Bolsonaro não quer nem ouvir falar no Renda Brasil. “Vai continuar o Bolsa Família até 2022”, disse


Faz planos, mas falta dinheiro: O que se percebe é que o Governo está tirando recurso de dinheiro parado. Até o momento ainda não se viu acontecer a chamada alavancada e a geração de empregos. Uma grande fonte de empregos é a construção de estradas, casas populares e outras vertentes. Mas, no entanto, tudo está parado, essa é a verdade. Assim, as notícias que vão chegando através da mídia, é de cortes e privatização, cortes e privatização. As empresas brasileiras que trabalhavam em grandes construções no Brasil, a Lava jato conseguiu acabar e assim o Brasil se encolheu drasticamente. Se continuar assim, vai chegar uma hora, e parece não demorar, que não terá mais o que vender, não terá mais dinheiro e a situação vai se complicar.

É preciso se fazer conta e descobrir que o poder de compra do Brasileiro, principalmente o assalariado, já caiu pela metade. Basta saber que quando o Dólar custava em torno de R$ 1,80, o salário já era em torno de 850,00. (Oitocentos e cinquenta Reais). Isso significa que o salário chegou a atingir 500 Dólares. Nesse período um litro de gasolina era em torno de 250,00 e um quilo de carne boa 13 Reais. Com o povo consumindo menos, certamente, é uma lógica, a receita do governo cai e as complicações chegam.

Por tanto, sem crítica, mas falando de forma bem real, se o governo não mudar a máquina de trilho, certamente o Brasil corre sérios riscos de cair num “penhasco” com todos os tripulantes a bordo. Até aqui Café com Leite. A seguir a fonte é o site Ig.

guedes e bolsonaro

Bolsonaro avisa que não quer mais ouvir falar em Renda Brasil

Criado durante o governo Lula, o Bolsa Família seria substituído pelo Renda Brasil, que segundo as informações prévias teria maior número de beneficiários e parcelas de valor maior, sendo uma espécie de meio termo entre o programa da era petista e um auxílio emergencial permanente. No entanto, essas mudanças gerariam mais custos para o governo, que teria que cortar gastos em outras áreas, como as aposentadorias ou outros programas sociais, como chegou a sugerir o governo, para bancar o Renda Brasil.

Após ser levantada nesta segunda-feira (14) a possibilidade de que as aposentadorias fossem congeladas por dois anos para que o governo criasse e bancasse o Renda Brasil e a repercussão ser fortemente negativa, o presidente preferiu vetar o novo programa, garantir o Bolsa Família até 2022 e promover um recuo do governo em sua proposta de criar um ‘novo Bolsa Família’.

congelamento de aposentadorias surgiu como opção do governo em fala de Waldery Rodrigues, secretário Especial de Fazenda do Ministério da Economia, em entrevista ao G1 no domingo. Waldery defendeu que benefícios previdenciários como aposentadorias e pensões não estivessem mais vinculados ao salário mínimo, possibilitando o congelamento e o financiamento do Renda Brasil, já que, não reajustando os benefícios previdenciários por dois anos, o governo teria menos custos e liberaria dinheiro no Orçamento para bancar o novo programa social.

Prática similar já foi adotada pelo governo neste ano e também será repetida em 2021 com o salário mínimo . Se antes o piso nacional tinha ganho real anual acima da inflação, no governo Bolsonaro ele é apenas corrigido pela inflação. Para o próximo ano, a  proposta do Executivo é que o valor seja de R$ 1.067, abaixo dos R$ 1.079 previstos anteriormente e apenas com a reposição inflacionária. Na prática, quem recebe o salário mínimo não tem aumento nenhum, apenas não perde poder de compra com a inflação, já que há reposição proporcional.

Hoje, as aposentadorias são reajustadas justamente pelo salário mínimo, que não terá ganho real em 2021, apenas a reposição pela inflação. Pela proposta da equipe econômica, as aposentadorias seriam ainda mais impactadas, já que nem a reposição pela inflação seria adotada com o congelamento dos benefícios previdenciários.

Como a proposta de mexer em benefícios já existentes, como programas sociais ou mesmo a aposentadoria, desagradaram, Bolsonaro desistiu da “marca” de sua gestão, que seria criar um novo programa social mais abrangente, o Renda Brasil, e garantiu a permanência do Bolsa Família, já que o governo sofre para encontrar fontes para financiar novos custos.

Com informação do IG.