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Rede Globo é ocupada por movimentos em defesa de Lula


Manifestantes acusam rede de desinformar no caso Triplex e de participar do esquema de pagamento de propina da CBF (Foto: Frente Popular) 
Manifestantes acampam em frente a Rede Globo
De acordo à matéria publicada no ggn, a sede da Rede Globo no Rio de Janeiro foi ocupada na manhã desta segunda-feira (22) por movimentos populares em defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sob o mote “Globo condena Lula. Povo enfrenta o Golpe”. Cerca de 150 pessoas estão acampadas no prédio da emissora na Rua Jardim Botânico.
Com o ato, os manifestantes esperam denunciar o empenho da empresa não esclarecendo os fatos em torno do processo conduzido inicialmente na 13ª vara criminal federal da comarca de Curitiba, do juiz Sérgio Moro, e agora em segunda instância, no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) com o julgamento marcado para esta quarta-feira (24), em Porto Alegre.
“A emissora teve sua atuação questionada em diversos momentos da história e influenciou os principais episódios politicos, sustentando com uma atuação parcial durante desenrolar do Golpe de 2016”, denunciam em nota o movimento de ocupação apontando que uma pesquisa realizada na Universidade Federal do Rio de Janeiro, constatou que entre dezembro de 2015 e agosto de 2016 o Jornal Nacional dedicou quase 13 horas de noticias negativas sobre Lula e nenhuma hora de noticias favorável.
Entre os movimentos populares que participam do ato estão o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) e Levante Popular da Juventude. “O judiciário do Moro não conseguiria sozinho condenar o Lula.  Já tentaram várias manobras, mas o que sustenta a República de Curitiba e as inconstitucionalidades do processo é a Globo, que tem se empenhado para atacar Lula para que ele não concorra às eleições em 2018”, afirma Luma Vitório do Levante.
O grupo também usa cartazes nomeando a “Rede Globo de Tribunal Federal da Injustiça” e lembra que a empresa de comunicação é acusada de sonegação fiscal e está sendo investigada no esquema de pagamento de propina para transmissão de jogos de futebol que levou a prisão do presidente da CBF, José Maria Marin, nos Estados Unidos.
Uma série de atos estão sendo programados ao longo desta semana em apoio a Lula que terá seu recurso de apelação julgado na quarta-feira (24), a partir das 8h30, pela 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), em Porto Alegre.
Sua defesa entrou com o processo para tentar derrubar a condenação do juiz Moro, em 1ª instância, de nove anos e seis meses de cadeia no caso Triplex. O curitibano alega que o ex-presidente é culpado por corrupção e lavagem de dinheiro recebendo o apartamento no Guarujá em troca de contratos que beneficiariam a OAS junto a Petrobras. Porém o apartamento nunca esteve em nome de Lula ou de algum membro de sua família e chegou a ser usado na negociação junto a credores da OAS como massa falida do braço da empresa em São Paulo.
A Globo abusa do seu poder de audiência, porque, infelizmente o povo brasileiro, em boa parte, ainda é um povo que para tudo para ver novelas e, nos intervalos, a globo entra com o seus noticiários através de telejornais, com notícias distorcidas, mas que, apesar da manipulação, muita gente não tem comigo o palavreado dos apresentadores, e partem pra cima exigindo a verdade. “Graças as redes sociais, nós temos notícias verdadeiras, o que nos mostra a diferença e de como o povo está sendo enganado”, disse um jovem revoltado com a situação em que se encontra o país e várias esferas que deveriam ser representantes do povo. O jovem lembrou que durante muito tempo, toda vez que o nome Lula era pronunciado num dos telejornais da emissora, aparecia um cano de esgoto saindo dinheiro, que caracterizava roubo. “Cadê as provas, dona Globo? Você vai pagar por isso”. Faltando dois dias para o julgamento, até agora ainda não se apresentou provas da condenação do ex-presidente. O que se sabe é que o povo brasileiro está furioso com tal situação, a partir de 2016, ficou o Brasil. Fonte GGN, último paragrafo, Café com Leite Notícias. 
 
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Agora é a vez de Temer trocar ministérios por alianças contra candidatura de Lula


De acordo à matéria publicada no GGN,  Depois de trocar ministérios e emendas parlamentares para enterrar denúncias, aprovar projetos impopulares e outros objetivos do gênero, Michel Temer agora pretende fazer uma reforma na Esplanada associando as pastas a uma aliança político-partidária contra a candidatura presidencial de Lula.

Segundo informações do Estadão desta quinta (18), por causa da eleição, pelo menos 13 dos 28 ministros de Temer devem deixar o cargo. E, aproveitando a onda, o presidente fará uma reforma ministerial, mas os partidos só vão poder continuar no comando das pastas se prometerem apoiar o candidato do governo ao Planalto.

Na avaliação do governo, Lula, mesmo se condenado em segunda instância, deve ser candidato por causa dos recursos. “Diante dessa perspectiva, o governo se prepara para uma ofensiva política contra a oposição.”

O PP do senador Ciro Nogueira está de olho numa eventual candidatura presidencial de Rodrigo Maia (DEM). O partido controla 3 ministérios (Saúde, Agricultura e Cidades), além da Caixa Econômica Federal.

Mas Temer ainda não deu sinais de que Maia será o escolhido para ser o candidato do governo. Tampouco se posicionou sobre Henrique Meirelles ou apoiar um nome do PSDB. Há expectativa de que o governo defina isso até março.

Com o Ministério dos Transportes, o PR não descarta apoiar Lula, assim como uma ala do próprio MDB, que faz alianças locais com o PT, principalmente no Nordeste.

Segundo o jornal, a ideia por trás do plano de Temer é formar uma ampla aliança capaz de concentrar metade do tempo de propagando eleitoral nos meios eletrônicos, isolando o PT.

Para a senadora e presidente do PT, Gleisi Hoffmann, os partidos da base “brigam entre si” para definir um candidato porque não têm propostas. “Qual é o projeto que essa gente tem? Cortar despesas sociais, retirar direitos dos trabalhadores e vender o patrimônio público. Alguém ganha eleição com uma plataforma dessas?”, disse ao Estadão

O que acontece é que depois dessa enxurrada de denúncias de parlamentares de vários partidos que faz parte do chamado Grupão da Direita, como disse a presidente do PT Gleisi Hoffmann, foram muitos desgastes de toda cúpula do Governo, que fica difícil de um candidato da base governista decolar numa campanha, tanto para presidente como cargos menores como deputado e senador, na atual circunstância da vida política de cada um. Seja do PSDB, do MDB, do DEM, (o Rodrigo Maia) terminou ficando todos num nível baixo com o eleitor. A mesma coisa é com os deputados que preferiram deixar o povo de lado e assinar em tudo que o chefe determinou. Esses também vão ter que ter os seus jogos de cintura, mas está difícil de reeleição. É aquela velha história: o mais esperto termina sendo o mais tolo. O tempo dirá. Fonte ggn, último parágrafo Café com Leite Notícias.

 

Como sempre, em acidentes nas estradas sempre tem um culpado. Esse foi no Mato Grosso


De acordo ao G1, Na tarde desta quarta feira, 17 de janeiro, pelo menos três pessoas morreram num trágico acidente entre dois caminhões na rodovia estadual do Mato Grosso, a MT 242, próximo á cidade de Sorriso. As vítimas estavam em um  caminhão e morreram repentinamente carbonizadas após chocar de frente com um caminhão carregado de combustível que explodiu.
De acordo com os bombeiros, o caminhão-tanque seguia pela rodovia estadual, sentido Nova Ubiratã (município a 506 km da capital), enquanto que outro veículo de carga, que teria supostamente forçado uma ultrapassagem, trafegava sentido Sorriso.

Mesmo em chamas, o motorista do caminhão-tanque conseguiu sair pelo para-brisa. Os socorristas, Fabio Junior e Wagner Lisboa presenciaram a colisão e auxiliaram no resgate das vítimas.

O condutor do caminhão-tanque, Valdecir Sgnori, de 36 anos, que teve queimadura de segundo grau, foi internado e está em observação no Pronto Atendimento do Hospital Regional de Sorriso.

“Eu vi um veículo que fez a ultrapassagem no carro pequeno, empurrando o carro para fora da pista. Ele rodou na pista e bateu de frente com o caminhão de combustível. Só vi a explosão. O motorista saiu pelo para-brisa, em chamas. Estava com bastante queimaduras”, relatou Wagner. O motorista do caminhão tanque, apesar de muito queimado, conseguiu falar para os socorristas, que de repente apareceu o caminhão desgovernado na sua frente e ele nada pode fazer.

 

Três pessoas morreram carbonizadas na MT-242 após explosão entre caminhões (Foto: MT Notícias)Três pessoas morreram carbonizadas na MT-242 após explosão entre caminhões (Foto: MT Notícias)

Eu vi um veículo que fez a ultrapassagem no carro pequeno, empurrando o carro para fora da pista. Ele rodou na pista e bateu de frente com o caminhão de combustível. Só vi a explosão. O motorista saiu pelo para-brisa, em chamas. Estava com bastante queimaduras”, relatou Wagner. O motorista do caminhão tanque, apesar de muito queimado, conseguiu falar para os socorristas, que de repente apareceu o caminhão desgovernado na sua frente e ele nada pode fazer.

As três vítimas estavam no mesmo caminhão, que atingiu um caminhão-tanque, que explodiu (Foto: MT Notícias)As três vítimas estavam no mesmo caminhão, que atingiu um caminhão-tanque, que explodiu (Foto: MT Notícias)

 (Fotos: MT Notícias)

Até quando os motoristas brasileiros vão recusar de tomar consciência de que o que deve imperar na estrada, quando viajando, seja em carros pequenos ou caminhões, é cuidado, cautela e prudência deve acompanhar. O respeito à vida também tem que entrar, pois toda vez que um motorista faz uma ultrapassagem errada, certamente ele estará preocupado apenas em não aparecer um carro no sentido oposto, pensando exclusivamente na sua vida. Se ele pensar que de lá pode estar vindo uma família inteira, e que se ele bater de frente pode matar todo mundo, onde o condutor estava na sua mão corretamente e não deveria morrer no meio de uma estrada de forma tão trágia e sem culpa, ele certamente terá mais cuidado. Vamos ser então, também, menos egoístas e ter mais responsabilidades com as nossas vidas e de outras.
Os dois veículos bateram de frente e o caminhão-tanque, que estava carregado com óleo diesel, explodiu (Foto: MT Notícias)Os dois veículos bateram de frente e o caminhão-tanque, que estava carregado com óleo diesel, explodiu (Foto: MT Notícias)

Os dois “brasis”, com e sem aspas: POR FERNANDO BRITO 


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De todos os discursos no ato de apoio a Lula, realizado ontem no Rio, o que mais me ficou na memória – além do de Lula, em nada abatido pela perseguição desumana que sofre –  foi o do diretor teatral Aderbal Freire Filho, baseado em texto do filósofo e linguista norte-americano Noam Chomsky. Trata de dois “mundos”: o “oficial” –  composto pelos políticos, pelos donos do dinheiro, pela mídia e seus comentaristas e pelas instituições – e o real, imenso e quase sempre mudo, onde habita a imensa maioria da população.

Talvez só a capacidade de gente que lida com a percepção alheia – em lugar de centrar-se em seu próprio universo social – seja capaz de perceber que isso acontece, como poucas vezes, no Brasil de hoje, onde se cavou um abismo entre o poder – e não só o de Temer – sem voto e o povo que se quer, furiosamente, impedir de votar.

Creio que isso está se tornando tão forte que, a esta altura, esta percepção transborda o leito da esquerda e começa a se generalizar entre os que não se cegaram de ódio.Está nítido que a exclusão de Lula – ao menos com um processo no mínimo controverso e com a legitimidade comprometida pela flagrante militância política de seus agentes – manterá o país já não mais mo pântano em que se encontra de desencontro entre o país real e o imaginado pelos que nele mandam, mas não comandam.

O processo de radicalização que se quer atribuir a Lula não é a sua marca e a experiência real, vivida e comprovada, o mostra.  Quem acha isso, que imagine por dez minutos ser apontado como culpado de todos os males, acusado de todos os crimes e desqualificado de todas as formas e veja o quanto se indignaria.

A mobilização em favor da normalização das relações políticas e da amplitude do processo eleitoral não é um apelo à guerra, mas um chamado ao mínimo de civilidade e liberdades que a democracia precisa para funcionar e que um país precisa para ser governado.

Embora improvável, pelo grau das pressões que sobre eles desaba e,  verdade, pelo fato de habitarem, em corpo e mente, o “Brasil” entre aspas, é possível que a algum dos desembargadores que irão sentenciar Lula no dia 24 chegue à lembrança um velho latinismo jurídico: ubi societas, ibi jus, onde está a sociedade, está o Direito.

Se esquecerem disso, afastarão o Direito e o Judiciário da sociedade da qual já tão divorciados estão. Talvez possam recordar-se que um dos círculos do Inferno de Dante abriga os semeadores de discórdia, que separam também, pela espada, um corpo social e sua cabeça política.

Se não o fizerem abrirão o último portão que nos separa de um caminho escuro e apavorante para o abismo político. Tijolaço.

 

 

 

Com tantas linhas cruzando, por onde “o trem” vai seguir? 2018 chegou


A condenação de Lula será confirmada e impedirá a sua candidatura? Quem serão os candidatos a presidente? Eles irão apresentar provas que justificam condenação de Lula?

Várias questões estão sem resposta. As decisões e desenlaces de 2018 serão cruciais para o destino do Brasil e dos brasileiros

 

2017 caracterizou-se pela forte ofensiva neoliberal, que aprofundou a construção da ponte para o Estado mínimo, obra regressiva iniciada com o golpe contra a presidenta eleita, Dilma Rousseff. Mesmo pressionado pela crescente e enorme rejeição, o governo Temer, o mais reprovado desde a redemocratização, reuniu ampla maioria no Congresso em diversas ocasiões, seja para aprovar seu programa impopular ou para o chefe do Executivo livrar-se de processo pelo STF, nas duas rodadas de denúncias da Procuradoria Geral da República.

A reforma trabalhista alterou 100 itens da CLT, esvaziando-a substantivamente, e fortaleceu o poder dos empregadores nas relações contratuais trabalhistas, além de ter enfraquecido tanto a Justiça do Trabalho (a começar pela prevalência do negociado sobre o legislado), como os sindicatos, com o fim do imposto sindical. O governo pós-golpe contra a presidenta eleita logrou êxito em aprovar a Lei nº 13.483/2017, que aproximou as taxas de juros pagas pelo setor privado aos financiamentos do BNDES às oferecidas pelo mercado financeiro, diminuindo o papel desenvolvimentista desse histórico banco de fomento aos investimentos de longo prazo.

Realizaram-se os dois primeiros leilões de campos de exploração da mega reserva de pré-sal sob as regras de exploração aprovadas em 2016, pelas quais a Petrobras não mais precisa ter participação obrigatória nos novos blocos exploratórios vendidos. Conforme visava o governo, a novidade desses leilões foi a presença das multinacionais, como a Shell, ainda que o investimento estrangeiro não tenha vindo na dimensão esperada pelos estrategistas do Brasil dependente.

Temer também anunciou o processo de privatização de 57 empresas, entre elas a Eletrobras e a Casa da Moeda. Pesquisa recente do Datafolha mensurou que 70% dos brasileiros desaprovam as privatizações. Só entre os mais ricos, com vencimentos acima de dez salários mínimos, a maioria (55%) defende a venda das empresas estatais. Por outro lado, o adiamento para este ano da votação da reforma da previdência foi a principal, senão a única, derrota política do governo em 2017, mas passível de ser revertida em fevereiro, quando a polêmica matéria deverá ir a voto no plenário da Câmara dos Deputados. Essa derrota provisória também prejudica os interesses materiais e ideológicos dos grupos sociopolíticos coalizados nessa ofensiva liberal-conservadora, sobretudo os rentistas, financistas e a grande mídia.

Em 2017 também passou a vigorar a Emenda Constitucional 95, que estabeleceu, por um período de duas décadas, o teto de gastos públicos conforme a variação da inflação. Tal política contém as despesas primárias, mas não as financeiras, que favorecem os credores da dívida pública. Seus efeitos já se fizeram presente em 2017 em várias áreas, a começar pelas duas políticas sociais fundamentais estabelecidas no pacto social de 1988, desestruturado com a emenda do teto: a saúde e a educação.

Na saúde, por exemplo, os 13 milhões de desempregados pressionam por mais serviços e recursos do SUS, uma vez que os demitidos perdem o acesso aos planos privados patrocinados pelas empresas onde trabalham. Na educação, pode-se citar, por exemplo, o caso das universidades federais, sufocadas duplamente, pela redução dos recursos e pelo contingenciamento dos repasses. Assim se pronunciou o presidente da Andifes, Emmanuel Tourinho: “O orçamento de 2017 é aproximadamente 15% menor nos recursos de manutenção e de 50% na verba de investimentos das universidades em relação a 2014”. A recessão, seguida pelo atual crescimento em nível muito baixo, além da redução da presença social do Estado, enfim, todos esses fatores juntos têm impactado na regressão dos indicadores da desigualdade de renda, que estão piorando.

Em síntese, 2017 foi marcado, entre outros, pelo desemprego, pela retomada tímida do crescimento (Boletim Focus prevê 0,89% de variação do PIB), pelo aumento da desigualdade de renda e pelo esforço político visando a uma ampla reestruturação produtiva, trabalhista e previdenciária, para redesenhar o padrão de acumulação e de relações entre Estado, economia e sociedade. Ocorre uma ampla e profunda ruptura com os treze anos de governos petistas, que se esforçaram, ainda que com limites e erros, mas também com certos êxitos, para juntar, por um lado, o desenvolvimentismo do século 20, que erigiu o Estado como principal indutor e coordenador do desenvolvimento capitalista nacional, e, por outro lado, a perspectiva político-social de incluir, na repartição das riquezas geradas pelo sistema econômico, o grande contingente de brasileiros historicamente jogado na informalidade, na pobreza e na miséria.

A internalização extremada do padrão financeiro de acumulação, produzido nos países centrais e alastrado nas relações econômicas e políticas da globalização e do sistema internacional, radicaliza no Brasil a tendência verificada lá fora de desacoplamento entre capitalismo e democracia, deslocando o centro decisório do conjunto da população nacional para os grandes investidores globais, que submetem os governos e as sociedades aos ditames do capital financeiro.

A crise de representatividade e legitimidade do sistema político brasileiro, exponenciada em 2017, se expressa não apenas na continuidade de um governo ilegítimo do ponto de vista procedimental, por ter se originado em um golpe apenas aparentemente constitucional, mas também na facilidade com que os novos donos do poder aprovam no Congresso Nacional medidas fortemente impopulares, sem qualquer debate público consistente e muito menos por consulta direta ao povo. O Executivo e o Legislativo tornam-se, assim, espelhos políticos do grande capital, e não do conjunto dos cidadãos que, em tese, representam.

Paralelamente a isso, e em consonância com o que ocorre em outros países da América Latina, como a Argentina, há o lawfare do Judiciário, apoiado abertamente pela grande mídia oligopolizada, contra lideranças populares de esquerda, individuais e coletivas, sobretudo Lula e o PT. Em julho, o ex-presidente foi condenado pelo juiz Sergio Moro, sem provas claras. O objetivo é retirar da disputa política lideranças e partidos não só comprometidos com um projeto nacional de desenvolvimento e inclusão social, mas também com capacidade organizacional e relacional de colocá-lo em prática.

Almeja-se reduzir a competição eleitoral em favor do centro direita e da direita, que esposam o liberalismo conservador emerso no processo político da crise brasileira. A principal consequência dessa empreitada político-jurídica, que desrespeita o devido processo legal, é o enfraquecimento do caráter democrático das instituições políticas, tornando-as menos pluralistas e representativas e mais oligárquicas e excludentes. O regime passa por um processo de desdemocratização, embora haja oposição a ele.

Paradoxalmente, com as inúmeras denúncias de corrupção envolvendo diretamente o governo Temer e com o aprofundamento do neoliberalismo e do lawfare, os grupos e partidos que os apoiam se veem às voltas com a perda de popularidade e o risco de perder as eleições de 2018 para uma candidatura de esquerda, principalmente Lula, que assume a liderança absoluta em todas as pesquisas de intenção de voto. Nesse cenário, as forças de direita competem pela liderança da manutenção do projeto golpista no quadriênio a se abrir em 2019.

Por um lado, a candidatura de Bolsonaro, alinhando-se completamente ao neoliberalismo, procura oferecer aos rentistas e financistas a segurança de que seus interesses materiais estarão garantidos em um contexto de crescente autoritarismo e conservadorismo. Por outro, o golpismo aberto do general Mourão, ainda que sem tanto apoio visível, aponta no sentido de posicionar o Exército como ator autônomo na crise, não mais contido na retaguarda do golpe. Falta, entretanto, coesão interna na corporação para avançar nesse sentido e seu papel constitucional de defensor armado da soberania nacional é posto em xeque pela tolerância às privatizações e pela abertura da Amazônia a operações militares estadunidenses.

O balão de ensaio da candidatura de Luciano Huck, apoiada por forças neoliberais não vinculadas ao conservadorismo comportamental e saudada como de “centro”, em contraposição aos “extremismos” de Lula e Bolsonaro, foi abortado em menos tempo que o do seu antecessor, o prefeito de São Paulo João Doria Jr., devorado pela sua própria ambição. O pré-candidato do Podemos, Álvaro Dias, mantém-se discreto. O tucano Geraldo Alckmin conseguirá se manter distante dos escândalos de corrupção e entusiasmará o eleitorado? E o que será da opção Meirelles, que se apresentou com cara de presidenciável no programa de TV do PSD? Ademais, parece não estar descartada a possibilidade de implementação do semipresidencialismo já neste ano.

2017 terminou sem resolver a crise. Diversas questões continuam em aberto: o governo Temer é viável até o fim? As medidas impopulares, aprovadas sem terem sido submetidas ao crivo eleitoral de 2014, resistirão ao governo seguinte? Qual será o impacto da crise de legitimidade do governo Temer nas eleições de 2018? A condenação de Lula será confirmada e impedirá a sua candidatura? Quem serão os candidatos a presidente? Haverá eleições? Por ora, qualquer previsão pode ser um exercício pouco útil, devido à multiplicidade e à complexidade dos fatores envolvidos na disputa política e na economia. O país passa por uma encruzilhada histórica. As decisões e desenlaces de 2018 serão cruciais para o destino do Brasil e dos brasileiros. Fonte GGN.

Marcus Ianoni – É cientista político, professor do Departamento de Ciência Política da Universidade Federal Fluminense (UFF), realizou estágio de pós-doutorado na Universidade de Oxford e estuda as relações entre Política e Economia

Felipe Quintas – É mestrando do Departamento de Ciência Política da Universidade Federal Fluminense (UFF)


 

A imprensa, que deveria e deve ser uma instituição 100% imparcial, já não se confia tanto.


Nos últimos anos, depois que houve uma agregação entre a política e a grande imprensa, tanto a falada, televisiva e impressa, já não se sabe por exemplo, se comprar um jornal de nome numa banca, sentar-se num banco de praça e ler, ficará realmente informado, principalmente em se tratando de assuntos de grandes relevância, como os assuntos atuais, que estão nas capas dos grandes jornais e revistas do país, muitas vezes de forma destorcidas. A sociedade acredita em grandes acertos financeiros entre partes, para que a imprensa tome um rumo diferenciado. Aliás, pensando direito, sempre foi assim, a diferença é que hoje tem as redes sociais, que além de desmascarar políticos corruptos, termina, em muitos casos, desmascarando também a imprensa. Por isso é preciso cuidado e saber avaliar o que é melhor, se as negociatas ou a credibilidade do povo. Veja as aberrações que já foram publicadas na imprensa brasileira, na matéria abaixo do GGN.

Os perigos de se usar matéria de jornal como prova em decisão judicial, por Michel Arbache

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A jornalista Tatiana Farah, cuja matéria em O Globo (1) serviu como prova para o juiz Sérgio Moro condenar Lula, foi contratada pela Globo em 2005. Já em 2006, Tatiana Farah participou de uma polêmica no auge da campanha eleitoral daquele ano – no caso que ficaria conhecido como “Dossiê dos Aloprados” (2), que na verdade foi um escândalo fabricado dentro de outro escândalo.

Na época, travou-se uma guerra acerca da origem do dinheiro para uma suposta “compra de dossiê contra José Serra” – caso até hoje mal explicado e que, com a ajuda da mídia, acabou favorecendo as campanhas do PSDB naquele ano. Para entender o caso, eis um resumo:

O Escândalo dos Sanguessugas

Em 2006, estourou o “Escândalo dos Sanguessugas” (esquema também conhecido como “Máfia das Ambulâncias”) (3), que envolvia um esquema de compra de ambulâncias superfaturadas. Tal esquema vinha desde a época em que José Serra era ministro da Saúde do então presidente Fernando Henrique Cardoso; e a máfia seguiu atuando no governo Lula, quando o ministro da Saúde era Humberto Costa. Mas, naquele ano eleitoral, toda a mídia optou por centrar os ataques contra o Lula, o PT e Humberto Costa (então candidato ao governo de Pernambuco) – dando ao espectador a ideia de que o esquema criminoso nascera com o governo Lula. A revista Veja, por exemplo, acusou Humberto Costa de fazer parte do esquema (4).

O Escândalo “Dossiê dos Aloprados”

Eis que às vésperas do primeiro turno das eleições de 2006, a Polícia Federal apreendeu num hotel um monte de dinheiro com os chamados “aloprados do PT” que, segundo foi noticiado, pretendiam “comprar um dossiê contra José Serra”, que teria documentos que comprovariam a participação do tucano no “Escândalo dos Sanguessugas”. O curioso é que, do dinheiro para a suposta compra do dossiê, havia muitas cédulas de 10, 20 e 50 reais – fazendo um volume pouco recomendável para um “negócio” do tipo, porém providencialmente vistoso para o escândalo em que o caso acabou se transformando. No tal dossiê, haveria documentos e vídeos contra José Serra. De repente, o negócio foi estourado pela Polícia Federal. Como a PF soube? Eis mais um dos mistérios do ativismo político dentro da PF em sociedade com a mídia – mas isto não vem ao caso. Coincidência ou não, equipes de TV chegaram quase que instantaneamente à chegada da PF. Mais curioso ainda foi o fato de os jornalistas ali presentes terem centrado fogo no dinheiro apreendido – mas não demonstrarem a mínima curiosidade, ou, faro jornalístico para apurar o conteúdo do tal dossiê.

Delegado e jornalistas combinam drible à decisão do TSE

Na época, por entender que aquele ainda era um caso nebuloso que poderia servir como arma eleitoreira, a Justiça proibiu a divulgação das fotos do dinheiro apreendido pela PF. Mas a Globo e demais órgãos de mídia conseguiram as fotos. De que forma? O delegado da PF, Edmilson Pereira Bruno, responsável pela operação que flagrou os “aloprados”, combinou com os jornalistas presentes uma artimanha para “vazar” as fotos e disse que acusaria alguém; alguma faxineira pelo furto do material. Tal armação está clara num áudio, gravado por alguém, que acabou vazando (5). A transcrição do áudio da trama está disponível no próprio site do G1 / Globo (6).

No áudio, o delegado confessa que vai mentir para seis superiores e ensina aos jornalistas como atuar para não deixar suspeitas; e atua como se fosse um “marketeiro” para que a foto do dinheiro saísse na imprensa – o que fatalmente viria a servir como arma contra o PT. “Tem que sair no Jornal Nacional” – diz o delegado, no áudio. Entre os jornalistas presentes, estavam: Lílian Christofoletti (Folha de S. Paulo), Paulo Baraldi (O Estado de S. Paulo), André Guilherme (rádio Jovem Pan) e Tatiana Farah (O Globo). Os jornalistas foram duramente criticados por colegas jornalistas, como Mino Carta – crítica esta que foi ecoada pelo próprio ombudsman da Folha, Marcelo Beraba, que escreveu:

“o delegado Edmilson Pereira Bruno teve uma conversa reservada com quatro jornalistas, um deles da Folha, em que informa que tirou as fotos sem conhecimento de seus superiores e combina um estratagema para garantir que não fosse descoberto. Ele informou que diria a seus superiores que um CD com as fotos tinha sido furtado de sua mesa” .

Artimanha serviu como arma eleitoral contra o PT

O flagra da PF aconteceu no dia 15 de setembro de 2006. A Globo e os demais jornais guardaram as fotos do dinheiro e só foram publicá-las 15 dias depois, às vésperas do primeiro turno das eleições daquele ano (2). Desnecessário dizer que o escândalo prejudicou, e muito, as campanhas do PT naquele ano, já que o partido já vinha sendo o único alvo das metralhadoras da mídia no chamado “Escândalo dos Sanguessugas”. Assim, unindo o “útil ao agradável”, a trama do delegado Bruno que jogou a “montanha de dinheiro” no colo do PT nas primeiras páginas dos jornais para criminalizar o partido, acabou imunizando o PSDB dos eventuais materiais comprometedores que fatalmente poderiam surgir naquela campanha. Ou seja: se o PT mostrasse os vídeos (de José Serra em evento festivo com aqueles que seriam conhecidos como “sanguessugas”) na campanha, o espectador iria associar o material como sendo de “origem criminosa”. Pesquise no YouTube por “José Serra Sanguessugas” (sem aspas) e você terá um farto material dos tais eventos festivos. Hoje, esse caso virou história e pouco mexe com o emocional do espectador. Mas imagine se tal material fosse divulgado naquela época, em pleno furacão da campanha eleitoral, em que o “Escândalo dos Sanguessugas” precisava ser, sob o ângulo da mídia, colado exclusivamente no PT.

A jornalista da Folha, Lílian Christofoletti, processou a revista Carta Capital pelas críticas que recebeu – mas perdeu o processo. Conforme o site Consultor Jurídico:

“Lilian Christofoletti reclamou de reportagens publicadas na revista Carta Capital e no blog do jornalista Mino Carta que sugeriram que ela participou de um complô contra a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva”. 

“(…) de acordo com a juíza, não houve agressões pessoais. O espírito crítico é que norteou as reportagens publicadas pela Carta Capital. ‘Prevalece neste caso a função crítica da imprensa, curiosamente sobre si mesma. Ademais, não ficou provado que os réus tenham tido a intenção básica de ofender a honra da autora, mas sim, de criticar a forma como o jornalismo vem sendo conduzido em nosso País. Daí a improcedência do pedido de indenização por dano moral’, concluiu” (8).

Os desdobramentos do “Escândalo Dossiê dos Aloprados”. 

Em 24 de abril de 2007, o TSE decidiu por unanimidade que não havia qualquer prova que ligasse o PT ou qualquer dos seus membros ao chamado “escândalo do dossiê” (9).

Quanto a Humberto Costa, o próprio empresário Luiz Antônio Vedoin, principal acusado do esquema, inocentou o ex-ministro de qualquer participação no caso (10).

Em 2010, o TRF absolveu, por unanimidade, o ex-ministro da saúde Humberto Costa, por suposto envolvimento da chamada “Operação Vampiro” (11). Humberto nunca foi acusado (pela PF ou MP) por envolvimento na Máfia dos Sanguessugas. A revista Veja foi condenada por fazer acusações caluniosas contra o ex-ministro (12)

Por que matéria de jornal não pode servir como prova

O caso “Dossiê dos Aloprados” serve-nos como um bom exemplo dos perigos que podem estar por trás de uma matéria jornalística. No caso, fabricou-se um escândalo a partir de uma artimanha entre jornalistas e um delegado da PF. Estamos, aqui, tratando de matéria de jornal. Fosse o caso “Dossiê dos Aloprados” um processo judicial, se a foto do dinheiro na capa do jornal Folha de São Paulo fosse usado como prova do crime, isto anularia todo o processo (V. doutrina do fruto da árvore envenenada). Pois a foto vazou para o jornal a partir de um descumprimento de ordem judicial, ou seja, uma ilegalidade.

No caso da matéria de Tatiana Farah que serviu como prova para o juiz Sérgio Moro condenar Lula, vamos seguir uma linha hipotética:

1- Marisa Letícia assina termo de adesão para cota de participação em um projeto que poderia ser revertido na compra de apartamento no Edifício Solaris;

2- Alguém espalha o boato de que “Lula comprou um triplex no Edifício Solaris”. Por que criar e espalhar o boato? Um motivo plausível seria dar credibilidade; valorar; fazer propaganda do projeto. Como duvidar de um projeto que “até o presidente da República aderiu?” Uma outra hipótese seria atingir politicamente o presidente. “O presidente-operário comprou um triplex no Guarujá!”;

3- Um jornal percebe o filão que tem em mãos e decide fazer matéria sobre o projeto. Matéria em jornal é também uma forma de “institucionalizar” um boato, ou seja, se há um boato de que “Fulano comprou X”, isto deixará de ser boato quando a frase sair estampada num grande jornal, ainda que a matéria trate do assunto de forma superficial;

4- A jornalista levanta dados sobre o projeto, confirma que a família Lula tem uma cota de participação e, no fim, decide ouvir a parte envolvida. E entra em contato com algum representante da Presidência da República. O Palácio do Planalto confirma a adesão ao projeto. Até aqui, não sabemos com precisão onde a jornalista Tatiana Farah buscou dados da matéria; não sabemos o que ela perguntou ao representante do Lula e nem o que foi respondido. A pergunta poderia (‘poderia’, atente-se ao futuro do pretérito) ser do tipo afirmativo – uma técnica, digamos assim, para provocar uma resposta que a jornalista, ou melhor, o dono do jornal deseja. Sim, no caso de Tatiana Farah, ela parece saber usar a técnica. Vide a criticada entrevista que ela fez em 2014 com o ex-chanceler mexicano Jorge Castañeda (13). Voltando ao “caso da matéria do triplex” de 2010, a jornalista escreveu: “procurada, a Presidência confirmou que Lula continua proprietário do imóvel”. Qual imóvel? A “Presidência” afirmou que “Lula continua proprietário do triplex”?

Saliente-se que estamos tratando de hipóteses, ou seja, os pontos acima podem não ser verdadeiros. Mas também podem ser reais. Como os representantes da Lava Jato, o jornal O Globo e a jornalista Tatiana Farah se negam a fornecer detalhes (fontes, por exemplo) sobre a tal matéria, temos que ficar na base da hipótese mesmo. Na sua sentença condenatória, o juiz Sérgio Moro cita a matéria – mas não cita provas que embasem a mesma. Em suma: não existe uma única prova (por exemplo, um áudio do diálogo entre a jornalista e o representante da Presidência falando em “triplex”) que sustente que a matéria de O Globo se baseou em fatos concretos. Mas, no contexto de uma Justiça capenga em que a procuradores, para condenar alguém, dizem que suas “convicções” estão acima de quaisquer provas, tudo pode acontecer.

 

Em tempo: Igreja Betel de Maracás comemora grandes vitórias e ajuda pessoas carentes no final do ano


 

Em Tempo, por cafecomleitenotícias:  A tarde do dia 24 de dezembro de 2017, na Igreja Betel de Maracás, foi de muita alegria, louvor, pregação da Palavra de Deus e descontração para todas as gerações durante programação denominada de Projeto Natal do Amor.

Na direção do Pastor Junior Melo, que tem demonstrado ser um lutador no sentido de ver um povo mais rico espiritualmente e com menos fome, nos últimos 2 anos, mais ou menos a data da fundação da igreja, que toda equipe de voluntários vem fazendo um grande trabalho com as famílias de Maracás. Para comemorar os acontecimentos do ano, na tarde do dia primeiro de janeiro de 2018, centenas de pessoas entre membro da igreja e visitantes, estiveram na sede da Igreja, que fica na Rua João Bastos, Centro de Maracás, para participar de culto, receber brindes, roupas, cestas básicas (135) e nada menos de 400 deliciosos Cachorros Quentes que foram oferecidos para os presentes, acompanhados de refrigerantes e sucos.

Pastor Junior Mello com a sua esposa Leia Mello e filhas Maria Helena, Maria Catharina e Maria Lívia

 

Na ocasião, a nossa reportagem conversou com várias pessoas entre membros e visitantes, onde todos exaltaram o nome do Pastor, pela sua luta e vontade de ver um povo melhor, tanto espiritualmente como uma qualidade de vida melhor. Uma visitante de prenome Edna, disse que pretende se batizar, para poder fazer parte da grande família Betel. Vale lembrar que todo esse empenho da equipe de voluntários da Betel, liderada pelo Pastor Junior Melo, está em campo durante os 365 dias do ano, sempre em busca de trazer almas para apresentar a Jesus, o que tem crescido e muito a quantidade de membros, bem como sempre buscar algo que possa amenizar o sofrimento do mais preciso.

136 cestas básicas foram entregues para famílias de variados bairros
Pastor Junior Mello falou e pregou para centenas de pessoas na tarde do dia 24 de Dezembro

Folha de São Paulo buscou, em Curitiba, delegado que disse, de forma equivocada, que a verdadeira notícia tem que sair em grandes jornais


A Folha de São Paulo foi buscar em Curitiba, um delegado especializado em crimes cibernéticos, que dá a receita para averiguar a veracidade da notícia: conferir se ela saiu em grandes jornais. Enquanto, na verdade, os blogs de credibilidade é quem têm, nos últimos anos, levado a verdadeira informação aos leitores que estão antenados nesses dois meios de comunicação.

As notícias falsas de maior impacto da última década surgiram nos jornais. Exemplo:

* o grampo sem áudio, da conversa entre Gilmar Mendes e o ex-senador Demóstenes Torres, capa da Veja, e que custou a cabeça do delegado Paulo Lacerda;

* o suposto grampo em uma sala do Supremo;

​* os dólares de Cuba, que teriam sido transportados em garrafas de rum para a sede do PT em São Paulo;

* o financiamento das FARCs para candidatos a prefeito, capa de Veja;

* a ficha falsa de Dilma, furo da Folha.

* o lobista que não conseguiu um financiamento de R$ 7 bilhões do BNDES para uma empresa de fundo de quintal, alegando que teria se recusado a pagar R$ 5 milhões em propinas. Por outro lado, notícias assim foram desmascaradas, graças aos blogs e outros meios de responsabilidade nas redes sociais, vejam:

 

* a comprovação da falsificação do grampo no Supremo;

* o questionamento da veracidade do grampo sem áudio;

* o desmentido dos tais dólares de Cuba;

* o desmascaramento dos tais dólares das FARCs;

* o desmascaramento da ficha falsa de Dilma;

* o furo de que o tal lobista dos R$ 5 milhões havia saído há um mês da cadeia;

* a denúncia dos parentes de procuradores que atuam como advogados nas delações da Lava Jato;

* os inquéritos contra a Globo no caso FIFA;

* as denúncias de corruptos que foram liberados sem explicação pela força tarefa da Lava Jato.

Se houvesse essa tal Lei do Fakenews, a opinião pública não teria sido informada desses episódios, a imprensa que atua na contra-corrente não teria esclarecido temas relevantes. À esta altura, estaria ocorrendo com cada blogueiro independente o mesmo que aconteceu com o blogueiro que teve a casa invadida por ordem de Sérgio Moro, e foi conduzido coercitivamente até a Polícia Federal.

Pergunto: é sério o que propõe o delegado? Fonte GGN.

 

 

Como já era de se esperar, o cerco aperta para Lula


Recibos são falsos e Lula não tem outra prova de aluguel pago, diz Lava Jato em Curitiba

Em alegações finais no incidente de falsidade sobre os recibos, força-tarefa de Curitiba diz que os documentos apresentados por Lula são “ideologicamente falsos”, com base no depoimento do co-réu Glaucos Costamarques. Em nota, defesa do ex-presidente avalia que o Ministério Público usa as provas como convém e ignora tudo que inocenta Lula

Jornal GGN – A força-tarefa da Lava Jao em Curitiba entregou ao juiz Sergio Moro as alegações finais sobre o incidente de falsidade envolvendo os recibos apresentados pela defesa de Lula para atestar pagamento de aluguel de um apartamento de propriedade de Glaucos da Costamarques. No documento (em anexo), a equipe de Deltan Dallagnol diz que não quis fazer perícia técnica nos recibos porque basta o depoimento de Glaucos, um co-réu, para que Moro julgue que os papéis são “ideologicamente falsos”.

A defesa de Lula entregou os recibos depois que Moro cobrou sua apresentação no, no mesmo dia em que interrogou o ex-presidente. A Lava Jato afirma que o petista não pagou o aluguel por quase 5 anos, porque era uma forma de recebimento de vantagem indevida. Embora Glaucos negue, a força-tarefa crava que o imóvel, de R$ 504 mil, foi adquirido com recursos da Odebrecht.

 

Quando os recibos vieram à tona, parte da imprensa ajudou a Lava Jato a desqualificar as provas, taxando os documentos de falsos. No âmbito do incidente de falsidade, a defesa de Lula juntou uma perícia preliminar que atesta a idoneidade dos papéis. Mas o MPF omitiu essa informação nas alegações finais.

“(…) diante do teor dos depoimentos prestados em Juízo, que confirmaram que GLAUCOS DA COSTAMARQUES firmava recibos ideologicamente falsos em bloco exclusivamente para dar amparo dissimulado à locação do apartamento, […] o MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL informou não insistir na prova pericial, por desnecessária, considerando que os aspectos pontuais atinentes à confecção dos documentos de que se trata, que se pretendia aclarar por prova técnica, restaram suficientemente elucidados por aqueles que os produziram”, justificaram.

Os recibos, segundo o MPF, “foram produzidos para, deliberada e exclusivamente, alterar a verdade sobre fatos juridicamente relevantes, atribuindo fictício lastro à locação simulada do apartamento 121, do residencial Hill House, bloco 1, localizado na Avenida Francisco Prestes Maia, n.º 1501, em São Bernardo/SP.”

Ainda na visão dos procuradores, tirando os recibos “ideologicamente falsos”, Lula não tem provas de que, de fato, arcou com o pagamento do aluguel entre 2011 e novembro de 2015 – mês em que Glaucos afirma ter recebido a promessa de Roberto Teixeira, advogado e compadre do ex-presidente, de que os pagamentos passariam a ser feitos regularmente.

“(…) dados advindos da quebra de sigilo bancário indicaram, desde logo, a ausência de relação locatícia real, na medida em que evidenciaram a absoluta ausência de fluxo financeiro que indicasse o pagamento do aluguel do apartamento 121 até novembro de 2015, observando-se depósitos em espécie em montantes compatíveis com os valores indicados nos simulados recibos apenas a partir de dezembro de 2015.”

Em nota, a defesa de Lula sustentou que o aluguel era pago por Lula em espécie. E que “a quebra do sigilo bancário de Costamarques mostrou que entre 2011 e 2015 ele movimentou quantia próxima da 1,4 milhão em dinheiro.”

“Em momento algum Costamarques explicou a origem de tais valores em espécie em suas contas, compatíveis com o recebimento dos aluguéis, que somam cerca de R$ 188 mil no período.”

Mas, segundo a Lava Jato, esse argumento é uma “vã tentativa” de levar Moro ao erro. Isso porque os depósitos em espécie da conta de Glaucos, que totalizam R$ 1.383 milhão, teriam a origem identificada até o montante de R$ 1.208.821,54. A diferença é incompatível “com os valores declarados tanto em volume quanto em qualidade, dado que, até 10 dezembro de 2015, nenhum ingresso respeita montante equivalente à quantia apontada nos recibos.”

Ao final, a turma de Curitiba diz que a “falsidade do recibo concorre francamente para confirmar os matizes criminosos dos atos que tentam, em vão, lastrear” a locação do imóvel.

Para a defesa de Lula, a Lava Jato abusa do direito de acusar e ignora as provas em favor de Lula. Entre elas, a admissão, por parte de Glaucos, de que ele é o real e único dono do imóvel, e a declaração, também do co-réu, negando recursos da Odebrecht na compra do apartamento.

Leia, abaixo, a nota completa:

 

O Ministério Público Federal abusa do direito de acusar e reforça a prática do “lawfare” contra Lula ao apresentar suas alegações finais hoje (11/01) no incidente de falsidade nº 5043015-38.2017.4.04.7000 pedindo que seja declarada a falsidade dos recibos de locação apresentados pelo ex-presidente a despeito da comprovação de que os documentos são autênticos e idôneos.

Durante o interrogatório de Lula ocorrido em 13/09/2017, o Ministério Público Federal, assim como o juiz Sérgio Moro, exortaram o ex-presidente a apresentar recibos da locação contratada por D. Marisa. Colocaram a apresentação dos documentos como fundamental para o reconhecimento da inocência de Lula, embora a acusação formal esteja relacionada à propriedade do imóvel locado e à origem dos recurso utilizados para a sua aquisição.

Os recibos foram apresentados, contendo declaração de quitação dos aluguéis entre 2011 e 2015. Ao invés de reconhecerem a improcedência da acusação, os procuradores passaram a colocar indevidamente sob suspeita a autenticidade dos recibos. Depois, diante da prova de que os recibos haviam sido assinados pelo proprietário do imóvel, os procuradores desistiram de pedir uma perícia em relação aos documentos, passando a sustentar que eles seriam “ideologicamente falsos”, pois, segundo a versão apresentada, os aluguéis não teriam sido efetivamente pagos. A acusação é inverídica e descabida.

As alegações do Ministério Público Federal  apresentadas nesta data são manifestamente improcedentes, pois:

(i)           Glaucos da Costamarques reconhece que é o proprietário do apartamento e que adquiriu o imóvel com recursos próprios, e não de valores provenientes de contratos da Petrobras, como consta na denúncia;

(ii)          Costamarques esclareceu em 2016 à Receita Federal e à Polícia Federal que recebia os aluguéis entre 2011 e 2015 através de pagamentos em espécie (dinheiro);

(iii) Costamarques jamais registrou a existência de qualquer pendência no pagamento dos aluguéis em suas correspondências à D. Marisa, a inquilina;

(iv)         A quebra do sigilo bancário de Costamarques mostrou que entre 2011 e 2015 ele movimentou quantia próxima da 1,4 milhão em dinheiro;

(v)          Em momento algum Costamarques explicou a origem de tais valores em espécie em suas contas, compatíveis com o recebimento dos aluguéis, que somam cerca de R$ 188 mil no período;

(vi)         O documento apócrifo que teria sido apreendido na residência do ex-Presidente Lula, exaltado pela acusação, estaria relacionado aos pagamentos efetuados “em agência bancária” ou em “débito em conta”, sem relacionar pagamentos feitos em espécie;

(vii)        Esse mesmo documento apócrifo não corresponde à realidade dos pagamentos feitos por D. Marisa, segundo os extratos bancários juntados aos autos, reforçando a sua imprestabilidade conforme planilha já apresentada pela defesa em 10/11/2017.

Glaucos da Costamarques é corréu na ação. Prestou depoimento sem o compromisso da verdade, assim como Leo Pinheiro na ação do tríplex. O Ministério Público Federal quer atribuir valor probatório à declarações de Costamarques no que se refere aos aluguéis, mas ao mesmo tempo despreza sua afirmação de que é o proprietário do imóvel e não “laranja” de Lula.

Ao agir dessa forma, o MPF revela que não tem critério na escolha das provas. Reconhece como idôneo somente aquilo que confronta a defesa de Lula. É a mesma lógica utilizada para recusar o depoimento do ex-advogado da Odebrecht Rodrigo Tacla Durán.

Lula não praticou qualquer ato ilícito, antes, durante ou depois do exercício do cargo de Presidente da República.

Cristiano Zanin Martins

Advogado do ex-presidente Lula. Fonte GGN

 

Glaucos trocou misteriosamente de advogado após defesa de Lula expôr recibos

 

Glaucos trocou a banca do experiente João Mestieri – que defendeu Paulo Roberto Costa, uma das estrelas da Lava Jato em termos de delação premiada – pelo escritório Palomares Advogados

Jornal GGN – Glaucos da Costamarques, o co-réu que tenta ajudar os procuradores de Curitiba na ação penal em que Lula é acusado de receber vantagem indevida da Odebrecht, trocou de advogado no meio do julgamento. O motivo? Um mistério. Nenhuma das bancas quis falar à reportagem sobre o assunto.

Glaucos é criticado pela defesa do ex-presidente por já ter mudado de versão várias vezes e, além disso, está sob suspeita de colaborar com a Lava Jato incriminando Lula em troca de não envolver os filhos numa investigação sobre o patrimônio da família (leia mais aqui).

Ele trocou a banca do experiente advogado João Mestieri – que defendeu Paulo Roberto Costa, uma das estrelas da Lava Jato em termos de delação premiada – pelo escritório Palomares Advogados, que representou os interesses do filho Gustavo da Costa Marques, ex-diretor de Relações Institucionais da Camargo Corrêa. Uma das funções dele era acompanhar, em Brasília, os desdobramentos da CPMI da Petrobras e negociar com políticos. Já foi interrogado em processo que envolveu Marco Maia e Vital do Rêgo e prestou depoimento a Sergio Moro em 2016.

A troca de advogados foi confirmada pelo GGN com base em documentos da própria Lava Jato: a alteração é citada nas comunicações entre o novo escritório e o juiz Sergio Moro, por causa de um pedido para que o Hospital Sírio Libanês forneça imagens de câmeras internas de segurança à defesa de Glaucos.

A redação não conseguiu confirmar a data exata em que a troca de advogados foi efetivada, mas é certo que ela ocorreu no hiato entre o dia em que a defesa de Lula divulgou os recibos que atestam o pagamento do aluguel de um apartamento em São Bernardo do Campo (24 de outubro de 2017) e o segundo depoimento de Glaucos a Moro (15 de dezembro de 2017).

A CRISE DOS RECIBOS

Apesar de ter declarado à Receita Federal o recebimento do aluguel, Glaucos afirmou a Moro que Lula não pagou nada entre 2011 e novembro de 2015. E, para a Lava Jato, o petista não pagou porque o apartamento era uma vantagem indevida, pois a propriedade teria sido adquirida por Glaucos com recursos que supostamente sairam de uma transação que envolveu a Odebrecht (seria lucro que Glaucos obteve na compra e venda de um imóvel para o Instituto Lula). O blog questiona essa teoria aqui.

Após ter sido confrontado pelos recibos apresentados pela defesa de Lula, Glaucos fez voto de silêncio. Procurado pelo Estadão, no final de setembro de 2017, ele disse que foi orientado pelo “doutor João [Mestieri]” a não falar com a imprensa. A entrevista publicada no dia 27 daquele mês foi retratada pelo GGN aqui.

Os recibos acabaram virando objeto de um incidente de falsidade. No dia 15 de dezembro de 2017, Glaucos falou a Moro, no âmbito deste incidente, sobre a origem dos recibos e de outras contraprovas no processo. Àquela altura, já rebolando para dar uma explicação a todas as evidências que desmontam sua defesa, Glaucos já não era mais representado por João Mestieri.

O MISTÉRIO

Assumiu o caso o advogado Sergio Palomares, que tem escritórios em Brasília e Recife. A ferramento de busca específica sobre Lava Jato criada pelo JOTA mostra que Palomares representou Gustavo da Costa Marques em Brasília. Ele acusou Marco Maia e Vital do Rêgo, ex-membros da cúpula da CPMI da Petrobras, de pedirem doações por fora da Camargo Corrêa.

Sergio Palomares foi procurado pelo GGN na última quinta (11). A redação fez algumas perguntas:

Quando o escritório passou a defender Glaucos?

A mudança teve a ver com a crise dos recibos?

Como Glaucos chegou ao escritório de Palomares?

O escritório tem experiência com a Lava Jato?

Como a defesa responde às críticas de que Glaucos, sempre que confrontado por uma contra-prova, muda de versão conforme os interesses da força-tarefa?

Como a defesa lida com as crítica à situação de Glaucos, que é um co-réu que se comporta como delator informal?

Palomares respondeu ao GGN que “em razão de compromissos assumidos com os nossos clientes, não nos manifestarmos sobre casos em andamento fora dos autos.”

Procurada por meio de sua assessoria de imprensa, o escritório de João Mestieri não se manifestou até o fechamento.

DELATOR INFORMAL

Em 2015, Mestieri concedeu uma entrevista ao Conjur defendendo a delação premiada. Ele avaliou como inadmissíveis duas situações: quando um candidato a delator é coagido a cooperar com as autoridades ou quando o delator não entrega provas do que diz ou falta com a verdade.

GGN quis saber o que o advogado pensa da condição de um co-réu e delator informal, já que o expediente parece ter sido abraçado de vez pela Lava Jato nos processos contra Lula (vide Glaucos, Léo Pinheiro, Antonio Palocci, Renato Duque…)

 

NASA encontra prova: camada de ozônio está se recuperando


 

Fotos: reprodução / Nasa

A NASA encontrou provas concretas de que camada de ozônio está se recuperando, o que deve diminuir o chamado efeito estufa, que vem fazendo o calor aumentar na Terra ano a ano.

Imagens do satélite construído pelo Laboratório de Propulsão a Jato da NASA em Pasadena, Califórnia, mostram que os níveis de cloro destruidor de ozônio estão diminuindo. (Assista abaixo)

As medidas mostram que o declínio do cloro, resultante de uma proibição internacional de produtos químicos contendo cloro denominados clorofluorocarbonos (CFCs), caiu em aproximadamente 20% durante o inverno da Antártida, em relação a 2005.

2005 foi o primeiro ano que foram feitas as medições de cloro e ozônio durante o inverno antártico pelo satélite Aura da NASA.

“Nós vemos muito claramente que o cloro dos CFCs está diminuindo no buraco do ozônio, e que a destruição do ozônio está ocorrendo por causa disso”, disse a autora principal Susan Strahan, cientista atmosférica do Goddard Space Flight Center da NASA, em Greenbelt, Maryland.

Os CFCs são compostos químicos de longa duração que sobem para a estratosfera, onde são quebrados pela radiação ultravioleta do Sol, liberando átomos de cloro que destroem as moléculas de ozônio.

O ozônio estratosférico protege a vida no planeta através da absorção de radiação ultravioleta potencialmente nociva que pode causar câncer de pele e cataratas, suprimir o sistema imunológico e danificar a vida das plantas.

História

Dois anos após a descoberta do buraco do ozônio antártico em 1985, países do mundo assinaram o Protocolo de Montreal sobre substâncias que prejudicam a camada de ozônio.

Emendas posteriores ao Protocolo de Montreal eliminaram completamente a produção de CFCs.

Estudos anteriores usaram análises estatísticas de mudanças no tamanho do buraco do ozônio para argumentar que o esgotamento da camada de ozônio está diminuindo Mas este estudo é o primeiro a usar medidas da composição química dentro do buraco de ozônio para confirmar que não só destruição de ozônio está diminuindo, mas que a diminuição é causada pelo declínio nos CFCs.

O estudo foi publicado no dia 4 de janeiro na revista Geophysical Research Letters.

O buraco do ozônio antártico se forma durante setembro, no inverno do hemisfério sul, quando os raios do de sol catalisam os ciclos de destruição do ozônio envolvendo cloro e bromo, que são provenientes principalmente de CFC.

Daqui pra frente, o buraco da camada de ozônio da Antártida deve continuar a se recuperar gradualmente à medida que os CFC deixam a atmosfera, mas a recuperação completa vai demorar décadas.

“Os CFCs têm vida de 50 a 100 anos, então eles permanecem na atmosfera há muito tempo”, disse Anne Douglass, cientista atmosférica de Goddard e co-autora do estudo.

Ela calcula que isso deverá ocorrer em 2060 ou 2080. “E mesmo assim, ainda pode haver um pequeno buraco”. fonte Notícia Boa.

As moedas virtuais estão batendo às portas. E se o sistema falhar?


O BOLIVARES PODE ESTAR COM OS DIAS CONTADOS

 

 

No começo, bem láaaaa atrás, se trocava sal por azeite, depois foi evoluindo, a gente hoje coloca o dinheiro no banco e fica com aquele recibozinho na mão, sentido que a sua segurança está por um fio. O que, um fio? Mas um fio é muita segurança! Porque agora a humanidade vai está seguro por um sistema, que é esse mesmo sistema que fica fora por um período de tempo enquanto a gente aguarda para poder abastecer o carro na estrada. Mas o sistema fica fora de que mesmo?

Bom, já começa a circular, ou melhor, já  circula invisivelmente o Bitcoin. Olhando assim a força que essa moeda chegou e já fez tanta gente ganhar dinheiro, parece algo que não é de Deus, pois essa moeda criou força e deu ideia para que outras nações criassem também uma moeda virtual. A China que ainda não está usando moeda virtual, vem fortalecendo a sua Renminbi, onde a garantia para que a Remi tenha mais força, é o ouro. Com isso e mais o próprio avanço da China, pode ser uma moeda forte no futuro e que venha comprometer a estabilidade da moeda americana. Daí para passar para virtual falta pouco. A Venezuela está lançando a sua moeda El Petro, que também é virtual e a garantia para investimento, para que a moeda avance, é o petróleo. Aqui no Brasil continua o seu Real, seguindo na sombra do dólar. E por falar em Dólar, certamente com essa moda da moeda virtual chegando, a moeda americana que há séculos vem dominando parte do mundo com a sua força, pode está sendo comprometida. Pois a força do dólar está no próprio dólar. Mas as outras moedas que estão chegando, apresentam as suas seguranças em algo mais consistente. De agora em diante as coisas podem mudar. Mas, e o Brasil? vai que o Brasil cisme de lançar uma moeda virtual, seria O Boi? ou, já que aqui é conhecido como o país da ladroeira e impunidade, outro nome caberia na nova moeda?.Acho que a população mundial não está preparada para as mudanças que estão por vir, mas a verdade é que elas já estão a caminho. Café com Leite Notícias.

 

 

Mudando a conversa

Extremistas do Estado Islâmico têm células ativas no Afeganistão

Afegãos socorrem vítima de um atentado do EI contra uma mesquita xiita, em Cabul, em agosto de 2017

 

Pois a mudança não é só na moeda que está se virtualizando não, o domínio, através da violência, também é um objetivo dos que se vangloriam com o extremismo.

O grupo extremista Estado Islâmico (EI) estendeu nos últimos meses a Cabul sua crescente presença no Afeganistão, doutrinando afegãos de classe média e contribuindo para transformar a capital em um dos lugares mais perigosos do país.

O EI, que inicialmente se concentrava no leste do Afeganistão, reivindicou nos últimos 18 meses cerca de 20 atentados na capital, cometidos diante dos olhos das autoridades afegãs e americanas por células locais nas quais havia estudantes, professores e comerciantes.

Esta tendência preocupa tanto civis, esgotados após décadas de guerra, quanto as forças de segurança afegãs e seus aliados americanos, que já se debatem para tentar conter a ofensiva dos talibãs.

“Não é só um grupo instalado em uma zona rural do leste afegão, [também] realiza ataques sangrentos, muito visíveis em plena capital e acho que é algo inquietante”, afirma o analista Michael Kugelman, do Wilson Center, de Washington.

O braço local do EI, denominado EI Jorasan, surgiu na região em 2014 e então era composto em grande parte por ex-combatentes talibãs e de outros grupos extremistas de Paquistão, Afeganistão e Ásia Central.

No verão de 2016, reivindicou seu primeiro atentado em Cabul e desde então multiplicou seus ataques contra a minoria xiita e as forças de segurança.

Candidatos a executá-los não faltam, afirmam os analistas. Há décadas o Afeganistão tem uma influente corrente extremista, presente em todas as camadas da sociedade, incluindo os jovens urbanos conectados.

Estes partidários vivem sem se esconder na capital, onde trabalham e estudam, e se encontram à noite para falar de guerra santa ou planejar ataques em uma cidade que conhecem como a palma da mão.

Eles sabem, por exemplo, detectar medidas de segurança como as que as autoridades tomaram após o enorme atentado, que deixou mais de 150 mortos em maio.

“É uma estrutura que se adapta e reage”, destaca um diplomata ocidental.

Há “20 (células do EI) ou mais” operando na cidade, declarou recentemente à AFP uma fonte de segurança afegã.

– Nova onda –

Segundo Borhan Osman, analista do International Crisis Group, especialista em redes de insurgentes no Afeganistão, suas fileiras se abastecem através do recrutamento por redes sociais, assim como em mesquitas, escolas e universidades.

“Não se pode dizer que sejam todos pobres: alguns procedem da classe média alta de Cabul. Alguns têm diplomas universitários”, além do que, em sua maioria, têm formação religiosa, destaca.

Os talibãs continuam sendo a principal ameaça para as autoridades afegãs, mas o EI tem atraído a atenção da mídia nas últimas semanas matando dezenas de pessoas.

Alguns atentados foram cometidos muito perto das embaixadas estrangeiras ou da sede da missão da Otan.

Os Estados Unidos lançaram em abril sua bomba mais potente, denominada de “mãe de todas as bombas”, sobre uma rede de cavernas e túneis subterrâneos no leste do país, matando 90 membros do EI. Seguiram-se intensos bombardeios aéreos.

Mas esta estratégia não conseguiu destruir o EI. Ao contrário, levou muitos insurgentes a se refugiarem em Cabul, onde é impossível usar tais armas, afirmam os analistas.

A resistência que se opõe ao EI gera temores de que o Afeganistão se transformar em uma nova base para os extremistas que fogem do Iraque e da Síria.

Mas a natureza exata dos vínculos entre o EI no Afeganistão e no Oriente Médio não está clara.

O governo afegão afirma não haver nenhum laço, mas os analistas estimam que existe comunicação como parece ilustrar o recente aparecimento no norte do país de insurgentes franceses ou argelinos, alguns procedentes da Síria.

Seus objetivos parecem pelo menos similares: “provocar muito ódio sunita com relação aos xiitas”, afirma Vanda Felbab-Brown, membro do Brookings Institution.

No entanto, custará ao EI transformar o Afeganistão em uma nova frente de luta inter-religiosa, destaca Kugelman, lembrando que as principais linhas de fissura no país são étnicas e não religiosas. Fonte Terra.

 

Gêmeo doa metade da pele para salvar irmão que teve queimaduras em 95% do corpo


O francês Franck Dufourmantelle, de 33 anos, manipulava materiais químicos perigosos na fábrica onde trabalhava quando, de repente, houve uma explosão. Ele chegou ao hospital com 95% do corpo queimado, e tinha menos de 1% de chances de sobreviver. Tudo parecia perdido.

Mas o prognóstico dado pelos médicos naquele setembro de 2016 mudou tão logo eles descobriram que o rapaz tinha um irmão gêmeo, Eric, que doou sua pele para um ousado transplante, que salvou a vida de Franck.

“Um paciente com queimaduras graves morre quando sua própria pele o envenena”, explicou ao jornal britânico The Telegraph o cirurgião Maurice Mimoun, chefe de cirurgia plástica do hospital Saint-Louis, em Paris, onde a operação foi realizada. “Quando soube que ele tinha gêmeo idêntico, os céus se abriram. É como se a pele do irmão fosse a dele próprio.”

Franck contou à imprensa francesa que seu irmão “se recusou a aceitar” que ele tinha poucas chances de resistir. “Foi Eric quem disse aos médicos que queria me doar sua pele.”

Uma semana depois do acidente, Eric teria pela primeira vez sua pele transplantada ao irmão. Como eles têm o mesmo DNA, o organismo de Franck não rejeitou o material.

 

Esse não é o primeiro transplante de pele entre gêmeos, mas era até então inédito um procedimento para cobrir uma área tão grande do corpo, disse Mimoun a jornalistas.

Franck passou por dez cirurgias para o implante de enxertos de pele nos quatro meses e meio que passou internado.

Ele recebeu finas camadas de pele do couro cabeludo, costas e coxas de Eric, com 5 cm a 10 cm de largura, contou o médico à imprensa.

Os enxertos foram esticados com o auxílio de uma máquina especial. No total, Eric doou metade de sua pele a Franck.

Vida nova

Esse material estimulou o crescimento de uma nova pele. No início de 2017, Franck deu seus primeiros passos. Hoje, ele faz tratamento em um centro de reabilitação, onde se exercita todos os dias para recuperar totalmente seus movimentos, que ainda são limitados.

Os enxertos geralmente são retirados de um doador que já faleceu e costumam ser rejeitados pelo organismo em questão de semanas, mas esse período é suficiente para que a pele do próprio paciente comece a se recuperar.

No caso de Franck, como a total compatibilidade genética evitou a rejeição, ele não teve de tomar os medicamentos fortes usados para suprimir a reação do sistema imunológico do paciente.

“Não fiz isso por desespero, mas para termos esperança”, disse Eric, que disse não se importar com as marcas deixadas em seu corpo pelo procedimento.

“O que eu fiz não se compara com o que meu irmão passou. Para mim, foi como um grande arranhão. Minha pele cicatrizou. Foi como ter uma queimadura de sol.”

Pele universal

Fora do hospital, Franck hoje “pode prosseguir com suas atividades”, disse Mimoun. “Seu rosto se regenerou bem.”

Segundo o médico, os fatos de ele estar com boa saúde no momento do acidente e não ser fumante ajudaram no resultado.

Mimoun afirmou que um enxerto dessa dimensão é um “incentivo ao desenvolvimento de uma pele universal, que um dia salvará vidas”. “Não estamos muito longe disso.”

Franck conta que, antes do acidente, tinha uma tatuagem que ia do ombro ao pulso. “Ficou tudo queimado a não ser por essa pequena parte – a palavra ‘vida’. Isso significa muito para mim”, conta.

“A pele do meu irmão agora é a minha. Foi um gesto de amor. Devo minha vida a ele. Meu irmão é meu herói.”

O francês disse que essa experiência o transformou: “Hoje, aceito as coisas como elas são. Estou mais sereno. Enxergo tudo de outra forma.”

Mulheres que trabalham à noite tem maior risco de câncer, diz estudo


Mulheres trabalham em uma fábrica de processamento de vegetais, em 5 de julho de 2010 em Estrées-Mons, França

As mulheres que trabalham à noite regularmente na Europa e na América do Norte têm 19% mais risco de desenvolver câncer do que aquelas que trabalham durante o dia, segundo um estudo publicado nesta segunda-feira.

Este aumento de risco não foi observado nas mulheres que trabalham de noite na Austrália e na Ásia, segundo o estudo publicado na revista científica Cancer Epidemiology, Biomarkers and Prevention..”Nosso estudo indica que o trabalho noturno é um fator de risco para os cânceres comuns em mulheres”, disse o autor do estudo Xuelei Ma, oncologista do West China Medical Center da Universidade Sichuan em Chengdu, China.

“Nos surpreendeu ver a associação entre o trabalho noturno e o risco de câncer de mama só entre as mulheres da América do Norte e da Europa”, acrescentou.

“É possível que as mulheres desses lugares tenham níveis mais altos de hormônios sexuais, que foram associados positivamente com cânceres relacionados com hormônios, como o câncer de mama”, acrescentou.

A revisão incluiu 61 estudos anteriores sobre o tema, com 3,9 milhões de participantes da América do Norte, Europa, Austrália e Ásia, e mais de 110.000 cânceres.

Pesquisas anteriores mostraram que o trabalho noturno pode alterar os ritmos cardíacos, provocando mudanças hormonais e metabólicas, que podem aumentar o risco de câncer, diabetes e depressão. Fonte:YAHOO

TODO CUIDADO É POUCO: MENINA DE 2 ANOS MORRE APÓS SER ATROPELADA, POR ACIDENTE, PELA MÃE


Como dizem os mais velhos, todo cuidado ainda é pouco! É preciso vigiar e estar atento todo o tempo. Orem pela família desta criança.

Uma menina de 2 anos morreu após ser atropelada acidentalmente pela mãe na tarde do último domingo (31), em Rio Branco, no Acre. O acidente aconteceu dentro da garagem da família, quando a mãe dava ré para ajeitar o veículo dentro da vaga.

Ana Beatriz Pismel de Paula passou atrás do carro quando a mãe fazia a manobra. “Ela estava dentro de casa [menina] brincando quando viu a mãe dela. Foi muito rápido. Eu não estava em casa, meu filho estava lá, viu tudo e está em choque. Ela não viu porque o carro é grande, é uma caminhonete alta. [Ana Beatriz] ainda gritou ‘mãe, mãe’ e correu por trás do carro”, contou emocionada, a tia da menina Maria José Pismel, 38 anos, ao G1.

Ana Beatriz ficou presa embaixo do carro, e só foi retirada pelo avô e pelo primo, que tiveram que levantar o veículo para retirá-la. “Foi uma cena terrível. O pai dela e minha outra irmã levaram para o hospital. Meu filho chegou gritando, chorando muito e achei que tinha sido minha mãe, que está internada na UTI. Eu tinha passado a tarde brincando com ela aqui em casa”, completou Maria José. Ela foi socorrida para o Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb), mas não resistiu.

A mãe está em estado de choque e não quer mais voltar para casa. “Não quer voltar para cá. Disse que não quer mais entrar nessa casa. Nenhum parente quer entrar lá. Isso não vai sair da mente dela. Estamos orando para superar. Não é fácil”, lamentou.

O blog Café com Leite Notícias lamenta o episódio, alertando para que a cada dia os cuidados sejam redobrados, para assim evitar acidentes trágicos como este. A mesma coisa é com acidentes nas estradas. No caso deste acontecimento, o que resta cada leitor orar pela recuperação emocional da mãe desta criança, pois só mesmo Só mesmo Deus é quem pode dar consolo à essa família que terá que conviver sem a criança.

Os mais desinformados estão abrindo os olhos e ficando ‘cabreiro’. por Walter Salles


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Através das redes sociais, em grande parte, o desdobramento sobre o que está ocorrendo na política brasileira está acontecendo. Quando se fala desdobramento é algo meio parecido com o literal imaginário, pois tentam deixar muitos assuntos (por dentro da dobra de uma toalha,) mas aos poucos o povo brasileiro está conseguindo pegar nas pontas da “toalha”  e desdobrar, descobrindo o que está escondido. Quando se conversa com pessoas supostamente alienadas e desinformadas dos assuntos que envolvem o futuro do país, quem questiona alguma coisa do gênero, é surpreendido com a resposta do “matuto” que fala sobre perseguição, roubo e máfia, de certa forma acertada, ainda sendo um cidadão ou uma cidadã desinformados.

 

FHC

Outro dia o Fernando Henrique Cardoso, que foi presidente por dois mandatos sem deixar saudades, tentando galgar a cadeira da presidência para ele ou outro tucano, foi infeliz ao responder as perguntas do repórter, quando questionado sobre o Lula está passando por um processo de possível condenação, mas ao mesmo tempo lidera uma pesquisa com grande folga, a resposta do tucano foi que a mesma coisa aconteceu com um ex-presidente de um país da América Latina, que acaba de ser solto, mas no entanto tem uma popularidade alta. Nesse momento o FHC se referiu a Lula e ao povo brasileiro, dizendo que o Brasil não dispõe de gente esclarecida e estudada a ponto de saber discernir o que é bom e ruim para o seu país. Sobre Lula ele disse que é natural que um presidente que ajuda com algumas coisa o povo se saia bem no reconhecimento. Quem leu a matéria na íntegra, percebeu que o FHC estava e está pelejando para o Lula ser preso, para que a tucanada volte ao comando pra deitar e rolar, como fazem em São Paulo. Porém, o que ele não sabe, pois a vontade de chegar ao poder não deixa ele enxergar isto, é que o povo brasileiro não quer um tucano sentado na cadeira grande do Planalto.

Quando o FHC diz que a popularidade do Lula se baseia num povo que tem um nível intelectual baixo, ele atinge também todos os intelectuais que estão ao lado do que é justo, como o Chico Buarque, Milton e tantos outros grandes artistas, escritores e intelectuais de vários segmentos, tanto do Brasil quanto de outros países do mundo, onde o número de assinaturas em prol de Lula ser candidato em 2018 passou de 120 mil, praticamente só da classe intelectual.

 

Perseguição

O povo quer escolher

 

O povo começa a descobrir que tem algo que não fecha a conta, quando se junta as informações da TV e alguns blogs e jornais aliados e do mesmo grupo, com a realidade. O povo está descobrindo que os crimes de políticos ligados ao grupo que quer, a QUALQUER CUSTO, chegar ou se manter no poder, não estão sendo investigados e começa a questionar. Por outro lado, a maioria do brasileiro já está se cansando do “lenga lenga” do triplex do Guarujá; o povo já está desconfiado de que o propósito número UM, é não deixar o Lula ser candidato. Agora, os que acusam,  também estão descobrindo que o caso Triplex já cansou o povo, e já tenta colocar mais um item na condenação de Lula, sobre quem patrocinou o filme do Lula. Aquele (O Menino do Brasil) que teve os cinemas lotados, lembram? Pois é. Estão querendo envolver este filme no processo do petista. Fique ligado que logo você vai ver o Boner, com o seu tupete branco, falando na Globo.

Bom. aqui eu tento não ser tendencioso a nem um grupo político. Se o leitor achar que o texto está sendo tendencioso a algum segmento político e partidário, simplesmente é o fato do que está acontecendo sim, uma notícia distorcida vinda da mídia maior, pois os assuntos são tão banderosos, porém muito disfarçados,  que quando se fala de forma real e coerente, fica parecendo que o texto está se entortando para um lado.

 

 

Celso Amorim

Agora mesmo, com a “lavada” de mãos do Trump, que disse que não quer se envolver com os problemas dos países, digamos, pobres da América Latina, de acordo às palavras do Celso Amorim, que foi chanceler dos governos Lula e Itamar, seria a vez do Brasil se tornar uma grande liderança na representatividade da América do Sul e Central.  “Essa ausência de liderança, ou até de tentativa de liderança mundial, intelectual e cultural tem até uma oportunidade desde que houvesse aqui uma liderança, mas não temos nenhuma infelizmente. É inegável que o Brasil tinha protagonismo. O Brasil criou a União Sul-americana de Nações (Unasul), modificou o padrão de negociações na Organização Mundial do Comércio (OMC), o [George W.] Bush [ex-presidente dos EUA] ligava imediatamente para o Lula para propor a criação do G-20, criamos os Brics [comunidade formada pelo grupo de emergentes Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul]. Nada disso hoje em dia existe. Estamos totalmente sem liderança”, comentou Amorim em entrevista recente.

Acreditem, mas todos esses assuntos estão chegando aos ouvidos das classes, não através da grande mídia, que prefere canalizar as suas notícias preparadas de acordo aos próprios interesses e ao que foi acordado, mas sim através das redes sociais, as quais tem deixado os políticos de carreira e que estão vendendo o Brasil, preocupados e sem saber o que fazer.