Idosa lança primeiro livro aos 101 anos


Foto: The Washington Post
Foto: The Washington Post

Sarah Yerkes que, aos 101 anos de idade, acaba de publicar o seu primeiro livro de poesias.

“Days of Blue and Flam” é o nome da obra de Sarah, que começou a escrever aos 90 anos.

Formada pela Escola de Design da Universidade de Harvard, Yerkes tem décadas de carreira como arquiteta e posteriormente, escultora, mas a profissão foi ficando inviável fisicamente pra ela.

Uma colega residente em Ingleside, em Rock Creek, a comunidade de aposentados em Washington onde ela mora, começou a fazer uma aula de poesia, então Yerkes se juntou a eles.

Há 3 meses, aos 101 anos, ela lançou sua primeira coleção de poemas, “Days of Blue and Flame”, publicada pela Passager Books na Universidade de Baltimore.

Paixão por escrever

O livro é a mais recente versão de uma mente criativa que trabalha com forma e estilo há quase um século.

“Eu realmente sinto que as boas fadas estavam sobre o meu berço, me dando o poder de criar”, disse Yerkes recentemente enquanto tomava café da manhã com flocos de milho e torradas em seu apartamento.

Morando 74 anos em Washington, Yerkes foi criada em Cleveland e educada como arquiteta.

Ela caiu no paisagismo acidentalmente quando ela e um amigo entraram em um concurso e venceram. Eles acabaram abrindo um negócio juntos.

A escultura chegou a ela décadas mais tarde, depois dos 50 anos e recém-casada com seu segundo marido, o arquiteto David Yerkes .

A história de vida de Yerkes lembrou a Naradzay outra conexão escultor-poeta: a de Auguste Rodin e Rainer Maria Rilke, que trabalhou como secretária de Rodin por um tempo. Rodin disse a Rilke:

‘Você não senta e espera por inspiração; você se senta e começa a trabalhar – você faz como se estivesse fazendo um trabalho regular ‘”, disse Naradzay.

Alguns desses sentimentos que a agora escritora Yerkes coloca nos livro não havia compartilhado nem mesmo com familiares próximos.

“Eu estava escrevendo para mim. Eu não pensei que fosse de domínio público ou que alguém estaria interessado ”, disse ela.

Com informações do Washington Post

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Mídia alinhada ao golpe esconde do público que Lula é Cidadão de Honra de Paris


Os jornais que participaram da destruição da democracia no Brasil, atuando na deposição ilegal de Dilma e na prisão sem provas de Lula, omitiram de seus leitores que o ex-presidente Lula recebeu ontem o título de Cidadão de Honra de Paris. O mais triste de tudo é saber que o principal objetivo dessa mídia mercenária, sempre foi enganar o povo brasileiro, isso desde o tempo de outrora. Se hoje a mentira está sendo exposta para toda população, tipo um esgoto a céu aberto, é devido a mídia digital. Pra se ter uma ideia, não existe um único canal de TV convencional no momento, que não esteja atrelado ao atual governo, o que faz as pessoas ficarem informadas apenas do que interessa ao governo. Já imaginou se não fosse a mídia digital, principalmente a que tem compromisso com a verdade? Quando se trata de mídia aberta neste país, o que não é muito diferente com a justiça, se compara a uma pessoa que sofre um derrame e fica com um lado esquecido. Até aqui Café com leite Notícias.

(Foto: Felipe Gonçalves/247 | Reprodução)

Lula é agora Cidadão de Honra de Paris. A notícia é destaque em todo mundo, mas foi escondida por toda a mídia conservadora do país, que decidiu esconder de seus leitores o fato de um preso político brasileiro ser honrado com o título de cidadão parisiense. Até o conservador jornal francês Le Figaro deu a notícia com grande destaque.

A notícia foi censurada em toda a mídia responsável pelo golpe contra Dilma Roussef e pela eleição de Jair Bolsonaro, que baniu o assunto das páginas dos jornais, das TVs e sites.

A decisão de Paris representa uma grande derrota para Jair Bolsonaro, que só é presidente porque Lula foi artificialmente barrado da disputa presidencial, para Moro, que operou a farsa judicial, e para o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que ajudou a articular a prisão de Lula e, embora tenha apartamento à disposição em Paris, jamais mereceu tal honraria.

O conservador Le Figaro registrou assim a notícia: “A cidade de Paris decidiu na quinta-feira conceder cidadania honorária ao ex-presidente brasileiro Lula, que atualmente está cumprindo pena de prisão, por seu compromisso de reduzir a “desigualdade social e econômica” em seu país”.

A Prefeitura de Paris em seu comunicado afirmou que a ação de Lula “permitiu que quase 30 milhões de brasileiros escapassem da pobreza extrema e acessassem direitos e serviços essenciais”.

“Lula é conhecido por sua política proativa de combater a discriminação racial particularmente acentuada no Brasil”, acrescenta o comunicado, dizendo que “através de seu compromisso político, todos os defensores da democracia no Brasil são atacados.”

A carta da Prefeitura destaca ainda a perseguição judicial movida por Moro contra Lula, o posicionamento de parlamentares franceses, juristas e ex-chefes de Estado no entendimento de Lula teve seu direito de concorrer à presidência em 2018 barrado e cita o The Intercept e a revelação de que houve um conluio entre o então juiz e autoridades da Operação Lava Jato para condená-lo e prendê-lo.

Fonte 247.

 

 

 

Lula: “com presidentes lambendo botas dos americanos, o Brasil não avança”


Em entrevista ao canal Russia Today, o ex-presidente Lula criticou a subserviência de presidentes brasileiros aos EUA. “No momento você tem presidentes que não respeitam sua soberania e que continuam lambendo as botas dos americanos, como Fernando Henrique Cardoso fez com Clinton e Bolsonaro faz com Trump, o país não avançará. Este país tem que ser soberano!”

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva concedeu entrevista ao canal Russia Today (RT), divulgada nesta sexta-feira, 4, e voltou a denunciar o julgamento ilegal do qual ele foi vítima e sua condição de presão político.

“Não rejeito minha liberdade. Se há algo que quero na vida é ir para casa morar com meus filhos, morar com minha família. Não gosto de estar aqui”, diz Lula. “O que não posso aceitar é a tese de que estou esperando uma progressão porque cometi um crime e já cumpri uma sexta sentença. Quero sair daqui com minha inocência 100% comprovada . Quero essas quem mentiu para o povo brasileiro se  submete ao julgamento do povo  como eu me submeto”, afirma o ex-presidente.

Lula elogiou a atuação do presidente da Russia, Vladimir Putin, diante da hegemonia norte-americana. “Ele significa que o mundo não pode ser tomado como refém por política americana”.

Sobre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o ex-presidente brasileiro mencionou “a loucura de um presidente que acredita que pode invadir qualquer país”. “É necessário que alguém pare com isso! E o Brasil pode com isso. O Brasil tem tamanho para isso, tem grandeza para isso, faz fronteira com dez países da América do Sul”, afirma Lula.

Sobre a posição que o Brasil tem adotado diante dos estados Unidos, Lula disse que o País tem presidentes que renunciam à soberania do País. “No momento você tem presidentes que não se respeitam, que não respeitam sua soberania e que continuam lambendo as botas dos americanos, como Fernando Henrique Cardoso fez com Clinton e Bolsonaro faz com Trump, o país não avançará. Este país tem que ser soberano!”, afirma.

Sobre a crise política no Peru, Lula criticou o presidente, Martín Vizacarra, anunciou a dissolução do Congresso. “São novos tipos de golpe de Estado. Estado que aparece todos os dias. Se a situação no Peru for ruim, novas eleições serão convocadas. O primeiro gesto de um presidente da República responsável não é revogar o mandato de outros. seu! Porque se a orquestra não funcionar bem, não culparemos o violino, culparemos o maestro”, afirma

Homem preso no caso Marielle tem fotos com Carlos e Jair Bolsonaro


A proximidade entre os envolvidos na execução da ex-veredora Marielle Franco e a família Bolsonaro nunca ficou tão escancarada

djaca bolsonaro
Djaca e os Bolsonaro

Felipe Betim, El País

De acordo a matéria do Pragmatismo e Segundo o inquérito aberto, Eliane buscou seu irmão, Bruno Figueiredo, para sumir com as armas do marido, guardadas em um apartamento da zona oeste do Rio de Janeiro. Na tarde do dia 13 de março deste ano, um dia depois da prisão de Lessa, Bruno foi ao local com Márcio Mantovano, o Márcio Gordo, que retirou do apartamento uma grande caixa com pertences, como mostram as imagens das câmeras de segurança. Um dia depois, Márcio encontrou Josinaldo Freitas — o Djaca — no estacionamento de um supermercado na Barra da Tijuca e entregou caixas, bolsas e malas.

As investigações concluíram que Djaca se dirigiu então até a colônia de pescadores do Quebra-Mar, na Barra, e alugou os serviços de um barqueiro. As caixas e bolsas continham armas de grosso calibre e peças de montagem de armas, segundo a investigação. Todo o material foi jogado por Djaca em alto mar. A defesa contesta o Ministério Público e assegura que dentro da caixa que Márcio Gordo foi flagrado carregando havia “tralhas”, e que fuzis não caberiam dentro dela.

Buscas foram realizadas no lugar do descarte em conjunto com o Corpo de Bombeiros e a Marinha, mas nada foi encontrado devido a grande profundidade e as águas turvas, segundo a polícia. Daniel Rosa, chefe da Delegacia de Homicídios da capital, acredita que entre o material o descartado possa estar a submetralhadora HK MP5 utilizada no assassinato de Marielle e Anderson. Ele explica que seis armas foram descartadas, entre elas um fuzil, além de carregadores, lunetas e bandoleiras.

As investigações começaram a partir de uma denúncia de que Lessa guardava suas armas de fogo no apartamento, localizado em Pechincha, na zona oeste da capital fluminense. As autoridades foram ao local um dia depois da prisão de Lessa, mas não encontrou quase nada dentro: apenas um torno e chaves usadas para montagem de armas de fogo. O Ministério Público acredita que o lugar era usado exclusivamente para guardar o armamento do PM reformado, uma vez que não havia móveis e objetos dentro.

Assim, os irmãos Elaine e Bruno Figueiredo, além de Márcio Gordo e Djacca, responderão pelo crime de obstrução de Justiça. A pena pode ir de três a oito anos de prisão. Por sua vez, Ronnie Lessa responderá por posse ilegal de arma de fogo de uso restrito, e pode pegar uma pena de três a seis anos de prisão. Além da prisão dos quatro, as autoridades cumpriram 27 mandados de busca e apreensão relacionados a eles e outras três pessoas — que não foram denunciadas nem presas. A defesa de Elaine e Ronnie Lessa se disse surpresa com a operação, enquanto que o advogado de Márcio Gordo disse que vai pedir a revogação da prisão preventiva assim que tiver acesso aos autos do processo.

Djaca, que é professor de artes marciais, postou em suas redes sociais fotos ao lado do presidente Jair Bolsonaro, na época ainda deputado federal, e outros políticos. A foto foi obtida pela revista Veja, que ainda imagens de Djaca ao lado dos vereador Carlos Bolsonaro e Marcelo Sicilliano. O inquérito não cita qualquer relação entre o suspeito e o presidente. Contudo, não é a primeira vez que a família presidencial se vê ligada ao caso Marielle.

Ronnie Lessa, acusado de ter apertado o gatilho, morava no mesmo condomínio de luxo dos Bolsonaro. Além disso, o mandatário também já apareceu em imagem postada no Facebook ao lado do ex-PM Élcio Queiroz, preso também em março sob a acusação de dirigir o carro de onde saíram os tiros que atingiram Marielle e Anderson.

Por fim, suspeita-se que o Escritório do Crime, um sofisticado grupo de extermínio que faz serviços para milicianos e contraventores, esteja envolvido no caso Marielle. Um de seus integrantes, o ex-PM Adriano Nóbrega, foragido desde janeiro, já foi homenageado por Flávio Bolsonaro quando estava preso por homicídio, em 2004, e possuía duas parentes lotadas no gabinete do então deputado estadual até o segundo semestre de 2018.

Uma lenta investigação

A operação desta quinta-feira, batizada de Submersus, ocorre duas semanas depois de a então procuradora-geral da República, Raquel Dodge, ter pedido ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) que as investigações fossem federalizadas e um novo inquérito fosse aberto para identificar os mandantes do crime —ainda não há decisão a respeito. Além disso, as suspeitas sobre quem é o mandante do crime recaíram sobre Domingos Brazão, conselheiro afastado do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro e ex-líder do PMDB na Assembleia Legislativa do Estado. Brazão foi acusado de obstrução da Justiça, falsidade ideológica e favorecimento pessoal.

Dodge apresentou uma ação penal contra Brazão, acusando-o formalmente de obstrução da Justiça, falsidade ideológica e favorecimento pessoal. Além disso, pediu para que ele fosse investigado como mandante do assassinato em novo inquérito tocado pelo STJ. A denúncia teve como base as investigações feitas pela Polícia Federal, que apontou em seu relatório que o conselheiro é o “principal suspeito de ser o autor intelectual dos assassinatos” de Marielle e Anderson e traçou estratégias para afastar de si a linha de investigação. Brazão nega as acusações.

VEJA TAMBÉM: Polícia encontra 117 fuzis na casa do amigo de Ronnie Lessa

Os acontecimentos das últimas semanas em torno do caso Marielle se dão meses depois das detenções de Ronnie Lessa — hoje preso penitenciária federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte — e do ex-policial Élcio Queiroz, acusado de dirigir o carro de onde saíram os tiros que mataram Marielle e Anderson. Foi o ponto alto de uma investigação lenta e cheia de sobressaltos, marcada por falsas acusações. Um ano foi necessário para que a Polícia Civil chegasse aos principais suspeitos um ano depois do assassinato. Desde então cresceu a pressão para que se descubra os autores intelectuais do crime, algo que parece ainda estar longe de acontecer.

Fonte Pragmatismo

Famílias baianas de menor renda ainda gastam mais do que ganham, diz IBGE


Dados também apontam que entre 2008 e 2018, a fatia do orçamento doméstico utilizada para pagar despesas foi reduzida

[Famílias baianas de menor renda ainda gastam mais do que ganham, diz IBGE]
Foto : Cecília Bastos / USP Imagens

Entre 2008 e 2018, na Bahia, a fatia do orçamento doméstico utilizada para pagar despesas em geral se reduziu e, em média, as famílias deixaram de fechar o mês no negativo. No entanto, quatro em cada dez famílias baianas ainda gastam mais do que ganham, e são justamente as que têm menos dinheiro disponível. Os dados constam da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), divulgada hoje (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No ano passado, em média, o orçamento mensal disponível das 4,9 milhões de famílias baianas era estimado em R$ 3.803,08. O total de despesas chegava a R$ 3.423,63, o que corresponde, em média, a 90,0% do orçamento das famílias no estado. O comprometimento do orçamento com despesas na Bahia era o 5º maior do país e estava acima da média nacional, que indica que 85,7% da renda das famílias brasileiras é destinado aos gastos.

Embora o comprometimento da renda ainda seja alto, a situação do estado já foi pior. Em 2008, em média, as famílias do estado gastavam 102,5% mais do que ganhavam, o segundo pior cenário do Brasil.

Em 2018, as cerca de 1,9 milhão de famílias na menor faixa de renda total (até R$ 1.908 ou 2 salários mínimos) dispunham, em média, de R$ 1.201,34 por mês e gastavam, ao todo, R$ 1.358,20, o equivalente a 113,1% do seu rendimento. Essas famílias eram as mais representativas no estado, 38,1% do total.

O nível de comprometimento do orçamento com despesas cai no grupo de famílias com rendimento entre R$ 1.908 e R$ 2.862 (91,8%) e volta a subir na faixa seguinte (95,8% entre as famílias com rendimento de R$ 2.862 a R$ 5.724).

A partir daí, o peso das despesas cai conforme aumenta o rendimento médio. As famílias com renda mensal maior do que R$ 23.850 são as que têm o menor comprometimento do orçamento (68,7%). Esse grupo corresponde a 1,3% do total.

HOMEM PRESO COSPE EM REPÓRTER DA BAND NA SAÍDA DA DELEGACIA


Suspeito e repórter da Band – Foto: Reprodução/Record TV

Uma repórter da Band, Elisangela Carreira,  fazia uma cobertura sobre um crime onde um homem matou uma mulher enquanto ela saiu para comprar fraldas para a filha.

Nas imagens que estão circulando na internet, é possível ver o suspeito do crime, um eletricista, cuspindo na jornalista.

Ela, por sua vez, revidou com o microfone. Tudo aconteceu na noite desta quarta (2), em frente a uma delegacia. Com informações do IG.

Homem morre e vizinhos só percebem oito anos depois


O carro de Heinz H. ficou estacionado em frente ao edifício desde 2011

 

Após oito anos, um homem de 59 anos, que trabalhava como padeiro, foi encontrado morto dentro do apartamento em que morava. De acordo com o ‘O Dia’, a morte só foi descoberta porque o prédio precisou ser evacuado após um incêndio que atingiu o último andar do edifício. O caso aconteceu em Senden, na Alemanha.

Os bombeiros precisaram arrombar a porta do apartamento. Ao entrar, eles encontraram o cadáver de Heinz H. ao lado do corpo de um cachorro, que provavelmente morreu de fome.

Fachada do prédio onde Heinz foi achado – Foto: reprodução 

Ainda segundo o ‘O Dia’, os vizinhos de Heinz contaram que perceberam a caixa de correspondências cheia e até um cheiro estranho saindo pela porta. Eles não desconfiaram de morte porque o pagamento do aluguel do apartamento, que era feito em débito automático, sempre era quitado.

O carro do homem ficou estacionado em frente ao edifício desde 2011, período em que Heinz foi visto pela última vez.

Conforme o ‘O Dia’, uma vizinha deu entrevista e chegou a contar que Heinz H. não tinha contado com a família e nem trabalhava mais após desenvolver uma alergia.

 

Em julgamento mais longo da história do DF, arquiteta é condenada a 67 anos de prisão


Adriana foi apontada como a mandante das mortes da mãe, do pai – ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) – e da empregada da família. Triplo homicídio ficou conhecido como o ‘Crime da 113 Sul’. Aos gritos, amigos da arquiteta protestaram na porta do tribunal após a sentença

adriana villela condenada
Adriana Villela (Imagem: Vitor Mendonça/Jornal de Brasília)

A arquiteta Adriana Villela foi condenada nesta quarta-feira (2) a 67 anos e seis meses de reclusão em regime fechado. Ela é apontada como mandante do assassinato dos próprios pais, o ex-ministro José Guilherme Villela e a advogada Maria Villela, além de Francisca Nascimento Silva, que trabalhava com a família havia 30 anos. Em 28 de agosto de 2009, os três foram esfaqueados até a morte no que ficou conhecido como crime da 113 Sul.

A pena estipulada pelo juiz foi de 32 anos pela morte da mãe, 32 anos pela do pai e mais três anos e seis meses por furto. A ré também havia sido condenada a 23 anos de reclusão pela morte de Francisca Nascimento, mas a pena foi desconsiderada por tratar-se de um crime continuado. Adriana poderá recorrer em liberdade ao próprio Tribunal de Justiça do Distrito Federal.

O julgamento começou há 10 dias, durou mais de 100 horas e foi o mais longo registrado na história do Distrito Federal. Ao longo do júri, 24 testemunhas, sendo 8 de acusação e 16 de defesa, foram interrogadas. Delegados, peritos, familiares e amigos de Adriana compareceram ao plenário para prestar informações sobre o crime.

Teses

acusação contra Adriana foi embasada na confissão dos três condenados pelo triplo homicídio. Além disso, a promotoria apresentou um laudo feito por papiloscopistas da Polícia Civil, que mostra a marca da palmar de Adriana no apartamento dos pais. Segundo o Ministério Público, essa digital é indício de que ela esteve na casa da família Villela no dia do crime. Um exame para comprovar a data dessa marca foi feito.

A aposta da defesa, por sua vez, foi uma linha do tempo de onde Adriana esteve no dia do crime. Além disso, apresentaram peritos criminais, que contestaram laudos contidos nos autos do processo. Um deles, Sami El Jundi, contratado pelos advogados, usou técnicas do FBI (Polícia Federal dos Estados Unidos) para reavaliar o caso. Ele indicou que o crime tem sinais de latrocínio e não homicídio.

A tese da acusação convenceu a maioria dos jurados. Segundo o Ministério Público, o crime foi cometido por desavenças financeiras entre Adriana Villela e os pais. Os promotores alegaram que ela interferiu nas investigações e que os pais da arquiteta já tinham reclamado do “temperamento agressivo” da acusada.

O procurador do Ministério Público do DF Maurício Miranda exibiu em um telão trechos de uma carta escrita pela mãe de Adriana Villela e endereçada à filha. “Adriana, nossa paciência se esgotou. Estamos cansados dos seus destemperos. Se você sofre de agressividade compulsiva, procure um tratamento adequado, porque isso está lhe fazendo muito mal,” dizia o texto.

Durante leitura da sentença, o juiz Paulo Rogério Santos Giordano destacou que Adriana Villela demonstrou “frieza e capacidade de manipular as pessoas”.

Aos gritos de “Adriana é inocente”, amigos protestaram contra a decisão:

Demora do caso

O procurador Maurício Miranda comentou sobre a demora na resolução do caso. “O balanço que eu faço é que a lei é muito injusta porque cria diferença na aplicação entre o rico e o pobre. Acredito que precisa haver uma modernização no sentido de facilitar para que todos tenham o mesmo tratamento. Que o julgamento não seja mais demorado por conta de condição econômica.”

Outras três pessoas já tinham sido condenadas sob a acusação de terem executado o crime. Leonardo Campos Alves, Francisco Mairlon e Paulo Cardoso Santana foram condenados em julgamentos realizados pelo Tribunal do Júri entre 2012 e 2016 a penas que vão de 55 a 62 anos de prisão.

 

Professora apanha de mãe de aluno e desabafa: “profissão ingrata”


Vanessa Rosa também publicou uma foto chorando em sua página

A professora Vanessa Rosa foi agredida por uma mãe de aluno em uma escola municipal de Carapicuíba, São Paulo.

O caso aconteceu ontem 02/10, segundo a professora a mulher havia ido buscar o seu filho e outro aluno sem autorização, por conta disso a professora não quis liberar e acabou sendo xingada e agredida.

Vanessa fez um desabafo no Facebook, onde comenta que apanhou por proteger uma criança e que nenhum pai ou funcionário da escola a protegeu.

Veja seu relato emocionante e revoltante, “Vc está trabalhando e apanha de uma mãe, pq estava protegendo a criança… Os pais tudo olhando, ninguém faz nada… A escola, também não faz nada…. Isso é um absurdo… Estamos abandonados… Ninguém olha por nós… O professor está largado…. Não somos nada…. Não valemos nada…. Profissão ingrata”

Com escoriações no rosto e dores na alma, ela registrou boletim de ocorrência, contra a agressora, na Delegacia da cidade.

Segundo uma pesquisa, o Brasil é o país mais violento contra os professores.  Para se ter uma ideia mais de 12% dos professores disseram ser vítimas de agressões verbais ou de intimidação de alunos pelo menos uma vez por semana.

E 51% dos professores da rede estadual já sofreram algum tipo de violência, segundo Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo.

Veja em nosso site :

Professor É Esfaqueado Em Sala De Aula Por Aluno

Acredite, Apenas 1,6% Dos Alunos Do Ensino Médio Têm Aprendizagem Adequada Em Português (Incluindo Escolar Particulares)

Chip Em Uniforme Controla Frequência De Alunos

Na maioria dos casos, os pais não sabem do comportamento do filhona escola até quando são surpreendidos por atitudes dos filhos.

Para sociólogos da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso), essa violência nas escolas só diminuirá com a implementação de políticas públicas voltadas para o tema.

PMs invadiram hospital para recolher bala que matou a menina Ágatha


Apesar da pressão policial, os funcionários do hospital se recusaram a entregar o projétil, que, em seguida, foi encaminhado à Polícia Civil

Foto: Reprodução/Facebook

Pouco depois da morte da menina Ágatha Vitória Félix, na madrugada do sábado (21/9), vários policiais militares (de dez a 20) literalmente invadiram o hospital em que ela estava internada com o objetivo de recolher a bala que a matou.

De acordo com informações de Fernando Molica, da revista Veja, a revelação foi feita a policiais civis por integrantes da equipe de médicos e de enfermeiros de plantão.

Apesar da pressão policial, os funcionários do hospital se recusaram a entregar o projétil, que, em seguida, foi encaminhado à Polícia Civil, responsável pelas investigações.

A perícia realizada na bala chegou à conclusão que não é possível comparar o objeto com as armas dos policiais militares que estavam na favela, pois foi encontrado apenas um fragmento deformado do projétil.

A Delegacia de Homicídios procura, agora, convencer integrantes da equipe médica a prestar depoimento sobre a invasão. Profissionais que relataram o fato a policiais civis têm medo de sofrer represálias.

Versões

O relato corrobora a versão divulgada pela mãe de Ágatha e por testemunhas que estavam no local. Todos afirmaram à polícia que o tiro que atingiu a menina foi disparado por um PM, que tentou alvejar um motociclista que passava pelo local.

A versão dos policiais militares envolvidos é de que houve revide a disparos. No entanto, segundo as testemunhas, não havia troca de tiros na Fazendinha, complexo do Alemão, no momento em que a menina foi atingida.

Dos 11 policiais militares que estavam próximos do local onde Ágatha recebeu o tiro, somente dois aceitaram participar da reprodução simulada do crime, na terça-feira (1). Fonte Fórum.

Irmão de homem assassinado no Texas abraça ex-policial que o matou: ‘não desejo nada de ruim para você’


“Eu te amo como pessoa. Não desejo nada de ruim para você”. Ao ser condenada a 10 anos de prisão, ex-policial que matou homem por engano recebe abraço do irmão mais novo da vítima e cena emociona tribunal. Caso repercutiu muito nos EUA por ter sido mais um entre tantos em que policiais brancos matam homens negros desarmados

irmão abraça policial condenada
O irmão mais novo de Botham Jean, Brandt Jean, abraça a ex-policial condenada por matar o vizinho no ano passado. — Foto: The Dallas Morning News

O julgamento da ex-policial Amber Guyger foi marcado por uma cena comovente nesta quarta-feira (2) em Dallas (EUA). O irmão da vítima abraçou a mulher após ela ser sentenciada a 10 anos de prisão. As informações são do The Guardian.

“Eu te amo como pessoa. Não desejo nada de ruim para você”, disse Brandt a Amber antes de perguntar à juíza: “Não sei se isso é possível, mas posso dar um abraço nela?”

A juíza, Tammy Kemp, disse a ele que podia. Brandt e Amber se levantaram, ficaram de frente um para o outro e se abraçaram enquanto Amber chorava.

Em setembro do ano passado, Amber matou Botham Jean, que era seu vizinho. Ela entrou no apartamento dele por engano, imaginando que fosse o seu, e atirou no jovem de 26 anos. Amber foi presa três dias depois e, mais tarde, demitida do trabalho de policial em Dallas.

O caso repercutiu muito nos Estados Unidos por causa das circunstâncias estranhas em que ocorreu e por ter sido mais um de vários em que policiais brancos matam homens negros e desarmados (relembre aqui).

VÍDEO:

Condenação branda

O júri poderia ter sentenciado a ex-policial à prisão perpétua ou até mesmo a menos de dois anos na cadeia, diz a Associated Press. Os promotores no caso pediram que a sentença fosse de 28 anos de prisão — idade que Botham Jean teria se ainda estivesse vivo.

Quando a pena de Amber foi decidida, amigos e familiares da vítima vaiaram a decisão. Pessoas que acompanhavam o julgamento do lado de fora do tribunal em Dallas também reagiram com raiva. “É um tapa na cara”, disse uma mulher que estava presente. “Sem justiça! Sem paz!”, gritaram pessoas do lado de fora.

Amber poderá pedir liberdade condicional após cinco anos na prisão. Após a sentença, dezenas de pessoas marcharam pelas ruas de Dallas para protestar contra a pena, considerada branda.

Governo deve apresentar proposta de mineração em terra indígena neste mês


Bento Albuquerque confirmou que proposta para regulamentar atividades econômicas em terras indígena poderá ser levada ao Congresso ainda em outubro

Ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque. Foto: José Cruz/Agência Brasil

Jornal GGN – Segundo o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, a previsão é que ainda neste mês, em outubro, o governo entregue ao Congresso sua proposta para regulamentar atividades econômicas, como mineração e agricultura, em terras indígenas.

Nesta quinta-feira (3), ele confirmou que o texto está em análise na Casa Civil. “Acho que o trabalho já está bastante consolidado por todos os ministérios, e agora está em análise aqui na Casa Civil. Em algum momento em outubro acredito que vá ser apresentado”, afirmou o ministro ao site G1.

A proposta pretende regulamentar dois artigos (números 176 e 231) da Constituição Federal sobre atividades econômicas em terras indígenas. O primeiro, nº 176, trata de jazidas e recursos minerais para efeito de exploração estabelecendo que, nas faixas de fronteira e terras indígenas, há necessidade de regulamentar a atividade.

Já o segundo, nº 231, observa que a exploração de riquezas minerais em terras indígenas deve ser autorizadas pelo Congresso com a anuência das comunidades afetadas.

Maia disse que não irá pautar projetos 

Na semana passada, aos 89 anos, o cacique Raoni Metuktire, esteve na Câmara dos Deputados e se encontro com o presidente da casa, Rodrigo Maia. O parlamentar garantiu que não vai pautar no Plenário projetos que flexibilizem a mineração em terras indígenas ou que permitam uma atuação maior de madeireiras na região amazônica.

“Nossa intenção é que a gente possa construir projetos que sinalizem aos brasileiros e ao mundo a nossa preocupação com o meio ambiente”, disse Maia.

O líder indígena visitou a casa do Legislativo um dia depois de o presidente Jair Bolsonaro atacá-lo em seu discurso de abertura na 74ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), em Nova York (EUA).

Leia também:  No Peru, presidente dissolve Congresso e convoca eleições parlamentares

Bolsonaro se referiu a Raoni como “peça de manobra” usada por governos estrangeiros na “guerra informacional para avançar seus interesses na Amazônia”.

Rauni é uma liderança indígena conhecida no Brasil e no mundo desde os anos 1980. Na mesa época o cacique se posicionou fortemente contra o projeto da barragem de Kararaô, hoje, conhecida como Belo Monte.

Neste ano ele foi recebido pelo presidente da França, Emmanuel Macron, e pelo Papa Francisco, para alertar sobre as políticas anti-ambientalistas de Bolsonaro.

Na Câmara dos Deputados, ele foi recebido pelos parlamentares de oposição e fez um pronunciamento pregando paz e respondendo aos ataques de Bolsonaro:
“Bolsonaro falou que eu não sou liderança. Ele é que não é liderança e tem que sair”, disse. “Eu volto a repetir que minha fala é para o bem-viver, minha fala é tranquila e não ofendo ninguém. Que todo mundo viva com saúde e tranquilidade”, prosseguiu por meio de uma intérprete, a índia Kainú, apresentada como representante das mulheres do Xingu.

Fonte GGN.

 

As 38 marcas de azeite de oliva impróprias para consumo no Brasil


38 marcas de azeite reprovadas em teste de qualidade são consideradas impróprias para consumo. Maioria das fraudes foi feita com a mistura da oliva com óleos de origem desconhecida

azeite de oliva fraude impróprio
(Imagem: Marcos Vicentti)

32 marcas de azeite de oliva impróprias para consumo foram retiradas de circulação nesta quarta-feira (2). O anúncio é do Ministério da Agricultura. As novas marcas fraudadas se somam a outras 6 que já haviam sido suspensas em julho deste ano.

Para comprovar a fraude, foi utilizado um equipamento que emite raios infravermelhos, capazes de fazer a leitura dos ácidos graxos que compõem o produto instantaneamente. Amostras também passaram por um aparelho que detecta óleos refinados e misturas, mesmo que em níveis muito baixos.

As fiscalizações que detectaram as marcas irregulares são resultantes da Operação Isis, iniciada em 2016. O Ministério da Agricultura afirma que o “processo é lento” porque envolve exames laboratoriais, notificação dos fraudadores, perícias, períodos para apresentação de defesa e julgamentos desses recursos em duas instâncias administrativas.

“Embora os supermercados tenham sido alertados quanto às marcas que sistematicamente produzem azeite fraudado, muitos comerciantes ainda insistem em vender esse tipo de produto em razão do baixo preço”, diz o ministério em nota

“Se os supermercados adquirirem e ofertarem os produtos com irregularidades, serão penalizados”, afirmou em nota o coordenador Fiscalização de Produtos Vegetais do Ministério da Agricultura, Cid Rozo.

As redes de supermercado e atacado onde esses azeites foram encontrados serão intimadas a informar os estoques existentes. As que forem flagradas vendendo as marcas após advertência poderão sofrer multa de R$ 5 mil por ocorrência, mais 400% sobre o valor comercial dos produtos.

De acordo com o Ministério da Agricultura, é considerado azeite de oliva “o produto obtido somente do fruto da oliveira, excluído todo e qualquer óleo obtido pelo uso de solvente, ou pela mistura com outros óleos, independentemente de suas proporções”. Ou seja, o uso de qualquer outro produto no azeite já se torna uma fraude.

A seguir, confira as 38 marcas de azeite de oliva impróprias para consumo:

1. Aldeia da Serra
2. Barcelona
3. Casa Medeiros
4. Casalberto
5. Conde de Torres
6. Costanera
7. Dom Gamiero
8. Donana
9. Évora
10. Flor de Espanha
11. Galo de Barcelos
12. Imperador
13. La Valenciana
14. Lisboa
15. Malaguenza
16. Olivaz
17. Olivais do Porto
18. Oliveiras do Conde
19. Olivenza
20. One
21. Paschoeto
22. Porto Real
23. Porto Valencia
24. Pramesa
25. Quinta da Boa Vista
26. Quinta Lusitana
27. Quinta D’Oro
28. Rioliva
29. San Domingos
30. Serra das Oliveiras
31. Serra de Montejunto
32. Temperatta
33. Torezani
34. Tradição
35. Tradição Brasileira
36. Três Pastores
37. Vale do Madero
38. Vale Fértil

Rio Jundiaí é despoluído e volta a ter peixes após 30 anos


O que aconteceu com o Rio Jundiaí, depois de 30 anos, pode acontecer com outros rios, a exemplo do Rio Tietê, que corta São paulo Capital e é, na verdade, um esgotão a céu aberto, servindo para as grandes indústria, principalmente muti nacionais, que assim fica bem mais cômodo.

Rio Jundiaí - Foto: reprodução / Jornal de Jundiaí

Rio Jundiaí – Foto: reprodução / Jornal de Jundiaí

Notícia boa para a natureza e para o homem. O Rio Jundiaí, no interior de São Paulo, foi despoluído e voltou a ter peixes!

O rio atravessa as cidades de Mariporã, Atibaia, Campo Limpo Paulista, Várzea Paulista, Jundiaí, Itupeva, Indaiatuba e Salto.

O processo de despoluição começou há 34 anos, com a criação do então Comitê de Estudos e Recuperação do Rio Jundiaí (Cerju).

Em 2017, passou pelo processo de reclassificação e mudou da classe 4 para a 3, o que resultou em um rio mais saudável e habitável para os peixes.

Dois anos depois da recuperação, garças e outros pássaros também voltaram a frequentar o entorno do Rio Jundiaí, inclusive para comer peixes pequenos na água.

Agora começa uma fiscalização para manter o rio limpo.

“Temos que atuar de forma preventiva na fiscalização e manutenção de possíveis fontes poluidoras, mas também que pensemos o rio Jundiaí de forma integrada e contextualizada em uma bacia hidrográfica. Isso exige o engajamento de todos os municípios por onde ele passa. A preservação de um corpo hídrico deve ser plural”, disse o diretor de Manancias da DAE Jundiaí, Martim Ribeiro.

Como

Para despoluir o rio houve a construção de interceptores, emissários, redes coletoras e Estações de Tratamento de Esgoto (em Jundiaí são três, nos bairros Jardim Novo Horizonte, São José e Fernandes), que permitiram a coleta, o afastamento e o tratamento de esgotos domésticos e industriais, até então lançados in natura no rio.

“Para termos um rio ainda melhor, é necessário que pensemos neste importante curso d’água em um contexto de bacia hidrográfica. Em outras palavras, de nada adianta um município tomar medidas para despoluir o rio, se em outros trechos os demais municípios não têm programas efetivos para um sistema de esgotamento sanitário”, explica Ribeiro.

“Um curso hídrico passa por diversos municípios e todos têm de trabalhar de forma integrada e ter os mesmos objetivos na preservação da qualidade das águas. Se não atuarem de forma conjunta, os resultados não serão alcançados”, afirma o diretor

Despoluição

Pensar em despoluição é também pensar em ações e projetos para que esgoto da cidade não chegue às águas do rio, como tem feito a Companhia Saneamento de Jundiaí (CSJ).

“O trabalho no pelo município tem sido efetivo. No laboratório da CSJ, são feitas análises mensais para os parâmetros de demandas bioquímica de oxigênio, oxigênio dissolvido, turbidez e nutrientes. As coletas são realizadas antes e depois da CSJ, para que possamos entender também os efeitos da contribuição do esgoto tratado sobre o rio”,  disse a coordenadora do laboratório da unidade, Agnes Janaina Tezotto Gutierrez,

Na prática, com os ensaios de oxigênio dissolvido, é possível saber se existe oxigênio disponível para a vida aquática. “Isso nos possibilita entender mais sobre o rio e é o que nos indica, por exemplo, a possibilidade de existência de peixes em determinado trecho.”

Árvores

Projeto vai plantar 60 mudas de Ipê na beira do rio Jundiaí

Uma exposição dos trabalhos vencedores do Concurso de Ideais do Vale do Rio Jundiaí está aberta na Biblioteca Professor Nelson Foot, no Complexo Argos.

Fonte Só Notícias boas.

 

Peixes no Rio Jundiaí - Foto: reprodução / Jornal da Região

Peixes no Rio Jundiaí – Foto: reprodução / Jornal da Região

Preso no caso Marielle, Djaca tem fotos com Carlos e Jair Bolsonaro nas redes sociais


Uma das fotos do lutador com o presidente foi postada em 28 de outubro de 2018, dia do segundo turno das eleições

O professor de artes marciais Josinaldo Lucas Freitas (Reprodução/Instagram)

Preso na manhã desta quinta-feira (3), acusado de ter jogado no mar armas que teriam sido usadas no assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, o professor de artes marciais Josinaldo Lucas Freitas, apelidado de Djaca, possui diversas fotos nas redes sociais ao lado de políticos como o presidente Jair Bolsonaro e o vereador Carlos Bolsonaro.

Uma das fotos do lutador com o presidente foi postada em 28 de outubro de 2018, dia do segundo turno das eleições.  Uma das pessoas a curtir a imagem foi Marcio Mantovano, também preso na operação de hoje.

Djaca também publicou fotos ao lado do vereador Marcello Siciliano, outro investigado no caso Marielle. O lutador comentou, na imagem, que o parlamentar era “o melhor vereador” que já apoiara. Em outra foto, feita na Câmara Municipal do Rio, Djaca posa com o vereador Carlos Bolsonaro.

Apesar dos registros, o inquérito da Delegacia de Homicídios não cita uma eventual ligação entre Djaca e Bolsonaro.

Conforme apurado pela revista Veja, o professor de artes marciais vive e dá aulas na região de Rio das Pedras e Muzema, zona oeste do Rio, onde ficam favelas dominadas por milicianos. Em suas redes sociais, Djaca já postou panfletos que fazem propaganda de um serviço de transporte de passageiros apelidado de “Uber da milícia”