GOLPE QUE É GOLPE TEM QUE SER COM LETRAS GRANDES: COM APOIO DOS NOBRES DEPUTADOS TEMER VENDE TUDO DE UMA VEZ


Numa verdadeira blitz durante a Copa, Temer entrega a Embraer e sua base aprova a venda de novos lotes gigantescos do pré-sal e de seis distribuidoras da Eletrobrás; embora o golpe seja uma tragédia para o povo brasileiro, patrocinadores estrangeiros recebem a fatura atestada e carimbada pelo governo brasileiro diante da paralisia cognitiva da Copa do Mundo.

Pois é: Enquanto o povo pula e berra de olho na tela da Globo para vê o Brasil ganhar, o Temer com a sua turma, vai vendendo o que é nosso. É preciso que se marque estes deputados que nada tem de respeito por seus eleitores. O Temer? não, esse não precisa marcar, esse está com 4% de aprovação do seu governo, que deve ser a parentela dos deputados que lhe auxiliam. Na verdade, a Copa do Mundo se mostrou muito útil a Temer e a seus sócios políticos do PSDB, de posse, ambos, do maior projeto anti-soberania já executado por um governo brasileiro.

A diversão da Copa aglutina toda a pauta noticiosa da imprensa corporativa que ainda tem o poder de conduzir parte significativa do debate público brasileiro – com sua estrutura, correspondentes e investimento pesado na prospecção tradicional de informações, ainda que ferozmente enviesadas por seus cães de guarda editoriais –, e deixa Brasília às moscas.

 

O senso de oportunidade do governo foi calculado e muito facilitado por esse comportamento subserviente e deslumbrado da imprensa tradicional. O rescaldo do prejuízo para o país beira o descomunal: campos imensos do pré-sal foram leiloados pela miséria habitual que as multinacionais costumam pagar a países sem governo e ao sabor da chantagem.

O deputado Carlos Zarattini denunciou nas redes sócias o descalabro que é o Congresso Nacional operar de maneira açodada e acelerada para cumprir o prometido do golpe às patrocinadoras de sua execução. Só em um dia, foram R$ 5 bilhões em cessões amplas do subsolo, repletas da atrativa incerteza de serem muito mais ricas e produtivas no que diz respeito à prospecção petrolífera. Ou seja: vende-se rapidamente e muito barato aquilo que é patrimônio imenso, estratégico e de longo prazo.

Não bastasse os campos do pré-sal, Temer se desfaz com a precipitação dos oportunistas de tudo aquilo que for possível vender antes do término de um mandato tampão e entreguista, com bônus para a janela da Copa, que hipnotiza uma classe média já anestesiada pelo golpe que patrocinou e sofreu.

Eletrobrás e Embraer entram na dança do ‘corre-corre’ para vender em ritmo de liquidação. Até o TCU, anteparo histórico para gerenciamentos de patrimônio público, foi devidamente domesticado e aparelhado por Temer e sua rede de chantagens: o Tribunal recolheu uma regulação que ele próprio instituiu há pouco mais de seis meses e desobrigou o governo de enviar informações para análise do Tribunal 150 dias antes da venda de algum ativo público.

Em suma, ficou muito fácil para o governo: Copa em andamento, imprensa amordaçada pela crônica esportiva e tribunais de controle adestrados como cãezinhos solícitos e bem educados.

Na xepa do golpe e nos interstícios da eleição truncada sob chantagem do judiciário, Temer entrega lotes e mais lotes de patrimônio como forma de agradecimento terminal em sua passagem por um Planalto que amarga os piores dias de sua existência. Com informação do 247.

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Deputado da bancada evangélica levou homem apontado como chefe da máfia chinesa a cerimônia de Temer. Por Zambarda


O DCM divulgou no dia 27 de junho, com exclusividade, que Mário Yê Sui Young esteve na cerimônia que estabeleceu a data de 15 de agosto como o Dia Nacional da Imigração Chinesa no Brasil.

Michel Temer com Mário Yê Sui Young, apontado como o “Cabeça de Dragão”, no Planalto. Fausto Pinato aparece à esquerda. Imagem exclusiva do DCM

 

Young é apontado há pelo menos três anos como um chefe da máfia chinesa com sede em São Paulo. Seu apelido é “Cabeça de Dragão”.

Michel Temer com Mário Yê Sui Young, apontado como o “Cabeça de Dragão”, no Planalto. Fausto Pinato aparece à esquerda. Imagem exclusiva do DCM
No evento, Mário apareceu em fotos cumprimentando Michel Temer. O encontro do presidente da República com um homem acusado de crimes de contrabando no país não se deu por acaso.

Uma investigação da Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) prendeu 14 pessoas ligadas a uma quadrilha que costumava extorquir, sequestrar e matar chineses em março de 2017 com ligações na máfia. As prisões ocorreram em São Paulo e em Guarujá e tinham conexão com contrabando no Porto de Santos. O presidente Temer é investigado no chamado “inquérito dos portos”, acusado de editar um decreto para favorecer empresas portuárias em troca propina no período entre 2013 e 2017.

Quem está por trás da viagem do Cabeça de Dragão ao Planalto?

O responsável por isso é o deputado federal Fausto Pinato, do PP de São Paulo. Natural de Fernandópolis, no interior paulista, ele é advogado e tem 41 anos.

Mário Yê com Fausto Pinato, ao centro, num encontro com autoridades chinesas. Foto: Reprodução/Instagram
Evangélico, o deputado é ligado à Congregação Cristã no Brasil, onde atuou como músico. Mas sua vida pública política começou no PRB de Celso Russomanno. Por conta da votação expressiva dele, Fausto Pinato venceu a eleição de 2014.

Entre as empresas que doaram para sua campanha eleitoral estão Constran, Construcap e Queiroz Galvão. São empreiteiras investigadas na Operação Lava Jato. O seu patrimônio declarado na eleição era de R$ 117 mil.

Mário Yê, à esquerda, com Fausto Pinato, na mesma cerimônia que foram recebidos por Temer. Imagem exclusiva mandada ao DCM.

 

Eleito deputado, deixou em março de 2016 o PRB para entrar no PP, o partido com mais acusados na Lava Jato.

Apoiador de Michel Temer, Fausto Pinato chegou a ser relator do processo no Conselho de Ética de Eduardo Cunha, mas renunciou ao cargo dando a cadeira para o PRB. Após o golpe de Temer contra Dilma, transformou-se num defensor do presidente, chamando o delator Joesley Batista e sua empresa de “quadrilha da JBS”.

No mesmo ano que entrou no PP, Pinato se integrou com a Frente Parlamentar Brasil-China e, desde agosto de 2017, fez uma parceria com a Associação Chinesa do Brasil.

Desde então, Fausto Pinato foi visto na companhia de Mário Yê Sui Young. Celso Russomanno teria participado de algumas reuniões dessa frente.

Young foi acusado de ser chefe da máfia chinesa num esquema de contrabando com sede em São Paulo pelo site Metrópoles em 2015. O esquema do Cabeça de Dragão funciona, de acordo com a reportagem, na Rua 25 de Março e na Feira da Madrugada.

Essas acusações não inibiram Pinato de se aproximar de Mário Yê Sui Young. Num post de 18 de junho deste ano no Instagram, Fausto Pinato fala de um encontro com o prefeito da cidade chinesa de Dongguan e aparece sentado numa almoço ao lado do homem acusado de ser chefe de máfia.

Young e Pinato aparecem em outras imagens juntos em ações da Frente Parlamentar Brasil-China

Na cerimônia do Dia Nacional da Imigração Chinesa no Brasil, com a presença de Michel Temer, Fausto Pinato não postou mais fotos com Young em suas redes sociais. O DCM obteve, no entanto, imagens que ele aparece com o homem acusado de ser o Cabeça de Dragão da pirataria em São Paulo.

O DCM procurou Fausto Pinato para prestar esclarecimentos. Ele diz que tem boa relação de amizade com as associações chinesas que ajuda politicamente.

“E esse trato se estende à Associação Chinesa do Brasil, da qual o senhor Mário Yê é presidente honorífico”, explicou.

Pinato afirma que a viagem de Mário Yê Sui Young foi de responsabilidade da Associação Chinesa do Brasil. E o deputado foi questionado se não vê nada de errado ao se associar com um homem acusado de ser chefe de máfia ou de conduzi-lo a um encontro com o presidente da República.

Aproximação de Fausto Pinato com a Associação Chinesa do Brasil. Mário Yê está à direita. Foto: Reprodução
“Seria antes um dever que todas as acusações contra qualquer cidadão fossem apuradas, antes de condenadas pela opinião pública ou pela imprensa. Não conheço a história do senhor Mário Yê, logo não posso fazer esse tipo de juízo. Deixo para que a Justiça julgue. Partindo de uma opinião pessoal, acredito que se fosse verdade as acusações, certamente ele já teria sido processado, condenado e preso. O meu papel é de representar a comunidade chinesa no Brasil, não de segregar ou julgar a conduta dos membros que a pertencem”, respondeu.

Mário Yê, à esquerda, com Fausto Pinato, na mesma cerimônia que foram recebidos por Temer. Imagem exclusiva mandada ao DCM.
Procurada, a assessoria da Presidência da República não respondeu ao DCM.

Já a Associação Chinesa do Brasil possui um site desatualizado desde 2016 na internet com conteúdo originalmente em chinês. Na página, aparece como presidente Zhu Suzhong, Liu Wei como presidente de supervisores e Zhang Liqun como secretário. Nem a imagem ou o nome de Mário Yê Sui Young aparecem no site oficial. Pinato diz que ele é “presidente honorífico” da entidade.

Procurada, a Associação Chinesa do Brasil não respondeu. Matéria na íntegra do DCM.

 

Pai improvisa prótese para amamentar filha.


Fotos: reprodução / FacebookFotos: reprodução / Facebook

As fotos de um pai amamentando a filha, após a mãe ter complicações no parto, estão correndo o mundo.

Maxamillian Kendall Neubauer é de Wisconsin, nos Estados Unidos. Como a mãe, Rosalie, teve que ficar no hospital para se recuperar, a bebê foi levada para casa pelo pai.

Ele conta que a enfermeira falou que seria necessário alimentar a menina e sugeriu que o pai desse uma “amamentação real” e fazer mais do que é esperado de um homem.

A enfermeira colocou no mamilo de Max um protetor de plástico, ligado a uma seringa com leite. E ele mostrou que é capaz.

Em seguida o pai postou as imagens nas redes sociais para mostrar que o pai também pode “amamentar” e fazer mais do que é esperado de um homem.

Mais de 44 mil pessoas curtiram e 30 mil compartilharam as imagens.

Depois disso, Max apareceu amamentando a filha nos principais portais de notícias do mundo e em programas de TV.

A importância do gesto dele representa também o vínculo que o bebê precisa ter com a mãe – nesse caso, o pai – que faz toda diferença no desenvolvimento da criança ao longo da vida.

Max disse que fez isso apenas para ser um bom pai.

Foto: reprodução / Facebook

Foto: reprodução / Facebook

Com informações da Fox8

Mulher de 92 anos mata filho para evitar ser mandada para asilo


Filho de Anna Mae Blessing queria que mãe se mudasse para um asilo porque ‘ficou difícil conviver com ela’.Americana de 92 anos atirou e matou seu filho, de 72, para evitar ser mandada para asilo (Foto: Maricopa County Sheriff’s Office/BBC)

Americana de 92 anos atirou e matou seu filho, de 72, para evitar ser mandada para asilo (Foto: Maricopa County Sheriff’s Office/BBC)

 

Uma americana de 92 anos matou a tiros seu filho, de 72 anos, para evitar ser mandada para um asilo, diz a polícia local.

Anna Mae Blessing, que foi acusada de homicídio, discordou das intenções de seu filho de colocá-la em um asilo por alguns dias, de acordo com documentos judiciais.

“Você tirou minha vida, então eu estou tirando a sua”, disse ela ao ser retirada da casa que compartilhava com o filho e a namorada dele no Arizona. Blessing disse à polícia que pretendia se matar após o crime.

O crime aconteceu na manhã da última segunda-feira na cidade de Fountain Hills, no condado de Maricopa, segundo registros policiais obtidos pela imprensa local.

O filho de Blessing, cujo nome não foi divulgado, queria que a mãe se mudasse para um asilo porque “ficou difícil conviver com ela”.

A mãe então escondeu duas armas de fogo em sua bolsa antes de confrontá-lo no quarto dele, disse a polícia em um comunicado.

Durante a discussão, ela pegou um revólver, comprado na década de 1970, e atirou contra o homem.

A polícia encontrou o filho de Blessing morto, com dois ferimentos de bala no pescoço e na mandíbula.

Blessing ainda apontou a arma para a namorada de 57 anos de seu filho, que conseguiu tomá-la e atirá-la em um canto do quarto.

A idosa então sacou uma segunda pistola, que contou depois à polícia ter ganhado de seu falecido marido na década de 1970.

A namorada do filho também conseguiu tirar essa segunda arma das mãos de Blessing antes de fugir e ligar para o xerife.

A polícia encontrou a mulher em uma cadeira reclinável em seu quarto. Mais tarde, ela disse que, por causa de suas ações, merecia que pusessem fim à sua vida.

Ela é acusada por homicídio qualificado, com agravante de sequestro, e sua fiança foi fixada em US$ 500 mil (cerca de R$ 1,95 milhão). Com informações do G1.

WALTER SALLES DENUNCIA RETROCESSO DE 20 ANOS EM DOIS COM O GOLPE


 

Diretor consagrado e discreto, Walter Salles denuncia o retrocesso sofrido pelo país nos últimos dois anos. Vinte anos depois de seu sucesso “Central do Brasil”, filme que retratava um país em busca de identidade, ele vê um Brasil pior do que aquele momento e considera o governo Temer pior do que o governo Collor.

Herdeiro da tradicional família de banqueiros que apoiou o golpe, Walter Salles se mantém crítico e discretamente distante da condição de pertencer a elite financeira do país. Em entrevista à Folha, ele faz comentários importantes sobre política, mas também perpassa a inflexão de linguagens e de tecnologias. Salles entende que o sistema stream começa a prevalecer e que há a necessidade de se ter uma cota para a produção brasileira.

Leia trechos da entrevista:

“’Central’ foi lançado em 1998, mas a ideia do filme tomou corpo pouco antes de rodarmos “Terra Estrangeira,” em 1995, ainda sob o impacto do desgoverno Collor. Além do caos econômico, o país vivia uma profunda crise de identidade, e a produção cinematográfica tinha caído a zero. O recomeço do cinema, naquele momento, foi marcado pelo desejo de reencontrar um reflexo brasileiro na tela, de dar voz a um não dito que estava represado. As cartas que pontuam o filme respondem a essa percepção. A busca de Josué pelo pai é também a busca por um país. Já a trajetória de Dora no filme é claramente um processo de ressenssibilização, após 25 anos de ditadura militar e dos anos Collor. Hoje, como o próprio governo propaga, andamos 20 anos em 2. Só que para trás. Considero o governo atual um desastre comparável ao de Collor. Representar esse momento na ficção é uma tarefa complexa, tal a rapidez da degradação. É um tempo mais propício aos registros urgentes, documentais.

(…

A Cinemateca Brasileira foi considerada uma das cinco melhores do mundo, pouco antes da intervenção que a paralisou. Destruir um centro de excelência desse foi um gesto absurdo, que permanece mal explicado até hoje. Ele é revelador, por outro lado, de como aqueles que governam o país desprezam a nossa memória cultural.

Lei mais aqui

 

Honestidade de ambulante do Senegal no Rio comove web


Foto: reprodução / Facebook

Foto: reprodução / Facebook

Alguns dirão que este homem do Senegal não fez mais do que a obrigação. Nós diremos: a honestidade tem que ser mostrada e comemorada sempre, para inspirar mais pessoas a serem assim.

Em apenas dois dias, o post da história do senegalês – que trabalha como ambulante no Rio de Janeiro – foi curtido mais de 354 mil vezes e compartilhado por 70 mil pessoas no Facebook.

O ambulante Moussa, de 30 anos, foi vender óculos de sol para a auxiliar administrativa Juliana Figueiredo, de 27, na praia da Barra. Ela comprou, mas houve um erro de digitação na maquininha de cartão. Em vez de cobrar 35 reais, foi debitado o valor de 350 reais.

Juliana não percebeu: “Usei o cartão e na claridade, nem vi valor… como tento salvar o mundo, nunca peço a 2°via do comprovante! Ele se foi e eu continuei a beber minha cerveja”, contou em seu perfil no Facebook.

De repente, o Senegalês volta correndo, apavorado, tentando falar algo que Juliana não entendia.

“Se passaram alguns minutos e lá vem ele. Desesperado! Dizendo que “vender óculos 350,00”. Eu ri sem entender, e ele insistindo, nervoso… “. Ela só compreendeu o que havia acontecido quando entrou no app do Banco e viu o débito de 350 reais.

“Quase infartei. Ele usa a máquina da pagseguro que só deposita o valor no dia seguinte. Ele chamou outro colega que falava português melhor, e me explicou o que fazer… pediu desculpa, jurou que não foi por maldade… gente, se ele não volta eu nem ia saber!”, escreveu.

Acabou dando tudo certo. O valor foi estornado: “Falei pra ele cobrar 50 e me devolver 300. Assim ele fez”.

Recompensa

“É bom a gente poder ajudar, além de ser ajudada. Ele me fez um favor e agora quero ajudá-lo”, disse Juliana em entrevista ao SóNotíciaBoa.

Agradecida, primeiro ela decidiu dar uma pequena recompensa a Moussa por seu ato de honestidade. Na verdade, o presente foi para o filho dele.

“A foto do zap dele é um menino, perguntei se era filho dele, ele disse que sim. Comprei um carrinho de 20,00 e levei pra ele. O sorriso que ele deu, mudou meu dia. Ele ficou mais feliz por eu ter levado o carrinho, do que ter dado um dinheiro a mais”.

“Eu não tenho palavras pra agradecer a honestidade dele, que mesmo na sua dificuldade, preferiu fazer o certo… ainda existem pessoas boas. Ainda existe esperança. Ainda há fé num mundo melhor.
Espero que atitudes como essas, se multipliquem!”, escreveu Juliana no Facebook.

Emprego

Depois da recompensa, a jovem decidiu pedir ajuda para o senegalês, que está desempregado.

“GENTE, ELE E O AMIGO PRECISAM MUITO DE EMPREGO. SE ALGUÉM SOUBER DE ALGO, POR FAVOR, ENTRE EM CONTATO!!! A FAMÍLIA DELE AINDA ESTÁ EM SENEGAL.. ELE É SOZINHO AQUI E SÓ QUER UMA OPORTUNIDADE!!!.”, finalizou Juliana.

Veja o post:

Fonte:SóNotíciaBoa

Regras do Grupo Globo para redes sociais impõem censura prévia a jornalistas, diz FENAJ


Do site oficial da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ).

A Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), entidade máxima de representação da categoria, vem a público denunciar e repudiar a censura prévia que o Grupo Globo estabeleceu para os seus jornalistas contratados.  A pretexto de estabelecer “diretrizes para o uso de redes sociais”, o Grupo Globo atenta contra a liberdade de expressão dos jornalistas, impedindo, sob ameaça, os profissionais de se manifestarem em redes sociais, as que existem e que as vierem a existir.

As “diretrizes” do Grupo Globo afrontam os direitos e garantias fundamentais da Constituição Cidadã de 1988. O artigo 5º da Constituição Federal, em seus incisos IV, VIII e IX, assegura que é livre a manifestação do pensamento, que ninguém será privado de direitos por convicção filosófica ou política e que é livre a atividade intelectual, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença.

Já em seu artigo 220, que trata da Comunicação Social, a Constituição Federal também expressa que a manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo, não sofrerão qualquer restrição.

Pelas novas “diretrizes”, os jornalistas do grupo empresarial não podem compartilhar mensagens que revelem posicionamentos políticos, partidários ou ideológicos, mesmo em grupos em que se exige a confiança absoluta em seus participantes.

Nas redes sociais, os jornalistas devem se abster de expressar opiniões políticas, promover e apoiar partidos e candidaturas, defender ideologias e tomar partido em questões controversas e polêmicas que estão sendo cobertas jornalisticamente pelo Grupo Globo.

Os jornalistas, chamados de comentaristas, analistas ou colunistas de opinião, devem ter uma atuação na rede social que não permita a percepção de que são militantes de causas e que fazem parte da luta político-partidária ou de ideias. A eles, como a todos, é vedado apoiar candidatos ou partidos, dentro e fora de eleições.

Os jornalistas do Grupo Globo também ficam impedidos de fazer publicidade, mesmo que indiretamente, ao citar ou se associar a nome de hotéis, marcas, empresas, restaurantes, produtos, companhias aéreas etc. Isso também não deve acontecer em contas (em redes sociais) de terceiros, e o jornalista deve zelar para evitar tais ocorrências.

Não satisfeito em cercear a liberdade de expressão, a livre manifestação do pensamento e privar o direito do jornalista de manifestar suas convicções políticas, o Grupo Globo também amordaça os seus colaboradores não-jornalistas. Proíbe os profissionais de outras áreas de atuação de declarar voto ou fazer propaganda para candidatos ou partidos no material produzido especificamente para os veículos para os quais trabalham.

Ao impor as novas “diretrizes”, incorporadas aos “Princípios Editoriais”, datados de 2011, o Grupo Globo amordaça os seus profissionais, estabelecendo a censura prévia. As “diretrizes” aparecem como “recomendações”, mas fica evidente que quem não segui-las será responsabilizado e sofrerá consequências.

“As regras são válidas para todos os jornalistas do Grupo Globo e devem ser rigorosamente observadas. As chefias diretas ficam com a incumbência de implementá-las, torná-las uma realidade e, em caso de faltas por parte de jornalistas, dividir os episódios com a direção de redação do veículo, que decidirá então se é o caso de levá-los à apreciação do Conselho Editorial do Grupo Globo”, estabelecem as “diretrizes”.

 

Em carta aos jornalistas, João Roberto Marinho tenta justificar o injustificável, afirmando que o objetivo da medida é garantir a isenção, princípio basilar do Jornalismo. Paradoxalmente, Marinho esquece que a isenção jornalística nunca foi a marca do Grupo Globo que, inclusive, já veio a público pedir desculpas por ter apoiado a ditadura civil-militar.  E, provavelmente, terá de vir a público no futuro pedir desculpas pelo apoio ao golpe político de 2016.

A FENAJ não admite o estabelecimento da servidão intelectual e, junto com os Sindicatos de Jornalistas do país, vai procurar as medidas legais cabíveis, tanto na Justiça do Trabalho quanto na Justiça comum, para pôr fim à censura prévia estabelecida e devolver a dignidade aos jornalistas do Grupo Globo

 

Por Joaquim de Carvalho: Vem aí mais uma farsa. Vazamento da delação de Palocci confirma a suspeita.


Aos poucos, com os vazamentos da Polícia Federal que começam a alimentar a velha imprensa, se vai conhecendo detalhes da farsa da delação de Antonio Palocci.

O Globo publica hoje um ponto do acordo feito entre a PF e o ex-ministro da Fazenda, homologado no dia 22 de junho pelo desembargador João Pedro Gebran Neto, do Tribunal Regional Federal da 4a. Região.

 

O acordo está sob sigilo, mas tal condição não impediu que “fontes da PF” liberassem parte do seu conteúdo: Palocci vai entregar os arquivos dos computadores da sua consultoria, que estavam desaparecidos.

Quando a PF fez a operação de busca e apreensão na sede da consultoria do ex-ministro em São Paulo, em setembro de 2016, encontrou monitores, teclados e mouses, mas não o desktop — no lugar, havia notebooks novos.

A imagem pode conter: comida e texto

Esse cenário, aparentemente montado para dissimular a retirada dos desktops com os arquivos mais importantes da consultoria, é que teria levado ao pedido de conversão do decreto de prisão temporária do ex-ministro em prisão preventiva, condição que o mantém encarcerado até hoje.

No acordo homologado pelo desembargador Gebran, Palocci prometeu entregar o conteúdo dos arquivos, mas fará isso através de uma perícia particular.

Segundo o jornal, os dados dos computadores da Projeto (nome da empresa de Palocci) ainda não foram entregues à PF porque estão passando por uma análise de peritos contratados por Palocci.

Os consultores particulares estariam fazendo esse serviço para “facilitar o trabalho dos investigadores”: organizarão “o material de maior relevância”, supostamente filtrariam apenas os conteúdos que envolvem crimes.

Aí é que está o perigo, a manobra para proteger alguns e incriminar outros, sem falar na possibilidade de forjar provas.

Exagero?

Quando a Odebrecht celebrou acordo de delação premiada, também foi feita essa filtragem antes, através de uma empresa suíça, a FRA.

A empresa fez supostas “cópias forenses” do sistema My Web Day (contabilidade) e Dousys (comunicação, tipo whatsapp), armazenados em servidores da Suíça. A PF recebeu um HD e alguns pen drives.

Ao mesmo tempo em que se tornavam públicas as inconsistências de alguns arquivos, claramente adulterados, a defesa do ex-presidente Lula contratou uma empresa inglesa para fazer uma perícia dessas cópias.

A CCL, que tem entre seus integrantes antigos peritos da Scotland Yard, concluiu que não é possível garantir que não houve havido adulteração, pois, para ter essa garantia, era preciso comparar as cópias com o sistema original.

Mas este sistema original está inacessível, já que foi cadeado digitalmente e ninguém consegue abri-lo.

Em outras palavras, as cópias extraídas pela FRA são imprestáveis do ponto de vista forense.

Isso não impediu, entretanto, que houvesse decreto de prisão e até condenação com base nas “provas” fornecidas pela Odebrecht.

A maior evidência de que provas foram forjadas no caso da Odebrecht é a revelação de documentos por parte do advogado Rodrigo Tacla Durán, que prestou serviços para a Odebrecht e hoje mora na Espanha.

O juiz Sergio Moro, no entanto, indeferiu todos os pedidos de que ele fosse ouvido como testemunha.

Tacla Durán, que tinha acesso ao Drousys da Odebrecht, possui extratos e planilhas originais e os comparou com as cópias juntadas pelo Ministério Público Federal: são diferentes.

No caso da Odebrecht, outro indício de que o sistema foi adulterado é o depoimento de um diretor da empresa, Fernando Migliaccio.

Ele admitiu que, em 2015, antes que as supostas cópias dos sistemas da Odebrecht fossem entregues, houve reunião de executivos da empresa em Madri, na Espanha.

Lá, decidiram tomar providência para se protegerem. Tacla Durán contou que participou dessa reunião e ali houve a decisão de cortar o tracking do dinheiro, isto é, impedir seu rastreamento.

Segundo o advogado que Moro se recusa a ouvir, foi assim, por exemplo, que contas do publicitário João Santana desapareceram das planilhas entregues à Lava Jato em Curitiba.

No caso de Palocci, a PF diz que ele entregará também os HDs originais, assim como a Odebrecht fez no caso do acordo de leniência dela. Mas para que serviram? Ninguém abriu.

O que está em jogo, além da saída dele da prisão para usar tornozeleira eletrônica em casa durante algum tempo, é a quantia de R$ 30 milhões da empresa de consultoria, que estão bloqueados.

Segundo o acordo, caberá a Moro decidir sobre sua liberação — há alguma dúvida de que, depois de dizer a Moro o que este quer sobre Lula, o dinheiro será liberado?

A Odebrecht também recebeu varias imunidades em troca da entrega do seu sistema e do depoimento dos seus executivos. Mas, quando ficou evidente que ela havia entregado gato por lebre, o acordo não foi rescindido.

Pelo contrário: ao manterem as cláusulas do acordo, os agentes do Estado chancelaram o que fez a empresa. Com Palocci, tudo indica o mesmo caminho.

O ex-ministro, ao oferecer a Moro a cenourinha da grande empresa de comunicação (leia-se Globo) que ele ajudou a não quebrar, lubrificou a engrenagem que levou ao acordo.

Hoje, o jornal do grupo publica o vazamento de que Palocci vai entregar os arquivos da consultores, depois de bondosamente peritos contratados por ele selecionarem o que vale a pena ser investigado.

Quem acredita que os dados (ou registro de pagamentos, sabe-se lá) referentes à grande empresa de comunicação estarão nesses arquivos? Com informações do DCM.

.x.x.x.

PS: O vídeo sobre a recompensa de Palocci para entregar Lula:

STF X Moro na gestão Toffoli. Por Helena Chagas


 

Helena Chagas: Conforme matéria divulgada do DCM, nesses quatro anos de Lava Jato, foram poucas as ocasiões em que o STF peitou o juiz Sergio Moro. A maioria esmagadora das decisões de Curitiba vem sendo aceita pela Corte Suprema do país, sobretudo pelo relator da Lava Jato, Edson Fachin, e pela chamada maioria lavajatista no plenário, ainda que exígua. Mas esta situação pode estar prestes a mudar.

A decisão de ontem à noite do ministro Dias Toffoli de mandar suspender a ordem de Moro para que o ex-ministro José Dirceu, solto na semana passada pela Segunda Turma, usasse tornozeleira, é exemplo disso. Mais do que uma questão de importância, foi uma forma de Tofffoli, que assume a presidência do STF em setembro, avisar aos navegantes de Curitiba que as coisas vão mudar por lá.

O futuro presidente do STF forma ao lados da turma dos garantistas, concentrados na Segunda Turma: Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Celso de Mello. Junto com Marco Aurélio, que é da primeira, somam cinco votos no plenário, que às vezes tem, e às vezes não tem, o apoio de Rosa Weber, uma espécie de fiel da balança.

As maiorias apertadas dificilmente vão mudar com a troca de presidentes no Supremo, mas o poder de pauta – enorme – muda de mãos. Muita gente já prevê para setembro mesmo o julgamento ds ADINS sobre a prisão após condenação em segunda instância.

Há ainda outras razões que levam a crer que o STF começará a enfrentar Moro de forma mais incisiva. Até porque o incômodo com a desenvoltura do juiz de primeira instância no Supremo tem ido além dos garantistas.

Além disso, a altíssima popularidade do juiz perdeu fôlego  depois da prisão de Lula e dos noticiários sobre auxilio moradia e outros privilégios dos juízes. Sua aprovação ainda é alta, mas o juiz de Curitiba vem perdendo aquela aura de intocabilidade dos primeiros tempos de Lava Jato.

Teremos uma temporada animada no STF depois do recesso.

Bombeiros resgatam sucuri de cinco metros em comunidade rural em Guatapará, SP


 

Sucuri foi resgatada pelos bombeiros e levada à área no Rio Pardo, em Ribeirão Preto, SP (Foto: Divulgação)

Sucuri foi resgatada pelos bombeiros e levada à área no Rio Pardo, em Ribeirão Preto, SP (Foto: Divulgação)

Uma sucuri com cinco metros de comprimento foi capturada pelo Corpo de Bombeiros nesta segunda-feira (2) em Mombuca, comunidade rural em Guatapará (SP).

Segundo a corporação, o animal estava em um sítio e foi achado pelos moradores. A cobra foi capturada e colocada em uma gaiola para ser transportada. O tamanho do bicho chamou a atenção dos bombeiros, que posaram para foto antes de soltá-la em uma área de natureza, às margens do Rio Pardo, em Ribeirão Preto (SP).

A sucuri ocorre com frequência em regiões de cerrado e não são venenosas. Elas vivem em áreas próximas a córregos e rios. Uma cobra fêmea adulta pode chegar a medir oito metros. Fonte:G1.

Brasileiros limpam estádio após vitória contra México


Foto: reprodução Instagram

Foto: reprodução Instagram

A boa moda está pegando! Os brasileiros estão firmes no propósito de cidadania e de causar uma boa impressão para os russos.

Assim que terminou o jogo Brasil 2 x 0 México, eles mais uma vez foram limpar o estádio.

Um exemplo que começou com as torcidas do Japão e Senegal e fez seguidores.

Os brasileiros entraram nessa onda de limpeza logo após a partida entre Brasil e Sérvia, como o SóNotíciaBoa mostrou.

Assim como a força que vem dando pra Seleção Brasileira, o Movimento Verde Amarelo mais uma vez compartilhou nas redes sociais a iniciativa dos brasileiros.

E a ideia e essa mesmo.

O mesmo movimento, que já ganhou a simpatia dos russos, fez festa organizada no metrô e ainda deu força para um novo hino da torcida brasileira.

Veja mais uma vez a iniciativa. O Brasil dando exemplo dentro e fora de campo:

Fonte:SóNotíciaBoa

 

Mesmo após serem localizados, meninos podem ficar meses presos em caverna na Tailândia, diz Marinha


 Água lamacenta impede retirada do grupo. Eles vão receber comida e terão de aprender técnicas de mergulho.

Os 12 meninos e seu treinador de futebol isolados pela água há nove dias em uma caverna inundada na Tailândia, receberão alimentos para quatro meses e aulas de mergulho, anunciou a Marinha nesta terça-feira (3).

“Vamos nos preparar para enviar mais alimentos para ao menos quatro meses e ensinar os 13 (membros do grupo) a mergulhar, enquanto seguimos retirando a água”, informou o comandante Anand Surawan, da Marinha tailandesa.

Drama de garotos em caverna da Tailândia pode durar meses

Os meninos, com entre 11 e 16 anos, e seu treinador, 25, foram localizados na noite de segunda (2) – sãos e salvos – no interior da caverna, cuja saída foi bloqueada por inundações há nove dias. Mas segue chovendo muito na região, o que dificulta qualquer operação de retirada da água do complexo de cavernas.

O grupo está debilitado. Um vídeo gravado pelos socorristas e publicado no Facebook mostra um grupo de meninos magros, vestidos com camisas de futebol sujas de lama, refugiados em uma saliência da caverna cercada pela água.

Os 12 meninos e seu treinador de futebol que estão presos em uma rede de cavernas na Tailândia podem precisar aprender a mergulhar ou ter que esperar meses até que as cheias retrocedam, segundo o Exército do país, envolvido na operação de resgate.

O grupo foi encontrado por mergulhadores. Eles estavam refugiados em uma área elevada dentro do complexo de cavernas, que não foi inundada. Mas não é possível retirá-los do local, já que os acessos estão cheios de água.

Neste momento, o objetivo das operações de resgate é levar, além de comida, suprimentos médicos para dentro das cavernas.

O complexo de cavernas, localizado na província de Chiang Rai, no norte da Tailândia, costuma ficar inundado durante o período de chuvas, de setembro a outubro.

Caso seja preciso retirar os 13 rapazes da caverna antes do fim da temporada de chuvas, eles podem precisar a aprender técnicas básicas de mergulho, para conseguirem passar por segurança pelos perigosos corredores subterrâneos, cheios de águas lamacentas, com visibilidade zero.

Já a tentativa de bombear a água para fora das cavernas, permitindo a passagem do grupo, não foi bem sucedida até agora.

Entenda o caso: http://cafecomleitenoticias.com.br/jovens-e-treinador-perdidos-em-caverna-na-tailandia-sao-encontrados-com-vida/

Enfermeiro tem queimadura na perna após celular explodir no bolso da calça


Celular explodiu depois que enfermeiro de Araçatuba (SP) retirou aparelho da tomada e colocou em bolso de calça (Foto: Antônio Carlos da Silva dos Santos/Arquivo Pessoal)

Celular explodiu depois que enfermeiro de Araçatuba (SP) retirou aparelho da tomada e colocou em bolso de calça (Foto: Antônio Carlos da Silva dos Santos/Arquivo Pessoal)

Um enfermeiro de Araçatuba (SP) sofreu queimaduras de primeiro grau na perna depois que um celular explodiu dentro do bolso da calça que vestia.

De acordo com Antônio Carlos da Silva dos Santos, o acidente aconteceu depois que ele retirou o aparelho da tomada, colocou no bolso da calça e foi escovar os dentes, na semana passada.

“Quando coloquei a escova de dentes na boca, percebi que estourou alguma coisa, mas a princípio não me dei conta que era o celular”, afirma o enfermeiro, em entrevista ao G1 nesta segunda-feira (2).

Celular explodiu dentro do bolso da calça que enfermeiro vestia; caso foi em Araçatuba (SP) (Foto: Antônio Carlos da Silva dos Santos/Arquivo Pessoal)

Celular explodiu dentro do bolso da calça que enfermeiro vestia; caso foi em Araçatuba (SP) (Foto: Antônio Carlos da Silva dos Santos/Arquivo Pessoal)

 

“Imediatamente começou a sair uma fumaça preta no banheiro todo. Escutei algo fritar e saí correndo de lá. Quando me dei conta, minha calça estava pegando fogo e minha perna queimando.”

Morador de Araçatuba (SP) teve perna queimada após explosão do celular (Foto: Antônio Carlos da Silva dos Santos/Arquivo Pessoal)

Morador de Araçatuba (SP) teve perna queimada após explosão do celular (Foto: Antônio Carlos da Silva dos Santos/Arquivo Pessoal)

Apesar do acidente, o enfermeiro afirmou que não entrou em contato com a empresa para ser ressarcido e nem fez boletim de ocorrência.

“Comigo não foi nada muito grave, mas isso pode acontecer com qualquer um em um piscar de olhos. O que eu quero é que as pessoas tenham ciências da gravidade que um acidente com celular pode provocar”, diz.

Em nota, a Lenovo disse que entrou em contato com Antônio para prestar auxílio e solicitou o smartphone para análise. No entanto, o consumidor se desfez do aparelho, tornando-se impossível realizar os testes para investigação do caso.

 

Calça de enfermeiro de Araçatuba (SP) queimou após celular explodir no bolso (Foto: Antônio Carlos da Silva dos Santos/Arquivo Pessoal)

Calça de enfermeiro de Araçatuba (SP) queimou após celular explodir no bolso (Foto: Antônio Carlos da Silva dos Santos/Arquivo Pessoal)

  Com informações:G1 Rio Preto e Araçatuba

“Minha candidatura é pelas mulheres que seguram o Rio nas costas”, diz Marcia Tiburi


A terceira candidatura ao governo do estado do Rio de Janeiro que fecha a série de entrevistas sobre as eleições do Brasil de Fato é a da filósofa e escritora Marcia Tiburi (PT).

Filiada ao Partido dos Trabalhadores em 2018 com o objetivo de construir uma frente de esquerda, a feminista tem 48 anos, vem debatendo com frequência o cenário de avanço da extrema-direita e disputa pela primeira vez um cargo eletivo na política.

Texto publicado no Brasil de Fato.

 

Brasil de Fato: Qual é o seu papel em uma eleição na qual você é a única candidata mulher?

Marcia Tiburi: Minha pré-candidatura é a colocação em cena de um questionamento sobre o estado atual da política no Brasil, sobre esse conservadorismo e esse autoritarismo típicos do mundo machista. E é um sinal de que as mulheres estão presentes e atentas. Me coloco nessa posição em nome das feministas e das feministas que não sabem que o são, essas que são as mulheres lutadoras, aguerridas, que seguram o Brasil e o Rio de Janeiro nas costas.

Em quatro meses de intervenção federal militar, o Rio de Janeiro teve alta de 36% no número de tiroteios e ainda o assassinato da vereadora Marielle Franco (Psol). Como você vê a intervenção e que propostas você tem para a segurança pública do estado?

É preciso falar de segurança no Rio de Janeiro de maneira mais aberta e menos capitalista, pensando na segurança mais como direito e menos como mercadoria, como algo que se cria de maneira orgânica na sociedade. Segurança não pode ser tratada como objeto, mas como movimento de qualidade das relações entre Estado e cidadão, grupos, cidadãos entre si e entre as instituições, cuja administração é responsabilidade do Estado. Isso posto, precisamos pensar na polícia, quem são os policiais, o que é a instituição policial, chamar os especialistas e órgãos, chamar os policiais, que são trabalhadores – e é importante pensar no policial como trabalhador, porque estamos no Partido dos Trabalhadores e precisamos valorizar as mais diversas profissões no Brasil. Assim como a população é maltratada por esse Estado policialesco que mancha a própria ideia de polícia, também temos que salvaguardar os profissionais da segurança, proteger a ambos.

Sobre a intervenção, ela é lastimável e demonstra sua ineficácia pelos índices expostos. A letalidade se tornou óbvia, os tiroteios têm dizimado a população negra e moradora de áreas invadidas, porque isso não é intervenção, e sim invasão. O que esse governo federal – que é impotente – queria mostrar era um espetáculo de força, não era relacionado à produção de um espectro de segurança para a população. Se o governador atual quiser sair com dignidade do seu mandato desastroso e catastrófico, de descaso e maldade com o Rio de Janeiro, poderia acabar com a intervenção antes do próximo governante ocupar o seu lugar.

Vimos uma crise econômica agravada pelos governos Cabral e Pezão, com alto índice de desemprego no setor privado e atraso de salários no funcionalismo público. Você vê perspectiva de melhora?

Esse é mais um dos problemas desesperadores do estado do Rio. Falar da crise do Rio de Janeiro é falar da crise do Brasil. E essa crise do Brasil não é uma crise, mas um projeto plantado por uma perspectiva econômico-política que conjuga interesses de alguns poucos ricos e alguns poucos políticos com interesses internacionais em cima daquilo que vem sendo chamado de commodities, do pré-sal que também é uma commodity e da transformação de riquezas naturais em pura mercadoria. É necessário alinhar uma perspectiva estadual e federal. Não adianta eleger um presidente de direita e um governador de esquerda. É o que acontece na crise do Rio de Janeiro, plantada em uma esfera federal, com vários estados se dando mal. A população sente isso na falta de empregos. Quando você acaba com a Petrobras, em nome de uma delirante guerra contra a corrupção, você acaba também com o emprego das pessoas. Acabou, por exemplo, com o Comperj, que dependia da Petrobras. Se não pararmos para pensar que nesse processo quem está em cima da pirâmide vai se dar muito bem e quem está na base vai se dar muito mal, não vamos entender o processo. Por isso, as pessoas não podem sair dizendo por aí que querem um estado mínimo, porque ele só é mínimo para o povo, para o cidadão comum.

Saúde e educação, dois temas alijados pelo governo estadual, sofrem com falta de investimentos, tanto pelas mais de 200 escolas públicas fechadas quanto por investimentos abaixo do estabelecido pela Constituição em hospitais. Quais são as suas propostas nessas áreas tão sensíveis?

Há um legado da educação no Rio de Janeiro, que tem maravilhosas universidades, um Ensino Médio que serviu de modelo nacional e a fabulosa história dos Cieps, que inspiraram escolas em todo o Brasil. Então, essa potência na educação deve ser devolvida ao Rio de Janeiro. Na saúde, a qualidade dos médicos, agentes e pesquisadores, ao longo da história, precisa também ser recuperada como legado porque já temos muito saber nesses campos. Já se sabe, por exemplo, como fazer o SUS acontecer no Rio de Janeiro, como fazer um Ciep acontecer no estado. O Estado tem essa tarefa de fornecer serviço de muita qualidade para a população, porque o estado é como se fosse uma empresa do povo. Os donos do poder econômico falam do Estado contra as pessoas, mas falam do estado a favor deles, e ocupam as cadeiras em benefício próprio.

Como filósofa, você já vinha comentando com bastante frequência a ascensão de forças fascistas na extrema-direita. Como você vê a possibilidade de uma frente progressista ampla entre candidatos da esquerda?

Eu saí do Psol e me filiei ao PT no espírito de conseguir construir a unidade da esquerda.Vim para o PT por muitos motivos, subjetivos, objetivos, mas, sobretudo, para prestar solidariedade e gratidão a um partido de massa e para deixar claro que eu, como cidadã, quero construir com o povo. Essa é uma das questões para se levar a sério e os partidos não são livres de jogos de poder. A gente pode mostrar para as pessoas os jogos de poder nos quais elas estão envolvidas. Nesse processo de tornar claro os jogos de poder, podemos mudar a relação com esse jogo e com a política. Minha pré-candidatura se constrói com esse objetivo de que as pessoas percebam e abram os olhos para a política, porque senão a política como instância vai continuar jogando em cima das suas vidas.

Qual é o papel da comunicação popular no Brasil, quando se tem uma mídia hegemônica que fecha com o mercado e com setores conservadores?

Essa é a parte vibrante do processo, pensar que a solução é popular, tanto no contexto dos meios da comunicação quanto na economia, segurança, saúde e educação. Mais povo e menos poder. O povo pode construir o poder que lhe importa construir no processo democrático. A gente precisa aprender com as pessoas que vivem na precariedade, as mulheres, as pessoas negras, as que vivem em uma economia informal, as pessoas que não são donas do grande capital e das corporações, são essas as pessoas que precisam construir a sociedade, com menos oligarquias, oligopólios. Esse esforço não é só de governamentalidade, um governante não é alguém que simplesmente administra, mas administra com sentidos políticos, com movimentos na sociedade para mudar para melhor o quadro dos direitos que devem ser sustentados e garantidos pelo Estado.

Jovens e treinador perdidos em caverna na Tailândia são encontrados com vida


TV pública tailandesa noticia que os 12 jovens e o treinador que estavam perdidos em caverna foram encontrados (Foto: Reprodução/Thai PBS)

 (Foto: Reprodução/Thai PBS)

 

Os 12 jovens e seu treinador que estavam desaparecidos em uma caverna na Tailândia foram encontrados com “sinais de vida”, disse o governo de Chiang Rai nesta segunda-feira (2).

“A Marinha da Tailândia encontrou todos os 13 com sinais de vida”, disse o governador da província de Chiang Rai, Narongsak Osottanakorn, a repórteres.

O grupo será transportado de helicópteros a hospitais, segundo informa a TV pública PBS. Caso apresentem ferimentos, receberão atendimento de primeiros socorros no centro médico montado na caverna. De acordo com o médico presente no local, os sobreviventes podem apresentar fraqueza e problemas respiratórios, por estarem na caverna com alta umidade.

As crianças e o jovem técnico de futebol sumiram após um treino no dia 23 de junho. Autoridades acreditam que eles tenham entrado na caverna Tham Luang, no distrito de Mae Sai, perto da fronteira com Mianmar, para se abrigar do tempo ruim. O treinador, Ekkapol Janthawong, e os menores – de 11 a 16 anos – conheciam bem o lugar, segundo as autoridades tailandesas.

Meninos e técnico que se perderam em caverna na Tailândia, em imagem de arquivo (Foto: Reprodução G1/ Thai PBS)

Meninos e técnico que se perderam em caverna na Tailândia, em imagem de arquivo (Foto: Reprodução G1/ Thai PBS)

As equipes de resgate procuravam pelo grupo apoiadas por militares, policiais, mergulhadores e analistas internacionais. As buscas foram dificultadas por chuvas e inundações, que bloquearam a entrada principal da caverna de aproximadamente 10km de comprimento. As galerias “inundadas” teriam impedido que as pessoas presas deixassem o local.

As equipes buscavam entradas alternativas e usaram 20 bombas para extrair a água nas partes inundadas. Durante as buscas, a polícia lançou kits de sobrevivência com água, comida e remédios através de um duto escavado na encosta da montanha, sem saber se haveria alguém para recebê-los.

Soldados trabalham no resgate de grupo desaparecido na caverna Tham Luang, na Tailândia, nesta terça-feira (2) (Foto: Royal Thai Navy / AFP)

Soldados trabalham no resgate de grupo desaparecido na caverna Tham Luang, na Tailândia, nesta terça-feira (2) (Foto: Royal Thai Navy / AFP)

 

Bicicletas, calçados e outros pertences dos desaparecidos foram encontrados na entrada da gruta por um grupo de oficiais do Parque Natural Tham Luang-Khun Nam Nang, na província de Chiang Rai.

Água é bombeada de caverna inundada onde grupo de meninos e treinador estão presos em Mae Sai, na Tailândia (Foto: AP Photo/Sakchai Lalit)

Água é bombeada de caverna inundada onde grupo de meninos e treinador estão presos em Mae Sai, na Tailândia (Foto: AP Photo/Sakchai Lalit)

Mapa mostra caverna de Tham Luang, onde jovens ficaram presos (Foto: Juliane Monteiro/G1)

Mapa mostra caverna de Tham Luang, onde jovens ficaram presos (Foto: Juliane Monteiro/G1)