Livro de Lula é finalista do Prêmio Jabuti


“A verdade vencerá” pode fazer de Lula o primeiro ex-presidente com o Prêmio Jabuti na estante

Foto: Reprodução

A 61ª edição do prêmio Jabuti divulgou a lista dos dez livros indicados para cada uma das 19 categorias da principal premiação da literatura brasileira. Entre os finalistas está “A verdade vencerá”, de autoria do ex-presidente Lula e publicado pela Boitempo e El Viejo Topo. Com a indicação, Lula se junta a FHC entre os ex-presidentes indicados ao prêmio.

Na publicação, o ex-presidente concede uma longa entrevista, de mais de 100 páginas, à editora da Boitempo, Ivana Jinkins, e aos jornalistas Gilberto Maringoni, Maria Ines Nassif e Juca Kfouri. Além da conversa, há textos de Luis Fernando Veríssimo, Luis Felipe Miguel, Eric Nepomuceno, Rafael Valim e Camilo Vannuchi.

“A verdade vencerá” foi lançado no Brasil em março de 2018, pouco antes do TRF-4 expedir mandato de prisão ao ex-presidente, e chegou a constar entre os mais vendidos. Foram horas de conversa aberta e sem temas proibidos, divididas em três rodadas, que aconteceram no Instituto Lula, em São Paulo, nos dias 7, 15 e 28 de fevereiro.  Entre os principais temas discutidos, está a análise inédita do ex-presidente sobre os bastidores políticos dos últimos anos e o que levou o Partido dos Trabalhadores a perder o poder após a reeleição de Dilma Rousseff. Lula também fala sobre as eleições de 2018 e suas perspectivas e esperanças para o País.

O livro concorre na categoria “Inovação – Livro Brasileiro Publicado no Exterior” ao lado de obras como “Brasil: Uma biografia”, de Lilia Schwarcz e Heloisa Murgel Starling, e “A resistência”, de Julián Fuks. Se vencer, Lula será o primeiro ex-presidente brasileiro a levar a premiação.

Com informação da Fórum.

 

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Representante dos Vanzeiros, Téo da Van, não tem dado trégua em conquistar mais um benefício para categoria


Téo da Van em uma das audiências públicas no interior da Bahia

O fundador da Cooperativa Coopertai Expedito  Caetano, mas que é conhecido em todo nordeste como Téo da van, tem participado de muitas audiências públicas para que fortaleça tanto a categoria quanto os órgãos que são ligados direto e indiretamente ao governo estadual e a AGERBA, para que haja uma licença definitiva para as vans e ônibus, os chamados alternativos, possam circular também no Estado da Bahia.

Téo da Van com o deputado Luciano Simões Filho que é mais um que está na empreitada

O representante esteve em 12 audiências nas cidades de Brumado, Lajedo do Tabocal, Serrinha, Ipiaú, Irecê, Malhada de Pedras, Itambé, Iguaí, Vitória da Conquistas, Tremendal, Ibirapitanga, Seabra e Itajuípe. Em todas essas cidades a receptividade tanto da população quantos dos representantes, que são vereadores e prefeitos, inclusive o representante apresentava cartas dos prefeitos reconhecendo que o trabalho que a categoria apresenta é de cunho social e de muita utilidade para a população.

Em todas as reuniões o Téo estava acompanhado de políticos que estão interessados em ajudar  resolver esse impasse para que a categoria conquiste mais essa vitória, que será para o bem de muita gente, que vai da geração de empregos ao benefício da população. A mais recente reunião foi em Salvador, na presença de muitos políticos, inclusive boa parte dos deputados e a diretoria da Agerba.

Deputado Zé Cocá, que tem muita credibilidade junto ao governo estadual, entrou pra somar

Téo da Van lembrou que nas gestões de Luíza Herondina e Marta Suplicy, em 99,  em São Paulo, muitos diziam que se regularizassem as cooperativas as empresas de transportes iam quebrar, mas aconteceu ao contrário, foram regularizadas onze cooperativas e as empresas não quebraram, pelo contrário, expandiram e hoje São Paulo tem o transporte mais organizado do Brasil, foi o que comentou o representante da Coopertai aqui no nordeste, reafirmando que a luta é para regularizar também na Bahia, como aconteceu em São Paulo.

A verdade é que a cada dia que passa, como vem dizendo o Téo,  o apoio tem crescido, isso pelo reconhecimento das autoridades, de que é preciso que seja regularizado o transporte alternativo na Bahia, para ser melhor pra muita gente. O que se espera é que o Governador Rui Costa enxergue no transporte alternativo, algo que vai crescer muito  como aconteceu em São Paulo e outros estados do Brasil.

Veja em vídeo o que Téo falou pra uma grande platéia, inclusive representantes políticos e diretoria da Agerba.

Posted by Walter Sales on Thursday, October 3, 2019

Aviões passam próximos a prédios e assustam moradores locais; veja vídeos


Cargueiro e caça da Força Aérea encheram as varandas dos edifícios

Moradores de prédios em Brisbane (Austrália) correram assustados para varandas ao ouvir um forte barulho do lado de fora. Na verdade, eram dois aviões – um cargueiro C-17A Globemaster e um caça F/A-18F Super Hornet – da Real Força Aérea do país passando perto dos prédios.

Foto: Reprodução/Facebook
Foto: Reprodução/Facebook

As aeronaves estavam participando do encerramento de um festival aéreo, no último sábado (28/9). Antes do voo mais arriscado, os pilotos treinaram exaustivamente em simuladores, contou o “Courier Mail”.

O objetivo era demonstrar a destreza de pilotos em situações extremas.

Alguns críticos da exibição citaram a trágica lembrança dos ataques de 11 de setembro de 2001 contra os EUA.

Assista:

Filho de apresentador da Globo tentou se matar, acusa o pai de abusos e pede socorro


“Depois de sofrer muitos abusos, decidi expor e me manifestar. Tenho depressão há 5 anos. Em 2017 tentei o suicídio e precisei ser internado. Na ocasião, a única ação dele foi me dar uma bronca e dizer que sou um ingrato por fazer isso […]”

Alex Escobar e o filho
Alex Escobar e o filho

“O meu pai é o apresentador do Globo Esporte, Alex Escobar, e depois de sofrer muitos abusos da parte dele, eu decidi expor e me manifestar. Eu tenho depressão há 5 anos. Desde que ele descobriu que eu era gay e passou três meses sem falar comigo. Depois disso as coisas só foram piorando mais. Em dezembro de 2017 eu tive uma tentativa de suicídio onde eu tomei uma grande quantidade de remédios e fiquei internado. Nesta ocasião, a única ação dele foi me dar uma bronca e dizer que sou um ingrato por fazer isso.”

O depoimento foi publicado nas redes sociais nesta terça-feira (1) e de autoria de Pedro Escobar, de 19 anos. O jovem é filho de Alex Escobar, apresentador do programa Globo Esporte.

Pedro alega que o pai despreza a sua depressão, inclusive nos momentos mais críticos, quando tentou se matar. “Estou a beira de cometer suicídio e ele continua tratando tudo isso como ‘mimimi’. Esse homem é um monstro. Parem de dar palanque para um homem que trata a saúde mental do próprio filho como ‘mimimi’”.

No desabafo, o jovem disse ainda que o pai “nunca paga a pensão” que deveria pagar. “O salário dele é de R$ 80 mil e, fazendo os cálculos, deveria dar R$5.300 (por dividir com minha irmã) por mês, até os 24 anos ou enquanto eu continuar estudando. Porém, no começo desse ano ele me mandou um áudio se recusando a me oferecer qualquer tipo de estudo”.

O jovem acrescentou: “Eu não tenho renda para entrar com uma ação judicial contra ele e ir atrás dos meus direitos, por isso venho aqui pedir socorro aos meios de comunicação”. Pedro também disse que já foi agredido pela irmã.

Outro lado

Após a repercussão do desabafo do filho, Alex Escobar se pronunciou. “Como me defender de uma coisa que eu não sou? Estou sendo injustiçado. E é a minha palavra contra a dele, infelizmente. Pergunta para as pessoas que me conhecem. Essas pessoas podem dizer melhor do que eu, e podem ter até mais credibilidade, já que estamos falando um contra o outro. Ele toca em temas sensíveis ali, realmente, mas são totalmente mentirosos. Eu tenho a minha consciência muito limpa de que não sou o que ele descreve, de que não fiz o que ele descreve, e a minha família e os meus amigos podem falar por mim. Estamos todos muito tristes. É muito injusto”.

Depois do pai, a outra filha de Alex Escobar também decidiu se manifestar. Mariana Escobar disse que seu irmão é um sociopata diagnosticado e pode estar passando por uma crise.

“Ele é um sociopata diagnosticado. Meu pai tenta ser com ele o que ele é comigo. Mas é muito complicado. Meu pai paga o aluguel dele, a mesada, e custeia os estudos. Mas ele largou o ensino médio. Ele teve problemas com a minha mãe, quis se mudar da casa da minha mãe, e a primeira coisa que meu pai fez foi procurar um apartamento pra ele morar. Ele escolheu morar em Niterói pra ficar bem longe da gente. Ele sai direto, faz o que quer com o dinheiro que meu pai dá pra ele. Então é injusto ele dizer que não tem respaldo algum. Recentemente, meu pai arranjou até um emprego para ele”, declarou Mariana.

 

Racismo e assédio no Club Med: “Queria que a escravidão voltasse. Você ia ter que fazer sexo comigo”


“Ainda fazia gestos como se estivesse me chicoteando, fazendo sexo comigo”, denunciou Eunice

Foto: Arquivo Pessoal

A agente de viagens Eunice Cides de Oliveira, 30, acusou de assédio sexual e racismo o colega de trabalho, Sérgio Simões. O caso teria acontecido no escritório do Club Med, onde os dois trabalhavam, em Botafogo (zona sul carioca), em 10 de setembro.

“Eu estava na copa, conversando com as meninas. Esse funcionário pegou no meu braço, chegou dizendo que queria que a escravidão voltasse, que eu teria que fazer sexo com ele, repetindo o tempo todo que eu deveria fazer o que ele quisesse, como se fosse a coisa mais normal do mundo”, Eunice afirma à Folha. “Ainda fazia gestos como se estivesse me chicoteando, fazendo sexo comigo.”

“Na hora”, conta ela, “só consegui dizer algo do tipo ‘sério que você vai falar isso mesmo?’. Ele continuava rindo, como se fosse brincadeira”.

Eunice afirma que o supervisor para quem relatou tudo não só fez pouco caso a princípio como antes da demissão do funcionário enviou mensagens pelo WhatsApp por engano a xingando. Seu advogado encaminhou à reportagem prints da conversa. Após mensagens de áudio, o superior diz: “Filha da puta!! Chata pra caralho!!!!”.

O advogado dela, Bruno Cândido, diz que registrou uma ocorrência por injúria racial no Decradi (Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância) contra o suposto assediador racista, Sérgio Simões, e contra o coordenador por injúria simples, crime com menor potencial ofensivo.

Veja também:  “Chega de perseguir os negros e pobres”, gritou Elza Soares no Rock in Rio depois de citar Ágatha e Marielle

Por meio de sua assessoria de imprensa, o Club Med diz que demitiu o funcionário acusado de agressão sexual e injúria racial e afirma que repudia “de forma veemente o racismo, bem como qualquer ato de razão discriminatória, seja com base em gênero, raça, credo ou qualquer outra natureza”.

Fonte Fórum.

Qual é o limite das minhas capacidades intelectuais?


A resposta deve começar por explicar que existem três fatores que estabelecem as limitações: a genética, o treinamento e o ambiente

Visitantes da 25° Bienal do Livro de São Paulo, em de julho.
Visitantes da 25° Bienal do Livro de São Paulo, em  julho. FERNANDO BIZERRA JR. EFE

Eis a grande pergunta. Mas, para respondê-la, precisamos definir a que nos referimos quando falamos de capacidade intelectual. Seria a capacidade de cada pessoa tomar decisões, pensar e aprender tanto uma atividade motora como um conceito. Uma vez clara esta questão, a resposta sobre o limite da capacidade intelectual, sua ou de qualquer um, deve começar por dizer que há três fatores que estabelecem esses limites.

O primeiro seria a capacidade intelectual dada por sua genética, pelo genoma que você herdou de seus antepassados. Essa carga genética é diferente em cada pessoa. Depois haveria uma segunda parte que é o treinamento, o exercício da capacidade intelectual. E o terceiro é o ambiente onde a pessoa vive e que pode lhe permitir ou não desenvolver mais ou menos tanto sua capacidade inata como o treinamento e a educação. Ou seja, você pode ter uma enorme capacidade para aprender chinês, mas se jamais em sua vida for exposta a essa língua, não a aprenderá.

Uma vez que temos claro que esses são os três limites, é preciso explicar também que a combinação deles é o que tornará sua capacidade intelectual maior ou menor. Por exemplo, pode haver alguém com não muita capacidade inata, mas que esteja decidida a ampliar muito seu horizonte intelectual – o que ela deve fazer é muito treinamento. Talvez essa seja a chave que explica por que todos os esportistas, músicos ou qualquer um que seja muito bom numa determinada tarefa é tão bom assim porque treina muito, além de ter de saída uma grande capacidade inata, pois só tendo predisposição não conseguiriam. Mas também é preciso deixar claro que o desenvolvimento de algumas capacidades só com treinamento às vezes é complicado e não permitir alcançar um grau de excelência enorme, embora sim melhorar muitíssimo. Também é muito importante considerar o ambiente – certeza que lhe ocorrem nomes de pessoas que se destacam em alguns aspectos simplesmente porque estão em um ambiente muito propício.

Sim existe um limite à capacidade intelectual porque geneticamente o temos

Há outro aspecto relacionado com a inteligência que é fundamental na hora de avaliar a capacidade de uma pessoa: a tomada de decisões. Isto quer dizer que também falamos de inteligência ou capacidade intelectual naquela vertente em que uma pessoa tomaria uma determinada decisão entre todas as que possa tomar. Aqui não estaríamos melhorando uma habilidade, mas sim falando de uma pessoa inteligente no sentido de que toma a melhor decisão. Podemos ver pessoas quase iletradas, como alguém que cuida um rebanho e que toma muito boas decisões com relação a conseguir que este rebanho siga adiante – isto seria um comportamento claramente inteligente, embora essa pessoa provavelmente obtivesse maus resultados em uma prova que medisse outro tipo de capacidade intelectual.

Assim resumindo, existe de fato um limite para a capacidade intelectual, porque geneticamente o temos. Por exemplo, você poderia chegar a falar muito bem um idioma porque foi exposta a ele e treinou muitíssimo, mas ser incapaz de alcançar o nível fonético dos que são nativos do lugar, ou inclusive do ponto de vista motor há movimentos que alguém poderia não conseguir fazer. Também é preciso ter claro que se uma pessoa trabalhar duro pode reduzir, e até muito, essas limitações. Durante muito tempo parecia que com a educação era possível conseguir tudo, e isso não é totalmente verdade. Concluindo, há limites, mas também há uma grande variabilidade, e se as pessoas trabalharem e não houver uma doença ou uma lesão, pode-se chegar a conseguir muitíssimo.

Fonte El País

 

Homem que explodiu carro da ex-namorada expõe outra face do feminicídio


 Crime expõe outras faces do feminicídio

feminicídio Luciene Ferreira Sena
Ex-namorado explodiu carro de Luciene Ferreira Sena. Os dois morreram

 

 

Elisangelo Marconis Francisco dos Santos, de 41 anos, morreu na tarde do último domingo (29) em Pirassununga (SP) após atear fogo no carro em que estava com a ex-namorada. Segundo a Polícia Civil, o homem não aceitava o fim do relacionamento.

Luciene Ferreira Sena, de 39 anos, passou um dia internada em estado grave, com 80% do corpo queimado. A técnica em enfermagem não resistiu aos ferimentos e sua morte foi confirmada às 23h15 de domingo.

O crime aconteceu por volta de 7h15, logo após a mulher sair de um plantão na Santa Casa, onde trabalhava. O homem entrou no veículo de Luciene e o incendiou com um líquido inflamável e fogos de artifício.

O carro ficou desgovernado e parou quando bateu atrás de outro estacionado. Segundos antes, o homem saiu do carro com o corpo em chamas e se jogou no asfalto e na grama do canteiro central na tentativa de apagar o fogo.

A mulher continuou no carro e moradores tentaram ajudá-la com extintores. Segundo o boletim de ocorrência, uma faca foi usada para cortar o cinto de segurança.

O carro que estava na frente foi retirado e o que estava em chamas continuou descendo a rua. Um PM chegou, abriu as portas e o fogo ganhou ainda mais força.

Depois de algumas tentativas, a mulher foi retirada pelo policial. Os bombeiros conseguiram controlar as chamas minutos depois. Uma garrafa plástica com líquido inflamável, um isqueiro e um rojão foram apreendidos pela polícia.

Parentes e amigos da mulher disseram que o relacionamento do casal era instável e cheio de brigas. Ela queria se separar do homem, mas ele a perseguia.

Feminicídio em público

Autora do livro “Feminicídio: Tipificação, Poder e Discurso”, a advogada Renata Bravo afirma que o feminicídio em público chama a atenção não apenas pelo feminicídio em si, mas também por expor outras faces desse tipo de crime: a motivação em exibir a violência para a sociedade.

Embora a maioria dos ataques ainda ocorra dentro de casa, Renata afirma que o assassinato de mulheres em público está aumentando a cada dia. “Os agressores se sentem autorizados a irem para a rua agredir as companheiras para passar a mensagem de poder”, afirma.

“Eles querem mostrar à sociedade que o poder é deles. Muitos usam o argumento de que a violência foi um castigo ou uma vingança contra a mulher, pois ela saiu da posição de subordinada”, observa.

No livro, Renata analisou processos criminais de feminicídios ocorridos em Vitória (ES) a partir de estudos sobre relações de poder entre os gêneros.

A especialista em violência contra a mulher cita o feminicídio em Pirassununga (SP) como um caso premeditado. “Uma discussão em casa até pode se entender como impulso. Mas, quando o agressor pega uma arma de fogo ou uma substância inflamável, como o que aconteceu em Pirassununga, a pessoa teve tempo para chegar até o local e pensar. E, mesmo assim, cometeu o ataque”, argumenta.

Por fim, o feminicídio em público é uma espécie de recado para todas as mulheres. É como se o agressor dissesse: ‘Estão vendo o que acontece com mulheres desobedientes e que terminam o relacionamento?’.

Polícia do Rio prende mulher de acusado de matar Marielle


A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu na manhã desta quinta-feira (3) três pessoas em uma operação relacionada à morte da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes, em março de 2018. Entre elas está Elaine de Figueiredo Lessa, mulher do sargento reformado da PM Ronnie Lessa, acusado de ser um dos autores do crime. Também foram presos Márcio Montavano, o “Márcio Gordo” e Josinaldo Freitas, o “Di Jaca”, que são suspeitos de ajudar a ocultar provas.

De acordo com a Polícia Civil, os envolvidos teriam ocultado armas usadas pelo grupo de Ronnie, entre elas a submetralhadora HK MP5, que teria sido usada para matar Marielle e Anderson.

A suspeita é a de que o assassinato da parlamentar tenha ligação com o crime organizado. Marielle era ativista de direitos humanos e vinha denunciando a truculência policial que ocorria nas favelas, bem como a atuação de milícias.

Os criminosos perseguiram o carro dela por cerca de três quilômetros e efetuaram os disparos em um lugar sem câmeras no centro do Rio.

Um quarto mandado de prisão ainda está sendo cumprido contra o irmão de Elaine, Bruno Figueiredo. Ronnie Lessa também é alvo de mandado, mas ele já está preso.

Os detidos são acusados de obstrução judicial, porte de arma e associação criminosa. A operação, chamada de “Submersus”, ainda cumpre 20 mandados de busca e apreensão.

Ronnie Lessa está preso na penitenciária federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte. Ele morava no mesmo condomínio de Jair Bolsonaro, no Rio.

Além dele, o ex-policial Élcio Queiroz, que foi expulso da Polícia Militar, também está preso sob a acusação de ter matado Marielle e seu motorista. Queiroz havia postado no Facebook uma foto ao lado de Bolsonaro. Na foto, o rosto de Bolsonaro está cortado.

Com informação do 247.

 

Bolsonaro faz terrorismo e diz que Brasil quebra em dois anos se não aprovar Previdência


“É necessária [a reforma]. Se não fizer, quebra o Brasil em dois anos. Lamento, tem que aprovar, não tinha como”, disse Bolsonaro ao sair do Palácio do Planalto nesta manhã.

(Foto: ADRIANO MACHADO – REUTERS)

Sputinik – O presidente Jair Bolsonaro declarou nesta quarta-feira (2) que a aprovação da reforma da Previdência é necessária e que o governo “não tem plano B”.

Senado Federal aprovou na última terça-feira o texto-base da Reforma da Previdência, por 56 votos a favor e 19 contrários. Os senadores ainda irão analisar ao menos 10 destaques sugeridos na Casa em extraordinária nesta quarta-feira.

De acordo com o presidente Jair Bolsonaro, a aprovação da reforma mostra que o país está fazendo o “seu dever de casa”.

“É necessária [a reforma]. Se não fizer, quebra o Brasil em dois anos. Lamento, tem que aprovar, não tinha como”, disse Bolsonaro ao sair do Palácio do Planalto nesta manhã.

“É uma maneira que nós temos de dar um sinal de que estamos fazendo o dever de casa. Não tem plano B nem para mim nem para ninguém que estivesse em meu lugar”, acrescentou o presidente.

Bolsonaro também afirmou que gostaria de não “mexer em muita coisa” das regras previdenciárias, mas reforçou a necessidade da reforma.

“Outros governos tentaram fazer e não conseguiram. Gostaria de não ter que mexer em muita coisa, mas, senão mexer, igual de vez em quando tem que dar uma dura no moleque em casa, mesmo dando dura, às vezes, sai coisa errada na frente”, completou.

Fonte 247,

Ex-globais criam programa para criticar JN


Jornalistas farão comentários diários sobre o telejornal

Reprodução/Jornal Nacional

Apresentado por Chico Malfitan e com participação de Alberto Villas, ex-editor do Jornal da Globo, e Alcides Moreno, entrou no ar nesta terça-feira (1) pelo Nocaute, do escritor Fernando Morais, o programa O Outro Lado do JN. O objetivo do conteúdo veiculado pelo Youtube é mostrar a parcialidade do telejornal da Rede Globo em temas importantes do país.

Nessa primeira edição o programa tocou em quatro assuntos veiculados em matérias do JN desta terça-feira. A tragédia de Brumadinho, o pedido de relaxamento da pena do ex-presidente Lula, a liberação de verba pelo Ministério da Educação e o processo de impeachment de Donald Trump foram analisados pelo jornalistas.

O Outro Lado do Jornal Nacional entrará no ar sempre após o término da atração da Globo.

Na verdade, o que muita gente que pensa e que tem lógica na cabeça já sabe há muitos anos, é que o Jornal Nacional, considerado o grande jornal televisivo, foi um aliado dos EUA, na questão prender o Lula, com um único objetivo, não ser presidente da república, e, pasmem, pelo fato dele ter enxergado o povo pobre como um ser humano como outro qualquer e ter colocado tal classe no orçamento da união. Ou seja: passaram a ser consumidores, o que fez naturalmente os supermercados pequenos, bem como outro segmento de negócios, virarem gigantes. Os EUA não querem isso e a Globo foi a parceira, juntamente com o Moro, para prender um ex-presidente que saiu do segundo mandato com 87% de aprovação, mas, com o poder gigante  da emissora Globo, foi plantado de forma criminosa uma coisa chamada ódio nos corações de boa parte dos brasileiros, que terminou acreditando. A gora a corda começa a quebrar do lado que supostamente era mais forte, mas que na verdade é mais fraca, pois a mentira sempre é mais fraca que a verdade.

Agora, para não darem o braço a torcer, estão colocando dentro de uma bandeja a semi liberdade de Lula, mas ele, o Lula, já avisou que “ou liberdade plena ou me deixem aqui”.

Agora os jornalistas demitidos da gigante Globo, que começa desmoronar, estão abrindo a boca.

Fonte Forum, mas os dois últimos parágrafos foram do Café com Leite.

Maracás, Planaltino e Jaguaquara tiveram academias fechadas por fiscais


De acordo a matéria  do portal Mídia Bahia, 12 academias das cidades de de Jaguaquara, Maracás e Planaltino foram fechadas após operação de fiscalização feita em conjunto entre o Conselho Regional de Educação Física da Bahia (CREF13/BA), a Vigilância Sanitária e o Núcleo Regional de Saúde, no período de 23 a 27 de setembro. A  fiscalização ainda flagrou quatro pessoas em exercício ilegal da profissão.

De acordo com o CREF13 os principais problemas identificados pelos agentes foram a ausência de supervisão de um Profissional de Educação Física nos estabelecimentos esportivos, a falta de registro das academias no CREF, além de estagiários sem contrato e profissionais em desvio de área.

Jaguaquara foi a cidade com o maior número de estabelecimentos fechados com um total de seis academias e um estabelecimento de Cross Training. Foram alvo da operação a Universitária Gold, Star Fitness,  Sport Fitness, Strondow, Cross Movie, Top Fitness e Sol Fit. Ainda em Jaguaquara, quatro profissionais foram flagrados em desvio de área.

Em Planaltino duas academias foram interditadas, a Espaço Fitness e outra que o nome não foi divulgado, e uma pessoa foi flagrada no exercício ilegal da profissão.

Na cidade de Maracás os estabelecimentos fechados foram três: Menina Mulher, Saúde Fitness e Academia de musculação MM. Na cidade três pessoas foram identificadas no exercício ilegal da profissão.

O Conselho Regional de Educação Física da Bahia informou  que as academias devem ter ao menos um profissional formado em Educação Física e apto para a função.

Fonte Mídia Bahia.

Livro de Janot pode anular ‘processo do triplex’ desde a origem. Leia o trecho-chave


Reportagem do jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, destaca um trecho importantíssimo do livro do ex-PGR, que traz conversas dos procuradores Deltan Dallagnoll e Januário Paludo de setembro de 2016, quando foram procurar Rodrigo Janot para tentar forçá-lo a antecipar denúncia por organização criminosa contra o PT, a fim de sustentar a denúncia contra o ex-presidente Lula.

Por Fernando Brito, do Tijolaço – O livro do ex-procurador geral da República Rodrigo Janot, escrito através de depoimentos aos jornalistas Jailton de Carvalho e Guilherme Evelin, que já circula em pdf pela internet tem material suficiente para anular, desde o início, a ação penal que resultou na condenação de Lula no processo do triplex que lhe foi “atribuído” no Guarujá.

Desde o início, mesmo, porque a denúncia por corrupção passiva e lavagem de dinheiro não tinha sustentação, nas palavras dos procuradores Deltan Dallagnoll e Januário Paludo em setembro de 2016, quando foram procurar o ex-PGR para dar-lhe uma “chave de galão” e forçarem-no a antecipar a denúncia por organização criminosa contra o PT.

Leia como é clara a narrativa de Janot:

“Precisamos que você [Janot] inverta a ordem das denúncias e coloque a do PT primeiro”, disse Dallagnol, logo no início da reunião.(…)

“Não, eu não vou inverter. Vou seguir o meu critério. A que estiver mais evoluída vai na frente. Não tem razão para eu mudar essa ordem. Por que eu deveria fazer isso?”, respondi.

Paludo disse, então, que eu teria que denunciar o PT e Lula logo, porque, se não fosse assim, a denúncia apresentada por eles contra o ex-presidente por corrupção passiva e lavagem de dinheiro ficaria descoberta. Pela lei, a acusação por lavagem depende de um crime antecedente, no caso, organização criminosa. Ou seja, eu teria que acusar o ex-presidente e outros políticos do PT com foro no Supremo Tribunal Federal em Brasília para dar lastro à denúncia apresentada por eles ao juiz Sergio Moro em Curitiba. Isso era o que daria a base jurídica para o crime de lavagem imputado a Lula.

“Sem a sua denúncia, a gente perde o crime por lavagem”, disse o procurador.(…)

O problema era delicado. Na fase inicial das investigações sobre Lula e o triplex, eu pedira ao ministro Teori Zavascki o compartilhamento dos documentos obtidos no nosso inquérito sobre organização criminosa relacionada ao PT com a força-tarefa. Eles haviam me pedido para ter acesso ao material e eu prontamente atendera. Na decisão, o ministro deixara bem claro que eles poderiam usar os documentos, mas não poderiam tratar de organização criminosa, porque o caso já era alvo de um inquérito no STF, o qual tinha como relator o próprio Teori Zavascki e cujas investigações eram conduzidas por mim.

Ora, e o que Dallagnol fez? Sem qualquer consulta prévia a mim ou à minha equipe, acusou Lula de lavar dinheiro desviado de uma organização criminosa por ele chefiada. Lula era o “grande general” , o “comandante máximo da organização criminosa”, como o procurador dizia na entrevista coletiva convocada para explicar, diante de um PowerPoint, a denúncia contra o ex-presidente. No PowerPoint, tudo convergia para Lula, que seria chefe de uma organização criminosa formada por deputados, senadores e outros políticos com foro no STF.

“Se você não fizer a denúncia, a gente perde a lavagem”, reforçou Dallagnol, logo depois da fala de Paludo.

“Eu não vou fazer isso!”, repeti.

Resumindo: foram usadas para sustentar a denúncia indícios cuja utilização estava proibida por um ministro do STF, o que era absolutamente sabido pelo Ministério Público.

É por isso que Zavascki, dias depois, em sessão da 2a. Turma do STF, disse que havia uma “espetacularização” na denúncia:

“Nós todos tivemos a oportunidade de verificar há poucos dias um espetáculo midiático muito forte de divulgação, se fez lá em Curitiba, não com a participação do juiz, mas do Ministério Público, da Polícia Federal, se deu notícia sobre organização criminosa, colocando o presidente Lula como líder dessa organização criminosa, dando a impressão, sim, de que se estaria investigando essa organização criminosa (em Curitiba)”, comentou o ministro.

Dois meses depois, o ministro morreria.

A nulidade do processo, agora, não cuida da parcialidade do juiz Sergio Moro, mas da inépcia da denúncia, primeiro passo da ação penal.

Nem as provas dependem de diálogos obtidos por “hackers”.

A Lava Jato desmorona rapidamente.