Um lugar bonito chamado Brasil, por Fernando Horta


 

Por Fernando Horta: Eu tenho um amigo que afirma, faz tempo, que o Brasil não é um país. O Brasil é um lugar. Um lugar aprazível, é verdade. Com praias, temperaturas amenas, lindas serras, muita natureza, diversidade geográfica, ecológica, étnica … Um lugar até encantador, precisamos reconhecer. Mas a verdade é que não somos um país. Quando falam em “nosso país” existe uma diferença sutil no termo “nosso”. O “nosso” quando dito por quem tem um sentido coletivo é um nosso abstrato. Um nosso que quer dizer que não é de ninguém. E mesmo sem ser de ninguém é de todos. É um nosso que não aceita divisão. Um nosso que acredita que sempre cabe mais gente, gente diferente, gente igual, … gente.

Quando o termo “nosso” é usado por aqueles que acreditam no individualismo, o nosso é um coletivo de “eu’s”. Cada eu lutando por obter mais espaço dentro do nosso, por reconfigurar o nosso. Cada espaço ocupado por eu é violentamente defendido e, mesmo, alargado às custas de outros eu. Olhando de fora parece um calmo e colaborativo nosso, mas internamente são um conjunto finito de “eu’s”, que lutam por afastar qualquer um que não seja eu. Usam-se todas as técnicas possíveis de segmentação. Se não tem a cor certa não pode ser eu e tampouco participar do nosso. Se não tem a postura certa, se não tem a atitude certa, a conta bancária certa ou a forma de usar o português. Tudo é motivo para afastar eu do conjunto de eu’s que eu chamo de nosso.

 

O sentido de “país” é, portanto, diferente do sentido de “lugar”. Os dois usam o termo “nosso”. Mas o nosso país é um lugar cujos eu’s são submetidos às mesmas regras, tem as mesmas oportunidades, participam da ideia do “nosso” submetendo as liberdades do “eu” aos interesses do nosso. É claro que o “nosso país” precisa ser construído diariamente pois nunca, em condições naturais, não planejadas ou pensadas, eu vou estar submetido às mesmas oportunidades e regras de todos os outros eu’s. Para que isto aconteça, é necessário dispêndio de energia. Constrangendo as diferenciações econômicas, restringindo o individualismo social, consertando os espaços cinzentos por onde alguns eu’s tentam fugir das regras comuns.

O sentido de “lugar” leva consigo uma ideia de “resultado natural do curso das coisas”. Os lugares são, indiferente àqueles que os delimitam. É uma perspectiva de contemplação e adaptação apenas. De processos individualistas de adaptação. E adaptação significa sempre luta. Uma luta contra outro eu que disputa os mesmos espaços. Espaços que são finitos porque o eu não sabe compartilhar nem dividir. No lugar não existe almoço grátis. Mas o eu que se convence disto compra uma ideia sorrateira de que todos trabalham por seu almoço. E quem não almoça, não trabalha, portanto. No “lugar” esta lógica invertida, que toma o resultado pela ação, acaba criando condições para que os eu’s que almoçam defendam que a fome é fruto da preguiça, ou que a incapacidade é resultado da falta de esforço.

Um lugar é um espaço geográfico sobre o qual o eu constrói uma identidade que é sempre um reflexo egoísta de si, excluindo tudo o que for diferente do eu. Um país, por outro lado, é um construto sócio-político que se reconhece plural e defende o “nosso” como um espaço de inclusão. A identidade individual se submerge no sentido coletivo, potencializando este. No nosso país está implícita a presença de todo eu, sendo o “todo” com caráter generalizante, mas não completo. Luta-se por expandir, diariamente, a lei de reconhecimento do eu que para que seja parte do “nosso”. O nosso país reconhece que seremos tanto mais fortes quanto mais eu’s reconhecerem-se parte do nosso, sem deixarem, entretanto, de ser eu.

O problema é que quando o eu acredita que pode agir pela simples vontade discricionária, ele destrói o nosso. Seja um eu juiz, um presidente ou um senador na comissão de ética. O eu que acredita que não precisa se submeter ao nós é um eu agressivo, que se acredita superior por condição ontológica e de forma perene. O eu que se acha superior, e, portanto, não submisso ao nós, é um eu que exerce uma violência institucional que não se coaduna com o nosso país. No lugar, as resultantes dos diversos vetores de violência implementados pelos “eu’s” é uma força de exclusão que parte do centro em direção às periferias. Nos círculos centrais esta força é pequena e costuma ser dobrada pela discricionariedade de qualquer eu que ali possa exercer sua vontade. A vontade de um eu é suficiente para inverter o sentido da resultante.

Na periferia, de forma diferente, a força resultante é tamanha que não importa a vontade expressa de qualquer eu por se aproximar do nosso, ele será jogado cada vez mais para longe. Cada vez mais distante e com menos legitimidade para ser parte do nosso. A função do “nosso país” é, exatamente, mitigar estes efeitos. Garantir que qualquer eu, em qualquer lugar, tenha condições de existência, crescimento e estabilização equivalentes.

O Brasil de hoje, com procuradores enriquecendo às custas do Estado, com juízes reescrevendo códigos de forma discricionária, com empresários comprando leis e com políticos acreditando que não existe nada além de suas consciências como balizadores do exercício de seus poderes, é um lugar. Um amontoado de “eu’s” que não partilham de qualquer sentido, mesmo remotamente, semelhante ao “nosso país”. Quando das discussões de formação de alguns países, estas questões vieram à tona. Como lutar contra diversos “eu’s” venais que tivessem poder de Estado, econômico ou das armas? As únicas soluções encontradas foram a violência dos poderes que se chocam e se tolhem ou a revolução. A revolução significa a extinção dos poderes constituídos e criação de novos. O custo, entretanto, é alto.

No século XX, buscou-se uma outra solução: a participação. Pelo alargamento dramático do número de eu’s que detém poder, reduz-se o poder de qualquer eu em separado e aumenta-se o poder do “nosso”. A participação é, pois, junto com a revolução as únicas saídas para transformar o lugar em um país. Resta a escolha. Se queremos a transformação pela violência ou pela inclusão. A manutenção do transe social estático que estamos experimentando no Brasil, não contribui para diminuir o potencial de energia que vem se acumulando, cada vez mais descontente. Até o impeachment de Dilma, apenas uma parte do país estava descontente. Com o impeachment, uma outra parte passou ao lado descontente. Hoje, quem exerce (mal) os poderes executivo, legislativo e judiciário no Brasil está conseguindo que se ombreiem contra eles 93% dos brasileiros.

O Brasil é um lugar. Prestes a explodir.

Estamos vendo o efeito nefasto de colocarmos ignóbeis, venais ou apenas inertes em função de exercício de poder. Estamos experimentando o que sociólogos, historiadores e cientistas políticos diziam que seria o “esgarçamento do tecido social”. Quando os eu’s não se reconhecem mais em “nosso país”. Partem a fazer uso discricionário dos seus poderes gerando apenas e tão somente violência. Um lugar apenas, não mais um país. ggn.

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Jessé Souza: “A classe média é feita de imbecil pela elite”


 

Por Sergio Lirio: Em agosto, o sociólogo Jessé Souza lança novo livro, A Miséria da Elite – da Escravidão à Lava Jato. De certa forma, a obra compõe uma trilogia, ao lado de A Tolice da Inteligência Brasileira, de 2015, e de A Ralé Brasileira, de 2009, um esforço de repensar a formação do País.

Neste novo estudo, o ex-presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada aprofunda sua crítica à tese do patrimonialismo como origem de nossas mazelas e localiza na escravidão os genes de uma sociedade “sem culpa e remorso, que humilha e mata os pobres”. A mídia, a Justiça e a intelectualidade, de maneira quase unânime, afirma Souza na entrevista a seguir, estão a serviço dos donos do poder e se irmanam no objetivo de manter o povo em um estado permanente de letargia. A classe média, acrescenta, não percebe como é usada. “É feita de imbecil” pela elite.

CartaCapital: O impeachment de Dilma Rousseff, afirma o senhor, foi mais uma prova do pacto antipopular histórico que vigora no Brasil. Pode explicar?
Jessé Souza: A construção desse pacto se dá logo a partir da libertação dos escravos, em 1888. A uma ínfima elite econômica se une uma classe, que podemos chamar de média, detentora do conhecimento tido como legítimo e prestigioso. Ela também compõe a casta de privilegiados. São juízes, jornalistas, professores universitários. O capital econômico e o cultural serão as forças de reprodução do sistema no Brasil.

Em outra ponta, temos uma classe trabalhadora precarizada, próxima dos herdeiros da escravidão, secularmente abandonados. Eles se reproduzem aos trancos e barrancos, formam uma espécie de família desestruturada, sem acesso à educação formal. É majoritariamente negra, mas não só. Aos negros libertos juntaram-se, mais tarde, os migrantes nordestinos. Essa classe desprotegida herda o ódio e o desprezo antes destinados aos escravos. E pode ser identificada pela carência de acesso a serviços e direitos. Sua função na sociedade é vender a energia muscular, como animais. É ao mesmo tempo explorada e odiada.

CC: A sociedade brasileira foi forjada à sombra da escravidão, é isso?
JS: Exatamente. Muito se fala sobre a escravidão e pouco se reflete a respeito. A escravidão é tratada como um “nome” e não como um “conceito científico” que cria relações sociais muito específicas. Atribuiu-se muitas de nossas características à dita herança portuguesa, mas não havia escravidão em Portugal. Somos, nós brasileiros, filhos de um ambiente escravocrata, que cria um tipo de família específico, uma Justiça específica, uma economia específica. Aqui valia tomar a terra dos outros à força, para acumular capital, como acontece até hoje, e humilhar e condenar os mais frágeis ao abandono e à humilhação cotidiana.

CC: Um modelo que se perpetua, anota o senhor no novo livro.
JS: Sim. Como essa herança nunca foi refletida e criticada, continua sob outras máscaras. O ódio aos pobres é tão intenso que qualquer melhora na miséria gera reação violenta, apoiada pela mídia. E o tipo de rapina econômica de curto prazo que também reflete o mesmo padrão do escravismo.

CC: Como isso influencia a interpretação do Brasil?
JS: A recusa em confrontar o passado escravista gera uma incompreensão sobre o Brasil moderno. Incluo no problema de interpretação da realidade a tese do patrimonialismo, que tanto a direita quanto a esquerda, colonizada intelectualmente pela direita, adoram. O conceito de patrimonialismo serve para encobrir os interesses organizados no chamado mercado. Estigmatiza a política e o Estado, os “corruptos”, e estimula em contraponto a ideia de que o mercado é um poço de virtudes.

CC: O moralismo seletivo de certos setores não exprime mais um ódio de classe do que a aversão à corrupção?
JS: Sim. Uma parte privilegiada da sociedade passou a se sentir ameaçada pela pequena ascensão econômica desses grupos historicamente abandonados. Esse sentimento se expressava na irritação com a presença de pobres em shopping centers e nos aeroportos, que, segundo essa elite, tinham se tornado rodoviárias.

A irritação aumentou quando os pobres passaram a frequentar as universidades. Por quê? A partir desse momento, investiu-se contra uma das bases do poder de uma das alas que compõem o pacto antipopular, o acesso privilegiado, quase exclusivo, ao conhecimento formal considerado legítimo. Esse incômodo, até pouco tempo atrás, só podia ser compartilhado em uma roda de amigos. Não era de bom tom criticar a melhora de vida dos mais pobres.

CC: Como o moralismo entra em cena?
JS: O moralismo seletivo tem servido para atingir os principais agentes dessa pequena ascensão social, Lula e o PT. São o alvo da ira em um sistema político montado para ser corrompido, não por indivíduos, mas pelo mercado. São os grandes oligopólios e o sistema financeiro que mandam no País e que promovem a verdadeira corrupção, quantitativamente muito maior do que essa merreca exposta pela Lava Jato. O procurador-geral, Rodrigo Janot, comemora a devolução de 1 bilhão de reais aos cofres públicos com a operação. Só em juros e isenções fiscais o Brasil perde mil vezes mais.

CC: Esse pacto antipopular pode ser rompido? O fato de os antigos representantes políticos dessa elite terem se tornado alvo da Lava Jato não fragiliza essa relação, ao menos neste momento?
JS: Sem um pensamento articulado e novo, não. A única saída seria explicitar o papel da elite, que prospera no saque, na rapina. A classe média é feita de imbecil. Existe uma elite que a explora. Basta se pensar no custo da saúde pública. Por que é tão cara? Porque o sistema financeiro se apropriou dela. O custo da escola privada, da alimentação. A classe média está com a corda no pescoço, pois sustenta uma ínfima minoria de privilegiados, que enforca todo o resto da sociedade. A base da corrupção é uma elite econômica que compra a mídia, a Justiça, a política, e mantém o povo em um estado permanente de imbecilidade.

CC: Qual a diferença entre a escravidão no Brasil e nos Estados Unidos?
JS: Não há tanta diferença. Nos Estados Unidos, a parte não escravocrata dominou a porção escravocrata. No Brasil, isso jamais aconteceu. Ou seja, aqui é ainda pior. Os Estados Unidos não são, porém, exemplares. Por conta da escravidão, são extremamente desiguais e violentos. Em países de passado escravocrata, não se vê a prática da cidadania. Um pensador importante, Norbert Elias, explica a civilização europeia a partir da ruptura com a escravidão. É simples. Sem que se considere o outro humano, não se carrega culpa ou remorso. No Brasil atual prospera uma sociedade sem culpa e sem remorso, que humilha e mata os pobres.

CC: Algum dia a sociedade brasileira terá consciência das profundas desigualdades e suas consequências?
JS: Acho difícil. Com a mídia que temos, desregulada e a serviço do dinheiro, e a falta de um padrão de comparação para quem recebe as notícias, fica muito complicado. É ridícula a nossa televisão. Aqui você tem programas de debates com convidados que falam a mesma coisa. Isso não existe em nenhum país minimamente civilizado. É difícil criar um processo de aprendizado.

CC: O senhor acredita em eleições em 2018?
JS: Com a nossa elite, a nossa mídia, a nossa Justiça, tudo é possível. O principal fator de coesão da elite é o ódio aos pobres. Os políticos, por sua vez, viraram símbolo da rapinagem. Eles roubam mesmo, ao menos em grande parte, mas, em analogia com o narcotráfico, não passam de “aviõezinhos”. Os donos da boca de fumo são o sistema financeiro e os oligopólios. São estes que assaltam o País em grandes proporções. E somos cegos em relação a esse aspecto. A privatização do Estado é montada por esses grandes grupos. Não conseguimos perceber a atuação do chamado mercado. Fomos imbecilizados por essa mídia, que é paga pelos agentes desse mercado. Somos induzidos a acreditar que o poder público só se contrapõe aos indivíduos e não a esses interesses corporativos organizados. O poder real consegue ficar invisível no País.

CC: O quanto as manifestações de junho de 2013, iniciadas com os protestos contra o reajuste das tarifas de ônibus em São Paulo, criaram o ambiente para a atual crise política?
JS: Desde o início aquelas manifestações me pareceram suspeitas. Quem estava nas ruas não era o povo, era gente que sistematicamente votava contra o projeto do PT, contra a inclusão social. Comandada pela Rede Globo, a mídia logrou construir uma espécie de soberania virtual. Não existe alternativa à soberania popular. Só ela serve como base de qualquer poder legítimo. Essa mídia venal, que nunca foi emancipadora, montou um teatro, uma farsa de proporções gigantescas, em torno dessa soberania virtual.

CC: Mas aquelas manifestações foram iniciadas por um grupo supostamente ligado a ideias progressistas…
JS: Só no início. A mídia, especialmente a Rede Globo, se sentiu ameaçada no começo daqueles protestos. E qual foi a reação? Os meios de comunicação chamaram o seu povo para as ruas. Assistimos ao retorno da família, propriedade e tradição. Os mesmos “valores” que justificaram as passeatas a favor do golpe nos anos 60, empunhados pelos mesmos grupos que antes hostilizavam Getúlio Vargas. Esse pacto antipopular sempre buscou tornar suspeito qualquer representante das classes populares que pudesse ser levado pelo voto ao comando do Estado. Não por acaso, todos os líderes populares que chegaram ao poder foram destituídos por meio de golpes.

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Nelson Nicolau: a prisão de um político honesto


 

Por Luiz Nassif:  Fico sabendo agora da prisão de Nelsinho Mancini Nicolau, o primeiro prefeito eleito pela oposição em São Paulo, em 1974, em pleno regime militar.

Nelsinho é a prova viva do que acontece com o sistema judicial brasileiro. Posso afirmar sem nenhuma dúvida de que, além de um dos homens públicos mais empenhados na busca do bem comum, Nelsinho é o político mais honesto que conheci em toda minha carreira jornalística.

Sua história é um pradoxo.

No início dos anos 90, a diretoria do Banespa foi loteada para dois partidos políticos: o PMDB do então governador Luiz Antônio Fleury, e o PSDB, controlado pelo grupo de José Serra.

Explodiu uma disputa insana entre os dois grupos. Tendo fontes dos dois lados, ouvi acusações de lado a lado e apenas uma unanimidade: ambos os grupos consideravam que o único sério era Nelsinho, que, além de tudo, não entrava nas disputas internas. Nelsinho foi autor de uma lei na Assembleia Legislativa acabando com a aposentadoria permanente dos deputados. A lei foi revogada posteriormente mas Nelsinho foi o único caso de deputado que abriu mão voluntariamente de sua aposentadoria.

Toda sua energia estava a serviço do bem comum. Como diretor da área agrícola, desenvolveu uma modalidade de crédito na qual a dívida do agricultor era definida em sacas do produto plantado. Foi uma revolução em tempos em que inflação, bloqueios de cruzado, crise de crédito criava um buraco negro no mercado.

As tramoias surgiram na contratação dos grandes empréstimos do banco. O diretor da carteira de crédito, sócio de José Serra em uma empresa, montou grandes jogadas. Cabia a ele analisar o crédito. Depois, trazia para a diretoria que se limitava a avalizar o que ele dizia.

Quando explodiu o escândalo, a justiça foi em cima de todos os diretores. Todos se safaram com prescrição do caso. Menos Nelsinho, que decidiu se candidatar novamente a prefeito de São João da Boa Vista. Com isso, seu caso saiu da primeira e foi para a segunda instância. E lá, viu-se em um tribunal sem padrinho. Embora muito acossado pelo PSDB, recusou-se a ir para o partido devido ao que considerava arrogância dos principais líderes. Nem se acomodou no PMDB de Orestes Quércia.

Foi preso no início do ano e está cumprindo pena em Limeira. Há um habeas corpus solicitado ao Supremo Tribunal Federal, nas mãos do Ministro Ricardo Lewandowski. Os admiradores de Nelsinho torcem para que a verdade seja restabelecida e Nelsinho libertado.

MARACÁS: Povo reclama da ornamentação da praça, mas a animação continua


 

 

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Chegou o dia 22 de junho, como também chegou o visitante e também a animação dos que moram na terra. O que não chegou foi a ornamentação a altura da cidade de Maracás e seu povo. Pode parecer que os preparos ainda estão pelo meio, pelo fato do visual da praça do forró, mas não, é hoje mesmo a abertura dos festejos.  A reportagem do Cafe com Leite notícias esteve agora à tarde na praça e percebeu que a galera que organiza a ornamentação estava suando para dar conta até à noite, bem como deixou transparecer uma certa insatisfação pela falta de brilho na ornamentação, algo que sempre Maracás saía na frente e era aplaudida pelo visitante. Um dos barraqueiros, que não quis se identificar, estava reclamando da diferença das barracas, isso durante 20 anos. O que se espera é que a festa seja boa, corra tudo com muita paz, que a harmonia e a confraternização seja de alegria, porque, de acordo aos comentários colhidos pelo blog Café com Leite, a ornamentação não chegou nem perto da expectativa do povo, por ser a primeira festa da nova gestão que conseguiu chegar ao poder depois de 20 anos. O que muita gente fala é que, ou se faz uma festa bonita, principalmente em termos de ornamentação, ou não faz nada e incentiva as comunidades a fazerem festas em bairros, com ruas fechadas, bem como o São João tradicional que era um forró aqui outro ali, com um sanfoneiro e um pandeirista, onde a festa ia até o raiá do sol. Outra coisa que muitos reclamaram, apesar de não ser um costume de Maracás, foi a falta da famosa Vila Junina, que esse ano em quase todas as cidades da região a Vila Junina, que durou em média de 10 dias, foi o grande atrativo, principalmente para os visitantes e conterrâneos que moram fora e que todos os anos vêm visitar parentes e amigos.

Todos sabem que fazer economia é muito bom, mas em se tratando de uma festa que é uma vez no ano, e conta com uma grande quantidade de visitantes, um preparo maior, antecipado para fazer uma grande festa a altura do povo da cidade e dentro das condições da prefeitura, certamente o povo ia ficar muito feliz.

Mas vamos brincar e curtir os três dias de festa. Para a galera da região que ainda não sabe para onde ir, hoje em Maracás tem, às 22 horas, o forrozeiro Edgar Mão Branca com o seu forrozão autêntico. Logo depois entra em Palco Filomena Bagaceira e pra encerrar o lajedense Elmo Santana.

CRACOLÂNDIA: Usuários voltam a ocupar antigo ponto


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Depois de um mês da operação realizada pela polícia e pela Prefeitura contra o tráfico de drogas no centro de São Paulo, usuários saíram da Praça Princesa Isabel e voltaram para a Alameda Cleveland, onde estava a antiga concentração de dependentes químicos, chamada de cracolândia.
Segundo a Polícia Militar, não foi realizada nenhuma operação da Praça Princesa Isabel, afirmando que a mudança de local do ‘fluxo’ pode ter sido motivado pela instalação de novas luzes na praça, em uma tentativa para revitalizar o local.
A operação realizado no dia 21 de maio, no mesmo final de semana da Virada Cultural, contou com 900 policiais civis e militares. Na ocasião, foram presos 38 traficantes e o prefeito João Dória (PSDB) afirmou que a cracolândia havia acabado.
“A cracolândia aqui acabou, não vai voltar mais. Nem a prefeitura permitirá nem o governo do Estado. Essa área será liberada de qualquer circunstância como essa. A partir de hoje, isso é passado”, afirmou o tucano.
No entanto, os usuários se espalharam por diversos pontos do centro da cidade, entre eles a Praça Princesa Isabel. Depois, uma operação tentou expulsar os dependentes químicos do local e encaminhá-los para tratamento, mas eles voltaram para a praça algumas horas depois.
Parágrafo do Café com Leite- (O grande problema neste país é que, na maioria das vezes, os órgãos competentes nas decisões que vão tomar, terminam atrapalhando mais que acertando. O Dória, diante das suas decisões em São Paulo, termina sendo “uma droga” ainda pior que esta que a galera usa. É preciso sim, tratamento para esses usuários, enxergando que eles são vítimas de um sistema que cria situações que levam a isso,   para que eles se livrem das drogas, mas não a prefeitura, que quer servir à burguesia, achar que o caminho vai ser se livrar deles, dos usuários, porque não vai conseguir. Pelo contrário, a quantidade vai crescer e invadir outras áreas. O certo é fazer a coisa certa para que no final dê tudo certo.)  
Proibição de doações
Na semana passada, o coletivo Doe Um Ouvido divulgou vídeos nos quais membros da Guarda Civil Metropolitana (GCM) tentavam impedir doações de cobertores e alimentos na Praça Princesa Isabel.
“Uma primeira abordagem queria apenas impedir que fizéssemos a distribuição, inclusive nos ameaçando de levar para a delegacia prestar esclarecimentos se prosseguíssemos”, conta Juliana Valente, integrante do coletivo.
Para o portal R7, a Secretaria Municipal de Segurança Urbana disse que não há nenhuma determinação para proibir a entrega de doações na cracolândia. Os guardas diziam que os donativos deveriam passar pela Unidade Emergencial de Acolhida. Entretanto, o coletivo afirma que no local não há orientações  sobre triagem de alimentos a serem distribuídos por organizações não governamentais.
Assistente social detida
Ontem (21), assistentes sociais, educadores e ativistas realizaram um protesto contra a prisão de uma assistente social que presta serviços para a Prefeitura. A funcionária foi levada pela Polícia Militar enquanto trabalhava na Praça Princesa Isabel, na terça.
Os trabalhadores que atuam junto aos usuários tem reclamado da relação hostil da PM e da GCM com estes funcionários.
“Estamos acuados, estamos mais perdidos que o usuário. E a impressão que a Polícia Militar e a GCM [Guarda Civil Metropolitana] passam é a de que estamos atrapalhando o trabalho delas — porque a cracolândia, um mês depois, não acabou. E seria marketing puro dizer que acabou: ela só foi transferida”, disse uma assistente social para o portal UOL. Informações do GGN.

Posto Country de Planaltino já conta com restaurante


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O Posto Country da cidade de Planatino, que fica no começo da ladeira de quem chega do lado sul, agora já pode dizer que é um dos que mais vêm agradando os motoristas, em vários sentidos. Pois além dos preços e qualidade nos produtos, fato que têm sido comprovado pelos usuários, recentemente foi inaugurado a parte de restaurante e lachonete, o que agradou muito a galera que gosta de uma boa comida. Apesar do pouco tempo de funcionamento, a repercussão é bastante positiva. O viajante pode ali desfrutar de outros confortos, dentre eles, a Sala do Motorista. Se você não conhece, passe lá, escolha seu prato e conprove.

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Delícias no Maracaizinho: Fritos e assados é no PASTEL e CIA


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Weliigton e Fabiana garantem que você vai gostar, pois todos que vão lá voltam pra querer mais

 

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O pastel a vinagrete de lá, comer só um é quase impossível

Agora ali ao lado da quadra de esportes do Maracaizinho, já existe uma barraca com salgados preparados na hora para você. Quem garante a certeza de que você vai adorar os produtos, é o casal formado por Wellington e Fabiana, que aprenderam a preparar essas iguarias lá em São Paulo, mas terminou trazendo pra Bahia, especialmente para Maracás, Passe lá na pastel e CIA que você vai se deliciar, Breve estarão entregando em domicílio. Compartilhem!

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João Andrade se demite e é o terceiro a deixar pasta no governo Temer


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João Batista de Andrade, que ocupava interinamente o cargo de ministro da Cultura, pediu demissão nesta sexta-feira (16). Andrade assumiu a pasta depois da saída de Roberto Freire (PPS), ocasionada pelas gravações de Joesley Batista, da JBS.

Em carta para o presidente Michel Temer, o ex-ministro disse que não tinha interesse em continuar na pasta. Segundo a Folha de S. Paulo, sua demissão foi motivada pelo corte de 43% do orçamento do MinC e por polêmicas em relação à nomeação do presidente da Agência Nacional do Cinema, a Ancine.
Andrade, que também é filiado ao PPS, defendia a nomeação de Debora Ivanov, que é apoiada por cineastas e pelo ex-titular da pasta, na Ancine. Entretanto, o governo de Michel Temer preferiu outro nome.
O Planalto pretendia colocar Sérgio Sá Leitão na presidência da agência e um nome indicado pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), assumiria uma diretoria da Ancine.
Ele também disse que a pasta ficou “inviável” após os cortes orçamentários, dizendo que a o MinC já estava deficiente. “É um ministério inviável tratado de forma a inviabilizá-lo ainda mais”, afirmou.
Escritor, roteirista e cineasta, Andrade também foi secretário de Cultura do Estado de São Paulo em 2005 e, entre 2012 e 2016, foi presidente da Fundação Memorial da América Latina (SP).
Andrade é o terceiro nome a deixar o Ministério da Cultura no governo Temer. No início da sua gestão, o peemedebista havia rebaixado o status do MinC, mas depois voltou atrás.
Marcelo Calero foi o primeiro a assumir a pasta no governo de Michel Temer e deixou a cargo acusando o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB-BA) de tê-lo pressionado para liberar uma obra no centro histórico de Salvador.
Agora, o governo estuda os nomes do deputado André Amaral (PMDB-PB) e da senadora Marta Suplicy (PMDB-SP) para assumir a pasta.
Leia a íntegra da carta de demissão de João Batista de Andrade:
Brasília, 16 de junho de 2017.
Ao Excelentíssimo Presidente da República
Senhor Michel Temer
Ref.: Vacância do cargo do Ministro Interino da Cultura
Comunico a Vossa Excelência, respeitosamente, o meu desinteresse em ser efetivado como Ministro de Estado da Cultura, posto que venho exercendo interinamente, e por determinação legal do regimento interino, por ser o atual Secretário-Executivo do Ministério da Cultura.
Assim sendo, confirmo a minha disposição para contribuir da forma mais proativa possível com a transição de gestão no Ministério da Cultura, até a nomeação do próximo Ministro de Estado da Cultura e seu respectivo Secretário-Executivo.
_Respeitosamente,_
João Batista de Andrade
Ministro do Estado Interino da Cultura. Informações do GGN.

Veja a programação do São João da região


Do dia 22 até 25 do mês de junho vai ter muito forró na região. Veja as atrações de cada cidade. Outras cidades que não estão aí a programação, também  vão oferecer grandes festas para a galera dançar e se divertir, como Contendas, Tanhaçu, Barra da Estiva, Ituaçu, Iramaia, Itaeté, Iaçu, Milagres, Santa Inês, Cravolândia e todo Vale Jiquiriçá; Vamos ter também grandes festas em Apuarema, Ipiau, Itagibá, Marcionílio Souza e muitas outras. Redobre o cuidado no volante nos dias de festa e se beber não dirija.

Essas são as feras que vão tocar em Nova Itarana

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Programação da cidade de Maracás

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Aqui está a programação de Itaquara

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E aqui é a programação de Jequié. Passe lá!

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Veja como vai ser em Jaguaquara. Lá vai até o dia 25!

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Amargosa sempre tem grandes atrações. Zé Ramalho vai estar por lá.

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Irajuba e o seu Arriá da Folô. Pense num lugar de gente boa e forró bom!!

 

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Aqui vai a programação de Brejões. Lá tem licor do bom. Licor da Vó Dja.

 

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Fabio Assunção critica internação compulsória na Cracolândia


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O ator Fabio Assunção participou na terça-feira, na sede da Cia de Teatro Pessoal do Faroeste, no centro de São Paulo, de uma reunião de parlamentares, ativistas, advogados e artistas sobre a situação da Cracolândia e sobre os abusos que estão sendo cometidos lá contra moradores, usuários e dependentes de drogas.

Um dos focos de atenção e preocupação foi a proposta de internação compulsória de dependentes que se encontrem no território da Cracolândia, defendida pelo prefeito Doria.

Corajosamente, o ator falou sobre sua própria experiência com a dependência, dizendo:

“A droga comeu dez anos da minha vida. Fui internado quatro vezes e não deu certo. Você toma mais droga lá [internado] do que quando está na rua.”

Fábio disse que “é importante falar da cura, mostrar pra sociedade que há um caminho…”

O grupo, por iniciativa do ator, decidiu tentar uma via de diálogo com o prefeito João Doria Jr, a fim de buscar solução para a Cracolândia, que respeite os direitos humanos dos usuários de drogas ilícitas.

É preciso que os prefeitos e qualquer político, olhem para o povo com o coração, principalmente os carentes de algum tipo de cuidado e não só de olho no voto de cada um, mas, no entanto, com raras exceções, olham como se o povo que precisa de ajuda fosse um estovo. Foi isso que que o prefeito Dória fez com os usuários da Cracolândia. quer apenas se livrar do “problema”.

Em Caruaru o forró já começou e o da Bahia está chegando


 

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Aí está o grande Zé, que também entende de forró

 

O São João de Caruarua já começou desde o dia primeiro do mês de junho, onde esse ano, apesar da crise, a festa já começou forte. Na verdade, a crise brasileira não tem como atingir a maior festa popular e individual do mundo, pois lá quem comando e cobre a maior parte dos custos e ainda faz sobrar muito lucro, são os gringos com as suas moedas fortes.

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É assim durante quase 30 dias

O São João do Alto do Moura é um dos principais e mais animados polos do São João de Caruaru e sempre traz muita música para o mês de junho.

Conhecido pelo aspecto cultural, o bairro que fica localizado a aproximadamente 7 km do Centro, reúne o maior núcleo de artes figurativas da América Latina e atrai um bom número de visitantes interessados em conhecer a cultura do Nordeste, principalmente na época dos festejos juninos. Como se dizem por aí, “isso é coisa de cinema”, o que na verdade, é mesmo literalmente, pois a história e entusiasmo da galera que comparece ao São João caruaruense, realmente, juntando a tudo que acontece até concretizar a festa, daria um excelente filme.

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“Quem não conhece Sivirina Chic Chic que butou uma butique para a vida melhorar”.

Grande Genival Lacerda! Artista nordestino das antigas que continua fazendo zoada.

 

Durante o São João, o público pode conferir um palhoço, trios de forró pé de serra, ateliês, comidas típicas e shows de atrações diversas.

Além do polo Alto do Moura, o São João de Caruaru contará com o Polo Pátio de Eventos; Polo Estação Ferroviária; Polo Azulão; Polos da Zona Rural (nos sítios Pau Santo, Gonçalves Ferreira, Terra Vermelha e na Vila do Rafael); e Polos dos Bairros (Vassoural, Rendeiras, Boa Vista e São João da Escócia). É festa pra mais de metro, como se dizem por aí. Após anúncio veja o São joão da região do jornal Café com Leite.

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Mas São João mesmo é na Bahia, especialmente na região do Café com Leite

Mas se o leitor perguntar se na Bahia também vai ter festa boa, a resposta é sim e talvez melhor que Caruaru. Basta você comparecer por exemplo, em Nova Itarana que irá encontrar ali muito forró, muitas brincadeiras, além das comidas típicas e a visita de casa em casa durante as tardes, O jovem prefeito Danilo já mostrou que nem só gosta de festa, como gosta de resgatar costumes e culturas antigas. Passe lá e curta uma das melhores festas da Bahia. De lá dê uma passada em Irajuba e tome um licor na casa do prefeito Jerinho. Lá também promete ter grande festa, porque o forró e forte e a praça fica lotada. E Brejões, terra de climas variados, capaz de produzir café, pecuária, cacau e outras lavouras. Lá  outro Jovem está no comando da prefeitura e da festa, que é o Sandro de Juca, que já assegurou que dentro das condições da prefeitura, a festa vai ser de deixar saudade. Mas dê uma passada em Cravolândia. A prefeita Ivete, depois de arrumar o “desarruneiro” encontrado, como ela mesma disse, começou arrumar os preparos da festa. Lá são duas festas grandes, pois logo em seguida vem a Lavagem da Igreja, que é uma das mais lindas festas do interior da Bahia. E a vizinha cidade de Santa Inês também vai ter festa boa. Aliás, em se tratando de Santa Inês, a festa começou logo no primeiro mês do mandato do novo prefeito Emerson Eloi, que, diga-se de passagem, realizou uma das maiores festas já realizadas na cidade que foi o Festival de Arte e Cultura, na sua primeira edição, que antes era a Festa da Padroeira.Continue lendo após anúncio.

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Todo o Vale Jiquiriçá vai estar em festa e o folião nem pode reclamar de não ter ido para Caruaru. Pode até esticar um pouco e ir para Amargosa. onde vai ter uma das maiores festas. Mas voltando para a nossa região, confira o São João de Itaquara, lá é festa quente e o forró é seguro. O mais novo prefeito da Bahia, com apenas 23 anos de idade, que é Marco Aurélio, nem só vem realizando um grande trabalho nesse começo de mandato, como disse que fará, dentro das condições, um grande São João. Depois vem Jaguaquara, que é a Capital do Forró da região. Lá o bravo Giuliano, que tem realizado grandes festas juninas, já informou que esse ano não vai ser diferente e que a galera pode chegar pra perto que sem dançar forró não fica. Mas vamos mais adiante um pouco. Vamos para Contendas do Sincorá onde o amigo Didi realizou uma grande festa em 2016 e o povo aguarda o repeteco esse ano. Na verdade, em se tratando de Contendas, quem faz a festa é o povo. Pense num lugar de um povo alegre! Estique um pouco mais e vá ver a festa do amigo Jorge Teixeira em Tanhaçu. Pense num Vovô com alma jovem. Grande médico e grande amigo do povo, que apesar de ter tido muito gasto no resgate do município, vai realizar uma grande festa junina para seu povo e visitantes. Mas em outras cidades também vai acontecer grande festa como Aiquara, Itagibá, Maracás, Apuarema, Planaltino, Lajedo do Tabocal, Jequié, Marcionílio Souza, Mucugê, Andaraí, Iaçu, Itaitê, Milagres, Barra da Estiva, Iramaia, Lafaiete Coutinho, Ituaçu e tantas outras. Depois é hora de descansar para a grande festa do São Pedro de Itiruçu, que são o Forro Cooff e o tradicional São Pedro da cidade. Uma dica: durante os festejos devem ter cuidado redobrado nas estradas e se beber não dirijam, ok?

 

Adventistas agem para ajudar famílias atingidas por enchente em Santa Catarina


idade do Alto Vale do Itajaí é a mais afetada no estado de Santa Catarina

De acordo com a Defesa Civil, 18 dos 25 bairros da cidade estão alagados. [Foto: André Almeida].

Rio do Sul, SC… [ASN] Em resposta às enchentes que assolam centenas de famílias de Rio do Sul, no Alto Vale do Itajaí, os adventistas do sétimo dia estão mobilizados para prestar socorro aos afetados. Cerca de 250 kits com produtos de limpeza e higiene serão doados pela Ação Solidária Adventista (ASA).

Além disso, os voluntários auxiliarão na remoção da lama das casas atingidas e a Igreja Adventista estará de prontidão para atender pedidos das autoridades locais.”Nesta hora todos devemos nos unir para minimizar a dor e as perdas dos fragilizados”, afirma Fábio Correa, líder da ASA para o norte e oeste de Santa Catarina.Continue lendo após anúncio.

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Segundo informações divulgadas pela Secretaria de Estado da Defesa Civil, até a manhã desta terça-feira (6), 27.675 mil pessoas foram afetadas pela chuva em 89 cidades de Santa Catarina. A cidade com situação mais crítica na tarde desta terça-feira é Rio do Sul, com 21 abrigos ativados atendendo cerca de 800 moradores da cidade, o maior número do Estado.

Para ajudar aos atingidos pela enchente, a Ação Solidária Adventista está disponibilizando uma conta  bancária para doações. Todos os valores arrecadados serão revertidos para compra de mais produtos de limpeza e higiene. Confira os dados para doação na imagem abaixo.[Equipe ASN, Paulo Ribeiro].Notícias Adventistas, último parágrafo Cafe com Leite.Continue lendo após anúncio.sem-titulo-1-copia

É preciso que a população brasileira se una em torno das catástrofes que estão acontecendo, para que possamos ajudar quem precisa de ajuda realmente. Seja alguma instituição ou pequenos, médios e grandes empresários, pois o que mais existem, nem só no Brasil, mas em todo o mundo,são pessoas clamando por ajuda, ajuda a Deus, mas que muitas vezes, o mensageiro da ajuda é o ser humano e ele não deve negar.

 

 

Terrorismo se diluiu, perdeu fronteiras e tem causas profundas


É o que dizem três analistas ouvidos pela ASN (Agência Adventista Sul-Americana de Notícias) sobre o crescimento do terrorismo no mundo

Brasília, DF … [ASN] Episódios de violência atribuídos a grupos ou organizações terroristas não são novidade no mundo. Especialmente na Ásia, Oriente Médio, América Latina e África, a atuação de grupos terroristas acontece por diferentes motivações. O fato é que, principalmente após os atentados ocorridos em 11 de setembro de 2001 em Nova Iorque – EUA, atos dessa natureza passaram a ser vistos com frequência, também, na América do Norte e Europa. Somente nesse ano, ocorreram pelo menos 15 ataques considerados terroristas de maior porte em países como Inglaterra, Alemanha, Filipinas, Afeganistão, Irã, Canadá, Suécia, França, Egito, Turquia e Rússia. O mais recente que se tornou notícia de destaque no mundo foi em Paris, com pelo menos três atentados simultâneos, sem contar a explosão de uma bomba em um estádio durante um lotado show de música com centenas de adolescentes e crianças, na cidade de Manchester, na Inglaterra.

A noção de terrorismo, historicamente, apareceu pela primeira vez no escrito Letters on a Regicide Peace (Cartas sobre uma paz regicida), do filósofo irlandês Edmund Burke. Nesse texto, Burke critica o período da Revolução Francesa conhecido como terror, ou seja, o período em que os jacobinos estiveram no poder (1792 a 1794). Burke classifica como terroristas as perseguições e sentenças de morte na guilhotina levadas a cabo pelos jacobinos nessa fase.

A profissional Suhad Nasser, das áreas de Gestão Pública e Logística, e que estudou e morou na Síria por algum tempo, analisa que a manifestação do terrorismo passa por uma transformação e, hoje, ultrapassa fronteiras, chegando a países onde ataques não eram comuns. “Os ataques na Europa são mínimos perto do que está ocorrendo na África e no Oriente Médio, porém, a imprensa dá muito mais atenção ao que ocorre no Ocidente”, comenta. Ela prefere caracterizar a ação terrorista como um ato chocante o suficiente para aterrorizar a sociedade, movimentar imprensa, chegar a redes sociais e chamar a atenção para uma causa defendida.Continue lendo após anúncio.

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O professor do Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp, campus Engenheiro Coelho), Fábio Augusto Darius, historiador e mestre e doutor em Teologia Histórica, acrescenta que o terrorismo em solo europeu pode ser fruto do acirramento das relações históricas entre o que se convencionou chamar de Ocidente e Oriente, especialmente por conta dos grupos e líderes extremistas no Oriente.Continue lendo após anúncio.04

Por trás de tudo

Suhad entende que causas ideológicas estão na origem dos atos terroristas, e não apenas questões de cunho político e econômico. Já o professor Darius pondera que “o terrorismo é fruto de vários fatores combinados. Contudo, os mais significativos são aqueles de ordem formativa. A má formação integral (crise de sentido, falta de educação formal, como cultura geral e religiosa), em consonância com a crise econômica legada por má gestão e pelas guerras, principalmente, cria uma tempestade perfeita para que grupos terroristas com líderes paternais e com boa retórica aliciem jovens que se dispõem a morrer por uma causa que simplesmente não pode ser tomada sob nenhum aspecto, visto não ser nada além de mote para o terror”.Continue lendo após anúncio.03

O mestre e doutor em Sociologia, Thadeu Silva, afirma que “os atentados terroristas têm várias características, mas o núcleo de todas é o poder”. O raciocínio dele é o de que a capacidade de criar medo é uma forma de exercer força sobre outros. Os terroristas, na visão do sociólogo, querem “demonstrar a crença de que, neste mundo, pode-se mais tirando vidas – e isso seria mais forte que o dinheiro, como apregoa o ocidente. Em outras palavras, é considerar a vida como algo sem valor, quando a intenção é aparecer e mandar”. Thadeu entende que a quebra de ordem e estabilidade ocasionada pelos atos terroristas não respeita mais limites geográficos, e cria um novo fenômeno: a ideia de que esses crimes não são mais, nem uma questão de segurança pública, nem de segurança nacional, mas problemas mundiais que exigem soluções de organismos internacionais em busca de paz.Continue lendo após anúncio.rita

Causas nobres e políticas públicas

Na avaliação do professor Darius, a solução para tentar conter o terrorismo é mais profunda e não tão simples. Ele avalia que “o terrorismo se combate com a conversão de corações e mentes para uma verdadeira causa que dignifique o ser humano, sem chantagens e promessas. A ONU faz seu trabalho, e os países, de um modo geral estão empenhados com a questão, investindo milhões de dólares e horas intermináveis de reuniões emergenciais. Mas não vejo como combater o terrorismo a curto ou médio prazo, em virtude da completa impossibilidade de diálogo entre esses grupos e governos democráticos”.

A analista Suhad Nasser acrescenta que são importantes, ainda, instrumentos de vigilância, inteligência e políticas públicas para diminuir a vulnerabilidade social e os riscos de jovens terem interesse em aderir a grupos com viés terrorista. [Equipe ASN, Felipe Lemos] Informações de Notícias Adventista

Brasil libera vacina contra gripe para toda população


Foto: Pixabay

Você já tomou a vacina contra a gripe? Então a hora é essa! A partir de segunda-feira a vacina estará disponível de graça, para toda a população, até terminar o estoque.

O anúncio foi feito nesta sexta-feira pelo Ministério da Saúde.

A medida foi tomada porque, mesmo com a prorrogação da campanha de vacinação, ainda sobraram 10 milhões de doses de um montante de 60 milhões adquiridas.Continue lendo após anúncio.

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A meta do governo era imunizar 54 milhões de pessoas, que representam 90% da população considerada de risco para complicações por gripe. Mas, até o momento, somente 41,3 milhões  ou 76,7% do público-alvo foram vacinados.

“Para que não haja desperdício, já que estas vacinas só valem por um ano, decidimos estender a todas as faixas etárias, enquanto durarem os estoques”, disse o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

Mas o ministro ressaltou que a liberação só vale para este ano.sem-titulo-1

Até agora só podiam se vacinar na rede pública pessoas do chamado grupo de risco: idosos, professores,gestantes, crianças a partir dos seis meses e menores de 5 anos de idade, trabalhadores de saúde, povos indígenas, puérperas (até 45 dias após o parto), população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional e pessoas com doenças crônicas não transmissíveis.

A imunização contra a gripe protege contra os três sorotipos do vírus da gripe H1N1 e H3N2 e Influenza B. A vacina é segura e apenas pessoas que têm alergia ao ovo devem procurar o médico para orientações.

Com informações da Agência Brasil.