O Estadão fala de “vacilos”de peixes grandes na Lava Jato, dentre eles o Cunha


Conheça os detalhes de como tudo começou na Lava Jato. Leia na íntegra

Por Fábio Fabrini

O Estadão publicou reportagem nesta terça (27) elencando alguns capítulos da Lava Jato que, para a força-tarefa, foram verdadeiros “vacilos” dos investigados. Esses vacilos facilitaram, em parte, o trabalho dos investigadores, como foi no caso da prisão de Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Youssef. O caso de Eduardo Cunha é de peixe que “morreu pela boca”. Se o ex-deputado não tivesse falado demais na CPI da Petrobras, não teria sido cassado e caído nas mãos do juiz Sergio Moro.

Em tempos de telefones criptografados e aplicativos de autodestruição de torpedos a complicar a vida de investigadores, alguns dos alvos da Operação Lava Jato, a maior investigação de corrupção da história do País, foram pegos porque vacilaram na tarefa de esconder os crimes dos quais são acusados. Houve quem fizesse prova contra si em depoimento, entregasse o cúmplice por mensagem e até deixasse que as câmeras de segurança instaladas em casa gravassem o próprio flagrante.

Os pequenos, mas decisivos deslizes, contribuíram para implicar Marcelo Odebrecht, ex-presidente da maior empreiteira do País, e arrastar 77 executivos para a “delação do fim do mundo”. Embasaram o pedido de prisão do ex-diretor da Petrobrás Paulo Roberto Costa, primeiro a colaborar com os investigadores em troca de redução de penas. Também permitiram a identificação do doleiro Alberto Youssef, cujo esquema, mais tarde confessado por ele, lavava dinheiro sujo para dezenas de políticos e empresários brasileiros. Até Antonio Palocci, ministro forte das eras Lula e Dilma, caiu na rede dos investigadores porque um dia, sem imaginar as consequências, alguém bobeou e escreveu mais do que devia.
Conheça os casos de quem vacilou na Lava Jato:

‘Primo, que primo?’

Foi monitorando as ligações de um BlackBerry do doleiro Adib Charter, dono do Posto da Torre, em Brasília, a partir de julho de 2013, que surgiram fortes evidências de uma imensa rede de lavagem de dinheiro. Nas ligações telefônicas, todos chamavam o principal operador do esquema de “primo”. Mas, afinal, quem era ele? A dica veio num fatídico telefonema, no qual um dos investigados se referiu ao personagem misterioso como “Beto”. Ao saber da novidade, três delegados correram à sala de escutas da Polícia Federal, como contou o jornalista Vladimir Netto no livro Lava Jato – O juiz Sérgio Moro e os bastidores da Operação que abalou o Brasil. Eles não tiveram mais dúvidas ao ouvir a voz de “Beto”. Era Alberto Youssef, cliente antigo de investigações de corrupção e que já havia sido grampeado outras vezes. Um deles, Igor Romário de Paula, tinha sido controlador de voo e conhecia o falar do doleiro desde que ele voava sobre o Paraná com produtos contrabandeados. Não fosse aquela ligação, o desenrolar do maior caso de corrupção do País talvez teria sido outro. O doleiro foi o segundo delator da operação. Entregou dezenas de políticos e empresários, e detalhou minuciosamente como se desviava dinheiro da Petrobrás.

Família unida

O ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás Paulo Roberto Costa nem estava entre os primeiros presos da Lava Jato, em 17 de março de 2014. Aposentado, levava uma vida confortável, e acima de suspeitas, como consultor. Ao “pescar” uma nota fiscal de R$ 250 mil na conta de e-mails de Alberto Youssef, a PF descobriu que o ex-dirigente da estatal havia ganhado uma Land Rover blindada do doleiro. Foi por causa desse primeiro tropeço que os investigadores pediram mandados de busca e apreensão em endereços de Paulo Roberto. Um segundo o levaria para a cadeia e para a delação premiada. Quando policiais foram vasculhar a Costa Global, empresa que o ex-diretor abrira na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, perguntaram ao chefe de segurança do edifício se percebera algo estranho. Assim se descobriu que as duas filhas e os dois genros dele tinham acabado de sair do local, levando bolsas cheias de documentos e dinheiro em espécie. A operação se deu enquanto os policiais buscavam as chaves do escritório na casa do ex-diretor. A tentativa de ocultar provas foi registrada pelo circuito interno de TV. O flagrante, em vídeo, foi decisivo para que o juiz Sérgio Moro, da 13.ª Vara, em Curitiba, mandasse prender Paulo Roberto três dias depois. As investigações mostraram que não só ele, mas as filhas, os genros e a mulher estavam envolvidos em corrupção e lavagem de dinheiro. Sob risco de ver toda a família processada e presa, o ex-diretor fez o primeiro acordo de colaboração da Lava Jato.

Cachorrada

Policiais interfonaram às 6h01 de uma quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015, numa casa da Rua Fala Amendoeira, na Barra da Tijuca, no Rio. Quem atendeu foi Lília Loureiro Esteves de Jesus, que, ao saber do mandado de busca e apreensão, avisou que prenderia os cachorros antes de abrir. Ela não foi ao canil. Encheu um volumoso pacote com dinheiro e papéis comprometedores, atravessou o quintal correndo, ultrapassou um obstáculo próximo à piscina e escapuliu por uma saída lateral. Os agentes da PF já se preparavam para invadir o imóvel quando, às 6h09, o portão foi aberto pelo marido de Lília, Guilherme Esteves de Jesus, suspeito de operar propinas pagas pelo Estaleiro Jurong Aracruz ao ex-diretor da Petrobrás Renato Duque e ao ex-gerente executivo Pedro Barusco, ambos da área de Serviços. A “limpeza” poderia ter dado certo, não fossem as dificuldades do investigado ao tentar explicar o paradeiro da mulher que atendera à campainha. Primeiro disse que só as filhas estavam em casa. Depois alegou que a esposa também estava ali, mas não soube precisar em que canto. Houve buscas, infrutíferas, pela desaparecida, até que os policiais descobriram 11 câmeras de segurança espalhadas pela área externa. O casal havia se esquecido de apagar as cenas, que registravam a tentativa de esconder provas. Numa delas, Esteves aparece escondido atrás de uma moita, conversando com a mulher, antes de ela escapulir pelo portão. Os dois acabaram denunciados por crime de embaraço às investigações.

Operação Miami

Enquanto Marcelo Odebrecht era preso no Brasil, em 19 de junho do ano passado, a secretária Maria Lúcia Guimarães Tavares estava em Miami. Havia sido convocada para uma reunião com o executivo Luiz Eduardo Soares, seu chefe no Setor de Operações Estruturadas, a “divisão de propinas” da empreiteira. O objetivo era prestar contas de “pixulecos” pagos a políticos e agentes públicos. Àquela altura, com a Lava Jato em seu encalço, a empresa tentava apagar os registros de que aquele departamento um dia existira. Maria Lúcia levou consigo pastas com planilhas e codinomes que indicavam os beneficiários do esquema. Poderia ter deixado tudo por lá, longe das vistas da Polícia Federal, mas voltou para o Brasil com o material e o deixou em casa, na Bahia, por oito meses, até que os investigadores bateram à sua porta com mandados de prisão e de busca e apreensão. Era 22 de fevereiro deste ano, e começava a 23.ª fase da Lava Jato, batizada de Operação Acarajé. Levada para a cadeia, ela foi a primeira e mais decisiva colaboradora da Odebrecht. Contou o que sabia, levando a cúpula do conglomerado a capitular e partir para a chamada “delação do fim do mundo”, com 77 executivos.

Sincericídio

O deputado Aníbal Gomes (PMDB-CE) já estava suficientemente enrolado na teia da Lava Jato quando prestou um depoimento à Polícia Federal em 27 de agosto do ano passado. Havia sido acusado por Paulo Roberto Costa de lhe oferecer suborno de R$ 800 mil para, quando diretor de Abastecimento da Petrobrás, facilitar um acordo que liberou R$ 62 milhões para empresas de praticagem (condução de navios em portos). Pela intermediação do negócio, o deputado teria dividido com três parceiros propina de R$ 6 milhões. A oitiva para a PF seguia o script dos advogados até que o congressista cometeu um inesperado sincericídio. Admitiu ter recebido de “amigos” e “parentes” doações de R$ 100 mil na campanha de 2014, mas que as declarou à Justiça eleitoral como sendo dinheiro dele próprio. Justificou que preferiu oficializar as contribuições assim porque as quantias eram “pequenas”. O tiro no pé rendeu piadas de procuradores e uma denúncia a mais contra Gomes, por fraude eleitoral. A acusação só não foi aceita pelo Supremo Tribunal Federal porque os ministros entenderam que, além da confissão, eram necessárias mais provas. Ele não escapou, no entanto, de virar réu por corrupção pelo suposto recebimento de dinheiro das empresas de praticagem. Este mês, o deputado e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), um de seus principais aliados, foram denunciados por ganhar propina, disfarçada de doações eleitorais, em troca de viabilizar a contratos da Petrobrás com a empreiteira Serveng.

Enigma à romana

A Lava Jato passou meses tentando decifrar os codinomes lançados nas planilhas que discriminavam as propinas da Odebrecht. Primeiro achou ser o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, nascido em Gênova, o “italiano” que recolhia milhões ilegalmente para o PT. Pista falsa. Foi uma incauta mensagem de 2009, enviada pelo ex-presidente do grupo Marcelo Odebrecht, atualmente preso em Curitiba, ao então diretor de Relações Institucionais, Alexandrino Alencar, o que contribuiu decisivamente para implicar Antonio Palocci. “Vc marcou alguma coisa com o Italiano na 2ª? Se não, vou ligar para Brani hoje para tentar marcar”, escreveu o executivo. Brani era o apelido de Branislav Kontic, principal assessor do ex-ministro da Fazenda e da Casa Civil nas eras Lula e Dilma. Odebrecht também recorreu ao diminutivo em e-mails enviados diretamente ao auxiliar de Palocci. Ao analisar as comunicações e outras provas, o juiz Sérgio Moro se convenceu e mandou Palocci para a cadeia. Foi em 26 de setembro, na Operação Omertà, 35.º fase da Lava Jato.

Morto pela boca

Políticos, em geral, fazem o diabo para evitar exposição em comissões parlamentares de inquérito (CPIs). O ex-presidente da Câmara e deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), num episódio decisivo, não agiu como exemplar convencional de sua espécie. Mesmo sem ser convocado, decidiu ir espontaneamente à comissão que investigava corrupção na Petrobrás, em março de 2015. Era um ambiente de cordialidade, preparado pelos aliados para poupá-lo de perguntas embaraçosas. Mas ele próprio afirmou: “Não tenho qualquer conta em qualquer lugar que não seja a que está declarada em meu Imposto de Renda”. Foi por causa da declaração, após a Procuradoria-Geral da República (PGR) indicar o contrário, que ele passou a responder a um processo de quebra de decoro parlamentar por “mentir publicamente”. Em setembro último, foi cassado, perdeu o foro privilegiado e seu processo foi enviado à Justiça Federal no Paraná. No mês seguinte, o juiz Sérgio Moro mandou Cunha para a prisão. A justificativa de que as contas na Suíça eram trustes, movimentados por terceiros responsáveis por gerir seu patrimônio, não colou nem com os procuradores da Lava Jato e nem com os seus pares no Congresso.

Ele ‘deu a Elza’

“Gato gordo” da Lava Jato, no jargão dos policiais, o então presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), dedicava boa parte de suas declarações públicas a negar que movimentava dinheiro no exterior. Era outubro de 2015 e João Augusto Henriques, considerado o operador do PMDB, revelara em depoimento prestado no mês anterior ter aberto uma conta na Suíça para pagar propina ao peemedebista. Contou que o dinheiro teria vindo de um contrato da Petrobrás relativo à compra de um campo de exploração no Benin, África. O Ministério Público suíço recém-enviara à Procuradoria-Geral da República (PGR) investigações apontando as contas secretas do deputado. Quando o vasto material veio à tona, um detalhe chamou atenção: Cunha fornecera o nome da própria mãe como contrassenha a ser usada em consultas ao banco Julius Baer. Entre os procedimentos de segurança, a instituição, especializada em gerir fortunas, exigia que o cliente respondesse a uma pergunta secreta para acessar o serviço de help desk (suporte técnico) quando necessário. O peemedebista optou por “O nome de minha mãe”. A resposta: “Elza”. GGN

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Refugiado Do Congo Inaugura No Brasil Restaurante Vegano Com Pratos Típicos Do Seu País


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O congolês Picthou Luambo chegou ao Brasil seis anos atrás fugindo dos conflitos armados que há mais de 20 anos assolam seu país natal. Picthou é formado em Direito, mas não pode exercer sua profissão no Brasil por questões burocráticas.

Na República Democrática do Congo, terceiro maior país do continente africano, ele era um ativista das causas sociais. Pitchou denunciava estupros cometidos por integrantes das forças armadas que tentam tomar o controle do seu país e defendia vítimas da violência.

No início do ano, ele abriu, em São Paulo, um restaurante vegano com pratos típicos do seu país – onde as pessoas estão habituadas a comer muito mais vegetais do que carnes. Ele viu nisso uma oportunidade de começar o seu próprio negócio no Brasil.

O Congolinária fica dentro do espaço O Quintal de Casa, uma praça de alimentação independente localizada o bairro do Itaim Bibi, na zona sul da cidade. Com nomes como “Fufu”, “Sambusa”, “Simba”, “Tembo” e “Omomba”, os pratos despertam a curiosidade e aguçam o paladar. O lugar está fazendo o maior sucesso! Um jeitinho de matar a saudade de casa e, ao mesmo tempo, apresentar aos brasileiros a cultura congolesa para, quem sabe, acabar com tanto preconceito. Boas notícias

Ao Ganhar Cão, Autista Que Não Pode Ser Tocado Se Emociona E Abraça Animal


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Pode parecer comum ver uma criança brincado com seu cachorro, mas neste caso, a cena é uma vitória.

Kainoa Niehaus é uma criança autista de cinco anos que não gosta de ser tocada. Porém, ao conhecer seu primeiro cachorro, chamado Tornado, o menino não conseguiu conter a alegria e logo fez carinho no animal.

Reprodução/ Facebook

Emocionada, a mãe de Kainoa, Shanna, chorou ao ver a interação e compartilhou seu sentimento em uma tocante publicação no Facebook:

“Está vendo esse momento? Nunca tinha experimentado nada como isso. Ontem foi o primeiro dia que meu filho autista conheceu seu novo cão do serviço de autismo. A foto mostra a reação de uma mãe que viu seu filho, que ela não pode abraçar, dar banho, vestir ou tocar, deitar em seu novo cachorro por vontade própria, criando uma indescritível e poderosa ligação.”

“Cada luta por seu filho vale a pena. De alguma forma, por causa disso –por causa do Tornado- eu sei que tudo vai ficar bem. Como mãe, vi inúmeros, desafiadores e doloridos momentos em que meu filho sofreu e chorei inúmeras vezes. Ontem, no entanto, eu chorei por um motivo diferente. E o sentimento é indescritível“.

A família, que mora no Japão, foi até Ohio (EUA) para pedir ajuda para a “Quatro Patas para Capacitação”. A organização sem fins lucrativos treina cães e filhotes para interagir e proteger crianças autistas, passando segurança e evitando situações perigosas.

O CEO da “Quatro Patas”, Karen Shirk, afirma que os animais podem intervir quando as crianças estão inconsoláveis e os pais sabem que não podem tocá-las para ajudar. “O cachorro pode impedir que o autista tente se agredir e pode dar lambidas e interagir mostrando carinho”, disse. Boas notícias

falta de sinalização adequada pode ser uma das causas de acidentes graves


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Muitos acidentes com vítimas fatais acontecem nas estradas brasileiras, principalmente no nordeste, muitas vezes por falta de sinalização adequada, correspondente com o perigo que oferece a estrada. Recentemente um caminhão com uma carga de melões capotou na serra próximo à Maracás, onde o motorista morreu preso às ferragens. Essa serra tem fama de uma das mais perigosas da Bahia e Brasil, mas, no entanto, não se vê uma sinalização compatível com o perigo que o trecho de mais ou menos 6 km representa e apresenta para o usuário. Para quem já conhece a estrada, uma placa indicando curva à esquerda ou direita é o suficiente, pois ele já sabe de todo o trajeto. Só que para quem não a conhece , que passa pela primeira vez, como pode ter sido o caso deste motorista de nome não anotado, também não importa saber, a falta de uma sinalização mais minuciosa, faz uma grande diferença. Realmente saber o nome do cidadão ou pra onde estava indo,não importa tanto. O que importa é que ele era um cidadão trabalhador e que, provavelmente, tinha uma família para dar conta. Nesses casos, sendo constatado que realmente a estrada não possui uma sinalização adequada, e que essa falha pode ter causado o acidente fatal, familiares devem entrar na justiça em busca de uma indenização, pois em muitos casos, aquele homem que foi a óbito numa curva da estrada, é responsável por colocar o pão na mesa para alimentar a família.

Na cidade de Planaltino, próximo ao distrito de Nova Itaípe, na localidade chamada Figueiredinho, existe um local que por muito tempo era uma curva que chegou a ser chamada de curva da morte, pois não existia ali uma única placa que indicasse aquela curva em frente. O jornal Café com Leite cobrou do poder público Estadual e Municipal, mas só depois de muito tempo e muitas mortes, resolveram  colocar uma placa que indicava curva perigosa em frente, o que foi o suficiente para chegar ao fim das mortes naquela curva. O blog e Jornal Café com Leite chama a atenção das autoridades para que façam uma busca sobre a questão sinalização nas estradas baianas, principalmente nos trechos considerados perigosos como Mutum, Serra do Pé da Serra em Maracás, Serra do Maçal, (entre Conquista e Itapetinga) e muitas outras. No caso da serra que matou o motorista do caminhão carregado de melões, não basta sinais de curvas, mas sim frases. “Desça engrenado”, “respeite a sua vida e as dos demais viajantes”, “Alguém em casa espera por você”, Desça devagar pra você voltar vivo pra casa”, “trecho de muitos locais perigosos” e muitos outras frases de reflexão rápida.

Nós do blog cafecomleite.com.br não temos prazer em publicar tragédias de forma sensacionalista, mas sim contribuir para diminuir o quadro alarmante de acidentes com vítimas fatais que acontecem.

O que vem contrariando os motoristas é que placas de sinalização para ajudar realmente o motorista, está em falta em muitas estradas, mas, no entanto, instalação de câmeras para multar os motoristas, os chamados pardais, está sempre crescente as suas instalações, muitas vezes pegando os motoristas de surpresa, com as câmeras num poste em meio a escuridão. Na verdade, já passou da  hora de reaver essas falhas, senhores responsáveis. A final de contas, o certo é saber que o certo está sempre certo. Fora disto vamos continuar vendo tragédias de todas as naturezas crescendo no país.

Grupo ataca carro-forte e explode veículo em trecho da BR-116, na Bahia


Crime aconteceu entre os municípios de Poções e Boa Nova.

Polícia Militar foi acionada e faz rondas pela região, mas ninguém foi preso.

A polícia informou que o grupo estava a bordo de uma caminhonete, que ultrapassou o carro-forte e disparou tiros na direção do veículo. Após interceptar o carro, os bandidos usaram explosivos para abrir o cofre. A quantia levada não foi divulgada pela polícia.

A Polícia Militar (PM) foi acionada depois do crime e iniciou as buscas pelos bandidos, mas até a manhã desta terça-feira (20), ninguém foi preso

 

(Foto: Blog do Anderson)

Carro-forte foi explodido por bandidos em trecho da BR-116, na Bahia (Foto: Blog do Anderson)

Zé Carlos, de Lajedo do Tabocal, pede ajuda para tentar salvar sua irmã que se encontra em estado grave em São Paulo


 

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O Hospital Vila Alpina não oferece o tratamento que a paciente Rozilda Nunes precisa

 

A irmã do Sr. José Carlos Nunes Almeida (Zé Carlos) ex-secretário municipal de Lajedo do Taboca, Rosilda Nunes Almeida de 36 anos se encontra em estado grave na UTI do Hospital Vila Alpina, em São Paulo. Internada há oito dias só neste sábado saiu o diagnostico. O médico informou hoje que o quadro clinico dela é grave, com uma infecção generalizada,o que terá de ser transferida com urgente para outro hospital, para fazer uma drenagem pulmonar, para retirada de pus e os familiares não têm condições financeiras para fazer a transferência, Pois até o próprio Zé Carlos está desempregado há oito meses. Por isto quebrou o orgulho natural de ser humano e patiu para essa campanha entre pessoas e pelas redes sociais para adquirir fundos e também pedindo orações, principalmente pelo Facebook e compartilhamentos via WhatsApp.

O médico informou ainda que o estado clinico dela se agravou muito nestes últimos três dias, por isto esta transferência tem que ser com máxima urgência. Os médicos tem tentado a transferência mas não tem conseguido devido ter varias pessoas na frente, mas ela não pode esperar, pois é muito grave o seu quadro clínico.

Rozilda mora no bairro São Mateus, em São paulo, Sua irmã, Daniela, mora em Salvador e está muito abalada com a situação. Disse que vai pra São Paulo nesse final de semana.

Se a palavra de Deus diz em resumo aos seis mandamentos que são das coisas terrestres, “amarás a teu próximo como a ti mesmo”, naturalmente todos que tomar conhecimento desta situação deve pensar no seu próprio familiar e tomar algum tipo de atitude, seja em oração ou em ajuda financeira em qualquer quantia. Aqui vai o numero do telefone de Ze Carlos e Daniela para fazerem os contatos e pegarem o numero da conta. (73) 99158 5958 (Ze Carlos) e (71) 98601 2627 (Daniela)

Vamos compartilhar essa matéria ao máximo que puder para que juntos em oração e solidariedade possamos alcançar mais uma graça de Deus. “Peça que te darei, Façam prova de Mim”, diz a palavra de Deus se referindo ao Próprio Deus e Jesus.

Outras pessoas que desejarem ter o nome de um familiar sob orações de pessoas e, por ventura precisarem de ajuda, façam como fez Zé Carlos, quebrem o orgulho besta, pois somos todos iguais e dependentes de um só, que o Deus todo Poderoso.

CONTATOS

Zé Carlos: ZAP-(73)99158-5958

Daniela: ZAP-(71)98601-2627

Agencia: 3231 C/C 4688-4

Daniela Nunes Almeida

Não deixe de ajudar com suas orações e doações de qualquer valor.

 

 

Prefeitas, prefeitos e vereadores (as) das cidades de Planaltino, Maracás, Lajedo e Itiruçu foram diplomados em Maracás


 

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Soya, Maracás

O Auditório Ivonete Dias da cidade de Maracás esteve lotado na manhã da sexta feira 16 de dezembro, para prestigiar prefeitos e vereadores eleitos no dia 2 de outubro, mas que hoje receberam os seus diplomas. Todos os eleitos tanto prefeitos e prefeitas quanto vereadores e vereadoras foram aplaudidos. Os primeiros a serem diplomados foram o prefeito de Planaltiono, Zeca Braga e o seu vice Roberval, como também todos os vereadores. Depois veio a turma de Lajedo do Tabocal, que tem como a nova chefa do Executivo Mariane Fagundes e vice Dilson Santos, acompanhados dos nobres  edis, que são nove. Em seguida entra Lorena da cidade de Itiruçu e pega o seu diploma, juntamente com o seu vice Júnior Petrúquio e os nove vereadores. Por último foi a vez de Maracás, onde debaixo de muitos aplausos Soya e Tião foram anunciados para receberem o seus diplomas. Também os membros que formam o legislativo de Maracás, que são onze vereadores, foram bastante aplaudidos pelos presentes.

 

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Mariane, Lajedo do Tabocal

 

Foi um evento de muita gente, cada grupo teve uma turma de cada cidade acompanhando e aplaudindo. Na verdade, a assinatura dos prefeitos (a)  e vereadores (as) para  terem em mãos aquele diploma, todos passam a ter posse também de uma responsabilidade grande, principalmente pelo fato de cada prefeito ali eleito, foi através de uma busca de mudança por parte do eleitor, por estar insatisfeito com a forma como o seu município estava e está sendo conduzido.

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Zeca Braga, Planaltino

 

É preciso que os eleitos saibam que todas aquelas câmeras que clicaram, são de blogs de grande abrangência na região, Bahia e Brasil, um deles o Café com Leite, sem contar os anônimos celulares que estão de olho. Na verdade, hoje a internet é um meio forte de comunicação, onde novas redes sociais são formadas, e vão cobrar muito o que foi falado em palanque.

 

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Lorena, Itiruçu

 

O que a equipe do Café com Leite, blog e jornal, deseja a todos é que façam um trabalho que venha a ficar na história; que façam cair aos poucos essa fama horrível que levam os políticos brasileiros, que é de corruptos. Fama esta que tem muita coerência com os fatos, Descubram que a melhor parte de ser político é deixar uma marca positiva, com muitos serviços prestados e corrupção zero. Assim como as câmeras dos repórteres vão cobrar trabalhos, as mesmas câmeras e os mesmos repórteres irão aplaudir e publicar as grandes ações dos novos prefeitos e prefeitas.

Reforma da Previdência beneficiará ainda mais bancos e fundos privados


 

-Por Tereza Cruvinel- Uma das alterações da Reforma da Previdência irá beneficiar diretamente os bancos e fundos de previdência privados, denunciou a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e explicou a jornalista Tereza Cruvinel.
Trata-se de uma medida que prevê que os governos estaduais contratem planos de previdência junto a bancos e fundos privados para complementar a aposentadoria de salários integrais de servidores públicos, retirando a necessidade de completar esses benefícios com fundos públicos, como ocorria antes.
Se para os que possuem rendas mais baixas, a reforma será muito prejudicial, para os militares, ela sequer foi alterada, e para “os mais ricos”, apontou Tereza, “a reforma reserva uma nova fonte de ganhos, para engordar os lucros que já são astronômicos”.

Já se soube que o secretário de Previdência, Marcelo Caetano, antes de fechar e apresentar a proposta de reforma do governo, reuniu-se diversas vezes com empresários, banqueiros e fundos de Previdência Privada. Só quando tudo estava pronto, teve um encontro com as  centrais sindicais. O que não se sabia, e estava passando batido, é que ele incluiu na reforma um presente para os bancos e fundos de previdência privada, manobra que está sendo denunciada pela líder da minoria na Câmara, Jandira Feghali (PC do B-RJ).

Explicando o jabuti do “exterminador da Previdência”. A reforma de 2003, no início do Governo Lula, alterou apena as regra para os servidores públicos que fossem nomeados por concurso depois da mudança. Em vez de se aposentarem com salário integral, receberiam o teto do INSS e, se o salário da ativa fosse maior, a complementação seria bancada por um fundo fechado e público de previdência, mantido pelo Estado e pelos funcionários, o Funpresp, regulamentado em 2012.

Agora, a reforma do governo Temer está exigindo que os estados também adotem esta regra. Mas, ao invés de fundos públicos e fechados, só para os servidores, ela permite que os governos estaduais (e também a União) contratem planos de previdência complementar junto a bancos e fundos de previdência privada, abertos, mais caros e lucrativos para os mantenedores. Com isso, o Funpresp tende a ser extinto e tanto o governo como seus empregados vão pagar muito mais pelos planos abertos e privados.

Ou seja, para os pobres, a reforma de Caetano reservou muitas maldades: aposentadoria aos 65 anos, inclusive para mulheres, que ele reclama de estarem vivendo mais, tempo mínimo de contribuição de 25 anos (hoje são 15), proibição de acumulação de pensões com aposentadorias, acesso ao teto do benefício só com 49 anos de contribuição, entre outras. Os militares foram poupados. E para os mais ricos entre os mais ricos, que são os banqueiros, a reforma reserva uma nova fonte de ganhos, para engordar os lucros que já são astronômicos. Jornal GGN –

Consciência e conscientização do cidadão: a continuidade após as eleições


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            Por Jeanne Paganucci:   Geralmente, as pessoas tendem a afirmar que a política é algo que não lhes diz respeito e que esse é um termo que diz respeito aos ‘políticos’. Embora muitos conheçam o sentido do que é a política, do ser político e da amplitude com a qual o termo é usado e de fato se aplica, precisamos, antes de qualquer coisa, nos reconhecer na condição de seres político-sociais atuantes, participantes e principalmente, nos empoderarmos dos nossos direitos, reconhecendo não somente os deveres do cidadão, mas o direito de falar e sermos ouvidos. O termo política vem do grego politéia, visto que na Grécia antiga a sociedade era organizada em cidades-estados, com suas próprias leis e regimentos. Etimologicamente, política diz respeito ao ato de governar, gerir uma cidade da melhor forma para movimentar a economia, administrar os setores públicos e alavancar de forma eficiente o que gira em torno dessa organização.

Há pouco, estávamos exercendo nosso dever ao participarmos das eleições com o intuito de dar continuidade aos trabalhos da máquina pública que organiza e mantém cidades, estados, o país.  Escolher o representante político é conferir autoridade e responsabilidade (s) sobre o destino dos próximos acontecimentos e melhorias para a cidade. Então, esse é um momento complexo, porque além da crise que nós brasileiros estamos enfrentando, continuar a luta e acreditar em mudanças é importante e precisa ser mantido de forma consciente. Nesse sentido, a consciência em torno não somente das promessas e propostas, mas, principalmente, das reais necessidades da população, tem de haver uma busca em reconhecimento de que o cidadão precisa estar atento aos acontecimentos que estão por vir.

Em “O mistério da consciência: Do corpo e das emoções ao conhecimento de si” António Damásio (2000, p. 169 grifos nossos) entende que “Consciência é o termo abrangente para designar os fenômenos mentais que permitem o estranho processo que faz de você o observador ou o conhecedor das coisas observadas, o proprietário dos pensamentos formados de sua perspectiva, o agente em potencial”. A consciência de si permitirá, no processo de aprendizagem e atuação no social, uma relação de conhecer a si mesmo, visto que se não há um conhecimento, o ser não se conhece, o que, havendo a ausência do conhecimento, o organismo está em perigo. Isso quer dizer que o indivíduo, que não conhece seus atos, não estará agindo com propriedade, consciente de si, mas, será extraviado, porque não é autônomo, está ausente. Esse tende a ser considerado um organismo auto empobrecido, que não é dono dos seus pensamentos.

Pensando em um 2017 mais produtivo, melhor gerido e mais bem conduzido, devemos estar atentos e conscientes de que nossos representantes devem e precisam nos ouvir. Mais que isso, devemos estar conscientes de nós mesmos e conscientes do outro, do que está acontecendo à nossa volta, para não cairmos nas mesmas ideias ultrapassadas de que tudo é assim e continuará sendo desse jeito, ou, que não há mudança. Para tanto, a transformação deve começar por/em nós mesmos em atos conscientes e participação ativa. Isso quer dizer pensar com inteligência, agindo com consciência e atuando em prol de que as coisas não continuem as mesmas.

 

Jeanne Paganucci é Graduada em Letras pela UESB; Mestre em Letras pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC); Psicopedagoga; Neuropsicopedagoga; Especialista em Educação Especial; Palestrante; Poeta; Escritora; Articulista; Ensaísta.

Delegado que apoiou Aécio montou acusação contra Lula em menos de um dia útil, segundo GGN


Para advogado Roberto Teixeira, nova denúncia da Polícia Federal é “clara demonstração de que o ato já estava preparado e não havia efetivo interesse na apuração dos fatos”

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Jornal GGN – O delegado da Lava Jato Marcio Anselmo, que assina dois inquéritos contra Lula e mais seis pessoas, entre elas Marísa Letícia e o advogado Roberto Teixeira, é acusado de ter montado a denúncia apresentada nesta segunda (12) em menos de um dia útil, em “clara demonstração de que o ato já estava preparado e não havia efetivo interesse na apuração dos fatos” envolvendo o ex-presidente.

Segundo Roberto Teixeira, Anselmo deflagrou mais um ato de retaliação por ter sua imparcialidade em relação a Lula colocada em xeque. O delegado apoiou Aécio Neves na eleição de 2014 e fez uso das redes sociais para sugerir que Lula não tem honra, além de chamá-lo de “anta”.

Mais recentemente, um colega de Anselmo, o delegado Filipe Pace, indicou em um despacho que o ex-presidente é o “amigo” de Emílio Odebrecht que aparece numa planilha apreendida pela Lava Jato como receptor de propina. O problema é que Pace sequer tinha competência legal para opinar sobre esse assunto mas o teria feito, mesmo assim, para produzir manchete negativa para Lula.

Por conta dessa postura, Pace é alvo de uma ação por danos morais movida pela defesa de Lula. Na sexta-feira passada, dia 9, o juiz Sergio Moro se manifestou sobre esse processo, dizendo que é “lamentável” que os advogados de Lula atuem contra agentes da Polícia Federal que apenas estão cumprindo seu dever.

Dois dias antes da manifestação de Moro, ou seja, no dia 7 de dezembro, o delegado Anselmo, que tocava dois inquéritos contra Lula – um envolvendo um apartamento no mesmo edíficio onde vive o ex-presidente, em São Bernardo, e outro sobre a compra de um terreno que poderia ser usado para a construção do Instituto Lula – pediu informações à defesa de Lula, e deu prazo de apenas dois dias para obter respostas.

O advogado Roberto Teixeira tentou recorrer do prazo, mas não teve sucesso. Em nota à imprensa, ele diz que enviou as informações que desmontam a denúncia de Anselmo no dia 9 e, por isso, ficou surpreso ao descobrir que ele e Lula, e mais cinco pessoas, foram indiciadas pelo delegado da PF em menos de um dia útil. Isso significa, na visão do defensor, que Anselmo já estava com a denúncia pronta e pediu a posição da defesa apenas para cumprir o protocolo.

“O delegado federal Marcio Anselmo recebeu resposta aos quesitos apresentados na última sexta-feira, 09/12, às 20h30min. Isso significa dizer que recebi a notícia do meu indiciamento menos de um dia útil após haver encaminhado os esclarecimentos solicitados – com as provas correspondentes -, em clara demonstração de que o ato já estava preparado e não havia efetivo interesse na apuração dos fatos”, disse Teixeira.

“Merece repúdio a constatação de que alguns agentes do Estado brasileiro estejam usando de seus cargos para promover retaliações contra aqueles que, no exercício do seu dever profissional, contestam e se insurgem contra ilegalidades e arbitrariedades”, disparou.

RETALIAÇÃO

Junto aos esclarecimentos que deveriam ser anexados aos inquéritos, Teixeira também enviou ao delegado Anselmo um pedido para que ele se declarasse suspeito para investigar Lula, na sexta-feira (9), sob o argumento de que o agente da PF “havia proferido xingamentos em relação ao meu cliente, além de haver manifestado simpatia a agentes políticos que com ele rivalizam no campo político ou pessoal, como foi registrado pela imprensa”. O defensor referia-se à reportagem do Estadão que revelou que vários delegados da Lava Jato apoiaram Aécio e o “Fora PT” em 2014.

“O delegado federal, no entanto, recusou a suspeição no mesmo sem qualquer fundamento — afirmando apenas que “não assiste qualquer razão ao requerentes (sic).”

Na nota à imprensa, Teixeira diz que não tem dúvidas de que sua atuação como advogado do ex-presidente Lula, demonstrando a parcialidade da Lava Jato, foi “decisivo para o indiciamento realizado pelo delegado federal Marcio Anselmo. O ato não é proveniente de uma apuração ou de uma investigação, mas de um objetivo previamente estabelecido em busca de retaliação e de causar prejuízo à minha atividade profissional.” matéria na íntegra do GGN (Luiz Nassif)

Trump acredita piamente que Estados Unidos vai dominar o mundo, e irrita chineses


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Trump começa esquentar as turbinas, demonstrando que quem vai mandar no mundo são os EUA

O presidente eleito dos EUA, Donald Trump, no domingo, sugeriu publicamente que a política de Uma China Única pode ser usada como uma moeda de troca para fazer com que Pequim se comprometa com Washington em áreas como acordos comerciais. O empresário calculista pode se sentir esperto tentando empurrar garganta abaixo o destino da China através da questão de Taiwan. No entanto, a verdade é que este inexperiente presidente eleito provavelmente não tem conhecimento do que está falando. Ele superestimou a capacidade dos EUA de dominar o mundo e não consegue entender a limitação dos poderes dos EUA na era atual.

A China tornou-se um país com força substancial entre os países no Oceano Pacífico Oeste. Nunca expandiu sua frente de batalha e, portanto, acumulou poder suficiente para lidar com qualquer desafio estratégico em suas áreas periféricas. Especialmente no Estreito de Taiwan, a China agora está bastante segura para lutar com os EUA.

Uma série de observações ultrajantes de Trump refletem que ele despreza a China estrategicamente. O orgulho aparece antes de uma queda. Mesmo antes de entrar na Casa Branca, ele deu mostras de querer chantagear a China. Após a cartada na política de Uma China Única, a maior parte de sua iniciativa estratégica tem sido usada em excesso.

A China precisa ser respeitada pela equipe de Trump, caso contrário, será difícil interagir com Washington nos próximos quatro anos. Fantasiar sobre uma política de apaziguamento não é uma opção. Uma nova rodada entre os dois países será necessária para testar o respeito que os dois devem ter um com o outro com base em suas forças.

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Grande Jornal da China já trouxe a resposta que a os chineses não come H

Ao longo de décadas de desenvolvimento, os interesses fundamentais da China pouco foram ampliados, mas sua capacidade de controlar os riscos no Estreito de Taiwan e no Mar da China Meridional tem sido muito ampliada. Temos toda uma série de ferramentas para lutar contra as ameaças econômicas e comerciais de Trump. Será uma batalha decisiva para Pequim para salvaguardar seus interesses fundamentais. Se Trump quer jogar duro, a China não vai correr do jogo.

Pequim deve começar a punir severamente as forças de independência de Taiwan, explorando a possibilidade de disciplinar essas forças por meios não pacíficos e tornar o uso da força militar uma opção real para realizar a reunificação.

Enfrentando Trump, que é sempre imprevisível, a China precisa de mais imaginação em suas políticas externas. Deve se atrever a fazer movimentos-surpresa e criar um novo padrão sobre o relacionamento com os EUA – enquanto você joga o seu jogo, eu jogo o meu.

Pequim nunca vai aceitar chantagem e recolher-se a uma existência ignóbil. A diferença de força entre a China e os EUA é, atualmente, a menor da história. Que razão então temos para aceitar um acordo injusto e humilhante de Trump? Fonte Tijolaço

Ex-presidente Lula lança livro sobre perseguição e violações da Lava Jato


 

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O livro apresenta artigos escritos por 22 juristas e especialistas que detalham e explicam supostas violações da Operação Lava Jato contra o petista

O ex-presidente Luliz Inácio Lula da Silva lançou na última terça-feira (6) o livro: “O Caso Lula: a Luta pela Afirmação dos Direitos Fundamentais no Brasil” para denunciar supostas violações cometidas pela Operação Lava Jato contra ele.

Organizada por Cristiano Zanin Martins e Valeska Teixeira Zanin Martins, advogados do ex-presidente Lula e pelo professor da Faculdade de Direito da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Rafael Valim, traz artigos que, segundo os autores, apontam violações de garantias fundamentais cometidos pela Operação Lava Jato contra o ex-presidente.

“Os artigos são todos escritos por juristas renomados, especialistas, com uma visão estritamente jurídica e que mostram em cada ponto onde é que houve violações das garantias fundamentais”, explica Cristiano Zinin.

Entre outras questões abordadas nos 18 artigos do livro, escrito por 22 autores, está a condução coercitiva do ex-presidente, ocorrida em março, autorizada pelo juiz federal Sergio Moro, e a interceptação e divulgação de telefonemas de Lula e familiares, autorizadas pelo mesmo juiz. A obra é publicada pela editora Contracorrente.
Perseguido

Por meio de seus advogados, Lula entrou no dia 18 de novembro com uma ação judicial pedindo a prisão do juiz federal Sérgio Moro, responsável pelas ações penais decorrentes da Operação Lava Jato em primeira instância. O petista é réu em três processos decorrentes da operação, que apura a formação de cartel e desvio de recursos da Petrobras.

A defesa de Lula apresentou queixa-crime contra Moro no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), em Porto Alegre (RS). A equipe do petista argumenta que o juiz cometeu abuso de autoridade, crime cuja pena, prevista pela lei 4.898/1965, é a prisão de dez dias a seis meses, além da demissão do cargo ocupado.

De acordo com os advogados do ex-presidente, Moro cometeu irregularidades ao longo da condução das ações penais que envolvem Lula no âmbito da Lava Jato, como sua condução coercitiva, em março deste ano, além da emissão de mandados de busca e apreensão e de escutas telefônicas, considerados ilegais pela defesa.

Um dos fatos que têm deixado a população, principalmente a parte mais exigente e que busca o dever das emissoras de televisão, principalmente as abertas, que podem ser vistas sem a necessidade de antenas parabólicas ou algo mais sofisticado é a falta de coerência com os fatos, para que a notícia real chegue aos confins com credibilidade. De acordo a muitos telespectadores que clamam por emissoras imparciais, a saída está sendo as navegações pelos blogs e sites de credibilidade, como o Cafezinho, (que foi fonte desta matéria) Jornalistas Livres, Tijolaço e muitos outros. Só que essa coisa de mostrar tartarugas chocando ovos enquanto acontece horrores no país, aos poucos o mais desinformado já começa a estranhar. Estranhar, por exemplo, a permanência do presidente do senado brasileiro com tantas denúncias de corrupção, que apesar dos fatos, a TV pouco fala no assunto, mas, na verdade, ele e outros da mesma marca, dentro das suposições e denúncias de fatos criminosos, deveriam, além de perder os cargos, a grade seria o lugar desses, pois eles já provaram  que não têm respeito pelo povo brasileiro.

É triste se vê, por exemplo, pessoas em frente a uma tela bonita de 50 polegadas na parede da sua sala, transmitindo um jornalismo preparado por emissoras mercenárias, que pouco têm respeito e compromisso com a verdade. Pior é que muitos acreditam em tudo e seguem reproduzindo tudo que viu como se fosse papagaio de pirata. Mas aos poucos está havendo um transporte das pessoas à procura de fontes mais seguras. Quem avisa amigo é: as emissoaras vão perder a credibilidade, caso ela não comece a servir o povo, ao invés de se servir do mesmo. Isso não é este blog que fala e sim o povo que vê a incoerência das notícias de determinadas redes de televisão e rádio, com a mídia imparcial que são as redes sociais comprometidas com a verdade.

Fonte: O cafezinho. Os dois últimos parágrafos blog café com leite.

Vereador eleito Roque Machado (PSL): Venho trabalhando pelo Entroncamento desde 1994 e vou continuar trabalhando


 

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Vereador eleito mostra documentos protocolados, em que conseguiu muitos benefícios para o Entrocamento, mas também já tem projetos para apresentar

para o executivo municipal, para obras importantes para o município

 

Roque Machado tem sido um Bravo Lutador para trazer benefícios pra população do Entroncamento de Jaguaquara, onde ao longo desses anos ele realmente conseguiu, através de requerimentos junto às secretarias de governo estadual, mas também enviando muitos requerimentos para os ministérios do governo federal, todos protocolados e muitos teve o pedido aceito. Por muitos anos Roque não foi reconhecido pelo povo do Entroncamento, pois quando se candidatava a vereador da cidade não obtinha uma quantidade de votos correspondente com o seu trabalho,  pois ele não era, como ele disse, o modelo de candidato de andar pagando cachaça nos bares das esquinas, mas, no entanto, de procurar trazer o melhor para o distrito. Finalmente, pessoas de bom senso percebendo que o Entroncamento precisa exatamente de um representante assim, tomaram a frente da campanha do guerreiro Roque Machado, onde foi realizada uma grande campanha e dessa vez, como diz uma das músicas da sua campanha, “pocou” a urna com mais de um mil votos, sendo o terceiro mais votado do município e o mais votado do Entroncamento de Jaguaquara, o qual ele aproveita o espaço e diz muito grato pela votação expressiva do povo, prometendo trabalhar com muita garra para retribuir a todos..

Numa rápida entrevista ao blog e jornal Café com Leite, Machado falou sobre o que seu pai lhe ensinou quando ele tinha seis anos de idade, recordando que  numa das muitas viagens de Ipiaú para a região do Entroncamento, no cabeçote da sela sobre um cavalo, seu pai lhe ensinava como um homem deve se proceder nesse mundo, onde ao passar pelo Entroncamento disse a saudoso velho, “ esse lugar vai ser grande e desenvolvido. Aqui é uma terra muito boa de se morar”. Foi quando Machado guardou tudo que seu pai falou, veio morar na terra boa e sempre procurando ajudar a no que fosse possível. “Como disse meu pai, aqui é uma terra boa e vou continuar lutando para ajudar no que for possível. Aos seis anos de idade meu pai me ensinou e tenho que seguir como ele me ensinou”, lembrou Machado com os olhos cheios de lágrimas e a voz trêmula.

Sobre a posição de como vai atuar como vereador, a partir de primeiro de Janeiro, o vereador eleito disse que vai procurar trabalhar muito para melhorar o Entroncamento e toda Jaguaquara, que pretende apoiar o prefeito, desde que o mesmo trabalhe e traga os benefícios que o povo precisa. “O Entroncamento e seus moradores vêm sofrendo muito há muitas décadas”, comentou Roque, acrescentando que o mandato de Giuliano não foi de obras para o Entroncamento, mas, como ele explicou que teve que pagar muitos débitos do gestor que lhe antecedeu, o povo aceitou, acreditando que o seu mandato que inicia em Janeiro vai ser de muitas realizações para o Entroncamento e toda Jaguaquara.

Roque ainda não foi empossado como vereador, mas já está trabalhando, como algumas indicações importantes para o município, especialmente para o Entroncamento,  que ele já preparou como:  Reforma do cemitério Terra Brás no Entroncamento, uma vez que está carente;  melhorar o escoamento da água em dia de chuva, que desce da entrada da cidade (a onça) para o centro da cidade, que em dia de chuva forte é um verdadeiro caos; regularização do território para incluir zona rural ao distrito Stela Câmara Du Bois, uma vez que ele andou investigando e percebeu uma falha, ao seu ver, quando o povoado passou a distrito, e que é preciso que o distrito tenha as suas divisas territoriais também na zona rural; plantio de palmeiras ou árvores parecidas com coqueiros na central da Avenida Presidente Médice, para que a avenida com a nova iluminação fique ainda mais bonita; uma faculdade presencial com variados cursos, para que possa servir aos estudantes de Jaguaquara, cidades do Vale Jiquiriçá  e outras cidades da região, para  parar com o sofrimento e perigo de todas as noites estudantes terem que ir pra Jequié. Essas e muitas outras indicações importantes já estão na agulha para serem apresentadas pelo vereador Roque Machado assim que começar os trabalhos da câmara de Jaguaquara.

Vale lembrar que muitos benefícios que chegaram para a população do Entroncamento foram através do amigo Roque, e, como ele mesmo disse, como vereador vai trabalhar incansavelmente para trazer mais obras .

Aproveito para desejar a todos meus eleitores e não eleitores, um natal de muita paz, harmonia e saúde, bem como um 2017 mais promissor para todos”. Vereador Roque Machado.