Uso irresponsável de remédios pode causar até 10 milhões de mortes por ano até 2050


Relatório de entidades ligadas a ONU alerta para os perigos das infecções resistentes a remédios

[Uso irresponsável de remédios pode causar até 10 milhões de mortes por ano até 2050]
Foto : Pixabay

Por Catarina Lopes

Um relatório de entidades associadas à Organização das Nações Unidas (ONU) publicado hoje (29) alerta que o uso em excesso de medicamentos pode levar a 10 milhões de mortes por ano até 2050. Os problemas são ligados aos remédios antimicrobianos, como antibióticos, antivirais, antifúngicos e antiprotozoários.

Esse uso inadequado está fazendo com que as patologias fiquem mais díficeis de tratar. Por exemplo, cada vez que uma pessoa toma um antibiótico, as bactérias podem desenvolver formas de resistência a sua fórmula, ou seja, quanto mais antibióticos a pessoa toma, maiores as chances da resistência acontecer e, consequentemente, do indivíduo desenvolver uma forma mais grave da doença.

No Brasil, 40% a 60% das patologias infecciosas já são resistentes a medicamentos, de acordo com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

 

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Atriz Suzana Vieira com doença grave, desembarca em cadeira de rodas em aeroporto.


A atriz Susana Vieira desembarcou essa semana vindo de Miami, em uma cedeira de rodas em um aeroporto e causou grande tristeza em seus amigos e fãs.

A atriz que luta contra a leucemia há mais ou menos, 3 anos.  Seus fãs e amigos, ficaram sabendo, quando ela falou no Fantástico e pegou todo mundo de surpresa. Durante esse tempo, ela sofreu calada, tentando uma recuperação.

VEJA AQUI A EMOCIONANTE ENTREVISTA DA ATRIZ FALANDO SOBRE SUA DOENÇA:

 

 

 

 

 

Entrevista de Lula: Construção da resistência popular ao governo da extrema direita.


Para o ativista político Milton Alves, de Curitiba, o sentido político da entrevista de Lula é a inadiável e imperativa tarefa de construção da resistência popular ao governo da extrema direita.

A entrevista exclusiva do ex-presidente Lula, concedida aos jornalistas Mônica Bergamo (Folha de São Paulo) e Florestan Fernandes (El País) na sexta-feira (28), foi o fato político mais relevante da semana no país, alcançando também repercussão internacional. Uma entrevista que já ficou histórica.

Além de furar o silêncio imposto ao ex-presidente Lula, a entrevista assegurou a voz do maior líder popular do país, encarcerado há mais de um ano pela operação Lava Jato, na sede da Polícia Federal, em Curitiba.

Durante a entrevista, Lula reafirmou, com veemência, a sua inocência e a condição de alvo político de uma farsa montada pelo então juiz Sergio Moro e pelos procuradores da Lava Jato em Curitiba contra ele, forjando uma condenação sem provas e por fatos indeterminados. Lula denunciou a Lava Jato, a perseguição judicial, exigiu um julgamento justo e disse que lutará para desmascarar a farsa de Sergio Moro.

Ao analisar a conjuntura e seus desdobramentos, Lula fez uma dura radiografia do desastre do governo Bolsonaro e de suas políticas antipopulares e de desmonte do país. “Eu tenho compromisso com esse povo. E eu estou vendo a obsessão que está acontecendo agora. De destruir a soberania nacional. De destruir empregos. De juntar R$ 1 trilhão, para quê? Às custas dos aposentados?”, declarou indignado.

Sobre a proposta de reforma da Previdência disse Lula: “Um país que não gera emprego, não gera salário, não gera consumo, não gera renda, quer pegar do aposentado e do velhinho R$ 1 trilhão? O Guedes precisava criar vergonha. Onde ele fez esse curso de economia dele? Se ele quiser me visitar aqui, eu discuto com ele esse problema dos pobres sem causar prejuízo aos pobres. Por que ele não mostra os privilegiados (de quem) eles falam que vão acabar com os privilégios?”.

Ou seja, o líder petista apontou os interesses em jogo com o desmonte do sistema público de Previdência, principal projeto do governo bolsonarista, e apelou para a sua rejeição em bloco.

O conjunto da entrevista revelou um Lula combativo, indignado, com vontade liderar a mobilização popular. O tempo de cadeia e a campanha de desconstrução política de seu legado na presidência, não enfraqueceram o seu vigor e determinação, como ele mesmo registrou “sou um pernambucano teimoso e vou lutar”.

Lula abordou também a relação dos sindicatos com os trabalhadores, alertando os dirigentes sindicais para as novas dinâmicas no mundo do trabalho, as mudanças operadas no perfil da classe trabalhadora e a necessidade de intensificar o diálogo com os trabalhadores precarizados e que estão na informalidade.

Também ressaltou o papel e a grandeza do PT, fez referências ao futuro promissor da liderança de Guilherme Boulos (PSOL), elogiou o governador do Maranhão Flávio Dino (PCdoB) e acenou para um ajuste na relação com Ciro Gomes (PDT).

Sobretudo, a mensagem central, o sentido político que fica da entrevista de Lula, é o da inadiável e imperativa tarefa de construção da resistência popular ao governo da extrema direita, do “bando de malucos’, como classificou, abrindo a perspectiva de um novo rumo para o país – com inclusão social, democracia e protagonismo popular.

*Milton Alves é ativista político e social, militante do PT de Curitiba. Autor do blog Milton Com Política.

Maracás: “Uma grande Exposição”: Foi o que muitos acharam


Café com Leite Notícias:  Durante o último final de semana do mês de Abril foi de festa em Maracás. Foram muitas brincadeiras e apresentações, mas no domingo aconteceu o evento que, por ser um resgate de anos sem acontecer, foi criada uma grande expectativa, que foi a Exposição Agropecuária de Maracás.
Os visitantes vieram de longe, apesar de ter acontecido outras exposições na região, a exemplo de Brumado, Jequié e outras, muita gente compareceu.
numa rápida conversa com o contador Elias dos Anjos, ele salientou sobre a qualidade dos rebanhos. Disse que além da exposição, que a seu vê não foi uma grande exposição, porém, levando em consideração que foi a primeira depois de um longo período sem acontecer, foi um bom evento. Elias lembrou que a palestra do Suassuna, que aconteceu no sábado, sobre o plantio e cultivo da palma, foi de fundamental importância para quem quer cultivar a palma nas suas terras.
Samuel com o seu gerente Zé
O empresário no segmento de supermercado, mas que também é criador, Samuel do Maracás, como é chamado, disse está otimista com a exposição, pois depois de um longo período sem acontecer a Expor, “o evento está pra lá de bom”, vibrou Samuel. Questionado se ele ia comprar algumas cabeças, ele disse que sim, mas que primeiro ia vender o rebanho que ele trouxe. “Já achei proposta que dá pra vender, mas como movimento começa crescer agora, vou esperar mais um pouco, mas o certo é que hoje aqui eu vou comprar e vender”, disse muito otimista. A conversa com Samuel se prolongou e ele elogiou os criadores maracaenses, mas salientou que é preciso que os criadores de Maracás, que inclui ele, mudem a genética, para que Maracás seja referência no Estado da Bahia. Para ele, quantidade de animais nas fazenda já é mais sinônimo de município rico em criação de bovinos, mas sim qualidade do animal.
Estandes representou bem cada segmento e o destaque ficou com ADN e Flores Botelho
Foram muitas estandes e barracas espalhadas pelo circuito. O destaque ficou para ADN e Flores Botelho, que estavam lá representando bem Maracás no quesito flores, atestando que Maracás merece ter o adjetivo de Cidade das Flores. 
Agora é esperar mais um ano para mais uma grande Expor Maracás, se assim Deus permitir. É preciso ressaltar, que o fator primordial para que acontecesse essa exposição da forma que aconteceu, foi as fortes chuvas que têm caído em toda a Bahia, o que tem deixado o criador motivado, pois a boa pastagem engordou o animal para trazer para exposição, mas também a mesma pastagem garante engordar outro rebanho de gado novo adquirido na exposição.

 

Neymar dá sinais de desequilíbrio ao agredir torcedor Não basta ser ídolo, tem que aprender a se comportar como ídolo


É compreensível que Neymar esteja se questionando aos 27 anos se o tal menino da alegria e da ousadia vai atingir todos os seus objetivos nessa altura do campeonato. É inegável a perda de prestígio. Futebol nunca lhe faltou, mas escolhas erradas e contusões em momentos decisivos deixaram Neymar pra trás na comparação com outros ídolos e promessas.

Neymar se justificou sobre agressão a torcedor do Paris Saint-German
Neymar se justificou sobre agressão a torcedor do Paris Saint-German

Foto: Reuters

Nesse momento de crise existencial, aparece um torcedor em busca de segundos de fama. Chama um jogador de bobo, outro de racista e pede pra Neymar aprender a jogar bola. Enquanto os outros ignoram as provocações, o que faz o ídolo brasileiro? Dá um soco no tal torcedor.

A justificativa no dia seguinte: “Estou errado, mas ninguém tem sangue de barata.” Neymar reconhece o erro, sem reconhecer. Parece incapaz de lidar com críticas, de lidar com frustrações. É esse o exemplo de desequilíbrio que ele quer passar para milhões de torcedores mirins espalhados pelo mundo?

Mesmo nessa hora, muita gente ainda vai dar tapinha nas costas de Neymar e apoiá-lo nas redes sociais. Pode ser cômodo para o brasileiro continuar nesse mundo de fantasia, mas seria bem melhor se o atacante começasse a cair na real.

ARMA POLÍTICA DE BOLSONARO, MILÍCIA DIGITAL ESTÁ NA MIRA DO SUPREMO


Uma das principais armas políticas do presidente Jair Bolsonaro, as milícias digitais estão na mira de investigação do Supremo Tribunal Federal, presidido por Dias Toffoli, que suspeita de um complô movido a dinheiro para desmoralizar a Corte. O órgão tem como objetivo descobrir se há verba por trás de ataques e ameaças ao STF e seus togados, e qual a fonte de financiamento. Estimulado por uma ala do Supremo, há chance de o Congresso Nacional investigar “a utilização de perfis falsos para influenciar os resultados das eleições de 2018”. Seria uma CPI das Fake News. Quem coleta assinaturas para a CPI é o deputado Alexandre Leite, do DEM paulista, de acordo com informações do jornalista André Barrocal, em reportagem publicada na Carta Capital.

Desde o início de abril, o empresário Fabio Wajngarten, de 43 anos, é o chefe da comunicação de Bolsonaro. É judeu, e o empresariado de origem judaica apoiou em peso o ex-capitão. É especialista em web e redes sociais, arena das milícias bolsonaristas. Também vale ressaltar que Israel é terra de empresas de ponta em tecnologia da informação e espionagem.

O guru de Bolsonaro, o escritor Olavo de Carvalho, por exemplo, vê o tribunal uma barreira ao avanço da extrema-direita. Já dedicou uma de suas aulas pela internet a criticar o STF, em 22 de julho de 2018, às vésperas da eleição. Segundo o escritor, o Judiciário é usado no mundo pela esquerda para tomar o poder. E que, baseados em princípios da atualidade, os juízes favorecem mulheres, negros, gays, indígenas. “Me parecia apenas que os juízes (do STF) estavam vendidos ao PT, mas a coisa é muito pior. O esquema de apropriação do País pela Suprema Corte já está em avançada fase de realização. E nós temos alguns meses para reagir contra isso. É urgente”, disse Carvalho na aula.

Umas semanas antes, Carvalho foi ao canal no YouTube da jornalista Joice Hasselmann, eleita deputada por São Paulo pelo PSL, e disse: “O Supremo é o inimigo público número 1”. Em abril de 2015, escreveu no Facebook: “Enquanto houver um só juiz do STF à solta, ninguém se sentirá protegido contra o crime”. Em dezembro daquele ano, foi ao Twitter: “STF = são todos filhos-da-puta”. Em maio de 2016, na mesma rede social: “Os juízes do STF só farão a coisa certa se forem aterrorizados pela população”.

Há “ideias heterodoxas no bolsonarismo para controlar o STF”, atesta a reportagem. A deputada Bia Kicis (PSL-DF) propôs mudar a Constituição para os juízes voltarem a se aposentar com 70 anos para abrir mais vagas e o governo. Era essa idade até a reeleição de Dilma Rousseff, mas Gilmar Mendes e o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (MDB-RJ) agiram para esticar até 75, com o objetivo de impedir a então presidente de indicar mais gente ao Supremo. Bia quer que Bolsonaro indique mais (quatro, não dois). O impeachment de togados, uma decisão que cabe ao Senado, seria outra forma de abrir vagas. Fonte 247.

O assustador vírus incurável que está dizimando criações de porco na China


Por BBC

Criação de porcos na China — Foto: Sam Yeh/ AFP

Criação de porcos na China — Foto: Sam Yeh/ AFP

As pandemias globais que causam impacto nos suprimentos de comida são especialmente assustadoras.

A mais recente ameaça vem da febre suína africana, um vírus altamente contagioso, sem cura conhecida, e com uma taxa de sobrevivência quase nula para os porcos infectados.

A boa notícia é que a doença (ainda) não é prejudicial à saúde humana. A má notícia é que isso provavelmente trará um prejuízo para o seu bolso.

O epicentro da atual crise é a China, maior produtora e consumidora de carne suína do mundo. O país é responsável por mais da metade da população global de porcos.

A China está lutando para conter a doença, que se espalhou para todas as partes do país desde agosto do ano passado.

Epidemia pode dizimar cerca de 200 milhões de porcos

Após meses afirmando que a situação estava sob controle, Pequim agora alerta que os preços da carne suína na China poderão subir mais de 70% no segundo semestre deste ano.

Isso, por sua vez, teria um impacto negativo sobre a economia chinesa, uma vez que os preços da carne suína contribuem de forma importante para seus níveis de inflação.

Dados oficiais divulgados na semana passada reforçam a gravidade da situação. O Departamento Nacional de Estatística diz que a população de porcos do país caiu em quase 40 milhões, para 375,3 milhões, em relação ao ano anterior, devido ao surto de febre suína.

No entanto, alguns analistas acreditam que a China tem subestimado a situação, em parte porque os criadores locais estariam ocultando informações sobre os surtos.

Olhando para o futuro, a epidemia poderia dizimar cerca de 200 milhões de porcos na China, de acordo com um relatório sombrio do banco holandês Rabobank.

A previsão é de que a produção de suínos da China cairá 30% neste ano, gerando implicações para os mercados globais de commodities.

“Para dar um contexto, o declínio atual na China é quase o mesmo da quantidade total de carne suína produzida na União Europeia”, diz o estrategista global do Rabobank, Justin Sherrard.

Guerra comercial entre China e EUA

Ele afirma que a China não será capaz de importar porcos suficientes para compensar o déficit. “Não acreditamos que haja proteína animal suficiente disponível no mundo para compensar a diferença. E, assim, isso afetará outros mercados, nos quais os preços aumentarão”, diz Sherrard.

“De certa forma, a escassez em uma região poderia ser uma boa notícia para uma outra região. Mas a magnitude da situação é tal que isso vai ser prejudicial para outros mercados. Não é uma situação simples em que você pode dizer ‘com certeza que eles podem apenas importar para compensar a diferença’.”

A China está, no entanto, tentando aumentar as importações de carne suína de outro grande produtor – os Estados Unidos – para compensar a menor oferta interna. Há apenas um problema: a guerra comercial travada pelo presidente americano, Donald Trump.

As exportações de carne suína dos Estados Unidos para a China enfrentam tarifas de 62%, devido à contínua disputa entre os dois países.

A tarifa normal é de 12%, mas uma tarifa adicional de 50% foi imposta no ano passado devido à briga, tornando a carne suína americana significativamente mais cara para os consumidores chineses.

Sherrard diz que as tensões comerciais atuais são uma “complicação indesejável”, mas prevê que a escassez de carne suína pode acelerar a celebração de um acordo acelerado entre os dois lados.

“No fim, haverá algum tipo de resolução temporária, ou talvez permanente, na disputa comercial para conseguir que a carne de porco e outras proteínas animais fluam dos Estados para a China”, diz ele.

“Na verdade, há relatos de grandes volumes de carne suína dos Estados Unidos sendo embarcados para a China, a despeito dessas tarifas estarem em vigor.”

Vírus já afetou outros países

Além do surto na China, também há relatos do vírus no Vietnã, no Laos, no Camboja, na Tailândia e em outros países do sudeste asiático.

A Europa também foi afetada pela febre suína africana nos últimos anos, que pode ser transmitida tanto por porcos domesticados quanto por javalis.

“Depois de devastar as nações bálticas e o leste da Polônia em 2014, a febre suína africana apareceu na República Tcheca e perto de Varsóvia”, diz Lynn Morgan, chefe para Europa da empresa de pesquisa Ipsos Business Consulting.

“Os preços da carne suína entraram em colapso devido à produção doméstica insuficiente e mais de um terço das fazendas de suínos faliram. Análises recentes sugerem que podemos esperar que a febre suína africana surja na população de javalis alemães nos próximos quatro anos.”

Porcos infectados com a febre geralmente morrem dentro de dez dias. Se um único porco tiver o vírus, todo o rebanho deve ser abatido. Os agricultores sofrem geralmente perdas financeiras substanciais neste processo.

Ainda que o vírus da febre suína africana possa sobreviver por semanas ou meses em carne de porco crua e congelada, ele não é prejudicial aos seres humanos, de acordo com a Organização Mundial de Saúde Animal.

Mas isso pode mudar. Epidemiologistas acreditam que o vírus pode sofrer mutações, dada a semelhança entre a fisiologia do porco e a humana.

Enquanto isso, o site do Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido afirma que muitos surtos globais de doenças infecciosas (pandemias) que ocorreram na história recente foram causados por vírus anteriormente encontrados apenas em animais: “Após a mutação, os vírus tornaram-se capazes de infectar humanos”.

Além de ser um alimento básico, o porco é historicamente e culturalmente um dos animais favoritos da China. É um dos doze animais do zodíaco chinês, e 2019 é o ano do porco, de acordo com o calendário lunar chinês.

Modelo Caroline Bittencourt é procurada no mar após vendaval atingir Ilhabela (SP)


Ela estava com marido em embarcação que virou na tarde de domingo, no arquipélago paulista

[Modelo Caroline Bittencourt é procurada no mar após vendaval atingir Ilhabela (SP)]
Foto : Reprodução/Instagram

Por Juliana Almirante

A modelo Caroline Bittencourt é procurada desde a manhã desta segunda-feira (29) por bombeiros e pescadores no mar em Ilhabela (SP).

Ela sumiu desde a tarde de domingo (28) quando um vendaval atingiu o arquipélago paulista e virou embarcações.

De acordo com o G1, o barco em que ela estava virou. O marido dela, Jorge Sestini, também estava na embarcação, mas foi resgatado do mar e relatou que a Caroline sumiu.

 

 

 

 

Hoje foi o dia internacional do Lula. O Brasil e o mundo esteve ligado na sua entrevista


Muita gente está se aproveitando do Lula preso, pra leiloar o Brasil. São os chamados de vendilhões de plantão.

Por Gilvandro Filho, para o Jornalistas pela Democracia – Os 7 minutos e 42 segundos inicialmente liberados da histórica entrevista concedida pelo ex-presidente Lula aos jornalistas Florestan Fernandes Junior e Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, corroboram os maiores temores dos golpistas: Lula é imbatível, na forma e no conteúdo, um “perigo” para quem quer enganar o País e pensa que a verdade não surgirá, mais cedo ou mais tarde.

Lula é o terror dos vendilhões da Pátria. Entende-se o medo que eles têm do líder popular e ex-presidente. Diante de Lula, os fariseus que querem fazer do Brasil uma filial dos Estados Unidos não passam de ratos assustados. Não têm outra alternativa que não seja o golpe, aplicado graças a um concluiu formado por uma parte do Judiciário controlada, juízes que julgam sem prova, parlamento comprometido e uma imprensa parcial.

De uma coragem incomum, Lula escancara na entrevista a farsa montada por juiz de primeira instância que o perseguiu, armou, julgou, condenou e mandou lhe prender. No mesmo sepulcro caiado apontado por Lula, sobrou espaço para um procurador especialista em powerpoint e, agora, na criação de fundações bilionárias e inexplicáveis.

Lula diz, de forma enfática porque prefere ficar preso a sair da cadeia sem colocar toda verdade à mostra. “Desmascarar toda a turma (do procurador Deltan Dallangoll e do hoje ministro da Justiça Sérgio Moro)” é a meta do ex-presidente. “Eu tenho certeza de que durmo todo dia com a minha consciência tranquila. E tenho certeza de que o Dallagnol não dorme, que o Moro não dorme”, sentenciou Lula, de maneira clara e precisa. Dallagnol, Moro e quase todo o país sabem que ele está certo, coberto de razão.

Esclarecedora, a entrevista desnuda o grupo político que chegou ao poder graças à sua prisão e que (des) governa atualmente o País. Lula toca na ferida ao lembrar o quanto era prestigiado pela comunidade do mundo, pelos governos e organismos internacionais, como o G8, para cujas reuniões sempre foi convidado.

Melhor, Lula não deixou de fazer menção à vergonha planetária que é o governo Bolsonaro (um “bando de malucos”, como frisou), um presidente cujo prefeito de Nova Iorque se nega a receber, que é chamado de direitista fanático pela imprensa europeia e que é tido em todo canto como o presidente que quer tornar o Brasil uma colônia norte-americana. “O país não merece isso e, sobretudo, o povo não merece isto”, assinalou. E detonou: “A que ponto nós chegamos! Que avacalhação! ”

A entrevista de Lula é a fala de um bravo. Como ele diz aos dois jornalistas, “quem nasceu em Pernambuco e não morreu de fome até os cinco anos, não se curva mais a nada”. Lula não se curva. Bolsonaro, Moro, Dallagnol e quejandos, todos sabem disso. É por isso que o ex-presidente está preso. Mesmo ao arrepio da lei. Mesmo sem uma prova sequer que justifica tamanha arbitrariedade.

* Artigo escrito após a divulgação do primeiro trecho da entrevista. Fonte Plantão Brasil.

 

Lula dispara contra Bolsonaro e alivia Mourão em primeira entrevista após prisão


Em primeira entrevista após a prisão, para os jornalistas Florestan Fernandes (El País) e Mônica Bergamo (Folha de São Paulo), realizada nesta sexta-feira (26), o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva criticou o governo Bolsonaro e agradeceu o vice-presidente, general Hamilton Mourão, por ter defendido que ele fosse ao velório do neto. Em mais de duas horas de entrevista, realizada

 

Em primeira entrevista após a prisão, para os jornalistas Florestan Fernandes (El País) e Mônica Bergamo (Folha de São Paulo), realizada nesta sexta-feira (26), o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva criticou o governo Bolsonaro e agradeceu o vice-presidente, general Hamilton Mourão, por ter defendido que ele fosse ao velório do neto.

Em mais de duas horas de entrevista, realizada na sede da Polícia Federal em Curitiba, afirmou que o Brasil está sendo governado por “um bando de maluco”.

“Vamos fazer uma autocrítica geral nesse país. O que não pode é esse país estar governado por esse bando de maluco que governa o país. O país não merece isso e sobretudo o povo não merece isso”, disse.

Ao falar sobre a morte do neto Artur, 7, vítima de uma bactéria no último mês, Lula disse ser grato” ao vice-presidente, general Mourão, “pelo que ele fez na morte do meu neto (defender que ele fosse ao velório), ao contrário do filho do Bolsonaro (Eduardo).”

Esta é a primeira vez que o petista fala com jornalistas desde abril do ano passado. O encontro só foi possível após oito meses de negociação, em que o STF proibiu e depois liberou a entrevista. Na última semana, a Polícia Federal ainda tentou “melar” a entrevista com inclusão de convidados sem ouvir o ex-presidente, mas a manobra foi negada pela Justiça.

Lula foi condenado pelo TRF-4 sem provas no caso do tríplex do Guarujá (SP). O ex-presidente ainda tem condenação em primeira instância por causa do caso do sítio de Atibaia (SP). Um caso de lawfare contra o líder petista.

“Não tem problema que eu fique aqui para o resto da vida. Quem não dorme bem é o Moro, Dallagnol e o juiz do TRF-4”, declarou Lula. Esmael.

Lula chora ao falar da morte do seu Neto


Vídeo mostra chegada de Lula a entrevista exclusiva; assista no final na matéria.

Em duas horas e dez minutos de conversa, o ex-presidente falou da vida na prisão, da morte do neto, do governo de Jair Bolsonaro, das acusações de corrupção que sofre e da possibilidade de nunca mais sair da prisão.

“Não tem problema”, afirmou ele quando questionado sobre a possibilidade. “Eu tenho certeza de que durmo todo dia com a minha consciência tranquila. E tenho certeza de que o Dallagnol não dorme, que o [ministro da Justiça e ex-juiz Sergio] Moro não dorme.”

Reservou ao ex-magistrado, o primeiro que o condenou pelo caso do triplex do Guarujá, algumas de suas principais ironias.

“Sempre riram de mim porque eu falava ’menas’. Agora, o Moro falar ’conje’ é uma vergonha”, afirmou. Lula disse também acreditar que “Moro não sobrevive na política”.

Já sobre o presidente Jair Bolsonaro, não foi tão taxativo. Apesar de várias críticas, afirmou que “ou ele constrói um partido sólido, ou não perdura”.

(O ex-presidente falou ainda da necessidade de diálogo entre partidos de esquerda. E comentou o fato de o senador Cid Gomes (PSB-CE), irmão de Ciro Gomes, que afirmou em um encontro do PT: “Lula está preso, babaca!”.

O petista disse que não ficou chateado pois está mesmo preso. “Isso é uma verdade. Só não precisava chamar os outros de babaca”, disse, rindo.)

Lula disse que a elite brasileira deveria fazer uma autocrítica depois da eleição de Bolsonaro. “Vamos fazer uma autocrítica geral nesse país. O que não pode é esse país estar governado por esse bando de maluco que governa o país. O país não merece isso e sobretudo o povo não merece isso”, afirma.

E comparou o tratamento que a imprensa dá a ele com o que reserva ao atual presidente da República.

Imagine se os milicianos do Bolsonaro fossem amigos da minha família?”, questionou, referindo-se ao fato de o filho do presidente, Flávio Bolsonaro, ter empregado familiares de um miliciano foragido da Justiça em seu gabinete quando era deputado estadual pelo Rio.

O ex-presidente chorou quando falou da morte do neto Artur, de 7 anos, vítima de uma bactéria, há um mês: “Eu às vezes penso que seria tão mais fácil que eu tivesse morrido. Eu já vivi 73 anos, poderia morrer e deixar o meu neto viver”.

Lula disse ainda que, se sair da prisão, quer “conversar com os militares” para entender “por que esse ódio ao PT”, já que seu governo teria recuperado o orçamento das Forças Armadas.

Disse que acompanha a briga de Bolsonaro com o vice-presidente, Hamilton Mourão. Mas afirmou que era “grato” ao general “pelo que ele fez na morte do meu neto [defender que ele fosse ao velório], ao contrário do filho do Bolsonaro [Eduardo]”, que afirmou no Twitter que Lula queria se vitimar com a morte do menino.

Afirmou que o país tem hoje “o mais baixo nível de política externa que já vi na vida”. E disse, em tom de brincadeira, que o ex-chanceler de seu governo, Celso Amorim, tem uma dívida por ter deixado o atual chanceler, Ernesto Araújo, seguir carreira no Itamaraty.

Questionado sobre Fernando Henrique Cardoso, disse que o ex-presidente poderia “ter um papel de grandeza e mais respeitoso com ele mesmo, não comigo.

O ex-presidente falou ainda da necessidade de diálogo entre partidos de esquerda. E comentou o fato de o senador Cid Gomes (PSB-CE), irmão de Ciro Gomes, que afirmou em um encontro do PT: “Lula está preso, babaca!”.

O petista disse que não ficou chateado pois está mesmo preso. “Isso é uma verdade. Só não precisava chamar os outros de babaca”, disse, rindo. Fonte Plantão Brasil.

 

Bolg Esmael:  Em vídeo de três minutos e meio, da TV Folha, o ex-presidente Lula aparece entrando na sala onde foi concedida a entrevista aos jornalistas Mônica Bergamo (Folha) e Florestan Fernandes Júnior (El País) nesta sexta-feira (26). LEIA TAMBÉM: Lula: Tenho obsessão para desmascarar os que me colocaram aqui. 

 

“Quem quiser vir ao Brasil fazer sexo com mulher, fique à vontade”, diz Bolsonaro


Brasil não é “paraíso gay”, mas “quem quiser vir fazer sexo com mulher, fique à vontade”, diz Jair Bolsonaro. Presidente acrescentou: “Não podemos ser país do mundo gay, temos famílias”. Comentário gerou reações

Jair Bolsonaro jornalistas mulheres

“Quem quiser vir aqui fazer sexo com uma mulher, fique à vontade. Agora, não pode ficar conhecido como paraíso do mundo gay aqui dentro”.

A frase acima foi dita pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) durante café da manhã com jornalistas de diversos veículos de comunicação do Brasil nesta quinta-feira (25).

O presidente foi questionado sobre a recusa do Museu Americano de História Natural de Nova York em sediar um evento para homenageá-lo. A instituição classifica Bolsonaro como homofóbico e racista.

“Não é o museu que está me homenageando. O que houve foi pressão do governo local que é Democrata e eu sou aliado do (presidente dos EUA) Donald Trump”, disse Bolsonaro.

Ele afirmou que, em novembro de 2009, começou a “tomar pancada do mundo todo” ao acusar o kit gay. “Eu comecei a assumir essa pauta conservadora. Essa imagem de homofóbico ficou lá fora”, disse, afirmando que isso não prejudica investimentos. “O Brasil não pode ser um país do mundo gay, de turismo gay. Temos famílias”, disse.

Em seguida, o presidente proferiu a frase destacada no início deste texto.

Reações

Nas redes sociais, o escritor Paulo Coelho se manifestou em um post escrito em inglês. “As mulheres brasileiras não são mercadoria. O turismo sexual não é motivo para visitar o Brasil”, escreveu Coelho, que é o autor brasileiro mais traduzido do mundo. Matéria na íntegra do pragmatismo Político.

Paulo Coelho

@paulocoelho

 

Indígenas fecham parte da Esplanada dos Ministérios em protesto do Acampamento Terra Livre


Por Marília Marques, G1 DF

Indígenas entram em espelho d'água do Palácio da Justiça durante marcha do 15º acampamento Terra Livre — Foto: Marília Marques/G1DF

Indígenas entram em espelho d’água do Palácio da Justiça durante marcha do 15º acampamento Terra Livre — Foto: Marília Marques/G1DF

Indígenas de todo país, reunidos em Brasília para a 15ª edição do Acampamento Terra Livre, protestaram na Esplanada dos Ministérios nesta sexta-feira (26). Alguns chegaram a tirar a roupa e nadaram no espelho d’água do Palácio da Justiça.

Na água, eles cantaram, entoaram palavras de ordem e tomaram banho na cascata que cai do prédio que pertence à pasta do Ministro Sérgio Moro .

Indígenas ocupam espelho d'água do Palácio da Justiça e tomam banho na cascata do prédio

Indígenas ocupam espelho d’água do Palácio da Justiça e tomam banho na cascata do prédio

Segundo os organizadores, cerca de 4 mil pessoas participam da marcha que ocupou as seis faixas do Eixo Monumental; a Polícia Militar estimava público de 2,5 mil no início do ato. Os indígenas pedem a demarcação de terras e a “manutenção de direitos básicos”.

O Eixo Monumental – da Rodoviária do Plano Piloto sentido Congresso Nacional – foi interditado. A segurança na Esplanada foi reforçada desde uma semana antes do início do acampamento.

Indígenas fecham parte da Esplanada dos Ministérios em protesto do Acampamento Terra Livre — Foto: Bruno Marques/Apib

Indígenas fecham parte da Esplanada dos Ministérios em protesto do Acampamento Terra Livre — Foto: Bruno Marques/Apib

O Acampamento Terra Livre, que é a maior conferência do Brasil sobre povos tradicionais, começou na terça-feira (23) e tem programação até esta sexta-feira (26). O tema, este ano é “Sangue indígena, nenhuma gota a mais”.

O grupo também é contrário à proposta de municipalização dos serviços de saúde e protesta contra medidas recentes, como mudanças na Funai– antes vinculada ao Ministério da Justiça.

Indígenas entram em espelho d'água do Palácio da Justiça durante marcha do 15º acampamento Terra Livre — Foto: Marília Marques/G1DFIndígenas entram em espelho d'água do Palácio da Justiça durante marcha do 15º acampamento Terra Livre — Foto: Marília Marques/G1DF

Indígenas entram em espelho d’água do Palácio da Justiça durante marcha do 15º acampamento Terra Livre — Foto: Marília Marques/G1DF

Marcha

A marcha começou por volta das 9h. Com instrumentos musicais e munidos de arcos e flechas, os indígenas pararam, primeiro, na entrada principal do Ministério de Direitos Humanos. No local, eles pediram a “saída de ruralistas da Funai”.

Indígenas fecham parte da Esplanada dos Ministérios em protesto do Acampamento Terra Livre — Foto: Marília Marques/G1DF

Indígenas fecham parte da Esplanada dos Ministérios em protesto do Acampamento Terra Livre — Foto: Marília Marques/G1DF

“Protestamos pelo fortalecimento da saúde indígena e para que o ministro Sérgio Moro reencaminhe a Funai para o Ministério da Justiça. Não podemos permitir que a Funai permaneça sob o comando de ruralistas”, afirmou Dinamam Tuxá, coordenador executivo da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib).

Indígenas cantam durante marcha do 15º acampamento Terra Livre

Indígenas cantam durante marcha do 15º acampamento Terra Livre

Segurança

Até o meio-dia, a PM não tinha registro de conflitos relacionados ao ato. A corporação montou um cordão de isolamento para impedir a passagem dos manifestantes para o gramado do Congresso Nacional.

Grades também foram colocadas no local para que o grupo não se aproxime da entrada principal da Câmara Federal.

PM montou cordão de isolamento dos manifestantes no Congresso Nacional — Foto: Marília Marques/G1DF

PM montou cordão de isolamento dos manifestantes no Congresso Nacional — Foto: Marília Marques/G1DF