Exame de Fabio Wajngarten para coronavírus dá positivo


Quem informa é Sophie Wajngarten, esposa do secretário de Comunicação do governo federal, Fábio Wajngarten. “Meu marido voltou de vagem de Miami ontem e fez o exame de Covid que deu positivo”, diz

Fábio Wajngarten

De acordo à matéria do 247, Sophie Wajngarten, esposa do secretário de Comunicação do governo federal, Fábio Wajngarten, afirmou nesta quinta-feira (12) que seu marido fez o teste do coronavírus e deu positivo.

“Meninas , bom dia: conforme e-mail da escola ontem, meu marido voltou de viagem de Miami ontem e fez o exame de covid que deu positivo”, disse Sophie no grupo de Whatsapp das mães da escola onde estudam suas filhas.

Bolsonaro também cancelou uma viagem a Mossoró (RN) por suspeita da doença.

Certamente, o presidente deve se submeter a exames, para ter certeza se está ou não contaminado, uma vez que ele viajou no mesmo avião do secretário, como também teve constantemente contato com o contaminado.

Enquanto isso, a  embaixada dos EUA em Brasília entrou em contato com governo por causa da informação de que Fabio Wajngarten, chefe da Secom, está com coronavírus.

Motivo: Wajngarten esteve com Donald Trump no sábado num jantar oferecido pelo presidente americano a Jair Bolsonaro, na Flórida.

Wajngarten, que está neste momento em sua casa, em São Paulo, de quarentena, foi diagnosticado como portador do coronavírus depois de exames no hospital Albert Eisntein, em São Paulo.

Na foto acima, Fabio Wajngarten, à direita, está ao lado de Donald Trump, Mike Pence, vice-presidente dos EUA, e o apresentador de TV Álvaro Garnero.

 

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OMS afirma que pandemia de coronavírus é “controlável”


Em todo o mundo foram registrados mais de 125.000 casos de infecção em mais de 100 países e territórios, com 4.600 mortes

A pandemia do novo coronavírus é “controlável”, afirmou nesta quinta-feira o diretor geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, em uma reunião com os países membros.

“Esta é uma pandemia controlável”, disse. “Mas precisamos de maior vigilância para identificar, isolar, diagnosticar e tratar cada caso e romper a cadeia de transmissão”, completou, antes de reconhecer sua preocupação porque “alguns países não estão enfrentando a ameaça com o compromisso político necessário”.

Ele destacou que os países deveriam adotar um “enfoque global adaptado a sua situação, com a contenção como pilar central”.

Ghebreyesus pediu aos países que “encontrem um equilíbrio justo entre a proteção da saúde, a prevenção das perturbações econômicas e sociais e o respeito dos direitos humanos”.

Em todo o mundo foram registrados mais de 125.000 casos de infecção em mais de 100 países e territórios, com 4.600 mortes, de acordo com um balanço da AFP com base em fontes oficiais.

Pela primeira vez desde o início da epidemia, em dezembro na China, a OMS classificou na quarta-feira o novo coronavírus como “pandemia”, alarmada por sua “propagação”, pela “gravidade dos casos” e pela “insuficiência das medidas adotadas”.

“Para salvar vidas, temos que reduzir a transmissão. Isto significa encontrar e isolar o maior número possível de casos e colocar em quarentena seus contados mais próximos”, explicou Tedros Adhanom Ghebreyesus.

A fonte é do Jornal de Brasília

Dólar abre acima de R$ 5 e nem Paulo Guedes nem Bolsonaro têm um plano contra a crise


Agora é hora de quebrar qualquer tipo de politicagem e orgulho e chamar para ajudar a amenizar a crise brasileira, alguém que entende do assunto.

Em meio às inseguranças provocadas no mercado por conta do avanço do novo coronavírus, causador do Covid-19, e que, agora, é considerado pandemia pela Organização Mundial de Saúde (OMS), o dólar à vista iniciou as negociações desta quinta-feira, 12, cotado a R$ 5,0280, um aumento de 6,45% em relação ao fechamento da quarta-feira, 11 – R$ 4,7226. A expectativa do mercado é que a Bolsa tenha abertura em queda”, aponta reportagem do jornal Estado de S. Paulo.

 

Vaza Jato volta com tudo e mostra que Lava Jato escondeu cooperação ilegal com Estados Unidos


Deltan Dallagnol e Vladimir Aras não entregaram nomes de pelo menos 17 americanos que estiveram em Curitiba em 2015 sem conhecimento do Ministério da Justiça. Reportagem de Natalia Viana, Andrew Fishman, Maryam Saleh, da Agência Pública e The Intercept Brasil faz revelações sobre a influência dos Estados Unidos sobre a operação Lava Jato.

Deltan Dallagnol e FBI

 Brasil 247.

No dia 5 de outubro de 2015, Deltan Dallagnol, procurador-chefe da força-tarefa da Lava Jato, mal dormiu; chegou de uma viagem e foi direto para a sede do Ministério Público Federal (MPF) no centro de Curitiba, onde trabalhou até depois da meia-noite. No dia seguinte, acordou às 7 da manhã e correu de volta para o escritório. Ele já havia avisado a diversos interlocutores que aquela seria uma semana cheia e não poderia atender a nenhuma demanda extra.

Não era para menos. Naquela terça-feira, uma delegação de pelo menos 17 americanos apareceu na capital paranaense para conversar com membros do MPF e advogados de empresários que estavam sob investigação no Brasil. Entre eles estavam procuradores americanos ligados ao Departamento de Justiça (DOJ, na sigla em inglês) e agentes do FBI, o serviço de investigações subordinado a ele. Todas as tratativas ocorreram na sede do MPF em Curitiba. Em quatro dias intensos de trabalho, receberam explicações detalhadas sobre delatores como Alberto Youssef e Nestor Cerveró e mantiveram reuniões com advogados de 16 delatores que haviam assinado acordos entre o final de 2014 e meados de 2015 em troca de prisão domiciliar, incluindo doleiros e ex-diretores da Petrobras.

Mas nem tudo foram flores para a equipe de Deltan Dallagnol. No final do dia 6 de outubro, às 23h16, ele foi chamado ao Telegram pelo diretor da Secretaria de Cooperação Internacional (SCI) da Procuradoria-Geral da República (PGR), Vladimir Aras: “Delta, MSG DO MJ”.

A mensagem era grave. O Ministério da Justiça acabara de tomar conhecimento da visita dos americanos pelo Itamaraty – quando eles já estavam em Curitiba.

Segundo um acordo bilateral, atos de colaboração em matéria judicial entre Brasil e Estados Unidos – tais como pedir evidências como registros bancários, realizar buscas e apreensões, entrevistar suspeitos ou réus e pedir extradições – normalmente são feitos por meio de um pedido formal de colaboração conhecido como MLAT, que estipula que o Ministério da Justiça deve ser o ponto de contato com o Departamento de Justiça americano. O procedimento é estabelecido pelo Acordo de Assistência Judiciária em Matéria Penal, tratado bilateral assinado em 1997.

Naquela época, o ministério era chefiado pelo ministro José Eduardo Cardozo, sob a presidência de Dilma Rousseff (PT).

A mediação é feita pelo Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional do Ministério da Justiça, o DRCI, então chefiado pelo delegado da Polícia Federal (PF) Ricardo Saadi. Era dele a interpelação que dizia que o governo não fora informado da visita dos procuradores e agentes americanos. No final, o encontro ocorreu à revelia do Executivo, em tratativas diretas entre os americanos e os procuradores de Curitiba. Leia matéria completa aqui.

 

Paraguai investiga Ronaldinho em várias frentes e suspeita de esquema milionário de lavagem


De Raphael Ramos no Estado de S.Paulo.

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Ronaldinho Gaúcho e seu irmão, Assis, estão sendo investigados neste momento por diversos órgãos no Paraguai. O objetivo de todos é comum: descobrir por qual razão os dois obtiveram passaportes falsos. A principal suspeita do Ministério Público é de que ambos possam fazer parte de um amplo esquema de adulteração de documentos com a finalidade de conseguir negócios ilegais no país. Há, inclusive, a desconfiança de que a trama envolveria lavagem de dinheiro.

O ponto de partida das investigações passa pelo Ministério do Interior do Paraguai, responsável pela Direção Geral de Imigração, setor que cuida da entrada e saída de estrangeiros do país. Por isso, uma equipe da Secretaria Nacional Anticorrupção foi instalada dentro do ministério. A previsão é de que a investigação na pasta durará ao menos 60 dias.

(…)

Usando o Coronavírus, Guedes já fala em PIB de 1% e chantageia que tem que acelerar as reformas


E esse sinal de arminha, Paulo? estás tu nessa ainda?

Em reunião de emergência sobre o Coronavírus, em que irritou congressistas, o ministro da Economia, Paulo Guedes, iniciou as chantagens usando a pandemia da doença, declarada nesta quarta-feira (11) pela Organização Mundial da Saúde (OMS), para pressionar pela aprovação das reformas neoliberais do governo.

Após rever a projeção de 2020 para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2,4% para 2,1%, Paulo Guedes disse que o crescimento da economia brasileira pode ser ainda mais baixo do que no ano passado, usando o pânico causado pela doença para pressionar os parlamentares.

“Primeiros estudos nossos: se for uma coisa suave, 0.1 [ponto percentual] de perda de PIB. Se for uma coisa mais grave, pode chegar a 0.3, 0.4 até 0.5 [p.p de corte]. Se, ao contrário, a pandemia tomar conta do Brasil e nós não fizermos as nossas reformas, pode chegar até 1%”, afirmou, fazendo com que alguns parlamentares deixassem a reunião.

Segundo o ministro, se a população mantiver seus hábitos, o efeito do coronavírus sobre a economia será muito menor, apesar de as chances da contaminação serem maiores.

“Se nós continuarmos com as nossas formas de vida, a economia resiste um pouco mais —porque nós vamos continuar saindo, almoçando, indo a jogo de futebol—​ e a contaminação aumenta. Se nós, por outro lado, mudamos nosso comportamento, a contaminação desce, mas a economia afunda”, afirmou.

Acada reforma que acontece, a exemplo da reforma da Previdência, o Governo diz que é para o crescimento no Brasil, e que com a reforma o Brasil ia poder juntar um trilhão de Reais, mas até agora o que se experimentou foi o agravo da crise, com o dólar batendo nas portas dos 5 reais e a bolsa de valores despencando. Agora, mais uma vez está o Paulo Guedes falando em fazer reformas para o país crescer. A verdade é que enquanto existir reformas para prejudicar o trabalhador e pobres do Brasil, não serão reformas coerentes com crescimento. acaba de ser vetada agora uma medida provisória do Governo, que ia diretamente dar uma “martelada” no que mais precisa, que era o fim o auxílio aos deficientes e idosos com mais de 65 anos que, por motivos particulares, não contribuíram e vivem em dificuldade.

É preciso que existam sim as reformas necessárias, porém que ajude o trabalhador brasileiro, que é quem alavanca qualquer país. É preciso que 68 milhões de brasileiros que estão com os seus nomes no SPC, talvez por algo banal, comouma multa de um carro, multado num desses pardais que ficam camuflados nas estradas brasileiras, exatamente para não ser visto pelos motoristas, pois a finalidade é outra, não podendo mais ter o direito de um cartão de crédito e travando, de certa forma, a sua vida e o seu jeito de ganhar dinheiro. O nome disso é travar o país. Isso sim precisa ser visto, que é colocar no Orçamento da União, nada menos 68 milhões de brasileiros que estão perdendo as suas dignidades.

No meio do texto foi dito pelo Café com Leite que o Dólar estava batendo às portas dos 5 Reais, mas antes de terminar o texto já chega à nossa redação, a notícia que a moeda americana já ultrapassou os CINCO Reais. Qualquer medida adotada num momento desse pode correr risco, O que precisa agora é calma, responsabilidade e união.

Os dois últimos parágrafos Café com Leite. A fonte foi da Revista Fórum.

A velocidade de casos da Coronavírus no mundo é assustador: Café com Leite Notícias


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Por Walter Salles: Fazem alguns dias que existia apenas um caso do Coronavírus  em São Paulo, hoje já está com 68 casos, mas ontem era 29. A situação não é pra pânico, porque pânico não resolve nada. O caso é pra muito cuidado e responsabilidade. Um desses cuidados, pode está ligado em fazermos estoques de comidas não perecíveis, para que, no caso de uma quarentena, pois nada é descartável, ter mantimento em casa ajuda muito.

Pelo que vejo, o momento agora é de união de forças para enfrentar um mal maior. Não adianta nada neste momento, ficarmos criticando tal ou tal político. É hora de situação e oposição parar de guerrear e se abraçar, juntar ideias para que não chegue o caos.

Muita gente chega a dizer que esse vírus foi criado para matar metade da população chinesa, mas isso é conversa fiada. até porque, a situação de pré-pânico não está só na China, mas se alastrando para o mundo todo inclusive o Brasil.

Estava eu aqui fazendo umas contas sobre qualquer quantia que dobra a cada dia, ainda que comece o primeiro pagamento do dia com um real e no dia seguinte dois e depois quatro, 8, 16 e assim sucessivamente, o crescimento é muito rápido. Exemplo, se eu vendo um carro que vale 50 mil reais para um cidadão e o acerto do pagamento é ele, o comprador, começar a pagar com uma moeda de um real no primeiro dia, no dia seguinte 2, depois 4 e assim sucessivamente e o último pagamento for nos 30 dias, pasmem: o ultimo pagamento é de 1, 051, 579, 264. Ou seja: Um bilhão, cinquenta e um milhões, quinhentos e setenta e nove mil e duzentos e sessenta e quatro reais. Após publicidade continua a matéria.

 

Pois é meus amigos e amigas. A hora é de união, cuidados e ideias para vencermos esse mal avassalador. Se com três dias dobrar os 68, ou seja, passar de 130 casos confirmados, tenham certeza que as escolas já começam a fechar, faculdades e muitos outros órgãos.

A Rede Globo já está estudando retirar as plateias dos programas por conta do vírus. Veja parte da nota da Globo que acaba de ser publicada:

A Rede Globo confirmou por meio de sua assessoria que estuda retirar as plateias de algumas atrações de sua programação. “Domingão do Faustão”, “Encontro” e “Caldeirão” são programas gravados em formato de auditório. As direções das atrações estudam a melhor forma de proteger as pessoas que assistem ao vivo aos programas nos estúdios da emissora.

Não estou falando em pânico, como já disse, mas alertando a todos do cuidado, se possível juntar a família em um só local, caso venha a se agravar o quadro. Que Deus tenha misericórdia da humanidade nesse planeta.

 

Convidados de casamento milionário na Bahia estão apavorados com exposição ao coronavírus


DCM

Os convidados do casamento de Marcella Minelli, a irmã da influenciadora Gabriela Pugliesi, estão preocupados de terem sido expostos ao Coronavírus durante a cerimônia, que aconteceu no último sábado, em Itacaré, na Bahia. A coluna soube que uma das pessoas que estavam na festa e havia chegado recentemente de Aspen, nos Estados Unidos, teria sido diagnosticada com a doença no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde está recebendo cuidados.

O hospital, inclusive, já vem atendendo algumas pessoas que estavam em Itacaré, no enlace, e está orientando que os convidados compareçam para fazer exames. Para se ter uma ideia, os pacientes que chegam à unidade de saúde com sintomas ligados ao Coronavírus se deparam com a seguinte pergunta na triagem: “esteve no casamento da Marcella Minelli?”.

Procurada, Gabriela Pugliesi diz desconhecer a informação. No entanto, mais cedo, ela fez stories no Hospital Albert Einstein, mostrando que está com febre e dizendo que foi submetida a exames e que estava aguardando o resultado. O vídeo em que ela falava sobre os exames foram apagados, mas a coluna fez um frame da imagem em que ela aparece com uma máscara de proteção.

Com febre, Gabriela Pugliese está no Hospital Albert Einstein fazendo exames – Divulgação

Oposição propõe pacote de medidas para combater crise econômica e coronavírus


Gleisi Hoffmann e Oposição

Da Rede Brasil Atual – Os líderes da Minoria, da Oposição e de PT, PDT, PCdoB, PSB, PCdoB, Psol e Rede anunciaram nesta quarta-feira um pacote de medidas emergenciais – para enfrentar a crise econômica mundial e o coronavírus (covid-19) – e estruturais, de médio e longo prazos. O conjunto de propostas da oposição para a crise será encaminhado ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), como resposta às soluções ultraliberais apresentadas pelo ministro da Economia, Paulo Guedes.

“O que a oposição apresenta é um conjunto de propostas, algumas estruturais e outras emergenciais. Nenhum país enfrenta uma crise sem colocar o Estado. Não é o mercado, que está retraído, que vai dar conta disso”, disse a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ). Ela lembrou que o Brasil, então governado por Luiz Inácio Lula da Silva, respondeu “bem” à crise de 2008, usando Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e BNDES para desenvolver políticas anticíclicas.

“Paulo Guedes mandou uma proposta (contra a crise) mantendo o mesmo ideário dos projetos que aqui já estavam. Chega a ser ridículo, porque ele não tem resposta para a crise”, acrescentou Jandira.

Revisão do teto de gastos

Entre as propostas da oposição para a crise está a revisão do teto de gastos (introduzido pela Emenda Constitucional 95), para liberar recursos para investimento público, Bolsa Família e enfrentamento do coronavírus. A suspensão de projetos de emendas à Constituição do governo, como a chamada PEC Emergencial, que reduz a prestação de serviços públicos à população, é outra proposta.

A oposição propõe o aumento emergencial dos recursos do SUS para enfrentar a pandemia do covid-19, a abertura imediata de processo de renegociação das dívidas das famílias de baixa renda, com redução de juros, além da reabertura de linhas de crédito para pessoas físicas e jurídicas.

Brasil chega a 52 casos de coronavírus


Enfermeira com máscara de proteção em hospital de Brasília 10/03/2020 REUTERS/Adriano Machado

O maior aumento foi verificado em São Paulo, que saiu de 19 infecções na terça-feira para 30 atualmente. O estado é o que mais possui casos da doença no país.

Na sequência vem o Rio de Janeiro, com 13 casos confirmados. A primeira atualização feita pelo ministério nesta quarta-feira, no início da tarde, apontava inicialmente para 10 casos no Estado.

O Rio Grande do Sul continua com duas infecções confirmadas. O segundo caso no Estado havia sido divulgado mais cedo pela Secretaria de Saúde de Porto Alegre. A paciente é uma mulher de 54 anos que esteve recentemente na região de Bérgamo, na Itália.

Além desses Estados, a Bahia e o Distrito Federal possuem dois casos cada, enquanto Espírito Santo, Minas Gerais e Alagoas somam um registro cada.

Em relação aos casos suspeitos, a contagem avançou para 907, contra 876 vistos no início da tarde. Os casos descartados são 935.

Nesta quarta-feira, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o surto de coronavírus como uma pandemia, uma vez que já foram registradas mais de 118.000 infecções em 114 países, com 4.291 mortes.

Fonte Terra.

Secretário que viajou com Bolsonaro pode ter coronavírus


O chefe da Secom (Secretaria Especial de Comunicação), Fabio Wajngarten, está com suspeita de coronavírus. A informação é da jornalista Mônica Bergamo, do jornal Folha de São Paulo. De acordo com a coluna, o secretário realizou exames clínicos no Hospital Israelita Albert Einstein nesta quarta-feira (11) e deve receber os resultados nesta quinta (12).

 

Secretário que viajou com Bolsonaro pode ter coronavírus

Wajngarten esteve com Jair Bolsonaro durante a viagem do presidente para Miami, nos Estados Unidos, na última semana. O secretário voltou no mesmo avião do presidente da República. O Palácio do Planalto ainda não se pronunciou sobre o caso. Bolsonaro havia minimizado, na última segunda-feira (9) o dia de pânico nos mercados financeiros ao redor do mundo e disse que o coronavírus está “superdimensionado”.

Fonte Terra

Em ação irregular PM quebra perna de mulher inocente


Policiais invadiram propriedade de mulher inocente por engano e ainda quebraram a perna dela. A costureira teve fratura exposta, precisou colocar 13 parafusos na perna e está indignada: “Somos família, não somos bandidos”. Durante a ação covarde, vítima ainda machucou o nariz e ficou com o rosto ensanguentado

costureira silvana perna quebrada pm

Drika Evarini, Ponte Jornalismo

Dois dias e meio no hospital, fratura na fíbula e na tíbia, uma cirurgia, 13 pinos, uma platina, o rosto marcado e machucado e, talvez, mais uma cirurgia no tendão. A costureira Silvana de Souza, 39 anos, nunca mais vai esquecer o dia 19 de fevereiro, quando foi jogada no chão do terreno em frente a sua casa pela Polícia Militar de Santa Catarina. A ação foi filmada por celulares de testemunhas e divulgada nesta terça-feira (10/3), mas o caso aconteceu há quase um mês, em Mafra, no Planalto Norte do estado.

O vídeo mostra o momento em que Silvana está sendo conduzida e, de repente, leva uma rasteira e é jogada no chão. Tatiana de Souza, irmã de Silvana, gravou as imagens que mostram a costureira com o rosto machucado, sangrando e a fratura exposta na perna. “Ele quebrou minha perna”, gritava Silvana.

“Eu me senti um nada, um lixo, um zé ninguém para eles, como se eu fosse um animal. Não tinha necessidade de eles fazerem aquilo comigo”, lamenta.

A costureira estava em casa com a mãe quando, por volta das 18h30 daquela quarta-feira, policiais passaram em alta velocidade em direção à casa dos fundos. A ação, inicialmente, era uma perseguição ao vizinho de Silvana, que estaria pilotando uma moto com a placa adulterada.

A movimentação incomum no bairro Novo Horizonte, na zona rural do município, chamou a atenção da vizinhança que foi tratada com truculência. Tatiana conta que os policiais logo partiram pra cima dos moradores, inclusive da sua família, com gás pimenta. Ao questionar a ação, o marido foi ameaçado de prisão.

“Entraram na minha casa, com arma apontada, espirrando gás pimenta até nas crianças, com arma apontada. O meu menor, de quatro anos, não pode escutar uma sirene e já pergunta se é sirene, se é polícia, está traumatizado”, conta.

Foi neste momento que Silvana, que mora ao lado com a mãe, chegou para saber o que estava acontecendo. “Vi um monte de PM, as crianças com os olhos vermelhos, minha irmã, meu cunhado e fui perguntar. Já fui abordada por um policial com spray de pimenta. Eu comecei a discutir com o policial porque achei abuso de autoridade. A ocorrência não tinha nada a ver com a gente e já entraram no nosso terreno com violência, apontando arma pra todo mundo”, conta.

A costureira ressalta que não houve nenhuma agressão ou ameaça dos moradores, como afirma a polícia, mas admite que a família xingou os policiais por conta da truculência. Ela recebeu voz de prisão ainda dentro do terreno e foi conduzida. Pelo menos seis policiais participaram da ação.

Enquanto a irmã filmava toda a ação, Silvana foi derrubada com violência. Instantaneamente o rosto começou a sangrar e a fratura na perna foi exposta. Tatiana também foi derrubada enquanto tentava ajudar a costureira e filmava. Ela conta que teve arranhões leves, mas que o celular foi recolhido pela PM. Ela só conseguiu reaver o aparelho oito dias depois.

“Foi muito revoltante, até nisso a gente mostra que não é violento, eu fui filmando e falando com eles, acabei xingando. Mas em momento nenhum tentei agredir. Se fôssemos violentos teríamos tentado agredir. Quando eu tentei chegar perto, não deixaram e me derrubaram para pegar meu celular”, lembra.

Silvana conta que tentou levantar e não conseguiu e foi nesse momento que percebeu que havia quebrado a perna. Ela lembra ainda que ficou por cerca de uma hora no chão enquanto a ambulância dos bombeiros era acionada, trabalho que ficou a cargo dos vizinhos. “Eles [policiais] não prestaram atendimento nenhum”, ressalta.

A costureira lembra ainda que o policial tentou se esquivar da responsabilidade afirmando aos socorristas e também no hospital que ela tinha “escorregado”. “Ele disse que eu caí sozinha, que eu reagi e que quando ele caiu por cima de mim, o material de trabalho dele fraturou a minha perna”, diz.

Durante os dois dias e meio no hospital, a costureira passou pelo procedimento cirúrgico para corrigir a fratura na perna, o que a tem impossibilitado de trabalhar. O retorno ao médico para avaliar a necessidade de nova cirurgia será no dia 25 de março.

“É uma situação muito complicada, não tinha nada a ver conosco e eles falam como se nós fôssemos bandidos, falam de violência e não foi assim. É constrangedor, não posso trabalhar, tenho filhos para sustentar e agora, nos sentimos ameaçados né, porque querendo ou não, eles têm poder”, relata.

Ela conta ainda que o mesmo policial que a agrediu, colheu o depoimento para gerar a ocorrência ainda no hospital. Silvana só foi liberada do hospital para casa porque a irmã pagou a fiança.

Outro lado

Em nota, a Polícia Militar de Santa Catarina afirmou que os moradores teriam se aproximado, iniciado a discussão e ameaçado os policiais, inclusive com um facão, o que teria motivado a utilização de gás lacrimogêneo. A PM declarou ainda que Silvana teria continuado a desacatar os policiais e demonstrado resistência no momento da prisão “razão pela qual o policial fez uso da força, derrubando-a no chão”.

Pelo menos no vídeo, [pode vê] não mostra ninguém reagindo, muitos menos de posse de um facão. Imaginem se não fosse filmado.

A nota ressalta ainda que os agentes “são treinados a fazer o uso progressivo da força, bem como, observarem os protocolos operacionais padrão”. A PM afirma que um Inquérito Policial Militar será instaurado.

Ministério Público apura ação da PM

O promotor Filipe Costa Brenner determinou, dois dias após a ação, a juntada de gravações, reportagens, do auto de prisão em flagrante e das imagens das câmeras policiais. A partir desses elementos, a promotoria deve avaliar se há elementos suficientes para instauração de procedimento e possível encaminhamento à Promotoria Especializada, em Florianópolis, para investigar possíveis abusos na ação militar.

“Os fatos têm potencial para ensejar providências do controle externo da atividade policial e, inclusive, na seara criminal”, resumiu no despacho.

Além disso, a família de Silvana contratou advogados que, em nota, dizem que estão aguardando a apuração do Ministério Público e do comando da PMSC. “Após a conclusão desses trabalhos, serão ajuizadas as medidas judiciais cabíveis”, afirmam.

Leia matéria completa no Pragmatismo

 

Após resultado positivo para coronavírus, homem promete “espalhar o vírus” em bares


Segundo informações do jornal japonês Tokyo reporter, autoridades confirmaram o caso

Foto: Twitter/ Fotos Públicas

 

Um homem de 50 anos decidiu ir em dois bares para espalhar o coronavírus. Ele havia recebido diagnóstico positivo em um hospital na cidade de Gamagori para a doença e foi liberado pelos médicos para ir pra casa. Entretanto, antes disso ele passou em doi bares para espalhar o covid-19.

Segundo informações do jornal japonês Tokyo reporter, autoridades confirmaram o caso, que aconteceu na quinta-feira (5), mas só depois foi divulgado.

Segundo a publicação, o homem, que não teve a identidade revelada, afirmou a um parente: “Vou espalhar o vírus”. Em seguida ele foi a um bar e informou aos clientes: “Eu testei positivo”.

Um centro de saúde local e policiais foram acionados, mas chegando ao local, o homem já havia ido embora. Na quinta-feira ele foi encaminhado á unidade hospitalar.

“É lamentável que ele não tenha permanecido em casa conforme as instruções”, lamentou o prefeito de Gamagori, Toshiaki Suzuki.

 

Avaliação negativa de Bolsonaro aumenta e recuperação de imagem fica ameaçada


Jair e Michelle Bolsonaro (Alan Santos/PR)

Pesquisa realizada pela Quaest Consultoria entre os dias 2 e 5 de março com 1 mil eleitores brasileiros revela aumento da avaliação negativa do governo Jair Bolsonaro, que foi de 32% de dezembro de 2019 para 35% no levantamento atual. A parcela que avalia como regular o governo oscilou dois pontos negativos e chega 34%, enquanto aqueles que vêm de forma positiva a administração foram de 29% para 30% no mesmo período.

O estudo mostra que a maior parcela que avalia como positiva a administração de Bolsonaro se concentra entre homens (32%) entre 60 e 75 anos (35%) na região Centro-Oeste (41%) e evangélicos (47%).

O levantamento mostra que a imagem de Bolsonaro está ameaçada principalmente em relação ao sentimento das pessoas em relação ao futuro do Brasil.

Entre os pesquisados, 61% vê com preocupação o futuro do Brasil e outros 10% têm um sentimento de revolta. O otimismo caiu 5 pontos porcentuais e, atualmente, apenas 20% dizem estar otimistas em relação ao futuro do país, junto a outros 4% que vêem o cenário com “entusiasmo”.

A preocupação é maior entre as mulheres (66%) – diante de 56% dos homens – e jovens, entre 18 e 29 anos, onde o índice chega a 69%, com outros 10% de revolta.

A maioria das pessoas também acredita que o Brasil está piorando (38%) ou paralisado (27%), diante de 33% que vê melhoras – principalmente entre evangélicos (42%), quando o otimismo supera o pessimismo.

Coronavírus e fechamento do Congresso
O levantamento também pesquisou sobre o Coronavírus, doença que é conhecida por 92% dos entrevistados, que se mostram preocupados, muito preocupados ou extremamente preocupados (88%) com a doença. O estudo mostra ainda que 67% temem que o Coronavírus se espalhe pelo país – sendo que 71% quer evitar aglomerações.

Em relação à manifestação do dia 15 de Março, 61% dizem ter conhecimento de que o ato pede o fechamento do Congresso.

Entre os pesquisados, 50% diz não apoiar o fechamento do parlamento, enquanto 33% apoiam a ação – 17% não responderam ou não quiseram falar sobre o assunto. No recorte, apenas entre evangélicos o apoio ao fechamento do congresso (44%) supera aqueles que são contrários (38%).

Impeachment
A pesquisa revela ainda que 39% dos pesquisados são a favor do impeachment de Jair Bolsonaro, enquanto 49% são contrários e 12% não responderam.

Fonte Revista Forum.

EMPRESÁRIOS BOLSONARISTAS FINANCIAM ATAQUES AO STF


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Do Estado de S.Paulo.

O inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF) aberto para investigar fake news identificou empresários bolsonaristas que estariam financiando ataques contra ministros da Corte nas redes sociais. O Estado apurou que as investigações estão adiantadas e atingem até mesmo sócios de empresas do setor de comércio e serviços, todos apoiadores do presidente Jair Bolsonaro.

Embora o inquérito, que tramita sob sigilo, seja destinado a investigar ameaças, ofensas e calúnias dirigidas a ministros do STF e suas famílias, as informações são de que o mesmo grupo de empresários também está ajudando a convocar os atos do próximo domingo, tendo como alvo o Congresso e o Judiciário.

O custo dos ataques virtuais pode chegar a R$ 5 milhões por mês. As apurações indicam que esses empresários bancam despesas com robôs – programas de computador que podem ser usados para fazer postagens automáticas nas redes – e produção de material destinado a insultar e constranger opositores de Bolsonaro nas mídias digitais.

(…)