Ministros do STF e políticos minimizam atos e dizem que conjuntura política segue inalterada


Da coluna de Daniela Lima na Folha:

Ministros do Supremo Tribunal Federal e integrantes da cúpula do Congresso avaliam que os atos promovidos por bolsonaristas neste domingo (26) não foram significativos a ponto de mudar a conjuntura política e deslocar o eixo de pressão do Planalto para as duas instituições que foram alvo dos protestos. A adesão foi descrita como menor do que a esperada e creditada em boa medida à figura do ministro Sergio Moro, que teria “salvado” as manifestações pró-governo.

O fato de o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ter se tornado um dos alvos preferenciais dos bolsonaristas nas ruas não surpreendeu aliados dele. A legenda de Maia vinha monitorando ofensas em redes sociais e identificou esforço para fazer do democrata um dos focos de crítica.

Apesar de ter repetido neste domingo que “quem estivesse nas ruas pelo fechamento do Congresso ou STF estaria na manifestação errada”, ministros da corte dizem que Bolsonaro flerta com fórmulas ambíguas.

Na avaliação de integrantes do Supremo, mesmo que critique pautas radicais, o presidente estimula que parcela da população se volte contra a corte e o Congresso ao dizer que os protestos são um “recado aos que teimam com velhas práticas”.

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Queiroz pagou R$ 64 mil em dinheiro vivo por internação no Albert Einstein


Policial militar aposentado é pivô da investigação do Ministério Público do Rio contra Flávio Bolsonaro

Queiroz dança com a esposa em quarto do Hospital Albert Einstein. Reprodução/Facebook

Jornal GGN – Fabrício Queiroz, o pivô da investigação do Ministério Público do Rio de Janeiro contra o senador e filho do presidente Flávio Bolsonaro, realizou mais uma transação suspeita, segundo apuração dos jornais O Globo e Folha de S.Paulo.

Entre o final do ano passado e início de 2019, o policial aposentado e ex-assessor de gabinete de Flávio deu entrada no Hospital Albert Einstein para cirurgia e tratamento de um câncer.

Segundo informações dos jornais, ele pagou R$ 64,6 mil em dinheiro vivo, e o restante, por meio de seu cartão de crédito. O atendimento custou R$ 70 mil, de acordo com a nota fiscal em nome de Queiroz.

A internação de PM aposentado foi o motivo do seu não comparecimento a depoimentos marcados no Ministério Público até o início do ano. Ele se tornou alvo de investigações a partir de relatórios Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras). O órgão que examina atividades suspeitas de lavagem de dinheiro e ocultação de bens identificou movimentações atípicas na conta do ex-assessor quando trabalhava como chefe de gabinete de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

Entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017, Queiroz movimentou R$ 1,2 milhão em suas contas. Mais adiante, o órgão apontou que o PM aposentado tinha movimentado R$ 7 milhões, entre 2014 e 2017.

Os investigadores verificaram ainda que Queiroz recebia, periodicamente, uma série de depósitos em suas contas, sempre em épocas próximas às datas de pagamento dos funcionários da Alerj.

Leia também:  ‘Se o Estado não interviesse nas relações de trabalho, estaríamos na barbárie’

Na época de sua internação, a defesa admitiu que Queiroz recebia parte dos salários dos colegas de gabinete e que o dinheiro era usado para remunerar assessores informais de Flávio e, ainda, que o então deputado estadual desconhecia a prática.

Entretanto, segundo o Ministério Público do Rio, há indícios de formação de crime organizado no gabinete de Flávio. Com base nisso, a promotoria pediu a quebra dos sigilos bancários e fiscais de 86 pessoas e nove empresas, incluindo de Flávio. O pedido foi deferido no dia 13 de maio pelo juiz Flávio Itabaiana, da 27ª Vara Criminal do Rio de Janeiro.

Ainda, segundo a Folha de S.Paulo, o advogado de Queiroz, Paulo Klein, disse que “vê com naturalidade o fato do Ministério Público investigar a origem dos recursos utilizados para pagamento das despesas médicas do Fabrício Queiroz”.

“A comprovação dos pagamentos com recursos próprios e dentro da sua capacidade econômica só reforçam que ele jamais cometeu qualquer crime”, afirmou a defesa.

BOLSONARO QUER ACABAR COM MINHA CASA E CRIAR MEU ALUGUEL, MINHA VIDA


Joelma fez jejum de sete dias para perdoar Chimbinha


Após relatos de agressões e uma relação abusiva, o casal se separou em 2015. Para superar o trauma, Joelma recorreu à religião. ‘Eu não quero isso dentro de mim porque está me fazendo mal’

 por Correio Braziliense 

Fabio Nunes/Divulgação
Após 18 anos de união, o casal se separou em 2015 (foto: Fabio Nunes/Divulgação)

Em entrevista ao youtuber Rafael Aciole, a cantora Joelma revelou que, para perdoar o ex-marido e ex-companheiro de banda, o guitarrista Chimbinha, precisou da ajuda de uma pastora fez jejum de sete dias. O casal se separou em 2015, após 18 anos de união, em meio a relatos de agressões e abusos psicológicos, culminando em uma medida protetiva de Joelma contra o ex-marido.

“Já perdoei. Foi difícil porque eu lembro que comecei a sentir muita coisa ruim dentro de mim, e eu disse para Deus que precisava perdoar e pedi ajuda, porque eu não conseguia. Fiquei três noites de joelhos chorando e disse: ‘Eu não quero isso dentro de mim porque está me fazendo mal’, disse ela, e contou ainda que ao final de cada dia tomava um copo de água, que simbolizava um líquido da Bíblia similar ao Espírito Santo.
“E falou que quando eu tomasse essa água, era para dizer assim: ‘Deus, que essa água, que representa o Espírito Santo, amoleça o mal que está dentro de mim, que está petrificado dentro de mim’. E assim eu fiz. No sétimo dia eu consegui perdoar, graças a Deus”.

Com anúncio do fim do Domingão, Faustão bate o martelo e decreta o que vai acontecer com ele na Globo


Faustão ganha um dos maiores salários da TV Brasileira (Foto: Globo)
Faustão ganha um dos maiores salários da TV Brasileira (Foto: Globo)

Recentemente divulgamos aqui no TV Foco que o público ficou em polvorosa após uma fala de Faustão ao vivo durante o Domingão da Globo que acabou por indicar que o fim do programa dela na emissora carioca está bastante próximo do fim.

“O dia que o programa acabar, e esse dia não está longe, eu revelo os verdadeiros bastidores do Arquivo Confidencial”, avisou, o apresentador durante um trecho do Domingão, no qual Faustão falava sobre um dos quadros de maior sucesso de sua atração. Segundo o apresentador muitos podres cercam os bastidores do Arquivo Confidencial no Domingão da Globo. Já que em determinadas ocasiões famosos não querem ver determinados familiares ou vice-versa. Mas o fato mesmo é que depois dessa frase não se falou mais em outra coisa: Faustão vai mesmo deixar a Globo?

Bom, a Globo também tratou de se pronunciar sobre o assunto: “Foi uma brincadeira do Fausto, como várias coisas que ele sempre faz durante o ‘Domingão’, e não há qualquer movimento para o fim do programa”, disse em nota o canal carioca sobre Faustão.

O TV Foco também apurou há alguns dias que apesar do tal anúncio do fim do Domingão, o apresentador possui salário na casa dos 5 milhões de reais garantidos e deverá permanecer pelo menos até 2021, já que ainda tem mais 3 anos de contrato. Agora, em conversa com Flávio Ricco, jornalista da UOL, Faustão falou pela primeira vez se o Domingão vai ou não deixar a grade de programação da Globo definitivamente.

“Você faz uma brincadeira e a galera não entende. Tenho quase três anos de contrato e só porque brinquei que o ‘Domingão’ já tá no fim, tem gente achando que vou abandonar tudo. Ao contrário. Vamos ver se vou aguentar mais tempo ou fazer outra coisa. Parar de trabalhar, nem pensar”, disse Faustão que desta maneira garante que a aposentadoria está longe dos planos dele.

Faustão fala do fim do Domingão na Globo
Faustão e o filho (Foto: Reprodução)

Vale dizer que o TV Foco chegou a apurar com uma fonte próxima do apresentador, que ele efetivamente ama trabalhar, apesar de não precisar nem um pouco mais do dinheiro. Apesar do amor pelo Domingão da Globo, o que estaria pesando para Faustão seria o fato de não poder ficar tanto com os filhos, que ainda são pequenos, da maneira que ele gostaria.

Morre importante apresentador da Record TV, emissora está de luto


Morre importante apresentador da Record TV, José Graciliano Rodrigues, emissora está de luto Foto: Reprodução
Morre importante apresentador da Record TV, José Graciliano Rodrigues, emissora está de luto Foto: Reprodução

Neste ano de 2019, diversos famosos perderam suas vidas e deixaram o Brasil todo de luto. Foram os casos do ator Caio Junqueira, do jornalista Ricardo Boechat e da sambista Beth Carvalho. Nesta quarta-feira (22), mais um nome querido pelo público se despediu. A emissora Record TV está de luto com a morte de um de seus apresentadores mais longevos. Trata-se de José Graciliano Rodrigues, de 65, que apresentou por muitos anos jornal na RIC TV, afiliada da Record em Santa Catarina.

O óbito de José Graciliano foi confirmado no final da tarde, por volta das 18h, e comoveu bastante gente. A informação foi dada pelo jornal O Município de Blumenau. A assessoria de imprensa do Hospital Marieta Konder Bornhausen confirmou o falecimento.

O apresentador estava internado desde o dia 9 de maio na unidade de terapia intensiva (UTI). Ele havia sofrido uma parada cardiorrespiratória. Nesta quarta, não resistiu e morreu.

José Graciliano Rodrigues havia deixado a Record TV no ano passado e mudou para a TV Brasil Esperança. Ele apareceu no ar pela última vez no dia 7 de maio. Dois dias depois foi hospitalizado. Rodrigues apresentava os principais telejornais na nova emissora.

Nas redes sociais, telespectadores se despediram de Rodrigues com mensagens lamentando o ocorrido e reconhecendo que ele foi um grande profissional à frente das câmeras. Colegas de profissão, seja da antiga ou da atual emissora, também se despediram e lembraram o quão bom ele era por trás das câmeras. Não foram divulgados detalhes sobre velório e enterro.

Morre importante apresentador da Record TV, José Graciliano Rodrigues, emissora está de luto Foto: Reprodução
Morre importante apresentador da Record TV, José Graciliano Rodrigues, emissora está de luto Foto: Reprodução

 

NAMORADA FAZ TRIAGEM DOS VISITANTES DE LULA EM CURITIBA


Ela costuma encontrá-lo semanalmente na prisão dentro da sede da Polícia Federal, em Curitiba
Rosângela Silva é ativa nos movimentos sociais e apareceu cantando “Apesar de você” com filha de Lula. Foto: Reprodução / Facebook
Rosângela Silva é ativa nos movimentos sociais e apareceu cantando “Apesar de você” com filha de Lula. Foto: Reprodução / Facebook

A socióloga Rosângela da Silva, namorada de Lula, é uma figura conhecida do petismo desde antes da prisão do ex-presidente e mais ainda depois disso, quando Janja, como é conhecida, passou a fazer a triagem de quem visita ou não o namorado na cadeia.

Amigos do PT não sabem dizer ao certo quando eles se conheceram. Arriscam que foi quando Lula, então presidente, passou por Itaipu.

O casal se reaproximou no começo de 2018. Ele a reencontrou nas caravanas que fez pela Região Sul, nas semanas que antecederam sua prisão, em abril daquele ano. Ela o visita com frequência. Os encontros normalmente são nas quintas-feiras, quando Lula pode receber até duas visitas.

Cão vai todos os dias a universidade atrás de professor que morreu


Animal vai à sala de aula onde Carmelito Marcelo costumava dar aula e receber o cão duas vezes por dia

Fernando Moreira, da Agência O Globo

Um cão foi filmado arranhando desesperadamente a porta de uma sala de aula em universidade de Pampanga (Filipinas).
A cena, que se repete diariamente, tem explicação: essa é a sala de aula onde Carmelito Marcelo costumava dar aula e receber o cão duas vezes por dia durante os últimos dois anos.
No começo deste mês, entretanto, Carmelito sofreu um derrame cerebral e morreu no último sábado (18/5), aos 58 anos. Porém o cão continua tentando encontrar o amigo que lhe dara carinho e algumas guloseimas.

No dia da morte, Buboy foi à sala de aula e agiu da mesma forma. Sensibilizados, alunos decidiram levar o cão ao velório do professor, contou reportagem do “Metro”. Dizem que o cão ficou “choramingando” ao ver o cadáver.

Assista à dedicação de Buboy:

Agora, são os universitários que estão cuidando de Buboy.

Bancos vão ficar com 62% da renda do trabalhador se capitalização for aprovada


Simulação apresentada no Senado pela Unafisco prevê que taxa dos bancos aumenta a cada ano, podendo chegar a mais de 77%
GERALDO MAGELA / AG. SENADO

Audiência na CDH foi presidida pelo senador Paulo Paim (PT-RS), ao centro

São Paulo –  Simulação apresentada hoje (20) em audiência pública na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) no Senado, sobre a reforma da Previdência proposta pelo projeto do governo Jair Bolsonaro (PSL), demonstra o fracasso que ocorreria com o sistema de capitalização que consta da proposta, levando o trabalhador aposentado à miséria.

Segundo dados do diretor de Defesa Profissional e Assuntos Técnicos da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Unafisco), Mauro José Silva, o valor das contribuições previdenciárias arrecadadas de empregados e empregadores foi de R$ 423,06 bilhões em 2018. Já a previsão de acréscimo no faturamento médio anual para as instituições financeiras, num sistema de capitalização, pode ser estimado em até R$ 388 bilhões, nos próximos 70 anos.

Silva explicou que o sistema proposto na PEC 6/2019 resultará num valor acumulado pelo trabalhador, ao fim de 40 anos de contribuição, de R$ 275.804,02. Entretanto, a remuneração dos bancos, prevista na reforma, consumiria R$ 105.701,43 dessa quantia, o que equivale a mais de 62% do valor do patrimônio do empregado. Assim, esse trabalhador ficaria com apenas R$ 170.102,58.

No 59º ano, após ingressar no sistema de capitalização, esta porcentagem ultrapassaria os 77%. Um cenário que, segundo Silva, possibilitaria o recebimento de uma aposentadoria no valor de R$ 750, o que equivale a apenas um quarto do total contribuído. “Um sistema sem empregador, e com instituição financeira, é um fracasso. É condenar o trabalhador à miséria”, concluiu.

Silva considerou a capitalização um “sistema complicado do ponto de vista do trabalhador”. Para ele, além de significar a “transferência de renda” dos empregados para os bancos, essa modalidade não cobrirá benefícios já existentes, como o salário família e o salário maternidade.

A capitalização funciona como uma espécie de poupança: o dinheiro descontado mensalmente do salário de cada trabalhador vai para uma conta individual, e não se mistura com as contribuições dos demais beneficiários. Pelo sistema atual, o de repartição, os pagamentos feitos pelo pessoal da ativa financiam as aposentadorias dos inativos.

Dieese

Economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Juliano Musse disse que o cenário é preocupante. Ele considerou a PEC 6/2019 uma “reforma impositiva” porque, segundo afirmou, a medida não passou por uma prévia discussão com os trabalhadores. Ao questionar quem são os maiores interessados com a reforma da Previdência, Juliano ponderou que outras questões, como o desemprego, a informalidade e a saúde dos trabalhadores que enfrentam doenças crônicas são mais urgentes e deveriam ser o foco do debate. “A reforma é importante, mas desde que não minimize direitos sociais conseguidos com a Constituição de 1988”.

O consultor do Senado Luiz Alberto dos Santos frisou que a PEC 6/2019 não é de fácil compreensão. Para ele, o texto apresenta contradições, traz incertezas e tende a gerar custos diferenciados para a empregabilidade das pessoas. Ao ressaltar que os mercados demonstram volatilidade ao longo do tempo, o especialista disse que o regime previdenciário baseado na capitalização pressupõe uma renda questionável, porque dependerá de quanto, efetivamente, aquela aplicação renderá. “No Brasil, nós temos renda média muito baixa. As pessoas não têm dinheiro para destinar a uma sistemática de provisão fora do regime público, e essa é uma diferença fundamental.”

Retrocessos

O representante do Coletivo Nacional de Advogados de Servidores Públicos, Guilherme Zagallo, alertou que experiências de privatização da Previdência significaram retrocessos em outros países: estagnação das taxas de cobertura, diminuição do valor dos benefícios e aumento da desigualdade de renda. Para o advogado, a desconstitucionalização da aposentadoria, pretendida pelo Executivo, significa um risco político porque, a cada governo, pode-se criar novas regras para a concessão do benefício.

O advogado mencionou que o Ato das Disposições Constitucionais Transitórias veda a renúncia de receita que a capitalização causará, desacompanhada da estimativa de impacto orçamentário e financeiro. Ele lembrou que o Brasil já passou por uma tentativa de privatização antes da instituição do INSS, quando houve a unificação dos regimes, mas disse que a medida não obteve sucesso. Guilherme comentou, ainda, que esse assunto tem sido omitido no debate sobre a PEC 6/2019.

“Não fomos bem-sucedidos no passado, em relação à experiência de capitalização. A promessa de melhoria da economia por meio dessa reforma não altera a realidade. É uma bomba social de efeito retardado”.

O coordenador do Movimento Legislação e Vida, Hermes Rodrigues Nery, considerou o sistema de capitalização o ponto mais grave da PEC 6/2019. Para ele, as poupanças pessoais são “qualitativamente diferentes” da seguridade social, já que não dispõem de garantia, nem previsibilidade. Além disso, Nery ressaltou que “poupar de maneira suficiente para uma aposentadoria decente é difícil para muitos trabalhadores”.

Com informações da Agência Senado

 

Brasileiro supera preconceito, se forma nos EUA e volta vitorioso


Alayê Brito - Foto: reprodução / Instagram
Alayê Brito – Foto: reprodução / Instagram

Depois de quatro anos, o brasileiro Alayê de Brito, de 26 anos, retornou ao Brasil este mês vitorioso, formado pela Spring Hill College, de Mobile, no estado do Alabama, EUA.

“Quatro anos atrás fui para os Estados Unidos Fazer minha graduação. Eu não falava inglês, mas fui. O mundo cresceu de um jeito que eu jamais imaginaria. Este mês saí de lá assim: com dupla graduação em Ciências Políticas e Estudos Internacionais”, comemorou no Instagram.

Ele se formou graças às bolsas de estudo que conseguiu, às aulas que deu em escolinhas de futebol para crianças e com o dinheiro que os pais conseguiam mandar pra ele. Em entrevista ao SóNotíciaBoa ele contou como superou o preconceito que sofreu aqui no Brasil – onde foi chamado de macaco – e lá nos EUA, onde a dona do imóvel alugado pediu o apartamento de volta quando descobriu que havia negro morado nele.

História

Nascido e criado no bairro Heliópolis, zona norte de Belo Horizonte, Alayê vem de família humilde, filho de pais professores, que sempre batalharam e priorizaram a educação dos filhos.

“Meus pais vieram da pobreza brava e eu também passei por algumas situações difíceis na infância. Meus pais ralaram pra caramba pra pagar escolas pra mim e para os meus irmãos”, disse Alayê em entrevista ao SóNotíciaBoa.

Esporte

Desde menino ele conviveu com o esporte, nos sonhos e na prática. Começou fazendo natação por sugestão médica para acalmar as crises de bronquite na infância. Depois se dedicou ao Taekwondo.

“Mas a minha paixão sempre foi pelo o futebol”, revela.

O apoio da família para que ele se tornasse um atleta profissional era condicionado a tirar boas notas na escola. “Fiz categoria de base no Atlético Mineiro, América Mineiro e no Villa Nova de MG”, lembra.

Até que teve problemas no joelho aos 19 anos, passou por duas cirurgias no ligamento cruzado anterior, justamente no momento da transição entre juniores e profissional.

“A decepção misturada com frustração veio com um gosto muito amargo porque é difícil a gente mexer com sonhos. Queimei chuteira e prometi para mim mesmo que não jogaria mais futebol depois da segunda cirurgia no joelho esquerdo”, afirmou.

A virada

O dinheiro que recebeu ao final do contrato com o Villa Nova/MG, Alayê investiu na educação, para conseguir uma bolsa e estudar nos EUA. Porém, ele não falava inglês.

“Fiz todo o processo de para ser aceito nas faculdades com mais estruturas, mas a minha nota nas provas de conhecimento de inglês era muito baixa”.

O jeito foi estudar todos os dias: “Um professor de Belo Horizonte chamado Pablo Hunai, que foi uma pessoa sensacional, me ajudou para preparar para a prova do TOEFL”, lembra.

Alayê fez a prova, passou e em julho de 2015, embarcou para o Alabama para ser um estudante atleta na faculdade Concordia College Alabama.

Humilhação e preconceito

Lá ocorreu um imprevisto: “Machuquei meu tornozelo uma semana antes de começar a nossa temporada e fui humilhado em um treino”.

“Um amigo traduziu as coisas que o treinador gritava para mim na frente de todo mundo… Segundo ele, as coisas eram horríveis.

Isso fez o jovem tímido lembrar outros casos de preconceito vividos no Brasil

“Sempre fui o único aluno negro da escola, motivo de piada por usar o cabelo natural desde os 11 anos, aquele que ninguém queria dança na infância. Depois, mais velho, em um jogo, um homem perguntou quantas bananas eu ganhava pra jogar”, conta.

Sem condições de voltar para o Brasil, Alayê aprendeu uma lição da vida: “Não há vitória sem sacrifício”. Ele decidiu mudar de faculdade. Conseguiu com um treinador que o viu jogando e gostou.

Na Spring Hill College ele era o único que falava português. “Um campus bonito com pessoas agradáveis, mas a faculdade ficava no meio de uma cidade extremamente racista”.

A dona do imóvel que ele alugou com outros três atletas pediu o apartamento de volta uma semana depois. E somente após um ano ele soube o verdadeiro motivo.

“O treinador confessou para mim que a mulher foi ao seu escritório e pediu a nossa retirada porque, segundo ela, “nunca foi mencionado que pessoas negras iriam morar lá”.

Resistir

Tirando isso, “os 3 anos que passei nessa Spring Hill College foram fenomenais.

Foi lá que Alayê descobriu o que quer a partir de agora:

“Planejo trabalhar com educação e depois de concluir o meu mestrado”.

O tempo vai dizer se será aqui ou nos EUA novamente.

Até decidir, ele mata as saudades da família, dos amigos e da comida mineira da mãe.

Por Rinaldo de Oliveira, da redação do SóNotíciaBoa 

 

Liderança regional, Rui encontra Bolsonaro pela primeira vez na sexta (24)


Presidente confirmou presença em reunião de governadores do Nordeste

Breno Cunha
Fotos: Mateus Pereira / GOVBA / Wilson Dias / Agência Brasil
Fotos: Mateus Pereira / GOVBA / Wilson Dias / Agência Brasil

 

O governador Rui Costa (PT) se encontrará pela primeira vez com o presidente Jair Bolsonaro (PSL) na próxima sexta-feira (24), em Pernambuco.

O próprio presidente confirmou em reunião com deputados do Nordeste, nesta quarta, que estará na presente no encontro de governadores na Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).

Na terça (21), Rui já havia garantido a ida a Recife durante o Papo Correria, mas não citou o encontro com o presidente. “Os nove governadores estarão presentes, discutindo os investimentos, planejamentos e ações do Nordeste para gerar emprego e renda”, disse.

Esta será a primeira vez que o petista, que desde o início do ano se tornou uma espécie de liderança regional, se encontrará com Bolsonaro. Em novembro do ano passado, já eleito presidente, Bolsonaro se reuniu com governadores eleitos. A Bahia, porém, foi representada pelo vice-governador João Leão (PP).

Especulado como possível candidato do PT à presidência em 2022, o governador Rui Costa é também o presidente do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável do Nordeste.

PRF apreende carregamento de cigarros paraguaios avaliados em R$ 1 mi


Cerca de 275 mil maços contrabandeados foram encontrados cobertos por repolhos no compartimento de carga de um caminhão; motorista foi preso

Foto: Divulgação / Polícia Rodoviária Federal
Foto: Divulgação / Polícia Rodoviária Federal

 

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, na tarde dessa terça-feira (21), um caminhão baú que transportava um carregamento com cerca de 275 mil cigarros paraguaios contrabandeados, na BR-116, altura da cidade de Jequié, sudoeste da Bahia.

De acordo com informações da PRF, os maços estavam distribuídos em 550 caixas escondidas no compartimento de carga do caminhão. A mercadoria, avaliada em mais de R$ 1 milhão, estava coberta por uma carga de repolho.

Ainda segundo a PRF, o motorista, de 37 anos, confessou que sabia dos produtos contrabandeados e que saiu de São Paulo com destino a Feira de Santana.

O caminhoneiro foi preso e levado para a delegacia local. A carga de cigarros foi apresentada na Secretaria da Receita Federal de Vitória da Conquista, na mesma região.

Apreensões em 2019

Neste ano, a PRF na Bahia já apreendeu mais de 1,7 milhão de maços de cigarro, cujo montante do produto é avaliado em R$ 8 milhões.

Estes números já superam a quantidade de 2018, quando foram apreendidos mais de 1,1 milhão de maços.

O desemprego segue alto no Brasil


Basta pensarmos um pouco e veremos a falta de lógica das reformas realizadas e propostas e o seu efeito no mercado de trabalho, pois todas elas tendem a aumentar o desemprego

desemprego segue alto no Brasil governo bolsonaro reforma trabalhista previdência economia
(Imagem: Thiago Freitas | Extra)

Quando o governo Temer propôs o aumento da terceirização no início do seu mandato os defensores desta medida argumentaram que isso aumentaria o número de postos de trabalho, mas o desempregoseguiu aumentando. Veio então a segunda promessa ao povo brasileiro, a reforma trabalhista, com menos regras e mais liberdade haverá mais emprego defendiam a direita, todavia a realidade foi o aumento do desemprego.

Agora no governo Bolsonaro a promessa é que a reforma da previdência irá acabar com o desemprego que segue entre aumentos e quedas, no entanto será que desta vez a tal reforma proposta pela direita irá criar empregos?

Basta pensarmos um pouco e veremos a falta de lógica das reformas realizadas e propostas e o seu efeito no mercado de trabalho, pois todas elas tendem a aumentar o desemprego e os poucos empregos criados serão precários criando trabalhadores pobres e explorados.

A terceirização mostrou na prática o seu fracasso. Funcionários terceirizados ganham menos e são menos produtivos, tornando as empresas que usam essa relação de trabalho menos eficientes.

A reforma trabalhista praticamente não surtiu efeito, tendo sido um fracasso absoluto e não aumentou o número de trabalhadores de forma grandiosa como prometeram.

Agora virá a reforma da previdência que irá tirar o direito de vários profissionais de aposentarem o que os manterá mais tempo no mercado de trabalho, desta forma pela lógica da oferta e da demanda é fácil chegarmos à conclusão que com mais trabalhadores no mercado o salário tende a diminuir e os jovens tendem a ter mais dificuldades em entrar no mercado de trabalho.

Em resumo o que cria empregos é o crescimento econômico e o que garante a qualidade destes empregos são leis trabalhistas justas que tenham a finalidade de valorizar o trabalhador.

A falsa psiquiatra que enganou pacientes durante 22 anos para ficar com suas fortunas


Por BBC

Zholia Alemi foi condenada por fraude e roubo em 2018 — Foto: Polícia de Cumbria

Zholia Alemi foi condenada por fraude e roubo em 2018 — Foto: Polícia de Cumbria

Zholia Alemi trabalhou como profissional de saúde mental no NHS, o serviço de saúde pública britânico, durante 22 anos e atendeu centenas de pacientes, mas sequer concluiu o primeiro ano do curso universitário.

A “psiquiatra fajuta”, como se tornou conhecida no Reino Unido, foi condenada a cinco anos de prisão em outubro de 2018, sob acusações de roubo e fraude na Escócia.

Agora, veio à tona a informação de que Alemi não apenas enganava seus pacientes para ter acesso a suas contas bancárias, como também pode ter receitado a dezenas de pessoas – sem ter a qualificação para tal – medicamentos, internações ou terapias invasivas, como a eletro-convulsiva.

Das dezenas de pacientes que passaram por seu consultório, o caso mais escandaloso foi o de uma senhora de 87 anos, que teve seu testamento modificado por Alemi. A falsa profissional pretendia ficar com uma herança de 1,3 milhão de libras (R$ 6,7 milhões).

Mas como a mulher conseguiu enganar tantas pessoas por tanto tempo?

Pessoas vulneráveis

A estratégia de Alemi era “se fazer de amiga” dos pacientes e ganhar sua confiança durante as sessões de terapia, para obter informações sobre suas situações financeiras, disse ao jornal escocês The Herald a médica Catherine Calderwood, responsável pelo sistema de saúde da Escócia.

Em 2016, ela começou a tratar a idosa Gillian Belham em uma clínica para pacientes com demência. Quatro meses depois, aproveitando-se do elo de confiança que havia estabelecido com a paciente, modificou de modo fraudulento o testamento, deixando de fora a família de Belham e as instituições de caridade que a idosa pretendia beneficiar. No lugar, Alemi colocou ela própia e seus netos como beneficiários.

Durante o julgamento, o júri foi informado também de que Alemi roubou cartões de crédito de pacientes e usou assinaturas deles em benefício próprio.

Agora, porém, o que mais preocupa especialistas são os pacientes que podem ter sido tratados de maneira incorreta sob indicação da “psiquiatra fajuta”.

Catherine Calderwood escreveu cartas aos seis conselhos de saúde em que Alemi trabalhou, com um pedido para que chequem os registros médicos relacionados ao caso e identifiquem pacientes que parecem ter recebido orientação para “tomar medicamentos e fazer tratamento eletro-convulsivo” ou que tenham sido de algum modo diagnosticados ou tratados erroneamente.

Além disso, Alemi ajudou a avaliar pacientes para determinar se eles seriam ou não internados à força, sob a Lei de Saúde Mental britânica. Durante os 18 meses em que ocupou essa função, a partir de 2007, 24 pessoas foram detidas com o seu aval. Autoridades britânicas afirmaram que entrarão em contato com cada uma delas.

Nas cartas, obtidas pelo jornal Herald, Calderwood adverte: “Ela (Alemi) é conhecida por ter ficado amiga e ‘seduzido’ pessoas vulneráveis com as quais fez contato enquanto trabalhava como psiquiatra, com o objetivo principal de acessar suas finanças”.

Registro médico

Só depois de sua condenação, no ano passado, soube-se que Alemi havia abandonado o curso de Medicina que frequentava em seu país natal, a Nova Zelândia. Ainda assim, ela conseguiu enganar as autoridades britânicas e ser contratada pelo NHS para trabalhar do Reino Unido, a partir de 1985.

Dados de pacientes atendidos por Alemi serão revisados pelo sistema de saúde público britânico — Foto: UnsplashDados de pacientes atendidos por Alemi serão revisados pelo sistema de saúde público britânico — Foto: Unsplash

Dados de pacientes atendidos por Alemi serão revisados pelo sistema de saúde público britânico — Foto: Unsplash

Em solo britânico, Alemi trabalhou em diversos hospitais e em órgãos de saúde, que agora terão de revisar todos os casos em que ela se envolveu.

O Conselho Médico Geral do Reino Unido (GMC, na sigla em inglês) afirmou que Alemi obteve seu registro profissional britânico graças a uma brecha na Lei Médica, que permite que candidatos de determinados países registrem-se para trabalhar como médicos em solo britânico sem a necessidade de passar por um exame de validação de suas qualificações, como ocorre com os demais médicos estrangeiros.

O GMC afirmou que estabelecerá controles mais rigorosos e revisará os registros de outros 3 mil médicos contratados sob as mesmas regras que Alemi.

Menino de 4 anos diz à mãe que vai esperar por ela no céu pouco antes de falecer


Nola, de apenas quatro anos, deixou uma mensagem emocionada à mãe momentos antes de partir nos seus braços. “Vou esperar por ti no céu” e “amo-te” foram as últimas palavras da criança antes de falecer.

A sua curta história de vida que foi contada nas redes sociais tocou em milhares de pessoas pelo mundo inteiro.

Quando tinha apenas três anos, o pequeno Nolan foi diagnosticado com rabdomiossarcoma, um tumor maligno que surge de células que desenvolvem os músculos estriados da musculatura esquelética.

Faz parte do grupo de sarcomas de partes moles, sendo o tipo mais comum na infância.

A família conta que o pequeno Nolan lutou imenso, e cada vez que ia abaixo por causa dos tratamentos, fazia de tudo para se erguer.

O sonho do pequeno Nolan era vir a ser polícia, e quando se encontrava internado, a polícia local fez dele um polícia por um dia.

A sua mãe, Ruth, foi sempre sincera com Nolan sobre a sua doença. e revelou a sua última conversa com ele.

Mãe: Sentes dor quando respiras, não é?
Nolan: Sim.

Mãe: Estás a sentir muitas dores, não estás querido?

Nolan: Sim

Mãe: Este cancro é duro. Não precisas de lutar mais.

Nolan: Não? Mas por ti, vou mamã!

Mãe: Não querido. É isso que tens feito? Lutar pela mamã?

Nolan: Sim!

Mãe: Nolan, qual é o trabalho da mamã?

Nolan: Manter-me a SALVO!

Mãe: Querido… não consigo fazer mais isso. A única forma de te manter a salvo, é no CÉU.

Nolan: Então, eu irei para o CÉU e vou brincar até tu lá chegares. Vais lá ter, certo?

Mãe: Claro! Não te vais ver livre da mãe tão fácil!

Nolan: Obrigado mãe. Vou brincar com o Hunter, Brylle e Henry!

Dias depois o Nolan perdeu a batalha contra o cancro…

Fonte: Bombeiros24.