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“Agora esses moleques vêm me chamar de ladrão” disse Lula a Marcelo Barros, monge beneditino


Marcelo Barros (FOTO CLAUDIO KBENE)

Publicado no site de Lula

POR MARCELO BARROS, monge beneditino

Desde que a justiça liberou visitas religiosas, fui o segundo a ter graça de visitar o presidente Lula em sua prisão. (Quem abriu a fila foi Leonardo Boff na segunda-feira passada).

Eram exatamente 16 horas quando cheguei na dependência da Polícia Federal onde o presidente está aprisionado. Encontrei-o sentado na mesa devorando alguns livros, entre os quais vários de espiritualidade, levados por Leonardo.

Cumprimentou-me. Entreguei as muitas cartas e mensagens que levei, algumas com fotografias. (Mensagem do Seminário Fé e Política, de um núcleo do Congresso do Povo na periferia do Recife, da ASA (Articulação do Semi-árido de Pernambuco) e de muitos amigos e amigas que mandaram mensagens.

Ele olhou uma a uma com atenção e curiosidade. E depois concluiu:
– De saúde, estou bem, sereno e firme no que é meu projeto de vida que é servir ao povo brasileiro como atualmente tenho consciência de que eu posso e devo. Você veio me trazer um apoio espiritual. E o que eu preciso é como lidar cada dia com uma  indignação imensa contra os bandidos responsáveis por essa armação política da qual sou vítima e ao mesmo tempo sem dar lugar ao ódio.

Respondi que, nos tempos do Nazismo, Etty Hillesum, jovem judia, condenada à morte, esperava a hora da execução em um campo de concentração. E, naquela situação, ela escreveu em seu diário:

“Eles podem roubar tudo de nós, menos nossa humanidade. Nunca poderemos permitir que eles façam de nós cópias de si mesmos, prisioneiros do ódio e da intolerância”.

 

Vi que ele me escutava com atenção e acolhida. E ele começou a me contar a história de sua infância. Contou como, depois de se separar do marido, dona Lindu saiu do sertão de Pernambuco em um pau de arara com todos os filhos, dos quais ele (Lula) com cinco anos e uma menina com dois.

Lembrou que quando era menino, por um tempo, ajudava o tio em uma venda. E queria provar um chiclete americano que tinha aparecido naqueles anos. Assim como na feira, queria experimentar uma maçã argentina que nunca havia provado. No entanto, nunca provou nem uma coisa nem outra para não envergonhar a mãe.

E aí ele prosseguia com lágrimas nos olhos: “Agora esses moleques vêm me chamar de ladrão. Eu passei oito anos na presidência. Nunca me permiti ir com Marisa a um restaurante de luxo, nunca fiz visitas de diplomacia na casa de ninguém… Fiquei ali trabalhando sem parar quase noite e dia… E agora, os caras me tratam dessa maneira…”

Eu também estava emocionado. O que pude responder foi:
– O senhor sabe que as pessoas conscientes, o povo organizado em movimentos sociais no Brasil inteiro acreditam na sua inocência e sofrem com a injustiça que lhe fizeram. Na Bíblia, há uma figura que se chama o Servo Sofredor de Deus que se torna instrumento de libertação de todos a partir do seu sofrimento pessoal. Penso que o senhor encarna hoje, no Brasil essa missão.

Comecei a falar da situação da região onde ele nasceu e lhe dei a notícia de que a ASA (Articulação do Semi-árido) e outros organismos sociais estão planejando um grande evento para o dia 13 de junho em Caetés, a cidadezinha natal dele. Chamar-se-á “Caravana do Semi-árido pela Vida e pela Democracia” (contra a Fome – atualmente de novo presente na região – e por Lula livre).

A partir daquela manifestação, três ônibus sairão em uma caravana de Caetés a Curitiba para ir conversando com a população por cada dia por onde passará até chegar em Curitiba e fazer uma festa de São João Nordestino em frente à Polícia Federal.

Ele riu, se interessou e me pediu que gravasse um pen-drive com músicas de cantores de Pernambuco, dos quais ele gosta. Música de qualidade e que não estão no circuito comercial.

 

Vergonha. Nunca tinha ouvido falar de nenhum e nem onde encontrar. Ele me disse que me mandaria os nomes pelo advogado e eu prometi que gravaria.

Distenção feita, ele quis me mostrar uma fotografia na parede na qual ele juntou os netos. Explicou quem é cada um/uma e a sua bisneta de dois anos (como parece com dona Marisa, meu Deus!).

Começou a falar mais da família e especialmente lembrou um irmão que está com câncer. Isso o fez lembrar que quando Dona Lindu faleceu, ele estava na prisão e o Coronel Tuma permitiu que ele saísse da prisão e com dois guardas fosse ao sepultamento da mãe. No cemitério, havia uma pequena multidão de companheiros que não queriam deixar que ele voltasse preso. Ele teve de sair do carro da polícia e falar com eles pedindo para que deixassem que ele cumprisse o que tinha sido acertado. E assim voltou à prisão.

A hora da visita se passou rápido. Perguntei que recado ele queria mandar para a Vigília do Acampamento e para as pessoas às quais estou ligado.

Ele respondeu:
– Diga que estou sereno, embora indignado com a injustiça sofrida. Mas, se eu desistir da campanha, de certa forma estou reconhecendo que tenho culpa. Nunca farei isso. Vou até o fim. Creio que na realidade atual brasileira, tenho condições de ajudar o Brasil a voltar a ser um país mais justo e a lutar para que, juntos, construamos um mundo no qual todos tenham direitos iguais.

Para concluir a visita, propus ler um texto do evangelho e ele aceitou.

Li o evangelho do próximo domingo – festa de Pentecostes e apliquei a ele – os discípulos que estão em uma sala fechada, Jesus que se deixa ver, mesmo para além das paredes que fechavam a sala. E deu aos seus a paz, a alegria e a capacidade de perdoar no sentido de discernir o julgamento de Deus sobre o mundo. E soprando sobre eles lhes deu a vida nova do Espírito.

Segurei em suas mãos e disse: Creio profundamente que isso se renova hoje com você.

Vi que ele estava emocionado. Eu também fiquei. Abri o pequeno estojo e lhe mostrei a hóstia consagrada que lhe tinha trazido da eucaristia celebrada na véspera. Oramos juntos e de mãos dadas o Pai Nosso.

Eu tinha trazido duas hóstias. Eu lhe dei a comunhão e ele me deu também para ser verdadeiramente comunhão.

Em um instante, eram vocês todos/as que estavam ali naquele momento celebrativo  e eu disse a ele: “Como uma alma só, uma espécie de espírito coletivo, muita gente – muitos companheiros e companheiras estão aqui conosco e estão em comunhão e essa comunhão eucarística representa isso.

Eu lhe dei a bênção e pedi a bênção dele para todos vocês.

Foi isso.

Quando o policial que me foi buscar me levou para fora e a porta se fechou atrás de mim, me deu a sensação profunda de algo diferente.

Senti como se eu tivesse saído de um espaço de liberdade espiritual e tivesse entrando na cela engradeada do mundo que queremos transformar.

Que o Espírito de Deus que a celebração desses dias invoca sobre nós e sobre o mundo nos mergulhe no amor e nos dê a liberdade interior para irmos além de todas essas grades que aprisionam o mundo

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Aos 76, aposentada se casa pela 1ª vez com namorado que conheceu em lar de idosos


Neyde e Cesar ganharam festa na casa onde vivem no Catumbi. ‘Ele é muito carinhoso e diz que até a minha voz é carinhosa’, contou a noiva pouco antes da cerimônia.

Começou de forma despretensiosa o namoro entre Neyde Martins Alves e Joaquim Cesar Vieira da Silva. Há sete meses, ela não imaginava que, aos 76 anos, subiria ao altar pela 1ª vez na vida no último sábado (12). Divorciado, Cesar, aos 61 anos, tampouco achava que passar a viver num lar de idosos mudaria sua vida completamente.

Para os dois, os últimos anos não foram fáceis. Mesmo contando com o carinho de amigos e funcionários no Lar de Sarepta, no Catumbi, Zona Norte do Rio, a verdade é que há pelo menos nove anos Neyde vivia só.

“Não tem mais ninguém, sou sozinha. Por isso me apeguei. Ele [Cesar] é muito carinhoso e diz que até a minha voz é carinhosa”, contou a idosa.

Idosos se casam em lar em que se conheceram

Idosos se casam em lar em que se conheceram

Engenheiro civil aposentado, Cesar também viveu dias amargos antes de chegar à casa de repouso. Ao contrário de Neyde, ele sempre contou com o apoio incondicional da família. Mas o alcoolismo e a depressão, além de seguidos episódios de agressividade, acabaram por afastá-lo dos parentes.

Mais retraído e de rosto sisudo, o idoso só se desmancha ao falar de Neyde. Ele tem alguns lapsos de memória e não sabe muito bem como ou quando o casamento foi definido. De poucas palavras, o senhor revela aos poucos pequenas vontades e sonhos de uma vida a dois.

Depois do casório, conforme contou ao G1, Cesar pretende levar Neyde para Búzios, na Região dos Lagos, e viver numa casa alugada. Fã de pescaria, além do hobby o idoso também pretende voltar a estudar. Dessa vez, disse que quer se formar advogado.

“A vinda do meu pai aqui foi uma verdadeira bênção porque ele tinha sérios problemas com depressão, com alcoolismo, e esse lugar mudou a vida dele completamente. Ele passa por todo um trabalho psicológico, de ajuda, e um dos fatores que mais o ajudaram a sair da depressão foi esse amor incrível que ele conquistou junto com a Dona Neyde”, explicou Mariana Kiss, filha de Cesar.

Ao contrário de Cesar, Neyde lembra bem como a “paquera” começou. Segundo ela e funcionárias da casa que testemunharam o nascimento da relação, o namoro surgiu enquanto os dois, juntos, assistiam à televisão.

A idosa é taxativa: foi dela a primeira “investida”. Assim que os laços foram se estreitando, todas as vezes que Cesar passava pela janela do quarto de Neyde, ela mandava “beijinhos”. A decisão de casar, no entanto, partiu dele.

Preparativos e cerimônia

O casamento estava marcado para as 16h. Uma hora antes, já durante os preparativos, Neyde garantiu que não estava ansiosa. “É meu mesmo”, brincou ao se referir ao então futuro marido.

Os detalhes para a noiva foram pensados minuciosamente: colar e arranjo de cabeça ornados com pérolas, roupa branca e sandálias reservadas especialmente para o dia. Além disso, fotos e entrevista. Neyde respondia a todos que a olhavam e diziam que ela estava linda: “São seus olhos”.

A dois quartos de distância, Cesar estava mais impaciente. Mantido separado da noiva por razões óbvias, o engenheiro também era preparado para o cerimonial. “Ele odeia calça branca”, revelou Neyde. Camisa social e gravata borboleta foi a vestimenta escolhida para que ele descesse os cerca de 20 degraus da escada rumo ao altar.

Ao longo do pátio foi estendido um tapete vermelho que chegava até um altar improvisado. O espaço foi arrumado com a mesa de doces de um lado e cadeiras para os convidados, de outro. Um ligeiro atraso na cerimônia foi driblado pela música “Eu Te Darei o Céu”, de Roberto Carlos.

Casal de idosos se casa após se conhecer em casa de repouso (Foto: Nicolás Satriano/G1)

Casal de idosos se casa após se conhecer em casa de repouso (Foto: Nicolás Satriano/G1)

Refrigerantes e comidas salgadas foram servidos antes da solenidade. Doces seriam permitidos depois da celebração, mas com parcimônia porque muitos idosos sofrem de diabetes.

Lar de Sarepta

Toda a organização ficou por conta de voluntários e colaboradores do Lar de Sarepta. A instituição não tem fins lucrativos e vive da contribuição de parentes dos idosos que lá vivem. Ao todo, a casa abriga 41 pessoas, 27 mulheres e 14 homens.

Administradora do espaço, Valdimélia Silva Chaves diz que alguns dos itens que mais fazem falta aos idosos no lar são fraldas, leite e alimentos não perecíveis. Mas também há a questão estrutural do imóvel, que precisa ser revitalizado.

Por exemplo, na parede externa do prédio de três andares faltam reboco e pintura. Para a celebração, além das voluntárias do grupo Ação do Bem Querer, participaram também o fotógrafo Dantas Jr. e o maquiador Bueno. Fonte:G1

TEMER CORTA BOLSA FAMÍLIA DE QUASE 1 MILHÃO DE FAMÍLIAS


Em abril, 312 mil famílias perderam o benefício; entre junho e julho do ano passado, mais 543 mil foram cortadas do programa, totalizando 935 mil famílias desprotegidas contra a fome e condenadas à miséria e à pobreza; Temer anunciou o reajuste no valor de 10 reais a mais para cada família; os cortes feitos no programa não foram destacados por Temer

Ubirajara Machado/MDS

 

Por  Rosely Rocha, especial para o Portal CUT – Em um cenário de taxas recordes de desemprego e volta da fome e da miséria no país, o governo golpista e ilegítimo de Michel Temer (MDB-SP), em 10 meses, cortou quase um milhão de famílias, que recebiam, em média, R$ 177,71 por mês, do Programa Bolsa Família.

Em abril, 312 mil famílias perderam o benefício; entre junho e julho do ano passado, mais 543 mil foram cortadas do programa, totalizando 935 mil famílias desprotegidas contra a fome e condenadas à miséria e à pobreza.

Na véspera do Dia do Trabalhador e da Trabalhadora, em pronunciamento à nação, transmitido em cadeia nacional de rádio e televisão, Temer anunciou o reajuste no valor do Bolsa Família em 5,56%, o que dá, em média, R$ 10 reais a mais para cada família beneficiada do programa.

Os cortes feitos no programa não foram destacados por Temer, que também omitiu o fato de que, com menos famílias recebendo, o governo acabou economizando milhões de reais – uma medida típica de um governo que não tem um programa para os mais pobres, que adotou um modelo neoliberal nefasto que perpetua a crise econômica para favorecer os mais ricos e aumentar a desigualdade social.

 

 

É o que mostram os números do que vem sendo investido, ou retirado, do maior programa de distribuição de renda do país, criado pelo governo do ex-presidente Lula.

Segundo o economista Arthur Welle, do Centro de Estudos de Conjuntura e Política Econômica da Unicamp, o governo economizou R$ 69,7 milhões por mês com os cortes.

No cálculo, ele considerou as 13.772.904 famílias beneficiadas com R$177,71, em média, em abril, ou seja, depois dos cortes do governo.

“Ou seja, o reajuste no valor do benefício tem seu impacto reduzido quase que pela metade com a diminuição do número de beneficiários”, diz Arthur Welle, que fez questão de explicar que “Este cálculo só considerou a redução do número de beneficiários de abril, não levou em conta, portanto, a redução no número de beneficiários do ano passado que foi ainda maior”.

Para a secretária de Políticas Sociais e Direitos Humanos da CUT, Jandyra Uehara, o corte nos benefícios associado ao desemprego e à destruição das políticas públicas jogam o Brasil no mapa da fome e da miséria e anunciam uma crise social sem precedentes.

“A saída para esta situação está no fortalecimento da luta do movimento sindical e popular, na defesa dos direitos e da democracia, com Lula livre e, eleito presidente, revogando todas as medidas antipovo dos golpistas”, diz a dirigente.

 

Para o economista da Unicamp, Arthur Welle, programas como o Bolsa Família estimulam a economia, como mostram vários estudos feitos no Brasil.

“Para cada um real gasto em Bolsa Família temos um aumento de R$ 1,78 reais no Produto Interno Bruto (PIB)”, exemplifica.

“Um conceito muito importante aqui é o ‘efeito multiplicador’ de um gasto. Como as pessoas mais pobres consomem/gastam quase tudo que ganham, o efeito multiplicado no PIB do benefício direcionado a essa parcela da população é muito grande”, afirma Welle.

Outro estudo que comprova a importância da redistribuição de renda por meio de programas sociais, é do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).

A pesquisa mostra que as transferências sociais representam uma fonte de rendimento das famílias que é utilizada na aquisição de bens e serviços, no pagamento de impostos e contribuições e retida sob a forma de poupança.

Essas transferências estimulam a produção dos setores de atividades, que, por sua vez, incrementa o lucro das empresas e a remuneração do trabalho, retornando para as famílias e reiniciando o ciclo econômico do país.

Clique aqui para conferir a integra do estudo.

Temer dificulta acesso a programas sociais

O governo Temer prejudica ainda mais os vulneráveis na medida em que dificulta o acesso aos programas sociais.

Em artigo publicado no Portal da Rede Brasil Atual (RBA), a assistente social, especialista em Gestão de Políticas Públicas e mestranda do Programa de Pós Graduação em Desenvolvimento Rural da UFRGS, Paola Loureiro Carvalho, faz um alerta:

“Somado aos desligamentos, o corte orçamentário da política de assistência social, que em algumas rubricas fundamentais, como os Serviços de Proteção Social Básica e a Estrutura da Rede de Serviços de Atenção Básica, chegaram a 99%, desmonta a possibilidade das famílias serem acompanhadas e até mesmo incluídas no Cadastro Único do Governo Federal, porta de entrada do programa Bolsa Família”.

Já a socióloga Isabel Pauline Georges (*), lamenta os cortes nos programas sociais do governo.

Francesa, radicada no Brasil há 11 anos, Isabel é pesquisadora do IRD – órgão público do governo francês que estuda os países em desenvolvimento – e da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

Segundo ela, que pesquisou o resultado dos programas sociais na cidade de São Paulo até 2015, muitas famílias utilizavam o Bolsa Família para ajudar no pagamento das prestações da casa própria, nos programas Minha Casa, Minha Vida – Faixa 1,destinada à camada mais pobre da população.

“Essas moradias foram construídas na periferia. Imagine um lugar sem transporte adequado, longe do centro econômico e agora com a crise, sem emprego. A única coisa que essas famílias tinham era um teto. Agora não sabem se ainda terão”, diz Isabel

Para a socióloga, o Bolsa Família ainda é uma oportunidade para as pessoas evitarem trabalhos indignos.

“Ninguém sobrevive só de Bolsa Família, mas é um instrumento importante de dignidade. O programa foi pensado para que as pessoas incentivassem a educação de seus filhos, melhorando a qualidade de vida de toda uma nova geração”.

“O que se vê hoje tanto em São Paulo como em São Carlos e, creio que no restante do Brasil, é a volta de crianças pedindo em faróis, o aumento de moradores de rua e de pedintes”, lamenta a socióloga.

(*) Isabel Pauline Georges é autora do livro ” As novas políticas sociais brasileiras na saúde e na assistência – Produção local do serviço e relações do gênero”, em parceria com Yume Garcia dos Santos, socióloga e professora da Universidade Federal de Minas Gerais. 247.

Maracás: Funcionários da USF realiza forró alegre para atrair pessoas para se vacinar


A imagem pode conter: 1 pessoa, atividades ao ar livre

Foi um sábado 12 de maio de muita alegria e descontração na Unidade de Saúde da Família do bairro Maracaizinho, na cidade de Maracás. Além do arrasta-pé, ainda estavam lá as funcionárias da saúde que trabalham na unidade, servindo lanches como um delicioso mingau, cachorro quente e outras iguarias.

Num pate papo quase que informal com a enfermeira Samila, ela disse que foi uma ideia dos funcionários, onde cada um deu o máximo de si para que fosse realizado o evento. Samila lembrou ainda de agradecer à secretaria de Saúde pelo apoio. As roupas foram do ano passado, quando aconteceu a primeira realização.

A imagem pode conter: 2 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas em pé

Aqui vão os parabéns para toda equipe do Maracaizinho que é formada pelos seguintes membros: Enfermeira Samila; Vacinadora Luzinete; Agentes comunitários, que são: Fabiana, Fátima, Edilma, Neuza, Sônia, Edson, Damiana, Genival, Zenilda e Ana; Magna que está ajudando e foi fundamental o seu trabalho; a técnica de enfermagem Lídia e Goi que cuida do serviço geral e deu um grande apoio com o seu trabalho;  além do apoio da coordenadora básica Maiane e a coordenadora da vigilância  epidemiológica Rose.

O que foi observado é que o ambiente estava muito alegre e o que não faltou lá foi idoso para se vacinar e cair no forró. Que maravilha!!

Maracás: Governos federal, estadual e municipal não cuidam da Serra da Morte e o resultado é mais vítimas


 

O governo vive colocando guarde-rei e a cada acidente são novamente destruídos. Uma sinalização com bastante radicalismo nas frases, os acidentes irão diminuir em 99%

 

 

O pequeno trecho de estrada entre a cidade de Maracás e o povoado Pé de Serra, que é apenas seis km de serra, é considerado um dos mais perigosos trechos de estrada da Bahia. No sábado, dia 12 de maio, véspera do dia das mães, foram mais três vítimas fatais, onde uma das culpas é dos governos municipal, estadual e federal, pois são seis km que não possuem sinalizações adequadas. Na verdade é quase sem sinalização.

Não importa aqui colocar a placa do caminhão, nome do motorista, qual era o destino e nem tampouco o que carregava no caminhão. O que se sabe é que a cada acidente com morte fatal do motorista, (quase todos são) é mais um pai de família que não volta para casa, muitas vezes com algum dinheiro pro sustento.

Indenização: É preciso sim, que os familiares que ficaram órfãs, entrem na justiça exigindo indenização para que o Estado custei as despesas da família por um determinado tempo, pois, muitas vezes, aquele motorista é a única pessoa que trabalhava na casa.

A nossa reportagem não chegou ao local do acidente com os veículos no local, mas isso também não importa, não estamos aqui para desenvolver uma matéria sensacionalista, mas sim para cobrar dos poderes responsáveis, que já foram citados, mais atenção no sentido de sinalizar o trecho.

Com Outdoor espalhados com frases radicais, sendo um no começo da serra dizendo: (Serra perigosa, apelidada de serra da morte. Não seja mais uma vítima.) Isso com fotos de alguma tragédia que já aconteceu, certamente o cuidado ia ser dobrado. Um pouco mais à frente: (desça devagar, alguém lhe espera em casa.)  (Não seja a vítima 45°, seja inteligente e desça engrenado em marcha de força.)  (Trecho com muitas curvas e todas perigosas.)  E próximo a curva fatal, muitas placas de cores vivas (amarelas ou se puder até luzes piscando.) Desta forma talvez ficassem décadas sem registrar um acidente apenas.

 

Em conversa com o comerciante Vadinho Santiago, um antigo morador do povoado, ele disse que está no comércio ali a quase 40 anos, mas que de pouco tempo para cá, com essa quantidade de acidentes que vêm ocorrendo na serra, que já passa de 30 motoristas mortos, todos caminhoneiros, os moradores tem ficado tristes. Ainda de acordo a Vadinho Santiago, que possui restaurante e pousada, os moradores estão organizando uma forma de bloquear a estrada e só liberar quando os poderes responsáveis tomarem providências.

Quando se fala em poderes na esfera municipal, não está querendo culpar só o poder executivo. O legislativo também tem a sua camada de culpa, pois é preciso que sejam criadas as indicações para o executivo executar. Afinal, sinalizar um trecho de seis km aproximadamente, o custo não é grande.

Governo Estadual

É sabido por todos os baianos, que o Governador Rui Costa vem realizando um trabalho espetacular na Bahia neste seu primeiro mandato, inclusive em melhoria de estradas, mas o seu forte mesmo tem sido Saúde, onde muitas Policlínicas, UPAS e Hospitais têm sido construídos por toda a Bahia. Porém, para quem vive na estrada com um olhar tipo lente de repórter, as sinalizações das estradas estão a desejar. De Maracás para Jequié, indo pela estrada que passa no local chamado Morro Verde, nada a reclamar da estrada no sentido asfáltico, porém não tem quase sinalização. E tem uma coisa, apostem nisso, a maioria dos acidentes nessas estradas, acontecem por falta de sinalização. Portanto, não adianta o poder executivo municipal ficar empurrando para o estadual, que muitas vezes, por se tratar de uma via federal já espera a solução vir de Brasília. É preciso que se saiba que se trata de vidas de trabalhadores pais de família.

Fica aí a sugestão de sinalizar as estradas o mais rápido possível.

 

 

 

 

DE VOLTA MORTALIDADE INFANTIL DEPOIS DE 13 ANOS DE QUEDA


O governo de Michel Temer, surgido do golpe que afastou a presidente Dilma em maio de 2016, é diretamente responsável pelo crescimento da mortalidade infantil no Brasil, depois de 13 anos consecutivos de queda acentuada, especialmente a partir da eleição de Lula. Em 2016, segundo dados oficiais do próprio Ministério da Saúde, o salto na mortalidade infantil foi de 11% para crianças entre um mês de quatro anos de idade. A doutora Fátima Marinho, que cuida dos dados no Ministério, avisa: os números de 2017 deverão ser ainda piores. Os especialistas dá área são unânimes: a morte das crianças é consequência direta do corte de programas sociais decorrentes do golpe de Estado de 2015/2016. Temer, Eduardo Cunha, Fernando Henrique e Aécio Neves são culpados pela mortandade.

“A mortalidade pós-neonatal [a de um mês a quatro anos de idade], que é a mais sensível ao desenvolvimento social, está tendo um repique. Algumas dessas causas de morte mostram aumento em 2016 e projeta aumento para anos seguintes também. Algumas são muito associadas à pobreza, por exemplo, as gastrointestinais, que vinham reduzindo fortemente, mas têm repique em 2016”, afirmou a doutora Fátima Marinho em reportagem no Valor Econômico.

Segundo o Ministério da Saúde, Observatório da Criança e do Adolescente (Fundação Abrinq), o professor Naércio Menezes, coordenador de Políticas Públicas do Insper, a pesquisadora Lena Lavinas, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) é a política social do golpe que está causando o aumento na mortalidade. Eles mencionam os seguintes eventos como especialmente danosos e causadores diretos da elevação da mortalidade:

Esse parágrafo é do Café com Leite Notícias. Não tem como se calar diante dos acontecimentos dos últimos 2 anos no Brasil. São coisas tristes acontecendo e, como disse a matéria do Brasil 247 acima, os dados de queda da mortalidade foram registrados durante os 13 anos de Lula e Dilma. Será que dados assim não basta para o povo que após vê as novela vão querer ficar “bem informados” vendo o Jornal Nacional da TV Globo, permitindo que ela feche seus olhos para fatos reais? Se falar em outro assunto é a mesma coisa. No governo Dilma, que o óleo diesel estava custando nas bombas dois reais e pouco, a emissora praticamente patrocinava as paralisações de caminhões nas rodovias brasileiras, em protesto sobre o aumento “abusivos” dos combustíveis e hoje que os aumentos são quase semanais, ninguém diz nada. É como se todos os caminhoneiros tivessem recebido uma injeção de algum antídoto que lhe transforma num carneirinho bom. É preciso que se lutem inteligentemente pelo resgate de um país que estava se equiparando à países hoje considerados potência, um deles é a China, enquanto o Brasil engatou uma “marcha ré” e está prestes a chegar no ponto em que as crianças morriam coletivamente após nascerem.

Qualquer um se lembra de um tempo em que quando tocava a campainha de residências, muitas vezes era um faminto pedindo um prato de comida, bem como os caminhões de feijão e arroz de quarta qualidade, parados no canto da praça para distribuir alguns quilos daquele alimento, que eram chamadas de cestas básica, que cujo as filas ficavam do tamanho de uma avenida inteira, de mães de família debaixo do sol de quarenta graus. Esses acontecimentos foram do último governo de Fernando Henrique para trás. Com a chegada do Lula tudo mudou até chegar o Temer e começar tudo novamente. Pois é. Como entender um cidadão que promoveu essa diferença estar preso sem provas de crime, enquanto pelo menos três desses da foto estão soltos e, pior, blindados.

Tem mais, quanto aos empresários, seja pequeno, médio ou grande, nunca ganharam dinheiro como no período Lula Dilma, pois à medida em que o consumo cresce cá na ponta, indiscutivelmente o produtor vai ter que se rebolar para produzir mais, provavelmente contratando mais mão de obra. A verdade é que existe meia dúzia entregando o país para o estrangeiro e o resto, o que pegou o adjetivo de elite burra, vai no embalo. Aqui finaliza o texto do Café Com Leite Notícias.

Veja os cortes publicados pelo Brasil 247.

1. Cortes em todos os programas especializados em assistência à saúde da mãe e ao aleitamento materno, como o Rede Cegonha;

2. Corte no Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae);

3. Corte de 1 milhão de famílias no Bolsa Família;

4. Corte no Mais Médicos;

5. Aumento nos preços do gás;

6. Aumento do desemprego.

De apaziguador, Geisel passa a comandante do extermínio da ditadura


Após a análise geral do GGN sobre estes arquivos, a série “Relações Internacionais dos Estados Unidos” revela sistemática comunicação avançada dos EUA em governos ditatoriais pelo mundo e táticas de violações de direitos humanos
As linhas da história brasileira devem mudar a partir de agora. Denominado até então como o apaziguador da ditadura do regime militar no Brasil, o general Ernesto Geisel, que esteve ao mando entre 1974 e 1979, ordenou o extermínio e a tortura um mês após assumir o país, quando decidiu com o então diretor do Serviço Nacional de Informações (SNI), general João Baptista Figueiredo, a tática para a manutenção das violações de direitos humanos.
Segundo a apuração do GGN nos arquivos da CIA, os documentos foram abertos publicamente pelo Departado de Estado Americano em 2015, mas a boa parte deles publicados em formato de série em 2017, com volumes divididos em categorias e governos norte-americanos, desde a gestão de Richard Nixon a Gerald Ford. Outros nove arquivos foram divulgados este ano, sobre relações internacionais pelo mundo. E há o planejamento para novas publicações neste e nos próximos anos.
São dezenas de volumes que expõe, detalhamente, os relatórios da CIA, feitos mensal ou anualmente, com a ajuda de embaixadores dos Estados Unidos nos países e informes de reuniões. As transcrições destes encontros e a comunicação por correspondência também foram divulgados na mesma série.
Mas foi um, em especial, que chamou a atenção da imprensa brasileira nesta semana. O pesquisador da FGV, Matias Spektor, divulgou em suas redes sociais que a leitura de determinado arquivo das documentações da CIA “é o mais pertubador” que ele já havia lido em 20 anos de pesquisa.
“Recém-empossado, Geisel autoriza a continuação da política de assassinatos do regime, mas exige ao Centro de Informações do Exército a autorização prévia do próprio Palácio do Planalto”, informou Spektor, no Twitter, com o link para a publicação.
Trata-se de uma pequena porção de todas as revelações da CIA desde 2015, que, aos poucos, vão saindo da escuridão dos arquivos das ditaduras pelo mundo. Após a análise geral do GGNsobre estes arquivos, a série “Relações Internacionais dos Estados Unidos” revela um cenário, como um todo, de uma sistemática comunicação avançada e parcerias de governos ditatoriais com o setor de inteligência norte-americano.
Não se trata, apenas, de compartilhamento bilateral de informações entre os países, com consecutivas graves violações de direitos humanos. Mas uma grande organização esquematizada, com acompanhamento e fiscalização assíduos, e petições dos Estados Unidos sobre estes governos. Não seguir tais demandas dos EUA, vistas como obrigações por estes países, implicava em medidas econômicas, com o fechamento de relações comerciais, por exemplo.
Para se ter uma ideia do conteúdo bibliográfico do material divulgado pela CIA, o pequeno trecho exposto pelo pesquisador gerou repercussão em todos os jornais do país. De abrandador da ditadura do regime militar, o general Ernesto Geisel aparece como o comandante do extermínio e da tortura no período.
Os quatro parágrafos divulgados pela CIA são trechos do memorando que relata o encontro entre Geisel, o então chefe do Serviço Nacional de Informações (SNI), João Batista Figueiredo, e os generais Milton Tavares de Souza e Confúcio Danton de Paula Avelino, então chefes do Centro de Inteligência do Exército (CIE).
Era o primeiro mês do governo Geisel, e o general Milton, que comandava o Centro de Inteligência durante o comando de Emilio Garrastazu Médici, “delineou o trabalho da CIE contra o alvo subversivo interno”. “Ele enfatizou que o Brasil não pode ignorar a ameaça subversiva e terrorista, e disse que métodos extra-legais devem continuar a ser empregados contra subversivos perigosos. A este respeito, o General Milton disse que cerca de 104 pessoas nesta categoria foram sumariamente executadas pela CIE durante o ano passado, aproximadamente”.
Os métodos “extra-legais” eram as torturas, execuções e graves violações de direitos humanos. As 104 pessoas foram mortas em decorrência dessas violações no último ano do governo Médici.
“Figueiredo apoiou essa política e insistiu em sua continuidade”, trouxe o memorando. Mas em resposta a isso, Geisel inicialmente “comentou sobre a gravidade e os aspectos potencialmente prejudiciais desta política, disse que queria refletir sobre o assunto durante o fim de semana antes de chegar a qualquer decisão sobre se ele deve continuar”.
A decisão do então presidente ditador foi de “que a política deveria continuar, mas que muito cuidado deveria ser tomado para assegurar que apenas subversivos perigosos fossem executados”. E iniciou-se uma política de execuções, em que os alvos foram consultados diretamente e antecipadamente pelo então mandatário.
“O Presidente e o General Figueiredo concordaram que, quando a CIE prender uma pessoa que possa se enquadrar nessa categoria, o chefe da CIE consultará o General Figueiredo, cuja aprovação deve ser dada antes que a pessoa seja executada. O Presidente e o General Figueiredo também concordaram que a CIE deve dedicar quase todo o seu esforço à subversão interna, e que o esforço geral da CIE será coordenado pelo General Figueiredo”, concluiu o memorando.
O documento foi retirado do Escritório do diretor de inteligência da Cia, no setor “Assunto dos Arquivos: Job 80M01048A, Caixa 1, Pasta 29: B – 10: Brasil. Segredo”.
Em reação a essa divulgação, o advogado Pedro Dallari, que foi o último coordenador da Comissão Nacional da Verdade (CNV), disse que se tratava de um documetno “estarrecedor”, “porque descreve com minúcia uma conversa que evidencia práticas abjetas e que um presidente da República com sua equipe tratou do extermínio de seres humanos”, disse ao G1.
“O documento apenas comprova aquilo que a Comissão da Verdade já havia apurado e consta no relatório. As graves violações foram conduzidas pelos governos militares. Foi uma política estabelecida e conduzida pelos gabinetes presidenciais”, continuou, ensejando que as Forças Armadas devem reconhecer “a responsabilidade institucional pelo que houve no passado”.
“As Forças Armadas têm que vir a público para dizer: ‘Isso aconteceu’. Têm que superar a argumentação que foram casos isolados e sem coordenação. Têm que vir à luz para reconhecer que ocorreu, não deveria ter ocorrido e não vai mais ocorrer”, concluiu.
Ainda sobre os trabalhos da Comissão da Verdade, na data de hoje relacionados à revelação da mensagem, foram 89 os executados ou desaparecidos por motivos políticos, segundo o relatório da CNV, que se enquadrariam então nessa “categoria” de alvos determinados pelo governo do general Ernesto Geisel. Fonte GGN.

HADDAD É DENUNCIADO E ALCKMIN CONTINUA SENDO O BLINDADÃO…SERÁ ISTO UMA COINCIDÊNCIA?


Reuters

 

 247- Apontado como um dos principiais articuladores do PT e cotado para compor uma eventual chapa presidencial, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad entrou na alça de mira do golpe ao ser denunciado por uso de caixa 2 da ordem de R$ 2,6 milhões durante a campanha de 2012. Ao mesmo tempo, O Ministério Público Estadual de São Paulo informou que a determinação da ‘remessa imediata’ do inquérito que investiga o ex-governador Gerado Alckmin (PSDB) ocorreu após petição do tucano. O procurador-geral de Justiça de São Paulo, Gianpaolo Smanio, retirou do Patrimônio Público e Social o inquérito civil que investiga o tucano por suspeita de improbidade administrativa nos supostos pagamentos de R$ 10,3 milhões via caixa 2 delatados pela Odebrecht na Lava Jato.

Além de Haddad, também foram denunciados o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, o responsável pela prestação das contas eleitorais e ex-secretário municipal Francisco Macena e duas pessoas ligadas a gráficas contratadas pelo PT para prestar serviços durante as eleições. Ao jornal Valor Econômico, o promotor Dal Poz disse que “houve omissão e inserção de informações fraudulentas na prestação de contas, inclusive com o uso de nota fiscal falsa”, explicou ao Valor o promotor Dal Poz.

As acusações contra Haddad foram baseadas na delação do empreiteiro e delator da UTC na Lava Jato Ricardo Pessoa. Segundo ele, Haddad terá solicitado contribuições eleitorais da ordem de R$ 3 milhões para sua campanha pela prefeitura em 2012. A defesa de Haddad negou, em jota, a existência de irregularidades. “Podemos afirmar desde logo que não há qualquer [sic] elemento que sugira que os valores tratados por Ricardo Pessoa tenham sido empregados em sua campanha”, diz trecho da nota. Ainda segundo a nota, “todos os interesses da UTC na cidade de São Paulo foram contrariados pela gestão Haddad”.

E muita gente pergunta: O que está acontecendo neste país? estava tudo indo tão bem!!!

Ministro do TSE nega pedido para que UOL, Folha e SBT sabatinem Lula


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Segundo matéria publicada no Diario do Centro do Mundo, o ministro Og Fernandes, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), negou na noite de quinta-feira (10) em caráter liminar (provisório) uma representação feita pelo PT contra o UOL, a Folha de S.Paulo e o SBT. Na ação, o partido contesta a ausência de um representante seu na rodada de sabatinas conduzidas pelos veículos de imprensa com pré-candidatos à Presidência da República. O PT mantém o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que lidera as pesquisas de intenção de voto e está preso desde o dia 7 de abril, como seu nome para a disputa.

 

 

O mérito do caso ainda será julgado pelo TSE, o que não tem prazo para acontecer. Por meio de sua assessoria de imprensa, o PT disse que seus advogados vão analisar a decisão judicial “para decidir quais providências tomar”.

No pedido liminar, o PT quis que o TSE obrigasse UOL, Folha e SBT “a dar espaço a um representante da candidatura do ex-presidente Lula, (…) sob pena de declaração de ilegalidade de sua atividade e consequente cancelamento”.

Pelas regras antecipadas às assessorias dos partidos em março, seriam convidados os seis pré-candidatos à Presidência mais bem colocados na pesquisa Datafolha divulgada em 15 de abril: Luiz Inácio Lula da Silva, Jair Bolsonaro, Ciro Gomes, Joaquim Barbosa, Marina Silva e Geraldo Alckmin. Com a prisão do ex-presidente, Alvaro Dias, o sétimo colocado no levantamento, foi convidado.

O UOL reconhece a importância de Lula como líder das pesquisas, mas entende que o pedido do PT é descabido, uma vez que os votos são nominais nas eleições majoritárias. Na impossibilidade da presença de Lula nas sabatinas, não faz sentido ouvir um representante do partido em seu lugar.

 

 

 

 

Internet vai influenciar voto, diz pesquisa. Por Ricardo Kotscho


 

Recebi do meu amigo Manoel Fernandes, da Bites, uma pesquisa que ele encomendou à Ideia Big Data mostrando o que há de novo nesta eleição.

Como já era de se esperar, a internet e as redes sociais vão exercer forte influência sobre o voto nesta atípica, indefinida e convulsionada disputa de 2018.

De acordo matéria publicada no DCM, 43,4% dos brasileiros maiores de 18 anos e que acessam as redes por meio de telefones celulares, é nestas telinhas minúsculas em que eles vão decidir quem merecerá seu voto.

 

 

A pesquisa chegou a esta conclusão depois de entrevistar 1.482 pessoas em todo o país, divididas por classe social, gênero, faixa etária e religião.

“Junto com a TV, a internet terá um protagonismo relevante na formação da opinião do eleitor na próxima eleição”, constata Manoel Fernandes, diretor da Bites.

“Em relação a 2014, será uma campanha mais curta, com 66% dos eleitores conectados à internet. O orçamento ficará muito abaixo do que foi gasto em anos anteriores, alem da permissão dada pelo TSE aos candidatos para impulsionar seus conteúdos nas redes sociais”.

Este fato novo explica em grande parte a liderança do ex-capitão Jair Bolsonaro nas pesquisas sem Lula, já que até agora o candidato da extrema direita praticamente só fez campanha pela internet. É um candidato virtual, quase ninguém o vê ao vivo.

Nada menos do que 59,5% dos eleitores pretendem acompanhas nas redes sociais as publicações dos seus candidatos à Presidência da República, Senado, Câmara dos Deputados, governos estaduais e assembleias legislativas.

 

 

Entre as plataformas preferidas está o Facebook, com 58,%, seguido de longe pelo Youtube (13,2%). Apenas 4,8% preferem o WhatsApp.

Há no país hoje mais de 236 milhões de telefones celulares em uso, um cada vez mais poderoso instrumento de formação de opinião pública.

A pesquisa informa que o tráfego a partir de dispositivos móveis já representa 56% da audiência da rede.

“Apesar de tratarem com muita cautela a informação vinda das redes sociais, essa campanha vai abrigar grande parte do debate no ambiente digital”, explica Maurício Moura, diretor do Ideia Big Data.

Mesmo assim, a televisão ainda é a primeira fonte de informação sobre política consultada pelos entrevistados (53,6%), vindo a seguir os sites de notícia (42,5%), jornais (42%)e rádios (16,3%).

Bites e Ideia Big Data são empresas que pesquisam e analisam dados de natureza digital com o objetivo de atender seus clientes de diversos setores que estão entre as 500 maiores do país.

Nas mãos dos eleitores, o celular pode ser uma arma para eleger ou detonar candidatos. O perigo é muitos serem manipulados e acharaem que estão fazendo a escolha certa. Muito cuidado nessa hora.

 

Mães criticam a cobrança social e romantização da maternidade


Para elas, essas questões fazem com que alguns momentos da experiência da maternidade sejam frustrantes e solitários.

 

Garota de 11 anos transforma becos de comunidade no Recife em sala de aula para crianças


Sonho de Stheffany Rafaela, que mora em Roda de Fogo, na Zona Oeste da cidade, é cursar faculdade para trabalhar como professora de matemática.

 Garota de 11 anos dá aula em becos de comunidade no Recife (Foto: Aldo Carneiro/Pernambuco Press)Garota de 11 anos dá aula em becos de comunidade no Recife (Foto: Aldo Carneiro/Pernambuco Press)

“Quero fazer faculdade para ser professora, primeiro, para dar aula de tudo. Depois, só de matemática, porque é o que eu mais gosto”, afirma Stheffany.

Em meio aos incontáveis becos que dão acesso às vielas da comunidade de Roda de Fogo, na Zona Oeste do Recife, uma cena se destaca a cada noite. No chão de cimento batido, Stheffany Rafaela da Silva, de 11 anos, voluntariamente dá aulas de reforço escolar a outras crianças. Às vezes sem mais que um lápis na mão e um olhar atento, 15 meninos e meninas se reúnem diariamente para aprender com a garota.

As aulas começaram no ano passado como uma brincadeira, quando uma amiga da comunidade decidiu brincar de “escolinha”, dando a Stheffany a primeira experiência como professora. Pouco tempo depois, a amiga mudou-se da comunidade e, assim, coube a Stheffany o papel de transformar os becos e os quase inexistentes recursos em sala de aula.

“Dou aula de todas as matérias, todos os dias. Não escolho apenas um assunto para dar aula. Fazemos sempre todas as que temos nos livros, no tempo que dá. E todo mundo vem, raramente alguém falta. Exceto na sexta-feira”, conta.

Apesar de não escolher um único tema para lecionar, Stheffany elegeu a matemática como sua disciplina favorita, seja para estudar ou passar para as crianças a quem dá aula. Apesar da pouca idade, ela já tem a certeza da profissão que quer desempenhar no futuro.

Aos 11 anos, Stheffany quer ser professora de matemática (Foto: Aldo Carneiro/Pernambuco Press)

A maioria dos estudantes de Stheffany tem menos de dez anos, mas a idade não é barreira para a desenvoltura da pequena professora. A garota chega a ter, inclusive, alunos mais velhos que ela, a exemplo de um de 12 anos, por exemplo.

Stheffany é estudante do 6º ano em uma escola particular do Recife (Foto: Aldo Carneiro/Pernambuco Press)

Stheffany é estudante do 6º ano em uma escola particular do Recife (Foto: Aldo Carneiro/Pernambuco Press)

No colégio onde estudava, a Escola Pintor Lauro Villares, a garota já era conhecida por das aulas nos becos da Roda de Fogo. Por causa disso, Stheffany ganhou uma bolsa em uma escola particular da região, onde começou a estudar no fim de abril deste ano, custeada por uma pessoa que se sensibilizou com a história da pequena professora.

Para incentivar as crianças a irem às aulas, sem muitos recursos, Stheffany pede na comunidade doces e materiais para cozinhar, com a mãe, guloseimas e oferecer aos estudantes. Sustentando a casa com o dinheiro do Bolsa Família, a mãe de Stheffany, Rafaela da Silva, de 29 anos, vê na filha a realização de seus sonhos. Segundo ela, desde muito nova, a garota demonstra gosto por estudar.

“Ela nunca deu trabalho com relação aos estudos, sempre foi uma menina muito calma, exceto, claro, pelos momentos de estresse, como toda criança tem. Todos os dias, à noite, ela dizia que ia brincar de escolinha. Eu sempre me preocupava para que ela não ficasse na casa dos outros, perturbando”, diz Rafaela.

Stheffany ganhou bolsa de estudos em uma escola particular (Foto: Aldo Carneiro/Pernambuco Press)

Stheffany ganhou bolsa de estudos em uma escola particular (Foto: Aldo Carneiro/Pernambuco Press)

Durante a semana, são raros os momentos em que o lazer de Stheffany não tem a ver com estudo. Após voltar da escola, ela passa as tardes no Centro Comunitário da Paz (Compaz) Escritor Ariano Suassuna, no bairro do Cordeiro, na Zona Oeste do Recife. No local, ela participa de aulas de dança, natação e da oficina de artesanato “Faça você mesmo”.

“Nos dias de hoje, está tão difícil fazer as crianças quererem estudar. Tenho muito orgulho dela. Eu saí da escola no 9º ano do ensino fundamental e sempre digo a ela que continue com essa sede por estudo. Quero que ela siga em frente e alcance todos os sonhos que tiver”, ressalta a mãe, orgulhosa. Fonte:G1

Vereador Álisson traz mais um benefício para Maracás. Desta vez é a Feira de Saúde


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Foto ilustração

Os dias 11 e 12 de Maio deve ser de muita movimentação em Maracás por está chegando um ônibus com todo equipamento tanto de máquinas como profissionais da área de saúde para realizar uma variedade de exames nos moradores (as) de Maracás e região. Esse benefício está sendo conseguido pelo vereador Álisson Novaes em parceria com o deputado estadual Alan Castro que é médico e também estará presente no sábado.

 

 

Álisson avisa a toda população que se interessar em realizar exames, que cheguem cedo para que consiga ser atendido, pois a quantidade de pessoas deve ser grande. Esse convite se estende também para os municípios vizinhos. Os exames que estarão disponíveis são:  ultrassonografia, mamografia, eletrocardiograma e Raio X, sendo que o de ultrassonografia acontecerá no sábado, pois é o dia que o Dr. Alan Castro vai estar presente.

Pelo fato de o setor da Saúde de Maracás não está podendo oferecer um atendimento como deveria, o que se acredita é que a quantidade de gente nesses dois dias vai ser muito grande, por tanto, cada um acorde cedo e venha, pois os profissionais estarão também cedo prontos para atender a população.

Chega ao STF pedido de liberdade de Lula


Do Poder360:

Chegou ao STF (Supremo Tribunal Federal) nesta 5ª feira (10.mai.2018) mais 1 recurso apresentado pelo ex-presidente Lula contra sua prisão.

Trata-se de 1 recurso em habeas corpus protocolado no STJ (Superior Tribunal de Justiça) contra decisão da 5ª Turma do Tribunal que negou pedido de soltura do ex-presidente em 6 de março.

 

 

Em 19 de abril, o vice-presidente do STJ, ministro Humberto Martins, decidiu enviar ao Supremo o recurso por entender que não cabia ao Tribunal o juízo de admissibilidade. Hoje, o procedimento foi autuado no STF

Lula ainda não havia sido preso. À época, a defesa pedia que o petista tivesse o direito de recorrer em liberdade após o trânsito em julgado de sua condenação na 2ª Instância, o que foi negado em decisão unânime.

Até hoje Lula espera a resposta da pergunta feita por ele, sobre algum documento que explique o motivo da sua prisão, pois até agora nada foi apresentado.

 

 

Elevador do triplex existe e a empresa que emitiu nota pela instalação também AGÊNCIA XEQUE


Há várias maneiras de apontar os malabarismos praticados pela República de Curitiba no caso Triplex. Mas procurar uma fornecedora da reforma no Google, encontrar dados inconclusivos e deixar de investigar a fundo – dando margem a mais uma fake news – não é uma delas
Jornal GGN – É fake news a história de que o triplex do Guarujá, que a Lava Jato atribuiu a Lula como um presente da OAS, não possui um elevador contratado no pacote da reforma ao custo final de mais de R$ 100 mil, segundo um laudo da Polícia Federal de 2016.
Trecho do laudo pericial da PF sobre o triplex, concluído em março de 2016. Acesse aqui.
Alguns vídeos divulgados nas redes sociais após a ocupação do apartamento pelo MTST, de fato, não mostram o equipamento. Mas isso não significa que o elevador é fictício.
O UOL também divulgou um vídeo (assista aqui), em abril de 2018, mostrando o interior do triplex levado a leilão por R$ 2,2 milhões. Nele, é possível constatar que o elevador foi instalado.
Em 2016, os agentes federais que vistoriaram o imóvel anotaram que o elevador não só estava instalado como vinha sendo deteriorado pela ação de uma goteira no teto, fruto de problemas de infiltração espalhados pelo triplex.
Pacificado este ponto, passemos a outra fake news: o boato de que a empresa que instalou o elevador “pode nunca ter existido” ou emitido notas frias.
Segundo os autos do caso triplex, quem fez a instalação do elevador foi a empresa TNG Elevadores LTDA.
Na internet, as informações sobre a empresa são escassas. Encontra-se apenas CNPJ, endereço desatualizado, o nome do casal proprietário e o contato é um número de telefone e um e-mail que pertence ao escritório que confirmou ao GGN prestar serviço contábil à TNG.
Blogueiros que levantaram suspeitas sobre a existência da TNG Elevadores certamente não se esforçaram para encontrar a empresa pelos contatos indicados. O GGN conseguiu falar, por telefone, com um dos representantes legais. Foi a primeira vez que a empresa foi procurada por uma jornalista após a onda de boataria, informou.
A redação levantou que a TNG Elevadores, que atua em São Paulo desde 2012 (embora seu CNPJ exista desde 2005), é uma espécie de concessionária da GMV Latino América Elevadores. Esta, por sua vez, é uma multinacional italiana que fabrica elevadores privativos e revende no Brasil através de seus representantes. Ela também aparece nos documentos do caso triplex.
Com mais de 25 anos de experiência no Brasil, a GMV, que já havia feito outros projetos junto à Tallento (empresa contratada pela OAS para a reforma do triplex), acabou sendo acionada para fornecer o equipamento que iria para o imóvel no Guarujá.
A contratação da TNG para fazer a instalação foi praticamente automática, tendo em vista que a concessionária é a responsável por realizar o atendimento de qualquer cliente da GMV no litoral paulista.
A conversa de cerca de 40 minutos com o representante legal da TNG (que pediu para ter a identidade preservada por conta dos ataques que vem sofrendo em decorrência das fake news) lançou luz sobre as notas fiscais e documentos do elevador.
A instalação do equipamento teria custado cerca de R$ 14 mil, em 2014. Isso é levado aos autos do processo por meio da anotação de responsabilidade técnica (ART) assinada entre o engenheiro Peterson do Couto (ex-colaborador da TNG) e a OAS Empreendimentos, que era o “cliente final”, ou seja, a dona do imóvel. Essa ATR aparece no laudo da PF, de 2016.
Na sentença, o juiz Sergio Moro diz que uma nota fiscal emitida pela Tallento em face da OAS mostra que a instalação do elevador custou, no total, R$ 21 mil. Nesse valor, além dos R$ 14 mil da instalação, está incluso também uma diferença de R$ 7 mil referente à “manutenção preventiva” do equipamento.
Esta manutenção, segundo o representante da TNG, deveria ter sido feita 2 meses após a instalação, fato que não ocorreu porque a Lava Jato interditou o apartamento.
Possivelmente, é por conta do bloqueio ao triplex, disse o representante, que o apartamento aparentemente encontra-se “vazio” e muita gente acredita que não houve reforma alguma. A fonte lembrou que muito do projeto contratado da Tallento pode não ter sido entregue ou executado por conta interdição da Lava Jato.
Ainda de acordo com a sentença de Moro, existe uma outra nota fiscal provando que o custo da compra do elevador foi de R$ 47,7 mil.
Ao GGN, a TNG revelou que “foi um elevador bem simples, o instalado, por opção da construtora. Não sei se foi por uma questão de custo, mas aquele era o equipamento mais em conta que a gente tinha e com o menor prazo, porque já tinha ele aqui no Brasil.”
A reforma no triplex foi contratada pela OAS à Tallento para ser executado em até 3 meses, entre julho e setembro. O elevador foi instalado depois, entre outubro e novembro.
Como, na prática, a Tallento comprou o elevador da TNG e depois revendeu à OAS, o preço pode ter chegado àquele aferido em documentos pela Polícia Federal: R$ 104 mil. A Tallento deve ter “agregado valor” cobrando outros custos operacionais, como transporte e içamento de materiais.
EMPRESA FICTÍCIA?
A TNG, segundo o representante, opera em São Paulo com apenas 2 funcionários e está migrando para um espaço na Vila Anastacia. O endereço situado à Rua Tito Batista, fácil de ser encontrado na internet e utilizado por blogueiros para aventar que trata-se de empresa fantasma, está desatualizado.
De acordo com o representante, a empresa não dispõe de site institucional próprio porque atua num segmento de mercado muito nichado, oferecendo instalação de elevadores residenciais para imóveis de alto padrão e, até então, não via a necessidade de fazer “divulgação de massa”. Além disso, vem colhendo frutos a partir do marketing da GMV, que é a porta de entrada dos clientes.
Mais estruturada – e com um corpo jurídico que pode ser acionado contra quem propaga fake news, diz o representante – a multinacional italiana está fixada em Curitiba desde o final dos anos 1990. Foi contratada pela Tallento por ser referência no mercado, e não porque coincidentemente está situada na cidade de Moro.
GGN já mostrou nessa reportagem aqui que outros custos da reforma do triplex foram tratados em relatório da Federal como “discrepantes” em relação ao que se observa no espaço.
No final das contas, o emaranhado de acusações feitas pelo Ministério Público contra Lula foi alterado por Sergio Moro na sentença, que não condenou Lula pelo triplex de R$ 2,4 milhões, mas por um suposto caixa geral de propina entre o PT e a OAS, no total de R$ 16 milhões.
Foi com base nesse valor, muito superior ao triplex, que os bens de Lula foram bloqueados.
Há várias maneiras de apontar os malabarismos praticados pela República de Curitiba no caso Triplex. Mas procurar uma fornecedora da reforma no Google, encontrar dados inconclusivos e deixar de investigar a fundo – dando margem a mais uma fake news – não é uma delas. Matéria do GGN.