Quase um ano após sair da Globo, Evaristo Costa conta que nunca mais assistiu Jornal Hoje


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Segundo publicação no UOL, quase um ano após pedir demissão da Globo, Evaristo Costa não se arrepende de sua decisão. O jornalista respondeu a algumas perguntas de seus seguidores do Instagram nesta quarta-feira (11) e garantiu que está feliz com a vida de “digital influencer”.

“Só a certeza de ter feito a coisa certa e bem planejada”, declarou ele, que agradeceu ao carinho dos fãs: “Vocês me proporcionaram outra visão da comunicação e me acolheram de braços abertos”.

Morando em Londres, na Inglaterra, Evaristo disse ainda tem planos de voltar ao Brasil, mas não à antiga emissora, e que não assiste mais ao “Jornal Hoje”, do qual era âncora. “Nunca mais assisti por falta de oportunidade”, contou.

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Ao desistir de ser vice, Magno Malta é o primeiro a desembarcar de uma canoa furada. Por Carlos Fernandes


POR CARLOS FERNANDES, economista

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Cortejado para o cargo de vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro, o senador Magno Malta (PR-ES) revela o que toda a extrema direita quer desesperadamente esconder: o inevitável naufrágio da candidatura do ex-capitão do exército.

Íntimos numa cruzada desenfreada em busca do Santo Graal da imoralidade pública, ambos possuem as credenciais necessárias para liderar o país rumo a abismos democráticos jamais explorados.

Portadores de discursos de ódio que fariam a elite nazista revisitar os seus métodos, nada mais natural que os dois reeditassem na campanha presidencial a parceria monstruosa que já protagonizam nos salões do Congresso Nacional.

 

O diabo é que no submundo da hipocrisia institucionalizada, interesses pessoais contam mais do que projetos coletivos. Ainda que esses “projetos coletivos” beneficiem exclusivamente uma “coletividade” previamente selecionada. Se é que me entendem.

Dessa forma, não precisou de muita reflexão para que Malta tomasse ciência de que estaria mais seguro tentando a sua reeleição ao Senado.

Das poucas coisas que hoje evitam que o parlamentar seja processado, condenado e preso pelos variados esquemas de corrupção dos quais é acusado, nada é mais efetivo do que o seu foro privilegiado.

Sabe o parlamentar capixaba que é infinitamente mais fácil ele continuar protegido pelo foro que o blinda se depender exclusivamente dos votos cativos que amealhou durante anos às custas de pregação falso-religiosa e charlatanismo barato no seu próprio estado.

Coisa muito diferente é arriscar tudo que construiu numa empreitada em que até o próprio Bolsonaro – nada obstante toda a sua obtusidade – começa a enxergar as dificuldades que já ora se apresentam.

 

Se com o PR a coisa já não é fácil, sem ele caminha para o impossível. Na sua forma “professoral” e “polida” de demonstrar o quadro de um PSL isolado, o milico se desespera:

Vocês querem que eu fique sem televisão, é isso? Eles têm R$ 1,7 bilhão para me ferrar. Está todo mundo contra mim, o centrão e a esquerda, estou sozinho. É R$ 1,7 bilhão que vai ser usado pela campanha deles para dar porrada em mim. Eu vou ficar com 8 segundos de televisão e as mídias sociais? No facebook, até poucos meses, qualquer postagem chegava a 1 milhão, agora para chegar a 100 mil é um sacrifício”.

Quase dá pena do coitado. Nem os robôs de sua campanha estão dando jeito de impulsionar a sua candidatura.

Indiferente a todo o lamento do amigo, Magno Malta já negou ao seu partido qualquer possibilidade de entrar na peleja como vice, até porque se acha importante mesmo é no Senado. Diz ele:

 

Tenho que avaliar é a minha importância e, na minha cabeça, sou importante é no Senado”.

Só na cabeça dele mesmo. Acredita nesse senhor quem realmente acredita que ele tenha alguma importância onde quer que seja.

Independentemente disso, a sua grande contribuição na corrida presidencial de 2018, além, claro, da ótima notícia que é ele próprio não participar dela, é ter, involuntariamente, deixado escancarado a canoa furada que é a candidatura Jair Bolsonaro.

Ver os dois afundarem juntos seria maravilhoso, mas ver um nazista afundar sozinho desprezado até pelos seus, é sempre um sopro de esperança por dias melhores. Fonte DCM.

 

Viúva de mergulhador morto em caverna da Tailândia presta homenagem: “sempre estará comigo”


Valeepoan Kunan, viúva do mergulhador Saman Kunan que morreu em resgate de meninos em caverna na Tailândia, posta fotos do casal em sua conta no Instagram (Foto: Reprodução/ Instagram/ valeepoan_sinmongkolsup)

Valeepoan Kunan, viúva do mergulhador Saman Kunan que morreu em resgate de meninos em caverna na Tailândia, posta fotos do casal em sua conta no Instagram (Foto: Reprodução/ Instagram/ valeepoan_sinmongkolsup)

 

A viúva do mergulhador que morreu ao ficar sem oxigênio na operação de resgate na caverna inundada na Tailândia presta homenagem a ele em sua conta no Instagram.

“Você sempre estará comigo… Não existe ninguém como você… Sem você, não quero continuar respirando… porque prometemos que usaríamos a mesma respiração”, diz uma das mensagens postadas nos últimos dias por Valeepoan Kunan junto com fotos do seu marido, Saman Kunan.

Saman, de 38 anos, morreu após levar oxigênio e suprimentos para o grupo de 12 meninos e seu treinador de futebol que estavam presos na caverna. A morte do mergulhador mostrou o caráter complexo da operação de resgate e foi lembrada por líderes internacionais nesta terça, quando a operação de resgate dos meninos foi concluída.

Saman e Valeepoan Kunan, mergulhador que morreu em resgate em caverna inundada na Tailândia e sua mulher (Foto: Reprodução/Instagram/ valeepoan_sinmongkolsup)

Saman e Valeepoan Kunan, mergulhador que morreu em resgate em caverna inundada na Tailândia e sua mulher (Foto: Reprodução/Instagram/ valeepoan_sinmongkolsup)

Kunan era ex-integrante do grupo de elite da Marinha da Tailândia, triatleta e tinha se voluntariado a participar da operação de resgate. Foi descrito por um casal de amigos brasileiros como “um cara que realmente pensava no próximo”.

Segundo o jornal tailandês “Khaosod” seu corpo será cremado no próximo sábado na província de Roi Et.

Governo divulga imagens de meninos da Tailândia em hospital

Governo divulga imagens de meninos da Tailândia em hospital

Resgate

Os 12 meninos, entre 11 e 16 anos, e seu treinador de 25 anos entraram na caverna no dia 23 de junho. Com as fortes chuvas, a caverna inundou e o grupo ficou preso por nove dias sem comer até ser encontrado por dois mergulhadores britânicos.

A operação de resgate mobilizou mais de 1.000 pessoas e envolveu ensinar os garotos a mergulhar por passagens estreitas e submersas.

Mergulhadores estrangeiros e oficiais tailandeses retiraram os meninos em três grupos. Os primeiros quatro meninos chegaram ao hospital domingo (8). O restante do time foi dividido em dois grupos: um retirado na segunda (9) e o último, na terça (10).

Recuperação

Nenhum dos jovens apresenta problemas graves de saúde nem mostra sinais de estresse, informaram os médicos nesta quarta (11). Eles perderam uma média de 2 kg e alguns, incluindo o treinador, têm quadros leves de infecção pulmonar.

Centenas de estudantes se reuniram nesta quarta diante do hospital. Liderados por um professor, os alunos cantaram para agradecer a todos que contribuíram para o sucesso da missão.

Juíza nega todos os pedidos para Lula participar de sabatina


Numa espécie de fidelidade ao “chefe” a juíza Carolina Lembos vai negando tudo que é de direito do Lula. O que se acredita é que basta duas ou três entrevistas com Lula, para que um pouco do que realmente está acontecendo seja esclarecido, e assim, certamente,  os que ainda o rejeitam tomarão posições contrárias e eleve o petista a uma posição ainda maior nas pesquisas. Vendo por esse lado está explicado até a proibição até de visitas nos primeiros dias da sua prisão. O negócio é deixar o barco andar solto, porque acredita-se que há uma força maior o remado e certamente uma hora será ancorado e será definido o que tiver de ser. Cafe com Leite Notícias.

De acordo ao Dário do Centro do Mundo, três dias depois de ter sido um dos motivos da guerra em torno do habeas corpus de Lula, a juíza Carolina Lebbos, responsável pela execução da pena do petista, decidiu despachar nesta quarta (11) negando todos os pedidos de entrevista, gravação de vídeo e fotos e de participação em eventos de campanha eleitoral. Numa tacada só, a magistrada sustentou que a prisão impõe a Lula restrições que vão além do direito e ir e vir.

“A limitação se justifica. O preso se submete a regime jurídico próprio, não sendo possível, por motivos inerentes ao encarceramento, assegurar-lhe direitos na amplitude daqueles exercidos pelo cidadão em pleno gozo de sua liberdade”, sustentou.

Segundo a juíza, “há restrições justificadas pela própria execução da pena”, como as limitações na Superintendência da Polícia Federal, que aparentemente estão cima do direito à liberdade de expressão.

“As necessidades de preservação da segurança e da estabilidade do ambiente carcerário não permitem que o contato com o mundo exterior e o direito de expressão do condenado se concretizem pelas vias pretendidas, mediante realização de sabatinas/entrevistas, sequer contempladas na legislação.”

Sem fundamentar sua decisão claramente, Lebbos assinalou que “o contato do preso com o mundo exterior não é total e absoluto, como não é seu direito à liberdade de manifestação, seja quanto aos meios de expressão, seja quanto ao seu conteúdo.”

A decisão de Carolina contraria manifesto da defesa de Lula e do desembargador do TRF-4 Rogério Favreto, que entende que embora sentenciado no caso triplex, o ex-presidente foi condenado à pena privativa de liberdade, mas mantém seus “seus direitos políticos preservados” até que as instâncias competentes deliberem sobre esse aspecto. Enquanto isso não ocorre, ele pode ser candidato e a não participação em sabatinas desequilibra o jogo democrático.

Sobre o pedido do PT para Lula participar de agendas de campanha, a juíza afirmou que não vai atender ao pedido porque cabe à defesa do ex-presidente “buscar seus direito ” quando é caso de “ampliar a liberdade”. No mérito, para Lebbos, também não caberia acolhimento pelos mesmos motivos que Lula não pode dar entrevista.

Leia reportagem de Marcelo Auler sobre os pedidos para Lula participar de agendas de campanha aqui.

A decisão de Carolina Lebbos está disponível aqui.

OMISSÃO

Os deputados Wadih Damous, Paulo Pimenta e Paulo Teixeira ingressaram no Tribunal Regional Federal da 4ª instância, na sexta passada, alegando, entre outros pontos, que a omissão de Carolina Libbos nos pedidos de sabatina de Lula representava um fato novo. O Judiciário e a grande mídia focaram apenas na candidatura do petista para argumentar que Favreto não poderia decidir pois essa pretensão não é nenhuma novidade.

Difamar o irmão com Síndrome de Down foi só o começo: a campanha suja da direita contra Toffoli está apenas começando


O bombardeio sujo da direita revoltada com a decisão do  desembargador Rogério Favreto de soltar Lula desembocou em familiares de Dias Toffoli, do STF.

Uma foto de José Eduardo, irmão caçula de Toffoli, beijando Lula, foi divulgada nas redes sociais como se fosse Favreto.

A cena ocorreu em 2009, na posse do ministro.

Segundo a coluna de Mônica Bergamo, a família espera que o Ministério Público Federal tome providências porque os ataques prosseguiram mesmo que José Eduardo foi identificado.

O irmão mais velho de Toffoli, José Luiz, mandou mensagem aos amigos. 

“A que ponto chegou a mentira. Quem está beijando o Lula é meu irmão José Eduardo, que ontem [dia 8] completou 49 anos de vida”, escreveu.

“Meu irmão Dú é o último dos nove filhos de Luís e Sebastiana Seixas Dias Toffoli e portador da síndrome de Down. A ele peço todo respeito e carinho que tanto merece”.

As milícias direitistas organizadas na internet estão ouriçadas.

“Toffoli é o Fraveto do PT no STF”, diz o jurista Modesto Carvalhosa num vídeo de lançamento de uma “campanha nacional” para impedir que “esse camarada” assuma a presidência do Supremo em setembro.

Carvalhosa — que anunciou sua “candidatura independente” à Presidência no ano passado, para desistir em junho — alega que o “petista” não tem “direito adquirido sobre o cargo”.

É uma conversa sem pé nem cabeça, mas foi repercutida por blogs extremistas como Antagonista, pia oficial dos vazamentos da Lava Jato, Jornal da Cidade Online e sites de fake news como Folha Política, além do indefectível Vem Pra Rua.

Muita lama vai vir por aí. DCM.

Moro “super heroi” abre crises gravíssimas de desfechos imprevisíveis, diz jurista de Portugal


POR ANDRE LAMAS LEITE, professor da Faculdade de Direito da Universidade do Porto

Texto publicado no Público.

No último domingo, escreveu-se uma das mais tristes páginas da Justiça brasileira. A alucinante sucessão de despachos judiciais impõe um breve resumo do sucedido: o juiz que estava de escala no TRF-4 (Tribunal Regional Federal – 4.ª Região), Rogério Favreto, recebeu um pedido de habeas corpus impetrado por três deputados do Partido dos Trabalhadores (PT), mais tarde reafirmado por novos requerimentos. Entendendo ser sua a competência para decidir, concedeu provimento a esta petição extraordinária, de vetusta antiguidade, nascida no Direito inglês, e que visa restituir à liberdade quem se encontre ilegalmente detido ou preso. Note-se que se não trata de qualquer tomada de posição quanto à justeza ou não da condenação de qualquer recluso, mas simplesmente uma medida que visa restituir a legalidade em situações extremas em que está em causa a violação do direito fundamental individual da liberdade de locomoção.

No rigor dos princípios, este juiz tinha toda a competência para tomar a decisão, pois o habeas corpus tem, em qualquer ordenamento jurídico, carácter de processo urgente. Donde, não é verdade que o juiz de turno tivesse ou não a liberdade de decidir. Estava vinculado à decisão. Outra coisa diferente é saber se havia motivo juridicamente fundado para o fazer. A Constituição Federal do Brasil, de 1988, garante, como em qualquer Estado de Direito, que o início de cumprimento de qualquer pena só pode ocorrer após o respectivo trânsito, ou seja, quando o decidido não mais seja impugnável por via de recurso ordinário. Ora, sabe-se que Lula da Silva tem ainda pendente um recurso para um tribunal superior, pelo que tenho por materialmente inconstitucional a anterior decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que havia denegado idêntico pedido pouco tempo antes de o ex-Presidente ter ingressado no estabelecimento prisional. A justificação para que tal tenha ocorrido prende-se com um entendimento jurisprudencial no sentido de que, tendo havido duas decisões confirmatórias de tribunais superiores após uma decisão em 1.ª instância, o cumprimento da sanção penal pode iniciar-se. Sabe-se ainda que a ministra relatora dessa decisão, Cármen Lúcia, não patrocina tal entendimento, mas achou por bem seguir a posição maioritária no STF.

Donde, compulsado o art. 5.º, inciso LXVIII, da Constituição, que garante o direito à liberdade, bem como o inciso LVII, onde se lê que «ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória», dúvidas se me não oferecem que Lula está em cumprimento inconstitucional e ilegal de pena de prisão, pelo que só deveria ter recolhido ao estabelecimento em que se encontra após o esgotamento de todas as vias recursórias. Assim, não tenho dúvidas que ao “juiz plantonista” assiste toda a razão jurídica. Mas, no Brasil, como em outros Estados, cada vez mais se não consegue deslindar onde acaba a política e começa a Justiça, dado que este magistrado tem conhecidas ligações ao PT e não foi ingénuo o momento exacto, poucas horas depois de o mesmo iniciar o seu turno, a um domingo, que o pedido de habeas corpus foi deduzido. Não tem qualquer competência o juiz Sérgio Moro para tentar “revogar” o despacho de um juiz de um tribunal hierarquicamente superior, no que é uma violação frontal do princípio da independência da judicatura e que deve ser sancionado pelo respectivo órgão disciplinar dos magistrados judiciais brasileiros. Se isto já parece tirado de um filme de terror jurídico, mais ainda o é o apelo à manifestação do Povo nas ruas, arvorando-se Moro num super-herói sem mandato, extravasando por completo as suas competências.

O juiz titular do processo, no TRF-4, João Pedro Gebran Neto, podia, como fez, revogar a decisão do juiz de turno, o que, em bom rigor, só deveria acontecer quando terminasse o “plantão” do colega. Todavia, compreende-se que, sob pena de existir uma libertação e uma nova detenção, com ainda maior desprestígio para a Justiça brasileira, o mesmo tenha revogado a decisão. Tudo isto se evitaria  se tivesse respeitado a Constituição, a qual não admite outra leitura que não seja a de que Lula se encontra numa espécie de “cumprimento antecipado de pena”, o que nos faz rasgar todos os manuais de Direito Constitucional, Penal e Processual Penal. Em bom rigor, por isso, entendo que a decisão do juiz de turno é juridicamente correcta, o que já não sucede com a decisão agora vigente do desembargador titular do processo, que reafirmou a posição, quanto a mim errada, do STF.

As ilações políticas são inevitáveis e não adianta dizer que estamos a assistir ao normal funcionamento do Direito. Os princípios basilares do rule of law estão a ser vulnerados, seja Lula ou outro brasileiro qualquer, por um indefensável entendimento do STF. Quando a Justiça se não dá ao respeito e não salvaguarda o reduto das suas competências por via de argumentações solidamente sustentadas no Direito – e apenas nele –, é natural existirem extrapolações de politização dessa mesma Justiça.

Um país que não respeita a sua lei fundamental descaracteriza-se e abre crises gravíssimas de desfechos imprevisíveis. Uma última nota: não se me afigura possível, atento o disposto na chamada “Lei da Ficha Limpa”, que Lula da Silva possa candidatar-se às eleições presidenciais sem que exista, antes do termo da apresentação das candidaturas, uma decisão final absolutória. Essa é a sua única hipótese, juridicamente falando, de enfrentar o julgamento do voto popular. Tudo o mais são efabulações e jogadas políticas de um Estado polarizado entre os “petistas” e os “anti-petistas”. E Bolsonaro, um político que, digamo-lo com todas as letras, patrocina ideais fascistas, é o único a assistir de camarote e a bater palmas ante o atarantamento da Justiça brasileira. Lula e Dilma terão muitos defeitos, mas um político de extrema-direita, negacionista do Holocausto, com tomadas de posição xenófobas, racistas, machistas e contra os direitos das minorias, só pode conduzir o Brasil a algo parecido a uma ditadura militar, ainda que disfarçada, de tão má memória desse e destes lados do Atlântico.

Procon diz que ‘não vai admitir’ que conflito entre Coelba e loterias prejudique consumidor


Concessionária rompeu contrato após a Caixa cobrar valor “exorbitante” para cada boleto pago

[Procon diz que ‘não vai admitir’ que conflito entre Coelba e loterias prejudique consumidor]
Foto : Tácio Moreira/Metropress

 

O superintendente do Procon-BA, Filipe Vieira, disse, na manhã de hoje (11), que o órgão não vai aceitar que o conflito entre a Coelba e as loterias prejudique o consumidor.

Em entrevista à Rádio Metrópole, o titular da superintendência afirmou que tentar negociar um acordo entre as empresas. Segundo ele, a concessionária rompeu o contrato com a estatal após a Caixa Econômica Federal cobrar um valor “exorbitante” para cada boleto pago. A companhia elétrica diz que não há como quitar.

“Como é da expertise do Procon, promover a conciliação é o que a gente está tentando fazer. A Coelba já errou antes, quando não avisou que teria a suspensão dos pagamentos através das Caixa Lotérica. E esse tipo de comportamento que prejudique o consumidor, o Procon não vai admitir”, frisou.

assunto já foi tratado pelo Jornal da Metrópole e, até o momento, o impasse continua.

 

 

Filhote de golden leva picada de cobra para salvar dona


Todd - Foto: Paula Godwin / Facebook

Foto: Paula Godwin / Facebook

Olha a carinha dele! Tão novinho e tão valente. Este filhote de golden retriever levou uma picada de uma cobra cascavel para salvar sua dona.

O ato heróico do cachorrinho foi no Arizona, EUA, no último dia 29. Todd estava passeando com Paula Godwin pela montanha quando ela quase pisou em uma cascavel.

Quando viu a cobra, o filhote correu para perto da perna de Paula para protegê-la e acabou sendo picado no rosto.

A cobra fugiu e o cachorrinho ficou chorando de dor.

A dona pegou Todd no colo correu com ele para o hospital.

Ele tomou o antídoto para a picada e ficou no hospital.

Para homenagear o pequeno amigo e grande herói, Paula colocou as fotos dele, ainda com a carinha inchada, no Facebook.

O post viralizou. Ela disse que não esperava tanta reação das pessoas na rede social.

E aproveitou para repetir que Todd foi um herói.

O cachorrinho agora passa bem.

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 Com informações do NewsWeek

Câmara aprova isenção do pagamento da conta de luz para famílias de baixa renda


Medida foi incluída no projeto relacionado à venda das distribuidoras de energia. Pelo projeto, isenção valerá para famílias que tiverem renda de até meio salário mínimo e consumirem até 70 kwh/mês.

Deputados reunidos no plenário da Câmara durante a sessão desta terça (10) (Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados)

Professores da rede municipal de Salvador entram em greve por reajuste salarial


Categoria afirmou que não há prazo para encerrar paralisação das atividades

[Professores da rede municipal de Salvador entram em greve por reajuste salarial]

Foto : Valter Pontes/SecomPMS

Os professores da rede municipal de Salvador entram em greve hoje (11) por reajuste salarial, segundo a diretora do Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Bahia, Elza Melo.

De acordo com a sindicalista, a categoria também pede à prefeitura reajuste do auxílio-alimentação, mudança no nível dos docentes e eleição para gestor escolar, que deveria ter ocorrido desde o final do ano passado.

“Não temos prazo para encerrar. Isso depende da negociação. Esperamos que a prefeitura atenda as nossas reivindicações”, afirmou Elza Melo, em entrevista ao Metro1.

A diretora da APLB fez questão de ressaltar que os pais dos alunos foram avisados que a partir de hoje não haverá aulas na rede municipal. “Tivemos esse cuidado de dialogar com a comunidade e os pais nos apoiam”, pontuou.

Ô Galvão, o azarado é você, que deu azar para o Brasil!” Disse Luciana Gimenez em defesa do Mick Jagger


 

Uma das principais comentaristas dos jogos do Brasil no Twitter, a apresentadora Luciana Gimenez mostrou que não estava ligada apenas nos jogos da seleção. Nesta terça-feira (10) ela usou a rede social para retrucar Galvão Bueno, narrador do jogo entre França e Bélgica pela semifinal da Copa.

Quando a geração oficial de imagens mostrou o roqueiro Mick Jagger assistindo à partida no estádio de São Petersburgo, Galvão perguntou no ar: “Para quem será que ele está torcendo?”, numa referência à fama de pé-frio que tem o líder do The Rolling Stones. O comentarista Casagrande logo interveio: “Ele só está assistindo ao jogo”.

Luciana Gimenez, que tem um filho com Mick Jagger, logo correu para o Twitter para retrucar: “Ô Galvão, o azarado é você, que deu azar para o Brasil!”, postou ela.

 

Maracás: Falta de sinalização de ‘quebra molas’ tem dado prejuízos aos proprietários de veículos


É preciso que cada um brasileiro tenha posse dos seus direitos. Ter carro danificado por falta de sinalização nas ruas e estradas requer indenização

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A cidade de Maracás, que possui centenas de obstáculos, o que se chama de quebra molas, não tem oferecido aos condutores de veículos, uma segurança maior no sentido de orientação através de placas de trânsito, o que pode causar danos aos carros e prejuízos aos bolsos dos seus proprietários. Quando uma avenida principal e asfaltada existem quebra molas sem uma placa que indique tal obstáculo, como é o caso da Avenida Brasília, na cidade de Maracás, imaginem outras ruas. A nossa reportagem teve o compromisso de averiguar isso de perto, onde constatou que são muitas as ruas da cidade sem uma placa indicando o tal do quebra molas, onde ele pode ser pego de surpresa e literalmente ter as molas do seu veículo quebradas.

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Vale lembrar que essa falha não é apenas na gestão atual, mas sim de outras. O pior é que nem a tinta amarela, que seria uma obrigação, existe sobre o obstáculo.

O certo mesmo seria a existência de uma educação em cada um, para que com apenas placas indicando a velocidade permitida de cada rua, ser o suficiente para que houvesse tranquilidade no trânsito, como acontece em países civilizados, que não existem a tal da lombada no chão, que tem a finalidade de obrigar o motorista passar devagar ou ter seu carro quebrado. Isso deve chocar os visitantes de países que uma placa basta, não por medo de ser multado, mas sim por educação mesmo.

Para isso seria preciso ter as placas e uma campanha de educação de trânsito, que deveria partir da administração pública. Para uma administração que acha que calçar uma ou duas ruas com recurso de convênio é obra de destaque, uma ideia desta pode parecer utopia ou algo sem prioridade, mas para um gestor que queira ver uma Maracás em destaque no futuro, a existência de uma frase em jornais grandes do país dizendo : ( Maracás na Bahia é uma cidade que não possui obstáculos)… Em seguida desenvolver uma matéria que eleve a querida e mãe de muitas outras chamada Maracás, seria algo de orgulho e não é utopia.

Pois é, fica aí a dica para a galera que cuida da sinalização e pitura de quebra molas, pois ter o carro danificado ou outros danos físicos pode acarretar prejuízos para a prefeitura.

 

“Cármen Lúcia perdeu a oportunidade de deixar claro que uma ordem judicial tem que ser cumprida”, diz Damous


 

Publicado no Brasil de Fato

Um dos autores do pedido do habeas corpus que quase garantiu a liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva neste fim-de-semana, o deputado federal Wadih Damous (PT-RJ) afirma que a anulação da decisão foi “pedagógica”, e mostrou “as vísceras do sistema judiciário”.

Em entrevista ao Brasil de Fato nesta terça-feira (11), Damous contestou as ações do juiz em primeira instância Sérgio Moro e dos desembargadores João Pedro Gebran Neto, relator da Operação Lava Jato, e Carlos Thompson Flores, presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4).

No domingo (8), os três se colocaram contrários à decisão do desembargador plantonista Rogério Favreto de conceder liberdade a Lula.

“Embora não fosse isso que a gente pretendia – nosso objetivo era soltar o presidente Lula –, [este episódio] serviu para mostrar as vísceras do sistema de justiça brasileiro; e mostrar que Sergio Moro, Gebran Neto e Thompsom Flores não gozam de qualquer imparcialidade e isenção para continuar atuando em processos que envolvam o presidente

Lula”, pontua o deputado.

 

 

O deputado também criticou a manifestação da presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia: “ela, mais uma vez, emitiu uma nota vazia que não enfrenta a questão. Aliás, ela é a grande responsável pelo estado de ‘anarquia’ que está mergulhado o poder judiciário”.

Damous informou que, entre os próximos passos do grupo de advogados, está um pedido ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) pela retratação disciplinar dos juízes. Confira a entrevista na íntegra:

Brasil de Fato – Do ponto de vista técnico, é comum haver a contestação de um deferimento do pedido de habeas corpus como observamos no domingo, no caso o ex-presidente Lula?

Wadih Damous – O que se viu foi uma ilustração do estado de anarquia em que mergulhou o judiciário brasileiro. Hoje, o Judiciário – pelo menos o segmento curitibano – não obedece mais a regras. Há subversão, inclusive, de hierarquias.

 

 

Um juiz de primeira instância simplesmente diz que não vai cumprir uma ordem judicial, insufla a desobediência e determina que a autoridade policial não cumpra uma ordem de habeas corpus. Então, o que se viu foi o avanço do estado de exceção.

Tanto o desembargador [João Pedro] Gebran quanto o desembargador [Carlos] Thompson Flores não tinham qualquer competência para fazer o que fizeram. O único juiz investido de jurisdição e exercendo sua competência funcional era o desembargador [Rogério] Favreto, que estava no plantão.

E ele estava de plantão porque a Justiça Federal estava fechada, só por isso ele estava no plantão. E ele deu uma ordem que poderia ser revogada de acordo com as regras processuais e não da maneira como foram – pela via do estado de exceção, pela via da desobediência, pela via da anarquia.

Isso mostrou claramente que o segmento curitibano tomou conta de uma parte dos processos judiciais. O juiz Sérgio Moro, que é um juiz fora da lei, acha que é proprietário dos processos da Lava Jato e acha que é proprietário do corpo do ex-presidente.

 

 

O caso também trouxe questões de hierarquia dentro do poder judiciário. Por que você defende que ocorreu desobediência?

Um juiz de primeira instância não pode revogar nem se recusar a cumprir uma decisão de segunda instância, de órgão superior. Então, um juiz de primeira instância não pode se insubordinar contra uma ordem proferida e determinada por juiz de escalão superior, que foi o que Sérgio Moro fez.

Da mesma maneira, o desembargador Favreto é tão desembargador quanto Gebran Neto, quanto Thompson Flores. Pelo fato de ser presidente do tribunal, Thompson Flores tem uma hierarquia administrativa, não jurisdicional.

Os três [desembargadores] têm a mesma hierarquia jurisdicional – um não pode revogar a ordem do outro. E foi o que aconteceu com a revogação do decisão de Favreto. Essa ordem só poderia ser revogada por um órgão colegiado do próprio TRF ou pela instância superior, jamais da forma como foi feita.

Cabe alguma punição ao comportamento dos juízes? 

Sérgio Moro praticou crime e ele tem que ser punido por isso, da mesma forma que os outros dois desembargadores [Thompson Flores e Gebran]. Nós já estamos terminando de assinar uma representação disciplinar contra Sérgio Moro e também o faremos contra os outros dois desembargadores no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Até amanhã [quarta-feira, 11 de junho], vamos protocolar.

 

 

 

 

A presidente do STF, Cármen Lúcia, se pronunciou afirmando que a Justiça é impessoal, garantida a todos os brasileiros a segurança jurídica. Como você avalia a manifestação da ministra?

Ela, mais uma vez, emitiu uma nota vazia que não enfrenta a questão. Aliás, ela é a grande responsável pelo estado de anarquia em que está mergulhado o poder judiciário.

Então, a ministra Cármen Lúcia perdeu a oportunidade de deixar claro que uma ordem judicial tem que ser cumprida – logo ela, presidente do Supremo Tribunal Federal. Mas, mais uma vez, preferiu uma nota com platitude, com obviedade, que não resolveu coisa nenhuma, e pelo contrário, só serviu para aprofundar essa crise.

Como um dos autores do pedido de habeas corpus, qual o saldo, jurídico e político, desta disputa de domingo?

Embora não fosse isso que a gente pretendia – nosso objetivo era soltar o presidente Lula –, o saldo decorrente acabou sendo positivo, porque serviu para mostrar as vísceras do sistema de justiça brasileiro; mostrar que Sergio Moro, Gebran Neto e Thompsom Flores não gozam de qualquer imparcialidade e isenção para continuar atuando em processos que envolvam o presidente Lula.

Então, neste sentido, o saldo foi positivo porque teve um caráter pedagógico ao povo brasileiro que a chamada Operação Lava Jato não passa, na verdade, de um ajuntamento de perseguição judicial. Um método fascista de perseguição política a determinadas pessoas.

E quais serão os desdobramentos do caso? Ainda é possível recorrer da decisão do Thompson Flores?

A retratação disciplinar [pedida ao CNJ] não tem nada a ver com o processo em si. Agora, em relação ao processo, nós vamos ver que passos nós vamos dar daqui para frente, com calma e baixando a poeira.

Depois de 20 anos França sonha com o Bi


[Em busca do bi, França derrota a Bélgica e volta à final após 20 anos]

Com muita tristeza, o que é natural quando se perde uma partida da copa, jogadores da Bélgica olham os franceses vibrarem

 

A França venceu a Bélgica, por 1 a 0, em partida muito disputada, na tarde de hoje (10), em São Petersburgo, e está classificada para a final da Copa do Mundo da Rússia. Será a terceira decisão do time Les Bleus, que foi campeão em casa em 1998 e vice em 2006, quando perdeu a final para a Itália nos pênaltis, na Alemanha.

Sem a rede balançar, o primeiro tempo foi marcado pelo domínio dos diabos vermelhos, principalmente com jogadas de Hazar e De Bruyne, que trocaram de posição em várias oportunidades para confundir a marcação dos azuis.

Já os campeões de 1998 tentavam surpreender nos contra-ataques, sobretudo com a velocidade de Mbappé, que aproveitava erros de Dembelé, uma das novidades do técnico Roberto Martínez para o confronto, no meio de campo. Com a dinâmica, os goleiros Lloris e Courtois fizeram, cada um, pelo menos duas boas intervenções.

Na segunda etapa, os franceses abriram o marcador logo aos cinco minutos com o zagueiro Umtiti, que, após cobrança de escanteio de Griezmann pelo lado direito do ataque, se antecipou à marcação de Fellaini e mandou para o fundo do gol.

Aos 19, Dembelé foi trocado pelo avançado Mertens, que deu maior poder ofensivo aos belgas, que insistiam em alçar bola na área. No entanto, se antes o volante cedia as investidas do adversário, mais recuado, o astro do time passou a errar passes e “armar” o contragolpe do oponente.

Apesar da pressão da seleção rubra, dona do melhor ataque do torneio, com 14 tentos, o time não conseguiu furar a muralha oponente e o placar ficou em 1 a 0.
A França aguarda agora o vencedor do confronto entre Inglaterra e Croácia, amanhã (11), às 3 da tarde, no estádio Lujniki, em Moscou, para saber quem será o adversário na tentativa de levantar o segundo caneco mundial, no próximo domingo (15), ao meio-dia, na mesma arena da capital russa.

Já a Bélgica vai encarar o perdedor, no próximo sábado (14), às 11h, em São Petersburgo, na disputa pelo 3º lugar. Metrô.

Galvão Bueno leva bordoada de Lucas Jagger durante jogo da França contra a Bélgica


Segundo publicação do UOL, Mick Jagger levou o filho, Lucas, de seu relacionamento com Luciana Gimenez, para assistir o jogo da França contra a Bélgica, nesta terça-feira (10), em São Petersburgo.

Não demorou muito para os dois serem flagrados pelas câmeras de televisão e Galvão Bueno, que narrava a partida da Copa, logo brincou sobre a fama de pé frio do líder do Rolling Stones e questionou para qual time ele estaria torcendo.

Em segundos, Lucas fez questão de responder a Galvão em seu Instagram. “Não estamos torcendo pra ninguém, filho. Para de inventar”, escreveu ele, em uma foto no estádio.

O garoto ainda mostrou uma torcida de verde e amarelo no estádio, provavelmente que tinha esperança de ver o Brasil na semi-final no lugar da Bélgica, e completou: “Eu sou igual a você e igual a esses que estão aqui. Queria ter assistido ao Brasil, mas não deu”.