolsonaro não vale nada, mas vídeo do embaixador deve ser visto como provocação a todos os brasileiros. Por Joaquim de Carvalho


Presidente brasileiro que bate continência para bandeira americana só poderia esperar isso. Antes, com o Trup, entregar tudo, agora, que Biden ganhou fala em pólvora.

Agora temos que assistir os caras americanos desfilarem com a bandeira do seu país aqui no nosso país. E pior ainda, armados. Até aqui Walter Salles

O vídeo postado pelo cowboy americano Todd Chapman, embaixador dos EUA no Brasil, tem imagens perturbadoras, que devem ser interpretadas como provação, não a Bolsonaro, o pior presidente da história, mas a todos nós.

O vídeo mostra fuzileiros navais americanos marchando armados em frente ao Congresso Nacional e na Esplanada dos Ministérios, símbolos do poder soberano do país.

Também apresenta os militares em frente ao Museu do Futuro, no Rio de Janeiro, além de um grupo deles marchando diante do Cristo Redentor, escultura que é vista no exterior como nosso principal cartão postal.

Há uma imagem dos marines desfilando em São Paulo.

As imagens podem ter sido construídas com recursos de computação gráfica.

Não importa. O que vale é simbolismo.

No Museu do Futuro: quem autorizou estrangeiros a desfilar armados em território brasileiro?

 

No Cristo Redentor: ocupação?

 

O que fazem os estrangeiros com a bandeira americana diante da Esplanada dos Ministérios?

Imagine-se se a China postasse vídeo com militares de seu país desfilando armados diante de símbolos brasileiros. Qual seria a reação das lideranças políticas?

O mesmo vale para os norte-americanos.

Bolsonaro é um xucro que lidera a extrema direita no Brasil com um discurso sob medida para agradar ignorantes.

É provável que o vídeo tenha sido resposta ao que ele disse sobre as manifestações de Biden em relação à Amazônia. “Acabou a saliva, tem a pólvora”.

É uma bravata própria de quem não tem decoro para ocupar a Presidência da República. Devemos rechaçá-la.

Mas, ao mesmo tempo, diante do vídeo provocativo do cowboy americano, dizer em alto e bom som que o Brasil, apesar de Bolsonaro, não é a casa da mãe joana.

Fonte DCM

MK se indigna com ‘maricas’ de Bolsonaro: ‘Envergonhado de ser brasileiro’


[MK se indigna com ‘maricas’ de Bolsonaro: ‘Envergonhado de ser brasileiro’ ]O âncora do Grupo Metrópole, Mário Kertész, disse estar indignado com a declaração do presidente da República, Jair Bolsonaro, sobre as mortes em decorrência do coronavírus. Ontem, em evento, Bolsonaro disse: “Não adianta fugir disso, fugir da realidade. Tem que deixar de ser um país de maricas. Olha que prato cheio para a imprensa. Prato cheio para a urubuzada que está ali atrás. Temos que enfrentar de peito aberto, lutar. Que geração é essa nossa?”.

Para MK, a declaração é desrespeitosa e envergonha o país. “Estou profundamento envergonhado com o Brasil e seu presidente. ‘O Brasil precisa deixar de ser um país de maricas’. Somos ainda, segundo a visão do presidente democraticamente eleito, maricas. Com toda conotação nojenta que esse termo tem. Será que eu sou um ‘maricas’? Será que eu ajudo a construir um país de maricas? O que é um país de maricas? Um diferente do macho alfa, o que junta multidões, que nos leva ao encontro de Deus, da pátria e da família? Somos todos maricas”, questionou, durante abertura do programa na Rádio Metrópole.

Kertész lembrou ainda do fim da fase “paz e amor” do presidente da República. “Não sei até onde a gente vai caminhar. Falou-se há pouco tempo que o presidente estava tranquilo, ontem ele desceu a ladeira na banguela. Ataca o presidente eleito dos EUA. Eu quero saber qual a pólvora que o senhor tem. Pólvora de bazófia, de ignorância? Não é possível que a gente tenha que assistir tudo isso de braços cruzados. De manhã começou com a coronavac. O presidente está se lixando para a economia, para nossas vidas, só interessa a ele a reeleição para 2022”, apontou.

O comunicador ainda questionou quais serão os ensinamentos do presidente “macho alfa”. “Será que ele vai nos ensinar como faz rachadinha, como tem depósitos na conta da primeira-dama? Ou só vai ensinar como ser macho? Eu estou profundamente indignado e envergonhado. Eu nunca vi um negócio desses. Eu não acreditei quando eu vi. Fui tomado por uma indignação. Foi uma porrada em todos os nós, em todos os brasileiros e brasileiras. No regime militar os presidentes tinham mil vezes mais compostura que esse cidadão. Ele é um desqualificado sob todos os aspectos. Estou envergonhado de ser brasileiro”, concluiu.

Assista aqui o comentário completo:

Primas de 12 e 20 anos morrem afogadas em riacho de Vitória da Conquista


Primas de 12 e 20 anos morrem afogadas em riacho de Vitória da Conquista
Crédito da Foto: redes sociais

Duas jovens morreram em um riacho no povoado de Farinha Molhada, em Vitória da Conquista, sudoeste baiano, na segunda-feira (9/11). Camila Silva Dutra, de 12 anos de idade, e Andressa Vieira Dutra, de 20 anos, eram primas e foram encontradas já sem vida.

A Prefeitura de Vitória da Conquista divulgou uma nota de pesar pelas mortes das meninas, que eram alunas da Rede Municipal de Ensino. Elas frequentavam o Círculo Escolar Integrado (CEI) de Bate Pé.

Segundo familiares informaram aos blogs locais, as meninas foram ao local na intenção de tirar fotos. Como demoraram de voltar, todo o povoado se mobilizou para encontrar as primas.

Os corpos foram encontrados no mesmo dia por um morador local. Camila foi encontrada boiando, enquanto o corpo de Andressa foi resgatado do fundo do riacho. O caso está sendo tratado como acidente.

Vacina ‘Sputnik V’ tem 92% de eficácia, diz Rússia após 1ª análise da fase final de teste; Bahia tem prioridade na compra


Crédito da Foto: ilustrativa/Pexels

Resultados preliminares de testes clínicos apontam que a vacina Sputnik V é 92% eficaz em proteger pessoas do novo coronavírus, de acordo com o fundo soberano russo em anúncio feito nesta quarta-feira (11/11). Moscou se apressa para alcançar as farmacêuticas do Ocidente na corrida pela vacina.

Segundo os desenvolvedores da vacina, os dados da análise preliminar ainda serão publicados em uma revista científica internacional e não passaram por avaliação de outros cientistas.

O secretário de saúde do estado, Fábio Villas Boas, usou o twitter para celebrar a notícia. Segundo ele, o governador Rui Costa teria firmado um acordo de acesso prioritário a 50 milhões de doses.

Os resultados iniciais da Sputnik V são apenas os segundos a serem divulgados com base nos estágios finais de testes em humanos, em um esforço global para produzir vacinas que podem frear a pandemia que já matou mais de 1,2 milhão de pessoas e devastou economias em todo o mundo.

A Rússia foi o primeiro país a registrar uma vacina contra o novo coronavírus, em agosto. A aprovação foi concedida antes do início dos testes em larga escala, que começaram em setembro.

“Estamos mostrando, baseados em dados, que temos uma vacina muito eficaz”, disse o chefe do Fundo de Investimento Direto Russo (RDIF), Kirill Dmitriev, acrescentando que esse seria o tipo de notícia que os desenvolvedores da vacina falariam para seus netos um dia.

Os resultados preliminares são baseados em informações dos testes de 16 mil participantes que receberam as duas doses da vacina, disse o RDIF, que financia a produção do imunizante.

A análise foi conduzida após 20 participantes do teste serem diagnosticados com a covid-19 e posterior verificação de quantos receberam placebo.

Esse é um número significativamente menor que os 94 testes positivos da vacina desenvolvida pela Pfizer e BioNTech. Para confirmar a taxa de eficácia, a Pfizer disse que continuaria os testes até atingir 164 casos de covid-19 entre os participantes. Os testes russos vão continuar por mais seis meses.

Testes
A fase 3 dos testes da vacina desenvolvida pelo Instituto Gamaleya está sendo realizada em 29 clínicas de Moscou e vai envolver 40 mil voluntários no total, com 10 mil deles recebendo placebo.

As chances de contrair a covid-19 são 92% menores entre pessoas vacinadas com a Sputnik V do que as que receberam placebo, segundo o RDIF. Esse resultado é bem maior que os 50% mínimos de eficácia estabelecidos pela agência regulatória de medicamentos e alimentos americana (FDA) para aprovação de uma vacina contra a covid-19.

A Sputnik V foi elaborada para produzir resposta imune a partir de duas doses administradas em um intervalo de 21 dias. Cada dose tem como base diferentes vetores virais que normalmente causam gripes comuns: os adenovírus humanos Ad5 e Ad26. Com informações do Terra

‘Pólvora’ e ‘maricas’: em referência a fala de Bolsonaro, Maia lembra 160 mil mortos, um Estado as escuras e economia frágil


Presidente da Câmara comentou declaração de Bolsonaro, para quem Brasil precisa deixar de ser ‘país de maricas’ e enfrentar Covid. Sem citar nome, Bolsonaro também criticou Joe Biden.

foto-rodrigo-maia-e1573695131227 - FENAJ

 

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defendeu nesta terça-feira (10) em uma rede social o compromisso da Câmara com a vacina contra a coronavírus no mesmo dia em que o presidente Jair Bolsonaro comemorou a suspensão dos testes da Coronavac, desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac.

Na publicação, o parlamentar também citou outras declarações de Bolsonaro nesta terça-feira. Em cerimônia no Planalto, o presidente da República afirmou que o Brasil tem que “deixar de ser um país de maricas” e enfrentar a pandemia de Covid-19 “de peito aberto”. Também disse que, “quando acaba a saliva, tem que ter pólvora” ao se referir à Amazônia, sem citar diretamente o presidente eleito pelos Estados Unidos, Joe Biden — em debate com o adversário Donald Trump em setembro, Biden cogitou impor sanções ao Brasil devido ao desmatamento na Amazônia.

“Entre pólvora, maricas e o risco à hiperinflação (sic), temos mais de 160 mil mortos no país, uma economia frágil e um estado às escuras [referência à crise de energia no Amapá]. Em nome da Câmara dos Deputados, reafirmo o nosso compromisso com a vacina, a independência dos órgãos reguladores e com a responsabilidade fiscal”, escreveu Maia.

Após lembrar os mais de 160 mil mortos no país pela doença, o presidente da Câmara prestou solidariedade a todos os parentes e amigos das vítimas da Covid-19.

Mais cedo, Bolsonaro queixou-se em um evento no Palácio do Planalto que “tudo agora é pandemia”.

“Não adianta fugir disso, fugir da realidade. Tem que deixar de ser um país de maricas. Olha que prato cheio para a imprensa. Prato cheio para a urubuzada que está ali atrás. Temos que enfrentar de peito aberto, lutar. Que geração é essa nossa?”, disse.

No mesmo discurso, o presidente da República afirmou: “Assistimos há pouco aí um grande candidato a chefia de Estado dizer que, se eu não apagar o fogo da Amazônia, ele levanta barreiras comerciais contra o Brasil”.

Ainda como candidato, o presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, disse que buscaria “organizar o hemisfério e o mundo para prover US$ 20 bilhões para a Amazônia”. Afirmou ainda que o Brasil pode enfrentar “consequências econômicas significativas” se não parar de “destruir” a floresta.

Ainda sem cumprimentar Biden pela eleição, Bolsonaro não citou o nome do presidente eleito nos Estados Unidos.

“E como é que podemos fazer frente a tudo isso? Apenas a diplomacia não dá, não é, Ernesto [Araújo, ministro das Relações Exteriores]? Quando acaba a saliva, tem que ter pólvora, senão, não funciona. Não precisa nem usar pólvora, mas tem que saber que tem. Esse é o mundo. Ninguém tem o que nós temos”, declarou Bolsonaro no evento no Planalto. G1

 

“Apenas na diplomacia não dá. Quando acabar a saliva, tem que ter pólvora”, diz Bolsonaro sobre Biden e Amazônia


 Jair Bolsonaro criticou o recém eleito presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, que pretende aplicar sanções comerciais contra o Brasil caso não mude sua política ambiental, em evento no Planalto.

Bolsonaro disse que a diplomacia nem sempre é suficiente, e que “quando acaba a saliva, tem que ter pólvora, senão não funciona. Não precisa nem usar pólvora, mas tem que saber que tem. Esse é o mundo”.

“Assistimos há pouco um grande candidato a chefia de Estado dizer que, se eu não apagar o fogo da Amazônia, ele levanta barreiras comerciais contra o Brasil. E como é que podemos fazer frente a tudo isso? Apenas na diplomacia não dá, não é, Ernesto [Araújo]? Quando acaba a saliva, tem que ter pólvora, senão não funciona. Não precisa nem usar pólvora, mas tem que saber que tem. Esse é o mundo. Ninguém tem o que nós temos.”

Fonte 247