Governo quer reduzir pela metade o preço do gás de cozinha, diz Guedes


Guedes disse que o monopólio da Petrobras no refino do gás torna o preço do produto mais caro no Brasil.
Antes de ler a matéria sobre a baixa do gás, logo depois da foto, veja o ponto de vista de Walter Salles:
Mas, por outro lado, esse negócio de dar a notícia faltando 2 anos pra acontecer, pode ser uma especie de querer ganhar crédito e tempo  junto a população, pois tudo que uma dona de casa quer é ver nem só o gás de cozinha, mas outros produtos baixarem. A mesma coisa é com a notícia de que vai pagar o décimo terceiro da Bolsa Família. Além de ainda faltar quase um ano, os milhares de pessoas que já tiveram o benefício cortado cobre e sobra. Mas aí vem um pessoal e diz que quem sofreu o corte foram pessoas que tinham outros recursos, o que não é. Na cidade de Remanso, no extremo norte da Bahia, muitas famílias que vivem abaixo da linha da pobreza tiveram os seus benefícios cortados.
Outra notícia que deixa muita gente duvidosa, é sobre recomeço dos trabalhos da linha férrea Norte Sul e Leste Oeste, que logo no começo do governo, em janeiro, foi informado a população. que a Norte Sul começaria em Junho e a Leste Oeste até o fim do ano. A população aguarda. Até agora ainda não mostrou algo concreto, obras em andamento e o Brasil em crescimento. Em outras palavras, isso é o que se chama de “empurrar com a barriga”. A população aguarda ansiosa a baixa do gás. Até aqui Café com Leite Notícias. 
Governo quer reduzir pela metade o preço do gás de cozinha, diz Guedes

Agência Brasil – O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse hoje (9) que o governo pretende reduzir pela metade o preço do gás de cozinha no país em dois anos. De acordo com o ministro, para conseguir essa redução, é preciso quebrar o monopólio do refino e da distribuição.

“Daqui a dois anos, o botijão de gás vai chegar na metade do preço na casa do trabalhador brasileiro. Vamos quebrar esses monopólios e vamos baixar o preço do gás e do petróleo com a competição”, disse Guedes.

Ao participar da 22ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, em Brasília, Guedes disse que o monopólio da Petrobras no refino do gás torna o preço do produto mais caro no Brasil. O ministro afirmou ainda que a solução para a falta de recursos vem do petróleo, especificamente da exploração da camada do pré-sal.

Guedes defendeu junto aos prefeitos a aprovação da reforma da Previdência, ressaltando que a reforma vai liberar recursos para os entes municipais. “Todos já sabemos que a reforma da Previdência é importante também para municípios e estados”, afirmou.

O ministro disse ainda que o governo trabalha para unificar ainda este ano até cinco tributos e que se a mudança for efetivada a arrecadação será compartilhada com estados e municípios.

“Vamos baixar, simplificar, reduzir impostos para o Brasil crescer. É a reforma tributária. Primeiro, vamos pegar três, quatro, cinco impostos e fundir em um só. Vai chamar Imposto Único Federal”, disse Guedes que não detalhou quais seriam os impostos unificados.

O ministro também disse que vai trabalhar para que a maior parte da arrecadação dos recursos arrecadados no país fique com os municípios. “Hoje, 65% é da União, 35% de estados e municípios. No futuro, 70% tem que ser de estados e municípios. Mas não é daqui a vinte anos, é pra agora”, disse.

Previdência

Pouco antes da participação do ministro no evento, a Secretaria Especial de Previdência do Ministério da Fazenda distribuiu uma cartilha pedindo o apoio dos prefeitos à reforma da Previdência. De acordo com a cartilha, a aprovação da reforma resultará em melhora geral do ambiente econômico do país, com geração de empregos e aumento na arrecadação.

Após a palestra do ministro, o secretário Especial da Previdência, Rogério Marinho, fez uma apresentação aos prefeitos é afirmou que aprovação da reforma é uma pauta que não é apenas do governo, mas de interesse do país.

“Essa é uma oportunidade de entendermos de que forma a economia do Brasil vai se comportar nos próximos anos. O ministro Paulo Guedes precisa muito do apoio dos prefeitos aqui presentes. Qualquer medida impactante, seja o novo pacto federativo, reforma tributária ou atração de investidores internos e externos, passa pelo alicerce, a espinha dorsal que é o reequilíbrio das contas públicas, e isso só ocorrerá com a aprovação do novo regime previdenciário”, disse Marinho. O certo é cada brasileiro aprender a ligar as suas antenas, para saber onde apoia ou não as ações do governo.

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Bahia Barragem na Bahia é interditada por alto risco de rompimento e inundação


Entre os problemas detectados, está a falta de instrumentos para monitorar a barragem

[Barragem na Bahia é interditada por alto risco de rompimento e inundação]
Foto : Divulgação

Por Juliana Almirante

As instalações e locais de trabalho de uma barragem de rejeitos de mineração no município de Maiquinique, sudoeste da Bahia, foram interditadas por risco de rompimento e inundação.

De acordo com o G1, a interdição foi feita pela Superintendência Regional do Trabalho na Bahia (SRT-BA), depois de ter sido decretada pela Agência Nacional de Mineração (ANM).

A ANM havia classificado a barragem como categoria de risco alto, o que tornou a represa uma das três de maior ameaça no país.

O risco foi apontado por auditores fiscais que constataram o risco à integridade física e à saúde de cerca de 150 trabalhadores.

Entre os problemas detectados, está a falta de instrumentos para monitorar a barragem, que tem sinais de falha da estrutura.

Ainda conforme o relatório, a mineradora Grafite do Brasil tem conhecimento de todas as irregularidades encontradas no local e não tomou as medidas corretivas necessárias.

 

PAULO GUEDES INOCENTA LULA: NÃO ROUBOU UM TOSTÃO


O Ministro da Economia, Paulo Guedes, confronta o discurso do governo Jair Bolsonaro e do próprio ministro da Justiça, Sérgio Moro, e diz que o ex-presidente Lula “não roubou nenhum tostão”; “Estamos convencidos de que Lula não roubou um tostão. E seu patrimônio prova isso. Ele não teve foi quem o avisasse do que acontecia em torno de seu governo. Acabou vítima do jeito de fazer política no Brasil. Serve como exemplo”, disse Guedes durante reunião com seis presidentes de Tribunais de Contas estaduais.

 

De acordo a matéria publicada no Brasil 247, o ministro da Economia, Paulo Guedes, deu nesta terça-feira, 9, uma demonstração que reforça que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é um preso político.

Segundo o blog do jornalista Juca Kfouri, Guedes disse estar ‘convencido’ de que Lula “não roubou um tostão”. “Estamos convencidos de que Lula não roubou um tostão. E seu patrimônio prova isso. Ele não teve foi quem o avisasse do que acontecia em torno de seu governo. Acabou vítima do jeito de fazer política no Brasil. Serve como exemplo”. A declaração foi dada durante reunião com seis presidentes de Tribunais de Contas estaduais.

Durante sua participação na CCJ da Câmara para falar sobre a proposta de reforma da Previdência, o ministro da Economia, Paulo Guedes, elogiou o combate à desigualdade social implantada pelo ex-presidente Lula. “O Lula chegou e pegou R$ 10 bilhões só, e atingiu 40 milhões de famílias favoravelmente com o Bolsa Família. Isso é um impacto extraordinário. Mereceu ganhar uma eleição, duas eleições. Soube trabalhar. Com pouco dinheiro melhorou a vida de muitos de brasileiros”, disse Guedes (leia mais).

SEM PROPOSTA DE EMPREGO, GUEDES DIZ QUE NÃO VAI AJUDAR VAGABUNDOS


O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta terça-feira, 9, que o País está “condenando o jovem ao caminhado errado”.

De acordo com Guedes, o melhor programa social para um país é o emprego, que cria autoestima. “Sempre seremos uma nação generosa, sempre ajudaremos quem ficou para atrás. Mas não ajudaremos os vagabundos, não podemos premiar corrupção e vagabundagem”, afirmou o ministro. “Quando lançarmos o novo sistema com encargos baixos, a antiga Previdência vai começar a desonerar a folha e também vai gerar mais empregos”, acrescentou.

A venda de ilusões pelo ministro Paulo Guedes, no entanto, tem pouco efeito prático sobre os 13,1 milhões de desempregados atualmente no Brasil. Segundo o Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp), da FGV, a intenção das empresas em contratar novos funcionários registrou em março o seu pior resultado em cinco meses.

Guedes participou nesta terça-feira da XXII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, conhecida como Marcha dos Prefeitos. Pela manhã, estiveram presentes ao evento o presidente Jair Bolsonaro e o presidente da Câmara, deputado federal Rodrigo Maia (DEM-RJ).

O indicador que antecipa os dados sobre o mercado de trabalho teve queda de 5,8 pontos e chegou a 93,5 pontos no mês, menor nível desde outubro do ano passado. 247.

Homem morre após brincar com cobra-coral e ser picado na Bahia.


Reprodução/HR Bahia

Um homem morreu depois de ser picado por uma cobra-coral no município de Caetité, na região sudoeste da Bahia, na última sexta-feira (5). Marcelo Soares estava brincando com a cobra quando foi picado na mão e morreu pouco tempo depois. Segundo a polícia, Soares estava com um grupo de amigos bebendo na praça da Juventude, no bairro Ovídio Teixeira, quando avistou a cobra-coral e a capturou com as mãos.

A polícia disse que ele estava embriagado e que ele era conhecido na cidade por gostar de mexer em cobras e outros animais peçonhentos. O ataque da cobra foi filmado por colegas de Soares. Nas imagens, ele aparece segurando a cobra-coral com a mão, enquanto um homem diz para ele ter cuidado para não ser picado pelo animal. “Cuidado para ela não te ferroar pelo rabo. Segura, segura, não deixe ela torcer não”, diz o homem. Soares continua mexendo na cobra e tenta colocá-la no bolso. Instantes depois, a cobra morde a mão do homem e ele cai no chão desacordado. Ele foi socorrido para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do município, mas não resistiu ao veneno da cobra e morreu, deixando mulher e duas filhas.

Nordeste registra 40% das desistências no programa Mais Médicos


A pergunta é: ficou melhor ou pior?

O Nordeste concentra 40% das 1.052 desistências do programa Mais Médicos, mostra levantamento do UOL com base em dados do Ministério da Saúde.

No fim do ano passado, 8.517 médicos cubanos deixaram o programa, e o governo havia informado que todas as vagas haviam sido preenchidas por brasileiros.

Mas três meses depois da reposição das vagas, 15% dos profissionais desistiram dos contratos, que oferecem salário de R$ 11.800. E 420 dessas desistências se deram na região Nordeste – sobretudo na Bahia. Em Pernambuco foi registrado 56 desistências do programa.

Para efeito de comparação, o Nordeste concentra 33% das vagas deixadas pelos cubanos. (Uol)

Dados de três institutos mostram a deterioração da imagem do governo Bolsonaro


Foto: Wilson Dias / Agência Brasil

Jornal GGN – “A deterioração da avaliação do governo é dramática, tudo indica que é de difícil recuperação”, pondera o cientista político Alberto Almeida ao analisar um gráfico com os resultados de três institutos de pesquisa sobre a avaliação do governo Bolsonaro entre o eleitorado, deputados e mercado financeiro.

Por aproximação, de janeiro até abril a proporção de brasileiros que consideram o governo ótimo ou bom caiu de cerca de 50% para 35%, como mostra a linha em azul. Entre aqueles que acreditam que o Planalto sob a direção de Bolsonaro tem um ótimo ou bom relacionamento com os deputados a proporção sofreu queda de cerca de 55% para 37% (linha cinza).

A queda mais dramática (em laranja) é a avaliação do mercado financeiro. A proporção dos que acreditam em um governo ótimo ou bom caiu de pouco menos de 90% para 30%.

O gráfico também traz (em amarelo) a avaliação dos deputados a respeito do governo Bolsonaro. De janeiro até abril caiu de 80% para 15% o grupo de parlamentares que se refere à gestão do Planalto como ótima ou boa.

“Nota-se que a avaliação do governo Bolsonaro piora muito junto a todos os públicos. As pioras mais significativas são do mercado financeiro e de deputados, quando perguntados como é o relacionamento com a Câmara”, pontua Almeida.

“As pioras mais lentas são junto à população quando perguntada como avaliam o governo e como é o relacionamento da presidência com os deputados”, completa.

Na linha em azul, que mostra a avaliação do governo junto ao eleitorado, os dados de janeiro a março são do Ibope e os de abril do Datafolha. As demais linhas foram formadas a partir de dados da pesquisa XP.

Gráfico Avaliação do governo Bolsonaro. Fontes: Ibope, Datafolha e XP

O recorde de Bolsonaro

Nesta quarta-feira (10), o governo Bolsonaro completará 100 dias e as pesquisas sobre a imagem do Executivo junto a população apontam para a pior avaliação entre presidentes de 1º mandato nos primeiros três meses de governo.

A mais recente foi divulgada no domingo (07) pelo Datafolha. O instituto mostra que 59% da população ainda acredita que Bolsonaro fará uma gestão ótima ou boa, 30% que será ruim ou péssima. Antes da posse, 65% dos brasileiros esperavam por uma gestão ótima ou boa de Bolsonaro, 17% regular e 12% ruim ou péssima.

A título de comparação, Fernando Collor teve reprovação de 19% da população em 1990; Fernando Henrique 16%, em 1995. Luiz Inácio Lula da Silva foi mal avaliado por 10%, já Dilma Rousseff, por apenas 7% da população nos primeiros três meses de governo. A série histórica mostra, portanto, que os presidentes anteriores a Bolsonaro tiveram desempenho melhor nos primeiros cem dias de governo, desde a redemocratização.

O Datafolha ouviu 2.086 pessoas com mais de 16 anos em 130 municípios nos dias 2 e 3 de abril. A margem de erro é de 2% para mais ou para menos.

Poucos dias antes do Datafolha, na sexta-feira (05), a XP divulgou um relatório onde o mandatário recebe a aprovação de 35% dos entrevistados. A título de comparação, em fevereiro, 40% acreditavam no governo Bolsonaro. Em março, houve queda, passando para 37%.

O levantamento mais recente da XP foi realizado entre os dias 1 e 3 de abril. A pesquisa ouviu 1.000 pessoas por telefone de todas as regiões do país. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais para cima ou para baixo, portanto a variação na taxa de aprovação de Bolsonaro pode ser considerada dentro da margem de erro, entre março e abril. Fonte GGN.

Subiu para sete o número de mortos em temporal no Rio de Janeiro


[Subiu para sete o número de mortos em temporal no Rio de Janeiro]

A tempestade que caiu ontem (8) à noite no Rio de Janeiro deixou sete pessoas mortas na cidade. Um homem na Gávea, outro em Santa Cruz, duas irmãs no Leme e três ainda não foram identificadas. A chuva permanece nesta terça-feira e os bombeiros seguem com as buscas.

O município está em estágio de crise – o mais alto em uma escala de três – desde as 20h55 de ontem.

Os volumes registrados entre o fim da tarde de segunda e o início da manhã de terça superam os índices pluviométricos do temporal de 6 e 7 de fevereiro, quando seis pessoas morreram.

Antes de fechar essa matéria, a notícia que chegou ao café com Leite Notícias é que a avó e a neta que estavam desaparecidas foram encontradas sem vida. Nesse caso sobe para nove.

O que acontece com essas grandes cidades, é que são mal planejadas, muitos asfaltos, pouco bueiro para escoar e assim a cada chuva forte, porque para a natureza a terra está sempre pronta para receber as chuvas, e quando encontra as ruas fáceis de serem alagadas, não tem jeito, alaga mesmo e invade casas.

A situação é realmente muito caótica, pois hospitais foram alagados, estacionamentos invadidos pela água causando prejuízos incalculáveis, mas o pior de tudo é a dor dos que perderam os ente queridos.

SAúDE Campanha de vacinação contra a gripe começa esta semana em todo o país


A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe começa na quarta-feira (10/4) em todo o país. De acordo com o Ministério da Saúde, a imunização, este ano, foi antecipada em cerca de 15 dias em relação aos anos anteriores, quando a campanha teve início na segunda quinzena de abril.

Nesta primeira fase, serão priorizadas crianças com idade entre 1 ano e 6 anos, grávidas em qualquer período gestacional e puérperas (mulheres até 45 dias após o parto). A escolha, segundo o ministério, foi feita por causa da maior vulnerabilidade do grupo.

A partir de 22 de abril, todo o público-alvo da campanha poderá receber a dose, incluindo trabalhadores da saúde, povos indígenas, idosos, professores de escolas públicas e privadas, pessoas com comorbidades e outras condições clínicas especiais, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, funcionários do sistema prisional e pessoas privadas de liberdade.

A escolha dos grupos prioritários segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS). A definição, de acordo com o ministério, também é respaldada por estudos epidemiológicos e pela observação do comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente o vírus da gripe. A meta é imunizar pelo menos 90% dos grupos elegíveis para vacinação.

A doença

A influenza é uma doença sazonal, mais comum no inverno, que causa epidemias anuais, sendo que há anos com maior ou menor intensidade de circulação desse tipo de vírus e, consequentemente, maior ou menor número de casos e mortes.

No Brasil, devido a diferenças climáticas e geográficas, podem ocorrer diferentes intensidades de sazonalidade da influenza e em diferentes períodos nas unidades federadas. No caso específico do Amazonas, a circulação, de acordo com o ministério, segue o período sazonal da doença potencializado pelas chuvas e enchentes e consequente aglomeração de pessoas.

Pelé desembarca em São Paulo após cirurgia em Paris e é novamente internado


Por Renato Cury —

Pelé desembarca no aeroporto de Guarulhos depois de período internado em Paris

Pelé desembarca no aeroporto de Guarulhos depois de período internado em Paris

Depois de cinco dias hospitalizado em Paris, na França, Pelé desembarcou no aeroporto de Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, por volta das 7h desta terça-feira. Logo em seguida, foi levado ao hospital Albert Einstein, na capital. A equipe médica, em nota, informou que o ex-jogador passa bem.

Diz a nota, assinada por três médicos:

“Deu entrada, nesta terça-feira no Hospital Israelita Albert Einstein, Edson Arantes do Nascimento, proveniente do Hospital Americano de Paris. Ele foi hospitalizado na capital francesa após apresentar quadro de infecção urinária desencadeada por cálculo em ureter. A infecção foi debelada.

No momento, está realizando exames admissionais e seu estado de saúde é bom.

Dr. Fabio Nasri, geriatra e endocrinologista
Dr. Gustavo Caserta Lemos, urologista
Dr. Miguel Cendoroglo, Diretor Superintendente do Hospital Israelita Albert Einstein”

No aeroporto, cercado por seguranças, Pelé foi abordado por muitos fãs, que foram recepcioná-lo e conseguiram trocar algumas palavras com ele. O Rei do Futebol brincou, dizendo que não poderia jogar “no domingo”, e agradeceu as mensagens que recebeu:

– Quero aproveitar essa oportunidade para todos que ligaram para o hospital para ter notícias minhas, torcendo pelo meu pronto restabelecimento… Muita gente dizendo que fazia prece, orando por mim. E mais uma vez, graças a Deus foi tudo bem, estou aqui e viva o nosso Brasil – disse Pelé.

Na segunda-feira, antes de retornar ao Brasil, Pelé recebeu no hospital uma visita de Neymar, craque do PSG e da Seleção.

De acordo com uma nota da assessoria de Pelé, o ex-jogador, de 78 anos, precisou passar por uma cirurgia emergencial por causa de uma severa infecção urinária.

Se o MEC com Vélez Rodriguez não estava bom, com Weintraub ficará pior, avalia Daniel Cara


O presidente Jair Bolsonaro e o novo ministro da Educação, Abraham Weintraub — Foto: Casa Civil/PR

Jornal GGN – O coordenador geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, avalia a mudança no Ministério da Educação (MEC) como mais um passo para a deterioração nas políticas educacionais no país.

Em uma mensagem enviada a rede da Campanha, Cara pontua que Abraham Weintraub, assim como o antecessor, Ricardo Vélez Rodriguez, também foi uma indicação do escritor e guru do governo Bolsonaro, Olavo de Carvalho. Mas isso não quer dizer que no comando da pasta houve uma “troca seis por meia dúzia”.

“Tem aí uma mudança na agenda do Ministério da Educação”, pondera Daniel explicando que “a diferença fundamental” entre Vélez Rodriguez e Weintraub é que o segundo é apoiado pelos ultraliberais de Paulo Guedes.

Cara lembra ainda que Weintraub é o economista articulador da Reforma da Previdência. E essa é a sua grande especialidade, e não a educação.

“O novo ministro acredita nessa proposta econômica do Paulo Guedes, é especialista em Previdência, não entende nada de educação (assim como Vélez Rodriguez, diga-se de passagem). E ele vai submeter [o MEC] a essa ideia absurda de Paulo Guedes de que não é preciso mais ter as vinculações constitucionais, às despesas obrigatórias em Educação, Saúde, nas demais áreas sociais”, destaca o especialista em políticas para a educação.

Aqui vale destacar que o MEC é um dos ministérios mais cobiçados da Explanada, com orçamento de R$ 100 bilhões por ano. Portanto é uma pasta que atrairá os interesses da iniciativa privada.

Outra diferença é que, enquanto Vélez Rodriguez defendia como prioridade a militarização nas escolas, “Abraham Weintraub vai defender como prioridade a guerra cultura olavista. É nisso que ele acredita”, pontua Daniel.

E isso irá acontecer, na avaliação do educador, porque sob o comando de Weintraub o Ministério da Educação ficará submetido concretamente aos programas econômicos de Paulo Guedes. Além disso, Daniel Cara destaca que o terreno para o desmonte do MEC e investimentos para o setor foi aplainado ainda no governo Temer, com a Emenda Constitucional nº 95 – chamada oficialmente de regra do “teto dos gastos”, mas por especialistas de “PEC das desigualdades”.

“Agora Paulo Guedes quer algo ainda pior: o fim total das vinculações constitucionais, o fim total do investimento obrigatório para educação e isso significa também o fim do Fundeb e o fim do Plano Nacional da Educação, que já está muito comprometido”.

Todo esse cenário irá determinar a política para o Ministério da Educação. Na falta de uma gestão baseada na expansão de políticas e recursos para o setor, o que sobrará será “a guerra cultural olavista”, defendida por Bolsonaro e que “se baseia no combate a um suposto marxismo cultural”, observa Cara.

“É o que vai sobrar, o que é possível ser feito para um ministério que vai ser esvaziado em termos de política educacional. Então, a tendência é gravíssima, até pior do que com Ricardo Vélez Rodriguez, porque o combate à militarização de escolas [sua principal bandeira] poderia ser feito de diversas maneiras”, explica.

“Mas o combate à guerra cultural bolsonarista vai ser muito mais intenso, muito mais difícil de ser enfrentado, até porque vai mobilizar toda a militância do Jair Messias Bolsonaro”, completa.

A perspectiva, portanto, é que no governo Bolsonaro não haverá avanço para a educação. Pelo contrário, o cenário aponta para a “mediocrização da pauta”, analisa Daniel Cara.

Ele conclui também que a mudança na direção do MEC é o primeiro revés dos militares no governo Bolsonaro.

“Até porque o Abraham Wentraub tem se comprometido a retirar ou diminuir o poder dos militares, que ocupam o Ministério da Educação”, disse acrescentando que a troca apenas aumenta a desorganização geral da educação brasileira em um governo “que está em quase colapso”. Fonte GGN.

Bolsonaro quer os Estados Unidos explorando a Amazônia


O presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou nesta segunda-feira (8) que durante seu encontro com o presidente norte-americano, Donald Trump, propôs a abertura da exploração da região amazônica em parceria com os Estados Unidos.

“Quando estive agora com Trump, conversei com ele que quero abrir para ele explorar a região amazônica em parceria. Como está nós vamos perder a Amazônia, aquela área é vital para o mundo”, afirmou Bolsonaro numa entrevista à rádio Jovem Pan.

Ao ser questionado sobre o que queria dizer com perder a Amazônia, Bolsonaro alegou que a ONU discute com indígenas a possibilidade de se criar novos países no Brasil e acusou uma minoria dentro da Fundação Nacional do Índio (Funai) de impedirem o desenvolvimento da região para “ganhar dinheiro em cima dos indígenas”.

Na entrevista, o presidente criticou também o que chamou de “indústria” de demarcação de terras indígenas, que inviabilizaria projetos de desenvolvimento da Amazônia. Bolsonaro alegou que muitas demarcações foram feitas com “laudos suspeitos”, citando acusações de fazendeiros.

O presidente afirmou que pretende rever todas as demarcações que puder e defendeu que os indígenas possam vender essas regiões.

“O índio é um ser humano igual a eu e você. Ele quer energia elétrica, ele quer dentista para arrancar o toco de seu dente que está doendo, ele quer médico, ele quer internet”, argumentou. Fonte  Esmael.

Empresa mineradora pode gerar mais de mil empregos em Jequié


foto, Jequié Repórter

 

Com a descoberta de uma potente rocha de um minério de alto valor, o Quartzito, que fica localizada na fazenda Ouro Preto, a cerca de 20 KM da cidade de Jequié, a notícia é que os diretores da empresa Granet Prospecção, já se reuniram com o prefeito Sergio da Gameleira e outras autoridades políticas regional, para discutir assuntos de interesse das partes, relacionados com a instalação da empresa no local.

De acordo aos diretores, serão investidos cerca de 130 milhões na instalação da empresa, podendo gerar mais de mil empregos para a população jequieense. O prefeito Sérgio da Gameleira comentou que para essa instalação não depende só da prefeitura de Jequié, mas sim, também, dos governos estadual e federal, mas que ainda assim, o tempo de liberação será pequeno e que em aproximadamente quatro meses, a empresa deverá está instalada e explorando o minério. Com isso, irá circular mais recurso na cidade, o que irá aquecer o comércio local. O blog Jequié Repórter foi a fonte desta matéria.

Escola congela e doa merenda a alunos que não têm o que comer no FDS


Foto: reprodução / WSBT-TV
Foto: reprodução / WSBT-TV

Países ricos também têm crianças sem comida em casa, que dependem da merenda servida nas escolas para se alimentarem. Mas e quando chega o fim de semana (FDS) e bate a fome, como elas fazem para comer?

Uma escola de Elkhart, em Indiana, EUA, colocou em prática uma ideia simples – que pode ser copiada – para resolver o problema: está separando os alimentos não consumidos durante a semana na lanchonete, congelando, empacotando e etiquetando com prazo de valide. Depois eles são doados toda sexta-feira para os estudantes levarem pra casa.

São alunos que dependem do café da manhã e almoço gratuitos, fornecidos pela escola e tem nessas refeições sua principal fonte de alimentação.

Sem desperdício

A ideia surgiu quando os administradores da escola notaram quanta comida da lanchonete ia direto para o lixo.

Aí o distrito fez uma parceria com o grupo de resgate de alimentos para coletar, embalar e congelar todos os alimentos não utilizados dos almoços escolares.

Agora, toda sexta-feira, 20 alunos em situação de risco da Woodland Elementary School receberão uma mochila contendo oito refeições congeladas para o final de semana em casa.

“Está causando um grande impacto”, disse Melissa Ramey, da Chamber Leadership Academy, ao WSBT .

“Estou orgulhosa disso. Foi de partir o coração ouvir que as crianças vão para casa nos fins de semana e não têm nada para comer. ”

#AprendeBrasil.

Assista:

Com informações do GNN

 

Bolsonaro: Não nasci para ser presidente, quem nasceu está preso


‘Se fosse o Haddad presidente, que países ele teria visitado? Bolívia, Venezuela e Cuba?’

De acordo a matéria que circulou na Carta Capital, desta segunda feira 8, o presidente Jair Bolsonaro admitiu que não nasceu para ser presidente. “Quando disse que não nasci [para ser presidente], era verdade. Quem nasceu está preso.” Foi com essas palavras que Jair Bolsonaro avaliou os primeiros cem dias de seu governo. O presidente se referia a uma declaração feita no final da semana passada, quando afirmou que não havia nascido para ser presidente, e sim militar.

A declaração foi feita ao jornalista Augusto Nunes, da Jovem Pan, em entrevista divulgada nesta segunda-feira 8. Bolsonaro respondia uma pergunta sobre o diálogo com os brasileiros nas redes sociais, e disse querer “trazer cada vez mais gente” para o lado do governo.

“Se fosse o Haddad presidente, que países ele teria visitado? Estados Unidos, Chile, Israel? Ou Bolívia, Venezuela e Cuba? É isso daí, Augusto. Quando outro dia eu falei que não estou preparado para ser presidente, não nasci para isso, é verdade. Quem nasceu está preso, estocando vento ou respondendo processo.”

O presidente também admitiu que Carlos Bolsonaro, que é vereador no Rio de Janeiro, ainda tem o controle de seus perfis nas redes sociais. “As redes sociais não me tomam mais do que 30 minutos do meu dia. Quem me ajuda nessa coordenação é o Carlos Bolsonaro. Até por isso as pessoas querem afastá-lo de mim”, disse.

Ainda elogiando o filho, sugeriu que ele deveria ter um cargo no governo. “Acho até que ele deveria ter cargo de ministro, ele que me botou aqui. Foi a mídia dele que me botou aqui”. No início do ano, o nome de Carlos chegou ser ventilado para a Secom, mas nomear parentes é vedado pelo Lei Antinepotismo. À época, o presidente afirmou que o filho não teria mais acesso a seus perfis virtuais.

Bolsonaro também comentou a participação de Paulo Guedes na CCJ, e criticou a falta de apoio dos parlamentares do PSL na ocasião. “Faltou o líder levar [os deputados] lá e também faltou, por falta de experiência política, argumentos para debater.” Fonte Carta Capital.