No Maranhão, esquema para desviar dinheiro da educação usava nomes de alunos fantasmas


No Maranhão, esquema para desviar dinheiro da educação usava nomes de alunos fantasmas

No Maranhão, esquema para desviar dinheiro da educação usava nomes de alunos fantasmas

O município maranhense de Monção recebeu, em 2018, R$ 40 milhões do governo federal pra investir em educação. Mas boa parte desse dinheiro pode ter sido desviada, segundo a Polícia Federal e o Ministério Público Federal.

Os recursos do Fundeb são a principal fonte de desvio de recursos públicos federais nos municípios maranhenses. Segundo as investigações, o golpe é aplicado de duas maneiras: numa delas, os dados de pessoas reais são usados clandestinamente. A outra fraude é a criação de alunos fantasmas. No total, 137 municípios são investigados no Maranhão. Fonte:G1

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Mulher é achada morta com cobra enrolada no pescoço em casa com 140 serpentes


Uma pessoa que passava pelo local viu Laura caída no chão com a píton enrolada no seu pescoço

Uma mulher, de 36 anos, foi encontrada morta com uma cobra enrolada no pescoço em casa em Battle Ground (Indiana, EUA) com 140 serpentes, na noite de quarta-feira (30/10). De acordo com a polícia local, Laura Hurst foi morta por uma píton de 2,5 metros de comprimento.

Foto: Reprodução

A casa é mantida por Don Munson, xerife do condado de Benton (Indiana), especificamente para abrigar cobras. Laura tinha 20 serpentes vivendo na residência e constantemente ia visitá-las.
Foto: Reprodução
O xerife mora na casa ao lado. Uma pessoa que passava pelo local viu Laura caída no chão com a píton enrolada no seu pescoço. Munson classificou a morte como “um trágico acidente”, de acordo com reportagem do “Journal Courier”. A americana tinha dois filhos. Com informações do Ibahia.

Mãe diz que sabia que namorado agredia filho encontrado morto em casa: ‘Achei que ele ia mudar’


Menino foi encontrado morto com sinais de asfixia e violência sexual dentro de casa, em Goiânia — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Menino foi encontrado morto com sinais de asfixia e violência sexual dentro de casa, em Goiânia — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

A mãe do menino de 2 anos achado morto em casa diz que sabia que o namorado agredia o filho, mas que não acreditou que ele pudesse matar a criança. O adolescente de 17 anos foi apreendido suspeito do ato infracional. Já a jovem, de 21 anos, foi presa por abandono de incapaz.

O menino foi morto na madrugada de domingo (3). Segundo a perícia, a causa da morte foi asfixia, mas ele também tinha sinais de agressão e abuso sexual.

“Aconteceu sim [agressões], mordidas, duas vezes, aí ele parou. Nesse dia agora [da morte] aconteceu novamente. Pra mim ele tinha mudado, ele falou que não ia fazer mais, acreditei nele e quebrei a cara. Ele me falava que as mordidas não eram pra machucar, mas que era carinho. No fundo não acreditava, mas deixei passar porque esperava que ele ia mudar”, afirmou a mãe da criança.

A jovem disse que passou o dia na casa de uma amiga e, de madrugada, recebeu uma ligação do namorado falando que o filho estava passando mal. Quando chegou, o menino estava dentro da ambulância dos bombeiros. Ela disse que está se sentindo “culpada”.

“No fundo eu me sinto [culpada], porque eu acreditei, confiei nele. Poderia ter tirado ele de lá, não sei”, comentou.

Porém, ela diz que não tem certeza se o namorado realmente matou o menino. “Ele me disse que não fez nada. Eu não sei, sinceramente. Mas todos dizem, o laudo mostra, que ele foi abusado e assassinado”, completou.

A mãe do menino disse que os dois estavam juntos há um ano, mas que o relacionamento estava desgastado. Sobre sua prisão, ela diz que é suspeita de um crime não cometeu.

Segundo o delegado Hellyton Carvalho, ela vai responder por abandono de incapaz e deve passar por audiência de custódia para saber se continuará presa.

“A criança foi agredida dias antes, a Ingrid não fez nada e mesmo assim deixou na companhia do padrasto, passou o fim de semana fora de casa e deixou a criança em poder do padrasto”, afirmou.

O delegado explicou ainda que, para a namorada, o adolescente negou o crime, mas, em depoimento formal, ficou em silêncio. Ele foi autuado pelo ato infracional equivalente a homicídio qualificado e estupro de vulnerável.

“A versão dele para a namorada é que teria levado a criança pra passear no shopping, se perdeu dele e depois uma senhora o encontrou dizendo que o menino tinha caído e batido a cabeça”, disse.

 

 

Garota pede socorro por WhatsApp após ser estuprada pelo pai: ‘Não aguento mais


Mãe viajou para buscá-la depois de receber áudios relatando abuso

Uma garota de 13 anos pediu socorro à irmã pelo WhatsApp depois de ser estuprada pelo pai, em São Vicente, litoral de São Paulo. Segundo a irmã, a adolescente depois contou que foi vítima de abusos de maneira recorrente na casa. O caso é investigado pela Polícia Civil e as informações são do G1 Santos e Região.

O crime foi em setembro, segundo a irmã, que resolveu denunciar agora porque o pai continua solto. Há várias mensagens da garota relatando os abusos. “Não aguento mais, quero morrer. Ele diz que só quer fazer carinho em mim, mas só quer passar a mão no meu peito”, diz um dos trechos.

A irmã mora em São José do Rio Preto e diz que depois de receber a mensagem foi até São Vicente para pegar a garota. “No mesmo dia que recebi as mensagens eu fui. Quando cheguei, ela arrumou as malas e eu trouxe ela e mais dois irmãos meus, de 14 e 10 anos, para cá. Assim que cheguei na minha cidade procurei a delegacia”, lembra.

Os filhos viviam sós com o pai na casa, pois a mãe saiu de casa há dois anos e não visita mais as crianças.

Mensagens e investigação
Nas mensagens, a menina pede para ir morar com a irmã. “Se você quiser, te ajudo a pagar o aluguel, água, mas por favor me tira daqui”, pede em um dos áudios. Em outra mensagem, ameaça partir para violência. “Vou bater nele. Ele pode até me bater, mas não quero mais sofrer por isso”, escreveu. A vítima contou na delegacia que foi drogada várias vezes pelo pai antes dos abusos.

Depois da denúncia, o homem saiu de casa e não foi mais achado. A irmã diz que elas vivem com medo. “Só quero que a justiça seja feita. Que ele pague pelo que fez. A polícia não pode procurá-lo como culpado porque não tem provas materiais, só se ela estivesse morta ou grávida ou se tivesse feito o exame logo após o estupro”, relata.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública, o homem, que não teve nome divulgado, é investigado por estupro de vulnerável. O caso está em andamento. Com informações do Correio.

Dentista brasileiro restaura sorrisos de graça dentro e fora do Brasil


Foto: Instagram

Foto: Instagram

Um dentista brasileiro viaja pelo Brasil e pelo mundo com seus parceiros para consertar dentes gratuitamente e devolver sorrisos a pessoas de baixa renda, que não têm como pagar por um tratamento.

“A gente cuida da boca inteira do paciente de acordo com o que ele precisa, com atendimento gratuito. O objetivo é fazer atendimento no nível de consultório odontológico em comunidades que não têm acesso a esse serviço”, disse o dentista Felipe Rossi ao R7.

Aos 38 anos ele é o presidente da ONG Por1Sorriso, que foi fundada em 2016 e percorreu desde o Parque Indígena do Xingu, no Mato Grosso, a países do leste da África como Quênia e Moçambique.

A última ação, realizada em Nova Olinda, no Ceará, contou com uma equipe de 35 pessoas – entre dentistas, médicos, ajudantes gerais e fotógrafo.

“Levamos por volta de 2 toneladas de equipamento, que é enviado via carreta”, diz Felipe Rossi.

O tratamento

O tratamento é completo. São feitos exames para identificar os problemas de cada paciente e determinar quais os procedimentos necessários. “Fazemos tudo: canal, restauração, dentadura”, conta o dentista.

Os pacientes que estão com dor e precisam de dentaduras são prioridade. “Recebemos todo mundo, não temos vínculo com nenhum governo ou igreja”, ressalta.

Os atendimentos são feitos em locais cedidos pelos parceiros da organização, ou pela prefeitura do município.

“No Xingu a gente fez atendimento numa oca. A última ação foi feita em um teatro”, conta Felipe.

Cada ação no Brasil dura cinco dias, ao custo médio de R$ 20 mil.

Felipe diz que nesse intervalo, a equipe consegue realizar cerca de 1.500 procedimentos odontológicos.

Quem paga

O patrocínio vem de duas empresas que pertencem a amigos pessoais de Felipe e, mais recentemente, da Colgate.

Pessoas físicas podem doar por meio do “Sorriso Solidário”. É possível escolher uma quantia mensal que varia de R$ 10 a R$ 200, ou fazer um depósito bancário de qualquer valor.

“A verba ainda é muito aquém do que a gente precisa para fechar a conta no final do mês”, diz o presidente da organização.

A ideia

Foi durante uma missão Moçambique  que Felipe teve a ideia de criar a Por1Sorriso, junto com a dentista Marina Melo.

“Começamos nós dois e alguns voluntários”, lembra. Eles tinham apenas uma cadeira odontológica. Hoje a ONG tem 20 delas.

No banco de dados da organização existem mais de 4.000 profissionais voluntários cadastrados, mas nem todos permanecem: “Existem custos com os quais as pessoas têm que arcar e, com isso, muita gente acaba desistindo de ir na ação. É sempre muito difícil fechar a equipe”, explica Felipe.

 

O doutor Felipe com um dos seus pacientes Foto: Instagram

O doutor Felipe com um dos seus pacientes Foto: Instagram

Veja alguns sorrisos restaurados pela ONG:

Fotos: reprodução Instagram

Fotos: reprodução Instagram

 

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Com informações do R7 e BoredPanda

 

 

‘Ditadura bolsonarista’ está cada vez mais perto, diz MK; ouça


['Ditadura bolsonarista' está cada vez mais perto, diz MK; ouça]

 

Em comentário na Rádio Metrópole, na manhã de hoje (1º), Mário Kertész voltou a alertar sobre os riscos que a democracia brasileira corre, diante das recentes declarações e atitudes de membros do governo. MK repudiou a fala do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL), que defendeu um novo Ato Institucional nº5 em caso de “radicalização” da esquerda, e lembrou que o AI-5 “foi como se o Brasil tivesse entrado nos piores dos tempos”.

“Fala-se muito em ditadura, nossos governantes juram respeitar a Constituição, mas em alguns casos é da boca pra fora. (…) Eduardo foi criticado duramente por políticos decentes do país, de todos os partidos, inclusive do partido dele. Acho engraçado quando ele fala ‘se a oposição radicalizar’, quero saber qual é a oposição que o Brasil tem hoje. A oposição que o governo Bolsonaro tem é a oposição feita pelo seu próprio partido e pelos seus miltantes. (…) Os militares não gostaram nem um pouco”, disse.

MK também fez críticas ao fato de que Bolsonaro determinou o cancelamento de assinaturas da Folha de S. Paulo por parte dos órgãos do governo federal, além de ameaçar anunciantes do jornal. “Ele está se comportando igual a Hugo Chávez, Maduro, da Venezuela, que ele mesmo e tanto dos seus criticam. (…) Na realidade estamos caminhando, a passos acelerados, ou para haver uma reação da democracia, ou então nós vamos sucumbir à ditadura bolsonarista. Coisa que, evidentemente, eu não desejo, mas cada dia vejo chegar mais perto. O presidente não se conforma com nada, tudo tem que ser como ele quer”, avaliou.

Ao abordar a postura do Ministério Público do Rio de Janeiro quanto aos áudios que implicam o presidente Jair Bolsonaro no caso Marielle Franco, MK disse que viu e leu “muitas ditaduras que começaram assim”. Uma reportagem da Folha de S. Paulo aponta que a perícia do material foi realizada a toque de caixa, em apenas 2h25min, após a reportagem do Jornal Nacional revelar a denúncia.

“Adolf Hitler, por exemplo, assumiu democraticamente, e devagar foi, foi, foi, até que pôs fogo no prédio do Congresso e começou a tomar uma série de medidas contra a imprensa, contra os judeus, e aí nós vimos o resultado. (…) Agora é isso que está acontecendo, infelizmente, aqui no Brasil. Ninguém subestime. As coisas estão caminhando da pior maneira possível. Isso não é brincadeira”, ressaltou.  Por Metro1.

Ouça o comentário completo:

A história da mulher que pode morrer se virar a cabeça para o lado errado


 

Rachel Pighills e seu marido Guy planeja ir a Barcelona para que ela possa ser operada — Foto: BBC

Rachel Pighills é uma inglesa de 33 anos que não pode virar a cabeça para a esquerda sem colocar sua vida em risco.

Quando conversou com a BBC há alguns dias, Pighills planejava viajar para a Espanha em busca de um tratamento que lhe permitisse retornar à vida que ela tinha antes de seu pescoço se tornar incapaz de suportar o peso de sua própria cabeça.

Um simples giro à esquerda pode deslocar a coluna cervical, o que, segundo ela conta, pode causar a morte dela.

Por isso o voo para Barcelona a deixou “aterrorizada”. Mas ela diz que está se mantendo “forte” pela filha dela, de 12 anos.

Em julho, Pighills foi diagnosticada com várias doenças que afetam sua medula espinhal e cabeça, incluindo invaginação ou impressão basilar. Isso significa que seu crânio afunda sobre a coluna vertebral e pressiona o tronco cerebral.

Ela diz que apenas três cirurgiões em todo o mundo podem realizar a operação que custa US$ 174 mil (cerca de R$ 700 mil). Nenhum deles está no Reino Unido.

Até agora, ela conseguiu arrecadar mais de US$ 15 mil – menos de 10% do valor total.

Nesta viagem de quatro dias, Pighills passará por várias ressonâncias magnéticas.

“Meu cérebro entra em colapso sobre meu canal medular e a parte de trás da minha cabeça fica instável”, disse ela.

“E se desloca parcialmente quando eu viro para a esquerda. Se deslocar completamente, isso seria uma decapitação interna e eu morreria instantaneamente”.

Por outro lado, ela só pode usar o colar cervical durante quatro horas por dia para ela evitar uma perda de massa muscular.

Saga de médicos

Pighills, que tem uma filha de 12 anos, estava em forma e saudável até agosto de 2017. Na época, ela passou a tomar um remédio para tratar o distúrbio que causa hiperatividade no sistema imunológico.

Desde então, ela passou a vomitar com frequência e foi para o hospital algumas vezes por conta das crises. Isso a levou a perder 38 kg em seis semanas e a fez pensar que isso ocorreu de maneira inconsciente por conta de seu casamento que se aproximava.

Os médicos chegaram a suspeitar de um tumor no cérebro – o que foi descartado após uma ressonância. Um novo diagnóstico saiu em outubro de 2017, quando Pighills descobriu que tinha doença de Addison.

Também chamada de insuficiência adrenal, ela se caracteriza pelo fato de o corpo não produzir os hormônios esteroides de maneira suficiente.

Pighills passou a fazer um tratamento para repor esses hormônios e corrigir seu nível de cortisol. Se ele cair demais, ela pode morrer.

Em agosto de 2019, a mulher e sua família se mudaram de casa para diminuir o trajeto entre a casa deles, o trabalho e a escola da filha.

No novo lar, ela bateu a cabeça no ventilador de teto e os sintomas se agravaram.

Pighills foi tentar entender o que ocorria com ela com mais profundidade e passou a pesquisar o que era a Síndrome de taquicardia postural ortostática (Pots). Trata-se de um aumento da frequência cardíaca que ocorre sempre que a pessoa fica em pé ou senta que causa, por exemplo, tontura e enjoos.

Com os sintomas persistindo, ela fez novas visitas ao clínico geral e acabou sendo encaminhada a um cardiologista.

Exames revelaram que o coração dela estava batendo mais rápido que o normal – o que a levou a ser diagnosticada com Pots. Em maio, um neurologista a diagnosticou com malformação de Chiari. Isso ocorre quando o tecido cerebral se estende para o canal medular.

Em junho, outro neurologista a diagnosticou com platybasia – achatamento anormal na base do crânio e ainda disseram que ela tinha invaginação basilar.

Isso ocorre quando a parte superior da coluna empurra a base do crânio, causando beliscões e pressionando o tronco cerebral.

Os médicos acreditam que todos esses problemas podem ter sido causados por um distúrbio do tecido conjuntivo. Isso é causado porque as taxas de colágeno, vital na construção desse tecido, está menor do que deveria.

O que é e como é tratada

  • A invaginação basilar ocorre quando a parte superior da coluna pressiona a base do crânio.
  • Pighills também tem instabilidade atlantoaxial (compressão da medula espinhal), o que lhe causa dificuldades em mover o pescoço, platibasia (achatamento da base do crânio) e síndrome da coluna cervical, causada pela compressão cerebral.
  • Se você se submeter a uma cirurgia e ela for bem-sucedida, o paciente pode se curar.
  • Em uma primeira cirurgia, elimina-se o osso da vértebra do eixo, que está comprimindo seu cérebro, enquanto na segunda juntam o crânio ao pescoço.

Pighills, que trabalha como gerente de uma cadeia de suprimentos, disse que entrar em um avião para visitar seu cirurgião a deixou “absolutamente aterrorizada”.

“Penso na pressão na cabine, na força da decolagem e em estar presa com as costas na cadeira”, disse ele. “Eu não sei como meu corpo vai reagir.”

Seu marido Guy, de 39 anos, disse que teme pela esposa todos os dias.

“Eu estarei no trabalho e morrendo de medo pensando no que vou encontrar quando voltar para casa. Estará tudo bem?”

“Eu adoraria que ela se submetesse à cirurgia e recuperasse um pouco de sua normalidade e independência”.

 

Médica filha de gari se especializa pra ajudar pessoas com doença da mãe


Aline e o pai Tales Foto: Vanessa Martins/G1

Aline e o pai Tales Foto: Vanessa Martins/G1

Lembra da filha que se formou em medicina graças ao esforço do pai que é gari

Após dez anos de estudo, concluídos com incentivo do pai ,Tales Pereira, a médica Aline de Castro está prestes a concluir a residência em gastroenterologia, em Goiânia, Goiás

A escolha da especialização é, segundo Aline, uma forma de evitar que mais pessoas sejam vítimas de doenças como a da mãe dela. Aline perdeu a mãe quando tinha 9 anos de idade para um câncer no estômago.

“Talvez uma forma de conhecer mais, poder ajudar pessoas que tiveram isso, fazer diagnósticos mais precoces”, disse.

Mimar o pai

A médica foi criada pelo pai, que não poupou esforços para que a filha realizasse o sonho de ser médica.

“Levantava 4h30 todos os dias, por 36 anos, mas valeu a pena”, contou.

Agora, ela assume algumas contas da casa e faz questão de “mimar” o pai, que está aposentado.

O primeiro salário, segundo pai e filha, foi usado para comprar uma rede, que o Tales adora, e para colocar um portão eletrônico na casa.

Depois, vieram um carro e um aparelho de televisão novos.

“Passa um filme na cabeça. É o final de dez anos de muito estudo. […] Finalmente eu vou ser especialista em gastroenterologia e estou bastante ansiosa para esse momento. Vida nova”, celebrou.

Com informações do G1

 

‘Caneta azul é uma idiotia total’, avalia Aninha Franco


Poeta, advogada, dramaturga e escritora baiana  lamentou o cenário político-cultural do Brasil e ressaltou o poder transformador da educação

[‘Caneta azul é uma idiotia total’, avalia Aninha Franco]
Foto : Tacio Moeira / Metropress

Poeta, advogada, dramaturga e escritora baiana, Aninha Franco criticou em entrevista à Rádio Metrópole, nesta quarta-feira (30), o hit ‘Caneta Azul’, uma música sobre uma caneta perdida pelo autor numa escola que já atingiu mais de 8 milhões de visualizações no YouTube desde seu lançamento, no dia 18 de outubro. A música é do vigilante maranhense Manoel Gomes.

“Se a música está com a caneta azul, como é que está o resto? Eu já tive que ouvir isso uma vez de manhã. […] Primeiro problema é ausência absoluta de educação. Se não há educação, não há crítica. Se não há crítica, estamos na fase de banalidade do mal. A idiotia total. Nós somos agora o país da caneta azul. A idiotia total”, avaliou durante o Jornal da Cidade.

Na oportunidade, Aninha lamentou o cenário político-cultural do Brasil e ressaltou o poder transformador da educação, fator imprescindível para uma mudança positiva na sociedade. “Nós não conseguimos aplicar a grande ferramenta que pode mudar tudo isso que é a educação. Temos a pior educação média do país. É a Bahia. É a pior. Estamos abaixo de todas as outras no Brasil. O Brasil vai ficar cada vez mais preocupante”, ponderou.

Durante a entrevista, ela reforçou que a deficiência na educação brasileira se arrasta há 16 anos. “O Brasil é resultado de sua péssima educação. […] Eu tive educação pública boa”, disse a escritora de 68 anos.

O mesmo problema, segundo a escritora, é enfrentado na cultura. “Nossa política cultural está equivocada não desde agora. Muito tempo. Agora piorou. Havia um equilíbrio. Ora o Estado funciona. A Prefeitura não funciona. A União funciona. Agora nada funciona. Nós artistas temos que nos virar. A cultura e o pensamento estão sendo corroídos de outras maneiras”, acredita.

Aninha também comentou sobre o fechamento das livrarias. “A Civilização Brasileira não conseguiu conviver com os shoppings. Nós temos praticamente uma livraria que é a LDM. O resto está desmoronando. Quando desaparece… Parece uma praga. Quando a estante de filosofia desaparece de uma livraria, é um péssimo sinal”, alertou.

Após abordagem na rua, policial elogia jovens que saíram para orar pela cidade


O soldado Ribeiro usou sua rede social para relatar o ocorrido e parabenizar os garotos.

Soldado Ribeiro faz foto com os quatro jovens durante ronda e posta em sua rede social. (Foto: Reprodução/Facebook)
Soldado Ribeiro faz foto com os quatro jovens durante ronda e posta em sua rede social. (Foto: Reprodução/Facebook)

A equipe da Força Tática do 39º BPM (POE) fazia seu trabalho de rotina patrulhando a cidade de Panambi, no Rio Grande do Sul, para coibir delitos. Durante a ronda ostensiva nos bairros, os policiais se depararam com quatro jovens à noite.

Henrique Elautério, Alyson Santos, Guilherme Bonneau e Adilson Klering estavam em uma esquina, quando os policiais chegaram.

Ao abordar os rapazes, ao contrário do que geralmente acontece, o policial Ribeiro relatou em sua rede social a boa surpresa que teve com o grupo.

“É muito fácil encontrar jovens por aí na noite em uma roda de amigos rodeados de bebidas, festa e algazarra”, relatou Ribeiro.

O policial disse que o que chamou a sua atenção foi que um deles trazia em seu braço uma faixa onde estava escrito “Jesus”.

O soldado Ribeiro perguntou a um dos jovens o que estavam fazendo na esquina. Um logo se adiantou e respondeu que estavam orando pela escola.

“Somos do Aviva Panambi e hoje saímos para orar no bairro”, respondeu um deles.

Surpreso com a resposta do jovem, o soldado revelou ter se tornado fã do grupo de cristãos.

“A partir daquele momento, me tornei fã desses quatro meninos”, declarou. “Que isso sirva de exemplo a muitos jovens e dê força aos que estão trilhando esse caminho às vezes estreito e difícil, mas de muita felicidade.”

O soldado usou sua rede social para relatar todo o ocorrido e ainda parabenizou os garotos, que chamou de “irmãozinhos”.

POSTAGEM NA ÍNTEGRA

“Sabe é muito fácil encontrar jovens por ai na noite em uma roda de amigos rodeados de bebidas, drogas, festa e algazarra, mas uma coisa nos chamou atenção, vou contar um pouquinho, nós da Força Tática (POE) em patrulhamento nos bairros para coibir todo tipo de ação delituosa nos deparamos com 4 jovens em uma esquina, feita a abordagem não deixei de notar que um deles trazia em seu braço uma faixa com a escrita, “Jesus”. Perguntei o que eles faziam ali e a resposta foi essa – estamos orando pela escola – somos do Aviva Panambi e hoje saímos [para] orar no bairro; hoje não é comum vermos jovens fazendo isso e a partir daquele momento me tornei fã desses quatro meninos, e que isso sirva de exemplo a muitos jovens e dê força aos que estão trilhando esse caminho as vezes estreito e difícil, mas de muita felicidade. Parabéns meus irmãozinhos, parabéns Aviva Panambi pela oportunidade oferecida a esses garotos por fazerem o que é melhor. Deus os abençoe sempre”.

Responsável pelo ministério Aviva, de Pabambi, o pastor Edson falou durante o culto de domingo sobre o ocorrido. Ele chamou os jovens para frente, e os elogiou por terem dado um bom exemplo para os policiais.

Ainda durante a ministração, o pastor destacou que o cristão deve fazer a diferença onde estiver. Deve deixar o bom exemplo para que as pessoas percebam a presença de Deus em sua vida. Fonte: Guiame.

 

Brumado: Pai relata drama com filhas acometidas com dengue e faz apelo de conscientização à comunidade


O brumadense Casemiro Silveira, presidente da associação de moradores do Campo Seco, é o pai das duas meninas, de 10 e 8 anos, que foram diagnosticados com dengue e estão internadas no Hospital Municipal Professor Magalhães Neto. Em entrevista ao site Achei Sudoeste, ele relatou que passou por um período difícil, mas que agora as filhas já estão se recuperando. As meninas seguem fazendo o tratamento adequado no hospital, porém a fase mais crítica da doença passou. Segundo Casemiro, a filha mais velha chegou a um nível de plaquetas preocupante, bem abaixo do normal, apresentando, inclusive, sangramento pelo nariz. “A gente acha que nunca vai acontecer com a gente. Isso serve de alerta, tanto pra mim como pra todas as pessoas, sobre a importância de a gente se prevenir. Só Deus sabe o que passei com as minhas filhas aqui. Cheguei ao ponto de perder as esperanças, pensei que iria perder as minhas filhas”, afirmou. Ele chamou a atenção da comunidade para redobrar os cuidados com os possíveis focos do mosquito. “Essa situação está se tornando muito grave no município. As pessoas precisam se prevenir e fazer uma campanha forte”, frisou. Com informações do Achei do Sudoste.

 

Entregador humilhado por miss ganha moto de concessionária: vídeo


Fotos: reprodução / TV Cidade Verde

“Os humilhados serão exaltados”. Foi o que aconteceu com um entregador do Uber Eats, que foi ridicularizado em uma rede social por uma miss – agora ex-miss.

No vídeo, a miss Campo Novo de Parecis (MT), Bruna Figueiredo, de 21 anos, debocha de Luiz André, de 22 anos, que entregaria a encomenda dela de bicicleta. Ela é vista dando risadas e afirmando que o pedido chegará atrasado porque, na opinião dela, o trabalhador estaria pedalando lentamente ao subir uma ladeira.

O rapaz, que ficou triste com o comentário, foi parar em um programa de TV e ganhou uma moto para trabalhar.

O Programa do Pop, da TV Cidade Verde, em Cuiabá, levou Luiz André ao estúdio. A direção da concessionária Mônaco se sensibilizou com a história e doou uma moto para o rapaz.

Durante sua participação no programa, o entregador foi surpreendido pelo presente e se emocionou bastante.

Perdeu a coroa

Enem: alarme de celular durante a prova pode eliminar candidato


 

Regra pode eliminar inscrito mesmo se o aparelho estiver dentro do envelope lacrado

[Enem: alarme de celular durante a prova pode eliminar candidato]
Foto : Pixabay

No próximo domingo (3), ocorre o primeiro dia de aplicação de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), com uma regra que pode provocar a eliminação do candidato: é proibido que o celular ou qualquer outro aparelho eletrônico toque ou apite, mesmo dentro do envelope plástico lacrado.

O ideal é retirar a bateria de todos os aparelhos eletrônicos, se possível, ou desativar todos os alarmes e notificações antes de desligá-los. Como outra forma de garantir a segurança e evitar fraudes no Enem, nos dois dias de prova, as impressões digitais de todos os candidatos serão coletadas, e todos os locais de prova terão equipamentos que detectam ondas eletromagnéticas. Por Metro1

 

 

 

 

‘Que foto mais feia’, afirma mãe de menino fotografado coberto de óleo em praia


O que mais entristece os brasileiros é o descaso por parte do governo, pois esse óleo nas praias brasileiras já dura mais de 2 meses e nem ao menos foi descoberta a origem. Inicialmente, tanto o ministro do Meio Ambiente como Bolsonaro, sem nem uma investigação, já foi acusando a Venezuela.

'Que foto mais feia', afirma mãe de menino fotografado coberto de óleo em praia

lucro da barraca da mãe do menino fotografado coberto de óleo em Cabo de Santo Agostinho, na Grande Recife, caiu mais de 95% no primeiro fim de semana após a chegada das manchas.

O garoto se chama Éverton, tem 13 anos e é filho de Ivaneide Maria de Oliveira. Dona de uma barraca há dois anos, ela conta que lucrou apenas R$ 27 no último fim de semana.

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“Com essa história do óleo, não deu nada. Normalmente, o lucro seria de R$ 700 ou R$ 900. E foi por causa da queda mesmo. A gente também ganha no peixe e nos crustáceos, e não está podendo comer”, diz Ivaneide.

Ela conta que todos os comerciantes da região se uniram aos trabalhos de limpeza e lembra o momento em que encontrou a praia tomada pelo óleo que já atingiu 250 localidades da costa nordestina. “Foi na segunda-feira. A gente foi para abrir e, chegando lá, já estava essa correria. Tinha gente, voluntários e donos de barraca tentando limpar suas áreas. Estavam com a mão na massa”, afirma.

Segundo Ivaneide, o próprio filho Éverton, cuja foto em que aparece coberto de óleo virou um símbolo da tragédia no Nordeste, se dispôs a ajudar.

“Chegando lá, ele perguntou: ‘Mãe, posso ajudar?’. Eu não queria que ele se melasse todo e ficasse exposto ao óleo, mas sabe como é criança. Aí ele disse: ‘Mãe, eu vou ajudar. É por uma boa causa. A senhora trabalha aqui, a gente precisa disso’.”

Sobre a foto, Ivaneide comenta que não esperava que a imagem fosse percorrer ao Brasil e que ficou chocada ao vê-la na internet. “Que foto mais feia. Quando eu vi ele daquele jeito, eu dei uma bronca.”

O menino, que ajuda a mãe na barraca mantida pela família, afirma que tirou o equipamento de segurança no momento em que foi registrada a imagem. “Estava entrando areia na minha luva e na minha bota. [O saco plástico] me deram lá para ajudar a encher e eu estava sem camisa”, pontua.

Questionado sobre se sentiu vergonha ao ver a foto correndo o mundo, Éverton disse que “mais ou menos” e que a foto ficou “muito feia”. Fonte Metro.

 

Câncer que atinge Bruno Covas aumenta entre os jovens


Acredita-se que piora na alimentação colabore para o crescimento de casos de tumores na transição entre o esôfago e o estômago

Embora mais comum entre idosos, o câncer de estômago, tipo de tumor que acomete o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), tem sido observado com cada vez mais frequência em pacientes jovens, segundo especialistas ouvidos pelo Estado.

Bruno Covas, prefeito de São Paulo
Bruno Covas, prefeito de São Paulo

Foto: Adeleke Anthony Fote / Futura Press

Cirurgião oncológico e diretor do centro de referência de tumores gastrointestinais do A.C. Camargo Cancer Center, Felipe Coimbra diz que casos de pessoas mais jovens têm aparecido com mais frequência no dia a dia de profissionais da oncologia.

“A gente observa um aumento. Tem a ver com os maus hábitos adotados em grandes cidades. Os fatores mais relacionados são tabagismo, refluxo gastroesofágico, consumo exagerado de bebidas alcoólicas e obesidade. Também tem fatores hereditários, mas é possível ocorrer sem nenhum fator de risco, de forma aleatória”, explica o especialista.

Coordenadora dos tumores gastrointestinais e neuroendócrinos do Centro Especializado em Oncologia do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Renata D’Alpino também relata aumento no número de pacientes jovens com esse tipo de câncer.

“Estamos vendo um aumento de tumores de estômago na cárdia provavelmente por causa das questões de comportamento, enquanto outros tumores de estômago, os mais localizados na parte inferior do órgão, estão menos frequentes”, diz.

Renata destaca como principal fator de risco o refluxo crônico.

“Quando o alimento não fica no estômago e fica retornando para o esôfago, vai causando uma inflamação que pode gerar mutações e o aparecimento do câncer?”, diz ela.

O excesso de gordura corporal também aumenta os processos inflamatórios no sistema digestivo.

Segundo Coimbra, o refluxo pode causar uma condição específica que favorece o aparecimento de células cancerígenas.

“O esôfago de Barrett, que é uma consequência da doença do refluxo crônica e causa modificações de células, aumenta em mais de 20 vezes a chance de câncer”, destaca o especialista.

O câncer de estômago afeta mais os homens do que as mulheres. A estimativa do Instituto Nacional do Câncer (Inca) é de que 21 mil brasileiros tenham o diagnóstico da doença todos os anos, dos quais 14 mil sejam do sexo masculino.

Paciente descobriu doença por acaso

O motorista de aplicativo Gustavo D’Angelo Messias Fernandes foi um dos que recebeu o diagnóstico neste ano. Assim como o prefeito Bruno Covas, ele não está na faixa etária mais comum para a doença: tem 37 anos.

A mulher de Fernandes, a autônoma Juliana Luz dos Santos, de 34 anos, conta que a descoberta da doença foi por acaso.

“Ele não sentia nada grave: era só uma azia, às vezes um incômodo. São sintomas pelos quais quase ninguém procura um médico. Geralmente as pessoas vão a uma farmácia e compram um antiácido só”, conta.

Ela e o marido, porém, decidiram procurar um especialista depois de três meses desses sintomas e, após uma endoscopia, receberam o diagnóstico do câncer? de Gustavo, o mesmo tipo que o de Covas: adenocarcinoma na cárdia.

Agora, o paciente enfrenta outro desafio: o de conseguir tratamento no Sistema Único de Saúde (SUS). Desde setembro, quando recebeu o diagnóstico de um médico particular, tenta iniciar o tratamento em um hospital público do Rio de Janeiro, onde mora, já que não tem plano de saúde e não teria condições de arcar com os custos de todo o tratamento na rede privada.

“Provavelmente ele vai ter de fazer cirurgia e quimioterapia. Talvez radioterapia. Ficaria pelo menos R$ 150 mil”, conta Juliana.

Segundo ela, o marido só conseguiu, por enquanto, passar em uma consulta com o médico do SUS, mas agora aguarda na fila de espera para refazer exames como tomografia e endoscopia, uma vez que a unidade pública não aceita os laudos da rede privada. Só depois de vencer a espera pelos exames é que entrará em outra fila: a do tratamento.

“É uma aflição. Quanto mais o tempo passa, maior a chance de o câncer se espalhar”, relata a autônoma.

Tratamento depende de estágio da doença

O tratamento do câncer de estômago depende do tanto que a doença está avançada.

“A cirurgia é um tratamento localizado, que limpa o que está ao redor (do tumor) com margem de segurança, mas ela não trata se houver células circulantes. Quem trata isso é o tratamento sistêmico, como a quimioterapia. Em uma situação com metástase, a opção é começar com quimioterapia”, explica Coimbra.

Nos casos mais avançados, quando a quimioterapia não tem bom resultado, outra opção que vem ganhando força é a imunoterapia, técnica em que o organismo é estimulado a ativar o sistema de defesa para combater o tumor.

Com informação do Terra.