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Marido de Kelly Key se torna pai da filha da cantora com Latino após mudança em certidão


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VÍDEO: “Lula é uma esperança para conseguirmos recuperar nossa soberania e nossos direitos”, diz Esquivel


“Vivemos um momento histórico, onde se decide se as democracias no Brasil e na América Latina se fortalecerão ou não. Lula é uma esperança para conseguirmos recuperar nossa soberania e nossos direitos. Por isso lutamos: pela liberdade”.
Palavras de Adolfo Pérez Esquivel, Nobel da Paz, em entrevista exclusiva ao TUTAMÉIA (não deixe de ver o vídeo acima). Para ele, “há um retrocesso nas democracias da América Latina, com a judicialização de governos progressistas, golpes de Estado brandos, encobertos, como nos casos de Honduras, do Paraguai e do que derrubou a presidente Dilma Rousseff. O Brasil hoje tem um estado de exceção”.
Esquivel afirma que o objetivo do golpe no Brasil foi criar as condições para tirar Lula do cenário político, impedindo-o de voltar à Presidência. “Lula é preso político, não cometeu delitos. Nenhum governante conseguiu fazer o que Lula fez: tirar da miséria mais de 30 milhões de brasileiros e brasileiras e dar a eles dignidade como pessoas na vida”.
O Nobel relata que essa foi a mensagem que ele passou à presidente do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia. Ontem, 14 de agosto, com uma comitiva composta por lideranças do movimento popular, ele esteve no tribunal para expor sua visão dos acontecimentos no país.
Esquivel avalia que há relação entre os fatos no Brasil, o atentado ao presidente Maduro, as perseguições a Rafael Corrêa e a Cristina Kirchner. E afirma:
“Não é só no Brasil. Está na América Latina. Estão tentando recolonizar o continente. Hoje necessitam da cumplicidade de juízes, de senadores, de deputados que se vendem por trinta moedas e não pensam nem na soberania, nem no povo. Por isso estamos nessa grave situação. Há a judicialização de todos os governos progressistas do continente. Os interesses econômicos, políticos e fundamentalmente a política dos EUA para a América Latina é de desprestigiar [as lideranças progressistas]. Querem gerar um descrédito a todos os governos que tratam de servir aos setores mais marginalizados, que buscam superar a fome, a falta de saúde, de emprego”.
Ao TUTAMÉIA, Esquivel deu detalhes sobe a audiência com a presidente do Supremo, falou do interesse do Papa Francisco pela situação no Brasil, da campanha internacional pela libertação de Lula, dos grevistas de fome e da resistência no Brasil.
“Temos que resistir e gerar consciência, dizer ao povo que se ponha de pé”.
Ao final, deixou uma mensagem para Lula e para o povo brasileiro.

 

Jovem com Down é a 1ª professora de Educação Física do Sul


Aline Colares - Foto: Isadora Neumann / Agencia RBSAline Colares – Foto: Isadora Neumann / Agencia 

Aline Colares é a primeira aluna com Síndrome de Down a se formar no curso de Educação Física na PUCRS, em Porto Alegre.

A jovem, de 29 anos, se formou na semana passada depois de oito anos e meio de estudo.

Filha da costureira Iara, 62 anos, e do eletrotécnico aposentado Antônio, 63, ela entrou na universidade logo depois de concluir o Ensino Médio.

“Levamos a Aline para fazer a prova sem grandes expectativas. Sabíamos que é normal não passar. Mas ela entrou de primeira. Vários colegas da antiga escola não conseguiram”, disse Iara ao GauchaZh.

A paixão pela profissão é antiga. Aline adora nadar. Ela entrou em uma piscina pela primeira vez quando tinha poucos meses de vida. Desde então, nunca mais parou de praticar esportes.

“Adoro a água, me sinto muito bem. Já fiz várias travessias em mar aberto. Gosto de qualquer esporte, aliás. Futebol, exercícios na academia… Faz parte da minha vida”, diz a formanda.

Vencendo a timidez

Um dos primeiros desafios foi interagir com os colegas e professores da universidade, logo que entrou no curso, em 2009.

Aline se diz muito tímida. Mas ela enfrentou o problema.

O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) dela foi sobre a idosos.

“Fiz sobre atividade física na terceira idade, a partir do aspecto motivacional. Foi difícil, mas consegui finalizar. Foi gratificante trabalhar com esse público”, contou.

Trabalho

Há dois anos, ela trabalha como auxiliar do professor de Educação Física do Colégio Rainha do Brasil, onde estudou desde o Ensino Fundamental.

“Lá, eu trabalho com crianças pequenas, de quatro a seis anos. Eu adoro!”

Agora formada, ela tem novos planos.

“Quero tirar a carteira de motorista e aprender a falar inglês. Na minha área, é comum lidar com estrangeiros, em função do esporte.

Gratidão

Aline diz que Antônio e Iara são seus maiores apoiadores, em qualquer coisa que decida fazer.

A mãe também rasga elogios à filha:

“Ela é muito determinada. Em momentos mais complicados, chegamos a dizer que ela poderia dar um tempo ou até desistir. Mas nossa filha nunca cogitou isso”.

O pai também:

“A gente sabe que existem barreiras. É indescritível ver a Aline agora. Nosso sentimento é de orgulho, de dever cumprido”.

Desafio

Aline também agradece muito à professora Vera Brauner: ” Ela me ajudou de diversas formas”.

A cada semestre, me orientava sobre as cadeiras que devia escolher, e também me incentivou a fazer trabalho voluntário.

“A Aline foi um desafio para todos os professores do curso, mas nunca recebeu privilégios, apenas o nosso apoio. O mérito de estar aqui é todo dela. É dedicada, disciplinada, cuidadosa, educada. Um exemplo para qualquer aluno”, finaliza a professor.

Aline Colares - Foto: arquivo pessoal

Aline Colares – Foto: arquivo pessoal

Com informações do GauchaZH 

 

Ebola: 41 mortes por são confirmadas na República Democrática do Congo


É o segundo surto da doença neste ano[Ebola: 41 mortes por são confirmadas na República Democrática do Congo]

Foto : UN Photo/Martine Perret

Por Marina Hortélio

A Organização Mundial da Saúde informou hoje (14) que 41 mortes foram registradas na nova epidemia de ebola. É o segundo surto da doença neste ano e sete profissionais de saúde estão entre os infectados.

Dos 57 registros identificados, 30 foram confirmados e 27 são prováveis. De acordo com a OMS, uma morte foi identificada fora da província de Kivu pela primeira vez desde o anúncio da epidemia no dia 1º de agosto. Metro1

Família sepulta corpo de parente e descobre que ele está vivo dois meses depois


Lavrador procurou a PM no domingo para desfazer o engano

iG Minas Gerais 

Quando todo mundo achava que o lavrador Sílvio Vítor da Mota, de 47 anos, estava morto e enterrado, mas eis que ele surge “vivinho da Silva” dois meses depois do sepultamento do corpo, que seria dele, em Itabirinha, no Vale do Rio do Doce. A aparição do suposto morto assustou moradores da rua Rita Maria de Caxias, no bairro Vila Nova, em Itabirinha, onde mora a família do lavrador. No domingo, Sílvio procurou o quartel da Polícia Militar (PM) para desfazer o engano.

O lavrador relatou para a PM que havia dois meses que tinha ido trabalhar em uma lavoura de café na cidade de Ipanema, no Espírito Santo. Depois de todo esse tempo, ele conta que encontrou um morador da sua cidade e esse o informou que os parentes dele havia sepultado um corpo achando que era dele.

Sílvio conta que retornou para Itabirinha e ficou sabendo que os parentes tinham ido à cidade de Colatina, também no Espírito Santo, e que a irmã dele havia reconhecido o corpo de um indigente como sendo o dele.

Após a liberação do corpo, o mesmo foi removido para Itabirinha, onde foi sepultado, com direito a velório e missa de corpo presente na capela do cemitério local.

A irmã de Sílvio também procurou a PM para desfazer o engano que cometeu. A irmã contou que toda a família dela mora em Belo Horizonte e que ela chegou a registrar queixa do desaparecimento do irmão, no dia 6 de agosto, pois ele havia desaparecido havia cerca de 30 dias e não dava notícias. A própria irmã fez a queixa do desaparecimento.

A irmã contou, ainda, que chegou a ter informações de que o irmão tinha ido trabalhar em uma lavoura de café no Espírito Santo, mas que não informaram a cidade. Depois, ela alega que foi procurada por uma senhora, dizendo que o irmão dela havia sido morto na cidade de Caparaó (ES) e o corpo levado para Colatina.

Sílvio disse à PM que estava incomunicável, trabalhando na lavoura, e que não tinha como entrar em contato com os parentes.

A PM disse não ter informações de quem seja o corpo sepultado por engano. “Não temos informações de quem seja. Sabemos apenas que foi levado de Colatina”, informou a PM. O caso foi registrado na Delegacia de Mantena, mas foi repassado para a Polícia Civil de Colatina apurar.

O delegado da Homicídios de Colatina, Deverly Pereira Júnior, foi procurado pela reportagem e ficou surpreso com essa informação. Disse que ainda não havia tomado conhecido do fato, mas que vai apurar.

Seis em cada dez crianças no Brasil vivem na pobreza, diz estudo da Unicef


Segundo a Unicef, a falta de saneamento básico é a privação que mais afeta crianças e adolescentes no Brasil, já atingindo 13,3 milhões de jovens no País

De acordo com estudo, 18 milhões de crianças no Brasil, ou seja, 34,3% do total, são afetados pela pobreza monetária

Leon Rodrigues/Secom – 16.1.16

De acordo com estudo, 18 milhões de crianças no Brasil, ou seja, 34,3% do total, são afetados pela pobreza monetária

A pobreza no Brasil afeta diretamente os cidadãos mais jovens do País. Afinal, segundo um estudo inédito apresentado nesta terça-feira (14) pelo Fundo das Nações Unidas para a Infãncia (Unicef), seis em cada dez crianças no Brasil vivem na pobreza, ou seja 60% das pessoas que têm até 17 anos de idade.

O levantamento foi feito com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2015. Segundo esse estudo, 18 milhões de  crianças no Brasil , ou seja, 34,3% do total, são afetados pela pobreza monetária, vivem com menos de R$ 346 per capita por mês na zona urbana e R$ 269 na zona rural.

Ainda segundo o Pnad, 6 milhões dessa parcela – ou seja, o equivalente a 11,2% – têm privação apenas de renda. A Unicef considera pobre, em sua pesquisa, aqueles que estão privados de um ou mais direitos, como educação, informação, água, saneamento, moradia e proteção contra o trabalho infantil.

“Para entender a pobreza, é preciso ir além da renda e analisar se meninas e meninos têm seus direitos fundamentais garantidos”, diz a representante do Unicef no Brasil , Florence Bauer, no estudo. “Incluir a privação de direitos como uma das faces da pobreza não é comum nas análises tradicionais sobre o tema, mas é essencial para dar destaque a problemas graves que afetam meninas e meninos e colocam em risco seu bem-estar”, afirma.

 

 

De acordo com os resultados da pesquisa, dos 61% de crianças e adolescentes brasileiros que vivem na pobreza, 49,7% têm um ou mais direitos negados. Vale ressalta que muitas dessas meninas e desses meninos estão expostos a mais de uma privação simultaneamente.

Em média, por exemplo, a Unicef calcula que elas tiveram 1,7 privação. Isso porque há 14,7 milhões de meninas e meninos com apenas uma, 7,3 milhões com duas e 4,5 milhões com três ou mais privações.

Privações das crianças no Brasil

A pobreza voltou a crescer entre 2014 e 2015 no País; e o saneamento é uma das privações das crianças no Brasil
Fernando Frazão/ Agência Brasil – 7.4.14

A pobreza voltou a crescer entre 2014 e 2015 no País; e o saneamento é uma das privações das crianças no Brasil

O Unicef classifica as privações como intermediárias, quando há acesso, mas limitado ou com má qualidade a cada um dos direitos; e extrema, quando não há nenhum acesso ao direito.

Segundo os cálculos, a falta de saneamento básico é a privação que mais afeta crianças e adolescentes no Brasil, atingindo 13,3 milhões de pessoas. Além disso, 8,8 milhões são privados do acesso à educação; 7,6 milhões, do acesso à água; 6,8 milhões, do acesso à informação; 5,9 milhões, à moradia; e 2,5 milhões, à proteção contra o trabalho infantil.

 

Em comparação com 2005, os dados de 2015 mostram que a pobreza monetária na infância e na adolescência foi reduzida no País, na última década. Porém, as múltiplas privações a que as crianças no Brasil estão submetidas “não diminuíram em igual proporção”, diz o levantamento.

* Com informações da Agência Brasil.

STF retira de Moro delações contra Lula e Mantega da Odebrecht ​


Publicado em 14 agosto

Segundo informação do Uol, a Segunda Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu retirar do juiz Sergio Moro, da Justiça Federal do Paraná, depoimentos de seis delatores da Odebrecht que implicavam o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-ministro dos governos petistas Guido Mantega em um suposto esquema de repasses ilegais ao PT.

O juiz Sérgio Moro. Foto: HEULER ANDREY AFP

Nesta terça-feira (14), por três votos a um, a Segunda Turma alterou decisão anterior do ministro Edson Fachin, relator das ações da Operação Lava Jato no STF, que determinou a remessa das delações à Justiça Federal do Paraná, onde Moro é responsável pelos processos da Lava Jato.

Votaram contra a decisão de Fachin os ministros Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski. O ministro Fachin votou para manter sua decisão anterior no julgamento desta terça-feira. O ministro Celso de Mello, quinto integrante da Segunda Turma, não participou da sessão.

As delações tratam de suspeitas ligadas à planilha apresentada pela Odebrecht onde constam supostos pagamentos ao PT registrados sob a inscrição “Italiano” e “Pós-Itália”. O Ministério Público afirma que os nomes das planilhas são uma referência a Mantega e ao também ex-ministro petista Antônio Palocci. Fonte: DCM

Mujica anuncia renúncia do Senado do Uruguai


[Mujica anuncia renúncia do Senado do Uruguai]

Foto : Rubens Fraulini/Itaipu Binacional

Por Matheus Simoni no dia 14 de Agosto de 2018 ⋅ 13:40

O ex-presidente do Uruguai José Mujica, de 83 anos, anunciou hoje (14), por meio de carta, a renúncia ao cargo de senador. Ele havia sido eleito em março de 2015. Segundo o político, a desistência acontece por motivos pessoais e “cansaço da longa viagem”.

Mujica ocupou a Presidência do Uruguai entre 2010 e o 2015. Além disso, a carta diz que “o caráter de renúncia voluntária e a legislação vigente apontam que não corresponde o benefício do subsídio estabelecido”, já que ele receberá “aposentadoria”.

Em contato com a agência EFE, ele afirmou que vai continuar na política, embora não tenha mais vigor para exercer um mandato eletivo. “Vejo que tenho 83 anos e vou me aproximando da morte. Quero tirar uma licença antes de morrer, simplesmente, porque estou velho”, declarou.

Jovem negra é condenada por assalto, apesar de provar que não estava na cidade


Da RBA

Apesar de apresentar provas sobre sua inocência, a modelo Bárbara Querino foi condenada, na última sexta-feira (10), pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, a cinco anos de prisão, por assalto. A defesa aponta que as acusações são frágeis e compara o caso ao de Vinicius Romão – preso por erro no testemunho.

De acordo com o advogado Bruno Cândido Sanfoka, o juiz desconsiderou as fotos e vídeos que comprovavam ela havia viajado ao Guarujá, litoral paulista, onde foi contratada para se apresentar em um evento, no dia 10 de setembro do ano passado, data em que ocorreram os assaltos.

“O argumento do juiz para condenar foi dizer que as fotos (do evento no Guarujá) não estavam datadas, mas o processo tem três testemunhas: uma que foi convidada a viajar junto; outra, que fez as postagens na rede social e afirmou em juízo que foi ela que postou e uma outra, que afirmou que a Bárbara estava no mesmo carro”, explica o advogado.

De acordo com Bruno, a acusação é frágil, já que a única prova contra Bárbara é o depoimento de duas vítimas que disseram reconhecê-la. Ele afirma que as declarações são rasas, e que uma das testemunhas relata estar de costas para a cena do assalto e a outra afirmou sobre Bárbara que “o cabelo era parecido”.

“O caso da Bárbara lembra o que aconteceu com o Vinicius Romão, que ‘todo preto é igual’. A vítima (do assalto) não reconhecer o fenótipo dela, e acha que, pelo cabelo e tamanho, ‘pode’ ser ela. Se fosse uma pessoa branca, fariam questão de verificar uma identidade”, critica o advogado.

Bruno lembra ainda que, quando o réu é negro, há uma relativização das garantias fundamentais. “A Bárbara não teve direito à presunção de inocência, assim como o Rafael Braga. Você percebe que não há uma vontade do Judiciário para isso”, lamenta.

 

O caso

Na época, uma série de roubos foram praticados na região de Santo Amaro, zona sul da capital. Em novembro passado, o irmão de Bárbara, não identificado, foi preso. Ao saber do caso, a modelo foi ao local da prisão do irmão, junto com outras duas amigas. Todas foram conduzidas ao 98º Distrito Policial de São Paulo.

O advogado conta que ela foi fichada e as imagens foram compartilhadas com um programa policialesco de televisão e um grupo de policiais nas redes sociais. “Não tinha nada contra ela, foi liberada, mas a imagem continuou correndo e pedindo que as pessoas fizessem reconhecimento”, conta.

“O irmão dela confessou que só ele cometeu o crime, ou seja, ela não estava no local. Isso não foi nem abordado na sentença. O juiz não considerou esses fatos, nem os testemunhos, nem os documentos apresentados. Na segunda instância dá para reverter, mas isso foi um absurdo. É total frágil”, acrescenta Bruno

Ainda de acordo com a defesa, a ação policial é uma retaliação ao caso de irmão da modelo. “Quando fez a confissão, a polícia queria os pertences roubados para apropriação, mas ele já havia se desfeito dos objetos. Então, os policiais disseram que prenderiam a Bárbara. Foi uma retaliação”, denuncia. DCM.

Após vazamento de gravação, Trump chama ex-assessora Omarosa de ‘cadela’


Ex-assessora divulgou gravação de sua demissão pelo chefe de gabinete, John Kelly. ‘Bom trabalho do general Kelly por ter rapidamente demitido essa cadela’, tuitou Trump.O então candidato à presidência Donald Trump e Omarosa Manigault durante uma missa em Detroit, Michigan, em 3 de setembro de 2016 (Foto: Reuters/Carlo Allegri/File Photo)

FILHO DE EDMUNDO, RECONHECIDO POR DNA, FAZ FILME SOBRE ABANDONO PATERNO: ‘MINHA VIDA’


É uma mistura de ficção com documentário, mas podem chamá-lo também de sessão de terapia. Aos 23 anos, Alexandre Mortágua, filho do ex-jogador Edmundo, reconhecido através de um teste de DNA, finaliza no momento o filme “Todos nós 5 milhões” (veja o trailer abaixo) sobre abandono paterno, previsto para estrear em maio de 2019.

“Foram anos de terapia resolvidos como esse trabalho. Pensei muito como faria esse filme porque tem um pouco da minha vida também”, disse Alexandre em entrevista ao canal “Hel Mother”, no Youtube.

A ideia do longa, escrito, dirigido e produzido por ele, nasceu a partir do dado revelado pelo Censo Escolar 2013 de que existem 5, 5 milhões de crianças no país sem o reconhecimento paterno.

O filme reúne depoimentos reais, de jovens e adultos abandonados pelos pais, com cenas de ficção.

“Não queria espetacularizar minha vida. Meu pai é uma pessoa pública, e é complicado falar dos ídolos das pessoas, ainda mais quando esses ídolos são homens”, acredita ele, que não mostrará sua história na telona.Alexandre com a mãe, Cristina Mortágua

Formado em Artes Visuais e homossexual assumido, Alexandre Mortágua é filho de Edmundo com a ex-modelo Cristina Mortágua. Ele cresceu sem contato com o pai e a distância entre eles permanece até hoje.

Mulher doa rim para estranho: “chamado de Deus”


Foto: Crysti Shirley doou um de rins para Jim Abed - Foto: Fox

Foto: Crysti Shirley doou um de rins para Jim Abed – Foto: Fox

Uma mulher que doou seu rim a um estranho está sendo chamada de “anjo da guarda” pela família do homem que ela salvou.

“Se não fosse por [Crysti Shirley] eu estaria participando de um funeral. Ela é uma pessoa bonita ”, disse Maysa Munsey Slominski, prima do receptor, à Fox News na última quarta-feira.

Até recentemente, Jim Abed precisava desesperadamente de um novo rim.

O homem de Fairfax, Virgínia, EUA, estava na lista de transplantes há cerca de dois anos, fazendo diálise várias vezes por semana enquanto esperava.

O tempo de Jim Abed estava se esgotando, por isso a prima dele, Slominski, foi ao Facebook em fevereiro com a esperança de encontrar um doador para Jim Abed.

Mas no mês seguinte, uma ex-colega de trabalho de Slominski, Crysti Shirley, viu o seu post pela primeira vez.

Crysti conhecia Slominski de um trabalho anterior, mas ela e Abed eram completos estranhos.

 

Arrepios

 

Em março o post chamou a atenção de Shirley.

“Quando eu digo me chamou a atenção, quero dizer me deu arrepios. Era a história de alguém amado que precisava de um rim O” , escreveu no Facebook.

“Eu sabia no meu coração que eu estava destinada a dar meu rim a ele. Eu não posso explicar isso”, disse Shirley à Fox News.

Ela fez contato com Slominski e começou o processo para descobrir se ela seria compatível com Abed, pai de dois filhos.

Deu certo: os dois eram compatíveis.

Os médicos de Abed disseram que a compatibilidade estava num parente próximo, como um irmão ou pai – não um estranho.

 

A cirurgia

No dia 26 de julho, os dois foram submetidos à cirurgia no Hospital Johns Hopkins, em Baltimore, EUA.

“Foi lindo”, disse Shirley, acrescentando que ela tinha uma “enorme sensação de paz” e não estava nervosa na manhã do procedimento.

Shirley foi liberada do hospital dois dias após a cirurgia, mas ficou em um hotel próximo com o marido até Abed ser libertado também. Ambos estão agora em casa se recuperando.

“[Abed] ficou muito surpreso com a bondade de alguém que nem é seu amigo”.

Enquanto a família de Abed vê a ação de Shirley como uma bênção, o oposto também é verdadeiro para ela.

“Eu que recebi a bênção”, disse ela. “Minha esperança é que ele possa sair e viver uma vida plena e bonita”.

“Deus me chamou para fazer isso; não há necessidade de agradecer”, acrescentou Crysti Shirley.

Com informações do MSN

Ponte cai na Itália, carros caem e há pelo menos 20 mortos


Da G1.

Uma parte da ponte Morandi desmoronou em Gênova, no norte da Itália, na manhã desta terça-feira (14), e deixou “dezenas de mortos” de acordo com o serviço de emergência, citado pela agência italiana Adnkronos e o jornal “Le Reppublica”.

Segundo o diretor da central de emergência 118 Gênova, Francesco Bermano, várias pessoas estão sob os escombros da ponte, que tinha cerca 100 metros de altura. O jornal “La Stampa” afirma que 20 morreram.

O ministro do transporte de Itália, Danilo Toninelli, afirmou que o colapso da ponte parece “uma tragédia imensa”.

Imagem postada no Facebook mostra parte de viaduto que colapsou nesta terça-feira (14) em Gênova, na Itália (Foto: PAOLA PIRRERA / FACEBOOK / AFP) 

 

 

Emprego mais feliz do mundo: ele avisa ganhadores da loteria


Matt Hart - Foto: reprodução / ABC/GNN

Matt Hart – Foto: reprodução / ABC/GNN

Imagine ganhar dinheiro para ser portador de boas notícias… avisar aos ganhadores da loteria que eles estão milionários! Este é o emprego de Matt Hart.

O serviço dele é ligar para os ganhadores da loteria e dizer que eles ganharam milhares, ou milhões de dólares.

Hart trabalha para a The Lott, a maior operadora de loteria da Austrália. Todos os dias, ele entra em uma sala à prova de som e telefona para os ganhadores da loteria pra explicar que eles superaram as probabilidades e ganharam o sorteio.

Em entrevista à ABC Radio Brisbane, Hart contou que ele faz cerca de 700 telefonemas por ano, uma média de duas ligações por dia.

A surpresa

Normalmente, os prêmios giram em torno de US $ 10.000 – R$ 37.000 aproximadamente – mas Matt Hart lembra do dia em que uma pessoa ganhou US $ 50 milhões – R$ 185 milhões.

O vencedor disse que não sabia se devia “rir, chorar ou abraçar sua esposa”.

Matt conta que, quando recebem o telefonema do prêmio, muitas pessoas ficam tão atordoadas que nem conseguem falar.

Outras gritam e muitas não conseguem acreditar na boa notícia.

Houve uma vez em que o vencedor ameaçou chamar a polícia antes de desligar o telefone, até que foi convencido de que era verdade.

Histórias que ele ouve

Ele garante que se engana quem pensa que a pessoa que ganha na loteria gasta rápido todo o dinheiro.

“Há um equívoco de que as pessoas explodem tudo em um ano, mas muitas pessoas nos dizem: ‘Não se preocupe, eu não vou explodir, eu serei responsável’.”

Um vencedor disse que estava animado para cortar o cabelo, enquanto outro disse que queria deixar seu emprego e se tornar um monge budista.

O que as pessoas mais falam é que querem pagar a aposentadoria de seus pais ou ajudar financeiramente seus filhos.

“Ficamos em contato com os vencedores por alguns meses e, às vezes, anos depois de vencer, para ver como foi a experiência”, disse Hart à ABC.

Trabalho feliz

Hart afirma que tem o trabalho mais feliz do mundo.

“Você se sente como uma mistura entre o Papai Noel, a Fada dos Dentes e o Coelhinho da Páscoa ao entregar o prêmio em dinheiro”, disse Hart à VICE.

“É surreal que interrompamos a vida de alguém, todas as manhãs, para dar a notícia de que eles ganharam um grande prêmio e agora são milionários ou multimilionários”.

“É uma coisa muito emocional Ouvimos sobre suas esperanças e sonhos… o que eles sempre pensaram que fariam com um milhão de dólares”, diz.

Com informações da ABC e GNN

Civilização e barbárie


As eleições sempre marcaram no Brasil um momento de reflexão. Bem ou mal, é o período em que se faz algum tipo de avaliação do mandato vigente para que se possa apontar a continuidade de um projeto ou a interrupção deste projeto.

A eleição, a rigor, é um processo mais simples do que parece ser ou do que a elite brasileira quer que ele seja. Para os políticos conservadores de direita, a eleição é uma provação, uma tortura, até porque políticos conservadores de direita têm certa dificuldade em sua relação com o voto. Por isso eles tentam sempre truncar a eleições. Por isso, eles a subestimam, por isso, eles a violentam, por isso eles a desprezam, por isso eles as tratam como um ‘mal necessário’.

Há muita gente que poderia contestar o pressuposto “políticos conservadores têm dificuldades com o voto”. Mas eu o reitero. Reitero e pergunto: quando se teve voto, qual político conservador foi eleito para a presidência? Por mais que FHC seja hoje um ente folclórico, tomado de frustração e ressentimento, em 1994 ele não era propriamente um reacionário.

Volte-se um pouco atrás – porque o ‘depois de FHC’ nem é preciso mencionar – e temos políticos progressistas sendo eleitos pelo povo e tirados pelos golpes, em meio a nossa ‘maldição do vice’: Jango foi um Temer ao contrário, pois seu cabeça-de-chapa era o habitual político higienista anti-corrupção (Jânio Quadros), figura solitária e levemente desequilibrada.

Juscelino Kubitchek encarnou a felicidade e a autoestima como premissas básicas de seu ethos político e de seu projeto, tomado de fragilidades e delírios, mas legitimados pelo voto, afinal. O capítulo Getúlio é assaz complexo para meio parágrafo, mas é inédito o fato de um ditador voltar pelo voto – e depois cometer suicídio por perseguição política da elite –, basta que se diga isso.

 

A magra democracia brasileira não teve muitas chances de eleger quem ela sempre desejou: líderes populares e progressistas com o mínimo domínio linguístico do português falado pelo povo. Afora a maldição do vice, temos a maldição do Odorico Paraguaçu, a ideia falsa e fajuta de que o povo humilde gosta de quem fala ‘difícil’ – ou de quem é flagrantemente demagógico como Alckmin, só para citar um exemplo.

O que elege políticos como Alckmin ou Doria ou FHC é o medo. Eles não têm e nunca tiveram voto consolidado de conceito. São votos ‘negativos’, votos do ‘não’, votos calcados na ‘repulsa ao outro’. É o sistema político brasileiro, tão arraigado e tão menosprezado por analistas décadas a fio: a esquerda afirma e a direita nega, a esquerda se expõe e a direita se esconde, a esquerda formula e a direita faz fichamento das teses econômicas anglo-saxônicas.

A direita sempre menosprezou o povo, para ela uma espécie de ‘efeito colateral’ da democracia – e sempre foi aristocraticamente elogiada por nossa imprensa secular que, nada mais é que um ‘braço’ em seu espectro de ação.

 

 

A esquerda, por sua vez, sempre aprofundou sua conexão com o povo, para ela a essência máxima da democracia – e sempre foi violentamente criticada por isso, sob a ótica destrutiva e negativa daqueles que, diante da soberania, enxergam ‘populismo’.

O processo político brasileiro – no entanto e a despeito dessa simplicidade olímpica que deveria ser respeitada, a saber: a eterna escolha entre dois projetos evidentes e ‘chapados’, como diria o ministro Luiz Fux – tem suas complexidades subscritas. E não são poucas. Se se quiser a análise técnica –  advirto – dotada de metodologia e procedimento leitor, até uma simples cebola se torna um emaranhado de sentidos.

Em tempo: o embate que está em curso hoje no Brasil, mais do que nunca, é civilização versus barbárie. Não é esquerda versus direita, não é progressismo versus conservadorismo, não é status quo versus renovação: é civilização versus barbárie.

É o nosso encontro com o presente sempre adiado pela história. A luta interna por soberania que caracteriza todo e qualquer país – ou pelo menos, um país dotado de autoestima republicana – não aconteceu no Brasil. Nosso processo de independência foi fake. Nosso processo de transição do império para a república foi fake. Ambos foram conduzidos pela elite escravocrata, violenta e assassina.

É muito curioso que, mesmo depois de um processo tão desvirtuado de construção de soberania, ainda se tivesse no Brasil alguma cifra de nação, que se arrastou valentemente durante todo o século 20, a despeito de todos os golpes.

Que se tenha havido golpes em profusão em nossa história é ainda mais um sintoma de que habita aqui, neste solo em que se plantando tudo dá (inclusive provas judiciais contra inocentes), um povo poderoso e investido de imensa humanidade e consequência. O povo brasileiro não é qualquer povo. É único, é forte, é resistente, é bonito, é insinuante, é democrático, é utópico, é solidário, é valente.

 

 

Mitos como o do povo “burro”, “violento” e “preguiçoso” são o simulacro que a elite nos projeta, como forma de controle, indiferença e auto compensação libidinal. Na verdade, quem é burro, preguiçoso e violento é o nosso eterno consórcio golpista, também chamado de elite escravocrata. Isso já está posto pela história e pela realidade impiedosa do presente.

Senão, vejamos: o que é ser de esquerda? Ser a favor de inclusão social? Ser a favor de uma cobertura universal de vacinação de crianças e trabalhar por isso? Ser contra o racismo? Ser contra a homofobia? Ser contra o genocídio de índios? Ser contra o genocídio de presos? Isso é ser de esquerda?

Continuo: o que é ser de esquerda? Ser a favor de um regime de partilha social de uma riqueza mineral que pertence ao país e ao povo deste país? Ser a favor de uma população universitária robusta e qualificada? Ser a favor de um programa que permita estudantes no exterior agregando valor, cultura e conhecimento tecnológico para o país em que vivemos e crescemos? Isso é ser de esquerda?

Prossigo: o que é ser de esquerda? Ser a favor dos direitos LGBTT e do casamento gay? Ser a favor da emancipação da população carente através de projetos sociais? Ser a favor da internacionalização da nossa indústria, da nossa cultura, da nossa marca? Ser a favor de um sistema de saúde que atinja toda a população brasileira? Isso é ser de esquerda?

Respondo: não. Isso não é ser de esquerda. Isso é ser civilizado. Isso é o mínimo que um ser humano deveria sentir e acreditar com todo o seu corpo e sua alma em um século também chamado de século 21. É o básico, o ponto de partida, o pontapé inicial.

A sociedade brasileira foi tomada por um fenômeno de linguagem muito precário e primitivo chamado ‘simulacro’, que nada mais é do que a distorção acelerada e brutalizada dos fatos concretos que pertencem aos sentidos da história e da civilização.

Acreditou-se, por alguma razão infeliz, que aqueles valores minimamente virtuosos ali postos fossem propriedade da esquerda, quando, na verdade, são apenas processos civilizatórios.

Não há ‘contrário’ possível para valores como a inclusão social. O contrário é a ‘barbárie’. Isso matou o debate qualificado em solo brasileiro, sob o testemunho cúmplice e preguiçoso de muitos intelectuais agraciados com os favores editoriais da imprensa secular.

A prova de que a resposta da direita derrotada à ação vitoriosa da esquerda brasileira foi primitiva e dotada de profunda ignorância (e precariedade de interpretação de texto) atende pelo nome/sigla Michel Temer/PSDB.

Coadjuvantes infames dessa aliança grotesca são os ‘Bolsonaros’ (peões avançados da truculência sub intelectual) e ‘Marinas Silvas’ (elementos de contenção e omissão, prepostos inertes para vitimizações melodramáticas).

Ao se ver em um beco sem saída civilizatório, esse segmento apodrecido da sociedade brasileira resolveu optar pela barbárie. Resolveu facilitar – por extrema preguiça em oferecer um projeto alternativo de país.

É um segmento que não sabe ‘formular’, não sabe propor, não saber debater. Por isso, ele é violento. Por isso, ele é omisso. Por isso, ele se vitimiza. Por isso, ele opera nos interstícios da destruição do cinturão de proteção social, espaço que, para eles, são trincheiras de resistência da esquerda (quando na verdade, são trincheiras de resistência da civilização).

Por isso, o debate da Band foi um vexame. Por isso, o povo brasileiro vem reafirmando dia pós dia o que ele quer. Ter um debate paralelo na internet, de resistência, com mais de 3 milhões de acessos é um soco na imprensa secular e obsoleta. Sem a civilização presente, os debates com os candidatos ‘anões’, ovelhas desgarradas da democracia, serão rechaçados pela população brasileira e figurarão como usina de memes de internet, nada mais.

A direita, encurralada pela própria preguiça e por sua emblemática má formação intelectual – subserviente, anacrônica, interrompida, tecnocrata, carreirista – decidiu fazer o simulacro raivoso da civilização que lhe acossou o traseiro. Chamou a civilização de ‘esquerda’ e perdeu o bonde e o trem da história.

A direita-barbárie brasileira, tomada por Kins Kataguiris, Alexandres Frotas, Generais Mourões, Anas Amélias, Michéis Temers, Lucianos Hucks e tucanos mil – os seres dotados dos mais profundos déficits de leitura que a história brasileira já testemunhou – afunda-se dia após dia mais e mais na lama da cena política.

Eles erodem a soberania de um povo, exterminam os investimentos, fazem vista grossa a genocídios, usam o exército como peça publicitária, entregam a cultura e a tecnologia de uma nação inteira sem a menor cerimônia (Embraer, Pré-sal, Base de Alcântara), assassinam o pouco de direitos que o povo trabalhador detinha desde a criação da CLT, implodem programas universais de vacinação de crianças, fazem voltar doenças do século 19.

Isso é barbárie.

Isso não é alternativa de poder, não é alternativa de nada. Isso é apenas barbárie.

O povo brasileiro já entendeu isso. O povo brasileiro ‘é’ o Brasil. Não existe Brasil sem povo. A população está deixando o seu recado todos os dias, nas pesquisas de intenção de voto e de opinião. O povo está avisando que não quer o prosseguimento deste processo golpista.

O povo brasileiro não quer a continuidade da barbárie. Ele quer a civilização de volta. Ele quer cuidar dos seus filhos, do seu futuro, do seu trabalho. O povo brasileiro é, sim, pacífico, e extrai dessa vocação à vida, toda a sua força que não cessa de se inscrever em nossa história.

O povo brasileiro quer se manifestar, ele quer a eleição, ele respeita o restinho de institucionalidade que sobrou deste processo agônico de auto destruição.

O momento de o Brasil se encontrar consigo mesmo chegou. É a eleição mais importante da história. Tentemos não fulanizá-la com a pior geração de candidatos que um sufrágio já assistiu. Tampouco com as divergências internas no campo da civilização (ou da esquerda, como preferirem, a essa altura do campeonato das palavras).

É hora de fazer o que nossos antepassados não tiveram a oportunidade de fazer: construir a soberania definitiva de um povo. Isso exige coragem e autoestima, mas também inteligência e humildade.

Encaremos essa missão de restituir a civilização nesta sociedade tão espancada por sua elite covarde, sociedade esta que merece a chance de construir um sonho mais uma vez.

Afinal, nossa memória não pode negar: enquanto durou, a democracia foi uma experiência maravilhosa.

Vamos trazê-la de volta. Sem medo.

*

P.S.: este escriba recebeu uma mensagem carinhosa do escritor Raduan Nassar e agradece publicamente a honra e a responsabilidade de ser lido por um dos maiores escritores da história. Um beijo, querido Raduan.

Mas só que essa mídia antiga, mercenária e arcaica está perdendo força, o que dificilmente fará  o efeito de outrora, fonte 247, ultimo paragrafo Café com Leite Notícias.