(77) 99152-6666

Mãe de bebê morta por coronavírus é hostilizada e faz desabafo


 Bebê morta por coronavírus no RN é hostilizada por não cumprir isolamento social. A mulher postou um depoimento emocionado direcionado às pessoas que a julgaram sem saber de toda a história

bebê coronavírus
(Reprodução)

 

 

Aliny Gama, do Universa

A mãe da bebê de um ano e sete meses que morreu vítima do novo coronavírus na última quinta-feira (9) no Rio Grande do Norte postou um depoimento emocionado e fez um desabafo hoje. A menina foi o 15º óbito registrado no estado e passou apenas 11 dias de sua vida em casa, com a família. Mas Raimunda Borges Silva tem sido cobrada nas redes sociais por não ter cumprido isolamento, embora tenha sabido tardiamente do diagnóstico de covid-19 da filha.

Os pais e os dois irmãos de Isabela vivem em uma casa no município de Cerro Corá (RN), mas a bebê morou a maior parte de sua vida em hospitais em Natal. Ela nasceu de parto prematuro e, com isso, o pulmão não desenvolvido a fez ficar por seis meses na UTIN (Unidade de Terapia Intensiva Neonatal) da Maternidade Januário Cicco.

Por não conseguir respirar e comer sem ajuda de aparelhos, Isabela, foi transferida para o Hospital Onofre Lopes, onde viveu por 1 ano e 1 mês. Além dos problemas respiratórios, a bebê tinha diagnóstico de encefalopatia crônica, passou por traqueostomia e permaneceu com ventilador mecânico até os últimos dias de vida.

Quando a equipe médica informou que o quadro da menina estava estabilizado para ir para casa, mas necessitava de alguns aparelhos, tudo foi providenciado por custeio de uma vaquinha. Até um quarto foi construído para recebê-la, mas com 11 dias morando com os pais, a mãe da bebê notou que durante três dias “ela só fazia dormir” e acionou o hospital. Após constatar o estado grave de saúde da menina, ela foi levada para o hospital Maria Alice Fernandes, em Natal. Ficou sete dias internada e morreu.

“Ela tinha um ano e sete meses que morava no hospital. Pelo menos, teve condição de vir para nossa cidade e se despedir dos irmãos, pai, da casa e do interior porque ela nunca tinha vindo em casa”, disse Raimunda Silva em vídeo no Facebook, contando que a família está em choque com o resultado do exame para covid-19.

Diagnóstico demorado

O teste positivo para covid-19 foi divulgado na tarde do último sábado (11), mas os médicos já desconfiavam da doença. Após a constatação do óbito, foi cumprido o protocolo do Ministério da Saúde, o qual determina que não haja velório e que o caixão seja lacrado para evitar contaminação do vírus. Além disso, somente dois parentes podem acompanhar o enterro.

Os pais questionaram não poder ver a filha pela última vez, porque acreditavam até então que a morte dela tenha sido por pneumonia. A mãe diz que uma pessoa conhecida que trabalha no Lacen (Laboratório Central) tinha dito que o teste deu positivo para Influenza B. Porém, o governo do estado e a prefeitura de Cerro Corá dizem que a menina morreu em decorrência da covid-19.

Agora, com o teste positivo para coronavírus, a família da bebê, pais e irmãos estão cumprindo isolamento domiciliar de 14 dias. Todos estão assintomáticos, segundo a prefeitura. A família disse que não imagina onde a menina contraiu o coronavírus.

As críticas

A diferença de tempo entre a morte de Isabela e o diagnóstico de coronavírus acabou levando Raimunda a ser hostilizada. Isso porque no sábado de manhã, segundo conta, ela saiu para fazer compras para a casa, mas só à tarde soube que Isabela tinha covid-19 e que toda a família teria que entrar em isolamento.

“Estamos de quarentena, porém nenhum de nós tem sintomas de covid-19. Não julguem, não critiquem, porque só sabe quem passa. Perdi uma filha. Estou muito triste pelo que está acontecendo, não está sendo fácil. Ontem pela manhã me mandaram dizer que o teste tinha dado Influenza B, a gente ficou aliviada porque pensava que era isso, nunca pensava que era o coronavírus”, relatou Raimunda em vídeo.

“Peço desculpa, mas eu também não sabia que tinha dado. Eu vim saber depois de 15h da tarde. Só quero que entendam a dor que estamos passando, que não é fácil. Criticar é fácil, difícil é passar pelo que estamos passando. Peço que tenham compreensão”, pediu.

Error, no Ad ID set! Check your syntax!

Áudio de Queiroz: “Serei eternamente grato, entendeu?”


Áudio de Queiroz: “Serei eternamente grato, entendeu?”

Em mensagem de áudio, o ex-PM Fabrício Queiroz, diz a um amigo, antes de uma cirurgia em março: “Valeu, valeu, meu irmãozão. Gratidão não prescreve, cara, não prescreve mesmo. Serei eternamente grato, entendeu?”. O amigo não está identificado no áudio. Mas Queiroz tem manifestado gratidão ao clã Bolsonaro seguidamente

Fabrício Queiroz
Fabrício Queiroz (Foto: Reprodução)

Laranja da família Bolsonaro, o ex-policial militar Fabrício Queiroz passou por uma cirurgia na próstata e, antes de ir ao hospital, agradeceu a um amigo, num áudio que pode ser alvo de investigação de autoridades. “Valeu, valeu, meu irmãozão. Obrigado por tudo aí, tá? Gratidão não prescreve, cara, não prescreve mesmo. O que você está fazendo pelas minhas filhas aí, cara, não tem preço. Serei eternamente grato, entendeu?”, diz. O teor do áudio foi publicado em Veja.

Queiroz esteve envolvido em um esquema de lavagem de dinheiro que ocorria na Assembleia Legislativa do Rio quando o atual senador Flávio Bolsonaro era deputado estadual. Queiroz movimentou R$ 7 milhões em de 2014 a 2017, de acordo com relatório do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras).

O relatório do Coaf também identificou que o ex-policial depositou R$ 24 mil na conta da primeira-dama Michelle Bolsonaro. O Ministério Público do Rio de Janeiro investiga o caso.

“Amanhã, estou me submetendo a essa cirurgia grande aí, anestesia geral, entendeu”, disse Queiroz. “Esse problema aqui em São Paulo está demais também, de coronavírus. Se Deus quiser, vou sair dessa aí, e todo o povo brasileiro também, né, irmão? A gente se vê. Assim que eu terminar a cirurgia, eu recuperar, eu ligo para você. Forte abraço”.

Queiroz também empregou a mãe e a ex-mulher do ex-capitão do Bope Adriano Magalhães da Nóbrega no gabinete de Flávio Bolsonaro. Morto numa operação policial em janeiro, na Bahia, Adriano era acusado de chefiar o Escritório do Crime, um grupo de extermínio que atuava para uma milícia. Na década passada, quando respondia por homicídio, foi defendido por Jair e Flávio Bolsonaro, que dispensaram a ele a alcunha de heroi.

O Escritório do Crime é suspeito de envolvimento com o assassinato da ex-vereadora Marielle Franco (PSOL). Ela era ativista de direitos humanos e outros fatores reforçam a ligação do homicídio com o crime organizado: os criminosos efetuaram os disparos em um lugar sem câmeras e antes haviam perseguido o carro dela por cerca de três, quatro quilômetros.

Em março do ano passado foram presos dois suspeitos de serem os assassinos de Marielle: o policial militar reformado Ronnie Lessa e o ex-militar Élcio Vieira de Queiroz. O primeiro é acusado de ter feito os disparos e o segundo de dirigir o carro que perseguiu a parlamentar.  Lessa morava no mesmo condomínio de Bolsonaro e Élcio havia postado no Facebook uma foto ao lado do ocupante do Planalto, que aparece com o rosto cortado na imagem.

Fonte 3de3s3ta matéria 247

FMI projeta pior recessão desde 1929 no mundo e queda de 5,3% do PIB no Brasil


Segundo a economista-chefe, Gita Gopinath, as reformas neoliberais que o FMI tenta impor aos países ficou em segundo plano neste momento. “A prioridade é lidar com a pandemia”

Nova York, cidade mais atingida pelo coronavírus nos EUA (Foto: NBC News)

Revista Forum: Um relatório divulgado nesta terça-feira (14) pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) projeta que a economia global vai sofrer retração de 3% em 2020, a maior desde a crise de 29, e a recuperação deve aparecer somente no ano que vem, ainda de forma parcial e bastante incerta.

“É muito provável que este ano a economia global experimente sua pior recessão desde a Grande Depressão, superando a vista durante a crise financeira de dez anos atrás”, diz o documento assinado por Gita Gopinath, economista-chefe do FMI. Antes da pandemia, o órgão projetava um crescimento de 3,4% da economia mundial em 2020.

A queda do Brasil será, inclusive, maior que a do restante da América Latina e Caribe, que têm estimativa de retração de 5,2% no PIB este ano.

Segundo a economista, as reformas neoliberais que o FMI tenta impor aos países ficou em segundo plano neste momento. “A prioridade é lidar com a pandemia”.

Inteligência americana previu com precisão o coronavírus, mas ninguém fez nada


De acordo com avaliação de um relatório do Conselho Nacional de Inteligência dos EUA (NIC), feita em 2008, uma doença respiratória “altamente transmissível” e “virulenta” para a qual não há cura pode incitar uma pandemia global. A previsão foi precisa, mas ninguém estava preparado.

O relatório alertou que esta nova doença poderia ser “extremamente contagiosa” e que “não haveria tratamento adequado” disponível no momento da sua disseminação, levando à pandemia mundial. Sugeriu também que cepas altamente patogênicas da gripe aviária como o H5NI eram “prováveis candidatos”, mas um “coronavírus ou outras cepas de influenza” poderiam ter o mesmo potencial.

O surto, diz o relatório, começaria em uma área de alta densidade populacional, onde humanos e animais vivem em locais próximos, dando à China um exemplo específico. Diz-se que o vírus Covid-19 se originou em um mercado úmido em Wuhan, onde são vendidos animais vivos e mortos e onde os padrões de higiene são ruins.

Uma pandemia também foi citada em um relatório separado da NIC de 2004 como algo que poderia “inviabilizar a globalização”, observando que especialistas acreditam que esse evento é “apenas uma questão de tempo”.

O relatório da NIC, no entanto, não foi o único. Em 2005, o especialista em doenças infecciosas Michael Osterholm afirmou que “o tempo está se esgotando” para se preparar para a próxima pandemia e que era hora de agir. Em seu livro de 2017, ‘Deadimiest Enemy: Our War Against Killer Germs’, ele tentou soar o alarme contra ameaças emergentes e estabeleceu uma estratégia de nove pontos para proteger as populações.

O especialista em influenza Robert Webster também alertou em seu livro de 2018, “Flu Hunter”, da “enorme perturbação social e custo econômico substancial” que poderia resultar de outra pandemia mundial.

Verba cortada por Trump

Já de dentro do governo, Dennis Carroll liderou um programa da U.S. National Security and Economic Prosperity (USAID) chamado PREDICT, que liderava a pesquisa de vírus em animais que podiam ser transmitidos às pessoas. Ele defendeu a causa do investimento em pesquisas sobre a vida selvagem, não apenas o gado. Hoje, acredita-se que o novo coronavírus tenha passado de morcegos para humanos. A PREDICT perdeu seu financiamento em 2019. Agora, o governo de Donald Trump está tentando reativar o programa.

Previsões na Alemanha também

Já uma análise de risco do governo alemão de 2012 também destacou a ameaça. Em sua simulação pandêmica, o novo vírus se espalharia rapidamente para sobrecarregar os sistemas de saúde e as unidades de terapia intensiva. Como resultado, afirmou que muitos pacientes seriam atendidos em hospitais de emergência – exatamente o cenário que estamos vendo acontecer hoje. Como o relatório dos EUA, ele também previu que o vírus começaria na Ásia – e a transmissão também seria de animais selvagens para humanos.

O relatório previa que a propagação do vírus seria retardada por “medidas antiepidêmicas”, incluindo quarentena, rastreamento de contatos e auto isolamento – além do fechamento e proibição de escolas em grandes reuniões.

O relatório do governo alemão também sugeriu que o vírus se espalharia pelo país por um período de três anos antes que a vacina se tornasse disponível. Ele assumiu 7,5 milhões de mortes com base em uma taxa de mortalidade extremamente alta de 10%. Até o momento, ainda não sabemos a taxa geral de mortalidade do Covid-19. Por várias razões, variou de mais de 7% na Itália a 1,6% na Alemanha. A Organização Mundial da Saúde previu uma taxa média global de mortes de 3,4%.

Acontecerá com os outros

As citações do relatório do Conselho Nacional de Inteligência (NIC) foram publicadas em um livro de 2009 pelo historiador e filósofo francês Alexandre Adler. Na época, ele comentou ser mais fácil presumir que essas coisas vão “acontecer com os outros”, mas nunca com a gente. “E, somente quando as pessoas percebem que estão todas no mesmo barco afundando é que poderão começar a progredir”, afirmou.

As informações são da RT.com

Quando o mandatário maior segue na contramão, fica difícil: Governo Bolsonaro é “aliado do coronavírus e inimigo do Brasil”, diz Márcio Jerry


Vice-líder do PCdoB afirmou que, diante da pandemia do novo coronavírus, Jair Bolsonaro conseguiu deteriorar ainda mais sua base de apoio no Congresso Nacional

Márcio Jerry (Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados)

 Em entrevista à Fórum na noite da segunda-feira (13), o vice-líder do PCdoB, deputado federal Márcio Jerry (MA) afirmou que, diante da pandemia do novo coronavírus, Jair Bolsonaro conseguiu deteriorar ainda mais sua base de apoio no Congresso Nacional. Ao lado do deputado Carlos Zarattini (PT-SP), os parlamentares falaram ao programa Fórum Debate sobre a tentativa do presidente de reaproximar do Centrão em meio ao desgaste com os presidentes da Câmara e do Senado.

“O presidente Bolsonaro consegue ficar contra o Brasil. No momento em que precisamos, todos nós, de união, em que temos um inimigo comum, letal, perigoso e invisível, o presidente se mostra um aliado do vírus. Todos os dias comete um desatino com uma situação tão grave do ponto de vista sanitário, social e econômico”, comentou o deputado maranhense.

Como exemplo da postura de rivalidade imposta pelo presidente, Jerry citou o que ocorreu na votação do Projeto de Lei Complementar 149/19, aprovado pela Câmara, que busca compensar estados, Distrito Federal e municípios pela queda de arrecadação do ICMS e do ISS em razão da pandemia da Covid-19.

“Inacreditavelmente o líder do governo Bolsonaro encaminhou contra a aprovação do Projeto. É um governo aliado do coronavírus e inimigo do Brasil. As medidas aprovadas no Congresso Nacional são essenciais para diminuir os efeitos graves da pandemia”, disse, referindo-se ao deputado Major Vítor Hugo (PSL-GO), que sinalizou que Bolsonaro vetará a proposta.

De acordo com os congressistas, tem sido considerável o esforço do Congresso Nacional em se responsabilizar com a situação imposta pela pandemia, independente de posicionamentos políticos. Para os parlamentares, enquanto Senado e Câmara pregam a suplantação das diferenças para enfrentar o momento, o presidente segue o caminho contrário, piorando uma relação que já estava deteriorada.

“Estamos vivendo uma situação de absoluta emergência. Por conta da crise sanitária, em primeiro lugar, e da crise econômica, decorrente da paralisação das atividades econômicas, exatamente para evitar uma epidemia tão mortal, como ela é capaz de ser. O Governo Bolsonaro parece que deseja uma situação de caos. Ele deseja que, de fato, aumente a epidemia, atinja mais pessoas, morra mais gente. Ele não se conforma em ver que as medidas sanitárias sejam adotadas e, ao mesmo tempo, faz de tudo para que as medidas econômicas que garantam à população as condições de ficar em casa, se protegendo, não sejam tomadas”, apontou Zarattini.

Os dois parlamentares ainda citaram como alerta da hostilidade presidencial a votação do auxílio emergencial, no valor de R$ 600, aprovado pelo Congresso no fim de março, mas só sancionado e pago aos mais carentes cerca de 10 dias depois.

“O Governo não quer tomar as medidas efetivas para tirar o país da crise. A Câmara já entendeu isso e teve que criar uma espécie de ‘comitê de salvação nacional’ e os vários partidos já entenderam que a atuação da Câmara tem de ser a de salvação do país para impedir o caos social e econômico”, complementou o deputado paulista.

Fon3te Revista Forum

 

JORNALISTA DO SBT ACUSOU EMISSORA DE NEGLIGÊNCIA ANTES DE MORRER DE CORONAVÍRUS


De Gabriel Perline no site Notícias da T3V.3

A morte do editor de imagens José Augusto Nascimento Silva na segunda-feira (13) em decorrência do novo coronavírus deflagrou a situação de insalubridade no SBT Rio. No final de março, três semanas antes de sua morte, ele enviou áudios pelo WhatsApp acusando a emissora 33de negligência 

3por manter trabalhando profissionais suspeitos de terem a Covid-19. Uma dessas pessoas, cita Silva, era a apresentadora Isabele Benito, com quem teria se contagiado.3333

No áudio, Naná –como era chamado José Augusto pelos colegas– apresentava-se indignado com o descaso da emissora, a qual classificou como o “epicentro do coronavírus na cidade do Rio de Janeiro”. Segundo funcionários, o SBT Rio não deu a devida atenção a quem apresentou sintomas logo de início e reportou à chefia, que os obrigou a trabalhar normalmente na sede enquanto não recebessem o diagnóstico com a confirmação da doença.

“Nenhum lugar no Rio de Janeiro tem mais casos suspeitos que no SBT. (…) Eu agora estou sob suspeita, inclusive com atestado de 14 dias que o doutor deu porque me calcei, sabe que não sou burro. Se tiver que processar essa turma eu vou processar. Acho de uma irresponsabilidade tremenda”, esbravejou o editor de imagens.

Naná manifestou no WhatsApp sua preocupação em relação à apresentadora Isabele Benito, que havia informado seus superiores de que seu marido estava com suspeita da doença, mas mesmo assim foi obrigada a trabalhar por uma semana.

Em 21 de março, a apresentadora reportou aos superiores que seu marido, Marcelo Rios, estava com febre muito forte e foi ignorada. Ele fez exames, e dias depois o resultado testou negativo para o novo coronavírus. Isabele seguiu trabalhando normalmente na emissora e compartilhou com alguns amigos, entre eles Naná, sobre o caso de seu companheiro. Todos ficaram alarmados.

Em 26 de março, Rios passou mal, foi levado ao hospital e internado na UTI. Acabou submetido a um novo exame, que indicou positivo para a Covid-19. Isabele ligou para seus chefes imediatamente, perto da meia-noite, e foi afastada. Em 28 de março, ela se submeteu ao teste e somente três dias depois recebeu a confirmação de que também estava infectada.

(…)

Bolsonaro barra geolocalização de celular para identificar aglomerações contra a covid-19


Em nova ação de sabotagem a medidas de combate à covid-19, Jair Bolsonaro determinou ao ministro Marcos Pontes a suspensão de medida que previa o monitoramento de celulares para identificar aglomerações e reduzir a propagação do coronavírus. Modelo era semelhante ao da Coreia do Sul, um dos países com menores taxas de mortalidade.

 

Jair Bolsonaro deu nova demonstração de sabotagem de medidas do seu governo para combater a pandemia do novo coronavírus.

Segundo o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, Bolsonaro determinou ao ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marcos Pontes, a suspensão do projeto de compartilhamento de localização de telefones celulares para identificar se há aglomerações e situações de risco de contaminação pelo vírus.

“O que foi proposto pelas empresas de telefonia móvel é uma solução semelhante há que foi adotada pela Coreia do Sul, um dos países com menores taxas de mortalidade pela Covid-19. Mas Bolsonaro, em sua campanha contra o isolamento social, resolveu vetar a geolocalização”, diz o colunista.

O modelo de monitoramento de celulares é adotado pelo governador de São Paulo, João Doria, como medida para conter aglomerações e a consequente propagação do coronavírus.

No fim de semana, o ministro Marcos Ponte já havia apagado de seu Twitter um vídeo em que ele explicava como funcionaria o monitoramento, depois que o deputado Eduardo Bolsonaro fez críticas ao modelo adotado pelo governador João Doria.

247

Mais de 90 pessoas curadas voltam a ter coronavírus na Coreia do Sul


Isso quer dizer que as pessoas que já tiveram o vírus, é pra continuar em quarentena com todos os cuidados, para não tonar um perigo para os demais. Nada de confiança total antes de saber o real comportamento deste vírus.
Os testes de 91 pacientes classificados como curados do novo coronavírus deram positivo novamente, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças da Coreia do Sul.
Autoridades não acreditam em um novo contágio, mas na possível reativação do vírus nessas pessoas que foram liberadas após quarentena.
Até esta sexta-feira, mais de 7 mil sul-coreanos foram relatados como recuperados do COVID-19, a doença causada pelo novo coronavírus.
O CDC coreano realizará uma investigação epidemiológica sobre esses casos.
Um paciente é considerado totalmente recuperado quando dois testes realizados com um intervalo de 24 horas mostram resultados negativos.
Até esta sexta-feira, o país registrava 208 mortos e 10.450 casos confirmados por coronavírus. No mundo,
 a covid-19,  deixou mais de 100 mil mortos, segundo levantamento da universidade norte-americana Johns Hopkins. O número de infectados pelo novo coronavírus passou de 1,6 milhão.

Record alega queda de receita e pede moratória


Mas certamente a Record tem outros fundos para que nao tenha que ‘calotiar’ mas sim honrar com os seus compromissos. Estaria ela dando o primeiro passo para que outras empresas sigam o exemplo e deixem de pagar os seus compromissos , para assim começar a culpar a quarentena? Até aqui Café com Leite.

A Record está pedindo uma moratória de 90 dias em suas dívidas trabalhistas na Justiça de São Paulo.

A emissora entrou na 1ª Vara do Trabalho da Capital com pedido de suspensão do pagamento de dívidas judiciais trabalhistas sem juros ou multas.

O motivo alegado pelo escritório contratado pela Record é a perda de anunciantes e suspensão de contratos de publicidade na emissora, causada pela pandemia de coronavírus. (…)

Segundo texto da petição de defesa da Record, grandes anunciantes como Bradesco, Toyota, Banco do Brasil, Ambev (a lista a qual a coluna teve acesso tem 249 anunciantes) já cancelaram inserções comerciais ou suspenderam a veiculação de propagandas. (…) DCM

Militares dizem que Mandetta agiu com ‘covardia’ e ‘molecagem’ por entrevista no Fantástico


Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. Foto: Rodrigo Nunes/Ministério da Saúde

Do Globo:

Antes defensores da permanência de Luiz Henrique Mandetta no Ministério da Saúde em prol da estabilidade no governo, ministros da ala militar do Palácio do Planalto começam a rever seus posicionamentos. Interlocutores do presidente Jair Bolsonaro interpretaram como uma provocação a entrevista exclusiva de Mandetta ao Fantástico, da Rede Globo, em que diz que o governo precisa ter um discurso unificado no combate ao novo coronavírus.

Na avaliação de parte da ala militar do Planalto, Mandetta agiu com “covardia” e “molecagem” ao criticar publicamente o presidente. Esse grupo considerou a entrevista como uma tentativa de “forçar a sua demissão”, já que Mandetta tem repetido que não vai pedir demissão porque “médico não abandona paciente”.

No Fantástico, Mandetta fez questão de criticar pessoas que estejam afrouxando as regras de isolamento e mencionou pessoas que frequentam “padarias”. Na última semana, o presidente circulou por Brasília, entrando em farmácia, padarias e cumprimentou apoiadores nas ruas.

–  Quando você vê as pessoas entrando em padaria, entrando em supermercado, fazendo filas uma atrás da outra, encostadas, grudadas, pessoas fazendo piquenique em parque, isso é claramente uma coisa equivocada _ afirmou o ministro da Saúde na entrevista.

Perda do paladar por coronavírus chega a 40% dos casos e pode durar até 12 meses, afirma infectologista


Da CNN:

O infectologista Sergio Cimerman, do Hospital Emílio Ribas, disse à CNN, nesta segunda-feira (13), que a perda do paladar provocada pelo novo coronavírus pode chegar a durar até 12 meses.

“No início de da pandemia, pouco se falava sobre a perda de olfato e de paladar, mas depois foram ver fazer a análise retrospectiva com todos os pacientes, e em torno de 40% deles apresenta essa perda, que perdura, na grande maioria das vezes, até 14 ou 15 dias”, informa o médico. “Porém, existem alguns pacientes que têm essa perda de sensibilidade mais arrastada e que pode chegar até 12 meses”, acrescenta.

A perspectiva, contudo, ainda é preliminar e deve ter ser compreendida melhor diante de novos estudos das sequelas da doença causada pela COVID-19. “Como é que nós vamos saber isso? Daqui seis meses ou um ano, quando nós entendermos um pouco melhor a história natural da doença. E aí os otorrinolaringologistas vão poder fazer uma avaliação desse quadro desse paciente para poder avaliar se teve sequelas ou não”, completa.

O médico ainda explicou que quem ficou em isolamento por suspeita de coronavírus e agora começa a voltar para uma rotina mais semelhante à vida normal deve manter as orientações de higiene e, dentro do possível, continuar o isolamento social. Também deve ser mantida a distância, principalmente, de pessoas do grupo de risco – como idosos, por exemplo.

Fonte DCM

Bolsonaro é ridicularizado na imprensa internacional por negar coronavírus


A postura do presidente Jair Bolsonaro diante da pandemia de coronavírus tem sido objeto de constantes críticas da imprensa internacional. Ao se manifestar contra as regras de isolamento social e agir, ele próprio, em desacordo com as orientações das autoridades nacionais e internacionais de Saúde, Bolsonaro é um dos únicos líderes do mundo que ainda tenta negar os impactos mortais da doença.

Neste domingo de Páscoa (12), durante vídeo conferência com lideranças religiosas, ele afirmou que “parece que está começando a ir embora essa questão do vírus, mas está chegando e batendo forte a questão do desemprego​”, mesmo com o número recorde de casos – 22.169 – que somava 1.223 mortes por covid-1

“Quando os mortos começarem a se acumular, ele será apontado como o único responsável”, afirma o brasilianista Frédéric Louault, da Universidade Livre de Bruxelas. O texto de meia página também aponta a falta de leitos e médicos para enfrentar o pico da pandemia e diz que, no estado do Amazonas, o sistema de saúde já entrou em colapso.

Contagiante
Em nome da manutenção das atividades econômicas, Bolsonaro tem inclusive entrando em choque com as orientações pregadas pelo seu próprio ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. O jornal americano The Wall Street Journal destacou as suas andanças pelas cidades-satélites do Distrito Federal, promovendo aglomerações e cumprimentando correligionários, apesar das “consequências mortais” do vírus.

No início do mês, o presidente disse que “alguns vão morrer”. “Sinto muito, mas isso é a vida. Você não pode parar uma fábrica de automóveis porque há mortes nas estradas todos os anos”. Para o jornal francês Le Monde, o presidente brasileiro, a quem classifica como “de extrema direita”, se isola de praticamente todos os governadores do país. O seu discurso – “populista, muitas vezes insensato” – serve apenas para “remobilizar” a sua base de apoiadores mais fanáticos.

Praticamente sozinho
O analista de mercado da revista americana Forbes Kenneth Rapoza afirma que Bolsonaro está “praticamente sozinho“, já que o presidente americano Donald Trump, que também chegou a “minimizar” o surto da doença, corrigiu o discurso e passou a sério a pandemia, depois do seu país se tornar o epicentro da crise, tendo registrado mais de 20 mil óbitos. Para Rapoza, a base de apoio do presidente brasileiro vem caído, e ele faz uma “aposta de vida ou morte” em relação ao coronavírus.

Ainda em março, a revista inglesa The Economist, chamava o líder brasileiro de “Bolsonero”, destacando sua declaração dizendo se tratar de uma “gripezinha“. O também britânico The Guardian ressaltou que, para Bolsonaro, tudo não passava de uma “armadilha” da imprensa. Já a BBC afirmou que ele transforma a pandemia em política, “culpando seus adversários por tentarem destruir o país.

O italiano La Repubblica também chama Bolsonaro de “o último cético” e afirma que ele ficou isolado entre os chefes de Estado. Além do Brasil, Belarus e Turcomenistão são dos poucos países a adotar a negação. O presidente bielorrusso, Alexander Lukashenko, chegou a afirma que o vírus seria tratado com “vodca, sauna e tratores“. Já o Turcomenistão – vizinho do Irã, que enfrenta maior surto no Oriente Médio – chegou a proibir a utilização da palavra “coronavírus” pela imprensa do país.

Fonte Blog do Esmael.

 

Morre Moraes Moreira aos 72 anos. Sem dúvida um dos maiores artistas brasileiros


Moraes Moreira
Foto: Wikimedia Commons

Perdemos um gigante: Moraes Moreira, músico brasileiro, morreu aos 72 anos de idade.

Ainda não há informações a respeito da causa da morte, e de acordo com fontes que tiveram contato com assessoria e família, não se sabe o que aconteceu já que ele “estaria bem”.

Moraes Moreira faleceu dormindo em sua casa na Gávea, no Rio de Janeiro, e definitivamente significa uma perda imensa para a história da música brasileira.

Moraes Moreira. Relembre!

Nascido em Ituaçu, interior da Bahia, Antônio Carlos Moraes Pires mudou-se para Salvador onde conheceu nomes como Tom Zé, e por lá passou a misturar suas influências musicais que iam dos elementos brasileiros até o rock and roll.

Ao lado de Baby Consuelo, Pepeu Gomes, Paulinho Boca de Cantor Luiz Galvão, montou o grupo Novos Baianos e com ele lançou um dos discos mais influentes da história da música brasileira, o sensacional Acabou Chorare, de 1972.

Em 1975 ele iniciou a sua carreira solo com um álbum homônimo e não parou mais, tornando-se um dos nomes mais celebrados do país com canções como “Sintonia”, “Desabafo e Desafio” e “Pombo Correio”.

Segundo o Jornal do Commercio, Paulinho Boca de Cantor confirmou a informação, emocionado, afirmando que o ex-colega faleceu durante o sono.

Leminskanções convida Moraes Moreira para show em Curitiba, dia 23

Cordel Sobre a Quarentena

Em perfis de Instagram Facebook que dizem ser oficiais do músico, apesar de não serem verificados, há um texto atribuído a Moraes Moreira dizendo que ele estava cumprindo a quarentena entre sua casa e o escritório, trazendo ainda um Cordel escrito sobre a pandemia, como você pode ver logo abaixo.

Quarentena (Moraes Moreira)

Eu temo o coronavirus
E zelo por minha vida
Mas tenho medo de tiros
Também de bala perdida,
A nossa fé é vacina
O professor que me ensina
Será minha própria lida

Assombra-me a pandemia
Que agora domina o mundo
Mas tenho uma garantia
Não sou nenhum vagabundo,
Porque todo cidadão
Merece mas atenção
O sentimento é profundo

Eu não queria essa praga
Que não é mais do Egito
Não quero que ela traga
O mal que sempre eu evito,
Os males não são eternos
Pois os recursos modernos
Estão aí, acredito

De quem será esse lucro
Ou mesmo a teoria?
Detesto falar de estrupo
Eu gosto é de poesia,
Mas creio na consciência
E digo não a todo dia

Eu tenho medo do excesso
Que seja em qualquer sentido
Mas também do retrocesso
Que por aí escondido,
As vezes é o que notamos
Passar o que já passamos
Jamais será esquecido

Até aceito a polícia
Mas quando muda de letra
E se transforma em milícia
Odeio essa mutreta,
Pra combater o que alarma
Só tenho mesmo uma arma
Que é a minha caneta

Com tanta coisa inda cismo….
Estão na ordem do dia
Eu digo não ao machismo
Também a misoginia,
Tem outros que eu não aceito
É o tal do preconceito
E as sombras da hipocrisia

As coisas já forem postas
Mas prevalecem os relés
Queremos sim ter respostas
Sobre as nossas Marielles,
Em meio a um mundo efêmero
Não é só questão de gênero
Nem de homens ou mulheres

O que vale é o ser humano
E sua dignidade
Vivemos num mundo insano
Queremos mais liberdade,
Pra que tudo isso mude
Certeza, ninguém se ilude
Não tem tempo,nem.idade

Que descanse em paz.

Começo dos Novos Baianos. BAby ainda garota e Moraes mandando na guitarra

Fonte, Tenho Mais Discos que Amigos

Graças a medidas preventivas, Bahia é o estado menos afetado pelo coronavírus entre os maiores do Brasil


Isolamento social está sendo crucial para combater pandemia

Foto: Carol Garcia/GOVBA

As ações de isolamento social e restrição de circulação de pessoas adotadas pelo Governo do Estado surtiram efeito e os números podem comprovar sua eficácia. Entre os cinco estados mais populosos do Brasil, a Bahia se destaca como o que tem menos casos de pessoas infectados com o novo coronavírus (Covid-19), em números relativos. O resultado foi  baseado nos dados divulgados nesta terça-feira (31), pelas Secretarias de Saúde dos estados citados.

Com mais de 14 milhões de habitantes, o maior estado da região Nordeste tem 217 casos positivos para o Covid-19  e 2 mortes. O número de casos por 100 mil habitantes equivale a 1,45 e em relação a mortes, a estatística é de 1 a cada 108,5.

São Paulo, com mais de 45 milhões de habitantes é o estado mais atingido pela pandemia no país, com 2339 casos confirmados e 136 óbitos. Proporcionalmente, são 5,05 casos a cada 100 mil habitantes e 1 morte a cada 17,1.

Com mais de 21 milhões de pessoas, Minas Gerais tem 314 confirmações com 3 mortes. Os casos a cada 100 mil habitantes é de 1,47 e os óbitos atingem 1 pessoa a cada 104,66.

Já no Rio de Janeiro, 708 pessoas testaram positivo e 23 morreram. Com uma população de 17 milhões, os casos a cada 100 mil ficam em 4,08 e quando relacionado a mortes, é de 1 a cada 30,78.

Logo atrás da Bahia no top 5 dos estados mais populosos vem o Paraná, com mais de 11 milhões de habitantes. Por lá já foram confirmados 244 casos, o que equivale a 1,94 a cada 100. O estado conta com 3 mortes, com taxa de 1 a cada 74,6.

O governador Rui Costa publicou uma série de decretos, válidos por 30 dias, que entre outras medidas, proíbe a realização de qualquer evento com mais de 50 pessoas, suspende de aulas da rede pública e particular nos municípios com casos confirmados e determina o fechamento de teatros, museus, zoológicos. As ações valem até o próximo dia 16.

Políticas públicas rápidas surtem efeito importante

Um dos maiores trunfos para a contenção do novo coronavírus foi a rápida velocidade com que as medidas foram tomadas, fator que, segundo especialistas como o virologista Átila Iamarino — um dos principais divulgadores científicos em relação à Covid-19 —  é crucial para diminuir a curva de contaminação e proliferação da pandemia.

O tratamento de guerra contra a pandemia foi fundamental para a supressão inicial do contágio, afinal, a problemática maior do coronavírus não é a própria taxa de letalidade da doença, e sim uma eventual crise de saúde, tanto no setor público quanto privado.

Por conta do acréscimo fora do esperado de internações, outros tipos de enfermidades que necessitam de cuidados médicos podem acabar ficando sem atendimento. Considerando isto, todo tempo que for possível para suprimir o aumento de casos é fundamental para o aumento de leitos e maior preparação para enfrentar a doença.

“Não é gripezinha. Vou continuar trabalhando em defesa da vida. Olhar nos olhos das pessoas e dizer: estamos numa guerra. Acorda. Temos que vencê-la. Chega de discurso vazio e delírios. Vamos trabalhar mais e mais. Responsabilidade. Todos contra o coronavírus”, declarou o governador Rui Costa em suas redes sociais na última semana

Dentro deste aspecto, é possível citar a recuperação do falido Hospital Espanhol, em Salvador, que terá a disposição 160 novos leitos; a transformação do Fazendão, antigo centro de treinamento do Esporte Clube Bahia, num local para atendimento de pacientes com Covid-19, com 44 leitos clínicos; e as preparações especiais dos hospitais Couto Maia — um dos maiores centros de referência em tratamento de doenças infecto-contagiosas de todo o país — e dos Hospitais Gerais do Estado (HGE) e Roberto Santos, que somados têm mais de 400 leitos disponíveis.