Estudo vincula consumo de sucos adoçados e refrigerantes a maior risco de câncer


 


Refrigerante — Foto: Blake Wisz/Unsplash

Refrigerante — Foto: Blake Wisz/Unsplash

O consumo de bebidas açucaradas, como refrigerantes e sucos de frutas artificialmente adoçados, está vinculado a um risco maior de desenvolvimento de certos tipos de câncer, advertiram cientistas em um estudo publicado nesta quinta-feira (11). O estudo foi conduzido por pesquisadores franceses e divulgado em artigo da revista médica BMJ.

A equipe de pesquisadores na França quis avaliar as associações entre o consumo de bebidas açucaradas e os riscos de câncer em geral, assim como alguns tipos específicos de tumores malignos, como de mama, próstata e intestino.

Eles pesquisaram mais de cem mil adultos, com idade média de 42 anos, sendo 79% mulheres.

Os participantes, que foram acompanhados por um período máximo de nove anos, preencheram pelo menos dois questionários sobre sua dieta em 24 horas, validados online, calculando seu consumo diário de açúcar e bebidas adoçadas artificialmente, assim como 100% de sucos de frutas.

Os cientistas mediram a ingestão diária de bebidas açucaradas em relação a bebidas diet e compararam os dados aos casos de câncer nos registros médicos dos participantes do estudo durante o período de acompanhamento.

Resultados da pesquisa

Eles descobriram que uma ingestão de apenas 100 ml por dia de bebidas açucaradas estava associada a um aumento de 18% no risco de câncer e um aumento de 22% no risco de câncer de mama. Tanto bebidas adoçadas quanto sucos de fruta tiveram associação de risco similar.

Durante o acompanhamento, os pesquisadores descobriram 2.193 casos de câncer diagnosticados, com idade média de diagnóstico aos 59 anos. Os autores do estudo reforçaram que seu trabalho se baseou em observação e, portanto, não poderiam estabelecer a causa dos prognósticos de câncer.

Mas o tamanho da amostra foi grande e eles a ajustaram para um número de outros fatores de influência. Segundo os autores, com base em suas descobertas, taxar as bebidas açucaradas poderia ter um impacto significativo nos índices de câncer.

“Este estudo amplo e bem desenhado se soma à evidência existente de que o consumo de bebidas açucaradas podem estar associadas com um aumento do risco de alguns cânceres”, afirmou Graham Wheeler, estatístico sênior do Cancer Research UK, a respeito do estudo.

A ingestão desse tipo de bebida explodiu no mundo todo nas últimas décadas. Em estudos anteriores, estes produtos altamente calóricos já tinham sido associados a um risco elevado de obesidade, que por si só já é reconhecida como um dos principais fatores de risco de desenvolvimento de diferentes tipos de câncer.

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O casal que festejou seu casamento dando um jantar a 160 pessoas carentes


Ana Paula Meriguete / Arquivo Pessoal (Reprodução Redes Sociais)
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Jovens brasileiros de 23 e 24 anos, Ana Paula e Victor sentiram esta inspiração durante a Santa Missa

Ana Paula Meriguete e Victor Ribeiro, de Guarapari, no Estado brasileiro do Espírito Santo, se casaram em 16 de fevereiro deste ano, após dois anos e meio de namoro, e resolveram estender à celebração as suas convicções religiosas e o seu envolvimento com obras sociais: cinco dias após o matrimônio, eles ofereceram um jantar festivo a 160 pessoas carentes, entre crianças e seus familiares, atendidas por ações de apoio no Centro Social de Santa Mônica.Ana Paula, de 23 anos, afirmou em entrevista à TV Gazeta:

“A gente começou a rezar para ver o que Deus queria de nós. E, rezando, a gente foi tendo várias confirmações. Não foi mais uma ação solidária. Para mim, foi marcante do início ao fim. Quando a primeira família entrou, a gente se emocionou bastante. E eu sei que foi muito importante e emocionante para eles também. Abri mão de algo em troca da paz que Deus deixou no meu coração”.

Victor, de 24, acrescenta:

“Durante o jantar, as crianças e até os pais delas vinham nos abraçar e dar os parabéns. A gente vivenciou aquilo realmente como a nossa festa de casamento. A gente recebe muito mais do que dá. A gente saiu de lá muito preenchido. Quando terminou o jantar, a gente olhou um para o outro e foi uma sensação de realização. O sentimento é de gratidão”.

inspiração veio durante uma Santa Missa em que se entoou “O meu Reino tem muito a dizer“, de J. Thomaz Filho e Frei Fabreti. Um trecho do canto, evocando o Evangelho de Lucas, recorda:

“Se uma ceia quiseres propor / não convide amigos, irmãos e outros mais / Sai à rua a procura de quem / não puder recompensa te dar / que o teu gesto lembrado será por Deus”.

Se no começo o casal encontrou resistência de amigos que achavam a ideia “uma loucura”, cada vez mais pessoas se prontificaram a ajudá-los à medida que o tempo passava e eles se sentiam inspirados pela iniciativa.

Victor comenta:

“A gente começou a somar forças. Amigos levaram a música ao vivo, uma empresa emprestou as cadeiras, outra emprestou as toalhas, a decoração, levou voluntários. Conseguimos pessoas para ajudar a preparar o jantar. No final, conseguimos algo muito melhor do que esperávamos”.

 

Mais de 6 toneladas de drogas são incineradas pela PF


Foram 1.826 Kg de cocaína e 4.618 Kg de maconha.

[Mais de 6 toneladas de drogas são incineradas pela PF]
Foto : Divulgação / PF

Mais de seis toneladas de drogas foram incineradas pela Polícia Federal (PF), na manhã desta quarta-feira (10). Foram 1.826 Kg de cocaína e 4.618 Kg de maconha.

De acordo com a PF, os entorpecentes foram apreendidos desde novembro de 2018. Estiveram presentes acompanhando a ação representantes dos Ministérios Públicos Federal e Estadual e da Vigilância Sanitária e Ambiental do Estado da Bahia.

Sertanejos dão cadeira de rodas nova e compram todas as trufas de fã em show


Fotos: reprodução / Youtube
Fotos: reprodução / Youtube

O show dos sertanejos Zé Neto & Cristiano emocionou os fãs e se transformou em um ato de alegria e compaixão esta semana em Colina, no interior de São Paulo.

Zé Neto chamou um fã cadeirante para subir no palco e assistir melhor o show. Como o rapaz, chamado Vitor, vendia trufas durante o show, o músico decidiu comprar todos os doces e saiu distribuindo para a plateia.

Em seguida Zé Neto teve uma ideia incrível: ao ver o estado da cadeira de rodas do rapaz, o cantor mostrou mais generosidade ainda. “Produção, paga uma cadeira elétrica e paga os doces dele também aí”, disse Zé Neto.

O músico pagou R$ 5 mil reais pelas trufas de Vitor.

“Tem que incentivar, sabe porque? tem muita gente que acorda cedo e fala: ‘ah hoje eu não vou trabalhar porque meu carro quebrou eu to puto da vida’, isso aqui é um exemplo de vida”, disse Zé Neto para a plateia.

Os fãs, que acompanharam a boa ação de perto, ficaram emocionados e aplaudiram a atitude do cantor.

A dupla Zé Neto & Cristiano é formada por José Toscano Martins Neto e Irineu Vaccari, ambos nascidos em São José do Rio Preto, no interior em São Paulo.

Veja como foi:

 

Zé Neto & Cristiano - Foto: divulgação

Zé Neto & Cristiano – Foto: divulgação

Perfil oficial do ex-presidente Lula lembra de sua última carta a Paulo Henrique Amorim


Lula. Foto : Ricardo Stuckert/Instituto Lula

Do Twitter oficial do ex-presidente, elogiando a crítica de PHA ao ex-juiz Sergio Moro:

A última carta de Lula a Paulo Henrique Amorim.

Lula

@LulaOficial

A última carta de Lula a Paulo Henrique Amorim. https://www.conversaafiada.com.br/brasil/lula-elogia-critica-do-c-af-ao-moro 

Lula elogia crítica do C Af ao Moro

Taí, que tal trocar para “Faca Afiada”?

conversaafiada.com.br

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Morre aos 77 anos Paulo Henrique Amorim


Morreu na madrugada desta quarta-feira o jornalista Paulo Henrique Amorim, editor do blog Conversa Afiada. Ele foi vítima de um infarto no Rio de Janeiro

Paulo Henrique Amorim morre
Paulo Henrique Amorim (reprodução)

Morreu na madrugada desta quarta-feira (10) o jornalista Paulo Henrique Amorim, editor do blog Conversa Afiada. Ele foi vítima de um infarto fulminante no Rio de Janeiro.

Paulo Henrique Amorim estava na TV Record desde 2003, mas havia sido afastado pela emissora nas últimas semanas em uma decisão considerada política. O jornalista trabalhou em diversas redações: Globo, Veja, Manchete e Bandeirantes.

PHA, como também era conhecido, atuou no ramo de jornalismo desde 1961. Cobriu eventos com repercussão internacional: a eclosão do vírus ebola na África (1975 a 1976); a eleição (1992) e a posse do então novo presidente norte-americano Bill Clinton (1993); os distúrbios raciais (1992) e o terremoto (1994) de Los Angeles; a guerra civil de Ruanda e a rebelião zapatista no México (1994).

Em 1972, PHA ganhou o Prêmio Esso de Jornalismo na categoria informação econômica pela reportagem “A renda dos brasileiros”, pela revista Veja.

Amorim deixa uma filha e a mulher, a jornalista Geórgia Pinheiro. A esposa afirmou que Amorim saiu para jantar com amigos na noite de terça-feira (9).

Pragmatismo Político se solidariza com os familiares do jornalista. Em 2017, estivemos juntos com PHA em São Paulo na premiação ‘Influenciadores Digitais’, organizada pela revista Negócios da Comunicação.

Polícia do DF investiga venda de atestados assinados por médicos que já morreram



Venda de atestados assinados por médicos que já morreram é investigada pela Polícia Civil do DF  — Foto: Polícia Civil do DF/DivulgaçãoVenda de atestados assinados por médicos que já morreram é investigada pela Polícia Civil do DF  — Foto: Polícia Civil do DF/Divulgação

Venda de atestados assinados por médicos que já morreram é investigada pela Polícia Civil do DF — Foto: Polícia Civil do DF/Divulgação

A Polícia Civil (PCDF) investiga dentro do Hospital Regional de Taguatinga (HRT), no Distrito Federal, um suposto esquema de venda de atestados assinados por médicos que já morreram. Segundo as apurações, um desses documentos foi apresentado no Ministério da Justiça.

Um servidor da pasta ficou afastado do trabalho por sete dias após entregar um atestado assinado em 5 de maio de 2018 por um médico ortopedista do HRT. No entanto, de acordo com a PCDF, o profissional faleceu em dezembro de 2017, data anterior à emissão do documento (veja foto acima).

Apesar dessa situação ter ocorrido apenas no ano passado, o caso somente veio à tona em 2019. O delegado da Coordenação de Repressão aos Crimes Contra o Consumidor, a Propriedade Imaterial e a Fraudes (Corf), Miguel Lucena, disse que vai intimar os servidores que estavam em atendimento no turno em que o atestado foi emitido.

“Vamos verificar todos os casos registrados, intimar os servidores e aprofundar a investigação.”

Em nota, o Ministério da Justiça afirmou que instaurou um procedimento em dezembro de 2018 para apurar situação. O processo tramita sob sigilo na Corregedoria-Geral da pasta.

A Secretaria de Saúde apontou que a direção do HRT “está colaborando com as investigações policiais e vai adotar as medidas necessárias conforme cada caso”.

O Conselho Regional de Medicina (CRM) informou que, nos últimos oito meses, analisou 300 denúncias de atestados falsos. Segundo a entidade, as suspeitas são repassadas à Justiça e à Polícia Civil.

Fachada do Hospital Regional de Taguatinga, no Distrito Federal — Foto: Tony Winston/Agência Brasília

Fachada do Hospital Regional de Taguatinga, no Distrito Federal — Foto: Tony Winston/Agência Brasília

Caso Ruby

O Hospital Regional de Taguatinga (HRT), alvo das investigações da PCDF, é o mesmo onde uma operação do Ministério Público e da corporação cumpriu mandados de busca e apreensão na última sexta-feira (5).

Os investigadores também foram a outros endereços em Ceilândia e em Taguatinga ligados à Ruby Lopes – ex-supervisora do HRT suspeita de integrar um esquema de venda de cirurgias e de leitos na rede pública de saúde.

Durante a operação, os agentes apreenderam atestados, receitas e carimbos médicos. O delegado responsável pelo caso, Leonardo de Castro, afirmou que os itens apreendidos “corroboram a suspeita de que, além da venda de cirurgias, ela também praticava a venda de atestados médicos e de medicamentos”.

Ruby ficou conhecida por ser a primeira transexual a trabalhar na Câmara Legislativa do DF. Já, no hospital de Taguatinga, ela foi exonerada do cargo após o G1 revelar a suspeita de fraude.

O advogado de Ruby Lopes, Radam Nakai, disse que “o cargo da ex-servidora não a permitia gerenciar o agendamento de cirurgias”. Sobre os materiais apreendidos, ele respondeu que Ruby “levava os documentos para casa, mas não usava”.

No caso dos carimbos, afirmou que sua cliente “costumava guardá-los para devolver aos médicos”.

Se comprovada a participação da ex-servidora no esquema, ela vai responder pelos crimes de corrupção passiva, falsidade ideológica e falsificação de documento público.

Denúncia: imigrantes africanos que não conseguem pagar coiotes estão sendo mortos para o tráfico de órgãos


Barco com imigrantes visto durante uma operação de resgate por navios da Marinha italiana (Foto: Divulgação)

 

Os refugiados que não têm dinheiro para pagar aos traficantes para atravessarem o Mediterrâneo até território europeu estão a ser mortos pelos seus órgãos, sendo “vendidos por 15 mil euros a grupos, em particular de egípcios, que estão preparados para a recolha de órgãos”.

A informação foi avançada à polícia italiana por Nuredein Wehabrebi Atta, um homem eritreu que foi detido e recentemente condenado a cinco anos de prisão pelo seu envolvimento no tráfico de refugiados e migrantes oriundos de África com destino ao continente europeu.

De acordo com o “The Independent”, o testemunho de Atta ajudou as autoridades a desmantelarem uma rede transnacional de tráfico humano, com a polícia italiana a confirmar que deteve um total de 38 pessoas sob suspeita de envolvimento no crime, incluindo 25 eritreus, 12 etíopes e um italiano. O ministro italiano do Interior, Angelino Alfano, garante que as autoridades desferiram “um duro golpe” à rede criminosa, que usava Roma como centro das suas transações financeiras.

Em comunicado, a polícia de Palermo explicou que um dos homens da Eritreia detidos em 2014 aceitou colaborar com as autoridades e que foi graças a isso que as autoridades conseguiram pela primeira vez “ter uma ideia total das atividades criminosas” envolvidas nas operações de tráfico humano tanto no norte de África como em Itália. Com informações

do Expresso.

 

 

Médicos duvidaram que Emilly andaria. Veja os primeiros passos: vídeo


 

Emilly e a personal - Fotos: Débora França/reprodução autorizada ao SnB
Emilly e a personal – Fotos: Débora França/reprodução autorizada ao SnB

Os primeiros passos da Emilly vieram apenas aos 6 anos de idade e emocionaram a mãe e a professora de educação física, que trabalha com a menina desde o ano passado.

Emily é de uma família humilde de Tangará, no interior do Rio Grande do Norte e nasceu com deficiência intelectual e hipotonia – diminuição do tônus muscular – por isso os médicos duvidaram que um dia ela conseguiria andar. Mas a mãe dela, Maria Eliane, nunca desistiu.

No ano passado ela matriculou a filha em uma academia da cidade. Quatro meses depois, a menina conseguiu andar pela primeira vez sozinha. A família autorizou a divulgação do vídeo pelo SóNotíciaBoa para inspirar outras pessoas com o mesmo problema. (assista abaixo).

“Antes ela só se arrastava com apoio das mãos. Hoje ela já vai de um canto para outro”, comemorou Eliane em entrevista ao SnB.

Eliane, que se separou do marido quando Emilly tinha 1 mês de vida, sobrevive com um salário mínimo que recebe da pensão da filha. Ela não consegue trabalhar fora porque precisa ficar Emilly dia e noite.

Primeiros passos

A menina treina 5 dias por semana na academia com a personal Débora França, de 25 anos, que vai se formar em agosto na Unopar, no curso de Educação Física.

Débora contou como conseguiu recuperar os movimentos das pernas de Emilly:

“Ela estava com sobrepeso e precisava emagrecer e não praticava nenhuma exercício físico. Ai eu pensei: Meu Deus como vou fazer a Emilly perder peso se ela não anda? … Então eu comecei a trabalhar a condenação motora fina, fui trabalhando fortalecimento. E disse pra Deus: Vamos fazer ela andar. E Deus fez”, contou.

“Coloquei Emilly de pé e comecei a incentivá-la a andar segurando a [boneca] Minnie, todo dia eu fazia isso. Foi então que ela deu seus primeiros passinhos e aí iniciamos uma nova forma de trabalhar para que Emilly aos poucos fosse perdendo peso, junto com uma alimentação balanceada”.

“Usei métodos para incentivar o tônus muscular, subir e descer um step, agachar no banco. Depois comecei a trabalhar lateralidade”, revelou a personal.

Débora deu um recado para pessoas que tenham alguma patologia parecida: “para que nunca desistam de lutar”.

Nova meta

Agora a mãe de Emilly tem um outro sonho: que a menina consiga conversar.

“A gente que é mãe sempre fazendo promessa. Andar já posso dizer que ela anda, mas falar é nossa próxima meta”.

Hoje com 7 anos, Emilly fala algumas palavras como “mamãe”, “sim” e “não”, mas compreende tudo que a mãe diz.

Assista ao vídeo, gravado em novembro do ano passado, quando Emilly deu os primeiros passos sozinha:

Seis marcas de azeite são consideradas impróprias para consumo no Brasil


Azeites impróprios: para comprovar a fraude, foi utilizado um equipamento que emite raios infravermelhos, capazes de fazer a leitura dos ácidos graxos que compõem o produto instantaneamente

marcas de azeite impróprias

Seis marcas de azeite de oliva considerados fraudados e impróprios para o consumo humano tiveram venda proibida no Brasil. Os rótulos são: Oliveiras do Conde, Quinta Lusitana, Quinta D’Oro, Évora, Costanera e Olivais do Porto devem ser recolhidos do mercado até esta segunda-feira (8).

 

As redes de supermercado e atacado onde esses azeites foram encontrados foram intimadas a informar os estoques existentes. As que forem flagradas vendendo as marcas após advertência poderão sofrer multa de R$ 5 mil por ocorrência, mais 400% sobre o valor comercial dos produtos.

Os distribuidores responsáveis pelas marcas são Rhaiza do Brasil Ltda, Mundial Distribuidora e Comercial Quinta da Serra Ltda. As marcas fraudadas foram identificadas depois que uma fábrica clandestina em Guarulhos, São Paulo, foi descoberta em uma operação realizada pela polícia, em 12 de maio. Os azeites eram compostos de uma mistura de óleos, sem a presença de azeite de oliva.

Após a descoberta da fábrica, o Ministério da Agricultura realizou uma força-tarefa em Curitiba e São Paulo, na qual foram testadas 54 marcas de azeite em grandes redes de varejo.

Para comprovar a fraude, foi utilizado um equipamento que emite raios infravermelhos, capazes de fazer a leitura dos ácidos graxos que compõem o produto instantaneamente. Amostras também passaram por um aparelho que detecta óleos refinados e misturas, mesmo que em níveis muito baixos.

Foram analisadas 19 amostras do Oliveiras do Conde; 8 do Quinta Lusitana e 2 da marca Évora. A fiscalização encontrou os azeites fraudados no comércio de oito estados, desde Alagoas até Santa Catarina.

Os produtos fraudados custam, em média, entre R$ 7 e R$ 10, enquanto o azeite autêntico tem preço a partir de R$ 17.

Júri popular do assassinato de Moa do Katendê é marcado para setembro


Suspeito do crime, Paulo Sérgio Ferreira de Santana, responde pelos crimes de homicídio duplamente qualificado, por motivo fútil e impossibilidade de defesa da vítima

[Júri popular do assassinato de Moa do Katendê é marcado para setembro]
Foto : Reprodução/Facebook

O júri popular do caso do assassinato do Mestre Moa do Katendê foi marcado para o dia 11 de setembro. O julgamento vai acontecer no salão do 1º juízo da 1º Vara do Júri de Salvador, às 8h.

A informação é do advogado de acusação, Alonso Guimarães.

 

O suspeito do crime, Paulo Sérgio Ferreira de Santana, responde pelos crimes de homicídio duplamente qualificado, por motivo fútil e impossibilidade de defesa da vítima.

Já por ferir o primo de Mestre Moa, Germino do Amor Divino Pereira, que tentou defender o capoeirista das agressões, Paulo Sérgio é acusado de tentativa de homicídio duplamente qualificado.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública da Bahia, após Moa de Katendê anunciar que votaria em Fernando Haddad (PT) para presidente da República, Paulo Sérgio, que se declarava eleitor de Jair Bolsonaro (PSL), pagou a conta no bar onde estava, foi até a sua residência, voltou ao estabelecimento e acertou o mestre de capoeira com 12 golpes de faca.

Há um ano, de férias, Moro manobrou ilegalmente para PF descumprir ordem judicial e manter Lula preso


Há exatamente um ano, de férias, Sergio Moro manobou ilegalmente, em articulação com o MP e a cúpula do TRF4 para que fosse desobedecido despacho do desembargador Rogério Favreto; que determinava a libertação de Lula; um ano depois, Moro anuncia novas férias -o que virá desta vez?

247 com lula.com.br  – Era uma manhã de domingo quando o desembargador de plantão no TRF4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) Rogério Favreto expediu um habeas corpus autorizando a soltura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A prisão de Lula completava três meses naquele 8 de julho. Mas era o período seguinte que faria com que aquela ordem judicial nunca fosse cumprida: ela antecedia exatos três meses do primeiro turno das eleições presidenciais, uma disputa que Lula seguia liderando com 30% das intenções de voto, mesmo preso injustamente. Com Lula ainda no páreo, Jair Bolsonaro pontuava apenas 17%.

O HC atendia a uma ação conjunta dos deputados federais e advogados Wadih Damous, Paulo Pimenta e Paulo Teixeira. A monotonia de um pacato domingo de frio no Paraná foi então interrompida por uma das mais vergonhosas guerras de despachos judiciais para manter um homem preso. E o país parou para assistir.

Com o despacho em mãos, Damous e Pimenta seguiram para a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba. Foram recebidos com desconfiança. Ao checar a procedência do HC no sistema, o delegado plantonista autorizou a entrada de Damous para informar o ex-presidente da decisão.

Lula foi pego de surpresa e custou acreditar que reconquistaria a liberdade naquele dia. Ele sabia que não era um preso comum e o porquê o mantinham ali. Chegou a preparar as malas, mas em pouco menos de 30 minutos a equipe que seria responsável pelo deslocamento do ex-presidente de volta a São Bernardo do Campo começava a entender o provável desfecho daquele domingo.

“O doutor Moro ligou. Ele vai só checar com a turma (do TRF4) e já vamos liberar”, informou um agente da Polícia Federal. A informação foi rechaçada pelos parlamentares. Moro não tinha autonomia para interferir em um HC expedido pela 2ª instância. Não era o juiz da execução penal. Sua jurisdição havia se esgotado na sentença. Mas atuou, em um ato publicamente ilegal, pressionando a PF e acordando juízes de férias para impedir que uma ordem superior fosse cumprida. O atropelo das instâncias superiores tornou-se marca do então juiz, que mais tarde seria conhecido por sua interferência também em outras instituições.

A previsão para liberação de Lula, fixada pela PF em “uns 15 minutos”, se estenderia até às 19h, quando o país e boa parte do mundo entendeu, por fim, que Lula era um preso político.

Lula não deixaria a prisão naquele domingo. Um dia marcado por juízes interrompendo férias, por instituições acuadas, e pelo fim do Estado de Direito. Um ano depois, Lula ainda é mantido refém do Estado. E o agora ex-juiz Sérgio Moro colhe os frutos de sua conduta, ocupando o ministério da Justiça do segundo colocado nas pesquisas naquele 8 de julho.

Relembre guerra de despachos do 8 de julho de 2018

09h05 – Rogério Favreto, desembargador do TRF4, concede Habeas Corpus determinando a soltura de Lula
12h05 – Após pressionar a Polícia Federal para não cumprir a liminar, o então juiz de primeira instância Sérgio Moro emite despacho afirmando que Favreto seria “incompetente” para decidir sobre a liberdade do ex-presidente
12h44 – O desembargador Rogério Favreto envia um segundo despacho à Polícia Federal reiterando a ordem de soltura imediata.
14h13 – De férias e acionado por Moro, o desembargador João Gebran Neto, relator da Lava Jato, revoga a liminar concedida por Favreto.
16h04 – Responsável pelo plantão no TRF4, Favreto emite um terceiro despacho determinando a soltura de Lula, no prazo de uma hora.
19h34 – Thompson Flores, presidente do TRF-4 conhecido por ter elogiado a sentença de Moro no caso do Triplex sem sequer ter lido, decide manter Lula preso

Meses mais tarde, a legalidade da decisão de Favreto como plantonista foi reconhecida pelo Supremo. Não há precedente de juiz ou desembargador interferir em decisão de colega, ou de casos em que o presidente do tribunal tenha que interferir em uma decisão do desembargador de plantão. Thompson Flores, após o término de seu mandato como presidente, passou a compor câmara de desembargadores do TRF4 que revisa a Lava Jato. A defesa de Lula pede seu afastamento por parcialidade. 247.

 

Neymar não se apresenta e Paris Saint-Germain diz que ‘deplora’ atitude do jogador de futebol


Neymar na Globo. Foto: Divulgação/Globoplay

Reportagem da Folha de S.Paulo informa que o Paris Saint-Germain  (PSG) divulgou uma nota nesta segunda-feira (8) em que afirma que o atacante brasileiro Neymar não se reapresentou ao clube após viajar ao Brasil para assistir à final da Copa América entre Brasil e Peru. “O Paris Saint-Germain constatou que o jogador Neymar Jr. não apareceu na hora e no local combinados, sem ter sido previamente autorizado pelo clube. O Paris Saint-Germain deplora esta situação e tomará as medidas apropriadas resultantes dela”, diz o comunicado.

Segundo a publicação, Neymar informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que ele cumpre compromissos comerciais e que se apresentará ao clube francês no dia 15 de julho. O estafe do jogador disse esses eventos estavam agendados há meses e que foram informados ao clube francês.

O incidente ocorre em meio a especulações sobre sua saída do PSG. Em entrevista à revista France Football no início de junho, o presidente do clube Nasser al-Khelaifi disse que “aqueles que não querem ou não entendem [o projeto do clube], vamos nos encontrar e conversar”. “Ninguém o forçou a assinar aqui. Ninguém o empurrou. Ele veio sabendo que se juntaria a um projeto”, disse o dirigente, se referindo ao atacante brasileiro.

Piloto morre em avião que saiu de Barreiras-BA copiloto assume a aeronave durante voo e deixa mensagem.


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O piloto de um avião bimotor King Air C90A morreu na manhã deste sábado (6) durante um voo entre a Bahia e São Paulo. O copiloto teve de assumir o comando da aeronave e fazer um pouso de emergência em Campo Grande.

 

A aeronave, um King Air C90A, é de uma empresa agropecuária que possui propriedades em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo. O piloto, Benedito Fernando Ricci, de 59 anos, e o copiloto, Matheus Pasquotti, transportavam um passageiro.
Segundo a Infraero, o voo seguia de Barreiras, na Bahia, para Americana, em São Paulo. No meio do trajeto, Benedito passou mal e desmaiou. Pasquotti assumiu o comando da aeronave e, após pedir autorização à Infraero e comunicar o ocorrido, fez um pouso de emergência em Campo Grande, por volta das 10h03.
Foi montado um aparato de emergência para socorrer o piloto, inclusive com ambulâncias já na pista do aeroporto. Mas, conforme a Infraero, quando a aeronave pousou, Benedito já estava morto. A causa da morte não foi informada.
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Matheus Pasquotti (à esquerda) homenageou com postagem no Facebook o amigo Benedito Fernando Ricci (à direita), que morreu durante o voo, neste sábado — Foto: Reprodução/Facebook
Depois do ocorrido, Pasquotti publicou uma homenagem ao amigo no Facebook. No texto relembra que foram cinco anos voando juntos, um período de muita amizade e alegria e que, em um “piscar de olhos”, no meio do viagem, o amigo “se foi”.
O traslado do corpo ocorreu ainda na noite deste sábado. Saiu de Campo Grande por volta das 22h com destino a Rio Claro, São Paulo, onde Benedito morava. G1

Em Curitiba, Fachin diz: “Juízes cometem ilícitos e devem ser


“Juiz algum tem uma Constituição para chamar de sua. Juiz algum tem a prerrogativa de fazer de seu ofício uma agenda pessoal ou ideológica”, declarou o ministro do STF, sem mencionar nomes

Foto: Eduardo Matysiak
Edson Fachin, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e relator dos processos da Lava Jato na Corte, declarou nesta segunda-feira (8) que juízes também cometem atos ilícitos e que devem ser punidos. A afirmação foi durante discurso na sede do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), em Curitiba.

O ministro, no entanto, não mencionou exemplos dessas ilegalidades e, além disso, não abordou os processos da Lava Jato e, tampouco, citou o nome do ex-juiz Sérgio Moro, cujas conversas comprometedoras com procuradores foram divulgadas pelo The Intercept Brasil, de acordo com informações de Vinicius Konchinski, do UOL.

Fachin destacou, ainda, que “ninguém está acima da lei”. “Juízes também cometem ilícitos e devem ser punidos. Juiz algum tem uma Constituição para chamar de sua. Juiz algum tem a prerrogativa de fazer de seu ofício uma agenda pessoal ou ideológica. Se o fizer, há de submeter-se ao escrutínio da verificação”, afirmou.

O ministro acrescentou que o raciocínio se aplica também aos integrantes do Ministério Público (MP). Ele disse que o órgão deve buscar punição a quem descumprir a lei. Entretanto, isso deve ocorrer dentro do que estabelece a Constituição e o Estado Democrático de Direito.
Com informação da Revista Fórum.