CAFÉ COM LEITE faz apelo a todos os segmentos do comércio para um futuro melhor e com menos mortes


É melhor deixar o bicho chamado aperto financeiro pegar, mas depois soltar para recuperar o tempo perdido, que insistir na capengação de um comércio frio e deixar correr o risco de ser devorado pelo monstro. Fica a dica.

Foto ilustrativa de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, que recorreu de decisão judicial e manteve o comércio aberto. Será mesmo que foi o caminho certo ou isso explica as 250 mil mortes no Brasil? E quem incentivou o povo a ter esse tipo de comportamento? Foi eu? Foi você? Claro que não! Foi o Presidente da República. É mentira? Com essa brincadeira já foram 250 mil corpos que circulavam entre amigos e familiares, para debaixo da terra

Muitas vezes, na luta para manter os compromissos em dia, e, muitas vezes, até de certa forma, desesperados, muitos comerciantes relutam e ficam contra determinadas medidas do Governo do Estado. A matéria se refere ao Estado da Bahia, por ser na atualidade um dos que vêm enfrentando uma avalanche de pessoas contaminadas pelo Coronavírus e pior, sem leitos nos hospitais. Naturalmente que termina o imediatismo falando mais alto, onde o comerciante vê ali, com o seu comércio aberto normalmente, uma saída para amenizar a situação dos compromissos. Na verdade, não tem para onde correr, é aquela coisa, – se ficar o bicho pega e se correr o bicho come -.

“Entre o bicho pegar e mais tarde lhe soltar é bem melhor que ser devorado pelo monstro”. Continua após poblicidade

 

Ter prejuízos é algo inevitável. Quem mais está sofrendo com essa situação é quem vende publicidade. O Café com Leite sabe muito bem do que está falando, porém, falando agora no literal e não em bicho pegar ou comer, é bem melhor todos passar por uma situação difícil, atendendo as normas do governo ou até indo mais longe, mas depois tudo voltar ao normal, que ficar na insistência e a cada dia saber de mais morte. É aquela coisa que sempre acontece quando morre alguém de Covid 19: “Poxa vida, pessoa boa, outro dia esteve aqui, tomou uma cerveja, conversou com os amigos, e hoje já está debaixo da terra. Que vírus perverso“. Pois é, mas nunca ninguém vai saber se ele não adquiriu o vírus foi exatamente tomando aquela cerveja.

O Café com Leite até sugere aqui e agora, que haja em cada município uma espécie de Conselho Regulatório, para que em parcerias com o poder público municipal e o comercio da cidade, e mais ainda a conscientização do povo, para que fosse criado o objetivo de diminuição a cada dia ou semana, a quantidade de ativos na cidade. Vamos falar sobre Maracás que é a sede do Café com Leite: Aqui, os ativos estão sempre oscilando em torno de 100 pessoas, que para o tamanho da cidade é uma quantia alta. Pois bem. Colocando isso tudo que está escrito neste texto em ação, certamente a quantidade de ativos iam caindo, caindo mais e mais até zerar em um pequeno espaço de tempo. Uma vez sem um ativo se quer, começaria abrir o comércio normalmente, pois ali se sabia que não estava existindo nem um caso. Naturalmente que sempre surge alguém que chega contaminado de fora e passa para outra pessoa. Uma vez detectado uma ou duas pessoas, fica mais fácil de zerar sem nem um danos ao comércio.

Imagina isso acontecer em todo território brasileiro, mas especialmente na Bahia, ia ser destaque em nível de mundo.

O que mata o ser humano é o seu individualismo e egoismo. Recentemente foi proibido o carnaval, mas veja se todo mundo passou os dias que seria o carnaval como se não o existisse! Claro que não. Muitos foram aglomerar nas praias. Outro tanto foi até para as grandes baladas, o chamado carnaval por conta própria.

É melhor deixar o bicho chamado aperto financeiro pegar, mas depois soltar para recuperar o tempo perdido, que insistir na capengação de um comércio frio e deixar correr o risco de ser devorado pelo monstro. Fica a dica.