Wagner Moura faz campanha contra escravidão e pede para o Brasil aderir


 

Wagner Moura - Foto: OIT / Reprodução

faça como o ator Wagner Moura. Assine

Sua assinatura é a maior arma contra a escravidão moderna”, um mal que atinge 21 milhões de pessoas, que trabalham até à exaustão, muitas vezes em troca de um prato de comida, ou um lugar para dormir.

O apelo, gravado pelo ator Wagner Moura, faz parte de uma campanha para que o Brasil assine um protocolo internacional para acabar com o trabalho escravo.

A campanha “50 For Freedom”- “50 pela Liberdade”, em tradução livre – pretende conseguir que 50 países assinem um protocolo sobre trabalho forçado criado em 2014.

Por enquanto, apenas 13 países assinaram.

A bandeira está sendo levantada pela OIT, Organização Internacional do Trabalho e busca assinaturas por aqui.

A campanha contra a escravidão moderna foi lançada nesta terça-feira, 9, em Brasília, enquanto tramita na Câmara dos Deputados um projeto de um deputado tucano para regulamentar o trabalho rural.

Na Câmara

A proposta, muito criticada nas redes sociais, é do deputado Nilson Leitão (PSDB-MT), presidente da Frente Parlamentar Mista da Agropecuária.

Críticos dizem que o projeto dele é uma possível legalização do trabalho escravo no Brasil.

O parlamentar nega, mas pressionado pela opinião pública o tucano recuou.

Por causa da repercussão negativa, ele disse ao G1 que pedirá ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para não instalar a comissão especial destinada a analisar a proposta.

Segundo ele, após um “amplo debate”, o texto será reapresentado com mudanças de redação.

#AssinaBrasil

O vídeo gravado pelo ator Wagner Moura, um dos embaixadores da OIT, pede sua ajuda e ensina como você pode fazer para colaborar.

Tem que tirar uma foto da sua assinatura e postar nas redes sociais com a hashtag #AssinaBrasil.

A criação da campanha é da agência Nova/SB.

Foto: OIT / reprodução

Foto: OIT / reprodução             50 PELA LIBERDADE

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Lula X Moro: o embate entre a política e o Frankenstein judicial


Um texto escrito por , Postado em Arpeggio, Miguel do Rosário

 

Esse é um texto alongado, porém, pelo fato de ser muito bem trabalhado, vale a pena perder alguns minutos e ler essa matéria, onde o Miguel, procurando ser clássico e técnico, passa as informações sobre o que vem acontecendo, ao seu conhecimento, sobre e sob os bastidores da política e do Judiciário brasileiro nesta atual circunstâncias em que atravessa o Brasil e Brasileiros. O blog Café com Leite está repassando essa matéria para os seus leitores na íntegra, mas o crédito é do blog O cafezinho, que foi a fonte. Já o texto é de Miguel do Rosário, que depois de Muitos dias resolveu escrever a respeito do que viu e ouviu.

 

Assim disse Miguel: Demorei vários dias para escrever sobre o depoimento do ex-presidente Lula ao juiz Sergio Moro porque entendi, assim que terminei de assistir as quatro horas de gravação, que estava diante não apenas de um fato de forte impacto na luta política presente, mas também de uma situação com potencial de se tornar símbolo de toda uma era.

Então eu peguei um clássico autor anarquista, Pedro Kropotkin, para me inspirar um pouco.

“Abaixo os juízes!”, assim encerra Kropotkin o seu ensaio Lei e Autoridade, no qual defende que “o primeiro dever de uma revolução é fazer uma fogueira com todas as leis que existem e com todos os títulos de propriedade”.

Hoje em dia não acredito mais no anarquismo, que considero utópico demais para meus gostos, mas seu ceticismo em relação à lei veio-me em boa hora, porque após tantos anos lutando contra conspirações judiciais, tornei-me quase um blogueiro (arg!) jurídico. Depois do anúncio continue… 

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Não abandonemos ainda o Kroptokin. É ele que lembra, no mesmo texto, que as leis menos ruins são aquelas que servem para abolir leis anteriores, e menciona algumas leis liberais que tanto entusiasmo trouxeram às classes médias europeias: eleição de juízes e direito do cidadão processar um funcionário público. Kropotkin cita esses dois pontos, atribuindo-os a uma invenção do “liberalismo moderno”, com indisfarçada condescendência, visto que os considera inúteis, já que ele quer mesmo é a abolição de todas as leis. O autor observa ainda que essas “modernizações” seriam apenas um esforço da burguesia de resgatar liberdades de que as cidades medievais gozavam no século XII, antes dos juristas e juízes assumirem o poder e criarem um regime baseado num Estado quase terrorista do ponto-de-vista penal, com uso de horrorosos métodos de tortura e castigo.

E aí ele descreve a figura do juiz moderno, “despido de todo sentimento que faça honra à natureza humana, vivendo como um visionário num mundo de ficções legais, recreando-se em administrar prisões e morte, sem suspeitar, na fria maldade de sua loucura, do abismo de degradação em que caiu aos olhos daqueles que hão de sofrer o peso de sua condenação”.

Não lhes parece uma descrição maravilhosa, vívida, de Sergio Moro?…Veja o que o anuncio tem a lhe oferecer e continue lendo.

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Eu também achei sumamente divertidas essas passagens de Kropotkin, porque os nossos liberais, que viviam falando em reduzir o poder do Estado, agora estão todos ao lado do Estado judicialesco do Brasil, que é o Estado menos liberal, mais autoritário, o Estado mais puramente estatal que se possa imaginar, porque distante de qualquer controle democrático e que vê a si mesmo como um poder intocável, um poder perfeito, absoluto.

O ministro Luis Roberto Barroso, do STF, a quem chamamos carinhosamente de “príncipe do Estado de Exceção” é um exemplo desse liberal às avessas, tão comum na história brasileira. Ao mesmo tempo em que fecha os olhos para um recrudescimento sem precedentes da repressão policial e da partidarização da justiça, ele flana por aí ressaltando o papel “iluminista” do judiciário. Ou então fala, após apoiar uma reforma da previdência que só penaliza os pobres, ou publicar um artigo defendendo a privatização do ensino superior, que a nova missão do judiciário é “refundar o país”…

Alguém deveria lembrar a Barroso que o judiciário, em momento algum da história da humanidade, representou outro papel a não ser o de porta-voz do autoritarismo e da violência estatal. Durante séculos, os juízes europeus exerceram o papel de sádicos e torturadores. Aliás, o jurista italiano Luigi Ferrajoli denunciou Sergio Moro como um juiz da Inquisição. Como a crítica não apareceu na Globo, as nossas cortes superiores fingiram que não existiu. A única realidade que existe, para a elite brasileira, é a que aparece no Jornal Nacional.

Talvez entre os antigos atenienses, na fase mais radical de sua democracia, tenha existido juízes menos retrógrados: para que isso ocorresse, todavia, o processo de seleção de juízes teve de ser democratizado. Os juízes atenienses eram escolhidos por sorteio (eles consideravam o processo eleitoral muito elitista) e os cargos duravam apenas um ano. Encerrada sua função, os juízes eram por sua vez julgados – severamente – por seus atos. Se seus pares achassem que alguma decisão tomada por eles tinha sido injusta ou excessiva, eles eram punidos imediatamente.

Mas não precisamos ir tão longe em nossa análise. Eu queria trazer aqui um autor moderno, o qual já andamos citando no Cafezinho: Otto Kirchheimer, autor do livro Political Justice: The use of legal procedures for political ends (Justiça Política: o uso de procedimentos jurídicos com objetivos políticos).

Esse é um clássico que elegi como um de meus livros de cabeceira, ao menos enquanto formos vítimas, no Brasil, dessas odiosas conspirações midiático-judiciais.

Kirchheimer entende a justiça política como aquela em que tanto o réu como juiz tem objetivos políticos além da questão estritamente jurídica do processo.

Logo no início de seu livro, o autor lembra que boa parte dos juristas estão sempre “querendo negar que exista tal coisa como um julgamento político; dizer que exista tal coisa, e que acontece com frequência, trazendo consequências graves à sociedade, aos olhos desses homens puros da Lei Imaculada, equivale a questionar a integridade das cortes, e a própria moral da profissão do Direito”.

Entretanto, Kirchheimer explica que essa (falsa) aparência de neutralidade e imparcialidade do judiciário é, exatamente, a razão pela qual o processo penal tornou-se uma arma política tão eficaz.

É justamente o que observamos com a Lava Jato. A operação é sustentada, e o próprio juiz responsável por ela já o confessou que o faz deliberadamente, por uma narrativa midiática. O papel da imprensa na Lava Jato sempre foi essencial, e por isso mesmo a Lava Jato, para obter resultados, precisa aparecer, junto à opinião pública, como uma operação puramente técnica, apartidária e imparcial.

A estratégia não é nova. Kirchheimer observa que a República de Weimar, o regime que antecedeu o nazismo, foi vitimada por um judiciário muito parecido com o que estamos assistindo agora.

“A república de Weimar oferece o exemplo oposto [ao da França, onde a política tinha preponderância exagerada sobre o judiciário, na opinião do autor] e igualmente pernicioso espetáculo de um rápido crescimento de um aparato de justiça semi-independente, intimamente vinculado à Procuradoria Geral da República e à Suprema Corte. (…) esses profissionais do Direito, sob a máscara da neutralidade e livres de qualquer interferência externa desenvolveram, decididamente, critérios partidários próprios na condução de seus departamentos”.

E aí o autor explica como o judiciário alemão teve participação ativa na construção do ambiente que levou o país a submergir nos horrores do nazismo.

“A maioria dos juízes alemães deu suporte ao governo contra os seus inimigos à esquerda, mas estabeleceu um padrão consistente de se recusar a pôr freios à direita. Durante os primeiros e críticos anos da república (1919-1923), isso consistiu principalmente na falta de vontade de tomar conhecimento da sedição direitista e planos para derrubar o governo à força; quando agitadores eram pegos, o judiciário os liberava, ou completamente, ou com sentenças ridículas, dando-lhes aposentadorias, cobrindo os traços de assassinos da direita, e limpando suas fichas.”

O autor nos conta ainda o caso de um procurador da Suprema Corte de Leipzig, Mr.Jorns, que não apenas fez vista grossa nas investigações contra os assassinos de Rosa Luxembourg e Karl Liebknecht, como os ajudou expressamente. Apesar de todas as evidências de que ele havia prevaricado e abusado de seu poder, a corte suprema alemã enviou o seu caso para um tribunal inferior, seguido de instruções detalhadas sobre como absolver o “colega”. E ele foi absolvido.

Algum tempo depois, Jorns será nomeado o primeiro presidente da Suprema Corte de Hitler.

Há um outro trecho do livro de Keichhmer que também reputo interessante para nossa discussão:

“Juízes serão vistos como partidários se eles proferirem duras sentenças penais contra um grupo político, e ao mesmo tempo aliviar a barra de outro grupo, talvez mais corrupto que o primeiro. Nenhuma questão será levantada, é claro, se a maioria da comunidade partilhar da inclinação do juiz de olhar o primeiro grupo como inimigos da ordem social, e o segundo apenas patriotas mal orientados, que escolheram os amigos errados.”

O trecho acima me lembrou muito o raciocínio de Merval Pereira, um dos porta-vozes da Lava Jato, e de todas as conspirações judiciais, na Globo: a corrupção do PT era muito mais maléfica do que a do PSDB, porque os petistas trabalhavam para se perpetuar no poder, enquanto os tucanos queriam apenas juntar um dinheiro extra.

Ayres Brito, que saiu do STF para assumir uma sinecura da Globo, cansou de defender a tese de que a corrupção do PT era algo intrinsicamente diabólico, por causa do famigerado desejo de se “perpetuar no poder”, uma acusação que jamais imprensa ou ministério público ou judiciário usou contra uma iniciativa tucana diretamente ligada à uma estratégia de “perpetuação no poder”, que foi o escândalo da reeleição de FHC.

Hoje FHC posa de santo, de figura ilibada, e ninguém mais lembra que foi ele o radical bolivariano que patrocinou, sem plebiscito, sem constituinte, a patranha de mudar as regras do jogo para si mesmo: instituindo uma reeleição da qual ele mesmo iria se beneficiar.

Nem Ministério Público, nem Polícia Federal, nem o STF, jamais pensou em prender todos os envolvidos naquela operação pela reeleição, e torturá-los com um, dois, três anos de prisão preventiva, ou ameaças de condenações medievais, de décadas de regime fechado, em troca de delações.

Outra história contada por Keichhmeier, e que igualmente me transportou para os dias de hoje, é o processo envolvendo o presidente da República de Weimar, Friedrich Ebert, do partido social-democrata.

É um dos melhores exemplos do uso da justiça para atacar um adversário político através de uma leitura enviesada do passado. A direita política de hoje, no Brasil, centrada na mídia e no próprio judiciário, está abusando dessa ferramenta. Através desse método, busca-se pintar os governos de Lula/Dilma não como aqueles que inauguraram instrumentos de transparência e combate à corrupção, que tiraram todas as estatais de um processo de sucateamento deliberado (porque visando privatizá-las), mas tão somente um partido que “roubava”. Quando um grupo – e isso também está no livro de Kirchheimer – não encontra um flanco político vulnerável em seu adversário, ou seja, quando ele não pode atacar no campo das ideias, então a judicialização é um método muito útil, porque ele não discute se a “causa” do adversário era nobre. O meu adversário tinha causas muito nobres, dirá aquele que usa a justiça política, e efetivamente adotou ações neste sentido, mas o fato é que ele “roubou”.

Não importa se as gestões na Petrobrás, na Caixa, no Banco do Brasil, no BNDES, foram espetacularmente democráticas e bem sucedidas, com cada uma dessas estatais crescendo como jamais haviam crescido em sua história, uma encontrando as maiores jazidas de petróleo descobertas nos últimos anos, outro ampliando financiamentos para pequenas, médias e grandes empresas a um nível jamais visto na história do crédito no país… Nada disso importa. O que importa é que havia corrupção! E o que importa não é exatamente combater a corrupção e sim produzir um espetáculo que corresponda a uma adaga no coração do meu adversário.

Voltando a história de Ebert, eu quase pude sentir o desespero do presidente social-democrata diante da manipulação judicial de um processo que o triturava politicamente, porque expunha todas as suas fragilidades e contradições. Imaginei que a atmosfera opressiva da Alemanha dos anos 20 deveria ter algumas semelhanças com o Brasil de hoje.

Aconteceu o seguinte. Durante uma visita pública a alguma obra do governo, um militante nazista xingou Ebert de “traidor”. Para um país que acabara de sofrer uma traumática derrota militar (I Guerra), a palavra devia ter um peso muito forte. Talvez Ebert não quisesse processar o militante, mas depois que um jornal nazista publicou o xingamento na capa, ele sentiu que deveria tomar a ofensiva e levou o caso ao tribunal.

A imprensa nazista acusava Ebert de ter sido um dos responsáveis pela derrota militar da Alemanha na I Guerra, porque ele teria participado de uma das greves gerais que os trabalhadores fizeram ao final do conflito, a partir de janeiro de 1918, que paralisaram as fábricas de armamentos e outros suprimentos.

Não era verdade. O partido social-democrata não havia apoiado essas greves, que pipocavam espontaneamente, sem orientação de sindicatos ou partidos, embora esses logo se unissem aos movimentos. No início de 1918, a situação da classe trabalhadora alemã era desesperadora e não havia mais como dar continuidade à guerra. Havia muitos debates na imprensa em defesa da paz. O partido social-democrata é convidado, pelo comitê de greve, a enviar um representante, que é o próprio Ebert. Essa participação de Ebert na greve é a base para as acusações nazistas de que ele teria sido um “traidor”.

Os dois juízes responsáveis pelo processo, e o governo perceberia isso apenas mais tarde, tinham forte afinidade com os nazistas, e trabalharam todo o tempo para ajudar o partido nacional socialista a usar o julgamento para atacar politicamente não apenas o presidente, como a própria república. Os nazistas trouxeram inúmeras testemunhas, a maioria com histórias falsas, para darem declarações contra Ebert e subsidiarem a imprensa nazista com manchetes sensacionalistas contra o governo social-democrata.

Ao cabo, o nazista difamador seria absolvido, por uma sentença em que os juízes dariam razão a ele, já que ficara “provado” que o presidente tinha, de fato, participado de greves que prejudicaram o desempenho militar da Alemanha.

Keichheimer observa que “durante os últimos anos da república de Weimar (1930-1932), quando a balança de poder estava pendendo rapidamente para a direita, o judiciário não viu nenhuma razão para mudar a sua jurisprudência política [que já vinha se inclinando à direita desde o início da república]. Entretanto, no mesmo momento em que esse movimento empurrava o judiciário a uma posição cada vez mais partidária, as mais altas autoridades judiciais do país cuidavam zelosamente para preservar o mito de sua imparcialidade política aos olhos da população.”

Isso não lembra o Brasil de hoje, com nossos orgulhosos ministros do STF se esforçando, cada vez mais, para transmitir à população a imagem de que as “instituições estão funcionando”?

 

Para finalizar este post, eu gostaria de comentar um outro livro, do qual ouvi falar através de um artigo no livro Resistência ao Golpe 2016, e que comprei via Amazon: Towards Juristocracy (Em direção à Juristocracia), de Ran Hirschl. Esse livro é importante para contextualizarmos o que acontece no Brasil num cenário maior. As conspirações midiático-judiciais dão certo no Brasil porque elas estão inseridas numa tendência muito forte do capitalismo contemporâneo, de transferir poder de legislaturas e executivos para os tribunais, o que é um movimento atrativo às elites que gozam de melhor acesso e influência no judiciário. É a mesma tendência que leva o capital a transferir poder para burocracias “técnicas” que exercem papel central na administração do Estado, como as que comandam os bancos centrais. O grande capital tem se tornado cada vez mais hostil à democracia, vista como um risco, um motivo de instabilidade e, sobretudo, como um estorvo ao esforço de transformar o mundo num grande banco privado.

Essa transferência de poder da classe política para uma elite judicial é defendida por setores da própria política, sobretudo quando querem implementar medidas que serão mais facilmente aceitas se impostas por uma burocracia supostamente técnica e imparcial, como o judiciário.

Entretanto, alerta o autor, “uma vez conferida toda essa autoridade ao judiciário, há o risco de que os tribunais se transformem num monstro de Frankenstein: corporações judiciais imprevisíveis e autônomas cujas decisões contrariem os interesses e as expectativas dos grupos políticos que as defenderam”.

Por outro lado, Hirschl entende que os tribunais dificilmente se posicionam, por muito tempo, contra o establishment. As elites políticas que patrocinam essa migração de poder para o judiciário, esvaziando legislativo e executivo, geralmente estão confiantes de que possuem os instrumentos que lhes permitam controlar o monstro.

No Brasil, é fácil identificar a maneira pela qual a elite poderá controlar o frankestein judicial: através da mídia, cuja concentração em poucas famílias garante à mesma elite um poder excepcional de pressão sobre o espírito dos juízes.

No depoimento de Lula a Sergio Moro testemunhamos, portanto, um momento determinante na história mundial das democracias.

De um lado, um homem, tendo a seu lado uma parte importante da população. Do outro, a máquina do Estado e da mídia, com todos os seus instrumentos de controle da narrativa.

Os últimos movimentos da crise política já deixaram claro, por exemplo, que estamos vivendo uma espécie de rebelião judicial fascista. É um movimento inaugurado pela própria Lava Jato, em 2014, e foi ele que levou ao golpe. As ações parlamentares foram inteiramente articuladas de fora do parlamento, através de pressões midiáticas e judiciais, seguindo uma agenda política meticulosa, que levaram ao impeachment.

Essa agenda permanece. Evidentemente, as ações de um Fachin, derrubando o sigilo dos vídeos de João Santana e Mônica Moura exatamente um dia após o depoimento de Lula, visavam produzir um contra-ataque semiótico ao que havia sido uma vitória narrativa do ex-presidente. A mesma coisa vale para o sequestro de 37 funcionários do BNDES, ordenado pelo mesmo juiz que mandou fechar o instituto Lula. Foram decisões tomadas como resposta ao depoimento de Lula.

Após três anos de operação, a agenda política da Lava Jato e de seus apoiadores ficou evidente. Ela usa as delações para controlar a narrativa e produzir a atmosfera política que lhe interessa, visando a próxima etapa.

Os advogados do ex-presidente Lula lhe aconselharam a não viajar à Suécia, onde ele participaria, nos próximos dias, de um encontro com parlamentares, para denunciar a perseguição de que é vítima. Disseram que o momento seria inadequado, porque Sergio Moro está, mais que nunca, com sangue nos olhos para expedir uma ordem de prisão.

Alguns agora falam até na possível prisão da presidenta Dilma, com base em provas forjadas na delação de Mônica Moura.

Enquanto a mídia organiza o circo romano da Lava Jato, distraindo o público, o Executivo faz a sua parte, acelerando reformas antissociais que jamais foram alvo de debate durante eleições.

O jogo é todo combinado.

De um lado, a máquina do Estado, liderada por autócratas frios, inconscientes de sua própria loucura e maldade, apoiados por uma massa de zumbis acéfalos produzidos por anos de violenta manipulação midiática.

De outro, a população brasileira, vulnerável, fragilizada, sem mídia, sem justiça, sem governo, assistindo, perplexa, os novos donos do poder humilharem cada vez mais seus representantes, ameaçando-os à luz do dia com delações e prisões de longo prazo, e avançarem, qual vampiros, sobre direitos sociais e individuais consolidados desde a década de 30.

A tortura moral e psicológica que a Lava Jato (mídia + judiciário) inflinge à sociedade brasileira não encontra paralelo em nossa história.

A campanha de difamação de Getúlio Vargas durou apenas um mês e conseguiu levar um político experiente ao suicídio. A Lava Jato dura três anos e, mesmo tendo sido responsável pela mais rápida, devastadora e abrangente destruição econômica já vista em qualquer país que não vive uma guerra, continua sendo defendida pela mídia e por seus operadores.

Alguns setores conservadores da política já temem a Lava Jato porque entenderam que os instrumentos de controle não estão em suas mãos. Apenas a Globo pode controlar a Lava Jato. Em dois ou três editoriais, a Globo pressionaria os tribunais a imporem um freio na operação, mas os Marinho representam interesses muito distantes de um PSDB, de uma empreiteira, ou mesmo de um banco privado nacional.

Os Marinho, quando trocaram sua dívida por bonds em 2005, em três lotes monstruosos, um de 325, outro de 300, outro de 200 milhões de dólares, tornaram-se ainda mais ligados aos interesses corporativos imperialistas. Os donos desses bonds de US$ 825 milhões da Globo são fundos internacionais, alguns dos quais, como a Brookfield, estão comprando a Petrobrás e a Odebrecht. Com a crise que arrasa o Brasil, o preço de todos os nossos ativos está ficando cada vez mais baixo.

Sergio Moro, em palestras, já deixou claro qual é o objetivo: preparar o Brasil para investidores estrangeiros, que viriam em “3, 4 ou 10 anos”. Rodrigo Janot completou o raciocínio em Davos, ao dizer que a Lava Jato é “pró-mercado”.

Evidentemente, porém, ambos estão completamente loucos. Ninguém, em sã consciência, destrói o seu país para melhor vendê-lo mais tarde. Estamos falando, afinal, de uma população de 206 milhões de pessoas, com dezenas de milhões de crianças que precisam comer e estudar e serem tratadas por médicos agora, e não daqui a 10 anos. E que tipo de empresário investirá num país destruído, instável politicamente, com suas instituições jurídicas completamente tomadas de loucura autocrática, com uma sociedade adoecida pelo monopólio midiático, vítima de frequentes e crescentes erupções fascistas? O Cafezinho.

Hábitos saudáveis, reeducação alimentar e disciplina ajudam a manter o peso


A manutenção do peso pode seguir uma regra: é preciso se manter no peso por dois meses para cada quilo. Ou seja, se perdeu 20 quilos, precisa manter o mesmo peso por até 40 meses.

Participantes do Bem Verão mostram como emagreceram e mudaram de vida

Participantes do Bem Verão mostram como emagreceram e mudaram de vida

A obesidade é uma doença crônica e como toda doença sem cura precisa de acompanhamento constante. Esse foi o tema do Bem Estar desta segunda-feira (15). O endocrinologista João Salles explicou por que é tão difícil manter o peso depois de emagrecer e a nutricionista Carina Trevisan deu dicas para diminuir a vontade de comer porcarias.

Emagrecer é um grande desafio, mas manter o peso é mais complicado. Para o sucesso, é preciso realizar a manutenção de hábitos saudáveis, reeducação alimentar, dedicação e disciplina. O importante é manter uma rotina, mas sem se privar completamente das coisas ‘boas’ da vida.

Não só a questão estética, mas emagrecer promove muitos benefícios à saúde. Muitas doenças melhoram com a perda de peso, como diabetes, gordura no fígado, hipertensão, dores articulares e apneia.

A manutenção do peso pode seguir uma regra: é preciso se manter no peso por dois meses para cada quilo. Ou seja, se perdeu 20 quilos, precisa manter o mesmo peso por até 40 meses.

Ex- participantes do Projeto Bem Verão emagrecem e conseguem manter o peso

Ex- participantes do Projeto Bem Verão emagrecem e conseguem manter o peso

Participantes do Bem Verão escorregam no projeto mas retomam exercícios

Participantes do Bem Verão escorregam no projeto mas retomam exercícios

Mais de mil gordinhos se inscrevem para o Bem Verão 2017

Mais de mil gordinhos se inscrevem para o Bem Verão 2017

Reveja o programa desta segunda-feira (15):

Bem Estar - Edição de segunda-feira, 15/05/2017

Obesidade cresceu 60% no Brasil nos últimos dez anos


De acordo com o Ministério da Saúde, 1 em cada 5 brasileiros estão obesos e o problema contribui para aumento de hipertensão e diabetes

O brasileiro está mais obeso. Em dez anos, a prevalência da obesidade passou de 11,8% em 2006 para 18,9% em 2016, atingindo um em cada cinco brasileiros, de acordo com dados da pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), divulgada nesta segunda-feira pelo Ministério da Saúde. Segundo o levantamento, esse é um dos fatores que pode ter colaborado para o aumento da prevalência de diabetes e hipertensão entre a população.

No sobrepeso, o cenário é ainda mais grave. Mais da metade dos brasileiros está acima do peso. Nos últimos dez anos, o índice cresceu 26,3%, passando de 42,6% em 2006 para 53,8% em 2016. No mesmo período, o número de brasileiros diagnosticados com diabetes cresceu 61,8% e com hipertensão, 14,2%.

Excesso de peso

Segundo o Vigitel, nos últimos dez anos, o sobrepeso entre homens passou de 47,5% para 57,7%. Nas mulheres, o índice passou de 38,5% para 50,5%.

Rio Branco é a capital brasileira com maior prevalência de excesso de peso: 60,6 casos para cada 100.000 habitantes. Em seguida estão Campo Grande (58/100.000 habitantes), Recife, João Pessoa e Natal (56,6/100.000 habitantes) e Fortaleza (56,5/100.000 habitantes). Por outro lado, Palmas é a capital brasileira com a menor prevalência de excesso de peso (47,7/100.000 habitantes).

O levantamento revela ainda que o indicador de excesso de peso aumenta com a idade e é maior entre os que têm menor grau de escolaridade. Nas pessoas com idade entre 18 e 24 anos, por exemplo, o índice é de 30,3%. Já entre brasileiros de 35 a 44 anos, o índice é de 61,1% e, entre os com idade de 55 a 64 anos, o número chega a 62,4%. Já na população com 65 anos ou mais, o índice é de 57,7%.

Em relação à escolaridade, 59,2% das pessoas que têm até oito anos de escolaridade apresentam excesso de peso. O índice cai para 53,3% entre os brasileiros com nove a 11 anos de estudo e para 48,8% entre os que estudaram 12 ou mais anos.

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De acordo com o estudo, a prevalência de obesidade no país duplica a partir dos 25 anos de idade. O problema também é maior entre os que apresentam menor escolaridade. Nas pessoas com idade entre 18 e 24 anos, por exemplo, o índice é de 8,5%. Já entre brasileiros de 35 a 44 anos, o índice é de 22,5% e, entre os com idade de 55 a 64 anos, o número chega a 22,9%. Na população com 65 anos ou mais, o índice é de 20,3%.

Em relação à escolaridade, os que têm até oito anos de estudo apresentam índice de obesidade de 23,5%. O percentual cai para 18,3% entre os brasileiros com nove a 11 anos de estudo e para 14,9% entre os que têm 12 ou mais anos de estudo.

 

Diabetes

O número de brasileiros diagnosticados com diabetes cresceu 61,8% nos últimos 10 anos, passando de 5,5% da população em 2006 para 8,9% em 2016. Ao contrário do excesso de peso, que é mais prevalente em homens, o diabetes é mais comum em mulheres. O índice de diagnósticos da doença nas mulheres passou de 6,3% em 2006 para 9,9% em 2016, contra 4,6% e 7,8% entre os homens.

 

O Rio de Janeiro é a capital com maior prevalência de diagnóstico médico de diabetes, com 10,4 casos para cada 100.000 habitantes. Em seguida, estão Natal e Belo Horizonte (ambos com 10,1), São Paulo (10), Vitória (9,7), Recife e Curitiba (ambos com 9,6). Já Boa Vista é a capital brasileira com a menor prevalência de diagnóstico da doença, com 5,3 casos para cada 100.000 habitantes.

Como os outros fatores, o indicador de diabetes aumenta com a idade e é quase três vezes maior entre os que têm menor escolaridade. Nas pessoas com idade entre 18 e 24 anos, o índice é de 0,9%. Já entre brasileiros de 35 a 44 anos, o índice é de 5,2% e, entre os com idade de 55 a 64 anos, o número chega a 19,6%. O maior registro, entretanto, é na população com 65 anos ou mais, que apresenta índice de 27,2%.

Já em relação à escolaridade, os que têm até oito anos de estudo apresentam índice de diagnóstico de diabetes de 16,5%. O percentual cai para 5,9% entre os brasileiros com nove a 11 anos de estudo e para 4,6% entre os que têm 12 ou mais anos de estudo.

Hipertensão arterial

O número de pessoas diagnosticadas com hipertensão no país cresceu 14,2% na última década, passando de 22,5% em 2016 para 25,7% em 2016. As mulheres, novamente, registram mais diagnósticos da doença – o grupo passou de 25,2% para 27,5% no período, contra índices de 19,3% e 23,6% registrados entre homens.

O Rio de Janeiro também é a capital com a maior prevalência de diagnóstico médico de hipertensão, com 31,7 casos para cada 100.000 habitantes. Em seguida estão Recife (28,4), Porto Alegre (28,2), Belo Horizonte (27,8)Salvador (27,4) e Natal (26,9). Já Palmas é a capital brasileira com a menor prevalência de diagnósticos da doença, com 16,9 casos para cada 100.000 habitantes.

Também no caso da hipertensão arterial, o indicador aumenta com a idade e é maior entre os que apresentam menor escolaridade. Nas pessoas com idade entre 18 e 24 anos, por exemplo, o índice é de 4%. Já entre brasileiros de 35 a 44 anos, o índice é de 19,1% e, entre os com idade de 55 a 64 anos, o número chega a 49%. O maior registro, entretanto, é na população com 65 anos ou mais, que apresenta índice de 64,2%.

Em relação à escolaridade, os que têm até oito anos de estudo apresentam índice de diagnóstico de hipertensão de 41,8%. O percentual cai para 20,6% entre os brasileiros com nove a 11 anos de estudo e para 15% entre os que têm 12 ou mais anos de estudo.

Alimentação

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Felizmente, a pesquisa mostrou mudanças nos hábitos dos brasileiros como a redução do consumo regular de refrigerante ou suco artificial. Em 2007, o indicador era de 30,9%, em 2016 foi 16,5%. Também houve aumento da prática de atividade física nos momentos de lazer. Em 2009, 30,3% da população fazia exercícios por pelo menos 150 minutos por semana, já em 2016 a prevalência foi de 37,6%. Nas faixas etárias pesquisadas, os jovens de 18 a 24 anos são os que mais praticam exercícios no tempo livre.

Houve também um singelo aumento no consumo regular de frutas e hortaliças: em 2008 o índice era de 33,0%, e em 2016, 35,2%. No entanto, a ingestão permanece baixa. Em 2016, apenas 1 entre 3 adultos consomem frutas e hortaliças em cinco dias da semana.

Em relação ao consumo abusivo de bebida alcoólica, foi registrado um leve aumento: em 2006 era 15,7%, e em 2016, 19,1%.

(Com Agência Brasil)

Opinião de Nassif sobre depoimento de Lula e perguntas de Moro


Muita gente que assistiu o depoimento de Lula nesta quarta feira 10 de Maio, ficou um pouco estarrecida com os modelos das perguntas, que vinham com um propósito nítido de fazer o acusado cair em alguma contradição, para ser penalizado. No dia seguinte, pelas ruas de Maracás e outras cidades vizinhas, muita gente chegou a falar que tinha dúvida em quem votar em 2018, mas que agora está decidido em votar em Lula. “O que está acontecendo com um ex-presidente que deixou o governo com 87% de aprovação, é uma falta de respeito, não ao próprio Lula, mas sim ao Brasil e Brasileiros”, disse um cidadão.

Depois vendo este comentário do Nassif, um dos mais renomados jornalistas e comentaristas político deste país, vi que nem só eu, como editor deste blog, teve essa visão. Veja comentário de Luis Nassif.

Prefeito reduz o próprio salário para salvar cidade


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Nesses tempos em que praticamente nenhum político escapa das denúncias de corrupção, um prefeito vem fazendo a diferença quando o assunto são as finanças.

Silmar de Souza decretou a redução do próprio salário. Ele é prefeito de Nossa Senhora do Livramento, a 32 km de Cuiabá, no Mato Grosso,

E não foi só o dele não. A medida também atinge os servidores comissionados da prefeitura.

O objetivo é conter despesas com pessoal na tentativa de equilibrar as contas do município.

Hoje o salário do prefeito livramentense é de R$ 14 mil – cairá para R$ 10,5 – e do vice-prefeito R$ 7 mil – cairá para R$ 5.250.

Os servidores considerados comissionados/equiparados ganham R$ 5,3 mil,  incluindo o procurador, contador, controlador interno e secretários municipais. Passarão a receber quase R$ 4 mil.

Cortes

A contingência nos salários do prefeito, vice-prefeito, do procurador, secretários e equiparados será de 25%, e já valerá para este mês de maio.

Além da redução dos salários, fica proibida também a concessão de horas extras para todos os servidores.

Apenas casos excepcionais, devidamente justificados pessoalmente serão autorizados pelo prefeito.

O documento determina, ainda, que secretários do município apresentem imediatamente uma lista de cargos comissionados e dos servidores nomeados para exoneração em 30% dos cargos comissionados atualmente ocupados.

E ainda veda a criação de novos cargos e limita o horário de expediente dos órgãos municipal das 07h00 às 15h00. Antes, era das 07h00 até as 16h00

Dívidas

De acordo com o setor financeiro municipal, neste primeiro quadrimestre de 2017 o município, administrado pelo PSDB, amargou quedas constantes nas arrecadações em relação ao previsto na Lei de Diretrizes Orçamentária (LDO) deste ano.

As perdas vão de 8,85% no Fundo de Participação dos Municípios – FPM, 8,10% no FUNDEB e 8,43% na arrecadação do percentual do ICMS.

“A diminuição na receita refletiu diretamente na elevação do percentual de gastos com pessoal em 61%, ultrapassando o limite prudencial que é de 54% previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal”, ressalta parte do texto.

Veja abaixo o decreto completo:

DECRETO Nº 047/2017

“Dispõe sobre medidas de contenção de despesas com a finalidade de diminuir o percentual de gastos com pessoal a fim de atender disposições da Lei de Responsabilidade Fiscal e dá outras providências”

SILMAR DE SOUZA GONÇALVES, PREFEITO MUNICIPAL DE NOSSA SENHORA DO LIVRAMENTO, ESTADO DE MATO GROSSO, no uso de suas atribuições legais, e

Considerando o atual cenário econômico do país com a crescente diminuição da atividade econômica e consequente perda de receita por parte do setor público;

Considerando que a crise econômica nacional alcançou as finanças desta Municipalidade, traduzindo-se em efetiva diminuição dos valores repassados pela União e pelo Estado de Mato Grosso;

Considerando que essa perda de receita acumulou, no primeiro quadrimestre de 2017, uma queda na arrecadação do Fundo de Participação dos Municípios – FPM  na ordem de 8,85% em relação ao projetado na LDO;

Considerando que essa perda de receita acumulou, no primeiro quadrimestre de 2017, uma queda na arrecadação do FUNDEB na ordem de 8,10% em relação ao projetado na LDO;

Considerando que essa perda de receita acumulou, no primeiro quadrimestre de 2017, uma queda na arrecadação do percentual do ICMS devido ao Município na ordem de 8,43% em relação ao projetado na LDO;

Considerando que a diminuição na receita refletiu diretamente na elevação do percentual de gastos com pessoal, ultrapassando o limite prudencial previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal alcançando 61% ;

Considerando que a extrapolação do limite de gastos com pessoal ocasiona diversos malefícios para a Administração Pública Municipal;

Considerando a necessidade premente de se tomar medidas efetivas para adequação do percentual de gastos com pessoal,

DECRETA:

Art. 1o Ficam por força deste decreto contingenciados em 25% o pagamento dos subsídios do Prefeito Municipal, Vice Prefeito, Procurador Municipal, Secretários Municipais e equiparados.

Parágrafo único. A contingência dos subsídios estabelecida no caput deste artigo se manterá até que o percentual de gastos com pessoal se estabilize em patamares inferiores ao limite prudencial estabelecido na LRF.

Art. 2º Fica proibida a concessão e o pagamento de horas extras para os servidores públicos municipais.

Parágrafo único. Somente serão concedidas e pagas horas extras em casos excepcionais devidamente justificados e pessoalmente autorizados pelo Prefeito Municipal.

Art. 3º Fica proibida a concessão e o pagamento de aulas excedentes para os professores da rede  pública municipal de ensino.

Parágrafo único. Somente serão concedidas e pagas aulas excedentes em casos excepcionais devidamente justificados e pessoalmente autorizados pelo Prefeito Municipal.

Art. 4º Fica determinado aos Secretários Municipais que apresentem imediatamente lista de cargos comissionados e nomes dos servidores nomeados para fins de exoneração, no percentual de 30% dos cargos comissionados atualmente ocupados.

Art. 5º Até que o percentual de limites de gasto com pessoal se normalize, fica vedada a concessão de vantagem, aumento, reajuste ou adequação de remuneração a qualquer título, salvo os derivados de sentença judicial ou de determinação legal ou contratual, ressalvada a revisão prevista no inciso X do art. 37 da Constituição;

Art. 6º Até que o percentual de limites de gasto com pessoal se normalize fica vedada a criação de cargo, emprego ou função;

Art. 7º Até que o percentual de limites de gasto com pessoal se normalize fica vedada a alteração de estrutura de carreira que implique aumento de despesa;

Art. 8º Também fica vedado, até que o percentual de limites de gasto com pessoal se normalize o provimento de cargo público, admissão ou contratação de pessoal a qualquer título, ressalvada a reposição decorrente de aposentadoria ou falecimento de servidores das áreas de educação e saúde;

Art. 9º Com exceção dos serviços essenciais, fica limitado o horário de expediente dos órgãos da administração direta até as 15:00 hs, horário à partir do qual deverão ser fechadas as repartições municipais.

Art. 10. Este decreto entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

Com informações do MatogrossoMais

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Barraca sem vendedor comercializa produtos à base da confiança em MG


Foto: Reprodução EPTV / Erlei PeixotoFoto: Reprodução EPTV / Erlei Peixoto

Um agricultor ousado, que aposta na honestidade do humana, abriu uma lojinha que não tem vendedor, caixa, nem câmeras de segurança.

Na barraca o cliente chega, compra o que quiser, deixa o dinheiro em uma caixinha e pega troco, se precisar.

O comércio, à base de confiança, fica em uma estrada na zona rural de Delfim Moreira, em Minas Gerais.

O local frutas, verduras, legumes orgânicos, doces e refrigerantes.

A ideia é do engenheiro aposentado José Cláudio da Silva, que passa grande parte do dia em um terreno na roça, de frente para a Serra da Mantiqueira.

“A barraca fica sem ninguém lá, porque… eu tenho que estar produzindo para vender”, explicou ao G1 José Cláudio, que agora trabalha como agricultor.

“Seo” Zé Cláudio, como é conhecido na região, disse que já tinha ouvido falar de ideias parecidas em outros países e resolveu arriscar.

“Acredito e tenho certeza que esse é um dos caminhos para que a gente reverta a imagem de que o brasileiro é desonesto”, afirmou.

A mulher dele, Maria De Fátima Pereira da Silva, duvida.

“Eu falei: não vai rolar, não vai rolar!”, disse.

 

Foto: Reprodução EPTV / Erlei Peixoto

Foto: Reprodução EPTV / Erlei Peixoto

Boa surpresa

O negócio tem dado certo. Todo fim de tarde tem dinheiro na caixinha.

A novidade vem atraindo a atenção das pessoas que passam pela estrada onde está a barraquinha.

“Eu achei estranho, porque é esquisito fazer um comércio na beira da estrada e deixar [sozinho]”, disse o agricultor Andrei José da Silva.

“A gente nem acreditou quando a gente passou ontem aqui e viu. Voltamos hoje para constatar e comprar mais, porque no mundo que a gente vive hoje é, realmente, interessante”, contou a pedagoga Sílvia Helena Curi Silva, que passou com o marido pelo local.

Com informações do G1

Num país de tantas malandragens e sem confiança no ser humano de repente aparece o que confia e o que foi confiado, pois o negócio deu certo, onde todo mundo compra, passa seu próprio troco e vai pra casa feliz por ter encontrado alguém que lhe confiou. No final da tarde, ao retornar da lida, que é a produção das frutas, legumes e verduras, o dono da barraca chega, não para vê se foi roubado, mas sim, para saber quanto foi vendido naquele dia. Na verdade, o seu José Claudio apenas provou que este país é possuidor de um povo bom e honesto, com alguns reajustes, claro.

 

Conheça O Hotel Mais Sustentável Do Mundo


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Hotel Italiano foi considerado o mais “verde” do mundo, Brasil não aparece na lista.

Um levantamento feito pelo site de viagens TripAdvisor mostrou que a Itália possui o hotel mais verde de toda a Europa. O “Lefay Resort & Spa Lago di Garda”, localizado na região da Lombardia, foi o grande vencedor do ano dedicado ao turismo sustentável pela Organização Mundial de Turismo (OMT).

Já a região do Trentino-Alto Ádige foi a mais premiada, com oito hotéis sustentáveis. Já em nível mundial, o título de “hotel mais verde” foi para o Tambo del Inka, a Luxury Collection Resort & Spa em Urubamba, no Peru, seguido do Bucuti & Tara Beach Resort Aruba em Eagle Beach (Aruba) e do Hotel du Vieux-Québec, em Québec (Canadá).

Fonte: IstoÉ

Julia Roberts É Eleita A Mulher Mais Bonita Do Mundo Em 2017 Pela Revista ‘People’


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A atriz de 49 anos aparece na capa da edição mais recente da publicação, divulgada na ultima semana. “Estou muito lisonjeada”, comentou ela em texto divulgado no site da “People”. “Acredito que estou atualmente atingindo o meu auge.”

“Faz 26 anos desde que Julia Roberts foi pela primeira vez capa de nossa edição de ‘Mais bonita do mundo’, e ela ainda é a nossa ‘pretty woman’”, descreveu a revista, em referência ao título original do filme “Uma linda mulher” (1990).

Foi logo após o sucesso do longa, estrelado também por Richard Gere, que Julia conquistou seu primeiro “título” na lista da “People”, em 1991. Ela agora é “pentacampeã” da disputa, tendo vencido ainda 2000, 2005 e 2010, um recorde.

Julia também brincou com o fato de ter aumentado sua vantagem sobre George Clooney, que é bicampeão do troféu de “homem mais sexy do mundo”. “Vou mencionar isso no meu cartão de Natal para os Clooney neste ano”, provocou.

A atriz lembrou-se ainda da época em que se tornou uma estrela. “As pessoas dizem ‘Oh, quando ‘Uma linda mulher’ saiu deve realmente ter mudado a sua vida’, e isso se tornou uma piada, mas a verdade é que eu estava por fora quando ‘Uma linda mulher’ saiu”, comentou.

“Eu me lembro de ter lido ‘Uma linda mulher saiu neste final de semana e fez muito dinheiro’, e pensei: ‘É muito dinheiro? Isso é bom? Isso é ótimo?’. Eu realmente não sabia.”

Fonte: G1

Após ser solto, Dirceu é alvo de acusações infundadas sobre offshores


Sem provas ou conexões, o ex-ministro foi associado a nome ligado a offshore no Panamá: uma antiga barrigada do Jornal Nacional
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Foto: Fábio Pozzebom/Agência Brasil
Imediatamente após ser solto pela Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), José Dirceu voltou para a mira das acusações na Operação Lava Jato e na imprensa. Neste domingo (07), o ex-ministro foi associado a um dos nomes ligados a offshores no Panamá, no caso das empresas de fachada ligadas ao escritório Morgan & Morgan.
Com o intuito de indicar que o petista estaria ligado às empresas de fachada, o Estadão recuperou a barrigada que o Jornal Nacional cometeu há quatro anos, quando Dirceu havia sido contratado para trabalhar no hotel de Brasília St. Peter.
À época, o telejornal da Rede Globo publicou, em tom de denúncia, uma reportagem contra os proprietários do empreendimento, por terem oferecido emprego ao então condenado na Ação Penal 470, o chamado mensalão, por um salário de R$ 20 mil.
Com o intuito de tentar desvendar irregularidades, o jornal se deparou com informações inconsistentes, mas ao contrário do esperado, sem nenhuma relação direta com o petista. Ao buscar sobre os proprietários do hotel, no Panamá, descobriram que o empreendimento era controlado por uma offshore no paraíso fiscal, e tinha como registro o nome de um suposto laranja, Jose Eugenio Silva Ritter.
Em tom de denúncia, o Jornal Nacional anunciava que o suposta laranja estaria ligado a Dirceu, ainda que sem nenhum indício a respeito. Novamente cometendo a mesma falta de apurações, o Estadão publicou a notícia neste domingo: “‘Laranja’ no Panamá é elo entre Dirceu e outros alvos da Lava Jato”.
A matéria novamente insiste que o tal laranja, José Eugênio da Silva Ritter, era a ponte entre todos os supostos criminosos da Operação Lava Jato: José Dirceu, Pedro Barusco e o ex-gerente da Petrobras, Edison Krummenauer. “[Eles] têm em comum suspeitas sobre a utilização do mesmo esquema para a abertura de empresas em paraísos fiscais”.
Com o mesmo erro, o jornal omite o fato de que o tal laranja, o cidadão panamenho José Eugenio Silva Ritter, que foi usado como a ponte para os “criminosos” da Lava Jato, aparece ligado a nada menos do que mais de mil empresas relacionadas ao escritório Morgan & Morgan, conhecido como um grande lavador de dinheiro.
A notícia do Estadão seria que documentos entregues para a equipe de investigadores da Lava Jato “dão conta de que ambos os agentes da estatal utilizaram o mesmo ‘laranja’ indicado pelo escritório Morgan & Morgan”.
O uso das empresas laranjas no Panamá foi alvo de indícios uma vez que o próprio ex-executivo da estatal Edison Krumennauer em acordo de colaboração premiada admitiu ser representante de uma das empresas abertas no país para a lavagem de dinheiro e remessa de propinas. Neste caso, ele foi obrigado a pagar mais de R$ 4,5 milhões em multas e a devolução de US$ 3,4 milhões depositados na Suíça.
Da mesma forma, Barusco também foi acusado de recebimento de recursos por empresas offshores no Panamá. Uma das empresas teria recebido US$ 11,2 milhões de propinas e outra US$ 7,2 milhões. Já Dirceu não teria nenhuma conexão com tais empresas, e o Estadão deixou a informação em aberto, conseguindo mencionar apenas que “uma das filiais da JD Assessoria, apontada como empresa utilizada para receber propinas a José Dirceu, chegou a ser registrada no Panamá no mesmo endereço do escritório Morgan & Morgan”.
Assim, de forma completamente genérica e sem indícios, o Estadão afirma que o panamenho José Ritter “é a ligação entre os alvos da Lava Jato”. Nesse meio inconclusivo, o único dado concreto é a de que offshores teriam sido usadas pelos investigados da Lava Jato, o que não é notícia, uma vez que a informação já era de conhecimento público desde o início das apurações. GGN.
Atualmente a perda de credibilidade não é só no meio político, mas sim, também, dando suporte à classe, a mídia (IMPRENSA), principalmente a de grosso calibre, que tem meios e interesses em negociar com com os “homens grandes” da política. Essa vem perdendo crédito perante uma classe grande de telespectadores, ouvintes e leitores deste país. Quando o jornal Café com Leite foi fundado, na cidade de Maracás, interior da Bahia, tinha duas frases fixas, que diziam: CAFÉ com LEITE, o seu jornal cultural. do outro lado era uma frase assim: Um jornal que respeita a sua inteligência. Isso há 28 anos atrás. Os seus fundadores acreditavam que a imprensa foi criada para servir ao povo, como de fato tem que ser, mas, infelizmente, na atualidade, os interesses da grande mídia, sem generalizar, são outros, mas vão “tapiando” com uma ou outra matéria de interesse do público. Já tem muita gente que acha que a Rede Globo é do governo, o que não é bom para ela, Em nome de favores e negociações, ela pode perder o filé da questão, que é a credibilidade e a audiência que quem dá é o povo. E, nesse caso, fica sem crédito a emissora e o governo. Até hoje nem uma emissora aberta fez qualquer tipo de crítica às reformas que vêm sendo anunciadas pelo governo e que têm chocado e revoltado o povo. Todo limite quando ultrapassado e extrapolado cria problemas. Último parágrafo blog Café Com Leite.     

Bens de Lula são “milhares de cartas do povo”, não uma “ferrari”, diz Okamotto


Em audiência na Justiça Federal em Curitiba, na quarta-feira (4), Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula, explicou ao juiz Sergio Moro e aos procuradores da Lava Jato como se deu o “apoio cultural” da OAS, então comandada por Leo Pinheiro, à manutenção do acervo do ex-presidente Lula.
Okamotto começou seu depoimento denotando que a Lava Jato e a grande mídia fazem parecer que Lula mantém guardado um veículo de luxo do tipo “ferrari”, quando, na verdade, a grande parte dos bens acumulados pelo petista no período em que esteve na Presidência da República é formada por “cartas do povo brasileiro”, agradecendo pelos programas criados no governo do PT, criticando outras ações e sugerindo ideias. “Isso não fez parte de nenhuma acerto [de propina entre PT e OAS]”, assegurou Okamotto. “Foi uma contribuição de uma empresa em apoio a Lula”, disse a Moro.
O dirigente afirmou que, por conta da repercussão negativa forjada em torno do acerco – que precisou de 11 caminhões para deixar a sede do governo em Brasília – Lula, às vezes, “brinca que aquilo lá são tralhas, mas não são”. Para Okamotto, os bens da presidência têm importância histórica e um dos papéis do Instituto Lula, criminalizado pela Lava Jato, é justamente cuidar para que todo o material seja conservado.
Okamotto explicou, então, que procurou a Granero em meados de 2011, para orçar o armazenamento do acervo. Quando apurou que ficaria em torno de R$ 25 mil, percebeu que precisaria procurar uma empresa para arcar com a despesa como “apoio cultural”. Ele disse que encontrou com Pinheiro em uma das visitas do ex-OAS ao recém criado Instituto Lula, e perguntou se a empreiteira não teria um “depósito” para guardar o acervo provisóriamente, enquanto um novo espaço não era locado.
Segundo Okamotto, Leo Pinheiro disse que não tinha um depósito, mas foi informado de que, àquela época, a Granero já havia sido contata para cuidar de parte do acervo em Brasília. O empresário, então, disse que poderia verificar o custeio dessa despesa porque a OAS já tinha negócios com a Granero. Foi quando o contrato foi feito diretamente entre as duas empresas, sem que os recursos – pouco mais de R$ 1 milhão, no total – tenham passado pelo caixa do Instituto Lula.
O presidente do Instituto ainda explicou que, em 2015, com a Lava Jato em voga, a Granero rescindiu unilateralmente o contrato e, aí, o acervo foi direcionado ao Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. Era para isso ter ocorrido em 2012, porém, a sede do Sindicato não tinha espaço, àquela época, para abrigar o volume exorbitante de material acumulado por Lula. Com uma reforma concluída em 2015, a situação mudou.

“Acho importante e ficou claro que o apoio que o OAS deu foi eminentemente cultural e não teve troca de coisa nenhuma”, endossou Okamotto ao final de seu depoimento.

Moro já pré determinou que triplex é de Lula, reclama defesa


Durante o depoimento do ex-executivo da OAS Paulo Godilho, (foto) no processo em que Lula é acusado de receber um apartamento no Guarujá como pagamento, Sergio Moro é criticado pelos advogados de defesa por ter feito um “pré-julgamento” sobre a posse do imóvel, ou seja, antecipar a sentença condenatória do petista, insinuando que ele é dono do triplex e que teria o recebido de uma maneira “informal”.
O embate ocorreu porque Moro perguntou a Godilho se ele sabia como seria feita a “transferência” da unidade que está em nome da OAS para Lula, partindo do “pressuposto” de que o imóvel já tinha um destino certo, restando saber, se foi uma venda formal ou não.
“O senhor chegou a acompanhar o que foi feito com o partamento, se foi ou não foi transferido formalmente ao ex-presidente?”, perguntou o juiz. Godilho negou conhecimento sobre eventual venda de qualquer imóvel pela OAS a qualquer cliente, pois não era da área responsável por esse tipo de tratativa.
Cristiano Zanin, defensor de Lula, apresentou uma questão de ordem, pedindo que o juiz tomasse mais “cuidado” com a escolha das palavras. “O senhor pressupõe que tenha sido transferido [a Lula] de uma outra forma [que não tenha sido formal]”, disse um terceiro. “Exatamente”, endossou Zanin, “há um prejulgamento.”
Moro indeferiu o pedido do advogado e disse que a escolha dos termos para se referir a Lula e ao triplex era “bastante adequada”. GGN

Boi gordo cai de preço apesar das chuvas


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A cotação do boi gordo e outro tipo de gado, está em queda, na Bahia. Apesar da paisagem verde no serrado e caatinga, o preço do gado não reagiu pós chuva, como era de se esperar. Acontece que o fim do mês de Abril sem muita chuva, o que fez permanecer os mananciais secos, muita gente fica inseguro de, pois findar o mês de abril sem muita chuva, investir em gado se torna um risco. O preço de aluguel de pastagem para salvar o rebanho, em época de seca, quando é possível achar se tornou muito caro e inviável. Atualmente o preço do boi gordo na Bahia gira em tono de R$ 140,00, o que é um preço baixo, diante das altas em outros produtos. O que precisa é se vê também os preços baixarem nos açougues, pois até o momento, a carne é considerada um dos produtos caros da dona de casa. Uma coisa não bate com a outra,

Ex-deputado pede que Moro devolva presente que deu para Lula


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Nas redes sociais, o ex-deputado Claudio Vereza (PT-ES) escreveu um desabafo ao juiz federal Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, responsável pela Operação Lava Jato. Vereza afirma que um dos presentes do acervo presidencial de Lula confiscados foi um tambor de Congo, que é um “patrimônio imaterlal do povo brasileiro” além de símbolo do povo capixaba, e pede que o juiz devolva o objeto para o ex-presidente.
Leia mais abaixo:
Sr. Moro,
Este Tambor de Congo, devidamente numerado, foi fabricado de modo artesanal pelo famoso Mestre Daniel, e pintado por sua filha Beatriz.
(O sr. sabe lá o que é um Mestre?). É Patrimônio Imaterial do povo brasileiro! Foi doado e entregue ao Presidente Lula, em cerimônia pública, no Palácio Anchieta/ES. É símbolo do povo capixaba! É sacramento da pura AMIZADE (o sr. tem alguma além do Mineirinho?) que temos – eu e o Lula, desde 1980 (o sr. já era nascido?).
Declaro para os devidos fins, que recebi em troca um rico e valoroso abraço fraterno, que depositei na conta secreta do banco de meu lado esquerdo do peito (o sr.tem um?) .
Requeiro ao sr. que ponha-se no seu lugar e devolva o Tambor de Congo a quem doei livremente, o presidente Lula!
Nestes termos,
Exijo deferimento imediato!

Ouro na Chapada Diamantina,dessa vez Iramaia foi a contemplada


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A Companhia Baiana de Pesquisas Minerais (CBPM) apresentou em Março deste ano, no maior evento de mineração do mundo, que fica emToronto Canadá, onde a Companhia Baiana voltou entusiasmado com o parecer que foi dado sobre a mina. Em entrevista a um colunista do Jornal A TARDE, o Secretário de Desenvolvimento Econômico está muito otimista com a descoberta da mina, dizendo que muitos investidores internacionais vão querer fazer grandes investimentos na cidade, o que irá respingar empregos indiretos também para cidades vizinhas. Muitos meios de comunicação da Bahia, do Brasil e até do exterior estão comentando sobre essa mina que pode ser uma das maiores do mundo. A dimensão que pode levar, em nível de crescimento e desenvolvimento da cidade e toda região, pode ir além do que se possa imaginar. entusiasmado com o parecer que foi dado sobre a mina. Em entrevista a um colunista do Jornal A TARDE, o Secretário de Desenvolvimento Econômico está muito otimista com a descoberta da mina, dizendo que muitos investidores internacionais vão querer fazer grandes investimentos na cidade, o que irá respingar empregos indiretos também para cidades vizinhas. Muitos meios de comunicação da Bahia, do Brasil e até do exterior estão comentando sobre essa mina que pode ser uma das maiores do mundo. A dimensão que pode levar, em nível de crescimento e desenvolvimento da cidade e toda região, pode ir além do que se possa imaginar.que muitos investidores internacionais vão querer fazer grandes investimentos na cidade, o que irá respingar empregos indiretos também para cidades vizinhas. Muitos meios de comunicação da Bahia, do Brasil e até do exterior estão comentando sobre essa mina que pode ser uma das maiores do mundo. A dimensão que pode levar, em nível de crescimento e desenvolvimento da cidade e toda região, pode ir além do que se possa imaginar.
A cidade de Iramaia é uma das menores do interior da Bahia e uma das poucas que nem asfalto tem para chegar até a sua sede, mas de uma hora para outra passa a ser uma das mais badaladas do momento.
É preciso que se saiba que todo desenvolvimento traz as suas mazelas, por tanto, achar ouro no meio do nada é muito bom, porém é preciso que haja um preparo maior para dar segurança aos moradores da, até então, pacata Iramaia. Veja também essa e outras matérias em .jornalcafecomleite.com.br 02