Rui Costa inaugura Hospital da Mulher; unidade começa a receber pacientes nesta sexta (13)


O Hospital da Mulher (HM), que começa a receber pacientes para internamento nesta sexta (13), e abre totalmente na segunda (16), é um hospital de regulação. As mulheres precisam passar por consultas em outras unidades de saúde antes de serem encaminhadas para o hospital.

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“Esse não é um hospital de porta aberta. Quem vier aqui para marcar uma consulta não vai ser atendida. É preciso que essa mulher se dirija a uma unidade básica de saúde do seu município, faça uma consulta e a partir de lá seja agendada (para o HM)”, explica o secretário estadual de Saúde, Fábio Vilas-Boas. O HM tem uma emergência, para casos especiais. “Em casos de emergência ginecológica, teremos um pronto atendimento de 24h aqui, principalmente de violência sexual”, completa o secretário.

Segundo o governador, o HM será um hospital de alta rotatividade, com poucos internamentos. “Aqui não será um hospital para ter pacientes de longa duração ou pacientes crônicos. Por isso tem dez salas cirúrgicas, queremos fazer muitas cirurgias. A partir delas, as mulheres poderão seguir seu tratamento (em outros lugares)”, informa.

Em seu discurso durante a inauguração, a secretária estadual de Políticas para as Mulheres, Olívia Santana, citou as chacinas de Campinas, em São Paulo, e Feira de Santana, como exemplos de misoginia e machismo. “Sei que é um momento de alegria, mas a gente não pode esquecer que a vocação de um governante é enfrentar desafios. O governador Rui Costa rema contra a maré nacional, em que houve retrocesso nas políticas para as mulheres. Ele reafirmou seu compromisso pela vida e pela saúde das mulheres”, parabenzou.

A médica e presidente da Comissão de Mulheres da Assembleia Legislativa da Bahia, Fabíola Mansur, comemorou a inauguração do hospital. Segundo ela, a unidade dará prioridade a certos atendimentos, diminuindo as filas e salvando vidas de mulheres. “Pra mim é um presente, para as mulheres baianas e para a saúde como um todo. Certamente será um marco na assistência à mulher. Vamos zerar fila, dar um tratamento diferenciado e fazer medicina de primeiro mundo com verba do SUS.”, afirmou a deputada.

Estrutura
Com investimento superior a R$ 40 milhões, o HM é considerado um centro de referência estadual. A unidade possui dez salas cirúrgicas e 136 leitos, sendo 97 destinados à internação, 10 para terapia intensiva (UTI) e 29 leitos para hospital-dia. O centro de diagnóstico está equipado com tomógrafo computadorizado, mamógrafo, ultrassom, doppler scan, raio-X e laboratório 24 horas. O hospital tem capacidade para realizar 9 mil consultas e mil cirurgias por mês.   Fonte:Correio  

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O diabete vai quebrar o Brasil diz Carlos Eduardo, Endocrinologista


Aviso aos tripulantes: o diabete vai afundar o Brasil se nada for feito! Falamos de uma doença silenciosa, mas silencioso também é o rombo que ele é capaz de provocar em nossa saúde financeira.images

E como o diabete é um problema caro!

Está em questão a principal causa de cegueira, insuficiência renal e amputações de pernas no país. Além disso, estamos diante de um fator que contribui, direta e indiretamente, para a ocorrência de infarto, derrame cerebral, impotência sexual e diversos tipos de câncer. Em outras palavras, mesmo quando o problema não está no centro dos holofotes, permanece nas sombras predispondo a outras complicações. É por isso que, em muitas enquetes por aí, as pessoas em geral não enxergam o diabete como uma doença potencialmente letal. E talvez não deem a devida importância que merece — nessas pesquisas, males como câncer, aids, acidentes automobilísticos e violência urbana são sempre mais lembrados.

Esse cenário, no entanto, tem mudado nos últimos anos, quando o diabete passou a figurar também no terrível ranking das doenças com maior taxa de mortalidade no Brasil. Segundo o SUS (Sistema Único de Saúde), a mortalidade pela enfermidade aumentou mais de 80% de 1990 a 2004, ao passo que houve queda no número de mortes por problemas cardiovasculares no mesmo período.

Em todo o planeta, em 2015, morreu uma pessoa por causa do diabete a cada 6 segundos. O número desses óbitos em 2015 foi mais de duas vezes maior que o número de mortes por aids e tuberculose em conjunto.

E você acha que as coisas tendem a melhorar? O Brasil atualmente é o quarto colocado mundial no ranking de casos de diabete, com 15% (14,3 milhões) da sua população adulta com a doença — estamos subindo de posição nas últimas décadas. Quando falamos de diabete tipo 1, que acomete mais crianças e jovens, somos o terceiro colocado mundial com 30 900 casos em 2015. A perspectiva da Federação Internacional de Diabete (IDF) é que tenhamos em 2040 cerca de 23,3 milhões de cidadãos diabéticos, a grande maioria com o tipo 2 do distúrbio.

Mas você deve estar se perguntando: por que, apesar dessa ameaça, o IBGE nos presenteia, ano após ano, com a notícia de que cresce a expectativa de vida da nossa população? O que muitas vezes não enfatizamos é que temos aumentado o número de anos vividos sim, mas à custa de anos vividos com doenças. Sim, vive-se mais, mas também vive-se mais doente. É aí que deparamos com o custo no tratamento do diabete e das doenças crônicas e complicações a ele associadas.

Precisamos viver muito e, de preferência, melhor! Isso é positivo para nossa saúde física, mental e também para o nosso bolso e para os cofres do país. Até porque quando ficamos mais velhos nossos rendimentos tendem a cair substancialmente. Nos países mais pobres (como o nosso), os custos do tratamento do diabete e suas complicações são bancados na sua maior parte pelo próprio paciente. Na América Latina, cerca de 60% dos gastos com diabete são pagos pela família e o restante pelo Estado. E, infelizmente, a maior parte do gasto é destinada a remediar os reveses impostos pela doença (danos aos rins, aos olhos, ao coração…) e não com prevenção. O desembolso com sequelas é sempre mais caro. E é por isso que insistimos que os países devem ter uma política mais clara, objetiva e eficaz na prevenção e no controle do diabete. Do contrário, o diabete, e os males que andam de mãos dadas com ele, vai quebrar as nações.

Pasmem, mas o Brasil gastou em 2015 cerca de 72 bilhões de reais com o diabete. Isso representa 1,3% do PIB de 2015. Em 2040, estima-se que desembolsaremos cerca de 117 bilhões com a doença. Só para ter uma base de comparação, os Estados Unidos atualmente já gastam cerca de 1 trilhão de reais anuais com diabete.

Leia também: 11 segredos dos magros saudáveis

O desafio ganha contornos ainda maiores e dramáticos com algumas perspectivas futuras nada favoráveis:

• A epidemia de diabete vem em paralelo à epidemia de obesidade, que também só aumenta.

• O número de brasileiros com pré-diabete, situação que precede o descompasso propriamente dito, se encontra hoje em 11 milhões.

• No Brasil, cerca de 50% das pessoas com diabete nem sabe ser portadora da doença que, ressalto, é silenciosa. Certamente nosso sistema de saúde não conseguiria absorver todos esses “novos” pacientes.

O aviso está dado. As ações dependem de todos nós: médicos, cidadãos, Estado, sociedade civil. O diabete vai quebrar o Brasil se nada mudar desde já.

“O que encontrei em Santa Inês foi o resultado de uma administração fracassada”, disse o prefeito Emerson Elói


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Foto Arquivo, com Emerson à direita

Quando questionado sobre a situação encontrada no município de Santa Inês, o novo prefeito, Emerson Elói, disse que já esperava que fosse encontrar uma Santa Inês nada agradável, no sentido administrativo, mas nunca imaginou que fosse encontrar uma situação tão caótica e disse o seguinte: “Encontrei um município fracassado administrativamente, sem nada de base que se possa aproveitar, com uma situação da população carente bem complicada”. Apesar da situação encontrada, o prefeito disse que não vai procurar questionar muito, mas sim, “arregaçar as mandas da camisa” para que possa juntamente com o secretariado e seu vice, uma administração voltada para o povo, para melhorar a qualidade de vida do mais carente que já sofreu muito com administrações que não colocaram o povo, sobretudo o mais carente, como principal prioridade. Quando o prefeito fala em dar prioridade à população, ele está querendo dizer que tudo que se faz no município que venha impactar positivamente sobre a vida do ser humano, e ainda mais sobre os mais necessitados, principalmente os setores de Saúde, Educação e Social. Elói veio de um trabalho que lhe fez ganhar prêmios em nível de Bahia e Brasil, que foi elevar em todos os níveis o funcionamento e a parte física do Colégio ACM na cidade de Santa Inês. Isso lhe rendeu uma convocação pelo povo para que ele fosse candidato a prefeito da cidade. Perguntado se isso não lhe faz ter uma responsabilidade grande sobre santa Inês, uma vez que a expectativa do povo é grande, a resposta foi que realmente é uma grande responsabilidade e desafio, uma vez que há 40 anos o município sofre. “As pessoas se referenciaram na minha gestão pública no colégio e me convidaram para ser candidato, o que, no começo eu resisti, mas depois pensei: por que não eu dar a minha contribuição como prefeito se eleito eu for? Fui eleito e pretendo trabalhar da mesma forma que trabalhei no colégio, claro que mais abrangente, mas, proporcionalmente, com a mesma seriedade e dedicação que foi no colégio, para que a gente possa fazer uma gestão diferente, uma gestão voltada para o crescimento do povo, para, conseqüentemente, o município também cresça e não ao contrário.

A verdade é que a expectativa do povo é grande, porém, não assusta o prefeito Emerson Elói, pois a sua vontade, como tem falado sempre à nossa reportagem, desde quando ainda candidato, é de realizar um trabalho que realmente fique marcado na história de Santa Inês, assim como os trabalhos realizados por ele desde Maracás. O blog e jornal Café com Leite desejam boas vindas e que as boas notícias certamente irão surgir ao decorrer da administração.

Líder da Igreja Mundial do Reino de Deus sofre atentado de morte em pleno culto


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Segundo o Blog Alagoas 24 horas, na manhã deste domingo, vídeos publicados pela família do pastor Valdemiro Santiago indicam que ele sofreu um atentado contra sua vida. Ainda não sabe ao certo o que aconteceu. No entanto, as informações extraoficiais dão conta de que um homem, em pleno culto realizado na manhã deste domingo, 8, apareceu atrás do religioso e tentou matá-lo. O homem estaria disfarçado de fiel e aproveitou que o pastor orava para desferir uma facada em seu pescoço. De acordo com informações do site ‘Notícias Gospel Prime’, o atentado foi mesmo realizado em pleno culto. O homem tentou matar Valdemiro com um facão afiado e já teria sido preso. O site divulgou fotos do suspeito de tentar acabar com a vida do líder da Igreja Mundial do Reino de Deus.

Em vídeos publicados na internet, que podem ser vistos ao final dessa reportagem, o próprio pastor confirma que sofreu um atentado. Ele publicou até mesmo uma foto do corte profundo que sofreu no pescoço. Mesmo após levar muitos pontos na região, ele ainda sangrava. O religioso está com sua esposa em um hospital, que até agora não teve o seu nome revelado. Ele deve passar no local os próximos dias em observação, mas aparentemente, seu estado de saúde é muito bom, pois ele fala nos vídeos que ganharam a web.

O pastor diz que o homem que tentou matá-lo precisa de orações. Valdemiro diz que já o perdoou e chorando pede que os fiéis da igreja orem pelo rapaz, que vai ficar na cadeia. “Deus me livrou de mais uma. Vai ser mais uma no livro que eu vou escrever”, diz Santiago no vídeo. O pastor ficou conhecido por conta dos programas de televisão de sua igreja. Ele também provoca muitas polêmicas, pois em diversas das transmissões teria operado em nome de Deus possíveis milagres.

Veja o que diz o pastor em vídeo. Matéria na íntegra, inclusive fotos e video do blog Alagoas 24 horas.

Lafaiete Coutinho continuou no comando da CONVALE


 

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Durante a reunião para escolher o novo presidente do Consórcio Vale do Jiquiriçá,  (CONVALE) ocorrida na cidade de Maracás, no dia 05 de janeiro, o eleito foi o prefeito João Freitas, popular João Véi, da cidade de Lafaiete Coutinho, ficando assim a mesma cidade que comandou durante os últimos dois anos.  A reunião ocorreu dentro da tranquilidade, até porque, para acontecer esse tipo de sucessão, há sempre a chamada articulação perante os demais prefeitos que compõem o Vale, para então ser marcado o dia. O prefeito Zeca Braga da cidade de Planaltino ainda tentou lançar uma segunda chapa, o que fez a reunião atrasar um pouco, mas depois ficou apenas uma chapa com o nome de João Véi, como já se esperava.

 

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Críticas de presentes ao ato. Depois da reunião, que começou no térreo da câmara de vereadores de Maracás e terminou no segundo piso, algumas pessoas questionavam, o por que de o prefeito da cidade de Maracás, Soya, não ter se manifestado para formar uma segunda chapa, para que a própria Maracás ser sede do Consórcio, uma vez que é a cidade da nascente do  rio que deu origem ao vale, bem como já existe o escritório do Convale.

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Zeca Braga em conversa com Zé Cocá um pouco antes de ser definida a chapa

O que se espera é que haja uma boa representatividade perante os demais municípios, para que aconteça o tão sonhado desenvolvimento do Vale, que, diga-se de passagem, é uma das mais lindas regiões da Bahia, onde cada município possui os seus encantos. Essa geografia é formada por vários tipos de climas, que vai da caatinga, como é o caso de parte de Maracás, Planaltino, Nova Itarana, Brejões, (em parte); regiões cacaueira, região do café e um geral de pecuária de corte e leiteira. Sem contar a questão da beleza natural de cada município, que merece uma alerta geral, para ser uma das mais lindas regiões brasileiras no setor turístico, que atualmente é um dos setores de maior geração de emprego e renda.

Portanto, é preciso que haja uma união maior dos prefeitos para que o novo presidente possa desenvolver um trabalho voltado também para essa área. Em conversa com João Véi, ele disse que a sua intenção é de dar o melhor para o crescimento de todo o Vale, disse que suceder um prefeito e presidente do Convale da marca de Zé Cocá, não será uma tarefa fácil, mas que o próprio Zé vai dando as primeiras orientações. Em relação ao cuidado com o Rio Jiquiriçá, da sua nascente até o fim do percurso, ele disse que é uma das metas que está em pauta. Véi disse que muitas reuniões irão acontecer e que ele acredita que os novos prefeitos estão todos focados no desenvolvimento de todo território do CONVALE.

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Para essa reunião fizeram presença os prefeitos e prefeitas: Mariane de Lajedo do Tabocal, Danilo de Nova Itarana, Giuliano de Jaguaquara, Marivete (Dona Ivete) de Cravolândia, Marco Aurélio Itaquara, Zeca Braga Planaltino, João Véi Lafaiete Coutinho, Gerinho Irajuba, Digão Mutuípe, Lorena Itiruçu, Frede Ubaíra, Junior Amargosa, Zé Renato São Miguel das Matas, Emerson santa Inês, Sandro Brejões,  e Soya, anfitrião do evento, Maracás.

A mesa diretora ficou da seguinte forma:  Segunda secretária Lorena, primeira secretária Mariane, Tesoureiro Gerônimo (Gerinho) 2º vice presidente Zé Renato, vice presidente Digão e presidente João Véi.

 

Primeira semana difícil em Itiruçu, “mas já era de se esperar”. Prefeita Lorena


 

 

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É natural que surja algumas críticas, mas responderei a cada uma com muito trabalho”, 

 

Durante reunião dos prefeitos na cidade de Maracás, na sexta feira seis de janeiro, para a escolha do presidente e toda mesa diretora do CONVALE, a prefeita de Itiruçu, Lorena Di Gregório, falou de como ela encontrou o município, disse que muitas coisas ainda estão fora de lugar e que vai fazer uma arrumação geral, inclusive no quadro alarmante de funcionários (620) todos concursados.

A informação que obteve o blog Café com Leite foi que a situação encontrada não foi boa, “inclusive foi instalada uma comissão para que fosse decretado estado de emergência no município, para que possamos trabalhar com mais facilidade e segurança”,.. A prefeita disse também que a primeira semana foi para arrumação da casa, pois muitas coisas estavam e ainda estão “fora de lugar”, a começar por funcionários com cargos trocados, como gari em escritório e outros. “cada funcionário vai trabalhar na sua função de concurso”,  Lorena disse que os serviços essenciais tiveram o início desde o primeiro dia, como limpeza da cidade e os primeiros passos para melhorar a qualidade do setor de Saúde do município. “só para se ter uma ideia, foram trocadas 40 lâmpadas no hospital, que estavam queimadas”, informou a prefeita e completou dizendo que ela está encarando a situação encontrada  com naturalidade, por já esperar que não iria encontrar nada arrumado. Falou inclusive que a prefeitura foi encontrada com as suas contas bancárias zeradas, com exceção de uma que tinha 16 mil reais.

A simpaticíssima Lorenna durante reunião em Maracás

Sobre o secretariado, a nova prefeita disse que o nome do cargo de um secretário, diretor e assessor, é cargo de confiança, e que ela jamais escolheria essa equipe, se não fosse de total confiança, pois uma gestão para dar certo tem que ter uma equipe de extrema confiança.

Sobre a questão da demanda de funcionários  concursados, que são ao todo 620, Lorena disse que será feito um levantamento para saber como estão esses funcionários, se existem alguns deles licenciados ou encostados, se há necessidade de tal quantidade de funcionários em determinados setores, onde citou por exemplo, seis funcionários que trabalham no mercadão, enquanto apenas dois é suficiente.

Ainda falando em cargos de confiança, a prefeita disse que para a secretaria de finanças ela encontrou cem por cento de confiança na sua tia. Disse que é uma secretaria de muita responsabilidade, mas que diante da pessoa que foi contratada, inclusive consultando o jurídico, ela está tranquila, porém sabe que as críticas vão surgir, naturalmente, mas que ela quer responder a cada crítica é com  muito trabalho, pois trabalhar muito e fazer o diferencial em cada setor é o seu principal objetivo.

 

Veículo não pode ser apreendido por atraso de IPVA. Fato que pode causar indenização


 

 

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É bo que os proprietários de veículos fiquem atentos ao que manda a lei, porém saber que o seu veículo tem que rodar com a documentação em dia. A notícia é que irregularidade no pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), cobrado anualmente em todo o país, não pode ser motivo exclusivo para apreensão de veículos. E mais: advogados consideram que, dependendo da situação, a apreensão pode até gerar direito à indenização para o proprietário do carro. O especialista em Direito Público Luiz Fernando Prudente do Amaral explica que “a prática de confiscação dos veículos em blitz por causa do atraso do IPVA tem aumentado em todo o Brasil”.

No entanto, o advogado considera que a apreensão exclusivamente devido ao tributo atrasado é inconstitucional. Para Amaral, é possível recorrer a outras formas de cobrança do imposto, sem precisar ofender o direito à propriedade, garantido pela Constituição Federal. “O Estado não pode executar de ofício, isto é, sem o Judiciário, o débito que o contribuinte tenha”, afirma o advogado. Ele explica que o Supremo Tribunal (STF) Federal já tomou decisões no sentido de que o Estado não pode fazer apreensão de bens para cobrar dívidas tributárias.

Contudo, as decisões se referem a questões comerciais, por isso o entendimento de que isso se aplicaria ao IPVA não é pacificado. Indenização. A possibilidade de indenização ocorreria pelo abuso de autoridade nos casos em que a apreensão do veículo ocorrer exclusivamente por falta de pagamento do IPVA. O artigo 37 da Constituição, parágrafo 6º, define que “as pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros”. Para o advogado Gustavo Perez Tavares, com base nesse trecho da Constituição, caberia ao Estado indenizar o particular afetado pelos atos de seus agentes. Segundo Tavares, seria necessária, ainda, a comprovação dos prejuízos que o proprietário do carro teve devido à sua apreensão, com a apresentação de recibos de táxi. Profissionais que utilizam o carro para trabalhar, como taxistas ou entregadores têm mais facilidade para fazer essa comprovação. O tributarista Carlos Eduardo Pereira Dutra explica que “existe uma relação de causa e efeito entre a falta de pagamento do IPVA e apreensão do veículo”.

muitas vezes acontece que o policial aprende um veículo por ter os documentos atrasados, mas, no entanto, em outros casos, liberam veículos com irregularidades em outras áreas, mas está com os documentos em dia. Claro que os impostos têm que serem pagos, bem como toda situação do veículo, principalmente pneus, freios e direção. Nada de acomodar com a notícia, pois a não apreensão não que dizer que você, proprietário, não vá ser penalizado numa multa que não é pequena.

Próximo de Lula, Marinho propõe eleição em 2017 para mandatos de 5 anos


Jornal GGN – Ex-prefeito de São Bernardo do Campo (SP) e um dos petistas mais próximos de Lula, Luiz Marinho concedeu entrevista à Folha defendendo que o Congresso aprove uma Emenda Constitucional para antecipar as eleições de 2018 para 2017 com mandatos de cinco anos. “Pode ser para agosto de 2017, setembro. Faz um mandato excepcional, de cinco anos. A partir de 2022, 2020, voltaria a normalidade dos mandatos.”

Para Marinho, num “momento excepcional” como este em que vivemos, com Michel Temer no poder após um impeachment que só piorou a economia, “medidas excepcionais” são necessárias. “Vejo a necessidade de uma emenda constitucional para sair das eventualidades que leio pelos jornais”, disparou Marinho.

O petista falou contra as reportagens que denunciam que o Tribunal Superior Eleitoral deve cassar a chapa Dilma Rousseff e Michel Temer, a reboque das denúncias da Lava Jato. O presidente da Corte, Gilmar Mendes, já avisou que a delação da Odebrecht deve impactar no caso.

“O Congresso teria esse desprendimento de reduzir o próprio mandato? E os governadores, deputados estaduais?”, questionou a Folha a Marinho. “Será preciso uma pactuação política entre partidos e líderes políticos. Seria uma mesquinharia falar no próprio mandato. Estamos falando do Brasil, de desemprego, da ausência de emprego para jovens, de não enxergarmos saída. Suportar a situação até as eleições de 2018 é sangrar demais a economia”, respondeu.

Na visão de Marinho, o PT não será “revanchista” apoiando o “Fora, Temer” a qualquer custo, principalmente se uma eleição indireta for o preço. “indireta é o golpe dois. Ou golpe três. Não vejo uma saída que não seja pelo voto direto”, avaliou.

Para o ex-prefeito, Lula tem que ser o candidato natural do PT. Por isso, o apoio a Ciro Gomes ou outro postulante que queira encabeçar uma frente de esquerda está descartado. “Defendo que [Lula] seja presidente do partido e candidato a presidente da República. É a liderança que melhor reúne condições de construção de unidade partidária nessa fase conjuntural. (…) Para a Presidência, não há outra liderança em melhor situação eleitoral do que o Lula. Então, para que perder tempo e divagar sobre isso?”

Leia a entrevista completa aqui

Jorge Teixeira já começou tomar as primeiras providências para o bem de Tanhaçu


 

 

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Durante a posse do prefeito de Tanhaçu, Jorge Teixeira, que tem como vice o seu amigo Batistão, ambos foram aplaudidos por uma platéia que lotou o ginásio de esportes. Na verdade os aplausos são, basicamente, por já conhecer o médico Jorge Teixeira, que nas suas administrações do passado, sempre priorizou a melhoria na qualidade de vida da população, sobre tudo a classe mais carente, onde, ao seu ver, não por ser médico, mas também por acompanhar a problemática do município, relacionada com a falta de atendimento médico, a prioridade principal é a Saúde e Educação. Para melhorar o quadro no setor da Saúde,  mesmo antes de ser empossado o novo prefeito já contratou dois médicos para atender as comunidades.

 

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Recebendo muitos aplausos, o prefeito Jorge Teixeira foi anunciado para compor à mesa 

A população, por já conhecer o perfil de Teixeira e o seu caráter como cidadão e homem público, respira aliviada por saber que aos poucos o município vai começar a se adequar à uma nova realidade, com os órgãos públicos funcionando.

 

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O ginásio de esportes esteve lotado durante as posses

Vale lembrar que ainda durante a campanha, Teixeira já falava de democracia e que sendo eleito ia governar para toda Tanhaçu, o que deixa a rapaziada que votou contra em plena tranqüilidade, pois o que vale é a democracia e o respeto com todos, como tem falado sempre o novo prefeito.

Tõe Brito reeleito

 

Vereador assegurou realizar um trabalho voltado para o bem de Tanhaçu e sua gente

O vereador Antônio Carlos Novaes Brito (Tõe Brito) foi reeleito presidente da câmara de vereadores de Tanhaçu. A chapa lançada por Brito obteve 8 votos contra 3 votos da segunda chapa que foi lançada por José Nilton Antônio da Silva, (Niltinho). Com essa vitória cresce a responsabilidade do vereador Tõe Brito diante dos trabalhos do legislativo municipal. Na verdade, o que faz Brito ser o preferido da maioria é a forma de como ele conduz os trabalhos e também a maneira de conviver com os colegas na casa de leis durante os cinco mandatos como vereador naquela casa de leis .

O Café com Leite deseja uma administração de êxito, tanto no legislativo como no executivo, sempre voltadas para melhorar a qualidade de vida do mais preciso.

Fotos Tanhaçu Urgente

Primeiro de janeiro foi dia de posse em todo Brasil. O povo quer mudança


 

O que se espera é que seja dada a largada para uma nova era na política administrativa,

para que o quadro da política brasileira e a fama de corrupção dos políticos comecem a mudar.

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A  câmara de vereadores de Maracás ficou lotada e muita gente do lado de fora durante posses 

 

Os prefeitos, prefeitas, vereadores e vereadoras eleitos (as) democraticamente pelo voto direto do povo no  dia 2 de outubro, tomaram posse debaixo de muitos aplausos, como acontece de quatro em quatro anos no país inteiro. As populações da micro região de Jequié, cidades em que o Blog e jornal Café com Leite têm acesso direto com o leitor, vivem uma nova expectativa e esperanças de uma administração melhor.

Em Maracás o prédio da câmara municipal esteve lotado de pessoas para assistirem as posses do novo prefeito Soya, vice Tião e vereadores. Foram muitas palavras pronunciadas e aplaudidas. Os novos vereadores, (as) maioria reeleitos, usaram o microfone para pronunciar as suas primeiras palavras como vereador (a) do período de quatro anos. Um fato que ficará pra história das posses da cidade, é que o vereador conhecido por Juarez do Torno foi eleito presidente da casa de leis por unanimidade, ou seja 11 votos sem abstenção e sem outra opção. Isso, certamente, acarreta muita responsabilidade perante o novo presidente.

Após a posse dos vereadores aconteceu a do prefeito e vice, onde Soya em seu breve discurso falou em governar com os “pés no chão”, como se diz, pois, disse ele, que da mesma maneira em que ele aprendeu com o seu pai, que foi seguir em frente com honestidade e respeito, ele vai aplicar na sua administração. Foi apresentado o secretariado e o povo aplaudiu, por creditar que cada um vai dar conta do seu recado.

Em Jequié, o empossado foi Sergio da Gameleira, como é conhecido, que também foi aplaudido. Só que no caso de Jequié, a responsabilidade do novo administrador é ainda maior, pois ali a população vive num município, que apesar de uma boa arrecadação, se encontra à beira de uma intervenção, pois as ruas, praças, instituições públicas, postos médicos, quadras poliesportivas e muitos outros setores que servem ao público, se encontram num verdadeiro caos. Desde a primeira gestão do então prefeito Roberto Britto, que foi o autor de muitas grandes obras para Jequié, que a cidade sofreu uma estagnação grande. Construção e funcionamento das Velas Culturais, projeto Esporte Dois Mil, A Escola Vai Ao Teatro, a grande parceria com a Petrobrás na época, onde muitos artistas renomados cantaram em Jequié, foram na primeira gestão de Britto, no entanto, são coisas do passado. Hoje o que se vê são clínicas fechando as postas. Tudo isso faz parte de um pacote que o novo gestor vai ter que enfrentar para resgatar Jequié.

Em outras cidades também aconteceram posses, naturalmente, como foi o caso de Santa Inês, que o maracaense Emerson Elói, apesar de não fazer tanto tempo morando na cidade, mas que através do seu trabalho junto ao Colégio ACM, que ganhou prêmio nacional, a população quis e conseguiu o eleger prefeito da cidade, onde a sua posse aconteceu debaixo de festa e muita alegria. Ali a população sente como se “agora realmente vai”, onde a responsabilidade do professor Mercinho, como é conhecido em Maracás, cresce ainda mais. Só que no caso do prefeito Emerson, ele sempre falou, mesmo depois de eleito, que pretende conduzir os trabalhos da maior e melhor transparência possível, onde quer priorizar o mais fraco, na sua qualidade de vida, mas vai procurar cuidar também, de forma nunca vista na historia da cidade, da Saúde e Educação. Elói escolheu cada secretário a dedo e pediu que cada um se dedique ao máximo, pois para que haja uma administração a altura que o povo merece, é preciso que haja dedicação, respeito e amor por todos.

Passando para a cidade de Tanhaçu, no começo da Chapada Diamantina, o já prefeito de fato e de direito, Jorge Teixeira, também terá muitas dificuldades, mas, de acordo às suas palavras, quando ha respeito com os recursos próprios e conta com um secretariado escolhido minuciosamente, como aconteceu, ha uma grande possibilidade de colocar as coisas em dia e realizar uma administração que possa se igualar ou até superar as suas próprias administrações do passado. Teixeira foi empossado debaixo de muito aplausos e depois do ato, muitos abraços de boas vindas ao comando da amável Tanhaçu. Em Planaltino o ex prefeito Zeca Braga voltou e disse que pretende superar a sua própria gestão, que, diga-se de passagem, foi considerada entre as melhores de todos os tempos. Outro jovem que disse pretender realizar uma grande gestão é o amigo Gerinho, como é conhecido em Irajuba. Gerinho nunca foi prefeito, mas sempre atuou como secretário, o que lhe fez conhecedor dos problemas que a nova administração vai ter que enfrentar, onde já sabe como começar a batalha. Didi, na cidade de Contendas do Sincorá, foi aplaudido pelo trabalho realizado na sua gestão, foi um dos poucos reeleitos na Bahia e assegura que vai fazer um bom trabalh, tal vez melhor que a primeira gestão, priorizando agora o social. Ao desenrolar os trabalhos o blog e jornal Café com Leite estará informando através de publicações dos acontecimentos.

Mulheres chegando com mais intensidade  ao poder

 

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A cada dia que passa mais mulheres são eleitas em cargos públicos

Um fator que vem chamando a atenção e gerando certa expectativa no cenário político brasileiro é a candidatura de mulheres em cargos eletivos e eleitas. Só na micro região foram muitas mulheres que tomaram posse neste primeiro de janeiro. Em Lajedo do Tabocal Mariane Fagundes tomou posse depois de uma grande vitória, como também em Itiruçu, onde a médica Lorena foi empossada com festa e muita esperança de dias melhores por parte do povo; em Contendas do Sincorá a vice prefeita é a senhora Maria Helena; Em Ipiau, Maria e Margaret vão comandar os destinos da cidade como prefeita e vice respectivamente, ambas do PP. Outras muitas mulheres tomaram posse em todo Brasil, o que se espera é que todas tenham os seus corações voltados para acolher o mais carente, com obras e programas que venham amenizar o sofrimento da classe.

O bom mesmo é cada empossado e empossada procurar fazer uma nova história no seu município, para que em todo Brasil seja festejada a chegada de uma nova era nas administrações públicas, fazendo assim uma longa distância do mar de lamas que virou a classe política brasileira, onde o que vem imperando é a corrupção.

O blog e jornal Café com Leite deseja a todos e todas, nas suas individualidades, que aconteça a melhor administração pública de todos os tempos em cada município.

 

 

Esculhambado esculhambando, segundo Miguel do Rosário, (O cafezinho)


 

No Conversa Afiada, leio um post sobre editorial da Folha que esculhamba Gilmar Mendes.

Até a Folha esculhamba Gilmar, diz a manchete do post.

Essas críticas da mídia a Gilmar me fazem bocejar solenemente. São muito parecidas com as críticas pontuais da Globo ao governo Temer.

Não são bem críticas. São golpistas se xingando, amistosamente, num bar.

Gilmar é um juiz absurdo, uma espécime exótica que só poderia florescer na mais bananeira das repúblicas. Não é bem um juiz e sim um âncora tucano que exerce, ilegalmente, a função de ministro do STF e de presidente do TSE.

Nenhum deles tem razão.

O mérito da polêmica é que Gilmar Mendes tomou a decisão monocrática de empossar três prefeitos eleitos este ano, cuja posse estava obstruída pelo colegiado do Tribunal Superior Eleitoral, por causa da Lei da Ficha Limpa.

Os três prefeitos foram condenados em segunda instância, em 2008, antes da vigência da Lei, que é de 2010. Pela lei vigente em 2008, ficariam inelegíveis por três anos, então poderiam tomar posse agora.

Pela lei de 2010, porém, sua inegibilidade deveria se estender por 10 anos, então não poderiam tomar posse agora.

Para não mim não há dúvidas, se eles foram condenados em 2008, devem cumprir a pena relativa àquele ano. Não existe retroatividade em nossa Constituição, nem em nenhuma constituição democrática do mundo.

No mérito, portanto, Gilmar está certo. Os prefeitos devem tomar posse. Aliás, em caso de dúvida, a decisão do eleitor deveria sempre prevalecer.

Além disso, o STF ainda não decidiu: mais uma razão para que os prefeitos sejam eleitos.

O consórcio golpista – formado por marajás do serviço público, de um lado, e bilionários barões da mídia, de outro – costuma se esquecer que, na vida real, a população precisa de governantes para administrar as contas, resolver os problemas urbanos mais urgentes, pagar servidores, contratar médicos, tocar obras.

A brincadeira de prender prefeitos, governadores, derrubar presidentes, paralisar administrações, destruir empresas privadas e públicas, já nos custou centenas de bilhões de reais e dezenas de milhões de postos de trabalho.

Os prefeitos em questão são: Sebastião de Barros Quintão (PMDB, Ipatinga), Geraldo Hilário Torres (PP, Timóteo) e Luiz Menezes de Lima (PSD, Tianguá).

O blog do Noblat elegeu Gilmar como “cara de pau” do ano por causa dessa decisão.

Decisões monocráticas, tomadas contra o colegiado, podem não ser aconselháveis. Mas o problema maior aqui, é meu ver, é esse pacto entre mídia e judiciário contra a política.

Folha e Globo, que são irmãos xipófagos em se tratando de apoio ao golpe, seguem juntinhos quando se trata de submeter a política aos arbítrios do judiciário.

O voto parece não ter mais grande importância para o consórcio golpista: o que vale agora é a decisão midiático-judicial para cada caso.

Esse pacto mídia-judiciário contra a política usou e abusou de Gilmar Mendes quando se tratava de derrubar o governo e consolidar o golpe. E agora o pacto começa a experimentar contradições internas.

Gilmar pode ser contra o PT, mas não é contra o sistema político, porque ele mesmo nunca escondeu seus anseios de participar da vida política sem as amarras (embora essas nunca tenham sido problema para ele) do código de ética da magistratura.

Entendo melhor agora porque os Estados Unidos não possui tribunais eleitorais. Se um país com uma cultura democrática consolidada, de mais de duzentos anos, como os EUA, teme submeter a decisão soberana do povo ao arbítrio de meia dúzia de aristocratas de toga, nós, brasileiros, deveríamos ficar apavorados em entregar tamanho poder a uma casta tão reacionária e, como se vê agora, tão golpista, tão indiferente à soberania popular.

Neste sentido, nem os ministros do TSE nem Gilmar estão certos, porque a prerrogativa da decisão monocrática, que pode ser tomada em favor de um governante eleito, também pode ser tomada em seu desfavor.

A esculhambação da Folha contra Gilmar, portanto, não vale nada. Muito mais esculhambada é a Folha, a Globo, e a mídia corporativa em geral, cúmplice desse processo de legitimação de um regime autoritário, golpista, onde o sufrágio livre e universal se torna menos importante do que a opinião de jornais decadentes e de juízes desmoralizados e inimigos da democracia (O cafezinho)

Governador visita Maracás e Inaugura obras


 

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A tarde da quinta feira 29 de dezembro foi de movimentação na cidade de Maracás, por conta da visita do Governador Rui Costa e comitiva para visitar e inaugurar obras. Uma das obras foi a Praça da Bandeira que está em fase final de conclusão, Unidade de Saúde do Maracaizinho,  visitou o Centro de Especialidades Vida Ativa que está sendo ampliado, visitou outras obras em andamento, como creches e inaugurou duas quadras de esportes. Outras autoridades fizeram presenças à cerimônia, como o Presidente da Assembleia Legislativa da Bahia deputado Marcelo Nilo, deputado Euclides Fernandes, secretário de Agricultura da Bahia, Vitor Bomfim, prefeito Paulo dos Anjos que o recepcionou, prefeito eleito Soya, prefeita eleita de Itiruçu, Dra. Lorena, vereadores da terra e população. Na ocasião o Governador falou de ano de crise, mas disse que ainda vai inaugurar muitas obras em Maracás. Disse que o prefeito eleito Soya, vai encontrar um “bonde  andando”, pois são muitas obras que estão em andamento.

A reforma do trecho que dá acesso à Rua Castro Alves, num local conhecido por Baixinha, diante da expectativa da população, ficou um pouco a desejá, pois o esperado, quando foi anunciado, era que todo percurso, desde a rotatória, ao lado das casas populares até o calçamento da Castro Alves, receberia asfaltamento de brita, até porque é o acesso direto ao centro da cidade. Certamente vai picar para uma próxima  etapa na nova administração que terá, a partir de 01 de janeiro um novo chefe do executivo, que é Soya.

Num rápido bate papo com o deputado Euclides Fernandes, ele assegurou que vai trabalhar muito para ajudar Soya e consequentemente a cidade e sua gente, nessa jornada que se inicia, através de obras vindas do governo do estado. Disse que já vem sendo parceiro político do seu amigo Soya e que vai intensificar essa parceria para o bem de Maracás e o o povo.

O Secretário de Agricultura Vitor Bomfim, disse que diante da grande perda na agricultura, mas principalmente a pecuária que teve uma queda no rebanho considerada, onde os municípios mais afetados da região foram Maracás, Planaltino e Nova Itarana, dentre outros, devido a seca prologada, haverá uma luta para elevar ao patamar que estava antes de 2010, ou chegar perto. Sobre a questão do homem do campo, Bomfim disse que vai agregar tecnologia no sentido de orientação, para ver o que é mais viável, onde muitas lavouras novas, que são mais resistentes à seca, já estão tomando o lugar da mandioca e outras que requer mais chuvas, para que Maracás possa ter uma produção mais adequada ao que a terra oferece. Disse que esteve com Soya, o qual mostra um interesse muito grande em intensificar a produção nem só da pecuária, mas também o gado de corte e leiteiro. Vale lembrar que durante a campanha Soya já falava no potencial de Maracás, onde dizia que o que falta é uma política voltada para atender o homem do campo de uma forma mais ampliada e com sustentação.

 

Prefeita eleita de Itiruçu presente

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A prefeita eleita de Itiruçu, Drª. Lorena, marcou  presença e numa rápida entrevista ao blog e jornal Cafe Com Leite, disse que a expectativa é grande, para começar a trabalhar como prefeita, mas sabe da situação que passa Itiruçu, tanto é que a população estava insatisfeita, “ onde as urnas mostraram isso”, lembrou, mas que ela está pronta para trabalhar, procurar recuperar a amável Itiruçu e poder passar mais confiança para o povo. Lorena lembrou que a situação do Brasil não é boa, por motivo de várias crises, o que sempre respinga nos municípios, sobretudo os mais carentes, mas que ainda assim a dedicação vai ser grande, onde a prioridade é Saúde e Educação. “Digo isto, não por eu ser médica, mas por ter acompanhado de perto o clamor do povo por uma Saúde melhor”, comentou a prefeita e concluiu: “Um município e um povo só podem estarem bem se existir saúde e educação de qualidade”.

Maracás necessita de organização de trânsito


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Muitos motoristas que chegam da zona rural de Maracás, principalmente nos dias de sábado, talvez não entendam que uma rua conhecida por Beco do Moreira, por exemplo, já passou da hora de ser mão única, faltando escolher só o sentido. ficam, muitas vezes, tendo que dar longas marcha ré para dar passagem pra outro carro. Isso acontece nos dias de sábado e durante a semana também. A Rua Cônego Paulo Bento também, (antiga rua da cesta) é outra que tem que ser mão única.

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Esse local fica próximo à feira, na Rua Armando São Paulo, mas o que ninguém entende é que foi colocada a placa de contramão,

até aí tudo bem, mas deixar o pequeno canteiro em formato que não ajuda um motorista de caminhão seguir corretamente não tem coerência com a placa. É preciso que algum vereador faça a indicação para que o canteiro fique em formato da letra (O), com uma única planta ao meio, para que facilite os acessos. Falhas assim estão espalhadas por toda Maracás.

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Outros locais também carecem de mudanças, dentre eles a transformação do espaço que vem sendo utilizado quase que exclusivamente para os festejos juninos, uma vez por ano. Esse local combina mais com amplo estacionamento, pois, atualmente já existem no local dois bancos, várias lojas, onde constantemente faltam vagas para estacionamento. Com um canteiro no meio, seguindo o formato que já vem do ponto de táxi, surgirão mais vagas para estacionamento em ângulo em ambos os lados, bem como facilita as manobras de carretas que chegam para descarregarem nas lojas. Também pode se pensar num possível espaço para quiosques, não para bebidas alcoólicas, mas uma espécie de espaço de alimentação, onde certamente surgirá uma variedade de iguarias, sem fugir o projeto do estacionamento. Ainda falando do trânsito na cidade, o ideal no ponto de vista de muitos entrevistados pela Salles Publicações (Blog e Jornal Café com Leite), faria mão única na parte baixa da Praça Rui Barbosa, nas duas esquinas, ficando mão dupla a partir do começo da Rua Castro Alves. Já para quem vier pela Castro Alves sentido Centro da cidade, naturalmente ficaria contramão no começo da Praça, sendo obrigatório dobrar pelos fundos da Igreja Matriz, fazendo ali a opção para direita ou esquerda. Outro local que carece de mudança é um desbloqueio no canteiro na altura da esquina da prefeitura, (abaixo da famosa barraca do Marcelo) para que melhorem os acessos para quem venha, por exemplo, da Rua Cônego Paulo Bento e quer subir a João Pessoa. Também irá facilitar o acesso de quem vem pela parte superior da Praça Rui Barbosa e quer ir para as imediações da Caixa Econômica, por exemplo.

São mudanças fáceis e que vão fazer uma grande diferença no trânsito da cidade, bem como criação de muitas vagas para estacionamento.

Quebra Molas– A mesma coisa acontece com os chamados “Quebra Molas”, onde a maioria não possui placas indicando o mesmo, o que pode causar muitos acidentes principalmente para quem é de fora. Nesse caso, acontecendo casos assim, o motorista deve entrar na justiça e pedir o direito dele ter os seus prejuízos cobertos pela prefeitura que é a principal responsável. Serve também para qualquer cidade do território nacional, nem só na questão quebra bolas, mas também em outras mazelas que existem nas cidades como cratera abertas nas ruas, boca de lobo e muitas outras.

 

Zeca Braga com a turma do PSD num encontro com Rui Costa na UPB


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No dia 12 de dezembro o prefeito eleito de Planaltino, Zeca Braga, juntamente com toda galera do PSD esteve reunido com o governador Rui Costa para tratar de assuntos relacionados com Planaltino, pois no dia 01 de janeiro Braga tomará posse na cidade e quer contar com total apoio de chefe do poder executivo estadual. Vale lembrar que o prefeito eleito goza de grande amizade com o governador desde quando ele foi prefeito pela primeira vez e o governador Secretário de Estado.

Apesar das incertezas políticas e climáticas no Brasil, o povo espera uma administração que venha melhorar a qualidade de vida do mais preciso principalmente nas áreas de saúde e educação. Para isso será preciso ajuda do governo através das suas secretarias. Que tudo dê certo nessa sua segunda jornada, Zeca Braga.

O Estadão fala de “vacilos”de peixes grandes na Lava Jato, dentre eles o Cunha


Conheça os detalhes de como tudo começou na Lava Jato. Leia na íntegra

Por Fábio Fabrini

O Estadão publicou reportagem nesta terça (27) elencando alguns capítulos da Lava Jato que, para a força-tarefa, foram verdadeiros “vacilos” dos investigados. Esses vacilos facilitaram, em parte, o trabalho dos investigadores, como foi no caso da prisão de Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Youssef. O caso de Eduardo Cunha é de peixe que “morreu pela boca”. Se o ex-deputado não tivesse falado demais na CPI da Petrobras, não teria sido cassado e caído nas mãos do juiz Sergio Moro.

Em tempos de telefones criptografados e aplicativos de autodestruição de torpedos a complicar a vida de investigadores, alguns dos alvos da Operação Lava Jato, a maior investigação de corrupção da história do País, foram pegos porque vacilaram na tarefa de esconder os crimes dos quais são acusados. Houve quem fizesse prova contra si em depoimento, entregasse o cúmplice por mensagem e até deixasse que as câmeras de segurança instaladas em casa gravassem o próprio flagrante.

Os pequenos, mas decisivos deslizes, contribuíram para implicar Marcelo Odebrecht, ex-presidente da maior empreiteira do País, e arrastar 77 executivos para a “delação do fim do mundo”. Embasaram o pedido de prisão do ex-diretor da Petrobrás Paulo Roberto Costa, primeiro a colaborar com os investigadores em troca de redução de penas. Também permitiram a identificação do doleiro Alberto Youssef, cujo esquema, mais tarde confessado por ele, lavava dinheiro sujo para dezenas de políticos e empresários brasileiros. Até Antonio Palocci, ministro forte das eras Lula e Dilma, caiu na rede dos investigadores porque um dia, sem imaginar as consequências, alguém bobeou e escreveu mais do que devia.
Conheça os casos de quem vacilou na Lava Jato:

‘Primo, que primo?’

Foi monitorando as ligações de um BlackBerry do doleiro Adib Charter, dono do Posto da Torre, em Brasília, a partir de julho de 2013, que surgiram fortes evidências de uma imensa rede de lavagem de dinheiro. Nas ligações telefônicas, todos chamavam o principal operador do esquema de “primo”. Mas, afinal, quem era ele? A dica veio num fatídico telefonema, no qual um dos investigados se referiu ao personagem misterioso como “Beto”. Ao saber da novidade, três delegados correram à sala de escutas da Polícia Federal, como contou o jornalista Vladimir Netto no livro Lava Jato – O juiz Sérgio Moro e os bastidores da Operação que abalou o Brasil. Eles não tiveram mais dúvidas ao ouvir a voz de “Beto”. Era Alberto Youssef, cliente antigo de investigações de corrupção e que já havia sido grampeado outras vezes. Um deles, Igor Romário de Paula, tinha sido controlador de voo e conhecia o falar do doleiro desde que ele voava sobre o Paraná com produtos contrabandeados. Não fosse aquela ligação, o desenrolar do maior caso de corrupção do País talvez teria sido outro. O doleiro foi o segundo delator da operação. Entregou dezenas de políticos e empresários, e detalhou minuciosamente como se desviava dinheiro da Petrobrás.

Família unida

O ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás Paulo Roberto Costa nem estava entre os primeiros presos da Lava Jato, em 17 de março de 2014. Aposentado, levava uma vida confortável, e acima de suspeitas, como consultor. Ao “pescar” uma nota fiscal de R$ 250 mil na conta de e-mails de Alberto Youssef, a PF descobriu que o ex-dirigente da estatal havia ganhado uma Land Rover blindada do doleiro. Foi por causa desse primeiro tropeço que os investigadores pediram mandados de busca e apreensão em endereços de Paulo Roberto. Um segundo o levaria para a cadeia e para a delação premiada. Quando policiais foram vasculhar a Costa Global, empresa que o ex-diretor abrira na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, perguntaram ao chefe de segurança do edifício se percebera algo estranho. Assim se descobriu que as duas filhas e os dois genros dele tinham acabado de sair do local, levando bolsas cheias de documentos e dinheiro em espécie. A operação se deu enquanto os policiais buscavam as chaves do escritório na casa do ex-diretor. A tentativa de ocultar provas foi registrada pelo circuito interno de TV. O flagrante, em vídeo, foi decisivo para que o juiz Sérgio Moro, da 13.ª Vara, em Curitiba, mandasse prender Paulo Roberto três dias depois. As investigações mostraram que não só ele, mas as filhas, os genros e a mulher estavam envolvidos em corrupção e lavagem de dinheiro. Sob risco de ver toda a família processada e presa, o ex-diretor fez o primeiro acordo de colaboração da Lava Jato.

Cachorrada

Policiais interfonaram às 6h01 de uma quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015, numa casa da Rua Fala Amendoeira, na Barra da Tijuca, no Rio. Quem atendeu foi Lília Loureiro Esteves de Jesus, que, ao saber do mandado de busca e apreensão, avisou que prenderia os cachorros antes de abrir. Ela não foi ao canil. Encheu um volumoso pacote com dinheiro e papéis comprometedores, atravessou o quintal correndo, ultrapassou um obstáculo próximo à piscina e escapuliu por uma saída lateral. Os agentes da PF já se preparavam para invadir o imóvel quando, às 6h09, o portão foi aberto pelo marido de Lília, Guilherme Esteves de Jesus, suspeito de operar propinas pagas pelo Estaleiro Jurong Aracruz ao ex-diretor da Petrobrás Renato Duque e ao ex-gerente executivo Pedro Barusco, ambos da área de Serviços. A “limpeza” poderia ter dado certo, não fossem as dificuldades do investigado ao tentar explicar o paradeiro da mulher que atendera à campainha. Primeiro disse que só as filhas estavam em casa. Depois alegou que a esposa também estava ali, mas não soube precisar em que canto. Houve buscas, infrutíferas, pela desaparecida, até que os policiais descobriram 11 câmeras de segurança espalhadas pela área externa. O casal havia se esquecido de apagar as cenas, que registravam a tentativa de esconder provas. Numa delas, Esteves aparece escondido atrás de uma moita, conversando com a mulher, antes de ela escapulir pelo portão. Os dois acabaram denunciados por crime de embaraço às investigações.

Operação Miami

Enquanto Marcelo Odebrecht era preso no Brasil, em 19 de junho do ano passado, a secretária Maria Lúcia Guimarães Tavares estava em Miami. Havia sido convocada para uma reunião com o executivo Luiz Eduardo Soares, seu chefe no Setor de Operações Estruturadas, a “divisão de propinas” da empreiteira. O objetivo era prestar contas de “pixulecos” pagos a políticos e agentes públicos. Àquela altura, com a Lava Jato em seu encalço, a empresa tentava apagar os registros de que aquele departamento um dia existira. Maria Lúcia levou consigo pastas com planilhas e codinomes que indicavam os beneficiários do esquema. Poderia ter deixado tudo por lá, longe das vistas da Polícia Federal, mas voltou para o Brasil com o material e o deixou em casa, na Bahia, por oito meses, até que os investigadores bateram à sua porta com mandados de prisão e de busca e apreensão. Era 22 de fevereiro deste ano, e começava a 23.ª fase da Lava Jato, batizada de Operação Acarajé. Levada para a cadeia, ela foi a primeira e mais decisiva colaboradora da Odebrecht. Contou o que sabia, levando a cúpula do conglomerado a capitular e partir para a chamada “delação do fim do mundo”, com 77 executivos.

Sincericídio

O deputado Aníbal Gomes (PMDB-CE) já estava suficientemente enrolado na teia da Lava Jato quando prestou um depoimento à Polícia Federal em 27 de agosto do ano passado. Havia sido acusado por Paulo Roberto Costa de lhe oferecer suborno de R$ 800 mil para, quando diretor de Abastecimento da Petrobrás, facilitar um acordo que liberou R$ 62 milhões para empresas de praticagem (condução de navios em portos). Pela intermediação do negócio, o deputado teria dividido com três parceiros propina de R$ 6 milhões. A oitiva para a PF seguia o script dos advogados até que o congressista cometeu um inesperado sincericídio. Admitiu ter recebido de “amigos” e “parentes” doações de R$ 100 mil na campanha de 2014, mas que as declarou à Justiça eleitoral como sendo dinheiro dele próprio. Justificou que preferiu oficializar as contribuições assim porque as quantias eram “pequenas”. O tiro no pé rendeu piadas de procuradores e uma denúncia a mais contra Gomes, por fraude eleitoral. A acusação só não foi aceita pelo Supremo Tribunal Federal porque os ministros entenderam que, além da confissão, eram necessárias mais provas. Ele não escapou, no entanto, de virar réu por corrupção pelo suposto recebimento de dinheiro das empresas de praticagem. Este mês, o deputado e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), um de seus principais aliados, foram denunciados por ganhar propina, disfarçada de doações eleitorais, em troca de viabilizar a contratos da Petrobrás com a empreiteira Serveng.

Enigma à romana

A Lava Jato passou meses tentando decifrar os codinomes lançados nas planilhas que discriminavam as propinas da Odebrecht. Primeiro achou ser o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, nascido em Gênova, o “italiano” que recolhia milhões ilegalmente para o PT. Pista falsa. Foi uma incauta mensagem de 2009, enviada pelo ex-presidente do grupo Marcelo Odebrecht, atualmente preso em Curitiba, ao então diretor de Relações Institucionais, Alexandrino Alencar, o que contribuiu decisivamente para implicar Antonio Palocci. “Vc marcou alguma coisa com o Italiano na 2ª? Se não, vou ligar para Brani hoje para tentar marcar”, escreveu o executivo. Brani era o apelido de Branislav Kontic, principal assessor do ex-ministro da Fazenda e da Casa Civil nas eras Lula e Dilma. Odebrecht também recorreu ao diminutivo em e-mails enviados diretamente ao auxiliar de Palocci. Ao analisar as comunicações e outras provas, o juiz Sérgio Moro se convenceu e mandou Palocci para a cadeia. Foi em 26 de setembro, na Operação Omertà, 35.º fase da Lava Jato.

Morto pela boca

Políticos, em geral, fazem o diabo para evitar exposição em comissões parlamentares de inquérito (CPIs). O ex-presidente da Câmara e deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), num episódio decisivo, não agiu como exemplar convencional de sua espécie. Mesmo sem ser convocado, decidiu ir espontaneamente à comissão que investigava corrupção na Petrobrás, em março de 2015. Era um ambiente de cordialidade, preparado pelos aliados para poupá-lo de perguntas embaraçosas. Mas ele próprio afirmou: “Não tenho qualquer conta em qualquer lugar que não seja a que está declarada em meu Imposto de Renda”. Foi por causa da declaração, após a Procuradoria-Geral da República (PGR) indicar o contrário, que ele passou a responder a um processo de quebra de decoro parlamentar por “mentir publicamente”. Em setembro último, foi cassado, perdeu o foro privilegiado e seu processo foi enviado à Justiça Federal no Paraná. No mês seguinte, o juiz Sérgio Moro mandou Cunha para a prisão. A justificativa de que as contas na Suíça eram trustes, movimentados por terceiros responsáveis por gerir seu patrimônio, não colou nem com os procuradores da Lava Jato e nem com os seus pares no Congresso.

Ele ‘deu a Elza’

“Gato gordo” da Lava Jato, no jargão dos policiais, o então presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), dedicava boa parte de suas declarações públicas a negar que movimentava dinheiro no exterior. Era outubro de 2015 e João Augusto Henriques, considerado o operador do PMDB, revelara em depoimento prestado no mês anterior ter aberto uma conta na Suíça para pagar propina ao peemedebista. Contou que o dinheiro teria vindo de um contrato da Petrobrás relativo à compra de um campo de exploração no Benin, África. O Ministério Público suíço recém-enviara à Procuradoria-Geral da República (PGR) investigações apontando as contas secretas do deputado. Quando o vasto material veio à tona, um detalhe chamou atenção: Cunha fornecera o nome da própria mãe como contrassenha a ser usada em consultas ao banco Julius Baer. Entre os procedimentos de segurança, a instituição, especializada em gerir fortunas, exigia que o cliente respondesse a uma pergunta secreta para acessar o serviço de help desk (suporte técnico) quando necessário. O peemedebista optou por “O nome de minha mãe”. A resposta: “Elza”. GGN