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‘Vacine-se’: varíola matou mais de 300 milhões de pessoas no século XX e foi erradicada


'Vacine-se': varíola matou mais de 300 milhões de pessoas no século XX e foi erradicada

Arte: Paulo Victor Nadal / Bahia Notícias

Começa nesta terça-feira (9) o programete ‘Vacine-se’, na RBN Digital. O jornalista Nuno Krause te levará a uma viagem no tempo para entender como o processo de vacinação foi importante para erradicar e controlar doenças que afetaram drasticamente a humanidade. 

A história por trás da criação de cada imunizante, entrevistas com especialistas e atualização de vacinados contra a Covid-19 são apenas algumas coisas que serão abordadas na atração. No primeiro episódio, o tema será a varíola, doença que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), matou 300 milhões de pessoas só no século XX. Desde 1980, a entidade a declara como erradicada do mundo.

Produzido e editado por Nuno Krause, o programete vai ao ar as terças-feiras sempre às 8h na RBN Digital. Você também pode ouvir na hora que quiser no Castbox ou no Spotify.

 

 

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Trabalhador que se recusar receber a vacina pode perder emprego por justa causa


 

Do Jornal de Brasília

Os trabalhadores que se recusarem a tomar a vacina contra a covid-19 sem apresentarem razões médicas documentadas poderão ser demitidos por justa causa, de acordo com o Ministério Público do Trabalho (MPT). A orientação do órgão é para que as empresas invistam em conscientização e negociem com seus funcionários, mas o entendimento é de que a mera recusa individual e injustificada à imunização não poderá colocar em risco a saúde dos demais empregados.

No ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que, embora não possa forçar ninguém a se vacinar, o Estado pode sim impor medidas restritivas aos cidadãos que se recusarem a tomar o imunizante contra o novo coronavírus.

Apesar de nenhum governo até o momento ter anunciado sanções aos negacionistas da vacina, essas medidas poderiam incluir multa, vedação a matrículas em escolas e o impedimento à entrada em determinados lugares.

Um guia interno elaborado pela área técnica do MPT segue o mesmo critério. “Como o STF já se pronunciou em três ações, a recusa à vacina permite a imposição de consequências. Seguimos o princípio de que a vacina é uma proteção coletiva, e não individual. O interesse coletivo sempre vai se sobrepor ao interesse individual. A solidariedade é um princípio fundante da Constituição”, diz o procurador-geral do MPT, Alberto Balazeiro.

Ainda assim, a orientação do MPT é de que as demissões ocorram apenas como última alternativa após reiteradas tentativas de convencimento por parte do empregador da importância da imunização em massa.

“Na questão trabalhista é preciso ter muita serenidade. A recusa em tomar vacina não pode ser automaticamente uma demissão por justa causa. Todos temos amigos e parentes que recebem diariamente fake news sobre vacinas. O primeiro papel do empregador é trabalhar com informação para os empregados”, afirma o procurador-geral.

“Não são meros protocolos de papel, eles têm que ser levados a sério. É obrigação do empregador ter o fator covid-19 como risco ambiental e a vacina como meio de prevenção. Ter planejamento é fundamental e gera a simpatia de todos os órgãos de fiscalização”, recomenda.

Balazeiro enfatiza que a exigência da vacina no trabalho deve seguir a disponibilidade dos imunizantes em cada região e o Plano Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, que determina quais grupos têm prioridade na fila da vacinação. Profissionais de Saúde, idosos e pessoas com comorbidades estão contemplados nessa primeira fase.

A partir da disponibilidade da vacina para cada grupo, caberá ao trabalhador comprovar a sua impossibilidade de receber o imunizante com a apresentação de laudo médico. Mulheres grávidas, pessoas alérgicas a componentes das vacinas ou portadoras de doenças que afetam o sistema imunológico, por exemplo, podem ser excluídas da vacinação. Nesses casos, a empresa precisará negociar para manter o funcionário em home office ou no regime de teletrabalho.

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“A saúde não se negocia quanto ao conteúdo, mas sim quanto à forma. Não posso negociar para que uma pessoa não use máscara, mas posso negociar se ela vai ficar em casa. O limite é a saúde, que é um bem coletivo”, acrescenta.

Por isso, para proteger os demais funcionários, o empregador deve impedir a permanência no ambiente de trabalho de quem não se imunizar. “E sem uma recusa justificada, a empresa pode passar ao roteiro de sanções, que incluem advertência, suspensão, reiteração e demissão por justa causa. A justa causa é a última das hipóteses. O guia do MPT não é um convite à punição, mas à negociação e à informação. O que não pode é começar com justa causa e nem obrigar ninguém a trabalhar em condições inseguras”, acrescenta Balazeiro.

Na demissão por justa causa, o trabalhador fica sem vantagens da rescisão, com direito apenas ao recebimento do salário e das férias proporcionais ao tempo trabalhado. Por outro lado, fica impedido de receber o aviso prévio e 13° salário proporcional. Além disso, o empregador não precisa pagar a multa rescisória de 40% do FGTS, enquanto o trabalhador fica barrado de habilitar o seguro-desemprego e sacar o FGTS.

O procurador-geral acredita que a vacina também deve ser um tema a ser tratado nas convenções e acordos coletivos de trabalho. “O papel dos sindicatos é fundamental. Os sindicatos atuaram muito ativamente no começo da pandemia, com a migração para o trabalho remoto em muitas atividades. Então, coerentemente, eles terão um grande papel nas medidas para evitar a continuidade da propagação da doença”, conclui.

Para advogado de Lula, diálogos vazados revelam ameaça à soberania nacional. Por Daniel Giovanaz


Manoel Caetano [foto] integra a defesa do ex-presidente Lula desde 2017; equipe é liderada por Cristiano Zanin – Divulgación

 

Do DCM

O impacto dos vazamentos de mensagens entre procuradores que atuavam na operação Lava Jato no Paraná e o ex-juiz Sergio Moro deve extrapolar os casos do “tríplex” e do “sítio de Atibaia”, em que o ex-presidente Lula (PT) foi condenado sem provas em 1ª e 2ª instância.

Essa é a avaliação de Manoel Caetano, professor de Direito da Universidade Federal do Paraná (UFPR), procurador aposentado do Paraná e advogado que integra a defesa do petista.

“A defesa de Lula está centralizada no doutor [Cristiano] Zanin. Eu integro a equipe desde 2017, dando apoio na Vara Federal de Curitiba no Tribunal Regional [Federal da 4ª Região]”, esclarece o jurista, que visitou Lula diariamente na Superintendência da Polícia Federal entre 7 de abril de 2018 e 8 de novembro de 2019.

Segundo Caetano, a defesa do ex-presidente ainda estuda o conteúdo do material vazado, por isso não comenta possíveis mudanças na estratégia.

Questionado sobre o impacto dos vazamentos sobre processos que não envolvem o ex-presidente Lula, o advogado lembra que os diálogos também revelam cooperação internacional fora dos canais oficiais.

“A gente evita comentar sobre outros processos, mas fica claro que as informações não dizem respeito apenas ao ex-presidente [Lula]: expõem uma ameaça à soberania nacional”, enfatiza. “Isso é até mais grave que a parcialidade – se é que podemos dizer assim.”

As mensagens mostram, por exemplo, que o procurador Deltan Dallagnol, então chefe da força-tarefa, antecipou a autoridades suíças os nomes de investigados na Lava Jato sem formalizar um acordo de cooperação internacional.

Ou seja, o Ministério Público de outros países teria acessado informações estratégicas sobre o Brasil sem permissão.

A defesa de Lula alega que a cooperação se deu de forma extraoficial e, por isso, acredita que seja possível anular os processos. A força-tarefa nega essa hipótese.

Segundo informação do portal UOL, advogados na Suíça já estariam com os documentos em mãos, aguardando posicionamento do Ministério Público na capital do país europeu sobre a legitimidade das mensagens trocadas entre os procuradores.

Sem controle

Para Manoel Caetano, os diálogos comprovam que o juiz e os procuradores que atuavam na Lava Jato sentiam-se “poderosos, sem qualquer controle.”

Na avaliação dele, as mensagens que vieram à tona na semana passada confirmam a parcialidade e a relação ilegal entre juiz e procuradores.

“E a parcialidade macula não só o processo sentenciado pelo Moro, que é o do apartamento, mas também o do sítio, em que a sentença foi da juíza [Gabriela] Hardt”, avalia.

Hardt foi criticada, à época, por “copiar e colar” trechos exatos da sentença de Moro sobre o triplex.

“Esses dois casos estão mais na mídia porque são os que houve sentença, mas mesmo o processo do terreno do Instituto [Lula], em que Moro atuou na instrução, está maculado”, finaliza Caetano.

O sigilo sobre as mensagens foi levantado pelo ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), a pedido da defesa de Lula, no âmbito da operação Spoofing.

A defesa de Lula pede no STF a anulação de todos os atos de Moro que tiveram impacto sobre processos envolvendo o ex-presidente na Lava Jato.

Como as duas condenações do petista ainda podem ser revertidas por meio de recursos em tribunais superiores, ele está solto desde novembro de 2019.

Em meio às críticas pelos diálogos vazados pelo STF, a força-tarefa da Lava Jato no Paraná foi extinta no último dia 2.

Edição: Leandro Melito

Jequié: Carregador de feira morre após reclamar de som alto usado por pregadora


Jequié: Carregador de feira morre após reclamar de som alto usado por pregadora

Foto: Reprodução / Blog do Marcos Frahm

Um jovem, de 20 anos, foi morto a golpes de faca em uma feira livre neste domingo (7) em Jequié, no Médio Rio de Contas, Sudoeste baiano. Segundo o Blog do Marcos Frahm, a vítima identificada como Paulo Roberto Dias Santos trabalhava como carregador de compras e veio a óbito no local. O crime ocorreu no Largo São Francisco, no bairro Joaquim Romão, onde a feira acontece aos domingos.

Testemunhas contaram que o carregador reclamou do volume do som de um aparelho usado por uma pregadora. Ele teria pedido que o equipamento fosse retirado. Com isso, o filho da mulher começou a discutir com o carregador e em seguida feriu a vítima com golpes de faca. O corpo do carregador foi encaminhado para o Departamento de Polícia Técnica (DPT) loca. O acusado pelo homicídio ainda não foi localizado e preso. Do Bahia Notícias

Bahia: Estado reforça medidas de vigilância sanitária após disseminação de variante mais contagiosa da covid-19


O governo estadual está evitando receber pacientes de outros estados que estejam com o vírus ativo para evitar o contágio da cepa no estado.

Após a identificação da nova variante do coronavírus na Bahia, o secretário da Saúde do estado, Fábio Vilas-Boas afirmou nesta segunda-feira (8) que as medidas vigilância para conter a disseminação do vírus foram reforçadas. A mutação mais contagiosa foi inicialmente encontrada em Manaus, no estado do Amazonas,

“A medidas são as habituais, que nós já sabemos, mas foi reforçado especificamente o nível de vigilância da saúde para aquelas pessoas vindas de áreas com sabidas transmissões prevalentes da variante de Manaus, como os estados do Amazonas, Roraima, Rondônia e Pará”, disse o titular.

Ainda segundo Vilas-Boas, as pessoas que passaram por essas regiões e tiveram sintomas da doença, e todas que tiveram contato com elas, estão sendo rastreadas e monitoradas.

Ele ressalta também que o Governo da Bahia está evitando receber pacientes de outros estados que estejam com o vírus ativo para evitar o contágio da cepa no estado. Jornal da Chapada

 

‘Sem vacina, sem aula’, diz presidente da APLB em Feira de Santana


Segundo a diretora Marlede Oliveira, sem vacinas para a categoria da educação, sem aulas presenciais.

'Sem vacina, sem aula', diz presidente da APLB em Feira de Santana

Foto: Paulo José/Acorda Cidade (Arquivo)

 

Na manhã desta segunda-feira (8), no programa Acorda Cidade, na Rádio Sociedade News 102.1 FM, a diretora do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (APLB), Marlede Oliveira, afirmou que é contra a determinação da juíza Juliana de Castro Madeira Campos, da 6ª Vara da Fazenda Pública de Salvador, determinando a retomada das atividades escolares presenciais na Bahia com prazo até o dia 1º de março.

De acordo com a diretora, a culpa por não estar tendo aulas remotas para estudantes não é dos professores e sim por parte do governo municipal.

“É necessário dizer para a comunidade, até porque é do interesse de todos, que se não houve nem está havendo atividades remotas na rede municipal é por culpa do governo e não dos professores. A categoria está com os salários cortados e ainda será realizada uma audiência no dia 24 de fevereiro sobre este assunto. Mas quanto às atividades remotas, o governo não se organizou, nem todas as crianças possuem internet em casa, o que é diferente da rede privada. Quem estuda em escola particular, os pais possuem condições melhores em termo financeiro, já da rede municipal, pais que fazem parte de uma classe desempregada não possuem internet, não possuem computadores, smartphones e esta é a realidade do povo brasileiro”, disse ao Acorda Cidade.

Segundo a diretora Marlede Oliveira, sem vacinas para a categoria da educação, sem aulas presenciais.

“Como é que vai ter aula presencial se não tem vacina? A APLB já decidiu isso, em São Paulo, os professores não vão para as salas de aula, a grade será remota porque não tem vacina. Seja escola pública, seja escola particular, não há condições. Existem professores com doenças de comorbidade, é pressão alta, é diabete, então eu quero dizer que vai ter um genocídio da nossa categoria. O prefeito dizer que vai ter atividade presencial de qualquer forma assim sem vacina. Isso deve passar pelo conselho e pela forma que o prefeito falou, parece que nem passou pelo conselho e já está derrubando as decisões assim. Há uma democracia e se diz respeito ao executivo, diz respeito também aos conselhos do país que são criados, e que é um órgão maior”, explicou.

Para a diretora, todos os membros que fazem parte da unidade de educação devem ser vacinados para que haja um retorno das atividades presenciais.

“O mais importante hoje são os professores e funcionários serem vacinados. Prefeito, acho que o senhor precisa vacinar todos os professores de Feira de Santana e, a partir daí, as escolas voltarem com as atividades presenciais, mas sem vacina não. Iremos fazer uma reunião, já que não pode fazer assembleia, reunindo mais de 50 pessoas. Então iremos promover essa reunião, até porque o prefeito precisa ter a responsabilidade com a nossa categoria, porque senão é um genocídio total dos trabalhadores da educação”, finalizou. Acorda Cidade

Neto diz que atuou para impedir ‘vexame público’ e afirma que Maia ficou ‘apegado ao poder’


Ex-prefeito afirma que ex-presidente da Câmara tentou fugir de responsabilidade por falta de articulação política

[Neto diz que atuou para impedir 'vexame público' e afirma que Maia ficou 'apegado ao poder']
Foto : Metropress

O presidente nacional do Democratas e ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, afirmou que tentou viabilizar uma alternativa para que Rodrigo Maia (DEM-RJ) não saísse ainda mais derrotado das eleições presidenciais da Câmara dos Deputados. No entanto, segundo o democrata, o próprio parlamentar carioca pagou o preço por não ter se articulado politicamente. Em entrevista a Mário Kertész hoje (9), no Jornal da Bahia no Ar da Rádio Metrópole, Neto acusou o correligionário de “tirar o braço da seringa” diante do sucesso de Arthur Lira, eleito presidente da Câmara.

“Em relação à Câmara dos Deputados, infelizmente Rodrigo Maia, que considerei meu amigo por 20 anos e sempre teve meu respeito e meu carinho, minhas palavras de reconhecimento público, infelizmente errou do começo ao fim. Só fez bobagem na condução da sua própria sucessão. E deu no que deu, aconteceu a vitória do Arthur Lira com mais que o dobro dos votos do deputado Baleia Rossi”, afirmou.

Ainda de acordo com o democrata, Maia espalhou mentiras sobre o episódio envolvendo a articulação política.  “Aí Rodrigo Maia, querendo tirar o braço dele da seringa e transferir a responsabilidade que é exclusivamente dele de ter falhado na articulação política, começou a espalhar mentiras e levar palavras levianas a veículos de comunicação do Brasil. Aí, amigo, o cara não pode reconhecer o erro. É impressionante. Tem gente que não tem essa capacidade e a humildade de dizer: errei. Ou de reconhecer a derrota. Ganhar e perder é da vida”, afirmou Neto.

“Rodrigo ficou muito apegado ao poder, quis continuar presidente da Câmara e esperou que o Supremo desse a ele o direito da reeleição e infelizmente errou. Perdeu a força em sua sucessão e ficou sem o suporte da bancada do próprio partido dele”, acrescentou.

O ex-prefeito apontou uma tentativa de tentar evitar um racha no partido diante do posicionamento de Maia, mas que o resultado já estava tornado público. “Eu tive que entrar no final para evitar que Rodrigo passasse por um vexame público ainda maior. Havia maioria no Democratas para aderir ao bloco com Arthur Lira. Eu não permiti e reuni a Executiva, como presidente do partido, e disse: não aceito. Tentando preservar Rodrigo Maia, mas que sai fazendo tudo isso e falando essas bobagens”, declarou o presidente do DEM.

PIS/PASEP: Caixa paga abono salarial para mais de 7,5 milhões de trabalhadores; saiba quem tem direito


PIS/PASEP: Caixa paga abono salarial para mais de 7,5 milhões de trabalhadores; saiba quem tem direito
Crédito da Foto: Aratu On

A Caixa Econômica Federal paga nesta terça-feira (9/2) o abono salarial 2020/2021, ano-base 2019, para os trabalhadores nascidos no período de março a junho. Mais de 7,5 milhões de trabalhadores terão direito ao saque do benefício nessa etapa do calendário, totalizando mais de R$ 5,9 bilhões em recursos disponibilizados.

O dinheiro será depositado na conta corrente informada pelo trabalhador. Para quem não é cliente do banco, foi aberta uma conta poupança digital, gratuitamente, a mesma usada para pagar o auxílio emergencial. As poupanças digitais podem ser movimentadas pelo aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), boletos bancários, compras com cartão de débito virtual pela internet e compras com código QR (versão avançada do código de barras) em estabelecimentos parceiros.

Nos casos em que o valor do abono não possa ser creditado em conta existente ou na poupança digital, o trabalhador poderá realizar o saque com o Cartão do Cidadão e senha nos terminais de autoatendimento, unidades lotéricas e nos Correspondentes Caixa Aqui, bem como nas agências. Nesse caso, os recursos estarão disponíveis na quinta-feira (11/2).

O saque pode ser realizado até 30 de junho. Em todo o calendário de pagamentos do exercício 2020/2021 do abono salarial do Programa de Integração Social (PIS), a Caixa disponibilizará R$ 17 bilhões para 22,2 milhões de trabalhadores.

ANTECIPAÇÃO

Na semana passada, o governo federal antecipou o pagamento do abono para os nascidos em maio e junho, que receberiam os valores somente a partir do dia 17 de março. Com a antecipação do calendário, esses beneficiários receberão com os nascidos em março e abril.

A antecipação também vale para os funcionários públicos ou trabalhadores de empresas estatais e, nesse caso, o calendário é de acordo com o dígito final do número de inscrição do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep). A partir de 11 de fevereiro, o crédito ficará disponível para saque para inscritos com final 6 e 7, como no calendário original, e para aqueles com final 8 e 9, que serão antecipados. O Pasep é pago pelo Banco do Brasil e quem é correntista da instituição também já recebe os recursos nesta terça-feira (9/2).

QUEM TEM DIREITO

Tem direito ao abono salarial 2020/2021 o trabalhador inscrito no PIS há pelo menos cinco anos e que tenha trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias em 2019, com remuneração mensal média de até dois salários mínimos. Também é necessário que os dados tenham sido informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) ou e-Social, conforme categoria da empresa. Recebem o benefício na Caixa os trabalhadores vinculados a entidades e empresas privadas.

As pessoas que trabalham no setor público têm inscrição no Pasep e recebem o benefício no Banco do Brasil. Nesse caso, o beneficiário pode optar por realizar transferência para conta de mesma titularidade em outras instituições financeiras, nos terminais de autoatendimento do BB ou no portal www.bb.com.br/pasep, ou ainda efetuar o saque nos caixas das agências. Para o exercício atual, o banco identificou abono salarial para 2,7 milhões de trabalhadores vinculados ao Pasep, totalizando R$ 2,57 bilhões.

ABONO 2019/2020

Os trabalhadores que não sacaram o abono salarial do calendário anterior, de 2019/2020, ano base 2018, finalizado em 29 de maio do ano passado, ainda podem retirar os valores. O prazo vai até 30 de junho deste ano e o saque pode ser feito nos canais de atendimento com cartão e senha Cidadão, ou nas agências da Caixa.

A consulta sobre o direito ao benefício, bem como ao valor à disposição, pode ser feita por meio do aplicativo Caixa Trabalhador, pelo atendimento Caixa ao Cidadão (0800-726-0207) e no site www.caixa.gov.br/abonosalarial.

No caso do Pasep, os recursos ficam disponíveis para saque por cinco anos, contados do encerramento do exercício, de acordo com decisão do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat). Os abonos não sacados são transferidos automaticamente para o próximo exercício, sem necessidade de solicitação do trabalhador.Fonte: Agência Brasil

Depois de debochar de vacina, Bolsonaro defende que sua mãe, de 93 anos, seja vacinada


Então a mãe do presidente não corre o risco de virar “jacaroa” , mas sim os que não são parentes, é isso mesmo?

Jair Bolsonaro concede entrevista a Datena

Nesta matéria, as palavras em itálico são de autoria do Café com Leite.

Em entrevista ao programa Brasil Urgente, apresentado por José Luiz Datena, Jair Bolsonaro disse que votou ‘sim’, numa decisão tomada entre irmãos, para que sua mãe, de 93 anos, seja vacinada contra a Covid-19. “Votei ‘sim’, mesmo a vacina não sendo aí comprovada cientificamente”, declarou.

O relato é feito depois de alguns discursos de Bolsonaro em que ele debochou ou duvidou da eficácia da CoronaVac, produzida na China, principal imunizante que vem sendo usado no Brasil. Desta vez, voltou a questionar a eficácia, apesar do apoio à vacinação da mãe.

Em outro momento da entrevista, ele defendeu que “não podemos vacinar o povo a toque de caixa”. Nesta segunda-feira (8), o ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, deu um prazo de cinco dias para que o governo federal dê ordem para os grupos prioritários de vacinação.

Na entrevista, ele também voltou a criticar o isolamento social como medida contra a transmissão do vírus. “Não funcionou lá atrás, por que vai funcionar agora?”. E defendeu que a economia precisa “voltar a funcionar”.

Auxílio emergencial

Questionado se o auxílio emergencial vai ser prorrogado, Bolsonaro respondeu que ‘acha’ que sim. “Acho que vai ter prorrogação do auxílio emergencial”, disse, acrescentando que o “ideal” seria a retomada da economia.

“Se a pandemia continuar e a economia não pegar, vamos discutir para ontem a prorrogação do auxílio emergencial. Mas sabemos que isso traz problema para a economia”, havia dito ele antes

Bom, a verdade é que para a economia ter uma alavancada, é preciso mais gestão. Até porque, com tantas críticas sobre as pessoas procurarem ficar em casa, realmente a galera tem saído para a suas batalhas informais e os empregados não tiveram férias coletivas. Claro que muitos segmentos estão parados, mas estes não têm tanto poder de abalar a economia. Na verdade mesmo, se o Brasil tivesse adotado um modelo de combater o vírus como em países que assim fizeram, a exemplo da Nova Zelândia, provavelmente tivesse parado um mês e depois tudo voltava ao normal, talvez com menos de 10% de mortes pela Covid 19, ( que seria o mais importante para gestores que têm como prioridade o povo, a nação) e, para o bem de todos, a economia já teria voltado ao normal. Mas para isso tem que ter inteligência e estratégia.

A questão da carência da população mais pobre sob um auxílio do Governo, na verdade pouco tem a ver com a pandemia. Acontece que o poder de compra começou a cair depois do golpe de 16, o desemprego aumentou e de quebra veio a pandemia e acabou de complicar. Mas, ao que tudo indica, depois da vacinação a carência vai continuar. Se não houver ajuda e não criar uma política que gere emprego e renda, como aconteceu de 2002 a 2012, que foram 10 anos de Brasil crescente, há uma tendência de colapso. 

“Se a pandemia continuar e a economia não pegar, vamos discutir para ontem a prorrogação do auxílio emergencial. Mas sabemos que isso traz problema para a economia”, havia dito ele antes.

Com informação do 247

Depois de 40 anos vetado, filme de Xuxa volta a ser liberado


Considerando que as pessoas mudam de comportamento e certamente a Xuxa deve pensar diferente hoje, o certo mesmo seria esse filme ser terminantemente proibido de passar. Além do nome da apresentadora que em seguida veio a trabalhar com crianças, e agora aos quase 60 anos de idade, ser exposto e certamente vai terminar sendo julgada, principalmente pela classe conservadora radical. Errou em aceitar o papel na época, mas…quem nunca errou? Café com Leite.
Vetado anos 80 filme de Xuxa exibido semana globo pedofilia
(Imagem: reprodução)

Um filme cuja exibição em território nacional estava proibida desde os anos 1980 finalmente poderá ser visto: Amor Estranho Amor, dirigido por Walter Hugo Khouri em 1982, será exibido pelo Canal Brasil na madrugada de quinta, 12, para sexta-feira, à 0h30.

Será o fim de um grande período em que o longa ficou fora de circulação a pedido da apresentadora Xuxa Meneghel, que conseguiu manter o veto na Justiça até 2018, quando finalmente desistiu da ação. Hoje, Xuxa reviu sua opinião e até incentiva as pessoas a assistirem ao filme.

Uma cena em especial se tornou a grande causadora do problema: Xuxa (então com 18 anos) vive Tamara, menina de 16 anos obrigada a se prostituir e que tem uma relação sexual com um garoto de 12. Excluída do contexto, a cena se torna vulgar, o que não é a marca dos filmes dirigidos por Khouri (1929-2003), cineasta cujos trabalhos lembram os de Ingmar Bergman e Michelangelo Antonioni, sofisticados desde o roteiro até a concepção da cena e da elegância na movimentação da câmera.

Amor Estranho Amor acompanha a trajetória de Hugo, homem que, na meia-idade, se lembra quando era garoto, em 1937, e foi deixado diante de um bordel de luxo, onde a mãe trabalhava e era amante de um influente político paulista. Lá, ele convive com garotas de programa como a jovem Tamara, que teve sua falsa virgindade leiloada entre os frequentadores e que inicia Hugo nos prazeres do sexo.

Estrelado por um elenco respeitável (Tarcísio Meira, Vera Fischer, Otávio Augusto, Mauro Mendonça, Walter Foster), o filme tem, como pano de fundo, o momento político do País às vésperas do golpe que instituiu o Estado Novo.

O trabalho conquistou elogios até no exterior – no jornal Los Angeles Times, o crítico Kevin Thomas comparou o longa de Khouri a Menina Bonita e Sopro no Coração, dois grandes trabalhos do francês Louis Malle, que tratam de prostituição infantil e incesto, respectivamente. “Se Khouri não é um estilista seguro como Malle, compartilha a discrição e o bom gosto do francês no manuseio de um material potencialmente explosivo”, escreveu.

Na época das filmagens, início dos anos 1980, Xuxa era uma jovem modelo em ascensão e foi convencida a participar do filme pelo seu então namorado, Pelé. “Apesar de ter Tarcísio Meira e Vera Fischer, odiei fazer. Foi uma experiência péssima”, conta ela em seu livro Memórias (Globo). “Tem gente que, quando quer me atacar, fala desse longa como sendo um filme pornô. Nada a ver!”

Como logo começou a comandar programas com e para os pequenos (estreou o Clube da Criança, na extinta TV Manchete, em 1983, rumando para a Globo em 1986, onde iniciou o Xou da Xuxa), ela percebeu que sua nova imagem não combinava com a mostrada no filme. Assim, logo que Amor Estranho Amor começou a ser distribuído em videocassete, a já apresentadora iniciou uma disputa legal com os produtores para impedir que o filme também voltasse aos cinemas. Foi o início de um longa disputa judicial.

Em 2009, em entrevista ao Estadão, Xuxa negou agir como censora. “Não quero proibir Amor, Estranho Amor nem banir o filme da minha carreira”, disse ela, embora, àquela altura, não incluísse o filme de Khouri na lista de suas produções cinematográficas.

Também não renego que posei para a Playboy. O que há é que o filme de Khouri foi feito antes que eu começasse a trabalhar com crianças. Era um papel minúsculo, que os produtores, astutamente resolveram explorar de forma que considero inadequada. Fizeram aquele cartaz e criaram slogan ‘Veja o que Xuxa faz com seu baixinho’. Sou contra exploração grosseira. Quer transformar numa safadeza, quer mostrar? Vai ter de pagar. Não dou mole. Ponho advogado em cima.”

E foi o que fez ao longo dos anos, a um custo estimado de R$ 345 mil por ano. Em 2010, por exemplo, iniciou outra disputa jurídica, agora com o Google, solicitando que o site de buscas retirasse de seus resultados fotos em que aparece nua no filme e também frases que a relacionem à prática de pedofilia.

A disputa se arrastou por diversos tribunais até que os advogados de Xuxa recorreram ao Supremo, em 2017, quando o ministro Celso de Mello negou seguimento do recurso. Segundo ele não foi verificada, na decisão do Superior Tribunal de Justiça, “a existência de qualquer juízo, ostensivo ou disfarçado, de inconstitucionalidade das normas legais”. Ele considerou a reclamação da artista “inacolhível”.

Durante esse período de batalhas, o filme foi lançado no mercado externo, desde os Estados Unidos e a então União Soviética, até Grécia e Japão, onde recebeu o título de The Experience. Foi em 2018 que Xuxa desistiu do bloqueio e o filme, desde então, está liberado.

O Canal Brasil comprou os direitos de exibição no final do ano passado, quando o longa foi oferecido pelo produtor Anibal Massaini.

Eu, que era coprodutora, e o Massaini sentimos no bolso o efeito da proibição”, disse Vera Fischer ao programa Cinejornal, do Canal Brasil, em novembro. “Tinha um elenco enorme. Pena que o público só viu por um tempo. Ele entrou em cartaz nos cinemas, fez ótimo público, mas saiu de circulação.”

Nessa mesma época, Xuxa já defendia que o público visse o longa. “Assistam ao filme. E não deixem que o mais importante dele se perca: que é necessário combater o aliciamento sexual de menores para prostituição”, escreve ela, em suas memórias.

Com informação do Pragmatismo.

‘Ele entregou nossa cabeça numa bandeja para o Planalto’, diz Maia sobre ACM Neto


Fala se refere a decisão do presidente do DEM de não ter apoiado o candidato Baleia Rossi nas eleições da Câmara

['Ele entregou nossa cabeça numa bandeja para o Planalto', diz Maia sobre ACM Neto]
Foto : José Cruz/Agência Brasil

Por Adele Robichez no dia 08 de Fevereiro de 2021 ⋅ 10:58

O ex-presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia criticou o presidente do Democratas (DEM), ACM Neto, por ter decidido não apoiar o candidato Baleia Rossi (MDB-SP) nas eleições pela presidência da Câmara, vencidas pelo seu concorrente apoiado pelo presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido), Arthur Lira (PP-AL).

“Mesmo a gente tendo feito o movimento que interessava ao candidato dele no Senado, ele entregou a nossa cabeça numa bandeja para o Palácio do Planalto”, afirmou o parlamentar em uma entrevista ao “Valor” hoje (8), se referindo a Neto.

Maia confirmou que irá se desfiliar do partido, mas ainda não informou para qual legenda deve migrar. Apesar disso, já adiantou que estará “em um partido que será de oposição ao presidente Bolsonaro”.

Ele completou que as ações do ex-prefeito de Salvador estão fazendo o DEM voltar ser um partido de “extrema direita dos anos 1980”. Do Metro1

Pesquisas de boca de urna apontam segundo turno no Equador, mas esquerda fala em vitória


O candidato da esquerda Andrés Arauz teria 36,2%, enquanto o banqueiro Guillermo Lasso receberia 21,7% dos votos

Pesquisas de boca de urna apontam que haverá segundo turno na eleição à presidência do Equador, realizada neste domingo (7). Andrés Arauz, candidato da União pela Esperança, apoiado pelo ex-presidente Rafael Correa, disputará com o banqueiro Guillermo Lasso, do Criando Oportunidades, em aliança com o Partido Social Cristão.

O esquerdista Arauz teria 36,2 %, enquanto Lasso chegaria a 21,7%, segundo a boca de urna.

Arauz usou as redes sociais para reivindicar a vitória. No entanto, pediu que seus apoiadores aguardassem o resultado oficial para comemorar.

“Ganhamos! Vitória contundente em todas as regiões do nosso belo país. Nossa vitória é de 2 a 1 diante do banqueiro. Saudações ao povo equatoriano por esta festa democrática. Esperaremos os resultados oficiais para sair a festejar”, tuitou Arauz.

Com informação da Fórum.

O jornalismo precisa contar direito o escândalo da cloroquina e o lobby pela vacina russa. Por Moisés Mendes



Muitas, milhares, de pessoas perderam as suas vidas por ingerir essa droga, cujo “garoto propaganda” foi o presidente da República, contra a medicina, contra a OMS e contra a Ciência

Publicado originalmente no Blog do autor:

Por Moisés Mendes

Há dois casos escabrosos da pandemia à espera do bom jornalismo que não teme entrar em pântanos: 1) o escândalo da produção, propaganda e distribuição de cloroquina e 2) o lobby que atropela a Anvisa e já configura o escândalo da vacina russa.

A Folha fez no sábado uma boa compilação de informações sobre a disseminação da cloroquina, que envolveu vários ministérios e principalmente o Exército.

Mostrou como Bolsonaro tenta se livrar do encalhe do remédio e provou que todos, incluindo Eduardo Pazuello, procuram até hoje vender a droga para que os militares se libertem de um problemão.

(Se algum médico lhe receitar ou querer lhe dar Cloroquina dizendo que vai lhe fazer bem, não aceite. essa droga pode lhe matar. Basta saber que os dois países cloroquineiros do mundo são os que estão em primeiro e segundo lugar em mortes pela Covid 19.)  

Mas essa ainda não foi a grande reportagem sobre os delitos da produção e propagação mentirosa dos milagres da cloroquina.

Bolsonaro passou do ponto, meteu os generais na história (ao forçar a produção no laboratório do Exército) e esconde agora muitos crimes já identificados.

A cloroquina é, além de um remédio que mata, quando usado como prevenção à Covid-19 (e mesmo depois da infecção), uma droga com efeitos políticos e morais perversos por estar guardada nos armários das Forças Armadas.

A Folha apurou que o Ministério da Saúde já distribuiu 5,4 milhões de comprimidos de cloroquina e 481.500 comprimidos de hidroxicloroquina.

E que o laboratório do Exército produziu 3,2 milhões de comprimidos de cloroquina, a partir de solicitações dos Ministérios da Defesa e da Saúde, gastando R$ 1,16 milhão, com nove dispensas de licitação para adquirir insumos e o princípio ativo da droga.

A conta parece que não fecha. De onde o governo tirou quase 6 milhões de comprimidos, se o Exército produziu pouco mais da metade desse total?

De onde saíram os outros 2,8 milhões de comprimidos? E por que restam apenas 328 mil comprimidos de cloroquina em estoque?

Falta saber quem tem cloroquina nos Estados e quem recomenda seu uso (a prefeitura de Porto Alegre recomenda, e o governo do Estado já distribuiu a droga na rede pública).

Falta o roteiro completo, desde as ordens de Bolsonaro e Pazuello, passando pela cadeia de produção dentro do Exército, os fornecedores de insumos (já denunciados como superfaturados), a propaganda oficial, a distribuição, até chegar à recomendação médica para uso da cloroquina. E mais as mortes sob suspeita de que foram provocadas por efeitos colaterais do remédio.

Os responsáveis por essas etapas ainda estão encobertos, com exceção da já conhecida imposição de Bolsonaro e Pazuello.

Outra pergunta, que talvez só a Justiça responda, é esta: quem ganhou dinheiro com a obsessão de Bolsonaro pela cloroquina? Por que Bolsonaro correu tantos riscos com essa obsessão?

A indagação sobre os ganhos financeiros é a mesma presente nas pressões para aprovação da fabricação da vacina russa no Brasil, o que liberaria a compra pelo governo.

Bolsonaro nunca quis saber de vacinas, e não só da chinesa. A CoronaVac era a mais atacada, por ser produzida na China e fazer parte de um acordo com João Doria.

Mas Bolsonaro atacou todas as vacinas, porque era contra a imunização, contra o isolamento, contra a máscara, contra a ciência. Ele sempre quis a gandaia geral e se livrar do encalhe de cloroquina.

Mas, de repente, o governo se apaixonou pela Sputnik. Por que essa paixão repentina? Como lobistas da direita, com vínculos com o Planalto, passaram a pressionar pela aprovação urgente da Sputnik, a ponto de provocarem reações fortes da Anvisa?

Uma reportagem profunda deve mostrar quem são os reais intermediários da Sputnik no Brasil e quem são os laranjas. Por que há políticos metidos na negociação?

Por que o principal lobista da União Química, apresentado como representante dos russos no Brasil, é o ex-deputado federal pelo PSD e ex-governador do Distrito Federal Rogério Rosso?

Ele é dono ou empregado da União Química, a empresa que pretende fabricar a vacina no Brasil, mas sem as mínimas condições de funcionamento, segundo a Anvisa?

Rosso foi escolhido porque tem proximidade com o centrão, e o centrão manda hoje no governo?

Quem no governo avalizou a pressão de Rosso para que Anvisa aprove logo a vacina?

O que levou Bolsonaro a aceitar, de uma hora para outra, uma vacina como melhor forma de combate ao vírus? E por que a vacina russa?

O jornalismo, que bebe muito de vazamentos, desde a Lava-Jato e agora na Vaza Jato, precisa ir a campo para entender o que se passa com a paixão repentina de Bolsonaro pela Sputnik.

Podem dizer que lobbies existem em todas as áreas. Mas nesse caso é um lobby que tenta atropelar a Anvisa e que merece ser observado com desconfiança, pelas peculiaridades dos personagens.

É preciso que se investigue principalmente o que mobilizou Bolsonaro, o genocida negacionista, na direção da Sputnik.

É difícil acreditar que tenha sido apenas a guerra com João Doria. É improvável que alguém acredite na adesão milagrosa de Bolsonaro à ciência. Aí tem coisa, muita coisa. O jornalismo que se mexa.

Fonte DCM.

Governo pretende falir Correios em 5 anos


Técnicos do governo Bolsonaro admitem que privatização dos Correios poderá quebrar a empresa e trazer prejuízos ao Tesouro Nacional

Reprodução/Diap

Do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar – DIAP

Em manifestação apresentada ao Supremo Tribunal Federal na Ação Direta de Inconstitucionalidade 6.635, ajuizada pela Adcap (Associação dos Profissionais dos Correios), técnicos do governo Bolsonaro admitem que privatização dos Correios poderá quebrar a empresa e trazer prejuízos ao Tesouro Nacional.

Adroaldo Portal*

Nota técnica do Ministério da Economia anexada no processo comenta o projeto de lei a ser enviado ao Congresso e afirma que “a empresa pública, que atualmente goza do privilégio de exclusividade, poderia ter suas receitas severamente afetadas pela perda imediata do monopólio, fato que poderia trazer riscos não só para a companhia, mas também para o Tesouro Nacional, em razão do tamanho da empresa e do risco de dependência financeira e orçamentária.”

O objetivo do governo no projeto de lei é estabelecer período de transição de 5 anos em que a empresa manteria a exclusividade do serviço postal, como hoje é previsto na Constituição, e, durante esse prazo, a prestação do serviço seria substituída por concessões reguladas pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), que passaria a regular também o setor postal.

Na prática, significa que o processo de liberalização a ser proposto pelo governo é o de diminuir o tamanho dos Correios, conservando apenas para as atividades deficitárias, que é a entrega de cartas. Ao longo do tempo, em 5 anos, os serviços de entregas de encomendas, hoje superavitária e que sustentam a empresa, seriam vendidos por meio de concessões à iniciativa privada.

Leia também:  Procuradores tratavam jornalistas parceiros como “abutres”

A nota técnica do Ministério da Economia também comprova a lucratividade da empresa e desmistifica a propaganda de ineficiência pregado pelo governo: “Entre 2010 e 2019, houve crescimento da receita total dos Correios em praticamente todos os exercícios fiscais”. Ainda segundo os técnicos do governo, a sustentabilidade da empresa está diretamente ligada ao aumento das encomendas, que aumentou em R$ 660 milhões em 2018 e custeia a presença da empresa em 5.556 municípios do país.

No ano passado, o ministro das Comunicações, Fábio Faria, enviou pessoalmente o projeto de lei à Casa Civil. Segundo o Secretário Especial de Desestatização, Diogo Mac Cord, o projeto deve ser enviado ao Congresso no início desta semana.

(*) Ex-presidente do Conselho de Administração dos Correios

Fonte GGN

Feira de Santana recebeu mais 3.670 doses da vacina Coronavac neste domingo (7)


Com esse quantitativo, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) passa a ter 22.669 doses entre Coronavac e Oxford.
Feira de Santana recebe mais 3.670 doses da vacina Coronavac neste domingo (7)
Foto: Ed Santos/Acorda Cidade

 

O Estado da Bahia recebeu na noite de ontem (6), 186.200 novas doses da vacina contra o coronavírus (Covid-19). A quarta remessa entregue à Bahia, faz parte do carregamento da vacina Coronavac produzida em parceria com o Instituto Butantan.

Em entrevista ao Acorda Cidade, o diretor do Núcleo Regional de Saúde do Centro Leste, o enfermeiro Edy Gomes, disse que a Região de Feira de Santana foi beneficiada com 3.670 doses da vacina.

“As vacinas chegaram hoje por volta das 5h59 e aqui para Feira de Santana, foram entregues 6.770 doses pelo governo do estado. E para a Secretaria Municipal de Saúde, já foi repassado 3.670 doses”, finalizou.

Com esse quantitativo, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) passa a ter 22.669 doses entre Coronavac e Oxford.Do Acorda Cidade