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As Fake News do pronunciamento de Bolsonaro


Confira as mentiras no novo discurso do presidente, até então negacionista frente à Covid-19 e à vacinação

Foto: Ueslei Marcelino/Reuters

 

Jornal GGN – O discurso do presidente Jair Bolsonaro, na noite desta teça (23), marcou uma mudança de posicionamento do mandatário, até então marcadamente negacionista frente à pandemia do coronavírus. O GGN separou as Fake News do pronunciamento de Bolsonaro, confira:

  • “Somos incansáveis na luta contra o coronavírus”

Durante o ano de 2020, a pandemia foi minimizada pelo presidente Jair Bolsonaro, que incentivou aglomerações, não usou máscara e constantemente se manifestou contra o isolamento social, disseminou Fake News e, juntamente com o Ministério da Saúde, prejudicou e atrasou a aquisição de vacinas contra a Covid-19 para o Brasil.

  • “Em nenhum momento, o governo deixou de tomar medidas importantes tanto para combater o coronavírus, como para combater o caos na economia, que poderia gerar desemprego e fome”

Além de tentar impedir que cidades e estados decretassem o ‘lockdown’ para combater o coronavírus, sendo essa medida levada ao Supremo Tribunal Federal (STF), que liberou governadores e prefeitos a discordarem do mandatário, o auxílio emergencial – única medida para conter as consequências econômicas da pandemia – foi suspenso durante 3 meses. A pandemia gerou desemprego no Brasil, atingindo um recorde acima de 14,1% de desempregados entre junho e novembro, que equivale a mais de 14 milhões de brasileiros.

  • “Sempre afirmei que adotaríamos qualquer vacina, desde que aprovada pela Anvisa. E assim foi feito. (…) Em julho de 2020, assinamos um acordo com a Universidade de Oxford para a produção, na Fiocruz, de 100 milhões de doses da vacina AstraZeneca e liberamos, em agosto, R$ 1,9 bilhão”

A vacina AstraZeneca foi contratada pelo governo antes da aprovação da Anvisa, o que ocorreu somente em 17 de janeiro deste ano. Ao contrário do que ocorreu com a vacina CoronaVac, do Instituto Butantan, que em julho de 2020, o Ministério da Saúde recusou uma oferta de 60 milhões de doses desde o ano passado. Em agosto, o Butantan voltou a oferecer 45 milhões de doses para dezembro e mais 15 milhões para o início deste ano, também negadas.

Em outubro, o Butantan cobrou respostas, e Bolsonaro respondeu que iria cancelar a aquisição da “vacina chinesa do Doria”. “Já mandei cancelar, o presidente sou eu, não abro mão da minha autoridade”, foi a manifestação do presidente.

O presidente também disse que articulou pessoalmente com a Pfizer para antecipar o calendário de entrega de 100 milhões de doses. Tal “iniciativa” de Bolsonaro ocorreu no dia 8 de março, um ano após o início da epidemia e quando o país já estava no ápice de novos contágios e mortes diárias. E, no ano passado, o governo também rejeitou uma oferta da Pfizer de entrega de 70 milhões de doses até dezembro deste ano.

  • “Quero destacar que, hoje, somos o quinto país que mais vacinou no mundo. Temos mais de 14 milhões de vacinados e mais de 32 milhões de doses de vacinas distribuídas para todos os estados da federação, graças às ações que tomamos logo no início da pandemia”

Além de ter cancelado a aquisição da CoronaVac pelo Butantan, que poderia ter sido distribuída desde o último trimestre de 2020, e negado a primeira oferta da Pfizer, o Brasil está longe de ser o 5º país que mais vacinou no mundo. Segundo dados do Our World in Data, da Universidade de Oxford, o país é o 58º de taxa de vacinação por habitantes.

 

 

Após recorde de mortos, Bolsonaro se reúne com governadores para defender tese sobre fim de lockdown


Após o Brasil bater novo recorde com 3.251 mortes por Covid-19 em 24 horas, Jair Bolsonaro (sem partido) se reunirá nesta quarta-feira (24) com governadores simpáticos ao governo e com os presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), para defender sua tese sobre o fim do lockdown.

Participam do encontro os governadores Wilson Lima (PSC-AM), Ronaldo Caiado (DEM-GO), Cláudio Castro (PSC-RJ), Ratinho Junior (PSD-PR) e Renan Filho (MDB-AL) – o único opositor, mas que não tem criado atritos com o presidente.

Por parte do governo, estão previstas as presenças dos ministros militares Fernando Azevedo (Defesa), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) e Augusto Heleno (Secretaria de Segurança Institucional), além de Marcelo Queiroga, médico que substituiu o general Eduardo Pazuello no Ministério da Saúde.

Bolsonaro deve sustentar a tese de que o isolamento social não surtiu resultados, repetindo mentiras sobre a posição da Organização Mundial da Saúde criadas por Donald Trump – e já desmentidas -, para propor um relaxamento nas medidas e evitar o aprofundamento da crise econômica.

Na contramão de Bolsonaro, porém na certa, vejam o que diz a Fiocruz

Fiocruz pede lockdown por 14 dias no Brasil para reduzir transmissão da Covid-19

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgou um boletim nesta terça-feira (23) que recomenda a adoção de medidas rígidas de bloqueio no Brasil, como o lockdown, para conter o avanço da Covid-19. A instrução da fundação é que as restrições se estendam no país por 14 dias, de forma a reduzir cerca de 40% da transmissão do vírus.

O documento destaca o agravamento do cenário nacional, que apresenta valores altos de casos e óbitos diários por Covid-19, assim como as altas taxas de ocupação de leitos de UTI no Sistema Único de Saúde (SUS) em todo o Brasil.

Entre esta segunda (22) e terça-feira (23), o país bateu um novo recorde de mortes diárias em decorrência da Covid-19: foram registrados 3.251 novos óbitos, número que supera todos os recordes anteriores. Os dados constam no novo balanço do Conselho Nacional de Secretários da Saúde (Conass).

A informação foi da Fórum

Lula é um político de centro, diz FHC


Em carta, FHC pede união de presidenciáveis contra candidatos radicais | VEJA

Depois de criar a teoria dos dois extremos, para justificar o voto nulo no segundo turno de 2018, entre o fascismo de Jair Bolsonaro e a social-democracia de Fernando Haddad, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso evolui e aponta Lula como um homem de centro.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso está ajustando seu discurso, depois da volta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à cena política. “Duvido que Lula queira assumir que é a esquerda revolucionária. Aí ele perde. Bolsonaro vai ficar onde está. Lula é esperto, vai para o centro. Vai agradar todo mundo. Lula vai ser construído por Bolsonaro como o perigo do comunismo, mas ele não tem nada a ver com isso. Nunca teve. Não creio que as pessoas vão optar entre esquerda e direita no sentido ideológico”, disse ele, em entrevista ao jornal Estado de S. Paulo.

De fato, Lula sempre foi um político de centro, por saber acomodar os interesses do capital e do trabalho, na sociedade brasileira. No entanto, após as quatro derrotas eleitorais, duas para Lula e para Dilma, o PSDB passou a associar o PT a um radicalismo de esquerda que nunca foi assumido por Lula. Em 2018, FHC chegou a estimular a teoria dos dois extremos, para justificar o voto nulo no segundo turno de 2018, entre o fascismo de Jair Bolsonaro e a social-democracia de Fernando Haddad.

Fonte 247.

 

Justiça iraniana condena mulher a ser executada pela própria filha


Maryam Karimi foi executada na Prisão Central de Rasht, no Irã

Pena foi considerada cruel por ativistas do país asiático

Há 13 anos, Maryam Karimi contava com a ajuda de seu pai para matar o marido que a agredia e violentava. À época, o casal tinha uma pequena filha de seis anos, que cresceu e foi responsável, no dia 13 de março, de executar a mãe após uma decisão da Justiça iraniana.

Maryam passou os últimos 13 anos atrás das grades. A sentença veio após a filha se recusar a perdoá-la ou aceitar “Diya” (dinheiro de sangue), de acordo com a TV Iran International.

A sentença foi baseada numa lei conhecida como “Qisas” – uma espécie de Lei do Talião dos tempos modernos, o famoso “olho por olho e dente por dente”.

Qisas exige que os parentes da vítima estejam presentes na execução e, inclusive, são incentivados a realizarem a punição final eles mesmos.

A filha de Maryam passou os últimos 13 anos sob os cuidados da família do pai. Ela achava que a mãe também estava morta. Quando a sentença veio, a garota foi preparada psicologicamente e demonstrou rancor da mãe.

Mahmood Amiry-Moghaddam, diretor da campanha Direitos Humanos do Irã, disse: “As leis da República Islâmica tornam uma menina, cujo pai foi assassinado quando ela era criança, o carrasco de sua própria mãe. A República Islâmica é o principal promotor da violência na sociedade iraniana hoje.”

Após a condenação, Ebrahim, pai de Maryam, foi trazido pelas autoridades para ver o cadáver da filha. No entanto, por razões desconhecidas, ele não foi condenado à pena de morte. Do Correio24horas

 

Deputados baianos divergem sobre manobra do governo para aprovar ensino domiciliar


Deputados baianos divergem sobre manobra do governo para aprovar ensino domiciliar

Foto: Reprodução/Getty Images

Com a pandemia, milhões de estudantes brasileiros, sobretudo os matriculados em escolas públicas, ficaram afastados das atividades escolares desde março de 2020. Para uma parte, no entanto, o ensino remoto virou a opção. Para outros tantos, o empecilho, em consequência da falta de acesso à rede de internet e a equipamentos digitais.

 

Na última sexta-feira (19), o presidente Jair Bolsonaro vetou integralmente o projeto de lei que obrigaria o governo a garantir internet gratuita nas escolas públicas (reveja) e somente nesta segunda-feira (22) assinou o decreto da nova regulamentação  do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) (reveja). 

 

Apesar das urgências imediatas, os ministro da Educação, o pastor Milton Ribeiro, e a ministra da  Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, têm empreendido esforços para aprovar na Câmara o projeto que autoriza o homeschooling – educação domiciliar -, pauta histórica de grupos religiosos.  A proposta que, se depender do desejo dos ministros e do governo federal seguirá para votação direto em plenário, burlando as necessárias discussões na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, foi assinada por Bolsonaro em abril de 2019. A educação domiciliar integra a lista com as 100 prioridades do governo. 

 

De acordo com reportagem da Folha de S. Paulo, já existe, na Câmara, acordo entre lideranças para que seja dispensada as discussões no âmbito do colegiado de Educação. A intenção do Planalto é garantir aprovação do projeto ainda no primeiro semestre de 2021. Não há, porém, consenso entre os deputados da própria comissão quanto ao apoio ao texto e à manobra pretendida pelo governo para a aprovação do PL, como relevam as diversas opiniões existentes entre os deputados federais baianos que integram o colegiado. 

 

No total, cinco baianos são listados na Comissão de Educação. Alice Portugal (PCdoB), Lídice da Mata (PSB) e Bacelar (Podemos) como titulares. Dayane Pimentel (PSL) e Waldenor Pereira (PT) como suplentes. 

 

Ao Bahia Notícias, a deputada Alice Portugal confirmou que o assunto tem circulado nos corredores da Casa, mas prontamente revela discordância com a manobra. “Nós não vamos concordar que essa prática continue a existir na Câmara dos Deputados, de perpasses das comissões permanentes porque reduz o debate de temas importantes como esse. Eu, enquanto membro titular da comissão, vou defender que se debata profundamente”. 

 

Alice, no entanto, não discorda integralmente da proposta de existência da possibilidade de um modelo educacional domiciliar. Segundo ela, é possível defender a proposta “quando houver uma orientação psicopedagógica, quando houver, por parte do aluno, uma indisponibilidade por qualquer razão para a vivência social. O projeto precisa ser lapidado para que essa modalidade possa ser usada para os casos necessários. Eu não quero diabolizar os mecanismos”, diz. 

 

E acrescenta: “Infelizmente, há projetos e opiniões que circulam na Câmara que são um projeto de apartheid escolar. Há segmentos que não querem [entre aspas] ‘contaminar’ a formação dos filhos com os conteúdos das escolas. Isso foi verbalizado por alguns deputados governistas. O homeschooling tem grande valor quando é aplicado nos casos certos”.

 

A ponderação também é feita pelo deputado Bacelar. “Eu não gosto, mas não sou contra. Não posso ser contra porque acho que famílias em situações especialíssimas podem escolher educar seus filhos”. Segundo ele, as questões “especialíssimas” incluem “questões religiosas, dificuldade de acesso, ter conhecimento de uma pedagogia diferente e querer aplicar, assim como família que se deslocam pelo mundo”. Alerta, no entanto, a necessidade de “regras rígidas de controle”. 

 

Para Bacelar, o peso negativo da proposta é o momento escolhido pelo governo para priorizar a pauta na Câmara. “Com 300 mil mortes, meses de escolas fechadas e o governo trazer um assunto que interessa entre 5 a 30 mil pessoas, quando 40 milhões de brasileiros estão sem acesso a escola, é uma coisa que sai do campo da política, da educação, da administração, é a irracionalidade”, classifica o deputado. 

 

“Isso aqui só lembra a Revolução Francesa, Maria Antonieta. Se não tem pão, comam brioches. Esse não é o momento dessa discussão. Esse tem que ser o último dos últimos assuntos. Cadê a vacina, Bolsonaro? Esse que deve ser o ponto número um”, enfatiza Bacelar.  Ele também se opõe a uma discussão diretamente em plenário. 

 

Já a deputada Dayane Pimentel, ex-aliada do presidente Bolsonaro, não vê problema em se estabelecer uma discussão diretamente no plenário da Casa, pois entende que o homeschooling “não se trata de uma medida de exclusão dos métodos convencionais, mas como uma alternativa para os pais que não optam pela estrutura tradicional de escola”. 

 

“Eu opto pela escola na educação de conteúdo para meu filho, mas acho correto os pais poderem optar pelo método que acharem melhor”, explica Dayane em nota enviada ao site por meio de sua assessoria. A deputada afirma ser favorável ao PL. 

 

O deputado Waldenor Pereira demonstra posicionamento contrário à proposta, assim como ao método que o governo tenta emplacar. “A apologia a educação domiciliar em um cenário de total precarização da escola pública naturaliza a negação do direito à educação pública de qualidade, podendo resultar ainda no aumento significativo do analfabetismo e na redução drástica nas taxas de escolarização. Nada substitui a escola”, diz. O parlamentar destaca ainda as determinações apontadas pelo Conselho Nacional de Educação, o qual prevê a matrícula obrigatória, o ensino presencial e o convívio com outras pessoas em idade semelhante. 

 

“Esse convício, inclusive, é considerado como componente indispensável a todo processo educacional. Essa proposta de educação domiciliar, nega a escola, desacredita o professor e a função do Estado na formação do aprendizado. Ela retira da escola o seu papel na rede de proteção de crianças e adolescentes”, enfatiza. “Eu voto contra”.

 

O Bahia Notícias também buscou contato com a deputada Lídice da Mata, mas não obteve retorno dentro do prazo de apuração da matéria. 

 

DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO 
A educação domiciliar é uma modalidade de ensino em que pais ou tutores responsáveis assumem o papel de professores dos filhos. Na prática, o projeto de lei altera a Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990, que dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional (LDB). 

 

De acordo com a Constituição Federal e a Lei de Diretrizes e Bases Educacionais LDB, a educação é “dever do Estado e da família”. Aos pais ou responsáveis é determinada a obrigatoriedade de “efetuar a matrícula das crianças na educação básica a partir dos quatro anos de idade”. 

 

Segundo publicação do Ministério da Educação, veiculada no site da pasta quando da assinatura do projeto, a medida pretende trazer os requisitos mínimos que os pais ou responsáveis legais deverão cumprir para exercer esta opção. Na nota, sob a gestão de Ricardo Vélez Rodrígues, primeiro ministro da Educação do governo Bolsonaro, já é possível aferir a tentativa de protagonismo do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humamos na pauta. As explicações do projeto são creditadas Pedro Hollanda, secretário adjunto da Secretaria Nacional da Família da pasta chefiada por Damares. 

 

No Brasil, a prática da educação domiciliar é liberada somente no Distrito Federal, a partir de Lei sancionada em dezembro de 2020 pelo governador o governador Ibaneis Rocha (MDB), e que entrou em vigência em fevereiro deste ano.

 

Nos demais estados, a impossibilidade do ensino domiciliar é amparada em uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que, em 2018, entendeu não haver uma lei que regulamente o ensino domiciliar no país.

 

A falta de uma legislação específica, famílias acabam recorrendo à Justiça para garantir uma autorização especial. Em 2016, uma pesquisa realizada pela Associação Nacional de Educação Familiar (Aned) revelou que 7.500 famílias conseguiram na Justiça resultado favorável e conduzem em domicílio a educação. BN Notícias

Morre aos 81 anos, vítima da Covid-19, o ex-deputado baiano Haroldo Lima


Morre aos 81 anos, vítima da Covid-19, o ex-deputado baiano Haroldo Lima
Crédito da Foto: Twitter

Morreu na madrugada desta quarta-feira (24/3), aos 81 anos, o ex-deputado baiano, de Caetité, Haroldo Lima (PC do B), vítima de complicações da Covid-19. A informação foi confirmada nas redes sociais do partido, que lamentou o falecimento do seu dirigente histórico e um dos parlamentares constituintes do Brasil.

“Haroldo lutou bravamente por longos dias contra a doença, mas não resistiu às complicações provocadas pelo novo coronavírus”, ressalta o comunicado da legenda comunista.

O titular da Secretaria Estadual da Saúde da Bahia, Fábio Vilas Boas, também, utilizou sua rede social para homenagear o político; “A Bahia perdeu hoje (24) para a #COVID19 mais um dos líderes que fizeram história na luta pela democracia, Haroldo Lima. Meus sentimentos aos amigos do PCdoB e a toda sua família”, publicou no Twitter.

Utilizando a mesma rede social, o governador da Bahia, Rui Costa (PT), manifestou, também, o seu sentimento pela perda de Haroldo Lima. Aratuon

 

PRF e INEMA resgatam mais de 150 animais silvestres em Vitória da Conquista


PRF e INEMA resgatam mais de 150 animais silvestres em Vitória da Conquista

 

Em 2020, a PRF já resgatou 3.060 animais silvestres e mais 564 animais exóticos durante fiscalizações nas rodovias federais que cortam a Bahia

Nesta terça-feira (23), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) na Bahia, em ação conjunta com o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (INEMA) realizou uma operação de combate ao tráfico de animais silvestres, coibindo a criação e a caça desses animais com ações pontuais em Vitória da Conquista, no sudoeste baiano.

Durante as atividades que aconteceram em várias localidades, os policiais resgataram grande quantidade de aves aprisionadas em gaiolas pequenas e em condições precárias de falta de higiene (cobertas com fezes e urina), sem água, com restrição de movimento, privação de luz e sem circulação de ar, ensejando condições evidentes de maus-tratos.

No total, foram resgatadas 149 aves silvestres de espécies variadas e um jabuti.

Os responsáveis pela criação e aprisionamento ilegal foram identificados e cada um, assinou o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e responderão na Justiça por crimes contra o meio ambiente. Além disso, foi realizada uma ação de conscientização e educação ambiental.

As aves foram encaminhadas aos cuidados do INEMA onde passarão por triagem, serão alimentados e tratados por equipes de veterinários, biólogos e demais profissionais capacitados. Quando estiverem em condições, os animais serão reinseridos na natureza. Correio24horas

Rui Costa suspende transporte intermunicipal durante feriados da Semana Santa e Páscoa


 

O prefeito Bruno Reis já havia revelado a informação nesta segunda-feira (22)

[Rui Costa suspende transporte intermunicipal durante feriados da Semana Santa e Páscoa]
Foto : Divulgação/GOVBA

O governador Rui Costa (PT) anunciou ontem (23), em uma transmissão ao vivo, que o transporte intermunicipal será suspenso durante o feriado da Semana Santa e Páscoa em todas as cidades da Bahia. O período corresponde aos dias 1º a 6 de abril. A medida visa frear o avanço da pandemia do coronavírus no estado.

“Queremos interromper e dificultar que as pessoas tenham acesso ao interior. Se a gente permitir que haja o transporte intermunicipal em um feriado prolongado, onde a gente tem a tradição das pessoas viajarem, a gente vai gerar uma contaminação grande entre as pessoas e, portanto, nosso objetivo é reduzir a contaminação”, disse o gestor estadual.

O prefeito Bruno Reis já havia revelado a informação nesta segunda-feira (22), em entrevista à TV Bahia, após uma reunião com o governo do estado. Além disso, ele afirmou que avalia antecipar pelo menos quatro feriados para aumentar o isolamento social em Salvador. Do Metro1

Pesquisa no Maranhão mostra Lula com 69% e Bolsonaro com 16% na corrida presidencial


Levantamento do instituto Exata mostra ainda que Flávio Dino (PCdoB) lidera as intenções de voto para o governo do estado, mesmo não podendo concorrer a um terceiro mandato, e para o Senado

Pesquisa do instituto Exata feita no estado do Maranhão sobre o cenário eleitoral em 2022, divulgada nesta terça-feira (23), aponta que o ex-presidente Lula lidera as intenções de voto para a presidência no próximo pleito.

O petista, segundo o levantamento, aparece com 69% das intenções de voto, contra 16% do atual presidente, Jair Bolsonaro. O terceiro lugar entre os maranhenses é o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), que soma 6%. Ele é seguido por Sérgio Moro, que tem 4% das intenções de voto, e pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que soma 1%. 3% dos entrevistados disseram que votarão em branco ou nulo, enquanto 1% não sabe ou não respondeu.

Com relação à corrida pelo governo do Maranhão, o atual governador, Flávio Dino (PCdoB), lidera, mesmo com o fato de que não pode concorrer a um terceiro mandato. Na pesquisa espontânea, isto é, quando o nome dos candidatos não são citados, Dino aparece com 10,98% das intenções de voto. Ele é seguido pela ex-governadora Roseana Sarney, que tem 5,20%, e pelo senador Weverton Rocha (PDT), que soma 2,71%.

O governador Flávio Dino também lidera, segundo a pesquisa, a corrida pelo Senado. O comunista aparece com 45% das intenções de voto, contra 18% de Roseana Sarney. Além disso, o levantamento apontou alta aprovação do governo maranhense: 63% dos entrevistados aprovam a gestão de Dino, enquanto 33% não aprovam.

A pesquisa Exata foi encomendada pela Rádio Difusora FM e ouviu 1.403 pessoa entre 11 e 14 de março. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

A informação é da Fórum

 

Curitiba, “terra” de Moro, tem buzinaços e atos de comemoração pela suspeição do ex-juiz e elegibilidade de Lula; assista


Manifestantes comemoraram a decisão do STF contra o ex-magistrado em frente à sede da Polícia Federal na cidade, onde Lula ficou preso por mais de 500 dias, e nos entornos do prédio do MPF.

A “República de Curitiba” desmoronou. Na noite desta terça-feira (23), após a decisão da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que declarou Sérgio Moro suspeito e confirmou a parcialidade do ex-juiz no processo do “triplex do Guarujá” que levou Lula à prisão, moradores da capital paranaense saíram às ruas para comemorar a derrota judicial do ex-magistrado e a vitória de Lula.

O placar do julgamento no STF, que acatou um habeas corpus da defesa de Lula apontando a suspeição de Moro, ficou em 3×2 pelo reconhecimento da parcialidade do ex-juiz, o que leva à anulação de todo o processo, desde a fase de coleta de provas e depoimentos. Com isso, a elegibilidade de Lula, que já havia sido retomada com a anulação do processo por incompetência de vara determinada pelo ministro Edson Fachin, foi confirmada. Votaram contra o HC os ministro Edson Fachin e Nunes Marques e, a favor, além de Cármen Lúcia, os ministros Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski.

Em Curitiba, manifestantes fizeram carreatas e buzinaços com faixas e gritos de “Lula livre” e contra Moro. Os protestos foram registrados na frente do prédio do Ministério Público Federal (MPF) e em frente à sede da Polícia Federal, onde Lula ficou preso por mais de 500 dias após a condenação, agora anulada, do ex-juiz que atuava na vara federal da cidade.

No ato em frente à PF, uma das coordenadores da Vigília Lula Livre, Regina Cruz, gravou depoimento para o fotojornalista Eduardo Matysiak.

Com informação da Revista Fórum

 

“A ministra Cármen Lúcia deu um voto histórico e corajoso”, diz Marco Aurélio de Carvalho


Da revista Fórum

O advogado Marco Aurélio de Carvalho, especializado em Direito Público e integrante do Grupo Prerrogativas, classificou como “histórico” o voto da ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF). Ela mudou, nesta terça-feira (23), seu posicionamento e considerou o ex-juiz Sergio Moro suspeito, no caso do ex-presidente Lula.

“A ministra Cármen Lúcia deu um voto histórico, corajoso e decisivo para a construção de uma biografia da qual ela própria, seguramente, pode se orgulhar”, declarou.

“Ela mostrou, de forma absolutamente desprendida, de forma altiva, que não tem compromisso com o erro. Reviu uma posição que ela já tinha tomado em um passado recente, fazendo uma nova análise dos autos e confirmando aquilo que todos nós já havíamos denunciado: que houve uma parcialidade criminosa do então juiz Sergio Moro na condução dos processos que envolviam o ex-presidente Lula”, destacou Marco Aurélio.

O advogado ressaltou, ainda, que os juristas do grupo Prerrogativas sempre acreditaram que a ministra, de fato, pudesse rever seu posicionamento. “Sempre houve confiança irrestrita. Ela deu uma colaboração decisiva para o nosso sistema de Justiça se reacreditar”.

A mudança

Cármen Lúcia, mudou de posição e votou, em julgamento da Segunda Turma da Corte a favor do habeas corpus (HC) impetrado pela defesa do ex-presidente Lula, que pedia o reconhecimento da suspeição do ex-juiz no processo do triplex do Guarujá, que levou o petista à prisão.

Com o voto de Cármen Lúcia, o placar ficou em 3 a 2 pelo reconhecimento da parcialidade de Moro, o que leva à anulação de todo o processo, desde a fase de coleta de provas e depoimentos.

Com isso, a elegibilidade de Lula, que já havia sido retomada com a anulação do processo por incompetência de vara determinada pelo ministro Edson Fachin, é confirmada.

João Doria diz que Bolsonaro é um líder psicopata


Para o governador de São Paulo, milhões de brasileiros estão pagando o preço por terem um psicopata presidente.

Doria relaxa ainda mais a quarentena e divide Grande São Paulo | Geralc

“Estamos em um daqueles momentos trágicos da história em que milhões de pessoas pagam um preço alto por ter um líder despreparado e psicopata no comando de uma nação”. Assim João Doria referiu-se a Bolsonaro e ao momento trágico vivido pelo Brasil Ele falou nesta segunda-feura (22) à CNN,.

O país está vivendo uma crise sanitária, com hospitais e UTIs entrando em colapso e causando números recordes de mortes diárias.

O governador disse que muitas mortes poderiam ter sido evitadas se Bolsonaro tivesse “agido com a responsabilidade que o cargo lhe confere” e que o maior erro do presidente foi “ter uma disputa política com os governadores que estão tentando proteger a população”, disse à emissora de TV.

 

FHC diz que Lula “nunca foi de esquerda” e irá para o centro: “Vai agradar todo mundo”


FHC e Lula, na ocasião da morte de Marisa Letícia. Foto: Ricardo Stuckert/Fotos Públicas

 

Em uma entrevista ao Estadão FHC deu uma estocada com seu inconfundível ar de superioridade e, no final, um elogio com certa amargura da inveja.

“Não estou julgando ninguém, mas a gente tem que viver com intensidade cada momento. Quando você fica muito agarrado a um momento da sua história, você morre com ela. É melhor arrumar brinquedos novos para se distrair com outras coisas”, afirmou.

O ex-presidente, segundo ele, “nunca foi de esquerda” e nem é “um perigo”.

“Duvido que Lula queira assumir que é a esquerda revolucionária. Aí ele perde. Bolsonaro vai ficar onde está. Lula é esperto, vai para o centro”, disse.

“Vai agradar todo mundo. Lula vai ser construído por Bolsonaro como o perigo do comunismo, mas ele não tem nada a ver com isso. Nunca teve. Não creio que as pessoas vão optar entre esquerda e direita no sentido ideológico.”

APÓS “TRATAMENTO PRECOCE”, PACIENTES MORREM OU PRECISAM DE TRANSPLANTE DE FÍGADO


Segundo relatos de médicos que têm compromisso com a saúde humana, esse tipo de tratamento, além de ser zero eficácia, ainda atrapalha o tratamento natural e, em muitos casos leva a morte. Fica uma pergunta no ar: Se o tal medicamento fosse tão bom o Brasil estava com praticamente 300 mil mortes pela covid? Você que é apoiador de Bolsonaro, tomaria esse medicamento, mas só o apoia porém não tem coragem de seguir os seus conselhos?

Bolsonaro faz propaganda da cloroquina. Foto: Reprodução

O uso do chamado kit covid, que reúne medicamentos sem eficácia contra a doença, mas que continua sendo prescrito por alguns médicos e propagandeado pelo presidente Jair Bolsonaro, levou cinco pacientes à fila do transplante de fígado em São Paulo e está sendo apontado como causa de ao menos três mortes por hepatite causada por remédios, segundo médicos ouvidos pelo Estadão.

Hemorragias, insuficiência renal e arritmias também estão sendo observadas por profissionais de saúde entre pessoas que fizeram uso desse grupo de drogas, que incluem hidroxicloroquina, azitromicina, ivermectina e anticoagulantes. O aumento relatado por médicos de pacientes que chegam ao pronto-socorro com algum efeito relacionado ao uso desses remédios coincide com o agravamento da pandemia.

Números do Conselho Federal de Farmácia (CFF) mostram que o total de unidades vendidas de ivermectina, por exemplo, subiu 557% em 2020 em comparação com 2019, sendo dezembro o mês recordista de vendas da droga. O remédio, indicado para tratar sarna e piolho, não teve sua eficácia contra a covid comprovada. Seu uso contra o coronavírus foi desaconselhado pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA) e pelo próprio fabricante do produto, a Merck.

O produto, porém, é um dos que foram utilizados pelos cinco pacientes que entraram na fila de transplante de fígado. Todos eles haviam tido, semanas antes, diagnóstico de covid e receberam a prescrição do chamado “tratamento precoce”.

Vejam o que aconteceu com essa mulher após ingerir esse medicamento

Hidroxicloroquina

O infectologista Gerson Salvador, que trabalha em um hospital de São Paulo, relatou o desespero manifestado por uma mulher que sofreu alterações cardíacas nesta segunda (22/3). Ela fez uso do chamado “tratamento precoce” contra a COVID-19, contraindicado pelos médicos.

“Hoje admiti na emergência uma mulher jovem com COVID-19. Ela tomava: hidroxicloroquina, azitromicina e clavulin. Além de necessidade de oxigênio, tinha uma alteração no eletrocardiograma, então desconhecida. Ela chorou dizendo ‘eu tenho duas filhas pequenas’”, escreveu o médico no Twitter.

O chamado “tratamento precoce” tem sido indicado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para combater a COVID-19. O “kit” reúne fármacos como hidroxicloroquina, azitromicina e ivermectina.

Na semana passada, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), também disse que o uso desses remédios possibilitou a aceleração da recuperação de pacientes no estado. (…)

Fonte Diário do Centro do Mundo