Elimine de sua vida o hábito de reclamar. É a gratidão que vai transformar a sua vida!



A gratidão é uma das mais poderosas ferramentas para elevar a vibração que você pode praticar.

Viver lamentando da vida e reclamando das pessoas e situações a sua volta não vai ajudar em nada.

Quem vive lamentando está gerando uma energia contrária ao sucesso e à felicidade.

Ser grato pode ser uma ferramenta poderosa para transformar a sua vida.

Somos um corpo energético, cada molécula do corpo humano na verdade é uma vibração de energia. O átomo quando muda o seu estado, está absorvendo e emitindo frequências eletromagnéticas. Hoje já se sabe que diferentes estados de emoção, percepção e sentimentos resultam em diferentes frequências eletromagnéticas.

Reclamar da vida e dos outros, causa insatisfação geral e cria um campo magnético na mesma frequência, atraindo pessoas e situações que trazem mais insatisfação e desconforto. Assim trabalha o universo, pois traz em retorno aquilo que emitimos.

Elimine de sua vida o hábito de olhar o lado ruim das pessoas e das situações. É possível que, hoje, você veja seus obstáculos e tenha se tornado um especialista em reclamar e não em agradecer. Por isso, não consegue deixar de falar da crise financeira, das pessoas que o machucam e das frustrações da vida.

Ser grato auxilia a reduzir o estresse, a ansiedade e a depressão. Ameniza as situações adversas, deixando-as mais leves, além de provocar o sentimento de valor ao que se tem, e menos frustração pelo que não tem.

Quando nos concentramos no que nos falta, nós criamos bloqueios e limitações. Ficamos aprisionados pela vibração da nossa energia negativa. Como resultado, nós atraímos o que pensamos, o que neste caso é a negatividade.

Comece a observar as pequenas coisas a sua volta, muitas delas são fundamentais para sua sobrevivência. O ar que você respira, a água, o sol, a chuva, o dia, a noite, etc. Você já agradeceu por isso hoje? Não fique esperando acontecimentos espetaculares para sentir gratidão, seja grato pelas pequenas coisas do seu dia a dia.

A gratidão torna a vida mais alegre, agradável e gloriosa. E ela precisa ser cultivada e expressa, mesmo em situações aparentemente desfavoráveis.

Mesmo que a nossa volta pareçam existir milhares de motivos para reclamações, devemos olhar por outro foco e assim encontrar motivos para ser gratos.

A gratidão é uma das mais poderosas ferramentas para elevar a vibração que você pode praticar. Um exercício fundamental para o seu crescimento é ser grato por pessoas e situações em sua vida que o tiram do sério e o irritam. Descubra por que  irritam tanto. Considere a possibilidade de que eles podem estar agindo como um espelho para mostrar aspectos de si mesmo que precisa mudar.

O que nós precisamos saber é que todos temos potencial, inteligência, energia e capacidade para sermos felizes. Mas precisamos dar os comandos corretos para nossa mente, para que ela possa acionar nossos talentos mais apropriados em cada situação, tornando-nos o mais eficientes, mais plenos, mais inteiros em cada um dos projetos a que nos propusermos realizar.

Um dos principais ingredientes da felicidade é sermos grato por tudo aquilo que temos e pelas pessoas que enriquecem as nossas vidas. 

SOU GRATO!

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Suspeito de golpe milionário tem prisão preventiva decretada na Bahia


Homem mentiu para a família e disse que ficou rico após ganhar na Mega-Sena
 

Suspeito de uma fraude milionária por meio de um esquema de pirâmide financeira, o mineiro Marcel Mafra Bicalho, 35 anos, teve a prisão temporária convertida em preventiva nesta quinta-feira (21). Ele foi preso no dia 1º de agosto, numa pousada de luxo em Arraial d’Ajuda, distrito de Porto Seguro, no extremo sul da Bahia.

De acordo com a Polícia Civil de Montes Claros (MG), outras prisões relacionadas ao caso ocorrerão nos próximos dias. Bicalho, que nega os crimes, é suspeito de organização criminosa, lavagem de dinheiro, estelionato e evasão de divisas.

Ainda segundo a investigação, com as supostas fraudes ele conseguiu construir um patrimônio avaliado em R$ 33 milhões, com itens como casas, carros e dinheiro desviado do esquema. No total, a fraude lesou mais de 6 mil pessoas e causou prejuízos de mais de R$ 1 bilhão.

Um dos delegados envolvidos nas investigações, Alberto Tenório Cavalcante Filho, titular da delegacia de Investigações Especiais de Montes Claros, disse que o mineiro mentiu inclusive na própria família.

“De pessoa humilde, ele passou a milionário em pouco tempo. Enganou também a família, disse que ganhou na Mega-Sena e enviou todo mundo para o exterior. Ele tem mulher e filhos, mas estava sozinho quando foi preso”.

A pousada onde Bicalho foi preso estava desativada. O imóvel, localizado na região de Vale Verde, mais afastada do litoral, foi alugado há quatro meses por R$ 30 mil, mas as despesas com o esconderijo disfarçado de moradia improvisada passavam dos R$ 100 mil, conforme apuração policial. No local, foram apreendidos dois veículos, uma Land Rover Velar e um Ford Ranger, além de uma pistola 380, um revólver, computadores, celulares e pen drives.

Golpe 
No extremo sul da Bahia, Marcel Bicalho mantinha uma vida discreta e quase não saía da pousada, onde ele mantinha grande aparato tecnológico que o permitia monitorar as transações financeiras. O imóvel, cujo dono é um brasileiro que mora no exterior, era protegido por seguranças armados de uma empresa particular.

Segundo a polícia, há pelo menos três anos Marcel Bicalho atua no mercado financeiro por meio da empresa Mattos Investing, criada em Montes Claros. Antes de vir para a Bahia, ele morava no bairro nobre de Ituruna, não tinha emprego fixo e mantinha um estilo de vida classificado como “caipira”, sem chamar a atenção das autoridades policiais, mesmo já tendo sido preso por brigas de trânsito.

Segundo a polícia, com a Mattos Investing, o mineiro atraía pessoas para que investissem em criptomoedas (bitcoins) e outras atividades financeiras. Na internet, ele dava curso de como seriam os investimentos e prometia lucro inicial de 60% em dois meses, aumentando, depois de 6 meses, para uma margem de 120 a 160% do valor investido. O aporte mínimo era de R$ 1,5 mil.

A estratégia era dar um retorno financeiro nos primeiros dois meses, para manter as pessoas interessadas. Em seguida, quando havia novo investimento, ele sumia com o dinheiro. As aplicações individuais giravam em torno de R$ 80 mil a R$ 100 mil, mas depois dos lucros iniciais eles chegavam a valores entre R$ 400 mil e R$ 500 mil. De acordo com a polícia, apenas um investidor do Ceará, por exemplo, perdeu R$ 7 milhões.

A polícia não soube especificar quantas pessoas fazem parte da suposta quadrilha criminosa, mas garantiu que ela tem atuação em todos os estados do Brasil. Um dos integrantes do grupo era o baiano Leonardo Oliveira da Silva, 32, preso preventivamente no mesmo dia que Marcel Bicalho.

A polícia informou que Leonardo lavava dinheiro e angariava novas vítimas em todo o país. Apenas no Rio de Janeiro, havia um grupo de cerca de 600 pessoas, algumas das quais atuavam também com a lavagem de dinheiro, produção de documento falso, tanto público quanto particular, remessa ilegal de dinheiro para o exterior e na captação de novos investidores.

Alberto Tenório Cavalcante Filho informou que, desde que passou a dar golpe nos investidores, Marcel sempre se mudava de endereço e trocava de aparelho celular. Ele preferiu não informar como a polícia chegou até o suspeito.

“Ele chegou a morar em Belo Horizonte, Salvador, em outra casa em Arraial d’Ajuda. Voltou pra Montes Claros e, depois, foi para Arraial de novo. Há investigações aqui em Montes Claros e em Belo Horizonte contra ele e outros envolvidos”, concluiu o delegado.

Governo debocha mais uma vez da população: “as pessoas podem estar desempregadas, mas têm o que comer”


O ministro da Cidadania Osmar Terra repetiu neste quinta-feira (22) o discurso de Bolsonaro, de que  “as pessoas podem estar desempregadas, mas têm o que comer “. 

“O discurso de redução da pobreza, que é insistente no discurso da esquerda, não tem comprovação fática, nem o discurso de que a fome voltou no governo Bolsonaro. As pessoas podem estar desempregadas, em situação difícil, mas têm o que comer”, afirmou o ministro, em declaração ao jornal Estado de S.Paulo.

No entanto, alguns fatos foram omitidos no discurso de Terra. No período em que o ex-presidente Lula esteve à frente do país – oito anos encerrados em dezembro de 2010 -, houve queda de 50,64% da pobreza no País.

Segundo apontou a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), em 2013,  o Brasil conseguiu reduzir a pobreza extrema – classificada com o número de pessoas que vivem com menos de US$ 1 ao dia – em 75% entre 2001 e 2012.

Já o cenário atual é devastador. Em apenas um ano, o Brasil passou a ter quase 2 milhões de pessoas a mais vivendo em situação de pobreza. A pobreza extrema também cresceu em patamar semelhante. É o que mostra a Síntese de Indicadores Sociais (SIS), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com informação do 247.

Bolsonaro ataca a imprensa e diz que jornal ‘vai fechar’


Crédito: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar a imprensa nesta quinta-feira, 22, e afirmou que o jornal Valor Econômico “vai fechar”. O motivo, segundo o presidente, é o fim da obrigatoriedade de empresas de capital aberto publicarem seus balanços em jornais, previsto em medida provisória editada pelo seu governo no início do mês.

 

O comentário do presidente foi feito durante café da manhã com representantes da Associação Catarinense de Emissoras de Rádio e Televisão (ACAERT), no Palácio do Planalto. “Sabe o que eu posso fazer? Chamo o presidente da Petrobrás aqui e digo: ‘Vem cá, (Roberto) Castello Branco. Você vai mostrar seu balancete este ano no jornal O Globo’”, disse o presidente, acrescentando que, mesmo que custasse R$ 10 milhões, poderia determinar.

“Posso fazer ou não? Vinte páginas de jornais para isso (publicação de balanços). E o jornal Valor Econômico, que é da Globo, vai fechar. Não devia falar? Não devia falar, mas qual é o problema? Será que eu vou ser um presidente politicamente correto? Uai. É isso daí aqui no Brasil”, afirmou Bolsonaro durante o encontro.

A MP permite a empresas com ações em bolsa a publicação de seus balanços no site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) ou no Diário Oficial gratuitamente. Ao anunciar a medida, no dia 6 de agosto, Bolsonaro afirmou que era uma “retribuição” ao tratamento que recebeu da imprensa. Uma lei sancionada pelo próprio presidente em abril previa que os balanços fossem publicados de forma resumida nos jornais a partir de 2022.

 

“Há uma briga com a mídia tradicional, com a grande mídia, na questão de deturpar (informações)”, disse o presidente no encontro.

Mais cedo, Bolsonaro falou sobra a MP durante conversa com jornalistas. “Tirei de vocês (jornalistas) R$ 1,2 bilhão com publicação de balancetes. Não é maldade. É bondade e Justiça com os empresários, que não aguentam pagar isso para publicar páginas e páginas que ninguém lê. Então, publica no site oficial, CVM, a custo zero”, disse.

O presidente afirmou ainda que “a imprensa” está acabando como acabou a profissão de datilógrafo. “Já estamos ajudando assim a não ter desmatamento, porque papel vem de árvore. Estamos em uma nova era. Assim como acabou no passado o datilógrafo, a imprensa está acabando também. Não é só por questão de poder aquisitivo do povo que não está bom. É porque não se acha a verdade ali.”

Com informações da ISTOÉ.

Luisa Mell se revolta com fake news sobre queimadas na Amazônia


“As pessoas estão loucas, vocês estão cegos. Sério, esse negócio de que a mídia é esquerdistas e vocês se informando por WhatsApp”, afirmou a ativista

 

A ativista Luisa Mell se revoltou com as fake news divulgadas na internet sobre queimadas que destroem a Amazônia há pelo menos duas semanas e se manifestou, nesta quinta-feira, 22.

Desde ontem, diversos artistas publicaram, em suas redes sociais, mensagens de revolta ao desmatamento desenfreado que vive as florestas brasileiras desde o início do governo Bolsonaro. Com isso fake news bolsonaristas começaram a ser difundidas na web.

Crédito: Reprodução/InstagramLuisa Mell se revolta com fake news sobre queimadas na Amazônia

“Estou lendo uns comentários que não estou acreditando. Juro por Deus, as pessoas estão loucas, vocês estão cegos. Sério, esse negócio de que a mídia é esquerdista e vocês ficam se informando por WhatsApp, o negócio tá ficando muito perigoso nesse país”, afirmou Mell.

Um seguidor de Luisa a xingou depois dela publicar informações sobre o desmatamento, com dados do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e da NASA. Ela foi acusada de mentirosa. Em resposta, a ativista relembrou a demissão de Ricardo Galvão, ex-presidente do instituto, justamente por divulgar informações do que realmente ocorre na Amazônia.

Luísa convocou seus seguidores para fazerem manifestações em todo Brasil para defender a Amazônia.

“Vamos para as ruas, vamos mostrar que a Amazônia importa sim, que essa política ambiental do Bolsonaro o povo não aceita! A gente não aceita essa destruição toda, se você votou ou não votou f***-se. Todos nós somos cidadãos brasileiros e temos o direito de fazer o governante ouvir nossa voz”, vibrou a ativista.

Com informações da Fórum.

Dilma Rousseff: “A soberania queima junto com a Amazônia e a venda da Petrobras”


Para Dilma, “não é coincidência que, num mesmo dia, o governo neofascista tenha acusado organizações sociais que defendem a Amazônia de autoras dos incêndios florestais e anunciado a privatização de 17 empresas públicas”

Dilma Rousseff e Sonia Guajajara (Arquivo/Ricardo Stuckert)

A ex-presidenta Dilma Rousseff (PT) classificou nesta quinta-feira (22) como “crime de lesa-pátria” a devastação da floresta amazônica, que arde em chamas com a política de desmatamento do governo Jair Bolsonaro e tem feito com que o mundo volte os olhos para o Brasil

“É um crime de lesa-pátria cometido pelo governo Bolsonaro. A derrubada de árvores e as queimadas, sob a inoperância tolerante do governo, representam uma agressão à soberania nacional tão grave como a venda de empresas públicas estratégicas brasileiras como a Petrobrás, prevista para ocorrer até 2022. A catástrofe ambiental e as privatizações são perigosas, porque algumas decisões econômicas podem ser revistas e revogadas, mas a extinção da maior floresta tropical do mundo e a venda da sétima empresa de Petróleo do planeta são irreversíveis”, relata Dilma.

Para a ex-presidenta, que foi tirada do poder por um golpe parlamentar apoiado por Bolsonaro, “não é coincidência que, num mesmo dia, o governo neofascista tenha acusado organizações sociais que defendem a Amazônia de autoras dos incêndios florestais e anunciado a privatização de 17 empresas públicas”.

“Trata-se de um projeto de destruição do Brasil – tanto de suas empresas quanto de suas riquezas naturais”, afirma ressaltando que “defender a Amazônia é defender a soberania nacional e lutar pela soberania é lutar pela Amazônia”.

Veja também:  Perfil de Lula dá invertida no Jornal Nacional com matéria da BBC no caso Amazônia

Leia a nota na íntegra

A soberania queima junto com a Amazônia e a venda da Petrobras

A devastação da floresta amazônica é uma face assustadora da destruição da soberania nacional. É um crime de lesa-pátria cometido pelo governo Bolsonaro. A derrubada de árvores e as queimadas, sob a inoperância tolerante do governo, representam uma agressão à soberania nacional tão grave como a venda de empresas públicas estratégicas brasileiras como a Petrobrás, prevista para ocorrer até 2022. A catástrofe ambiental e as privatizações são perigosas, porque algumas decisões econômicas podem ser revistas e revogadas, mas a extinção da maior floresta tropical do mundo e a venda da sétima empresa de Petróleo do planeta são irreversíveis.

Não é coincidência que, num mesmo dia, o governo neofascista tenha acusado organizações sociais que defendem a Amazônia de autoras dos incêndios florestais e anunciado a privatização de 17 empresas públicas, acenando ainda com a venda da Petrobras, a maior empresa brasileira. Trata-se de um projeto de destruição do Brasil – tanto de suas empresas quanto de suas riquezas naturais.

A defesa da Amazônia ganhou caráter de urgência, questão imediata a ser enfrentada já, antes que seja tarde demais. Em um ano, foram registrados mais de 72 mil focos de incêndio na região ambientalmente mais rica do Brasil. Só esta semana, houve 68 grandes focos de incêndios em áreas indígenas e unidades de preservação, verificados por imagens de satélite – um aumento de 70% desde o ano passado.

Não é por acaso que grandes incêndios ocorram em áreas indígenas e de proteção ambiental. Também não é sem motivo que os incêndios atinjam as áreas de maior registro de desmatamento. Isto é efeito da política ambiental desastrosa do governo que acabou com a fiscalização e das manifestações de Bolsonaro contra a existência de reservas indígenas, de tolerância à grilagem e defesa da exploração mineral das terras que deveriam ser protegidas. Bolsonaro é exemplo de destruição e morte. Quando fala suas barbaridades sobre meio ambiente, autoriza a sua destruição por grileiros, invasores, contrabandistas e toda espécie de criminosos aproveitadores.

As insanidades pronunciadas por Bolsonaro, dia sim, dia também, estão levando o Brasil a perder mais do que os R$ 283 bilhões do Fundo Amazônia, que a Noruega e a Alemanha suspenderam por não confiar no governo. O Brasil perde credibilidade perante a comunidade internacional, perde riqueza ambiental para sua população e o mundo, assim como perde empresas estatais para investidores estrangeiros e perderá, sem dúvida, fatias relevantes de mercado para seus produtos de exportação.

Bolsonaro mente quando diz que o governo dele está fazendo sua parte em defesa do meio ambiente. Ele se apropria de dados antigos e de resultados que não são seus. O desmatamento aumentou 278% do ano passado até julho deste ano. Já havia crescido durante o governo que assumiu em 2016 por meio de um golpe de estado que me tirou do cargo para o qual havia sido eleita, sem que tivesse cometido qualquer crime. E se tornou praticamente incontrolável desde a posse de Bolsonaro.

Não era assim quando o Brasil tinha governos progressistas e populares. O governo Lula e o meu governo reduziram o desmatamento da Amazônia em 82%. Nosso esforço foi reconhecido pela ONU, em 2014, como um exemplo a ser seguido pelo mundo. “As mudanças na Amazônia brasileira na década passada e sua contribuição para retardar o aquecimento global não têm precedentes”, dizia o relatório das Nações Unidas.

A defesa da Amazônia é questão fundamental. Neste momento, o coração do planeta queima e sangra, precisa ser protegido de seus inimigos, entre os quais está, por mais espantoso que pareça, o atual governo brasileiro. Por isto, temos de ir às ruas para as manifestações marcadas para amanhã à tarde em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e outras cidades do Brasil e do mundo.

Defender a Amazônia é defender a soberania nacional.

Lutar pela soberania é lutar pela Amazônia.

Dilma Rousseff

Com informação da revista Fórum

 

Começa hoje vacinação preventiva ao sarampo


Vacinação é preventiva e deve alcançar 1,4 milhão de crianças em todo o país

[Começa hoje vacinação preventiva ao sarampo]
Foto : Marcelo Camargo/Agência Brasil

A partir de hoje (22), crianças de seis meses a menores de um ano devem ser vacinadas contra o sarampo em todo o país, segundo o Ministério da Saúde.

A vacinação é preventiva e deve alcançar 1,4 milhão de crianças, que ainda não receberam a dose extra, chamada de dose zero, além das previstas no Calendário Nacional de Vacinação, aos 12 e 15 meses.

De acordo com a Agência Brasil, a pasta enviará 1,6 milhão de doses a mais para os estados, a fim de intensificar a vacinação desse público-alvo, que é mais suscetível a casos graves e óbitos.

A medida é uma resposta do ministério diante do aumento de casos da doença.

O país registrou nos últimos 90 dias, entre 19 de maio a 10 de agosto deste ano, 1.680 casos confirmados de sarampo, em 11 estados: São Paulo (1.662), Rio de Janeiro (6), Pernambuco (4), Bahia (1), Paraná (1), Goiás (1), Maranhão (1), Rio Grande do Norte (1), Espírito Santo (1), Sergipe (1) e Piauí (1). O coeficiente de incidência da doença foi de 0,80 por 100.000 habitantes.

 

Força-tarefa da Lava Jato preferiu buscar acordos a investigar bancos, apontam mensagens


[Força-tarefa da Lava Jato preferiu buscar acordos a investigar bancos, apontam mensagens]
Foto : José Cruz/ Agência Brasil

Por Juliana Almirante no dia 22 de Agosto de 2019 ⋅ 12:22

A força-tarefa de Curitiba preferiu buscar acordos do que investigar acusações contra as instituições financeiras, de acordo com mensagens analisadas pelo “The Intercept” e El País, divulgadas hoje (22).

“O Banco, na verdade os bancos, faturaram muuuuuuito com as movimentações bilionárias dele”, declarou o procurador Roberson Pozzobon, da força-tarefa de Curitiba, em troca de mensagens por meio do Telegram, com seus colegas, no dia 16 de outubro de 2018.

Segundo a reportagem, Pozzobon se referiu às movimentações financeiras do empresário e lobista Adir Assad, condenado por lavagem de dinheiro, após ser acusado de envolvimento em escândalos de corrupção, incluindo o da Petrobras.

Os procuradores sabiam que o doleiro havia aberto uma conta no Bradesco nas Bahamas para lavar dinheiro “a rodo”. Eles também tinham conhecimento de que, em 2011, o Compliance Officer, setor responsável por fazer o banco cumprir normas legais, teria alertado o Bradesco de que havia algo errado com essa conta.

“E o que o Bradesco fez?”, questionou Pozzobon. “Nada”, responde ele mesmo.

Um temor constante entre os procuradores para abordar os bancos, segundo as mensagens, é o risco sistêmico que poderiam promover.

“O que nós temos a favor e que é uma arma que pode explodir é que uma operação sobre um grande banco pode gerar o tal do risco sistêmico. Podemos quebrar o sistema financeiro. Essa variável tem que ser considerada para o bem e para o mal”, escreveu o procurador Januário Paludo, em outubro do ano passado.

“Por isso, estrategicamente, medidas ostensivas tem que ser tomadas em relação a pequenas instituições para ver o quanto o mercado vai reagir”, complementou.

Procurada pela reportagem, a força-tarefa de Curitiba declarou, por meio da assessoria de imprensa, que “é de conhecimento público que as forças-tarefas Lava Jato no Paraná e no Rio de Janeiro já adotaram diversas medidas de persecução criminal em face de integrantes de instituições financeiras, incluindo diretores e gerentes de bancos e corretoras”.

O MPF ainda disse que “não reconhecesse as mensagens que lhe têm sido atribuídas”: “O material é oriundo de crime cibernético e sujeito a distorções, manipulações e descontextualizações”.

Com informações do Metrô1.

Anitta diz não temer matadores de aluguel após falar da Amazônia


Café com Leite Notícias: É preciso aparecer outras Anitas da música brasileira, pra colocar a boca no trombone contra as aberrações que estão acontecendo no país. Hoje, por conta das ações e asneiras que o Presidente da República realizam, o Brasil nem só perde o crédito no resto do mundo, como, pior do que isso, fica ridicularizado, como está acontecendo. Quando a Alemanha e Noroega suspendem a verba de quase 300 milhões de apoio para preservação da Amazônia, o recado do presidente para os dois países  é que não precisa do dinheiro deles.

Agora fala em mandar 40 homens para ajudar a apagar os incêndios, mas ele mesmo diz que sabe que é um “pingo d’água no oceano”. Isso significa dizer que os incêndios vão continuar.

O pior de tudo não é as declarações do presidente na Globo News, dizendo que os incêndios podem ser provocados pelos ongueiros para prejudicar o seu governo. Pior é na hora que ele deu esta declaração, o jornalista não rebater com uma pergunta do tipo…”não é o senhor que está abrindo as portas da Amazônia para o mundo? não é o senhor que disse que não precisa do dinheiro da Alemanha e Noroega, que aplicavam no combate à devastação da floresta? Mas a parte pior mesmo, é que  nesse momento tem muita gente nesse país que concorda com o presidente e acha que realmente as ongues estão queimando as matas. Tudo é muito triste.

anitta

Quem achava que Anitta não se posicionava sobre nada acabou se impactando com as últimas declarações da cantora a respeito das queimadas criminosas que atingiram a Amazônia nos últimos dias.

Anitta chegou a compartilhar uma imagem que dizia em inglês: “A Amazônia vem queimando por três semanas, e só agora estou descobrindo isso porque falta cobertura de mídia. Esse é um dos ecossistemas mais importantes do mundo. Espalhe informação”, além de postar a matéria com o título, “Desmatamento na Amazônia está prestes a atingir limite irreversível”.

 

Depois dos protestos feitos, Anitta ainda decidiu se manifestar contra a agropecuária do jeito que é no Brasil, e mandou um recado a quem se incomodar.

“Se vier algum matador de aluguel tentar me matar porque eu estou me metendo e falando para não sei quantas milhões de pessoas que essa agropecuária precisa mudar, e que é um câncer para a nossa natureza, pode vir. Eu não tô nem ai. E eu ainda venho depois como alma penada puxar o pé de vocês. Estou super preparada para isso. Pode mandar ameaça e xingar, não estou me preocupando no momento.”, disse. Fonte Catraca Livre.

 

Não espere as pessoas irem embora para demonstrar o valor que elas tem


“Não espere as pessoas morrerem, irem embora, não espere o definitivo bater na sua porta, nós não conhecemos a vida e não sabemos o que virá amanhã, viva como se fosse o último dia da sua história, se hoje você tivesse que realizar a sua última ceia, porque é conhecedor que hoje é o último de sua vida, certamente você não teria tempo pra pressa. Você celebraria até o fim e gostaria de ficlado de quem você ama.

Viver o cristianismo, é fazer a dinâmica da última ceia todos os dias, viva como se fosse o ultimo dia da sua vida, viva como se fosse a ultima oportunidade de amar quem você ama, de olhar nos olhos de quem pra você é especial…”

‘Infelizmente, a maioria da população aplaude’, diz MK sobre aumento de mortes por intervenção


Kertész criticou reação a óbito do homem que sequestrou ônibus no Rio

[‘Infelizmente, a maioria da população aplaude’, diz MK sobre aumento de mortes por intervenção]
Foto : Tácio Moreira / Metropress

Em comentário na Rádio Metrópole, na manhã de hoje (22), Mário Kertész falou sobre o índice de letalidade violenta, que mostrou que os óbitos por intervenção de agentes do Estado no Rio de Janeiro atingiram maior patamar em 20 anos, com 194 falecimentos no mês passado.

“Vão dizer que os números aumentaram porque tinham muitos bandidos e agora eles estão sendo atacados. No entanto, no meio disso, foi visto inclusive em recentes reportagens televisivas que tinha muita gente inocente”, lamentou ele.

MK ainda criticou a reação da população aos casos de morte, mesmo em situações de crimes, quando os assassinatos são exaltados. Ele comentou o caso de terça-feira (20), quando um homem sequestrou um ônibus na capital fluminense e foi morto pela polícia.

“Infelizmente, nós vivemos em um estado de barbárie tal, que a grande maioria da população aplaude. O governador Wilson Witzel [ao chegar no local] foi aplaudido como se fosse presidente de um time de futebol em um estádio, após uma vitória, mas ele estava comemorando uma morte. Onde nós chegamos? Por que temos que comemorar morte? Mesmo de bandido. Aqueles nove cabeças decapitadas no presídio do Paraná foi comemorada por muita gente. Onde nós chegamos?”

Ouça o comentário:

O holocausto da Amazônia põe a civilização em alerta


A floresta está sendo queimada por uma mistura de ignorância com interesses truculentos. A reação a esta barbárie ambiental para evitar que cheguemos ao lugar sem volta. Declare-se o Brasil em estado de emergência ambiental

Incêndios na Amazônia
Imagem de satélite da NASA mostra a fumaça dos focos de incêndio na Amazônia. LAUREN DAUPHIN AFP

 

Quando a noite caiu sobre a cidade de São Paulo, às 3 da tarde, sendo uma de suas possíveis causas o encontro da frente fria com a fumaça das queimadas, muita gente se assustou com o que parecia um anúncio do fim dos tempos. Era algo parecido, se recuperarmos o sentido original da palavra holocausto: tudo queimado, no sacrifício dos tempos antigos entre os hebreus. Com duas diferenças: uma, que a holah do sacrifício judaico tinha o sentido de reparação, visava uma expiação geral dos pecados; outra, que depois do nazismo sacrificar milhões de judeus, a palavra ganhou um significado mais sinistro, e passou a ser tomada como qualquer grande e sistemática destruição  —sem importar a causa— até o extermínio. Eis o que acontece hoje: o holocausto da Amazônia.

Desde muito jovem me dediquei a pensar o significado da floresta, para além da economia e das dimensões materiais. Em 15 de julho de 2008, retornando ao Senado logo após deixar o Ministério do Meio Ambiente, publiquei um artigo intitulado Atrás de uma borboleta azul em que lembrei minha identificação irredutível com as milhões de pessoas que nascem e vivem na floresta. Dizia: “florestas não são apenas estatísticas. Nem apenas objeto de negociações, de disputa política, de teses, de ambições, de pranto. Antes de mais nada, são florestas, um sistema de vida complexo e criativo. Têm cultura, espiritualidade, economia, infraestrutura, povos, leis, ciência e tecnologia. É uma identidade tão forte que permanece como uma espécie de radar impregnado nas percepções, no olhar, nos sentimentos, por mais longe que se vá, por mais que se aprenda, conheça e admire as coisas do resto do mundo.” Passou-se mais uma década, mas mantenho o sentimento.

Agora vejo novamente o fogo matando a beleza da Amazônia e destruindo a perfeição de sua natureza. Lamento a perda de cada cheiro, cada cor, cada raiz, cada animal, cada planta, cada textura que nunca mais voltará. E embora não espere sensibilidade de quem não conhece a riqueza que se perde, sinto que é necessário alertar a todos e protestar contra um Governo que passa a senha da destruição, que torna a devastação fora de controle e causa enormes prejuízos para todos.

Estamos vivendo um momento de barbárie ambiental no Brasil, promovida pelo Governo Bolsonaro. Por mais que se alerte, por mais que se mostre evidências, por mais que se clame para evitar o caos ambiental, econômico, político, social, o Governo não mostra preocupação, apenas sua cumplicidade com a destruição.

É necessário, no entanto, enfrentar a emergência ambiental no Brasil, com a coragem e o sentido de urgência que a situação nos impõe, para evitar que cheguemos ao lugar sem volta, em que nem por hipótese devemos chegar, o da inviabilização sistêmica da floresta amazônica pelas ações predatórias que desequilibram as condições de sua existência. É necessária a mobilização de todos que não querem ter, em suas genealogias, o DNA da barbárie: academia, movimento socioambiental, empresariado, governos estaduais e municipais, juventudes, líderes políticos. De forma plural e suprapartidária, sem qualquer politicagem, é preciso dizer e dar um basta. Ao garimpo predatório e criminoso, à grilagem de terras públicas, ao roubo de madeira, às derrubadas e queimadas, à violência contra os índios e populações locais, aos prejuízos econômicos, políticos e sociais que já estamos sofrendo, dentro e fora do Brasil.

A Amazônia está sendo queimada por uma mistura de ignorância com interesses truculentos. O Governo está inaugurando um tempo de delinquência livre, em que se pode agredir a natureza e as comunidades sem receio de punição. Não negligenciemos o prenúncio, como no passado, pois o que ameaça refazer-se é, tanto pelo resultado, “tudo queimado”, quanto pelo caráter sistemático da destruição, a tragédia das tragédias: o Holocausto.

O povo brasileiro, sua parcela sensível e consciente, deve responder em nome dos povos antigos e das gerações futuras, da Amazônia e de toda a Natureza. Atendendo aos legítimos interesses da sociedade, da economia e da civilização humana, declare-se o Brasil em estado de emergência ambiental.

Mulher sobrevive a queda de 1.500 metros após paraquedas falhar


Uma mulher de 30 anos sobreviveu depois de cair de uma altura de mais de 1.500 metros de um avião após saltar de paraquedas. A mulher, cujo nome não foi divulgado, estava saltando perto de Trois-Rivières, em Quebec, no Canadá. Nem o paraquedas principal e nem o dispositivo de segurança reserva se abriram, e a mulher caiu em uma área cheia de árvores, o que amorteceu a queda.

De acordo com a CNN CBC, a mulher está no hospital com várias fraturas, incluindo vértebras quebradas. A polícia de Trois-Rivières disse que sua vida não está em perigo.

Um homem chamado Denis Demers testemunhou o incidente. Ele disse ao canal de televisão que a mulher com o paraquedas estava caindo mais rápido do que qualquer outra pessoa.

A canadense Océane Duplessis estava prestes a embarcar em um avião para seu próprio salto quando de paraquedas quando viu o acidente. Ela disse à CBC que “assistiu todo o salto até o fim”.

“Nós esperávamos que algo acontecesse”, acrescentou. “Nós estávamos muito preocupados. Muito.”

A polícia disse que a mulher tinha experiência em paraquedismo. Uma investigação está em andamento para determinar se é um caso de negligência criminosa.

 

 

Homem emagrece 80 quilos para ser doador e salvar a irmã


Foto: reprodução
Foto: reprodução

A força do amor! Jonathan Coronado emagreceu 80 quilos para ser doador de rim e salvar irmã mais nova, Denise, que sofre de uma doença rara.

Ele não podia doar um rim pra ela, porque estava com 165 quilos.

Os médicos disseram que se Denise – diagnosticada com o problema aos 13 anos – não recebesse um novo rim, nunca teria uma vida normal.

A doença da irmã de Jonathan é conhecida como púrpura de Henoch-Schönlein, que inflama os pequenos vasos sangüíneos nos intestinos e nos rins.

Foi então que Jonathan resolveu doar o órgão e imediatamente começou perder peso.

 

Como

Ele se concentrou em cortar uma coisa de cada vez, começando com refrigerante, doces e pão.

“Aprendi. Quanto mais eu perdi peso, mais eu fiquei confiante e acabou se tornando um hábito”, disse ele.

Jonathan também começou a se exercitar, com caminhadas no parque e depois, numa academia, pra treinar força.

Ele conseguiu perder 100 quilos nos primeiros seis meses, de 2014 à 2015, mudando apenas os hábitos alimentares com uma dieta saudável. Daí em diante, não parou mais.

“Eu senti que precisava perder mais, então eu reajustei minha dieta e minha ingestão de calorias”, contou.

Jonathan se concentrou em fazer mais refeições em casa e ir ao ginásio, perdendo mais 30 quilos antes que os médicos lhe dissessem que ele precisaria baixar ainda mais o peso para doar seu rim.

Ele chegou então 88 quilos.

A doação

Em 10 de setembro de 2018, Jonathan e Denise entraram no UT Southwestern Medical Center, nos EUA, onde seu rim saudável foi transplantado para a irmã.

Deu certo. Denise se recuperou e ficou mais saudável do que nunca.

“Agora, ela é uma estudante universitária. Foi uma mudança de vida para ela. Ela começou a ser mais feliz”, disse Jonathan.

“Ela está começando a sair, se divertir e fazer as coisas que ela não podia quando estava em diálise … Isso me deixa feliz.”

Ajuda

Jonathan quer ajudar outras pessoas que se sentem desesperadas e precisam perder muito peso.

“Mude apenas uma coisa [por vez]. Quando as pessoas começam a perder peso, elas excluem tudo. Comece devagar. Vai fazer a diferença”, ensina.

“Eu fiz isso por ela e por mim mesmo. Eu fiz isso para nós dois.”

“Eu vou para a academia, faço 45 minutos de levantamento de peso e faço 30 minutos de cardio quatro dias por semana”, disse ele.

O peso de Jonathan agora estabilizou em 90 quilos.

Ele salvou a vida da irmã e a dele.

Agora Jonathan pode acompanhar o filho e aguarda com expectativa um futuro brilhante cheio de amor e bem-estar.

Jonathan e a irmã Denise Foto: Facebook

Jonathan e a irmã Denise Foto: Facebook

Jonathan e a esposa Foto: Facebook

Jonathan e a esposa Foto: Facebook

Com informações do Inspire More

 

Após asteroide passar “perto” da Terra no dia 10, cientista diz que seremos atingidos


Depois que um asteroide maior do que o famoso prédio americano Empire State Building passou “perto” da Terra no último sábado, cientista dos EUA diz que é questão de tempo para um cosmo celeste atingir o nosso planeta: “é 100% certo”

asteroide na terra

A cientista Danica Remy, presidente da B612 Foundation, organização que trabalha em métodos para proteger o planeta contra ameaças externas, afirmou que “é 100% certo de que a Terra será atingida por um asteroide, mais cedo ou mais tarde”. As informações são da NBC.

Para devastar o planeta Terra seria necessário um asteroide com mais de 12 quilômetros de diâmetro. Segundo a Nasa, a agência espacial americana, pelo menos 95% dos corpos celestes com mais de 1 quilômetro de diâmetro já foram catalogados.

O que chegou mais perto de repetir o que aconteceu há 65 milhões de anos, quando os dinossauros foram extintos, foi o 2006 QQ23, que passou “perto” da Terra no último sábado (10/8).

Com mais de 560 metros de diâmetro, o 2006 QQ23 é maior do que o icônico prédio americano Empire State Building. O corpo celeste esteve a 4 milhões de quilômetros do solo terrestre.

A distância é considerada curta para a Nasa, agência espacial americana, mas não representou qualquer preocupação em relação a impacto. Em órbita no Sistema Solar desde 1901, o pedregulho já havia passado próximo do nosso planeta em janeiro de 2017.

Apesar de grande, ele é considerado lento já que viaja a uma velocidade de 16.737 km/h. Para efeito de comparação, o corpo celeste 2019 OK, que transitou próximo da Terra recentemente, tinha velocidade de 70.000 km/h.

“Esse é uma das passagens mais próximas da Terra por um asteroide que já identificamos”, disse Michael Brown, professor da Universidade Monash, em entrevista ao The New York Post.

O verdadeiro problema

De acordo com a cientista Danica Remy, a preocupação maior não é com os corpos rochosos como os que estrelaram filmes como Armageddon ou Impacto Profundo. O problema, na verdade, são os “mini-asteroides”.

No caso do impacto de um corpo menor, como um medindo aproximadamente 60 metros, uma cidade como Nova York poderia ter a região da ilha de Manhattan completamente destruída. O impacto mataria pelo menos 1,3 milhão de pessoas, de acordo com simulações da Nasa.

“Esse tipo de devastação seria em nível regional, mas traria consequências globais em relação aos sistemas de transporte e rede e também no clima”, afirma Remy. Segundo ela, é preciso estudar a trajetória desses asteroides.

O problema é que isso não é exatamente simples de ser feito. No fim de julho, por exemplo, uma rocha de pouco mais de 135 metros passou a uma distância de 64 mil quilômetros da Terra. Foi o mais próximo que um deles esteve perto do nosso planeta em mais de um século. A descoberta foi feita por astrônomos brasileiros.

Outro caso, esse ainda pior, ocorreu em 2013. Na ocasião, um asteroide de 16 metros entro na atmosfera na cidade de Chelyabinsk, na Rússia. O impacto da rocha com o solo causou danos em pequenas estruturas e deixou mais de mil pessoas feridas.

Imagens da queda do meteoro em Chelyabinsk: