Macron chama Bolsonaro de mentiroso e diz que França sairá do acordo UE-Mercosul


Ruralistas sofrem o primeiro grande prejuizo decorrente da insanidade bolsonarista. A França acaba de anunciar que irá se opor a um acordo comercial com o Mercosul, que poderia abrir mercados para os produtos nacionais. Presidente francês, Emmanuel Macron, justificou a não ratificação do acordo afirmando que Jair Bolsonaro “mentiu” sobre os compromissos ambientais assumidos pelo Brasil durante a reunião de cúpula do G20, no Japão

Os incêndios florestais que devastam a Amazônia há 20 dias, incentivados pelo desmonte dos orgãos de fiscalização ambiental e pelas declarações de incentivo ao desmatamento feitas por Jair Bolsonaro, já resultaram no primeiro grande prejuízo internacional ao agronegócio., Segundo a Agência de Notícias France Press, A França acaba de anunciar que irá se opor ao acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul, o que fecha a entrada de produtos agropecuários brasileiros nos principais mercados europeus

Para o presidente francês, Emmanuel Macron, Bolsonaro “mentiu” sobre os compromissos ambientais assumidos pelo Brasil, o que levou a decisão da França de não ratificar o tratado comercial entre a UE e o Mercosul. “Dada a atitude do Brasil nas últimas semanas, o presidente da República só pode constatar que o presidente Bolsonaro mentiu para ele na cúpula (do G20) de Osaka”, disse o governo francês por meio de nota. “O presidente Bolsonaro decidiu não respeitar seus compromissos climáticos nem se comprometer com a biodiversidade”, complementa o texto.

Neste final de semana, os principais jornais da Alemanha já haviam criticado duramente o desmonte ambiental promovido pelo governo Jair Bolsonaro e a falta de ações efetivas para conter os incêndios. Em seus editoriais, os jornais defendiam a adoção de sanções ao Brasil como forma de pressionar o país a rever a questão ambiental (leia noia no Brasil 247).  ).

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Venezuela de Maduro oferece ajuda ao Brasil para conter destruição na amazônica de Bolsonaro


O governo do presidente Nicolás Maduro na Venezuela manifestou nesta sexta-feira (23)  preocupação com os incêndios na Amazônia, que vêm fazendo estragos tanto no Brasil quanto na Bolívia, e ofereceu ajuda aos dois países para conter o fogo.

“A Venezuela expressa a sua profunda preocupação com os gigantescos e terríveis incêndios que devastam a região da Amazônia em território de vários países da América do Sul, com gravíssimos impactos sobre a população, os ecossistemas e a diversidade biológica da área”, pronunciou-se o Ministério do Poder Popular para Relações Exteriores da Venezuela em comunicado.

No texto, a Chancelaria venezuelana expressou solidariedade de maneira especial às comunidades indígenas e camponesas no Brasil, na Bolívia, no Paraguai, no Equador e no Peru, países que dividem a Amazônia com a Venezuela.

Além disso, pediu consciência aos atores econômicos e institucionais dessas nações.  “Considerando a irmandade sul-americana e como integrante da comunidade amazônica, a Venezuela oferece sua modesta ajuda que possa servir para suavizar esta dolorosa tragédia, com caráter imediato”, escreveu o Ministério, que pediu cuidado com a Amazônia.  “Nós, povos da América do Sul, estamos unidos por este prodígio natural que deve ser defendido, protegido e desenvolvido por seus próprios habitantes através de políticas que protejam sua fragilidade ambiental e seu valor como patrimônio natural da humanidade”, afirmou a Chancelaria no documento.

Fonte 247.

Bruna Marquezine é chamada de ‘petista imunda’ e rebate


Atriz fez post sobre queimadas da Amazônia e foi atacada

 

Bruna Marquezine usou seu perfil no Instagram, na última quarta-feira, 21, para fazer um post condenando as queimadas da Amazônia, mas foi atacada por uma internauta que a chamou de “petista imunda”.

A atriz compartilhou um vídeo do Greenpeace e escreveu: “Nós somos a última geração que pode salvar a floresta Amazônica, o pulmão do mundo”.

bruna marquezine

Crédito: Reprodução/InstagramBruna Marquezine compartilhou vídeo polêmico

Mesmo que não tenha citado nenhum partido político, o post foi o suficiente para ser xingada: “Petista imunda. Onde estava quando o PT destruía tudo?”.

Marquezine, então, disse que a questão não é sobre política e que nunca votou no PT: “Parem com isso! Meu Deus! Vamos acabar com o mundo e as pessoas ainda vão achar que é sobre partido. E eu nunca fui ou votei no PT. Na época que estavam no poder eu era uma alienada que não ligava para política. Quando comecei a acordar, fui para rua contra as decisões do governo Dilma. Não é sobre o PT. É sobre a nossa responsabilidade com o nosso planeta, sobre as gerações futuras”.

Com informação de Catraca Livre.

Após Bolsonaro ‘mentir’ para Macron, França vai rejeitar acordo da União Europeia com Mercosul


De acordo com a agência de notícias AFP, o presidente da França, Emmanuel Macron, declarou na última quinta-feira (23) que os incêndios que atingem a Amazônia são uma “crise internacional”

[Após Bolsonaro 'mentir' para Macron, França vai rejeitar acordo da União Europeia com Mercosul]

O governo da França vai rejeitar o acordo da União Europeia com o Mercosul, que começou a ser negociado em 1999 e foi fechado neste ano. O acordo de livre-comércio pretendia envolver os 28 países da UE e as quatro nações que fazem parte do Mercosul (Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai). Os dois blocos juntos reúnem cerca de 750 milhões de consumidores. A decisão do governo francês ocorre diante da posição do governo de Jair Bolsonaro a respeito da crise climática que envolve o Brasil.

De acordo com a agência de notícias AFP, o presidente da França, Emmanuel Macron, declarou na última quinta-feira (23) que os incêndios que atingem a Amazônia são uma “crise internacional” e convocou os membros do G7 a discutir “esta emergência” na cúpula de Biarritz, prevista para este final de semana. Na avaliação de Macron, Bolsonaro mentiu para ele durante a reunião de Osaka, no Japão, em reunião do G20. “Diante dessas condições, a França vai se opor ao acordo do Mercosul como está”, afirma a agência RT.

Macron convoca G7 a discutir queimadas na Amazônia

O presidente da França, Emmanuel Macron, foi ao Twitter pedir que os membros do G7 discutam sobre o que pode ser feito pelas queimadas na Amazônia assim que a reunião começar. O grupo, composto por Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido se encontra em dois dias no sudoeste da França.

“Nossa casa está queimando. Literalmente. A Floresta Amazônica – os pulmões que produzem 20% do oxigênio em nosso planeta – está em chamas. É uma crise internacional. Membros do G7, vamos discutir esta emergência como primeira pauta da reunião em dois dias! “AgindoPelaAmazônia”, Macron postou.

Enquanto isso, não se vê preocupação no Ministro do Meio Ambiente, bem como o presidente Bolsonaro também tem demonstrado tranquilidade como se nada tivesse acontecendo. Em outros depoimentos para políticos da Europa, ele, transparecendo nervoso com a pergunta de um repórter internacional, iniciou a sua fala dizendo que “em primeiro lugar a Amazônia é nossa”. Ou seja, transparecendo ali que “se é nossa a gente pode fazer dela o que quiser”.

O que o presidente precisa saber e aprender, é que um país precisa do outro, para que aconteça as negociações, as parcerias entre governos. O que parece acontecer com a cabeça do presidente, é que se os EUA estão “apoiando” o Brasil, basta.

Mas, como têm relatado os presidentes dos países Europeus, a crise, com as queimadas da floresta Amazônica é de todos.

Mas o que mais tem intrigado as pessoas que têm mente sã, é o silêncio da mídia televisiva, cujo papel deveria ser mostrar os fatos, mas.no entanto, o grande papel tem sido ocultar as ações do governo.

 

 

Limpador de ônibus não tem celular, mas já devolveu 5 que encontrou no Ceará


“Eu me sinto feliz, porque você tá devolvendo algo que é da pessoa”

limpador de ônibus acha celular

 

Histórias de celular roubado sempre ganham a mídia, e do que foi devolvido? Este limpador de ônibus que vive em Fortaleza – Ceará, e já devolveu 5 que encontrou.

Ele se chama José Maria, tem 48 anos e mudou-se para a capital cearense há pouco mais de um ano, junto com sua esposa, em busca de maiores oportunidades do que as que tinha em sua cidade natal, Limoeiro do Norte.

Lá, ele trabalhava dirigindo trator e operando máquinas, mas desde que chegou na capital arrumou emprego em uma empresa de ônibus, como limpador. Ganhando pouco, ele não tem dinheiro para comprar celular, o que não o impede de ter devolvido os cinco que já encontrou nos últimos tempos: “Eu sou do interior, aqui eu moro só com minha esposa. Tá com um ano e seis meses que chegamos em Fortaleza, lá tava meio ruim de emprego e um amigo me chamou para trabalhar aqui”.

Ele costuma trabalhar até de madrugada na limpeza dos ônibus e diz que o último celular encontrado superou o seu salário e custava em torno de 1500 reais: “Esse foi o quinto celular que achei, os outros eu encontrei pela minha cidade mesmo. Já aconteceu de passar de moto e achar celular perdido pela rua”.

O trabalhador diz que costuma encontrar outras coisas, fora os celulares, como guarda-chuvas e bolsas, sempre devolve tudo o que encontra e diz que se sente feliz em saber que está ajudando o próximo: “Eu me sinto feliz, porque você tá devolvendo algo que é da pessoa. Imagina perder tudo que tem ali? Então, eu vejo como exemplo sim, fica o exemplo pros meus colegas de trabalho”.

Esta história não somente serve de exemplo para que outras pessoas sigam fazendo o mesmo, mas para nos dar esperança de que nosso país, está sim, cheio de gente maravilhosa e honesta, fazendo a sua parte para construir uma sociedade justa.

limpador de ônibus acha celular

Com informações de Tribuna do Ceará

Patético, Villas Bôas ameaça Macron para defender seu garoto Bolsonaro, mas esquece que a França não é o STF


O general Villas Bôas e seu garoto

O general Villas Bôas saiu mais uma vez em socorro de seu gafanhoto Jair Bolsonaro.

O ex-comandante do Exército brasileiro resolveu peitar Macron por conta da convocação da reunião do G-7 para evitar a destruição da Amazônia pelas queimadas.

Macron, diz ele, realiza “ataques diretos à soberania brasileira” e faz “ameaças de emprego do poder militar”.

Onde?

“A questão ultrapassa os limites do aceitável na dinâmica das relações internacionais”.

Citou até o líder comunista Ho Chi Minh, vencedor da Guerra do Vietnã, segundo o qual “a França é a pátria do Iluminismo, mas quando viaja se esquece de levá-lo consigo.”

O general é fiador do pior presidente na história do país, cuja incompetência ultrapassou as nossas fronteiras.

Seu garoto Bolsonaro é um desastre e uma ameaça internacionais.

Parece aquele valentão da 5ª série que se encolhia e corria para baixo da saia da mãe quando a coisa apertava.

Ao invés cobrar qualquer coisa da Europa, Villas Bôas deveria mandar o moleque limpar o ranho do nariz, escovar o dente e se comportar como gente.

Uma coisa é intimidar o STF e aqueles ministros que vivem acovardados, general.

Outra é achar que as bravatas vão funcionar com os franceses.

Toma, que o filho é teu.

Informação do DCM.

Elimine de sua vida o hábito de reclamar. É a gratidão que vai transformar a sua vida!



A gratidão é uma das mais poderosas ferramentas para elevar a vibração que você pode praticar.

Viver lamentando da vida e reclamando das pessoas e situações a sua volta não vai ajudar em nada.

Quem vive lamentando está gerando uma energia contrária ao sucesso e à felicidade.

Ser grato pode ser uma ferramenta poderosa para transformar a sua vida.

Somos um corpo energético, cada molécula do corpo humano na verdade é uma vibração de energia. O átomo quando muda o seu estado, está absorvendo e emitindo frequências eletromagnéticas. Hoje já se sabe que diferentes estados de emoção, percepção e sentimentos resultam em diferentes frequências eletromagnéticas.

Reclamar da vida e dos outros, causa insatisfação geral e cria um campo magnético na mesma frequência, atraindo pessoas e situações que trazem mais insatisfação e desconforto. Assim trabalha o universo, pois traz em retorno aquilo que emitimos.

Elimine de sua vida o hábito de olhar o lado ruim das pessoas e das situações. É possível que, hoje, você veja seus obstáculos e tenha se tornado um especialista em reclamar e não em agradecer. Por isso, não consegue deixar de falar da crise financeira, das pessoas que o machucam e das frustrações da vida.

Ser grato auxilia a reduzir o estresse, a ansiedade e a depressão. Ameniza as situações adversas, deixando-as mais leves, além de provocar o sentimento de valor ao que se tem, e menos frustração pelo que não tem.

Quando nos concentramos no que nos falta, nós criamos bloqueios e limitações. Ficamos aprisionados pela vibração da nossa energia negativa. Como resultado, nós atraímos o que pensamos, o que neste caso é a negatividade.

Comece a observar as pequenas coisas a sua volta, muitas delas são fundamentais para sua sobrevivência. O ar que você respira, a água, o sol, a chuva, o dia, a noite, etc. Você já agradeceu por isso hoje? Não fique esperando acontecimentos espetaculares para sentir gratidão, seja grato pelas pequenas coisas do seu dia a dia.

A gratidão torna a vida mais alegre, agradável e gloriosa. E ela precisa ser cultivada e expressa, mesmo em situações aparentemente desfavoráveis.

Mesmo que a nossa volta pareçam existir milhares de motivos para reclamações, devemos olhar por outro foco e assim encontrar motivos para ser gratos.

A gratidão é uma das mais poderosas ferramentas para elevar a vibração que você pode praticar. Um exercício fundamental para o seu crescimento é ser grato por pessoas e situações em sua vida que o tiram do sério e o irritam. Descubra por que  irritam tanto. Considere a possibilidade de que eles podem estar agindo como um espelho para mostrar aspectos de si mesmo que precisa mudar.

O que nós precisamos saber é que todos temos potencial, inteligência, energia e capacidade para sermos felizes. Mas precisamos dar os comandos corretos para nossa mente, para que ela possa acionar nossos talentos mais apropriados em cada situação, tornando-nos o mais eficientes, mais plenos, mais inteiros em cada um dos projetos a que nos propusermos realizar.

Um dos principais ingredientes da felicidade é sermos grato por tudo aquilo que temos e pelas pessoas que enriquecem as nossas vidas. 

SOU GRATO!

Suspeito de golpe milionário tem prisão preventiva decretada na Bahia


Homem mentiu para a família e disse que ficou rico após ganhar na Mega-Sena
 

Suspeito de uma fraude milionária por meio de um esquema de pirâmide financeira, o mineiro Marcel Mafra Bicalho, 35 anos, teve a prisão temporária convertida em preventiva nesta quinta-feira (21). Ele foi preso no dia 1º de agosto, numa pousada de luxo em Arraial d’Ajuda, distrito de Porto Seguro, no extremo sul da Bahia.

De acordo com a Polícia Civil de Montes Claros (MG), outras prisões relacionadas ao caso ocorrerão nos próximos dias. Bicalho, que nega os crimes, é suspeito de organização criminosa, lavagem de dinheiro, estelionato e evasão de divisas.

Ainda segundo a investigação, com as supostas fraudes ele conseguiu construir um patrimônio avaliado em R$ 33 milhões, com itens como casas, carros e dinheiro desviado do esquema. No total, a fraude lesou mais de 6 mil pessoas e causou prejuízos de mais de R$ 1 bilhão.

Um dos delegados envolvidos nas investigações, Alberto Tenório Cavalcante Filho, titular da delegacia de Investigações Especiais de Montes Claros, disse que o mineiro mentiu inclusive na própria família.

“De pessoa humilde, ele passou a milionário em pouco tempo. Enganou também a família, disse que ganhou na Mega-Sena e enviou todo mundo para o exterior. Ele tem mulher e filhos, mas estava sozinho quando foi preso”.

A pousada onde Bicalho foi preso estava desativada. O imóvel, localizado na região de Vale Verde, mais afastada do litoral, foi alugado há quatro meses por R$ 30 mil, mas as despesas com o esconderijo disfarçado de moradia improvisada passavam dos R$ 100 mil, conforme apuração policial. No local, foram apreendidos dois veículos, uma Land Rover Velar e um Ford Ranger, além de uma pistola 380, um revólver, computadores, celulares e pen drives.

Golpe 
No extremo sul da Bahia, Marcel Bicalho mantinha uma vida discreta e quase não saía da pousada, onde ele mantinha grande aparato tecnológico que o permitia monitorar as transações financeiras. O imóvel, cujo dono é um brasileiro que mora no exterior, era protegido por seguranças armados de uma empresa particular.

Segundo a polícia, há pelo menos três anos Marcel Bicalho atua no mercado financeiro por meio da empresa Mattos Investing, criada em Montes Claros. Antes de vir para a Bahia, ele morava no bairro nobre de Ituruna, não tinha emprego fixo e mantinha um estilo de vida classificado como “caipira”, sem chamar a atenção das autoridades policiais, mesmo já tendo sido preso por brigas de trânsito.

Segundo a polícia, com a Mattos Investing, o mineiro atraía pessoas para que investissem em criptomoedas (bitcoins) e outras atividades financeiras. Na internet, ele dava curso de como seriam os investimentos e prometia lucro inicial de 60% em dois meses, aumentando, depois de 6 meses, para uma margem de 120 a 160% do valor investido. O aporte mínimo era de R$ 1,5 mil.

A estratégia era dar um retorno financeiro nos primeiros dois meses, para manter as pessoas interessadas. Em seguida, quando havia novo investimento, ele sumia com o dinheiro. As aplicações individuais giravam em torno de R$ 80 mil a R$ 100 mil, mas depois dos lucros iniciais eles chegavam a valores entre R$ 400 mil e R$ 500 mil. De acordo com a polícia, apenas um investidor do Ceará, por exemplo, perdeu R$ 7 milhões.

A polícia não soube especificar quantas pessoas fazem parte da suposta quadrilha criminosa, mas garantiu que ela tem atuação em todos os estados do Brasil. Um dos integrantes do grupo era o baiano Leonardo Oliveira da Silva, 32, preso preventivamente no mesmo dia que Marcel Bicalho.

A polícia informou que Leonardo lavava dinheiro e angariava novas vítimas em todo o país. Apenas no Rio de Janeiro, havia um grupo de cerca de 600 pessoas, algumas das quais atuavam também com a lavagem de dinheiro, produção de documento falso, tanto público quanto particular, remessa ilegal de dinheiro para o exterior e na captação de novos investidores.

Alberto Tenório Cavalcante Filho informou que, desde que passou a dar golpe nos investidores, Marcel sempre se mudava de endereço e trocava de aparelho celular. Ele preferiu não informar como a polícia chegou até o suspeito.

“Ele chegou a morar em Belo Horizonte, Salvador, em outra casa em Arraial d’Ajuda. Voltou pra Montes Claros e, depois, foi para Arraial de novo. Há investigações aqui em Montes Claros e em Belo Horizonte contra ele e outros envolvidos”, concluiu o delegado.

Governo debocha mais uma vez da população: “as pessoas podem estar desempregadas, mas têm o que comer”


O ministro da Cidadania Osmar Terra repetiu neste quinta-feira (22) o discurso de Bolsonaro, de que  “as pessoas podem estar desempregadas, mas têm o que comer “. 

“O discurso de redução da pobreza, que é insistente no discurso da esquerda, não tem comprovação fática, nem o discurso de que a fome voltou no governo Bolsonaro. As pessoas podem estar desempregadas, em situação difícil, mas têm o que comer”, afirmou o ministro, em declaração ao jornal Estado de S.Paulo.

No entanto, alguns fatos foram omitidos no discurso de Terra. No período em que o ex-presidente Lula esteve à frente do país – oito anos encerrados em dezembro de 2010 -, houve queda de 50,64% da pobreza no País.

Segundo apontou a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), em 2013,  o Brasil conseguiu reduzir a pobreza extrema – classificada com o número de pessoas que vivem com menos de US$ 1 ao dia – em 75% entre 2001 e 2012.

Já o cenário atual é devastador. Em apenas um ano, o Brasil passou a ter quase 2 milhões de pessoas a mais vivendo em situação de pobreza. A pobreza extrema também cresceu em patamar semelhante. É o que mostra a Síntese de Indicadores Sociais (SIS), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com informação do 247.

Bolsonaro ataca a imprensa e diz que jornal ‘vai fechar’


Crédito: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar a imprensa nesta quinta-feira, 22, e afirmou que o jornal Valor Econômico “vai fechar”. O motivo, segundo o presidente, é o fim da obrigatoriedade de empresas de capital aberto publicarem seus balanços em jornais, previsto em medida provisória editada pelo seu governo no início do mês.

 

O comentário do presidente foi feito durante café da manhã com representantes da Associação Catarinense de Emissoras de Rádio e Televisão (ACAERT), no Palácio do Planalto. “Sabe o que eu posso fazer? Chamo o presidente da Petrobrás aqui e digo: ‘Vem cá, (Roberto) Castello Branco. Você vai mostrar seu balancete este ano no jornal O Globo’”, disse o presidente, acrescentando que, mesmo que custasse R$ 10 milhões, poderia determinar.

“Posso fazer ou não? Vinte páginas de jornais para isso (publicação de balanços). E o jornal Valor Econômico, que é da Globo, vai fechar. Não devia falar? Não devia falar, mas qual é o problema? Será que eu vou ser um presidente politicamente correto? Uai. É isso daí aqui no Brasil”, afirmou Bolsonaro durante o encontro.

A MP permite a empresas com ações em bolsa a publicação de seus balanços no site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) ou no Diário Oficial gratuitamente. Ao anunciar a medida, no dia 6 de agosto, Bolsonaro afirmou que era uma “retribuição” ao tratamento que recebeu da imprensa. Uma lei sancionada pelo próprio presidente em abril previa que os balanços fossem publicados de forma resumida nos jornais a partir de 2022.

 

“Há uma briga com a mídia tradicional, com a grande mídia, na questão de deturpar (informações)”, disse o presidente no encontro.

Mais cedo, Bolsonaro falou sobra a MP durante conversa com jornalistas. “Tirei de vocês (jornalistas) R$ 1,2 bilhão com publicação de balancetes. Não é maldade. É bondade e Justiça com os empresários, que não aguentam pagar isso para publicar páginas e páginas que ninguém lê. Então, publica no site oficial, CVM, a custo zero”, disse.

O presidente afirmou ainda que “a imprensa” está acabando como acabou a profissão de datilógrafo. “Já estamos ajudando assim a não ter desmatamento, porque papel vem de árvore. Estamos em uma nova era. Assim como acabou no passado o datilógrafo, a imprensa está acabando também. Não é só por questão de poder aquisitivo do povo que não está bom. É porque não se acha a verdade ali.”

Com informações da ISTOÉ.

Luisa Mell se revolta com fake news sobre queimadas na Amazônia


“As pessoas estão loucas, vocês estão cegos. Sério, esse negócio de que a mídia é esquerdistas e vocês se informando por WhatsApp”, afirmou a ativista

 

A ativista Luisa Mell se revoltou com as fake news divulgadas na internet sobre queimadas que destroem a Amazônia há pelo menos duas semanas e se manifestou, nesta quinta-feira, 22.

Desde ontem, diversos artistas publicaram, em suas redes sociais, mensagens de revolta ao desmatamento desenfreado que vive as florestas brasileiras desde o início do governo Bolsonaro. Com isso fake news bolsonaristas começaram a ser difundidas na web.

Crédito: Reprodução/InstagramLuisa Mell se revolta com fake news sobre queimadas na Amazônia

“Estou lendo uns comentários que não estou acreditando. Juro por Deus, as pessoas estão loucas, vocês estão cegos. Sério, esse negócio de que a mídia é esquerdista e vocês ficam se informando por WhatsApp, o negócio tá ficando muito perigoso nesse país”, afirmou Mell.

Um seguidor de Luisa a xingou depois dela publicar informações sobre o desmatamento, com dados do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e da NASA. Ela foi acusada de mentirosa. Em resposta, a ativista relembrou a demissão de Ricardo Galvão, ex-presidente do instituto, justamente por divulgar informações do que realmente ocorre na Amazônia.

Luísa convocou seus seguidores para fazerem manifestações em todo Brasil para defender a Amazônia.

“Vamos para as ruas, vamos mostrar que a Amazônia importa sim, que essa política ambiental do Bolsonaro o povo não aceita! A gente não aceita essa destruição toda, se você votou ou não votou f***-se. Todos nós somos cidadãos brasileiros e temos o direito de fazer o governante ouvir nossa voz”, vibrou a ativista.

Com informações da Fórum.

Dilma Rousseff: “A soberania queima junto com a Amazônia e a venda da Petrobras”


Para Dilma, “não é coincidência que, num mesmo dia, o governo neofascista tenha acusado organizações sociais que defendem a Amazônia de autoras dos incêndios florestais e anunciado a privatização de 17 empresas públicas”

Dilma Rousseff e Sonia Guajajara (Arquivo/Ricardo Stuckert)

A ex-presidenta Dilma Rousseff (PT) classificou nesta quinta-feira (22) como “crime de lesa-pátria” a devastação da floresta amazônica, que arde em chamas com a política de desmatamento do governo Jair Bolsonaro e tem feito com que o mundo volte os olhos para o Brasil

“É um crime de lesa-pátria cometido pelo governo Bolsonaro. A derrubada de árvores e as queimadas, sob a inoperância tolerante do governo, representam uma agressão à soberania nacional tão grave como a venda de empresas públicas estratégicas brasileiras como a Petrobrás, prevista para ocorrer até 2022. A catástrofe ambiental e as privatizações são perigosas, porque algumas decisões econômicas podem ser revistas e revogadas, mas a extinção da maior floresta tropical do mundo e a venda da sétima empresa de Petróleo do planeta são irreversíveis”, relata Dilma.

Para a ex-presidenta, que foi tirada do poder por um golpe parlamentar apoiado por Bolsonaro, “não é coincidência que, num mesmo dia, o governo neofascista tenha acusado organizações sociais que defendem a Amazônia de autoras dos incêndios florestais e anunciado a privatização de 17 empresas públicas”.

“Trata-se de um projeto de destruição do Brasil – tanto de suas empresas quanto de suas riquezas naturais”, afirma ressaltando que “defender a Amazônia é defender a soberania nacional e lutar pela soberania é lutar pela Amazônia”.

Veja também:  Perfil de Lula dá invertida no Jornal Nacional com matéria da BBC no caso Amazônia

Leia a nota na íntegra

A soberania queima junto com a Amazônia e a venda da Petrobras

A devastação da floresta amazônica é uma face assustadora da destruição da soberania nacional. É um crime de lesa-pátria cometido pelo governo Bolsonaro. A derrubada de árvores e as queimadas, sob a inoperância tolerante do governo, representam uma agressão à soberania nacional tão grave como a venda de empresas públicas estratégicas brasileiras como a Petrobrás, prevista para ocorrer até 2022. A catástrofe ambiental e as privatizações são perigosas, porque algumas decisões econômicas podem ser revistas e revogadas, mas a extinção da maior floresta tropical do mundo e a venda da sétima empresa de Petróleo do planeta são irreversíveis.

Não é coincidência que, num mesmo dia, o governo neofascista tenha acusado organizações sociais que defendem a Amazônia de autoras dos incêndios florestais e anunciado a privatização de 17 empresas públicas, acenando ainda com a venda da Petrobras, a maior empresa brasileira. Trata-se de um projeto de destruição do Brasil – tanto de suas empresas quanto de suas riquezas naturais.

A defesa da Amazônia ganhou caráter de urgência, questão imediata a ser enfrentada já, antes que seja tarde demais. Em um ano, foram registrados mais de 72 mil focos de incêndio na região ambientalmente mais rica do Brasil. Só esta semana, houve 68 grandes focos de incêndios em áreas indígenas e unidades de preservação, verificados por imagens de satélite – um aumento de 70% desde o ano passado.

Não é por acaso que grandes incêndios ocorram em áreas indígenas e de proteção ambiental. Também não é sem motivo que os incêndios atinjam as áreas de maior registro de desmatamento. Isto é efeito da política ambiental desastrosa do governo que acabou com a fiscalização e das manifestações de Bolsonaro contra a existência de reservas indígenas, de tolerância à grilagem e defesa da exploração mineral das terras que deveriam ser protegidas. Bolsonaro é exemplo de destruição e morte. Quando fala suas barbaridades sobre meio ambiente, autoriza a sua destruição por grileiros, invasores, contrabandistas e toda espécie de criminosos aproveitadores.

As insanidades pronunciadas por Bolsonaro, dia sim, dia também, estão levando o Brasil a perder mais do que os R$ 283 bilhões do Fundo Amazônia, que a Noruega e a Alemanha suspenderam por não confiar no governo. O Brasil perde credibilidade perante a comunidade internacional, perde riqueza ambiental para sua população e o mundo, assim como perde empresas estatais para investidores estrangeiros e perderá, sem dúvida, fatias relevantes de mercado para seus produtos de exportação.

Bolsonaro mente quando diz que o governo dele está fazendo sua parte em defesa do meio ambiente. Ele se apropria de dados antigos e de resultados que não são seus. O desmatamento aumentou 278% do ano passado até julho deste ano. Já havia crescido durante o governo que assumiu em 2016 por meio de um golpe de estado que me tirou do cargo para o qual havia sido eleita, sem que tivesse cometido qualquer crime. E se tornou praticamente incontrolável desde a posse de Bolsonaro.

Não era assim quando o Brasil tinha governos progressistas e populares. O governo Lula e o meu governo reduziram o desmatamento da Amazônia em 82%. Nosso esforço foi reconhecido pela ONU, em 2014, como um exemplo a ser seguido pelo mundo. “As mudanças na Amazônia brasileira na década passada e sua contribuição para retardar o aquecimento global não têm precedentes”, dizia o relatório das Nações Unidas.

A defesa da Amazônia é questão fundamental. Neste momento, o coração do planeta queima e sangra, precisa ser protegido de seus inimigos, entre os quais está, por mais espantoso que pareça, o atual governo brasileiro. Por isto, temos de ir às ruas para as manifestações marcadas para amanhã à tarde em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e outras cidades do Brasil e do mundo.

Defender a Amazônia é defender a soberania nacional.

Lutar pela soberania é lutar pela Amazônia.

Dilma Rousseff

Com informação da revista Fórum

 

Começa hoje vacinação preventiva ao sarampo


Vacinação é preventiva e deve alcançar 1,4 milhão de crianças em todo o país

[Começa hoje vacinação preventiva ao sarampo]
Foto : Marcelo Camargo/Agência Brasil

A partir de hoje (22), crianças de seis meses a menores de um ano devem ser vacinadas contra o sarampo em todo o país, segundo o Ministério da Saúde.

A vacinação é preventiva e deve alcançar 1,4 milhão de crianças, que ainda não receberam a dose extra, chamada de dose zero, além das previstas no Calendário Nacional de Vacinação, aos 12 e 15 meses.

De acordo com a Agência Brasil, a pasta enviará 1,6 milhão de doses a mais para os estados, a fim de intensificar a vacinação desse público-alvo, que é mais suscetível a casos graves e óbitos.

A medida é uma resposta do ministério diante do aumento de casos da doença.

O país registrou nos últimos 90 dias, entre 19 de maio a 10 de agosto deste ano, 1.680 casos confirmados de sarampo, em 11 estados: São Paulo (1.662), Rio de Janeiro (6), Pernambuco (4), Bahia (1), Paraná (1), Goiás (1), Maranhão (1), Rio Grande do Norte (1), Espírito Santo (1), Sergipe (1) e Piauí (1). O coeficiente de incidência da doença foi de 0,80 por 100.000 habitantes.

 

Força-tarefa da Lava Jato preferiu buscar acordos a investigar bancos, apontam mensagens


[Força-tarefa da Lava Jato preferiu buscar acordos a investigar bancos, apontam mensagens]
Foto : José Cruz/ Agência Brasil

Por Juliana Almirante no dia 22 de Agosto de 2019 ⋅ 12:22

A força-tarefa de Curitiba preferiu buscar acordos do que investigar acusações contra as instituições financeiras, de acordo com mensagens analisadas pelo “The Intercept” e El País, divulgadas hoje (22).

“O Banco, na verdade os bancos, faturaram muuuuuuito com as movimentações bilionárias dele”, declarou o procurador Roberson Pozzobon, da força-tarefa de Curitiba, em troca de mensagens por meio do Telegram, com seus colegas, no dia 16 de outubro de 2018.

Segundo a reportagem, Pozzobon se referiu às movimentações financeiras do empresário e lobista Adir Assad, condenado por lavagem de dinheiro, após ser acusado de envolvimento em escândalos de corrupção, incluindo o da Petrobras.

Os procuradores sabiam que o doleiro havia aberto uma conta no Bradesco nas Bahamas para lavar dinheiro “a rodo”. Eles também tinham conhecimento de que, em 2011, o Compliance Officer, setor responsável por fazer o banco cumprir normas legais, teria alertado o Bradesco de que havia algo errado com essa conta.

“E o que o Bradesco fez?”, questionou Pozzobon. “Nada”, responde ele mesmo.

Um temor constante entre os procuradores para abordar os bancos, segundo as mensagens, é o risco sistêmico que poderiam promover.

“O que nós temos a favor e que é uma arma que pode explodir é que uma operação sobre um grande banco pode gerar o tal do risco sistêmico. Podemos quebrar o sistema financeiro. Essa variável tem que ser considerada para o bem e para o mal”, escreveu o procurador Januário Paludo, em outubro do ano passado.

“Por isso, estrategicamente, medidas ostensivas tem que ser tomadas em relação a pequenas instituições para ver o quanto o mercado vai reagir”, complementou.

Procurada pela reportagem, a força-tarefa de Curitiba declarou, por meio da assessoria de imprensa, que “é de conhecimento público que as forças-tarefas Lava Jato no Paraná e no Rio de Janeiro já adotaram diversas medidas de persecução criminal em face de integrantes de instituições financeiras, incluindo diretores e gerentes de bancos e corretoras”.

O MPF ainda disse que “não reconhecesse as mensagens que lhe têm sido atribuídas”: “O material é oriundo de crime cibernético e sujeito a distorções, manipulações e descontextualizações”.

Com informações do Metrô1.