Primeiro de janeiro foi dia de posse em todo Brasil. O povo quer mudança


 

O que se espera é que seja dada a largada para uma nova era na política administrativa,

para que o quadro da política brasileira e a fama de corrupção dos políticos comecem a mudar.

unnamed

A  câmara de vereadores de Maracás ficou lotada e muita gente do lado de fora durante posses 

 

Os prefeitos, prefeitas, vereadores e vereadoras eleitos (as) democraticamente pelo voto direto do povo no  dia 2 de outubro, tomaram posse debaixo de muitos aplausos, como acontece de quatro em quatro anos no país inteiro. As populações da micro região de Jequié, cidades em que o Blog e jornal Café com Leite têm acesso direto com o leitor, vivem uma nova expectativa e esperanças de uma administração melhor.

Em Maracás o prédio da câmara municipal esteve lotado de pessoas para assistirem as posses do novo prefeito Soya, vice Tião e vereadores. Foram muitas palavras pronunciadas e aplaudidas. Os novos vereadores, (as) maioria reeleitos, usaram o microfone para pronunciar as suas primeiras palavras como vereador (a) do período de quatro anos. Um fato que ficará pra história das posses da cidade, é que o vereador conhecido por Juarez do Torno foi eleito presidente da casa de leis por unanimidade, ou seja 11 votos sem abstenção e sem outra opção. Isso, certamente, acarreta muita responsabilidade perante o novo presidente.

Após a posse dos vereadores aconteceu a do prefeito e vice, onde Soya em seu breve discurso falou em governar com os “pés no chão”, como se diz, pois, disse ele, que da mesma maneira em que ele aprendeu com o seu pai, que foi seguir em frente com honestidade e respeito, ele vai aplicar na sua administração. Foi apresentado o secretariado e o povo aplaudiu, por creditar que cada um vai dar conta do seu recado.

Em Jequié, o empossado foi Sergio da Gameleira, como é conhecido, que também foi aplaudido. Só que no caso de Jequié, a responsabilidade do novo administrador é ainda maior, pois ali a população vive num município, que apesar de uma boa arrecadação, se encontra à beira de uma intervenção, pois as ruas, praças, instituições públicas, postos médicos, quadras poliesportivas e muitos outros setores que servem ao público, se encontram num verdadeiro caos. Desde a primeira gestão do então prefeito Roberto Britto, que foi o autor de muitas grandes obras para Jequié, que a cidade sofreu uma estagnação grande. Construção e funcionamento das Velas Culturais, projeto Esporte Dois Mil, A Escola Vai Ao Teatro, a grande parceria com a Petrobrás na época, onde muitos artistas renomados cantaram em Jequié, foram na primeira gestão de Britto, no entanto, são coisas do passado. Hoje o que se vê são clínicas fechando as postas. Tudo isso faz parte de um pacote que o novo gestor vai ter que enfrentar para resgatar Jequié.

Em outras cidades também aconteceram posses, naturalmente, como foi o caso de Santa Inês, que o maracaense Emerson Elói, apesar de não fazer tanto tempo morando na cidade, mas que através do seu trabalho junto ao Colégio ACM, que ganhou prêmio nacional, a população quis e conseguiu o eleger prefeito da cidade, onde a sua posse aconteceu debaixo de festa e muita alegria. Ali a população sente como se “agora realmente vai”, onde a responsabilidade do professor Mercinho, como é conhecido em Maracás, cresce ainda mais. Só que no caso do prefeito Emerson, ele sempre falou, mesmo depois de eleito, que pretende conduzir os trabalhos da maior e melhor transparência possível, onde quer priorizar o mais fraco, na sua qualidade de vida, mas vai procurar cuidar também, de forma nunca vista na historia da cidade, da Saúde e Educação. Elói escolheu cada secretário a dedo e pediu que cada um se dedique ao máximo, pois para que haja uma administração a altura que o povo merece, é preciso que haja dedicação, respeito e amor por todos.

Passando para a cidade de Tanhaçu, no começo da Chapada Diamantina, o já prefeito de fato e de direito, Jorge Teixeira, também terá muitas dificuldades, mas, de acordo às suas palavras, quando ha respeito com os recursos próprios e conta com um secretariado escolhido minuciosamente, como aconteceu, ha uma grande possibilidade de colocar as coisas em dia e realizar uma administração que possa se igualar ou até superar as suas próprias administrações do passado. Teixeira foi empossado debaixo de muito aplausos e depois do ato, muitos abraços de boas vindas ao comando da amável Tanhaçu. Em Planaltino o ex prefeito Zeca Braga voltou e disse que pretende superar a sua própria gestão, que, diga-se de passagem, foi considerada entre as melhores de todos os tempos. Outro jovem que disse pretender realizar uma grande gestão é o amigo Gerinho, como é conhecido em Irajuba. Gerinho nunca foi prefeito, mas sempre atuou como secretário, o que lhe fez conhecedor dos problemas que a nova administração vai ter que enfrentar, onde já sabe como começar a batalha. Didi, na cidade de Contendas do Sincorá, foi aplaudido pelo trabalho realizado na sua gestão, foi um dos poucos reeleitos na Bahia e assegura que vai fazer um bom trabalh, tal vez melhor que a primeira gestão, priorizando agora o social. Ao desenrolar os trabalhos o blog e jornal Café com Leite estará informando através de publicações dos acontecimentos.

Mulheres chegando com mais intensidade  ao poder

 

06

A cada dia que passa mais mulheres são eleitas em cargos públicos

Um fator que vem chamando a atenção e gerando certa expectativa no cenário político brasileiro é a candidatura de mulheres em cargos eletivos e eleitas. Só na micro região foram muitas mulheres que tomaram posse neste primeiro de janeiro. Em Lajedo do Tabocal Mariane Fagundes tomou posse depois de uma grande vitória, como também em Itiruçu, onde a médica Lorena foi empossada com festa e muita esperança de dias melhores por parte do povo; em Contendas do Sincorá a vice prefeita é a senhora Maria Helena; Em Ipiau, Maria e Margaret vão comandar os destinos da cidade como prefeita e vice respectivamente, ambas do PP. Outras muitas mulheres tomaram posse em todo Brasil, o que se espera é que todas tenham os seus corações voltados para acolher o mais carente, com obras e programas que venham amenizar o sofrimento da classe.

O bom mesmo é cada empossado e empossada procurar fazer uma nova história no seu município, para que em todo Brasil seja festejada a chegada de uma nova era nas administrações públicas, fazendo assim uma longa distância do mar de lamas que virou a classe política brasileira, onde o que vem imperando é a corrupção.

O blog e jornal Café com Leite deseja a todos e todas, nas suas individualidades, que aconteça a melhor administração pública de todos os tempos em cada município.

 

 

Error, no Ad ID set! Check your syntax!

Esculhambado esculhambando, segundo Miguel do Rosário, (O cafezinho)


 

No Conversa Afiada, leio um post sobre editorial da Folha que esculhamba Gilmar Mendes.

Até a Folha esculhamba Gilmar, diz a manchete do post.

Essas críticas da mídia a Gilmar me fazem bocejar solenemente. São muito parecidas com as críticas pontuais da Globo ao governo Temer.

Não são bem críticas. São golpistas se xingando, amistosamente, num bar.

Gilmar é um juiz absurdo, uma espécime exótica que só poderia florescer na mais bananeira das repúblicas. Não é bem um juiz e sim um âncora tucano que exerce, ilegalmente, a função de ministro do STF e de presidente do TSE.

Nenhum deles tem razão.

O mérito da polêmica é que Gilmar Mendes tomou a decisão monocrática de empossar três prefeitos eleitos este ano, cuja posse estava obstruída pelo colegiado do Tribunal Superior Eleitoral, por causa da Lei da Ficha Limpa.

Os três prefeitos foram condenados em segunda instância, em 2008, antes da vigência da Lei, que é de 2010. Pela lei vigente em 2008, ficariam inelegíveis por três anos, então poderiam tomar posse agora.

Pela lei de 2010, porém, sua inegibilidade deveria se estender por 10 anos, então não poderiam tomar posse agora.

Para não mim não há dúvidas, se eles foram condenados em 2008, devem cumprir a pena relativa àquele ano. Não existe retroatividade em nossa Constituição, nem em nenhuma constituição democrática do mundo.

No mérito, portanto, Gilmar está certo. Os prefeitos devem tomar posse. Aliás, em caso de dúvida, a decisão do eleitor deveria sempre prevalecer.

Além disso, o STF ainda não decidiu: mais uma razão para que os prefeitos sejam eleitos.

O consórcio golpista – formado por marajás do serviço público, de um lado, e bilionários barões da mídia, de outro – costuma se esquecer que, na vida real, a população precisa de governantes para administrar as contas, resolver os problemas urbanos mais urgentes, pagar servidores, contratar médicos, tocar obras.

A brincadeira de prender prefeitos, governadores, derrubar presidentes, paralisar administrações, destruir empresas privadas e públicas, já nos custou centenas de bilhões de reais e dezenas de milhões de postos de trabalho.

Os prefeitos em questão são: Sebastião de Barros Quintão (PMDB, Ipatinga), Geraldo Hilário Torres (PP, Timóteo) e Luiz Menezes de Lima (PSD, Tianguá).

O blog do Noblat elegeu Gilmar como “cara de pau” do ano por causa dessa decisão.

Decisões monocráticas, tomadas contra o colegiado, podem não ser aconselháveis. Mas o problema maior aqui, é meu ver, é esse pacto entre mídia e judiciário contra a política.

Folha e Globo, que são irmãos xipófagos em se tratando de apoio ao golpe, seguem juntinhos quando se trata de submeter a política aos arbítrios do judiciário.

O voto parece não ter mais grande importância para o consórcio golpista: o que vale agora é a decisão midiático-judicial para cada caso.

Esse pacto mídia-judiciário contra a política usou e abusou de Gilmar Mendes quando se tratava de derrubar o governo e consolidar o golpe. E agora o pacto começa a experimentar contradições internas.

Gilmar pode ser contra o PT, mas não é contra o sistema político, porque ele mesmo nunca escondeu seus anseios de participar da vida política sem as amarras (embora essas nunca tenham sido problema para ele) do código de ética da magistratura.

Entendo melhor agora porque os Estados Unidos não possui tribunais eleitorais. Se um país com uma cultura democrática consolidada, de mais de duzentos anos, como os EUA, teme submeter a decisão soberana do povo ao arbítrio de meia dúzia de aristocratas de toga, nós, brasileiros, deveríamos ficar apavorados em entregar tamanho poder a uma casta tão reacionária e, como se vê agora, tão golpista, tão indiferente à soberania popular.

Neste sentido, nem os ministros do TSE nem Gilmar estão certos, porque a prerrogativa da decisão monocrática, que pode ser tomada em favor de um governante eleito, também pode ser tomada em seu desfavor.

A esculhambação da Folha contra Gilmar, portanto, não vale nada. Muito mais esculhambada é a Folha, a Globo, e a mídia corporativa em geral, cúmplice desse processo de legitimação de um regime autoritário, golpista, onde o sufrágio livre e universal se torna menos importante do que a opinião de jornais decadentes e de juízes desmoralizados e inimigos da democracia (O cafezinho)

Governador visita Maracás e Inaugura obras


 

Resultado de imagem para foto de visita do governador a maracas

 

A tarde da quinta feira 29 de dezembro foi de movimentação na cidade de Maracás, por conta da visita do Governador Rui Costa e comitiva para visitar e inaugurar obras. Uma das obras foi a Praça da Bandeira que está em fase final de conclusão, Unidade de Saúde do Maracaizinho,  visitou o Centro de Especialidades Vida Ativa que está sendo ampliado, visitou outras obras em andamento, como creches e inaugurou duas quadras de esportes. Outras autoridades fizeram presenças à cerimônia, como o Presidente da Assembleia Legislativa da Bahia deputado Marcelo Nilo, deputado Euclides Fernandes, secretário de Agricultura da Bahia, Vitor Bomfim, prefeito Paulo dos Anjos que o recepcionou, prefeito eleito Soya, prefeita eleita de Itiruçu, Dra. Lorena, vereadores da terra e população. Na ocasião o Governador falou de ano de crise, mas disse que ainda vai inaugurar muitas obras em Maracás. Disse que o prefeito eleito Soya, vai encontrar um “bonde  andando”, pois são muitas obras que estão em andamento.

A reforma do trecho que dá acesso à Rua Castro Alves, num local conhecido por Baixinha, diante da expectativa da população, ficou um pouco a desejá, pois o esperado, quando foi anunciado, era que todo percurso, desde a rotatória, ao lado das casas populares até o calçamento da Castro Alves, receberia asfaltamento de brita, até porque é o acesso direto ao centro da cidade. Certamente vai picar para uma próxima  etapa na nova administração que terá, a partir de 01 de janeiro um novo chefe do executivo, que é Soya.

Num rápido bate papo com o deputado Euclides Fernandes, ele assegurou que vai trabalhar muito para ajudar Soya e consequentemente a cidade e sua gente, nessa jornada que se inicia, através de obras vindas do governo do estado. Disse que já vem sendo parceiro político do seu amigo Soya e que vai intensificar essa parceria para o bem de Maracás e o o povo.

O Secretário de Agricultura Vitor Bomfim, disse que diante da grande perda na agricultura, mas principalmente a pecuária que teve uma queda no rebanho considerada, onde os municípios mais afetados da região foram Maracás, Planaltino e Nova Itarana, dentre outros, devido a seca prologada, haverá uma luta para elevar ao patamar que estava antes de 2010, ou chegar perto. Sobre a questão do homem do campo, Bomfim disse que vai agregar tecnologia no sentido de orientação, para ver o que é mais viável, onde muitas lavouras novas, que são mais resistentes à seca, já estão tomando o lugar da mandioca e outras que requer mais chuvas, para que Maracás possa ter uma produção mais adequada ao que a terra oferece. Disse que esteve com Soya, o qual mostra um interesse muito grande em intensificar a produção nem só da pecuária, mas também o gado de corte e leiteiro. Vale lembrar que durante a campanha Soya já falava no potencial de Maracás, onde dizia que o que falta é uma política voltada para atender o homem do campo de uma forma mais ampliada e com sustentação.

 

Prefeita eleita de Itiruçu presente

Resultado de imagem para foto de dra lorena de itiruçu

 

A prefeita eleita de Itiruçu, Drª. Lorena, marcou  presença e numa rápida entrevista ao blog e jornal Cafe Com Leite, disse que a expectativa é grande, para começar a trabalhar como prefeita, mas sabe da situação que passa Itiruçu, tanto é que a população estava insatisfeita, “ onde as urnas mostraram isso”, lembrou, mas que ela está pronta para trabalhar, procurar recuperar a amável Itiruçu e poder passar mais confiança para o povo. Lorena lembrou que a situação do Brasil não é boa, por motivo de várias crises, o que sempre respinga nos municípios, sobretudo os mais carentes, mas que ainda assim a dedicação vai ser grande, onde a prioridade é Saúde e Educação. “Digo isto, não por eu ser médica, mas por ter acompanhado de perto o clamor do povo por uma Saúde melhor”, comentou a prefeita e concluiu: “Um município e um povo só podem estarem bem se existir saúde e educação de qualidade”.

Maracás necessita de organização de trânsito


40es2y16cr_7rdbwbewrm_file-1

 

Muitos motoristas que chegam da zona rural de Maracás, principalmente nos dias de sábado, talvez não entendam que uma rua conhecida por Beco do Moreira, por exemplo, já passou da hora de ser mão única, faltando escolher só o sentido. ficam, muitas vezes, tendo que dar longas marcha ré para dar passagem pra outro carro. Isso acontece nos dias de sábado e durante a semana também. A Rua Cônego Paulo Bento também, (antiga rua da cesta) é outra que tem que ser mão única.

dscn7633

Esse local fica próximo à feira, na Rua Armando São Paulo, mas o que ninguém entende é que foi colocada a placa de contramão,

até aí tudo bem, mas deixar o pequeno canteiro em formato que não ajuda um motorista de caminhão seguir corretamente não tem coerência com a placa. É preciso que algum vereador faça a indicação para que o canteiro fique em formato da letra (O), com uma única planta ao meio, para que facilite os acessos. Falhas assim estão espalhadas por toda Maracás.

dscn7635

Outros locais também carecem de mudanças, dentre eles a transformação do espaço que vem sendo utilizado quase que exclusivamente para os festejos juninos, uma vez por ano. Esse local combina mais com amplo estacionamento, pois, atualmente já existem no local dois bancos, várias lojas, onde constantemente faltam vagas para estacionamento. Com um canteiro no meio, seguindo o formato que já vem do ponto de táxi, surgirão mais vagas para estacionamento em ângulo em ambos os lados, bem como facilita as manobras de carretas que chegam para descarregarem nas lojas. Também pode se pensar num possível espaço para quiosques, não para bebidas alcoólicas, mas uma espécie de espaço de alimentação, onde certamente surgirá uma variedade de iguarias, sem fugir o projeto do estacionamento. Ainda falando do trânsito na cidade, o ideal no ponto de vista de muitos entrevistados pela Salles Publicações (Blog e Jornal Café com Leite), faria mão única na parte baixa da Praça Rui Barbosa, nas duas esquinas, ficando mão dupla a partir do começo da Rua Castro Alves. Já para quem vier pela Castro Alves sentido Centro da cidade, naturalmente ficaria contramão no começo da Praça, sendo obrigatório dobrar pelos fundos da Igreja Matriz, fazendo ali a opção para direita ou esquerda. Outro local que carece de mudança é um desbloqueio no canteiro na altura da esquina da prefeitura, (abaixo da famosa barraca do Marcelo) para que melhorem os acessos para quem venha, por exemplo, da Rua Cônego Paulo Bento e quer subir a João Pessoa. Também irá facilitar o acesso de quem vem pela parte superior da Praça Rui Barbosa e quer ir para as imediações da Caixa Econômica, por exemplo.

São mudanças fáceis e que vão fazer uma grande diferença no trânsito da cidade, bem como criação de muitas vagas para estacionamento.

Quebra Molas– A mesma coisa acontece com os chamados “Quebra Molas”, onde a maioria não possui placas indicando o mesmo, o que pode causar muitos acidentes principalmente para quem é de fora. Nesse caso, acontecendo casos assim, o motorista deve entrar na justiça e pedir o direito dele ter os seus prejuízos cobertos pela prefeitura que é a principal responsável. Serve também para qualquer cidade do território nacional, nem só na questão quebra bolas, mas também em outras mazelas que existem nas cidades como cratera abertas nas ruas, boca de lobo e muitas outras.

 

Zeca Braga com a turma do PSD num encontro com Rui Costa na UPB


A imagem pode conter: 9 pessoas, pessoas em pé

 

No dia 12 de dezembro o prefeito eleito de Planaltino, Zeca Braga, juntamente com toda galera do PSD esteve reunido com o governador Rui Costa para tratar de assuntos relacionados com Planaltino, pois no dia 01 de janeiro Braga tomará posse na cidade e quer contar com total apoio de chefe do poder executivo estadual. Vale lembrar que o prefeito eleito goza de grande amizade com o governador desde quando ele foi prefeito pela primeira vez e o governador Secretário de Estado.

Apesar das incertezas políticas e climáticas no Brasil, o povo espera uma administração que venha melhorar a qualidade de vida do mais preciso principalmente nas áreas de saúde e educação. Para isso será preciso ajuda do governo através das suas secretarias. Que tudo dê certo nessa sua segunda jornada, Zeca Braga.

O Estadão fala de “vacilos”de peixes grandes na Lava Jato, dentre eles o Cunha


Conheça os detalhes de como tudo começou na Lava Jato. Leia na íntegra

Por Fábio Fabrini

O Estadão publicou reportagem nesta terça (27) elencando alguns capítulos da Lava Jato que, para a força-tarefa, foram verdadeiros “vacilos” dos investigados. Esses vacilos facilitaram, em parte, o trabalho dos investigadores, como foi no caso da prisão de Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Youssef. O caso de Eduardo Cunha é de peixe que “morreu pela boca”. Se o ex-deputado não tivesse falado demais na CPI da Petrobras, não teria sido cassado e caído nas mãos do juiz Sergio Moro.

Em tempos de telefones criptografados e aplicativos de autodestruição de torpedos a complicar a vida de investigadores, alguns dos alvos da Operação Lava Jato, a maior investigação de corrupção da história do País, foram pegos porque vacilaram na tarefa de esconder os crimes dos quais são acusados. Houve quem fizesse prova contra si em depoimento, entregasse o cúmplice por mensagem e até deixasse que as câmeras de segurança instaladas em casa gravassem o próprio flagrante.

Os pequenos, mas decisivos deslizes, contribuíram para implicar Marcelo Odebrecht, ex-presidente da maior empreiteira do País, e arrastar 77 executivos para a “delação do fim do mundo”. Embasaram o pedido de prisão do ex-diretor da Petrobrás Paulo Roberto Costa, primeiro a colaborar com os investigadores em troca de redução de penas. Também permitiram a identificação do doleiro Alberto Youssef, cujo esquema, mais tarde confessado por ele, lavava dinheiro sujo para dezenas de políticos e empresários brasileiros. Até Antonio Palocci, ministro forte das eras Lula e Dilma, caiu na rede dos investigadores porque um dia, sem imaginar as consequências, alguém bobeou e escreveu mais do que devia.
Conheça os casos de quem vacilou na Lava Jato:

‘Primo, que primo?’

Foi monitorando as ligações de um BlackBerry do doleiro Adib Charter, dono do Posto da Torre, em Brasília, a partir de julho de 2013, que surgiram fortes evidências de uma imensa rede de lavagem de dinheiro. Nas ligações telefônicas, todos chamavam o principal operador do esquema de “primo”. Mas, afinal, quem era ele? A dica veio num fatídico telefonema, no qual um dos investigados se referiu ao personagem misterioso como “Beto”. Ao saber da novidade, três delegados correram à sala de escutas da Polícia Federal, como contou o jornalista Vladimir Netto no livro Lava Jato – O juiz Sérgio Moro e os bastidores da Operação que abalou o Brasil. Eles não tiveram mais dúvidas ao ouvir a voz de “Beto”. Era Alberto Youssef, cliente antigo de investigações de corrupção e que já havia sido grampeado outras vezes. Um deles, Igor Romário de Paula, tinha sido controlador de voo e conhecia o falar do doleiro desde que ele voava sobre o Paraná com produtos contrabandeados. Não fosse aquela ligação, o desenrolar do maior caso de corrupção do País talvez teria sido outro. O doleiro foi o segundo delator da operação. Entregou dezenas de políticos e empresários, e detalhou minuciosamente como se desviava dinheiro da Petrobrás.

Família unida

O ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás Paulo Roberto Costa nem estava entre os primeiros presos da Lava Jato, em 17 de março de 2014. Aposentado, levava uma vida confortável, e acima de suspeitas, como consultor. Ao “pescar” uma nota fiscal de R$ 250 mil na conta de e-mails de Alberto Youssef, a PF descobriu que o ex-dirigente da estatal havia ganhado uma Land Rover blindada do doleiro. Foi por causa desse primeiro tropeço que os investigadores pediram mandados de busca e apreensão em endereços de Paulo Roberto. Um segundo o levaria para a cadeia e para a delação premiada. Quando policiais foram vasculhar a Costa Global, empresa que o ex-diretor abrira na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, perguntaram ao chefe de segurança do edifício se percebera algo estranho. Assim se descobriu que as duas filhas e os dois genros dele tinham acabado de sair do local, levando bolsas cheias de documentos e dinheiro em espécie. A operação se deu enquanto os policiais buscavam as chaves do escritório na casa do ex-diretor. A tentativa de ocultar provas foi registrada pelo circuito interno de TV. O flagrante, em vídeo, foi decisivo para que o juiz Sérgio Moro, da 13.ª Vara, em Curitiba, mandasse prender Paulo Roberto três dias depois. As investigações mostraram que não só ele, mas as filhas, os genros e a mulher estavam envolvidos em corrupção e lavagem de dinheiro. Sob risco de ver toda a família processada e presa, o ex-diretor fez o primeiro acordo de colaboração da Lava Jato.

Cachorrada

Policiais interfonaram às 6h01 de uma quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015, numa casa da Rua Fala Amendoeira, na Barra da Tijuca, no Rio. Quem atendeu foi Lília Loureiro Esteves de Jesus, que, ao saber do mandado de busca e apreensão, avisou que prenderia os cachorros antes de abrir. Ela não foi ao canil. Encheu um volumoso pacote com dinheiro e papéis comprometedores, atravessou o quintal correndo, ultrapassou um obstáculo próximo à piscina e escapuliu por uma saída lateral. Os agentes da PF já se preparavam para invadir o imóvel quando, às 6h09, o portão foi aberto pelo marido de Lília, Guilherme Esteves de Jesus, suspeito de operar propinas pagas pelo Estaleiro Jurong Aracruz ao ex-diretor da Petrobrás Renato Duque e ao ex-gerente executivo Pedro Barusco, ambos da área de Serviços. A “limpeza” poderia ter dado certo, não fossem as dificuldades do investigado ao tentar explicar o paradeiro da mulher que atendera à campainha. Primeiro disse que só as filhas estavam em casa. Depois alegou que a esposa também estava ali, mas não soube precisar em que canto. Houve buscas, infrutíferas, pela desaparecida, até que os policiais descobriram 11 câmeras de segurança espalhadas pela área externa. O casal havia se esquecido de apagar as cenas, que registravam a tentativa de esconder provas. Numa delas, Esteves aparece escondido atrás de uma moita, conversando com a mulher, antes de ela escapulir pelo portão. Os dois acabaram denunciados por crime de embaraço às investigações.

Operação Miami

Enquanto Marcelo Odebrecht era preso no Brasil, em 19 de junho do ano passado, a secretária Maria Lúcia Guimarães Tavares estava em Miami. Havia sido convocada para uma reunião com o executivo Luiz Eduardo Soares, seu chefe no Setor de Operações Estruturadas, a “divisão de propinas” da empreiteira. O objetivo era prestar contas de “pixulecos” pagos a políticos e agentes públicos. Àquela altura, com a Lava Jato em seu encalço, a empresa tentava apagar os registros de que aquele departamento um dia existira. Maria Lúcia levou consigo pastas com planilhas e codinomes que indicavam os beneficiários do esquema. Poderia ter deixado tudo por lá, longe das vistas da Polícia Federal, mas voltou para o Brasil com o material e o deixou em casa, na Bahia, por oito meses, até que os investigadores bateram à sua porta com mandados de prisão e de busca e apreensão. Era 22 de fevereiro deste ano, e começava a 23.ª fase da Lava Jato, batizada de Operação Acarajé. Levada para a cadeia, ela foi a primeira e mais decisiva colaboradora da Odebrecht. Contou o que sabia, levando a cúpula do conglomerado a capitular e partir para a chamada “delação do fim do mundo”, com 77 executivos.

Sincericídio

O deputado Aníbal Gomes (PMDB-CE) já estava suficientemente enrolado na teia da Lava Jato quando prestou um depoimento à Polícia Federal em 27 de agosto do ano passado. Havia sido acusado por Paulo Roberto Costa de lhe oferecer suborno de R$ 800 mil para, quando diretor de Abastecimento da Petrobrás, facilitar um acordo que liberou R$ 62 milhões para empresas de praticagem (condução de navios em portos). Pela intermediação do negócio, o deputado teria dividido com três parceiros propina de R$ 6 milhões. A oitiva para a PF seguia o script dos advogados até que o congressista cometeu um inesperado sincericídio. Admitiu ter recebido de “amigos” e “parentes” doações de R$ 100 mil na campanha de 2014, mas que as declarou à Justiça eleitoral como sendo dinheiro dele próprio. Justificou que preferiu oficializar as contribuições assim porque as quantias eram “pequenas”. O tiro no pé rendeu piadas de procuradores e uma denúncia a mais contra Gomes, por fraude eleitoral. A acusação só não foi aceita pelo Supremo Tribunal Federal porque os ministros entenderam que, além da confissão, eram necessárias mais provas. Ele não escapou, no entanto, de virar réu por corrupção pelo suposto recebimento de dinheiro das empresas de praticagem. Este mês, o deputado e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), um de seus principais aliados, foram denunciados por ganhar propina, disfarçada de doações eleitorais, em troca de viabilizar a contratos da Petrobrás com a empreiteira Serveng.

Enigma à romana

A Lava Jato passou meses tentando decifrar os codinomes lançados nas planilhas que discriminavam as propinas da Odebrecht. Primeiro achou ser o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, nascido em Gênova, o “italiano” que recolhia milhões ilegalmente para o PT. Pista falsa. Foi uma incauta mensagem de 2009, enviada pelo ex-presidente do grupo Marcelo Odebrecht, atualmente preso em Curitiba, ao então diretor de Relações Institucionais, Alexandrino Alencar, o que contribuiu decisivamente para implicar Antonio Palocci. “Vc marcou alguma coisa com o Italiano na 2ª? Se não, vou ligar para Brani hoje para tentar marcar”, escreveu o executivo. Brani era o apelido de Branislav Kontic, principal assessor do ex-ministro da Fazenda e da Casa Civil nas eras Lula e Dilma. Odebrecht também recorreu ao diminutivo em e-mails enviados diretamente ao auxiliar de Palocci. Ao analisar as comunicações e outras provas, o juiz Sérgio Moro se convenceu e mandou Palocci para a cadeia. Foi em 26 de setembro, na Operação Omertà, 35.º fase da Lava Jato.

Morto pela boca

Políticos, em geral, fazem o diabo para evitar exposição em comissões parlamentares de inquérito (CPIs). O ex-presidente da Câmara e deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), num episódio decisivo, não agiu como exemplar convencional de sua espécie. Mesmo sem ser convocado, decidiu ir espontaneamente à comissão que investigava corrupção na Petrobrás, em março de 2015. Era um ambiente de cordialidade, preparado pelos aliados para poupá-lo de perguntas embaraçosas. Mas ele próprio afirmou: “Não tenho qualquer conta em qualquer lugar que não seja a que está declarada em meu Imposto de Renda”. Foi por causa da declaração, após a Procuradoria-Geral da República (PGR) indicar o contrário, que ele passou a responder a um processo de quebra de decoro parlamentar por “mentir publicamente”. Em setembro último, foi cassado, perdeu o foro privilegiado e seu processo foi enviado à Justiça Federal no Paraná. No mês seguinte, o juiz Sérgio Moro mandou Cunha para a prisão. A justificativa de que as contas na Suíça eram trustes, movimentados por terceiros responsáveis por gerir seu patrimônio, não colou nem com os procuradores da Lava Jato e nem com os seus pares no Congresso.

Ele ‘deu a Elza’

“Gato gordo” da Lava Jato, no jargão dos policiais, o então presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), dedicava boa parte de suas declarações públicas a negar que movimentava dinheiro no exterior. Era outubro de 2015 e João Augusto Henriques, considerado o operador do PMDB, revelara em depoimento prestado no mês anterior ter aberto uma conta na Suíça para pagar propina ao peemedebista. Contou que o dinheiro teria vindo de um contrato da Petrobrás relativo à compra de um campo de exploração no Benin, África. O Ministério Público suíço recém-enviara à Procuradoria-Geral da República (PGR) investigações apontando as contas secretas do deputado. Quando o vasto material veio à tona, um detalhe chamou atenção: Cunha fornecera o nome da própria mãe como contrassenha a ser usada em consultas ao banco Julius Baer. Entre os procedimentos de segurança, a instituição, especializada em gerir fortunas, exigia que o cliente respondesse a uma pergunta secreta para acessar o serviço de help desk (suporte técnico) quando necessário. O peemedebista optou por “O nome de minha mãe”. A resposta: “Elza”. GGN

Refugiado Do Congo Inaugura No Brasil Restaurante Vegano Com Pratos Típicos Do Seu País


refugiadassoooo-congo

O congolês Picthou Luambo chegou ao Brasil seis anos atrás fugindo dos conflitos armados que há mais de 20 anos assolam seu país natal. Picthou é formado em Direito, mas não pode exercer sua profissão no Brasil por questões burocráticas.

Na República Democrática do Congo, terceiro maior país do continente africano, ele era um ativista das causas sociais. Pitchou denunciava estupros cometidos por integrantes das forças armadas que tentam tomar o controle do seu país e defendia vítimas da violência.

No início do ano, ele abriu, em São Paulo, um restaurante vegano com pratos típicos do seu país – onde as pessoas estão habituadas a comer muito mais vegetais do que carnes. Ele viu nisso uma oportunidade de começar o seu próprio negócio no Brasil.

O Congolinária fica dentro do espaço O Quintal de Casa, uma praça de alimentação independente localizada o bairro do Itaim Bibi, na zona sul da cidade. Com nomes como “Fufu”, “Sambusa”, “Simba”, “Tembo” e “Omomba”, os pratos despertam a curiosidade e aguçam o paladar. O lugar está fazendo o maior sucesso! Um jeitinho de matar a saudade de casa e, ao mesmo tempo, apresentar aos brasileiros a cultura congolesa para, quem sabe, acabar com tanto preconceito. Boas notícias

Ao Ganhar Cão, Autista Que Não Pode Ser Tocado Se Emociona E Abraça Animal


autismo-e-cao
Pode parecer comum ver uma criança brincado com seu cachorro, mas neste caso, a cena é uma vitória.

Kainoa Niehaus é uma criança autista de cinco anos que não gosta de ser tocada. Porém, ao conhecer seu primeiro cachorro, chamado Tornado, o menino não conseguiu conter a alegria e logo fez carinho no animal.

Reprodução/ Facebook

Emocionada, a mãe de Kainoa, Shanna, chorou ao ver a interação e compartilhou seu sentimento em uma tocante publicação no Facebook:

“Está vendo esse momento? Nunca tinha experimentado nada como isso. Ontem foi o primeiro dia que meu filho autista conheceu seu novo cão do serviço de autismo. A foto mostra a reação de uma mãe que viu seu filho, que ela não pode abraçar, dar banho, vestir ou tocar, deitar em seu novo cachorro por vontade própria, criando uma indescritível e poderosa ligação.”

“Cada luta por seu filho vale a pena. De alguma forma, por causa disso –por causa do Tornado- eu sei que tudo vai ficar bem. Como mãe, vi inúmeros, desafiadores e doloridos momentos em que meu filho sofreu e chorei inúmeras vezes. Ontem, no entanto, eu chorei por um motivo diferente. E o sentimento é indescritível“.

A família, que mora no Japão, foi até Ohio (EUA) para pedir ajuda para a “Quatro Patas para Capacitação”. A organização sem fins lucrativos treina cães e filhotes para interagir e proteger crianças autistas, passando segurança e evitando situações perigosas.

O CEO da “Quatro Patas”, Karen Shirk, afirma que os animais podem intervir quando as crianças estão inconsoláveis e os pais sabem que não podem tocá-las para ajudar. “O cachorro pode impedir que o autista tente se agredir e pode dar lambidas e interagir mostrando carinho”, disse. Boas notícias

falta de sinalização adequada pode ser uma das causas de acidentes graves


copia_de_seguranca_de_copia_de_seguranca_de_copia_de_seguranca_de_03

 

Muitos acidentes com vítimas fatais acontecem nas estradas brasileiras, principalmente no nordeste, muitas vezes por falta de sinalização adequada, correspondente com o perigo que oferece a estrada. Recentemente um caminhão com uma carga de melões capotou na serra próximo à Maracás, onde o motorista morreu preso às ferragens. Essa serra tem fama de uma das mais perigosas da Bahia e Brasil, mas, no entanto, não se vê uma sinalização compatível com o perigo que o trecho de mais ou menos 6 km representa e apresenta para o usuário. Para quem já conhece a estrada, uma placa indicando curva à esquerda ou direita é o suficiente, pois ele já sabe de todo o trajeto. Só que para quem não a conhece , que passa pela primeira vez, como pode ter sido o caso deste motorista de nome não anotado, também não importa saber, a falta de uma sinalização mais minuciosa, faz uma grande diferença. Realmente saber o nome do cidadão ou pra onde estava indo,não importa tanto. O que importa é que ele era um cidadão trabalhador e que, provavelmente, tinha uma família para dar conta. Nesses casos, sendo constatado que realmente a estrada não possui uma sinalização adequada, e que essa falha pode ter causado o acidente fatal, familiares devem entrar na justiça em busca de uma indenização, pois em muitos casos, aquele homem que foi a óbito numa curva da estrada, é responsável por colocar o pão na mesa para alimentar a família.

Na cidade de Planaltino, próximo ao distrito de Nova Itaípe, na localidade chamada Figueiredinho, existe um local que por muito tempo era uma curva que chegou a ser chamada de curva da morte, pois não existia ali uma única placa que indicasse aquela curva em frente. O jornal Café com Leite cobrou do poder público Estadual e Municipal, mas só depois de muito tempo e muitas mortes, resolveram  colocar uma placa que indicava curva perigosa em frente, o que foi o suficiente para chegar ao fim das mortes naquela curva. O blog e Jornal Café com Leite chama a atenção das autoridades para que façam uma busca sobre a questão sinalização nas estradas baianas, principalmente nos trechos considerados perigosos como Mutum, Serra do Pé da Serra em Maracás, Serra do Maçal, (entre Conquista e Itapetinga) e muitas outras. No caso da serra que matou o motorista do caminhão carregado de melões, não basta sinais de curvas, mas sim frases. “Desça engrenado”, “respeite a sua vida e as dos demais viajantes”, “Alguém em casa espera por você”, Desça devagar pra você voltar vivo pra casa”, “trecho de muitos locais perigosos” e muitos outras frases de reflexão rápida.

Nós do blog cafecomleite.com.br não temos prazer em publicar tragédias de forma sensacionalista, mas sim contribuir para diminuir o quadro alarmante de acidentes com vítimas fatais que acontecem.

O que vem contrariando os motoristas é que placas de sinalização para ajudar realmente o motorista, está em falta em muitas estradas, mas, no entanto, instalação de câmeras para multar os motoristas, os chamados pardais, está sempre crescente as suas instalações, muitas vezes pegando os motoristas de surpresa, com as câmeras num poste em meio a escuridão. Na verdade, já passou da  hora de reaver essas falhas, senhores responsáveis. A final de contas, o certo é saber que o certo está sempre certo. Fora disto vamos continuar vendo tragédias de todas as naturezas crescendo no país.

Grupo ataca carro-forte e explode veículo em trecho da BR-116, na Bahia


Crime aconteceu entre os municípios de Poções e Boa Nova.

Polícia Militar foi acionada e faz rondas pela região, mas ninguém foi preso.

A polícia informou que o grupo estava a bordo de uma caminhonete, que ultrapassou o carro-forte e disparou tiros na direção do veículo. Após interceptar o carro, os bandidos usaram explosivos para abrir o cofre. A quantia levada não foi divulgada pela polícia.

A Polícia Militar (PM) foi acionada depois do crime e iniciou as buscas pelos bandidos, mas até a manhã desta terça-feira (20), ninguém foi preso

 

(Foto: Blog do Anderson)

Carro-forte foi explodido por bandidos em trecho da BR-116, na Bahia (Foto: Blog do Anderson)

Zé Carlos, de Lajedo do Tabocal, pede ajuda para tentar salvar sua irmã que se encontra em estado grave em São Paulo


 

Resultado de imagem para foto do hospital vila alpina em sao paulo

O Hospital Vila Alpina não oferece o tratamento que a paciente Rozilda Nunes precisa

 

A irmã do Sr. José Carlos Nunes Almeida (Zé Carlos) ex-secretário municipal de Lajedo do Taboca, Rosilda Nunes Almeida de 36 anos se encontra em estado grave na UTI do Hospital Vila Alpina, em São Paulo. Internada há oito dias só neste sábado saiu o diagnostico. O médico informou hoje que o quadro clinico dela é grave, com uma infecção generalizada,o que terá de ser transferida com urgente para outro hospital, para fazer uma drenagem pulmonar, para retirada de pus e os familiares não têm condições financeiras para fazer a transferência, Pois até o próprio Zé Carlos está desempregado há oito meses. Por isto quebrou o orgulho natural de ser humano e patiu para essa campanha entre pessoas e pelas redes sociais para adquirir fundos e também pedindo orações, principalmente pelo Facebook e compartilhamentos via WhatsApp.

O médico informou ainda que o estado clinico dela se agravou muito nestes últimos três dias, por isto esta transferência tem que ser com máxima urgência. Os médicos tem tentado a transferência mas não tem conseguido devido ter varias pessoas na frente, mas ela não pode esperar, pois é muito grave o seu quadro clínico.

Rozilda mora no bairro São Mateus, em São paulo, Sua irmã, Daniela, mora em Salvador e está muito abalada com a situação. Disse que vai pra São Paulo nesse final de semana.

Se a palavra de Deus diz em resumo aos seis mandamentos que são das coisas terrestres, “amarás a teu próximo como a ti mesmo”, naturalmente todos que tomar conhecimento desta situação deve pensar no seu próprio familiar e tomar algum tipo de atitude, seja em oração ou em ajuda financeira em qualquer quantia. Aqui vai o numero do telefone de Ze Carlos e Daniela para fazerem os contatos e pegarem o numero da conta. (73) 99158 5958 (Ze Carlos) e (71) 98601 2627 (Daniela)

Vamos compartilhar essa matéria ao máximo que puder para que juntos em oração e solidariedade possamos alcançar mais uma graça de Deus. “Peça que te darei, Façam prova de Mim”, diz a palavra de Deus se referindo ao Próprio Deus e Jesus.

Outras pessoas que desejarem ter o nome de um familiar sob orações de pessoas e, por ventura precisarem de ajuda, façam como fez Zé Carlos, quebrem o orgulho besta, pois somos todos iguais e dependentes de um só, que o Deus todo Poderoso.

CONTATOS

Zé Carlos: ZAP-(73)99158-5958

Daniela: ZAP-(71)98601-2627

Agencia: 3231 C/C 4688-4

Daniela Nunes Almeida

Não deixe de ajudar com suas orações e doações de qualquer valor.

 

 

Prefeitas, prefeitos e vereadores (as) das cidades de Planaltino, Maracás, Lajedo e Itiruçu foram diplomados em Maracás


 

dscn7625

Soya, Maracás

O Auditório Ivonete Dias da cidade de Maracás esteve lotado na manhã da sexta feira 16 de dezembro, para prestigiar prefeitos e vereadores eleitos no dia 2 de outubro, mas que hoje receberam os seus diplomas. Todos os eleitos tanto prefeitos e prefeitas quanto vereadores e vereadoras foram aplaudidos. Os primeiros a serem diplomados foram o prefeito de Planaltiono, Zeca Braga e o seu vice Roberval, como também todos os vereadores. Depois veio a turma de Lajedo do Tabocal, que tem como a nova chefa do Executivo Mariane Fagundes e vice Dilson Santos, acompanhados dos nobres  edis, que são nove. Em seguida entra Lorena da cidade de Itiruçu e pega o seu diploma, juntamente com o seu vice Júnior Petrúquio e os nove vereadores. Por último foi a vez de Maracás, onde debaixo de muitos aplausos Soya e Tião foram anunciados para receberem o seus diplomas. Também os membros que formam o legislativo de Maracás, que são onze vereadores, foram bastante aplaudidos pelos presentes.

 

dscn7619

Mariane, Lajedo do Tabocal

 

Foi um evento de muita gente, cada grupo teve uma turma de cada cidade acompanhando e aplaudindo. Na verdade, a assinatura dos prefeitos (a)  e vereadores (as) para  terem em mãos aquele diploma, todos passam a ter posse também de uma responsabilidade grande, principalmente pelo fato de cada prefeito ali eleito, foi através de uma busca de mudança por parte do eleitor, por estar insatisfeito com a forma como o seu município estava e está sendo conduzido.

dscn7632

Zeca Braga, Planaltino

 

É preciso que os eleitos saibam que todas aquelas câmeras que clicaram, são de blogs de grande abrangência na região, Bahia e Brasil, um deles o Café com Leite, sem contar os anônimos celulares que estão de olho. Na verdade, hoje a internet é um meio forte de comunicação, onde novas redes sociais são formadas, e vão cobrar muito o que foi falado em palanque.

 

dscn7623

Lorena, Itiruçu

 

O que a equipe do Café com Leite, blog e jornal, deseja a todos é que façam um trabalho que venha a ficar na história; que façam cair aos poucos essa fama horrível que levam os políticos brasileiros, que é de corruptos. Fama esta que tem muita coerência com os fatos, Descubram que a melhor parte de ser político é deixar uma marca positiva, com muitos serviços prestados e corrupção zero. Assim como as câmeras dos repórteres vão cobrar trabalhos, as mesmas câmeras e os mesmos repórteres irão aplaudir e publicar as grandes ações dos novos prefeitos e prefeitas.

Reforma da Previdência beneficiará ainda mais bancos e fundos privados


 

-Por Tereza Cruvinel- Uma das alterações da Reforma da Previdência irá beneficiar diretamente os bancos e fundos de previdência privados, denunciou a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e explicou a jornalista Tereza Cruvinel.
Trata-se de uma medida que prevê que os governos estaduais contratem planos de previdência junto a bancos e fundos privados para complementar a aposentadoria de salários integrais de servidores públicos, retirando a necessidade de completar esses benefícios com fundos públicos, como ocorria antes.
Se para os que possuem rendas mais baixas, a reforma será muito prejudicial, para os militares, ela sequer foi alterada, e para “os mais ricos”, apontou Tereza, “a reforma reserva uma nova fonte de ganhos, para engordar os lucros que já são astronômicos”.

Já se soube que o secretário de Previdência, Marcelo Caetano, antes de fechar e apresentar a proposta de reforma do governo, reuniu-se diversas vezes com empresários, banqueiros e fundos de Previdência Privada. Só quando tudo estava pronto, teve um encontro com as  centrais sindicais. O que não se sabia, e estava passando batido, é que ele incluiu na reforma um presente para os bancos e fundos de previdência privada, manobra que está sendo denunciada pela líder da minoria na Câmara, Jandira Feghali (PC do B-RJ).

Explicando o jabuti do “exterminador da Previdência”. A reforma de 2003, no início do Governo Lula, alterou apena as regra para os servidores públicos que fossem nomeados por concurso depois da mudança. Em vez de se aposentarem com salário integral, receberiam o teto do INSS e, se o salário da ativa fosse maior, a complementação seria bancada por um fundo fechado e público de previdência, mantido pelo Estado e pelos funcionários, o Funpresp, regulamentado em 2012.

Agora, a reforma do governo Temer está exigindo que os estados também adotem esta regra. Mas, ao invés de fundos públicos e fechados, só para os servidores, ela permite que os governos estaduais (e também a União) contratem planos de previdência complementar junto a bancos e fundos de previdência privada, abertos, mais caros e lucrativos para os mantenedores. Com isso, o Funpresp tende a ser extinto e tanto o governo como seus empregados vão pagar muito mais pelos planos abertos e privados.

Ou seja, para os pobres, a reforma de Caetano reservou muitas maldades: aposentadoria aos 65 anos, inclusive para mulheres, que ele reclama de estarem vivendo mais, tempo mínimo de contribuição de 25 anos (hoje são 15), proibição de acumulação de pensões com aposentadorias, acesso ao teto do benefício só com 49 anos de contribuição, entre outras. Os militares foram poupados. E para os mais ricos entre os mais ricos, que são os banqueiros, a reforma reserva uma nova fonte de ganhos, para engordar os lucros que já são astronômicos. Jornal GGN –

Consciência e conscientização do cidadão: a continuidade após as eleições


copia_de_seguranca_de_copia_de_seguranca_de_copia_de_seguranca_de_03

 

            Por Jeanne Paganucci:   Geralmente, as pessoas tendem a afirmar que a política é algo que não lhes diz respeito e que esse é um termo que diz respeito aos ‘políticos’. Embora muitos conheçam o sentido do que é a política, do ser político e da amplitude com a qual o termo é usado e de fato se aplica, precisamos, antes de qualquer coisa, nos reconhecer na condição de seres político-sociais atuantes, participantes e principalmente, nos empoderarmos dos nossos direitos, reconhecendo não somente os deveres do cidadão, mas o direito de falar e sermos ouvidos. O termo política vem do grego politéia, visto que na Grécia antiga a sociedade era organizada em cidades-estados, com suas próprias leis e regimentos. Etimologicamente, política diz respeito ao ato de governar, gerir uma cidade da melhor forma para movimentar a economia, administrar os setores públicos e alavancar de forma eficiente o que gira em torno dessa organização.

Há pouco, estávamos exercendo nosso dever ao participarmos das eleições com o intuito de dar continuidade aos trabalhos da máquina pública que organiza e mantém cidades, estados, o país.  Escolher o representante político é conferir autoridade e responsabilidade (s) sobre o destino dos próximos acontecimentos e melhorias para a cidade. Então, esse é um momento complexo, porque além da crise que nós brasileiros estamos enfrentando, continuar a luta e acreditar em mudanças é importante e precisa ser mantido de forma consciente. Nesse sentido, a consciência em torno não somente das promessas e propostas, mas, principalmente, das reais necessidades da população, tem de haver uma busca em reconhecimento de que o cidadão precisa estar atento aos acontecimentos que estão por vir.

Em “O mistério da consciência: Do corpo e das emoções ao conhecimento de si” António Damásio (2000, p. 169 grifos nossos) entende que “Consciência é o termo abrangente para designar os fenômenos mentais que permitem o estranho processo que faz de você o observador ou o conhecedor das coisas observadas, o proprietário dos pensamentos formados de sua perspectiva, o agente em potencial”. A consciência de si permitirá, no processo de aprendizagem e atuação no social, uma relação de conhecer a si mesmo, visto que se não há um conhecimento, o ser não se conhece, o que, havendo a ausência do conhecimento, o organismo está em perigo. Isso quer dizer que o indivíduo, que não conhece seus atos, não estará agindo com propriedade, consciente de si, mas, será extraviado, porque não é autônomo, está ausente. Esse tende a ser considerado um organismo auto empobrecido, que não é dono dos seus pensamentos.

Pensando em um 2017 mais produtivo, melhor gerido e mais bem conduzido, devemos estar atentos e conscientes de que nossos representantes devem e precisam nos ouvir. Mais que isso, devemos estar conscientes de nós mesmos e conscientes do outro, do que está acontecendo à nossa volta, para não cairmos nas mesmas ideias ultrapassadas de que tudo é assim e continuará sendo desse jeito, ou, que não há mudança. Para tanto, a transformação deve começar por/em nós mesmos em atos conscientes e participação ativa. Isso quer dizer pensar com inteligência, agindo com consciência e atuando em prol de que as coisas não continuem as mesmas.

 

Jeanne Paganucci é Graduada em Letras pela UESB; Mestre em Letras pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC); Psicopedagoga; Neuropsicopedagoga; Especialista em Educação Especial; Palestrante; Poeta; Escritora; Articulista; Ensaísta.