Por não concordar com o uso da Cloroquina na população, ministro da Saúde pede demissão


Jair Bolsonaro quer que o protocolo de prescrição da cloroquina passe a indicar o medicamento também no começo do tratamento e havia desautorizado Nelson Teich a se manifestar contra o uso do remédio

Nelson Teich pediu demissão do ministério da Saúde após Jair Bolsonaro mudar o protocolo de prescrição da cloroquina, medicamento ainda sem comprovação científica para o tratamento contra o coronavírus. A informação é da coluna de Lauro Jardim.

Bolsonaro quer que o protocolo passe a indicar o medicamento também no começo do tratamento. Ele havia desautorizado Teich a se manifestar contra o uso do remédio. “Votaram em mim para eu decidir, essa decisão passa por mim. Acredito no trabalho dele, mas essa questão eu vou resolver”, disse Bolsonaro durante teleconferência com o presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf.

Teich ficou apenas 28 dias no cargo. Os nomes mais cogitados para sucedê-lo são o general Eduardo Pazuelo, que Bolsonaro impôs como o segundo de Teich; o eterno candidato Osmar Terra; e o Contra-Almirante Luiz Froes.

Certamente o presidente vai querer colocar na pasta, para substituir os 28 dias que o Teich suportou, alguém que faça como ele determinar. A população que morra!!

Vejam o vídeo de comentários sobre a saída do Nelson Teich. Fonte 247.

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Bolsonaro incita empresários da Fiesp contra Doria por fim do isolamento: “É guerra”


Em videoconferência com empresários, Bolsonaro ainda acusou os governos regionais de “tentarem quebrar a economia para atingir o governo”

 

Em videoconferência na manhã desta quinta-feira (14), Jair Bolsonaro incitou empresários ligados à Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) a descumprirem o isolamento social e partirem para cima do governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

“Um homem está decidindo o futuro de São Paulo, está decidindo o futuro da economia do Brasil. Os senhores, com todo o respeito, têm que chamar o governador e jogar pesado, jogar pesado, porque a questão é séria, é guerra. É o Brasil que está em jogo”, declarou Bolsonaro.

Matéria completa Revista Forum 

Brasil desarmado para enfrentar a recessão: Por Luiz Nassif


Uma das mudanças necessárias, provocadas pela Covid-19, será nos conceitos de recuperação judicial e falência.

Nas últimas décadas, especialmente nos mercados internacionais, a enorme liquidez existente fez com que as empresas trocassem patrimônio por endividamento. Isto é, em vez de reinvestimento de lucros, optavam por contrair empréstimos para financiar o crescimento e, em muitos casos, para recompra das ações. Obviamente, essas operações proporcionaram lucro para as duas partes, credor e devedor.

Sabia-se que, sem medidas de compartilhamento de riscos pelo setor público, os bancos privados não avançariam na oferta de crédito. Mas até agora não saiu do papel a proposta do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social) oferecer recursos e participar da maior parte do risco.

O BNDES  articulou um consórcio de bancos para pensar em saídas para os grandes grupos. Também com atraso opta-se por linhas baseadas em debêntures conversíveis. Faz-se o aporte na empresa. Se ela não conseguir resgatar no prazo, o empréstimo é convertido em participação acionária, permitindo aos credores, mais à frente, colher os frutos de uma eventual recuperação da empresa.

Apenas no caso do setor aéreo, estima-se um aporte da ordem de R$ 7 bilhões.

Matéria completa no GGN

 

 

ALINHADO A BOLSONARO, MOURÃO TENTA DAR LIÇÃO AOS GOVERNADORES E À IMPRENSA


Hamilton Mourão diz que Bolsonaro está certo e tenta dar lição à imprensa e aos governadores. Isso faz o brasileiro insatisfeito com o governo atual, sobre o fora Bolsonaro. Nesse caso seria ou anular a eleição de 2018, ou deixar correr. Trocar 6 por meia dúzia em plena pandemia, se acredita que não vai mudar muito ou, diante das palavras do Mourão, não vai mudar é nada.

General Mourão (Romério Cunha/Flickr)

Artigo publicado hoje no jornal O Estado de S. Paulo mostra que o vice-presidente Hamilton Mourão está totalmente alinhado a Bolsonaro.

No texto, ele critica a imprensa e os governadores e sinaliza que o Brasil estaria melhor se as medidas defendidas por Bolsonaro fossem implementadas. O que ele ignora é que Bolsonaro, com o poder simbólico da palavra, tem sabotado o esforço dos Estados para combater a pandemia.

O isolamento social é cada vez menor em razão do discurso de Bolsonaro. Ele diz que o Brasil se aproxima do caos — e nisso há consenso –, mas a responsabilidade é do ocupante do Palácio do Planalto, companheiro de chapa de Hamilton Mourão. Confira abaixo:

A esta altura está claro que a pandemia de covid-19 não é só uma questão de saúde: por seu alcance, sempre foi social; pelos seus efeitos, já se tornou econômica; e por suas consequências pode vir a ser de segurança. A crise que ela causou nunca foi, nem poderia ser, questão afeta exclusivamente a um ministério, a um Poder, a um nível de administração ou a uma classe profissional. É política na medida em que afeta toda a sociedade e esta, enquanto politicamente organizada, só pode enfrentá-la pela ação do Estado.

Para esse mal nenhum país do mundo tem solução imediata, cada qual procura enfrentá-lo de acordo com a sua realidade. Mas nenhum vem causando tanto mal a si mesmo como o Brasil. Um estrago institucional que já vinha ocorrendo, mas agora atingiu as raias da insensatez, está levando o País ao caos e pode ser resumido em quatro pontos.

O primeiro é a polarização que tomou conta de nossa sociedade, outra praga destes dias que tem muitos lados, pois se radicaliza por tudo, a começar pela opinião, que no Brasil corre o risco de ser judicializada, sempre pelo mesmo viés. Tornamo-nos assim incapazes do essencial para enfrentar qualquer problema: sentar à mesa, conversar e debater. A imprensa, a grande instituição da opinião, precisa rever seus procedimentos nesta calamidade que vivemos. Opiniões distintas, contrárias e favoráveis ao governo, tanto sobre o isolamento como a retomada da economia, enfim, sobre o enfrentamento da crise, devem ter o mesmo espaço nos principais veículos de comunicação. Sem isso teremos descrédito e reação, deteriorando-se o ambiente de convivência e tolerância que deve vigorar numa democracia.

O segundo ponto é a degradação do conhecimento político por quem deveria usá-lo de maneira responsável, governadores, magistrados e legisladores que esquecem que o Brasil não é uma confederação, mas uma federação, a forma de organização política criada pelos EUA em que o governo central não é um agente dos Estados que a constituem, é parte de um sistema federal que se estende por toda a União.

Em O Federalista – a famosa coletânea de artigos que ajudou a convencer quase todos os delegados da convenção federal a assinarem a Constituição norte-americana em 17 de setembro de 1787 –, John Jay, um de seus autores, mostrou como a “administração, os conselhos políticos e as decisões judiciais do governo nacional serão mais sensatos, sistemáticos e judiciosos do que os Estados isoladamente”, simplesmente por que esse sistema permite somar esforços e concentrar os talentos de forma a solucionar os problemas de forma mais eficaz.

O terceiro ponto é a usurpação das prerrogativas do Poder Executivo. A esse respeito, no mesmo Federalista outro de seus autores, James Madison, estabeleceu “como fundamentos básicos que o Legislativo, o Executivo e o Judiciário devem ser separados e distintos, de tal modo que ninguém possa exercer os poderes de mais de um deles ao mesmo tempo”, uma regra estilhaçada no Brasil de hoje pela profusão de decisões de presidentes de outros Poderes, de juízes de todas as instâncias e de procuradores, que, sem deterem mandatos de autoridade executiva, intentam exercê-la.

Na obra brasileira que pode ser considerada equivalente ao Federalista, Amaro Cavalcanti (Regime Federativo e a República Brasileira, 1899), que foi ministro de Interior e ministro do Supremo Tribunal Federal, afirmou, apenas dez anos depois da Proclamação da República, que “muitos Estados da Federação, ou não compreenderam bem o seu papel neste regime político, ou, então, têm procedido sem bastante boa fé”, algo que vem custando caro ao País.

O quarto ponto é o prejuízo à imagem do Brasil no exterior decorrente das manifestações de personalidades que, tendo exercido funções de relevância em administrações anteriores, por se sentirem desprestigiados ou simplesmente inconformados com o governo democraticamente eleito em outubro de 2018, usam seu prestígio para fazer apressadas ilações e apontar o País “como ameaça a si mesmo e aos demais na destruição da Amazônia e no agravamento do aquecimento global”, uma acusação leviana que, neste momento crítico, prejudica ainda mais o esforço do governo para enfrentar o desafio que se coloca ao Brasil naquela imensa região, que desconhecem e pela qual jamais fizeram algo de palpável.

Esses pontos resumem uma situação grave, mas não insuperável, desde que haja um mínimo de sensibilidade das mais altas autoridades do País.

Pela maneira desordenada como foram decretadas as medidas de isolamento social, a economia do País está paralisada, a ameaça de desorganização do sistema produtivo é real e as maiores quedas nas exportações brasileiras de janeiro a abril deste ano foram as da indústria de transformação, automobilística e aeronáutica, as que mais geram riqueza. Sem falar na catástrofe do desemprego que está no horizonte.

Enquanto os países mais importantes do mundo se organizam para enfrentar a pandemia em todas as frentes, de saúde a produção e consumo, aqui, no Brasil, continuamos entregues a estatísticas seletivas, discórdia, corrupção e oportunismo.

Há tempo para reverter o desastre. Basta que se respeitem os limites e as responsabilidades das autoridades legalmente constituídas.

Com informação do DCM.

Vitória da Conquista: Prefeitura interdita loja da Havan que ignorou fechamento do comércio


Vitória da Conquista: Prefeitura interdita loja da Havan que ignorou fechamento do comércio

Foto: Secom / PMVC

A prefeitura de Vitória da Conquista, no sudoeste baiano, autuou e interditou a loja da Havan que abriu as portas nesta quarta-feira (13), ignorando o decreto municipal de fechamento do comércio. A empresa havia impetrado um mandado de segurança contra o decreto, mas não esperou a decisão da Justiça para reabrir (veja aqui).

 

Segundo a prefeitura de Conquista, a Havan não integra a lista de estabelecimentos que prestam serviços essenciais, estando assim proibida de abrir as portas e permitir a entrada de clientes. A interdição foi realizada no fim da tarde desta quarta, por fiscais da Gerência de Posturas, que verificaram a presença de clientes no interior da loja.Fonte:BNmunicípios


Auto de infração emitido pela prefeitura de Vitória da Conquista à Havan, pelo descumprimento do decreto (Foto: Secom / PMVC)

Funcionária negra é amarrada e humilhada em empresa por sair mais cedo


Como “punição por sair mais cedo do trabalho”, funcionária foi obrigada a caminhar com pulsos e braços amarrados na frente dos colegas de produção e foi chamada de ‘negra fujona’. Justiça condena empresa Autoliv e mulher desabafa

Autoliv funcionária negra racismo
(Autoliv/Taubaté/Reprodução)

 

 

“Passei por vários casos de preconceitos, discriminação e assédios. Mas o que mais doeu, o que foi pior foi ser amarrada na linha de produção para que meus colegas de trabalho pudessem ver que eu estava sendo punida por algo que não havia cometido”.

O desabafo acima é de uma funcionária da Autoliv, empresa do setor automobilístico de Taubaté (SP). A mulher, que não teve seu nome revelado, foi obrigada a caminhar com pulsos e braços amarrados diante dos colegas na linha de produção. Enquanto caminhava pela empresa, os líderes a chamavam de ‘negra fujona’.

Na última terça-feira (12), a Justiça do Trabalho condenou a Autoliv a indenizar a mulher em R$ 180 mil. A decisão é de segunda instância, mas cabe recurso ao Tribunal Superior do Trabalho.

A mulher, que trabalhava na Autoliv há 15 anos, cumpriu seu expediente normalmente e deixou o posto de trabalho no horário correto, mas saiu do local sem comunicar seus superiores.

No dia seguinte, ao chegar, foi abordada pelos líderes do setor que amarraram seus pulsos e braços com fita e fizeram com que ela caminhasse pela fábrica. Os homens ainda alertaram aos demais funcionários que “era isso que acontecia com negro fujão”.

“O horário que eu havia saído era o horário que tinha para sair mesmo e tantas outras pessoas estavam saindo, mas aquela atitude só foi feita comigo. Ser amarrada por dois líderes e sair pela linha afora me mostrando que assim que se fazia com fujão”, disse.

“Eles discriminam, criticam, humilham as pessoas e não veem o que pode causar na pessoa. A dor, o desconforto que pode causar naquela pessoa. Que sirva de lição não só para essa fábrica, mas qualquer outra que possa agir dessa maneira. Isso não se faz, todos nós, independente da cor, somos seres humanos”, desabafou.

No processo, a funcionária apresentou à Justiça do Trabalho outros trabalhadores da empresa que presenciaram a cena e comprovaram o episódio.

“Ficaram comprovados dois episódios gravíssimos, no meu entendimento, inadmissíveis, que esta Relatora nunca tinha vislumbrado em qualquer processo e que expuseram a Reclamante diante de seus colegas de trabalho, como relatado acima. É certo que as agressões merecem ser repudiadas e civilmente indenizadas”, disse a relatora do caso, Luciane Storel.

Em nota, a defesa da funcionária destacou a importância da decisão para reforçar que há punição para o racismo no ambiente de trabalho.

“O racismo existe e é forte no mercado de trabalho. Um caso como esse, escracha essas situações. O chefe, que deveria apoiar a funcionária, era o autor do episódio. Essa decisão mostra o quão importante é a Justiça do Trabalho e seu papel pela integridade do trabalhador” comentou a advogada Shayda Daher de Souza. Com informações do PragmatismoPolítico

Caixa não libera novos pagamentos do auxílio emergencial há duas semanas


Segundo o banco, o governo ainda não divulgou o calendário das próximas parcelas

[Caixa não libera novos pagamentos do auxílio emergencial há duas semanas]
Foto : Marcello Casal Jr. / Agência Brasil

 

A Caixa Econômica Federal completa hoje (14) duas semanas sem liberar novos créditos do Auxílio Emergencial. O último balanço dos pagamentos divulgado pelo banco, às 12h da terça-feira (12), trazia os mesmos números desde o dia 30 de abril: haviam sido creditados, até então, R$ 35,5 bilhões a 50 milhões de brasileiros.

Mesmo para os que já receberam a primeira parcela do pagamento, a segunda e a terceira ainda são uma incógnita, já que o calendário dos novos pagamentos não foi divulgado pela Caixa e pelo Ministério da Cidadania. Apenas os trabalhadores que já são beneficiários do Bolsa Família têm data para receber, já que os pagamentos seguem o mesmo calendário.

Questionada pelo portal G1, a Caixa informou que aguarda a divulgação do calendário das próximas parcelas do Auxílio Emergencial pelo Governo Federal, além do envio das informações de um novo lote de cadastros pela Dataprev. Já o Ministério da Cidadania não respondeu.

Secretário de Saúde de Salvador tem filhos, irmãs e cunhados com coronavírus


Leo Prates disse que fez prova e contra prova e deu negativo

[Secretário de Saúde de Salvador tem filhos, irmãs e cunhados com coronavírus]
Foto : Bruno Concha / Secom

O secretário de Saúde de Salvador, Leo Prates, disse hoje (13) no Twitter que os seus dois filhos, seus dois cunhados e suas duas irmãs tiveram testes positivos para infecção por coronavírus.

“Peço ao meu bom Deus que me ilumine! Me dê forças pra seguir em frente ! Fiz prova e contra prova e deu negativo”, disse.

Mais cedo, o prefeito de Salvador, ACM Neto, disse que o chefe de gabinete da prefeitura da capital baiana, Kaio Moraes, testou positivo para Covid-19. Segundo a prefeitura, na última terça-feira, o subchefe de gabinete, Matheus Simões, também testou positivo.  Com Informações do Metro1

23 de Março de 2020 Maduro anunciou medidas para proteger o trabalho de venezuelanos durante pandemia


Certamente por ter tomado atitudes assim, hoje a Venezuela conta com apenas 10 óbitos pelo Coronavírus.

Quase diariamente, o presidente Maduro e a comissão para a prevenção à covid-19 fazem um balanço da situação da epidemia no país, em uma transmissão a nível nacional. – Garante a Assessoria da presidência

O presidente da Venezuela, Nicolas Maduro anunciou no domingo (22) de Março, uma série de medidas de proteção social. Entre as decisões, está que o Estado assumirá o pagamento dos salários dos trabalhadores de pequenas e médias empresas do setor privado pelos próximos seis meses. Para ter direito ao salário, os trabalhadores deverão preencher um formulário na plataforma Pátria – mesmo mecanismo de coleta de dados sobre a covid-19 e de pagamento de bônus sociais.

De acordo com dados do Ministério do Poder Popular para o Processo Social do Trabalho, 7,8 milhões de venezuelanos e venezuelanas estão empregados no sistema formal, tanto em empresas públicas, como privadas, o que representava 60,3% da população economicamente ativa do país em abril de 2016.

Também serão criadas linhas especiais de crédito para ajudar a conter os prejuízos econômicos que a paralisação do trabalho pode gerar. Outro anúncio foi a suspensão do pagamento de alugueis até setembro de 2020. Maduro também decretou a imobilidade laboral, impedindo demissões até 31 de dezembro deste ano.

Matéria do Brasil de Fato, publicada em Março de 2020

 

 

Uma miscelânea de notícias: Bolsonaro usou ‘Airton’ e ‘Rafael’ como pseudônimos em exames de coronavírus


Segundo a jornalista Monica Bergamo, os resultados deram negativo para a Covid-19. Apesar dos pseudônimos, Bolsonaro informou dados pessoais de forma correta, como o RG e o CPF. Leia ainda nesta matéria outras notícias.

O presidente Jair Bolsonaro utilizou os pseudônimos “Airton Guedes” e “Rafael Augusto Alves da Costa Ferraz” para fazer os exames para a presença do novo coronavírus.

Segundo a jornalista Monica Bergamo, da Folha de S. Paulo, os resultados dos três exames deram negativo.

“O presidente, no entanto, manteve sua identificação assegurada ao informar ao laboratório seus documentos pessoais de forma correta, como o RG e o CPF, além da data de nascimento, o que tornaria inequívoco que os exames são de fato dele”, diz Bergamo.

Nesta quarta-feira, o ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, determinou a divulgação dos resultados dos exames, atendendo a pedido do jornal O Estado de S. Paulo.

O que ninguém sabe é o por que desses nomes errados, bem como o laboratório aceitar colocar o nome errado, uma vez que no documento estava outro.

Em outro episódio, hoje, quarta feira pela manhã, o Bolsonaro, em conversa com a galera que lhe apoia, como faz todos os dias la na saída do Planalto, sabendo que vai ser filmado e invadir os celulares do Brasil, disse o seguinte, após recorde de mortes por coronavírus: ‘Quem não quiser trabalhar, que fique em casa.

veja a matéria de Mateus Vargas e Emilly Behnke no Estado de S.Paulo.

o dia seguinte ao recorde de mortes no Brasil pelo novo coronavírus – 881 somadas em 24 horas -, o presidente Jair Bolsonaro voltou a defender o fim das quarentenas decretadas por governadores e pedir o distanciamento apenas de pessoas do grupo de risco, como idosos e quem apresenta outras doenças. “O povo tem de voltar a trabalhar. Quem não quiser trabalhar, que fique em casa, porra. Ponto final”, disse o presidente nesta quarta-feira, 13, em frente ao Palácio da Alvorada, sob aplausos e gritos de apoiadores.

Segundo balanço divulgado na noite de terça-feira, 12, há 12.400 vítimas fatais da covid-19 no Brasil. O número de casos confirmados da doença no País é de 177.589, sendo que 72.597 estão curados.

Bolsonaro também atacou novamente governadores, especialmente João Doria (PSDB), de São Paulo. Ele afirmou que o governo federal já fez mais do que gestores estaduais pediram, ainda que secretários de saúde façam reclamações públicas sobre o atraso para entrega de praticamente todos os produtos essenciais ao combate ao vírus, como máscaras, luvas, respiradores, testes de diagnóstico e kits para instalação de leitos de UTI.

“Ficar em casa, para quem pode, legal, sem problema nenhum. Agora, para quem não tem condições, geladeira está vazia, três, quatro filhos chorando de fome, é desumano”, disse Bolsonaro. “O governador de São Paulo (Doria) falou que é melhor isolamento do que o sepultamento. Quem ficar em casa parado vai morrer de fome. Até o urso quando hiberna tem prazo para hibernar. Não podemos ficar hibernando em casa”, completou.

“Vai chegar um ponto que esse povo com fome vai vir às ruas”, disse Bolsonaro.

Agora vai entrar a opinião do Café com Leite sobre tudo isso que está acontecendo no Brasil.

Bom, se o presidente realmente demonstrasse algum amor e respeito pelo povo brasileiro, sobretudo os mais necessitados, certamente ia utilizar parte da reserva do dinheiro encontrado e, ao invés de socorrer banqueiro, ia dizer aos que não têm condições de ficar em casa com dignidade, ou seja, como alimento para a família, que o governo ia ajudar a todos, mas em contrapartida queria uma garantia de que ninguém saísse de casa.

Assim, além do prejuízo para o país, em termo económico ia ser menor, como o melhor ia acontecer, que  provavelmente talvez, menos de 10% das pessoas que foram a óbito morressem.

Saiba um pouco mais sobre Nicolas Maduro e a Venezuela. Até agora lá só morreram 10 pessoas pelo Coronavírus

Resultado do Corona na Venezuela: Vejam, por exemplo, um país que é visto como governado por ditador, que é a Venezuela, o presidente de lá, Nicolas Maduro, conseguiu segurar o seu povo em casa, com recurso para os menos favorecidos, até Dezembro, com uma quantia que dê para passar com dignidade. Para quem não sabe, pasme ao vê o resultado aqui. Lá tem 423 casos confirmados, 220 recuperados e 10…apenas 10, mortos. Isso se deve a um cuidado e amor pelo seu povo.

Indo um pouco mais longe aqui no assunto, é por isso que os EUA, com ajuda da Colômbia e do Brasil, tentou invadir o país venezuelano de olho no petróleo e muito minério que ali existe, mas o sistema lá foi bruto e, pelo que se vê, não vão levar nada não. Infelizmente para boa parte do povo brasileiro, o Maduro é uma espécie de “capeta” para o povo. Enquanto isso outros capetas realmente, entrega tudo de mão beijada para os americanos e muitos o chamam de deus da terra. Coisa de ser humano.

(…)

Brasil tem 881 novas mortes por coronavírus em 24 horas e bate recorde


O Brasil registrou nesta terça-feira (12) 881 novas mortes por Covid-19, a doença do coronavírus, nas últimas 24 horas, um novo recorde diário. Ao todo, são 12.400 óbitos confirmados, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde.

O país também registrou 9.258 novos casos confirmados por teste e atingiu um total de 177.589 infectados por coronavírus. isso sem contar as pessoas que se contaminam e não têm acesso a teste.

Será que o presidente vai insistir em abrir comércio diante de um quadro deste?

Com epidemia de coronavírus perto do auge, Bolsonaro abraça e pega crianças no colo no Alvorada


Já passou da hora de todos os brasileiros entenderem de uma vez por todas, que esses encontros ensaiados e preparados pela equipe do presidente Bolsonaro para fazer o povo pensar que é algo sério, não surtir mais efeitos, como descer um helicóptero ao lado de um restaurante no meio da estrada para que o presidente almoce comida simples ao lado dos caminhoneiros e o povo que já o esperava, é pura armação para que o povo, sobretudo os mais tolos, que não conseguem enxergar o que há por trás de “uma parede”, sem que tenha que ir até lá, ache tudo muito bonito. Em outro vídeo, em pleno dia das mães, em que esse ano muitas delas passaram o seu dia chorando, a exemplo da mãe do médico de Jequié, Dr. Ramon, o que ele faz é chegar numa lancha sobre o lago Paranoá, encosta perto de um barco onde a galera servia um churrasco, sabendo que ali tinha alguém filmando, para, certamente, provocar os que criticam essa forma de atitude e, ao mesmo tempo, servir com a sua “simpatia”, ao chamado gado, que acha tudo isso o máximo.

Na verdade não existe gado! O que existe é um povo que reluta para não deixar a sua cabeça abrir para uma realidade, pois durante e depois da campanha foi formada uma equipe para espalhar o ódio nos corações dos brasileiros, onde um deles é o que se diz homem de Deus, o Malafaia, que não muda de cor para chamar os brasileiros que sentem uma simpatia pela esquerda do pais, de “esquerdopatas”, pra lembrar o levar ao subconsciente das pessoas, que são psicopatas. Tudo isso faz parte de uma onda estranha que está invadindo os corações de um povo bom, que é o povo brasileiro.

A verdade é que, no fundo do coração,  os brasileiros querem um presidente com outra postura. Ou outro, ou esse tem que mudar da água para o vinho, para que o povo se sinta representado.

Agora foi a vez de preparar o cenário bem dos que fazem muitos chorar de emoção, dentre eles a classe evangélica,  que também não consegue vê o que há por trás da parede, sem que vá até lá. Como a porta para chegar até o outro lado é de difícil acesso para muitos, vão continuar valorizando esse tipo de comportamento.  Até aqui Café com Leite Notícias. Veja depois da foto, a matéria e o vídeo que foram veiculados no Brasil 247, klic aqui.  

(Foto: Reprodução)

Bolsonaro abraçou e pegou crianças no colo nos jardins do Palácio da Alvorada na manhã desta terça-feira (12), quando a epidemia do coronavírus aproxima-se do auge. Foi durante uma cerimônia mensal de hasteamento da bandeira brasileira que reúne ministros. As crianças, visivelmente de família simples que foram levadas ao local por um padre fundamentalista, Pedro Stepien.

Num jogral desengonçado, visivelmente ensaiado, as crianças começara, a apresentar “reivindicações”, basicamente com o conteúdo da plataforma moral fundamentalista. “Nós crianças não queremos a ideologia de gênero”, falaram, ao que Bolsonaro respondeu que enviará hoje ao Congresso um projeto de lei “com urgência constitucional sobre o assunto”.

Segundo Bolsonaro, será enviado projeto de lei federal proibindo o ensino do que o bolsonarismo qualifica “ideologia de gênero” nas escolas. “Nós sabemos que por 11 a 0 o STF derrubou uma lei municipal [que proibia o ensino da ideologia de gênero]. Já pedi ao major Jorge [Oliveira, ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência] uma lei federal, que devemos aprovar hoje”, afirmou.

A outra “reivindicação” segundo a qual “nós crianças não queremos a lei da alienação parental”, recitada por uma menina, Bolsonaro convocou o ministro da Educação, Abraham Weintraub, que respondeu, sobre outro assunto, assegurando que nos livros didáticos de sua gestão estará impressa a garantia de “que as crianças agora têm direito a ter religião” -como se tal direito tivesse sido ameaçado em algum momento, em outra fake news grosseira.

A cerimônia prosseguiu com o hasteamento da bandeira.

Veja outra foto de Bolsonaro abraçando as crianças e colocando-as em risco e, a seguir, o post de Bolsonaro com o vídeo:

bolsonaro-crianças

Bolsonaro abraça crianças em meio à pandemia

De Walter Salles: Homenagem ao amigo e grande liderança da cidade de Itaquara, Astor Moura Araujo


Astor com o deputado Euclides e o governador Rui Costa

 

Por Walter Salles: Ao receber a notícia através das redes sociais da morte de Astor Moura Araújo, grande liderança da cidade de Itaquara e meu amigo particular, não teve como não ficar com profunda tristeza. Conheci Astor em 1990, quando ele governava a sua cidade pela primeira vez, onde já realizara na sua primeira gestão um grande trabalho e que estão registrados nas páginas do jornal Café com Leite que dentre muitas regiões cobria também o Vale Jiquiriçá. Astor fazia parte dos contatos do meu whatsapp, mas nos últimos meses não nos comunicamos, porém eu não soube do seu problema de saúde.

Vale lembrar que Astor já foi presidente do Convale, onde dentre muitos feitos realizou um encontro em Maracás, quando o gestor daquela cidade era o saudoso Fernando Carvalho, para ser lançado um projeto para salvar o Rio Jiquiriçá que nasce ali na cidade de Maracás. Naturalmente que teve o interesse e a convocação do então prefeito Fernando Carvalho, que após a nascente do rio ser denunciado pelo Café com Leite, onde mostrava fotos que a nascente estava sendo usada para plantio de verduras e legumes, inclusive recebendo uma grande quantidade de agrotóxico, todas as prefeituras  de cidades que são banhadas pelo simpático Rio Jiquiriçá ficaram em alerta e a reunião foi marcada pelo então presidente da Convale Astor Araújo e abraçada por Fernando Carvalho. Logo em seguida, no local que não existia árvores, foi realizado um abraço simbólico de centenas de pessoas entre políticos, ambientalistas e simpatizantes pela causa, que não demorou, o saudoso Fernando cuidou de adquirir centenas ou milhares de espécie de plantas de árvores nativas que se adequassem à terra. Anos depois, o local se transformou em um dos lugares mais bonitos de se visitar.

Naturalmente que se não fosse a vontade de Carvalho, prefeito maracaense e amante da natureza, nada teria acontecido. Porém, o esforço e interesse de Astor, que no dia deu um belíssimo discurso, que convocava os presentes, tanto prefeitos quanto população em geral, para que se integrassem e se entregassem pela causa e para a causa, para que o sonho se tornasse realidade, como de fato se tornou.

Em Itaquara: Após o término do seu primeiro mandato em Itaquara, Astor elegeu o seu sucessor, que foi o seu amigo Nestor Argolo Porto, que também se tornou meu amigo. Nestor fazia questão de dizer que ser prefeito não era muito a sua praia e que ele gostava mais de ser caminhoneiro, o que foi por muitos anos, mas soube administrar muito bem a cidade. Quatro anos depois da posse de Nestor, voltava Astor para o comando do município, ficando mais dois mandatos consecutivos, mas na hora de fazer a sua sucessão terminou perdendo para outro itaquarense que fazia oposição, que foi o Abimael Teixeira que também realizou um bom trabalho e se reelegeu.

Mas, como aconteceu com Astor, Abimael não conseguiu fazer a sucessão e como Astor teve complicações com as suas contas, terminou ficando inelegível, mas lançou a sua esposa, a médica Iracema Guimarães Araújo e ganhou a política.

Por ter realizado, digamos uma administração morna, no ponto de vista da população, Iracema não conseguiu se reeleger nas eleições de 2016, e o jovem Marco Aurélio com apenas 22 anos, foi eleito prefeito da cidade com o apoio de Abimael, onde governa até hoje.

O Legado: É gratificante para qualquer homem público deixar um legado de boas lembranças, como aconteceu com Astor, que nas suas gestões sempre procurou realizar grandes feitos para a sua cidade e sua gente.

Com a partida de Astor Araújo para outra dimensão, ainda não se sabe por certo quem irá ocupar o seu lugar de liderança forte no município de Itaquara. A Dra. Iracema foi prefeita e é muito querida do povo, mas sempre disse que ela ama mesmo é a medicina.

Fica aqui os sentimentos e o abraço de Walter Salles, fundador do jornal Café com Leite em 1989, mesmo ano que Astor tomou posse pela primeira vez, aos familiares e amigos do hoje saudoso Astor Moura Araujo, que pela primeira vez não vai ler um artigo escrito por mim, falando dele próprio e da sua cidade.

Walter Salles é fundador do jornal Café com Leite e, após a internet, criador do site wwwcafecomleitenoticias.com.br

Peixe, carne e cereais ajudam na recuperação contra covid: estudo


Foto: Pixabay
Foto: Pixabay

A Taxa de recuperação de covid-19 está ligada a uma alimentação rica, com maior consumo de selênio, ou seja, comer peixes, carnes e cereais.

Foi o que descobriu uma equipe da Universidade de Surrey, na Inglaterra, que fez a comparação entre as pessoas recuperadas na China e o que elas consumiam.

No estudo, publicado no American Journal of Clinical Nutrition, os pesquisadores liderados por Margaret Rayman, professora de medicina da Universidade de Surrey, se propuseram a investigar a relação entre os níveis de selênio de uma população e o número de casos recuperados de Covid-19.

Examinando dados de províncias com mais de 200 casos e cidades com mais de 40 casos, os cientistas descobriram que áreas com altos níveis de selênio apresentaram mais pacientes que haviam melhorado da doença.

Na cidade de Enshi, em Hubei, onde é registrada a maior ingestão de selênio na China, a taxa de recuperação dos pacientes era quase três vezes maior do que a média para todas as outras cidades.

Já na província de Heilongjiang, onde a ingestão de selênio é uma das mais baixas do mundo, a taxa de mortalidade por Covid-19 foi quase cinco vezes mais alta que a média de todas as outras províncias.

Ramy Saad, médico do Royal Sussex County Hospital, no Reino Unido, disse que a correlação é convincente, de acordo com pesquisas anteriores sobre selênio e doenças infecciosas.

“Uma avaliação cuidadosa e completa do papel que o selênio pode desempenhar na Covid-19 certamente é justificada e pode ajudar a orientar as decisões de saúde pública em andamento”, concluiu.

Mesmo assim, ainda é preciso trabalhar com dados individuais e segundo a estatística Kate Bennet, os cientistas ainda não conseguiram pesquisar outros fatores possíveis como: idade, e doenças subjacentes.

A recuperação por meio de uma dieta rica em selênio, a ingestão de peixe, carne e cereais já demonstrou ser importante no combate a progressão de várias doenças entre elas o HIV.

Com informações da Galileu

‘Senti um misto de pena e decepção’, diz Daniel Boaventura sobre Regina Duarte


“Foi uma aula de como não dar entrevista”, afirmou o artista

['Senti um misto de pena e decepção', diz Daniel Boaventura sobre Regina Duarte]
Foto : Eduardo Tosta/NEOJIBA

O ator e músico Daniel Boaventura comentou as falas da atriz e secretária especial da Cultura, Regina Duarte, que encerrou uma entrevista à emissora CNN Brasil na tarde de ontem (7) ao ser confrontada com críticas. Em entrevista ao programa Roda Baiana da Rádio Metrópole, na tarde de hoje (8), o artista disse ter ficado “estarrecido” com a fala da colega de profissão.

“Existia sim um clima de emboscada no ar. Mas foi uma aula de como não dar entrevista. Mesclou conceitos, não se pode mencionar Stalin ou Hitler no meio de uma pandemia. Você não está só misturando questões temporais, como a grande guerra, mistura dados históricos e enfatiza a minimalização da morte. Depois ela cantou. Senti um misto de pena e decepção”, declarou.

Boaventura classificou a situação como uma “vergonha alheia”. “Não que as colocações dela durante esse governo tivesse alguma expressão, que não tiveram. Você pega uma cola e assume determinadas coisas em vídeo, você tem a sensação de ver um colega no palco que faz uma cagada, erra e fica nervoso, o espectador sente o que chamam de vergonha alheia”, afirmou o artista. Por Metro1.]