Maduro peita Bolsonaro e cobra posição sobre armas roubadas da Venezuela no Brasil


As armas venezuelanas foram roubadas em um ataque terrorista, Sr. Jair Bolsonaro, e essas armas, neste momento temos informações que estão no território brasileiro. Exigimos que as autoridades brasileiras capturem os agressores que estão no território brasileiro e retornem as armas das Forças Armadas Nacionais Bolivarianas”, disse Maduro nesta segunda (23) durante uma reunião de ministros transmitida no rádio e na televisão.

 

Fronteira, Maduro e Bolsonaro

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou que as armas que foram roubadas das Forças Armadas de seu país no último domingo estão no Brasil e exigiu que o governo de Jair Bolsonaro capture os responsáveis.  

“As armas venezuelanas foram roubadas em um ataque terrorista, Sr. Jair Bolsonaro, e essas armas, neste momento temos informações que estão no território brasileiro. Exigimos que as autoridades brasileiras capturem os agressores que estão no território brasileiro e retornem as armas das Forças Armadas Nacionais Bolivarianas”, disse Maduro durante uma reunião de ministros transmitida no rádio e na televisão.

O presidente venezuelano explicou que entre os equipamentos roubados do Batalhão Militar estão nove rifles AK-103 e um lançador de granadas de longo alcance.

No domingo passado, foi registrado o roubo no Batalhão de Infantaria da Selva Mariano Montilla, no sul do estado de Bolívar, de 120 rifles de alto calibre e, durante a ação, um soldado que protegia a instalação militar foi abatido.

De acordo com indicações dadas por Maduro, as armas seriam usadas “para banhar o Natal venezuelano com sangue”.

Segundo a versão das autoridades, esse plano foi dirigido pelo líder da oposição Leopoldo López, que está sob asilo político desde 30 de abril na embaixada espanhola em Caracas, depois de escapar de sua casa, onde cumpria uma sentença de quase 14 anos de prisão pelos atos de violência registrados no país em 2013.

Maduro também exigiu das autoridades peruanas a deportação do líder político da oposição venezuelana Villca Fernández, que reside no Peru desde 2018, após um processo de negociação entre o governo e a oposição, que levou à sua libertação após dois anos de detenção.

“Se o governo do Peru realmente, de coração, não estava envolvido, peço que este terrorista Vilca Fernández seja capturado de acordo com o direito internacional, já que assumiu a responsabilidade pelos eventos através das redes sociais”, afirmou.

O ministro venezuelano de Comunicação e Informação, Jorge Rodríguez, disse que o objetivo do ataque de domingo era promover um confronto entre nações vizinhas para justificar uma intervenção militar dos EUA.

Por seu lado, os governos do Peru e da Colômbia citados pela Venezuela por um suposto apoio ao roubo dessas armas rejeitaram as acusações.

“Rejeitamos as falsas expressões […] nas quais ele pretende vincular o Peru e o Grupo de Lima a ações violentas na Venezuela. Nosso país reitera seu compromisso com uma solução pacífica para a crise neste país irmão, que permite ao retorno da democracia e o fim do regime ilegal de Maduro”, ponderou o ministro de Relações Exteriores do Peru, Gustavo Meza, em sua conta na rede social do Twitter.Em seu discurso nesta segunda-feira, Maduro comentou que o Brasil também negou sua participação no plano.

Com informação do 247

 

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Flávio Bolsonaro é chefe de organização criminosa que desviava dinheiro, segundo MP, diz G1


Segundo o MP, foram identificados pelo menos 13 assessores que repassaram parte dos salários ao ex-assessor dele, Fabrício Queiroz. Senador nega prática de ‘rachadinhas’.

MP do RJ detalha suposto esquema de corrupção envolvendo então deputado Flávio Bolsonaro

Um documento do Ministério Público estadual do Rio detalha o suposto esquema de corrupção envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ), quando ele era deputado estadual. Os promotores afirmam que Flávio Bolsonaro é o chefe de uma organização criminosa e identificaram pelo menos 13 assessores que repassaram parte de seus salários ao ex-assessor dele, Fabrício Queiroz.

Palácio Tiradentes, a casa do Poder Legislativo do Rio. O Ministério Público diz que “as provas permitem vislumbrar que existiu uma organização criminosa com alto grau de permanência e estabilidade, entre 2007 e 2018, destinada à prática de desvio de dinheiro público e lavagem de dinheiro”.

Após as publicidades segue a matéria

 

Em um vídeo publicado nas redes sociais na tarde desta quinta-feira, Flávio Bolsonaro nega ‘rachadinhas’ e lavagem de dinheiro. Ele criticou o vazamento das informações do processo, que corre em segredo de Justiça, negou todas as acusações e se disse vítima de perseguição.

Os promotores dizem que Fabrício Queiroz “arrecadou grande parte da remuneração de funcionários fantasmas do então deputado estadual Flávio Bolsonaro” e que foram identificados pelo menos 13 assessores que repassavam parte do salário.

Queiroz recebeu 483 depósitos na conta bancária, mais de R$ 2 milhões.

Os promotores afirmam que, apesar do que já disse, “Fabrício Queiroz não agiu sem o conhecimento de seus superiores hierárquicos, já que ele próprio alegou em sua defesa que retinha os contracheques para prestar contas a terceiros”.

O Ministério Público apresenta uma troca de mensagens com uma das funcionárias do gabinete em que ele escreve: “Você pode me informar o valor que foi depositado este mês para eu prestar contas”.

O Ministério Público diz que ele conversava com Danielle Mendonça, ex-mulher de Adriano Nóbrega. O ex-capitão do Bope foi denunciado como líder de um grupo de milicianos e assassinos de aluguel conhecido como Escritório do Crime.

O Ministério Público afirma que a nomeação de Danielle no gabinete de Flávio foi feita a pedido de Adriano.

A investigação mostra que, no final de 2017, Fabrício Queiroz demonstrou preocupação com a situação de Danielle por causa das eleições de 2018 e o receio de que o aumento da exposição de Flávio Bolsonaro levasse a imprensa a descobrir a nomeação da esposa do miliciano em seu gabinete.

Foi o que ele escreveu numa outra mensagem: “Sobre seu nome…. Não querem correr risco, tendo em vista que estão concorrendo e a visibilidade que estão. Estão fazendo um pente fino nos funcionários e na família deles”.

Danielle acabou exonerada e, numa conversa em janeiro ela, admitiu a uma amiga que sabia da origem ilícita do dinheiro: “Eu já vinha há um tempo muito incomodada com a origem desse dinheiro na minha vida. Sei lá. Deus deve ter ouvido”.

Os promotores mostram ainda que o esquema de funcionários fantasmas tinha uma base a quase 200 quilômetros da Assembleia Legislativa do Rio. Dez assessores da mesma família eram de Resende, no Sul do Rio, a família Siqueira, todos parentes de Ana Cristina Siqueira Valle, ex-mulher do presidente Jair Bolsonaro.

Juntos eles receberam mais de R$ 4,8 milhões em salários da Alerj – 83% foram sacados em dinheiro vivo.

A investigação indica que Flávio Bolsonaro era o líder da organização criminosa e que essa organização tinha pelo menos quatro núcleos, com uma clara divisão de tarefas: quem nomeava, os operadores financeiros, as pessoas que aceitavam os cargos em troca de devolver parte dos salários, e o núcleo que lavava dinheiro.

Os promotores dizem que, no fim de 2018, numa conversa com um dos fantasmas, Queiroz já se mostrava apreensivo com a investigação. Ele avisou: “Cuidado com o que vai falar no celular”.

Mas o Ministério Público suspeita que Queiroz acreditava que poderia manter o esquema. Em outra mensagem para a funcionária do gabinete ele disse: “Vamos continuar juntos em 2019”. A assessora respondeu: “Que assim seja”.

O advogado Paulo Klein informou que, por questões de foro íntimo, não representa mais Fabrício Queiroz nem a família dele, mas tem plena convicção da inocência deles em relação aos fatos investigados pelo Ministério Público.

Matéria na íntegra do G1.

O cerco começa a ficar apertado para a família Bolsonaro


Café com Leite Notícias: Não adianta falar por falar, ou falar alimentando um ódio que impregnou em uma alas do povo brasileiro. O que se percebe é que o novelo que foi enrolado, onde escondia e ainda esconde verdades e mentiras, que por muito tempo ficaram escondidas em meio as voltas do barbante, com o desenrolar do tempo e do novelo, começa a aparecer para todos os brasileiros, tanto as verdades como também as mentiras.

O ser humano nem deve e nem pode julgar quem quer que seja, por não ter capacidade pra isso. Só a justiça da terra, com credenciais para isto, com a permissão de Deus que é quem sabe a hora certa de mostrar aonde estão escondidas as verdades e as mentiras, é quem pode investigar e revelar os fatos e aí sim vem as punições.

O que se espera é que as investigações sejam realizadas com critérios e responsabilidade para que a verdade dos fatos sejam esclarecidos para a sociedade brasileira.

Até agora, com essa nova operação da polícia do Rio de Janeiro, que é onde nasceu o estopim de tudo, percebe-se, logo nas primeiras investigações, que a situação da família Bolsonaro, principalmente do Flavio, é complicada.

Os meios de comunicação, ainda que aliados ao novo governo, a ponto de não fazer uma única entrevista com um ex-presidente ao sair de uma prisão, puramente por medo do “chefe”, vai ter que noticiar os fatos ou perder audiência com o público.

Até os aliados do passado, da Família do império, fazem comentários nada agradável para a turma. Veja o que disse a deputada Joice: “O mentor do bando pago com dinheiro público para forjar dossiês, perseguir pessoas, espalhar notícias falsas que destroem vidas, carreiras, imagens tá nervoso! Não é pra menos. Todos estão encrencados: Um irmão com o pé na xilindró, o outro…quase lá. O crime não compensa”.

A verdade é que muitas coisas estranhas estão acontecendo com o Brasil e com o povo brasileiro nos últimos 3 anos. O ódio na população e a apologia à violência, com uma campanha que pegou força ensinando até crianças a fazer arminha com a mão, algo que mexe profundamente com o estado psicológico do ser humano, é visto em outros países como absurdo. Se coisas assim agradaram a Deus ninguém sabe. Para os evangélicos, em parte, a maior parte, aliás, sim. Fazer arminha e espalhar notícias falsas, como a do Kit Gay, que só agora o TSE proibiu até de mencionar a palavra, pois nunca existiu, foi criada para alavancar a campanha, ainda assim tem o apoio da classe.

O que se deve fazer neste momento de turbulência no país é pedir a Deus para que a Sua justiça impere e que seja punido quem merecer ser punido.

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O cerco começa a apertar: MP diz que Flávio Bolsonaro ‘lavou’ R$ 638 mil em compra de imóveis com dinheiro vivo


Flávio Bolsonaro. Foto: Reprodução/YouTube

De Italo Nogueira na Folha de S.Paulo.

O Ministério Público do Rio de Janeiro afirma ter indícios de que o senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ) e sua mulher, Fernanda, pagaram em dinheiro vivo de forma ilegal R$ 638,4 mil na compra de dois imóveis em Copacabana (zona sul).

Para os promotores, o uso de recursos em espécie tinha como objetivo lavar o dinheiro obtido por meio da “rachadinha” no antigo gabinete de Flávio na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), que consiste em coagir servidores a devolver parte do salário para os deputados.

A informação sobre os imóveis consta do pedido de busca e apreensão de 111 páginas feito pelo MP-RJ à Justiça fluminense, autorizado e cumprido em operação nesta quarta-feira (18).

Lula propõe frente progressista com PT, PCdoB, PSOL e ‘uma parte’ do PDT


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu um passo importante para a constituição de uma frente progressista no país. Em evento de apoio à cultura realizado nesta quarta-feira no Rio de Janeiro, Lula propôs a união dos partidos progressistas e de esquerda, mencionando explicitamente o PT, o PCdoB, o PSOL e uma parte do PDT

 

Ex-presidente Lula em ato com artistas no Circo Voador (RJ)
Ex-presidente Lula em ato com artistas no Circo Voador (RJ) (Foto: Midia Ninja) 

Dizendo-se mais consciente sobre as mazelas brasileiras, depois de ter passado 580 dias injustamente preso, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva retomou o discurso frentista e propôs a união do seu partido, o PT, com o PCdoB, o PSOL e uma parte do PDT para enfrentar os desafios políticos que se apresentam para o país.

Em discurso de cerca de 20 minutos, Lula disse que conta com partidos como PCdoB, PSOL e uma parte do PDT, para formar o que ele classificou de força unificada para combater “esse fascismo instalado no governo brasileiro”, informa O Estado de S.Paulo.

 

Presidente dos EUA pode ser cassado, vai depender do Senado. Os deputados já aprovaram


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Ele foi acusado de abuso de poder e obstrução do Congresso e foi o terceiro presidente na história do país a sofrer impeachment. Trump continua no cargo enquanto espera julgamento no Senado, que deve acontecer em janeiro.

 

O impeachment do presidente dos Estados UnidosDonald Trump, foi aprovado nesta quarta-feira (18) pela Câmara dos Deputados. A Casa votou pela aprovação de duas acusações (veja detalhes sobre cada uma mais abaixo):

  • Abuso de poder – 230 votos a favor e 197 contra
  • Obstrução de Congresso – 229 votos a favor e 198 contra

O presidente continuará no cargo, enquanto espera o resultado do julgamento no Senado, que deve acontecer em janeiro. Ele é o terceiro presidente na história dos EUA a sofrer um impeachment.

Deputado Louie Gohmert, do Partido Republicano do Texas, discursa no plenário antes do voto que decidirá se Donald Trump sofrerá impeachment — Foto: House TV via REUTERSDeputado Louie Gohmert, do Partido Republicano do Texas, discursa no plenário antes do voto que decidirá se Donald Trump sofrerá impeachment — Foto: House TV via REUTERS

Deputado Louie Gohmert, do Partido Republicano do Texas, discursa no plenário antes do voto que decidirá se Donald Trump sofrerá impeachment — Foto: House TV via REUTERS

Trump fala em comício de Natal em Battle Creek enquanto a Câmara dos Deputados, em Washington votava a favor de seu impeachment — Foto: Reuters/Leah MillisTrump fala em comício de Natal em Battle Creek enquanto a Câmara dos Deputados, em Washington votava a favor de seu impeachment — Foto: Reuters/Leah Millis

Trump fala em comício de Natal em Battle Creek enquanto a Câmara dos Deputados, em Washington votava a favor de seu impeachment — Foto: Reuters/Leah Millis

A votação foi precedida por um debate que durou mais de dez horas, no qual discursaram deputados dos partidos Democrata e Republicano, expondo seus pontos de vista a favor e contra o impeachment.

Enquanto seu impeachment era aprovado, Trump participava de um comício em Battle Creek, Michigan. “Não parece que estamos sofrendo impeachment”, disse Trump à multidão. “O país está indo melhor do que nunca. Não fizemos nada de errado. Temos um tremendo apoio no Partido Republicano como nunca tivemos antes”, discursou.

A presidente da Câmara dos EUA, Nancy Pelosi, durante a abertura do debate e votação dos artigos de impeachment do presidente Donald Trump, em Washington, na quarta-feira (18) — Foto: House Television via APA presidente da Câmara dos EUA, Nancy Pelosi, durante a abertura do debate e votação dos artigos de impeachment do presidente Donald Trump, em Washington, na quarta-feira (18) — Foto: House Television via AP

A presidente da Câmara dos EUA, Nancy Pelosi, durante a abertura do debate e votação dos artigos de impeachment do presidente Donald Trump, em Washington, na quarta-feira (18) — Foto: House Television via AP

Na abertura da sessão, a presidente da Câmara, Nancy Pelosi, afirmou que os deputados estavam ali para “defender a democracia pelo povo”. “Eu abro solene e tristemente o debate sobre o impeachment do presidente dos Estados Unidos”, disse.

No Twitter, Trump respondeu indignado, falando em “mentiras atrozes da esquerda radical”. “Isto é um ataque à América, e um ataque ao Partido Republicano”, escreveu.

Em sua defesa, alguns deputados republicanos se exaltaram e até exageraram nas comparações. Mike Kelly, da Pensilvânia, disse que 18 de dezembro de 2019 seria lembrado da mesma forma como o dia do ataque japonês a Pearl Harbor, na II Guerra Mundial.

“Em 7 de dezembro de 1941, um ato horrível aconteceu nos Estados Unidos, sobre o qual o presidente Roosevelt disse ‘esta é uma data que viverá na infâmia’. Hoje, 18 de dezembro de 2019, é outra data que irá viver na infâmia”, disse.

Já Barry Loudermilk, do estado da Georgia, chocou diversos colegas ao comparar o inquérito com o julgamento de Jesus, dizendo que Cristo teve mais direitos antes de sua crucificação do que o presidente.

“Antes de vocês realizarem essa votação histórica hoje, uma semana antes do Natal, quero que vocês tenham isso em mente: quando Jesus foi falsamente acusado de traição, Pôncio Pilatos deu a Jesus a oportunidade de encarar seus acusadores. Durante esse falso julgamento, Pôncio Pilatos concedeu mais direitos a Jesus do que os democratas concederam a este presidente neste processo”, afirmou.

Manifestantes participam de protesto a favor do impeachment de Donald Trump do lado de fora do Capitólio, em Washington, na quarta-feira (18) — Foto: Win McNamee/Getty Images/AFPManifestantes participam de protesto a favor do impeachment de Donald Trump do lado de fora do Capitólio, em Washington, na quarta-feira (18) — Foto: Win McNamee/Getty Images/AFP

Manifestantes participam de protesto a favor do impeachment de Donald Trump do lado de fora do Capitólio, em Washington, na quarta-feira (18) — Foto: Win McNamee/Getty Images/AFP

Ted Lieu, da Califórnia, justificou a importância da votação desta quarta-feira. “Nossos filhos estão assistindo, nenhum presidente quer sofrer um impeachment. Se Donald Trump sair em um mês, um ano ou cinco anos, esse impeachment é permanente, ele o seguirá pelo resto de sua vida e pelos livros de história e as pessoas saberão a razão do impeachment”, disse Ted Lieu, da Califórnia.

John Lewis, um veterano deputado democrata do estado da Geórgia, que marchou ao lado de Martin Luther King Jr., falou sobre a importância do legado de um impeachment de Donald Trump.

“Mas hoje, este dia, não pedimos por isso. Hoje é um dia triste. Não é um dia de alegria. Nossa nação é fundada sob o princípio de que não temos reis. Temos presidentes. E a Constituição é a nossa bússola…

…Quando você vê algo que não está certo, não é justo, você tem uma obrigação moral de dizer algo. Nossos filhos e os filhos deles nos perguntarão: ‘O que você fez? O que você disse?’ Para alguns, esse voto pode ser difícil. Temos uma missão e um mandato para estar do lado certo da história”, disse Lewis.

Matéria na íntegra do G1.

MP INVESTIGA SE LOJA DE CHOCOLATES DE FLÁVIO SERVIA PARA LAVAR DINHEIRO


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Uma loja de chocolates do senador Flávio Bolsonaro, o primogênito do presidente Jair Bolsonaro, foi alvo de um mandado de busca e apreensão nesta quarta-feira como parte de uma operação do Ministério Público do Rio de Janeiro que vasculhou endereços de familiares, amigos e ex-assessores do ex-deputado estadual. O escritório de contabilidade da loja também foi alvo de buscas. Os promotores não solicitaram buscas na residência de Flávio. No total, a operação cumpriu 24 mandados de busca e apreensão expedidos pela 27ª Vara Criminal do Rio de Janeiro.

Ainda, de acordo ao levantamento pelo DCM, a  loja de Flávio é uma franquia da rede Kopenhagen localizada no shopping Via Parque, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio. Promotores fizeram cruzamentos e levantamentos bancários para identificar se o local foi usado para disfarçar a origem ilícita de recursos desviados dos salários de funcionários da Assembleia Legislativa, no esquema conhecido como rachadinha, no período em que Flávio foi deputado estadual. Os promotores constataram com o levantamentos de dados bancários que a loja recebeu maiores valores de depósitos em espécie em períodos fora da Páscoa, feriado que concentra a maioria das vendas de chocolate da rede. Por isso, vão investigar a contabilidade, recibos e notas fiscais da loja para identificar se os valores depositados em espécie vieram, de fato, da venda de chocolates. Flávio Bolsonaro sempre negou qualquer irregularidade nesse caso. O advogado de Flávio, Frederick Wassef, disse que ainda não teve acesso à íntegra da medida cautelar, o que só deve ocorrer na quinta-feira. Ele disse que nada preocupa a defesa e que foi “desnecessária” a busca e apreensão na loja de Flávio.

“Em absoluto, nada nos preocupa. O que quer que eles encontrem nos endereços vai mostrar que meu cliente não tem nada que ver com o que é investigado da Alerj. Por outro lado, desnecessária a busca e apreensão na sua empresa. Arrombaram a porta. Bastaria aguardar a chegada dos funcionários que a porta seria aberta e a decisão seria cumprida”, afirmou ao EL PAÍS.

“Desde janeiro do ano de 2018 até hoje, investigaram e fizeram uma devassa na vida do meu cliente. Vou repetir o que venho dizendo há um ano. Houve, sim, a quebra do sigilo bancário do meu cliente. Mesmo assim, nada foi encontrado. Jamais existiu rachadinha”, acrescentou.

 

MP FAZ BUSCA E APREENSÃO EM ENDEREÇOS DE QUEIROZ E PARENTES DE BOLSONARO


 

DCM: O Ministério Público do Rio cumpre na manhã desta quarta-feira diversos mandados de busca e apreensão em endereços de ex-assessores do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) tanto na capital como em Resende, no Sul do Estado do Rio. As medidas cautelares foram pedidas na investigação sobre lavagem de dinheiro e peculato (desvio de dinheiro público) no âmbito do antigo gabinete do senador quando era deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio. São alvo das medidas cautelares os endereços de Fabrício Queiroz, ex-chefe da segurança de Flávio, seus familiares e ainda parentes de Ana Cristina Siqueira Valle, ex-mulher do presidente Jair Bolsonaro.

As medidas cautelares desta quarta-feira atingem sobretudo ex-assessores que também tiveram sigilo fiscal e bancário quebrado pelo Tribunal de Justiça do Rio em abril. Ao todo, na ocasião, 96 pessoas e empresas foram alvo da decisão da 27ª Vara Criminal do Rio, cujo titular é o juiz Flávio Itabaiana de Oliveira Nicolau.

 

MARACÁS: Zé da Manaaim faz linda festa de confraternização com funcionários


Zé da Manaaim e a sua equipe de trabalho em dia de festa

O empresário do ramo de panificação, conhecido popularmente por Zé da Manaaim, por ser esse nome dado ás suas empresas, fez uma confraternização top de linha entre os funcionários. Foi um momento de muita emoção, troca de presentes que são verdadeiras lembranças de um ano de convivência com todos.

Na verdade, um momento deste é muito valioso, pois ali se limpa o coração de algumas possíveis mágoas e chateações que por ventura venham a acontecer durante o decorrer do ano.

Zé, pelo tamanho do sorriso, parecia ser o mais alegre da turma, certamente é por ter uma equipe afinada e competente que lhe ajuda a tocar as empresas pra frente.

Para quem não sabe, o Zé da Manaaim é considerado o precursor dessa modernidade de empresas que hoje existe em Maracás. Ao instalar naquela esquina uma espécie de shopping de alimentação com tudo muito sofisticado, que muitas vezes nem em cidades de maior porte se vê, ele estava querendo dizer que acreditava e acredita no potencial de Maracás e sua gente. já avisou que muito em breve vai ser inaugurada a nova loja que será mo mesmo estilo ou ainda mais arrojada. Aguardem.

A equipe do Café com Leite Notícias  deseja a todos os funcionários da empresa Manaaim e ao próprio Zé, um Natal de muita paz, bem como um 2020 de realizações e amor ao próximo.

 

Salles vai aos ruralistas elogiar MP que incentiva ocupação desordenada da Amazônia


Ricardo Salles. Foto: MARCELO CAMARGO/ABR

De acordo a matéria publicada no DCM, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, defendeu nesta terça-feira a medida provisória da regularização fundiária, assinada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na semana passada. Em evento organizado pela Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), Salles afirmou que a MP dará segurança jurídica para a regularização fundiária no país. Ambientalistas, por outro lado, afirmam que a medida incentiva a ocupação desordenada e o desmatamento da Amazônia.

Questionado sobre a crítica feita por ambientalistas ao texto, Salles rebateu, dizendo que haveria ambientalistas que defendem a medida. Ele, no entanto, não mencionou nenhum nome.

— Na verdade, quando a gente diz que há especialistas com essa visão [crítica à MP], há especialistas com a outra visão. Uma visão de que finalmente nós atingimos um modelo de segurança jurídica que permitirá um avanço necessário ao estabelecimento das relações inclusive de responsabilidade, seja para o cumprimento do código florestal, seja de outras normas ambientais – disse Salles.

 

Estreia de filme sobre Eduardo Suplicy lota cinemas no Festival do Rio


Filme também mostra a onda antipolítica de 2016 e é um termômetro do que viria depois, avalia o diretor / Divulgação

 

Com estreia lotada no Festival do Rio, o filme “Quatro dias com Eduardo”, que acompanha os últimos dias de campanha de Eduardo Suplicy para a Câmara Municipal de São Paulo, em 2016, contou com a presença do próprio vereador e ex-senador do Partido dos Trabalhadores (PT), do diretor do filme, Victor Hugo Fiuza, de artistas, de escritores e de políticos, na última segunda-feira (16).

O longa-metragem mostra Suplicy em campanha pelas ruas de São Paulo e, em alguns momentos, a onda antipolítica e anti-petista que tomou o país nos últimos anos. Apesar disso, Suplicy foi o vereador mais votado na história do país, com 301 mil votos. Diferente de 1988, quando foi eleito vereador pela classe média paulistana, nas últimas eleições municipais foi a periferia quem o elegeu, observa no filme.

No Rio para a estreia, Suplicy foi abordado por fãs e disse que ainda não havia assistido ao filme. “O Victor [diretor do filme] me acompanhou desde alguns momentos na minha casa, em encontro com os meus filhos, na caminhada em Paraisópolis, no domingo das eleições, até no resultado das urnas. Ainda não vi o filme, vai ser uma surpresa para mim também”.

Ao Brasil de Fato, o diretor do filme disse que começou a se interessar pela trajetória política de Suplicy ainda na adolescência. “Eu estudava em uma escola pública aqui no Rio, não era ligado a nenhum partido ou movimento de esquerda, mas ouvia muito Racionais MC e rap. Na época, achávamos que os políticos eram iguais, até descobrir o Suplicy”, explica.

Em contraponto à ideia de Suplicy de política como “a ciência do bem comum”, como ele expõe em uma de suas falas, o filme também tensiona o momento político de ascensão de João Dória (PSDB) na campanha para Prefeito de São Paulo contra Fernando Haddad (PT), o governo Temer (MDB), após o impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT) e alguns chavões da imprensa, como a cobrança pela “autocrítica do PT”.

“Eu não conhecia o Suplicy, por meio de contatos fizemos a proposta e, para nossa surpresa, ele aceitou. O desejo era descobrir quem era o Suplicy, sem querer fazer uma cinebiografia, mas com uma câmera que apenas observasse. Tínhamos a noção de que se tratava de uma eleição importante, por tudo o que aconteceu e vinha acontecendo. O filme é um termômetro, um microcosmo de tudo o que veio depois”, afirma Victor Hugo.

“Quatro dias com Eduardo” tem mais uma sessão nesta terça-feira (17), às 15h15, no Estação Net Rio, em Botafogo, na zona sul do Rio de Janeiro, como parte da programação do Festival do Rio. matéria na íntegra no DCM.

Empresário surpreende os 180 funcionários com presente em confraternização


Foto: reprodução

O chefe dos sonhos. O empresário Edward St. John surpreendeu seus 198 funcionários com um bônus milionário de presente de final de ano.

Ele anunciou a doação de US$ 10 milhões, cerca de R$ 41 milhões, durante uma festa da empresa, realizada em Baltimore, no último sábado, 7. Um vídeo mostra a expressão de surpresa dos funcionários quando receberam a notícia boa. (vídeo abaixo)

A quantia doada foi repartida entre os funcionários  de acordo com os anos de serviço. Para boa parte dos colaboradores o prêmio oferecido foi de US$ 50 mil, cerca de R$ 207 mil.

O fundador e presidente da St. John Properties, Edward St. John, explicou que eles mereceram esse presente de Natal após a companhia ter atingido o objetivo de expansão proposto em 2005.

“Para comemorar a conquista de nosso objetivo, queríamos recompensar nossos funcionários em grande escala, com impacto significativo em suas vidas”, disse Edward St. John em um comunicado divulgado no site da empresa nesta terça-feira.

“Sou grato a todos os nossos funcionários pelo trabalho duro e dedicação. Não consegui pensar em uma maneira melhor de mostrar isso”.

Além do presente inesperado, ainda foi pago o bônus anual que a empresa normalmente oferece, além das férias pagas e participação nos lucros.

A St. John Properties, fundada há 50 anos com apenas dois funcionários, também oferece uma academia de ginástica no local, veículos de propriedade da empresa para funcionários qualificados, consultas de fisioterapia e bem-estar, além de acesso a um consultor financeiro.

Nos últimos 14 anos, a companhia expandiu sua operação de cinco para os oito estados.

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O momento do anúncio do empresário Edward St. John Fotos: reprodução

O momento do anúncio do empresário Edward St. John Fotos: reprodução

Veja a surpresa:

Com informação do Só Notícias Boas.

 

Quer administrar redes sociais da Rainha Elizabeth? Salário R$ 250 mil


Família real britânica - Chris Jackson / Getty Images

Imagine trabalhar em Londres e ganhar em média R$ 250 mil por ano para fazer as redes sociais da Rainha Elizabeth? Sim, o Palácio de Buckingham está procurando especialistas na área de comunicação.

O anúncio, feito na última sexta, 13, no Linkedin, no busca um “chefe de engajamento digital”, ou seja, alguém para coordenar as redes sociais e canais digitais da realeza.

A função inclui postagens no Instagram de fotos dos netinhos da rainha e dos eventos da família real britânica.

Salário

O Palácio de Buckingham vai pagar entre 45 mil e 50 mil libras por ano, a depender da qualificação do novo funcionário.

Em reais isso dá algo entre R$ 245 mil e R$ 272 mil anuais, ou de R$ 20 mil a R$ 22 mil por mês.

O trabalho é de segunda a sexta-feira, com um total de 37,5 horas semanais.

O vencedor vai dar expediente no próprio Palácio de Buckingham, em Londres, na Inglaterra.

Benefícios e requisitos

O coordenador escolhido terá benefícios como almoços gratuitos, bônus, 33 dias de férias e acesso a cursos e outros treinamentos para melhorar o currículo.

Entre os requisitos o candidato deve:

  • Ter experiência na área em uma grande empresa ou instituição,
  • Ter conhecimentos em aspectos técnicos das plataformas digitais
  • Ser um “comunicador natural, influente”
  • Ser “inovador e com talento criativo’

O Palácio de Buckingham pretende gerar uma imagem positiva da família real pela internet.

“Independentemente de você estar cobrindo uma visita, uma cerimônia de premiação ou um compromisso da realeza, você garantirá que nossos canais digitais sempre despertem interesse e atinjam uma variedade de públicos”, diz o texto que anuncia a vaga.

Inscrições

As inscrições estão abertas até o dia 24 de dezembro.

Elas devem ser feitas pelo Linkedin, clique aqui.

As entrevistas serão no mês que vem, ou seja, janeiro de 2020.

Com informações do Vix.

Notícias Boas.

Líder do AC/DC doa propriedade para crianças vítimas de abuso


O líder do AC/DC Brian Johnson Foto: All Star Children's Foundation

O líder do AC/DC Brian Johnson Foto: All Star Children’s Foundation

Brian Johnson, líder da lendária banda de rock AC/DC e a esposa, a cantora Brenda Johnson, doaram uma enorme propriedade em Sarasota, Flórida, EUA, para ajudar na construção de um novo lar para crianças órfãs e seus irmãos.

A propriedade, que foi doada à All Star Children’s Foundation, foi vendida por 335 mil dólares, mais de 1 milhão de reais, dinheiro que será usado para construir o “Campus of Caring”, com sede em Sarasota.

 

O campus tem seis casas para crianças que sofreram abuso, ou negligência. Tem ambiente acolhedor e familiar, tratamento abrangente e sensível ao trauma.

Os irmãos ficarão juntos e os pais e responsáveis também terão uma gama de serviços inovadores.

O campus terá um centro de serviços clínicos focados em trauma, um laboratório de aprendizado de computador, playground, clube e cinema ao ar livre.

Inauguração

O campus deverá abrir em janeiro de 2020.

“Somos muito gratos a Brenda e Brian”, disse Graci McGillicuddy, co-fundadora e presidente do conselho da All Star.

“Estamos nos preparando para abrir nosso campus para crianças muito em breve. Arrecadar fundos é tão importante neste momento crucial – e eles nos levaram a ligas mais perto de tornar esse sonho realidade. ”

Quando o astro do rock foi perguntado sobre sua motivação para doar a propriedade para a caridade, ele simplesmente disse:

“Eles reuniram uma comunidade em uma causa comum para ajudar crianças que cresceram em lares imprevisíveis onde a violência e a negligência podem ter consequências. Não há nada melhor do que eles conseguiram na construção do campus da All-Star Children’s Foundation. Brenda e eu temos a honra de fazer parte disso”, concluiu Brian.

Com informações do GNN

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Jessé compara perseguição de Moro a Lula ao caso do capitão Dreyfus na França


Com a conivência da opinião pública é praticado um crime que se sabe que foi injusto, que foi perseguido injustamente e ainda assim uma parte considerável da opinião pública apoia. Obviamente a população compartilha dos mesmos sentimentos antissemitas do estado maior francês da época”, diz Jessé sobre o caso francês

 Agora a perseguição tende a crescer, pois em 2022 o próprio Moro quer ser presidente e o Lula é a pedra do caminho

Da Rede Brasil Atual – Sem provas, o capitão Alfred Dreyfus foi condenado por traição ao exército francês em 1894. Quando o processo fraudulento chegou ao conhecimento geral e da alta patente, houve uma tentativa de ocultar toda a farsa acobertada por manifestações nacionalistas e xenófobas – o militar era judeu.

O apoio recebido por personalidades estrangeiras e pressões externas levaram à anulação do julgamento em 1899, e à reabertura do processo, que condenou o militar a dez anos. No entanto, houve anistia um ano depois. Mesmo livre, continuava sendo considerado traidor. Só em 1906 seria inocentado e reintegrado. Seu principal acusador, o tenente-coronel Max von Schwarzkoppen, confessou no leito de morte a inocência do capitão.

Em vídeo divulgado ontem (13) em seu canal, o sociólogo Jessé Souza traça um paralelo entre o famoso Caso Dreyfus e a trajetória do ex-juiz federal e atual ministro da Justiça Sergio Moro.

“Com a conivência da opinião pública é praticado um crime que se sabe que foi injusto, que foi perseguido injustamente e ainda assim uma parte considerável da opinião pública apoia. Obviamente a população compartilha dos mesmos sentimentos antissemitas do estado maior francês da época”, diz Jessé sobre o caso francês.

Para ele, é exatamente o caso do Sergio Moro. “Tem a popularidade de um juiz, um anti-juiz, que está disposto a qualquer coisa para perseguir inimigos políticos, principalmente inimigos que sejam de partidos populares. O que faz essas pessoas apoiarem Moro apesar de saber que ele é injusto, apesar de saber que ele é mentiroso, vigarista?  As pessoas sabem que ele é assim e mesmo assim concordam com o que ele fez”.

Na avaliação do sociólogo, é principalmente o racismo que leva uma população a “apoiar um juiz perseguidor”. Estamos em uma sociedade racista que não se vê, não se critica como tal. Esse é o principal desafio da sociedade brasileira hoje e para o seu futuro: criticar o seu racismo. Pessoas que estão a favor da injustiça, do ódio, da perseguição, a favor da própria destruição do patrimônio nacional que vai fazê-las perder oportunidades, a apoiar um governo que não investe em ciência. É esse racismo, essa necessidade de se sentir superior a alguém”.

Matéria na íntegra do Brasil 247.