‘E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê?’, diz Bolsonaro sobre mortes por coronavírus; ‘Sou Messias, mas não faço milagre’


Bolsonaro em uma das vezes que esteve no meio do povo em plena pandemia

Por Gustavo Garcia, Pedro Henrique Gomes e Hamanda Viana, G1 — Brasília

O presidente Jair Bolsonaro perguntou a um repórter, na portaria do Palácio da Alvorada, o que quer que ele faça em relação às mortes por coronavírus no Brasil, que nesta terça-feira (29) superaram as da China, país de origem da pandemia.

Nesta terça-feira, segundo boletim divulgado pelo Ministério da Saúde, o número de mortes confirmadas por covid-19, a doença provocada pelo coronavírus, ultrapassou a marca dos 5 mil, chegando a 5.017. Na China, são 4.643.

Durante a entrevista, uma jornalista disse ao presidente: “A gente ultrapassou o número de mortos da China por covid-19”. O presidente, então, afirmou:

“E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê? Eu sou Messias, mas não faço milagre”, disse, em referência ao próprio sobrenome.

Momentos depois, na mesma entrevista, Bolsonaro disse se solidarizar com as famílias das vítimas. “Lamento a situação que nós atravessamos com o vírus. Nos solidarizamos com as famílias que perderam seus entes queridos, que a grande parte eram pessoas idosas”, disse.

“Mas é a vida. Amanhã vou eu. Logicamente, a gente quer ter uma morte digna e deixar uma boa história para trás”, disse o presidente.

Questionado se conversaria com o ministro da Saúde, Nelson Teich, sobre a flexibilização do distanciamento social, Bolsonaro afirmou que não dá parecer e não obriga ministro a fazer nada. Ele deve saber que é o culpado de mais da metade dessas mortes.

O presidente também disse que ninguém nunca negou que a covid-19 causaria mortes no Brasil e que 70% da população será infectada.

“As mortes de hoje, a princípio, essas pessoas foram infectadas há duas semanas. É o que eu digo para vocês: o vírus vai atingir 70% da população. Infelizmente é a realidade. Mortes vão (sic) haver. Ninguém nunca negou que haveria mortes”, disse. Fonte G1

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Brasil supera resultado da China com 5.017 mortes por Coronavírus


Veja no mapa como está a situação em odo país

Em Manaus os mortos são enterrados coletivamente 

Café com Leie: Infelizmente o Brasil segue a passos largos na quantidade de pessoas contaminadas pelo Corona vírus, bem como a quantidade de óbitos que já ultrapassa a China. Nessa  terça feira 28 de abril, a quantidade de infectados passa chegou ao número de 71,886 e a quantidade de óbitos chegou a 5017, mais que a China que ficou em 4,600.

O situação é de calamidade, pois a 41 dias, exatamente no dia 17 de março, o mês passado, acontecia o primeiro caso de óbito, que foi um senhor de 74 anos morador de São Paulo Capital. Ninguém ia iamaginal que 40 dias depois ia passar de 5 mil mortes. Como se pode imaginar agora, como estará o quadro daqui a mais 40 dias? Vai depender do cuidado. Ficar solto e sem cuidado é paricipar de uma rolea russa e isso ninguém quer.

O brasileiro foi avisado pelos especialistas, que o final do mês de abril até o meado de maio, a quantidade de infectados e mortos ia ser grande, como de fato está sendo exatamente pela estupidez do chefe do executivo e a ignorância de muitos. Mas a tendência é que até o começo do mês de junho a situação será ainda crescente, porém sinalizando esperanças de dias menos turbulentos, a depender da mudança de comportamento dos brasileiros, onde muitos não querem aderir ao fique em casa.

Essa coisa da contaminação é de acordo aos cuidados de cada pessoa. Se existir um cuidado com bastante consciência, sem ouvir o Bolsonaro, mas sim saber que é um caso de vida ou morte, certamente 15 dias após essa consciência, haverá o resultado, que será a diminuição de pessoas infectadas, e, naturalmente, menos pessoas mortas.

É meio parecido com uma ”plantação”. Se  você plantar cuidado poderá colher vida e saúde, mas se você plantar descuidado e ignorância, certamente correrá o risco de colher contaminação  ou até mesmo a perda da sua vida. Prefere o que? Vai ouvir quem? Bolsonaro lhe chamando para ir para as ruas ou a ciência e os especialistas? A escolha é sua. Veja quantos casos de contaminação no Paraguai e outros países da América Latina, mas veja também como está sendo o cuidado da população.

Veja no mapa cedido pelo G1, a situação de fodos os estados brasileiros.

 

Dados por Estado — Foto: Aparecido Gonçalves/ G1

Entre lunáticos e parasitas: o que vem por aí?


Denis Castilho*, Pragmatismo Político

Depois da saída de Moro do governo de Bolsonaro, não faltam especulações sobre o que vem pela frente. No jogo do poder, o caminho da Globo ficou mais evidente e representantes do mercado rentista temem a saída de Guedes. As investidas do grupo da família Marinho contra o governo estavam delicadas por conta de um conjunto de fatores, inclusive porque Moro estava lá dentro. Mas o imbróglio vai além.

O rearranjo interfere em peças importantes, a exemplo de grupos corporativos (notadamente ligados ao capital rentista), de líderes partidários e de militares de alta patente. Independente se sustentam apoio ao atual governo ou se seguem sem ele, esses grupos se movimentam em torno de um projeto em comum. Fato é que são ainda mais perversos porque carregam um estigma de controle e de manipulação muito mais bem articulado e engenhoso. De imediato, não abrem mão dos lunáticos porque ganham posições a cada episódio protagonizado por eles. Mas isso parece ter um limite.

A trama que se anuncia visa desmontar as instituições ditas democráticas e armar um aparelho de Estado ainda mais autoritário e cerceador. A estratégia, contudo, não segue os padrões de 1964. Trata-se de uma corrosão por dentro e amparada por acordos político-econômicos que não hesitam costurar apoio às esferas religiosas e milicianas. A repetida substituição de ministros por militares não deixa de ser um sintoma, bastando observar que o fundamentalismo religioso-militar já ocupa posições estratégicas no poder.

As reformas que aprofundam as desigualdades e alavancam o autoritarismo, o contexto que intensifica o conflito capital-trabalho, as brechas para legalização de invasão em terras indígenas, a impunidade diante das explicitas atuações de escritórios do ódio e do crime, o apoio externo ao governo que vem de uma nítida conexão entre milícias e fundamentalistas religiosos, a fratura e/ou inércia das esquerdas institucionais e a própria circunstância de pandemia também abrem caminho a este conluio.

Bolsonaro não deixa de ser funcional ao arranjo e, obviamente, não é ingênuo. Basta observar a jogada com o centrão, o incentivo aos atos pró-intervenção militar, a ampliação do porte de armas e o cinismo que se arrasta há décadas. A correlação com o fundamentalismo religioso-militar é explícita. A sina de lunático, as motivações conspiratórias e principalmente as tramoias junto aos filhos, contudo, colocam prazo de validade àquilo que o sustenta – salvo o projeto que, com ele ou sem ele, se desenrola.

Leia aqui todos os textos de Denis Castilho

Embora esta coalizão guarda estreita relação com generais, sua agenda não se fundamenta puramente nos preceitos militares. A ruptura em marcha não pode ser localizada com precisão porque produzir confusão é um de seus artifícios. Trata-se de uma trama ancorada nos regimes de acumulação e que encontra eco nas tendências que se desenham com a pandemia. Um modelo de Estado ainda mais perverso se anuncia porque as corporações, influenciadas por novos imperativos da geopolítica, o demandarão em sua forma mais radical.

É por isso que esta coalizão encontra ressonância nas tendências de novas formas de acumulação e carrega um sistema de violência muito mais denso e bem articulado do que aquele ensaiado pelos lunáticos. Portanto, não se iludam. Embora o episódio da demissão do ex-ministro da justiça sugira a derrocada de um governo, a trama da pilhagem e do autoritarismo apenas continua. O episódio também não deixa de revelar, obviamente, a falência de um líder que nunca existiu, bastando lembrar que, enquanto o país registra mais de 63 mil casos de Covid-19 e mais de 4 mil mortes (número, inclusive, muito abaixo dos casos reais em função das subnotificações), o governo endossa a crise política, incentiva aglomerações e conduz o país a uma tragédia que não ficará registrada apenas nas lápides.

Em um cenário onde a esquerda institucional se perdeu no poder e se fragmentou totalmente, a premissa de que o fundo do poço é mais embaixo se tornou apenas um detalhe. O leviatã beira o barranco e as distopias estão vivas. Diante das novas demandas de controle e dos imperativos corporativistas, a elite de rapina sabe que a convivência com lunáticos termina em algum momento. Aproveitando das circunstâncias e do embrutecimento de boa parte da população, os dementes até que foram funcionais, mas ficarão em desuso.

De agora em diante, o pragmatismo perverso bate à porta. Mas o jogo da rapinagem não pode continuar alimentando uma esquerda letárgica e do “tira sarro”. É um erro dizer que o jogo virou porque a polarização não deixará de se alimentar do cinismo e da inação. As investidas contra o terraplanismo, ao deixar de mirar o alvo certo – ao não dar lugar à uma forma de organização séria e baseada no protagonismo, terminou por colocar o jogo em um patamar ainda mais perigoso. Enquanto assistíamos e zombávamos dos tolos, os parasitas se alimentavam, cresciam, ocupavam lacunas e, agora, começam a fervilhar na superfície. Resta lembrar que eles guardam uma diferença básica em relação aos lunáticos: são crescidos, organizados e sabem muito bem que a terra é redonda e continua a girar.

*Denis Castilho é doutor em geografia e professor do Instituto de Estudos Socioambientais da Universidade Federal de Goiás.

Infectologista explica potencial de transmissão do coronavírus


‘Se houve uma pessoa dentro da família com Covid, ele aeroliza a casa. Quando tem mais gente numa comunidade, ele aeroliza a comunidade’, disse Badaró

[Infectologista explica potencial de transmissão do coronavírus]
Foto : Tácio Moreira/Metropress

Por Matheus Simoni no dia 28 de Abril de 2020 ⋅ 08:06

O médico infectologista dr. Roberto Badaró explicou a capacidade de aerolização do coronavírus, que consiste no potencial de transmissão através de um espirro, uma tosse ou um contato com quem está infectado. Em entrevista à Rádio Metrópole hoje (28), o profissional de saúde reforçou que a infecção pode ocorrer através de uma utilização erradas de máscaras e equipamentos de proteção individual, os chamados EPIs.

“O Covid se aeroliza em dois tamanhos diferentes, de 0,5 a 1 milimicro. A propagação e a disseminação, quando a gente pensava que ficava na máscara, mostrou-se que as partículas maiores ficam nas barreiras mecânicas e nos EPIs que os médicos usavam na UTI cuidando dos doentes. Tem as partículas que se aerolizam no espaço e no ambiente”, disse Badaró.

“As pessoas pensam que, quem está em risco, é quem está em direto contato com alguém que está com o Covid. Mas se houve uma pessoa dentro da família com Covid, ele aeroliza a casa. Quando tem mais gente numa comunidade, ele aeroliza a comunidade”, acrescentou.

Ainda de acordo com o médico, uso da máscara tem que ser reforçado. “Em Wuhan, onde a doença já foi controlada, as pessoas permanecem usando a máscara. Ainda há o risco de contaminar aqueles que se contaminaram e se curaram. A fase de maior risco é essa de aerolização. É preciso cuidado com essas medidas de risco. Na gíria popular, é a hora que a cobra vai fumar”, comentou o infectologista.

Badaró voltou a falar que o vírus é não escolhe classes sociais e que só o isolamento social consegue garantir que a proliferação não ocorra. “As pessoas estão achando que existem pessoas privilegiadas em relação ao vírus e dizem que não está em suas casa. Óbvio que, se você está em um confinamento em sua casa, sem movimentação, a chance de circular vírus em sua casa é mínima, para não dizer 0. Eu, quando volto, preparo uma descontaminação do meu vestuário e isso precisa ser tirado para não trazer nenhum vírus na roupa”, declarou.

Questionado sobre os sintomas das doenças que demoram de passar, o médico explicou que ainda há estudos a serem concluídos a respeito do tema. Um dos mais notados por quem se infecta pelo coronavírus é a ausência de olfato e paladar. “Ontem atendi dois pacientes que, passadas duas semanas pós-Covid, não sentem gosto de nada. Isso está ocorrendo. Os relatos de recuperação desses sintomas e a capacidade de sentir cheiro e gosto, tem demorado de quatro a cinco semanas. E a volta é repentina. Ainda estudamos muito. Serve de marcador isso”, acrescentou Badaró. Com informações do Metro1.

Prefeito do Rio de Janeiro volta a trás de pede para o povo ficar em casa


Café Com Leite: O prefeito do Rio, Marcelo Crivella, mudou seu discurso e posicionameno, que antes estava bem alinhado com o do presidente, que era de incentivar o povo nas ruas.

Agora, já um pouco arde, Crivella sabe que está perto de presenciar o colapso do sistema de saúde da capital carioca.

A verdade é que se ele tvesse adoado desde o começo o FIQUE EM CASA, ceramene bem menos gente teria ido a óbio no Rio pelo Corona vírus. A mesma coisa é com o Governo Federal que praticamene fez campanha para que o povo fosse para as ruas. Conclusão: o Brasil está perto de alcançar 50 mil casos e cinco mil moros. Com uma campanha coerente, poderia ser menos da meade desse número.

Em show de cinismo, Guedes afirma no Alvorada que Brasil ‘vai prosperar e surpreender o mundo’


 

 

Hoje foi a vez de Paulo Guedes acompanhar o presidente sendo ele a bola da vez para falar. Não se sabe pra quem acreditar, Paulo Guedes teve o cinismo de dizer que o mundo inteiro tesá olhando o Brasil com confiança. Quando as palavras extrapolam a realidade de forma exagerada, até os que ainda têm um pouco de confiança nesse governo que se encontra mergulhado numa crise, termina perdendo o restinho de confiança, ao ver e ouvir ais palavras cínicas do Ministro de uma das pastas de maior responsabilidade, no atual momento, que é a Economia. Logo no começo, quando queria dividir a Petrobras, disse que dentro de quaro meses o gás de cozinha ia está pela metade do preço para as donas de casa; depois, para garantir a reforma da Previdência, assegurou que com a reforma ele ia conseguir juntar um trilhão de Reais para o Brasil, mas o que se viu foi o Dólar passar de cindo e vender nada menos que 37 bilhões de Dólares da reserva internacional, que em real gira em torno de 200 bilhões,  deixada pelo Governo de Lula e Dilma, e  agora, como acreditar que o mundo está enxergando o Brasil com bons olhos, se todo brasileiro sabe como o mundo inteiro está vendo o Brasil, que é mergulhado numa crise? Você acha oque disso tudo?  Até aqui Café com Leite.

 

Aompanhado do presidente e de outros ministros, encontrou os fãs de Bolsonaro e se dirigiu a imprensa, de forma forçadamente reluzente.

Primeiro criticando os ‘parasitas’, de quem quer tanto tirar o salário, o ministro da Economia resolveu atribuir um papel de salvação aos servidores: ‘Precisamos que o funcionalismo público mostre que está pelo Brasil, que vai fazer um sacrifício pelo Brasil. Que não vai ficar em casa trancado, com a geladeira cheia, com milhões de brasileiros perdendo emprego. Eles vão colaborar, também, vão ficar sem pedir aumento por um tempo’, afirmou, ‘pedindo’ para que fiquem um ano e meio sem pedir aumento.

‘O Brasil tá entrando em direção à prosperidade’, afirmou o Posto Ipiranga. ‘O mundo inteiro olha para o Brasil, entendendo que ele está virando um país melhor‘, ressaltou.

Deve ser difícil para Guedes ver a Bolsa brasileira cair mais que a da Namíbia, por exemplo, batendo o recorde da que mais caiu no mundo – junto ao fato do real ter sido a moeda mais desvalorizada, também.

Fone DCM

Série da Netflix usa nome ‘Bolsonaro’ como sinônimo de ‘burro’


“La Casa de Las Flores” é uma produção mexicana e chegou à sua terceira e última temporada

[Série da Netflix usa nome 'Bolsonaro' como sinônimo de 'burro' ]
Foto : Divulgação

Em sua terceira e última temporada, a série mexicana “La Casa de Las Flores”, da Netflix, usa o sobrenome do presidente do Brasil como sinônimo de “burro” em um de seus episódios. Durante uma discussão entre as personagens Paulina de la Mora (Cecília Suarez) e Diego Olvera (Juan Pablo Medina), a mulher grita para o homem: “Cale a boca! Você é burro? Você é do Alabama? Seu sobrenome é Bolsonaro ou o quê?”.

A cena do quinto episódio da temporada tem legenda e tudo, para não deixar dúvidas de quem se trata. “La Casa de Las Flores” mostra a vida de uma família de classe alta cheia de segredos. A série começa com o patriarca levando os filhos que teve com uma amante para fazer parte de sua família nuclear — até então inocente da existência deles. Fonte:Metro1

 

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As 10 melhores cidades para se morar no Brasil: veja ranking


São Caetano do Sul - Foto: reprodução / PMSCS
São Caetano do Sul – Foto: reprodução / PMSCS

Saiu o ranking das 10 melhores cidades brasileiras para se morar, baseado em indicadores como educação, renda e longevidade. Das 10 mais, três ficam no estado de São Paulo.

A grande campeã este ano é a cidade de São Caetano do Sul, no ABC Paulista, seguida de Águas de São Pedro – também no estado de São Paulo – e Florianópolis, em Santa Catarina. Brasília, a capital federal, aparece no nono lugar. (veja Top 10 abaixo)

O levantamento, feito desde 1993 pela Organização das Nações Unidas (ONU), analisa a qualidade de vida em todos os países utilizando critérios que compõem o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), uma métrica que se baseia nos indicadores de longevidade (expectativa de vida), renda (PIB per capita) e educação (taxa de matrícula e alfabetização).

A medição vai de 0 até 1. Os locais com índice acima de 0,800 são considerados acima da média. Já os com pontuação de 0,500 a 0,799 são medianos. E os que somam igual ou menos que 0,499 estão com o índice baixo.

O Brasil possui um IDH de 0,699 e está na 73ª posição no ranking mundial. Já a Noruega é o primeiro País da lista, tem IDH de 0,944.

Top 10 – melhores cidades brasileiras

10 – Curitiba – Paraná

Curitiba é uma das 10 cidades mais sustentáveis do mundo, sendo chamada de “capital ecológica brasileira” e “capital modelo”, com uma área verde de 64,5 metros quadrados (m²) por habitante.

Tem o ar brasileiro de melhor qualidade e já ganhou inúmeras premiações neste sentido. Pesquisa da OMS divulgada pela Prefeitura Municipal de Curitiba revela que a capital paranaense se destaca ao lado de Belo Horizonte e da região do Pontal do Paranapanema (São Paulo), com a taxa de poluição atmosférica abaixo da média de 20 microgramas por metro cúbico (m3).

Renda: R$ 1.581,04 (0,850)
Longevidade: 76,3 anos (0,855)
Educação: 0,768
IDHM Final: 0,823

9 – Brasília – Distrito Federal

Além de aparecer no Top 10 da ONU, a capital federal é a primeira colocada do País no ranking de qualidade de vida 2019 da Mercer e se mantém no topo há anos. Brasília repetiu os feitos de 2017, 2016, 2015 e 2012. Em segundo lugar vem o Rio de Janeiro e, em terceiro, está São Paulo. A pesquisa realizada pela Mercer – companhia global voltada aos recursos humanos – leva em consideração a qualidade de vida dos moradores em 450 cidades de várias partes do mundo.

Renda: R$ 1.715,11 (0,863)
Longevidade: 77,35 anos (0,873)
Educação: 0,742
IDHM Final: 0,824

8 – Joaçaba – Santa Catarina

Joaçaba é a terceira cidade de Santa Catarina do ranking e tem um importante centro industrial e comercial que a transforma em polo econômico e político do meio-oeste do Estado.

Ela também é referência na educação, como uma das cidades com índice zero de analfabetismo, além de destaque em itens como o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB).

Renda: R$ 1.338,50 (0,823)
Longevidade: 78,44 anos (0,891)
Educação: 0,771
IDHM Final: 0,827

7 – Niterói – Rio de Janeiro

Além de estar em número 7 no ranking da ONU, o município de Niterói foi eleito o mais inteligente do Estado, segundo Connected Smart Cities. A avaliação de desempenho das cidades leva em consideração mais de 70 pontos definidos em 11 eixos: mobilidade; urbanismo; meio ambiente; energia; tecnologia e inovação; saúde; educação; economia; segurança; empreendedorismo; e governança.

Renda: R$ 2.000,29 (0,887)
Longevidade: 76,23 anos (0,854)
Educação: 0,773
IDHM Final: 0,837

6 – Santos – São Paulo

Santos é o maior município do litoral de São Paulo e conta com o maior porto da América Latina, que movimenta mais da metade do PIB do País. Está no Guinness Book como o jardim frontal de praia com o maior comprimento do planeta, com 5.335 metros de comprimento e largura entre 45 e 50 metros, um total de 218.800 mil metros quadrados (m²). O custo de hospedagem na região é tido como mais em conta, o que faz com que a cidade seja mais procurada para esse fim.

Renda: R$ 1.693,65 (0,861)
Longevidade: 76,13 anos (0,852)
Educação: 0,807
IDHM Final: 0,840

6 – Vitória – Espírito Santo

Vitória, capital do Espírito Santo, conserva boa parte do seu patrimônio arquitetônico e cultural, além da qualidade de suas praias. O que impulsiona a economia da cidade são os sete portos distribuídos pelo litoral, que possui 417 km de extensão. Pelo menos 97,9% das crianças entre 5 e 6 anos estão na escola e 99% das residências têm luz elétrica, coleta de lixo e água encanada.

Renda: R$ 1.866,58 (0,876)
Longevidade: 76,28 anos (0,855)
Educação: 0,805
IDHM Final: 0,845

4 – Balneário Camboriú – Santa Catarina

A cidade tem cerca de 44 km² e 138 mil habitantes. Devido ao turismo e à construção civil foi apelidada como “Dubai brasileira”, em alusão à cidade dos Emirados Árabes que é famosa por seus prédios modernos e altos.

Bastante frequentada por chilenos, uruguaios, paraguaios e argentinos, chega a receber até 4 milhões de pessoas na alta temporada. Também é uma das áreas mais seguras do País. A maioria dos moradores acima de 18 anos tem o ensino fundamental concluído.

Renda: 0,854 (R$ 1.625,59)
Longevidade: 78,62 anos (0,894)
Educação: 0,789
IDHM Final: 0,845

3 – Florianópolis – Santa Catarina

A capital do estado de Santa Catarina, Florianópolis, é conhecida como um dos mais importantes pontos turísticos brasileiro. Tem quase 462 mil habitantes e 440 km². Conta com uma extensa rede de hotelaria, além de beach clubs, lojas e restaurantes.

O setor de serviços e tecnologia da informação também está em alta no município, o que tornou a cidade um dos locais mais propensos para o empreendedorismo no Brasil. Segundo dados da Associação Catarinense de Tecnologia (Acate), a região movimenta atualmente mais de 16 mil empreendedores.

Renda: R$ 1.798,12 (0,870)
Longevidade: 77,35 anos (0,873)
Educação: 0,800
IDHM Final: 0,847

2 – Águas de São Pedro – São Paulo

Localizada no Estado de São Paulo, Águas de São Pedro é uma pequena cidade de apenas 3,2 km² e 3.100 mil habitantes, a 182 km da capital. O município tem o melhor indicador de educação do Brasil e de uma das expectativas de vida mais altas. É uma fundamental estância hidromineral e tem como sua principal fonte de renda o turismo.

Renda: R$ 1.580,72 (0,849)
Longevidade: 78,37 anos (0,890)
Educação: 0,825
IDHM Final: 0,854

1 – São Caetano do Sul – São Paulo

O município de São Caetano do Sul, também situado no Estado de São Paulo, no ABC paulista, e ocupa a primeira posição nesse ranking. Com 157 mil habitantes e apenas 15 km², tem 100 mil veículos circulando. É também o município com o 48º maior Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil.

Renda: R$ 2.043,74 (0,891)
Longevidade: 78,2 anos (0,887)
Educação: 0,811
IDHM Final: 0,862

Com informações do Estadão

Bolsonaro teme ações judiciais contra indicação de amigo do filho à Polícia Federal


No círculo, Carlos Bolsonaro e Alexandre Ramagem em festa de Reveillon

Bolsonaro tenta nomear Alexandre Ramagem como diretor-geral da Polícia Federal. Ele é amigo do clã Bolsonaro e mantém relações ainda mais próximas com o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), o filho 02 do presidente, que é investigado pela PF.

Carlos Bolsonaro é apontado como articulador de um esquema criminoso para espalhar fake news. Bolsonaro teme que a escolha de Ramagem para diretor-geral da corporação que apura a conduta do próprio filho gere contestações judiciais.

Neste domingo, Jair Bolsonaro comunicou que vai nomear nesta segunda-feira (27) como ministro da Justiça Jorge Oliveira, atual ministro da Secretaria-Geral da Presidência. Oliveira também é amigo do clã Bolsonaro e será o chefe de Alexandre Ramagem.

As informações são dos jornalistas Matheus Teixeira, Gustavo Uribe e Danielle Brant na Folha de S.Paulo.

fonte 247

 

Maracás com o primeiro caso de Corona vírus


 

 

A cidade de Maracás que até então não havia surgido nem um caso do Corona vírus, hoje passou a integrar-se às demais cidades da Bahia que estão com casos do vírus.

A notícia chegou hoje no começo da tarde que foi uma senhora de 37 anos, recém chegada de São Paulo, que já estava em quarentena, mas que de alguns dias para cá começou a sentir alguns sintomas e, depois de esperar o tempo certo para ser feito o teste, o resultado foi positivo.

Eu, Walter Salles, sou editor do Café com Leite Notícias, estou confinado com parte da minha família no estado de Minas Gerais, mas estou sempre conectado através de contatos e redes sociais, da região da nossa linda Bahia, mas, para a tristeza minha, as notícias que chegam, referente aos cuidados das pessoas, não são boas. Muita gente nas ruas, sem máscaras e, pasmem, porque ainda há muita gente que continua não acreditando na existência do vírus.

O prefeito Wilson Novaes (Soya), através das redes sociais, se mostrando triste e preocupado quando deu a notícia, faz mais um apelo para que o povo colabore para não surgir mais casos. “Peço a todos que nos ajudem nessa caminhada, porque não temos ainda um socorro rápido no Brasil nem no mundo. O que peço é que fiquem em casa e só saiam em extrema necessidade. Assim vocês estarão colaborando para que a nossa cidade não venha ter mais e mais cosas”, apelou o prefeito, que orientou também para que as pessoas que têm que receber os seus auxílios na caixa Econômica, não façam enxames para assim não correr risco de haver mais contaminação.

O Café com Leite tem feito uma espécie de campanha para que os que podem mais, ajudem a quem não tem condição de ficar sem trabalhar. A ajuda do Governo certamente não vai atingir a todos e vai ter que existir a solidariedade da população que tiver em melhor condição.

Ainda existe muita gente, talvez devido a fala do presidente da república, dizendo que esse vírus é uma invenção da Globo ou é pra se fazer política. Não pensem assim, pois, só para que  façam uma avaliação da gravidade da situação, o prefeito de São Paulo acaba de adquirir para garantir a “demanda” que promete nos próximos dias, nada menos que 38 mil urnas, que servirão para muitas pessoas que estão andando pelas ruas sem acreditar que pode ser atingido pelo vírus. Além das urnas, foram abertas milhares de covas nos cemitérios, mas como se não bastasse, foram abertas também, valas para três mil corpos. Muito triste essa notícia, mas essa é a situação de São Paulo.

Para os moradores de Maracás, a orientação é para ouvirem os apelos do prefeito Soya e da secretária Darlene e fiquem em casa.

Moro reconhece que PT deu autonomia à PF e critica aparelhamento da polícia por Bolsonaro


Sergio Moro

No pronunciamento em que anuncia sua saída do ministério da Justiça do governo de Jair Bolsonaro, Sergio Moro paradoxalmente reconheceu a autonomia possibilitada pelo governo anterior, da ex-presidente Dilma Rousseff, às instituições responsáveis por investigações, como a Polícia Federal, assegurando assim o andamento da Lava Jato.

“Na Lava Jato, eu sempre tive um receio constante de uma intervenção do Executivo na Polícia Federal, como troca de superintendente. Mas isso não aconteceu e foi fundamental a manutenção da autonomia da PF para que os resultados fossem avançados”, afirmou, no início de sua fala, depois de lamentar o episódio de hoje, em meio à pandemia.

Em seguida, ressaltou que houve queda em índices de criminalidade e da corrupção, atribuindo isso à sua atuação, no passado, no comando da Lava Jato, e no governo. “Mudou o patamar de combate à corrupção no Brasil”. Contou então novamente a história do convite de Bolsonaro para que integrasse a equipe.

Dilma Rousseff, Jair Bolsonaro e Sérgio Moro

 

“Final de 2018 recebi convite do então presidente da República eleito Jair Bolsonaro, como já falei publicamente várias vezes, e fui convidado a ser ministro da Justiça e da Segurança Pública. O que foi conversado com o presidente foi que nós teríamos um compromisso com o combate à corrupção, crime organizado e criminalidade violenta. Foi-me prometido carta branca para nomear todos os assessores desses órgãos e da própria Polícia Federal”, recordou.

Moro então passou a discorrer sobre a interferência de Bolsonaro no comando da PF. “Em todo esse período, tive apoio do presidente Jair Bolsonaro, em outros nem tanto. A partir do segundo semestre do ano passado, passou a haver uma insistência de trocar o comando da Polícia Federal”, relatou.

“Eu respondi que não tinha nenhum problema para trocar, mas disse que preciso de uma causa, como um erro grave. No entanto o que eu vi foi só um trabalho bem feito”, disse. “Não era também uma questão do nome. Tem outros bons nomes para assumir, outros delegados igualmente competentes”, explicou.

Para Moro, “o grande problema seria a violação do acordo de que eu teria carta branca, não haveria uma causa e mostraria uma interferência na Polícia Federal”. Segundo ele, houve também tentativas de troca de outros cargos na Polícia Federal “sem que fosse apresentada uma justificativa aceitável”.

 

STF empareda Bolsonaro e divulga ação que retira dele todos os poderes


Ministro Celso de Mello deu celeridade a ação que pode transferir todas as decisões de governo para o vice Hamilton Mourão e também proibir Jair Bolsonaro de atuar nas ruas e nas redes sociais enquanto não apresentar seus exames – o que seria uma intervenção branca.

 

Da página do Supremo Tribunal Federal – O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o presidente da República, Jair Bolsonaro, seja citado no Mandado de Segurança (MS) 37083, impetrado por dois advogados para que o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, analise, em 15 dias, a denúncia por crime de responsabilidade protocolada por eles. O ministro observou que, segundo a Súmula 631 do Supremo, a citação de Bolsonaro, na qualidade de litisconsorte passivo necessário, deve ser providenciada pelos advogados, sob pena de extinção do processo sem análise do pedido (mérito).

O relator explica que a citação é uma providência essencial ao regular prosseguimento da ação, pois a eventual concessão do mandado de segurança afetará a esfera jurídica do presidente da República.

O ministro também solicitou informações prévias ao presidente da Câmara dos Deputados, apontado como autoridade coatora na ação por ainda não ter se pronunciado sobre o pedido de impeachment. Segundo o despacho, Maia deverá se manifestar, inclusive, sobre o conhecimento do mandado de segurança.

Prerrogativas

No MS, os advogados pedem a concessão de tutela de urgência para que sejam transferidas para o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, prerrogativas do chefe do governo como a nomeação de ministros, a apresentação de projetos de lei, as relações com chefes de estados estrangeiros e a decretação de estado de defesa ou de sítio.

Por receio de reiteração do que classificam como crime de responsabilidade, pedem que o presidente da República se abstenha de fomentar, promover e participar de aglomeração pública até que comprove os exames negativos para Covid-19. Também querem que ele se abstenha de publicar em meio eletrônico, especialmente em redes sociais, qualquer conteúdo contrário às determinações da OMS sobre o Covid-19. Além disso, pleiteiam a apresentação de seu prontuário médico, como cópia de exames realizados, de 1º de janeiro até a data da impetração do MS, contendo histórico e exames médicos de natureza física e psiquiátrica.

Como outra forma de prevenir suposto crime de responsabilidade, os advogados pedem que Bolsonaro comunique previamente nos autos suas pretensões de saídas em público, com delineamento da agenda oficial, do local, do horário e das medidas prévias adotadas para evitar aglomeração social. Também solicitam que seja determinado ao chefe do Executivo a expedição de protocolo normativo, no prazo de cinco dias, ordenando que seus agentes de segurança, civis ou militares, retirem de qualquer evento público de que participe pessoas portando bandeiras, faixas, camisas e outros meios visíveis de comunicação pedindo a ‘intervenção militar’, ‘golpe militar’, ‘fechamento do Congresso, da Câmara e/ou do Senado’, e ‘fechamento do Supremo’.

Bolsonaro manda recado a Moro e indica que é prerrogativa dele nomear diretor da PF


A cada dia um fato novo que choca o Brasil e o mundo. A saída do Mandeta, que foi demitido do ministério da Saúde sem explicação convincente e agora o diretor geral  da Polícia Federal também sem explicação. O que você, leitor, acha disso?

Jair Bolsonaro e Sérgio Moro

Por volta de 10 horas desta manhã de sexta-feira 24, pouco antes do pronunciamento do ministro Sergio Moro, no qual deverá anunciar sua saída do governo, Jair Bolsonaro postou no Twitter um recado ao titular da Justiça e Segurança Pública.

De acordo a matéria publicada no DCM, Bolsonaro publicou o número da Lei que determina que a indicação do diretor-geral da Polícia Federal é prerrogativa do presidente da República. Isso porque no Diário Oficial da União desta sexta, foi publicada a exoneração de Maurício Valeixo do comando da PF à revelia de Moro.

“Lei 13.047/2014 – ‘Art. 2º-C. O cargo de Diretor-Geral, NOMEADO PELO PRESIDENTE DA REPÚBLICA, é privativo de delegado de Polícia Federal integrante da classe especial’”, postou Bolsonaro, anexando o trecho da exoneração, com destaque para o “exonerar, a pedido”.

Apesar da legislação, com a demissão de Valeixo, Bolsonaro quebra uma jurisprudência de considerar a indicação do ministro da Justiça para o cargo de diretor-geral da PF, criando um conflito com Moro, que anuncia sua saída ainda hoje.

 

Moro quer ‘sair atirando’ e vai anunciar demissão com discurso contundente


 

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O ministro da Justiça, Sérgio Moro, vai anunciar sua demissão do cargo logo mais em pronunciamento a jornalistas, marcado para as 11h.  O Estado apurou que ele fará uma declaração bastante contundente a respeito da sua decisão de deixar o governo após o presidente Jair Bolsonaro impor um nome para comandar a Polícia Federal. A demissão de Maurício Valeixo do cargo de diretor-geral foi publicada na manhã desta sexta-feira, 24, no Diário Oficial da União.

A instituição é um dos braços fortes do Ministério da Justiça e a interferência do Palácio do Planalto na escolha do diretor-geral indica possível orientação política nas investigações do órgão.

Outro motivo que levou Moro a decidir deixar o governo é a postura de Bolsonaro perante a pandemia de coronavírus. O presidente tem contrariado orientações do órgão de saúde e provocado aglomerações em suas saídas constantes, além de se mostrar contrário ao isolamento social, atualmente a única medida considerada eficaz de combate da doença.

A interlocutores, o ministro repetiu ontem uma frase do ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta, de que o Brasil está perdendo um “avião por dia”, em relação ao número de mortes pela doença. Ontem, foi registrado novo recorde, com 406 vítimas da covid-19. Diferentemente de Mandetta, que deixou o governo “sem atirar”, Moro quer deixar a sua marca na saída.

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