Nova Itarana já sofre com a seca que assola a terra


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Essa estrada no meio do nada lembra o que disseram os cientistas, que o nordeste

e parte de Minas vai ser um grande deserto num futuro não muito distante

O município de Nova Itarana sempre é um dos primeiros a sofrer quando a seca começa assolar o Nordeste. Localizado numa região de clima quente, a chamada Caatinga, o município já perdeu, em secas passadas, mais de 60% do rebanho bovino, mas o sertanejo continua firme, na esperança de dias melhores. O prefeito da cidade, Danilo Italiano, desde o começo da sua gestão, janeiro deste ano, vem procurando dar o máximo de atenção aos produtores rurais e criadores de gado, com abertura de aguadas e até mesmo carros pipa com recurso da prefeitura, para amenizar o sofrimento das famílias que moram na zona rural. Italiano tem falado sempre, que tem que ajudar o homem do campo, onde vem fazendo o que pode, mas sabe que as condições de um município pobre como Nova Itarana, muitas vezes, não consegue atender a população como deveria, mas assegurou que vai buscar ajuda onde precisar.

O mais preocupante é que os meses que geralmente cai ou caía, muita água dos céus, que são fevereiro, março e, com menos intensidade, o mês de abril, esse ano não deu para encher os mananciais, as pastagens logo secaram e, como ainda é agosto, a preocupação aumenta ainda mais. Se no mês de novembro chover, como acontecia no passado, época de muitas chuvas e muitas criações, apesar de ainda faltar 90 dias, aos trancos e barrancos o produtor, com a ajuda da prefeitura, consegue atravessar, mas se a chuva só chegar em fevereiro ou março, certamente vai complicar. Temendo o pior, muitos criadores, não só de Nova Itarana, mas de outros municípios que também começa a sofrer, já começam a desfazer os seus rebanhos, “pois é melhor vender para quem possa salvar o animal, ainda que seja com dor no coração, que morrer por não ter o que comer”, é o que têm falado muitos criadores. Pediremos ao Bom Deus que ajude a todos esses heróis, pois são guerreiros lutadores e de muita fé. 

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A má gestão da saúde pública


Episódios recentes de acusações aos médicos brasileiros desviam a atenção sobre a precariedade da saúde pública no paísMinistro Ricardo Barros

Três recentes episódios de injustas acusações aos médicos brasileiros foram registrados pela mídia, com forte impacto no seio da classe e grande repercussão na sociedade, por terem como protagonista o ministro da Saúde, Ricardo Barros, engenheiro e deputado federal filiado ao Partido Progressista (PP).

O ministro anunciou nos estados do Paraná, Acre e no Distrito Federal o controle por biometria nos postos de saúde da rede pública de todo o país na intenção de uma maior produtividade dos médicos. Cometeu um erro imperdoável em seus discursos ao dar destaque a uma frase polêmica: “Vamos parar de fingir que pagamos os médicos e os médicos têm que parar de fingir que trabalham”.

Diante de críticas à inconsistência de seus discursos, transformou os jornalistas em bodes expiatórios, acusando-os de distorcer o sentido de sua frase, por colocá-la fora de contexto, esquecendo-se que a expressou por três vezes e que os seus termos assertivos são de interpretação filológica ou gramatical.

Maquiavel classificou os homens em três tipos: aqueles que conseguem compreender por si só; os que só conseguem entender os que os outros compreenderam; e aqueles que não conseguem compreender por si só e não conseguem entender o que os outros compreenderam. O ministro não se enquadra nestas duas últimas categorias. Elabora as suas mensagens com plena compreensão do que transmitem.

Portanto, trata-se aqui de uma frase de efeito que desvia a atenção sobre a precariedade da saúde pública, onde falta tudo ou quase tudo e ocorre com frequência a designação aos médicos da representação não autorizada do Criador nas “escolhas de Sofia” – as mesmas escolhas entre os náufragos daquele que ocupará o último lugar disponível no escaler da vida.

As mortes evitáveis e as sequelas irreversíveis de milhares de brasileiros, por falta de condições de trabalho ao médico, têm sido escondidas com a cumplicidade do silêncio ou de polêmicas impertinentes, que impedem a nítida visão da incompetência administrativa do Sistema Único de Saúde (SUS).

Na linha das explicações desprovidas de razão, com simples análise de números, o ministro apresentou dados do Banco Mundial como alicerce para os seus argumentos de que o número de consultas por médico no Brasil é 1,5 vezes menor do que a média dos países da Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), olvidando-se que os dados foram retirados do exercício da medicina em condições ideais de trabalho.

Na maioria das nações que integram a OCDE (como Inglaterra, Portugal e França), os médicos têm excelentes carreiras nacionais e os cargos da gestão de serviços e programas de saúde não são de livre provimento dos políticos de plantão. Por isso, não são utilizados para satisfação de interesses pessoais ou eleitorais, em detrimento da proficiência administrativa.

Em geral, no âmbito dos países membros da OCDE, os médicos têm o que falta em muitos postos de saúde brasileiros: cadeiras, macas, toalhas e pias para lavagem das mãos, banheiros para deficientes físicos, salas para esterilização de materiais e expurgo de lixo, equipamentos, medicamentos e insumos imprescindíveis aos atendimentos. Considerando essas carências pode-se concluir pela maior produtividade dos médicos brasileiros.

Ainda, em meio aos conflitos gerados pelas gratuitas provocações aos médicos, tem sido divulgada por Ricardo Barros a economia de R$ 3,5 bilhões em sua gestão ministerial, sem mencionar que de uma dotação orçamentária de R$ 121 bilhões o Ministério da Saúde (MS), no ano passado, deixou de aplicar R$ 6 bilhões, dos quais R$ 2 bilhões destinavam-se aos investimentos e o restante ao custeio.

Os problemas do SUS são crônicos e não serão resolvidos com propostas casuísticas. As suas soluções exigem: política de saúde como política de Estado, competência gerencial, planos de cargos e salários em carreiras estruturadas e compartilhadas pelo Poder Executivo, recursos humanos valorizados, melhor orçamento, sistema de controle e avaliação rigoroso, descentralização regional, auditoria social independente e capacitada.

A reforma tributária, entre outras relevâncias, tem papel preponderante nas adequações do SUS!

Na vigência da Carta Magna de 1988, a União concentrou em seus cofres a maior parte da carga tributária e reduziu os seus encargos. Os demais entes federativos (Estados e Municípios) estão mais onerados, empobrecidos, endividados e subservientes ao Planalto Central.

As caravanas de governadores, prefeitos, secretários estaduais e municipais de saúde à Esplanada dos Ministérios são notícias rotineiras. De pires na mão, as autoridades agradecem ínfimos percentuais do que deveriam receber por direito.

Assim, o país encontra-se com um Pacto Federativo utópico e mais vulnerável às alianças político-partidárias feitas de modo argentário e às ações corporativas predatórias do bem comum.

Na persistência desse cenário de violências, desvios do erário, humilhações e desassistência à saúde pública por omissão do Estado, a classe médica, mais uma vez, unida aos interesses da imensa maioria da população brasileira, que defende o SUS, voltou às ruas no dia 3 de agosto, em um movimento de protesto popular denominado “Fora Barros”. Na defesa da saúde, a causa pública mais essencial e reivindicada, de modo coerente ao exercício de cidadania, no mais elevado patamar da consciência, repudiando a inércia das autoridades sanitárias e o descaso com a dignidade humana.

Apesar das nossas relações sociais contemporâneas, que fazem lembrar as históricas narrativas do período de interregno da antiga Roma e dos estigmas jogados contra os médicos, os seus compromissos vocacionais, sustentados com angústias, sofrimentos e depressões, são afirmados pelo povo em pesquisas de opinião pública.

No final do ano de 2016, em pesquisa do Instituto Datafolha, os médicos brasileiros continuaram no topo do “ranking” das classes profissionais com mais crédito ou de maior confiança perante a população. Por sua vez, com honrosas exceções, a classe a qual pertence o ministro da Saúde, a dos políticos, ficou situada, infelizmente, no último lugar. Fonte: VEJA.COM

Advogada deixa a carreira para ser voluntária


Juristas relatam como têm usado a profissão para beneficiar pessoas com as quais convivem

Ellen (ao centro), famílias da etnia Xerente e colegas voluntários.

 

Brasília, DF… [ASN]  Há  190 anos, em 11 de agosto de 1827, o Brasil inaugurou os dois primeiros cursos de Direito do País: um em São Paulo (SP) e outro em Olinda (PE). Desde então, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) registra mais de um milhão e quarenta mil profissionais. Segundo o Artigo 133 da Constituição Federal, a categoria é “indispensável à administração da justiça, sendo inviolável por seus atos e manifestações no exercício da profissão, nos limites da lei”.

O exercício do Direito chama a atenção de pessoas de todas as idades que sonham em lutar pela justiça. É o caso da advogada Ellen Sena, de 25 anos, que atua na área jurídica há três anos. “Fiz essa escolha quando eu tinha 15 anos. Um dia estava assistindo [à televisão] e vi uma reportagem contando a história de Ellen Gracie Northfleet, enfatizando tudo o que ela tinha realizado e o fato de ela ter sido a primeira mulher a assumir a presidência do Supremo Tribunal Federal [STF]. Naquele momento decidi que gostaria de ter a mesma garra pela justiça que aquela mulher tinha”, relembra.

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De advogada a missionária

Solenidade de entrega da Carteira de Advogada (OAB-DF)

Ellen conta que ser advogada era apenas um degrau para alcançar o sonho de ser Promotora de Justiça do Tribunal do Júri. Por isso, precisava ter todos os compartimentos da vida sob controle: vida familiar, vida social, vida espiritual, vida profissional, sentimental.  “Vivi dessa forma durante a maior parte da minha vida, organizando tudo como se fosse em gavetas. E no ano passado [2016], percebi que havia alcançado tudo que desejava: formatura, ingresso na Ordem dos Advogados do Brasil, um mundo de possibilidades e confortos. Porém, estava me sentindo infeliz e vazia”, declara.

Ela lembra que após questionar Deus em oração, entendeu que não havia como compartimentalizar a vida e nem como limitar a experiência com Ele apenas a um espaço. “Ele me disse:  “Filha, você me excluiu de todas as partes da sua vida e só me deixou participar de uma: a espiritual. Mas não existe felicidade sem Mim, não posso atuar onde você não permite”. Sendo assim, no fim de 2016 entreguei não apenas minha vida profissional e sim minha vida por completo ao Senhor”, recorda.

Desde então, a brasiliense diz enxergar a profissão como um “disfarce” que Deus usa para alcançar mais pessoas. “Sou cristã e estou advogada”, explica ao usar o significado de permanência do verbo ser e transitoriedade do verbo estar. Atualmente, Ellen faz parte do projeto Um Ano em Missão, que reúne jovens que escolhem dedicar um ano de serviço voluntário em regiões do Brasil e do mundo. “Meu trabalho [na missão] é multifuncional: instrutora bíblica, cozinheira, ajudante em Escola Cristã de Férias, advogada, quando necessário, e muito mais. Mas a cada dia Deus me mostra que isso tudo é só o começo da minha caminhada”, afirma.

A advogada de 25 anos relembra que ao chegar na cidade em que seria voluntária, em Tocantins,  tinha um objetivo claro: fazer a diferença para outras pessoas. “Quando fui para a missão acreditava que ajudaria e mudaria a vida das pessoas e que tinha uma missão a realizar. Depois de um tempo, descobri aos poucos que a missão mudou a minha vida. Tive o privilégio de ajudar pessoas, porém, em todas as circunstâncias eu fui a maior beneficiada”, assegura.

Emocionada, Ellen conta a história de uma mãe que não via os filhos há quase seis meses. A senhora havia se divorciado e, de acordo com a cultura Xerente, não pôde ficar com nada, nem mesmo com as crianças. E ainda estava sendo processada pelo ex-marido, que exigia pensão, todos os bens e a guarda dos menores. “Ao ouvir isso, meu coração ficou apertado e ouvi Deus me dizer: “Filha, foi pra isso que você se formou”. Disse a ela que era advogada e podia ajudar. Com a graça de Deus, tudo deu certo e houve um lindo reencontro entre as crianças, a mãe e a avó. Através disso tudo entendi que Deus pode me usar como instrumento dEle com ou sem a minha formação. Eu só preciso me colocar à disposição dEle e das pessoas”, enfatiza.

Missão e profissão: Juiz de Belém,

no Pará, também mudou sua vida

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 O juiz Vanderley Oliveira participa de projetos de cidadania e reuniões de Pequenos Grupos.

 

 

Na cidade de Belém (PA) está um juiz que compartilha do mesmo pensamento da jovem missionária. “Deus me fez juiz para promover a justiça libertadora dEle”, acredita  Vanderley Oliveira, 50 anos. Ele exerce o Direito há 25 anos, sendo juíz há 21 e atua na 3ª vara da Infância e da Juventude da comarca de Belém.

Assim como Ellen, Oliveira nasceu em um lar adventista, mas por dez anos se afastou da Igreja e de qualquer religião, até que percebeu a necessidade da comunhão com Deus independente de crença.  “O juiz fica sucumbido porque, por vezes, percebe que não há salvação, chance de restituição. Destes aspectos, unicamente Deus tem a solução. E foi exatamente isso que me fez retornar: contemplar a sociedade afundando nos delitos sociais comprado aos planos divinos. Vi que o plano de resgate de Deus era a única saída”, afirma.

Oliveira fez da profissão a missão diária de pregar o evangelho. “Eu não tenho vergonha do evangelho, assim como disse o apóstolo Paulo. Prego na audiência diante de promotores, defensores, procuradores, à advogados. Prego quando vou proferir  a sentença, nas ações sociais, nas palestras que vou proferir dentro ou fora da igreja. Aqui sou até conhecido como juiz-pastor”, conta.

Para Oliveira, a função de magistrado possibilita que a mensagem de esperança seja oferecida “dentro e fora da cadeia”. O juiz oferece o estilo de vida cristã a crianças e adolescentes que cumprem medidas sócio-educativas.

Incentivo para mudar

Com grande satisfação, ele menciona que um dos casos que lhe chamou a atenção foi o de um rapaz que estava cumprindo medidas por oito assassinatos, envolvimento com tráfico de drogas e outros crimes. “Depois de conhecer o evangelho ele foi transformado e hoje é estudante de Direito, tem o próprio trabalho. E ainda nos ajuda motivando meninos que cumprem as penas”, enfatiza.

Além da função que cumpre junto ao Estado, Oliveira também encontra tempo para envolver autoridades da cidade, servidores públicos e empresários em um Pequeno Grupo que já “deu frutos” no ano passado. Ele conta que um auditor fiscal do município que frequentava as reuniões do grupo aceitou ser batizado em agosto do ano passado.

“Logo depois [do batismo], ele já abriu um Pequeno Grupo na casa dele com mais auditores, magistrados e empresários. Entre agosto de 2016 e este ano, 12 pessoas já foram batizadas”, destaca. “É a esperança que vai atrair as outras pessoas além do conhecimento universitário e jurídico. É diferente. Ela nos leva a encontrar satisfação, paz de espírito”, completa. [Equipe ASN, Aline do Valle]

Igreja Adventista emite declaração sobre Guam e solicita orações


Ilha norte-americana havia se tornado possível alvo da Coreia do Norte

Localidade também conta com presença adventista (Foto: Shutterstock)

 

Silver Spring, Estados Unidos… [ASN] Na semana passada, a Coreia do Norte revelou que pretendia disparar mísseis nas proximidades da ilha de Guam, no Oceano Pacífico. O local é um território norte-americano e conta com uma base aérea militar e um esquadrão de submarinos. Lá vivem cerca de 162 mil pessoas, incluindo mais de cinco mil adventistas do sétimo dia que se reúnem em 22 templos. Nesta terça-feira, 15, o líder norte-coreano, Kim Jong-Un, recuou e decidiu não executar a operação, informaram as agências internacionais.

A sede da Igreja Adventista do Sétimo Dia para os Estados Unidos divulgou uma nota em que conclama os membros da denominação a orar pelos moradores de Guam. O documento ressalta que um dos motivos é para que “os governos dos Estados Unidos e da Coreia do Norte encontrem uma solução pacífica para suas diferenças.” Leia a declaração abaixo.

“Em nome de toda a Divisão Norte-Americana da Igreja Adventista, gostaria que nossos membros e cidadãos da ilha de Guam saibam que estamos preocupados e orando por vocês. Encontramos consolo nas palavras de Marcos 13:7: “Quando, porém, ouvirdes falar de guerras e rumores de guerras, não vos assusteis” e de Mateus 28:20: “ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século”.

Saibam que o povo adventista do sétimo dia os ama. Nós sabemos que Deus está presente nos momentos difíceis, como sempre esteve e continuará presente. Unimo-nos a vocês em oração para que os governos dos Estados Unidos e da Coreia do Norte encontrem uma solução pacífica para suas diferenças.

Desejo solicitar a todos os 1.200.000 membros da Divisão que se unam em uma oração especial de solidariedade pelos habitantes de Guam e da Micronésia. A Missão de Guam-Micronésia é uma parte importante de nossa família da Divisão Norte-Americana, e durante momentos como esses precisamos nos unir para apoiar nossa família. Por favor, orem pelos membros de nossas igrejas e pelos pastores que ministram para eles; orem pelos estudantes missionários e pelos voluntários que trabalham nas escolas e clínicas de toda a Missão; e orem pelos mais de 400 mil habitantes do território da Missão.

Depositamos nossa fé e confiança em Deus, sabendo que Ele é nosso eterno Pastor, Protetor e fonte de fortaleza.

Em oração,

Daniel R. Jackson
Presidente da Divisão Norte-Americana da Igreja Adventista do Sétimo Dia”

[Equipe ASN, da redação]

Mulher ganha na loteria e divide prêmio com amigos de trabalho


Foto: Loteria

 

Dá pra ser feliz sozinho, se as pessoas que você ama também não forem felizes? Uma mulher que ganhou na loteria teve uma atitude surpreendente!

Lynn Nelson deu um exemplo de desapego material e decidiu dividir com os amigos a metade do prêmio que ela ganhou no jogo instantâneo “Hit $ 1,000!”, da loteria do estado de Massachusetts, nos EUA.

Ela faturou 1 milhão de dólares, cerca de 3 milhões e 150 mil de reais.

Lynn doou 50% do dinheiro a cinco amigos do trabalho, segundo informou no fim de semana a Brockton Enterprise, responsável pela loteria.

Descontados os impostos, ela escolheu receber à vista US $ 430.000, pouco mais de R$ 1.354 milhão.

Os outros US $ 500 mil – sem tirar impostos – ficaram para os amigos.

O bilhete vencedor foi comprado no Escritório Regional da Loteria do Estado de Massachusetts, em New Bedford.

As chances de ganhar um jackpot de US $ 1 milhão  no jogo de 10 dólares – 35 reais – são de 2,1 milhões para 1.

E você? Faria o mesmo que Lynn Nelson? Fonte Só Notícia Boa.>

Mais um humorista que se vai: Desta vez foi Paulo Silvino


Paulo Silvino durante fotos de divulgação do programa Zorra Total em abril de 2016 (Foto: Tata Berreto/Globo)

Num mundo de tantas transgressões, de tantas corrupções e muitas outras mazela, perder um ator humorista pode-se de dizer que foi uma grande perda, pois as pessoas estão carentes de grandes risadas. Na manhã desta quinta-feira (17), aos 78 anos, morreu o ator Paulo Silvino, que lutava contra um câncer no estômago. Segundo a Central Globo de Comunicação, o humorista morreu em casa, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, no início da manhã. Em redes sociais, o filho mais novo do ator, João Paulo Silvino, lamentou a morte do pai. “Que Deus te receba de braços abertos meu pai amado”.

Segundo a família, Silvino chegou a ser submetido a uma cirurgia no ano passado, mas o câncer se espalhou e a opção da família foi que ele fizesse o tratamento em casa. A filha do humorista, Isabela Silvino, também usou as redes sociais para falar sobre a morte do pai. “Amigos, obrigada por todas as mensagens. Ainda estou naquele processar isso tudo. Mas posso dizer que ele foi bem. Sem sofrer.”, afirmou.

Para quem não conheceu outros trabalhos de Silvino, desde o programa BALANÇA< MAS NÃO CAI, certamente não esquece do papel dele no programa da Globo, o ZORRA TOTAL, onde ele dizia “Cara Crachá, Cara Crachá…”. Era, na verdade, um grande ator, pois eu, aditor do blog Café com Leite, ainda era menino e me lembro dele atuando em programas de humor da emissora.

Os amigos também lamentaram a morte de Silvino. “Um dia triste. O Paulo Silvino é um super artista. A gente falando aqui nesses tempos de Pop Star (programa dominical da TV Globo), é bom lembrar que o Paulo Silvino foi um dos primeiros pop star do Brasil, um dos primeiros atores que cantava, teve disco gravado na época da Jovem Guarda, foi roqueiro, quer dizer, foi um homem de mil facetas. E pra mim, em especial, ele foi uma espécie de padrinho porque minha primeira aparição na TV foi junto dele no Balança Mais Não Cai e eu tinha só oito anos de idade. Quero mandar meus sentimentos para a família”, disse o amigo e também ator Lúcio Mauro Filho.

O artista estreou na TV Globo em 1966, apresentando o Canal 0, programa humorístico que satirizava a programação das emissoras de TV

Paulo Ricardo Campos Silvino cresceu nas coxias do teatro e nos bastidores da rádio. Isso porque seu pai, o comediante Silvério Silvino Neto, conhecido por realizar paródias de figuras públicas no Brasil dos anos 1940 e 1950, levava o menino para acompanhar seu trabalho. Paulo Silvino também mostrava talento para a música, revelado durante as aulas que tinha com a mãe, a pianista e professora Noêmia Campos Silvino.

“Eu nasci nisso. Com seis, sete anos de idade, frequentava os teatros de revista nos quais o papai participava. Ele contracenava com pessoas que vieram a ser meus colegas depois, como o Costinha, a Dercy Gonçalves.”, disse o ator em entrevista ao Memória Globo.

MARACÁS: População quer ver serviço e não aumento de salário para os eleitos em outubro


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Os três poderes mostraram que podem. O aumento saiu no momento em que dizem

que Maracás está em dificuldades. (As palavras não correspondem aos fatos)

 

Parte da população de Maracás está intrigada com a informação de que vereadores, prefeito, vice e secretários receberam, após uma “luta” dos vereadores, junto à justiça, para receber um aumento de 28% para as categorias citadas. Com isso o vereador que ganhava R$ 5.500.00, (Cinco mil e quinhentos reais, passou para 7.500.00). O prefeito que entrou recebendo R$12.500.00 (Doze mil e quinhentos Reais, passou para 16.000.00). O vice-prefeito passou de R$ 6.250.00 ( Seis mil duzentos e cinquenta para 8.000.00). O secretariado que recebia R$ 4.375.00 ( Quatro mil trezentos e setenta e cinco Reais, passou para 7.000.00).

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Prefeitura Municipal de Maracás. Um prédio antigo que necessita de reformas,

pois a linda e histórica prefeitura está caindo aos pedaços

 

Só para lembrar aos eleitores e toda população, essa reivindicação dos vereadores foi do mês de Novembro de 2016. Uma demonstração, na verdade, de que a preocupação do vereador é o quanto vai ganhar. Muita gente comenta que esse foi o presente que o povo recebeu em eleger a turma que está aí, um mês depois de serem eleitos. Enquanto isso, o povo cobra atuação do poder público municipal, que envolve todas as classes aí mencionadas em receber aumento de salário. Não adianta o prefeito alfinetar os seus antecessores, ainda  dizer que a sua administração tem fama de boa, pois em conversas pelas ruas da cidade, quando é com um aliado, a resposta é que ainda é muito cedo para mostrar alguma coisa, pois AINDA está em fase de arrumação da casa. Mas a população em geral, que não tem nem um vínculo com a administração, fala que até agora o prefeito ainda não mostrou ao que veio. Com isso não se pode avaliar uma administração no primeiro ano de mandato, porém, muitas cidades já mostraram que o prefeito chegou para mostrar serviço, como Nova Itarana, Santa Inês e muitas outras. A informação é de que o prefeito está indo à Brasília à procura de obras para o município. Vamos torcer para que consiga, pois Maracás é uma cidade muito carente, apesar da Avenida Brasília, que foi construída pelo Governo do Estado, na gestão de Paulo Souto, é bom que se lembre disto, fazer parecer que Maracás é uma das cidades organizadas do interior da Bahia. Mas vão visitar as periferias que encontrarão um povo em estado de abandono.

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Prefeito Soya foi eleito por uma maioria, para que a acontecesse

a sonhada mudança, mas até o momento nada foi sinalizado e o povo grita

 

 

É preciso que se lembre que a amável Maracás não possui um metro de esgotamento sanitário. Uma cidade quando organizada, não se calça uma rua sem antes ter a rede de esgotamento concluída. Portanto, senhor prefeito, faça um projeto audacioso para esgotamento na cidade, pois, apesar de não aparecer como obra de fachada, mas o que conta é o benefício que traz para a população. Outras coisas também estão em pauta para fazerem de Maracás uma cidade digna de se morar, como atrair empresários para instalarem empresas aqui; uma faculdade presencial com variados cursos para servir para toda região; um hospital mais estruturado para dar segurança ao povo de Maracás e cidades do entorno; e, para comemorar, na área esportiva, elevar essa cidade a participar do Intermunicipal, além de muitas modalidades para serem praticadas aqui dentro, por uma juventude que gosta de esporte, mas muitas vezes lhe falta oportunidade de praticá-lo. Na área cultural, é preciso que haja meios que façam aflorar o artista que existe dentro de muitos, pois aqui já foi considerada a cidade dos artistas, que vai da música, poesia, pitura, teatro e outros. Aí sim seria tirar a cidade da mesmice de sempre.

 

Quanto ao prefeito ter falado que quanto ao valor do seu salário tanto faz, ter ou não aumento, e que não foi ele que reivindicou,está em tempo de fazer como fez Lorena, prefeita de Itiruçu, que além de não ter reivindicado aumento de salário, ainda pediu que cortasse 25% do que ela ganhava. Afinal, como Maracás, que o prefeito diz que está passando por dificuldades, Itiruçu também está. Na verdade está faltando compatibilidade, e as palavras não estão correspondendo aos fatos.

Mais bomba para Geddel: Ministério Público lhe denuncia por obstrução de Justiça


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Acusação é de que ele tentou atrapalhar a delação de Lúcio Funaro, apontado como operador de propinas do PMDB. Geddel cumpre prisão domiciliar na Bahia.

O Ministério Público apresentou nesta quarta-feira (16) à Justiça Federal em Brasília uma denúncia contra o ex-ministro Geddel Vieira Lima por obstrução de Justiça.

Segundo o G1 a acusação se baseia numa suposta tentativa de impedir a celebração de um acordo de delação premiada do operador financeiro Lúcio Bolonha Funaro, apontado como parceiro do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) em vários esquemas de propina.

O MPF quer que Geddel seja enquadrado no crime de embaraçar investigação que envolva organização criminosa, cuja punição varia de três a oito anos de prisão.

Os procuradores apontam que, em um mês e meio, entre maio e julho deste ano, Geddel fez 17 ligações para a mulher de Funaro a fim de sondar se ele faria um acordo de delação premiada.

Para o Ministério Público, os contatos de Geddel com Raquel Pita, mulher de Funaro, tinham como objetivo intimidar o casal, em razão do poder político de Geddel.

“Com ligações alegadamente amigáveis, intimidava indiretamente o custodiado, na tentativa de impedir ou, ao menos, retardar a colaboração de Lúcio Funaro com os órgãos investigativos Ministério Público Federal e Polícia Federal”, diz um dos trechos da ação.

Improbidade administrativa

Em outra frente, o MPF também apresentou à Justiça uma ação de improbidade administrativa contra Geddel. Essa segunda ação aponta suposta pressão sobre o ex-ministro da Cultura Marcelo Calero para liberar a construção de um prédio de luxo em área histórica de Salvador.

O episódio, revelado no fim do ano passado, acabou por levar Geddel a pedir demissão da Secretaria de Governo, cargo de primeiro escalão ligado ao presidente Michel Temer.

Histórico

Atualmente, Geddel cumpre prisão domiciliar na Bahia. Ele foi preso no início de julho, acusado de agir para atrapalhar investigações da Operação Cui Bono, que apura fraudes na liberação de crédito da Caixa Econômica Federal – o ex-ministro foi vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa entre 2011 e 2013, no governo Dilma Rousseff.

Ainda de acordo ao G1, a investigação, que se concentra no período em que Geddel ocupou o cargo, teve origem na análise de conversas registradas em um aparelho de telefone celular apreendido na casa de Cunha.

Segundo o MPF, Geddel tentou garantir que Cunha e Funaro recebessem vantagens indevidas para não fazer delação, além de “monitorar” o comportamento do operador do PMDB para constrangê-lo a não fechar o acordo. Fonte G1.

Mais uma rodada da conta do golpe sendo paga


 

Por Luiz Felipe Miguel: O “Estado inchado” é outra das tantas mentiras que, repetidas à exaustão, ganham foros de verdade no Brasil. Os dados mostram que, em comparação com outros países, o funcionalismo público brasileiro é pequeno e a carga tributária é pequena. Apesar dos casos aberrantes amplamente divulgados pela mídia, até mesmo o salário médio do funcionalismo público é pequeno.

O que há são distorções: inchaços localizados da máquina administrativa quando há carências grandes de pessoal em muitos outros lugares, juízes com vencimentos nababescos, uma carga tributária que é muito maior para os pobres do que para os ricos (a porção da renda familiar que é consumida em tributos pelas famílias que ganham mais de 30 salários mínimos mensais é praticamente a metade daquela das famílias com renda de até dois salários mínimos).

A inda de acordo a Miguel, a lógica diz que um país como o Brasil, com carências incompatíveis com suas riquezas e um potencial para o desenvolvimento que está longe de ser aproveitado, exige um Estado muito mais robusto. Mas nossas classes dominantes estão mais interessadas em saquear o país e subordinadas a interesses externos que vetam qualquer possibilidade de progresso sustentado no Brasil.

As medidas que o governo Temer anunciou ontem formam um dos maiores ataques ao Brasil em toda a nossa história. Foi determinado que 60 mil vagas não ocupadas ficarão a descoberto. O salário do funcionalismo foi congelado. Na verdade, foi reduzido, com o aumento da contribuição previdenciária para 14%. Novos servidores que venham a ser contratados terão rendimentos reduzidos (em mais uma violação flagrante da regra legal de “salário igual para trabalho igual”).

É mais uma rodada da conta do golpe sendo paga – e Meirelles deixa claro, mais uma vez, quem vai pagá-la. Diretamente, é o funcionalismo. Por tabela, todos os cidadãos que usufruem de serviços públicos. Nada de novo sob o sol, portanto.

Ninguém diz que o Estado brasileiro não tem problemas. Os cortes anunciados, porém, só contribuem para agravá-los – o rumo que está apontado é o do sucateamento completo.

 

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Justiça manda suspender salários abusivos de juízes


Corregedor Nacional de Justiça, ministro João Otávio Noronha - Foto: Sergio Amaral / STJ

 

Corregedor Nacional de Justiça, Ministro João Otávio Noronha – Foto: Sergio Amaral / STJ

 

Num país como o Brasil, é justo um juiz receber mais de 500 mil reais? Claro que não, por isso, o CNJ, Conselho Nacional de Justiça tomou uma medida pra lá de acertada.

O corregedor Nacional de Justiça, João Otávio Noronha (foto acima), mandou suspender pagamentos de “valores vultosos” a 84 juízes do Mato Grosso por “substituições de entrância”.

Os desembolsos por “substituições de entrância” são feitos a juízes que atuam em instâncias superiores, substituindo outros magistrados, sem terem recebido a diferença relativa à substituição.

O corregedor determinou também abertura de um pedido de providências para suspender novos pagamentos do gênero “até que os fatos sejam esclarecidos”.

Juiz de R$ 500 mil

Um dos magistrados que receberam valores muito acima do teto constitucional em virtude disso é Mirko Vincenzo Giannotte, da 6ª Vara de Sinop (MT), a 477 quilômetros de Cuiabá.

Os vencimentos dele em julho chegaram a 503.928,79 reais brutos, 415.693,02 reais líquidos.

Em junho Giannotte recebeu 53.432,92 reais líquidos – o valor bruto foi de 65.872,83.

Segundo a Coordenadoria de Comunicação do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT), o pagamento das diferenças em julho foi autorizado pelo CNJ no caso de uma juíza que, pelo mesmo motivo, recebeu 29.593,08 reais em janeiro.

Na nota divulgada nesta terça, 15, a Corregedoria do CNJ afirma que “cabe ressaltar que esta decisão é específica e não é extensiva a outros casos, conforme Portaria n. 104 da Corregedoria Nacional de Justiça, que suspendeu o pagamento de verbas do TJMT que ainda são objeto de investigação”.

‘Não estou nem aí’

O juiz Mirko Vincenzo Giannotte disse ao jornal OGlobo, que não está nem aí.

“Eu não tô nem aí. Eu estou dentro da lei e estava recebendo a menos. Eu cumpro a lei e quero que cumpram comigo”, afirmou.

Ele declarou ao que o valor recebido em julho representa “justa reparação” pelos anos em que deu expediente em comarcas superiores, recebendo subsídios como juiz de primeira instância.

Em suas contas, ele ainda tem a receber outros passivos acumulados que, segundo ele, chegam a 750.000 reais.

“O valor será uma vez e meio o que eu recebi em julho. E, quando isso acontecer, eu mesmo vou colocar no Facebook”, provocou Giannotte, que afirmou ser “famoso” por trabalhar até de madrugada.

forma perversa de governar traz a fome de volta para muitas famílias


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Por Walter Salles: Leia todo o texto e, se achar interessante que outros vejam, compartilhem. Faz muito tempo que eu escrevi um texto em que contava a rotina de uma família extremamente pobre, que os moradores só eram vistos, principalmente os maiores de idade,  em época de eleições, principalmente com a aprovação do voto do analfabeto.

( Por falar nisso, veja que incoerência e falta de respeito com o povo brasileiro. Ao invés deles lutarem para acabar com o analfabetismo no Brasil, aprovam o voto do analfabeto e pronto, está tudo resolvido, pois assim, com a pobreza agregada ao analfabetismo, fica ainda mais fácil de manipular o eleitor.)

Mas voltando a falar de um pai de família que vive na extrema pobreza, o do começo do texto, Seu João é o nome dele, que juntamente com os seus três filhos e uma esposa zelosa, dentro das suas condições, ele, o pai, sai para tentar ganhar um dia de serviço, por qualquer preço, topando fazer qualquer serviço braçal, ou até coisas piores, pois o que ele quer é levar alguma coisa para casa.

Resultado de imagem para foto de um trabalhador em extrema pobreza

Muitos desses só são vistos na hora do voto. É preciso que o povo brasileiro mude o rumo do seu município,do seu estado e do seu país. 

 

(Na verdade eu escrevia sobre assuntos assim, numa época em que a fome se alastrava, com um país governado por um presidente sem amor aos pobres, que foi FHC. Pois achava que mandando um quilo de feijão de quinta, que de vez em quando um caminhão ficava nos fundos da Igreja Matriz, em Maracás para distribui para os necessitados, se achava prestando um grande serviço para a classe sofrida. A fila dos que agradeciam pelas migalhas recebidas, chegava perto da prefeitura. Em outras cidades era a mesma coisa)

Então, aquele pobre homem queria chegar em sua casa ao menos com um saco de biscoito e um quilo de feijão. É o que? Carne? Colé carne, rapaz!! Ao sair de casa ele tomou um gole de café ralo e jogou um punhado de farinha na boca e foi pra luta. A sua esposa, na sua saída, o acompanhou até a porta e disse, “vai meu veim, não se preocupe que tem aí dois “ovo” que cozinho e dou com farinha pros nosso fiim”. Lá se foi aquele herói, estatura esquelética com uma enxadinha nas costas, com um olhar cansado de tanto olhar pro nada. Tentou em muitas casas, mas foi em vão. Achou quem lhe desse um pão por volta das 12 horas, onde ele ficou agradecido. Mais tarde ele deu mais uma volta na cidade, mas nada foi encontrado. Parou, pensou, “Meu Deus, vou chegar mais uma vez em casa sem nada na minha capanga”. Sentou num banco da praça e chorou. Ao seguir para a sua casa, já no comecinho da noite, passou em frente a um supermercado, entrou meio desconfiado, pois não tinha dinheiro no bolso, mas queria sonhar um pouco comprando um carrinho cheio de coisas para filhos e esposa. Viu uma pilha de sacos de biscoitos e, por um momento pensou em levar um pra casa, mas o seu caráter de berço não permitia, lembrou dos conselhos do pai, onde diziam para nunca pegar nas coisas alheias. Ao mesmo tempo pensava na festa dos seus filhos quando ele chegasse com aquele saco de biscoitos, até porque, sabia que estavam como ele, todos com muita fome. Nessa dúvida cruel ele arriscou, pediu perdão ao seu pai, que já não fazia mais parte desta vida, pediu perdão a Deus e colocou aquele pacote de biscoito debaixo da manga da sua camisa e apertou com o braço e foi saindo com o coração disparado, tanto por está fazendo aquilo, como pelo medo de alguém vê. Foi saindo, mas, um dos seguranças, que geralmente ficam tomando conta do estabelecimento, viu, por entre os rasgos da sua surrada camisa, aquele pacote de biscoitos, onde já foi tomando do seu João, dando-lhe empurrões, que desequilibrado pela fraqueza, foi ao chão, recebendo alguns ponta- pés. O povo se aglomerou e perguntavam: “o que foi, o que foi”? respondiam que foi um ladrão que estava roubando no mercado. Não demorou muito chegou uma viatura da PM e o levou. Em casa ficou Dona Maria e os três filhos na espera do Seu João, na esperança de algo para comerem ele trazia.

Galera, essa é uma realidade que está espalhada por várias famílias, principalmente do nordeste, mas o nosso egoismo não deixa a gente enxergar.

Na hora do voto neguinho está lá perguntando se seu João quer botar uma chapa nova na boca coisa e tal, e quando chegam os que se sentem importantes, geralmente lá das bandas de Brasília, que são os verdadeiros usurpadores deste país, com raríssimas exceções,  os políticos pequenos do interior, e até mesmo a sociedade que se acha elite, os tratam como se fossem doutores.

Pois é, meus leitores, eu escrevi algo parecido durante governos tradicionais, que governam para as elites, mas depois, por um bom tempo, cerca de 12 anos, essa assombração que se chama fome, deu uma sumida das casas dos  Joões da vida, que foi o período Lula e Dilma, porém, depois da volta de um governo e parlamentares que são amantes das elites e inimigo do homem trabalhador e simples, a assombração começa a bater à porta de muita gente. O caminhão com feijão e arroz de quinta, logo estará no fundo da igreja distribuindo as migalhas que são rejeitadas pelos riquinhos, como se fosse uma obra social.

O mais incoerente com a realidade, é que a moda agora é legislar em causa própria e deixar que a pobreza se alastre. Isso não é só lá com os deputados de Brasília não, que dão os seus próprios aumentos e aprovam o que é conveniente para eles.  Em algumas cidades também, mesmo pequena, os vereadores brigam muito, porém pelos seus aumentos de salários e outras mordomias. Vejam o que aconteceu em Maracás, por exemplo, que é a maior falta de respeito por um povo, uma vez que foi decretado um município em estado de emergência, ficar brigando pelo aumento de salário dos próprios vereadores, prefeito,  vice, bem como o secretariado. Muito bem, vereadores, o povo tem perguntado nas ruas de Maracás, se foi pra isso que votaram nas eleições de outubro passado. Acredito que como os deputados que votaram contra o povo, ficaram marcados na lista negra, vocês, vereadores, com raras exceções,  também correm o risco de fazer parte desta lista. Eu até diria para repensar um pouco. Desculpem, mas nem dá pra dizer um abraço a todos.

A perda de um companheiro, por Dilma Rousseff


Perdi um parceiro de uma vida.Carlos Araújo foi um bravo lutador.

A filha Paula, Dilma, Carlos Araújo, e Leandro (filho de Araújo), em 1992
Por Dilma Rousseff:  Foi um bravo lutador no enfrentamento da ditadura militar, que não conseguiu destruir nem sua força vital, nem seu caráter, nem sua coragem.
Foi um bravo lutador no esforço pela reconstrução do trabalhismo no Brasil, missão à qual ele e muitos companheiros se dedicaram.
Carlos Araújo amou a vida, e lutou por ela, tanto quanto lutou por uma vida melhor para todos.
Morreu, mas viverá para sempre: em sua família, em sua companheira Ana, em seus filhos Leandro e Rodrigo, em nossa filha, Paula, em nossos netos, Gabriel e Guilherme, nos muitos amigos que fez, e nos muitos admiradores que conquistou.
Viverá nas nossas fortes lembranças do esforço comum pela sobrevivência, das lutas que travamos lado a lado, dos sacrifícios e das dificuldades pelas quais passamos, e também das conquistas que alcançamos juntos.
Aprendi com ele. E agradeço a oportunidade de tê-lo conhecido e de ter convivido tantos anos com um ser humano tão generoso, afetuoso e correto.
O mundo nos impôs desafios que tivemos de vencer. Enfrentamos percalços que poderiam ter nos destruído. Mas vencemos muitas dessas dificuldades, uma a uma.
Em qualquer circunstância, sempre pude contar com ele, com sua inteligência, com sua capacidade e com sua força.
Vai fazer falta aos nossos netos, fará falta à nossa filha, fará falta a todos que o amam e que o amaram, e fará muita falta a mim.
E é para honrá-lo e prestar-lhe tributo que continuarei lutando por um mundo melhor, por um Brasil mais justo e pela emancipação do povo do meu país. Exaltarei sempre a sua coragem, enaltecerei sempre a sua bravura e a grandeza com que lutou sempre por seus ideais. Não cedeu, não se deixou vergar. Digno, altivo, sereno, amoroso, amigo e parceiro.
Carlos Araújo viveu visceralmente e brilhou intensamente.
Agradeço por sua existência e por ter feito parte da minha vida. Carlos encantou a todos os que tiveram o privilégio de conhece-lo.
DILMA ROUSSEFF. ggn.

 

Já que começamos falando sobre Dilma, veja uma entrevista em que ela faz um comparativo

 

Dilma: o Golpe não acabou

Eles precisam tirar o Lula da disputa e aprovar o parlamentarismo
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“Colocaram no governo uma quadrilha” (Reprodução/Pragmatismo Político)

Conversa Afiada reproduz trechos de entrevista concedida pela Presidenta Dilma Rousseff a Katy Watson, correspondente da BBC no Brasil, e o Café com Leite está passando pra seus leitores.

BBC – Como a senhora avalia a situação do Brasil?

Dilma Rousseff – O Brasil passa por uma situação extrema, drástica. Não tenho conhecimento de um momento tão difícil na vida política econômica e social do Brasil. Insistem numa política fiscal que está levando as creches ao fechamento, uma parcimônia de recursos absurda, com hospitais fechando, enfim, uma situação muito grave com perda de direitos na área social.

Para se ter uma ideia, quando saí do governo, o Bolsa Família abrangia 13,9 milhões de famílias. Hoje, numa situação de crise, são 12,7. Todos os programas sociais que nós fizemos estão sofrendo redução.

Por exemplo, um programa importante como o Minha Casa, Minha Vida, para as pessoas que mais precisam, que são aquelas que moram em fundo de rio, sofrendo enchente, ameaçadas, está sendo desestruturado em nome de uma pretensa eficiência. Numa gestão que hoje mesmo está discutindo que não vai cumprir o deficit que se propôs.

Além disso, você tem uma grave situação política, com o governo inteiro envolvido em acusações sérias de corrupção. O grande orquestrador do governo, a mesma pessoa que presidia a Câmara na época do meu impeachment (Eduardo Cunha, do PMDB), está preso em Curitiba. Ele (ainda) controla uma parte do Congresso. Uma situação que só posso ter palavras muito negativas para descrever.

(…) BBC – Michel Temer continua na Presidência apesar das acusações contra ele.

Dilma Rousseff – Construíram com o maior corrupto da história desse país, chamado Eduardo Cunha, um impeachment. Esse mesmo Eduardo Cunha foi eleito por 267 votos (à Presidência da Câmara). Há indícios absolutos de que ele comprou a sua eleição com o auxílio de alguns empresários, e através de processos de corrupção.

Veja, o presidente Temer comprou sua impunidade com quase o mesmo volume de votos. São as mesmas pessoas que votaram para eleger o deputado Eduardo Cunha, as mesmas impediram que o atual presidente da República fosse julgado.

Acontece que colocaram no governo uma quadrilha. Não pense que o que ocorreu naquele dia do meu afastamento se encerrou.

BBC – O ex-presidente Lula foi condenado na Lava Jato. Então, em que o PT é melhor do que outros partidos?

Dilma Rousseff – A diferença é que a acusação do Temer tem vídeo, que mostra a mala. Do que acusam o Lula? De ter um apartamento que não está no nome dele. Que está no nome da empresa. E que a empresa deu esse apartamento como garantia para um banco. Mas podia não ser propriedade dele. Ele nunca usou esse apartamento.

O Ministério Público disse que ele recebeu esse apartamento porque era presidente e, portanto, por benefício que poderia conceder à empresa na Petrobras. Só tem um pequeno problema. O juiz disse que não foi assim. Que ele não recebeu, que não foi por conta da Petrobras… Lula não tem mala de dinheiro. Não usou o apartamento, nunca morou.

No Brasil você tem dois pesos e duas medidas. O presidente Lula eles condenam a nove anos. A pergunta é: por quê? É porque eles são maus, perversos? Até podem ser, mas não é por isso. O golpe tem um primeiro capítulo que é meu impeachment. Mas tem um segundo, que é impedir que o presidente Lula seja candidato em 2018.

BBC – A senhora acredita que Lula é a resposta que o Brasil precisa? O país não precisa de um novo líder, sangue novo?

Dilma Rousseff – Desde quando o novo é necessariamente novo em relação a um conceito positivo? O novo pode ser um Hitler. Não há garantia nenhuma. O povo reconhece o Lula porque durante o governo do presidente o povo viveu melhor. Não tem nenhuma manipulação.

Nós sabemos que a democracia tem suas falhas, mas continua sendo o melhor regime possível. Eu acredito que eles não vão simplesmente tirar o Lula da eleição. Tem a 3ª fase do golpe, que é implantar o parlamentarismo. Que já perdeu em plebiscito duas vezes. E esse processo vai vir com a tentativa de manter o controle político conservador do Congresso.

(…)

 

 

 

Homem em coma levanta e beija a mulher. Assista!


Foto: reprodução / Instagram

 

Um homem que estava em coma e tinha 10% de chances de sobreviver surpreendeu a todos.

Este mês Jonathan Grant, conhecido como Jonny acordou, se levantou e beijou a mulher dele.

O vídeo do beijo, postado no Instagram de Laura, a esposa, foi visto mais de 3,5 milhões de vezes. (Assista abaixo)

Jonny foi vítima de um acidente de carro poucos dias antes do seu quinto aniversário de casamento.

Ele sofreu uma lesão cerebral grave chamada lesão axonal difusa (DAI) que o deixou em coma.

Oficial da Marinha dos EUA desde 2007, no momento do acidente ele servia como instrutor de medicina de combate em Fort Bragg.

Os médicos não tinham certeza se ele iria acordar, muito menos se voltaria a se mexer.

Volta à vida

Mas dois meses após o acidente ele acordou do coma, para surpresa dos médicos e da família.

Depois de uma terapia física intensiva em um centro de reabilitação de Richmond, na Virginia, o oficial da marinha começou a recuperar lentamente o controle motor.

Quatro meses após o sombrio prognóstico, Jonny conseguiu se levantar e beijar Laura. (vídeo abaixo)

Vaquinha 

O caso emocionou muita gente.

A vaquinha eletrônica que Laura criou no GoFundMe, para ajudar a financiar as contas do hospital de Jonny, acabou de quebrar seu objetivo.

Ela pedia US $ 100 mil – cerca de R$ 315 mil.

Já conseguiu US $ 112.200 – mais de R$ 350.000.

Assista o momento do beijo: Notícia Boa.

Vejam como são as manobras para livrar Temer das denúncias. Ministro Edson Fachim explica


O povo já anda triste e sem ação quanto às covardias e traições dos deputados que vem votando às medidas sempre contra 95% dos brasileiros, que não só querem ver o presidente Temer punido com as suas culpas, mas apenas que justiça seja feita com o Brasil e brasileiros. Só que quando é preciso passar por votação, lá na câmara dos deputados, há, na verdade, um “muro” parecido com o de Berlim, lembram do famoso muro de Berlim? Pois é, são os deputados com as suas manobras contra o povo. ( Estes estão marcado e 2018 vem aí).  Mas se há manobras de lá, há também da parte do Ministro. DE acordo a matéria do GGN, o ministro relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, tomou recentemente duas importantes decisões relacionadas às investigações contra o presidente Michel Temer: não incluiu o mandatário no inquérito contra os caciques do PMDB da Câmara e suspendeu o inquérito contra Temer sobre as acusações da JBS.
Apesar de ambas decisões parecerem, em um primeiro momento, alívios para o presidente da República, uma delas se trata apenas de uma decisão que não haveria saída e a outra poderá complicar ainda mais Michel Temer nas investigações que recaem contra ele.
A suspensão do inquérito contra o peemedebista, determinada recentemente por Edson Fachin, ocorreu por norma legal da Constituição, que prevê que qualquer denúncia enviada pela Procuradoria-Geral da República por crimes comuns, como o de corrupção, devem ser liberadas, antes pela Câmara dos Deputados.
Como a Câmara aprovou o engavetamento do processo, impedindo a peça de Rodrigo Janot chegar sequer ao STF, o relator Edson Fachin teve que, automaticamente, suspender a ação. Isso não significa que Temer foi absolvido das acusações, mas que, pela trava feita pelos deputados, o mandatário não poderá ser acusado ou denunciado pelos mesmos fatos enquanto ocupar a cadeira do Planalto.
Dessa forma, como forma de não matar a ação por completo, Fachin decidiu desmembrar a denúncia contra Temer, apresentada pela PGR, em duas: nos fatos que envolvem apenas o presidente da República e as acusações contra o ex-assessor especial de Temer, Rodrigo Rocha Loures, a partir das acusações da JBS.
A denúncia contra Loures, portanto, será analisada pela Justiça Federal do Distrito Federal, para onde o ministro do Supremo remeteu o caso. “A necessidade de prévia autorização da Câmara dos Deputados para processar o Presidente da República não se comunica ao corréu [Rocha Loures]”, apontou Fachin.
“Sendo assim, com base no art. 80 do Código de Processo Penal, determino o desmembramento do feito em relação a Rodrigo Santos da Rocha Loures, contra quem deverá prosseguir o feito nas instâncias ordinárias, tendo em vista não ser detentor de prerrogativa de foro perante este Supremo Tribunal Federal”, decidiu.
Com isso, caberá à JF de Brasília decidir se Rodrigo Rocha Loures se tornará réu, a partir da acusação de Janot, por ter sido flagrado carregando uma mala com R$ 500 mil entregue por um executivo do frigorífico JBS, que teria como destino o presidente da República, Michel Temer.
O envio para o Distrito Federal se deve ao fato de que foi o local onde foi combinado o pagamento da propina entre o ex-assessor especial de Temer e o empresário Wesley Batista, um dos sócios do Grupo J&F.
Depende desta decisão a possibilidade futura de o atual presidente ser também réu, assim que seu mandato acabar, se comprovadas pelas investigações da Justiça de primeira instância que os fatos envolvendo Loures se relacionam com Temer.
A outra decisão de Fachin, tomada nesta quinta-feira (10), foi a de não incluir Michel Temer no inquérito que investiga os caciques do PMDB na Câmara dos Deputados, uma das primeiras ações da Lava Jato envolvendo políticos, que miram o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).
Fachin considerou que o presidente já é investigado pela suposta prática de organização criminosa em inquérito específico aberto no Supremo Tribunal Federal (STF), a partir das delações da JBS, tornando a inclusão de Temer em inquérito com a mesma investigação “desnecessária”.
Janot tinha como uma das estratégias a de apresentar a denúncia por obstrução à Justiça contra Michel Temer na Câmara dos Deputados, peça que já está pronta para ser enviada. O procurador-geral da República supostamente esperava a liberação de Fachin sobre as outras possíveis práticas criminosas para entregar a denúncia.
Agora, contudo, Janot não terá tempo hábil, antes de acabar seu comando à frente do MPF, de acrescentar no mesmo pedido de investigação já concluído pela Polícia Federal a que envolve a organização criminosa, com Cunha, Alves e também os ministros de Michel Temer, Eliseu Padilha e Moreira Franco.
Por outro lado, a decisão de Fachin abre a possibilidade de mais desgaste para o presidente da República: Uma peça específica por obstrução à Justiça deve ser enviada, nos próximos dias por Rodrigo Janot. E outra, ainda que com o fim do mandato do PGR, deve ser encaminhada para investigação e, posteriormente, pode se configurar em uma terceira denúncia contra Michel Temer.