Chefe do tráfico visita marido em presídio do Rio mesmo com mandado de prisão por homicídio e ocultação de cadáver


 

Deise é mulher do traficante Celsinho da Vila Vintém, que está preso no Rio — Foto: Divulgação/ Polícia CivilDeise é mulher do traficante Celsinho da Vila Vintém, que está preso no Rio — Foto: Divulgação/ Polícia Civil

Deise é mulher do traficante Celsinho da Vila Vintém, que está preso no Rio — Foto: Divulgação/ Polícia Civil

Presa por homicídio e ocultação de cadáver na manhã desta segunda-feira (2), Deise Mara de Souza Rodrigues, de 56 anos, conseguiu visitar na cadeia o marido, Celsinho da Vila Vintém, mesmo com um mandado em aberto.

G1 apurou que Deise esteve domingo (1) no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, na Zona Oeste do Rio, onde Celsinho cumpre pena.

Deise foi presa por agentes da Delegacia de Combate às Drogas (Dcod) e chegou em um blindado à Cidade da Polícia, na Zona Norte.

A Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) informou que, sempre que uma carteira de visitante é emitida, uma checagem é feita para averiguar os antecedentes criminais do solicitante. A instituição alega que a carteira de Deise foi emitida antes da expedição do mandado de prisão.

A Seap ressaltou também que, em todos os casos, colabora quando é comunicada, para o cumprimento de mandados de prisão nas unidades prisionais.

Herdeira do marido

A polícia afirma que Deise, após a prisão de Celsinho, passou a chefiar o tráfico de drogas na comunidade.

O marido dela, Celsinho, é apontado como um dos fundadores de uma das principais facções criminosas do Rio e participou como testemunha de defesa em um processo contra Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, de um facção rival, em 2017.

O mandado de prisão contra Deise é pela morte de um jovem chamado Júlio César, que foi a um baile da Vila Vintém com outros amigos e, segundo as investigações da Delegacia de Descoberta de Paradeiros, foi sequestrado, morto e teve seu corpo ocultado pelo traficante Louco Abreu, a mando de Deise. O crime aconteceu em 2015.

Júlio Cesar da Silva Dias foi morto por criminosos da Vila Vintém, na Zona Oeste do Rio — Foto: Reprodução

Júlio Cesar da Silva Dias foi morto por criminosos da Vila Vintém, na Zona Oeste do Rio — Foto: Reprodução

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Juízes do STF de olho na Lava Jato


Aos poucos vão acontecendo o que se pode chamar de reajustes dentro da justiça brasileira. O STF, depois da constatação das arbitrariedades dos procuradores, e que pode ter como envolvido nada menos que o Ministro da Justiça, Sergio Moro, pois quem comprovou foi o site Intercept, através do Glenn Greenwald com os vazamentos das mensagens, da Lava Jato, o que começou a desandar tudo que muita gente pensava estar sobre controle. Acontece que o sobre se transformou num sob e o que parecia estar seguro já não era tão seguro assim, o que fez acordar a turma do STF, que certamente deverá mudar a linha das providências e muita coisa pode acontecer daqui para frente. Até aqui Café com leite Notícias.  Veja a matéria publicada na ISTOÉ.

Crédito: Rosinei Coutinho/SCO/STF

De acordo a revista ISTOÉ vem novo ataque do Supremo Federal sobre o que os magistrados consideram abuso de autoridade dos procuradores da Lava Jato. Depois de rever o processo do ex-presidente da Petrobras, Aldemir Bendine, e anular a pena aplicada a ele pelo ex-juiz Sérgio Moro, o STF vai fazer um pente fino nos demais julgamentos para verificar desvios semelhantes. Um desses ministros da Suprema Corte avisou que não serão mais toleradas o que ele considera “arbitrariedades midiáticas”. No rol dessas situações se incluem também conduções coercitivas, algemas para presos que não apresentam alto grau de periculosidade e delações forçadas para a produção de provas. Segundo esse ministro, uma das situações mais tristes dessa temporada de abusos e que não saiu da memória dos senhores juízes foi o encaminhamento do ex-governador Sérgio Cabral, com algemas nas mãos e nos pés, para ser ouvido durante depoimento.

O bebê chorava no berço. Veja o que esse cachorro fez: vídeo


Dodger e Ryan - Fotos: reprodução / Instagram / @jessklorman
Dodger e Ryan – Fotos: reprodução / Instagram / @jessklorma

Os cães não cansam de surpreender a gente. Veja o que esse pastor australiano fez quando o bebê começou a chorar no berço.

A cena foi gravada pela câmera de segurança que a mãe, Jessie Klorman, instalou no quarto, em Nevada, nos EUA.

Ryan, que vai completar um ano, acorda e começa a chorar. Dodger, um pastor australiano que estava de guarda ao lado do cercadinho, levanta e, carinhosamente, lambe o rosto do menino até ele se acalmar. E conseguiu!

Agradecida pela cena linda, Jessie postou o vídeo nas redes sociais  na última sexta, 31, com a frase “Para o que servem os melhores amigos” e teve outra surpresa.

No Twitter, a postagem alcançou mais de 1,1 milhão de likes e quase 230 mil retweets.

No Facebook, teve mais de 3.800 compartilhamentos e supera os 5 mil.

O cachorro

Dodger é um pastor-australiano, conhecido popularmente por “Aussie”.

O animal tem a característica marcante de possuir um rabo muito curto, quase ausente.

A raça é originária dos Estados Unidos, mas foi levada para a Austrália, onde se adaptou bem ao ambiente e ao pastoreio de gado. Pelo visto, de crianças também.

Assista abaixo e entenda porque tanta gente se comoveu.

Ex-mulher de Gilberto Gil morre em Salvador vítima de câncer


Ex-mulher de Gilberto Gil morre em Salvador vítima de câncer

Foto: Reprodução / Instagram

A ex-mulher do cantor Gilberto Gil, a professora Belina Aguiar Gil Moreira, morreu aos 80 anos vítima de câncer, nesta sexta-feira (30), em Salvador. O corpo será velado a partir das 15h deste sábado (31) no cemitério Jardim da Saudade e será sepultado no mesmo cemitério no domingo (1º) às 11h.

Mãe de Marília e Nara – fruto do casamento com Gilberto Gil entre 1965 e 1967, ela também era avó de João, Pedro, Lucas e Gabriel. Para ela, o músico compôs a canção “Amor até o Fim”, gravada  por Elis Regina e cantada por Maria Rita na gravação do DVD Banda Dois, de acordo com informações do Correio.

Ainda de acordo com a nota, Gil e sua atual esposa, Flora Gil, estão em Belo Horizonte, mas virão para participar do velório.


Militar preso com cocaína em avião da FAB mentiu sobre conteúdo da mala


Sargento Manoel Rodrigues disse a militares que a bagagem se tratava de queijo e carne, antes de passar por raio x

[Militar preso com cocaína em avião da FAB mentiu sobre conteúdo da mala  ]
Foto : Stg Rezende/Força Aérea Brasileira/Flickr

Ao menos três tripulantes militares do avião da FAB que transportou cocaína para a Espanha relataram que o sargento Manoel Rodrigues contou que havia em sua mala queijo e carne e depois mudou a versão e falou que havia doce e queijo.

O sargento sustentou essa versão mesmo ao ser abordado pelo policial espanhol responsável pelo raio x.  A informação é da coluna Radar, da Veja, que teve acesso ao inquérito policial.

O terceiro sargento Estevam Moraes Rabelo detalhou o ocorrido. Ele estava três posições atrás de Manoel na fila do raio x e viu tudo o que ocorreu.

“O semblante do investigado (Manoel) era calmo e sereno; que foi perguntado ao investigado o que estava em sua mala: que ele respondeu que era carne e queijo: que o policial disse para o investigado “você sabe que é proibido”; que o investigado disse, então, que era queijo e doce: que a testemunha (Estevam) lembra-se perfeitamente de todas essas palavras: que o policial disse que abriria a mala: que o investigado manteve o olhar no horizonte, sem esboçar reação”, diz o depoimento de Estevam.

O inquérito concluiu que as testemunhas deixam claro que o investigado conduziu a bagagem, não hesitou em reconhecer como dele e inventou um “desculpa descabida”, dizendo que levava consigo “queijo e doce”.

O advogado Carlos Alexandre Klomfhas, que atua na defesa de Manoel, afirma que ele tem certeza que não sabia da presença de cocaína na mala. “Se não tem consciência do que tinha ali, não tem crime”, disse o defensor.

 

O dado mais importante do Datafolha: Haddad venceria se a eleição fosse hoje. Por Joaquim de Carvalho


Haddad com os governadores: hora de construir uma frente

Um dado da pesquisa Datafolha de hoje chama particularmente a atenção. Não é o do aumento da reprovação, previsível diante do espetáculo diário de incompetência, sectarismo e vulgaridade, protagonizado nas portas do Palácio do Alvorada.

O dado mais relevante do ponto de vista politico é o dos arrependidos: pessoas que votaram em Bolsonaro no segundo turno, mas não repetiriam o gesto se a eleição fosse hoje. Essa revelação está na análise do diretor do Datafolha, Mauro Paulino. Ele escreveu:

 

“A prova do diagnóstico está no contingente de arrependidos —um em cada quatro dos que votaram no capitão reformado não repetiria a opção caso o pleito fosse hoje, garantindo a Fernando Haddad (PT) uma liderança apertada, mas fora dos limites da margem de erro.”

Ou seja, Bolsonaro é considerado hoje produto de um erro admitido por 25% dos seus eleitores no segundo turno.

Erro, por sua vez, proporcionado pelo ambiente polarizado da eleição, em que duas candidaturas foram interpretadas como equivalentes, e Bolsonaro, equivocadamente, foi visto como um mal menor.

A disputa sempre foi entre a barbárie representada pelo ex-deputado e a civilização, no segundo turno encarnada por Fernando Haddad.

Faltou à imprensa colocar o debate nos termos corretos. Mas já era previsível que esta não o faria, dado o antipetismo que tomou conta de seus dirigentes.

Nesse vácuo, era preciso que as lideranças políticas do campo progressista se comunicassem diretamente com os eleitores ou à sociedade, através de outros mecanismo, que o bolsonarismo usa bem, a rede social.

Também poderia fazer uma comunicação direta com a sociedade através das mobilizações corretas de campanha.

E por que isso não ocorreu?

Porque a principal liderança política do país se encontra presa, naquela época proibida de dar entrevista. E quem poderia falar por ela não teve a mesma força.

Ou esperou que, com a mediação feita pela imprensa, a tarefa fosse cumprida.

Não foi. Nem seria. Nem será.

É a política que tem de ocupar o espaço vazio, com ações concretas, não apenas no palco da velha mídia.

A pesquisa de hoje mostra que grande parte dos eleitores se arrepende.

Não é hora de tripudiar — de dizer “eu bem que avisei”.

É hora de diálogo e da construção de uma frente que ajude a consertar o estrago que já está feito e de viabilizar o retorno à plenitude democrática.

Cantora espanhola Joana Sainz Garcia morre após explosão de fogos de artifício em palco


Cantora Joana Sainz Garcia morre após explosão de fogos de artifício em palco — Foto: Reprodução/Twitter

Cantora Joana Sainz Garcia morre após explosão de fogos de artifício em palco — Foto: Reprodução/Twitter

A cantora e bailarina espanhola Joana Sainz Garcia morreu neste domingo (1) após ser atingida no palco por fogos de artifício. A artista de 30 anos se apresentava com o grupo Super Hollywood Orchestra durante o festival Las Berlanas, realizado próximo a Madri.

Segundo a BBC, um dispositivo pirotécnico explodiu próximo a cantora, que caiu no chão inconsciente. Algumas imagens publicadas nas redes sociais mostram o momento em que Joana é atingida pela explosão dos fogos de artifício.

 

Paramédicos chegaram a levar Joana ao hospital, mas a cantora não resistiu aos ferimentos.

Cerca de mil pessoas acompanhavam a apresentação em Las Berlanas. Um médico e uma enfermeira que estavam entre o público fizeram os primeiros socorros da cantora antes da chegada dos paramédicos.

O grupo Super Hollywood Orchestra, que conta com 15 membros entre cantores, músicos e bailarinos, fazia o encerramento do quarto dia do festival.

Os organizadores do evento lamentaram o incidente e publicaram um comunicado nas redes sociais lamentando a morte de Joana. “Enviamos nossas condolências aos familiares de Joana, assim como a todos os companheiros do grupo”.

A produtora Prones 1 SL, responsável pelas apresentações do grupo, também lamentou a morte da artista em um comunicado. Segundo um dos responsáveis da empresa, o incidente pode ter sido causado por um defeito de fabricação do material.

Dieta de baixo açúcar e carboidratos impede crescimento de câncer


Dr. Kim da Universidade do Texas, EUA, e a dieta keto, cetogênica Foto: Texas University
Dr. Kim da Universidade do Texas, EUA, e a dieta keto, cetogênica Foto: Texas University

Restringir os níveis de açúcar no sangue pode oferecer proteção contra alguns tipos de câncer. Foi o que descobriram pesquisadores da Universidade do Texas, EUA, após testes em camundongos com câncer de pulmão.

Eles alimentaram as cobaias com uma dieta cetogênica – que é muito baixa em açúcar – e deram um medicamento comumente usado para tratar o diabetes, que impede que a glicose no sangue seja reabsorvida pelos rins.

“Tanto a dieta cetogênica quanto a restrição farmacológica da glicose no sangue por si só inibiram o crescimento de tumores de carcinoma de células escamosas em camundongos com câncer de pulmão,” conta o Dr. Jung-Whan Kim, da Universidade do Texas em Dallas (EUA).

Dieta Cetogênica

A dieta cetogênica, também conhecida como “dieta Keto”, foi desenvolvida para pessoas com diabetes, mas hoje é largamente adotada por pessoas que não apresentam a condição, mas que querem evitar o acúmulo de gordura.

O nome deriva de cetose, que é um estado metabólico no qual a gordura deixa de ser armazenadora de energia, passando a ser fornecedora de energia para o corpo.

A principal característica da dieta cetogênica é a elevada restrição ao consumo de carboidratos, cerca de 5% – o que é ainda mais restritivo do que as dietas conhecidas como “baixo carboidrato” -, e elevado consumo de “gorduras boas”, incluindo carnes e peixes, ovos e azeite. Quanto aos doces, claro, é melhor não pensar neles.

Tumores pararam de crescer

“Embora essas intervenções não reduzissem os tumores, elas impediram que progredissem, o que sugere que esse tipo de câncer pode estar vulnerável à restrição de glicose”.

Embora se suspeite há muito tempo que vários tipos de células cancerosas sejam fortemente dependentes da glicose – ou açúcar – como fonte de energia, Kim e seus colegas demonstraram que um tipo específico de câncer – o carcinoma de células escamosas – é notavelmente mais dependente da glicose do que outros tipos de câncer, como o adenocarcinoma.

“A descoberta chave do nosso novo estudo em camundongos é que uma dieta cetogênica sozinha tem algum efeito inibidor do crescimento do tumor no câncer de células escamosas,” disse Kim.

“Quando combinamos isso com o medicamento para diabetes e a quimioterapia, foi ainda mais eficaz. Nossos resultados sugerem que essa abordagem é específica do tipo de célula cancerosa. Não podemos generalizar para todos os tipos de câncer”.

O pesquisador enfatiza que, para uma futura aplicação terapêutica dessa técnica, será necessário realizar antes estudos clínicos mais abrangentes e mais detalhados, mas que os resultados indicam uma abordagem potencialmente nova para melhorar o tratamento do câncer.

“Manipular os níveis de glicose no paciente seria uma nova estratégia que é diferente de tentar matar diretamente as células cancerosas,” disse ele.

“Acredito que isso faz parte de uma mudança de paradigma em relação a alvejar as próprias células do câncer.”

Com informações do Diário da Saúde

Eduardo Bolsonaro gasta R$ 4 mil em almoço nos EUA e foge de jornalistas pela cozinha


Nos EUA, Eduardo Bolsonaro paga mais de R$ 4 mil em almoço e foge pela cozinha para escapar da imprensa. Um dos funcionários do restaurante relatou que Eduardo afirmou que era “filho do presidente do Brasil” para justificar o uso da saída alternativa

eduardo bolsonaro almoço EUA
(imagem: Evan Vucci/AP)

O possível futuro embaixador do Brasil nos Estados Unidos, Eduardo Bolsonaro, esteve na última semana em viagem à Washington para se encontrar com o presidente Donald Trump.

O encontro entre Trump e Eduardo aconteceu na casa branca na última sexta-feira (30). As informações são de correspondentes internacionais que acompanharam a viagem do filho de Jair Bolsonaro.

Eduardo e o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, fizeram diversos passeios na capital norte-americana e almoçaram em uma sala reservada de um dos restaurantes à beira do canal que leva ao rio Potomac.

Na região portuária revitalizada de Wharf, Eduardo pagou US$ 1.000 (mais de R$ 4.000 na cotação atual) em um almoço no Del Mar, famoso restaurante do chef italiano Fabio Trabocchi.

De acordo com os jornalistas que acompanhavam o deputado brasileiro, Eduardo e o ministro Ernesto Araújo passaram quase três horas no segundo andar do restaurante, onde pediram quatro porções de paella.

A bebida servida foi sangria. No final, para escapar da imprensa, Eduardo Bolsonaro saiu do ‘Del Mar’ pela porta da cozinha, nos fundos do restaurante.

Cinco jornalistas aguardavam o deputado brasileiro do lado de fora. Um dos funcionários relatou à imprensa que Eduardo afirmou que era “filho do presidente do Brasil” para justificar o uso da saída pela cozinha.

Das 33 horas em que passou em Washington, a comitiva de Eduardo ficou apenas duas na Casa Branca, em conversas com integrantes do Conselho de Segurança Nacional dos EUA e à espera do encontro com Trump.

Quando a imprensa conseguiu questionar Eduardo a respeito do almoço e dos passeios, o deputado ignorou as perguntas. Mais tarde, ele foi ao Twitter escrever que a imprensa o estava “seguindo” a caminho do almoço.

Babá doa parte do fígado e salva a vida de criança de um ano de quem cuida



Você já teve uma babá? Se sim, sabe o quão positivo isso pode ser! As babás são mais do que apenas pessoas que nos cuidam quando nossos pais não estão em casa, elas se tornam uma grande parte de nossas vidas, pois construímos um vínculo muito forte de amizade e união com elas, e mesmo quando somos adultos, ainda guardamos em nossa memória todos os momentos que tivemos com elas.

Uma babá norte-americana, no entanto, atingiu um novo nível com a garotinha de quem cuida, na cidade de Nova Jersey, EUA e acabou emocionando todo o mundo com a sua história.

Kiersten Miles, de 22 anos, foi contratada para ser babá de três crianças, entre elas, Talia Rosko, que tinha apenas 1 ano e 4 meses, e foi diagnosticada com uma doença hepática rara, que poderia ser fatal. Um tempo depois, em junho de 2016, a situação de Talia piorou e ela precisava de um novo fígado para sobreviver à doença.

Ninguém da família era compatível, e eles estavam correndo contra o tempo para encontrar um doador, antes que fosse tarde demais. Kiersten havia de apegado muito à Talia e seus irmãos, e ver a família naquela situação era muito triste. Ela resolveu fazer o teste de compatibilidade para ajudar a salvar a vida da criança, e se surpreendeu ao saber que era compatível!

Quando tomou a decisão de realizar a cirurgia, algumas pessoas que a conheciam disseram que isso era algo muito sério, que deveria ser discutido com sua família, e também a alertaram de que essa cirurgia só se faz uma vez na vida, e que se um dia ela tivesse um filho que precisasse de doação, não poderia ajudá-lo. No entanto, nenhuma dessas palavras fez a babá mudar de ideia. Ela estava resolvida a salvar a vida de Talia.

A cirurgia de Talia durou cerca de 14 horas e foi realizada no Hospital da Universidade da Pensilvânia. Tudo correu bem, e hoje, pouco mais de 2 anos depois da cirurgia, a menina está ótima e continua muito próxima da babá, que se tornou sua grande amiga e heroína.

Sobre realizar a cirurgia, Kiersten afirma que não foi nada impossível:

“É um sacrifício tão pequeno quando se pensa que está salvando uma vida. Alguns médicos diziam que ela possivelmente não chegaria aos dois anos de idade. Tudo o que eu precisei fazer foi passar uma semana num hospital e ganhar uma cicatriz de 12 centímetros.”

Uma grande atitude, originada por um sentimento de amor e humanidade. Kiersten demonstrou ser, além de uma ótima babá, um ser humano lindo e com uma alma muito pura!

Toda gratidão e luz do mundo para ela e também à Talia!

Mulher vira advogada e condena acusado de matar o pai em 1996 no interior da Bahia


Uma baiana de Curaçá, no norte do estado, teve o pai assassinado em 1996, quando tinha 14 anos. Em 2012, ela se formou em Direito, virou advogada e, na última terça-feira (27), mais de 20 anos depois, atuou no julgamento que condenou o homem acusado pelo crime. Após a sentença, que condenou Adão Gonçalves da Silva a 16 anos e quatro meses de prisão em regime fechado, Janicleia de Souza Soares revelou que havia prometido diante do caixão do pai que iria em busca do homem apontado pelo homicídio. “A promessa que eu fiz no dia da morte dele, no caixão dele, de que a pessoa que cometeu aquele crime iria pagar, iria ser condenado… E ele foi condenado apesar do tempo. Mas a sensação não poderia ser melhor, uma das melhores noites que tive de sono. Botei a cabeça no travesseiro em paz”, disse a advogada ao G1, que no júri atuou como assistente de acusação. Jaime Barbosa Soares foi assassinado com um tiro no rosto. Ele tinha 44 anos. Adão Gonçalves da Silva era funcionário da vítima e suspeitava de um envolvimento de Jaime com a filha dele, uma adolescente, o que teria motivado do crime. Após a morte de Jaime, Adão fugiu e nunca mais foi visto em Curaçá. Após a condenação, Janicleia revelou sentir uma sensação de paz e dever cumprido. “Sentimento de paz, sentimento de Justiça, sentimento de satisfação, de visto o homem que matou meu pai condenado. Uma satisfação só dada por Deus mesmo, uma satisfação de consciência tranquila, de honradez”, afirmou.

Revista Veja descobre o paradeiro de Queiroz: Ele está em São Paulo


Revista Veja mostra onde está Queiroz. Foto: Divulgação

Reportagem de Daniel Pereira, Adriana Dias Lopes e Fernando Molica na Veja.

 

Por volta das 17h50 do último dia 26, o desaparecido mais famoso do Brasil passou, sem chamar atenção de ninguém, pela porta e se encaminhou para a recepção do Centro de Oncologia e Hematologia do Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Ali são oferecidos consultas e serviços como quimioterapia e radioterapia. De boné preto e óculos de grau, o paciente chegou sem seguranças nem familiares o acompanhando — e ficou sozinho por lá. Antes do compromisso agendado, fez hora na lanchonete e tomou café tranquilamente, sem ser importunado por ninguém. Cerca de uma hora depois, Fabrício Queiroz, o ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro, sumido desde janeiro, deixou o local. Ao longo dos últimos três meses, VEJA seguiu pistas e entrevistou dezenas de pessoas para identificar seu paradeiro. Conforme mostram as fotos desta reportagem, achamos finalmente o desaparecido mais famoso do país.

Queiroz hoje reside no Morumbi, o mesmo bairro da Zona Sul de São Paulo onde se encontra o Einstein. A proximidade facilita os deslocamentos até o hospital, normalmente feitos de táxi ou Uber. Queiroz, que raramente sai de casa, luta contra o mesmo câncer no intestino que o levou para a mesa de cirurgia no fim do ano passado, pouco antes do estouro do escândalo da movimentação suspeita de 1,2 milhão de reais (600 000 entrando e 600 000 saindo) em sua conta na época em que trabalhava para Flávio Bolsonaro. Sua última aparição pública foi justamente no Einstein. Em 12 de janeiro, ele postou um vídeo na internet em que surgia dançando no hospital durante a recuperação de uma cirurgia. Segundo uma pessoa próxima, a operação não resolveu o problema do tumor. Um possível agravante é o de que Queiroz teria se descuidado por um tempo, para dar prioridade nos últimos meses ao esforço de se manter longe dos holofotes. As “férias” forçadas do tratamento cobraram um preço: há sinais de que a doença continua ameaçando perigosamente seu organismo. Um de seus amigos, o deputado estadual Rodrigo Amorim (PSL-RJ), trocou mensagens com Queiroz há alguns meses. “Ele escreveu que ainda estava baqueado”, conta. No aspecto físico, Queiroz não aparenta seu delicado estado de saúde. Está apenas ligeiramente mais magro do que no ano passado.

Na movimentada seara de escândalos nacionais, Queiroz surgiu como um cometa e sumiu do espaço sem deixar vestígios. A aparição espetacular, como se sabe, ocorreu no fim de 2018, a partir do momento em que o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) detectou em sua conta a dinheirama suspeita. A tese do Ministério Público é a de que ela é fruto de um sistema de coleta e de repasse de dinheiro de funcionários do gabinete do senador Flávio Bolsonaro, quando o Zero Um era deputado estadual no Rio de Janeiro. O órgão identificou também emissão de cheques de Queiroz no total de 24 000 reais para a conta da então futura primeira-dama Michelle Bolsonaro. O enrolado Queiroz enrolou-se ainda mais nas explicações. Mencionou em um primeiro momento lucros de vendas de carros usados e, depois, disse que recolhia parte dos salários dos funcionários do gabinete a fim de contratar mais gente para a equipe do chefe, sem conhecimento do próprio. No caso de Michelle, os depósitos seriam para quitar um empréstimo pessoal concedido a ele por Jair Bolsonaro. Em público, o clã Bolsonaro procurou se distanciar do ex-policial, incluindo o presidente, amigão de Queiroz desde o início dos anos 80, quando se conheceram no serviço militar da Brigada de Infantaria Paraquedista, no Rio. Tal distanciamento, no entanto, está mais no terreno da retórica. Foi do entorno de Bolsonaro a ideia de levar Queiroz para uma entrevista no SBT, no dia 26 de dezembro, para falar sobre o relatório do Coaf e tentar explicar a origem do dinheiro. Não convenceu ninguém, e o presidente, em sintonia com essa percepção, chamou de “roleiro”, em manifestação pública, o velho amigo de pescarias, churrascos e serviços prestados à família. As perguntas foram inevitáveis: Queiroz fazia as transações com ou sem a anuência do filho do presidente? Quais os nomes desses contratados? Não houve respostas. Pressionado, o ex-assessor decidiu sumir do mapa.

O desaparecimento nos últimos meses fez da pergunta “Cadê o Queiroz?” um bordão popular nas redes sociais e entre políticos da oposição sempre que querem cutucar o presidente. “Cabe a ele explicar. Eu também quero saber onde está o Queiroz”, diz Flávio Bolsonaro, ao ser perguntado sobre o tema. Bolsonaro, o pai, sempre entoou a mesma cantilena, terceirizando a responsabilidade dos problemas ao parceiro de longa data. Segundo um dos boatos surgidos para explicar o desaparecimento, Queiroz estaria escondido, fugindo de ameaças de morte para não abrir a boca. Em outra hipótese, neste caso, na direção contrária, teria sumido para escapar do assédio de pessoas interessadas em depoimentos capazes de incriminar os Bolsonaro. Ganharia em troca o fim das encrencas que enfrenta na Justiça e segurança para sua família.

Com informação do DCM.

Baleia jubarte encalha na praia de Coutos, em Salvador


Animal está vivo e moradores estão no local, jogando água sobre ele

[Baleia jubarte encalha na praia de Coutos, em Salvador]
Foto : Leitor/ Metro1

Uma baleia jubarte está encalhada na praia de Coutos, em Salvador, na manhã de hoje (30).

De acordo com a TV Record, o animal está vivo e moradores estão no local, jogando água sobre ele. Uma equipe do Projeto Baleia Jubarte, em Praia do Forte, está a caminho da praia da capital baiana.

Outra baleia jubarte foi encontrada morta em Salvador, no bairro de Plataforma, ontem (29).

Estudo do Projeto Baleia Jubarte estima que cerca de 20 mil baleias jubarte devem passar pelo litoral baiano na temporada de reprodução, entre os meses de julho e novembro.

Os animais saem da região da Antártida, que passa por inverno rigoroso, e se aproximam do litoral brasileiro por causa das águas quentes. As aparições das baleias são mais comuns na região sul da Bahia.

 

Diário do Bolso: os meus recuos e o risco de Lula sair da cadeia


Mas o pior de tudo foi que o Aldemir Bendine, ex-presidente da Petrobrás e do Banco do Brasil, teve a condenação anulada. Foi a primeira vez que anularam uma condenação do Moro na Lava Jato. E a mesma turma vai julgar o habeas corpus por Lula. E agora? E se derem liberdade pra ele? Pô, Diário, aí complica…

Por José Roberto Torero*

Pô, Diário. Eu pensei que hoje ia ser dia de “kkks”, mas vai ser dia de “Os pôs do Jair”.

1-)Pra começar, eu disse que só ia aceitar os 20 milhões de dólares dos países ricaços se o Macron pedisse desculpas por ter me chamado de mentiroso. Mas tive que voltar atrás. Ia ficar na cara que eu não estava dando a menor bola pras queimadas na Amazônia. Só que o pior é que me fizeram apagar aquele meu comentário que tirava sarro da mulher do Macron lá no Twitter. Cadê a liberdade de expressão? Assim não dá, pô!

2-) O vazamento de ontem do Intercept foi fogo. Mostrou os procuradores da Lava Jato tirando sarro da morte da Marisa, do irmão do Lula e do neto dele. Os caras têm mais ódio do Nove Dedos do que eu. Mas o pior é que uma das procuradoras pediu desculpas. Justo a Jerusa Viecili, aquela que tinha dito “Querem que eu fique por velório?” e botou uma carinha rindo. O ruim é que, pedindo desculpas, ela diz que a mensagem é verdadeira. Tinha que fazer de conta que não era com ela. Mentira é uma coisa que a gente tem que levar até o fim, pô!

3-)Por exemplo, o procurador Januário Paludo, que disse “O safado só queria passear”, quando o Lula quis ir no enterro do irmão, não se retratou. Nem a Laura Tessler, que disse que por causa da morte da Marisa ia ter “sessão de vitimização”. Nem o Athayde Ribeiro Costa, que reclamou que a morte do neto do Lula foi “no meio do carnaval”. Nem o Antonio Carlos Welter, que disse que a morte da Marisa liberou o Lula “para a gandaia”. Nenhum desses falou nada. É assim que se faz, pô!

4-) Essa Jerusa tinha que seguir o exemplo daquele piloto, o Lucas di Grassi. Ele disse que o Louis Hamilton, que postou falando sobre os incêndios na Amazônia, estava espalhando “fakenews”. E depois, na Corrida do Milhão, fez uma ultrapassagem irregular e não cumpriu a punição. É isso aí, tem que manter a história até o fim, pô!

5-) Mas o pior de tudo foi que o Aldemir Bendine, ex-presidente da Petrobrás e do Banco do Brasil, teve a condenação anulada. Foi a primeira vez que anularam uma condenação do Moro na Lava Jato. E a mesma turma vai julgar o habeas corpus por Lula. E agora? E se derem liberdade pra ele? Pô, Diário, aí complica…

*José Roberto Torero é autor de livros, como “O Chalaça”, vencedor do Prêmio Jabuti de 1995. Além disso, escreveu roteiros para cinema e tevê, como em Retrato Falado para Rede Globo do Brasil. Também foi colunista de Esportes da Folha de S. Paulo entre 1998 e 2012.

@diariodobolso

Artigo na íntegra do Jornalistas Livres.

AGRICULTURA Cadastro Ambiental Rural passa a ser obrigatório na declaração do ITR


As informações ambientais são importantes para ser feita a exclusão das áreas não tributáveis da base de cálculo do imposto devido pelo proprietário rural (Foto: Fernando Martinho)

O governo federal tornou uma exigência a apresentação do recibo do Cadastro Ambiental Rural na declaração do Imposto Territorial Rural (ITR). É o que consta na Instrução Normativa 1.902, publicada em 19/07/2019, que define as regras para os proprietários rurais de todo o Brasil apresentarem à Receita Federal a declaração deste ano. As informações ambientais são importantes para ser feita a exclusão das áreas não tributáveis da base de cálculo do imposto devido pelo proprietário rural.

No artigo 6º da normativa, que se refere aos dados sobre as áreas de preservação ambiental, a Receita Federal diz que o contribuinte tem que cumprir com duas exigências: apresentar o Ato Declaratório Ambiental (ADA) ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e informar o recibo do CAR na declaração. Todos os comprovantes deverão constar na declaração.

“A informação, na DITR (Declaração do Imposto Territorial Rural), do número do recibo do ADA de 2019 apresentado ao Ibama e do número do recibo de inscrição do imóvel rural no CAR é obrigatória para todos os contribuintes do ITR”, diz o texto.

Uma redação bem diferente da normativa para o ITR de 2018. Na IN 1.820, de julho do ano passado, dizia apenas que o contribuinte deveria apresenta a ADA ao Ibama. E acrescentava que quem já tinha o Cadastro Ambiental Rural deveria informar na declaração. Fonte:GloboRural.