Glenn desmonta farsa e prova que sua fonte não é o “hacker de Araraquara”


Está caindo por terra a farsa montada por Sergio Moro; a fonte do site The Intercept Brasil não é a que foi apresentada pelas autoridades; segundo Greenwald, o primeiro contato com a fonte ocorreu no início de maio, ou seja, um mês antes da denúncia feita por Moro; o hacker só apareceu em cena depois que o ex-juiz disse ter sido hackeado

Glenn Greenwald (Foto: Gustavo Bezerra | Reprodução)

247 – A fonte que entregou os diálogos da Operação Lava Jato ao jornalista Glenn Greenwald, fundador do site The Intercept Brasil, negou em conversa no dia 5 de junho que também tenha sido responsável pela invasão ao Telegram do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro. O diálogo foi repassado à Veja pelo próprio Greenwald. Está caindo a máscara de Moro. Ficou evidente que montou uma farsa.

Na mensagem, o editor do The Intercept Brasil pergunta à fonte se ela havia lido uma reportagem do jornal Folha de S.Paulo sobre a invasão ao celular do ex-juiz. O título da matéria dizia que o hacker usou aplicativos do aparelho e trocou mensagens por seis horas. “Posso garantir que não fomos nós”, responde a fonte, em mensagem transcrita de forma literal.

“Nunca trocamos mensagens, só puxamos. Se fizéssemos isso ia ficar muito na cara”, acrescenta a fonte em outra mensagem, antes de criticar o método de ação empregado contra o ministro. “Nós não somos ‘hackers newbies’ [amadores], a notícia não condiz com nosso modo de operar, nós acessamos telegrama com a finalidade de extrair conversas e fazer justiça, trazendo a verdade para o povo.”

Segundo Greenwald, o primeiro dos contatos com a fonte ocorreu no início de maio. Ou seja, um mês antes da denúncia feita por Moro.

O jornalista disse ter sido apresentado à fonte por um intermediário e destacou que todos os contatos foram feitos virtualmente. Greenwald também afirmou desconhecer a identidade do hacker, que teria extraído todo material do Telegram de Dallagnol.

“A fonte me disse que não pagou por esses dados e não me pediu dinheiro algum em troca desse conteúdo”, disse o jornalista.

O material divulgado pelo Intercept foi compartilhado com VEJA e a Folha de S.Paulo, que também publicaram reportagens sobre irregularidades da Lava Jato.

Fonte desta matéria, 247.

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“O mais importante não é o Lula Livre, mas é a defesa da soberania”, diz Lula


Preso há 474 dias, Lula está preocupado com soberania e direitos dos trabalhadores; ex-presidente recebeu visita do senador pela Bahia Jaques Wagner e do governador do Ceará, Camilo Santana. “O que mais dói na alma dele é ele estar ali dentro vendo o Brasil ser entregue de graça”, afirmou Wagner

(Foto: Joka Madruga)

Rede Brasil Atual – O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a falar hoje (25) em defesa da soberania nacional e dos direitos dos trabalhadores, ameaçados sob o governo Bolsonaro. Ele recebeu na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, onde está preso há 474 dias, a visita do senador pela Bahia e ex-governador Jaques Wagner e do governador do Ceará, Camilo Santana, ambos do PT.

Depois da visita, o senador afirmou que a preocupação dele “é com os brasileiros e principalmente com nossa gente mais simples, mais humilde e menos favorecida”. Segundo Wagner, o ex-presidente “tem momentos em que chega a nos emocionar, porque ele diz que para ele o mais importante não é o Lula Livre, mas é a defesa da soberania nacional, e a defesa dos direitos dos trabalhadores”.

 

O senador também frisou que “o que mais agonia ele, o que mais dói na alma dele, é ele estar ali dentro vendo o nosso Brasil ser praticamente entregue de graça, como tem sido entregue partes importantes da Petrobras, como venderam agora praticamente a BR Distribuidora, venderam toda a rede de gás do Nordeste”. Lula também destacou o que está sendo feito com a ciência e tecnologia, com a educação – e a truculência com que está sendo tratado o povo brasileiro.

Sobrevivência

“A preocupação verdadeira dele é como o PT e os partidos progressistas se organizam para fazer um projeto em defesa da soberania nacional. Para não permitir que depois de tanto tempo, que a gente conquistou o respeito do mundo inteiro pelo nosso país, que a gente não volte a ser um mero exportador de soja e commodities em geral. Então, essa é a preocupação central, com a organização do povo, dos sindicatos, para que a gente possa garantir a sobrevivência do Brasil”, afirmou o senador depois da visita, em entrevista coletiva na Vigília Lula Livre.

“Eu comungo com o Lula, porque na verdade a derrota que a gente teve em 2018, em 2019 está significando que em apenas sete meses praticamente vão detonar o Brasil. Ele (Bolsonaro) fica com as maluquices dele, enquanto o ministro da Economia, Paulo Guedes, enfia a faca na economia e na soberania nacional”, destacou.

Já o governador Camilo Santana disse que hoje foi a primeira oportunidade com o ex-presidente em Curitiba e que se sente emocionado de imaginar Lula, que fez tanto pelo país, viver esse momento de injustiça. “A preocupação dele é com o país, com o desemprego. O período de Lula no governo foi o que o país cresceu, que mais gerou oportunidade e esperança no povo brasileiro. Se Deus quiser, em pouco tempo Lula estará com o povo brasileiro, construindo um projeto para o Brasil voltar ao crescimento”, afirmou.

Fonte desta matéria, 247.

 

PF prende no Paraná suspeito de enviar balas de fuzil em churrasqueiras elétricas para Complexo do Alemão


PF prende no Paraná suspeito de enviar balas de fuzil em churrasqueiras elétricas para Complexo do Alemão — Foto: Divulgação/PF

PF prende no Paraná suspeito de enviar balas de fuzil em churrasqueiras elétricas para Complexo do Alemão — Foto: Divulgação/PF

A Polícia Federal (PF) prendeu, nesta quinta-feira (25), o suspeito de enviar munição de fuzil dentro de churrasqueiraselétricas para o Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. A prisão ocorreu em Cascavel, no oeste do Paraná, durante a Operação Bullets.

Conforme a PF, o investigado abastecia favelas com munição calibre 7,62mm, utilizadas em fuzis do tipo AK47. A carga era enviada dentro de churrasqueiras elétricas compradas em lojas do comércio local e despachadas por transportadoras.

A investigação teve início com a prisão de duas pessoas, uma em Cascavel e outra no Rio de Janeiro (RJ), e apreensão de cerca de 2,7 mil balas em fevereiro deste ano.

Carga era enviada dentro de churrasqueiras elétricas compradas em lojas do comércio local e despachadas por transportadoras — Foto: Divulgação/PF

Carga era enviada dentro de churrasqueiras elétricas compradas em lojas do comércio local e despachadas por transportadoras — Foto: Divulgação/PF

Durante a investigação os policiais perceberam que o suspeito não só despachava o arsenal como também cuidava do transporte desde a fronteira até o Rio de Janeiro, para negociar diretamente com traficantes faccionados, conforme a PF.

De acordo com a polícia, o tipo de munição apreendida é capaz de furar o nível de blindagem 3A, mais usado no país. Esse tipo de blindagem consegue suportar tiros de armas como submetralhadoras, segundo a PF.

Em outubro de 2018, 11 fuzis que saíram de Cascavel foram aprendidos pela PF no Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro. As armas estavam em uma fritadeira elétrica. Uma pessoa foi presa.

Investigado abastecia favelas com munição calibre 7,62mm, utilizadas em fuzis do tipo AK47 — Foto: Divulgação/PFInvestigado abastecia favelas com munição calibre 7,62mm, utilizadas em fuzis do tipo AK47 — Foto: Divulgação/PF

Investigado abastecia favelas com munição calibre 7,62mm, utilizadas em fuzis do tipo AK47 — Foto: Divulgação/PF

A história dos 13 agricultores presos por Moro e depois absolvidos


Publicado no Carta Capital

O agricultor Gelson Luiz de Paula
FOTO: ARQUIVO PESSOAL

POR RENÉ RUSCHEL

O agricultor Gelson Luiz de Paula recorda com pesar a manhã de 23 de setembro de 2013, quando sua propriedade foi invadida por carros da Polícia Federal para prendê-lo, em Irati, no sul do Paraná. “Eram 6 horas da manhã e minha mulher telefonou para dizer que estava cheio de viaturas em nossa casa para me prender. Eu havia dormido na sede da Associação, que fica em Irati.” Ali começava o seu drama e de outros 12 pequenos produtores.

Os homens fortemente armados cercaram a pequena casa. Além da prisão, havia um mandado de busca e apreensão de um carro no valor de 80 mil reais e de um iate, bens que jamais existiram. Gelson, um ex-produtor de fumo, que trocou o tabaco pelo plantio de feijão, milho e hortaliças, sobrevivia à custa de uma área de menos de 1 alqueire e meio, dividida em comodato com o pai. Surpreendeu-se ao perceber que era um dos alvos da Operação Agro Fantasma, destinada a investigar supostos desvios no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), do governo federal. Como ele, outros 12 agricultores foram presos por determinação do então juiz Sérgio Moro, à época sem os holofotes que ganharia com a Lava Jato.

Em dezembro de 2016, a juíza substituta da 13ª Vara Federal de Curitiba, Gabriela Hardt, a mesma que substituiu Moro na Lava Jato, decretava a absolvição dos réus. No despacho, Hardt assinalou que, “ante todo o exposto”, julgava improcedente a denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal. Não foram encontradas provas. Nenhuma prova, absolutamente nada.

Era tarde. Dezenas de agricultores e familiares tiveram suas vidas devassadas, vários deles viram-se obrigados a deixar as terras e buscar empregos na cidade. Até hoje são poucos os que ainda falam sobre o caso. Gelson e seus companheiros foram presos pelo inquisidor das Araucárias sob a argumentação de que, “além do risco à investigação e à instrução criminal”, havia o risco à ordem pública. “Fomos levados de camburão para a sede da Polícia Federal, em Curitiba. Fiquei 48 dias preso, amontoado com todo tipo de delinquente. Alguns companheiros ficaram 60 dias. Saí de lá emocionalmente abalado. Minha vida se tornou um rebuliço. Perdi tudo, acumulei dívidas.”

Além da criminalização e da prisão indevida dos agricultores, a Operação Agro Fantasma deu início ao desmonte do PAA, criado durante o governo do ex-presidente Lula para combater a fome e incentivar a agricultura familiar. “Após a deflagração dessa operação, os requisitos para o acesso ao programa tornaram-se inflexíveis, distantes da realidade dos produtores rurais”, comenta a advogada Naiara Andreoli Bittencourt, da ONG Terra de Direitos, que acompanhou o caso de perto.

Segundo a denúncia do Ministério Público Federal acatada por Moro, os agricultores “forjavam a entrega de produtos às entidades destinatárias”, além de usarem falsas notas fiscais. De acordo com Naiara Bittencourt, os produtores apenas entregaram alimentos em quantidades inferiores àquelas previstas em contrato, o que acabava sendo compensado pelos camponeses. Na prática, o que ocorria era a substituição de um produto por outro. Às vezes, exemplifica a advogada, estava prevista a entrega de 20 quilos de alface, mas a produção era de apenas 15 quilos. “O que faltava, eles completavam, por exemplo, com 5 quilos de rúcula. Esse foi o crime dos agricultores.” Todo o processo correu em segredo de Justiça.

A nutricionista Islândia Bezerra, professora da Universidade Federal do Paraná, debruçou-se sobre o caso durante sua pesquisa de doutorado. “Minha tese foi arrolada como peça da defesa, e também da Promotoria, pois trazia um retrato fiel dos aspectos da operacionalização do PAA na região”, conta a professora. Para ela, a decisão de Moro foi arbitrária, persecutória e desproporcional. “Não havia provas contra os agricultores. Aliás, nem evidências. Tanto que todos foram absolvidos.”

Para ela, os prejuízos são incalculáveis. Todas essas famílias tiravam seu sustento da agricultura familiar e, após a operação e as prisões, não conseguiram se recompor. “Agricultores que antes tinham uma vida ativa, saudável e produtiva hoje estão sob efeito de medicamentos e com a vitalidade comprometida. Não apenas fisicamente, mas também psicologicamente.” A quase totalidade, diz Islândia, vive em condições precárias. Eles foram obrigados a buscar empregos na cidade ou no campo, onde recebem, no máximo, um salário mínimo.

A professora acredita que a arbitrariedade tinha objetivo político: desestruturar um programa com abrangência nacional e grande impacto na agricultura familiar. “Moro é um dos responsáveis pelo desmonte dessa iniciativa de caráter social. Hoje, o PAA está completamente parado, sem recursos e com regras burocráticas que desestimulam as organizações a se inserir novamente.”

Islândia Bezerra vai além. Traça um paralelo entre o modus operandi da Ope-ração Agro Fantasma e a Lava Jato, ambas comandadas por Sérgio Moro. “As práticas são as mesmas. Prende-se sem provas, apenas por convicção.” Nenhum dos acusados, vale ressaltar, tinha qualquer antecedente criminal e tampouco oferecia o menor risco à sociedade.

Aos 46 anos, casado e com dois filhos, Gelson tenta recomeçar e esquecer o que ficou para trás. “Se pudesse, diria ao Moro que sua atitude custou a felicidade de muitas famílias. A gente só queria um pedaço de terra, produzir alimentos saudáveis, criar nossos filhos e ser felizes. Fomos detidos injustamente e ninguém pagou por isso”, queixa-se. “Ele não sabe quanto custa calejar a mão na enxada, no arado, e acabar preso. Moro é um destruidor de sonhos.”

Fonte para essa matéria, DCM.

Assassinatos de rapazes encontrados num Gol no município de Maracás podem ser de envolvimento com drogas


Café com Leite Notícias: Nesta quinta feira, por volta do meio dia, a Polícia de Maracás foi acionada para se fazer presente na estrada BR 330 que dá acesso a Jequié, pois um viajante que passava pela estrada estranhou a existência de um automóvel de modelo Gol, pelo mesmo se encontrar encostado num barranco. Foi o que afirmou a fonte.

Os corpos encontrados mortos com perfurações de bala de arma de fogo foram identificados sendo Tales de Brito Dias, 38 anos e Micael Felix da Silva, 22 anos que segundo a fonte, é filho de um mecânico conhecido por Carlinhos, que reside no loteamento Inocoop, na cidade de Jequié. A Polícia técnica esteve no local e encaminhou os corpos para o IML de Jequié, para então serem liberados para os familiares.

 

O Café com Leite Notícia entrou em contato com a delegada de Maracás, Dra. Viviane Alcântara, que informou que até o momento não tem nenhuma pista dos assassinos, mas acrescentou que a Polícia Civil de Maracás está trabalhando neste caso, em parceria com a Polícia Civil de Jequié, pois as vítimas encontradas no carro são da cidade de Jequié, e que apenas o crime aconteceu no município de Maracás. Também a delegada disse descartar algum tipo de roubo, mas sim execução, pois não levaram nada das vítimas, inclusive o carro que ficou no local. Nesse caso, disse a policial, o que indica é que seja envolvimento com drogas.

Situação de Maracás: Aproveitando a rápida entrevista com a Dra Viviane, a nossa reportagem questionou sobre como ela vê a situação de Maracás, no que tange violência e roubo, a resposta foi que se for feito um comparativo com cidades do mesmo porte, Maracás está muito aquém em se tratando de criminalidade e roubo. “Só pra você fazer uma avaliação, nossa cidade tem três agências bancárias e não se ouve falar ao menos numa saidinha bancária, que são aqueles ladrões de porte menor que ficam esperando para roubar pessoas que saem do banco com dinheiro”, comentou a delegada, acrescentando ainda que o trabalho das duas polícias, Civil e Militar, que trabalham em parceria na cidade, tem realizado um grande trabalho, o que tem surtido um efeito espetacular. A doutora lembrou ainda que em muitas cidades, as pessoas têm medo de usar celulares com tranquilidade numa praça, por exemplo, temendo um assalto, mas que em Maracás isso não tem acontecido.

O Café com Leite Notícias parabeniza as Polícias Militar e Civil por desenvolverem um trabalho que tem, de certa forma, tranquilizado a população maracaense.

 

Grupo armado invade terminal de cargas de Cumbica, faz reféns e rouba 1 tonelada de ouro


Carro utilizado para o roubo — Foto: Reprodução

Um grupo de homens fortemente armados invadiu o terminal de cargas do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, por volta das 14h30 desta quinta-feira (25), e roubou cerca de 750 quilos de ouro, carga avaliada em US$ 30 milhões (cerca R$ 113 milhões).

Eles entraram no aeroporto com duas viaturas clonadas da Polícia Federal, sem placas, uma modelo Triton e a outra, uma Pajero Dakar. No terminal, roubaram um carro-forte da Brink’s com ouro. Os quatro homens estavam com roupas de policiais federais, distintivos, encapuzados, com pistolas, fuzil e carabinas.

Segundo informações iniciais da polícia, um carro ficou na portaria e o outro entrou no terminal de cargas. O grupo rendeu o chefe da logística, colocou a carga no carro e levou o refém.

De acordo com informações iniciais da Polícia Rodoviária Federal, os bandidos mantiveram a família do supervisor da logística refém na noite anterior e tiveram acesso a informações privilegiadas.

(…)

Doação de Órgãos: coração captado em Vitória da Conquista salva a vida de paciente de Brasília


Foto: Reprodução | Agência Brasília

Quatro horas. Este é o tempo máximo que um coração sobrevive fora do peito do doador até ser transplantado em outra pessoa. É um dos órgãos com menor durabilidade e, por isso, correr contra o relógio faz parte da rotina que poderá dar novo fôlego de vida a quem está à espera de um transplante. Nessa corrida contra o tempo, a parceria entre os órgãos é fundamental. Tanto que permitiu a uma paciente de 58 anos, internada no Instituto de Cardiologia do DF (ICDF), receber, na tarde dessa terça-feira (23), um coração doado em Vitória da Conquista.

 

O transporte foi feito por um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) e levado ao instituto pelo helicóptero do Corpo de Bombeiros. Todo o transporte durou cerca de duas horas e meia. A vinda do órgão para o DF foi mediada pela Central Nacional de Transplantes. “Quando há doação e o estado não tem condições de fazer o transplante, seja porque não tem receptor, seja por não ter logística viável para isso, a central faz um ranking para verificar qual localidade teria melhores condições de receber”, explica a diretora substituta da Central Estadual de Transplantes, Joseane Gomes Fernandes Vasconcellos. Informações da Agência Brasilia.

A escolha do DF aconteceu porque a paciente estava classificada como grave e urgente. Além disso, era o local que teria condições de fazer o transporte do órgão com maior agilidade.

Com esse transplante, realizado pelo ICDF, o Distrito Federal chega a 20 transplantes de coração somente neste ano. O número já se aproxima do quantitativo realizado durante todo o ano de 2018, quando 34 cirurgias deste órgão foram feitas.

Indicação
O transplante de coração é indicado quando as medidas clínicas e cirúrgicas para o tratamento de insuficiência cardíaca foram esgotadas e a expectativa de vida do paciente não ultrapassar a dois anos.

Para receber um órgão, o potencial receptor deve estar inscrito em uma lista de espera, respeitando-se a ordem de inscrição, a compatibilidade e a gravidade de cada caso. A lista é única, organizada por estado ou por região, e monitorada pelo Sistema Nacional de Transplantes (SNT) e por órgãos de controle federais.

Se existe um doador elegível (com morte encefálica confirmada), após a autorização da família para que ocorra a retirada dos órgãos, a Central de Transplantes emite a lista dos potenciais receptores e informa às respectivas equipes de transplante que os atende.

 

 

Samu
No DF, são realizados os transplantes de coração, fígado, rins e córneas de doadores falecidos. Aqui, também são feitos transplantes de medula óssea, que seguem outro protocolo para a doação: pode ser realizado com células do próprio paciente, de doador aparentado ou de doador anônimo, cadastrado no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome).

Além da parceria com a FAB e o Corpo de Bombeiros, a Secretaria de Saúde conta com o apoio de um carro do Samu, que agiliza os atendimentos relacionados a transplantes. Neste ano, já foram 340 ocorrências geradas para transporte terrestre.

“Esses transportes são para todo tipo de apoio logístico para a doação: avaliação do potencial doador pela equipe, levar ou buscar órgão no aeroporto ou em hospital, levar equipe para a retirada de órgãos ou para a retirada de globo ocular (córnea), transporte de material biológico necessário à triagem dos receptores ou para avaliação dos doadores”, elenca Joseane Gomes.

Doação
A legislação, no Brasil, determina, desde 2001, que a doação seja autorizada pela família do paciente. Então, é fundamental que a pessoa informe aos familiares sobre o seu interesse em ser um doador de órgãos.

“O familiar pode informar aos profissionais de saúde do local de internação do paciente sobre o interesse em doar os órgãos. A equipe da unidade aciona a Comissão Intra-hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante para entrevistar a família, orientar sobre todos os procedimentos e colher a assinatura de autorização”, explica.

Em 2018, foram registrados 53 doadores de órgãos e outros 251 apenas de córnea. Foram realizados 302 transplantes de córnea, 55 de rim de doador falecido, dez transplantes de rim de doador vivo, 86 de fígado e 34 transplantes de coração.

Uso abusivo de bebida alcoólica cresce 14,7% no país


No período, o maior crescimento foi registrado entre as mulheres

[Uso abusivo de bebida alcoólica cresce 14,7% no país]
Foto : Arquivo/Marcelo Camargo/Agência Brasil

Em 13 anos, o uso abusivo de bebida alcoólica aumentou no país, atingindo 17,9% da população adulta. De acordo com dados reunidos pelo Ministério da Saúde, no ano passado, o percentual era 14,7% a mais do que o registrado em 2006.

O dado consta da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), divulgada hoje (25), de acordo com a Agência Brasil.

No período, o maior crescimento foi registrado entre as mulheres. O percentual (11%), porém, continua sendo mais baixo do que o dos homens (26%). No início da análise, os percentuais eram de 7,7% e 24,8%, respectivamente.

Conforme destaca o ministério, entre mulheres, considera-se uso abusivo de álcool a ingestão de quatro ou mais doses em uma mesma ocasião, nos últimos 30 dias. Já no caso de homens, o comportamento se configura quando há ingestão de cinco ou mais doses.

Morre ‘Seu Adherbal’, funcionário símbolo do Bahia


Aos 81 anos, Adherbal era funcionário do clube há cerca de 40 e muito querido pela equipe

[Morre 'Seu Adherbal', funcionário símbolo do Bahia]
Foto : Felipe Oliveira / EC Bahia

Morreu hoje (25) o assistente administrativo do Esporte Clube Bahia, Adherbal Amaral, conhecido como “Seu Adherbal”.

Aos 82 anos, Adherbal era funcionário do clube há cerca de 40 e muito querido pela equipe.

O tricolor homenageou “Seu Adherbal” quando ele ergueu a taça de campeão Baiano 2019, em abril deste ano.

“Muita emoção. Chorei, p****. Chorei na hora da taça, emoção forte. Tenho 81 anos, cara. Foi muito importante”, disse ele à época, de acordo com o Globo Esporte.

O Bahia deu toda assistência ao funcionário durante seu internamento. Além disso, o clube mantém uma rede de apoio a ex-atletas em situação financeira precária.

Jovem amputado salta em caixa após várias tentativas. Assista!


Foto: reprodução instagram

Foto: reprodução instagram

Um daqueles vídeos que fazem você pensar que tudo é possível e servem de inspiração pra muitas pessoas que desistem fácil, após algumas tentativas. O registro, que viralizou nas redes, é de um jovem amputado chamado Tim saltando uma caixa depois de várias tentativas.

Logo após conseguir, o adolescente cai em as lágrimas. O vídeo foi compartilhado por um dos instrutores do acampamento NubAbility – que treina jovens amputados congênitos e com traumas severos.

A imagem é seguida de uma mensagem comovente que diz:

“Este é o nosso amigo Tim, superando seus medos e inseguranças e chegando a um salto de 20 polegadas, cerca de meio metro. Se você ainda não ouviu falar da Nubability Athletics e seu fundador, Sam Kuhnert, dê uma olhada neles. Eles estão fazendo a diferença na vida de inúmeras famílias. Eu sou grato por fazer parte da família Nubability! ”

Lá eles são incentivados como atletas para competir em esportes tradicionais.

“O jovem Tim pode ser visto lutando com sua tarefa, falhando várias vezes, até que finalmente pra surpresa e alegria, Tim faz tudo certo!”

“As lágrimas de alegria de Tim vêm de perder a auto-dúvida e dar lugar à fé e aceitação. Não foi apenas Tim quem ganhou aqui, todos nós ganhamos”, concluiu.

Assista:

Veja a postagem original:

 

Glenn critica cinismo de Moro e vê mesma tática usada no caso Snowden


Glenn Greenwald, Edward Snowden e Sergio Moro.
Glenn Greenwald, Edward Snowden e Sergio Moro.

 Comentando tuíte do editor-executivo do Intercept Brasil, Landro Demori, que escreveu que “a Vaza Jato mostrou que não se deve ter fé cega em investigações promovidas pelo estado”, o jornalista Glenn Greenwald reforçou a autenticidade do material publicado e o fato de que Moro, Deltan e Lava Jato cometeram improbidades graves: “nada mudou, e nada nunca vai mudar”.

Para Glenn, “Sergio Moro está tentando cinicamente explorar essas prisões para lançar dúvidas sobre a autenticidade do material jornalístico. Mas a evidência que refuta sua tática é muito grande para que isso funcione para qualquer pessoa”, e lembra que no dia em que publicaram as primeiras reportagens da Vaza Jato, nem Moro nem Lava Jato negaram a autenticidade do material.

“Eles apenas negaram impropriedades. Foi só mais tarde que eles inventaram essa tática, quando perceberam que seus aliados estavam abandonando-os”, aponta.

Além disso, Greenwald diz que depois das primeiras publicações, “a Folha trabalhou ‘lado a lado’ com a nossa equipe e verificou a autenticidade do arquivo – inclusive comparando os chats dos seus repórteres com os promotores com o original. Como qualquer hacker poderia forjar isso? Obviamente, isso seria impossível”.

Com a Veja foi o mesmo. A revista concluiu que “o material é autentico, e contém coisas que um hacker nunca conseguiria forjar, inclusive conversas com seu próprios repórteres”, disse.

Para Glenn, Moro tenta usar a mesma tática adotada pelos governos dos EUA e Reino Unido no caso Snowden: “distrair de sua própria má conduta gritando sobre os ‘crimes’ de Snowden. Ele cometeu crimes? Talvez. Mas isso não mudou o fato de que os documentos eram reais e mostravam crimes graves por parte desses governos”, escreve.

Com informação do 247.

 

‘Eu te amo’ transforma o homem que fala e fortalece o que ouve


‘Seja homem, diga eu te amo’ busca desconstruir a imagem de que ser homem é não demonstrar sentimentos

Papai na presença dos cinco filhos

Sabe aquela imagem de pai fechadão, de um homem que não demonstra tão facilmente carinho e sensibilidade com seus filhos? Pois bem, ela está sendo desconstruída e pelas mãos das novas gerações, que não sentem sua masculinidade abalada ao dizer “eu te amo”. Para desmistificar esses conceitos cada vez mais ultrapassados e carregados de machismo, neste Dia dos Pais a marca Natura Homemda Natura lança a campanha #HomemPra Dizer eu te amo.

Falar “eu te amo” é tocante, assim como ouvir o primeiro “eu te amo” de seu filho. O jovem Igor Felipe, de 24 anos, é pai de Noah, 4 anos, e Marina, de 1 ano e meio, e não esquece os gestos de carinho dos pequenos, tão pouco o primeiro “eu te amo” que escutou. “É uma sensação única e inexplicável”, relata em tom de alegria. Mas, por qual motivo ainda existe uma barreira que impede o homem de expor seus sentimentos?

 

Segundo levantamento do site Papo de Homem, em conjunto com a Natura, 50,9% dos homens tem o pai como referência de masculinidade, mas só 1 a cada 10 falou com ele sobre isso, sem contar que 7 em cada 10 deles não foram ensinados a demonstrar fragilidade. Sendo assim, fica difícil sair do casulo.

“Eu fui criado vendo que mostrar sentimento tanto pra mulher quanto pra outra pessoa não era coisa de homem. Demonstrar sentimento era só para os pais mesmo”, diz Igor. O conceito do que é ou não uma atitude masculina está presente não só na vida dele, mas na de boa parte dos brasileiros.

O machismo é apontado como o principal responsável pela manutenção deste estereótipo que atravessa gerações e prejudica, desde a construção social dos garotos até os relacionamentos afetivos. Nesse panorama, quem exerce a sensibilidade e ousa se abrir, colabora com a quebra de tais paradigmas.

“Eu sempre falo eu te amo para meus filhos e também escuto. Eu acho que o que você fala reflete muito na cabecinha deles. Teve uma vez que eu peguei o Noah olhando pra mim com um olhar tão admirador que eu perguntei ‘o que foi filho, o que você tá olhando’?  Então ele parou e falou ‘nada pai, eu só queria ser você’. Depois daquilo eu vi que a forma que ele olhou pra mim e a forma que eu estou conduzindo as coisas tá funcionando, eu creio que é isso”, conta o orgulhoso papai.

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Crédito: Arquivo pessoalFamília reunida: Igor sorri ao lado de seu pai Genaldo e dos filhos Marina e Noah

Optar por uma criação mais acolhedora é uma medida que gera resultados e cada vez mais os responsáveis pela nova geração de crianças estão aderindo ao método. Fábio Marabesi tem 33 anos e seu filho Caetano está com 1 ano e sete meses. Ele relata que cresceu recebendo muito carinho na infância e que a figura paterna que teve era sensível e até chorava em situações amorosas. Tal relação diz muito sobre como foi sua relação com as questões sentimentais masculinas e é claro, com a paternidade.

“Fez muita diferença o posicionamento do meu pai comigo, mas eu ainda faço muita coisa que ele não fazia. Eu acho que é uma tendência dos pais que querem realmente se envolver, participar, ter uma paternidade mais ativa desde o começo, principalmente numa relação com a mãe neste contexto de estrutura patriarcal. Temos que mudar essa visão machista”, pontua Fábio.

 

“O Caetano gosta muito de livrinhos, né? Daí em um livrinho tinha um coração escrito eu te amo numa história que chama “O papai é pop”. Eu mostrei um coração e falei que tava escrito ‘eu te amo’, então ele olhou pra trás, apontou o coração e falou ‘papai’. Agora quando ele pega o coração, aponta e fala papai. Eu entendo que ele tá associando o coração com ‘eu te amo’, que significa afeto e tudo mais, comigo né? É engraçado essas reações porque ele vai associando com alguma coisa que é boa pra ele”, completa.

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Crédito: Arquivo pessoalFábio Marabesi ao lado do filho Caetano

Pensando justamente na quebra de paradigmas e incentivando o aumento da liberdade emocional masculina, a campanha Homem pra dizer eu te amo da Natura Homem, dissemina a hashtag #HomemPra e as atitudes que constroem este novo modelo evoluído. Com o propósito de combater ideias preconceituosas.

Ao falar em “ser homem pra” brota quase que automaticamente uma ligação com coisas negativas, referentes a masculinidade tóxica, como: ser homem pra não chorar, pra não levar desaforo pra casa, pra ser forte o tempo todo. Um falso fortalecimento de gênero que resulta em muita dor e sofrimento, para homens e mulheres.

Os dois papais apresentados aqui ainda estão criando e fortalecendo laços afetivos com suas crianças, nos momentos de dúvidas podem procurar informações em sites especializados ou consultar variados profissionais. Recursos que as antigas gerações não tinham. Então, como um homem que foi criado com tantas barreiras emocionais quebrou a crença de que demonstrar carinho não é coisa de macho e tornou-se um pai amoroso e sensível? O paulista Cristiano Xavier, que criou 5 filhos e já tem dois netos é esse cara.

Papai na presença dos cinco filhos

Crédito: Arquivo pessoalDa esquerda pra direita – Gabriel, Kaoane, o papai Cristiano, Agatha, Dener e Tayla

“Meu pai era carinhoso da maneira dele por conta de não ter tido um bom relacionamento com meu avô. Na minha criação, não demonstrar carinho ficava mais relacionado a não demonstrar fraqueza”, conta.

Cristiano tem de 45 anos e nasceu na metade da década de 70, período em que as mulheres começavam a ter mais espaço na sociedade e o machismo não era combatido como nos dias de hoje, mesmo assim, ele seguiu na contramão destas ideias e foi um pai diferente.

“Na minha opinião demonstrar sentimentos deveria ser coisa de ‘ser humano’, hoje meu pai mora com Deus e nossa aproximação em questão de dizermos o quanto nos amávamos se deu mais no final da vida dele. Hoje percebo quanto tempo perdemos”, relata emocionado.

“Com meus filhos houve um efeito contrário. Acredito que de alguma forma eu senti falta de uma proximidade maior do meu pai, então desde a barriga procurei demonstrar o amor que tenho por eles”, relata o progenitor de Kaoane 28, Dener 24, Tayla 22, Gabriel 19 e Agatha 17.

Natura acredita que muitos homens passam uma vida inteira sem se abrir e perdem a oportunidade de dizer o que sentem para as pessoas que são importantes. No caso, as três palavras “Eu te amo” podem fazer mudanças incríveis, trazendo segurança, fortificando laços, aquecendo o coração e transformando completamente as relações.

Além disso, a liberdade de expor os sentimentos ajuda na criação de meninos mais confiantes e seguros para a vida, gerando adultos emocionalmente mais capazes de viver uma masculinidade sensível, sincera e livre de preconceitos. “Eu te amo”transforma quem fala e fortalece quem ouve.

fonte dessa matéria, Catraca Livre.

 

 

80% da biodiversidade do planeta é preservada pelos povos indígenas


Estima-se que atualmente a população indígena consista de aproximadamente 370 milhões de pessoas, distribuídas em setenta países, e que ocupam quase um quarto do território mundial. E é exatamente neste território habitado pelos povos indígenas que se concentra 80% de toda a biodiversidade do planeta, o que nos mostra a importância dos povos indígenas no trabalho de preservação da natureza.

O modelo mais antigo de conservação da biodiversidade surgiu da relação que os povos indígenas mantêm com o meio ambiente. Ao longo de muitas gerações, esses grupos incorporaram em seus usos e costumes, mesmo em sua cosmovisão, os recursos naturais ao seu redor: os índios dependem deles para sobreviver, valorizam e protegem, e os conhecem como ninguém.

Historicamente, esses grupos mantiveram uma relação com o meio ambiente que não só garante a sua conservação, como também permite que a natureza forneça, de forma sustentável, os insumos de que necessitam para sobreviver. Sobre o assunto, Francisco Rilla, especialista em meio ambiente e governança, advertiu às Nações Unidas:

A compreensão do meio ambiente pelos índios é baseada em um sofisticado conhecimento coletivo de ecologia, bem como nas capacidades que lhes permitem gerir os seus territórios de forma que proteja o seu modo de vida e garanta a sustentabilidade dos recursos naturais.

Além de celebrar as atividades de conservação das comunidades indígenas, é necessário reconhecer e reforçar o papel que esses grupos desempenham no presente e no futuro da biodiversidade do planeta.

Estima-se que atualmente a população indígena consista de aproximadamente 370 milhões de pessoas, distribuídas em setenta países, e que ocupam quase um quarto do território mundial. E é exatamente neste território habitado pelos povos indígenas que se concentra 80% de toda a biodiversidade do planeta, o que nos mostra a importância dos povos indígenas no trabalho de preservação da natureza.

O papel dos grupos indígenas na conservação do meio ambiente foi amplamente documentada e endossada nos últimos anos. Também foi demonstrado que, nos casos em que esses grupos têm o direito de posse legal sobre essas terras e, sobretudo, com o apoio do governo para gerenciá-la, os resultados obtidos são muito superiores se comparados a outros instrumentos de conservação – como sugere um amplo Estudo que analisou os casos de seis países da América Latina.

Considerando tudo o que foi explicitado, é inevitável concluir que, no âmbito dos esforços e políticas de conservação da biodiversidade, deve-se priorizar o reconhecimento, avaliação e fortalecimento do trabalho realizado pela população indígena em todo o mundo. Respeitar sua governança tradicional e incentivar sua participação no desenho de novas políticas e ferramentas será um fator determinante nas aspirações de preservar o que resta de nossa herança biocultural.

80% da biodiversidade é protegida pela população indígena no mundo, E o resto de nós é responsável por apoiar e complementar essa tarefa que já vem sendo realizada ancestralmente.

Petrolina é a primeira cidade de Pernambuco que mais investe em saneamento básico, aponta pesquisa


Enquanto isso, uma cidade como Maracás, que possui vários requisitos para ser uma cidade desenvolvida, dentre estes a sua geografia e clima, falar em esgotamento sanitário é uma espécie utopia, apesar de ser uma cidade de muitas cisternas abertas com uma fossa a poucos metros. Talvez, se os governantes de Petrolina de décadas não visse o que é mais essencial para a cidade, ela também estaria estagnada no meio do sertão.  mesma coisa é vitória da Conquista, que é a quinta cidade em saneamento em nível de Brasil. Franca, em São Paulo é a primeira do país e Santos a segunda.

A maior parte das grandes cidades do país tem um baixo nível de reinvestimento no setor de saneamento básico. Isso quer dizer que, do valor arrecadado, apenas uma pequena parcela é utilizada para fazer melhorias no serviço, como a manutenção e a troca de redes e a expansão dos atendimentos. A maior parte é gasta com pagamento de funcionários ou insumos, como produtos químicos.

É o que mostra um estudo do Instituto Trata Brasil e da GO Associados divulgado nesta terça-feira (23) e feito com base nas 100 maiores cidades do Brasil, que concentram 40% da população do país, e nos dados mais recentes do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), referentes ao ano de 2017.

Das 100 cidades, 70 reinvestem menos de 30% do que arrecadam no setor. Apenas 5 investem 60% ou mais na melhoria dos serviço – são tão poucas que são consideradas “outliers” pelo estudo, ou seja, atípicas ou “fora da curva” da tendência geral. Petrolina aparece na 25ª posição.

O estudo também fez um ranking das 100 maiores cidades do país baseado nos diversos indicadores de saneamento básico, como acesso ao abastecimento de água e à coleta de esgoto, o percentual de esgoto tratado e investimentos e arrecadação do setor. Blog do Adenevaldo Alves.

Entreguistas começam a fatiar Petrobras. Por Fernando Brito


O editor deste blog, Walter Salles, tem falado que um governo que não consegue gerar fontes de renda, que no caso viriam da geração de empregos, como carro-chefe da solução, aí começa a cortar gastos de setores essenciais como Educação e outros além de vender as estatais, que  segundo a explicação do presidente da República “é para o país não quebrar”. Mas seria essa a forma correta de evitar um país de uma crise profunda, ou estaria empurrando ele para buraco de difícil resgate?  É meio comparado a um pai de família que não tem capacidade de colocar recurso na casa para suprir as necessidades da família, aí começa a cortar gastos e vender os móveis da casa. E quando não tiver mais o que vender? Como vão ficar os membros da família? Café com Leite Notícias.
Plataforma (Foto: Divulgação/Petrobras)

PUBLICADO NO TIJOLAÇO

POR FERNANDO BRITO

 

14 mil grandes clientes diretos – empresas aéreas, asfaltos, transporte, produtos químicos, etc…

Essa era a estatal BR Distribuidora, sobre a qual o Brasil perdeu o controle acionário.

Segundo a Época, “a Petrobras acaba de vender 35% da BR Distribuidora por US$ 2,5 bilhões, cerca de R$ 9 bilhões, para 160 investidores de diferentes países, a exemplo de Reino Unido, Canadá e Estados Unidos, entre outros”.

Como Temer já havia vendido 28% da empresa em 2017, numa operação na Bovespa, agora 63% da empresa – e, claro, o seu controle – o Estado brasileiro perde participação nos lucros – imensos – da empresa.

Em 2018, R$ 3,2 bilhões.

Grande negócio, mas não para o povo brasileiro.

A Petrobras, dizem eles, não vai ser vendida. É sagrada como mãe.

Por isso a picam aos pedaços: vende-se campos de petróleo, gasodutos e, agora, a distribuição, segmento mais lucrativo.

Na visão da corja entreguista – inclusive a militar – que está no poder, não se pode vender a mãe, mas os pedaços da mãe, pode.