Ex-PM mata filho de 21 anos, a esposa e se mata: ‘fiz besteira’


O nervosismo, o estresse, o ciúmes, a desconfiança e muitos outros fatores que levam um homem ou uma mulher a cometer uma besteira a ponto de matar pessoas e depois se matar como aconteceu com esse policial, têm caracterizado a falta de Deus em sua vida. Muita gente não tem o conhecimento de que existe um ponto máximo de adrenalina…o ódio quando no pico, pode acontecer uma tragédia naquele minuto. Basta esperar um pouco e, já que teve a feliz ideia de deixar passar aquele minuto, aproveita e pede socorro a Deus, pois certamente o quadro vai mudar.
Se passar o minuto fatal e você ter cometido uma “merda”, desculpem pela palavra merda, assim que passar o minuto, o sujeito vai perceber que fez a m…e aí é hora de ir a loucura e terminar o serviço com a sua própria vida. Passar o minuto crucial sem acontecer, tudo pode voltar ao normal e resolver no diálogo.
Tem mais, o inimigo vive de olho nesses momentos pra jogar pólvora no fogo, tipo: “mata ela, mata todos”, e muita gente termina ouvindo a voz do e termina acontecendo o pior. O bom é esperar o minuto e pedir calma a Deus. Fora disso muita gente corre o risco de acontecer uma tragédia como essa de Sertãozinho.

A família foi encontrada morta no início da tarde de segunda-feira (10)

 

O ex-policial militar Leonardo dos Reis Andrade, de 43 anos, atirou contra o filho de 21 anos, a esposa de 39 e depois de se matou. O caso aconteceu em Sertãozinho, São Paulo. De acordo com o G1 Ribeirão Preto e Franca, a família foi encontrada morta no início da tarde de segunda-feira (10).

Foto: Reprodução

Ainda segundo o portal, um amigo do ex-policial foi até a casa após receber uma mensagem no celular. Ao chegar ao local, viu que os carros da família estavam na garagem, mas ninguém atendeu. Os agentes entraram na casa e encontraram a família morta. Todos apresentavam ferimentos na cabeça.

O ex-policial enviou uma mensagem a um grupo de amigos em um aplicativo de conversas, na manhã de segunda-feira (10), em que dizia “gente, fiz besteira”.

O autor dos disparos mandou uma mensagem para um amigo dizendo que havia acabado com a família e que era para acionar a Polícia Militar para vir à casa dele”, disse o delegado Targino Osório ao G1. A polícia ainda não sabe a motivação dos crimes.