(77) 99152-6666

Homens desaparecem na Br 116 proximo a Milagres


O desaparecimento de dois homens, vistos pela última vez, no Km 566, da BR-116, na quinta-feira (9), é investigado pela Delegacia Territorial (DT), de Milagres. O caso foi registrado, na segunda-feira (13). Familiares serão ouvidos na unidade e imagens de câmeras do monitoramento da Polícia Rodoviária Federal (PRF) serão analisadas. Investigadores realizam incursões na região, com o objetivo de colher informações que possam contribuir para a localização da dupla.

Numero para denuncias ou informacões que possam colaborar com as investigacoes.

75 9 9160 82 54 (whatsap)

 

 

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Motoboy agredido por policiais em SP afirma que foi eletrocutado dentro de viatura e ameaçado de morte


 “Eu já dentro do camburão me eletrocutaram”, afirmou

(Foto: Reprodução)

O motoboy negro agredido por policiais militares do estado de São Paulo na tarde desta terça-feira (14) afirmou que, depois de agredido, foi eletrocutado pelos agentes dentro da viatura.

“Mais de 6 policiais me agrediram, me bateram, tacaram spray na minha cara, eu já dentro do camburão me eletrocutaram. Ela (a policial) queria me tratar como prêmio. Queria tirar foto para se gabar que tinha me prendido, eu não deixei, ela falou que ia me matar, um monte de coisa. Olha meu estado”, afirma o entregador, mostrando as marcas da agressão.

“Eu não tenho estrutura com o que fizeram comigo hoje. Apreenderam minha moto. Não tenho nem o direito de me manifestar mais, e ta aí ó, o abuso da polícia. Eu parado e me agrediram, me ameaçaram de morte e tudo mais”.

Leia a íntegra na Revista Forum

MAJOR OLÍMPIO: ‘BOLSONARO ESTÁ COMPRANDO PARTIDOS PARA NÃO TER VOTAÇÃO


Senador, Major Olimpio diz que deixará a sigla por conta da reaproximação com Bolsonaro Foto: Ailton de Freitas / Agência O Globo

Com a saída do presidente Jair Bolsonaro no ano passado, o sendador Major Olímpio se tornou o político do do PSL com mais votos recebidos na eleição de 2018. Ex-policial militar, ele ensaia agora também deixar a legenda. Distante de Bolsonaro já há algum tempo, o senador se irritou nos últimos dias ao saber pela imprensa da reaproximação do presidente com a sigla, na esteira de um acordo de troca de cargos por apoio ao governo no Congresso. Em entrevista a “Época”, Olímpio Gomes comenta as mudanças no cenário, sua decepção com a política, seus planos eleitorais e não poupa críticas a Bolsonaro e ao partido.

Nesta semana veio a público informação de que o PSL e o presidente Bolsonaro estão se reaproximando. O senhor criticou essa iniciativa. Vai deixar o PSL?

Eu estou que nem cachorro caído de mudança. Não tinha intenção de me desfiliar. Fiquei sabendo pela imprensa da reaproximação do presidente (nacional do PSL) Luciano Bivar com o presidente Bolsonaro. Eu sou um senador com mais de 9 milhões de votos. Com a saída do Bolsonaro, eu sou quem tem mais votos no partido. Duas semanas depois dessa conversa do Bivar com Bolsonaro, eu venho saber pelos jornais que está em curso uma reaproximação com a disponibilização de cargos para o partido numa ação conduzida pelo vice-presidente do partido, Rueda, o senador Flávio Bolsonaro e o líder do governo na Câmara, (Felipe) Francischini. Logicamente eu me manifestei contra. Disse no grupo de parlamentares que eu não alimento meu carrasco. O presidente saiu do partido arrebentando o Bivar e cada um de nós, fazendo com que a opinião pública pensasse que o partido era um antro de criminosos quando, na verdade, eram os filhos dele, ele mesmo e advogados inescrupulosos que estavam querendo se apoderar do partido por questões financeiras. Me incomoda demais porque é o puro toma-lá-dá-cá nojento. Convenceram o Bolsonaro a ir atrás do Bivar e ele está buscando o PSL da mesma forma que buscou aproximação com outros partidos recentemente. Se ele esqueceu que ele se comprometeu na campanha eu não esqueci. Eu sei que tem no partido deputados que estão como cadela no cio puxando o saco dia inteiro de ministros e do presidente tentando gerar essa aproximação. Se eles falam em nome do partido eu quero estar fora disso.

A maioria no PSL hoje é contra ou a favor do presidente Bolsonaro?

Ainda é neutro. Tem bolsonaristas, que há muito tempo o partido já tinha que ter expulsado, e não-bolsonaristas. Eduardo Bolsanaro, Carla Zambelli, Bia Kicis… o que eles estão ainda fazendo no partido que acusaram tanto? Tenho certeza que a aproximação do Bolsonaro é para comprar o partido para ver se ele arquiva todos esses processos contra deputados bolsonaristas no conselho de ética. Mas tem sim um monte de gata fogueteira correndo atrás de verba e cargo. Estão enganando o Bivar.

O sr. conversou com Bivar sobre seus planos de desfiliação?

Não, porque no grupo de mensagens ele escreveu que quem quer fazer não ameaça e sai. Eu só disse a ele no grupo que eu não sou de ameaçar e que não quero atrapalhar em nada o jogo de quem quer cargo, emenda, ribalta para sair na foto, candidatos a prefeitos mais competitivos porque estará agarrado ao Bolsonaro.

Apesar da indignação que manifesta, o senhor trata da desfiliação como uma possibilidade. Por quê?

É porque eu ainda sou o líder do PSL no Senado e preciso deixar a função. Eu me sinto fora do partido. Eu vi o próprio presidente e seus filhos acusarem o partido de ser laranja enquanto o maior laranja do PSL continua ministro do Turismo. A gente ficou tomando bordoadas esse tempo todo e agora eu vou ver o partido de sorrisos e alegrias dizer que foi tudo sem querer. Bolsonaro está comprando os partidos para não ter votação pelo impeachment.

Foi o senador mais votado em 2018 no país e eleito na esteira na popularidade do Bolsonaro. Como fica seu futuro político?

Vou enfrentar isso como sempre fiz. Na polícia eu enfrentava bandidos com armas. Na política eu enfrento bandidos e quadrilhas, gabinete do ódio, gente usando máquina pública. Pela conveniência, era simplesmente ter abaixado a cabeça para o presidente Bolsonaro e ficado quieto. Eu não tenho preço. Tenho valores e esses eu vou preservar.

E a candidatura para governador de São Paulo em 2022?

Eu desisti de futuro político. Me desencantei com a política. Essa decepção que estou sentindo hoje vai ser a do povo brasileiro. É questão de tempo. Eu nunca pude supor que esse negócio do (Fabrício) Queiroz. Ele era o diretor financeiro de uma holding familiar dos Bolsonaro. Basta o Queiroz abrir a boca e o Brasil vai ficar abismado com as coisas. Foi a decepção das decepções. Estou pouco me lixando se vai aumentar ou diminuir os ataques a mim. Minha esperança é que a lei alcance essas pessoas. Vários vão ter o destino em Bangu 8 e não é só o Queiroz. Eu me elegi e devo muito ao Bolsonaro, mas também trabalhei muito por isso e por ele. Não vou me candidatar mais. Quero cumprir meu mandato até 2026 e parar. Eu sonhei demais com essa mudança do Brasil e fui enganado. Me sinto envergonhado. Deixa pra lá porque não é mais para mim.

Um áudio circulou essa semana nas redes sociais com o sr atacando com xingamentos um filiado do PSL. Por que fez isso?

O sujeito vinha me atacando em redes sociais por ser bolsonarista. Eu liguei pra ele e falei um monte de desaforos. A única coisa que eu me desculpo com as pessoas que ouviram a gravação é pelos palavrões que eu disse. Elas não precisavam ouvir aquilo, embora ele sim. Mas é essa verdadeira quadrilha que existe nas redes sociais atacando reputação.

Qual sua avaliação do governo?

Esse governo não tem projeto de país para nada. Eu sou o sub-relator da reforma tributária e esse é o governo da ‘semana que vem eu vejo’. Quando vem o projeto da reforma tributária eu perguntei tantas vezes. Faz um ano e meio que eu ouço: semana que vem eu vejo. Essa interinidade macabra para a vida das pessoas de um general cumpridor de ordens no Ministério da Saúde para anular a saúde e tentar fazer valer a tese maluca da cloroquina do presidente. São mais de 70 mil mortes, dá vergonha na gente. Assume agora um novo ministro da Educação mas a gente não tem um projeto para nada. Nem a porcaria das escolas militares, que era para regozijo do presidente, acabou andando.

Seu posicionamento hoje é de oposição ao governo?

As pautas de governo ninguém precisa me pagar para eu votar o que tem que ser votado para o país. Não sou mais um bolsonarista mas 90% das pautas eu tenho votado e defendido.

Vai se filiar a um novo partido?

Eu já tive alguns convites, colegas aqui no Senado que me chamaram para me filiar ao partido A ou B. Mas eu não tive nem o tempo nem o ânimo para pensar nisso. O que deve acontecer é eu ficar algum tempo sem partido ou permanentemente sem partido. Não tenho hoje nada em vista. Só estou ajustando quando fazer isso.

Com informação da ÉPOCA

Geddel prova que está de covid e ganha prisão domiciliar


Geddel Vieira Lima

O Supremo Tribunal Federal (STF) deferiu liminar que concede prisão domiciliar ao ex-ministro Geddel Vieira Lima. A decisão foi tomada no fim da noite de terça-feira (14), pelo ministro Dias Toffoli. A informação é do jornal O Globo, mas a fonte foi do 247.

A defesa do ex-ministro pediu a concessão de prisão domiciliar em razão da pandemia do novo coronavírus.  Na decisão, Dias Toffoli argumenta que a defesa de Geddel comprovou suas alegações, com documento expedido pela Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização do Estado da Bahia (Seap), no qual atesta que o ex-ministro, ao realizar o exame de teste rápido em 8 de julho, testou positivo para a Covid-19.

Geddel está preso desde 2017, quando em 5 de setembro daquele ano, a Polícia Federal encontrou R$ 51 milhões, distribuídos em nove malas, em apartamento ligado ao ex-ministro, em Salvador.

PF quer dados do Facebook sobre rede de fake news da família Bolsonaro


A Polícia Federal quer ter acesso aos dados da investigação realizada pelo Facebook, que derrubou uma rede de distribuição de fake news e perfis falsos ligada à família Bolsonaro.

O pedido foi feito no âmbito do inquérito no Supremo Tribunal Federal que apura a organização de atos golpistas. A PF argumenta que a determinação à rede social deve ocorrer de maneira urgente, para que as pessoas envolvidas com as contas removidas não tenham tempo de se desfazer dos dados. A decisão cabe ao relator do caso, ministro Alexandre de Moraes.

No último dia 8 de julho, o Facebook anunciou uma operação global pra combater conteúdos falsos e discurso de ódio. As apurações da empresa apontam para funcionários dos gabinetes do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e dos deputados estaduais bolsonaristas Anderson Moraes (PSL-RJ) e Alana Passos (PSL-RJ).

Com informações da coluna Painel, do jornal Folha de S.Paulo

Fonte Revista Fórum

Mourão sinaliza saída de Pazuello e Bolsonaro já busca novo nome para a Saúde


O que se espera é que seja um ministro de qualidade e não um interino, para tentar com alguma estratégia, amenizar o crescimento desenfreado das mortes por covid 19 no Brasil.

O vice-presidente general Hamilton Mourão afirmou na terça-feira (14), durante entrevista à GloboNews, que o ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, deve ser demitido da pasta em breve.

“O Pazuello é interino, está há dois meses nesse cargo. Tudo indica que, em um momento próximo, o presidente vai substituí-lo”, disse Mourão.

Sob pressão de não ter um titular na Saúde em meio a uma pandemia que já matou mais de 70 mil pessoas, o presidente Jair Bolsonaro já avalia substitutos para o cargo.

Segundo reportagem de Jussara Soares e Fausto Macedo, do Estado de S.Paulo, o ex-capitão deve escolher um substituto para Pazuello assim que terminar seu período de quarentena por também ter sido infectado pelo coronavírus.

Ainda de acordo com o jornal, auxiliares e interlocutores da Presidência estimam que um novo ministro seja anunciado até meados de agosto.

A confirmação de que haverá uma substituição do ministro da Saúde ocorre durante embate entre as Forças Armadas e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes.

O ministro afirmou que o Exército estava se associando a um “genocídio durante a pandemia, em referência às mortes causadas pela Covid-19. A crítica teve como alvo os 20 militares que ocupam cargos na Saúde, mesmo sem experiência na área.

Com informação da Revista Fórum

Garoto encontra dedo humano em esfiha de restaurante em SP


 

Família que pediu comida por delivery em um restaurante da zona norte da capital chamou a polícia após filho quase engolir o dedo

Funcionário sofreu acidente dentro do restaurante dias antes do ocorrido

Funcionário sofreu acidente dentro do restaurante dias antes do ocorrido

Reprodução/Record TV

Um pedaço de dedo humano foi encontrado dentro de uma esfiha por uma família, que pediu comida por delivery de um restaurante da zona norte de São Paulo, neste sábado (11).

Um menino, de 14 anos, mordeu um pedaço da esfiha e tirou o pedaço do dedo de dentro da boca. Seus pais chamaram a polícia e foram junto com os agentes até o estabelecimento onde haviam feito o pedido.

Ao chegarem no local, o dono do estabelecimento esclareceu o ocorrido. De acordo com ele, um dos funcionários havia sofrido um acidente e cortou a ponta de um dos dedos dentro na esfiharia, na quinta-feira (9).

Contatada, a delegacia responsável não deu mais detalhes sobre o caso.Com informações do R7

Família pede ‘justiça’ pela morte de homem que enterrou a mãe sozinho, em Aparecida de Goiânia



José Ricardo Fernandes Ribeiro ao velar a mãe sozinho — Foto: Reprodução/Facebook

José Ricardo Fernandes Ribeiro ao velar a mãe sozinho — Foto: Reprodução/Facebook

Parentes de José Ricardo Fernandes Ribeiro, que morreu após ter o corpo queimado durante incêndio em casa, pediram “que seja feita justiça” com os responsáveis pela morte dele. O homem, que tinha 44 anos, ficou conhecido há cerca de um ano, após publicar uma selfie mostrando que teve de velar e enterrar a mãe sozinho.

Os familiares de José que foram localizados não querem ser identificados por medo de serem vítimas de algum crime. Eles foram pegos de surpresa e ficaram muito abalados com a notícia e que foi uma “crueldade” a forma como ele morreu – após ser assaltado e ter corpo queimado.

Ao saberem da morte dele, foram a Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital, e devem cuidar de velório e enterro do corpo – sobre os quais também não deram detalhes.

A Polícia Civil está investigando a morte de José Ricardo. O caso foi registrado como latrocínio, já que a vítima teve um aparelho de televisão, celular e carteira levados. O delegado responsável pelas investigações não deve se pronunciar sobre o caso por enquanto.

Consta nas investigações que a vítima recebera cerca de R$ 30 mil de uma vaquinha online feita para ajudá-lo com despesas médicas, já que tinha uma doença renal crônica e precisava fazer hemodiálise três vezes na semana.

Não foi divulgado o que de fato aconteceu com o dinheiro – se foi roubado ou se segue na conta da vítima, impedido de movimentação durante a investigação, por exemplo.

José em vida

Dono do imóvel que José Ricardo alugava há cerca de oito meses, o comerciante Saulo Pereira, de 37 anos, disse que o inquilino era uma pessoa tranquila, não chamava muita atenção e que era mais conhecido nas redes sociais.

“O perfil dele foi apagado, mas qualquer coisa que ele postava tinha milhares de curtidas. […] Os mais próximos dele acho que eram os vizinhos mesmo. Era uma pessoa muito boa, muito honesta”, contou.

Corpo de Bombeiros socorre José Ricardo  — Foto: Reprodução/Corpo de Bombeiros

Corpo de Bombeiros socorre José Ricardo — Foto: Reprodução/Corpo de Bombeiros

Dia do incêndio

Também de acordo com Saulo, há sete quitinetes no imóvel e que, para entrar no local é preciso ter a chave ou que alguém de dentro abra o portão que dá acesso a todas as casas. O locatário disse que não há câmeras de segurança no imóvel, mas que alguns moradores relataram ter visto “visitas” na casa da vítima no dia do incêndio, sexta-feira (10).

“O filho de três anos de uma vizinha que viu a fumaça primeiro. Ele avisou e as pessoas se mobilizaram e chamaram os bombeiros. Tiveram que arrombar a porta para tirar ele de lá. Os bombeiros chegaram às 13h50 e levaram ele”, detalhou.

José Ricardo foi levado ao Hospital de Urgências Governador Otávio Laje de Siqueira (Hugol), em Aparecida de Goiânia, onde morreu menos de dois dias depois. Ele deixa um filho adolescente.

Filho posta foto velando mãe sozinho — Foto: Reprodução/Facebook

Filho posta foto velando mãe sozinho — Foto: Reprodução/Facebook

Velório da mãe

José Ricardo ficou conhecido em agosto de 2019, depois que, em um momento de revolta, publicou uma selfie com o corpo da mãe dizendo que ninguém além dele apareceu no velório ou enterro dela. A publicação teve mais de 300 mil curtidas em uma rede social.

A cena sensibilizou muitos internautas, e o homem ficou conhecido na internet. Em entrevista ao G1 à época, ele contou que os parentes estavam espalhados por várias partes do estado e do Brasil, e que, mesmo sabendo da situação da mãe dele, não telefonaram ou visitaram.

Apesar de revoltado e chateado com toda a situação, ele afirmou que esperava que a história dele inspirasse os filhos a cuidarem dos pais.Com informações do G1.

Médico morre na Bahia após se tratar com hidroxicloroquina por quatro dias


Crédito: Reprodução/ Facebook

O médico Gilmar Calazans Lima, de 55 anos, morreu na segunda-feira (20) após complicações da Covid-19. De acordo com a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia, o profissional estava usando hidroxicloroquina há 4 dias em casa e havia apresentado melhora. No entanto, teve um mal súbito e não resistiu.

Gilmar era hipertenso e diabético. Ele foi levado para a emergência do Hospital da Costa do Cacau, onde trabalhava. Segundo o secretário da Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, o paciente “foi submetido a manobras de reanimação por 45 min, permanecendo sem estabilizar o ritmo cardíaco, terminando por evoluir para o óbito”.

De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, o médico sentiu os primeiros sintomas da Covid-19 no último dia 10. Na quinta-feira (16), ele deu entrada no hospital, mas como apresentava sintomas leves, Gilmar teve o material para teste coletado e foi orientado a cumprir quarentena em casa.

Após o resultado positivo para o novo coronavírus no sábado (18), o médico passou a fazer uso de uma combinação de hidroxicloroquina e azitromicina que foi receitado pelo Hospital Costa do Cacau.

“Ele obteve acesso a receita emitida por um colega do hospital. A medicação foi dispensada pela farmácia da unidade, irregularmente, haja vista que o protocolo SESAB (Secretaria da Saúde do Estado da Bahia) é exclusivo para internados”, ressaltou o secretário. Segundo Vilas-Boas, uma sindicância foi instaurada para apurar o caso. Fonte:ISTOÉ

 

Homem compartilha pizza “deformada”, imagem viraliza e se torna um dos assuntos mais comentados do Twitter


Homem compartilha pizza "deformada", imagem viraliza e se torna um dos assuntos mais comentados do Twitter
Crédito da Foto: reprodução/Twitter

O brasileiro amanheceu nesta terça-feira (14/7) indignado. Pelo menos nas redes sociais.  Não bastasse o momento de pandemia, que já altera o humor das pessoas, pequenos problemas cotidianos contribuem para colocar ainda mais tempero nessa receita, de sabor não muito agradável. A polêmica da vez envolve o restaurante de fast food Subway.

A empresa enviou para um cliente, identificado como Tiago Luiz, uma pizza, porém, as imagens divulgadas por ele mostram que a expectativa não corresponde à realidade, como pode ser comprovado na publicação abaixo:  Do Aratuon

 

Tudo isso fez com que o termo “pizza do subway” aparecesse entre os assuntos mais comentados da rede social Twitter, após Tiago compartilhar a imagem da comida completamente “deformada”.

A publicação que já ultrapassou 20 mil curtidas e 6 mil compartilhamentos, rendeu diversos memes e comentários de internautas associando a pizza do restaurante a mais uma “praga de 2020”.

CONFIRA ABAIXO ALGUNS MEMES

 

 

Jequié e micro região: um verdadeiro campo minado. Por Walter Salles


É preciso que cada morador das cidades próximas a Jequié, procurem contribuir com a sua cidade, evitando ir até a Cidade do Sol, para assim não correr o risco de se contaminar e trazer o vírus para as suas cidades. Vamos ser coerentes e consequentes. Não é uma questão de denegrir a amável Jequié, mas sim respeitar vidas humanas. Afinal, lá tem quase 2 mil contaminados.

Jequié (BA) | SkyscraperCity

Por Walter Salles: A cidade de Jequié, que nem apenas barreira nas sua entradas foram montadas, está caminhando para dois mil casos de pessoas contaminadas pelo coronavírus e quase 50 mortes. Com o afrouxamento por parte do executivo municipal, de deixar tudo muito à vontade, como funcionamento de feiras livres, falta de regra nos estabelecimentos comerciais e até a não obrigatoriedade do uso de máscara, quando percebeu que a situação estava perdendo o controle, (a partir de 100 casos), por exemplo, assim como o Brasil também deveria ter feito.

No caso de Jequié, que é uma das cidades mais afetadas seguindo a proporção, em nível de Brasil, passou a atingir também outras cidades da região, como Maracás, que já está com quase 80 casos e três mortes, onde se encontra na divisa para perder também o controle da situação, pois as contaminações passam a acontecer com contaminados da própria cidade.

No caso de Maracás, a situação se agravou depois do período do São João, que apesar de não ter acontecido a tradicional festa junina na praça, na zona rural a coisa correu frouxo com grandes aglomerações de pessoas vindas de cidades de verdadeiras epidemias, como São Paulo, Salvador e a própria Jequié.

Tanto Maracás como Jaguaquara, cidades do Vale Jiquiriçá, apesar das barreiras, terminaram adquirindo contaminações vindas de fora, mas que depois as próprias cidades podem ampliar a quantidade de casos sem necessariamente ter que vir de fora indivíduos contaminados.

As cidades de Lajedo do Tabocal, Itiruçu, lafaiete Coutinho, Irajuba, Nova Itarana, Brejões e outras cidades banhadas pelo Rio Jiquiriçá, existem casos, umas mais que outras, mas todas podem mudar o sistema de controle e reduzir os casos. As cidades do baixo sul, que têm ligação com Jequié, também estão em situação difícil.

Os parabéns aqui vão para Planaltino, que apesar de estar próxima a essas três cidades citadas, Maracás, jaguaquara e Jequié, até o momento ainda não apareceu nem um único caso de contaminação. Lá foi montado um sistema de barreira nas duas entradas principais, de forma rígida e levada a sério. Para se ter uma ideia, eu, Walter Salles, editor do jornal e site Café com Leite, filho da terra e com muitos parentes lá, para fazer uma visita a um irmão morador da cidade, tive que dar muitas explicações, provar que ia apenas na casa do irmão levar uma encomenda e voltar. Foi então que preencheram uma ficha e me liberaram. Tive meu veículo todo borrifado com um produto que mata o suposto vírus e então segui para a casa do mano, onde respeitando as regras, só fui até lá e 10 minutos depois estava eu de volta. É por esse cuidado e rigidez que a cidade permanece sem casos.

No caso de Maracás e Jaguaquara, ainda é tempo de montar um esquema mais duro e evitar a perda do controle. A cada dia que passar a condição de controlar a situação vai ficando mais difícil.

Quanto mais cedo melhor. Nos países que tiveram êxito, a luta começou cedo e conseguiram dominar o vírus logo nos primeiros casos, como Paraguai, Uruguai, Venezuela e outros mais distantes. Na Austrália, a informação que chegou até aqui, é que a população foi paga para ficar em casa. Se alguém fosse encontrado na rua sem uma justificativa que convencesse, além de perder o benefício, ainda pagava uma multa equivalente a 14 mil reais. O Brasil tinha tudo para ser travado assim desde o começo, quando houve a primeira morte de um senhor de 74 anos em São Paulo, no mês de Março. Em Jequié, quando um cidadão da gráfica Aquarela, o Jovenal, apareceu com o vírus, recém chegado de São Paulo, era hora de uma posição dura e hoje não ter em torno de 10 ou 15 casos e, talvez, nem um óbito. Mas quando a falta de amor de um governante pela vida humana, seja ele municipal, estadual ou federal fala mais forte, a exemplo do Governo Federal, que nem ministro da Saúde tem, a situação se agrava e aí só Deus e o cuidado individual de cada um. Portanto, cada um, na sua individualidade, se cuide ao máximo.

 

Forças Armadas no governo cumprem missão que não condiz com seu papel, reitera Gilmar Mendes


A interpretação de um texto ou um recado, é muito importante para quem recebe tal mensagem. Se olhar por um ângulo que permita enxergar o óbvio e não a crítica, as  forças Armadas, que tem um papel de grande importância a cumprir no país, poderia receber tal “crítica” do ministro Gilmar Mendes, no sábado 11 de Julho, como um alerta para não levar parte da culpa da grande quantidade de mortes que acontece no Brasil, podendo ultrapassar todos os países do mundo. Já é o segundo lugar, perdendo apenas para os EUA, que já está fazendo a sua curva e reduzindo os casos e mortes.

O mundo sabe que no Brasil, atualmente, não existe um ministro da Saúde. No entanto, o  numero de mortes caminha para 80 mil. Parte da culpa vai cair no Mlitar que substitui quem seria um ministro. ´como diz o velho ditado: Cada um no seu galho!

Até aqui Café com Leite. A matéria a seguir teve a fonte do DCM.

PUBLICADO NO CONJUR

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, afirmou nesta terça-feira (14/7) que jamais tentou ofender a honra das Forças Armadas, mas conclamou por uma “interpretação cautelosa” do momento atual, em que quadros do Exército estão sendo nomeados em lugar de técnicos na área da saúde pelo governo de Jair Bolsonaro.

Diante do aumento do número de casos e mortes pela Covid-19, “a substituição de técnicos por militares nos postos-chave do Ministério da Saúde deixa de ser um apelo à excepcionalidade e extrapola a missão institucional das Forças Armadas”, afirmou o ministro.

Isso mostra que “as Forças Armadas estão, ainda que involuntariamente, sendo chamadas a cumprir missão avessa ao seu importante papel enquanto instituição permanente de Estado”, reiterou Gilmar.

No sábado, em uma live, o ministro havia dito que o Exército estava se associando a um “genocídio” ao aceitar fazer parte da condução das políticas públicas desastrosas de enfrentamento à Covid-19 no alto escalão do governo. “Isso é péssimo para a imagem das Forças Armadas. É preciso dizer isso de maneira muito clara: o Exército está se associando a esse genocídio, não é razoável. É preciso pôr fim a isso”, disse o ministro na ocasião.

Em resposta, o Ministério da Defesa divulgou uma nota afirmando repudiar “veementemente” a fala de Gilmar. “Trata-se de uma acusação grave, além de infundada, irresponsável e sobretudo leviana”, dizia a nota. Genocídio, disse a pasta, é “um crime gravíssimo, tanto no âmbito nacional, como na justiça internacional”. “Na atual pandemia, as Forças Armadas, incluindo a Marinha, o Exército e a Força Aérea, estão completamente empenhadas justamente em preservar vidas.”

Até esta terça-feira, o país registrava 1,8 milhão de casos confirmados da doença, e estava perto das 73 mil mortes. O Ministério da Saúde é comandado interinamente por um general, Eduardo Pazuello, após pedido de demissão de dois

Leia a íntegra da manifestação do ministro:

Ao tempo em que reafirmo o respeito às Forças Armadas brasileiras, conclamo que se faça uma interpretação cautelosa do momento atual. Vivemos um ponto de inflexão na nossa história republicana em que, além do espírito de solidariedade, devemos nos cercar de um juízo crítico sobre o papel atribuído às instituições de Estado no enfrentamento da maior crise sanitária e social do nosso tempo. 

Em manifestação recente, destaquei que as Forças Armadas estão, ainda que involuntariamente, sendo chamadas a cumprir missão avessa ao seu importante papel enquanto instituição permanente de Estado. 

Nenhum analista atento da situação atual do Brasil teria como deixar de se preocupar com o rumo das nossas políticas públicas de saúde. Estamos vivendo uma crise aguda no número de mortes pela Covid-19, que já somam mais de 72 mil. Em um contexto como esse, a substituição de técnicos por militares nos postos-chave do Ministério da Saúde deixa de ser um apelo à excepcionalidade e extrapola a missão institucional das Forças Armadas. 

Reforço, mais uma vez, que não atingi a honra do Exército, da Marinha ou da Aeronáutica. Aliás, as duas últimas nem sequer foram por mim mencionadas. Apenas refutei e novamente refuto a decisão de se recrutarem militares para a formulação e execução de uma política de saúde que não tem se mostrado eficaz para evitar a morte de milhares de brasileiros.

Com informação do DCM

‘Casei com um gigolô’, diz Mayra Cardi ao saber que Arthur Aguiar quer divisão do dinheiro


 'Casei com um gigolô', diz Mayra Cardi ao saber que Arthur Aguiar quer divisão do dinheiro

Foto: Reprodução / Instagram

Na última semana, o ator Arthur Aguiar revelou que entrará na Justiça contra a Mayra Cardi para ter parte do lucro de uma empresa da qual era sócio, a You Corporation Holding e Administração Patrimonial LTDA, que tem o nome fantasia de Cura Você. Em entrevista ao Metrópoles, a coach desabafou: Descobri que me casei com um gigolô. Não está sendo fácil, mas, com certeza, menos dolorido que todo resto que tenho descoberto sobre caráter”, informou.  Do BahiaNotícias

“Infelizmente, nada me surpreende mais! Quando conheci o Arthur ele tinha dívidas, as quais paguei todas na primeira semana de namoro. Dei uma vida de príncipe a ele, realizei sonhos, banquei o castelo todo!”, continuou.

Para ela, a atitude do ex-global é semelhante ao um “golpe da barriga”. “Tenho um programa de emagrecimento emocional e outro de inteligência emocional. São 26 certificações em analista comportamental e coach. As minhas empresas são exatamente referentes às minhas formações. Destruir minha vida como ele destruiu e, agora, querer ‘receber’ pelo tempo que destruiu minha vida, me faz ver que levei o golpe da barriga”, analisou. Nos últimos dias, os dois estão travando acusações públicas

ACM Neto cogita sugerir adiamento do Carnaval 2021 para evitar cancelamento


ACM Neto cogita sugerir adiamento do Carnaval 2021 para evitar cancelamento

Foto: Max Haack / Ag Haack / Bahia Notícias

A fim de evitar o cancelamento do Carnaval 2021, o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), disse que cogita propor um adiamento conjunto aos governos do Rio de Janeiro, São Paulo e demais grandes cidades que também recebem a festa. A medida é relevante porque o país ainda enfrenta a pandemia do novo coronavírus, portanto entre fevereiro e março, quando a festa tradicionalmente acontece, é provável que a livre circulação de pessoas e as aglomerações típicas do evento ainda não sejam permitidas.

 

“Primeiro, aguardar pra ver se teremos uma vacina que possa assegurar a imunidade. (…) Se não der pra fazer com segurança, irei propor para os prefeitos das principais cidades que fazem o Carnaval no Brasil, inclusive os prefeitos de São Paulo e Rio de Janeiro, e outros colegas prefeitos, para que a gente pense talvez num adiamento conjunto do Carnaval no ano que vem”, revelou o democrata em entrevista à CNN, ao ser questionado sobre o assunto, neste domingo. Para ele, realizar a festa entre maio e junho do próximo ano pode ser uma solução.

 

Mas isso, claro, “sem atrapalhar os festejos juninos”, garantiu o prefeito da capital baiana. Ele ressaltou que pode antecipar feriados municipais, como inclusive foi feito neste ano, para criar um Carnaval fora de época.

 

“Todo mundo sabe que além de prefeito, eu sou um carnavalesco nato. Eu amo Carnaval e toda vez que lembro que até novembro iremos tomar uma decisão nesse assunto, me aperta o coração”, ressaltou. Já em seu segundo mandato, ACM Neto encerrará sua gestão à frente da Prefeitura de Salvador em dezembro.Com informações do BahiaNotícias

Após pisar em uma mulher em SP, PMs são afastados da função


Ela seria dona de um bar que estava desrespeitando a quarentena. Vídeos mostram as agressões a ela e a dois homens que estavam no local

Em vídeo, é possível ver um dos policiais pisando no pescoço da mulher

Em vídeo, é possível ver um dos policiais pisando no pescoço da mulher

Reprodução / Record TV

Os policiais que aparecem nas imagens pisando e arrastando uma mulher durante uma abordagem em Parelheiros, no extremo sul de São Paulo, foram afastados da função. Nas redes sociais, o governador João Doria (PSDB) afirmou, na noite deste domingo (12), que os agentes envolvidos responderão a inquérito que apura os fatos: “As cenas causam

No dia 30 de maio, a abordagem da Polícia Militar terminou em confusão e agressão. Imagens mostram um dos agentes pisando no pescoço de uma mulher já imobilizada no chão.

A PM afirma que foi acionada para ir até um bar na rua Forte do Ladário, em Parelheiros, que estaria aberto e descumprindo o decreto que impôs o estado em quarentena para conter o avanço do coronavírus.

 

No local, eles encontraram o bar aberto com quatro clientes consumindo bebida alcoólica. De acordo com relato no boletim de ocorrência, um homem tentou fugir com a chegada dos policiais e, suspeitando da conduta, foram abordados pelos agentes.

No depoimento, o policial conta que o rapaz se recusou a colocar a mão para trás e o xingou. Segundo os agentes, eles fizeram novamente o cerco quando um dos policiais foi empurrado pelo homem, que tentou correr, mas foi contido e segurado, sendo necessário o uso de força, já que ele se recusou a ser algemado.

Ainda segundo o boletim de ocorrência, os policiais sentiram que estavam sendo golpeados quando viram uma senhora utilizando uma barra de ferro para agredi-los, acompanhada de outros dois rapazes.

Os agentes teriam conseguido tomar a barra de ferro da mulher e tentado conter os outros dois homens que, supostamente os agrediam. No depoimento, os agentes dizem que durante toda a confusão, a mulher e os outros moradores os xingavam e não obedeciam às ordens de se afastarem.

Foi solicitado reforço enquanto eles tentavam conter os dois rapazes quando a mulher retornou com um rodo e, segundo depoimento, partiu para cima dos agentes. Um dos policiais então deu uma rasteira na mulher, que caiu. Ela ficou imobilizada no chão e algemada, enquanto os agentes ainda tentavam controlar outros moradores que apareceram.

As viaturas de apoio chegaram e três homens correram. Apenas um dos moradores que lutaram com os policiais foi detido.

Segundo os agentes em depoimento, a mulher se recusou a ser atendida pelo mesmo médico que atendeu aos policiais. Ela foi encaminhada ao Hospital Geral do Grajaú, onde foi detectada fratura na perna.

 

Os agentes registraram o caso como desacato, desobediência, resistência e lesão corporal pelo 101° DP do Jardim das Imbuias.

Vídeos da agressão

Durante a abordagem, alguns moradores gravaram com celular a ação dos policiais. Em um dos vídeos, o policial aponta a arma para um rapaz que tira a camisa para mostrar que estava desarmado, enquanto um outro se aproxima dizendo que está filmando.

O segundo mostra um dos agentes, com a mulher já imobilizada no chão da rua, pisando em seu pescoço após já ter fraturado a perna com a rasteira que o agente aplicou. Ele chega a subir depositando todo o peso do corpo no pescoço da mulher caída. Ao final, o policial ainda arrasta a mulher imobilizada pela rua.

No terceiro vídeo, o agente joga o terceiro detido no chão ao lado dos outros dois, inclusive a mulher, que já estavam imobilizados próximos à viatura.

A Secretaria da Segurança Pública informou, em nota, que um inquérito policial militar foi instaurado em 30 de maio para apurar o caso. Os policiais vão permanecer fora das atividades operacionais até a conclusão das investigações.

O caso é investigado pelo 25° DP. A Secretaria informou também que “não compactua com desvios de conduta de seus agentes e apura rigorosamente todas as denúncias. Desde o último dia 1, policiais militares de todos os níveis hierárquicos participam do programa de treinamento, visando a reforçar os conhecimentos e técnicas da instituição”.

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Depoimento do advogado

Felipe Pires Morandini, advogado da mulher agredida, que tem 51 anos e seria a dona do bar, contesta a versão apresentada pelos agentes e afirma que é “estarrecedor o que foi lavrado no boletim de ocorrência em que ela e dois moradores teriam cometido as agressões”.

Segundo ele, os primeiros esforços serão para provar a inocência dela por meio dos vídeos, testemunhas e eventuais novas provas que se juntarão ao processo. Além disso, serão tomadas medidas no âmbito criminal se for necessário.

Ainda de acordo com o advogado, o estado de São Paulo não pode tolerar que agentes atuem de forma arbitrária e violenta como agiram os dois policiais. Fonte:R7