Governo doa Eletrobrás a preço de banana e não terá qualquer controle sobre o sistema elétrico brasileiro


Projeto de lei que será assinado nesta terça-feira (5) por Jair Bolsonaro retira do governo a chamada “regra de ouro (golden share)”, que possibilita o poder de veto em decisões estratégicas, além de retirar do governo o controle sobre o setor

(Foto: Alan Santos/PR | Reuters)

 O projeto de lei que autoriza a privatização da Eletrobrás, que será assinado nesta terça-feira (5) por Jair Bolsonaro, retira do governo a chamada “regra de ouro (golden share)”, que possibilita que a União tenha o poder de veto em decisões estratégicas que podem ser tomadas pela empresa, mesmo em que possua uma participação acionária minoritária.

“Ela (a Eletrobras) vai se tornar uma corporação em que nenhum acionista vai ter mais que 10% do poder de voto, inclusive a União”, disse o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque.

Segundo reportagem do jornal O Globo, a equipe econômica, comandada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, teria comentado nos bastidores que não fazia sentido um governo liberal manter ações de classe especial que reduzem o valor da empresa a ser entregue à inciativa privada.

A golden share é uma classe especial de ações estabelecida no modelo de privatizações adotada pelo governo Michel Temer como uma forma de reduzir a resistência do Congresso à venda estatais para a iniciativa privada. Atualmente, a União detém ações do tipo golden share na Vale,  Embraer e no Instituto de Resseguros do Brasil (IRB).

A expectativa do governo é que o leilão de privatização da Eletrobrás, maior empresa de geração e transmissão de energia elétrica do país, seja realizado no próximo ano e resulte em uma arrecadação de R$ 16,2 bilhões.

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Maia, Moro e o porteiro. Por Moisés Mendes


O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia – Marcelo Camargo/Agência Brasil

A campanha mais consistente para 2022 não é a de Doria e muito menos a de Huck. Tampouco é a do justiceiro Sergio Moro com seus painéis gigantes ao lado de um encapuzado que aponta a arma para quem passa nas ruas de Porto Alegre.

A campanha pra valer é a de Rodrigo Maia, que corre pelo centro, entra em diagonal na direita e às vezes aparece também na esquerda.

Maia foi o único até agora a dizer que o general Augusto Heleno atua como linha auxiliar de Olavo de Carvalho.

Não é pouca coisa. Maia é o fofo que, quando precisa, bate com firmeza até em general. O gordinho põe a Globo num dilema. Os Marinho vão ter que se definir em algum momento e escolher o cara que vai enfrentar Bolsonaro.

Maia vai consolidar o parlamentarismo, enquanto ele e Alcolumbre fazem, com a ajuda de Guedes, tudo para que Bolsonaro não atrapalhe os projetos do governo.

Quem governa há muito tempo, em questões decisivas que dependem de articulação política, é Rodrigo Maia. Bolsonaro cuida dos filhos.

E os outros? Doria não prospera. Huck pode ser demolido quando ficar marcado como candidato saído de dentro da Globo. E Moro já perdeu boa parte do apoio da classe média. A Folha bate no ex-juiz quase todos os dias, e a Globo parece ter desistido do ex-chefe de Dallagnol.

Se não for o candidato da direita que era tucana e hoje está dispersa e desorientada, Moro será empurrado para a área já lotada da extrema direita.

O ex-juiz pode ser obrigado a disputar espaço no campo ocupado por Bolsonaro. O problema é saber se os milicianos vão deixar. Moro terá de falar com o porteiro e talvez até com o Queiroz. Fonte DCM.

Maracás: Vendedores de melancias pedem cobertura do espaço


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os vendedores de melancias que ficam na parte descoberta do mercado municipal de Maracás, têm reivindicado da prefeitura a cobertura do espaço para que eles possam comercializar as frutas debaixo do sol escaldante que inicia em outubro, causando inclusive prejuízos com as vendas, pois muita gente não compra a fruta se ela tiver muito quente.

também, como disse um dos vendedores, o Seu João das Melancias, como é conhecido, “até pra nós que ficamos debaixo de sol, é muito ruim. Também até a pessoa que vem comprar, se as melancias tiverem na sombra, ele demora mais, escolhe melhor a fruta e assim fica melhor pra todo mundo.

na verdade, cobrir o espaço das melancias e outras frutas, não fica um preço alto e seria sem dúvida uma obra de grande importância.

os vendedores disseram que já vem pedindo essa cobertura desde a outra gestão do prefeito, mas até agora nada. fica aí a palavra para o prefeito municipal.

 

Cartel mata mulheres, crianças e bebês americanos no México


Imagem de carro queimado no norte do México — Foto: Reprodução/Twitter

Do G1:

No norte do México, criminosos atacaram um comboio de três carros que levava uma família de mórmons dos Estados Unidos na segunda-feira (4). Ao menos nove pessoas morreram, mas o número pode ser mais alto

FORAM TRÊS MULHERES E SEIS CRIANÇAS, DE ACORDO COM O “NEW YORK TIMES”. O MINISTRO DA SEGURANÇA DO MÉXICO, ALFONSO DURAZO, CONFIRMOU O NÚMERO.

O nome da família de americanos é LeBarón. Eles vivem em uma comunidade mórmon fundamentalista na região da fronteira entre os dois países há décadas. Membros da família são ativistas anticrime, e fazem campanha contra grupos criminosos que atuam nos estados de Sonora e Chihuahua.

Eles viajavam em três carros utilitários quando foram atacados –de acordo com Durazo, os criminosos podem ter confundido a identidade dos passageiros, que teriam pensado que era um comboio de rivais.

Planaltino: Convicto e seguro Sandro segue a sua caminhada como presidente da câmara de vereadores


Café com Leite Notícias: Desde dezembro, quando o atual presidente da câmara de Planaltino, Alexandro da Silva deixou a Secretaria de Governo Municipal para reassumir como vereador, ele já sentiu as primeiras perseguições, mas, entretanto, baseado nas leis, o que lhe dão respaldo para enfrentar os obstáculos, Sandro, como é conhecido popularmente, seguiu em frente, tomou posse dias depois e partiu para reivindicar os seus direitos junto a justiça e conseguiu. Para Sandro, ficou bem claro que foi algo proposital, pois quando aconteceu a sua posse já tinha ocorrido a eleição da nova mesa diretora, a qual ele foi proibido de concorrer para o cargo de presidente, por alegação da bancada ligada ao executivo, que tinha como presidente da Câmara o irmão do prefeito, Gilvan Braga, falta de legalidade do seu afastamento da secretaria municipal, onde disse que não havia sido publicado no diário oficial o que não lhe deu posse e, conseguentemente, ele não pode  concorrer ao cargo de presidente daquela casa de leis. Só que, como lembrou bem o presidente, quem tem que publicar os acontecimentos no Diário Oficial, no caso do executivo, é o próprio executivo.

Nova eleição com direito a Polícia Militar apaziguando a situação

Foto do blog Marcos Frahm

 

Em dezembro a eleição aconteceu com chapa única e foi eleito de forma arbitrária como disse Sandro, Roque Edmilson, mas aí sim, foi aberta uma brecha para que Sandro Silva entrasse na justiça com um pedido de impugnação da eleição, pois o suplente naquela votação já não era mais um vereador que pudesse fazer parte da votação.

Foi então que o Sandro Silva conseguiu uma liminar, a eleição foi cancelada no mês de março e no dia 12 de abril aconteceu uma nova eleição, onde ele, Sandro, foi eleito com 5 votos a 4 num clima tenso, que até polícia foi chamada para apaziguar a situação.

Só que as coisas não pararam por aí. A bancada executiva também entrou na justiça para derrubar a liminar que dava direito ao novo presidente, onde no dia 29 de outubro foi julgado o processo, mas o resultado foi dando o direito da permanência da liminar para Sandro continuar como presidente da Câmara de Vereadores de Planaltino por 3 votos.

Naturalmente que os opositores ao presidente queiram procurar outras instâncias para tentar derrubar a liminar, mas o bom mesmo seria as coisas se acalmarem para que o presidente, que em conversa com a nossa reportagem deu pra perceber as suas boas intenções sobre Planaltino, diga-se de passagem, possa realmente ter condições de fazer um bom trabalho.

Dentre outras ações que possam elevar o legislativo da cidade, dentro das reais funções de um poder legislador, está a boa convivência entre todos da casa e fazer a coisa certa, como disse Sandro, pois se a casa é para representar o povo que assim seja, ” e só vai passar o que vier a ser bom para a população”, ressaltou o presidente.

Outra notícia boa que Sandro Silva deu, foi que está previsto para o ano que vem uma grande reforma na casa de leis, inclusive uma ampliação, que será construção de dependências no segundo piso.

Atualmente o quadro da câmara de Planaltino está assim:

Presidente, Sandro Souza da Silva – Vice Presidente,  Evaldo Assis de Souza –

1° Secretário, Jaime Gomes Almeida – 2° Secretário, Raimundo Dionízio de Almeira e demais vereadores que são:  Genival Pereira de Souza, Rener Oliveira de Souza, Ivan Santos Novaes, Roque Edmilson Ribeiro de Lima e Gilvan Alves Braga.

Quadro de funcionários: Juracy Caires Viana, Controlador Interno – Juliane Lacrose Caldas , Diretora de secretaria, Rosilene Pires dos Santos e Maria Cristina Bastos de Souza em demais funções úteis.

VÍDEO: O momento exato em que o helicóptero de Evo Morales sofre pane e faz pouso de emergência


 

 

O helicóptero que levava o presidente da BolíviaEvo Morales, fez um pouso de emergência nesta segunda-feira, 4, devido a uma falha mecânica. O presidente e os passageiros da aeronave não se feriram.

A aeronave decolava de Colquíri, que fica entre La Paz e Cochabamba, e voaria à cidade de Oruro. O acidente foi gravado e o vídeo foi divulgado pelas redes sociais.

A falha mecânica obrigou o helicóptero a pousar segundos após a decolagem, quando estava a uma altura de 15 metros.

Veja vídeo.

Senadores são intimados para depor na PF, com autorização do Supremo


 

De acordo ao DCM, a Polícia Federal (PF) cumpriu na manhã desta terça-feira (5) mandados de busca e apreensão, e sequestro de bens. A operação foi autorizada pelo ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF).

A operação se refere a inquérito aberto em maio do ano passado para investigar supostos repasses de cerca de R$ 40 milhões da J&F a políticos do MDB durante a campanha eleitoral de 2014. A ação da PF mira supostos operadores do repasse. Fatos foram relatados na delação premiada fechada em 2017.

Os senadores Eduardo Braga (MDB-AM) e Renan Calheiros (MDB-AL) foram intimados a depor sobre os fatos apurados na operação.

“Não se meta nas investigações”! Recado da viúva de Marielle Franco para Bolsonaro:


Após depoimento de quase 3 horas, Mônica Benício conversa com jornalistas – Cristina Indio do Brasil/Agência Brasil

A Coluna de Guilherme Amado na Revista Época fez uma entrevista com Monica Benício, a viúva de Marielle.

O que a senhora diria para Bolsonaro?

Que não se meta nas investigações. Afinal de contas, não cabe ao presidente da República investigar absolutamente nada. A declaração que ele fez sobre ter tido acesso a áudios, a provas, faz com que isso tenha que ser olhado com muita seriedade. Qualquer investigação que envolva o presidente deve ser feita pela PGR e analisada pelo STF. Apenas. Não cabe ao presidente se antecipar e recolher provas, alegando que haveria adulteração. E quem é que me garante que de fato não foi adulterado? Já solicitamos uma nova perícia, desconsiderando absolutamente a primeira que foi feita, às avessas, às pressas.

Em dez meses de governo, Bolsonaro evitava falar no caso.

É muito lamentável que durante todo esse tempo o presidente tenha silenciado sobre essa execução. Mesmo quando questionado, sempre optou pelo silêncio. Ele só se manifestou agora, diante de todo esse caos, com o seu nome sendo mencionado. É muito preocupante ver um país que se diz em um Estado democrático de direito numa situação como essa. No Brasil, quem não está extremamente preocupado com o que está acontecendo, com a não elucidação desse caso 600 dias depois, não está entendendo. Ele ocupa o maior cargo do país. Se não está comprometido com a elucidação de um crime político, que tem a maior repercussão na história do país, está equivocado, para dizer o mínimo.

Mais sobre o caso Marielle e casa 58. Depoimento do porteiro do condomínio de Bolsonaro no Rio foi filmado.

 

De acordo a coluna do Lauro jardim, do GLOBO, a Polícia Civil do Rio de Janeiro filmou o depoimento do porteiro do condomínio Vivendas da Barra que anotou no livro o número 58 (o da casa de Jair Bolsonaro) e disse ter ouvido o o.k. do “seu Jair” quando o PM reformado Élcio Queiroz entrou no local.

A Polícia ainda não periciou a voz desse porteiro com a do outro porteiro, que surgiu num áudio divulgado por Carlos Bolsonaro. Como, repita-se, o depoimento foi filmado basta comparar as vozes. É um novelo que começa a se desenrolar.

Estados Unidos comunicam oficialmente à ONU que está fora do Acordo de Paris sobre o clima


President-elect Donald Trump arrives to speak at a USA Thank You Tour 2016 at the Giant Center on December 15, 2016 in Hershey, Pennsylvania. / AFP / Don EMMERT

Da RFI.

A confirmação foi feita pelo secretário de Estado americano, Mike Pompeo e dá início ao período para que Washington possa efetivamente concretizar sua saída, que será efetivada um ano depois da notificação, disse Pompeo.A retirada propriamente dita dos Estados Unidos só ocorrerá em 4 de novembro de 2020, no dia seguinte das próximas eleições presidenciais nos Estados Unidos. O presidente americano, Donald Trump, disputará um segundo mandato.

Para justificar a posição americana, o secretário de Estado americano alegou que o engajamento dos Estados Unidos no acordo representaria “um fardo econômico injusto imposto aos trabalhadores, empresas e contribuintes americanos.” Ele ainda declarou que o país faz sua parte na luta contra as emissões de gases que provocam o efeito estufa e prometeu que Washington proporia um modelo realista e pragmático nas discussões internacionais sobre o clima.

“Continuaremos a trabalhar com nossos parceiros na luta contra as consequências provocadas pelas mudanças climáticas”, ressaltou o representante do governo americano. “Os Estados Unidos continuarão a promover a pesquisa, a inovação e o crescimento econômico, reduzindo as emissões e dando a mão para parceiros em todo o mundo”, declarou.

Aquecimento deve ser limitado a 1,5°

O acordo de Paris, assinado em dezembro de 2015 durante a Cúpula da ONU sobre mudanças climáticas, prevê um esforço coletivo dos países para limitar o aquecimento global em 1,5° em relação aos níveis pré-industriais. A saída dos Estados é motivo de extrema preocupação, já que o país é o segundo maior produtor mundial de gás de efeito estufa.

Com informação do DCM.

Voto de Minerva: nas mãos de Toffoli, está a defesa da Constituição e do próprio STF. Por Ricardo Kotscho


Publicado no Balaio do Kotscho

A opinião do editor deste blog, digo Café com Leite Notícias, é que diante do andar da carruagem até aqui, há uma grande tendência, de, apesar dos últimos acontecimentos, como casa 58, etc e tal, o amigo Dias possa servir ao lado da cúpula atual do poder. Por outro lado, está em jogo a traição da constituição brasileira, bem como a credibilidade do próprio STF que poderá ter duas histórias a ser optada pelo ministro minerva, ou seja: a deperde do caminho a tomar, jogar o STF e a constituição mais uma vez na lata do lixo, ou, se usar a coerência, será recuperada a credibilidade do Supremo Tribunal Federal, o qual tem sido criticado nos últimos anos. Até aqui Café com Leite Notícias.

Dias Toffoli Foto: Nelson Jr/ STF

POR RICARDO KOTSCHO

Os amigos que conversaram com o ministro Dias Toffoli, presidente do STF, neste final de semana em São Paulo, ficaram com a impressão de que ele está bastante sereno diante da responsabilidade depositada em suas mãos nos próximos dias.

No voto de Minerva que deverá dar sobre a prisão em segunda instância, estarão em jogo a defesa da Constituição, do Estado Democrático de Direito e do próprio Supremo Tribunal Federal.

Perto de completar 52 anos, ele ainda é o mais jovem ministro do tribunal, onde entrou já faz uma década.

Há momentos na vida em que o destino nos coloca diante da oportunidade de decidir como queremos ser lembrados no futuro.

Chega a ser esdrúxulo que a decisão a ser tomada esta semana coloque em julgamento uma cláusula pétrea da Constituição de 1988,  pela qual um réu só pode ser preso após o trânsito em julgado.

Mas está exatamente aí a grande aliada do ministro. Basta dizer: cumpra-se a Constituição e estão revogadas as decisões em contrário.

Toffoli estaria também na repeitada companhia do decano Celso de Mello, que vota imediatamente antes dele, e é o maior constitucionalista da Corte.

Quando o julgamento foi suspenso, na semana retrasada, o placar estava 4 a 3 a favor da prisão após condenação em segunda instância, mas já tinha votado toda a bancada global da Lava Jato (Fachin, Barroso e Fux, com o apoio de Moraes).

Dos quatro votos que faltam, só um, o de Carmen Lucia, deverá se somar a eles e tudo indica que ficará 5 a 5, com os votos de Gilmar Mendes e Celso de Mello.

Depois de ter sido achincalhado pelo presidente Bolsonaro, que comparou os ministros do STF a hienas ameaçando o leão do Planalto, a decisão de quinta-feira é vital para a reafirmação institucional da Suprema Corte, que vem sendo atacada sem piedade pelas milícias digitais dos filhos do capitão.

Em reportagem publicada nesta segunda-feira na Folha, Thaís Arbex e Reynaldo Turollo Jr. relatam que “diante de um provável veto do STF à prisão de condenados em segundo grau, o presidente do tribunal tem feito movimentos políticos para construir um ambiente menos hostil a uma decisão nesse sentido”.

O problema todo é que um dos 4.895 réus possíveis beneficiários desse veto é o ex-presidente Lula.

“Os militares não vão deixar isso acontecer”, alegam os que não se importam de atropelar a Constituição para manter Lula preso, como fez a Lava Jato, mas até agora apenas um general se manifestou, o ex-comandante do Exército Villas-Bôas, hoje reformado e assessor do GSI.

Os demais vêm mantendo obsequioso silêncio, como determina a Constituição, e não há nada no horizonte que indique a “convulsão social” prevista por Villas-Bôas.

De mais a mais, numa democracia, esta não é uma decisão que dependa do aval de ninguém, além da consciência dos 11 ministros.

Na mesma reportagem, a Folha informa que “na avaliação de advogados e de membros do próprio STF, com os gestos da última semana, Toffoli indicou estar disposto a votar pela necessidade de esperar o trânsito em julgado para que um condenado cumpra a pena”.

Este é também meu pressentimento e aposto que, se isso se confirmar, a vida volta ao normal e os arroubos autoritários das últimas semanas tendem a arrefecer.

Não precisam ter medo de Lula.

Nada de grave vai acontecer no dia seguinte e o Brasil poderá voltar a ser respeitado no mundo livre.

Em lugar da guerra que estão procurando, prevejo uma grande festa popular.

Pelo que conheço do ex-presidente, Lula voltará para casa com a determinação de ser um pacificador, o único capaz de unir as forças democráticas para impedir o avanço da barbárie rumo a uma nova ditadura.

O destino, mais uma vez, bateu às portas de Lula para retomar o fio da história interrompido pelo golpe de 2016.

Espero estar certo.

Boa sorte, José Antonio Dias Toffoli.

Vida que segue. DCM.

Diretor da TV Globo conta os bastidores da reportagem que abalou Bolsonaro: fonte era próxima do presidente


A coluna Mônica Bergamo divulgou hoje a carta que o diretor de jornalismo da TV Globo, Ali Kamel, encaminhou aos jornalistas da emissora. No texto, Kamel conta os bastidores da reportagem sobre o registro da portaria do condomínio Vivendas da Barra, onde Bolsonaro tem uma casa. Segundo o registro, o assassino de Marielle entrou no condomínio, horas antes do crime, com autorização para ir à casa 58, de Jair Bolsonaro. Leia a íntegra carta do diretor de jornalismo da Globo:

Há momentos em nossa vida de jornalistas em que devemos parar para celebrar nossos êxitos.A imagem pode conter: 1 pessoa, sorrindo, texto

Eu me refiro à semana passada, quando um cuidadoso trabalho da editoria Rio levou ao ar no Jornal Nacional uma reportagem sobre o Caso Marielle que gerou grande repercussão. A origem da reportagem remonta ao dia 1° de outubro, quando a editoria teve acesso a uma página do livro de ocorrências do condomínio em que mora Ronnie Lessa, o acusado de matar Marielle. Ali, estava anotado que, para entrar no condomínio, o comparsa dele, Elcio Queiroz, dissera estar indo para a casa 58, residência do então deputado Jair Bolsonaro, hoje presidente da República. Isso era tudo, o ponto de partida.

Um meticuloso trabalho de investigação teve início: aquela página do livro existiu, constava de algum inquérito? No curso da investigação, a editoria confirmou que o documento existia e mais: comprovou que o porteiro que fez a anotação prestara dois depoimentos em que afirmou que ligara duas vezes para a casa 58,  tendo sido atendido, nas palavras dele, pelo “seu Jair”. A investigação não parou. Onde estava o então deputado Jair Bolsonaro naquele dia? A editoria pesquisou os registros da Câmara e confirmou que o então deputado estava em Brasilia e participara de duas votações, em horários que tornavam impossível a sua presença no Rio. Pesquisou mais, e descobriu vídeos que o então deputado gravara na Câmara naquele dia e publicara em suas redes sociais. A realidade não batia com o depoimento do porteiro.

Em meio a essa apuração da Rio (que era feita de maneira sigilosa, com o conhecimento apenas de Bonner, Vinicius, as lideranças da Rio e os autores envolvidos, tudo para que a informação não vazasse para outros órgãos de imprensa), uma fonte absolutamente próxima da família do presidente Jair Bolsonaro (e que em respeito ao sigilo da fonte tem seu nome preservado), procurou nossa emissora em Brasilia para dizer que ia estourar uma grande bomba, pois a investigação do Caso Marielle esbarrara num personagem com foro privilegiado e que, por esse motivo, o caso tinha sido levado ao STF para que se decidisse se a investigação poderia ou não prosseguir. A editoria em Brasilia, àquela altura, não sabia das apurações da editoria Rio. Eu estranhei: por que uma fonte tão próxima ao presidente nos contava algo que era prejudicial ao presidente? Dias depois, a mesma fonte perguntava: a matéria não vai sair?

Isso nos fez redobrar os cuidados. Mandei voltar a apuração quase à estaca zero e checar tudo novamente, ao mesmo tempo em que a Editoria Rio foi informada sobre o STF. Confirmar se o caso realmente tinha ido parar no Supremo tornava tudo mais importante, pois o conturbado Caso Marielle poderia ser paralisado. Tudo foi novamente rechecado, a editoria tratou de se cercar de ainda mais cuidados sobre a existência do documento da portaria e dos depoimentos do porteiro. Na terça-feira, dia 29 de outubro, às 19 horas, a editoria Rio confirmou, sem chance de erro, que de fato o MP estadual consultara o STF.

De posse de todas esses fatos, informamos às autoridades envolvidas nas investigações que a reportagem seria publicada naquele dia, nos termos em que foi publicada. Elas apenas ouviram e soltaram notas que diziam que a investigação estava sob sigilo. Informamos, então, ao advogado do presidente Bolsonaro, Frederick Wassef, sobre o conteúdo da reportagem e pedimos uma entrevista, que prontamente aceitou dar em São Paulo. Nela, ele desmentiu o porteiro e, confirmando o que nós já sabíamos, disse que o presidente estava em Brasília no dia do crime. Era madrugada na Arábia Saudita e em nenhum momento o advogado ofereceu entrevista com o presidente. 

A reportagem estava pronta para ir ao ar. Tudo nela era verdadeiro: o livro da portaria, a existência dos depoimentos do porteiro, a impossibilidade de Bolsonaro ter atendido o interfone (pois ele estava em Brasilia) e, mais importante, a possibilidade de o STF paralisar as investigações de um caso tão rumoroso. É importante frisar que nenhuma de nossas fontes vislumbrava a hipótese de o telefonema não ter sido dado para a casa 58. A dúvida era somente sobre quem atendeu e só seria solucionada após a decisão do STF e depois de uma perícia longa e demorada em um arquivo com mais de um ano de registros. E isso foi dito na reportagem. Quem, de posse de informações tão relevantes, não publica uma reportagem, com todas as cautelas devidas, não faz jornalismo profissional.

Hoje sabemos que o advogado do presidente, no momento em que nos concedeu entrevista, sabia da existência do áudio que mostrava que o telefonema fora dado, não à casa do presidente, mas à casa 65, de Ronnie Lessa. No último sábado, o próprio presidente Bolsonaro disse à imprensa: “Nós pegamos, antes que fosse adulterada, ou tentasse adulterar, pegamos toda a memória da secretária eletrônica que é guardada há mais de ano”.

Por que os principais interessados em esclarecer os fatos, sabendo com detalhes da existência do áudio, sonegaram essa informação? A resposta pode estar no que aconteceu nos minutos subsequentes à publicação da reportagem do Jornal Nacional.

Patifes, canalhas e porcos foram alguns dos insultos, acompanhados de ameaças à cassação da concessão da Globo em 2022, dirigidos pelo presidente Bolsonaro ao nosso jornalismo, que só cumpriu a sua missão, oferecendo todas as chances aos interessados para desacreditar com mais elementos o porteiro do condomínio (já que sabiam do áudio).

Diante de uma estratégia assim, o nosso jornalismo não se vitimiza nem se intimida: segue fazendo jornalismo. É certo que em 37 anos de profissão, nunca imaginei que o jornalismo que pratico fosse usado de forma tão esquisita, mas sou daqueles que se empolgam diante de aprendizados. No dia seguinte, já não valia o sigilo em torno do assunto, alegado na véspera para não comentar a reportagem do JN antes de ela ir ao ar. Houve uma elucidativa entrevista das promotoras do caso, que divulgamos com o destaque merecido: o telefonema foi feito para a casa 65, quem o atendeu foi Ronnie Lessa, tudo isso levando as promotoras a afirmarem que o depoimento do porteiro e o registro que fez em livro não condizem com a realidade. O Jornal Nacional de quarta exibiu tudo, inclusive os ataques do presidente Bolsonaro ao nosso jornalismo, respondidos de forma eloquente e firme, mas também serena, pela própria Globo, que honra a sua tradição de prestigiar seus jornalistas. Estranhamente, nenhuma outra indagação da imprensa motivada por atitudes e declarações subsequentes do presidente foi respondida. O alegado sigilo voltou a prevalecer.

Mas continuamos a fazer jornalismo. Revelamos que a perícia no sistema de interfone foi feita apenas um dia depois da exibição da reportagem e num procedimento que durou somente duas horas e meia, o que tem sido alvo de críticas de diversas associações de peritos.

Conto tudo isso para dar os parabéns mais efusivos à editoria Rio. Seguiremos fazendo jornalismo, em busca da verdade. É a nossa missão. Para nós, é motivo de orgulho. Para outros, de irritação e medo.

Ali Kamel

PS.: Ao contrário do que diz Kamel, a reportagem tem pelo menos uma falha gritante: faltou ouvir o porteiro.

PSS.: Além disso, faltou explicar que há interfones que redirecionam chamadas para celulares. Seria este o caso do Vivendas da Barra?

Matéria na íntegra do DCM

Hospital Aliança vai cobrar estacionamento e diz que é para a segurança do visitante


Procurada, a assessoria do hospital afirma que a ideia é “oferecer mais segurança e qualidade para todos”

[Hospital Aliança vai cobrar estacionamento ]

O Hospital Aliança, importante centro médico de Salvador, prepara-se para cobrar estacionamento de pacientes e frequentadores do local. Os valores não foram divulgados e nem o período de permanência. Cancelas já foram instaladas e, por hora, o serviço está em fase de testes, sem efetiva cobrança do serviço.

Procurada, a assessoria do hospital afirma que a ideia é “oferecer mais segurança e qualidade para todos”. Em 2015, os centros de compras em Salvador passaram a cobrar pelo estacionamento. A medida foi alvo de polêmica, e resolvida após um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado entre o Ministério Pública, a prefeitura e as administrações dos shoppings.

Com o objetivo de oferecer mais segurança e qualidade para todos, o Hospital Aliança firmou parceria com empresa SMS Estacionamento que vai operar o estacionamento do complexo hospitalar. Por enquanto, as catracas estão atuando apenas em caráter experimental e o acesso permanece gratuito. O equipamento está em fase de testes e avaliação.

Naturalmente que nesses casos sempre acontece de jogar a cobrança como benefício, Já que alegam segurança, seria melhor exigir de cada pessoa que sai de uma visita um visto do médico (a) ou enfermeira (o). No caso dos funcionários, cada um ter uma especie de cartão identificatório. Mas a tal da cobrança, o único sentido está no ganho do valor cobrado.

No caso de hospitais não se sabe em diminuição do movimento após cobrança de estacionamento, mas em shopping já aconteceu de diminuir o movimento e depois voltar a não cobrar mais e não ter mais jeito. Na cidade de Pouso Alegre, Sul de Minas gerais, foi aberto um shopping muito bonito, mas ao crescer os olhos por dinheiro e querer cobrar estacionamento, o resultado foi muitas lojas fecharem, o estabelecimento ficar mal visto e sinalizar caminho de um projeto fracassado.

Dois últimos parágrafos de Café com Leite Notícias, mas a fonte foi de Metrô1.

 

Revolta contra a Igreja Universal gera morte e crise diplomática na África


Conflitos em São Tomé e Príncipe começaram após prisão de um pastor na Costa do Marfim. Ele teria denunciado abusos da Igreja Universal do Reino de Deus contra africanos

A Iurd denunciou as mensagens à polícia marfinense e afirmou que os textos continham “mentiras absurdas e calúnias” sobre a igreja, divulgados por aplicativos de conversas e por um perfil falso no Facebook. O são-tomense preso, Ludumilo da Costa Veloso, virou pastor da Universal em seu país natal, mas foi transferido há 14 anos para a Iurd da Costa do Marfim.

Os textos atribuídos ao pastor acusavam a Iurd de privilegiar pastores brasileiros e discriminar clérigos africanos. De acordo com os posts, a Universal impedia muitos pastores africanos de se casar ou os obrigava a fazer vasectomia para não terem filhos, assim, poderiam se dedicar integralmente à igreja

Em depoimento à polícia, Veloso admitiu a autoria das mensagens. A defesa do pastor diz que ele é inocente e foi induzido a assumir a responsabilidade na expectativa de ser solto. Com informações do 247.

 

Marlene Lago: Uma vereadora guerreira, porém falta atenção do executivo


Vereadora Marlene Lago com o deputado Euclides Fernandes

A vereadora Marlene Lago Meira, (carinhosamente Tia Marlene, por todos do povoado), vem lutando muito para atender os pedidos da população de Porto Alegre e adjacências, mas. no entanto, na maioria das vezes, quando chega ao executivo para reivindicar, termina os moradores ficando sem a atenção merecida.

 

A vereadora está sempre visitando as pessoas simples da zona rural e conhecendo de perto a situação de cada um. Aliás, essas casas já estão passando da hora de receber uma reforma digna, como tem observado a Tia Marlene. É preciso que se desenvolva no município, uma política com projetos para reformas de casas da zona rural. Não se pode aceitar em pleno século 21, na terra do maior minério do gênero das Américas e ainda existir casebres como esses.

Em conversa com a Tia Marlene, ela disse que já não sabe mais o que fazer, pois apesar dela permanecer no grupo do atual prefeito, o defendendo e tentando explicar ao povo sobre a situação, o mais agravante é que a população está terminantemente insatisfeita e tem reclamado muito “Acontece que o prefeito vem aqui no nosso povoado muito esporadicamente, enquanto eu estou no dia a dia ao lado do povo e sei que esse povo merece um tratamento melhor. Mas, pra falar a verdade, atualmente os moradores, independente de possuir ou não carro,  resume tudo em pedir uma estrada de qualidade, pois  os donos de veículos, tanto automóvel como caminhão, já não aguentam mais tanto gastos com peças, principalmente com a suspensão dos seus carros, que é quem sofre mais o baque”, comentou a vereadora, reconhecendo que alguns setores, como a Educação e Saúde estão razoavelmente bem, mas, outros estão a desejar.

Porto Alegre: um lugar agradável, porém de ruim acesso

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Porto Alegre, em Maracás, é um dos lugares mais agradáveis da região para um fim de semana

A vereadora lembrou de um pedido antigo, para beneficiar os que amam o esporte, que é a cobertura da quadra, mas até hoje nada. “Se aquela quadra fosse coberta, como eu tenho pedido, a prática de esporte ia ser outra. Todo mundo sabe do calor com o sol escaldante de Porto Alegre, o que inviabiliza a utilização da quadra em determinadas horas do dia. Porém, estando coberta, certamente a prática de esportes, e digo isso em várias modalidades, ia ser muito maior. E como todos sabem que esporte é vida, esporte é saúde, sem dúvida a juventude ia viver mais alegre e com muito mais saúde, mas não é o que está acontecendo”, lamentou a vereadora, acrescentando que ela nada pode fazer a não ser o que já faz, que é pedir, pedir e pedir o beneficio ao executivo.

A vereadora atende a Porto Alegre e adjacências, como Pindobeira, Agua Branca, Mone, Espinho, Alagoinhas e outros, mas a informação da principal reclamação é sobre a má condição das estradas dessa região.

Vale lembrar que Porto Alegre, que é banhado pelo Rio de Contas, é um dos locais mais visitados pela população tanto de Maracás como de Jequié, o que deveria, pelo menos, existir uma estrada, que ainda que de terra, mas que fosse de qualidade, tipo um cascalho fino encima de um chão batido, o que levaria muito tempo para esburacar. Porém, a verdade mesmo, e isso foi lembrado pela vereadora, é ser asfaltada, até porque, existe o grande minério ao lado, o vanádio, que está sendo explorado por uma grande mineradora, que também utiliza essa estrada, está repassando um bom imposto para a prefeitura e, Portanto, uma parceria entre prefeitura, mineradora e governo estadual para a finalidade de asfaltar a estrada, seria algo de muita importância para toda gente que por ela trafega.

Fica aí a reclamação da população, através da vereadora Marlene Lago Meira, que, como ela mesma disse, não se cansa de pedir ao prefeito melhorias  para toda a região ligada a Porto Alegre.

Bebê acorda do coma e sorri para o pai, após 7 meses


Michael sorri para o pai - Foto: reprodução / IstoÉ

Michael sorri para o pai – Foto: reprodução / IstoÉ

Esse bebê lindo felizmente acordou do coma após 7 meses e adivinha… deu esse sorriso gostoso para o pai.

A alegria de Michael Labuschagne, de um ano e meio, reduziu a angústia e preocupação que atormentaram a família, da cidade de Bristol, na Inglaterra.

Michael entrou em coma após acordar sem fôlego, em 15 de março. Ele foi levado para a emergência do hospital local de Bristol com parada cardíaca e foi induzido ao coma pela equipe médica

Lá ele passou os últimos sete meses e agora vai precisar fazer uma cirurgia no coração.

Mas o garotinho se mostrou muito mais forte do que a medicina acreditava e voltou a abrir os olhos.

O sorriso

A primeira reação de Michael foi sorrir para o pai, Stuart Labuschagne, assim que acordou.

A felicidade ficou ainda mais completa depois que exames não apontaram danos cerebrais causados pela parada cardíaca.

Mas a luta pela vida continua. Os médicos descobriram nele uma doença rara chamada fibroma cardíaco –um tumor anexado dentro da câmara esquerda do coração – condição tão incomum que nenhum médico da Inglaterra consegue realizar uma operação.

Desesperados, os pais de Michael entraram em contato com várias famílias que passaram pelo mesmo problema e encontraram um hospital infantil em Boston, nos Estados Unidos, que tinha histórico em operar pacientes de fibroma cardíaco com 100% de sucesso.

“Quando os médicos nos disseram sobre o diagnóstico de Michael, ficamos arrasados. Sentimos que estávamos esperando que ele desaparecesse e, quando descobrimos sobre Boston, não acreditávamos realmente”, disse Emma Labuschagne, ao Sky News.

Vaquinha

Outro problema era o valor da cirurgia: 115 mil libras (R$ 592 mil), sem contar com voos e acomodações nos Estados Unidos.

Os Labuschagne fizeram, então, uma campanha de arrecadação na internet e conseguiram bem mais: 160 mil libras (R$ 824 mil) em doações, graças à participação do ex-treinador de futebol, Harry Redknapp.

“Não podemos acreditar, estamos surpresos. Estamos muito agradecidos pela gentileza de todos e agora poderemos cobrir qualquer coisa extra para a cirurgia de Michael, como antibióticos ou oxigênio”, comemorou a mãe.

O dinheiro que não for utilizado será entregue para famílias de outros pacientes.

A cirurgia de Michael deve acontecer apenas em abril de 2020, quando seu coração estiver maior e mais forte. Enquanto isso, o bebê ficará em casa com um desfibrilador e marcapasso.

Michael Labuschagne - Foto: reprodução / IstoÉ

Michael Labuschagne – Foto: reprodução / IstoÉ

Com informações da IstoÉ