DEPOIS DE WYLLYS, MÁRCIA TIBURI PARTE PARA EXÍLIO POR AMEAÇAS DE MORTE


Depois de Jean Wyllys, agora é a vez de a filósofa e escritora Marcia Tiburi partir para o exílio; desde a campanha ao governo do Rio ela sofre seguidas ameaças de morte; tanto ela quanto Wyllys moravam no Rio, a “capital” das milícias armadas que controlam o crime na cidade, ameaçam pessoas comuns e lideranças e, ao que tudo indica, assassinaram Marielle Franco um ano atrás; a cada dia ficam mais claros os vínculos entre as milícias e o clã Bolsonaro; Tiburi está vivendo em algum lugar do nordeste dos EUA desde dezembro; ela foi acolhida pela organização “Pesquisadores em Risco”

A filósofa e escritora Marcia Tiburi, que foi candidata a governadora do Rio de Janeiro pelo PT no ano passado, deixou o Brasil, após sofrer ameaças. É a segunda liderança da esquerda a deixar o País pelo clima de perseguição e insegurança que se instalou após a eleição do presidente Jair Bolsonaro.

No final de janeiro deste ano, o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) abandonou o mandato para o qual foi reeleito e deixou o Brasil após sofrer intensas ameaças de morte, incluindo seus familiares.

Marcia Tiburi está vivendo em algum lugar do nordeste dos EUA desde dezembro. Ela foi acolhida pela organização “Pesquisadores em Risco”, para uma permanência em uma bolsa literária de caráter emergencial.

Em entrevista ao blog Nina Lemos, Marcia contou, “com lágrimas nos olhos, que teve que sair por não se sentir segura, sofrer ameaças de morte e não poder mais ir na esquina. ‘Eu amo o meu país, nunca pensei em sair do Brasil na minha vida, é muito triste e difícil ter que sair do meu país por não me sentir segura e não poder fazer mais o meu trabalho.'”

Márcia, que é autora de mais de vinte livros de filosofia e ficção, acaba de lançar “Delírio do poder”.

Na nova obra, ela trata justamente da loucura coletiva na era da (des)informação e da necessidade de se valorizar a reflexão em meio aos descaminhos de um governo que ameaça a democracia e induz ao narcisismo adquirido.

 

 

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São Paulo está se derretendo em chuvas, mas prefeito está de férias


São incalculáveis os prejuízos que os paulistanos tiveram desde a semana passada para cá. A pior parte de tudo, é que 12 mortos já foram contabilizados, sendo muitos deles por afogamento em plena avenida. Enquanto a chuva cai e arrasa a cidade, o prefeito Covas acha de sair de férias, que na verdade não é uma férias comum, são 108 dias de férias. Enquanto isso, o seu substituto diz que nada pode fazer para evitar a tragédia. Acontece, senhor vice-prefeito, que o caos não é só o que vem da chuva ou a própria chuva. As informações que chegam até a nossa redação, é que as pessoas que não quiseram perder um dia de trabalho, estão ilhadas e sem condições de voltar para as suas casas, pois os meios de transportes utilizados por elas, estão interditados, como ônibus, que em vários pontos da cidade não têm como circular, os trens da linha férrea também estão parados e assim as coisas vão se complicando, e pode amanhã, se esperam que não, mas a depender da falta de apoio da prefeitura e a chuva continuar, as coisas tendem a ficar pior.

Quando os prejuízos são de cunho material, ainda passa, pois vão-se os anéis, mas ficam os dedos, como se dizem para amenizar o sofrimento de quem muitas vezes perde tudo que possuía,  porém, quando é ao contrário, vão-se os dedos e ficam os anéis, como já aconteceu com 12 pessoas nessa enchente , dentre eles um motoqueiro no ABC, que foi tentar atravessar uma água em movimento forte, terminou morrendo afogado.

O que acontece é que a grande São Paulo é bem servida em asfalto, porém a parte interna, as galerias e bueiros de grande porte, pra poder suportar a vasão das fortes chuvas deixam a desejar. Com isso quando cai uma chuva mais forte que o esperado e suportável pelas estruturas, termina assim, muitos prejuízos e mortes. Vejam as fotos. Café com Leite Notícias.

 

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“Possível ligação de Bolsonaro com os suspeitos de matar Marielle é aterrorizante”, diz sobrevivente do atentado


No dia 14 de março de 2018, uma rajada de tiros atingiu a viatura onde seguia Marielle Franco, no centro do Rio de Janeiro. A vereadora pelo PSOL (extrema-esquerda), cuja carreira política estava em fase ascensional, morreu no ataque. O motorista Anderson Gomes também. A terceira passageira, a assessora Fernanda Chaves, sobreviveu sem nenhuma consequência física.

Durante uma semana, para assinalar um ano sobre a execução, Fernanda enviou depoimentos áudio ao DN, a partir de uma cidade que prefere não revelar e durante o horário de trabalho de um emprego que também opta por omitir, sobre a noite do crime, a perda da amiga íntima e como o crime afetou a sua vida desde então.

Sobre as investigações, a jornalista de 43 anos age com prudência. “Não devo dar respostas, tenho é o direito de recebê-las.” Mas confessa-se assustada por a polícia suspeitar de uma milícia, o Escritório do Crime,cujos chefes têm forte ligação ao clã Bolsonaro.

Do que se recorda daquela noite?
Tínhamos saído por volta das 21.00 de um evento chamado Jovens Negras Movendo as Estruturas, com jovens negras ligadas ao cinema, à comunicação, à produção. Foi um encontro muito positivo, ficou lotado, e saímos muito satisfeitas. Muito satisfeitas, portanto, entrámos no carro. A Marielle foi para trás, coisa que ela nunca fazia, gostava de ir à frente, porque ela sempre foi muito do tipo copiloto, de reclamar com o trânsito e tal. Nesse dia, ela ainda chegou a abrir a porta da frente, mas atirou as bolsas para lá e brincou com o Anderson, dizendo que ele ia de motorista e ela de madame. Ele então puxou o banco para a frente para lhe dar mais conforto.

Ela queria ficar junto a mim porque precisávamos de escolher fotos do evento e, sobretudo, de combinar uma reunião do dia seguinte que estava a deixá-la ansiosa, já que ela seria proposta como pré-candidata a vice-governadora do Rio pelo PSOL, ao lado do Tarcísio Mota. Penso que ela quis ir atrás, também, porque não queria expor muito essa ansiedade perante o Anderson, até porque ele não era muito íntimo nosso, ele era o motorista substituto.

Estávamos também a falar sobre um artigo dela no Jornal do Brasil, que seria enviado nesse dia e que eu tinha revisto antes de chegar ao evento. Ela perguntou o que eu tinha achado, eu disse que mudara o título e outros detalhes. Vínhamos falando ainda com as famílias por WhatsApp, ela hesitava se passava numa padaria para levar um pãozinho para casa porque a Mónica [companheira de Marielle] estava meio febril e eu falava com o meu marido sobre a minha filha, que também estava febril. E, entretanto, ela ainda comentava sobre o jogo do Flamengo que tinha acabado de começar. Portanto, estávamos as duas com as cabeças baixas a olhar para os celulares quando, de repente, oiço um “eita”, algo do tipo, da Marielle, mas não em forma de susto, ainda acredito que a interjeição se referisse a alguma coisa que ela estivesse a ver no celular e não com algo em que ela tenha reparado do lado de fora. Foi nesse momento que chegou a rajada, os vidros estouraram, eu não vi nada, nada, nada, porque os vidros do Anderson eram de película muito escura, a Marielle estava do meu lado ombro a ombro, ela era grande, de cabelo volumoso, tapou-me a visão. O Anderson deu um “ai”, um gemido baixo, e eu percebi que as mãos dele soltaram o volante. Puxei então o travão de mão. Entretanto, ainda abaixada, com o rosto entre os bancos da frente e as pernas da Marielle, só pensava que tinha havido um tiroteio, porque naquele lugar, no Carnaval de semanas antes, isso havia acontecido. Por isso, saí rastejando para ver se via alguma movimentação por baixo da porta do carro.

Como estava tudo muito silencioso, comecei a chamar pessoas na rua, que se aproximaram, sem entender também o que tinha acontecido. Não encontrava o meu celular, perdido no carro, e pedi para uma senhora chamar uma ambulância. Disse, “por favor, avise que é uma vereadora!”. Mas ao dizer isso as pessoas começaram a tirar fotografias, a filmar, a gerar caos. A polícia chegou então ao local para isolar a área, já eu tinha visto o meu celular a piscar no chão do carro e por isso conseguido ligar para o meu marido e para um colega da coordenação do mandato. Para mim, àquela hora, a Marielle estava apenas desmaiada. É que eu sentia-me tão inteira, tão bem, apesar do sangue e dos estilhaços na cara, que não concebia que ela e o Anderson pudessem estar algo além de desmaiados. Nessa hora, o agente via rádio informou à minha frente “são dois mortos por tiro e uma sobrevivente”. Foi dessa forma que eu soube que a Marielle estava morta. Esse foi um dos piores momentos de todo este processo. Antes eu estava muito nervosa, trémula, abalada mas esforçando-me para ficar racional. Quando ouvi aquilo ali foi difícil não me descontrolar porque não tinha ninguém com quem dividir. E estava preocupada porque sempre trabalhei com a realidade da polícia do Rio e de repente via-me com vários agentes num lugar isolado, escuro. Lembro-me de que os agentes não tinham identificação no uniforme…

A ambulância, entretanto, chegou mas eu não queria deixar a cena. Os polícias até diziam “você não está sozinha, está aqui a polícia, você não confia na polícia?”, o que gerou uma espécie de “saia justa”. Mas o meu colega da coordenação e o meu marido entretanto chegaram e convenceram-me a entrar mesmo na ambulância. Acabei por recusar ir para o hospital e fui diretamente para a delegacia na Barra da Tijuca prestar depoimento durante toda a madrugada.

De então para cá, onde esteve?
Amigos meus, advogados da área dos direitos humanos, começaram logo a avaliar que seria importante para mim sair do Rio de Janeiro. E algumas pessoas da polícia também me aconselharam a sair de cena. Eu recebi essa informação como se me tivessem a dizer que bastava ir para o sítio do meu sogro uma semana. Só depois, ao não me ser permitida a ida ao funeral e a todos esses rituais de despedida por ordem de especialistas em segurança, é que eu comecei a entender a gravidade da situação e que eu precisava de sumir, de sumir mesmo do Brasil. O Marcelo Freixo [hoje deputado federal pelo PSOL e padrinho político de Marielle] falou-me, entretanto, da possibilidade de ir para Madrid, ao abrigo de um programa de proteção da Amnistia Internacional. E no dia seguinte bate à porta de casa a [antiga presidente] Dilma Rousseff, que foi de extrema sensibilidade e explicou-nos que a Marielle se tornaria um Chico Mendes [referência do ambientalismo mundial assassinado em 1988]. Ela disponibilizou-se para me ajudar com contactos de entidades fora do Brasil mas eu acabei optando pelo tal acolhimento da Amnistia Internacional, em Madrid, onde ficaria três meses, o tempo do visto.

Como eu saí do Rio achando que em poucas semanas o crime fosse resolvido mas depois senti que não havia expectativa de regresso, que não havia nenhuma informação das investigações, que o assunto até parecia ir morrendo, esses tempos foram muito difíceis emocionalmente. Contraí até uma infeção séria no ouvido, no processo. Quando melhorei, o meu marido, que é jornalista freelance mas teve de abandonar o escritório para ir comigo e com a minha filha de 7 anos, que esteve esse tempo todo fora da escola, insistiu que fizéssemos passeios para me distrair um pouco.

Quando eu estava num deles, em Paris, a polícia civil pediu-me para voltar ao Rio para fazer uma reconstituição do crime. Como a Amnistia Internacional é que teve de pagar essa viagem, que foi de última hora e cara, os fundos do programa que me mantinham em Madrid terminaram após dois meses e não três. Fui então para Roma, a conselho de um amigo diplomata que reforçou que era muito importante ficarmos afastados do Brasil enquanto durassem as investigações e nos acolheu em sua casa. Por lá, algures em junho, como já havia calor na Europa, tinha uma comunidade brasileira em redor e participei até em seminários no Senado italiano sobre direitos humanos a propósito do caso, eu já estava melhor de humor. Na passagem de junho para julho, recorri a um programa de proteção a defensores de direitos humanos no Brasil e voltei. Não voltei para o Rio. Eu não posso voltar ao Rio, o Rio não é opção, pelo menos enquanto não descobrirem os autores e os mandantes, sobretudo os mandantes, do crime. Estou noutra cidade. Eu não sou testemunha ocular, não tenho muito mais a contribuir com informações porque não vi nada, nem percebi nada a não ser a rajada de tiros, logo, não sou propriamente uma testemunha ameaçada. Mas, quando a gente não sabe quem disparou e quem mandou disparar, a gente não sabe como e de quem se proteger, não é? Eu trabalhei toda uma vida no Parlamento do Rio e veio à tona que parlamentares podem estar envolvidos, por isso como é que eu posso voltar a um lugar onde está gente que pode ser responsável do atentado a um carro onde eu estava?

Em que cidade está e em que está a trabalhar?
Prefiro não divulgar ambas as informações. Assim como prefiro não partilhar dados ou fotografias da minha família, do meu marido, da minha filha. Espero que compreendam.

Qual a sua opinião sobre a investigação?
Durante esse tempo todo eu tenho evitado divagar sobre as possibilidades da autoria do assassinato. É uma posição pensada porque eu sinto que não tenho de dar respostas, tenho é de recebê-las: o estado brasileiro, a polícia é que me está a dever respostas a mim, a todos nós, ao mundo. No entanto, não dá para negar, pelo perfil do crime, pela arma utilizada, que há envolvimento de milícias. E não é novidade que a família do presidente Jair Bolsonaro tem ligação com as milícias – ele já as exaltou e o filho dele homenageou polícias envolvidos em milícias.

As milícias são grupos armados compostos por polícias, bombeiros, agentes penitenciários – uma espécie de braço armado do Estado atuando no crime, portanto. No fundo, são máfias, porque dominam territórios, cobram às populações por serviços de gás, televisão por cabo ou aluguer de forma criminosa. E agem sobre decisões políticas. As ligações de Bolsonaro e do filho, através de muitos membros dos seus gabinetes, a milícias e, mais precisamente, ao grupo miliciano acusado de executar a Marielle, são aterrorizantes. E têm de ser investigadas e cobradas. Mas a minha avaliação sobre o assunto acaba aí. Quem tem de falar são as autoridades.

Porque acha que a queriam matar?
A Marielle foi morta por causa do seu pensamento: foi um crime político. E a extrema-direita tem que ver com esse crime bárbaro. E as milícias estão ao serviço da extrema-direita. Basta ver quem são os políticos que as homenageiam e quem são os políticos que elas ajudam a eleger. É assustador. E o Brasil tem de dar uma resposta para o mundo.

Marcelo Siciliano, deputado estadual pelo PHS, chegou a ser dado como responsável. Ele nega e afirma-se amigo de Marielle. O que acha?
Acho uma loucura. Diz-se que seria por uma disputa de território mas a Marielle não fazia disputa territorial, não era esse o tipo de atuação dela. Por isso, parece-me um engano. Ou uma enorme cortina de fumo.

Jean Wyllys, deputado do PSOL, abandonou o Brasil por medo das ameaças. A Marielle era ameaçada? Vocês tinham medo?
A Marielle impressionava-se muito com a situação do Jean. Os deputados do PSOL do Rio encontravam-se com frequência, fosse em reuniões, fosse em atividades de rua das sextas-feiras, fosse até num bloco de Carnaval. E o Jean nunca estava. E não estava por causa das ameaças. A Marielle sempre dizia que não suportaria o que o Jean suportava, que jamais conseguiria viver ameaçada, que jamais conseguiria viver enclausurada. Ambos são alvos da extrema-direita, que vive de ameaças. E, quando não ameaça, mata mesmo em vez de disputar ideias na base do diálogo. Agem como monstros, como primatas.

Nós tínhamos medo da violência, claro, como quaisquer cidadãs cariocas. Mas não tínhamos medo de que acontecesse algo do tipo do que aconteceu. Se tivéssemos, teríamos tomado alguma atitude. Ela nunca foi ameaçada, nem de forma implícita. No máximo, de vez em quando havia um ataque de ódio ou outro nas redes sociais. E ela era especialista em segurança, por isso jamais negligenciaria esse lado. Até porque, além do mais, ela era uma apaixonada pela vida. O que ela tinha, por outro lado, era preocupação com as pessoas em redor porque nós tínhamos no gabinete outras mulheres faveladas, negras, LGBT, transexuais, pessoas de religiões de origem africana que, pela roupa ou por outro motivo, causavam incómodo até em vereadores que se recusavam a subir no mesmo elevador… Com ela própria, no entanto, nunca detetámos algo suspeito.

Seria Marcelo Freixo, que tem um histórico de ameaças de milícias, o alvo dos criminosos?
Não, não acredito. Mas acho que quem matou a Marielle quis assassinar uma ideia e aí o Marcelo está incluído, como padrinho político dela, por se sentir que ela era uma continuidade dele.

Qual a sua relação com a Marielle?
Eu conheci-a em 2006, através do Marcelo, na Lapa, lembro-me bem do dia. Eu fui coordenadora de campanha dele a deputado estadual e ela, que já atuava na favela da Maré e cursava Sociologia, começava a aproximar-se da política. Trocamos contactos e passamos a conversar muito. Eleito, o Marcelo convidou-nos a trabalhar com ele. Tornámo-nos colegas, depois amigas, fomos madrinhas de casamento uma da outra, e ela foi madrinha de consagração da minha filha. Entretanto, fui para a Bolívia como correspondente do jornal Brasil de Fato, depois passei por Brasília, como assessora de um outro deputado, mas mantivemos sempre o contacto. Eu participei à distância na campanha dela. E estava com ela no dia da eleição, quando ela se virou e perguntou: “E agora? Tamo junto?” Aí, uns quatro dias depois ela liga-me a perguntar como estava a correr a mudança de Brasília para o Rio. Eu disse: “Espera aí, Marielle, eu te ajudo mas daqui.” Ela respondeu: “Não, você teve a vida toda a fazer assessoria para homem, agora eu fui eleita, não abro mão de te ter aqui na coordenação, conto com isso.” Falei com o meu marido, ele sentiu-se empolgado, e não era para menos porque a eleição dela coincidia com a eleição de um bispo da IURD para prefeito [Marcelo Crivella, sobrinho de Edir Macedo], o que era extraordinário, empolgante, de facto. E foi assim.

Um ano depois, como vai viver a data?
Estou muito contente porque no dia em que se completa um ano estarei na Universidade de Princeton a convite da [ativista negra norte-americana] Angela Davis, que a Marielle idolatrava, a assinalar a data e a homenageá-la. O nome da última iniciativa em que ela participou, Jovens Negras Abalando as Estuturas, era até baseado numa frase da Angela. Estou contente não apenas pelo evento mas porque saio do Brasil: seria doloroso estar novamente aqui mas afastada dos ritos, das missas, das orações. Não poder ter dado ainda um abraço nos pais da Marielle ou na Ágata, a mulher do Anderson, é talvez o mais difícil.

Filósofa brasileira será homenageada pelo governo da França


Djamila Ribeiro - Foto: reprodução / Instagram

Djamila Ribeiro – Foto: reprodução / Instagram

A filósofa brasileira Djamila Ribeiro será uma das homenageadas pelo governo francês pelo programa “Personalidade do Amanhã”.

O programa seleciona uma pessoa por país da América Latina e Caribe por sua projeção atual e impacto no futuro.

Mestre em Filosofia Política pela Universidade Federal de São Paulo, Djamila é pesquisadora, ativista  e autora de livros e colunas.

A pensadora brasileira ganhou projeção nacional pelos conteúdos de suas manifestações nas redes sociais, com destaque na luta contra o racismo.

Seus livros “O que é Lugar de Fala?” e “Quem tem medo do Feminismo Negro?” tem sido recordistas em vendas nas maiores feiras de livros no país.

A homenagem

Além da homenagem na França, Djamila passará dez dias em agendas oficiais pelo país, como a visita nos órgãos oficiais francesas, ao parlamento europeu, encontro com o presidente da França Emmanuel Macron, bem como outros encontros com ativistas locais.

Por ser a selecionada no Brasil, Djamila é a única em idioma português e será acompanhada por intérpretes o tempo todo da viagem.

Nas redes sociais, a filósofa afirmou que está animada para a viagem: “penso ser uma oportunidade interessante para trocas, provocações e reflexões”. Notícia Boa.

Justin Bieber pede oração aos fãs: ‘Estou me sentindo superdesconectado e estranho’


O cantor, que desde 2014 frequenta a igreja evangélica Hillsong, disse ainda que: “Deus é fiel e nossas orações realmente funcionam”

[Justin Bieber pede oração aos fãs: 'Estou me sentindo superdesconectado e estranho']
Foto : Divulgação

Por Metro1

Justin Bieber pediu orações aos fãs, ontem (10), pelo Instagram. Na mensagem, o cantor disse que tem lutado muito, mas se sente estranho. “Só queria manter vocês atualizados um pouco, espero que o que eu esteja passando possa ressoar em vocês. Tenho lutado muito. Estou me sentindo superdesconectado e estranho”, escreveu.

O artista, que desde 2014 frequenta a igreja evangélica Hillsong, disse confiar em Deus para passar por essa fase: “Eu sempre me recupero, então não estou preocupado. Só queria me aproximar e pedir para vocês orarem por mim. Deus é fiel e nossas orações realmente funcionam. É o período mais humano em que já estive para enfrentar meus problemas”.

Em 2017, o cantor abandonou a turnê mundial “Purpose”. À época, Bieber disse que precisava descansar e queria uma carreira mais equilibrada. “Quero que minha carreira seja sustentável, mas também que minha mente, coração e alma sejam sustentáveis”, justificou.

Bolsonaro continua distribuindo o ódio. Disse que a petralhada vai ter que acabar e usa fake para desmoralizar jornalista


Cegos voltam a enxergar após transplante na Escócia


Foto: Pixbay
Foto: Pixbay

Esperança para cegos. Graças a um transplante pioneiro, oito pacientes com um problema que destrói a visão tiveram a área afetada reparada – e dois foram capazes de ler novamente após ter degeneração macular severa.

O tratamento revolucionário pode levar à cura da cegueira causada por danos na córnea, a superfície protetora do olho.

A nova pesquisa foi feita na Escócia e mostra que milhões de pessoas que não enxergam poderiam ter sua visão restaurada com transplante de células-tronco retiradas dos olhos de doadores não vivos.

“Os resultados deste pequeno estudo são muito promissores e mostram o potencial das cirurgias oculares de células-tronco seguras, bem como melhorias no reparo ocular”, disse o líder do estudo Baljean Dhillon, professor de oftalmologia clínica do Centro de Ciências Cérebro-Clínicas da Universidade de Edimburgo.

Descrevendo o avanço como um “primeiro do mundo”, Dhillon e seus colegas disseram que ele lança luz sobre as causas dos distúrbios da visão e mostra como os danos oculares podem ser corrigidos com células-tronco de doadores de órgãos.

Como

O estudo publicado na STEM CELLS Translational Medicine focou nas células-tronco límbicas, que normalmente são deficientes em pacientes que sofrem de cegueira da córnea.

As células ficam na camada superior da córnea, o epitélio, e atuam como uma barreira contra poeira e germes.

Sem esse tecido, a córnea se torna irregular, destruindo a visão e deixando o olho propenso a infecções.

Isso pode resultar de danos causados por produtos químicos ou calor – ou uma doença chamada aniridia, que pode levar a cicatrizes e perda de visão severa em ambos os olhos, bem como dor crônica e vermelhidão.

As córneas saudáveis normais são transparentes – mas quando essas células especializadas são perdidas, a córnea fica marcada e embaçada.

Como forma de reparar a córnea, a equipe usou amostras de pessoas que doaram seus olhos após a morte para cultivar as células-tronco.

Com informações do GNN e StemCells

 

 

NOS PRÓXIMOS DIAS, RECORD IRÁ ANUNCIAR A ESTREIA DO SUBSTITUTO DE PAULO HENRIQUE AMORIM NO DOMINGO ESPETACULAR


Já era de se esperar, pela postura e profissionalismo que carrega o apresentador do programa Domingo Espetacular, Paulo Henrique Amorim, uma vez que mesmo com os acordos entre emissora e governo, ele, Amorim, sempre vem mostrando liberdade e independência quando o assunto é real e coerente com o que tem que ser passado para o telespectador, principalmente em relação ao governo. Certamente isso vêm incomodando a Record, que, na verdade, não tem demonstrado preocupação com a matéria que é preciso chegar ao telespectador, mas sim a que agrada ao seu “chefe”, que é o presidente da República. Qualquer jornalista que não tenha o sangue e a postura de um Bonner, naturalmente que não aceita determinadas ordens. Talvez, para Amorim, ter um blog e ser independente, seja melhor que trabalhar no cabresto numa emissora. Hoje são muitos jornalistas que gozam credibilidade e fama trabalhando na internet, como o Joaquim de Carvalho, Luiz Nasciff e muitos outros grandes jornalistas, que, sem aparecer na tela de uma TV, vêm fazendo um grande trabalho na comunicação, onde, em muitos casos, têm deixado as emissoras em “saia justa”, pois as notícias destes blogs sempre são reais. Até qui Café com Leite Notícias.

Segundo Daniel Castro, no Notícias da TV, a ida de Ribeiro para o Domingo Espetacular já está sacramentada. Nos próximos dias, Antonio Guerreiro, novo vice-presidente de Jornalismo, deve definir quando será a estreia de Ribeiro como apresentador fixo da atração, que dura quase quatro horas.

Nos bastidores da Record, a promoção de Eduardo Ribeiro é vista como uma movimentação para um um futuro afastamento de Paulo Henrique Amorim. Quando vencer seu contrato, em 2021, o jornalista já estará perto dos 80 anos –acabou de completar 77.

Se uma das partes optar por não renovar o contrato, o que é muito provável, o Domingo Espetacular não sofrerá muito impacto, uma vez que já terá nova “cara”, a de Edu Ribeiro, sempre apontado como futuro apresentador do Jornal da Record, onde dá plantão na bancada com frequência.

O emprego de Paulo Henrique Amorim já esteve ameaçado outras vezes, mas resistiu. Suas opiniões políticas são o principal problema, geram pressões sobre os executivos da emissora. Mas Amorim as expõe em território independente na internet, não na Record. Além disso, ele goza de prestígio com a direção da Record e com o público. Segundo as pesquisas, ele dá credibilidade ao DE.

A Record, porém, passa por um momento de transformação no Jornalismo. Antonio Guerreiro assumiu em janeiro no lugar de Douglas Tavolaro, que vai fundar a CNN no Brasil, e promete dar uma “chacoalhada” no departamento.

Nesse cenário de transformação interna e diante da conjuntura política nacional, pode ser que agora Paulo Henrique Amorim esteja mais ameaçado do que nunca.

Os 3 irmãos que decidiram retirar o estômago para evitar câncer


Por BBC

Sophia, Omar e Tahir optaram por retirar o estômago ao descobrir que tinham um gene cancerígeno — Foto: Arquivo Pessoal/BBC

Sophia, Omar e Tahir optaram por retirar o estômago ao descobrir que tinham um gene cancerígeno — Foto: Arquivo Pessoal/BBC

Três irmãos decidiram retirar o estômago após descobrir que eram portadores de um gene cancerígeno – e de terem perdido a mãe e uma irmã em decorrência do câncer de estômago.

Tahir Khan, de 44 anos, Sophia Ahmed, de 39 anos, e Omar Khan, de 27 anos, de Walsall, na Inglaterra, foram submetidos à cirurgia após passarem por uma bateria de exames no Hospital Addenbrooke, da Universidade de Cambridge, no Reino Unido.

Eles dizem que a operação salvou suas vidas e “eliminou” o risco de desenvolverem a doença.

No entanto, descobriu-se agora que a filha de Tahir carrega o mesmo gene.

A mãe deles, Pearl Khan, tinha 49 anos quando morreu, há 16 anos, seis meses após ser diagnosticada.

Já a irmã, Yasmin Khan, morreu há seis anos, aos 32.

“A gente nem sequer pensava em testes genéticos naquela época, mas a Sophia foi muito persistente e conversou com a Cancer Research UK para nos examinar”, disse Tahir.

Além de Sophia, Omar e Tahir, outra irmã deles, Tracy Ismail, de 49 anos, também fez o exame.

O processo todo – de triagem e testes – nos quatro irmãos levou de cerca de 12 meses a três anos.

‘Totalmente devastada’

O resultado mostrou que três eram portadores do gene – e cada um decidiu se submeter à operação como medida preventiva. Sophia fez a cirurgia primeiro, seguida por Tahir e Omar.

Tracy foi a única dos quatro irmãos a descobrir que não tinha o gene:

“Eles disseram meu resultado primeiro, então eu pensei que seriam todos iguais”.

“Fiquei totalmente devastada.”

“Em determinado momento, nos disseram que, se não tivéssemos feito o teste, eu seria a única dos irmãos que restaria.”

“Sabendo o que minha mãe e minha irmã passaram, e tão depressa, encorajei eles a fazerem o procedimento, e eles ainda estão aqui.”

Pearl Khan, mãe deles, e Yasmin Khan, irmã, morreram de câncer no estômago — Foto: Arquivo Pessoal/BBC

Pearl Khan, mãe deles, e Yasmin Khan, irmã, morreram de câncer no estômago — Foto: Arquivo Pessoal/BBC

Sophia contou que tomou a iniciativa por causa da irmã.

“Eu li nas anotações da minha irmã Yasmin no hospital que eles achavam que poderia ser genético, então eu pesquisei e descobri que o hospital de Cambridge estava fazendo um estudo com a Cancer Research UK. Entrei em contato com eles e fui até lá.”

“Todo mundo achava que eu estava louca até que os resultados voltaram, e quando vimos que éramos 3 de 4, sabia que tinha valido a pena.”

“Eu não tenho nada, além de coisas positivas a dizer sobre isso. Ainda posso comer e fazer tudo, a única questão é controlar meu peso e minhas deficiências de vitamina, mas em comparação com ter câncer de estômago e poucos anos de vida, não posso reclamar.”

“Eu até tive um filho após a cirurgia, eles pensaram que eu poderia ficar desnutrida ou que o bebê poderia nascer pequeno, mas tudo correu absolutamente bem.”

Agora, a comida que eles ingerem vai para uma “pequena bolsa” que conecta o esôfago ao intestino.

“Eu tenho que petiscar constantemente porque meu corpo simplesmente não consegue obter os nutrientes que precisa de outra forma”, disse Tahir.

“Meu irmão, por outro lado, ainda come como um cavalo!”

‘Melhor decisão’

Omar teve inicialmente uma reação diferente em relação à cirurgia.

“No começo, depois de tudo que tinha passado com a minha mãe e irmã, eu não queria saber de hospital, médico ou qualquer coisa do gênero.”

“Mas depois de ver a Sophia passar pelo procedimento e ter um filho, pensei que ‘não tinha desculpa’.”

“Foi uma decisão muito difícil para mim, mas foi a melhor que já tomei.”

“Ainda posso comer o que eu quiser – hambúrgueres, bifes – a única coisa que sinto é cansaço e suor frio, mas ainda estou respirando e sou muito grato por isso.”

No entanto, o exame da filha de Tahir, Farah, que tem 21 anos, também confirmou a presença do gene.

“Estou preocupado com o futuro da minha filha, mas eu digo a ela que todos nós passamos por isso e estamos bem agora, então, aconteça o que acontecer, ela vai ficar bem”.

Tahir fez a cirurgia há cinco anos e meio, depois que o exame mostrou que ele tinha aglomerados de células cancerígenas no estômago.

“Não tenho dúvida de que os testes e o procedimento salvaram minha vida.”

“Este é um tipo específico de câncer de estômago muito raro”, explica o médico Marc Tischkowitz, especializado em genética médica, da Universidade de Cambridge.

“É um gene que os portadores podem ter a vida toda, e significa que eles correm risco de desenvolver câncer a qualquer momento.”

“Estima-se que apenas 3% a 10% dos casos de câncer estejam ligados a um gene defeituoso hereditário”, afirma Georgina Hill, da organização Cancer Research UK.

“Qualquer um que esteja preocupado com o risco genético de desenvolver câncer deve conversar com seu médico, que pode encaminhar quem tem um forte histórico familiar de certos tipos de câncer para uma clínica de aconselhamento genético, se for o caso”, orienta.

ESTADÃO E O GLOBO ATACAM BOLSONARO: INCOMPETENTE, INDECOROSO, IGNORANTE E AUTORITÁRIO


 

Em editorial, Estadão ataca Bolsonaro e diz que ele é incompetente, ignorante, indecoroso e autoritário. Leia alguns trechos:

Chega a ser comovente o esforço de comentaristas para encontrar nas destrambelhadas manifestações do presidente Jair Bolsonaro algum sentido estratégico, como se fizessem parte de um plano racional de comunicação.

Desde seu grotesco discurso de posse, atulhado de arroubos e bravatas ginasianas, já devia estar claro para todos que Bolsonaro nunca se viu na obrigação de medir suas palavras e gestos, adequando-os à sua condição de chefe de Estado. Ao contrário: a julgar pelo comportamento muitas vezes grosseiro e indecoroso de Bolsonaro, o presidente provavelmente se considera acima do cargo que ocupa, dispensado dos rituais e protocolos próprios de tão alta função. Até à disseminação de pornografia pelas redes sociais ele tem se dedicado, para estupefação nacional e internacional.

(…)

Vai mal um país cujo presidente claramente não entende qual é seu papel, especialmente quando não consegue dominar os pensamentos que, talvez, lhe venham à mente. Como chefe de Estado, Bolsonaro tem a obrigação de saber que todas e cada uma de suas palavras nortearão o debate político nacional, seja no Congresso, seja nas ruas, e terão consequências também no delicado campo da economia. O presidente deve ter consciência de que não é mais candidato, condição que lhe permitia incorporar o personagem histriônico e falastrão que seus fanáticos seguidores apelidaram de “mito”. Deve entender que sua retórica truculenta e polarizadora pode ter sido muito útil para viabilizar sua candidatura presidencial, mas é péssima para agregar apoio político para um governo que começa sem base visível no Congresso.

Antagonizar foliões do carnaval nas redes sociais, como fez Bolsonaro de forma imprópria e estouvada, divulgando um vídeo pornográfico a título de “expor a verdade”, provavelmente não agregará um único voto dos tantos necessários para aprovar no Congresso os projetos de real interesse do País. Nem mesmo alguns de seus mais sinceros apoiadores aprovaram a grosseria, razão pela qual os assessores presidenciais se viram na contingência de soltar uma nota oficial para tentar explicar o inexplicável, obviamente sem sucesso. Fonte Diário do Centro do Mundo.

 

 

AO LADO DE HELENO, BOLSONARO AMEAÇA E DIZ QUE BRASIL DEVE LIBERDADE AOS MILITARES


Pra quem assistiu a TV bandeirantes, no programa do Datena, no final da tarde dessa quinta feira, percebeu que realmente era como se a emissora e o programa tivesse ali pra servir a presidente Bolsonaro. Como a transmissão estava sendo via internet, ficou o apresentador Datena esperando para ver o que o presidente tinha a falar. “Vamos vê se ele tem mais alguma coisa a falar”, dizia o Datena, e aguardava. Em uma dessas conversas do presidente, que sempre é ladeado por algum acessor, tanto pelo fato de impedir que saia alguma tolice que venha prejudicar o governo, como também para ajudar o presidente a falar. Foi nesse momento que ele,o presidente disse: “conversei com o ministro sobre diminuir as lombadas eletrônicas no país”, assunto que já rolou nas redes sociais pelos bolsonaristas, como se fosse uma grande fala, mas soou mais como se fosse para amenizar a sua situação diante da besteira que fez com a publicação do vídeo. Até aqui Cafe com Leite Notícias.

Reprodução vídeo

– Em transmissão ao vivo nas redes sociais no início da noite desta quinta-feira 7, o presidente Jair Bolsonaro reafirmou o que disse nesta manhã em um evento das Forças Armadas, quando discursou que a democracia só existe quando as Forças Armadas permitem. No vídeo, onde ele aparece ao lado do porta-voz do governo, General Otávio Rêgo Barros, e do general Augusto Heleno, ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), ele tenta consertar a declaração que provocou tanta polêmica.

“No Brasil nós devemos às Forças Armadas a nossa democracia e a nossa liberdade, e assim é em todo lugar do mundo. Essa fala já começou a levar para o lado das mais variadas interpretações possíveis”, disse na transmissão, questionando o general Heleno se há alguma polêmica nesse caso.

Heleno discorda que há polêmica e reafirma o que disse Bolsonaro, acrescentando que as Forças Armadas são “guardiãs da democracia e da liberdade” e assim devem continuar sendo.

“Tentaram distorcer isso como se fosse um presente dos militares aos civis. Não é nada disso. As Forças Armadas são, por determinação constitucional e legal, os detentores do emprego legal da violência. Pode chocar alguns, mas é isso o que está escrito”, completou ainda.

 

 

 

 

Vigilante de carro-forte se assusta e atira em cliente de banco no Nordeste; Assista


Um mal-entendido por pouco não terminou em tragédia, na tarde desta quinta-feira (7), após um motorista estacionar bruscamente atrás de um carro-forte que abastecia os caixas de uma agência do Banco do Brasil localizada no Centro de Abastecimento e Logística de Pernambuco (Ceasa), no Recife. Um vigilante que fazia a escolta ficou assustado com a chegada atípica de um carro com dois clientes e atirou em direção ao motorista de veículo. Ninguém ficou ferido.

Após muita correria, a Polícia Militar foi chamada e constatou que não houve tentativa de assalto. Os dois ocupantes do carro eram dois comerciantes do Ceasa que iriam realizar um depósito no banco. Eles estacionaram repentinamente e aparentavam ter pressa quando deixaram o carro, um Corolla de cor preta. Pensando tratar-se de um assalto, o vigilante atirou em direção à dupla. A bala perfurou o veículo e passou perto das pernas do condutor.

Levados pela PM à Delegacia de Jardim São Paulo, os comerciantes informaram que não perceberam que o carro-forte estava parado na frente do banco. O vigilante que efetuou o disparo também foi encaminhado à unidade policial para prestar depoimento. Todos foram liberados, considerando que não houve crime. A Polícia Civil vai notificar a Polícia Federal sobre a ocorrência com disparo de arma de fogo.

 

 

Vídeo: Garoto de 5 anos comemora fim do câncer dançando Michael Jackson; assista


“Billie Jean” foi a música escolhida para um garotinha de apenas 5 anos fazer uma performance contagiante. Solomon Haufano Jr ficou sabendo que iria realizar sua última quimioterapia e estava vencendo o câncer de abdômen. A doença foi diagnosticada em 2018, e ele estava fazendo o tratamento no Hospital Infantil de Seattle, nos Estados Unidos.

Durante os dias mais difíceis, eram as músicas de Michael Jackson e os movimentos complexos que o cantor fazia nas coreografias que ajudavam Solomon a passar pelos dias difíceis de tratamento. Para a mãe do garoto a música é o melhor remédio. ”Foi como um entretenimento no hospital”.

O pai dele morreu de câncer no cérebro, pouco tempo depois que o garotinho nasceu.  “Minha irmã mostrou a ele os vídeos de Michael Jackson, e então ele ficou apaixonado”, disse Lutui, mãe do menino. Quando ele estava com dificuldade ele largava tudo e ligava música ao som de Michel e dançava.

Passados oito meses de quimioterapia, a família contou para ele que aquela seria a última: “Dissemos a ele que esta é sua última quimioterapia, e nós vamos voltar para casa para sempre. Você deveria começar a dançar, certo?” Foi então que ele decidiu comemorar em grande estilo e sua performance foi compartilhada nas redes sociais.

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FECHAMENTO DA FORD PODE DESTRUIR 24 MIL EMPREGOS


Portas fecham automaticamente e pai e filho ficam presos dentro de banco


Agência fica localizada na rua Sá e Albuquerque, no Jaraguá, em Maceió

As portas de uma agência do Bradesco localizada na Rua Sá e Albuquerque, no bairro do Jaraguá, em Maceió, fecharam automaticamente na noite desta quinta-feira, 07 de março, deixando pai e filhos presos dentro da instituição financeira.

De acordo com as informações sobre o caso, um cliente entrou na agência acompanhado do filho de 07 anos para realizar um procedimento, mas devido ao horário as portas da agência fecharam automaticamente, deixando ambos presos.

Ainda segundo as informações, sem conseguir sair da agência, o homem acionou o Corpo de Bombeiros. Os militares precisaram forçar uma janela para conseguir chegar ao interior da agência e abrir a porta.

Após o procedimento, pai e filho saíram do local sem nenhum ferimento, apesar do susto.