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Médico diz que coronavírus pode se espalhar em Salvador no Carnaval; “impossível evitar aglomerações”


Médico diz que coronavírus pode se espalhar em Salvador no Carnaval; "impossível evitar aglomerações"
Crédito da Foto: divulgação/Secom PMS

Todo ano é a mesma situação! A gripe que vem depois do Carnaval leva o nome da música mais tocada. Quem não se lembra da Dalila, em 2009? Mas, neste ano, uma preocupação maior tem tomado conta: o coronavírus. A epidemia surgiu na China e chamou a atenção do mundo inteiro. A patologia, de acordo com especialistas, se caracteriza por ser do grupo de agentes que provocam infecções respiratórias moderadas, ou de longa duração.

 

“Eles provocam doenças respiratórias, mas podem também provocar outros tipos de doenças intestinais, diarreias, ou até inflamações no sistema nervoso central”, explica o médico infectologista de referência do Hospital Aliança, Adriano Oliveira.

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A primeira vez que se falou sobre o coronavírus foi em meados da década de 60. No entanto, o aparecimento de casos com uma nova geração do vírus começou a alarmar a população, que teme a chegada ao Brasil. “Esse novo tipo de vírus pode causar infecções respiratórias muito graves, como pneumonia, com quadro de insuficiência respiratória intensa, que pode levar à morte”, esclarece o especialista.

Mais de 80 casos fatais já foram confirmadas na China. De acordo com o infectologista ouvido pelo Aratu On, os sintomas do coronavírus são muito parecidos com o de um resfriado: náusea, dor de cabeça, nariz entupido, espirros, dor de garganta, tosse seca.

MAS E SE O VÍRUS DESEMBARCAR EM SALVADOR?

Nesta segunda-feira (27/1), o Ministério da Saúde descartou a suspeita de um paciente contaminado pelo vírus em Niterói, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. O órgão informou que os sintomas não se enquadravam na atual definição da Organização Mundial da Saúde (OMS). O médico Adriano Oliveira, no entanto, alerta para a preocupação da possível chegada do vírus à capital baiana, que recebe milhares de turistas no verão.

“A forma de contágio desse vírus é a mesma de qualquer vírus respiratório, ou seja, através de secreções respiratórias. Seja através de espirros, gotículas, que são espalhadas no ar, ou por secreções nas mãos de pessoas infectadas, que elas acabam deixando nas superfícies, tocando o corpo de outra pessoa em um aperto de mão, beijo no rosto, enfim, contatos pessoais”, diz ele.

Com a multidão de pessoas durante o Carnaval, Adriano considera que a transmissão do vírus aconteça de forma muito fácil. “Se ele estiver por aqui [o vírus] devemos evitar aglomerações, o que é praticamente impossível na avenida”, alerta.

O médico considera que é difícil evitar o contágio. “Como você conseguiria manter a higiene das mãos com segurança? Como você evitaria que alguém espirrasse ou tossisse perto de você? Como você evitaria de entrar em contato com secreções que alguém deixou no corrimão da escada do camarote?”, questiona. Apesar do medo, o Ministério da Saúde já informou que o Brasil “estaria preparado” para lidar com uma epidemia da doença.

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Morre Flavio Goldemberg, diretor do ‘The Voice Kids’, aos 58 anos, de infarto


Gravação da nova fase de batalhas do “The voice kids”, que seria realizada nesta terça-feira (28), foi adiada

O diretor geral do “The voice kids”, Flavio Goldemberg, morreu na madrugada desta terça-feira, dia 28 de janeiro, aos 58 anos, vítima de um infarto. Flavio estava à frente da direção geral de dois realities musicais da emissora: “The voice kids”, que está no ar em sua quinta edição, e “Popstar”, cuja terceira temporada terminou em dezembro de 2019. A gravação da nova fase de batalhas do “The voice kids”, que seria realizada nesta terça, dia 28, nos Estúdios Globo, foi adiada.

Foto: divulgação / TV Globo

“Hoje perdemos um parceiro, um amigo de vida. O Flavio fazia tudo com o coração e paixão. Amava a profissão e levava a vida sorrindo. Essa felicidade transbordava para além da tela da TV. A gente sorria e se emocionava. Ele vai fazer muita falta e deixar uma legião de amigos. Vai em paz Flavio, agora tire um tempo para surfar nas ondas do paraíso”, lamentou o diretor JB Oliveira, o Boninho, em comunicado oficial da emissora.

Homem que matou três pessoas da mesma família não tinha porte de arma e era de “milícia airsoft”


Dionatha Bitencourt Vidaletti, acusado de assassinar uma família. Foto: Reprodução/Facebook

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Foi por um motivo banal que um homem matou três pessoas da mesma família na tarde deste domingo (26) no Lami, na zona sul de Porto Alegre: pequenos danos causados acidentalmente na sua caminhonete fizeram o motorista sacar uma arma e atirar na cabeça de pai, mãe e filho que estavam no outro carro, levando-os à morte.

(…)

É assim que o delegado Gabriel Bicca, da Divisão de Homicídios da Polícia Civil, avalia a discussão de trânsito que resultou num triplo homicídio. Rafael Zanetti Silva, 46 anos, a esposa dele, Fabiana da Silveira Innocente Silva, 44, e o filho do casal, Gabriel da Silveira Innocente Silva, 20 anos, foram assassinados por um homem irritado com uma batida provocada na sua Ecosport.

Em entrevista à Rádio Gaúcha horas depois do violento assassinato, Bicca disse que o autor dos disparos já foi identificado, mas que a Polícia Civil não pode divulgar o nome. Conforme apuração de GaúchaZH, trata-se de Dionatha Bitencourt Vidaletti, 24 anos. O caso está sendo investigado pela 4ª Delegacia de Homicídios, na Zona Sul.

— É um jovem. Mas profissão, o que faz da vida, a gente não teve acesso a esses dados ainda. Não é uma pessoa criminosa que irá se humilhar, ficar escondido e praticar outros atos ilícitos. Uma avaliação preliminar dos dados indica que foi um grande erro, o maior que ele cometeu. Espero que ele entenda que terá que responder por isso — disse Bicca na noite de domingo. 

(…)

A polícia descarta qualquer possibilidade de o atirador e a família terem tido desentendimentos anteriores à discussão. Bicca, porém, não soube informar se o assassino detém porte legal de arma. Dionatha Bitencourt Vidaletti fugiu assim que disparou nos três. 

(…)

PS: Na revista da casa de Vidaletti, a Polícia Civil encontrou uma pistola, um revólver, carregadores e munição. Ele já foi do Exército, mas não possui porte de armas. A pistola 380 tem registro no nome da mãe do suspeito, mas o revólver, calibre 38, não tem registro. Há imagens circulando dele em uma “milícia airsoft”. Airsoft é uma modalidade de simulação de operações militares ou policiais sem munição letal. Fonte:DCM.

 

A juíza que assusta as pessoas apenas por ser jovem, mulher e negra


Aos 35 anos, Mariana Marinho Machado já exerceu a magistratura no Pará e está no Piauí há sete anos. Tem 2 mil processos distribuídos e finalizou, somente em 2019, 980 processos. A discriminação por seu biotipo físico sempre aconteceu.

“Perdi as vezes de quando entravam na sala, nem ao menos davam ‘bom dia’, só diziam que queriam falar com o juiz. Às vezes eu era ríspida. Outras, virava a cadeira e dizia: ‘Bom dia, eu sou a juíza’”. Quem conta essa história é Mariana Marinho Machado. Segundo ela, chegar a um cargo de tanta autoridade sendo mulher, negra e jovem parece que “confunde” as pessoas – mas, na realidade, escancara um preconceito que tanta gente teima em dizer que não existe.

Aos 35 anos, Mariana é responsável pela comarca de Itainópolis (a 365 quilômetros de Teresina), que atende também os municípios de Vera Mendes e Isaías Coelho. Natural da Bahia, Mariana já exerceu a magistratura no Pará e está no Piauí há sete anos. Tem 2 mil processos distribuídos e finalizou, somente em 2019, 980 processos.

“Hoje, as pessoas já me conhecem na comarca. Já estou aqui há dois anos e, então, essas situações são mais raras”, pondera. Mas a discriminação por seu biotipo físico sempre aconteceu. Ela conta que, desde pequena, ouvia comentários indesejáveis na escola. Porém, foi depois que passou no concurso para magistratura que percebeu o preconceito mais presente.

“Sempre passei por situações como alguém falar do meu cabelo na escola. Era bullying, mas não tinha esse nome. Mas senti mais o preconceito quando entrei na magistratura, porque é um lugar de autoridade”, explica. “Várias vezes, quando me viam trabalhando pensavam que eu era assessora. Quando fui professora, também senti os olhares. Na primeira vez que entrei numa sala de aula, as pessoas me olharam diferente. É tão institucional que as pessoas se assustam vendo uma mulher, negra, nova, juíza.”

Mariana passou no concurso aos 27 anos, sem cotas. Mas defende o sistema para oportunizar a entrada de negros no serviço público. “Meus pais são negros. Sempre tivemos muito orgulho da nossa raça. Eu e meus irmãos estudamos em colégios bons. Quando fiz concurso, não tinha cotas. Mas hoje vejo que é necessário. Os negros são maioria no Brasil, mas são minoria em cargos públicos. Na magistratura, somos apenas 1,6%”, ressalta.

Para a juíza, o maior problema no combate ao preconceito é não aceitar que ele existe. “Quando você entra numa loja, as pessoas não vão para você. As vendedoras de lojas chiques não são negras. É assim que acontece”, resume.

No dia a dia, Mariana opta por uma vida mais resguardada, evita muita exposição, mas não abre mão de reagir a situações de discriminação.“Em casos de racismo e injúria racial, com certeza dou voz de prisão, mas nunca precisei chegar a isso. Uma vez, uma pessoa que trabalha comigo foi xingada e acredito que a pessoa queria atingir a mim. Falei que isso geraria processo e fui atrás. Já julguei vários casos de racismo e injúria racial – vários”, destaca.

Especificamente com ela, a juíza lembra a vez em que questionaram sua capacidade de julgamento. “Um advogado começou a se exaltar e disse: ‘Não sei se a senhora teria capacidade para julgar’”, recorda-se. “Mas não sou de perder a cabeça, até para ninguém dizer que não tenho imparcialidade. Só disse: ‘Doutor, o sr. não quer retificar o que disse?’. Um amigo dele deu um toque e ele se acalmou, voltou atrás”, conta.

Por casos como esses, Mariana sempre atende às pessoas na presença de alguém, nunca sozinha. “Nós, magistrados, sempre estamos no olho do furacão. Se faço qualquer coisa, até fora de casa, não é a Mariana, é a juíza. Então, me preservar é uma questão de segurança. No Piauí, além do racismo, há também muito machismo – e isso é refletido nos feminicídios. Aqui na cidade, chega um homem juiz, vai para academia e é normal. Chega uma magistrada, vai para academia é porque quer se mostrar”, compara.

“Às vezes ouço: ‘A senhora é tão nova e vem sozinha para o Piauí. Como seu marido deixa?’ Como é que pode? Meu marido tem que deixar eu vir trabalhar? Isso não existe”, indigna-se. Apesar de todos os desafios enfrentados, Mariana Marinho não tem do que se queixar da vida que leva.

“As pessoas já se acostumaram comigo e me tratam muito bem. Fico lisonjeada com o reconhecimento, o respeito e o carinho. Fiquei 12 dias afastada cuidando do meu pai e, quando cheguei, ganhei um bilhetinho: ‘Que bom que a senhora voltou’”, conta. “As pessoas me perguntam como aguento ficar no interior. É por todo carinho que recebo. Só peço muita saúde para conseguir fazer meu trabalho. Quando vou a uma escola e as crianças me veem, elas se sentem representadas. Isso é gratificante. Elas sabem que também podem chegar lá!”

Com informações do Cidadeverde.com

 

Mãe denuncia ato de racismo no metrô contra filhas de 3 anos: ‘bucha 1 e 2’


Em nota, a CCR Metrô Bahia, responsável pelo metrô, informou que ‘repudia atitudes racistas ou discriminatórias

Duas crianças de 3 anos foram vítimas de racismo dentro de uma estação de metrô em Salvador. A denúncia foi feita pela mãe das meninas a técnica em metalúrgica Sandra Weydee, de 37 anos. O caso aconteceu no sábado (25), por volta das 18h30, na estação Rodoviária quando, segundo a mãe das meninas, um segurança chamou as meninas  de “Bucha 1 e bucha 2”, em referência a lã de aço, usada para lavar pratos.

“A gente [mãe e filhas] estava no Iguatemi passeando e ia voltar para casa. Tinha três seguranças, dois negros e um branco, próximos da catraca. O branco estava de costas, quando ele virou e viu minhas filhas, ele gritou: ‘Misericórdia’ e eu fiquei sem entender. Aí ele completou: ‘Bucha 1 e Bucha 2”, disse Sandra em entrevista à TV Bahia.

A mulher disse que as meninas começaram a perguntar o que era “bucha”. “Elas começaram a me perguntar o que era ‘bucha’ e porque ele estava chamando elas assim. Uma delas é mais ‘para frente’ e disse para a outra: ‘Ele estava falando do nosso cabelo'”, lembrou a mãe das meninas que ficou sem reação após ouvir o ato de racismo e decidiu entrar no vagão do metrô, mas depois mudou de ideia e voltou para procurar o segurança. O agressor não estava mais no local, mas outro segurança falou que era ‘brincadeira’.

O caso ainda não foi registrado na Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra a Criança e o Adolescente (Dercca) por causa da paralisação de 48 horas, dos policiais civis.

Em nota, a CCR Metrô Bahia, responsável pelo metrô, informou que ‘repudia atitudes racistas ou discriminatórias e está apurando o caso citado pela cliente. A concessionária ressalta ainda que respeita e valoriza a pluralidade da Bahia e reforça o seu compromisso com a promoção da igualdade étnico-racial e de gênero”.

 

Homem que usou suástica no braço em MG vira réu por apologia ao nazismo


Justiça de Minas Gerais aceitou hoje a denúncia do Ministério Público; crime prevê pena de até cinco anos de prisão em regime fechado

[Homem que usou suástica no braço em MG vira réu por apologia ao nazismo]
Foto : Reprodução

A Justiça de Minas Gerais aceitou hoje a denúncia do Ministério Público (MP) contra o fazendeiro José Eugênio Adjuto, 57, por apologia ao nazismo. O juiz da Vara Criminal de Unaí, Rafael Lopes Lorenzoni, marcou a primeira audiência do caso para 13 de maio. Adjuto foi flagrado em um bar de Unaí (605 km de Belo Horizonte), e filmado, usando uma braçadeira com a suástica nazista em dezembro do ano passado.

O crime prevê pena de até cinco anos de prisão em regime fechado. A braçadeira foi fabricada artesanalmente pelo fazendeiro. Em depoimento à polícia, ele alegou que “usou o símbolo religioso antigo de felicidade”, e não teria feito alusão ao nazismo.

As acusações do MP contra José Eugênio Adjuto mostram que o denunciado “produziu artesanalmente a braçadeira contendo o símbolo em seu braço esquerdo, acima do cotovelo, como tradicionalmente utilizavam os nazistas”. Fonte:Metro1

 

Ator faz desabafo contra médico que lhe deu 6 meses de vida


Ator com câncer em estado avançado que abandonou o tratamento tradicional e aderiu a método alternativo fez duro desabafo contra médico que lhe deu 6 meses de vida

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Com as quimioterapias, Leo Rosa estava muito fragilizado (dir)

“Lembra dr. médico fulano de tal que você disse olhando nos meus olhos que eu tinha 6 meses de vida? Pois é! Olha o cadáver aqui ó! (Você está fragilizado, com sua mãe ao lado na sala e ouve que se não seguir as palavras do tal letrado acadêmico, morrerá! Pior, sua mãe ouve que pode perder o filho! Então toma aí o recado). F***-** impostores funcionários da indústria farmacêutica. 8 meses longe de vocês seus vermes”

O desabafo acima foi publicado pelo ator Léo Rosa em agosto de 2019 após abandonar o tratamento tradiconal. Neste fevereiro de 2020, o ator, que aderiu a um tratamento alternativo para combater o câncer, encontra-se em um estado de saúde ainda melhor.

Meses antes do desabafo de agosto, Léo Rosa já havia alertado sobre a ineficácia do tratamento tradicional. “Descobrimos através de exames recentes que a quimioterapia não estava mais fazendo efeito. O tumor segue crescendo. Passarei por um tratamento chamado ‘Terapia Gerson’. O início do tratamento é baseado em uma dieta rigorosa e descanso profundo e acontece em uma clínica localizada em Tijuana, no México”.

Àquela altura, Léo Rosa tinha enfrentado 29 sessões de quimioterapia, duas cirurgias e um possível encaminhamento para o transplante de medula óssea.

Antes de ir para o México iniciar o tratamento alternativo, ele publicou: “Estive pelos últimos 18 meses no tratamento realizado pelo SUS sem poder exercer meu trabalho, por causa das complicações de saúde que acompanham um tratamento violento como a quimioterapia. Como autônomo que sou, estou tendo uma vida financeira baseada na ajuda de amigos e família desde então. Depois de aprender as práticas [da Terapia Gerson], retorno ao Brasil e fico por no mínimo um ano entregue à disciplina de hábitos saudáveis diariamente, práticas de medicinas integrativas. Tenho uma longa jornada pela frente, eu sei”.

Vida após a Terapia Gerson

Léo Rosa, hoje com 35 anos, descobriu um câncer nos testículos em 2017. Em seguida, soube que a doença havia se espalhado, com duas metástases. O médico que o diagnosticou deu apenas 6 meses de vida para ele, mas o artista vem provando que o tratamento alternativo criado pelo médico Max Gerson está fazendo efeito.

“Me chamaram para fazer um transplante de medula óssea. E eu falei: Cara, não vou fazer. Acho muito invasivo, ele inviabiliza um tratamento que eu gostaria de fazer, que era o da Terapia Gerson, eu prefiro fazer Terapia Gerson antes. Eu posso até fazer em algum momento o transplante de medula óssea, mas no meu ponto de vista é a última saída. Porque, depois dele, tem uma série de coisas que eu não poderia fazer mais”, disse Léo.

A Terapia Gerson é voltada ao consumo de frutas frescas, alimentos orgânicos, legumes e cereais integrais. O seu princípio é que o corpo possa se recuperar por meio da remoção de toxinas e da incorporação de nutrientes.

“O que eu posso fazer é agradecer esse médico. Baseado nesse diagnóstico, eu tomei a dianteira em relação a algumas coisas e fiz escolhas das quais me orgulho. Eu realmente estou muito melhor do que há um ano, e muito disso está ligado ao fato de eu não estar fazendo um tratamento tão nocivo”, declaro o artista nesta quinta-feira (23/2).

O ator conta que confrontar a morte trouxe diversas novas perspectivas, mas ele garante: “Não senti, salvo algumas poucas exceções, que eu estava indo dessa vez. Só passei a perceber que em algum momento eu vou”. No entanto, ele confessa outros medos que passaram por sua cabeça.

“Durante o processo, o único medo que eu tive foi de ficar totalmente à mercê e não conseguir mais agir, não conseguir mais fazer nada, de alguma maneira ficar completamente inválido, ou qualquer coisa do tipo. Eu sabia que eu não ia mais viver da mesma maneira, que alguma coisa mudaria. Não sabia exatamente o que é, como ainda não sei o que é. Mas sinto que estou saindo dessa situação com muito mais possibilidades do que limitações”

“Eu tenho uma evolução de quadro muito, muito positiva. Tenho feito um acompanhamento, principalmente, à base de dieta, orientado pela equipe da clínica que fiz tratamento lá no México. Então, continuo em tratamento nesse sentido, de cuidado, e uma série de restrições que tenho, principalmente alimentares nesse momento. Mas estou me sentindo muito bem fisicamente, ativo para caramba, e me organizando de novo para poder voltar a trabalhar”.

Trabalho

Bem melhor de saúde, Léo Rosa está de volta às novelas na Globo, em uma participação como um jornalista em Amor de Mãe, a convite da autora Manuela Dias. “Estou feliz com a chegada desse momento. Fazia tempo que eu estava esperando que isso voltasse a acontecer, que eu pudesse voltar a falar sobre outra coisa, que não a minha situação de saúde”, comemora.

“A doença é uma oportunidade de uma nova observação em relação às coisas. Eu não consigo mais observar e me relacionar com as coisas da mesma forma. É uma doença terminal, você não tem outra saída: ou você supera a doença, ou você morrerá. Foi a primeira oportunidade que eu tive de encarar realmente a morte, falar: a morte realmente existe. Estou sentindo isso na pele, o que isso me oferece? Me oferece a oportunidade de perceber o como eu posso agir nas coisas”.

 

 

Peixe-agulha salta da água e atravessa pescoço de garoto indonésio, que sobreviveu ao ataque


 

(foto: Facebook/Savage Paramedics)
O indonésio Muhammad Idul é, muito provavelmente, dono da mais bizarra história de pescador desde Jonas – famoso personagem bíblico que sobreviveu após ser engolido por uma baleia.
Na última quarta-feira (22), durante uma pescaria noturna, o jovem de 16 foi atacado por um peixe-agulha, que saltou do mar e atravessou seu pescoço. Jogado para fora do barco, o garoto nadou em desespero até a praia, onde foi socorrido e levado de carro ao hospital, que fica a cerca de uma hora e meia da vila South Buton, na província indonésia de Celebes do Sudeste – local em que ele e amigo Sardi pescavam.

Muhammad ganhou fama depois que as fotos de seu ferimento foram divulgadas nas redes sociais pelos paramédicos que o salvaram. O adolescente também deve sua vida a Sardi, que o impediu de retirar o peixe do pescoço (evitando assim uma hemorragia fatal), além dos cirurgiões habilidosos que o atenderam.

(foto: Facebook/Savage Paramedics)
“Eu caí do barco e afundei na água escura. As mandíbulas afiadas do peixe atravessaram meu pescoço, logo abaixo do queixo. O peixe continuou se debatendo, me empurrando para baixo d’água. Pedi para o Sardi ajudar e ele não deixou que eu removesse o peixe, para evitar uma hemorragia”, contou o adolescente à rede britânica BBC.
Muhammad nadou com Sardi de volta à praia, segurando o peixe de 75 cm de comprimento preso ao pescoço. Seu pai o levou às pressas a um hospital de Bau-bau. Os médicos, no entanto, conseguiram retirar apenas o corpo do peixe-agulha, pois não dispunham do equipamento adequado para remover o bico cravado no corpo do jovem. Com isso, foi preciso transportá-lo para um hospital ainda mais distante, em Makassar, capital das Celebes do Sul.

“Bolsonaro, você não é bem-vindo”: o protesto dos indianos na data cívica mais importante deles


O presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, assistiu às comemorações da festa nacional da Índia, ao lado do primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, neste domingo (26). Prakash

O Dia da República indiano é celebrado em 26 de janeiro e, neste ano, contou com a presença do presidente brasileiro, Jair Bolsonaro. Em visita oficial ao país, ele é o convidado de honra para as comemorações neste domingo (26), o que revoltou parte da população devido às suas declarações machistas e sua política sobre a Amazônia, que tiveram forte repercussão no país.

Muitos indianos estão insatisfeitos com a participação de Bolsonaro nas celebrações do Republic Day, a festa que celebra a independência do país. O presidente brasileiro chegou na sexta-feira (24) à Nova Délhi, assistiu à marcha militar ao lado de personalidades políticas e sua visita é alvo de protestos nas ruas e nas redes sociais.

Para parte da população, o perfil político e a personalidade de Bolsonaro não são bem vistos, especialmente devido a declarações misóginas, em um país onde o machismo e os estupros de mulheres revoltam a opinião pública. A política do presidente brasileiro na Amazônia também é criticada por ativistas ambientais indianos.

“Bolsonaro, vá embora”

A chegada do líder brasileiro foi marcada por manifestações. Na cidade de Mumbai, ativistas ambientais se reuniram e exibiram cartazes com dizeres: “destruidor da Amazônia não é nosso convidado”, “quem matou Marielle Franco?”, ou ainda “Bolsonaro, vá embora”.

A organização ambientalista The Clean Project, baseada na capital indiana, lançou uma campanha virtual, com as hashtags #BoycottBolsonaro e #AmazonForestDestroyer (destruidor da Floresta Amazônica). “Não sei porque nosso primeiro-ministro o convidou. Essa pessoa não é bem-vinda na Índia”, declarou a militante Pooja Damodia às agências de notícias.

Personalidades políticas progressistas também reclamam da visita de Bolsonaro. Membro do Partido Comunista indiano, o parlamentar Binoy Viswam escreveu ao primeiro-ministro Narendra Modi para anunciar que boicotaria a cerimônia da festa nacional, do qual era convidado. Segundo ele, o governo do presidente brasileiro é “contrário ao espírito da Constituição da Índia”, celebrada neste domingo.

Acordos bilaterais assinados

Junto ao primeiro-ministro indiano, Bolsonaro assinou uma série de acordos bilaterais no sábado (25), nas áreas de ciência, tecnologia e energia, com a promoção de biocombustíveis, além de segurança cibernética. Uma eventual parceria na indústria automotiva também foi cogitada. Segundo Bolsonaro, Modi mencionou a possibilidade de fabricar veículos flex em fábricas da Índia.

No total, os dois países assinaram outros 15 atos de cooperação e expressaram apoio mútuo ao ingresso no Conselho de Segurança da ONU. Ambos pleiteiam uma vaga de membro não permanente na organização para um mandato de dois anos, entre 2022 e 2023. “Acredito que seria bom para o Brasil e para o mundo Brasil e Índia estarem nesse grupo”, disse Bolsonaro.

O presidente brasileiro está acompanhado de ministros e empresários, inclusive do setor de armas, produto do qual a Índia é um dos maiores compradores mundiais. Na segunda-feira (27), Bolsonaro participará da abertura do seminário empresarial Brasil-Índia e visitará o monumento Taj Mahal. Fonte:DCM

 

Prefeito admite ter omitido dados sobre o coronavírus na China


Prefeito de Wuhan, Zhou Xianwang, ofereceu o cargo para renúncia

[Prefeito admite ter omitido dados sobre o coronavírus na China]
Foto : Reprodução/ NBC News

Em entrevista à emissora de televisão estatal chinesa, o prefeito de Wuhan, Zhou Xianwang, admitiu que omitiu dados sobre o surto de coronavírus chinês e ofereceu o cargo para renúncia.

“Nossos nomes viverão na infâmia, mas enquanto for propício ao controle da doença e à vida e segurança das pessoas, o camarada Ma Guoqiang e eu assumiremos qualquer responsabilidade”, disse Zhou, de acordo com a Folha.

O secretário do Partido Comunista da China em Wuhan, Ma Guoqiang, também ofereceu o cargo. Xianwang também confirmou que ao menos cinco milhões de pessoas deixaram a cidade, que é o epicentro do surto, antes do isolamento. Isso pode ter colaborado com a disseminação do vírus pelo país.

Até hoje (27), 81 pessoas morreram e 2.744 foram infectadas com o coronavírus.Com  informações do Metro1.

 

”Câncer mais agressivo”: Ana Maria Braga disse que doença no pulmão voltou ainda mais forte


A apresentadora global Ana Maria Braga, anunciou uma triste notícia na manhã desta segunda-feira (27), que o câncer de pulmão que foi diagnosticado com ela no ano passado e que ela pensou que estava curada, infelizmente foi descoberto que a doença voltou ainda mais agressiva e ela já começou a fazer o tratamento intensivo.

Disse Ana Maria: “Não sabia se conseguiria chegar aqui hoje. Há efeitos colaterais. 
Tem dias que você fica mais sensível. Farei alguns novos ciclos de imunoterapia e quimioterapia. Farei a próxima no dia 14 [de fevereiro]. Tenho muitá fé. Quero agradecer aos meus chefes por me permitirem estar aqui”

 

Com medo de derrotas, Bolsonaro atrasa Aliança e vai ficar de fora da eleição municipal


Sem a possibilidade de concorrer com candidatos do próprio partido, presidente também rejeita a ideia de apoiar políticos de outras legendas

Foto: Arquivo/Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro já não apresenta tanta urgência em lançar a Aliança pelo Brasil a tempo de concorrer as eleições municipais deste ano. De acordo com a Folha de S. Paulo, aliados do presidente afirmam que o ex-capitão entendeu que o novo partido só deve ter a quantidade de assinaturas necessárias, 492 mil, por volta de julho. Com esse cenário, Bolsonaro ficará de fora das eleições municipais deste ano.

Sem a possibilidade de concorrer com candidatos da própria legenda, Bolsonaro tem afirmado que rejeita a ideia de apoiar políticos de outros partidos. O medo do presidente é que qualquer apoio a um candidato que não vingue nas eleições pode prejudicar seu governo, assim como em uma eventual tentativa de reeleição em 2022.

“As vezes você  elege um cara em uma capital aí, se o cara fizer besteira, você vai apanhar na campanha de 2022 todinha”, disse Bolsonaro em dezembro, quando recebeu jornalistas no Palácio do Alvorada.

Além disso, apoiar um candidato que não seja da Aliança colocaria Bolsonaro em colisão com demais siglas daquela disputa, o que prejudicaria ainda mais a imagem já fragilizada do presidente no Congresso.

Com informação da Revista Forum

PEDRO CARDOSO SOBRE A REAL VOCAÇÃO DE WEINTRAUB COMO MINISTRO: “DISSEMINAR A PARANOIA ANTI-ESQUERDA”


Pedro Cardoso e Abraham Weintraub. Foto: Reprodução/YouTube/Wikimedia Commons

Do Instagram do ator Pedro Cardoso, ex-Globo:

Bom dia.

Compartilho minha perplexidade: se perguntarmos aos quase 50 milhões de eleitores de Messias sobre as soluções para o Brasil, certamente muitos responderão: EDUCAÇÃO. E não só eles; educação é uma unanimidade. Eu me pergunto se esses eleitores estão satisfeitos com o comando de Vontraube.

A única atuação de Vontraube é disseminar a paranóia anti-esquerda, reafirmando as falsidades nas quais se sustenta: sexualização de crianças, ideologização das escolas etc. Agora, Paulo Pinochet vem sugerir em Davos que o desgoverno investirá fortunas em escolas privadas através de voucher educacionais – uma ideia liberal clássica que, em uma administração honesta, mereceria ser considerada; mas não é o caso da atual.

Apesar do evidente projeto nazifascista para a deseducação do povo, muitos entre os bolsonaristas talvez ainda creiam q a educação está sendo cuidada. E essa é a minha perplexidade. É muito difícil defender o óbvio. Percebo que nós, as pessoas honestas, não estamos chegando onde o nazifascismo está sendo cultivado.

A igreja de Macedo oferece assistência espiritual para policiais militares, ouvi dizer. Quer com isso, certamente, angariar soldados armados para seu projeto de poder. E nós insistimos em apenas acusar a polícia de ser violenta. E ela é. Mas, ao nos antagonizarmos com os policiais sem lhes oferecermos um mundo melhor, terminamos por perder a atenção deles. Falta-nos, na minha opinião, projetos objetivos para o Brasil. Nosso discurso de resistência e denuncia é fundamental mas não pode monopolizar a nossa ação.

Precisamos dizer qual é o Brasil q queremos. O nazifascismo messiânico tem dito com clareza a mentira dele – o que a faz parecer uma verdade; nós temos dito confusamente a nossa verdade – o que a faz parecer uma mentira.

Sugiro texto da colega rosimar_gon sobre a importância de ouvir quando se quer falar. Tratei do mesmo tema em algum momento e reitero a sua importância, como bem diz Rosimar.

A ignorância está no poder. Vence-la é um projeto educacional. Paulo Freire já nos ensinava a ouvir a quem falamos.

Fonte cultura & entretê

 

FLÁVIO DINO PODE SER CANDIDATO A PRESIDENTE EM 2022 APOIADO PELO PT, DIZ PRESIDENTA DA SIGLA


O PT está interessado e preocupado no momento, é com as eleições municipais que acontecem neste ano de 2020, para então fortalecer nem só o PT, mas sim toda esquerda, para que em 2022 esteja mais fortalecida, talvez com alianças com partidos do centro, para encarar a extrema direita com mais chances de vencer. Provavelmente, segundo a Gleice, com Flávio Dino na cabeça da chapa e, com grandes possibilidades de o Haddad ser seu vice, o que seria, segundo muita gente, uma chapa forte com tudo pra ser vitoriosa.  Resta saber qual seria, caso aconteça isto, a posição do Ciro Gomes. Será que ele vai aderir à ideia ou vai sair candidato, rachando assim a esquerda e favorecendo a vitória à extrema direita, como aconteceu no segundo turno de 2018? 

 Mas, a verdade mesmo, é que muita água vai rolar até 2022 e certamente o PT, sobretudo o Lula, vai querer candidatura própria no Partido dos Trabalhadores que está comemorando 40 anos de existência. Até aqui Café com Leite. 

Fernando Haddad, Flávio Dino e Gleisi Hoffmann
Fernando Haddad, Flávio Dino e Gleisi Hoffmann (Foto: Alessandro Dantas | Lula Marques | Reuters)

De acordo a matéria que foi publicada no site 247, a Esquerda começa a se movimentar em torno de um nome que traga a vitória em 2022. Depois das movimentações do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), em favor da frente ampla incluindo setores do centro e até da direita, a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, disse que seu partido poderá apoiar o comunista como cabeça de chapa na eleição presidencial de 2022.

Às vésperas de completar 40 anos de existência, que serão comemorados em fevereiro com um ato político e um festival no Rio e Janeiro, o Partido dos Trabalhadores pode fazer uma importante flexão em sua tática política e eleitoral;.

A deputada Gleisi Hoffmann, presidente da sigla, disse que o PT trabalha com a reedição da candidatura presidencial do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, mas vê o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), como uma alternativa.

Veja alguns cometários que foram publicados no 247.

Denize Lial

eu concordo que ele seja cabeça de chapa e o Haddad vice, aí sim, agora colocar “Huck Globo” na chapa, aí é apunhalar o país. E o Lula, claro será o primeiro-ministro (casa civil ou Chanceler com o brilhante Celso amorim no segundo posto das Relações Exteriores. Nossa! só de pensar nisso, já sinto que valeu nossas lágrimas. Aos 56 anos (até lá) se Deus permitir, estarei nas ruas como nunca, nem quando tinha 18 anos, em 1983, nas greves e manifestações em São Paulo.

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Eu também acho que essa composição tem grandes méritos. O Flávio Dino vem de destacando na política nacional, o Hadad já deu mostras do seu potencial e, ainda, contaria com o apoio político de Lula. Sem dúvidas é uma chapa muito forte.

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Eu tambem quero ver um governo progressista reerguer nosso país

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Vamos mostrar ao judiciário que não adianta continuar perseguindo o Lula, ganharemos a eleição em 2002 contra o judiciário. A esquerda voltará mais forte.

  • Jones 

    Que EXCELENTE noticia para começar uma segunda feira! Seria uma chapa avassaladora. Teria meu voto e de muito Cirista. Eu não escondo de ninguém aqui que gosto do Ciro. Dino na cabeça de chapa e Haddad vice. Nota 10! Teria meu voto com certeza.

  • Finalmente uma decisão sensata. É preciso urgentemente começar a articular a candidatura de Flávio Dino. Ele tem formação sólida. É de esquerda. Tem formação ideológica. Tem formação sólida em direito. É um homem do povo. Sou petista e apoio Flávio Dino. A gente sabe que o Lula não poderá ser candidato em 2022.

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    Lula não abre mão do PT lançar candidato a prefeito nas capitais, vai entregar a cabeça de chapa? Conta outra.
    O PC do B sempre ameaça sair com candidatura própria para garantir a vice.
    Não tem estofo nem partido para cabeça de chapa.
    E picolé de chuchu por picolé de chuchu prefiro o Hadad.

Rapaz faz aniversário diferente e convidados doam sangue de presente


Kaisson doando sangue - Foto: Reprodução Rede Amazônica

Um rapaz do Acre teve uma ideia incrível para comemorar seus 22 anos de vida. Kaisson Moreira fez a festa de aniversário neste sábado, 25, no Homocentro de Rio Branco, o Hemoacre.

O presente pedido aos convidados foi a doação de sangue [para desconhecidos], ou de roupas para um bazar, no caso de quem não podem doar.

O aniversário ‘solidário’, com direito a bolo personalizado, teve a participação de pelo menos 30 pessoas, que se dividiram entre a doação de sangue e entrega de roupas.

“Nesse ano, decidi fazer uma coisa diferente, queria algo solidário, só não sabia o quê. Mas que não fosse algo material para mim. Minha amiga me deu a ideia de fazer aqui no Hemoacre, juntar os amigos e a família e vir para cá e fazer essa doação de sangue e de roupas para quem não pode doar”, contou ao
G1.

Os convidados gostaram da novidade.

“Todo mundo gostou porque é algo que nunca ninguém fez, acho que foi a primeira vez e todos gostaram bastante”, contou.

O jovem disse que já tinha doado sangue algumas vezes, e que agora vai se tornar um doador ativo.

A recepcionista Lais Brysa, de 20 anos, namorada de Kaisson Moreira, disse que foi emocionante quando ele contou sobre a ideia.

“A gente já sabe que ele tem um coração imenso. Ajudar pessoas que nem conhecemos é gratificante e emocionante, poder pensar que o nosso sangue pode salvar bastante vidas. A gente dá o primeiro passo para dar a ideia a outras pessoas”, disse.

Bolsas

Só no período da manhã foram coletadas 30 bolsas de sangue, sendo que cada uma delas pode salvar até quatro pessoas adultas e 10 crianças, informou a gerente geral do Hemoacre, Josiane Amorin.

“É um dia mais do que feliz. É inédito. Como gerente, tenho um ano aqui, mas, como funcionária são 14 anos e nunca aconteceu, acredito que nem em toda história, nos 30 anos de Hemoacre, uma ação como essa. A gente aproveitou para pedir que as pessoas tomem como exemplo esse ato de invés de comemorar em casa, trazer a festa para cá”, disse.

Hemoacre lotado - Foto: Kaisson Moreira/Arquivo Pessoal

Hemoacre lotado – Foto: Kaisson Moreira/Arquivo Pessoal

Com informações do G1