Forças Armadas no governo cumprem missão que não condiz com seu papel, reitera Gilmar Mendes


A interpretação de um texto ou um recado, é muito importante para quem recebe tal mensagem. Se olhar por um ângulo que permita enxergar o óbvio e não a crítica, as  forças Armadas, que tem um papel de grande importância a cumprir no país, poderia receber tal “crítica” do ministro Gilmar Mendes, no sábado 11 de Julho, como um alerta para não levar parte da culpa da grande quantidade de mortes que acontece no Brasil, podendo ultrapassar todos os países do mundo. Já é o segundo lugar, perdendo apenas para os EUA, que já está fazendo a sua curva e reduzindo os casos e mortes.

O mundo sabe que no Brasil, atualmente, não existe um ministro da Saúde. No entanto, o  numero de mortes caminha para 80 mil. Parte da culpa vai cair no Mlitar que substitui quem seria um ministro. ´como diz o velho ditado: Cada um no seu galho!

Até aqui Café com Leite. A matéria a seguir teve a fonte do DCM.

PUBLICADO NO CONJUR

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, afirmou nesta terça-feira (14/7) que jamais tentou ofender a honra das Forças Armadas, mas conclamou por uma “interpretação cautelosa” do momento atual, em que quadros do Exército estão sendo nomeados em lugar de técnicos na área da saúde pelo governo de Jair Bolsonaro.

Diante do aumento do número de casos e mortes pela Covid-19, “a substituição de técnicos por militares nos postos-chave do Ministério da Saúde deixa de ser um apelo à excepcionalidade e extrapola a missão institucional das Forças Armadas”, afirmou o ministro.

Isso mostra que “as Forças Armadas estão, ainda que involuntariamente, sendo chamadas a cumprir missão avessa ao seu importante papel enquanto instituição permanente de Estado”, reiterou Gilmar.

No sábado, em uma live, o ministro havia dito que o Exército estava se associando a um “genocídio” ao aceitar fazer parte da condução das políticas públicas desastrosas de enfrentamento à Covid-19 no alto escalão do governo. “Isso é péssimo para a imagem das Forças Armadas. É preciso dizer isso de maneira muito clara: o Exército está se associando a esse genocídio, não é razoável. É preciso pôr fim a isso”, disse o ministro na ocasião.

Em resposta, o Ministério da Defesa divulgou uma nota afirmando repudiar “veementemente” a fala de Gilmar. “Trata-se de uma acusação grave, além de infundada, irresponsável e sobretudo leviana”, dizia a nota. Genocídio, disse a pasta, é “um crime gravíssimo, tanto no âmbito nacional, como na justiça internacional”. “Na atual pandemia, as Forças Armadas, incluindo a Marinha, o Exército e a Força Aérea, estão completamente empenhadas justamente em preservar vidas.”

Até esta terça-feira, o país registrava 1,8 milhão de casos confirmados da doença, e estava perto das 73 mil mortes. O Ministério da Saúde é comandado interinamente por um general, Eduardo Pazuello, após pedido de demissão de dois

Leia a íntegra da manifestação do ministro:

Ao tempo em que reafirmo o respeito às Forças Armadas brasileiras, conclamo que se faça uma interpretação cautelosa do momento atual. Vivemos um ponto de inflexão na nossa história republicana em que, além do espírito de solidariedade, devemos nos cercar de um juízo crítico sobre o papel atribuído às instituições de Estado no enfrentamento da maior crise sanitária e social do nosso tempo. 

Em manifestação recente, destaquei que as Forças Armadas estão, ainda que involuntariamente, sendo chamadas a cumprir missão avessa ao seu importante papel enquanto instituição permanente de Estado. 

Nenhum analista atento da situação atual do Brasil teria como deixar de se preocupar com o rumo das nossas políticas públicas de saúde. Estamos vivendo uma crise aguda no número de mortes pela Covid-19, que já somam mais de 72 mil. Em um contexto como esse, a substituição de técnicos por militares nos postos-chave do Ministério da Saúde deixa de ser um apelo à excepcionalidade e extrapola a missão institucional das Forças Armadas. 

Reforço, mais uma vez, que não atingi a honra do Exército, da Marinha ou da Aeronáutica. Aliás, as duas últimas nem sequer foram por mim mencionadas. Apenas refutei e novamente refuto a decisão de se recrutarem militares para a formulação e execução de uma política de saúde que não tem se mostrado eficaz para evitar a morte de milhares de brasileiros.

Com informação do DCM

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‘Casei com um gigolô’, diz Mayra Cardi ao saber que Arthur Aguiar quer divisão do dinheiro


 'Casei com um gigolô', diz Mayra Cardi ao saber que Arthur Aguiar quer divisão do dinheiro

Foto: Reprodução / Instagram

Na última semana, o ator Arthur Aguiar revelou que entrará na Justiça contra a Mayra Cardi para ter parte do lucro de uma empresa da qual era sócio, a You Corporation Holding e Administração Patrimonial LTDA, que tem o nome fantasia de Cura Você. Em entrevista ao Metrópoles, a coach desabafou: Descobri que me casei com um gigolô. Não está sendo fácil, mas, com certeza, menos dolorido que todo resto que tenho descoberto sobre caráter”, informou.  Do BahiaNotícias

“Infelizmente, nada me surpreende mais! Quando conheci o Arthur ele tinha dívidas, as quais paguei todas na primeira semana de namoro. Dei uma vida de príncipe a ele, realizei sonhos, banquei o castelo todo!”, continuou.

Para ela, a atitude do ex-global é semelhante ao um “golpe da barriga”. “Tenho um programa de emagrecimento emocional e outro de inteligência emocional. São 26 certificações em analista comportamental e coach. As minhas empresas são exatamente referentes às minhas formações. Destruir minha vida como ele destruiu e, agora, querer ‘receber’ pelo tempo que destruiu minha vida, me faz ver que levei o golpe da barriga”, analisou. Nos últimos dias, os dois estão travando acusações públicas

ACM Neto cogita sugerir adiamento do Carnaval 2021 para evitar cancelamento


ACM Neto cogita sugerir adiamento do Carnaval 2021 para evitar cancelamento

Foto: Max Haack / Ag Haack / Bahia Notícias

A fim de evitar o cancelamento do Carnaval 2021, o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), disse que cogita propor um adiamento conjunto aos governos do Rio de Janeiro, São Paulo e demais grandes cidades que também recebem a festa. A medida é relevante porque o país ainda enfrenta a pandemia do novo coronavírus, portanto entre fevereiro e março, quando a festa tradicionalmente acontece, é provável que a livre circulação de pessoas e as aglomerações típicas do evento ainda não sejam permitidas.

 

“Primeiro, aguardar pra ver se teremos uma vacina que possa assegurar a imunidade. (…) Se não der pra fazer com segurança, irei propor para os prefeitos das principais cidades que fazem o Carnaval no Brasil, inclusive os prefeitos de São Paulo e Rio de Janeiro, e outros colegas prefeitos, para que a gente pense talvez num adiamento conjunto do Carnaval no ano que vem”, revelou o democrata em entrevista à CNN, ao ser questionado sobre o assunto, neste domingo. Para ele, realizar a festa entre maio e junho do próximo ano pode ser uma solução.

 

Mas isso, claro, “sem atrapalhar os festejos juninos”, garantiu o prefeito da capital baiana. Ele ressaltou que pode antecipar feriados municipais, como inclusive foi feito neste ano, para criar um Carnaval fora de época.

 

“Todo mundo sabe que além de prefeito, eu sou um carnavalesco nato. Eu amo Carnaval e toda vez que lembro que até novembro iremos tomar uma decisão nesse assunto, me aperta o coração”, ressaltou. Já em seu segundo mandato, ACM Neto encerrará sua gestão à frente da Prefeitura de Salvador em dezembro.Com informações do BahiaNotícias

Após pisar em uma mulher em SP, PMs são afastados da função


Ela seria dona de um bar que estava desrespeitando a quarentena. Vídeos mostram as agressões a ela e a dois homens que estavam no local

Em vídeo, é possível ver um dos policiais pisando no pescoço da mulher

Em vídeo, é possível ver um dos policiais pisando no pescoço da mulher

Reprodução / Record TV

Os policiais que aparecem nas imagens pisando e arrastando uma mulher durante uma abordagem em Parelheiros, no extremo sul de São Paulo, foram afastados da função. Nas redes sociais, o governador João Doria (PSDB) afirmou, na noite deste domingo (12), que os agentes envolvidos responderão a inquérito que apura os fatos: “As cenas causam

No dia 30 de maio, a abordagem da Polícia Militar terminou em confusão e agressão. Imagens mostram um dos agentes pisando no pescoço de uma mulher já imobilizada no chão.

A PM afirma que foi acionada para ir até um bar na rua Forte do Ladário, em Parelheiros, que estaria aberto e descumprindo o decreto que impôs o estado em quarentena para conter o avanço do coronavírus.

 

No local, eles encontraram o bar aberto com quatro clientes consumindo bebida alcoólica. De acordo com relato no boletim de ocorrência, um homem tentou fugir com a chegada dos policiais e, suspeitando da conduta, foram abordados pelos agentes.

No depoimento, o policial conta que o rapaz se recusou a colocar a mão para trás e o xingou. Segundo os agentes, eles fizeram novamente o cerco quando um dos policiais foi empurrado pelo homem, que tentou correr, mas foi contido e segurado, sendo necessário o uso de força, já que ele se recusou a ser algemado.

Ainda segundo o boletim de ocorrência, os policiais sentiram que estavam sendo golpeados quando viram uma senhora utilizando uma barra de ferro para agredi-los, acompanhada de outros dois rapazes.

Os agentes teriam conseguido tomar a barra de ferro da mulher e tentado conter os outros dois homens que, supostamente os agrediam. No depoimento, os agentes dizem que durante toda a confusão, a mulher e os outros moradores os xingavam e não obedeciam às ordens de se afastarem.

Foi solicitado reforço enquanto eles tentavam conter os dois rapazes quando a mulher retornou com um rodo e, segundo depoimento, partiu para cima dos agentes. Um dos policiais então deu uma rasteira na mulher, que caiu. Ela ficou imobilizada no chão e algemada, enquanto os agentes ainda tentavam controlar outros moradores que apareceram.

As viaturas de apoio chegaram e três homens correram. Apenas um dos moradores que lutaram com os policiais foi detido.

Segundo os agentes em depoimento, a mulher se recusou a ser atendida pelo mesmo médico que atendeu aos policiais. Ela foi encaminhada ao Hospital Geral do Grajaú, onde foi detectada fratura na perna.

 

Os agentes registraram o caso como desacato, desobediência, resistência e lesão corporal pelo 101° DP do Jardim das Imbuias.

Vídeos da agressão

Durante a abordagem, alguns moradores gravaram com celular a ação dos policiais. Em um dos vídeos, o policial aponta a arma para um rapaz que tira a camisa para mostrar que estava desarmado, enquanto um outro se aproxima dizendo que está filmando.

O segundo mostra um dos agentes, com a mulher já imobilizada no chão da rua, pisando em seu pescoço após já ter fraturado a perna com a rasteira que o agente aplicou. Ele chega a subir depositando todo o peso do corpo no pescoço da mulher caída. Ao final, o policial ainda arrasta a mulher imobilizada pela rua.

No terceiro vídeo, o agente joga o terceiro detido no chão ao lado dos outros dois, inclusive a mulher, que já estavam imobilizados próximos à viatura.

A Secretaria da Segurança Pública informou, em nota, que um inquérito policial militar foi instaurado em 30 de maio para apurar o caso. Os policiais vão permanecer fora das atividades operacionais até a conclusão das investigações.

O caso é investigado pelo 25° DP. A Secretaria informou também que “não compactua com desvios de conduta de seus agentes e apura rigorosamente todas as denúncias. Desde o último dia 1, policiais militares de todos os níveis hierárquicos participam do programa de treinamento, visando a reforçar os conhecimentos e técnicas da instituição”.

Veja mais: 

Depoimento do advogado

Felipe Pires Morandini, advogado da mulher agredida, que tem 51 anos e seria a dona do bar, contesta a versão apresentada pelos agentes e afirma que é “estarrecedor o que foi lavrado no boletim de ocorrência em que ela e dois moradores teriam cometido as agressões”.

Segundo ele, os primeiros esforços serão para provar a inocência dela por meio dos vídeos, testemunhas e eventuais novas provas que se juntarão ao processo. Além disso, serão tomadas medidas no âmbito criminal se for necessário.

Ainda de acordo com o advogado, o estado de São Paulo não pode tolerar que agentes atuem de forma arbitrária e violenta como agiram os dois policiais. Fonte:R7

Nova York tem 1º dia sem morte após 4 meses: Covid


Time Square vazia - Foto: Brendan Mcdermid / Reuters
Time Square vazia – Foto: Brendan Mcdermid / Reuters

Alívio em Nova York. A cidade, que já foi o epicentro da Covid-19 nos Estados Unidos, teve o primeiro dia sem mortes neste sábado, 11. A prefeitura divulgou a informação neste domingo, 12.

Os dados são Departamento de Saúde e Higiene Mental da cidade. A marca acontece após 4 meses de luta contra o novo coronavírus.

No mesmo dia, sábado, Nova York registrou 341 novos diagnósticos da doença.

O primeiro caso de morte pela Covid-19 em Nova York foi no dia 11 de março. Depois disso os números subiram de forma vertiginosa.

O recorde de mortes foi no dia 7 de abril, quando 597 morreram pela doença, além de outros 216 óbitos suspeitos que aguardavam resultado na época.

Desde o início da pandemia, a cidade teve um total de 18.670 mortes confirmadas por Covid-19 e 4.613 prováveis.

Heróis

“Os nova-iorquinos têm sido o herói desta história, indo além para manter um ao outro em segurança”, disse Avery Cohen, porta-voz da prefeitura, à agência Bloomberg.

Cohen alfinetou o presidente Donald Trump.

“Na ausência de liderança nacional, nossa cidade se adiantou para mostrar o que significa reabrir com segurança”, disse Cohen.

“Com os casos surgindo em todo o país, sabemos que ainda não podemos baixar a guarda e continuaremos a fazer tudo o que pudermos para combater o vírus juntos”, afirmou.

Washington

A capital dos EUA, Washington, também está com mortes em queda.

Números divulgados pela prefeitura neste domingo não mostravam óbitos nos últimos três dias.

O total de mortes nos EUA pela Covid-19 é de 134.904. Só neste domingo foram 906 casos.

O país é o primeiro do mundo e contaminados: já passou de 3,2 milhões de casos O Brasil vem em segundo, com 1,8 milhão de casos e 72 mil mortes.

Com informações da Bloomberg.

Pulmão é reconstruído em 3D e robô ajuda a fazer cirurgia revolucionária


Foto: reprodução Positizie
Foto: reprodução Positizie

Médicos italianos realizaram no Hospital Molinette, em Turim, uma cirurgia revolucionária de remoção de tumores com reconstrução pulmonar 3D, com ajuda de um robô chamado Da Vinci XI.

A cirurgia delicada, que removeu o câncer de pulmão de um paciente de 75 anos, foi na última semana, sob a supervisão do professor Enrico Ruffini, da Universidade de Turim.

O idoso era portador de carcinoma no pulmão esquerdo e a intervenção seria complexa pela localização e extensão do tumor. Mas, a cirurgia foi bem sucedida graças à precisão do robô e do pulmão feito em 3D.

Deu certo

A equipe médica conseguiu localizar o tumor e fez a intervenção complexa.

As reconstruções foram projetadas nos visualizadores do robô, para que fossem exibidas simultaneamente durante a intervenção.

Isso reduziu os riscos de possíveis complicações intra e pós-operatórias e minimizou a remoção.

O pulmão

O pulmão foi reconstruído em 3D com todos os segmentos pulmonares por meio de um software criado pela start-up de Turim Medics3D.

O paciente teve um curso pós-operatório regular e recebeu alta após quatro dias.

Com informação do Notícia Boa.

Atriz Kelly Preston, mulher de John Travolta, morre aos 57 anos


O G1 divulgou nesta segunda feira 13, a notícia de que a atriz Kelly Preston, mulher de John Travolta e conhecida por seus papéis em filmes como “Irmãos Gêmeos” e “Jerry Maguire: A Grande Virada”, morreu neste domingo (12) de complicações por um câncer de mama, informou a edição online da revista People. Ela tinha 57 anos.

“Na manhã de 12 de julho de 2020, Kelly Preston, uma amada esposa e mãe, faleceu após uma batalha de dois anos contra o câncer de mama”, disse um representante da família à publicação.

“Depois de decidir realizar sua luta em particular, ela passou por tratamento médico por um tempo, ajudada por sua família e amigos mais próximos”, continuou o representante. “Ela era uma alma brilhante, preciosa e amorosa, que se importava profundamente com os outros e trouxe vida a tudo o que tocou”, acrescentou.

Travolta confirmou a morte de sua esposa através de uma mensagem no Instagram.

“Lamento muito informar que minha linda esposa Kelly perdeu sua luta de dois anos contra o câncer de mama. Ela lutou com coragem e o amor e apoio de muitos (…) o amor de Kelly e sua vida sempre serão lembrados”, escreveu o ator.

Preston e Travolta têm dois filhos: Ella, 20, e Benjamin, 9 anos. Em janeiro de 2009, eles sofreram a perda de seu filho Jett, aos 16 anos. Os atores se casaram em setembro de 1991, quando a atriz estava grávida de Jett.

Kelly Preston e John Travolta em foto de 2015 — Foto: Danny Moloshok/Arquivo Reuters

Kelly Preston e John Travolta em foto de 2015 — Foto: Danny Moloshok/Arquivo Reuters

Carreira

A carreira de Preston começou em 1985 com um papel no filme “A Primeira Transa de Jonathan” e ela ficou famosa em suas aparições em “Irmãos Gêmeos” (1988), “Jerry Maguire: A Grande Virada” (1996) e “Por Amor” (1999). Mais tarde, ela apareceu em “A reconquista” (2000), “Sentença de morte” (2007) e “Surpresa em Dobro” (2009).

Ela também apareceu no videoclipe da música “She Will Be Loved”, do Maroon 5.

Sua última interpretação nos cinemas foi em “Gotti: O Chefe da Máfia” (2018), ao lado de Travolta, onde ela interpretou a esposa do mafioso John Gotti.

Com informação do G1.

Não existe mais o Bolsonaro da ameaça do ‘acabou, porra!’ Por Moisés Mendes


Bolsonaro teve a sorte de pegar o vírus na hora mais propícia e ainda não atingir ninguém

Jair Bolsonaro no Palácio da Alvorada, em Brasília

“Não espere que Bolsonaro volte a prestigiar manifestações golpistas em Brasília ao lado dos seus generais ou que faça declarações ameaçadoras. Não existe mais o Bolsonaro do delírio e da farsa do golpe”, diz o colunista Moisés Mendes.

A quarentena de Bolsonaro termina no dia 21, uma terça-feira, se forem cumpridas as duas semanas de isolamento desde o anúncio do teste positivo de 7 de julho.

Até lá, ele pode continuar recolhido, que é o que lhe convém desde a prisão de Queiroz e do desmonte do golpe como blefe, e fazer apenas algumas aparições pontuais e ligeiras.

Bolsonaro pode gravar vídeos, chamar o homem da gaita e fazer propaganda da cloroquina com fundo musical. Pode até fingir que está sendo Bolsonaro, enquanto aperfeiçoa o papel de infectado que não infectou ninguém do seu entorno.

Mas em algum momento Bolsonaro terá de sair do modo gaiteiro. Terá de ir à rua, circular, receber visitas, participar de eventos, discursar e, se tiver coragem, até retornar ao cercadinho da militância que o aplaudia todas as manhãs na saída do Alvorada.

Bolsonaro tem mais oito dias para planejar a volta. Seu recolhimento desativou a militância, silenciou os generais e frustrou os que levaram a sério a ameaça do ‘acabou, porra”.

Aquele ‘acabou, porra’ no cercadinho, dirigido ao Supremo, é de 28 de maio. A ameaça de chute no pau da barraca é de 17 de junho. Queiroz foi preso no dia seguinte. No dia 19, Bolsonaro enviou três ministros à casa de Alexandre de Moraes em São Paulo.

No dia 20, Dias Toffoli afirmou em palestra virtual que é um equívoco tentar ver as Forças Armadas como poder moderador. Três dias depois da bordoada do presidente do Supremo, o Globo publicou o editorial com uma mensagem a Bolsonaro e aos militares em que define as ameaças de golpe de delírio e de farsa.

Bolsonaro foi murchando, abatido pela sequência de recados que recebeu do Supremo, sugeriu uma trégua e se acovardou. O teste positivo da Covid-19 já está consagrado como parte do plano de recolhimento.

Mas Bolsonaro terá der ser Bolsonaro de novo ou inventar outro personagem quando a sua quarentena acabar. Até o dia 21, o Bolsonaro versão home office pode fazer jogo de cena e imitar o Bolsonaro do cercadinho. Mas não basta.

O desafio da volta é grandioso, não só para o chefe, mas para os subalternos, incluindo os generais. Bolsonaro mandava seu ajudante tocar gaita e os militares dançavam cantando versos com ameaças de golpe. O baile está parado.

Noticia-se todos os dias que a militância ficou desorientada com a pasmaceira e a reclusão retórica de Bolsonaro e o bloqueio de mais de 80 contas do Gabinete do Ódio pelo Facebook.

Os empresários estão inquietos. Os investidores internacionais pressionam para que algo aconteça, mesmo que não saibam o que pode e deve acontecer.

Bolsonaro não ganhou uma só batalha nas últimas duas semanas, porque nem mesmo a soltura de Queiroz pode ser comemorada.

Perdeu força e repertório. Não enfrenta a pressão das ruas, como alguns acharam que aconteceria, mas é um homem acuado pelas questões policiais da família e pela fragilidade da sustentação política.

O apoio do centrão é uma agiotagem cara e instável. O lastro militar estará intacto até quando? Bolsonaro é o fio da gambiarra que pode estourar a qualquer momento, enquanto a pandeia se alastra.

Não espere que Bolsonaro volte a prestigiar manifestações golpistas em Brasília ao lado dos seus generais ou que faça declarações ameaçadoras. Não existe mais o Bolsonaro do delírio e da farsa do golpe.

Quem quiser pode até procurar, mas aquele Bolsonaro do ‘acabou, porra’ não existe mais.

Moisés Mendes é jornalista, autor de “Todos querem ser Mujica” (Editora Diadorim). Foi editor especial e colunista de Zero hora, de Porto Alegre.

Com informação do 247

 

VÍDEO: A reportagem do Fantástico que mostra PM de SP pisando no pescoço de uma mulher negra


 

A violência policial mostrada pelo Fantástico deveria ser motivo suficiente para uma reestruturação completa da Polícia Militar de São Paulo.

Mas o que fez Doria? Postou uma nota no Twitter em que elogia a Polícia Militar, embora critique os policiais que aparecem em clara atitude de abuso de autoridade. Ou até tortura.

“Os policiais militares que agrediram uma mulher em Parelheiros, na Capital de SP, já foram afastados e responderão a inquérito. As cenas exibidas no Fantástico causam repulsa. Inaceitável a conduta de violência desnecessária de alguns policiais. Não honram a qualidade da PM de SP”, afirmou.

Os casos violência como este têm se repetido com frequência alarmante desde que Doria assumiu o governo. E não se pode culpar exclusivamente Jair Bolsonaro.

O coronel Marcelino Fernandes, que chefiou até fevereiro deste ano a Corregedoria da PM, responsabilizou Doria pelo aumento da violência policial.

Quando era aliado de Bolsonaro e se elegeu com uma bandeirinha na mão e o discurso de endosso aos excessos da PM, ele emitiu sinal à tropa, que pode ser traduzido em uma frase: “Vão para cima que eu garanto”.

Elogiou os PMs que mataram 11 assaltantes em uma ação que poderia ter como resultado a prisão deles — ou pelo menos da maioria.

Prometeu contratar os melhores advogados para defender PMs acusados de excessos e afirmou que, em sua gestão, policiais atirariam para matar.

O governador colhe o que plantou.

“Quando um líder, um governador, um secretário falam, há um peso. Ele fez o que critica no Bolsonaro. Tratou segurança pública de forma política e marqueteira. Isso não deveria ter sido feito”, afirmou o coronel Marcelino Fernandes, o ex-corregedor.

É preciso que o leitor entenda que não se deve generalizar a categoria, pois em todas as profissões existem os bom e maus profissionais, onde alguns chegam a extrapolar e sujar o nome de toda a categoria. Na verdade, policiais que agem assim, que se espelham naquele policial dos EUA, que pisou no pescoço de um homem até a morte, fazendo o mesmo com essa mulher, que não morreu, mas chegou a desmaiar, teria que ter a sua farda e o distintivo cassados e depois presos.

É preciso que a sociedade veja a polícia com bons olhos, veja como uma categoria que existe para dar segurança e proteção à sociedade. Mas, em muitos casos, quando se vê uma viatura numa determinada hora, a depender de quem esteja ocupando tal viatura, a pessoa sente medo. Com tudo, a maioria dos policiais são confiáveis.

Fonte desta matéria DCM.

Amazônia tem maior destruição de matas nativas da década


Hamilton Mourão e Jair Bolsonaro; vista aérea de área desmatada da Amazônia em Itaituba, no Pará

Reuters – O desmatamento na Amazônia Legal cresceu pelo menos 14º mês consecutivo em junho, segundo mostraram números preliminares do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), aumentando a pressão sobre o governo do presidente Jair Bolsonaro em um momento em que investidores e empresários passaram a cobrar dele ação mais efetiva contra a destruição da floresta.

De acordo com os dados do Deter, programa de satélite usado para acompanhar em tempo real o desmatamento, a derrubada da floresta aumentou 10,7% em junho, comparado com o mesmo mês do ano passado. Nos primeiros seis meses do ano, a área devastada cresceu 25%, chegando a 3.066 quilômetros quadrados, mostram os dados do Inpe.

“A pressão está aumentando”, disse à Reuters Mariana Napolitano gerente de ciência da ONG WWF-Brasil. “Os dados de desmatamento por si só já mostram que a gente tem uma situação muito complicada e fora do controle na Amazônia agora.”

De acordo com Ane Alencar, diretora de ciências do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), se um novo crescimento vier em julho, o país se encaminha para uma taxa de desmatamento anual de mais de 15 mil quilômetros quadrados, equivalente a duas vezes e meia o tamanho do Distrito Federal, um aumento de quase 50% em relação aos 10.129 quilômetros quadrados desmatados em 2019, de acordo com os dados oficiais do governo.

Os números do Inpe, medidos através do sistema Prodes, mais detalhados do que o Deter, são levantados entre agosto de um ano a julho do ano seguinte, e estão previstos para divulgação até o final de 2020.

Pesquisadores e ativistas ambientais acusam o governo Bolsonaro de dar poder a madeireiros ilegais, fazendeiros e grileiros de terra ao enfraquecer as agências de fiscalização ambiental e defender o aumento da mineração e do agronegócio na Amazônia como forma de desenvolvimento da economia na região.

O presidente afirma que está sendo demonizado e que o país tem um histórico exemplar na proteção ambiental e faz questão de apontar que a maior parte da Amazônia ainda é coberta pela mata nativa.

A pressão interna e externa, vinda especialmente do setor empresarial, fez com que o governo reagisse com uma tentativa de fazer um controle maior do desmatamento e das queimadas na Amazônia.

Desde maio, sob o comando do vice-presidente Hamilton Mourão, o governo autorizou uma operação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) com as Forças Armadas na Amazônia para evitar queimadas e tentar conter o desmatamento, até agora sem muito sucesso. A GLO, que se encerraria nesta sexta-feira, foi prorrogada até novembro, de acordo com decreto publicado no Diário Oficial da União.

Na quinta-feira, depois de reunião com representantes de fundos de investimento internacionais, o governo anunciou um novo decreto, a ser publicado na próxima semana, proibindo por 120 dias as queimadas autorizadas na Amazônia e no Pantanal.

Cientistas afirmam que a preservação da Amazônia, maior floresta tropical do mundo, é vital para reduzir as mudanças climáticas pelas enormes quantidades de gases de efeito estufa que a floresta é capaz de absorver.

Entre 1º de janeiro e 25 de junho, o Ipam e o centro de pesquisa norte-americano Woods Hole calcularam que o desmatamento e as queimadas na Amazônia liberaram na atmosfera 115 milhões de toneladas métricas de dióxido de carbono, cerca de 20% a mais do que no mesmo período do ano passado, o que equivale às emissões anuais de 25 milhões de carros.

Operação da polícia contra o MBL prende Luciano Ayan, que apoiou o golpe e hoje critica Bolsonaro


Polícia conduz um dos presos nesta manhã

O ativista Carlos Augusto de Moraes Afonso, que se apresenta na rede como Luciano Ayan, foi preso nesta manhã, em São Paulo.

Ele tem uma trajetória antiga na rede social. Já apoiou as causas de Jair Bolsonaro, inclusive teve atuação destacada na campanha de difamação contra Marielle Franco.

Mas, desde o ano passado, é um dos fortes críticos de Jair Bolsonaro. Pode ser considerado até um militante antibolsonarista.

Segundo o MP e a Polícia Civil de São Paulo, que realizam a operação nesta manhã, ele é suspeito de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio.

Também foi preso Alessander Mônaco Ferreira.

Eles teriam movimentado mais de R$ 400 milhões de empresas.

A sede do MBL — movimento de direita que foi um dos pilares do golpe em 2016 — também foi alvo de mandado de busca e apreensão.

A sede fica na Vila Mariana, em São Paulo.

Com informação do DCM.

Maiquinique: Filha de prefeito recebe auxílio emergencial; gestor diz que dinheiro foi doado


Um caso de uso irregular do auxílio emergencial ocorreu em Maiquinique, no Médio Sudoeste baiano. É que a filha do prefeito da cidade, Jesuíno Porto, não só estava cadastrada como também sacou duas parcelas do benefício, pago cada uma por R$ 600. Segundo o G1, Hellen Lira Porto é estudante de medicina em uma faculdade particular de São Paulo. Após a descoberta, o fato repercutiu negativamente no município.

Maiquinique: Filha de prefeito recebe auxílio emergencial; gestor diz que dinheiro foi doado

Em resposta gestor, Jesuíno Porto alegou que o dinheiro foi doado para famílias carentes do município. Através de um áudio compartilhado em redes sociais, o gestor disse que a família dele não precisa do dinheiro e garantiu que a quantia sacada pela filha foi entregue a ele e depois usada para fazer doações. “Isso aí não é montagem, realmente é verdade. Hellen fez o cadastro emergencial, recebeu duas parcelas aí. Só que o que ninguém sabe é que, cada vez que ela recebe a parcela, ela me dá o dinheiro e eu doo para uma família carente”, declara o gestor.

 

O prefeito ainda afirmou que quando receber a terceira parcela do benefício fará uma publicação nas redes sociais e comprovará a destinação do dinheiro.O Tribunal de Contas da União (TCU) já identificou outras 904 pessoas com renda superior ao limite exigido pelos critérios do governo federal que foram contempladas pelo benefício. Com informação do  Bahia Notícias.

 

China alerta para ‘pneumonia desconhecida’ mais mortal do que o coronavírus


china pneumonia mortal coronavírus
(EPA/ATEF SAFADI)

Embaixada da China alerta para ‘pneumonia desconhecida’ mais mortal do que o coronavírus: “A taxa de mortalidade desta doença é muito maior do que a da Covid-19”. Comunicado foi lançado no Cazaquistão

A embaixada da China no Cazaquistão alertou, na quinta-feira (9), para uma “pneumonia desconhecida” mais mortal do que o coronavírus no país da Ásia Central, após registrarem um aumento nos casos de pneumonia no primeiro semestre deste ano, sendo que 35% deles apenas no mês de junho.

“A taxa de mortalidade desta doença é muito maior do que o novo coronavírus. Os departamentos de saúde do país estão realizando pesquisas comparativas sobre o vírus da pneumonia, mas ainda não há definição ”, disse a embaixada em um aviso aos cidadãos chineses no país, segundo o jornal South China Morning Post.

Segundo a embaixada da China, o Cazaquistão contabilizou 1.772 mortes por pneumonia entre janeiro e junho, sendo que 628 ocorreram no mês de junho, incluindo alguns chineses.

Nesta sexta-feira (10), o ministro da Saúde do Cazaquistão, Alexei Tsoi, disse que a informação não passava de um mal entendido da contagem oficial. Ele afirmou que esse número inclui todos os tipos de pneumonias já conhecidas, incluindo as causadas por vírus e bactérias e que, portanto, a informação passada pela embaixada chinesa estava incorreta.

Ele não especificou, no entanto, quantos dos casos tratados como pneumonia podem na verdade ser de Covid-19. Não entrou em detalhes também sobre a chance ou não uma nova doença em circulação no país.

Além disso, não ficou claro por que a embaixada chinesa descreveu a doença como “desconhecida” ou que informações possuía sobre a pneumonia.

O Cazaquistão anunciou um estado de emergência em 16 de março para combater a propagação do Covid-19. A flexibilização da medidas ocorreu em 11 de maio com uma queda da curva de contágio do coronavírus. Em junho, porém, as restrições e medidas de quarentena voltaram em algumas áreas após o aumento nos casos de pneumonia.

Para a OMS (Organização Mundial da Saúde), a Covid-19 pode explicar o aumento nos casos de pneumonia no Cazaquistão. A organização afirmou ainda que só tem conhecimento apenas da circulação do novo coronavírus.

Segundo o jornal South China Morning Post, o presidente do Cazaquistão, Kassym-Jomart Tokayev, afirmou nesta semana que o país estava “enfrentando a segunda onda de coronavírus juntamente com um grande aumento nos casos de pneumonia”.

O Cazaquistão registrou 49.683 casos confirmados da Covid-19 e 264 mortes. O número de novos casos teve recorde, na quinta-feira (9), contabilizando 1.962 em 24 horas, informou a agência de notícias do governo do país.

 

Segundo jornal Global Times, cerca de 1,6 milhão de pessoas foram testadas para a Covid-19 no Cazaquistão, e o país realiza quase 90.000 testes por milhão de habitantes. São mais testes do que a França, Alemanha, Canadá e muitos outros países, como o Brasil.

Fonte: Yahoo Notícias

Médico chama agente de saúde de “vagabunda” e avança com o carro sobre ela


Neman Salomão Neto
Neman Salomão Neto (reprodução)

Cirurgião plástico chama agente comunitária de saúde de “puta” e “vagabunda” e avança com o carro sobre ela em Minas Gerais. Agressão foi registrada em vídeo

Lucas Rocha, Revista Fórum

Cirurgião plástico e apoiador de Jair Bolsonaro, o médico Neman Salomão Neto recusou a fazer a medição de temperatura em uma barreira sanitária na cidade de Alfenas, no Sul de Minas, e agrediu uma fiscal.

Em vídeo que circula em grupos de Whatsapp na região, Neman Salomão para com uma caminhonete na barreira sanitária e começa a desferir xingamentos à fiscal sanitária.

“Eu moro aqui (inaudível), palhaça. O que você é? Bosta nenhuma”, diz o médico a mulher, ao fazer ameaças e fechar a porta do veículo. “Sem médico que nem eu você não estava em pé, oh palhaça. Isso aqui vai acabar, isso é o maior roubo da prefeitura. Vagabunda”, disse, antes de sair sem medir a temperatura e sem máscara.

Nemam Salomão é sócio da mulher, Anelena Moretto Salomão, em uma clínica de cirurgia plástica na cidade mineira. O casal foi capa da revista “Gente Muito Importante” em 2016, quando inauguraram a nova clínica.

Nas redes sociais, “Dr. Anelena” ostenta diversas publicações com elogios a Bolsonaro entre posts de sua pré-campanha à vice-prefeita da cidade, na chapa Avante Alfenas, encabeçada por Jovane Jr.

Boletim de Ocorrência

A agente comunitária de Saúde que atuava em barreira sanitária de Alfenas (MG) registrou Boletim de Ocorrência contra o médico. No documento, a fiscal relata o que ocorreu antes do vídeo que ganhou repercussão nas redes sociais. Segundo ela, “Dr. Neman” não respeitou as agentes que mandaram ele parar o carro em duas oportunidades e quase a atropelou. Após isso, uma delas decidiu começar a gravar.

“O autor acelerava e freava seu veículo agressivamente e que ele deu uma acelerada mais forte para cima dela, quase atropelando-a”, diz o BO. O homem acabou passando, mas teve a placa anotada pelos agentes.

Em seguida, o médico voltou com seu veículo para a barreira, saiu do carro, começou a xingar a fiscal e tentou agredi-la. “Eu quero falar com aquela puta, eu sou médico e posso passar aqui quantas vezes eu quiser, você não pode anotar a placa do meu veículo”, relatou ela no BO.

O BO ainda registra as declarações que aparecem no vídeo.

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Após 10 dias, campanha para ajudar Rita Cadillac arrecada só R$ 275


Após 10 dias, campanha para ajudar Rita Cadillac arrecada só R$ 275 

Foto: Divulgação

Passando por dificuldades financeiras desde o início da pandemia do novo coronavírus, a dançarina Rita Cadillac está recebendo apoio de seguidores, que realizam uma campanha para conseguir dinheiro. A ex-chacrete precisaria de cerce de R$ 4 mil por mês, mas até o momento, a iniciativa arrecadou apenas R$ 275 em 10 dias.

Com 66 anos, Rita alegou que só conseguiria se manter por dois meses após suspensão de suas apresentações por conta do isolamento social, e, por isso, nscreveu-se no auxílio emergencial do Governo Federal. Com a primeira parcela de R$ 600, pagou parte do condomínio e da luz do apartamento em que mora, no bairro Santa Cecília, em São Paulo.

“Quem pediu o benefício foi a cidadã Rita de Cássia. Porque a Rita Cadillac está dormindo desde que começou a pandemia”, disse ela ao Extra. Entre as recompensas da campanha estão pocket show a R$ 4 mil, em que Rita se apresenta por 40 minutos, jantar na casa dela por R$ 1,4 mil, R$ 25 por uma foto autografada e R$ 250 por um vídeo personalizado.  Com informações do BhaiaNotícias.