Professor diz que formação de Moro deve ser investigada


 
Marcos César Danhoni Neves, professor e pesquisador da Universidade Estadual de Maringá, publicou artigo na Revista Fórum alertando para a formação do juiz Sergio Moro. Segundo Neves, Moro teria concluído mestrado e doutorado em prazo inferior ao padrão. Além disso, critica as teorias de Deltan Dallagnol no caso triplex.
Neste sábado, Veja publicou reportagem com Rosângelo Moro, esposa do juiz de Curitiba, contando que conheceu a estrela da Lava Jato quando ele tinha “20 e poucos anos”, mas já era juiz e dava aulas de Direito em uma universidade.
Por Marcos César Danhoni Neves
Sou professor titular de Física numa universidade pública (Universidade Estadual de Maringá-UEM) desde 2001 e docente e pesquisador há quase 30 anos. Sou especialista em história e epistemologia da ciência, educação científica, além de processos de ensino-aprendizagem e análise de discursos.
Orientei mais de 250 alunos de graduação, especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado, além de professores in-service. Conto tudo isso, como preâmbulo, não para me gabar, mas para salientar que li milhares de páginas de alunos brilhantes, medianos e regulares em suas argumentações de pesquisa.
Dito isso, passo a analisar duas pessoas que compõem o imaginário mítico-heróico de nossa contemporaneidade nacional: Sérgio Moro e Deltan Dallagnol.
Em relação ao primeiro, Moro, trabalhei ativamente para impedir, junto com um coletivo de outros colegas, para que não recebesse o título de Doutor honoris causa pela Universidade Estadual de Maringá.
Moro tem um currículo péssimo: uma página no sistema Lattes (do CNPq – Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico ligado ao extinto MCT – Ministério da Ciência e Tecnologia). Lista somente 4 livros e 5 artigos publicados.
Mesmo sua formação acadêmica é estranha: mestrado e doutorado obtidos em três anos. Isso precisaria ser investigado, pois a formação mínima regulada pela CAPES-MEC (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – Ministério da Educação) é de 24 meses para Mestrado e 48 meses para o Doutorado.
Significa que “algo” ocorreu nessa formação apressada.. Que “algo” é esse, é necessário apurar com rigor jurídico.
Além de analisar a vida acadêmica de Moro para impedir que ele recebesse um título que não merecia, analisei também um trabalho seminal que ele traduziu: “O uso de um criminoso como testemunha: um problema especial”, de Stephen S. Trott.
Mostrei que Moro não entendeu nada do que traduziu sobre delação premiada e não seguiu nada das cautelas apresentadas pelos casos daquele artigo.
Se seguirmos o texto de mais de 200 páginas da condenação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e guiando-me pela minha experiência em pesquisa qualitativa, análise de discurso e fenomenologia, notamos claramente que parte significativa do texto consiste em Moro tentar apagar suas digitais, sem sucesso, ao desdizer que agiu com imparcialidade.
Nestas páginas robustas lemos uma declaração clara de culpa: Moro considera a parte da defesa de Lula em menos de 1% do texto total! E dos mais de 900 parágrafos, somente nos cinco finais alinhava sua denúncia e sentença sem provas baseada num misto frankensteiniano de “explanacionismo” (uma “doutrina” jurídica personalíssima criada por Deltan Dallagnol) e “teoria do domínio do fato”, ou seja, sentença exarada sobre ilações, somente.
Aqui uso a minha experiência como professor e pesquisador: quando um estudante escreve um texto (TCC, monografia, dissertação, tese, capítulo de livro, livro, ensaio, artigo), considero o trabalho muito bom quando a conclusão é robusta e costura de forma clara e argumentativa as premissas, a metodologia e as limitações do modelo adotado de investigação.
Dissertações e teses que finalizam com duas ou três páginas demonstram uma análise rápida, superficial e incompetente. Estas reprovo imediatamente. Não quero investigadores apressados, superficiais!
Se Moro fosse meu aluno, eu o teria reprovado com esta sentença ridícula e persecutória. Mal disfarçou sua pressa em liquidar sua vítima.
Em relação a outro personagem, o também vendedor de palestras Deltan Dallagnol, há muito o que se dizer. Angariou um título de doutor honoris causanuma faculdade privada cujo dono está sendo processado por falcatruas que o MP deveria investigar.
O promotor Dallagnol não seguiu uma única oitiva das testemunhas de defesa e acusação de Lula, além daquela do próprio ex-presidente.
Eu trabalho em pós-graduações stricto sensu de duas universidades públicas: uma em Maringá e outra em Ponta Grossa. Graças a isso fui contactado por meio de um coletivo para averiguar a dúvida sobre a compra por parte de Dallagnol de apartamentos do Programa Minha Casa Minha Vida em condomínio próximo à UEPG (Universidade Estadual de Ponta Grossa).
Visitei os imóveis guiado por uma corretora e me dirigi ao Cartório de Registro de Imóveis da cidade. Após algumas semanas, a resposta: os dois apartamentos modestíssimos, destinados a gente pobre, tinham sido adquiridos pelo Promotor e estavam à venda com um lucro líquido em menos de um ano de aquisição de 135 mil reais.
Reuni o material e disponibilizei para a imprensa livre (aqui a matéria do DCM). O promotor teve que admitir que comprou os apartamentos para ganhar dinheiro na especulação imobiliária, sem resquícios de culpa ou de valores morais em ter adquirido imóveis destinados a famílias com renda de até R$ 6.500,00 (Deltan chegou a ganhar mais de R$ 80.000,00 de salários – além do teto constitucional, de cerca de R$ 35.000,00; e mais de R$ 220.000,00 em suas suspeitosas palestras).
Bom, analisando os discursos de Dallagnol, notamos claramente a carga de preconceito que o fez construir uma “doutrina” de nome exótico, o “explanacionismo”, para obter a condenação de um acusado sem prova de crime.
Chega a usar de forma cosmética uma teoria de probabilidade – o bayesianismo – que ele nem sequer conhece ao defender a relativização do conceito de prova: vale seu auto-de-fé a qualquer materialidade de prova, corrompendo os princípios basilares do Direito.
Como meu aluno, ou candidato a uma banca de defesa, eu também o teria reprovado: apressado, superficial e sem argumentação lógica.
Resumindo: Dallagnol e Moro ainda vestem fraldas na ciência do Direito. São guiados por preconceitos e pela cegueira da política sobre o Jurídico.
Quando tornei-me professor titular aos 38 anos, eu o fiz baseado numa obra maturada em dezenas e dezenas de artigos, livros, capítulos, orientações de estudantes e coordenações de projetos de pesquisa.
Infelizmente, estes dois personagens de nossa República contemporânea seriam reprovados em qualquer universidade séria por apresentar teses tão esdrúxulas, pouco argumentativas e vazias de provas. Mas a “Justiça” brasileira está arquitetada sobre o princípio da incompetência, da vilania e do desprezo à Democracia.
Neste contexto, Moro e Dallagnol se consagram como “heróis” de papel que ficariam muito bem sob a custódia de um Mussolini ou de Roland Freisler, que era o presidente do Volksgerichtshof, o Tribunal Popular da Alemanha nazista. Estamos sob o domínio do medo e do neo-integralismo brasileiro.
*Marcos César Danhoni Neves é professor titular da Universidade Estadual de Maringá e autor do livro “Do Infinito, do Mínimo e da Inquisição em Giordano Bruno”, entre outras obra. Fonte GGN.
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Em Maracás homem sofre de uma doença rara e pede ajuda ao poder público municipal.


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Genivan Jesus dos Santos, há 13 anos está com uma doença rara que vem lhe trazendo muito sofrimento, mas, no entanto, até o momento ainda não foi tomada uma providência pelo poder público municipal para o seu caso, no sentido de encaminhar para algum centro médico que cuida de doenças raras como esta, que é uma doença na pele, (foto) que tem invadido outras áreas do corpo. Genivan pede que a prefeitura, através da Secretaria de Saúde do município, que alguma providência seja tomada, pois ele já não suporta tanto sofrimento, pois além de tudo isto que ele está passando, não tem pai nem mãe, não tem irmãos e que por isso tem que fazer tudo só. “Agradeço muito a Deus por duas coisas: por ter me dado força para eu não fazer uma besteira comigo, com esse sofrimento que parece não ter mais fim, bem como agradeço também por Ele, meu Deus, ter colocado uma amiga pra ser por mim aqui, que é Cida, que tanto tem me ajudado”, testemunhou Santos, que mesmo diante de tanto sofrimento ainda se lembra de agradecer a Deus. Como se não bastasse, de alguns meses para cá, surgiu uma anemia profunda, em que ele é obrigado a tomar sangue todo mês, o que tem lhe trazido outro sofrimento, que é um cansaço muito constante, onde muitas vezes se cansa até em conversar, como também uma intensa dor no corpo. “Sinto muito cansaço e dor no corpo inteiro. Também fico muito triste pelo preconceito das pessoas, que sentem medo até de chegar perto de mim. Gente, o que quero é ser curando para poder trabalhar como tanta gente. Me ajudem”, apelou santos.

 

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Fica aí esse apelo para que o poder público municipal tome as devidas providências, pois este caso já está ganhando espaço nas redes sociais. Fazer grandes festas para o povo é preciso sim, mas não se pode negar de gastar recurso com a saúde de quem precisa de cuidados, principalmente em casos específicos, onde a doença vem acompanhada de muito sofrimento. A Secretaria de Saúde, bem como de Assistência Social devem, com muita urgência, pesquisar e descobrir aonde tem Centros de Saúde, médicos especializados em caso como este,  que ainda não se descobriu o nome da doença, para que este rapaz que muito vem sofrendo, possa ter uma chance na vida. Também a classe empresarial e pessoas que tenham condições financeiras ou conhecimento, a classe médica com seus conhecimentos, enfim, quem puder, ajuda o nosso conterrâneo Genivan Jesus dos Santos.

Moro se nega a explicar falta de “provas diretas” na sentença de Lula


Esse “chove e não molha” de Moro com Lula está cansando o mundo inteiro, menos, talvez, os EUA.
De acordo ao GGN, em entrevista a veículos de imprensa da América Latina, incluindo a Folha de S. Paulo, o juiz Sergio Moro se negou a responder as críticas sobre a falta de provas diretas na sentença que proferiu contra Lula no caso triplex. O bate-papo com Moro, publicado na edição da Folha de domingo (30), mostra que o juiz também não quis rebater os disparos de Gilmar Mendes contra a Lava Jato, tampouco demonstrou arrependimento por ter vazado à imprensa um grampo de conversa entre Lula e Dilma e ainda negou que a operação esteja desfigurando o Direito Penal.
Folha começou a entrevista perguntando a Moro qual era a opinião dele sobre o uso de provas indiciários, que recheiam a condenação de Lula por causa do triplex, ao que o juiz respondeu: “Sobre a sentença do ex-presidente, tudo o que eu queria dizer já está na sentença, e não vou fazer comentários.”
Sobre o assunto, o juiz apenas respondeu que “teoricamente, uma classificação do processo penal é a da prova direta e da prova indireta, que é a tal da prova indiciária. Para ficar num exemplo clássico: uma testemunha que viu um homicídio. É uma prova direta. Uma prova indireta é alguém que não viu o homicídio, mas viu alguém deixando o local do crime com uma arma fumegando. Ele não presenciou o fato, mas viu algo do qual se infere que a pessoa é culpada. Quando o juiz decide, avalia as provas diretas e as indiretas. Não é nada extraordinário em relação ao que acontece no cotidiano das varas criminais.”
Quando a Gilmar Mendes, que já afirmou que a Lava Jato criou um “direito penal de Curitiba”, com “normas que não têm a ver com a lei”, Moro disse que não faria réplica à crítica do ministro porque “não seria apropriado”. “Juízes têm entendimentos diferentes. Não obstante, nos casos aqui julgados, não há direito extraordinário. Na Lava Jato, para a interrupção do ciclo de crimes, era necessário tomar algumas medidas drásticas –entre elas, por exemplo, as prisões antes do julgamento. E as decisões têm sido, como regra, mantidas.”
Conversa presidencial
Na sentença do triplex, Moro já havia demonstrado que usou o silêncio do Supremo Tribunal Federal diante do vazamento de conversa envolvendo a presidente deposta Dilma Rousseff como um escudo. Na entrevista em tela, voltou a denotar nenhum arrependimento em relação ao episódio que lhe rendeu até uma presentação no Conselho Nacional de Justiça. Ao contrário disso: Moro acha que é constitucional tornar a conversa de presidente pública, dependendo do seu teor.
“A escolha adotada desde o início desse processo era tornar tudo público, desde que isso não fosse prejudicial às investigações. O que aconteceu nesse caso [dos grampos de Dilma e Lula ] não foi nada diferente dos demais. As pessoas tinham direito de saber a respeito do conteúdo daqueles diálogos. E por isso que foi tomada a decisão do levantamento do sigilo.
Um efeito indireto ao dar publicidade para esses casos foi proteger as investigações contra interferências indevidas. Afinal de contas, são processos que envolvem pessoas poderosas, política e economicamente. Na prática, pode haver tentativas. Então, tornar tudo público também acaba funcionando como uma espécie de proteção contra qualquer obstrução à Justiça. E isso é muito importante. Foi seguida a Constituição. Dentro de uma democracia liberal como a nossa, é obrigatório que essas coisas sejam trazidas à luz do dia.”
Quando questionado se a Lava Jato com o uso exacerbado de delações, provas indiciárias, prisões preventivas, não faria parte de uma “inflexão” ao direito penal, Moro apenas respondeu: “Não, de forma nenhuma. O que a Lava Jato revela é que a impunidade em crimes de corrupção no Brasil não é mais uma regra.” Fonte GGN.

 

Desbravadores levam mais 23 mil pessoas ao Parque do Peão em Barretos


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Mais de 23 mil pessoas lotaram a arena principal do Parque do Peão, em Barretos, durante a

abertura do maior Campori de Desbravadores brasileiros (Foto: Ellen Lopes)

 

 

Barretos, SP… [ASN] A sétima edição do Campori de Desbravadores organizado pela sede administrativa da Igreja Adventista no Estado de São Paulo (União Central Brasileira – UCB) teve início na noite desta terça, 25 de julho. Com aproximadamente 23 mil pessoas, o evento é o maior acampamento já realizado com desbravadores brasileiros. Para receber tanta gente, foi necessário criar uma cidade no Parque do Peão, em Barretos.

Além das mais de 6 mil barracas, foram adicionados à estrutura do Parque cerca de 600 banheiros, 700 cozinhas e mil torneiras. Na construção da infraestrutura, iniciada em abril, já foram utilizados mais de 12 km de fios de eletrecidade e 1km de canos para a parte hidráulica. Os moradores da cidade provisória chegaram em 550 ônibus, vindos de todas as regiões do território paulista.

 

A cidade montada no Parque do Peão tem uma dinâmica própria. Uma rádio exclusiva para o acampamento funciona das 7h às 23h. Já o shopping vende produtos gerais, como água e alimentos, além de produtos de interesse de desbravadores, como pins e camisetas. Uma lavanderia também vai estar à disposição dos desbravadores, com capacidade para lavar 30 kg de roupa a cada hora. A lavagem de cada peça de roupa custará 50 centavos e todo valor arrecadado será doado para as obras de acabamento do Centro de Apoio à Família (CAAF). O local, mantido pela ADRA (Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistênciais), atende familiares de crianças que fazem tratamento no Hospital do Câncer de Barretos.

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Pastor Odailson Fonseca anima o acampamento durante o pré-show (Foto: Ellen Lopes)

Inovação

No programa de abertura, iniciado pontualmente às 20h, uma novidade: no lugar do tradicional jornalzinho foi realizado um pré-show comandando pelo pastor Odailson Fonseca. No roteiro, os tradicionais quadros levaram o público às risadas. Após o aquecimento, veio a abertura. Foi preparada uma animação exibida nos painéis de LED, complementada com uma encenação inspirada na história de Moisés, e que culminou com a abertura oficial do Campori.

Seguindo a programação da primeira noite, a tradicional história em capítulos contada nos Camporis, desta vez foi apresentada em linguagem cinematográfica. Encerrando o espetáculo, o pastor Tiago Rodrigues fez uma reflexão espiritual na qual esclareceu que, antes de aceitar um chamado de coragem – tema do Campori – os desbravadores precisam negar o chamado de covardia feito pela sociedade e que vai desde fazer bullying com amigos na escola até fazer e compartilhar memes sobre tragédias.

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Pastor Tiago Rodrigues conduz reflexão espiritual (Foto: Ellen Lopes)

Transmissão

Se na arena do Parque do Peão estavam presentes 23 mil pessoas, o que aconteceu na noite desta terça foi visto por aproximadamente 100 mil internautas que puderam acompanhar o programa pelo YouTube e Facebook oficial dos adventistas em São Paulo. A transmissão da programação será realizada até o final do Campori, no domingo, 30 de julho, no período da manhã (8h) e da noite (20h). [Equipe ASN, Lucas Rocha] Nottícias Adventistas.

Por que será que Michel Temer consegue quase tudo que quer com os deputados? As pesquisas de opinião pública não batem com os fatos


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Da pesquisa CNI Ibope, que acaba de ser divulgada, informando que a popularidade de Michel Temer cai atingiu seu nível mais baixo com os que que avaliam o governo como ótimo ou bom recuando de 10% dos entrevistados, em março, para apenas 5% em julho, enquanto os que avaliam o governo como ruim ou péssimo sobem de 55% para 70%.

“O percentual de aprovação da maneira de governar do presidente Temer é de 22% entre os entrevistados com renda familiar de mais de cinco salários mínimos, o dobro do percentual considerando o total da amostra.”

comp2Temer, apesar disso, consegue superar o recorde de impopularidade de José Sarney, na fase pós- Plano Cruzado, quando era apedrejado nas ruas do Rio de Janeiro. Nunca antes na história deste país – ao menos nos registros do Ibope pós-ditadura, um presidente da República teve tão baixo grau de aprovação.

Só 11% preferem o Governo Temer, numa bofetada estatística aos que ainda acham que o impeachment serviu para algo senão atirar nosso país numa desgraça institucional e econômica.

Mas o que está ruim, na opinião da maioria, ainda vai piorar.

comp3Das 2 mil entrevistas realizadas pelo Ibope em 125 municípios, de  13 a 16 de julho (antes, portanto do reajuste dos combustíveis), nada menos que 1.300 (65%) apostam que a situação do país no restante do governo Michel Temer, que será ruim ou péssimo até seu fim

Apenas 9% guardam esperanças que seja bom ou ótimo.

Seja com o 5% que lhe dá o Ibope ou com os 2% que lhe deu a pesquisa Ipsos Pulso Brasil, o fato é que Michel Temer é uma ojeriza nacional.

Mas está a ponto de conseguir maioria no Congresso para dizer que as malas de Loures não vêm ao caso.

Enquanto a turma da toga trata de evitar que o Brasil possa ter um presidente que retome o vigor do Estado brasileiro.

Lula não está de acordo a depor a Moro por videoconferência


Depoimento por videoconferência é para réu preso, responde Lula a Moro

 

– A defesa do ex-presidente Lula não concorda com a sugestão de Sergio Moro para que o petista seja ouvido em outro processo em que é réu (agora, por suposta propina envolvendo a Odebrecht) por meio de uma videoconferência.

Moro alegou que a ida de Lula a Curitiba gerou muitos gastos com segurança, mas Lula insiste que tem direito a fazer sua própria defesa pessoalmente.

Em comunicados à imprensa, a defesa explicou que videoconferência é um recurso “excepcional”, sendo mais utilizado quando o réu está preso – o que não é o caso de Lula – ou dentro das hipóteses previstas no artigo 185 do Código do Processo Penal.

 

Leia, abaixo, a nota da defesa:

 

A Defesa do ex-Presidente Luiz Inacio Lula da Silva informou hoje ao
juízo da 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba que não concorda com a
realização de seu interrogatório por meio de videoconferência; o
depoimento deve ser realizado presencialmente, tal como havia sido
definido pelo juízo na Penal nº 5046512-94.2016.4.04.7000.

A petição protocolada enumerou seis fundamentos jurídicos para que o
depoimento de Lula seja presencial:

1 – O artigo 185 do Código de Processo Penal determina que o acusado
comparecerá “perante a autoridade judiciária” para exercer o seu
direito de autodefesa; a lei, portanto, assegura ao acusado o direito de
ser interrogado presencialmente pelo juiz da causa;

2 – O interrogatório por videoconferência somente é excepcional,
apenas admitido na hipótese de réu preso e, ainda desde que presentes
quaisquer das hipóteses previstas no §2º do citado artigo 185 do
Código de Processo Penal — não estando presentes no caso concreto
nenhum desses requisitos;

3 – O Supremo Tribunal Federal já assentou que “A percepção
nascida da presença física não se compara à virtual, dada a maior
possibilidade de participação e o fato de aquela ser, ao menos
potencialmente, muito mais ampla” (HC 88,914/SP, Rel. Ministro Cezar
Peluso);

4 – Nenhuma alegação de “gastos desnecessários” se mostra
juridicamente válida para alterar a regra do interrogatório presencial
estabelecida na lei;

5 – O acusado já prestou diversos depoimentos — em São Paulo
(SP), São Bernardo do Campo (SP), Brasília (DF) e Curitiba (PR) — e
apenas aquele prestado na Ação Penal nº 5046512-94.2016.4.04.7000
envolveu, por determinação deste Juízo, excepcional aparato de
segurança;

6 – Não há qualquer elemento concreto a justificar alteração do
critério de interrogatório presencial já adotado por este Juízo na
aludida Ação Penal nº 5046512-94.2016.4.04.7000”.

A defesa também informou que pretende realizar gravação independente
do depoimento, tal como permite o art. 367 da Lei nº 13.105/2015 c.c. o
artigo 3º do Código de Processo Penal.

Começa a ruir a história da “conta de Lula e Dilma” criada por Joesley Batista


Joesley Batista era o único controlador da conta e usou o dinheiro que lá existia para comprar 2 barcos, apartamento em Nova York e pagar a cerimônia de seu casamento, em 2012. Depois, disse à Lava Jato que a conta era para Dilma e Lula

 

 

 A delação da JBS contra Dilma e Lula acaba de ficar ainda mais frágil, após a colunista Mônica Bergamo publicar, nesta quinta (27), que o dinheiro depositado em uma conta no exterior foi usado para bancar luxos de Joesley Batista.
Joesley era o único controlador da conta atrelada a uma offshore em seu nome e, segundo a colunista, gastou o dinheiro comprando um apartamento em Nova York, 2 barcos e até pagando despesas de sua cerimônia de casamento, em 2012.
O que sobrou foi repatriado em 2012 e Joesley ainda pagou R$ 20 milhões de Imposto de Renda.
Mesmo diante de todos esses fatos que mostram que a conta beneficiou apenas Joesley, o delator da Lava Jato disse à força-tarefa do Ministério Público que a conta foi feita para abastecer o PT nos governos Dilma e Lula.
Agora, “depois da confusão por causa da conta”, Joesley mudou o discurso: afirma que pagava a propina ao PT em dinheiro vivo aqui no Brasil e “descontava contabilmente do que já tinha poupado no exterior”. Bergamo ainda acrescenta: “Os recursos seguiam lá fora.”
A fórmula usada por Joesley para citar Dilma e Lula e valorizar sua delação premiada não é nenhuma novidade na Lava Jato.
Marcelo Odebrecht fez a mesma coisa com a história de que criou um caixa para Lula, onde teria depositado até R$ 40 milhões. Apenas o empresário tinha acesso a esse suposto fundo.
Preso na Lava Jato, Marcelo disse que tirou desse caixa virtual – que a defesa chama de caixa imaginário – cerca de R$ 13 milhões para comprar um imóvel para o Instituto Lula. Mas o ex-presidente não quis ficar com o espaço e Marcelo afirma que vendeu e devolveu os recursos ao caixa.
Quando a delação da JBS caiu como uma bomba na mídia, o GGN, após analisar os anexos disponíveis sobre Dilma e Lula, apontou que as acusações feitas por Joesley eram com base em “ouvi dizer” e envolviam sempre supostos diálogos com terceiros sobre os ex-presidentes.
A redação ainda apontou que contra Michel Temer, a JBS mostrou gravações, imagens, mala de propina sendo entregue a um de seus homens de confiança. Contra Dilma e Lula, só a velha narrativa de que eles sabiam de tudo. Matéria do GGN.
 

Algo está para acontecer, vai por mim!!!


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Qualquer ser humano adulto, ou até mesmo os adolescentes um pouco mais antenados, estão assustados com os acontecimentos. Têm observado que alguma coisa está acontecendo neste planeta. Sabe quando você escuta algum sinal emitido geralmente por som, e você fica na expectativa que alguma coisa vai acontecer e de repente algo aparece de algum lugar para aterrorizar o povo? Isso acontece muito em filme e deixa o telespectador tenso e assustado. Quer vê coisa é num cinema com um som forte que ninguém sabe de onde vem. Pois é, amigo telespectador…ou melhor dizendo, leitor. A impressão que a gente tem no momento, é que a qualquer momento o BUMMMM vai aparecer de algum lugar. Sabe quando você tem a sensação de que não tem mais como parar o monstro, pois ele vem em alta velocidade e salvem-se quem puder? Sem pânico, mas comparando o planeta com uma panela de pressão, a temperatura já está bem elevada e a qualquer momento já vai começar fazer aquele Xe Xe Xe Xe… de feijão cozinhando, só que esse Xe Xe aí é de batatas assando. Sabe quando você está fugindo de um grupo que foi contaminado por um antídoto que onde ele tocar também é contaminado, e você corre até chega numa casa de pessoas que você conhece e que vagamente, diante do que está acontecendo, consegue confiar, mas ao olhar para um deles percebe que já foi contaminado e que certamente todos já estão na casa e você parte porta a fora sem saber em quem confiar? Coisa de louco isso.
Somos seres humanos e vimos países gastando tanto dinheiro com coisas fúteis, enquanto outras nações morrem de fome e você, que ainda não foi contaminado se choca com aquilo. Nem sei mais do que estou falando aqui, mas sei que tudo está muito louco, o monstro sist foi solto e aqui acolá pega um. Não se sabe mais quem é professor, se o graduado, licenciado ou aquele que aprendeu a fazer café com brasas acesas no fundo da lata, por falta de um coador, para que as borras do café se grudem no fundo da lata, liberando o café limpo e suave para ele tomar no meio da mata, sem medo de ser feliz; quem é mais professor, se o professor ou o cara que faltou fio para fazer uma instalação, que havia queimado, e ele foi no mato, com um facão, tirou cipó e usou como fio e tudo foi resolvido, inclusive salvou vidas que necessitavam de energia pra sobreviver. O monstro está solto e se reproduzindo, a janela foi aberta e não se consegue mais fechá-la. Lembrei agora… os venenos estão também espalhados por todos os cantos; corram, corram corramos juntos na direção de um homem de roupas brancas, ele está com as mãos estiradas para nos livrar de sermos contaminados com o antídoto e os venenos. Corram que o homem vai mostrar um mundo mais seguro para aquele que dele não tiver vergonha. Não tenha vergonha dele, pois está escrito: “Ninguém vem ao pai se não por mim”. Se foi o homem de branco que falou, não tem jeito, morreu bola sete! Ou você segura firme nas mãos dele ou o mostro vai te dominar. Como é? O nome do Homem de branco? Ah, esqueci de falar, Jesus Cristo é o nome dele.

Guerra final entre Temer e a Globo, por Luis Nassif


 

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A ópera do impeachment vai chegando a uma segunda onda decisiva, com o vale-tudo que se instaurou envolvendo os dois principais personagens da trama: a organização comandada por Michel Temer; e a organização influenciada pela Rede Globo.

Do lado da Globo alinha-se a Procuradoria Geral da República e a Lava Jato. Do lado de Temer, o centrão, o Ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), alguns grupos de mídia, como a Rede Record, e provavelmente políticos jogados no fogo do inferno, como Aécio Neves.

No pano de fundo, o agravamento da crise, com um plano econômico inviável aplicado por economistas radicais valendo-se do vácuo político. E, fora das fronteiras, ventos complicados ameaçando botar mais lenha na fogueira.

O caos – que irá se ampliar nos próximos dias – é resultado direto da quebra da institucionalidade, com a Lava Jato e o impeachment. No mínimo servirá para que cabeças superficiais, como o Ministro Luís Roberto Barroso, se deem conta da imprudência que cometeram ao cederem às pressões especialmente da Rede Globo.

Aliás, quando os pecados da Globo estiverem à mostra, não se espere do bravo Barroso nenhuma declaração de fé irrestrita no combate à corrupção e de apuração até o final, doa a quem doer. Voltaremos a conviver com um garantista, cuja sensibilidade em defesa dos direitos será enaltecida pela Globonews, o espelho, espelho, seu.

Os próximos capítulos contêm pólvora pura:

Peça 1 – a Globo sob pressão

Pela primeira vez, desde a redemocratização, a Globo encontra um poder à sua altura, isto é, sem nenhum prurido, disposto a se valer de todas as armas à mão para encará-la. Uma coisa foi aliar-se ao Ministério Público Federal (MPF) para conspirar contra Lula e Dilma e sua incapacidade crônica de se valer dos instrumentos de poder. Outra coisa, é enfrentar pesos-pesados, pessoas do calibre e da falta de escrúpulos de um Eliseu Padilha, Aécio Neves.

Temer e sua quadrilha tem a força da presidência. E quem os colocou lá foram justamente a Globo, a Lava Jato e a PGR. Agora, a mão e as verbas do Planalto estão por trás dos ataques da TV Record à Globo. Ou julgaram que o pior grupo político da história aceitaria ir para o patíbulo sem se defender?

Não apenas isso.

Ontem, a Justiça espanhola emitiu uma ordem de prisão e captura contra Ricardo Teixeira, ex-presidente de CBF, por corrupção praticada no Brasil. E, no centro da corrupção, a compra dos direitos de transmissão da Copa Brasil pela Globo, com pagamento de propina.

O carnaval feito pela Globo, com a delação da JBS, visou justamente abafar a divulgação de seu envolvimento com o escândalo, levantado pelo Ministério Público Espanhol e pelo FBI.

No “Xadrez de como a Globo caiu nas mãos do FBI” detalhamos esse caso, mostrando como, no início da Lava Jato, já havia indícios de que o FBI já tinha a Globo nas mãos, a partir da delação de J.Hawila, o parceiro da emissora na criação do know-how de corrupção de compra de direitos de transmissão, posteriormente levado por João Havelange para a FIFA.

Peça 2 – o nó da cooperação internacional e o PGR

Encrenca grande também aguarda o PGR Rodrigo Janot, em visita aos Estados Unidos.

Nos próximos dias deverão aparecer pistas de operações de cooperação com o FBI onde ficará mais claro a montagem de uma parceria supranacional que afronta explicitamente a noção de soberania nacional. É possível que o PGR tenha pedido ajuda do FBI contra um presidente da República. Se confirmado, cria-se uma crise aguda, com o atropelo inédito à soberania nacional, mesmo que na ponta investigada esteja um político desqualificado como Temer.

Além disso, exporá ainda mais a cumplicidade da PGR com a Globo, especialmente se nada for feito em relação a Ricardo Teixeira. Poderia um PGR entregar um brasileiro para ser julgado pela Justiça de outro país, por crimes cometidos aqui? Pelos princípios de soberania nacional, de modo algum.

Mas como se explicaria o fato dos crimes jamais terem sido apurados no Brasil, nem no âmbito da cooperação internacional? E, ao mesmo tempo, se ter valido da cooperação internacional contra presidentes da República?

Como se explicaria a enorme blindagem de Ricardo Teixeira que, no fundo, significa a blindagem às Organizações Globo?

Quando começou a ficar claro a falta de regras e de limites para a cooperação internacional, prenunciamos aqui que mais cedo ou mais tarde o PGR seria submetido a um julgamento por crime de lesa-pátria. O exemplo maior foi trazer dos Estados Unidos documentos destinados a torpedear o programa nuclear brasileiro.

Peça 3 – a desmoralização final da República

E, agora, como ficará a PGR ante a exposição da Globo a diversas acusações? Do lado da Espanha e do FBI, o caso CBF-Copa Brasil. Do lado de Temer, os ataques às jogadas fiscais da Globo. E, de sobra, as suspeitas de que a Lava Jato estaria impedindo a delação do ex-Ministro da Fazenda Antônio Palocci, justamente por poder atingir a aliada Globo.

A impunidade da Globo significará a desmoralização final do MPF, da Justiça e de qualquer veleidade de se ter uma nação civilizada, na qual nenhum poder é intocável. O enfrentamento da Globo, mesmo por uma quadrilha como a de Temer, trinca a imagem de intocabilidade da empresa. Finalmente, quebrou-se o tabu.

Por outro lado, uma eventual vitória de Temer significará a entronização, no poder, de uma organização criminosa.

Finalmente, um acordão significaria um pacto espúrio que não passaria pela garganta da opinião pública.

Não há saída boa.

Todo esse lamaçal foi ocultado, até agora, pelo estratagema de construção de um inimigo geral, Lula e o PT. Foi a repetição de um golpe utilizado em vários momentos ultrajantes da história, do incêndio de Reichstag ao macarthismo, dos processos de Moscou ao golpe de 1964: a criação de um grande inimigo externo, para justificar todos os abusos do grupo vencedor.

Agora o álibi se desgastou como um balão furado, com o nível do rio baixando e expondo todos os dejetos.

A sentença de Sérgio Moro condenando Lula não foi endossada publicamente por ninguém.

Na Folha, o corajoso Elio Gaspari precisou colocar uma enorme ressalva – de que nos Estados Unidos Lula estaria condenado – para admitir que o Código Penal brasileiro não autoriza a condenação de Lula. Esqueceu de lembrar que nos EUA as estripulias de Moro e do MPF não teriam passado da primeira rodada.

Já o advogado Luiz Francisco Carvalho competente penalista, admitiu que não há nenhuma prova sustentando a sentença de Moro, aceitou que Lula não é corrupto. Em vez da condenação dos abusos de Moro, preferiu concentrar-se nas críticas às reações de Lula. Ou então a demonstração de equilibrismo de Carlos Ari Sundfeld, que não é nem contra, nem a favor, muito pelo contrário.

Todas as deformações trazidas pelo golpe ficarão claras, agora.

As ondas trazidas pela quebra da institucionalidade criaram movimentos incontroláveis.

O grupo do impeachment esfacelou-se em mil pedaços, o grupo de Temer, o grupo da Globo, um PSDB partido ao meio, um PGR que enfiou o MPF em uma aventura irresponsável, a Lava Jato esvaindo-se nos seus próprios exageros. GGN.

Lula viaja ao Nordeste de ônibus e defesa está “entusiasmada” com decisão do STJ


O PT planeja um tour de Lula por capitais e cidades do sertão nordestina ao longo de 20 dias, a partir de 16 de agosto, como o lançamento da pré-candidatura do petista ao Palácio do Planalto em 2018. Segundo informações do Painel da Folha desta terça (18), o “roadshow deve começar em Salvador e seguir para Sergipe.”
“Lula percorrerá poucas capitais. Dará mais atenção a cidades do sertão. A caravana marcará a estreia de sua agenda como pré-candidato ao Planalto e será seu primeiro grande ato após a condenação pelo juiz Sergio Moro”, acrescentou a coluna.
O roteiro da caravana ainda está em “estágio preliminar”, mas “dirigentes do PT, integrantes do Instituto Lula e líderes políticos da região alinhados ao petista estão em contato permanente”. Lula já teria, inclusive, acionado os governadores Ricardo Coutinho, da Paraíba, Jackson Barreto, de Sergipe, e Camilo Santana, do Ceará.
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O povo quer Lula de volta aos palanques e posteriormente ao Planalto
Enquanto Lula planeja a pré-campanha, sua defesa está “entusiasmada” com a decisão da presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça), Laurita Vaz. Na semana passada, ela sustentou que “só após veredito unânime de corte de segundo grau um condenado pode começar a cumprir pena.”
“Para aliados do ex-presidente, o entendimento pode ajudar Lula a postergar uma decisão definitiva sobre o caso do tríplex. Por essa leitura, apenas o voto da maioria de um órgão colegiado não encerraria o debate. Com um voto divergente haveria espaço para embargos”, acrescentou o Painel. ggn.

Finalmente inaugurado o INSS de Maracás


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Foto Café com Leite Notícias

Na manhã do sábado 15 de julho, finalmente foi inaugurado em Maracás, o prédio do INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social), que irá servir à Maracás e cidades do entorno. Na ocasião estiveram acompanhando o presidente da instituição, que é Leonardo Gadelha de Melo, Soya, prefeito de Maracás, prefeitos de outras cidades como Jerinho de Irajuba, Zeca de Planaltino e outros, vereadores da terra e de outras cidades, deputados Arthur Maia, Antônio Brito e Euclides Fernandes, sendo o último estadual.

Vale lembrar que por falta de ética dos parlamentares e demais que fizeram o uso da palavra, não foi citado o nome da ex-presidenta Dilma, que foi responsável pela construção do prédio a pedido do então prefeito Paulo dos Anjos. Apesar do dia ter sido de sol, a quantidade de gente que compareceu à inauguração foi inferior ao número em outras ocasiões de inaugurações do mesmo porte.

Inauguração do INSS em Maracás

Foto Ely Moraes

Durante a fala do deputado Arthur Maia houve manifestações por parte de um grupo de pessoas que exibiam cartazes, (foto) que diziam, “você não nos representa,  deputado Arthur Maia”.  Outras frases também estavam nos cartazes, o que tornou o clima um pouco tenso. Essa manifestação do povo é pelo fato do deputado Arthur ser o Relator da Comissão Especial que trata da reforma da Previdência Social, por ele ser um deputado da confiança do Governo Temer, fato que tem deixado o povo inflamado, pois, de acordo às pessoas que o vaiavam, diziam que ele é inimigo do trabalhador.

Apesar da chegada de uma agência do INSS para Maracás, as esperanças do trabalhador de verdade deste país, começa a ficar balançada com a possibilidade da retardação da aposentadoria, caso haja mesmo a reforma da Previdência Social, pois enquanto se abre um posto em Maracás, há rumores de muitos serem fechados no Brasil.

Irmão de marqueteiro de Temer ganha licitação milionária


 

 

A Agência Calia, do Gustato Mouco, irmão do marqueteiro de Michel Temer, Elsinho Mouco, venceu uma licitação milionário do governo federal. Segundo informações de Lauro Jardim, em O Globo, a Calia, ao lado das agências de publicidade NBS e Artplan, foram contratas pela Secretaria de Comunicação da Presidência por cinco anos, ao custo de R$ 208 milhões. A informação foi divulgada na noite de quinta (13).

Por Lauro Jardim

Em O GlobAcaba de sair o resultado do edital de propaganda da Secom, o principal do governo federal: NBS, Calia e Artplan foram as agências vencedoras. As três terão um orçamento de R$ 208 milhões.

Há quase um ano aberta, a licitação estava em fase recursal e terá validade por cinco anos, com a possibilidade de a contratação ser renovada ou não a cada ano.

Quem deve estar feliz com o resultado é o marqueteiro de Temer, Elsinho Mouco. Gustavo Mouco, seu irmão, é o dono da Calia.

O que chama a atenção também nessa licitação, é que o contrato foi fechado em cinco anos, o que leva a crer que o Temer pensa em o grupo continuar com mais quatro anos no poder, isso se ele ficar até o final do mandato.

A questão venda da “praça”

Realmente o triâgulo tem cara de praça. "O que mais pode surgir em Maracás", perguntas do povo

Dentro de poucas horas a população se manifestou, via redes sociais, e terminou criando uma grande polêmica em torno da questão venda da “praça”, terreno em frente ao cemitério de Maracás. O Café com Leite conversou com o presidente da Câmara, popular Juarez do Torno, por telefone, onde ele informou que esteve conversando com o prefeito Soya, para que o mesmo desse uma explicação sobre o ocorrido, mas, de acordo ao Juarez, o prefeito disse que a prefeitura não liberou alvará e que vai ser realizada uma audiência pública, para que, se o povo autorizar a compra do referido terreno pela prefeitura, a compra será realizada. Mas nessa história toda há um porém, que é a ausência da pessoa que se diz dono, que ficou fora durante quase três décadas, o que dá do direito da prefeitura fazer uso do terreno, mas pagar um preço dentro das normalidades.

Ontem foi comemorado o Dia mundial do ROCK, você sabia disso?

 

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Ontem 13 de julho, fãs, artistas e produtores comemoram mais um Dia Mundial do Rock, que costuma inspirar ações, lançamentos e eventos pelo país. Mas, afinal, por que esse dia foi o escolhido para a celebração?

Antes de tudo, vale pontuar que, apesar de levar o “mundial” no nome, a data só é comemorada aqui no Brasil. Nos Estados Unidos, por exemplo, algumas pessoas costumam celebrar o bom e velho rock ‘n’ roll no dia 9 de julho, data em que estreou o programa de televisão “American bandstand”, que ficou no ar entre 1952 e 1989 e ajudou a popularizar o gênero no país.

Por aqui, a “pedra fundamental” foi o mega festival beneficente Live Aid, realizado no dia 13 de julho de 1985, em Londres e na Filadélfia, de forma simultânea, com o intuito de ajudar a erradicar a fome na Etiópia.

O evento foi transmitido em diversos países e ajudou a chamar a atenção mundial para o estado de miséria no continente africano. Grandes estrelas da música marcaram presença, fazendo apresentações curtas, entre eles Paul McCartney, David Bowie, The Who, Queen, Bob Dylan, Rolling Stones, Elton John, U2, Sting, Phil Collins, Led Zeppelin, Madonna, Neil Young e Eric Clapton (ufa!).

Diante de tamanha festa movida por uma boa causa, Phil Collins sugeriu que aquele dia fosse considerado o “dia global do rock”, como lembrou o saudoso Kid Vinil em sua coluna no site “Yahoo” — hoje, fora do ar.

“O que aconteceu realmente foi que ninguém lá fora levou a sério a ideia de Phil Collins. Impressionados com o megaevento, duas rádios paulistanas que se intitulavam roqueiras (89 FM e 97 FM) resolveram levar em frente o desejo de Phil Collins e anualmente passaram a comemorar a data”, explicou, no texto, o músico e radialista que faleceu em maio.

Hotel Vale do Jiquiriçá: As belezas do Vale estão aqui!!!!!!


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Muita gente não conhece os lugares deslumbrantes do interior da Bahia, e saem para outros estados e até países da América Latina em busca de belezas naturais. Pois é, perto de você está um lugar encantador, como é o caso de ter o privilégio de amanhecer o dia no aconchego da natureza, no Hotel Vale do Jiquiriçá, que fica bem no centro do vale Jiquiriçá, especificamente há três km da cidade Jiquiriçá. Ali você vai encontrar lindas cachoeiras, piscinas, local de pesca, passeio pela mata com segurança, inclusive passeios de charretes e muitas outras maravilhas que a natureza possa lhe oferecer.

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Depois do cansaço de andar pelas matas, ter tomado banho de piscina e cachoeira, é hora de descansar num chalé super aconchegante (fotos), para, quando amanhecer e saborear um delicioso café da manhã, começar tudo novamente.

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A reportagem do blog e jornal Café com Leite esteve visitando o local, conversou com as recepcionistas Sueli e Conceição, que são dois amores de pessoas, diga-se de passagem, onde elas mostraram para a nossa equipe os modelos dos chalés, restaurante e permitiram que pudéssemos dar uma volta para conhecer melhor os pontos principais.

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Aqui você vai encontrar: Paz, sombra e água fresca Situado no Vale do Jiquiriçá, dentro da Bacia Hidrográfica do Rio Jiquiriçá, há 250 km de Salvador, o Hotel Vale do Jiquiriça é cercado de rios, remanescentes de Mata Atlântica e cachoeiras. A paisagem, as manifestações culturais, o artesanato e a culinária regional são um incentivo ao turismo rural. Dispomos de 22 suítes com TV, ar condicionado, frigobar e varanda com rede. O Hotel tem uma ótima infra-estrutura: restaurante, salão de reuniões, bar, piscinas, campo de futebol, vôlei de praia e salão de jogos.

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Conceição Nos recebeu com muita educação e nos mostrou um pouco da beleza do Hotel. “Um abraço pra você, Conceição”!!!!!

Se você ainda não conhece o Hotel Vale do Jiquiriçá, não perca tempo. Reserve logo o seu chalé e curta o que há de melhor. Lembrando que os preços não são altos. Telefone para reservas: (75) 3651-2179. O local é na BR 420, KM 39.

Venda de terreno considerado praça pública começa gerar polêmica em Maracás


 

Realmente o triâgulo tem cara de praça. "O que mais pode surgir em Maracás", perguntas do povo
Realmente o triângulo tem cara de praça. “O que mais pode surgir em Maracás?”, perguntas do povo.

 

Há muitos anos, ou melhor, décadas, que as pessoas consideram uma “praça”, que fica em frente ao cemitério da cidade, como um local público. De repente, depois de vinte e poucos anos, de acordo informações obtidas, aparece um “dono” que, com documentos comprovando, também de acordo informações, vendeu o referido terreno, que é um triângulo que se chama de praça. O empresário que comprou o imóvel não tem culpa de nada, o que a população tem reclamado e ligado para a nossa redação, é sobre a questão da prefeitura não ter adquirido o terreno e reformar a praça, até porque é um local propício para existência de uma praça, pois fica em frente ao cemitério. O que ninguém está entendendo, é que a prefeitura além de não comprar a “praça”, terminou liberando o alvará para que a transação entre o proprietário que apareceu se dizendo dono do imóvel e o empresário maracaense fosse concretizada. Outro fator  que o povo começa questionar, é sobre o que fazem os vereadores que não tomaram uma posição no caso. Afinal os nobres edis quando eleitos, são para representar os interesses do povo, quando relacionados com o bem da cidade. Agora, pelo que está indicando a indignação do povo, o novo prefeito que já não está muito bem na popularidade, corre o risco de cair ainda mais. O que muita gente está falando, é que todo movimento durante a campanha foi em torno da mudança para a amável  Maracás, porém que fosse uma mudança para melhor. Fica aí a palavra para os  senhores vereadores  sobre o assunto da venda da “praça”, pois o povo quer saber da opinião de cada um..