Caminhoneiro permanece desaparecido depois de dois meses; recompensa de R$10 mil é oferecida


O último contato realizado pelo caminhoneiro foi em Seabra, na Chapada Diamantina, onde seguia para o Porto de Salvador após ter carregando o caminhão em Luiz Eduardo Magalhães | FOTO: Montagem/Divulgação

Antônio Roberto Ribeiro Aguiar, popularmente conhecido como ‘Nequinha’, 64 anos, permanece desaparecido desde o dia 20 de junho. Familiares continuam a busca para saber de seu paradeiro a quase dois meses e, até o momento, as investigações não foram concluídas. Conforme informações já publicadas pelo Jornal da Chapada (veja aqui), o último contato realizado pelo caminhoneiro foi na cidade de Seabra, na Chapada Diamantina, onde seguia para o Porto de Salvador após ter carregando o caminhão em Luiz Eduardo Magalhães (LEM) com soja. Nem ele e nem o carregamento chegaram ao destino. Ainda segundo informações, Aguiar teria sofrido um assalto na BR-101, próximo de Feira de Santana.

De acordo com publicação do site Chapada News, uma recompensa de R$10 mil é oferecida para quem indicar alguma informação concreta sobre o caminhoneiro. O veículo de ‘Nenquinha’ foi recuperado pela polícia na cidade de Paulo Afonso depois de troca de tiros com os bandidos, que conseguiram fugir. As últimas informações, durante o processo de investigação pela Polícia Civil de LEM, é que foi encontrado objetos que pertence a vítima como celular, o som da carreta e uma ventoinha de radiador nas mãos de um homem não identificado.

Diante dos fatos, o suspeito apontou o nome de outro indivíduo, com quem ele teria comprado o aparelho celular. Em seguida, os agentes civis efetuaram a prisão do homem, identificado como Leandro Francisco de Souza, 27 anos, natural de Jequitinhonha (MG). No entanto, os dois suspeitos já foram soltos. A carreta foi encontrada e dentro havia sangue na cabine. O delegado Leonardo Almeida, responsável pelo caso, afirmou à imprensa, que as diligências continuam até encontrar o caminhoneiro. Qualquer informação pode ser repassada pelos telefones (77) 99918-4902 / (77) 99991-0485 / (77) 98165-7384. (Radar 030).  Fonte:Jornal da Chapada.

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Bahia tem mais de 90 casos suspeitos de sarampo em análise


Até o momento, apenas três casos foram confirmados no estado e todos foram de pacientes que contraíram doença fora do estado

[Bahia tem mais de 90 casos suspeitos de sarampo em análise]
Foto :Marcelo Camargo/ Agência Brasil

A Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab) analisa 93 notificações de suspeitas da doença no estado. Confira aqui mais informações sobre a vacinação.

Conforme o Ministério da Saúde, o estado integra a lista de regiões com o chamado “surto ativo da doença”, ou seja, com crescimento do número de casos confirmados.

A Sesab confirma três casos importados de sarampo neste ano. Os pacientes contraíram a doença fora de território baiano, mas a doença foi diagnosticada quando estavam no estado.

No total, foram notificados 190 casos de sarampo neste ano. Destes, 96 foram descartados por meio de exames feitos no Laboratório Central do Estado da Bahia (Lacen). Outros 93 casos suspeitos permanecem sob análise.

Operação Aleteia: Casemiro Neto, esposa e filho viram réus; outros 9 são denunciados


Operação Aleteia: Casemiro Neto, esposa e filho viram réus; outros 9 são denunciados

Foto: Reprodução / Youtube

O apresentador Casemiro Neto e parte de sua família viraram réus após a Justiça acatar uma denúncia do Ministério Público da Bahia contra eles por crimes de ordem tributária. Entre os citados estão Rafael Prado Cardoso, filho do apresentador; Ana Maria de Macedo Prado Cardoso, esposa de Casemiro; além de Ariana Nasi Anes Cardoso, que é nora dele.

A operação Aleteia investiga um esquema de fraude de empresas e sonegação fiscal (relembre o caso). 

Na denúncia, constam crimes como formação de quadrilha; dissimular a natureza, origem, localização, disposição, movimentação ou propriedade de bens; e novar artificiosamente, na pendência de processo civil ou administrativo, o estado de lugar, de coisa ou de pessoa, com o fim de induzir a erro o juiz ou o perito.

Em 2015, o apresentador disse em um de seus programas que “quem erra deve ser punido” (veja aqui), fazendo referência à prisão de seu filho Rafael Cardoso Prado, que era acusado de crimes como sonegação fiscal e fraude em contratos com o governo. A nora de Casemiro também era investigada na época (confira aqui).

Medalhista paralímpica pede doações para finalizar tratamento médico


Há quase dez anos ela participa de um tratamento especial e planeja voltar à França para realizar a última etapa

[Medalhista paralímpica pede doações para finalizar tratamento médico]
Foto : Reprodução/Facebook

A nadadora paralímpica Verônica Almeida iniciou uma campanha para concluir o tratamento de uma doença degenerativa que faz ela ter uma limitação nos movimentos do corpo. Dona de um bronze nos Jogos Paralímpicos de Pequim 2008 e outro no Mundial de Natação de Eindhoven 2010, ambas nos 50 m borboleta S7, ela é portadora Ehlers-Danlos, síndrome rara que a fez perder força e movimento nos membros inferiores e ter limitações no movimento de rotação do braço direito.

Há quase dez anos ela participa de um tratamento especial e planeja voltar à França para realizar a última etapa. O custo de cada ida ao país europeu é de cerca de R$ 40 mil, sendo que ela arrecadou apenas R$ 10 mil. A previsão é que ela viaje em dezembro deste ano. Tentando conseguir os recursos da viagem, Verônica recorreu ao apoio dos fãs baianos.

Saiba como ajudar: 

Verônica Mauadie de Almeida

Caixa Econômica 
Ag 0064
Op 013
CP 11640-9

Banco do Brasil
Ag 3457-6
CC 46482-6

Ou Bradesco 
Ag 3646 3
CC 54071-4
CPF 85988456553

Clique aqui para conferir a vaquinha virtual de Veronica.

 

ATOR JOÃO CARLOS BARROSO, DE NOVELAS DA GLOBO, MORRE AOS 69 ANOS DE CÂNCER


João Carlos Barroso morreu aos 69 anos nesta segunda-feira (12) (Imagem: Divulgação/ TV Globo)

O site RD1 informa que João Carlos Barroso, de 69 anos, morreu nesta segunda-feira (12). O ator, que teve sua morte confirmada por amigos nas redes sociais, sofria com um câncer. O seu último trabalho na televisão foi em 2016, na novela “Sol Nascente”. “É com imensa tristeza que recebo esta notícia. Nosso grande amigo: João Carlos Barroso – Barrosinho, colega de profissão e de grandes lutas. Parceiro de futebol dos artistas inúmeras vezes, nos deixou. Que Deus o receba em seu reino de luz. Meus sentimentos à família”, publicou o ator Mario Cesar Nogueira, na madrugada desta terça-feira (13).

De acordo com o site, o carioca, que nasceu em fevereiro de 1950, interpretou mais de vinte personagens na TV, entre eles Toninho Jiló, de “Roque Santeiro”, o Tavico, de “Estúpido Cupido”, e o delegado Mesquita, de “Sol Nascente”.

Barroso estreou na série “Rua da Matriz”, a primeira produção dramatúrgica da Globo, em 1965, completa o site.

DONO DA HAVAN, QUE PEDIU DEMISSÃO DE SHEHERAZADE, APARECEU EM 6 PROGRAMAS DO SBT NESSES 8 MESES


Luciano Hang, da Havan (Foto: Divulgação)

A informação é de Maurício Stycer no UOL. “Um dos principais anunciantes do SBT, o empresário Luciano Hang se tornou figura cada vez mais presente na programação da emissora. Nos últimos oito meses, ele esteve em seis atrações da casa, totalizando 210 minutos (ou três horas e meia) no ar. Entre 8 de dezembro do ano passado e este domingo (11), Hang participou com destaque no Programa Raul Gil, The Noite, Programa do Ratinho, Programa da Eliana, Conexão Repórter e Programa Silvio Santos. Nenhum outro empresário teve tamanha exposição no SBT neste período. Em todos os programas, Hang foi apresentado como ‘um dos maiores empresários do pais’ ou ‘um dos empresários mais bem-sucedidos da atualidade’, com menções aos números de lojas e funcionários de sua rede varejista”.

O jornalista desenvolve: “Eliana disse que ele é um baita exemplo para todos nós, brasileiros’. A Roberto Cabrini, Hang reconheceu que não é exatamente uma figura magnética: ‘Eu sou careca, narigudo, feio, até me chamam de ‘véio da Havan’. Não me incomoda’. Em todas as atrações, também, Hang falou de forma laudatória sobre o presidente Jair Bolsonaro, de quem se disse ‘um soldado’. Como explicou para Ratinho: ‘Ajudamos o presidente a se eleger. Eu faço parte desta equipe de empresários, de pessoas do bem, que querem mudar o Brasil’. E disse a Silvio Santos: ‘Eu quero um Brasil como os Estados Unidos, que eu tenho certeza que você também tanto gosta’”.

E completa: “O negócio de Hang patrocina ou já patrocinou, nos últimos meses, os programas de Ratinho, Celso Portiolli, Danilo Gentilli e Eliana. Também comprou cotas de patrocínio da última edição de ‘Fábrica de Casamentos’. Questionado sobre a exposição de Hang em tantos programas, o SBT afirmou que ‘não há exigência dele’”.

Supremo sangra com prolongamento de prisão política de Lula


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A indefinição do STF sobre o julgamento do pedido de falta de imparcialidade de Sérgio Moro, feito por Lula, faz a corte sangrar dia após dia.

O escândalo da #VazaJato reverberado pelo site Intercept mostra que a República de Curitiba tem potencial para puxar para a lama o conjunto do judiciário.

À medida que o tempo passa mais atores da corte suprema aparecem no imbróglio, que teve início em 9 de junho, cujo final é uma incógnita.

Lula preso político faz o Supremo sangrar em praça pública com repercussão internacional. A prisão do maior líder de massas do mundo é um passivo para o judiciário e um dano para a imagem do Brasil.

Por incrível que possa parecer, o tempo [esse bem precioso e escasso] agora começou a pender favoravelmente ao ex-presidente. Tanto é que Lula se recusa progredir para o regime semiaberto ou aberto. Ele quer o reconhecimento da nulidade da sentença de Moro porque isso lhe garantiria a habilitação para disputar 2022.

Lula está preso há quase 500 dias na Polícia Federal de Curitiba. Ele foi condenado por Moro num processo sem provas. Também houve conluio entre o julgador (juiz) com o acusador (força-tarefa Lava Jato) com o intuito de tornar a defesa impossível, o que viola a Constituição. Essa ilegalidade gera nulidade absoluta da sentença penal.

73% das crianças querem passar mais tempo com os pais: Top-20


Foto: Pixabay

Foto:Pixabay

Nem presentes, nem liberdade. O que as crianças mais querem é passar mais tempo ao lado dos pais. Uma pesquisa feita nos EUA mostra que 73%  das crianças americanas gostariam de ter mais oportunidades de se relacionar com suas famílias.

E elas elegeram o Top-20: as vinte coisas que mais gostariam de fazer junto com os pais. (veja abaixo)

No levantamento, encomendado pela rede de fast-food Red Robin e conduzida pela OnePoll, elas também disseram que consideram mais a vida familiar do que os relacionamentos que mantém com os amigos.

A pesquisa, feita 2.000 crianças em idade escolar – entre 6 e 17 anos – descobriu ainda que 70% dos pais também gostariam de ter mais chances de passar bons momentos com os filhos.

E esse “estar junto”, nem sempre significa gastar mais dinheiro.

Top 20 – o que as crianças querem fazer com os pais
1. Ir à praia
2. Exercício
3. Praticar esportes
4. Ir à piscina
5. Ir ao cinema
6. Jogar em um parque
7. Acampar
8. Passar um dia juntos (zoológico, museu, parque de diversões, etc.)
9. Jogar videogames
10. Ir às compras
11. Sair para jantar juntos
12. Caminhar
13. Ir para um evento (evento esportivo, concerto, etc.)
14. Passar o tempo juntos no carro (dirigindo para a escola, compromissos, extracurriculares, etc.)
15. Assistir a filmes em casa
16. Fazer uma refeição juntos fora de casa
17. Fazer refeições juntos em casa
18. Brincar com jogos de tabuleiro / jogos de cartas
19. Criar artes e ofícios
20. Ajudar com o dever de casa

Outro ponto interessante da pesquisa é a quantidade de itens que se repetem na lista dos pais:

TOP 10 – o que os pais querem fazer junto com os filhos
1. Fazer refeições juntos em casa
2. Ajudar os filhos a fazer lição de casa / trabalhos escolares
3. Assistir a filmes em casa
4. Hora do banho / se preparando para dormir
5. Fazer uma refeição juntos fora de casa
6. Ler histórias de ninar
7. Sair para jantar juntos
8. Ir às compras
9. Jogar videogames
10. Dirigir com seus filhos (para / da escola, compromissos, etc.)

Agora é resolver essa equação: pais trabalham mais pensando em dar uma vida melhor para os filhos. E justamente o trabalho em excesso tira tempo de convivência com os filhos. Sendo que o sonhos de todos é passar mais tempo juntos…

Esposa de ex-deputado federal mata criança de 3 anos no trânsito


 Ela não prestou socorro, fugiu do local e abandonou o veículo de luxo que dirigia. Pai pede justiça e advogado de defesa tenta culpar a vítima

Lidiane Campos acidente criança 3 anos
Lidiane Campos (reprodução/rdnews)

Lidiane Campos, mulher do ex-deputado federal Adilton Sachetti (PRB-MT), bateu em uma moto na noite do último domingo (11) em Rondonópolis (MT), cidade que fica a pouco mais de 200 km de Cuiabá.

A mulher, que se declara blogueira, dirigia uma caminhonete de luxo. Um casal ficou ferido e uma criança de 3 anos que estava na moto morreu após a colisão.

Segundo o boletim de ocorrência da Polícia Civil, Lidiane não prestou socorro, fugiu e abandonou o veículo. Por ter deixado o local do acidente, ela não passou por exame do bafômetro.

A Hilux SW4 dirigida por Lidiane cruzou a Avenida 15 de Novembro às 18h40 e atingiu a família. Estavam na moto Dayane Palmeiras dos Santos, de 35 anos, o marido dela, Marcos Souza da Costa, de 30 anos, e Daniel Augusto Costa, de 3 anos, filho de Marcos e enteado de Dayane.

Quando a polícia chegou encontrou a caminhonete parada no local do acidente, mas Lidiane havia fugido. Segundo uma testemunha, Lidiane teria entrado na contramão e invadido a preferencial.

O casal e a criança foram socorridos e encaminhados pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ao Hospital Regional de Rondonópolis. A criança não resistiu e morreu por volta das 23h.

No Boletim de Ocorrência consta ‘omissão de socorro’ e ‘homicídio culposo’, quando não há intenção de matar. O velório da criança de 3 anos ocorreu nesta segunda-feira (12) e houve muita comoção. Ainda nesta segunda, a creche onde Daniel estudava decretou luto e suspendeu as aulas.

Além de ex-deputado federal na última legislatura, Adilton Sachetti foi prefeito de Rondonópolis de 2005 a 2008. Ele é o presidente estadual do PRB-MT.

VEJA TAMBÉM: Emissoras de TV proíbem matérias sobre ex-deputado que matou 2 no trânsito

Até a publicação deste texto, Lidiane Campos ainda não se apresentou na delegacia. Ela era aguardada na segunda-feira para prestar depoimento, mas seu advogado afirmou que ela deve comparecer apenas na próxima quarta-feira (14).

Carro dirigido por Lidiane Campos
Lidiane Campos e o marido (reprodução)

Pai pede justiça

Marcos Souza, pai da criança, está inconsolável e exige justiça. Mesmo tendo que passar por uma cirurgia, Marcos deixou o hospital para acompanhar o velório do seu filho na segunda. “Espero que ela seja presa. Eu sei que meu filho não vai voltar, mas eu quero justiça”, desabafou.

“O sentimento da família está péssimo. Estou desolado. Estamos esperando que a justiça seja feita”. Marcos disse que a blogueira ainda não entrou em contato com ele e sua família para prestar ajuda. “Até agora ninguém deu nenhuma assistência. Não entrou em contato, mas fica postando nas redes sociais.”

A criança tinha passado o Dia dos Pais com Marcos e estava a caminho da casa da mãe. O pai disse que chegou a ver a caminhonete de Lidiane em alta velocidade indo em sua direção, mas não teve tempo de reagir.

Wilson Lopes, advogado de Lidiane, disse que o menino de 3 anos estava sem capacete no momento da colisão. “Foi uma batida pequena, mas a criança estava sem capacete e foi arremessada em direção a uma mureta de segurança que estava na esquina”, justifica.

 

Brasil em perigo, por Paulo Nogueira Batista Jr.


Foto Araquém Alcântara

 

De Paulo Nogueira para o GGN. Em toda a minha vida, já relativamente longa, nunca, mas nunca mesmo, vi o Brasil correr tanto perigo, tantos riscos. Fica cada vez mais claro que a crise iniciada em 2015 não é uma crise qualquer, mas um processo de desintegração e dissolução que coloca em risco a Nação. Como seria de prever, esse processo está alcançando o seu paroxismo com o governo Bolsonaro.

Bem sei, leitor, que o nosso País, com todas as suas extraordinárias qualidades, sempre teve também muitas vulnerabilidades. Carregamos pesada herança colonial-escravista, nunca inteiramente superada. Calabar e Joaquim Silvério dos Reis fizeram escola e seus discípulos ou sucessores sempre estiveram representados nas mais altas esferas, em maior ou menor medida.

Mas há precedentes para o que estamos vivendo agora? Vou mais longe: um governo de ocupação, que estivesse encarregado de desmontar o Estado brasileiro, faria melhor serviço? O propósito destrutivo está sendo levado a cabo às claras, sem disfarces. O próprio presidente da República proclama que seu objetivo é exatamente este. E a destruição já vem atingindo muitas áreas da administração pública, das políticas governamentais e da sociedade brasileira.

Tome-se como exemplo a área ambiental. Nas últimas décadas, o Brasil desenvolveu doutrinas, políticas e instrumentos nesse campo estratégico. Um dos instrumentos mais recentes, ainda em fase de consolidação, é o Novo Banco de Desenvolvimento, criado em conjunto com Rússia, Índia, China e África do Sul, banco do qual fui vice-presidente até 2017 e que tem como um dos seus objetivos centrais apoiar o desenvolvimento com sustentabilidade ambiental.

Não há dúvida de que a eficácia das instituições e políticas ambientais brasileiras variou ao longo do tempo. O que foi feito pode e deve ser objeto de críticas e revisão. Mas a destruição pura e simples, a mudança abrupta de rumo, pontuada por medidas e declarações estapafúrdias, provocativas e até infantis, vem transformando o Brasil em pária internacional. É um convite ao desastre em tema que diz respeito a interesses fundamentais do País e à própria soberania nacional. Como se sabe, a questão central aqui é a Amazônia.

Não se trata, leitor, de um simples problema de “imagem” no exterior – aspecto que invariavelmente desperta o vira-lata que habita no brasileiro. Sempre acompanhamos, aflitos, manifestações mais críticas de americanos e europeus a nosso respeito – e, realmente, estas vêm se multiplicando na mídia e mesmo no discurso de lideranças políticas desses países. Também não se trata principalmente de um problema de perda de acesso a financiamentos externos ou a fundos dedicados à questão ambiental, ainda que isso possa certamente ocorrer ou até tenha começado.

O grande risco é outro – o de abrir o flanco, no médio prazo, para uma intervenção estrangeira no Brasil. Isso pode soar alarmista. Estou escolhendo as palavras com o devido cuidado. Eis o que quero frisar: não podemos, de forma alguma, perder de vista a importância que se atribui no exterior à questão ambiental e, em especial, à Amazônia. E nessa atenção que a Amazônia recebe há uma mistura perigosa de preocupações legítimas, relativas a repercussões climáticas globais, com a tradicional cobiça das grandes potências pela vasta reserva de recursos naturais valiosos e crescentemente escassos que temos na região Norte do País.

O caminho mais rápido para perder soberania na Amazônia e, no limite, colocar em risco até a integridade territorial do Brasil é confrontar de maneira tosca as preocupações internacionais, isto é, continuar com a combinação de medidas inconsequentes e destrutivas com pronunciamentos espalhafatosos. Evidentemente, não temos motivo para aceitar sem contestação os “consensos” internacionais em matéria de ecologia e Amazônia. Os governos estrangeiros e organizações não governamentais que se dedicam a essa temática não são, nunca foram, inatacáveis. Mas o Brasil precisa se dirigir a esses temas, vitais para nós e para o resto do mundo, com espírito crítico, seriedade e competência profissional.

Se o governo federal perdeu o rumo nessa questão, como em tantas outras, cabe aos governos subnacionais, ao Congresso, às organizações da sociedade civil e aos especialistas fazer o que estiver a seu alcance para interromper o desastre que está se configurando.

Paulo Nogueira Batista Jr. é economista, foi vice-presidente do Novo Banco de Desenvolvimento, estabelecido pelos BRICS em Xangai, e diretor executivo no FMI pelo Brasil e mais dez países.

Homem mais rico do mundo, Jeff Bezos só quer saber de usar o mesmo short em suas férias na Europa


Jeff Bezos e Lauren Sanchez em St. Tropez || Créditos: Reprodução

Engana-se quem pensa que Jeff Bezos, por ser o homem mais rico do mundo, faz questão de usar roupas diferentes sempre que sai por aí. No momento curtindo férias no litoral da Europa com a namorada, a ex-repórter Lauren Sanchez, o fundador da Amazon tem chamado a atenção de muitos por lá justamente por causa do mesmo short de praia que anda vestindo dia sim e outro também na maioria das ocasiões em que decide dar as caras em público. A peça é da badalada grife Vilebrequin e custa em torno de US$ 260 (R$ 1.025), apesar de que o modelo específico usado com frequência por Bezos, que tem estampa de polvos, já está fora de linha.

Nesse fim de semana, o bilionário apareceu mais uma vez a bordo do mesmo shortinho que escolheu dias atrás para dar pivô no mega-iate de David Geffen durante um passeio com Sanchez pelas ruas de St. Tropez. Detalhe: assim que notou os cliques dos paparazzi, Bezos fez questão de abrir alguns botões a mais da camisa de mangas curtas que também usava, só para deixar seu peitoral trabalhado na academia à mostra. Quem te viu, quem te vê, hein! (Por Anderson Antunes)

Cantor de rap baiano é preso por roubo seis anos após crime


Dark MC também foi suspeito de ter agredido a sogra e a namorada em agosto do ano passado.

[Cantor de rap baiano é preso por roubo seis anos após crime]
Foto : Reprodução/ Facebook

O cantor de rap Clóvis de Oliveira Santos Júnior, conhecido como “Dark MC”, foi preso por roubo qualificado, em Salvador, após mandado judicial. De acordo com o G1, ele foi detido na quarta-feira (7), na Cidade Baixa,

Dark MC também foi suspeito de ter agredido a sogra e a namorada em agosto do ano passado.

Clóvis foi detido na quarta-feira (7), na Cidade Baixa. O mandado de prisão havia sido expedido pelo TJ no mês de abril deste ano, após um recurso para responder ao processo em liberdade ter sido negado pela Justiça.

Em 2016, o cantor e outros dois jovens foram condenados por roubo, ocorrido em dezembro de 2012.

 

Deltan Dallagnol e sua laranja, a procuradora Thaméa Danelon: dobradinha para pressionar o STF e prender Lula


Dallagnol e sua “laranja”, a procuradora Thaméa Danelon

 

EM 22 DE MARÇO DE 2018, o STF concedeu ao ex-presidente Lula um salvo-conduto para que ele, já condenado em segunda instância no caso do triplex do Guarujá, não fosse preso até o julgamento de seu habeas corpus preventivo, marcado para 4 de abril. Grupos contrários e favoráveis ao petista mobilizaram-se para pressionar o Supremo.

Oito dias depois, Dallagnol anunciou no grupo de Telegram Parceiros MPF — 10 medidas que ele e a equipe da Lava Jato no Paraná haviam aderido a um abaixo-assinado restrito a juízes e procuradores a favor da prisão em segunda instância. Horas mais tarde, o procurador discutiu com Thaméa Danelon a possibilidade de que também houvesse abaixo-assinados apresentados pela sociedade, e não apenas por autoridades.

No dia seguinte, Dallagnol fez uma proposta à procuradora. “Se Vc topar, vou te pedir pra ser laranja em outra coisa que estou articulando kkkk”. Danelon assentiu, animada, e o chefe da Lava Jato continuou. “Um abaixo assinado da população, mas isso tb nao pode sair de nós… o Observatório vai fazer. Mas não comenta com ng, mesmo depois. Tenho que ficar na sombra e aderir lá pelo segundo dia. No primeiro, ia pedir pra Vc divulgar nos grupos. Daí o pessoal automaticamente vai postar etc”.

O Observatório Social é uma organização de atuação nacional sediada em Curitiba que atua, segundo o site, “em favor da transparência e da qualidade na aplicação dos recursos públicos”. Mantendo sigilo sobre a articulação, a colega de Dallagnol em São Paulo divulgou o abaixo-assinado e disse a ele que o Vem Pra Rua fez o mesmo. Em seguida, o coordenador da Lava Jato compartilhou a petição em seu perfil do Facebook sem mencionar que estava por trás da iniciativa.

Satisfeito com a repercussão, Dallagnol escreveu a Danelon: “Temos que cuidar pra não parecer pressão. Se não estivéssemos na LJ, o tom seria outro kkkkk. Ia chutar o pau da barraca rs. Depois chutava a barraca e eles todos tb kkk”. A procuradora subiu vários tons. “Eu colocava todos na barraca e metralhava kkkk”. Com informações do DCM.

Depois de colocar o Brasil em recessão, Guedes pede paciência


Jair Bolsonaro e Paulo Guedes

Depois de colocar o Brasil tenicnamente em recessão, com dois trimestres seguidos de retração, o  ministro da Economia, Paulo Guedes, pediu “um pouco de paciência”. Ele quer que as pessoas esperem um ano ou dois ou até mais. “Dê uma chance de um governo de quatro anos”, disse Guedes na manhã desta segunda-feira (12) em Brasília, num evento do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

“Espera quatro anos, vamos ver se melhora um pouco, nos deem chance de trabalhar também”, afirmou o ministro. Ele não comentou a divulgação do  Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), uma prévia do PIB, divulgado pelo Banco Central também nesta manhã e que apontou que o país está tecnicamente em recessão.

O PIB recuou  0,13% entre abril e junho deste ano na comparação com o primeiro trimestre.depois de haver recuado 0,2% nos três primeiros meses deste ano (leia aqui). Uma recessão é oficialmente declarada depois que o PIB de um país recua dois trimestres consecutivos, como é o caso do Brasil sob o governo Bolsonaro.

No seminário, Guedes defendeu seu programa ultraliberal para economia, o mesmo implementado pelo governo Macri na Argentina e que levou o país vizinho à bancarrota e a uma paralisia econômica sem precedentes, causa da retumbante derrota sofrida nas prévias presidenciais deste domingo (veja no 247).

Dallagnol sabia que Onyx estava envolvido em corrupção mas afirmou “fingir que não sabia”


O vazamento só aumenta e complica a vida do Deltan, e o que se espera é que depois de tantas descobertas de falcatruas que envolvem os nomes de Dallahnol e outros, inclusive o do Ministro da Justiça Sergio Moro, as providências cabíveis sejam tomadas, pois a sociedade não pode ficar assistindo o nome do Brasil ser jogado na lata do lixo e nada ser feito. A sociedade espera que a punição aos inimigos do Brasil e brasileiros, que têm contribuído ou, indo mais adiante, têm sido os principais responsáveis pela situação do país, na opinião de muita gente, não sejam punidos apenas com afastamento dos cargos. O STF e outros órgãos do Judiciário brasileiro têm que recuperar a credibilidade perante a opinião pública, pois nos últimos anos, essas instituições que representam a justiça brasileira, e que foi criada para agirem com coerência, têm deixado um parecer que a balança da justiça tem estado desequilibrada. As mensagens foram vazadas, são originais, o Intercept não inventou e o Brasil espera o desfecho de tudo. Até aqui café com Leite Notícias.

 

 

Deltan Dallagnol confessou que já sabia que Onyx Lorenzoni, ministro da Casa Civil de Bolsonaro, estava envolvido em corrupção. Mesmo assim, fez vista grossa e manteve o trabalho conjunto com o então deputado gaúcho, principalmente no documento “10 Medidas Contra a Corrupção”.Ele chegou a escrever num tweet que “tinha que fingir que não sabia” do envolvimento de Lorenzoni com corrupção. As novas revelações fazem parte da Vaza Jato e foram divulgadas no começoa da tarde desta segunda pelo Intercept

 

Novos trechos de mensagens da Vaza Jato, divulgados pelo The Intercept no começo da tarde desta segunda-feira, revelam que o procurador chefe da força-tarefa da Lava Jato, Deltan Dallagnol, já sabia que o então deputado Onyx Lorenzoni, atual chefe da Casa Civil de Bolsonaro, estava envolvido em esquemas de corrupção, mas fechou os olhos para levar a cabo a sua cruzada no suposto “combate à corrupção”.

Em conversa num grupo de procuradores, Deltan é indagado por Fábio Oliveira: “Vc viu que saiu o nome do Onyx na lista do Fachin hj?”. Ele se refere à decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, que em 4 de dezembro, atendeu pedido feito pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e determinou a abertura de uma petição autônoma específica para analisar as acusações de caixa dois feitas por delatores da JBS ao, na época, futuro ministro da Casa Civil.

“Vi… (já sabia, mas tinha que fingir que não sabia, o que foi, na verdade, bom…rsrsrs)”, respondeu Dallagnol. “Não que não quisesse falar, mas se falasse seira até crime rs”, completou.

O procurador admite que seguia trabalhando com Onyx, que era o lobista das 10 Medidas Contra a Corrupção, projeto que criado pela Lava Jato, mesmo após descobrir denúncias de corrupção.

Onyx é foi “perdoado” por Sergio Moro apenas porque admitiu que errou e pediu desculpas, segundo o próprio ex-juiz e hoje ministro da Justiça.

“Eu já me manifestei anteriormente. É uma questão de Onyx. O que vejo é um grande esforço [do ministro Onyx] para a aprovação das 10 medidas do Ministério Público, razão pela qual foi abandonado por grande parte de seus pares. Ele tem minha confiança pessoal”, disse Moro em dezembro de 2018.

Com informação do brasil 247.