Fortes chuvas deixam 100 mortos e 68 desaparecidos no Japão


Número de mortos pode aumentar porque os trabalhos de busca pelos desaparecidos prosseguem.

As fortes chuvas registradas no sudoeste do Japão deixaram 100 mortos e 68 desaparecidos, de acordo com balanço das autoridades locais divulgado nesta segunda-feira (9). Essa já é considerada uma das piores catástrofes naturais que atingiram o país nos últimos anos.

O número de mortos pode aumentar porque os trabalhos de busca pelos desaparecidos prosseguem.

Das 100 vítimas, 87 foram declaradas mortas e 13 em estado de parada cardíaca e respiratória, informou o porta-voz do governo Yoshihide Suga, segundo a France Presse.

Chuva recorde deixa 112 mortos no Japão

Chuva recorde deixa 112 mortos no Japão

 

As precipitações recordes registradas desde quinta-feira (5) passada no arquipélago japonês afetaram sobretudo as cidades de Hiroshima e Ehime, onde as inundações e deslizamentos de terra causados pelas chuvas arrasaram milhares de casas e deixaram vários povoados completamente isolados, segundo a Efe.

Soldados das Forças de Autodefesa (Exército), da Polícia e dos bombeiros continuam nesta segunda com as operações de resgate de pessoas refugiadas em terraços e tetos de casas que ficaram inundadas, ao mesmo tempo que prossegue a busca pelos desaparecidos, segundo a emissora estatal “NHK”.

Em Hiroshima (oeste), pelo menos 39 pessoas morreram em acidentes relacionados com as fortes chuvas e outras três ficaram gravemente feridas, enquanto em Ehime (ilha de Shikoku, sudoeste) foram registradas 22 mortes, segundo os últimos dados divulgados por representantes das localidades afetadas.

As autoridades japonesas chegaram a recomendar a retirada de 5,9 milhões de cidadãos de 19 cidades durante o fim de semana. Na véspera mais de 30 mil pessoas passaram a noite em refúgios, segundo dados do governo.

Por causa da gravidade da situação, o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, cancelou uma viagem que o levaria a Bélgica, França, Arábia Saudita e Egito, informou a imprensa.

As precipitações causaram transbordamentos de rios que inundaram povoados inteiros, onde a água atingiu três metros de altura em alguns pontos, e provocaram graves danos em edifícios, estradas, pontes e outras infraestruturas.

A Agência Meteorológica de Japão (JMA) já retirou o nível máximo de alerta nas regiões afetadas, embora mantenha os avisos de inundações e deslizamentos de terra em várias das regiões afetadas, segundo a Efe.

Tragédia

Esta é uma das piores catástrofes do tipo nos últimos anos no Japão, com um número de vítimas que supera o registrado nos deslizamentos de terra de 2014 em Hiroshima, com 74 mortos.

As passagens de dois tufões em agosto e setembro de 2011 deixaram mais de 100 mortos. Com informações do G1.

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Tailândia: chega a oito o número de meninos resgatados de caverna


Quatro jovens, além do treinador, permanecem presos no local; famílias devem começar a visitar garotos salvosUma ambulância sai da área da caverna de Tham Luang enquanto as operações de resgate continuam para aqueles que ainda estão presos dentro da caverna, em Chiang Rai, norte da Tailândia - 09/07/2018Uma ambulância sai da área da caverna de Tham Luang enquanto as operações de resgate continuam para aqueles que ainda estão presos dentro da caverna, em Chiang Rai, norte da Tailândia – 09/07/2018 (Ye Aung Thu/AFP)

 

Outros três meninos que estavam presos dentro de uma caverna na Tailândiaforam resgatados nesta segunda-feira (9), somando oito garotos salvos até o momento, informou um membro da equipe de socorro que testemunhou o fato à emissora americana CNN. Um menino já havia sido retirado do local mais cedo e outros quatro na tarde de ontem (8), reduzindo o número de pessoas que ainda estão presas dentro da montanha para cinco – quatro garotos e o treinador.

Segundo as autoridades, o resgate foi encerrado por hoje e será retomado amanhã (10). Os socorristas precisam fazer essa pausa para conseguir descansar e repor o oxigênio e o equipamento necessário para dar continuidade à operação.

 

 

 

Todos os meninos resgatados estão sendo levados a um hospital na cidade próxima de Chiang Rai. Eles devem permanecer de quarentena no local até que o risco de contrair infecções passe.

Segundo veículos de imprensa tailandeses, os médicos estão considerando permitir que os parentes visitem os garotos com a proteção de uma parede de vidro, para evitar qualquer tipo de contaminação por contato físico ou pelo ar.

Os nomes dos garotos resgatados ainda não foram divulgados oficialmente em respeito aos parentes dos jovens que continuam presos na caverna. O chefe da operação de resgate, Narongsak Osottanakorn, informou que uma coletiva de imprensa será realizada ainda hoje. Fonte Veja.com

Ultrassom pode tratar câncer de próstata sem efeito colateral


Foto: Reprodução Daily Mail

Foto: Reprodução Daily Mail

Um tratamento com ultrassom se mostrou tão eficaz quanto a cirurgia, ou a radioterapia, contra o câncer de próstata. E mais: sem efeitos colaterais.

É o que mostra uma pesquisa feita por Hashim Ahmed, do Imperial College London, na Inglaterra.

“Este último teste sugere que podemos ser capazes de combater o câncer com menos efeitos colaterais”, afirmou o cientista.

Neste novo tratamento, o risco de desenvolver incontinência urinária e disfunção erétil é de apenas dois por cento.

Cinco anos depois, os pacientes que receberam o ultrassom em suas próstatas estão vivos, segundo o estudo.

A pesquisa

Os pesquisadores analisaram 625 homens com idade média de 65 anos, que foram diagnosticados com câncer de próstata.

Todos receberam tratamento de ultrassom focalizado de alta intensidade (HIFU), em seis hospitais do Reino Unido.

Os cientistas também rastrearam os homens que precisaram de mais terapias após o HIFU para tratar qualquer célula cancerígena que retornasse.

Os resultados sugerem que 10 por cento dos pacientes tiveram tratamento adicional cinco anos depois.

Isto é comparável à cirurgia e radioterapia, onde entre cinco e 15 por cento precisam de tratamento adicional.

O participante do estudo, Anthony Murland, 67 anos, de Suffolk, fez o tratamento em novembro passado para tratar o câncer de próstata.

Ele disse:

“Gostei do tratamento. Parecia a opção menos invasiva, com baixo risco. O tratamento acabou em um dia. Eu entrei de manhã e saí à noite. Eu não tive dor, mas precisei de um cateter por cinco dias, o que foi um pouco desconfortável. Sou monitorado de perto pelo meu médico e até agora o câncer não voltou”.

Com informações do Daily Mail

 

Desembargador de plantão do TRF-4 volta a ordenar cumprimento imediato da soltura de Lula


Rogério Favreto, que é plantonista do TRF-4, havia determinado liberdade a Lula na manhã deste domingo (8). Desembargador João Pedro Gebran Neto determinou que PF se abstenha de praticar qualquer ato que modifique decisão da 8ª Turma, que confirmou condenação.

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O desembargador federal plantonista do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), Rogério Favreto voltou a ordenar a soltura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na tarde deste domingo (8). Leia a íntegra do despacho. Mais cedo, Favreto já havia mandado soltar o petista, e o juiz Sérgio Moro disse que ele não tinha competência para tomar essa decisão.

O posicionamento do desembargador plantonista ocorre após manifestação do desembargador federal João Pedro Gebran Neto, relator dos processos da Lava Jato no TRF-4, que determinou que a Polícia Federal se abstenha de praticar qualquer ato que modifique decisão da 8ª Turma, que confirmou a condenação de Lula.

Veja as decisões deste domingo:

O desembargador plantonista se manifestou, ainda, sobre o posicionamento do colega João Pedro Gebran Neto e afirmou que “deliberou sobre fatos novos relativos à execução da pena”.

“Desse modo, já respondo a decisão (Evento 17) do eminente colega, Des. João Pedro Gebran Neto, que este magistrado não foi induzido em erro, mas sim deliberou sobre fatos novos relativos à execução da pena, entendendo por haver violação ao direito constitucional de liberdade de expressão e, consequente liberdade do paciente, deferindo a ordem de soltura”, diz trecho da decisão publicada por Rogério Favreto nesta tarde.

Favreto é desembargador plantonista e já foi filiado ao PT. Ele se desfiliou ao assumir o cargo no tribunal.

Em setembro de 2016, durante votação da Corte Especial do TRF-4, ele foi o único que votou a favor da abertura de um processo administrativo disciplinar contra Moro e por seu afastamento cautelar da jurisdição, até a conclusão da investigação.

O juiz Moro está em férias, mas, segundo a assessoria da Justiça Federal do Paraná, “por ser citado como autoridade coatora no habeas corpus, ele entendeu possível despachar no processo”.

Em nota assinada pelo advogado Cristiano Zanin Martin, a defesa do ex-presidente se manifestou sobre a determinação da soltura de Lula. O texto, elencado em cinco pontos, diz que o juiz Sérgio Moro não poderia impedir o cumprimento da determinação de Favreto por estar em férias. Além disso, considera incompatível a atuação de Moro, e acrescenta que ele trabalha em parceria com o MPF de Curitiba. Por fim, a defesa sustenta que o petista sofre perseguição política e reforça que usará todos os meios legais para provar que a prisão de Lula é “incompatível com o Estado de Direito”. Leia abaixo a íntegra da nota.

A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, criticou por meio de nota a Polícia Federal pelo não cumprimento da ordem de soltura dada pelo desembargador plantonista Rogério Favreto. Ela também criticou o juiz Sérgio Moro, o desembargador João Pedro Gebran Neto e o presidente do TRF-4, desembargador Thompson Flores, por não acatarem a decisão de Favreto. Gleisi também criticou os tribunais superiores que, segundo a nota, deveriam agir. E exigiu que a decisão seja

cumprida.

O petista foi condenado no processo do triplex, no âmbito da Operação Lava Jato, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Ele está preso desde abril deste ano em Curitiba.

Leia a íntegra da nota da defesa do ex-presidente:

“Em relação ao habeas corpus impetrado por parlamentares em favor perante o TRF4 -Tribunal Regional Federal da 4ª. Região (HC nº5025614-40.2018.4.04.0000/PR) a defesa técnica do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva registra que:

1 – O juiz de primeira instância Sergio Moro, em férias e atualmente sem jurisdição no processo, autuou decisivamente para impedir o cumprimento da ordem de soltura emitida por um Desembargador Federal do TRF4 em favor de Lula, direcionando o caso para outro Desembargador Federal do mesmo Tribunal que não poderia atuar neste domingo (08/07);

2 – É incompatível com a atuação de um juiz agir estrategicamente para impedir a soltura de um jurisdicionado privado de sua liberdade por força de execução antecipada da pena que afronta ao Texto Constitucional — que expressamente impede a prisão antes de decisão condenatória definitiva (CF/88, art. 5º, LVII);

3 – O juiz Moro e o MPF de Curitiba atuaram mais uma vez como um bloco monolítico contra a liberdade de Lula, mostrando que não há separação entre a atuação do magistrado e o órgão de acusação;

4 – A atuação do juiz Moro e do MPF para impedir o cumprimento de uma decisão judicial do Tribunal de Apelação reforçam que Lula é vítima de “lawfare”, que consiste no abuso e na má utilização das leis e dos procedimentos jurídicos para fins de perseguição política;

5 – A defesa de Lula usará de todos os meios legalmente previstos, nos procedimentos judiciais e também no procedimento que tramita perante o Comitê de Direitos Humanos da ONU, para reforçar que o ex-presidente tem permanentemente violado seu direito fundamental a um julgamento justo, imparcial e independente e que sua prisão é incompatível com o Estado de Direito.”

Lula condenado

Lula foi condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Ele é o primeiro ex-presidente do Brasil condenado por crime comum.

O petista se entregou à Polícia Federal no dia 7 de abril. Ele está em uma sala especial de 15 metros quadrados, no 4º andar do prédio da PF, com cama, mesa e um banheiro de uso pessoal. O espaço reservado é um direito previsto em lei.

Favreto manda soltar Lula de novo: não responde a Gebran nem a Moro, diz


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O desembargador de plantão Rogério Favreto mandou, pela terceira vez, soltar o ex-presidente Lula. A decisão foi proferida às 16h04, com determinação para que a Polícia Federal em Curitiba cumpra a ordem no prazo de 1 hora. No despacho, Favreto rebateu João Gebran Neto, que mandou cassar o alvará de soltura, e rechaçou a “interferência indevida” de Sergio Moro no processo. Por desacatar a ordem de colocar Lula em liberdade, Moro deverá ser investigado por “falta funcional”.
Segundo Favreto, Gebran só poderia cassar a liminar que põe Lula em liberdade quando esgotadas as “responsabilidade do plantão”. O desembargador antecipou que, ao contrário do que sustentou Gebran, ele não foi “induzido em erro, mas sim deliberou sobre fatos novos relativos à execução da pena, entendendo por haver violação ao direito constitucional de liberdade de expressão e, consequente liberdade do paciente, deferindo a ordem de soltura. Da mesma forma, não cabe correção de decisão válida e vigente, devendo ser apreciada pelos órgãos competentes, dentro da normalidade da atuação judicial e respeitado o esgotamento da jurisdição especial de plantão.”
Favreto ainda assinalou que “não há qualquer subordinação do signatário a outro colega, mas apenas das decisões às instâncias judiciais superiores.”
Ele determinou que a conduta de Moro seja encaminahda “ao conhecimento da Corregedoria dessa Corte e do Conselho Nacional de Justiça, a fim apurar eventual falta funcional”.
“Por fim, reitero o conteúdo das decisões anteriores, determinando o imediato cumprimento da medida de soltura no prazo máximo de uma hora, face já estar em posse da autoridade policial desdes as 10:00 h, bem como em contado com o delegado plantonista foi esclarecida a competência e vigência da decisão em curso.” Com Informações do  GGN .

Arrasado por trio belga no 1º tempo, Brasil perde e está fora da Copa do Mundo


De Bruyne, Hazard e Lukaku brilham com grandes atuações individuais e Seleção, após gol de Renato Augusto e pressão no segundo tempo, volta para casa frustrada

 

Eliminações entram para a história e são lembradas por ícones. Caniggia em 90. Zidane em 98 e 06. O 7×1 de 2014. A de 2018 tem o carimbo de um trio: De Bruyne, Hazard e Lukaku destruíram a seleção brasileira em 45 minutos, garantiram a vitória por 2 a 1 e colocaram a Bélgica na semifinal da Copa do Mundo. Nem o bom segundo tempo, com gol de Renato Augusto, que entrou muito bem, evitaram a frustração de um Brasil que volta para casa sem transformar o bom futebol de praticamente toda a era Tite em título. Atuações individuais ruins como a de Fernandinho no jogo derradeiro, e de Paulinho e Gabriel Jesus ao longo de todo o Mundial, comprometeram a ideia de jogo. Justamente o que os belgas tiveram de melhor: três craques fazendo tudo dar certo.

Neymar; Brasil x Bélgica

Neymar; Brasil x Bélgica (Foto: Murad Sezer/Reuters)

 

DESTAQUE PRIMEIRO TEMPO

De Bruyne, Hazard e Lukaku fizeram a estratégia belga do contra-ataque se impor. O Brasil não jogou mal, mas perdeu, com Thiago Silva e Paulinho, em duas cobranças de escanteio, chances preciosas ainda no 0x0. O gol contra de Fernandinho, após desvio de Kompany, foi o início de uma noite desastrosa do volante. Pouco depois, ele teve duas chances de fazer falta em Lukaku. Não conseguiu. Paulinho idem. A bola chegou a De Bruyne, que, com um chutaço, não deu chance a Alisson. A Seleção se abalou com a desvantagem de dois gols, inédita com Tite, e, além de não conseguir pressionar, ainda se expôs aos contra-ataques.

Fernandinho desvia e faz gol contra

Fernandinho desvia e faz gol contra (Foto: Murad Sezer/Reuters)

DESTAQUE SEGUNDO TEMPO

O Brasil voltou com Firmino no lugar de Willian e um novo esquema: 4-4-2, com Gabriel Jesus pela direita. Rapidamente, Douglas Costa entrou em seu lugar. A equipe conseguiu penetrar mais na área belga, mas a bola insistia em cruzá-la sem ser tocada por ninguém até Renato Augusto, que havia substituído Paulinho pouco antes, cabecear com precisão um passe de Coutinho. O mesmo Renato teve chance clara logo depois, mas o chute raspou a trave de Courtois. Coutinho também recebeu de Neymar na área, mas finalizou para fora a última boa oportunidade de empate.

Renato Augusto cabeceia para fazer o gol do Brasil

Renato Augusto cabeceia para fazer o gol do Brasil (Foto: Sergio Perez/Reuters)

DESTAQUE NEYMAR

O camisa 10 não continuou, contra a Bélgica, a curva ascendente de toda a Copa do Mundo. Perdeu bolas, tomou decisões erradas e não fez diferença, mesmo contra uma equipe que, por vários momentos, lhe deu espaço para jogar. Seu ato final foi decepcionante.

Neymar; Brasil x Bélgica

Neymar; Brasil x Bélgica (Foto: Sergio Perez/Reuters)

DESTAQUE JESUS EM BRANCO

O camisa 9 terminou sua primeira Copa do Mundo sem fazer gols em cinco jogos. O centroavante da seleção brasileira não zerava no torneio desde 1974.

Gabriel Jesus; Brasil x Bélgica

Gabriel Jesus; Brasil x Bélgica (Foto: Catherine Evill/Getty Images via AFP)

DESTAQUE INÉDITO

A derrota reservou à seleção brasileira situações novas – e desagradáveis – com Tite no comando. Foi a primeira vez que o time sofreu mais de um gol numa partida. E só a terceira em que ficou atrás no placar: antes, havia virado um jogo para 4×1 sobre o Uruguai e sido derrotado pela Argentina por 1×0.

Tite Brasil x Bélgica

Tite Brasil x Bélgica (Foto: John Sibley/Reuters)

DESTAQUE 16 ANOS SEM FINAL

O Brasil segue sem disputar a taça. A última decisão foi em 2002, a do pentacampeonato contra a Alemanha, no Japão. DESTAQUE PÚBLICO

42.873 pessoas estiveram na Arena Kazan na eliminação brasileira para a Bélgica.

Kevin De Bruyne celebra a vitória sobre o Brasil

Kevin De Bruyne celebra a vitória sobre o Brasil (Foto: Sergio Perez / Reuters)

Mergulhador morre sem oxigênio em caverna na Tailândia onde meninos estão presos


Saman Kunan, de 38 anos, era ex-integrante do grupo de elite da Marinha, e morreu enquanto retornava de uma expedição que levou provisões aos meninos.Saman Kunan, ex-integrante da Marinha tailandesa, morreu enquanto participava de operação de resgate de meninos na caverna Tham Luang (Foto: Reprodução/Facebook/Saman Kunan)

Saman Kunan, ex-integrante da Marinha tailandesa, morreu enquanto participava de operação de resgate de meninos na caverna Tham Luang (Foto: Reprodução/Facebook/Saman Kunan)

 

Um ex-mergulhador da Marinha tailandesa que participava dos esforços de resgate dos meninos que estão em uma caverna inundada na Tailândia morreu nesta quinta-feira (5).

Morre um mergulhador envolvido na operação de resgate do time de futebol na Tailândia

Morre um mergulhador envolvido na operação de resgate do time de futebol na Tailândia

 

Saman Kunan, de 38 anos, levou suprimentos para o grupo de 13 pessoas, mas ficou sem oxigênio quando retornava para a entrada da caverna Tham Luang. O ex-integrante do grupo de elite da Marinha tinha se voluntariado a participar da operação de resgate.

Foto distribuída pelo Centro de Operações de Resgate mostra socorristas na caverna na Tailândia onde 12 meninos e um adulto estão presos (Foto: AP Photo)

Foto distribuída pelo Centro de Operações de Resgate mostra socorristas na caverna na Tailândia onde 12 meninos e um adulto estão presos (Foto: AP Photo)

 

A morte de um militar experiente deixa claro os riscos do resgate dos 12 meninos, que têm entre 11 e 16 anos, e do técnico, de 25 anos. Alguns não sabem nadar e todos terão que aprender noções básicas de mergulho.

O grupo, que está preso desde 23 de junho, foi encontrado por dois mergulhadores britânicos após nove dias de intensas buscas, aglomerados sobre uma rocha a cerca de 4 km da entrada da caverna.

“A morte deste especialista mergulhador serve para mostrar a dificuldade dos trabalhos de resgate. Apesar desta morte, não vamos parar de trabalhar para resgatar o grupo”, afirmou uma fonte do gabinete do governador da província de Chiang Rai, onde está localizada a caverna.

O corpo de Kunan será levado para a cidade de Sattahip, no sudeste do país, onde será realizado o funeral. Ele será cremado.

O nível de oxigênio na câmara de ar onde os meninos estão, na caverna, caiu para 15%. O nível normal é de 21%. Por isso, as equipes decidiram levar oxigênio ao local, segundo a BBC.

“O mergulho é sempre cheio de riscos. Ele pode ter desmaiado, fazendo-o se afogar, mas temos que esperar pela autópsia”, disse o vice-almirante da Marinha, Aphakorn Yookongkaew, segundo a CNN.

Equipes de resgate levam suprimentos para o complexo de cavernas de Tham Luang, na Tailândia, onde 12 meninos e seu treinador de futebol estão presos (Foto: Ruamkatanyu Foundation / Via Reuters)

Equipes de resgate levam suprimentos para o complexo de cavernas de Tham Luang, na Tailândia, onde 12 meninos e seu treinador de futebol estão presos (Foto: Ruamkatanyu Foundation / Via Reuters)

 

Operações de resgate

As autoridades analisam as opções para a saída dos meninos. A água está sendo bombeada para fora da caverna, socorristas vão ensiná-los a mergulhar pelas passagens inundadas ou encontrar uma cavidade no teto da montanha por onde poderiam ser retirados com ajuda de um helicóptero.

Na quinta, cerca de 20 bombas de extração funcionavam sem intervalo e drenam aproximadamente 10 mil litros por hora, o que se traduz em uma diminuição de aproximadamente um centímetro do nível da água.

Porém, ainda assim, alguns trechos teriam que ser percorridos pelo grupo debaixo d’água e, por isso, os socorristas estão treinando os jovens para que aprendam a mergulhar.

A opção de mergulhar é considerada perigosa já que os meninos não sabem nadar e a água é lamacenta, o que prejudica a capacidade de localização mesmo de mergulhadores experientes.

Combinada com a drenagem artificial das águas, a pausa na chuva com a previsão de aproximação de uma tempestade abriu a possibilidade para uma tentativa de resgate.

No entanto, as autoridades relutam em anunciar uma data para as operações, embora assegurem que vão prosseguir gradualmente, tirando primeiro os jovens em melhores condições físicas e psicológicas.

Sem condições

Na segunda-feira (2), após nove dias sem comer, o grupo recebeu suplementos energéticos e vitaminas antes de receberem uma refeição com carne de porco, arroz doce e leite. Alguns meninos tiveram arranhões e erupções cutâneas.

Apesar de visivelmente magros, estão em bom estado de saúde, embora pelo menos três deles – o técnico e dois meninos- não tenham condições de deixar a caverna de imediato. Eles ainda sentem o efeito do jejum forçado.

Os meninos têm recebido ajuda de militares, entre eles um médico e um psicólogo. Com informações  G1

VÍDEO – “Lula disse que o país tem que recuperar a compostura do Poder Judiciário”: Stédile e Rui Falcão narram visita a Lula


 

Rui Falcão e Stédile estiveram visitando o Lula e voltaram entusiasmado com a força do ex-presidente e a vontade de lutar pela recuperação deste país. Disseram que pensam que vão fortalecer o Lula e são eles que saem fortalecidos com a espiritualidade do Lula. vejam o vídeo com a entrevista de ambos, realizada pelo Diário do Centro do Mundo, publicado por Kiko Nogueira.

João Pedro Stedille e Rui Falcão relatam visita a Lula em Curitiba

Posted by Lula on Thursday, July 5, 2018

Na ditadura havia ainda mais corrupção no Brasil do que hoje, diz historiador


Durante a greve dos caminhoneiros, muita gente, onde a maioria era jovens, pedia, porque alguém orientou isto, que falassem para os policiais, caso chegassem para que a categoria começassem a trabalhar ou até mesmo desocupar a estrada, “queremos intervenção já”, o que terminou virando febre, ainda que muitos ali nem tivesse ideia do que é um país ser governado através de uma intervenção Militar. Não que os militares não prestem para governar, mas sim, iam querer entrar botando ordem e cortando liberdade, onde, talvez, fosse cortado essa liberdade de whatsapp pra se comunicar com quem quiser e falar o que quiser. Foram mais de duas décadas de um regime muito diferente por ser ditatorial, porém há documentos que provam que nem só durante o regime Militar, mas sempre houve corrupção no Brasil. provavelmente desde a sua descoberta. Veja a seguir uma matéria interessante de um professor, historiador e escritor que fala da época da ditadura. Café com Leite Notícias

Diante dos escândalos de corrupção vivenciados pela política brasileira nos últimos anos, parte da população clama por uma intervenção militar alegando que essa seria a solução definitiva para o problema. A verdade é que durante o período ditatorial houve, sim, corrupção. E muita. Mas havia também uma forte blindagem estatal, feita através da censura, que dificultava denúncias desse tipo contra os militares e seus aliados. Essa prática era considerada estratégia de segurança nacional, uma vez que mantinha a maior parte da população alheia aos acordos governamentais que envolviam troca de favores, distribuição de cargos entre amigos e parentes, desvio de verbas públicas, enriquecimento ilícito e pagamento de propinas.

 

 

Apesar da repressão, episódios de corrupção foram divulgados durante o regime militar. Entre eles temos o caso do empréstimo de dinheiro público para salvar da falência a empresa Lutfalla, da família de Paulo Maluf, político ligado aos militares. Outro acontecimento emblemático foi o de Delfin Neto, ministro do planejamento do governo Figueiredo, que também atuava no mercado imobiliário com o Banco Nacional de Habitação (BNH) na venda de terrenos superfaturados que movimentaram cerca de US$ 200 milhões na época.

 

 

Na década de 1970, Haroldo Leon Peres, governador do Paraná, foi pego extorquindo um empreiteiro em US$ 1 milhão. Na Bahia, Antônio Carlos Magalhães foi acusado em 1972 de beneficiar a Magnesita, da qual seria acionista, abatendo em 50% as dívidas da empresa em seu primeiro mandato no estado. Além disso, os ministros e servidores federais dispunham de mordomias como jatos da Força Aérea à disposição, mansões com piscina e dezenas de empregados e gastos pessoais sem limites. No governo Médici, os generais de brigada que iam para Brasília contavam com US$ 27 mil para comprar mobília. Tudo financiado pelo dinheiro público.

Em entrevista ao Instituto Vladimir Herzog, Pedro Campos, professor do Departamento de História e Relações Internacionais da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e autor do livro “Estranhas Catedrais: as empreiteiras brasileiras e a ditadura civil-militar, 1964-1988”, afirma que mesmo 33 anos depois do fim da ditadura militar, ainda sofremos as consequências do que foi feito naquela época. “O que percebemos é que os grupos econômicos fortalecidos com a ditadura continuam poderosos econômica e politicamente até os dias atuais e permanecem pautando o Estado e as políticas públicas nos dias de hoje”, diz.

Confira a entrevista completa:

Por que existe no imaginário de parte da população brasileira a ideia de que a ditadura militar foi uma época de crescimento econômico sem corrupção do governo?

O período da ditadura guardou momentos de intenso crescimento econômico, com elevadas taxas de expansão da produção. Porém, aquele pique econômico, sentido principalmente no período do chamado “milagre brasileiro” (1968-1973), não veio acompanhado de distribuição de renda. Pelo contrário, houve concentração de recursos no período e ampliação da desigualdade social. A sociedade brasileira se tornou mais injusta com a ditadura, tendo em vista as políticas estatais implementadas no período, de perfil eminentemente regressivo. Além disso, existe um mito de que no período não havia corrupção. Nada mais falso do que isso. O que ocorria naquele momento é que os mecanismos que hoje funcionam no sentido de investigar e difundir publicamente as denúncias de corrupção estavam amordaçados ou impedidos de funcionar, como é o caso da Polícia Federal, do Ministério Público, da imprensa, do judiciário, dos movimentos sociais, dos sindicatos, dentre outros.

 

 

Como realmente foi? Em que grau e de que maneira a corrupção esteve entranhada no sistema político durante o regime militar?

Tendo em vista que os instrumentos de fiscalização e controle não possuíam autonomia no período para proceder investigações e fazer acusações contra as práticas ilegais, tudo aponta que no período havia ainda mais corrupção do que nos dias atuais, tendo em vista a facilidade com que elas poderiam ocorrer em um ambiente sem sindicatos, imprensa, organizações da sociedade civil e do Estado com liberdade de atuação. No entanto, se ampliarmos o conceito de corrupção e pensarmos que esta diz respeito à atuação estatal em favor dos interesses privados, em especial dos propósitos empresariais, temos naquele período um Estado amplamente corrupto, que agia em favor das empresas e do lucro privado. As políticas estatais durante a ditadura incorriam em amplo favorecimento às atividades empresariais, com proteção, reservas de mercado, isenções fiscais, financiamento facilitado, direcionamento de recursos públicos para encomendas junto às empresas, política sindical e salarial que favorecia as empresas privadas, má ou nula fiscalização dos itens de segurança no ambiente de trabalho, dentre outras iniciativas que faziam o país naquele período um paraíso para a atuação das empresas e para a obtenção de elevadas margens de lucro por parte dessas.

 

 

Quais consequências daquele período podemos observar na política brasileira nos dias atuais?

Vivemos hoje no Brasil uma realidade em boa medida que guarda problemas derivados da transição incompleta havida da ditadura para um regime realmente democrático. Assim, a estrutura tributária regressiva e que incide sobre o consumo e não a renda, herdada da ditadura, permanece. Da mesma forma, a concentração fundiária, a militarização das polícias, a elevada dívida pública, dentre outros fardos que temos hoje no Brasil e que não foram criados pela ditadura, mas potencializados por ela, permanecem nos dias atuais e não foram enfrentados de fato pelas forças políticas que conduziram o Estado brasileiro desde o advento da democracia. A ditadura proporcionou um acesso direto e intenso ao Estado brasileiro por parte do empresariado, o que foi impulsionado pelo regime. No entanto, com a superação do regime pelo sistema inaugurado pela Constituição de 1988, não houve a alteração dessa marca. Pelo contrário, o que percebemos é que os grupos econômicos (de setores como construção civil, bancário e financeiro, comunicações etc.) fortalecidos com a ditadura, que a apoiaram e foram favorecidos pelas políticas e medidas implementadas naquele período, continuaram e continuam poderosos econômica e politicamente até os dias atuais e permanecem pautando o Estado e as políticas públicas nos dias de hoje, mesmo superada a ditadura.

 

É possível esclarecer a população em geral a respeito do que realmente aconteceu durante o regime militar? Como?

Sim. Esse é um compromisso que temos que assumir para evitar a repetição de um regime ditatorial e também para incidir sobre estruturas que foram reforçadas pelo sistema autoritário, no sentido de transformar o Brasil uma sociedade mais democrática e justa. Assim, é necessário rever a lei de anistia, que acoberta os crimes cometidos por agentes do Estado, e julgar os criminosos que cometeram práticas de tortura, desaparecimento, assassinato e sequestro naquele período. É necessário também reforçar no ensino brasileiro as lições derivadas da experiência da ditadura civil-militar. Precisamos rever os nomes de ruas, logradouros, locais públicos e privados que fazem referência a agentes que tiveram participação na ditadura e se beneficiaram da mesma. Precisamos também julgar e punir as empresas que colaboraram com a ditadura, com a repressão e se beneficiaram das políticas implantadas no período; podemos inclusive cogitar a expropriação em alguns casos. Por fim, temos que avançar na agenda dos mecanismos estruturais que foram reforçados pela ditadura e que fazem da sociedade brasileira uma das mais injustas e desiguais do planeta, como o nosso sistema tributário, que onera mais os mais pobres; a nossa estrutura fundiária altamente concentrada; a dívida pública contraída por um regime ilegítimo; e temos que democratizar os meios de comunicação, que sofreram forte concentração ao longo da ditadura, em razão da perseguição dos veículos mais independentes e críticos e favorecimento dos grandes e simpáticos ao regime.

Explosão em oficinas de fogos de artifício deixa 19 mortos no México


Feridos foram transferidos para hospital especializado. Bombeiros e policiais estão entre as vítimas, afirma a imprensa local.Explosão em fábrica de fogos de artifício no México levantou coluna de fumaça (Foto: David Villanueva /via Reuters)

Explosão em fábrica de fogos de artifício no México levantou coluna de fumaça (Foto: David Villanueva /via Reuters)

 

O governo local confirmou 19 pessoas mortas em duas explosões de oficinas de fogos de artifício no município de Tultepec, perto da capital do México, nesta quinta-feira (5). O número foi atualizado pelo coordenador nacional de Proteção Civil, Luis Felipe Puente. Entre os mortos, estão bombeiros e policiais, afirma o jornal “Milenio”

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Ao menos 40 pessoas ficaram feridas com a explosão. Elas foram transferidos para um hospital especializado em Zumpango, informa o diário “El Excelsior”.

O atual presidente mexicano, Enrique Peña Nieto, enviou condolências às famílias das vítimas e disse, pelo Twitter, que deseja “rápida recuperação aos feridos”. 

Explosões recorrentes

Ainda de acordo com a imprensa local, esta é a segunda explosão em oficina de fogos de artifício na cidade em apenas 10 dias. Acidentes do tipo também ocorreram em 2016 e 2017, quando, somados os dois casos, mais de 40 pessoas morreram.

Tultepec abriga fábricas de fogos de artifício e sedia, anualmente, o Festival Nacional de Pirotecnia.

Esta reportagem está em atualização.

Romário tem quatro carros penhorados pela Justiça do Rio


MaisPB • Supremo arquiva queixa-crime contra senador Romário

Da Folha

O ex-jogador de futebol, atualmente senador e pré-candidato do Podemos ao governo do estado do Rio, Romário Faria, teve quatro carros avaliados no total em torno de R$ 805 mil penhorados pela Justiça do Rio.

 

Em processo que corre na 4ª Vara Cível do Rio, Romário é réu em processo por dívidas do antigo Café do Gol, bar na Barra da Tijuca, zona oeste, que o jogador foi sócio no final dos anos 1990 e que faliu em 2001.

Desde 2004 Romário responde por dívidas acumuladas no período de funcionamento.

O ex-jogador chegou a responder a quase uma dezena de processos por dívidas de imposto de renda, contribuição de Cofins e Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição), órgão que recolhe direitos autorais de músicas tocadas na boate.

É em um desses processos que a Justiça determinou no último dia 20 a penhora de quatro carros de luxo do senador: um Porsche Macan avaliado em 274 mil, um Peugeot Allure (R$ 57,9 mil), um Hyundai Elantra (R$ 84,2 mil) e um Audi Avant (R$ 389,4 mil).

(…)

Segundo reportagem do jornal O Globo, ao menos dois carros foram alvo de mandados de busca e apreensão cumpridos recentemente em endereços ligados ao senador na Barra da Tijuca.

(…)

‘Bolsonaro pode até impor, só que não vamos cumprir’, diz Araújo sobre PR romper com PT na Bahia


[‘Bolsonaro pode até impor, só que não vamos cumprir’, diz Araújo sobre PR romper com PT na Bahia]

O presidente do PR na Bahia, o deputado federal José Carlos Araújo (foto) descartou qualquer possibilidade de o partido romper com o governador Rui Costa (PT), apesar da imposição do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL).

Segundo a Coluna do Estadão, o capitão só aceita fechar aliança com o PR, caso a sigla revogue o acordo com os petistas. “Na Bahia, não existe isso. O PR nos dá a liberdade para fazer a aliança que quisermos. O PR sempre deu essa liberdade. Foi uma das condições para eu assumir a presidência. Ele [Bolsonaro] pode até impor, só que não vamos cumprir”, afirmou o parlamentar, em entrevista ao Metro1.

O republicano disse ainda que Bolsonaro “nem agrada, nem desagrada” só que a legenda vai apoiar no estado o candidato a presidente do grupo de Rui. “Nós, na Bahia, decidimos o que é melhor para o PR. Não tem preferência. Quero que seja o melhor nome para o Brasil e para a Bahia. Que atenda às nossas exigências”, pontuou.

Sede da CUT pode ser vendida por 40 milhões para Valdemiro Santiago


O Texto de Catia Seabra na Folha de S.Paulo informa que a Central Única dos Trabalhadores (CUT) está negociando a venda de sua sede, no Brás, região central de São Paulo, para a Igreja Mundial do Poder de Deus, liderada pelo pastor Valdemiro Santiago.

A Folha apurou que a oferta é de R$ 40 milhões, sendo metade à vista e o restante em quatro parcelas.

A CUT não quis se manifestar sobre a negociação nem confirmar esses valores. A Igreja Mundial do Poder de Deus funciona na mesma rua da CUT e já comprou propriedades ao redor da central, mantendo até mesmo dois restaurantes na região, afirma o jornal.

 

Este é o saldo negativo que o novo presidente vai ter que encarar


Diz hoje o UOL, em extensa reportagem, que “tempos piores virão”, porque o “próximo presidente assumirá cargo imobilizado por déficit fiscal e terá mandato ameaçado pelo teto de gastos”. Escreve o jornalista Aiuri Rebello.

Seja quem for o próximo presidente –também não importando sua orientação partidária nem se é liberal ou conservador–, não terá dinheiro para nada. Pode incluir nessa lista grandes investimentos e também as promessas da campanha  eleitoral. A partir de 1º de janeiro de 2019, o principal trabalho do novo ocupante do Palácio do Planalto será gerir uma conta corrente negativa de R$ 139 bilhões, também conhecida como déficit fiscal, e tentar colocar o Brasil para crescer de novo. O novo presidente também assumirá o mandato sob ameaça de cair (…)

Esta matéria é da UOL e DCM, mas o Café com Leite Notícias está abrindo um parêntese em letras negritas e itálicas, para poder esclarecer um pouco. (Vejam que o texto acima fala em o Brasil crescer de novo, o que significa que é de conhecimento de qualquer pessoa e meio de comunicação, que o país estava a caminho do crescimento, tipo acompanhar a china e depois até passar em economia, mas terminou desabando em apenas dois anos de mandato por uma equipe liderada por Temer, que vai deixar uma conta gorda para o próximo presidente de 139 bilhões, porém de saldo negativo. Na verdade, a coisa anda tão complicada, que já foi até levantada uma pesquisa e descobriram que o único que pode levantar a guia do Brasil novamente é aquele que levantou uma vez já, ou seja, o Lula. Só que este, sem prova, explicação e justificativa, está preso, enquanto o que está fazendo isso tudo com a Pátria Amada, está de boa e ainda é o mocinho intocável da TV Globo. Que coisa louca, não? Bom, aqui se fecha o parêntese, até porque, esse parágrafo é de responsabilidade do Café com Leite Notícias)

Lista, a seguir, “ameaças”: déficit fiscal, os juros da dívida, os custos da Previdência e o teto de gastos, além de um “pacote de bondades” em reajustes de vencimento das carreiras mais bem pagas do funcionalismo. prometido, dado e adiado por Michel Temer para o ano que vem.

É uma obviedade o diagnóstico, mas o tratamento que a maioria dos economistas e dos candidatos a Presidente propõe é de um um simplismo tão imbecil quanto cruel: cortar. Cortar na Previdência, cortar no tamanho do Estado, cortar nos serviços públicos e cortar, claro, na corrupção,  como se  fosse isso a razão dos déficits e, sobretudo, como se ela fosse acabar por decreto.

Falta, porém, um elemento chave para que tudo possa ser compreendido. O próximo presidente assumirá, mantidas as condições atuais – aquela a que nos levaram a mídia e o Judiciário “morolizado” – com pouco ou nenhum dinheiro nos cofres mas, também, com pouca ou nenhuma legitimidade, escolhido por um processo eleitoral deformado, onde o franco favorito é extirpado da disputa.

O que falta no diagnóstico falta na terapêutica capaz de reerguer o Brasil.

Um presidente, para guiar o país na saída do despenhadeiro da crise precisa da credibilidade e da confiança da população. Está aí Michel Temer para provar que, sem elas, tudo o que se fizer dará com os “burros n’água”.

E uma água que está e estará infestada de crocodilos togados.

E é por isso que, carente de legitimidade, não haverá quem possa reverter nossa situação e é igualmente por isso que os “dream teams” de economistas que os presidenciáveis desfilam aos empresários e eleitores são apenas o prenúncio de pesadelos.

Os “iluminados da competência” gostavam de debochar de Leonel Brizola quando este dizia que “os recursos não estão nos cofres, estão na cabeça dos governantes”. Tal como debocharam de Lula ao dizer, em 2008, em meio à crise mundial, que o “tsunami” se tornaria, nestas bandas, uma “marolinha”.

Nossa classe dirigente não consegue entender que o povo, no Brasil, não é o problema, mas a solução. fonte DCM.